Carlos Campetti | O Evangelho como caminho para a paz interior | 105 Anos da Fergs
Saudações fraternas a todos novamente. Como dissemos pela manhã, que os bons espíritos nos inspirem e que não só nossas palavras, mas principalmente o entendimento do tema que nos reúne. Agora nós vamos na sequência observar o evangelho como caminho para a paz interior. Bem, pela manhã nós falamos um pouco mais do evangelho de Jesus, nosso divino mestre. Nós, quando examinamos os evangelhos preparados pelos evangelistas, nós observamos que cada um deles é um roteiro de evolução. Eles não foram escritos propriamente por aquela pessoa que está ali nomeada. A gente tem convicção de que as primeiras anotações foram de Levi, porque Emanuel fala disso pra gente no há 2000 anos. Mas não ficaram as primeiras anotações. Os discípulos depois de Levi continuaram na interpretação agregando e hoje nós temos esse roteiro que foi escrito basicamente para os próprios hebreus. Depois nós vamos ter o Evangelho de Marcos como sendo o segundo que se escreveu na tradição. Alguns discutem dizendo que o de Marcos teria sido o primeiro porque é o mais sintético, mas isso é uma interpretação mais recente e não está apoiada pela revelação da espiritualidade essa ideia. Então, não sabemos exatamente, não é, se aconteceu dessa forma, mas é provável que entre as primeiras anotações de Levi e o texto definitivo, Marcos elaborou o seu texto. Mas não sabemos se Lucas já não estaria também fazendo suas anotações, porque Marcos, segundo nós encontramos lá em há 2000 anos, era um menininho. Paulo Estevão, né? A gente vê isso, na verdade. Em Paulo Estevon, ele era um menininho ainda jovenzinho, não é? E Lucas já convivia com Paulo, era um médico, já era formado. Então há indicativos de que provavelmente e uma possibilidade que Lucas tenha começado a escrever, inclusive até antes de Marcos, mas também não temos informação segura sobre o assunto. Bem, o que importa é que Marcos vai escrever para os cristãos romanos. Para os romanos. E Lucas vai apresentar o Evangelho já num texto mais voltado para a gentilidade.
ormação segura sobre o assunto. Bem, o que importa é que Marcos vai escrever para os cristãos romanos. Para os romanos. E Lucas vai apresentar o Evangelho já num texto mais voltado para a gentilidade. Aliás, como o texto é o mais belo de todos eles, Lucas era um literato, não é? E aí nós vamos encontrar o de João escrito anos depois, o mais espiritual de todos eles, porque ele não vai ser factual, ele vai apresentar a essência do evangelho como caminho de renovação espiritual. Então, cada um deles é um roteiro que foi escrito no seu momento, de acordo com as condições, destinado a um seto público. e que quando nós juntamos tudo isso e vamos com isso, há os 27 textos que nós encontramos no Novo Testamento, incluído as cartas de Paulo, as cartas universais, o próprio Apocalipse, nós então encontramos no conjunto um verdadeiro roteiro de evolução espiritual. Cada um deles um roteirinho particular e no conjunto um roteiro maior. Muito bem. Só que nós perdemos rumo com todos esses roteiros maravilhosos, com esse roteiro maravilhoso, nós perdemos rumo porque nós quisemos traçar pros outros um roteiro para chegaronde nós não sabíamos. E aí nos desorientamos todos pelo meio do caminho. Ficamos perdidos com toda essa maravilha. Criamos uma série de liturgias, de rituais, importamos do paganismo, importamos do judaísmo, fizemos uma confusão tremenda com tudo isso e estamos falando no fizemos porque nós somos reencarnacionistas e quem é que garante que nós não estivemos lá fazendo isso ou que não fomos coniventes ao longo do tempo até começar a despertar e tal, mas não ficamos abandonados nunca porque Jesus como divino mestre sabia que ia acontecer, tanto que ele previu que seria necessário mandar o consolador prometido. E aí nossos irmãos, não é, da igreja católica e nós provavelmente pensamos assim até em outras encarnações, o consolador veio no dia de Pentecostes. E aí nós perguntamos: "Quem tem razão? O consolador veio no dia de Pentecostes com as línguas de fogo ou veio só mais
pensamos assim até em outras encarnações, o consolador veio no dia de Pentecostes. E aí nós perguntamos: "Quem tem razão? O consolador veio no dia de Pentecostes com as línguas de fogo ou veio só mais tarde depois com o trabalho de Allan Kardeciralidade superior, como dizemos nós os espíritas, não tem contradição. Estão corretos os dois. Vamos lá nosso diálogo de Jesus com Pedro e com os discípulos. Quem dizeis? Quem dizem eles que eu sou? Ah, João Batista, Elias, um dos profetas reencarn e renascido, né? E vós, quem dizeis que eu sou? E Pedro se antecipa. Sois o Cristo, filho do Deus vivo. Bendito és Pedro, porque não foram nem a carne, nem o sangue que te revelaram isso, mas Deus que está nos céus. Muito bem. Daí a pouquinho ele vai continuar a conversa e vai falar que ele vai ser preso, que ele vai ser crucificado. E Pedro se antecipa de novo. Não, Senhor, nós não vamos deixar isso acontecer, não. Afasta-te de mim, Satanás, porque para mim