Carlos Campetti | O Evangelho e o essencial à vida | 105 Anos da Fergs

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 10/03/2026 (há 3 semanas) 50:41 185 visualizações
Transcrição

Bom dia a todos e a quem acompanha a distância, às vezes em outros horários. Nossa saudação fraterna, que os bons espíritos nos inspirem, não apenas as palavras, mas principalmente o entendimento sobre esse tema que é norteador nas nossas vidas. Nós observamos que ao longo do tempo nós vamos encontrar inúmeras disputas vivenciadas pelo ser humano. Este mesmo momento que nós estamos vivendo agora é um momento ainda de disputas, ainda é um um momento em que parece que o mal vence, mas em todas essas lutas, ao longo do tempo, nós temos observado que o bem tem prevalecido sempre. Quando nós olhamos a um horizonte não limitado à nossa geração, nós observamos como a humanidade tem avançado ao longo do tempo. No entanto, a pessoa que está entregue ao seu interesse pessoal, ela está egocentrada, ela não percebe que nessa própria luta está o sentido para a nossa existência. O espiritismo vai oferecer uma profunda contribuição para todos nós, para o entendimento dessa questão, para que nós, como espíritos imortais, encontremos o sentido de cada existência nossa, possamos identificar o que é essencial de fato naquela existência que nós estamos vivendo. e mais particularmente para nós que estamos encarnados, qual é o essencial, o que é essencial para nossa vida neste momento? Então, eh, Bezerra de Menezes, ele vai afirmar que o homem ele perdeu o endereço de Deus e agora por causa disso, perde o endereço de si mesmo e precisa encontrar o caminho, não é, para o endereço de Deus e o endereço de sio. Edgar Moran no seu livro A condição do homem afirma: "O homem difere de todas as outras criaturas por ser consciente da sua própria morte". Então, o homem entre os seres que habitamos esse planeta é o homem como gênero, como a humanidade, é o único que tem a consciência de que a sua existência termina. Nas concepções tradicionais, o que termina é a vida. Mas quando a gente entende de fato a proposta que Jesus veio nos trazer, o que termina é a existência do corpo físico. Porque a vida é uma só. Deus nos

concepções tradicionais, o que termina é a vida. Mas quando a gente entende de fato a proposta que Jesus veio nos trazer, o que termina é a existência do corpo físico. Porque a vida é uma só. Deus nos criou e somos imortais. Não morreremos jamais. Mas Edgar Mohan vai nos dizer que nós somos conscientes da nossa própria morte e nós não temos uma conciliação inteiramente com essa situação, não é? E a gente então luta para superar as dificuldades, mas isso nos identifica com todos os demais organismos vivos do planeta, porque todos eles também encontram um momento, não é, em que a vida física termina. Edgar Moran segue segue dizendo que a árvore da sabedoria, ela produziu um fruto mais amargo, não é? Que o homem arrancou das suas próprias ramas, a consciência da brevidade da vida individual e da morte inevitável. Então, não há como escapar desse processo. O homem tem feito da morte o centro dos seus mais dedicados esforços. Somente o homem pode extrair da ameaça constante da morte a vontade de perdurar, o desejo de continuidade, o desejo da imortalidade. Em sua luta, finalmente dominou todas as outras espécies do planeta e neste mesmo processo produziu um efeito ainda maior. A criatura humana se domesticou, encontrou o caminho de vencer a brutalidade e neste caminho encontrar no próprio processo a vivência da fraternidade. Com cada impulso que seguiu, correu o risco de voltar à norma de seu passado animal. Este é o seu pecado original. Isso é o que de Gam coloca como nosso pecado original, o risco de voltar aos processos da animalidade. E nós vemos que a sociedade ainda como coletividade, o ser humano como coletividade ainda repete esses processos em certos momentos. E agora mesmo nós estamos vivenciando isso. Precisamos orar muito. Nós precisamos acompanhar o que está acontecendo sem nos deixar envolver pelos noticiários e ter a confiança de que o momento é passageiro, ainda necessário essas lutas para o nosso amadurecimento espiritual, senão Deus não permitiria. Então, o homem está em constante

