Centro Espírita - Aprendizado, Autoconhecimento e Transformação - Roda de Conversa #palestraespirita
Acompanhe esta *Roda de Conversa* de encerramento deste seminário inspirador com *Adilton Pugliese* e os participantes do *Projeto Philomeno de Miranda,* promovendo reflexões sobre os desafios e propósitos do centro espírita na atualidade. 📍 Um diálogo fraterno sobre aprendizado contínuo, autoconhecimento e vivência do Evangelho à luz da Doutrina Espírita. 📘 O evento marca também o lançamento do livro _Allan Kardec e o Centro Espírita,_ de Adilton Pugliese. *Programação:* 16h às 19h - Seminário com transmissão exclusiva pelo EspiritismoPLAY. 20h às 21h - Roda de Conversa com transmissão pelo YouTube. 🔗 Saiba mais: https://mansaodocaminho.com.br/seminario-centro-espirita/ #CentroEspírita #SeminárioEspírita #PalestraEspírita #PhilomenoDeMiranda #AdiltonPugliese #Autoconhecimento #TransformaçãoInterior #EvangelhoRedivivo #Espiritismo #MansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Mais uma vez, boa noite a todos. Nós cumprimentamos aos queridos amigos que estão aqui conosco desde às 16 horas neste seminário. Adilto Pugliés, Ulíes Guimarães e José Amurim. E a nossa doutrinária, ela vai ter o formato de roda de conversa, porque nós abrimos para perguntas e respostas relativas ao nosso seminário. Então, nós eh também pedimos aqueles que nos acompanham pela pelas redes que possam também estar encaminhando as suas perguntas. Recebemos já algumas perguntas aqui e vamos formular primeiro a Adilton Puglies. O que define o movimento espírita? Renovamos saudações fraternas a todos. também aqueles que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho. Sejamos todos abençoados. O movimento espírita é definido por duas atividades. Uma atividade chamada meio, que é aquela voltada para fortalecimento da doutrina espírita e uma atividade, enfim, voltada para o estudo e a propagação da doutrina. Esse essa atividade é muito bem desenvolvida pela Federação Espírita Brasileira através sobretudo de várias obras orientadoras da prática da chamada prática espírita. Uma dessas obras que tive a oportunidade de participar da sua do seu dimensionamento, algumas vezes indo a Brasília nas reuniões do Conselho Federativo Nacional, chama-se Orientação ao Centro Espírita. é uma obra valiosíssima que eh oferece às casas espíritas, à instituições roteiros de como realizar as diversas atividades da casa espírita, as atividades mediúnicas, já de estudo, a de divulgação doutrinária, de comunicação social, a evangelização da infância, da juventude. E a partir desse livro, a federação tem elaborado outras obras orientadoras de forma mais específica, segmentadas em torno dessas atividades das casas. O movimento espírita, posso podemos dizer que começou com as viagens de Allan Kardec e ele escreveu um livro sobre isto, viagem espírita em 1862, mas ele realizou viagem em 1860, 1861, 1864 também, 1867 foi quando teve o início, visitando aquelas cidades da no interior da França, levando muitas orientações,
sobre isto, viagem espírita em 1862, mas ele realizou viagem em 1860, 1861, 1864 também, 1867 foi quando teve o início, visitando aquelas cidades da no interior da França, levando muitas orientações, elab elaborando regulamentos. Tudo isso para oferecer as casas espíritas do futuro, um sistema organizacional e também como realizar suas atividades de forma que as ideias espíritas se propagassem pelo Brasil e pelo mundo. >> Essa pergunta veio pelo Espiritismo Play, vai para Ulisses. Porque uma mediúnica dentro do centro espírita não pode ser aberta a qualquer um que tenha interesse. Qualquer grupo que se destina à comunicação com com os espíritos deve ser um grupo uniforme, um grupo fechado, um grupo que tem a intenção realmente de servir a Jesus e de ajudar aqueles espíritos sofredores. Não deve ser aberto a curiosos, aquele que tem interesses pessoais, não é? Muitas vezes as pessoas eh têm esse interesse em frequentar uma média única aberta por interesses próprios, para ter uma notícia de algum parente, né, para deixar ali como se fosse um delivery os seus espíritos obsessores segundo as mesmas, não é? Mas essa não é a finalidade de uma reunião espírita, a reunião, reunião mediúnica, a reunião mediúnica tem a finalidade de auxiliar os sofredores e instruir os seus participantes. Aquelas comunicações que são ali colocadas, os dramas dos espíritos que são socorridos, são lições preciosas para aqueles que também estão ali frequentando na reunião mediúnica. Então, o objetivo da reunião mediúnica é socorrer esses espíritos, auxiliar e, principalmente servir a Jesus com unção, com dedicação, formando ali um feixe, uma família unida no propósito do serviço maior. para José Amurim, como a casa espírita que tem um número grande de frequentadores, onde as pessoas entram e saem sem seres sem serem vistas, podemos trabalhar a humanização. Acreditamos que o desafio é um pouco maior, mas o número de pessoas, por ser maior dentro de uma casa que tenha mais essa expressividade,
m sem seres sem serem vistas, podemos trabalhar a humanização. Acreditamos que o desafio é um pouco maior, mas o número de pessoas, por ser maior dentro de uma casa que tenha mais essa expressividade, possibilitará a cada um de nós sermos essas pessoas que estarão fazendo isto acontecer, talvez sendo a instituição com número menor de frequentadores, isso seja mais fácil. Com certeza é a gente vê algumas casas espíritas fazer a pergunta: "Quem está vindo pela primeira vez?" Seja muito bem-vindo. Que bom que você está aqui. Qualquer dúvida, né, que queira, depois a gente pode estar conversando. Isso é maravilhoso. Mas numa instituição de mais frequentadores, maior, nós podemos ter este compromisso sendo assumido por cada um de nós, de estarmos sentando próximo a uma pessoa que talvez a gente não conheça, não sabe o nome, quem é por não ter nesta aproximação o entendimento disto, a realização disso. Boa noite, tudo bem? Não, não o conhecia. É a primeira vez que você está vindo e a gente tem uma conversa fraterna como esta, podermos estar nos conhecendo pouco a pouco e quem sabe podermos estar voltando para casa com um grande afeto, com um grande amigo que não encontrávamos há muito tempo e que Deus nos possibilitou sentar no nosso lado. Há uma lenda chinesa que diz que quando dois homens estão num caminho se encontrando, cada um carregando um pão, quando eles param resolvem trocar os pães, cada um volta para casa com um pão. Mas se esses homens estiverem carregando uma ideia, param e resolvem trocar esta ideia, eles voltam para casa carregando duas ideias, não mais uma. Então, que a gente possa enxergar estas oportunidades dentro da casa espírita que tem uma estatura, um corpo grande de muitas pessoas, como uma oportunidade de estarmos exercitando isso mais vezes ainda. um a um de sermos atentos a essas pessoas que o mundo espiritual está nos possibilitando de estarmos sentados ao lado para ouvir uma palestra, para participar da entrega da cesta básica, das atividades diversas.
