Bom dia, café! 250226 AO VIVO Renovando Consciências
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 O Bom dia, café! tem agora uma playlist de músicas no Spotify. Vá lá conhecer a aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música. Acesse e ouça: sptfy.in/bom-dia-café #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5749037626294272
Meu irmão, [música] tuas preces mais singelas são vidas [música] no espaço ilimitado, mas sei [música] que às vezes horas consternado ao silêncio [música] da força que interpelas. Volve ao teu [música] templo interno abandonado, a mais alta de todas as capelas [música] e as respostas mais lúcidas e [música] belas hão de [música] trazer-te Alegre e desombrado, ouve o teu coração. [música] Em cada prece, Deus responde em ti mesmo e te esclarece. [música] Com a força eterna da consolação, compreenderás [música] a dor que te domina sob a linguagem [música] pura e peregrina da voz de [música] Deus em luz de redenção. >> Quando Eu penso em Jesus. Meu coração se acende no meu peito. Quando eu sinto essa luz iluminando a minha mente e o meu corpo, pareço flutuar. Quando penso em Jesus, só quero paz. Bom dia, minha gente. São 7:34. Hoje é dia 25 de fevereiro de 2026 e está começando agora o nosso Bom Dia Café, aquele a live que, puxa, esqueci uma coisa aqui, agora que eu lembrei. A live que traz para você sempre boas notícias, à luz do espiritismo, boas reflexões, bons exemplos e que hoje vai ser especial. Porque nós precisamos falar hoje muito, muito, muito sobre solidariedade. Vamos ter notícias também porque eu trouxe aqui um material bem legal para vocês a respeito do conecta espiritismo, mas nosso foco hoje, se não der tempo de mostrar o conecta, a gente deixa pra semana que vem. Nosso foco hoje eh é Minas Gerais. São os nossos irmãos em Minas Gerais. Hoje também teríamos nosso último capítulo do nossas histórias, mas vai depender do que nós pudermos falar a respeito da da ajuda da nossa da das maneiras que nós vamos ter para colaborar com os nossos irmãos e irmãs lá de Juiz de Fora e das cidades ali da região que estão sofrendo com a chuva. Se der tempo, a gente coloca nossas histórias, se der tempo, a gente coloca o conecta. Mas nossa prioridade hoje vai ser solidariedade. Eu espero que vocês estejam todos bem, que vocês estejam se sentindo muito bem. Eu vou vou dar bom dia, ah, vou fazer
tempo, a gente coloca o conecta. Mas nossa prioridade hoje vai ser solidariedade. Eu espero que vocês estejam todos bem, que vocês estejam se sentindo muito bem. Eu vou vou dar bom dia, ah, vou fazer primeiro minha autodescrição. Eu sou a Estela, sou uma mulher branca, de cabelos curtos, grisalhos, bem curtinhos, que eu consegui cortar ontem. Eu uso óculos de arroado, tô de batom vermelho, estou com uma camiseta preta, com um desenho branco daqueles tênis que a gente usava quando era adolescente. Hoje já não sei se o povo usa. É o All Star, né, que a gente achava o máximo usar quando era adolescente. E por conta da chuva que também está caindo aqui no interior de São Paulo, eh, hoje eu tô no estúdio B, na verdade estúdio C de cozinha. [risadas] Hoje eu não tô lá no meu quintal. Então, atrás de mim tem um armário, desses armários de cozinha mesmo, banco, branco e vinho. E tem umas canecas penduradas, uma leiteira. É leiteira, aquela leiteira de de eh alumínio antiga, tá cheia de colher e concha. Adoro esses enfeites. Eh, antes de de falar bom dia paraas pessoas que estão no chat, eu vou colocar nossa prece de hoje e queria muito que vocês prestassem bastante atenção e, se possível, mentalizem, por favor, os nossos irmãos de de Minas e, na verdade, todos os nossos irmãos que estão sofrendo de alguma forma por conta das chuvas de verão. Essas são, esse é o nosso período de águas, né, aqui no Sudeste, Centro-Oeste, sul do país. Mas ele tá, todo ano a gente tem problema com isso, né? Mas e todo ano a gente precisa se solidarizar, solidarizar e se unir para atender aqueles que sofrem com essas chuvas que estão ficando cada vez mais intensas. Vamos para nossa prece. >> Então, de novo, peço a gentileza de todos vocês, que mentalizem lá Minas Gerais, o estado todo, mentalizem também, na verdade, todas as regiões do país que estão sofrendo, ou pelo excesso de chuva ou pela falta dela. Auxiliemos, auxiliemos os que tombaram em sofrimento. Deixa que a voz deles te alcance a vida.
ém, na verdade, todas as regiões do país que estão sofrendo, ou pelo excesso de chuva ou pela falta dela. Auxiliemos, auxiliemos os que tombaram em sofrimento. Deixa que a voz deles te alcance a vida. Não te presumes tão longe. Frequentemente o espaço que os distancia não é senão aquele que te separa do lar vizinho. Enquanto nos detemos pensando nas lágrimas que lhe encharcam as horas, é possível estejam a poucos metros de nós carregando fadiga e desilusão. os que talvez procurem mostrar um sorriso após remover os sinais do pranto do rosto desfigurado em penúria. E os que, não obstante, presenciam todos os excessos de uma existência faltosa, acalentam a ideia do suicídio, crendo seja fuga a única solução para as dificuldades a que se arrojam, imprevidentes. Muitos abraçam empresas delituosas, adquirindo tormentos de espírito ao pé de outros tantos que escalaram a barranca da vaidade, despencando em precipícios de treva. Deixa que te visite no espelho da consciência. Vê-los assentindo-te por baliza de existência, caravana de angústia. Dói contemplar não somente os adultos algemados à aprovação, mas também as crianças e os jovens esfoliados de afeto que a necessidade em muitas ocasiões, relega o espinheiro da enfermidade ou a vala do suicídio e do vício. desfrutas de saúde, se tens algum tempo disponível, se possu influências ou retén aquela sobra da bolsa, colabora para que se reduzam o desespero e a aflição que ainda lavram na terra. Não exijas, porém, a alheia gratidão para auxiliar, ainda mesmo que os necessitados do teu concurso transporte no peito corações empedernidos na sombra do mal, dos quais não te é lícito aproximar por enquanto, a fim de que patrocines a irreflexão ou a desordem. Ora por eles e ampara-os de maneira indireta. As mães dos obsessores dos ingratos, ainda quando desencarnadas estão vivas, elas vibram de esperança e felicidade com os teus gestos de amor e te dirão em preces de alegria no silêncio da alma. Deus te guarde e abençoe. Eu fui buscar o que eu esqueci.