lver pelos noticiários e ter a confiança de que o momento é passageiro, ainda necessário essas lutas para o nosso amadurecimento espiritual, senão Deus não permitiria. Então, o homem está em constante interação com seu ambiente. O papel do trabalho é fazer do homem o senhor das condições da vida. Então, a função função do trabalho, da dedicação, da entrega, é prover ao homem de um meio de vida com o fim de liberar sua capacidade de criar, de promover dentro do organismo o equilíbrio dinâmico, fazê-lo apto para seguir crescendo e adiar os processos que conduzem à morte. Olha que interessante. Qual era a média de vida no tempo de Kardec? Não chegava a 50 anos. Qual é a média de vida hoje? Estamos em torno de 80, 81 anos a média de vida hoje. Então nós estamos avançando e conforme o tempo passa, nós vamos ter mais tempo de vida na organização física. Mas a organização física de hoje não é a mesma de ontem, não é a mesma do passado. Então nós temos muitas condições, né, para ir cada vez mais vivendo no planeta, mas não o mesmo tipo de vida que a gente tinha no início, quando nós para cá viemos. Então, eh, Edgar Mohan vai seguir dizendo que a desarmonia psíquica pode destruir o equilíbrio de todo o organismo físico e ainda causar transtornos drásticos da função de um ou de outro órgão. Então, já examinava essa questão do equilíbrio psíquico do ser, né, como fator de equilíbrio orgânico, de manutenção do do equilíbrio da organização física. O crescimento do homem não está completo com sua realização biológica como pai, nem mesmo está completo da morte. Olha o que deamarum coloca. Então, não se completa nem com a morte. A natureza do homem sobrepassa e transcende além dele mesmo. E quando o indivíduo é materialista, ele vai ter a ideia da continuidade nos demais, na sociedade que o sucede, nos seres que o sucedem. Mas nós, no conhecimento da proposta que Jesus veio nos trazer à luz do Espiritismo, vamos compreender que nós somos herdeiros de nós mesmos. Muito bem. Vamos recorrer a Vor Vittor Frankel,

o sucedem. Mas nós, no conhecimento da proposta que Jesus veio nos trazer à luz do Espiritismo, vamos compreender que nós somos herdeiros de nós mesmos. Muito bem. Vamos recorrer a Vor Vittor Frankel, psiquiatra, psicólogo, criou o método de tratamento chamado logoterapia. Eles se contrapõem a Sócrates, a, desculpa, a Freud, ele se contrapõe a Freud, né, em no entendimento da do ser humano, do que de como cuidar das dificuldades do ser humano, não é? e não eh coloca na libido a grande problemática do ser humano. Ele vai colocar a grande problemática do ser humano na ausência de um sentido para a vida. O que nós podemos traduzir de encontrar o que é essencial, de saber o que é essencial e de viver o que é essencial. Então vamos examinar um pouquinho. O Vittor Frankel, ele passou quem por quatro campos de concentração de 1942 a 1945 na época da Segunda Guerra Mundial. Durante esse tempo, ele diz que eh o sustentou seu grande interesse pelo comportamento humano. Ele observava os companheiros de de campo de concentração e observava a si mesmo as suas reações dentro daquilo tudo ali. Então ele observou que as pessoas que se interessam pelo outro conservam a esperança e eles davam significado para a vida. tinham mais chances de sobrevivência. Então, esse significado paraa vida era o interesse pelo outro. Poderia ser inclusive saber que alguém esperava por ele quando ele saísse dali. Poderia ser o fato de ter a ideia de fazer alguma coisa depois de estar ali, como se aquilo não fosse o fim. Mas aquelas pessoas que se entregavam ao momento, aquela dor tremenda, sem perspectiva, morriam mais facilmente nos campos de concentração. Foi o que ele observou. Então, eh, ele vai desenvolver aqui o pensamento eh de que a motivação básica do comportamento do indivíduo é a busca pelo sentido para a sua vida. Ele escreveu um livro, Um sentido para a vida, psicoterapia e humanismo. E ele vai destacar nesse livro. Albert Camos afirmou uma vez: "Há um só problema verdadeiramente sério e é

ido para a sua vida. Ele escreveu um livro, Um sentido para a vida, psicoterapia e humanismo. E ele vai destacar nesse livro. Albert Camos afirmou uma vez: "Há um só problema verdadeiramente sério e é estabelecer se vale ou não a pena viver". momento de reflexão, não é? E aí a gente faz a pergunta, a gente tem que fazer a pergunta nessa hora. Ele faz esse lança esse, né, Alberto Campos faz essa esse comentário e a gente então faz a pergunta reflexiva para nós espíritas. É possível deixar de viver? Para quem não é espírita e de repente está ouvindo, o espiritismo nos explica que não é possível deixar de viver. Deus nos criou para viver e nós viveremos. E aí nós vamos adiantar um pouquinho. Jesus veio para nos dizer, não é? Que nós tenhamos vida e vida em abundância. Do que é que ele estava falando? Então esse sentimento, não é, de vazio existencial vem crescendo e se difundindo a ponto de poder ser chamado de neurose de massa. Está nesse livro aqui do Franco. É um sentido para a vida. Então, o vazio existencial, a falta de perspectiva, de continuidade, de expectativa de melhoria, não é, da própria relação dentro da família, na sociedade, isso leva a uma espécie de vazio e o indivíduo então se locupleta às vezes no campo material, tem tudo o que desejaria em termos materiais, mas fica aquela coisa super repetícia lá no fundo. E ele deseja mais. E deseja mais. E aí então nós vemos que eh Franco vai fazer um exame disso para entender melhor. A etiologia. O homem não age por imposição dos instintos ou tradições e valores tradicionais simplesmente ou ele faz o que fazem os outros, isso é conformismo, ou ele faz o que os outros impõem, isso é totalitarismo. Então, quais são os sintomas desse tipo de comportamento? É aquela questão de fazer o que os outros estão fazendo. Tem pessoas que dizem: "Ah, mas todo mundo faz isso". como se fosse a justificativa para se acomodar na situação muitas vezes de desequilíbrio que a pessoa não percebe que está porque ela acha que está sendo