sermos atentos a essas pessoas que o mundo espiritual está nos possibilitando de estarmos sentados ao lado para ouvir uma palestra, para participar da entrega da cesta básica, das atividades diversas. da nossa casa e a gente poder ir fazendo pouco a pouco um grande trabalho de estarmos mais uma vez unidos, fortalecidos no propósito, no objetivo de estarmos indo pra frente, caminhando com mais leveza, com mais alegria, com mais satisfação, com reconhecimento de que tem alguém que nos olha. que nos percebe, que sabe da nossa existência, da nossa realidade. Essa pergunta veio da internet, eu vou estar respondendo. Durante as reuniões doutrinárias e seminários espíritas, a presença de espíritos amigos que ajudam os presentes e o palestrante. Sem sombra de dúvidas, o ambiente da casa espírita é um ambiente de interseção entre os dois mundos. Durante a realização de qualquer atividade, nós contamos com apoio da equipe espiritual que está atenta às nossas necessidades, às nossas demandas e que operam verdadeiras curas. No livro que nós citamos eh em nossa exposição Em nome do amor à mediunidade com Jesus, há um relato do nosso tio Di, que em uma exposição doutrinária, quando ele terminou, que foi para o momento do passe, ele via do teto uma irradiação luminosa, como se fosse foco de luzes. E esta irradiação ia na direção de uma determinada pessoa que ao terminar a reunião ele chama essa pessoa e a convida para poder aplicar passes em nossa casa. Então o que significa essa irradiação? É claro que a pessoa trazia uma vibração que se destacou, mas ele refere emanava do alto uma luminosidade como se pontos luminosos chegassem e se espalhassem. Então, todos nós estamos sendo beneficiados a todo instante. Chegamos aqui para ouvirmos uma reflexão doutrinária. Durante a nossa entrada, nós já estamos sendo beneficiados, inclusive a relatos na obra de Manuel Filomeno de Miranda, Perturbações espirituais, de duas pessoas que adentraram a uma casa espírita, assistiram a exposição doutrinária e ao término elas comentaram
inclusive a relatos na obra de Manuel Filomeno de Miranda, Perturbações espirituais, de duas pessoas que adentraram a uma casa espírita, assistiram a exposição doutrinária e ao término elas comentaram sobre o expositor e uma elogiava, a outra tra eh eh emitia críticas à aquele expositor. E Filomeno destaca que a pessoa que estava tecendo as críticas ao sair deste ambiente, os desafetos logo se vincularam a ela. Ou seja, aqui neste espaço, nós também estamos protegidos por conta deste ambiente psíquico, da interferência daqueles que desejam eh o nosso insucesso, a nossa eh o não vencer os nossos desafios. Então, é preciso aproveitar mais este espaço, o espaço que a casa espírita oferece. Porque não é somente nas doutrinárias, nos seminários. A todo instante que nós estamos desenvolvendo atividades, nós contamos com a assistência dos bons espíritos. Vamos agora para Adilton. Toda casa espírita deve ancorar-se nos pilares do Pentateuco de de Kardec. Dessa forma, deve seguir as diretrizes da Federação Espírita como órgão regulador. Certamente tive a oportunidade de vivenciar essa experiência chamada federativismo, em trabalhar numa federação espírita de grande importância que ela congrega as instituições espíritas do estado, dividindo essas atividades em na parte de dos distritos e também na parte do interior, as regiões. E foram momentos muito enriquecedores para realizar essas atividades voltadas para melhoria das atividades da casa espírita, o que os orientais chamam de CAISEN, uma melhoria contínua das atividades e foram experiências muito enriquecedoras, sobretudo realizar encontro de presidente de centro espíritas, administração da casa espírita, porque existe situações que são de exigências oficiais regulamentadoras das casas. Então são atividades realizadas por uma federação espírita, né, congregando as diversas unidades que são muito diversificadas, sobretudo no interior do estado, uma oportunidade de visitar muitas dessas instituições no interior, observando suas carências,
rita, né, congregando as diversas unidades que são muito diversificadas, sobretudo no interior do estado, uma oportunidade de visitar muitas dessas instituições no interior, observando suas carências, a a necessidade de atividades serem regulamentadas e tudo isso. Então, hoje observamos um salto qualitativo imenso desde quando o movimento espírita iniciou aqui no Brasil com o empenho da Federação Espírita Brasileira, volto a insistir, e com ajuda das federações. Todo ano a Federação Espírita Brasileira realiza em Brasília um encontro de todas as federações espíritas de cada estado. tive a oportunidade de participar pelo menos de três delas, onde sempre há uma discussão, uma análise de um plano de trabalho que é realizado para 3, 4 anos. As comissões regionais em quatro regiões do Brasil, sempre analisando o modos operante de de modo geral das instituições, sempre ofereceu ao público uma melhor maneira de divulgar a doutrina espírita. Sempre foi essa a preocupação de Kardec quanto ao futuro do espiritismo. >> Para Ulisses, como cobrar estudo doutrinário com rigor se o humanizar quase sempre é substituído pelo automatismo fazer técnico? quando nós colocamos mais cedo a questão do