sencarnadas estão vivas, elas vibram de esperança e felicidade com os teus gestos de amor e te dirão em preces de alegria no silêncio da alma. Deus te guarde e abençoe. Eu fui buscar o que eu esqueci. Só um minuto. Assim fica melhor. Pelo menos eu espero, né? A, espero que agora esteja tudo bem. Estão eu escutando direitinho? Espero que sim. Então, esse, pensando aqui na na prece que nós acabamos de ouvir, na mensagem, né? É uma prece, mas é mais uma mensagem. eh a necessidade que todos nós temos, a responsabilidade, não necessidade, a responsabilidade que todos nós temos de ajudar ao próximo, independente do que foi que aconteceu, independente de do motivo eh que o levou àquela situação, né? Não somos nós que temos que fazer avaliação do que das causas, se elas são evitáveis ou não são evitáveis, se a pessoa tá naquela condição por vontade própria ou não, né? Porque muitas vezes é isso que a gente faz, mas não é que a gente deveria fazer. Vamos dar bom dia então pra turma que chegou. Bom dia, Cris, bem-vinda. Lá, pera que eu comecei aqui de baixo. Bom dia, Vera. Muito obrigada por ser membro de um canal espírita. A gente agradece bastante. Não vamos nos esquecer de curtir as lives espíritas, de nos inscrevermos nos canais espíritas e também de comentarmos nas lives. Coloca lá bom dia, boa tarde, boa noite, coloca lá um um bonequinho, uma figurinha, não importa. E se você for assistir os vídeos depois, né, fique pelo menos uns 5 minutos assistindo, 10 minutos assistindo, sabe? Porque é dessa maneira que o YouTube entende que esse é um conteúdo relevante para ser apresentado para outras pessoas quando elas estiverem procurando conteúdos relativos à espiritualidade. Bora lá, né? Pedro de Paiva, bom dia. Amor e esperança no ar. Exatamente, querido. É isso. Terezinha, meu bem, bom dia. E que guarde a cidade de J de Fora, querida. Que guarde toda Minas Gerais, né? Bom dia, Shirley. Bom dia, meu bem. Bom dia para todos os café cafeteiros. É isso. Oi, Patrícia Desenrolos, buenos
m dia. E que guarde a cidade de J de Fora, querida. Que guarde toda Minas Gerais, né? Bom dia, Shirley. Bom dia, meu bem. Bom dia para todos os café cafeteiros. É isso. Oi, Patrícia Desenrolos, buenos dias. Exatamente. Gratidão a todos. Xarazinha, bom dia. Ah, essa é a rádio Espírita Paraná. Bom dia. Vamos orar pelos irmãos mineiros. Isso mesmo, querido. Isso mesmo. Bom dia, Dolores, meu bem. Oi, Patrícia vizinha. Que saudade, meu bem. Bom dia, Margarete. Bom dia. Francisco de a São Francisco de Assis, Rio Grande do Sul. Só pode ser uma cidade boa, né? Oi, Cris. Bom dia. Pontinho de luz em nossas manhãs e noites com orações da noite aqui. Oh, querida, muito obrigada. Agradeço muito o seu carinho, viu? Bom dia a todos. É que terça-feira à noite é quando eu faço oração da noite. A oração, eu falo para vocês que o o canal Renovando Consciências é porreta, né? É porreta. Quando eu digo para vocês que as as lives aqui começam 5 da manhã e terminam meia-noite, não é brincadeira. Na terça-feira é o dia que eu faço oração da noite, eu deixo gravada, né? Porque não dá para fazer oração à meia-noite e às 6:30 da manhã. Tá aqui, ó. Ah, feliz. Não dá. Eu preciso de 8 horas de sono, senão eu não existo. Se puder dormir um pouco mais, eu fico mais cont. Mas 8 horas já tá bom. E terça-feira à noite é o dia da minha oração da noite, né, que eu deixo gravada. É isso que a que a Cris tá falando. Então, quando eu digo para vocês que tem programação tem uns momentos que fica sem live, tem sim, né? A gente ainda não conseguiu fazer 24 horas ininterruptas, mas tem conteúdo o dia todo, até à noite. É muito bonito ver tanta gente trabalhando junto, não é? É muito bonito. Eu adoro. A Cris tá falando de Manaus. Muito bem, querida. Ainda vou para aí visitar a sua cidade. She Sheila. Ó, é a Hélia. Bom dia. Não é quando penso em Jesus só quero paz. É isso. Dolores. Jesus abençoe a nós todos. Amor e caridade. É o Jairux. Bom dia, querido. Bom dia, Isa. Ah, queridona, nossa poetisa. Bom dia, Isa, bem-vinda. Bom dia, Café.
so em Jesus só quero paz. É isso. Dolores. Jesus abençoe a nós todos. Amor e caridade. É o Jairux. Bom dia, querido. Bom dia, Isa. Ah, queridona, nossa poetisa. Bom dia, Isa, bem-vinda. Bom dia, Café. Mair, minha companheira de viagem, bom dia. Chuvoso em alguns lugares nesta manhã. Verdade. Oi, Maria Beques. Bozinha. Boaz, boazinha. Cozinha alinhada. Bom dia. É verdade. É porque ela quase não é usada. Ah, gente, perdão, mas eu não gosto de cozinhar não. Eu sei, mas não gosto. Paulo Paulux, bom dia, querido. Espetáculo, irmãos. Emprese por todos. Exatamente, meu bem. Ilen nosso anjo azul. Bom dia, meus amor. Bom dia, querida. Maria Angélica, bom dia. Canoa, Rio Grande do Sul. É muito bom ver todos vocês aqui hoje. Isso, meu bem. Boas vibrações aos irmãos de Minas, assim como foi para nós. É isso, querida. É isso. Você tem toda a razão. Você tem toda a razão. E eu sempre lembro quando a gente fala, a gente fala muito do Sul, né, do Sudeste aqui da nossa, da nossa dessa desse lado aqui do país. Eu gosto muito de lembrar a todos que no Norte e no Nordeste e os padecimentos são de excesso de chuva, porque eu não sei se vocês lembram que recentemente eh alguns rios transbordaram de tal maneira que eles perderam tudo e logo em seguida houve o oposto. Eles tiveram uma seca histórica, batendo recordes de falta de chuva, de estiagem, de período de estiagem. E aí eles ficaram novamente sem nada. É preciso ajudar, né? Porque nós, principalmente as pessoas que moram muito próximas a a a pontos de água, né? E aí eu tô falando de rio, eh, de córrego e etc, né? ou que moram em costa de morro, nos barrancos. Aqui no interior a gente chama isso de barranco. Eh, sempre sofrem nessa época, né, com excesso de chuva ou com a falta dela. Água de mais ou água de menos sempre é um problema, né? E a água não vê não não vê limite, ela passa onde ela acha caminho. Então a gente não tem como, teríamos até como evitar, né, alguns casos, mas não todos. E de qualquer forma nos cabe agora nessa circunstância