soas que dizem: "Ah, mas todo mundo faz isso". como se fosse a justificativa para se acomodar na situação muitas vezes de desequilíbrio que a pessoa não percebe que está porque ela acha que está sendo feliz com o que está fazendo. Acha que está sendo feliz e deposita a expectativa de felicidade no que é transitório. E aí nós vamos encontrar Jesus dizendo: "A felicidade não é deste mundo. está no Evangelho Segundo o Espiritismo, né, que a felicidade não é deste mundo. Por quê? Porque tudo neste mundo ainda é transitório. Tudo é transitório. Nós mesmos somos transitórios no mundo como seres humanos, porque na existência o corpo morrerá e nós nos desprenderemos ou não. Porque se nós estamos agarrados ao campo material, somos sensualistas no sentido estar vivendo dos prazeres do campo material, nós então tem a morte do corpo e a gente não desencarna, não desliga, fica sofrendo no mundo espiritual até chegar o momento então de ser colocado numa outra existência, uma outra reencarnação, ou a gente mesmo pedir, se desperta lá para ter, porque a gente sente a necessidade de avançar em algum momento. a gente vai querer avançar e a gente vai ver que não tem avanço se nós não superarmos o campo material. E a gente só consegue superar o campo material vivendo na matéria. Fomos criados por Deus simples e ignorantes, questão 115 do livro dos espíritos. E fomos submetidos às provas para que através do nosso esforço, nós desenvolvêssemos os nossos potenciais. E aí na conquista das nossas capacidades do bem, nós nos aproximássemos de Deus. Puxa, mas foi ele que nos criou, nós estamos próximos dele. Ele está sempre conosco. Mas é preciso que nós façamos o esforço, né? É a situação assim. Somos filhos de Deus, que todos somos criados por ele, mas tudo que existe é criação divina. A questão não é essa de ser ou não ser filho de Deus, porque todos somos A questão é, nós nos sentimos dignos. A nossa consciência se sente digna de ser nós sermos considerados filhos de Deus? Essa é a nossa necessidade de conquista.

o ser filho de Deus, porque todos somos A questão é, nós nos sentimos dignos. A nossa consciência se sente digna de ser nós sermos considerados filhos de Deus? Essa é a nossa necessidade de conquista. Então, os sintomas dessa situação, segundo Frankel, são a depressão, o suicídio, a agressão e a tóxicodepência e outros vícios evidentes ou não. Então a pessoa se locupleta, não tem mais o que usufruir do mundo, então começa a usar, não é, a droga, o álcool e prejudicar a própria vida. É como se tivesse fazendo uma autopunição, porque é um profundo sentimento ególatra, mas de ausência de amor a si mesmo, porque o egoísta não se ama, não é? E aí nós vamos ver ele examinando a procura, o desejo de um sentido. Ele diz que isso é uma característica natural do ser humano. O homem procura sempre um significado para a vida. Há uma vontade de sentido e ela é intrínseca. Não é apenas questão de fé, ele coloca, mas uma realidade. Isso é uma realidade. Não é uma questão de religião, de crença. É uma realidade do ser humano. Vamos citar o exemplo de um escritor americano que era ateu e ele escrevia, tinha um raciocínio muito, muita capacidade intelectual e ele usava os argumentos para provar que Deus não existe. E um dia ele foi fazer uma viagem, era de navio naquele tempo, e no meio do mar, uma tempestade terrível, o navio ia afundar e eles foram obrigados a ir pros botes salvavidas. E ele estava então num desses botes salva-avidas junto com outras pessoas. E num dado momento veio uma onda imensa. Quando ele viu aquela onda, meu Deus, entrou num conflito terrível, sobreviveu. E quando chegou de novo em terra firme, ele passou a escrever para provar que Deus existe, que é um sentimento inato no ser humano. O que é aprendido de fato é o ateísmo, é a não crença em Deus. Isso sim é fruto do aprendizado, mas na essência, não é? Nós temos registrados em nós que somos filhos do nosso criador e isso em algum momento se manifesta na criatura, não é? Então, eh, é uma característica do ser humano