do humanizar, que ele passava por três pilares, né? O estudo das obras básicas, principalmente das obras de Kardec da formação básica do espírita. E daí quando ele adquire o quando ele passa pelo estudo, pelo interesse do estudo das obras de Kardec, ele adquire a consciência espírita. E a partir daí ele vai se desenvolvendo como ser e se apropriando dos seus deveres perante a sociedade, perante si mesmo, perante a sua família. E ele passa a cobrar ou deveria passar a cobrar de si mesmo a necessidade do estudo constante para ele se aprimorar, para ele crescer, adquirindo cada vez mais o conhecimento que vai libertá-lo das amarras do seu passado, dos seus vícios, das suas deficiências que temos todos nós, né? Então, cabe a Casa Espírita uma oferta de cursos, de opções, estar atento às novas disposições, como a nossa casa
marras do seu passado, dos seus vícios, das suas deficiências que temos todos nós, né? Então, cabe a Casa Espírita uma oferta de cursos, de opções, estar atento às novas disposições, como a nossa casa vem fazendo, remodelando nossos cursos, oferecendo várias opções que estamos aí em estudo para o ano que vem. E cabe a cada um de nós ter essa consciência da necessidade do estudo, né, para que nós possamos cada vez mais nos aprimorarmos. É uma consciência de cada um que vai despertando pouco a pouco, que vai entendendo a sua necessidade de evoluir, de galgar os degraus da sua evolução a seu próprio benefício. >> José Amorim, humanizar tem muito a ver com tornar-se mais sensível no sentido espiritual. adotar um olhar mais compassivo e respeitoso em relação ao próximo. Está correta esta afirmativa? >> Corretíssima. Humanizar vai passar por esta condição de termos o olhar principalmente para os invisíveis. que a grande maioria da nossa sociedade ainda insiste e assim conservá-los invisíveis no dia a dia, nas diversas repartições nas ruas, os invisíveis às vezes dentro da nossa própria família. Então vai passar com certeza por este por esta disposição, por este querer nosso em fazer com que essas pessoas sintam-se importantes, se vejam presentes naquela tarefa, naquela atividade. vai ser uma um grande desafio para todos nós de estarmos abertos a isto, a querer olhar, a querer escutar, a querer estar próximo para que a pessoa sinta-se acolhida, perceba que tem alguém que está do lado dela, que a enxerga, então vai com certeza passar por isto. Graças a Deus, nossa casa é riquíssima em atividades, em tarefas, para a gente poder estar se inserindo em uma dessas tarefas, talvez sendo na nossa dúvida, no nosso questionamento, o mesmo de outras pessoas, por exemplo, que esteja fazendo parte do mesmo grupo de estudo ao qual nós fazemos. Quando a gente traz aquele questionamento, talvez esta dúvida seja de outras pessoas que estaremos todos naquele momento aproveitando uma oportunidade única de
smo grupo de estudo ao qual nós fazemos. Quando a gente traz aquele questionamento, talvez esta dúvida seja de outras pessoas que estaremos todos naquele momento aproveitando uma oportunidade única de conhecermos, de entendermos, de sermos esclarecidos frente à aquele aquela dúvida que carregávamos. as pessoas que chegam buscando atendimento fraterno, seja presencial, seja de forma virtual, que a nossa casa oferece, trabalhando esta nossa participação, todos com qualidade, com conhecimento real, de causa daquilo que a gente pode e deve estar fazendo naquela tarefa, naquela atividade, podermos estar levando este socorro, esta ajuda, este amparo a quem bate a porta da nossa casa, seja na evangelização infantil, essas crianças que a vida nos oferece como grandes desafios, nos ensinando coisas belíssimas, nos fazendo refletir frente à situações que pra gente era normal até aqui, ela nos convida a pensar diferente fora da casinha, como diz os jovens, de podermos estar inserindo nas diversas atividades também de nossa casa, trazendo esta força, este olhar, este entendimento, esta vontade para a realização das tarefas da nossa casa, todas, dando-lhes atribuições, responsabilidades no acompanhamento, na confiança. Falávamos antes de de iniciar a primeira oportunidade que nós tivemos, a primeira palestra com André Luiz Peixinho no Centro Espírita da Maçara Dupa. A gente devia ter uns 16, 17 anos. E ele nos convidou para estarmos juntos fazendo essa palestra. Estudei tema. Quando chegamos lá tinha uma faixa, aquele pano, aquela coisa semana tal. Livro dos médiuns. Eu disse: "Peixe, eu nunca li o livro dos médiuns. Peixe, é para falar sobre o livro dos médiuns. Não se preocupe com isso. Fique tranquilo. Fale o que você se preparou. Desde que no final eu faço o arremate pra gente trazer o livro dos médiuns. Fique tranquilo. Me deu toda a confiança, toda a ajuda que eu precisava. Fiquei meio nervoso, baratinado. Como é que eu vou fazer? Olha, ninguém me passou que era para falar sobre o livro dos