eres pedra de tropeço. Mas anteriormente ele tinha dito: "Tu eres pedra e sobre esta pedra eu edificaria minha igreja". E aí a gente vem e cria uma igreja na cabeça de Pedro. Do que que Jesus estava falando? da mediunidade, porque Pedro tinha sido inspirado para dizer que ele era o Cristo, filho do Deus vivo. E logo em seguida em vigilante, foi tomado para dizer que Jesus não ia passar pela crucificação, não, que eles não iam deixar. Deu para perceber, gente, como é que é a situação? Então, o que é que acontece no dia de Pentecostes? a plena manifestação da mediunidade, falando em diversos dialetos, a manifestação da espiritualidade de um ensino chegando. Então, foi sim o consolador prometido que se manifestou ali, mas o consolador nunca deixou de estar com a humanidade, que Jesus já tinha mandado reveladores antes e mandou depois. vai acontecer com a vinda de João, que vai reencarnar como Francisco de Assis. Nós vamos ver a vinda de novo com Joana Dark, que era o próprio Judas, que vai passar pelas necessidades que ele daquilo que ele escolheu, mas que vem
João, que vai reencarnar como Francisco de Assis. Nós vamos ver a vinda de novo com Joana Dark, que era o próprio Judas, que vai passar pelas necessidades que ele daquilo que ele escolheu, mas que vem demonstrar o evangelho na sua prática. vai se manifestar com Lutero. Olha que interessante. Sim, porque Lutero recebeu a tarefa de inaugurar o período do consolador prometido para a nossa era. No entanto, ele também, e é muito difícil que as pessoas escapem aos preconceitos e prejuízos da cultura do seu tempo. E Lutero se deixou levar e cumpriu a meia essa tarefa, mas fez um trabalho muito importante que foi traduzir a Bíblia novamente para o, nesse caso, o alemão, ou seja, colocar a Bíblia de novo ao alcance do povo, porque o povo não tinha acesso. Nós na Igreja Católica pegamos todos os textos que a gente conseguiu reunir, trancafiamos dentro de bibliotecas de consulta exclusiva a quem recebia permissão. Chegou o ponto de em alguns momentos os próprios padres que se formavam só podiam consultar um texto que estava preso num poste de ferro com correntes de ferro, não podia tirar dali. Então, o povo não tinha mais conhecimento da proposta que Jesus trouxe, mas do ensinamento que nós escolhemos apresentar pro povo. perdemos o rumo completamente com a tradução do da Bíblia novamente para o alemão, depois para o inglês, para o o francês, aí nós vamos vendo o trabalho coletivo, não apenas de Lutero, como de Cliff, como de Calvino, preparando o terreno para a livre interpretação. E nós, perdidos o nosso rumo, criamos hoje tem mais de 3.000 denominações protestantes ou evangélicas ou neoevangélicas no mundo, que cada um que lê cria sua própria igreja, abre o seu próprio comércio de dízimo para poder receber dos demais, para levá-los para onde eles não sabem o que é o caminho. Então, nós passamos a repetir sucessivamente os mesmos enganos até que chegou o momento de fato da manifestação do consolador definitivamente para a humanidade, como Jesus tinha prometido. Era preciso que a ciência avançasse, era
sucessivamente os mesmos enganos até que chegou o momento de fato da manifestação do consolador definitivamente para a humanidade, como Jesus tinha prometido. Era preciso que a ciência avançasse, era necessário que a humanidade amadurecesse, era necessário que se escapasse do julgo da fé cega. E se tivesse condições de inaugurar o período da fé raciocinada? E político Leão Denis Rivaio vai receber essa tarefa. Mas com essa condição, ele recebeu do espírito de verdade a informação de que ele poderia ter 15 minutos por semana para conversar com o espírito de verdade. Aconteceu mais tempo do que isso, mas no começo foi o que ele prometeu que faria. Mas como Allan Kardec, né, aí no caso estava publicando a obra e ele sentindo a tarefa que iria ter, ainda era Ripolito Leon Denis Arriva, ele ficou tão preocupado que ele perguntou pro espírito de verdade num dos encontros: "E se eu falhar?" Era uma missão que olha que percebeu o tamanho da missão. "E se eu falhar?" E o espírito da verdade responde para ele: "Se você falhar, outro fará em seu lugar. Porque você acha que Deus depositaria uma obra como essa sobre a cabeça de um único homem?" Então, Kardec examina o assunto e ele vai observar, coloca isso no Evangelho Segundo Espiritismo, logo no primeiro capítulo. A primeira revelação foi assentada na cabeça de Moisés. A segunda revelação foi assentada em Jesus, o Cristo. A terceira revelação não se apoia sobre os ombros de nenhum homem, porque a revelação dos espíritos é uma obra coletiva. E, portanto, ai dos infelizes que hoje acham que são reveladores e querem terdiversar na aplicação do caminho a si mesmo para ensinar o seu próprio caminho pros outros para chegar não sabem onde. Então, nós temos que estar muito atentos. O nosso modelo de guia é Jesus. E aí o Evangelho Segundo Espiritismo vai se converter então um novo roteiro para nos ensinar algo que a gente não estava conseguindo fazer. retirar do texto, da mensagem que foi escrita pelos discípulos, pelos evangelistas,