não vê não não vê limite, ela passa onde ela acha caminho. Então a gente não tem como, teríamos até como evitar, né, alguns casos, mas não todos. E de qualquer forma nos cabe agora nessa circunstância é ajudar com as nossas preces e com o que mais aparecer aí pra gente poder colaborar com quem tá sofrendo, né? Essa é a nossa obrigação. Auxiliemos. Exatamente. Eliamar, meu bem. Bom dia. Bom dia, querida. Terezinha. Sou e tudo bem. Que bom, que bom. Estamos escutando direitinho. Ah, que legal. Fico feliz. Eu você está acordada a essa hora da madrugada. >> Bom dia, Lice. Célia. Isso, Célia. Bom dia. Goiânia, Goiás. Estou aqui. Que bom. Filhos, neto, família e toda a humanidade. Exatamente. Congresso aí de vocês também é show, hein? Congresso de vocês é um espetáculo. Xarazinha, o RC tem uma equipe de voluntários maravilhosa. É verdade, B. É uma equipe fantástica. Charales, toda chique de cabelos renovados. Ah, eu fui no Carlos Cabeleireiro ontem. Ele arrasa. Bom dia, Rosângela. Quanto tempo a gente não se vê, meu bem. Bom dia. Venha mesmo. Em junho teremos o 10º Congresso Espírita do Amazonas. Uia. Hum. Junho. Hum. Vamos, vamos pôr na listinha. Manda aí pra gente propaganda. Conte tudo para nós sobre esse congresso, querida, que nós precisamos, que nós precisamos. Deixa eu só tirar esse daqui. Bom, eh, eu sei que a gente, hoje eu não vou usar vinheta, vocês me perdoem, mas hoje vai ficar tudo diferente. Eu vou ao longo do Bom Dia Café falando com vocês a respeito de de Minas Gerais, né? Ah, houve lá houve lá [risadas] para aqueles que ainda não para aqueles que ainda não viram ou não viram ou não não acompanharam, não acompanharam, eles tiveram lá uma chuva intensa. eles tiveram lá uma chuva intensa. Eu não achei aqui quanto choveu, né? Ah, Eu não achei aqui quanto choveu, né? Pera, deixa eu ver se eu acho. Tem uma coisa que eu amo na vida é a internet. Ai, ai. Aqui apareceu uma explicação, ó. Eh, especialistas explicam como o relevo montanhoso da cidade, o oceano mais
né? Pera, deixa eu ver se eu acho. Tem uma coisa que eu amo na vida é a internet. Ai, ai. Aqui apareceu uma explicação, ó. Eh, especialistas explicam como o relevo montanhoso da cidade, o oceano mais quente e uma frente fria, fraca, criaram o cenário para o temporal que provocou mortes e deslizamentos, né? Aqui, eh, por enquanto são 20 mortos e dezenas de desaparecidos em Juiz de Fora e em Iubá, a pouco mais de 100 km de distância uma da outra, né? Segundo os especialistas desvidos pelo G1, o relevo acidentado da zona da mata funcionou como um gatilho local, potencializando um cenário atmosférico já favorável a temporais de verão. Grande parte de Jora é formada por morros e serras, com altitudes que variam cerca de 470 m a quase 1000 m eh, no do nível do mar, né? Essa essa essa altura na em serra ou em planície é sempre em relação ao nível do mar. A cidade está situada em uma espécie de vale cercado por varedões naturais. uma configuração que favorece o confinamento de nuvens de chuva quando sistemas meteorológicos estão direcionados para a região. Era isso que eu queria achar. Eh, na segunda-feira, a cidade enfrentou um temporal que acumulou mais de 190 mm de chuva em 8 horas no mês todo. É isso que é o o problema maior. Além de ser muita água, no mês de fevereiro, a cidadum quase 600 mm de água. Não é, não há, não há infraestrutura que consiga resistir a isso. Não existe infraestrutura para isso. E aí, eh, nós vamos falando ao longo do tempo a respeito dessa dessa situação. Oi, Miriam. Bom dia, querida. que é um um problema para todos nós, né? É uma situação para todos nós nos movimentarmos. Existe já uma um movimento, né, um arranjo na comunidade espírita, no movimento espírita nacional. Eh, e já localizaram as casas espíritas de Juiz de Fora que estão em condições de receber ajuda pra gente eh e agora eles estão definindo, né, para onde vai esse dinheiro. Exatamente. Porque ah, eu tô falando por cima, viu, gente? Porque isso é conversa de ontem. Ontem, final
es de receber ajuda pra gente eh e agora eles estão definindo, né, para onde vai esse dinheiro. Exatamente. Porque ah, eu tô falando por cima, viu, gente? Porque isso é conversa de ontem. Ontem, final de tarde, começo da noite. O que que acontece? as a entraram já em contato, já houve um contato eh de várias pessoas eh com essa com uma das casas espíritas de Juiz de Fora. E o que eles estão aguardando é eh que é uma conversa com o banco, onde essa casa espírita tem conta, para que possa ser aberta outra conta corrente e aí o dinheiro que as doações que foram forem feitas para ajudar as vítimas da enchente não misture com o os recursos da casa espírita. Então eles, é isso que eles estão eh providenciando hoje, agora de manhã, é para que as contas possam ser separadas, porque é muito mais fácil a gente mandar, fazer um Pix para eles do que mandar o os víveres, né? Mandar a garrafinha de água, porque isso exige transporte. Transporte é uma coisa complicada para você levar até lá. É difícil. Eh, provavelmente essa chuva não vai parar. Eles vão ter problema com estrada também, então fica muito mais fácil e rápido nós ajudarmos essas pessoas mandando dinheiro para lá. Não, não tenho problema nenhum em falar isso, porque é a maneira mais rápida e fácil de de ajudar esse pessoal. O que nós estamos aguardando ainda é que essa casa espírita lá de Juiz de Fora consiga abrir uma conta específica para ajudar nesse momento de crise que a cidade passa, né? Então vamos eh respirar fundo, aguardar um pouco. Se vocês quiserem já fazer algum tipo de ajuda, porque querem ajudar já, não, cuidado com mensagens que vocês vão receber, porque, infelizmente, nós ainda temos irmãozinhos que não aprenderam que eh ganhar dinheiro à custa dos outros, da desgraça alheia é responsabilidade triplicada, né? E enfim, cada um entende a vida como achar melhor. Para isso que a gente tem livre arbítrio, não é? Então eu peço para vocês que aguentem aí um pouco até que a gente possa dar informações mais concretas a respeito disso. Eh,
a vida como achar melhor. Para isso que a gente tem livre arbítrio, não é? Então eu peço para vocês que aguentem aí um pouco até que a gente possa dar informações mais concretas a respeito disso. Eh, oi, Francisca, bom dia, querida. Bom dia. Enquanto isso, eu vou aproveitar o tempinho que nós temos até para eu levantar alguma informação a mais sobre a situação lá de Juiz de Fora. Eu tô me sentindo até uma jornalista de redação de novo aqui. E vou colocar para vocês o último episódio da série Nossas Histórias. Para quem tá chegando hoje, ainda não tinha assistido, esse essas eh eh são entrevistas, são conversas, na verdade, que eu fiz com o Cléber, um amigo muito querido meu, que também é jornalista. E se vocês não choraram com as com as histórias dele até hoje, hoje vocês vão chorar. Ah, Cléber já contou histórias maravilhosas pra gente, coisas fantásticas, sempre ligadas à ajuda que ele tem certeza que ele recebeu do plano espiritual de Jesus, de Deus. É, cada um chama do jeito que quiser e nós achamos que essa conversa, o Cléber principalmente entendeu que compartilhar essas histórias da vida dele eh poderiam ajudar, poderia ajudar outras pessoas a enfrentarem as situações semelhantes às deles com essa mesma disposição, com essa mesma fé. Ele uma vez foi chamado de homem de muita fé e ele tem mesmo, viu, gente? Ele tem uma fé que é algo assim fantástico, sabe? um entendimento e uma resiliência sobre os problemas da vida que são eh inspiradores. Eu vou colocar aqui o eu esqueci de subir o vídeo dele. Tã som acho que tá aqui. É essa. Epa, espera um pouco. Tô com medo aqui de ter feito alguma confusão com ela. Ah, não. Essa foi uma foi a que eu baixei ontem. Pera aí. [risadas] Tá, eu já ia colocar o episódio errado. Ai, ai, minha cara fazer isso, né? Quem tá acostumado aqui com Bom Dia Café. Pronto. Então esse é o último vídeo do do nossas histórias dessa primeira temporada, mas nós vamos ter novidades para vocês no futuro e num futuro não tão distante assim. Então vamos lá.