médiuns. Fique tranquilo. Me deu toda a confiança, toda a ajuda que eu precisava. Fiquei meio nervoso, baratinado. Como é que eu vou fazer? Olha, ninguém me passou que era para falar sobre o livro dos médiuns. Ninguém me passou isso. Não, não se preocupe com isso. Fale o que você e ele veio com certeza. Aliás, quero aqui aproveitar para dizer da minha grande satisfação pela inteligência, por este poder maravilhoso que sempre teve o nosso querido peixinho. Quanta falta, né? Quanta falta naquela vivência, naquele entendimento, naquele olhar para os jovens, criança, jovens, desde muito cedo na calçada, peixe sempre presente. Mas uma coisa aproveito para poder falar um pouco. E tem duas pessoas que eu tive o prazer, a honra de conhecer com um poder de síntese maravilhoso. Foi André Luiz Peixinho e essa figura que está aqui ao nosso lado. Essa figura ele não olhou para mim não. >> Esta capacidade maravilhosa de fazer este fechamento. Eu vi de meu sogro uma vez frente a um palestrante recente aqui da nossa casa, de um outro estado, e ele dizia dando risada, imagino este homem vendo o projeto Manuel Filomeno 3 com vontade, mas ainda com pouco conhecimento e ele já esbanjando conhecimento. Me sinto um pouco disso aqui ao seu lado, meu querido, com tanto conhecimento, com tanto entendimento, mas com um coração que não tem igual, muito maior do que todo este conhecimento. Aliás, acho que precisa ser grande realmente para poder levar sangue tanto assim para o que ele tem para pensar com esse cérebro. Então vai fazer com certeza grande diferença se cada um de nós buscarmos esta responsabilidade para nossas vidas de sermos alguém importante, significativo, nem que seja uma vez na vida de alguém. O espiritizar tratado por Joana não pode ser aplicado além das paredes do centro espírita, considerando a nossa forma de agir em outros campos de atividade, onde o nosso proceder carece tanto de provas inequívocas das nossas convicções. Com certeza. A recomendação da benfeitora é para que nós possamos introjetar
orma de agir em outros campos de atividade, onde o nosso proceder carece tanto de provas inequívocas das nossas convicções. Com certeza. A recomendação da benfeitora é para que nós possamos introjetar esses conhecimentos e sairmos daqui vivenciando aquilo que estamos aprendendo. Quando nós vamos ao Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 17º, sede perfeitos, Allan Kardec vai dizer lá: "Reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que ele faz para sua transformação moral e para combater as suas más inclinações. Se o espiritizar ele está trazendo para nós, quando nós vamos até para a terminologia espiritismo, o que foi que a benfeitora fez? Pegou o substantivo masculino espiritismo, e trouxe o sufix, o sufixo isar, espiritizar. Então, é tornar-se espírita aqui e fora daqui. E quando nós trouxemos em nossa exposição, falamos a respeito de algo que diz a nossa vida íntima interna. Então, a transformação ela vem do interior para o exterior e nada como o conhecimento para poder trazer as ferramentas que são indispensáveis para que a nossa prática de fato ela se torne efetiva. Não vamos mudar sem antes conhecer, mas conhecer por si só também não traz a transformação. Então, tudo quanto estamos aprendendo na casa espírita deve ser reproduzido lá fora em termos de ação. Então, somos bonzinhos nas atividades da casa espírita e dentro de casa nós somos o oposto. Tem um contracenso, há uma contradição nisso. Então, nós precisamos ser em todos os espaços. E é claro que o conhecimento doutrinário, o evangelho de Jesus vai nos oferecer essa base para a nossa mudança. Mas a mudança ela vem de dentro para fora. É claro que vamos vamos transitar com os passos que serão conforme o nosso esforço, a nossa vontade, a nossa perseverança. Aprendemos muito, mas nem tudo que nós aprendemos ainda conseguimos operacionalizar. E é por isso que estamos transitando, indo e vindo ao longo das sucessivas reencarnações. Para Adilton, o líder da casa espírita geralmente é quem leva o nome da instituição
nseguimos operacionalizar. E é por isso que estamos transitando, indo e vindo ao longo das sucessivas reencarnações. Para Adilton, o líder da casa espírita geralmente é quem leva o nome da instituição a uma divulgação maior e atrai a clientela. Na falta deste há que ter, há que se ter um segundo plano. Por que não ampliar essa liderança? >> Antes de responder, eu gostaria de dizer que eu e José Morin somos irmãos gêmeos e agradeço suas generosas palavras. É sempre importante o trabalho em equipe na casa espírita. Joana Deanes inclusive escreveu uma página, por sinal muito longa sobre o trabalho em equipe em um dos seus livros psicografados por Divaldo. Então estender a liderança, por sinal foi um assunto que tive a oportunidade de aprender nos exercícios de atividades bancárias. o valor da delegação. Uma organização sem delegação, as dificuldades certamente serão todas percebidas quando há uma centralização de poder. Daí tem surgido, né, na administração científica várias ferramentas administrativas que podem ser usadas na casa espírita. Tive a oportunidade de vivenciar isso e mostrar a muitas instituições espíritas, quando estive na direção da federação, a importância da casa espírita ter lideranças que fossem bastante democráticas e sobretudo estimulando em todos a delegação, né, a administração científica da casa, uma liderança democrática. O, no momento, muitos livros têm sido inclusive escritos sobre essa questão e os resultados serão sempre promissores, quando há aquele princípio de que é um um por todos e todos por um dentro da casa espírita, que todos se reúnem dentro do mesmo objetivos. Kardec fez isso quando dirigiu durante toda sua vida a Sociedade Parisiens de todos os espíritas, sempre um trabalho em equipe, sempre conversando com aqueles que participavam da fundação da instituição que ele idealizou e com isso ele teve resultados de divulgação muito promissores. Então, vale a pena fazer essas experiências na Casa de Espíritas, reunir os companheiros. Me lembro que há