o Espiritismo vai se converter então um novo roteiro para nos ensinar algo que a gente não estava conseguindo fazer. retirar do texto, da mensagem que foi escrita pelos discípulos, pelos evangelistas, pelos seguidores, retirar da letra o espírito e extrair o aspecto moral da mensagem. Se Allan Kardec, na época em que foi lançado o Evangelho Segundo o Espiritismo, tivesse dito: "Nós com o Espiritismo podemos ir ao Antigo Testamento, a toda a Bíblia, o que fosse somente ao Novo Testamento para entendê-lo, nós teríamos um espiritismo ortodoxo hoje. Repetiríamos os mesmos enganos porque nós não tínhamos maturidade. Nós estaríamos sobre o ranço milenar, secular e milenar, dos prejuízos que foram acumulados pela educação repetida sucessivas vezes da dependência nossa em relação ao representante da igreja, onde a gente faz o que quer, entrega na mão dele, ele que resolva com Deus. O que eu quero é o reino de Deus, ele que resolva como é que ele vai fazer, porque eu já paguei. Isso é o que a gente aprendeu ao longo do tempo. Eu me, eu errei, eu pequei, mas eu me confesso e o representante da religião que resolva, porque eu já me confessei, agora eu tenho que ir pro céu. Mas foi o que nós aprendemos, porque nos foi ensinado assim. Então, nos acomodamos transferindo a nossa responsabilidade para os outros com a vinda então do Evangelho Segundo o Espiritismo, que vejam bem, é a terceira obra da codificação, livro dos espíritos, livro dos médiuns, evangelho segundo espiritismo, nós temos a formação do tripé, filosofia, ciência e a gente coloca religião, Mas cuidado aí, não é? Porque é uma ciência filosófica de consequências morais. Porque Kardec fala da importância de nós vivermos com sentimento de religiosidade, como a gente já destacou hoje. Então, não nos perdemos mais nos prejuízos da religião ao longo do tempo e nos centrarmos de fato no entendimento do caminho. E esse caminho, a gente vai passar rapidamente aqui nessa proposta. Nós vamos começar pelo capítulo 1 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Não vim
o e nos centrarmos de fato no entendimento do caminho. E esse caminho, a gente vai passar rapidamente aqui nessa proposta. Nós vamos começar pelo capítulo 1 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Não vim destruir a lei. Jesus vai afirmar que ele não veio revogar a lei. A lei divina não. Mas a lei civil humana, essa sim ele revoga. Então ele vai dar cumprimento à lei divina. A lei divina é eterna e se expressa no amor e na justiça. O espiritismo explica e desenvolve os ensinos morais do Cristo. E o Antigo e o Novo Testamento se harmonizam na essência espiritual. Então nós vemos uma sequência, não é, dentro desse processo. A revelação é progressiva, conforme amadurecimento humano. Conforme nós avançamos, nós vamos recebendo a revelação e vamos entendendo a própria revelação. a luz do Espiritismo. Quando a gente volta hoje para os textos lá antigos do Novo Testamento, do Antigo Testamento, quando nós vamos para os salmos, não é? os livros dos vários profetas, nós vemos o que a gente não tinha condição de ver antes. Nós percebemos que ali na essência o ensinamento está e a fé então ela passa a ser raciocinada e não mais uma fé cega, a ponto de no Evangelho Segundo Espiritismo nós encontrarmos crede em Deus, mas sabendo porquê. Já não é mais aquela crença cega. que não questiona, que não pergunta, porque quando chega num certo momento é mistério de Deus, não tem explicação, mistério de Deus. Não existe isso para o espiritismo. Se nós não podemos entender porque a gente não se desenvolveu suficiente ainda para entender, mas nós conquistaremos a capacidade do entendimento em algum momento pelo nosso próprio esforço, pelo trabalho. E alguns irmãos protestantes então dizem que nós somos espíritas, nós somos orgulhosos porque a gente acha que a gente salva a gente mesmo. E aí nós vamos e o Beto Roden, que foi um filósofo católico, chegou a ser padre, não é? e que escreve, não existe al salvação, só existe autosalvação. Então, não há alguém que nos salva, nem Jesus nos salva. Ele nos indica o
Roden, que foi um filósofo católico, chegou a ser padre, não é? e que escreve, não existe al salvação, só existe autosalvação. Então, não há alguém que nos salva, nem Jesus nos salva. Ele nos indica o caminho, como foi colocado pelo Artur ainda pouco, não é? Mas nós é temos que trilhar o caminho. Nós é que temos que trilhar o caminho para desenvolver as nossas condições, nossas possibilidades e avançar e chegar lá com as condições mesmo de não ser dependentes dos outros e nem do nosso anjo da guarda, a quem a gente transfere tudo. A gente brinca que tem pessoa que dirige num um anjo da guarda não bate. precisa de sete, não olha pro retrovisor, não dá sinal de seta, só não bate mesmo, porque misericórdia divina, não é? Então é preciso estar atento que nós não podemos ficar transferindo pros outros a responsabilidade daquilo que nós precisamos assumir. E aí a moral cristã é a base da renovação humana e o espiritismo