rendizado, mas na essência, não é? Nós temos registrados em nós que somos filhos do nosso criador e isso em algum momento se manifesta na criatura, não é? Então, eh, é uma característica do ser humano buscar esse sentido, não é? é independente de outras necessidades essa busca de, né, da sua própria realidade. E, e na extrema necessidade, como na abundância, nós sentiremos a necessidade, né, dessa identificação. Então, eh, é mais importante que posição social e salário. Tem gente, inclusive faz opção por uma carreira que seja mais significativa do que de uma carreira que dá muito dinheiro. Vamos de novo a outro exemplo. um biólogo ainda jovem, ficou conhecido pelos seus trabalhos e um jornalista, especialista no campo da educação, resolveu fazer uma entrevista com ele e perguntou: "O seu pai em algum momento influenciou na escolha da sua carreira?" E ele disse: "Sim". E o jornalista ficou decepcionado porque a psicologia diz que os pais não devem interferir, que deve ser uma escolha da do próprio indivíduo, deve dar todas as condições pro indivíduo escolher a sua carreira. E aí ele naquela situação ali perguntou: "Mas em que sentido ele influenciou?" Aí disse assim: "Bom, quando eu estava eh ainda naquele momento de fazer escolha, meu pai me disse o seguinte: "Meu filho, você vai ter que escolher uma carreira profissional com a qual você vai conviver. Então, possivelmente você vai conviver com ela muito tempo." Então, eu lhe digo que escolha alguma coisa que você gosta de fazer. Porque quando a gente gosta, a gente faz bem. E quando a gente faz bem, as consequências são positivas. Então, faça, escolha uma carreira para você fazer aquilo que você gosta de fazer. e ele escolheu biologia, biólogo marinho e era um biólogo de sucesso. Então, nós vamos entender que nós, como pais, como avós, como responsáveis, temos a obrigação de provocar essa influência positiva naqueles que dependem de nós. Não é deixar que eles vão fazer uma escolha sem direcionamento, sem saber. É

mo pais, como avós, como responsáveis, temos a obrigação de provocar essa influência positiva naqueles que dependem de nós. Não é deixar que eles vão fazer uma escolha sem direcionamento, sem saber. É igualzinho a situação. Eu vou deixar o meu filho crescer para ele escolher a religião que ele vai ter. Quando ele crescer, ele escolhe. E a pergunta fica: "Com base no quê? Porque se ele não aprendeu bases na família, onde é que ele vai aprender as bases? Junto com os outros coleguinhas que também não tem base sólida. E na hora de escolher ele não vai saber. Então ele vai escolher aleatoriamente, conforme os prejuízos, preconceitos que ele aprendeu ao longo do tempo. Então é uma responsabilidade, não pode impor, lógico que não, mas nós temos que oferecer o conhecimento para que a criatura tenha condição de tomar a decisão com consciência. E essa de repente é uma das nossas grandes dificuldades. Então, eh, Edgar aqui, Franco, eu vai dizer, eh, é mais importante, não é, estar bem consigo mesmo do que ter posição social, do que ter uma carreira eh que tenha dê muito muito dinheiro, mas seria uma carreira com significado, não apenas genuína manifestação da humanidade, mas é um plausível indício de saúde mental, quando o indivíduo busca um sentido paraa vida. Então, o desejo de sentido é um valor de sobrevivência, segundo ele, o homem sem sentido na vida é infeliz e inadequado. Prisioneiros que pensavam haver alguém ou algo esperando por eles, né, nos campos de concentração, tinha uma maior probabilidade de sobrevivência. A existência dependia da capacidade de transcender o próprio eu, apontar para algo, um sentido, uma causa, alguém a quem amar. Viver essa autotranscendência da existência humana, ser autenticamente homem, ser humano e si próprio, ser autenticamente ser humano e ser a própria, o próprio indivíduo, ter consciência de si, né, do seu papel, da sua função. Buscar ansiosa. A busca ansiosa de felicidade, ele diz, impede a felicidade, porque a pessoa vai buscar ansiosamente, às vezes nos

io indivíduo, ter consciência de si, né, do seu papel, da sua função. Buscar ansiosa. A busca ansiosa de felicidade, ele diz, impede a felicidade, porque a pessoa vai buscar ansiosamente, às vezes nos prazeres do campo material, prazer sexual, o prazer de uma alimentação, não é? que dê satisfação pro paladar simplesmente e então vai o indivíduo, não é, se desorientar dentro desse processo. Então, eh o sofrimento, segundo ele, só tem um sentido. Quando quem sofre muda para melhor. Se vem o sofrimento, o indivíduo não muda para melhor. Vejam como o pensamento não é é de um um e psicólogo, psicoterapeuta e como bate com o pensamento cristão. Porque na essência tudo converge para aquilo que Jesus veio nos ensinar, porque ele apresentou para nós a lei divina e tudo converge. É por isso que Jesus quando se encontra com públio lentolos, lembram de há 2000 anos, quando o públo lento se encontra com Jesus, não é? Então ele vai ouvir isso. Virás a mim agora ou daqui a séculos, mas virás a mim. Aí a gente pensa assim, né? Se foi Jesus que falou, não pode parecer um egocentrismo? Mas e se foi a essência divina que falou o que a gente chama o Cristo? Se foi aquilo que todos nós precisamos desenvolver dentro de nós, que é essa condição de ser pela própria consciência reconhecido como filho de Deus. Então, todos iremos, todos desenvolveremos essa capacidade, todos iremos à essência divina. Agora ou daqui a milênios. Porque depende das nossas escolhas, mas nós iremos. Então ele vai dizer que o sofrimento só tem sentido quando quem sofre muda para melhor. Renascer maior que antes. Olha o renascer na própria existência. Vamos lá. Saulo, perseguidor dos cristãos, fez a primeira vítima do cristianismo, que foi e Estevão se torna orientador depois dele, porque Saulo vai encontrar Jesus no caminho de Damás quando estava buscando Ananias para fazer segunda vítima do cristianismo. naquele momento em que ele vai avançando, então o que é que vai acontecer? Ele encontra Jesus. Alguns dizem que