instituição que ele idealizou e com isso ele teve resultados de divulgação muito promissores. Então, vale a pena fazer essas experiências na Casa de Espíritas, reunir os companheiros. Me lembro que há muitos anos, quando vivenciamos uma dificuldade na instituição que eu dirigia, eu fiz uma carta para Divaldo, porque as reuniões administrativas são sempre difíceis. Inclusive, eu me recordo que em uma organização havia assim uma ênfase, uma dinâmica muito constante do líder da casa em realizar reuniões e isso criava um um uma desarmonia, um desacordo, um desânimo em todos. Então ele recebeu uma comitiva solicitando que ele interrompesse as reuniões. Ele aceitou e disse: "Vamos então marcar uma reunião para acabar com as reuniões". Entendeu? Então era realmente uma pessoa, vamos dizer assim, fanatizada, né? entusiasmada pelo assunto. Então, quando eu fiz a carta para Adivaldo, ele me sugeriu que eu interrompesse as reuniões administrativas, que eram realmente difíceis, às vezes um grupo muito grande e fizesse uma atividade mais doutrinárias. Eu me recordo que comecei para estudasse primeiro a vida de Allan Kardec. Quem foi Allan Kardec? como foi que ele trabalhou naqueles dias difíceis, como foi que ele conduziu a sociedade parisiense e foram assim momentos enriquecedores, porque nós descobrimos que muitos que participavam do chamado colegiado e que eram cerca de 20 pessoas, desconhecíamos essas particularidades da vida do codificador. E ele e ele deixou um o que é conhecido como uma agenda íntima de de Allan Kardec, o testemunho, o algo que ele deixou como uma herança para todos nós, que é a segunda parte do livro Obras Apóstolas, que ficou guardado durante sua desencarnação. Mas um amigo dele, Pierre Gaetan Lei Mari, publicou todos esses textos em um livro chamado Abbas postas, no ano de 1890. Então, vale a pena conhecer o passo a passo de Allan Kardec nas reuniões, os locais onde ele realizava as reuniões, quem foi o médium, o que foi que ele perguntava aos espíritos. Eu me
no ano de 1890. Então, vale a pena conhecer o passo a passo de Allan Kardec nas reuniões, os locais onde ele realizava as reuniões, quem foi o médium, o que foi que ele perguntava aos espíritos. Eu me lembro dele perguntar, ele recebeu todo aquele perfil de liderança que eu me referido, espírito de verdade passou para ele, mas ele tinha muita preocupação é quanto ao seu sucessor. E é um momento que ele procura saber, ele era o o que o espírito dizia que naquele momento era era importante que ele fosse o líder daquele movimento. Ele não tinha condições de delegar a muitas pessoas, mas ele tinha uma preocupação quanto ao seu sucessor. E ele pergunta aos espíritos, os espíritos diz aí, não há realmente um plano B, caso você não consiga, né, por questões de estar num planeta de dificuldades, mas há um um plano B, a gente desconfia que esse plano B era o francês como ele, Leon Deni, que também havia estava se preparando, havia nascido em 1846, 1827, estava se preparando para realizar essa tarefa. Eh, caso acontecesse algo com Allan Kardec. Então, a delegação é assim de muito importante para a casa espírit. Ulisses, o Centro Espírita Caminho da Reden irá oferecer cursos de preparação para a reunião mediúnica? é um projeto antigo da nossa casa e provavelmente eh nós já tivemos conversas com o presidente Mário Sérgio e provavelmente a partir do ano que vem eh estamos em estudo e provavelmente ano que vem já teremos sim o curso preparatório para eh reuniões mediúnicas. Amorim, o que faz uma pessoa desencarnar, ter contato com o mundo espiritual e encarnar com Mateu? Responde ou passa? Esté do esquecimento que todos nós recebemos como maravilhoso presente de Deus, é onde nós poderemos estar nos abrindo para experiências novas, situações novas. Isto com certeza será de grande significado no nosso aprendizado como seres imortais que somos todos nós. Então, em algum momento, esta semente a qual nós tivemos a oportunidade de trabalhar, de cuidar, ela estará retornando, sem sombra de dúvida. se não
prendizado como seres imortais que somos todos nós. Então, em algum momento, esta semente a qual nós tivemos a oportunidade de trabalhar, de cuidar, ela estará retornando, sem sombra de dúvida. se não em outra, não é? Se não nesta em outra. Nós temos um exemplo maravilhoso frente a isso de Jesus Gonçalves, não é? nesta vivência de Jesus, enfrentando ou tendo a oportunidade de encontrar pessoalmente com Santo Agostinho. Santo Agostinho vai para para várias outras experiências ainda sem conseguir fazer com que esta ficha, deixar com que esta ficha caia e ele se modifique. Quando aqui no Brasil, tendo a experiência difícil de vir com a ranceníase, com a lepra, né? sendo laçado, retirado do convívio de sua família, sendo colocado no asilo colônia. Vários foram criados no nosso