restaura o cristianismo na sua pureza original. Tudo isso a gente extrai muito mais do capítulo um. Nós estamos dando aqui um resumo rápido no capítulo dois. Meu reino não é deste mundo. Jesus ensina que o seu reino é espiritual, não é material. Portanto, não vai ter nenhuma igreja no campo material que vai fazer o reino de Deus chegar a nós. Nós temos que nos assumir a nossa essência. Na essência, nós somos espíritos imortais. E é por isso que ele colocou que chegaria o dia em que nós adoraríamos a Deus em espírito e verdade, porque Deus é espírito. E aí nessa condição que ele nos criou a sua semelhança e a sua imagem e não como corpos físicos, porque nós fazemos o inverso. A gente cria um Deus barbudo, velhinho, sentado num trono, que é a nossa imagem e semelhança, mas foi ele que criou a gente na semelhança dele como espírito e não como corpo físico, que ele nos deu como instrumento paraa nossa evolução. As aflições terrenas são transitórias, tá tudo isso no capítulo dois. A verdadeira pátria é a vida espiritual. A reencarnação explica as desigualdades
le nos deu como instrumento paraa nossa evolução. As aflições terrenas são transitórias, tá tudo isso no capítulo dois. A verdadeira pátria é a vida espiritual. A reencarnação explica as desigualdades humanas. A justiça divina se realiza além da vida física. O sofrimento tem finalidade educativa. O desapego aos bens materiais é necessário. A felicidade verdadeira é interior. A felicidade não é um fim, é o caminho, é a ação. E o espírito progride através das existências que são múltiplas. A esperança na vida futura consola e fortalece. E no capítulo dois, ele vai colocar aquilo que a gente já citou, que se nós não entendemos que Jesus falava da vida futura, nós não conseguimos entender a sua mensagem. Capítulo 3. Há muitas moradas na casa de meu pai. É o momento da gente entender que nós não estamos sozinhos. O universo é povoado, não há solidão. E ele vai fazer uma classificação dos tipos de mundo. É uma classificação didática, porque não há um momento estanque o mundo deixa de ser despiação e provas, vira regeneração, era primitivo, virou despiação e provas. Não há momento estanque. É todo um processo que vai acontecendo ao longo do tempo e os mundos progridem conforme as populações e os seus habitantes também. Então, e a justiça de Deus vai se manifestando na diversidade dos estágios que a gente tem que enfrentar. Então, a reencarnação vai permitir o progresso contínuo até nós nos libertarmos da necessidade de reencarnar, tá bem? E a vida corporal é etapa educativa. A evolução conduz a perfeição relativa que a gente tem condição de alcançar. Algum dia seremos perfeitos como Deus, nosso pai é perfeito. Tá lá no capítulo 17, que a gente vai chegar daqui a pouquinho. Fica aí a pergunta paraa nossa análise. Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo. Capítulo 4 é onde ele vai apresentar, não é, a questão da justiça da reencarnação e a necessidade de nascer de novo. É onde está o que o Artur comentou ainda há pouco, não é? Ali com a conversa com Nicodemos.
4 é onde ele vai apresentar, não é, a questão da justiça da reencarnação e a necessidade de nascer de novo. É onde está o que o Artur comentou ainda há pouco, não é? Ali com a conversa com Nicodemos. E a reencarnação promove a reparação e o aprendizado. E o espírito é imortal e ele evolui sempre. Sem renascimento não há progresso pleno. Estamos fazendo um resumo no capítulo 5. Bem-aventurados aflitos. Estão percebendo o caminho? Vão sentindo o caminho. Bem-aventurados aflitos. Nós vimos lá, fala do Antigo Testamento, fala do Novo Testamento, logo no capítulo um, e vai nos falar do Espiritismo, fala da nova era, tudo no capítulo um e no capítulo dois vai falar pra gente que a chave é entendimento da vida futura. E aí nós vamos entrar no três. Olha, na humanidade não é única não, hein? O o mundo todo tá povoado. Há uma solidariedade universal entre toda a criação. Então, muito bem, estamos entendendo isso. Vamos lá. Aí nós vamos então para o entendimento de que ninguém pode evoluir se não nascer de novo, se não nascer da água e do espírito. O que que é nascer da água? É justamente o processo da reencarnação. A vida na terra surgiu na água e nós repetimos. Se pega o embrião, ele repete todo o processo. Então, se não renascer da água, seria pela reencarnação. E se não renasce do espírito em espírito, o que seria isso? seria justamente o autoconhecimento, o conhecer que nós somos espíritos imortais e que estamos aqui para nos libertar do julgo da matéria para escaparmos do processo da necessidade de viver em mundos materiais. E aí então a gente renasce em espírito. E aí vem no capítulo 5, ele começa a tratar as bem-aventuranças. É tão interessante porque ele fala bem-aventurados aflitos. A primeira primeira bem-aventurança que ele vai examinar é dos aflitos. As aflições têm causas atuais e passadas. Só explicar a correlação, já que a gente renasce várias vezes entre as anteriores que a gente está agora e as futuras, e vai falar da importância do sofrimento como instrumento de