minho de Damás quando estava buscando Ananias para fazer segunda vítima do cristianismo. naquele momento em que ele vai avançando, então o que é que vai acontecer? Ele encontra Jesus. Alguns dizem que Jesus se manifestou a plena luz para ele. Não foi a plena luz. Porque se Jesus se manifestasse a plena luz, não teria as escamas não teriam nem protegido o olho dele, teria ficado cego mesmo. Então, naquele momento, ele desperta. E quando ele desperta, ele reconhece a autoridade moral do Cristo. E ele então pergunta o que devia fazer. E Jesus não vai indicar para ele outros caminhos. Diz para ele seguir para caminho para onde ele estava indo e que lá ele encontraria, né, a orientação que ele precisava. E é o próprio Ananias que perseguir, que vem e o ajuda a tirar as escamas que estavam dificultando a sua visão. Na verdade, tava protegendo os seus olhos, né, daquele naquele momento. E ele então com o tempo passa a ser chamado não mais Saulo, mas Paulo de Tarso. Duas personalidades de uma única existência. Mais tarde, depois de muitas lutas, já cheio de cicatrizes, olha o significado do que é essencial. Lá na frente, depois de tudo isso, ele vai afirmar: "Já não sou eu quem vive, o Cristo vive em mim". Eu era jovem quando li isso. Eu pensei: "Nossa, será que eu vou ter que interromper para fazer uma coisa que eu não fiz no começo?" me pediram para fazer, eu não fiz, mas vamos completar só essa ideia aqui. Será que Paulo era médium então de Jesus? Passou o tempo, fui lendo, conversando com as pessoas, meditando sobre o assunto e aí fui entender que Paulo, lendo as primeiras anotações de Mateus, de Levi, fazendo meditação no deserto, encontrando com pessoas que estavam desenvolvendo o mesmo processo, ele então encontrou o caminho de anular a persono personalidade transitória. Não, não, não é anular. Fui aprender isso com Joana de Angângeles. O ego não é inimigo. O ego é parceiro. É ele que entende do mundo. Mas ele precisa estar a serviço da essência. Olha o que é essencial. a gente

não é anular. Fui aprender isso com Joana de Angângeles. O ego não é inimigo. O ego é parceiro. É ele que entende do mundo. Mas ele precisa estar a serviço da essência. Olha o que é essencial. a gente desculpa, gente, eu enrolei aqui, o computador mexeu e aí o o Paulo, ele vai identificar, não é, a essência divina nele mesmo. E ele reconhece isso e deixa registrado para nós. Ele pegou Saulo e Paulo, duas personalidades, e colocou a serviço, porque ele não menosprezou o conhecimento que ele tinha anterior e que o levava, porque ele tinha uma fidelidade impressionante. Ele foi o vaso escolhido em função disso, inclusive, não é? Porque ele era fiel, como ele era fiel ao pensamento de Moisés, não é? A lei mosaica, mas ele ainda não tinha aprendido a separar a lei da lei mosaica, o que é divino, o que é o que era a orientação civil. Então depois ele vai com Jesus aprender isso, não é, na no exame. Então ele vai optar naturalmente pela vivência da lei divina sem os prejuízos, né, da cultura, da da educação que ele recebeu, inclusive tudo. E aí vai prevalecer o quê? A essência divina já não é a personalidade, mas quem vive é a essência divina que está comandando esse processo. Tudo bem, gente? Vamos pensando, examinando qual é a minha situação dentro de tudo isso. Agora eu faço a descrição. Me perdoem, meus irmãos. Eu sou pele clara, meu cabelo é grisalho, uso um óculos, estou com uma blusa cinza nesse momento e tenho uma satisfação imensa de estar aqui com vocês compartilhando esse momento e muito agradecido e felicitando essa instituição maravilhosa que deu tanto fruto para o movimento espírita ao longo do tempo, que é a nossa querida Federação Espírito do Rio Grande do Sul. Então, Franco vai dizer que o sofrimento só tem sentido, então, quando o indivíduo renasce maior que antes. É crescer além de si próprio, é transcender a personalidade e deixar que a essência divina se manifeste. Eu estou pegando o pensamento dele e complementando com conhecimento espírita. Tá certo, gente? Então, há