Bom Dia Café. Pronto. Então esse é o último vídeo do do nossas histórias dessa primeira temporada, mas nós vamos ter novidades para vocês no futuro e num futuro não tão distante assim. Então vamos lá. Bom dia, boa tarde, boa noite. Bem-vindo a mais um Nossas Histórias. Ai ai ai ai ai ai. Muitas emoções hoje. Eu não sei ainda as histórias exatamente que nós vamos contar, mas que ou que o Cléber vai contar, mas já sei que nós vamos hoje nos emocionar muitíssimo novamente. Então, sem mais delongas, sem mais blá blá blá, blu blu blus, Dr. Léber, olá, >> bom dia, boa tarde, boa noite. E para os notívagos como eu, boa madrugada. Tudo bom, Estelinha? Tudo bom com vocês? Estão em casa? >> Muito bem. Vamos pra nossa autodescrição. Antes que a gente esqueça, nós estamos em dois retângulos na tela. Eu do lado esquerdo, Cléber do lado direito. Eu sou a Estela, sou uma mulher branca de 60 anos. Cabelos grisalhos, curtos, óculos redondo. Eh, tô com batonzinho mais avermelhado, uma blusa que é um azul petróleo, um verde azulado, um azul esverdeado, alguma coisa parecida com isso, com os desenhos geométricos em preto e um agasalho azul, é um agasalho preto porque tá fazendo frio aqui na na hora que nós estamos gravando. Diga lá, Cléber. Eu sou o Cléber. Hoje, como não sei se eu bem prometia, mas eu disse que eu tinha camiseta branca, então eu vim com uma >> que nunca usava, né? Que nunca usava e >> que não usava. Falei, pô, pelo menos no último episódio da primeira temporada tem que tá tem que tá mostrando que eu tenho de verdade uma camiseta branca, né? >> É verdade, gente. Com ela >> tem isso ainda, viu? Esse é o último episódio, mas é da o último episódio da primeira temporada, então vocês já estão ligados, né? Tem as próximas. >> Exatamente. Eu estou aqui no, como a a a Estelinha disse, do lado direito com o fundo, um campo de giraçóis. Eu tenho uma barbichinha branca, óculos redondinho, cabelo curtinho, tanto grisalho. Não parece que é muito grisalho não, mas pela cor da minha
isse, do lado direito com o fundo, um campo de giraçóis. Eu tenho uma barbichinha branca, óculos redondinho, cabelo curtinho, tanto grisalho. Não parece que é muito grisalho não, mas pela cor da minha barba vocês devem imaginar qual é o meu, qual é a cor do meu cabelo. Mas tudo bem, gente. E é isso. Estou aqui para mais um dia de bate-papo. >> Muito bem. Qual será a nossa história de hoje, companheiro? >> Na verdade, serão duas, tá? vou dar eh serão duas histórias que tem relação com o futuro, né, que eu não sei qual será o futuro de nenhuma das duas. Final, é isso. Duas histórias que não tem final. >> Duas histórias que não tem final. Eita! >> E eu e eu torço para que o final das duas seja muito bom. né? >> Vai ser, vai ser >> eh uma eh a primeira é do viver sem preconceitos e a segunda é uma questão de saúde. Mas vamos lá. Eu já contei para vocês, para Estelinha, que o viver sem preconceitos ele nasce, né? Eu a minha história de vida, né? Eu nasci numa família com com minhas tias, irmãs da minha mãe gêmeas, que é são pessoas com deficiência. Morei num bairro com amigos nordestinos, negros, vizinhos meus, que também sofriam um preconceito. Durante a minha vida, aos 14, 15 anos, estourou a epilepsia em mim. Eu também sofri preconceito. Então assim, a minha vida ela é um pouco, ela caminha um pouco em cima disso. E em 2000 eu, como eu já falei anteriormente, eu fui fazer uma pós-graduação e lá eu decidi que ia fazer o meu TCC sobre preconceito. A minha, eu já contei essa história, mas vou dar uma recapitulada rápida aqui. A minha orientadora falou que não dava, no final das contas ela tava certa. Eu acabei fazendo o TCC só homossexualidade, mas a partir daí eu comecei a elaborar alguma alguma coisa que pudesse, algo que eu pudesse trabalhar e abordar todos os preconceitos, né? E é mais ou menos nesse momento que eu conheço uma palavra que eu não conhecia, que é a palavra interseccionalidade. Interseccionalidade. Eh, vou explicar para vocês. Vamos supor, eh, três causas de discriminação
menos nesse momento que eu conheço uma palavra que eu não conhecia, que é a palavra interseccionalidade. Interseccionalidade. Eh, vou explicar para vocês. Vamos supor, eh, três causas de discriminação e preconceito. Uma mulher negra e pessoa com deficiência. Ou seja, essa mulher pode sofrer misogenia. por ser mulher, eh, preconceito racial, racismo por ser negra e capacitismo por ser uma pessoa com deficiência. Isso é interseccionalidade, né? conhecendo e vivendo as situações de pessoas e de que sofriam preconceito, discriminação, começando a atuar um pouco nessa na nessa área. Ah, eu começo, a minha ideia começa a falar, pô, como que eu posso aglutinar tudo numa numa num ponto só? E aí eu crio viver sem preconceitos, que é um um site onde eu tenho colunistas que cada um fala sobre uma questão. Um fala sobre racismo, outro fala sobre misogenia, outro fala sobre cultura da paz, né? Porque tem a ver com religião, ou seja, intolerância religiosa. Outro fala sobre LGBT fobia. Então assim, eu tenho as pessoas que vão falando ali de, eu tenho uma a minha estagiária, inclusive ela fala sobre vários aspectos diferentes. Isso é legal porque, por exemplo, gordofobia eu não tenho ninguém que fale. De vez em quando eu peço paraa minha estagiária, ela faz um trabalho. Então isso é legal também ter uma pessoa que fala sobre tudo. E falando sobre tudo, a gente tá falando quando eu pego, eu me aproprio da palavra interseccionalidade e trago pro viver sem preconceitos, querendo fazer o quê? Com que todos os colunistas passem a ah entender e a buscar um pouquinho mais da outra causa, né? E por quê? Porque eu vejo da seguinte maneira, todo mundo, vamos um exemplo, vamos pegar uma pessoa que sofre racismo, pessoas, vamos pegar pessoas que defendem o antiracismo, né? Pessoas que estão defendendo a causa. Elas gostariam, com certeza, elas gostariam que a maior quantidade possível de pessoas passasse a apoiar a causa delas. Isso é óbvio. Se você tem uma causa, você quer que o maior quantidade