s atuais e passadas. Só explicar a correlação, já que a gente renasce várias vezes entre as anteriores que a gente está agora e as futuras, e vai falar da importância do sofrimento como instrumento de aperfeiçoamento. A resignação é virtude ativa, não passiva. A justiça divina é sempre sábia, equitativa. As provas são oportunidades de crescimento, não são castigo. A dor purifica e fortalece o espírito. A felicidade futura compensa as dificuldades desse momento presente. O desespero nasce da ignorância espiritual. A fé sustenta nas tribulações e são bem-aventurados os que suportam com confiança as suas aflições e dificuldades. Mas ele interrompe de repente as bem-aventuranças, o sermão da montanha, para falar do que no capítulo 6, o Cristo Consolador. Mensagens do espírito de verdade. E aqui neste capítulo nós vamos encontrar uma mensagem que está no livro dos médiuns. Lá no finalzinho, ele coloca a mensagem e coloca dá cuidado que precisamos ter quando os espíritos assinam nome muito conhecido. Mais que examinando esta mensagem, ela tem todas as características do espírito que deu o nome e botou Jesus de Nazaré. Pega o livro dos médicos, se não viram ainda, e vão encontrar a mensagem lá. Ela está aqui no capítulo 6 do Evangelho Segundo Espiritismo com pequenas variações de redação, a mesma mensagem, venho como outrora os troiados, tá tá tá e vai seguir. E aqui no Evangelho Segundo Espiritismo está assinado o espírito de verdade. E tem alguém que diz assim: "Mas Kardec não colocou claro que Jesus era o espírito de verdade?" Eu digo que se não colocar mais claro do que isso, eu não sei o que que é claro mais. Tudo bem. Então, Kardecou pra gente evidenciado que o espírito de verdade é o mesmo Jesus. É aquele espírito crístico que veio trazer a segunda revelação e que agora é o espírito de verdade que ele prometeu que viria a mando do pai. É o próprio, não é? que vem trazer a revelação. Então, explica as leis espirituais com racionalidade, oferece consolação pela certeza da
espírito de verdade que ele prometeu que viria a mando do pai. É o próprio, não é? que vem trazer a revelação. Então, explica as leis espirituais com racionalidade, oferece consolação pela certeza da imortalidade. Aqui é uma profundidade impressionante. Promove realmente a fé raciocinada, renova o cristianismo primitivo e convida a transformação íntima. Esse é o papel, só um resuminho, tá gente? Capítulo 7, bem-aventurados. Ele volta então agora aos pobres de espírito. Vai explicar o significado de pobres de espírito e vai dar falar da humildade, da importância da humildade como virtude de conquista. fala do problema do orgulho, da vaidade. Vai falar que o simples e humilde está mais apto ao progresso do que aquele que é orgulhoso, que resiste, que é teimoso. Então a gente vai lá, vão encontrar no livro dos espíritos, na questão 115, 115, que os dóceis evoluem mais rápido que os rebeldes, não é? Então, a infância simboliza simplicidade. Ele vai fazer toda essa correlação. O reino dos céus é do simples. A humildade conduz a sabedoria. Resumindo, capítulo oito. Bem-aventurados os que têm puros o coração. Vai falar da importância da pureza. Somente os puros de coração verão a Deus. está na na mensagem do Cristo. Fala da importância da vigilância moral, dos pensamentos que geram consequências, que o pensamento é criador. Se ele não for direcionado para o bem, ele gera consequências negativas pra gente. E o mal deve ser combatido em si mesmo. E a pureza conduz à paz inteor. O evangelho como caminho para a paz interior. Olha aqui, tudo isso é o caminho. Ele vai dizendo pra gente nas etapas e vai pegar justamente as bem-aventuranças, que é o roteiro que Jesus deu para o povo depois de ter feito aquela conversa com os discípulos sobre, não é, a tentação no deserto, que de fato é o processo evolutivo da criatura humana ali descrito. Então nós vamos ver no bem-aventurados depois os mans e capítulos no no no capítulo 9. Bem-aventurados os mansos e pacíficos. A mansidão é força moral. A brandura
tivo da criatura humana ali descrito. Então nós vamos ver no bem-aventurados depois os mans e capítulos no no no capítulo 9. Bem-aventurados os mansos e pacíficos. A mansidão é força moral. A brandura desarma os conflitos. A paz começa no nosso íntimo. O homem pacífico constrói a harmonia. A mansidão aproxima do Cristo. A terra herdará a paz pela transformação moral. Vejam o caminho. Capítulo 10. Bem-aventurados, misericordiosos. E olhem que há toda uma um como pré-requisito. As bem-aventuranças são pré-requisitos uma para outra. Você não consegue chegar a ser misericordioso se você não é manso e pacífico. Você não consegue ser manso e pacífico se você não for puro de coração. Você não é puro de coração se não for humilde. Então tem toda uma hierarquia aqui dentro das conquistas que nós temos que fazer. É o caminho traçado para nós. Então, bem-aventurados misericordiosos, perdoar é condição fundamental. A misericórdia reflete a justiça divina e a indulgência é caridade moral. O perdão deve ser