além de si próprio, é transcender a personalidade e deixar que a essência divina se manifeste. Eu estou pegando o pensamento dele e complementando com conhecimento espírita. Tá certo, gente? Então, há possibilidade de conferir sentido ao sofrimento e a morte. Até a própria morte ele coloca. Ele não era espírita, gente. Tá bem? Mas olha só, vamos então com o espiritismo agora. O espiritismo nos auxilia a o homem transcender quando lhe faz compreender que é necessário mudar o seu ponto de vista. Isso está no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 2, itens 5. Allan Kardec vai colocar que se nós não entendermos que Jesus tratava da vida futura, nós não conseguimos entender a sua mensagem e o seu exemplo. Se nós nos centrarmos no campo material e achar que Jesus estava tratando das questões do mundo simplesmente sem a visão da vida futura, nós não conseguimos entender. Infelizmente é o que aconteceu ao longo do tempo com todas as religiões, poderíamos dizer assim, que se apresentaram pra humanidade até hoje. perdemos o rumo e quisemos conciliar a vida material com a realidade espiritual, quando a vida material é o caminho pra gente chegar lá e não é o fim, não é o objetivo. Então o a visão da vida futura muda muito para nós tudo. O espiritismo vai nos trazer a importância da caridade. Nós vamos encontrar a o pensamento, não é, de que fora da igreja não há salvação. E Kardec vai examinar esse tópico no Evangelho Segundo Espiritismo e vai nos colocar o fora da caridade no nossa salvação. Esse ponto aqui, ele não estava previsto comentá-lo, mas eu sinto a inspiração que devo colocar isso aqui, tá? Eh, o que que deu sentido ao que Jesus fez? Ele veio e tratou do essencial. E Jesus tinha um diálogo particular diálogo próprio para cada grupo de pessoas. Quando a gente entende isso, a gente começa a ler o evangelho de novo, a gente começa a ver coisas que a gente não tinha percebido. E aí a doutrina espírita vai nos ajudando. Não sei se vocês já perceberam que nós temos um dos maiores compêndios,

ler o evangelho de novo, a gente começa a ver coisas que a gente não tinha percebido. E aí a doutrina espírita vai nos ajudando. Não sei se vocês já perceberam que nós temos um dos maiores compêndios, se não o maior compêndio de análise do Novo Testamento que a humanidade já recebeu. E Emanuel é um dos grandes autores que deram contribuição para isso, além de muitos outros, né? Temos Amélia Rodrigues, Joana de Angeles, não é? muitos que vem trazendo pra gente eh comentários que nos fazem entender. Não sei se vocês sabem disso, mas há 10 anos aproximadamente o livro Pão Nosso, traduzido para o inglês, foi submetido a um uma banca examinadora de religiosos nos Estados Unidos que examinam no ano os textos que foram apresentados para eles que mais contribuem para o entendimento do Novo Testamento. Pão nosso. Então, na tradução por inglês foi apresentado, mas não se escondeu nada. Lá estava dito médium Francisco Xavier, espírito Emanuel. Então eles receberam o texto, examinaram o texto e deram medalha de bronze para o Pão Nosso, reconhecendo que a obra de Emanuel contribui para o entendimento do Novo Testamento. que mais contribui. Os livros que ganhou a medalha de de pr de ouro foi um livro do Papa, né, naquele ano e o segundo um outro livro, não é, que eu não sei exatamente qual foi. E então o Pão Nosso recebeu a medalha de bronze. 10 anos depois, agora mais recentemente, foi submetido à tradução do Boa Nova de Humberto de Campos, também psicografia de Chico Xavier, e eles deram medalha de prata. Aí eu digo assim, tenho esperança de que a próxima vez, dentro de uns 10 anos, será ouro, porque os que estão buscando a verdade encontram ela no espiritismo, porque o espiritismo é a proposta do Cristo revivecida na sua pureza primitiva. Tudo bem? É privilégio, não é desafio. Nós temos um compromisso muito grande, porque nós sabemos qual é o sentido da vida. Nós sabemos o que é essencial. Nós espíritas sabemos. A grande dificuldade nossa é nós estamos vivendo conforme isso. Esse é o nosso grande desafio.

rande, porque nós sabemos qual é o sentido da vida. Nós sabemos o que é essencial. Nós espíritas sabemos. A grande dificuldade nossa é nós estamos vivendo conforme isso. Esse é o nosso grande desafio. Porque o espiritismo não é uma mensagem para os outros, é a boa nova que está revivecida e que continuará a boa nova enquanto a gente não viver conforme, porque o evangelho só se realiza para nós quando nós vivenciamos. Aí então deixa de ser a boa nova e se torna realidade na nossa vida. Essa é a nossa, talvez esse seja para nós o nosso grande desafio. Isso é essência. E Jesus apresentou isso, mas nós tivemos dificuldade de entender. Apresentou diversos momentos. Quando ele faz o que é chamado a tentação de Jesus no deserto, capítulo 4 de Mateus e de Lucas. Com o espiritismo, nós vamos entender, e Kardec coloca isso na gênese, que é uma parábola. Se é uma parábola, para quem ele falou essa parábola? para os discípulos em particular antes do sermão da montanha, porque para o povo ele apresentou o sermão da montanha, bem-aventurados, mas para os discípulos ele explicou como é o processo evolutivo da criatura humana e quais são as opções que nós temos que fazer diante dos desafios que a vida nos apresenta. Então ele vai contar como foi o processo evolutivo dele para chegar onde ele estava como Senhor dos Espíritos que dava a ordem, eles tinham que obedecer incurciivelmente por causa da autoridade moral dele. Então ele vai colocar que num primeiro momento, não é? Nós somos criados simples e ignorantes. Ou seja, o espírito nos coloca no deserto, que é o deserto, o contato com a matéria. E aí começa a aparecer as tentações. A primeira delas é transformar pedras em pão. Como é que a gente transforma pedras em pão? É o arado mesmo, né? Tem que cavar a terra, não é isso? E botar a semente lá no chão. Aí nasce o fruto. A gente fica achando que é um milagre. Não tem nada de milagre, não é trabalho mesmo. Só que aí entra num um detalhe, o quanto a gente precisa produzir para comer,