o a causa. Elas gostariam, com certeza, elas gostariam que a maior quantidade possível de pessoas passasse a apoiar a causa delas. Isso é óbvio. Se você tem uma causa, você quer que o maior quantidade possível de pessoas passem pela sua causa. Aí eu falo, eh, são pessoas que não sofrem nenhum tipo de preconceito, mas que têm empatia pela causa. Mas se forem pessoas que sofrem outro tipo de preconceito, por exemplo, o capacitismo ou a LGBT fobia, são pessoas que eu acho que t um pouco mais de diseno, um pouco mais de até conhecimento da dor do preconceito para poder ajudar, para poder participar, para poder defender a outra causa. E se houver essa troca, quem defende o quem defende o antiracismo, passar a apoiar quem defende a LGBT fobia, quem defende o, sabe, o anticapacitismo, essas começa a defender essas causas, eu acho que isso eh se torna mais efetivo, né? Então eu acho que são porque são pessoas que têm o conhecimento não daquela causa, mas da dor. >> Perdão. >> É meio lógico isso, né? >> Você sente, você já passou por aquela situação, então o seu sentimento tá mais próximo do sentimento do outro, né? Exato. De qualquer maneira, Estela, eu vou falar uma coisa aqui que eu não sei como eu tô vou ter vou ter que ter um pouco de dedo aqui para falar. >> Não pode falar porque as pessoas vão te entender. Fica sossegado, manda. Não, porque assim, o que eu tenho observado nesses 24 anos é que cada um quer defender a tua causa, é que cada um eh quer que outros me ajudem, mas na hora de ajudar, então eu tenho trabalhado para isso. Quando eu criei o Viver sem preconceitos, eu não criei o Viver sem preconceitos para ganhar likes. Eu tenho uma defesa de causa própria também. Eh, justiça ante preconceito é algo que tá na minha raiz. Eu nasci dentro de uma família que sofria preconceito. As minhas tias sofreram muito isso. Então, eu estava lá quando elas quando eu nasci, elas já tinham 10 anos, 8 anos. Então, quando eu conheci as minhas tias, elas já tinham 12, 13 anos, né? Porque que eu me lembro assim, né?
muito isso. Então, eu estava lá quando elas quando eu nasci, elas já tinham 10 anos, 8 anos. Então, quando eu conheci as minhas tias, elas já tinham 12, 13 anos, né? Porque que eu me lembro assim, né? Eu tenho memória do meu avô construiu tipo uma passarela com corrimão. As minhas tias aprendiam a andar ali. Gente, eu tenho essa memória. Eu devia ter então pelo menos 3, 4 anos. Minhas tias já tinham 12, 13 e não sabiam andar ainda. Eu já andava e minhas tias não, elas estavam aprendendo a andar. Então imagina o preconceito naquela época, década de década de 60, muito >> eu cheguei a ouvir, eu cheguei a ouvir, ah, mas eu não vou falar nome, tá? Ah, mas a fulana não vai casar. Aí a outra pessoa diz: "Ah, mas se não casar a gente entende o quê?" >> Isso entende o quê? Ela tem que casar. Ela pode casar sim. Não vem com a gente entende que a gente entende, a gente não entende o preconceito. >> É >> isso, a gente não entende. Então, Estela, eh, quando eu criei o viver sem preconceitos, eu eu não criei um um um mecanismo para ganhar like. Eu ganhei um mecanismo para tentar transformar a sociedade, para tentar eh transformar, transformar a mente, tentar criar uma cultura, tá? Uma cultura de menos preconceito, uma cultura. Eu sei que eu não vou acabar com o preconceito do mundo, mas eu tô mirando o céu para eu atingir as nuvens. Porque o céu é impossível chegar, mas as nuvens é o alcanço. >> E você acha que o viver sem preconceitos não tá fazendo isso? >> Tá, mas eu vou chegar lá, Estela. [risadas] E essa questão que eu tô falando das pessoas não se ajudarem, né? Então, ele tá trabalhando. Eu tô há 4 anos e meio trabalhando. Eu já tô com gente que pensa assim do meu lado. Eu já tenho gente que tá começando a pensar assim do meu lado. Inclusive, essa semana começa a trabalhar uma colunista nova que ela vem para trabalhar a interseccionalidade. Ela tem ascendência negra, ascendência indígena, é mulher e é pessoa com deficiência. Ela sabe do que ela tá falando, né? >> Ela sabe do que ela tá, inclusive ela é
ra trabalhar a interseccionalidade. Ela tem ascendência negra, ascendência indígena, é mulher e é pessoa com deficiência. Ela sabe do que ela tá falando, né? >> Ela sabe do que ela tá, inclusive ela é colaboradora da ONU, é uma pessoa bem gabaritada e que tá, acredite se quiser, super feliz de de começar a escrever pra gente. >> Que bom, né? >> Eu imagino. Então, é, eu imagino, claro que ela esteja contente, porque é um espaço que existe para que eles possam se manifestar, né? E eles eu tô dizendo porque eu tenho uma uma das condições, eu sou mulher, né? E aí eu tenho outra condição. Eu tenho mais de 60 anos. Mais uma também. Eu tenho mais uma também. Mãe solo. >> Ex. >> Então, >> então já tenho três aqui, ó. Já tenho três. >> Você já está dentro. Você já está dentro da interseccionalidade. >> Nem falo nada. Então, Estela, eu peguei essa palavra interseccionalidade e trouxe pro viver sem preconceitos para poder fazer com que as pessoas que estão comigo comecem a entender que se elas se unirem elas serão mais fortes. E aí que eu te aí que eu entro naquela sua pergunta, se eu não estou conseguindo fazer isso. Eu tô tentando. Eu tô tentando, mas às vezes a gente esbarra. E não foi uma vez só que eu esbarrei. Em pessoas falam: "Hum, eu vou fazer o meu, eu tenho o meu para fazer". E aí vai na contramão do viver sem preconceitos. vai completamente na contramão do objetivo pro para o qual o viver sem preconceito foi criado. E uma coisa eu vou dizer, por isso que eu disse que tem a ver com o futuro. Eu estou há 4 anos e meio batalhando por isso. Eh, criei o viver sem preconceito para uma mudança de cultura ou para uma criação de uma cultura nova, que é uma cultura de tentar viver com menos preconceito. Como eu falei, eu tô mirando o céu para alcançar as nuvens, entendeu? Porque eu sei que dá para alcançar as nuvens, então eu não vou acabar com preconceito no mundo, mas eu tenho como diminuir, eu tenho como criar um mundo mais empático, entendeu? Então, eh eh dá para fazer isso, só que sozinho