sincero, a compaixão, a caridade moral é superior à caridade material. No capítulo 11, amar o próximo como a si mesmo. Aqui ele vai voltar a falar da caridade, que é a lei suprema. Fora da calma há salvação. Não é amar o próximo como a si mesmo. O que a gente pode amar o outro se a gente não se ama? Não conseguimos. E aí nós não podemos confundir o amor a si mesmo com o egoísmo, porque se a gente for egoísta, a gente não ama nem o outro, nem a gente mesmo. O egoísta não se ama. Então o amor a si mesmo é aprender a desprender-se de si mesmo, trabalhar de fato, não é? O amor é a síntese do evangelho. Sem caridade não há salvação. Amar os vossos inimigos. Ai, meu Deus, se eu não amo a mim mesmo, não amo o próximo, eu vou amar o inimigo. Olha só como é que vem o caminho pra gente chegar lá. Então, amar os inimigos é vencer o orgulho, a vaidade, a prepotência. O ódio prende o espírito ao mal. O ódio é como se fosse uma cadeia. Quando a gente odeia, a gente fica preso ao objeto do ódio. Olha só, a gente quer se
s é vencer o orgulho, a vaidade, a prepotência. O ódio prende o espírito ao mal. O ódio é como se fosse uma cadeia. Quando a gente odeia, a gente fica preso ao objeto do ódio. Olha só, a gente quer se livrar daquilo e a gente tá lá preso porque a gente odeia. e vai carregando esse grilhão. Lembra da daquele filminho que mostra os sujeitos, né, que estão lá carregando corrente, né, no no Natal e vem com aquele com as correntes carrego, é o rancor que prende a gente, prende inclusive ao objeto do ódio. Então o Cristo é modelo de perdão. A fraternidade supera todos os conflitos. Capítulo 13. Não saiba a vossa mão esquerda o que faz à direita. Aí vai entrar depois de tudo isso aqui, amor aos inimigos, um momento de refrigério. É importante fazer a caridade sem que ninguém saiba. Nós não temos que ter interesse naquilo que nós estamos fazendo. Tem que ser desprendido e Deus vê o que está oculto. Não precisa propagar para ninguém. Honrai a vosso pai e vossa mãe. Ai, Senhor. Isso aqui precisa ser colocado nas famílias hoje em dia, não é? Muita atenção. As crianças precisam aprender isso. Aí a criança nasce e a mamãe e papai fica perguntando: "Você me ama?" A criança não sabe ainda o que que é amor? Ela não aprendeu a respeitar os pais ainda. É possível amar sem respeitar? Então tem que primeiro aprender o respeito para depois então naturalmente amar. Quando não aprende a respeitar, dificilmente vai haver amor. Então, temos que trabalhar, honrar vosso pai, vossa mãe, não é? A reencarnação explica as afinidades e os conflitos que a gente tem dentro da família. É preciso respeitar e amparar. Fora da caridade de nossa salvação. Vai direto ao ponto no 15. Então essa é a máxima que resume o espiritismo. Esse é o core, é a a o principal da doutrina espírita, não é? Então vai haver aqui uma orientação dizendo que a intolerância afasta da verdade, né? Que é importante a fraternidade que une inclusive as crenças, que une todas as pessoas, não é a religião que salva mais a caridade. A prática moral é
dizendo que a intolerância afasta da verdade, né? Que é importante a fraternidade que une inclusive as crenças, que une todas as pessoas, não é a religião que salva mais a caridade. A prática moral é essencial. No capítulo 16, não se pode servir a Deus e a mamon. É o momento da do exame dentro do nosso da nossa evolução de que o apego às coisas materiais nos prende aqui. É necessário nos libertarmos disso. Não basta fazer a caridade sem interesse. É preciso se desapegar daquilo que nos prende, porque senão a gente não evolui. Então, servir a Deus é priorizar os valores espirituais. O verdadeiro tesouro é moral, não é material. E é para nós uma grande dificuldade, porque a gente fica tão preocupado com a velice que a gente quer acumular para poder garantir que a gente vai ter uma velice garantida sem ficar dependente dos outros. até tem um interesse interessante aí que não é ficar eh causando dificuldade pros demais, a gente ser independente para não ser o peso, mas às vezes a gente acumula tanto que depois desencarna e a família começa a disputar os bens que a gente largou e a gente fica lá perturbado por causa disso do outro lado. E eu já ouvi dizer assim: "Não, mas eu eu preciso deixar uma boa herança paraa minha família". A pessoa tá apegada ao negócio, a coisa, e tá dando desculpa que é para deixar, que se fosse para deixar mesmo já entregava, não era? Então a gente tem que prestar bem atenção. Não se pode servir a Deus e a mamão e não pode confundir também a religião como sendo para nós um instrumento de ficar rico. Capítulo 17. Sede perfeitos. Ah, e aqui realmente é aquele que a gente falou. É possível ser perfeito como Deus é perfeito? Se Jesus disse, então é. Mas Kardec, muito atentamente vai situar a coisa direitinho, porque não é na plenitude, porque Deus é a perfeição total e o universo é infinito. Nós somos criação dele e a gente vai aprender sempre dentro do universo, sempre, infinitamente. Agora tem uma condição que a gente pode alcançar, que é o que Jesus coloca aqui.