emente lá no chão. Aí nasce o fruto. A gente fica achando que é um milagre. Não tem nada de milagre, não é trabalho mesmo. Só que aí entra num um detalhe, o quanto a gente precisa produzir para comer, para sobreviver, para alimentar o corpo. Isso vale para tudo que é do campo material, tá bem? Quanto a gente precisa. Mas aí a gente quer mais, a gente quer amalhar e ele vai voltar ao assunto dentro do evangelho. Vários momentos. Tem um que aquele senhor que era muito rico, teve uma colheita imensa, não sabia o que fazer. pessoa: "Ah, já sei, vou destruir os meus celeiros, vou botar tudo dentro. Tô resumindo." Aí ele coloca lá, a hora que ele tá se sentindo satisfeito, ele ouve a voz de Deus, é a voz da própria consciência. Infelizes, esta noite mesmo tomar é uma alma. Para que te vai servir tudo isso? O que que é a alma? O espírito encarnado. Então, ele ia desencarnar. Para que que servia tudo que ele acumulou no campo material? Agora, se ele tivesse, aí vem a orientação, ao invés de acumular, distribuído, contribuído, com os bens gerados salário, dando condição de vida, igualzinho aquele homem muito rico, ele ajudava uma família, então, todos mês o filho dele ia levar uma quantidade. E um dia ele chegou, ela tava maior festa lá na casa, a maior festa. Um dos filhos tinha se formado, eles estavam numa festança. Aí o filho do homem volta lá diz: "Ô pai, acho que o mês que vem não precisa levar dinheiro não. Eles estão usando dinheiro para fazer festa. Aí o pai pergunta: "Mas qual foi o motivo da festa, meu filho?" Ah, porque lá um dos filhos dele tinha se formado lá no Ele falou: "Meu filho, vamos aumentar, vamos dobrar quantos filhos eles têm?" Ao invés de levar, vamos levar o dobro agora, porque eles estão sabendo utilizar o recurso para que os filhos possam se promover. Então a gente às vezes vê as coisas parciais, não enxerga tudo. Aí Jesus nos deixou orientação, mas nós temos dificuldade de entender aí nesse nessa parábola maravilhosa, não é, que ele tá tendo com os discípulos,

às vezes vê as coisas parciais, não enxerga tudo. Aí Jesus nos deixou orientação, mas nós temos dificuldade de entender aí nesse nessa parábola maravilhosa, não é, que ele tá tendo com os discípulos, ele faz o resumo da evolução do ser. O que é que nós precisamos fazer para não nos entregar? Primeiro, o acúmulo de bens. segundo o poder temporal, tá lá no pináculo do templo, não é? Atire daí. Quer dizer, você agora se coloca como representante de Deus na terra e os outros vão ficar dependentes de você para chegarem no céu. Agora você que abre a porta do céu para eles, especialmente se te derem o dízimo. É isso que Jesus veio aqui nos ensinar. E o outro é aquela tá lá no alto da, né, da vendo todos os bens. Se me adorares, eu te darei todos esses bens, né? É a questão do do da administração pública, administração do mundo, das coisas do mundo, para a projeção pessoal. E são as tentações pelas quais nós passamos nas múltiplas reencarnações para encontrar a essência. E vamos lá então nos nossos minutos finais examinar aqui o que que o Espiritismo então vai nos colocar. Precisamos ir lá com Jesus de novo. Ele está no poço de Jacó e vem uma mulher samaritana e a mulher samaritana vem buscar água. Eu imagino a cena assim, na hora que ela consegue puxar, que ela vai botar água no cântaro para levar, Jesus então se aproxima e diz assim a ela: "Mulher, dá-me de bebê". Ela olha para ele espantadíssimo e dá-lhe uma bronca. Vocês tinham percebido que ele dá uma Ela dá uma bronca nele por duas razões. Primeiro era a samaritana. Os judeus não combinavam com os samaritanos. Outra, ela era mulher. Ele como judeu, não podia falar com ela, salvo se ela estivesse com o marido ou com o pai dela. Então ele falaria com ela através deles e ele se dirigiu a ela. Então ela se defendeu. Como tu te atreves a pedir a minha água? E ele olha para dentro dos olhos dela assim serenamente e diz: "Mulher, se soubesses com quem falas, a mim me pedirias água. Eu te daria de uma água que uma vez que tomasses, jamais