país, aorés. E depois ele tenta sair para um outro asilo colônia, no meio do caminho não consegue de dores e vai para Pirapitigui, um distrito de Itu em São Paulo, onde ali ele termina os seus dias nesta experiência. ateu, completamente ateu, revoltado com Deus por toda a situação de vida que ele experimentou, que ele vivenciou, mas no final, no enterro da esposa, em que uma jovem que a gente tem notícias recentes que ela continua ainda encarnada, dona Mafalda, nesse asiro colônia de Pirapitigui. Entrou ali com 14 anos de idade, tem 102, 103 anos hoje, continua lá. Senhorzinho, senhorzinho, ela não morreu, ela está viva. Mande louca calar a boca. E aí vai alguém lá, conversa com ela, tá? Olha, se acalma. Foi o que vocês fizeram? Não, a gente é espírita, a gente faz parte de um grupo. O senhor não gostaria de participar, não tenho nada a perder. Eu vou lá uma reunião mediúnica em que a esposa vem, meu velho, não seja resistente assim à existência de Deus. Facilite as coisas para você mesmo e tal. E vem falando com ele na intimidade através do médium. Nem isso foi suficiente para ele. Mas quando ele esteve no momentos finais da sua vida, ele achava que seria os últimos dias assim de tanta dor, tanta
falando com ele na intimidade através do médium. Nem isso foi suficiente para ele. Mas quando ele esteve no momentos finais da sua vida, ele achava que seria os últimos dias assim de tanta dor, tanta dor, ele resolve pegar um pouco de água e diz: "Deus, se você existe realmente, bote alguma coisa dentro dessa água para que eu fique bom, porque eu não aguento mais de dor. Te dou 5 minutos e fico olhando pro relógio. 5 minutos. Adeus! Ele deu 5 minutos a Deus. Depois daquele tempo, ele vai tomar água amarga. Ele chama um amigo, experimenta. Que foi que você colocou dentro dessa água? Então, prova ali, tira ali. Foi da talha que eu tirei. Tira ali, experimenta. Essa aqui está boa, mas essa aí tá ruim. Ele tomou 2 minutos, algum tempo depois ele estava sem sentir dor alguma. resolve buscar aquele pessoal que lhe entrega os livros, o livro dos espíritos, o evangelho, ele devora, se transforma, se modifica um outro homem, um espírita, funda o centro, coloca o nome de Santo Agostinho no centro. Hoje tem o nome de Dr. Bezerra de Menezes, o centro lá dentro, mas o primeiro nome foi dado por ele, Santo Agostinho. De onde foi que ele tirou isso? este encontro com Santo Agostinho e aí começa a fazer cartas, escrever cartas para os centros espíritas de São Paulo e do entorno pedindo que fossem formadas caravanas de visita os leprosários, não deixassem de visitar aqueles irmãos que estavam afastados, cortados da sociedade, segregados da sociedade, esquecidos pela sociedade como verdadeiros animais, enfrentando dias, períodos terríveis, por falta de medicamento, pela ciência, ainda crescendo, avançando e isso se mantém até hoje. E tivemos uma grata satisfação de conhecer uma senhorinha que a época 2018, 2019, há 52 anos sem férias, ela estava visitando aqueles leprosos. E foi logo depois do Natal, quando ela resolve dar um pchão de orelha em todos que estavam ali no centro. Eu sei que a festa do Natal é muito familiar, é importante, mas não deixe de vir visitar os irmãos que aqui estão. E ela faz isso
ela resolve dar um pchão de orelha em todos que estavam ali no centro. Eu sei que a festa do Natal é muito familiar, é importante, mas não deixe de vir visitar os irmãos que aqui estão. E ela faz isso a 50, fazia isso há 52 anos, visitando sem férias, levando algo de melhor, de significativo, dando-se para alegria, satisfação daqueles invisíveis, segregados mais uma vez por todos nós. >> Pergunta do YouTube. Nós que assistimos as reuniões pela internet, somos também beneficiados ao final da reunião, bem como a água também é fluidificada. Por que não seria beneficiado? Claro que existe o benefício. Esse benefício ele vai iniciar com os nossos pensamentos. Estamos assistindo online e conectados ao que nós estamos assistindo, porque nós podemos estar à frente de um notebook, de uma televisão, de um celular, parecendo que estamos conectados e o nosso pensamento, ele está completamente fora daquele contexto, ou ele vai e ele vem. Qual é a nossa intenção? Então, se eu estou neste momento aqui e um número de pessoas nos assiste pelo YouTube, essas pessoas também estão sendo beneficiadas. É claro que o espaço ele é diferente. Em nossa casa nós não estamos sozinhos e este esta comunhão de pensamentos pode não ser uniforme. Então eu estarei sendo beneficiada. Sim. Agora, o benefício num espaço como este é de uma assistência muito maior. E a gente vai para o evangelho no lar. É beneficiado porque está no lar fazendo evangelho. Sem sombra de dúvidas. Quando nós fazemos o evangelho em um outro espaço que não o nosso lar, tem o benefício, tem tudo começa com o nosso pensamento. E aí vamos à história que falamos anteriormente. Duas pessoas estão neste ambiente ouvindo a mesma coisa. Cada uma vai sair daqui com as suas ideias, com os seus pensamentos. Não necessariamente pensamos igual. Achamos e fazemos uma avaliação semelhante. Então, conforme vai ser a nossa vibração, assim será a nossa assistência, assim será o quanto vamos estar recebendo. E existe algo que se que se chama méritos e deméritos.