o universo é infinito. Nós somos criação dele e a gente vai aprender sempre dentro do universo, sempre, infinitamente. Agora tem uma condição que a gente pode alcançar, que é o que Jesus coloca aqui. Kardec examina nesse ser de perfeitos, como vosso pai celestial é perfeito. É quando ele recomenda orar pelos que nos perseguem caluno, fazer o bem por aqueles. E aí é a questão do exercício do amor ao semelhante. É o resumo de todo aqueles passos anteriores do amar a nós mesmos, amar o próximo, amar os inimigos. Então aqui nesse sede de perfeitos é o amor de uns pelos outros de maneira incondicional como Deus nos ama. Nós chegaremos um dia em que amaremos como Deus ama a todos os nossos irmãos e a humanidade, a tudo que existe, mas não seremos perfeitos integralmente como Deus é, porque ele é a perfeição absoluta e nós seremos a perfeição relativa, mas alcançaremos essa perfeição de nos amar uns aos outros. Olha que maravilha isso. Só o Espiritismo fala isso para nós, mas foi Jesus que falou. E a gente fica nessa confusão. Capítulo 18. Muitos os chamados e poucos os escolhidos. É o momento da gente ver que que é um chamado. O convidado para ação. O que que é o escolhido? Aquele que aceitou o convite fez conforme está proposto. Não foi escolhido porque alguém apontou o dedo. Ele se escolheu. Ele se auto integrou no processo. Então está escolhido. O progresso exige compromisso. Tá bem. Capítulo 19. A fé transporta montanhas. Aqui o entendimento do significado da fé. A a oração que sustenta a confiança. A dúvida vai paralisar os nossos esforços. Então, a fé ilumina os nossos caminhos e nós estamos nesse caminho, não é, para ir ao encontro do quê? Calma lá, a gente já vai chegar lá. Com fé nós superamos os obstáculos. Mas o que significa fé? Olha, uma palavrinha com duas letras, com significado amplíssimo. No evangelho, nós vamos encontrar Jesus usando essa palavra várias vezes com diferentes significados. Vou dar só um exemplo. O servo do centurião e o centurião manda alguém ou vai lá
icado amplíssimo. No evangelho, nós vamos encontrar Jesus usando essa palavra várias vezes com diferentes significados. Vou dar só um exemplo. O servo do centurião e o centurião manda alguém ou vai lá falar com Jesus para salvar. Jesus vai querer ir lá. E ele diz assim: "Não, Senhor, porque assim como eu tenho os meus e eu mando e eles obedece, tu tens os teus, porque a minha casa não é digna de te receber". E Jesus disse assim: "Que seja feito conforme a tua vontade." O servo foi curado lá no mesmo momento. Não foi ninguém lá. Quem é que foi lá? Foram os espíritos que Jesus mandou ir lá curar. Então Jesus em seguida disse: "Nem mesmo Israel vi tamanha fé". Essa fé é crença. Não é simplesmente crença. Isso é sabedoria, conhecimento. Ele sabia que Jesus tinha os espíritos ao seu mando. E ele era romano. Ele não era judeu. E ele sabia isso. Por isso nem Israel vi tamanho conhecimento. Isso é só um exemplo, né? Mas a gente vai dentro disso, tem tem um um trabalho que é feito especificamente sobre isso aí. O significado da fé no evangelho. Os trabalhadores da última hora. Aí nós somos convidados a ser os trabalhadores da última hora, porque os trabalhadores da primeira hora foram aqueles que seguiram logo Jesus. Qual é a última hora? Aos 1000 chegarás, mas dos 2000 não passarás. O que é que não vai passar dos 2000? O período de expiação e provas. Porque nós adentramos a regeneração nos primeiros albor do século XX. Apesar de que Kardec previu que seria na entrada do século XX, mas o espírito deu uma mensagem informando que haveria um atraso aproximadamente de um século pela reação das trevas. Então nós vamos ver o consolador, não é, nos alertando para isso. E nós estamos agora neste momento, convidados a seus trabalhadores da primeira hora da regeneração. Vamos aceitar o desafio. >> Vamos lá. >> Vamos trabalhar juntos para isso. Tá bem. os trabalhadores da primeira hora, fomos da última, estamos sendo convidados para ser da primeira hora da regeneração, da última hora da expiação
Vamos lá. >> Vamos trabalhar juntos para isso. Tá bem. os trabalhadores da primeira hora, fomos da última, estamos sendo convidados para ser da primeira hora da regeneração, da última hora da expiação e provas e do primeiro momento da regeneração. Boa vontade é valorizada, mas é preciso trabalhar. A ociosidade moral retarda o nosso progresso, acomodação. Ficar ali, não é, olhando o reino sem fazer o esforço para chegar lá, foi comentado ainda h pouco pelo Artur PA aqui conosco. Então, a sociedade moral o progresso. Cada hora é uma oportunidade. O importante é trabalhar com amor. Capítulo 21. Haverá falsos Cristos e falsos profetas. E nós temos que ser responsáveis e não ficar esperando que o nosso anjo da guarda vai nos proteger, que os bons