edir a minha água? E ele olha para dentro dos olhos dela assim serenamente e diz: "Mulher, se soubesses com quem falas, a mim me pedirias água. Eu te daria de uma água que uma vez que tomasses, jamais voltarias a sentir sede. Quem é que não quer dessa água? Alguém não quer? Aí ela quer continuar conversando com ele, né? Ele percebe e disso e disse para ela: "Vai buscar o teu marido". Ela tava desconfiada que ele era o profeta, né? Então ela quis ir aprofundar. Aí ele disse: "Você vai buscar o teu marido". Ela disse: "Mas eu não tenho marido". disse: "Ah, é verdade. Do cinco que tiveste, este com que estás agora não é teu marido. Meu Deus, ele é profeta." Olha só, quando adivinha, né? A gente fica, oh. Oh, adivinhou, meu Deus, sabe da minha vida. Então, a gente fica encantado, né? E aí ela vai continuar a conversa, esquece esse o assunto dela ser mulher, esse homem, ser judeu, ela samaritana. e vai fazer a pergunta que era uma pergunta da época para eles, mas que se nós tivéssemos entendido o sentido, nós estaríamos tratando todas as coisas totalmente diferente hoje. Qual é o local ideal para adorar a Deus? Nós estamos falando do que é essencial paraa vida. Prestemos atenção nisso aqui. Ele diz assim para ela, vou falar em essência, tá bem? Mulher, chegará o dia? É no templo ou aqui no campo? Porque eles tinham um outro templo que eles tinham feito no campo ou uma derivação da religião, certo? Então ele vai dizer assim: "Mulher, chegará o dia que o homem não adorará a Deus nem no templo, não precisará de religião mais para isso e nem no campo, nem nas derivações da religião, porque o homem adorará a Deus em espírito e verdade, porque Deus é espírito." Então isso é essência. Tudo bem para todo mundo? É por isso que nós não podemos confundir o espiritismo com religiões, porque o espiritismo é essa religião, é a religião na expressão de Emanuel. E tem gente que ficou: "Ai, meu Deus, tá discriminando as outras. Só tem uma, a que Jesus apresentou. Adorar a Deus em espírito e verdade. É só essa a única

gião, é a religião na expressão de Emanuel. E tem gente que ficou: "Ai, meu Deus, tá discriminando as outras. Só tem uma, a que Jesus apresentou. Adorar a Deus em espírito e verdade. É só essa a única religião. E Kardec vai nos colocar que para isso nós temos que viver com sentimento de religiosidade. E qual é a essência dessa nossa religião? Qual a essência dessa religião que Jesus apresentou? Kardec, que magistralmente, entendendo essa proposta, vai lá na origem, faça ao teu próximo que gostaria que o teu próximo fizesse para ti. Mas esse pensamento é cristão. É porque Jesus enviou vários reveladores pra humanidade ao longo do tempo. E quando ele repetiu a frase, ela já era conhecida na época. E não é uma frase de efeito, é essência divina. Faça o outro que gostaria que o outro fizesse por ti. E nós veríamos a felicidade se instaurar na humanidade. Tudo bem? Como é que Kardec vai apresentar isso para nós também? Jesus vai colocar: "Ama Deus sobre todas as coisas, é o próximo qual ti mesmo". recuperando do Antigo Testamento, já estava lá registrado, já tinha sido revelado a essência, já estava lá no Antigo Testamento. E Jesus vai recuperar e Kardec ele vai fazer o resumo. Então ama a Deus em simples palavras sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. E Kardec, é possível resumir isso mais ainda, pois Kardec resume isso mais ainda. Fora da caridade não há salvação. 2 minutos. Jesus está com os discípulos se despedindo. Anunciou que seria crucificado. Agarra uma toalha, pega uma bacia. Esse trabalho era dos escravos, lavar os pés dos que chegavam, porque vinham a pé andando com sandália, chegava com os pés doloridos, machucados. Então era assim um carinho lavar os pés, ser lavado os pés, né? Inclusive também pra higiene do ambiente, né? Entrar na casa com os pés lavados. Aí Jesus tá lá com eles, ele pega e começa a lavar os pés dos discípulos. Pedro tá lá na outra ponta. Eu imagino, né, na minha inferioridade o que que tava acontecendo dentro de Pedro naquela

lavados. Aí Jesus tá lá com eles, ele pega e começa a lavar os pés dos discípulos. Pedro tá lá na outra ponta. Eu imagino, né, na minha inferioridade o que que tava acontecendo dentro de Pedro naquela hora. Ele devia estar pensando, mas como é que eles estão deixando lavar, né? Isso é pensamento meu, né? Imagino que estaria lá, estaria revoltado. Eles não podem fazer isso. Não é possível. Quando ele chegar aqui, eu vou botar as coisas no lugar. Isso não pode continuar desse jeito, né? E aí quando Jesus chega em Pedro e diz: "Não, Senhor, não me lavarás os pés. Aquele olhar de Jesus que ele olhou a mulher samaritana, ele fez o mesmo com Pedro. Olhou para dentro dos olhos, janela da alma, adentrou lá dentro e disse assim: "Pedro, se eu não te lavo os pés, tu não tens nada a ver comigo, Senhor. Lava-me também as mãos e a cabeça." Não é? E aí ele se deu conta qual é a essência que o evangelho nos traz. Servir. Que Jesus nos ampare e nos auxilie nesse processo. Que o dia que nós aprendermos a servir, nós estaremos livres. Muita paz e muita luz para todos.

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