alcançar as nuvens, então eu não vou acabar com preconceito no mundo, mas eu tenho como diminuir, eu tenho como criar um mundo mais empático, entendeu? Então, eh eh dá para fazer isso, só que sozinho eu não consigo. Eu preciso das eu preciso dos atores desse, desse, desse filme, entendeu? Mas atores que queiram participar em todos os exatamente, exatamente. Então, >> eh, algo que eu tenho conversado e eu tenho de vez em quando até conversado com a Odet, falei: "O Det, eu vou tentar mais um tempo, vai chegar um momento em que eu vou ter que falar assim: Pessoal, é assim, se eu não conseguir essas pessoas, o viver sem preconceito deixa de ter sentido de existir. Ele deixa de existir porque ele existe para isso, para eu tentar fazer isso. Se eu conseguir, eu tô há 4 anos e meio tentando. Vai chegar o momento, você fala: "Não dá mais, eu não consigo mais. Eu não consigo". As pessoas que vão colaborar, sabe? Cada um entrando na seara do outro. Se eu não conseguir essas pessoas, o viver sem preconceito, ele deixa de ter sentido. >> É. Eh, eu acho assim, ó Cléber, a gente tem eh que ter a lucidez de saber qual é a nossa função na sociedade, né? Quais são as nossas ah possibilidades para colaborar paraa evolução da nossa sociedade, eh, de cada um de nós e de nós todos. E a gente também que tem que ter a lucidez de saber quando uma uma situação precisa ser encerrada, né? A gente tem um projeto muito bom, como é o caso do viver sem preconceitos. Eu imagino que ele vá continuar, mas vamos imaginar que não. Você fez, desculpa, durante 5 anos o que estava dentro das suas possibilidades e um trabalho que fica, né? Você não precisa derrubar o viver sem preconceitos e e extinguir o viver sem preconceitos da internet. Ele pode ficar ali, aí ele fica como uma ferramenta para sempre. É muito legal isso também. Então não é o Ah, eu eu não consegui fazer não. Eu você fez você fez durante 5 anos você fez e aí depois dos do quinto ano em diante já não deu mais para fazer, mas durante 5 anos você fez. É isso.
m. Então não é o Ah, eu eu não consegui fazer não. Eu você fez você fez durante 5 anos você fez e aí depois dos do quinto ano em diante já não deu mais para fazer, mas durante 5 anos você fez. É isso. >> É o que você tá falando, Estelinha, é exatamente o que aconteceu com o podcast. Lembra que eu contei isso? >> É >> que até hoje ele é ouvido e sabe-se lá porque Virgínia, o estado de Virgínia nos Estados Unidos é o que mais ouve meu podcast. Então eu não sei, tem com certeza são pessoas que falam língua portuguesa, né? porque só ele só é falado em português. >> Então assim, fala nisso, se tiver alguém da Virgínia aí, ó, muito obrigado, hein. E a história da saúde? >> Oi. >> E a história da saúde? >> Eh, é algo que eu já sei há um ano, mais de um ano, um pouquinho, eu não comentei nada, né? Eh, mas deixei até para comentar mais pro final mesmo, mas a gente já sabia que um momento ia ter que parar. Eu deixei para isso. Ã, quando eu não, eu eu já disse que eu operei, eu fiz a cirurgia de eh coluna lombar, né? Mas eu não falei nada sobre ela. Quando eu operei a lombar, ã, fiquei indo no hospital porque o seguinte, eu fui operar por quê? Porque eu não estava andando mais. Eu já não consegui andar mais. Da da minha casa até a casa da minha sogra, que é na mesma rua, dá mais ou menos uns 40 30 40 m. Eu não conseguia chegar na casa da minha sogra. Eu tinha que parar, dobrar o corpo, o corpo para descomprimir a coluna. Eu não conseguia andar 15, 20 m, >> vixe, >> sem sem que minha coluna ficasse comprimida, eu tinha que dobrar o corpo para que desculpa para ir e levantar devagar para poder continuar andando. Eu não podia mais sair de casa. Eu ia para mercado às vezes com Aldet tinha que ficar agachado, as pessoas iam perguntar se eu tava passando mal. Minha vida começou a virar um inferno. Eu não podia mais sair de casa, não conseguia mais andar. Aí fui operar, operei legal, fiquei. Aí o médico falou assim: "Olha, vida que segue." Falei: "Vida que segue, doutor". Ele: "A vida que segue." F. Oba.
dia mais sair de casa, não conseguia mais andar. Aí fui operar, operei legal, fiquei. Aí o médico falou assim: "Olha, vida que segue." Falei: "Vida que segue, doutor". Ele: "A vida que segue." F. Oba. Eu tenho um viveiro de plantas aqui em casa, no alto? Ah, eu já subi no mesmo dia que eu cheguei em casa, já subi a escada, fui lá, baixei e tal. Gente, eu tava três dias, quatro dias operado. Aí voltei, né? Aí o falou: "Cléber, tá sangrando tua cirurgia?" sangrando ela é eu coloquei não parava de sangrar e passaram mais dois dias eu tinha que voltar lá para ele olhar. Ele aí Cléber tudo bem? Falei: "Ah, tudo bem, mas tá sangrando ele". Sangrando onde como tá sangrando? Deixa eu dar uma olhada. Aí ele olhou, ele Audet, eu não, ele tava, ele tava atrás de mim, eu não não vi. Aet falou que ele fechou o olho assim, abaixou a cabeça, né? e falou assim: "Cléber, isso não é sangue, isso é líquido ractidiano". Hum. >> Tá vazando no líquido da sua medula. >> Nossa. >> Aí eu já fiquei assim, né? Porque porque foi assim, quando eu fui fazer minha cirurgia, era uma cirurgia de 2 horas, ela levou 6:30. Por quê? que quando ele ele me abriu, eu ele viu que eu tinha uma fratura na coluna e a ponta do osso tava enfincada na medula. Tinha cortado a dura mata, ele estava entrando na medula. Eu não estava conseguindo andar porque eu já estava com vazamento de líquido raquetidiano, só que o osso inficado não deixava sair o líquido. Eu podia ter ficado paraflégo. Algum tombo que eu tomei, eu fraturei a a coluna. Mas anyway, ele falou assim: "Cléber, você vai ter que vou ter que te internar de novo hoje, você não pode sair daqui". Falei: "Pelo amor de Deus, doutor". Não, a Bet já ficou nervosa, tal. Não, não, não ten falou: "Olha, a única condição é você deitar, chegar na tua casa, deitar de costas e ficar por cinco dias deitado de costas, sem se mexer, sem poder ir a banheiro, sem poder fazer nada". Falei, "Quer dizer que eu vou ter que fazer tudo ali." Falou: "Põha uma fralda, se vira".