espíritos vão resolver o nosso problema. Nós é que temos que saber distinguir o que que é realmente uma boa influência do que é uma influência ruim, do que é um mau pensamento do que um pensamento positivo. A nossa responsabilidade dentro disso. Devemos discernir a verdade do engano. A fé deve ser prudente. A caridade é sinal de legitimidade. Capítulo 22. Não separeis o que Deus juntou. E aí nós vamos entender a importância não apenas do casamento aqui, mas da união entre todas as criaturas. Quando nós nos amamos, nós nos unimos. E é isso que a espiritualidade vai colocar lá no futuro. Quando nós somos espíritos mais aperfeiçoados, nós nos amaremos todos. Ah, mas vai haver um amor particular e tal. Isso é uma eleição, uma escolha que a gente faz de conviver mais com um ou mais com outro. Não tem nada de errado com isso, mas nós amaremos a todos. Tudo bem? Então, por enquanto, nós temos que aprender ainda a respeitarmos pelo menos no matrimônio, né? O que é uma grande dificuldade, porque hoje tem indicativos de que 70% dos casais se separam e os filhos ficam com um com outro ou com os avós. Então nós estamos vivendo um momento de recrudecimento do egoísmo, porque quando o egoísmo se manifesta muito acentuadamente, as pessoas não conseguem
os filhos ficam com um com outro ou com os avós. Então nós estamos vivendo um momento de recrudecimento do egoísmo, porque quando o egoísmo se manifesta muito acentuadamente, as pessoas não conseguem conviver umas com as outras, não defende os seus interesses. O amor verdadeiro persevera. A gente resume esse capítulo com isso, tá bem? A família é núcleo educativo. O respeito mútuo é essencial. Tem muito mais coisa para colocar. Vamos lá. Capítulo 23. Estranha moral. Então, a linguagem do Cristo é simbólica. A gente tem que saber interpretar, tem que entender. O espírito deve prevalecer sempre. O desapego é um exercício interior. O evangelho requer reflexão e a interpretação racional esclarece a gente. Capítulo 24. Não ponhais a candeia debaixo do alqueire. Se a gente aprendeu, conheceu, tem que viver conforme. Não é sair na praça propalando, não. Porque a gente já comentou, as palavras pode até convencer, mas o que arrasta é o exemplo. Então, ser luz é dever moral. Nós temos que acender a nossa própria luz nesse momento da entrada, no período da regeneração, para caminhar com os próprios pés e auxiliar aqueles que ainda não encontraram o caminho, acender a própria luz. Quem não leu fica a recomendação Voltei de irmão Jacó Frederico Figner, não é? Que ele vai e foi espírita, trabalhador e tudo quando chega no mundo espiritual. Não vou contar não. Quem não leu vai ler para ver o que que aconteceu com ele quando ele chegou no mundo espiritual. Capítulo 26. Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes. Ah, o capítulo 25 eu saltei. Buscai e achareis. É preciso buscar. É preciso se movimentar, é preciso fazer a nossa parte. E no capítulo 26, dai gratuitamente gratuitamente recebestes. Nós recebemos muito do nosso pai. A própria vida é um dom divino. Então que a gente doe, não é, para o nosso semelhante. Perdi, obtereis. Aqui começa o processo do fechamento, do entendimento do caminho para o retorno ao nosso pai. Tá bem? Eh, a eficácia da prece depende da sinceridade. Então, a oração é
sso semelhante. Perdi, obtereis. Aqui começa o processo do fechamento, do entendimento do caminho para o retorno ao nosso pai. Tá bem? Eh, a eficácia da prece depende da sinceridade. Então, a oração é comunicação com Deus. No capítulo 28, no 26 começa, não é? Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes. Vai já começar a preparar a gente para oração. No capítulo 27 ele fala do pedido obtereis mergulha dentro da prece. E aí orar é elevar o pensamento, elevar a nossa essência. No capítulo 28, nós vamos encontrar uma coletânea de orações para ensinar-nos a falar diretamente com Deus. Então, nós vamos ver que a importância do evangelho como caminho para a nossa paz interior. Nós aprendermos a nos dirigir ao nosso pai, o nosso criador e falar diretamente com ele, que foi o que Jesus ensinou. Quando os discípulos pediam, Senhor, ensina-nos a orar, ele não disse, não é para botar intermediários nem nada disso. Ele disse: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. É uma conversa direta com o criador. Nós precisamos exercitar isso e aprender a falar diretamente com o nosso criador para aprender também a obedecer os comandos que ele passa para nós. Porque quando espíritos mais elevados, conforme ficou muito claro hoje, nós estaremos recebendo diretamente dele e entendendo o que ele está passando para nós, pra gente executar. Muita paz, muita luz. Que Jesus, o Divino Mestre, nos siga amparando sempre. Obrigado.
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