os uma avaliação semelhante. Então, conforme vai ser a nossa vibração, assim será a nossa assistência, assim será o quanto vamos estar recebendo. E existe algo que se que se chama méritos e deméritos. Então, o quanto eu estou naquele momento necessitando da assistência e eu também devo receber a assistência porque tenho méritos para ou eu preciso passar pela experiência e aí eu chego com a dor de cabeça que ela não cessa mesmo saindo daqui. Isso significa que os meus pensamentos não estavam conectados? Não. Agora, precisamos também ter muita atenção, porque às vezes os nossos as nossas queixas físicas são decorrentes de problemas físicos que precisam de outros encaminhamentos. É claro que o passe, a água fluidificada vai trazer um alívio à aquilo que nós estamos atravessando. Boa noite, Adilton. Existe atualmente alguma obra espírita que trate de contatos de extraterrestres? Obrigado. >> Se entendermos extraterrestre como os espírito, todas elas falam do do assunto, todas. Todos os romances, mas entendendo esse extraterrestre como os espíritos, porque toda doutrina se refere ao mundo terrestre e ao mundo dos espíritos, como Allan Kardec desenvolveu muito bem nas suas obras. Todos os romances espíritas falam dos espíritos. Então, só com esse entendimento, pode existir outras observações, outras eh experiências ou narrativas, talvez no campo da ufologia chamada, ou no campo até do espiritualismo. Mas dentro da substância da doutrina espírita, todas as referências que nós encontramos nas narrativas romanceadas ou mesmo nos nos exemplos, né, da vivência do dos espíritos no mundo espiritual, os que Kardec chamou nos acampamentos, nas colônias reveladas por André Luiz, em todas suas obras, pelo menos de Miranda. Aí estaremos falando em extraterrestre, só poderemos referir aos espíritos. Aqui a pessoa fez um comentário sobre uma fala de José Amorim. O que José Amorim falou acerca de humanizar lembrou-me uma frase de Yung. Conheça toda a teoria. Domine todas as técnicas,
aos espíritos. Aqui a pessoa fez um comentário sobre uma fala de José Amorim. O que José Amorim falou acerca de humanizar lembrou-me uma frase de Yung. Conheça toda a teoria. Domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana. >> Que sabedoria de Jungia. toda a técnica, todo o conhecimento que a gente vem a ter, não tenos dúvidas alguma de que será de grande importância para o exercício das nossas tarefas, atividades. A importância disso será maravilhosa, necessária, fundamental, conforme tudo que a gente ouviu hoje aqui, principalmente no que Ulisses trouxe referente à qualificação. Este envolvimento nosso com aquilo que a gente pode e deve estar oferecendo ao outro, fará por certo uma grande diferença. Talvez a gente, sem ter esta técnica, sem ter todo este conhecimento, mas tendo, entre aspas, apenas o envolvimento emocional, o desejo e o propósito, isto fará total sentido para nós e para aquele que recebe. que esteja aberto a receber naquele momento. Nós temos aqui no visual dois dois tios que viram a gente pequen, não vou chamar eles de velhos não, mas tem o nosso tio Dito ali, tem o nosso tio Rubão ali, José Rubens, que nos viram realmente eh pequenos. crescendo, buscando algo para se firmar nesta experiência. E a gente tem nessas duas figuras aqui presentes, não eram casados, não tinham filhos, mas tinham um coração enorme em ver alguém que estava cheio de gira, né, tio dito? cheio de palavreado ou alguém, tio Rubens, que não sabia estudar, vem de colégio público, indo pra escola técnica e a gente perdendo, perdendo, perdendo, não sabia nem ler a questão. E ele perdeu algumas noites, alguns dias neste ensinar eles, neste acompanhar como nós estávamos. Ou seja, sem ter este entendimento, este conhecimento, esta técnica no trabalho de um jovem aquela época tem um pouquinho de tempo, né, Dito? tem um pouquinho de tempo, né, Rubão, mas tinha um coração enorme, uma disposição enorme, como tem até hoje, para acolher, para receber esses jovens.
aquela época tem um pouquinho de tempo, né, Dito? tem um pouquinho de tempo, né, Rubão, mas tinha um coração enorme, uma disposição enorme, como tem até hoje, para acolher, para receber esses jovens. E temos a certeza que são unânimes em dizer: "Tio D, tio Rubão, como vocês são importantes em nossas vidas." Então é importante que nós tenhamos o conhecimento, a técnica, o aprofundamento, o estudo, sem sombra de dúvidas. A qualificação, a busca só tem um início, não tem final sempre, mas que tenhamos também todo desejo, todo propósito de sermos tios iguais a esses, pessoas presentes iguais a essa, para fazer com que a gente esteja na casa comprometido com a casa, com a causa, com a doutrina, com este repassar para outros. Isto por certo foi o que fez para mim a grande diferença para hoje eu estar aqui onde eu estou. Gratidão a vocês mais uma vez. Gratidão. >> Nós chegamos à etapa final, mas antes de passarmos para o segundo momento, vamos pedir as palavras finais de cada um aqui. Se é primeiro mais bonito, então serei eu. >> Rápido, viu? Gratidão mais uma vez pela presença de todos de podermos estar neste relançamento desta obra maravilhosa que com certeza fará um trabalho importante na vida de todos vocês, deste entendimento, desta facilidade do nosso querido amigo em trazer roteiros, né, direcionamentos importantes para a gente neste Este construir de um centro espírita, de uma sociedade, espírita de uma comunidade espírita de cristãos, de cristãos, facilitando, proporcionando este caminhar com menos dor, com menos sofrimento, plantando hoje a semente que estaremos colhendo amanhã. Esperemos com confiança, com firmeza, com alegria esta transformação na nossa sociedade. À medida que nós nos transformarmos, nos modificarmos, nos completarmos a nós mesmos, viemos não para salvar o mundo, não temos essa estatura, mas viemos para nos salvar e proporcionar aos nossos irmãos condições deles também poderem estar se somando, se juntando. a nós nesta busca, neste aprimoramento