costas e ficar por cinco dias deitado de costas, sem se mexer, sem poder ir a banheiro, sem poder fazer nada". Falei, "Quer dizer que eu vou ter que fazer tudo ali." Falou: "Põha uma fralda, se vira". Sua esposa te limpa, se for o caso. Falei: "Tá bom, doutor, me deixa ficar em casa." Fiquei em casa por cinco dias, mas eu fiquei quatro dias sem ir ao banheiro, só fazer xixina. Claro, virava de podia virar de lado e assim eu virava de lado. Eu às vezes segurava um pouco a urina para virar de lado na hora que eu já fosse comer para poder virar, dar uma virada só e virava mais uma ou duas vezes por dia para fazer para fazer xixi mesmo. Aí depois voltava. Eu até fiz uns vídeos, eh, eu coloco relatos do cativeiro, né? [risadas] E quem foi lá jornalista jornalista é uma porcaria, né? Tudo vira notícia. >> E quem quem ficou do meu lado nesses dias todos na cama? A Lola. >> Ah, cachorro. >> Mais uma vez ela ali comigo. Ela não saía do quarto, ela não conseguia entender, né? Ela ficava ali. >> Eu contei a história da Lola no segundo episódio, gente. Quem quiser saber, vai lá. >> Minha cachorrinha que foi embora esse ano e partiu. Morreu. Eh, e aí, Estela? Eu acabei acabei ficando quatro dias. No quarto dia deixou de vazar líquido, né? >> De manhã tava vazando, a Odet trocou o curativo. >> Do outro dia tinha que trocar duas vezes por causa vazava, tinha que colocar outro para ver o que tava vazando. À tarde não tinha mais líquido vazando. >> Ou seja, em quatro dias parou de vazar. O susto foi grande, né? Por quê? Porque existia o risco de uma fístula, né? E e fístola é quando não fecha, né? E existia o risco. >> E aí, graças a Deus, deu tudo certo, fechou a fístola, fechou a cirurgia. Isso já tem 9 anos. Se agora em setembro, 9 anos que eu operei. Porém o ano passado, começo do ano passado, finalzinho de 2023, começo de 2024, eu fiz, vamos lá fazer uma ressonância magnética da lombar para ver como é que tá a cirurgia. Aí fiz, fiz até como ortopedista. Aí o ortopedista vira para mim e fala:
nalzinho de 2023, começo de 2024, eu fiz, vamos lá fazer uma ressonância magnética da lombar para ver como é que tá a cirurgia. Aí fiz, fiz até como ortopedista. Aí o ortopedista vira para mim e fala: "Cléber, mais uma vez um médico fala: "Isso para mim é tão é meio, eu não posso fazer nada por você porque eu sou ortopedista. E por que, doutor?" Falou: "Você tem dois tumores na medula". >> Eita! >> Você está com a neoplasia na medula R2 e R3, né? E aí eu fiz, eu fiz o acabar de fazer a ressonância. Estavam com sete sete 6 ou 7 mm cada um, cada tumor. E aí o ano passado eu fiz de novo, eles aumentaram, né? >> E aí agora em novembro eu vou fazer de novo, né? para ver, para saber se eu vou ter que fazer a cirurgia de novo paraa retirada dos tumores. Só que aí é que tá o problema. L2. >> É, >> para pegar a L2, eles vão ter que entrar 1 cm dentro da cirurgia anterior e o risco de fístola é muito grande. Então, eu tô assim, eu já fiz 15 cirurgias, 14 cirurgias. Eu nunca, eu nunca eh fiquei com medo. Eu sempre Ah, tem que fazer, vamos fazer, >> vamos, tem que fazer. O dia que ele falou, que o médico falou isso para mim, eu falei: "Doutor, ele queria já me operar o ano passado, né?" Falei: "Não, doutor, não vou operar". Mas por quê? Falei: "Pela primeira vez na vida, eu tô com medo. Pela primeira vez, depois de 14 cirurgias, a 15ª me deu medo. Não tô". Ele falou: "Não, Cléber, se você não está se sentindo seguro, eu tô completamente inseguro, né? Eu tenho mais medo do fato de ter que pegar em cima da da outra cirurgia, >> é >> do que da cirurgia em si, né? Então assim, >> então é mesmo o estranho é para no para você pode ser estranho ficar com medo na 155ª, mas para nós é estranho você estar tendo medo pela primeira vez. Você entendeu? Porque todo mundo tem medo de cirurgia, né, Cléber? Só você que não. Então você entrou agora no padrão normal. [risadas] >> Só agora. Só agora. Gabriela, a Gabriela falou uma coisa para mim engraçada ontem, anteontem, ela falou: "Pai, você tem algum, alguma diferença?" Eu
ão você entrou agora no padrão normal. [risadas] >> Só agora. Só agora. Gabriela, a Gabriela falou uma coisa para mim engraçada ontem, anteontem, ela falou: "Pai, você tem algum, alguma diferença?" Eu não sei se hormonal, alguma diferença no seu organismo tem, você não é normal. Eu falei: "Mas por que, filha?" F. Você já reparou que quando você tem no seu organismo alguma coisa é antivício, né? Porque tudo que começa a se tornar eh vício na sua vida, o seu organismo arrebate. E é engraçado eu pensar isso, né? Porque uma vez eu o Lucas eh eh ele jogava um joguinho, eu comecei a jogar também de computador e achei legal aquilo. Isso já tem. O Lucas era pequeno. Lucas tá com 26 em 7 anos hoje. Ele era pequeno, ele tinha uns cinco, seis, sete, sei lá. E eu ele começou a jogar. Falei: "Pô, que legal esse jogo. Comecei a jogar também. Eu comecei a fiquei viciado naquilo. Aí um dia nós viajamos paraa praia e eles foram paraa praia e eu fui pro computador. Eu falei: "Opa, tem algo errado. Estou viciado, não jogo mais. Eu nunca mais joguei. Cigarro, fumei durante 20 anos. Virei para Odet, falei: "O dia que você engravidar nosso segundo filho, eu paro de fumar no mesmo dia". Ela engravidou, falou: "Cleber, estou grávida". Eu falei: "Idete, estou com massa de cigarro aqui, vou fumar". Isso era uma quinta-feira, gente, descobri final de semana eu encerro. Eu tinha acho que 11 cigarros, 11 cigarros no máximo final de semana, né? Falei, vou fumar só esses 11 aqui no final de semana inteiro. Acabou o final de semana, eu ainda tinha quatro, eu fumei sete e falei: "A partir de hoje eu não fumo mais. Nunca mais fumei." A Gabriela vai fazer 19. 19 anos eu nunca mais fumi. Já faz quase 20 que eu não fumo. E assim, quando eu ponho uma coisa, eu não faço mais. Eu não faço. E a Gabriela falou: "Pai, isso não é". E aí eu começo a falar sobre isso, mas isso é tão fácil. Ela fala: "Pai, é fácil para você. [risadas] Não, calma, pai. Não é assim. As pessoas têm dificuldade de parar de fumar, pai.