alvar o mundo, não temos essa estatura, mas viemos para nos salvar e proporcionar aos nossos irmãos condições deles também poderem estar se somando, se juntando. a nós nesta busca, neste aprimoramento todos os dias. E mais uma vez, a nossa casa é riquíssima nessas condições de estarmos neste olhar, não para o nosso umbigo, mas para o outro que esteja sendo apresentado pela vida a nós, para que de alguma forma a gente deixe neste encontro algo que vale a pena, que seja significativo para nós e quem sabe para aquela outra pessoa. a nossa parte, agradecer a presença de todos, alguns que estão aqui desde 16 horas e gostaria de ratificar a nossa fala com relação à necessidade do estudo constante, né? O espírita ele precisa estudar, qualificar-se para o trabalho do bem, para que nós possamos cada vez mais multiplicar o bem na sociedade, em nossa casa, do trabalho, né? Então, agradecer aqui a Tânia, ao nosso PGLES, a Zelinho, ao nosso presidente Mário Sérgio por nos proporcionar esse seminário que, ao meu ver, foi muito proveitoso. Muito obrigado a todos. Eu tinha um sonho desde menino ser escritor, mas era muito improvável. Não havia condição nenhuma, não via nenhuma perspectiva, nem possibilidades. Mas um dia aqui na mansão do caminho, no ano de 1995, um dos filhos de Edivalda me procurou e disse: "É o senhor que é o senhor Guglies." Eu disse: "Sou tio Divaldo, disse pro senhor mandar o artigo." Eu disse, começou a pegadinha, como no banco, né, que pediam vai buscar régua de achar a diferença. Eu disse: "Meu filho, é algum engano, deve ser o meu xará, porque eu tenho um xá chamado Edilton". Ele disse: "Mas não é o senhor que é tio Gugriese?" Eu disse: "Sou". Então ele disse que é para eu mandar o artigo. Eu disse: "Tá bom, meu filho. Tá obrigado. Eu vou ver." De repente o telefone toca e do outro lado, uma voz inconfundível. O Gres, cadê o artigo, meu filho? Era ele. Adivinharam? Divaldo, que artigo? Revista. Mas Divaldo, eu não sou escritor não, Divaldo. Você que pensa que não é,
a e do outro lado, uma voz inconfundível. O Gres, cadê o artigo, meu filho? Era ele. Adivinharam? Divaldo, que artigo? Revista. Mas Divaldo, eu não sou escritor não, Divaldo. Você que pensa que não é, mande o artigo. Preciso de urgente para amanhã. Já viram alguém desesperado? Meio-dia eu fiquei imaginando o que que eu ia dizer a ele. Meio-dia eu disse: "Divaldo, eu me lembrei de uma coisa. Eu tenho um atestado médico que me proíbe escrever artigo." Ele riu, disse: "Tá bom, mas amanhã a gente conversa". Fui para casa, meu pai estava vivo. Meu pai, estou numa situação muito difícil. Isso que é de volta me pedi um artigo. Eu não sei o que, como é que escrever, como, eu não sei. Meu pai muito sábio, ele primeiro ouvia e respondia duas horas depois tava a paciência dele. Duas horas depois ele me disse: "Fale com seus guias". Que guias, meu pai? Seus guias espirituais. Não deu certo. 2 horas da manhã eu acordei, fui pro escritório, bem na bancada estava uma cruz de madeira que minha filha tinha me dado que trazendo de Aracaju, bem pequenininha. Eu olhei a cruz, os quatro pontos cardiais de Allan Kardec. Foi meu primeiro texto. Não sei como saiu, mas a gratidão, Edivaldo, por aquele momento. Entreguei na certeza absoluta que ele ia devolver. Não devolveu. Quando é à tarde, Nilson que me liga. Adilton, cadê o artigo, Adilton? Tio Nilson, eu já andei Adivaldo. Não, o próximo artigo tava querendo o próximo. Gratidão imensa a você, Divalda, gratidão gigantesca a você, Nilson. Foi maravilhoso. O que que eu estou dizendo? Tem sido maravilhoso conviver com vocês. Um grande beijo para vocês dois e para todos vocês, para vocês da equipe por este momento. O meu pai que colocou em minhas mãos o Evangelho Segundo Espiritismo. Grato a você, Tânia, a todos aqueles que convivemos juntos aqui na mansão. Tantos anos. Tia Elsa Jurac, são tantos. Foram tantos. Muito obrigado. Eu lembrei de uma frase de Madre Teresa de Calcutá: "Eu sou uma pequena gota no oceano, mas o que seria este oceano sem a minha
. Tantos anos. Tia Elsa Jurac, são tantos. Foram tantos. Muito obrigado. Eu lembrei de uma frase de Madre Teresa de Calcutá: "Eu sou uma pequena gota no oceano, mas o que seria este oceano sem a minha pequena gota?" Então, que nós possamos pensar que como pequenas gotas podemos fazer a diferença na casa espírita, que encontremos as oportunidades de trabalho para fazer a diferença. Agradecendo a todos vocês que nos acompanharam, que vibraram por nós, a esta equipe que nos deu a sustentação, a equipe de apoio, aos meninos do estúdio, a Mário Sérgio, que está a todo instante oferecendo novas oportunidades como presidente desta instituição que não está sendo fácil. levar, né, depois deste grande líder ter apenas mudado de vibração, porque certamente ele continua conosco. E que possamos, através do exemplo que o tio Nilson deixou, o tio Divaldo deixou seguir nessa construção de um mundo melhor a partir de nós mesmos. Passemos então para o nosso segundo momento de passes da oração para encerrarmos a nossa atividade. Convidamos então os passistas para que possam ocupar os seus lugares, buscando nos benfeitores de nossa casa, para que neste momento eles possam atuar sobre todos nós, enviando as boas energias que vai trazendo ao nosso ser aquilo que necessitamos para a continuidade da nossa jornada, mas Também rogamos ao Mestre Jesus, por todos aqueles que neste momento atravessam dificuldades, desafios, dores as mais variadas, para que estas energias também sejam direcionadas a cada um e que esta vibração, esta harmonia que invade o nosso ser proporcione um novo modo de pensar sobre a nossa existência. os propósitos que foram estabelecidos e que precisamos atender conforme abraçamos antes de estarmos aqui. as nossas tarefas que desenvolvemos nas mais variadas instituições, estejam integradas as propostas trazidas pelo nosso codificador. Tenhamos mais tolerância na convivência com o nosso próximo, que busquemos mais a humanização, o estar junto, o compartilhar das experiências
m integradas as propostas trazidas pelo nosso codificador. Tenhamos mais tolerância na convivência com o nosso próximo, que busquemos mais a humanização, o estar junto, o compartilhar das experiências e das dificuldades. Mas ainda rogamos, Jesus pelos nomes colocados para as vibrações, pela água que te expomos, para que ela canalize as boas energias salutares, trazendo o bem-estar a quem dela for fazer uso. E a nossa gratidão, mestre, por este encontro, pelo nosso aprendizado, pela convivência fraterna, mas em especial a gratidão aos nossos queridos tios Divaldo e Nilson, fundadores desta obra. por tudo quanto aprendemos com eles. E que este aprendizado Jesus floresa, dê cada vez mais bons frutos, demonstrando assim que fomos bons aprendices. Leva-nos, Jesus de volta aos nossos lares, permanecendo junto a nós hoje e sempre. Que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Não.
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