Pai, isso não é". E aí eu começo a falar sobre isso, mas isso é tão fácil. Ela fala: "Pai, é fácil para você. [risadas] Não, calma, pai. Não é assim. As pessoas têm dificuldade de parar de fumar, pai. Não é porque você parou do dia paraa noite, da noite pro dia que as pessoas, >> entendeu? Falei: "Não, é verdade, filha. É verdade. >> Depois que eu parei de fumar, eu fiquei uns 15 anos tendo água na boca. Quando eu sentia, alguém sentava do meu lado para acender o cigarro, acendia o o cigarro, dava até água na boca. >> Olha que loucura. >> Eu não tinha vontade de fumar. Eu não tinha vontade de falar: "Ah, me dá um cigarro". Mas eu salivava por causa do cheiro de cigarro. E >> e sabe por que que a Gabriela falou isso? Você falou de água na boca? Porque essa semana eu fui ao mercado com aet e Audet adora um, eu não sei, uma trancinha que tem lá. Ele parece um bolinho de chuva, só que é um bolinho trançadinho. Ele tem o mesmo gosto do bolinho de chuva, só que ele é mais durinho um pouquinho. E ela comprou. Eu tinha percebido uns 15 dias atrás que eu tinha comido um, tinha me dado aia. Aí a semana ela comprou, eu comi, me deu aia de novo. Só que dessa vez eu fiquei dois ou três dias com a zia. >> Hum. Eu virei e falei assim: "Eu nunca," eu falei para ele, pra Gabriela e para Audet, falei: "Eu nunca mais ponho isso na boca. Eu adoro aquilo." A Gabri Audete olhou assim, falei: "Não, nunca mais vou comer isso. Acabou para mim, Estela. Eu olho para aquilo, eu tenho náusea, eu tenho nojo daquilo. É engraçado, eu eu não sei o que acontece comigo. >> Eu eu falo não faço mais isso. Eu a partir daquele momento, aquele negócio me causa geriza. >> É, eu tô tentando fazer isso também para parar de comer compulsivamente, mas não tô conseguindo. Fala pra Gabriela que eu tô na turma normal. >> Mas eu não sei, eu não sei. Eh, ô, e agora? Agora me me conta uma coisa pra gente não fugir do nosso assunto, pra gente não nosso tempo. >> Conta uma coisa para mim. Como é? E agora o que que você, como é que vai
ei, eu não sei. Eh, ô, e agora? Agora me me conta uma coisa pra gente não fugir do nosso assunto, pra gente não nosso tempo. >> Conta uma coisa para mim. Como é? E agora o que que você, como é que vai acontecer agora? Você, você já sabe que você vai fazer esse >> dia 24 de dia 24 de novembro, daqui um mês, certinho, eu tenho uma ressonância para fazer. Vou levar ao médico e se eu falar para você o que vai acontecer, eu tô mentindo. Estela ainda não sabe. >> A minha cabeça é um vazio completo. Parece que eu não tenho nem cérebro. É um vazio completo. Eu não tenho a mínima ideia dela. Eu não tenho a mínima ideia da minha reação. Eu não, eu não sei o que vai acontecer. E eu não, e eu não penso nisso, sabe? Eh, é um misto de ansiedade para chegar a hora de fazer o exame com nervosismo de medo de ter aumentado o tumor e ter que operar rápido. Um misto de ajoelhar e pedir a Deus para que não que vai embora da mesma forma que minha imediato foi. >> E por que você não pede? Eu peço, mas eu tô dizendo é um misto de tudo isso, entendeu? >> Mas você tá pedindo misto pedindo. Sim, estamos. Eu peço a Deus todo dia para que isso suma, né? Eh, é muita ansiedade, assim, é, é uma preocupação muito grande, né? Porque eu não sei, eh eu tenho um pouco de dificuldade com não ter, apesar de entender que o que eu tenho controle eu tenho controle, o que eu não tenho eu não tenho. Sei disso. Eu procuro passar isso pros outros, mas quando é comigo [risadas] >> é difícil não ter controle. >> É um pouco mais embaixo a coisa, né? >> Faço o que eu falo, não faço o que eu faço. >> É. Não ter controle sobre as situações não é incomoda todo mundo, né? >> É aquela história do meu pai também, né? Eh, o que dá para resolver resolve, que não dá não resolve, entendeu? Então, não adianta se preocupar. Aí decorar a frase do seu pai e colocar ela em prática são duas coisas diferentes. >> Eh, por, Estela, eu eu porque minha saúde, né? É, >> então assim, eu corro risco de de ter um problema pro resto da vida e ao mesmo
e do seu pai e colocar ela em prática são duas coisas diferentes. >> Eh, por, Estela, eu eu porque minha saúde, né? É, >> então assim, eu corro risco de de ter um problema pro resto da vida e ao mesmo tempo que se eu não fizer a cirurgia, eu corro risco de perder os movimentos das pernas, de uma das pernas. >> Quantos anos, quantos anos você tem, Cléber? >> Eu vou fazer 60 daqui 15 dias. >> A gente chega numa determinada idade que a gente sabe que a gente, o corpo da gente não reage mais como antes, né? Exato. >> A gente não é mais aquele jovenzinho que resolvia tudo, que fazia tudo, que aguentava ficar acordada a noite inteira, que matava a bola no peito, né? E ainda saía fazendo bicicleta, marcando gol de bicicleta. >> Exatamente. >> A gente tem essa clareza. >> E aí a gente começa a ver o mundo de outro jeito, a ver as situações de outro jeito, né? Ver as questões todas de outro jeito. E a gente pode ter dois caminhos, né? Dois. Não existem milhares de caminhos, obviamente, mas a gente pode optar por realmente eu não sou mais aquela pessoa, hoje eu sou outra e e vou lidar com a vida de outro modo, porque é isso mesmo, né? Ou eu posso falar: "Não, não, não, não, não aceito, me recuso, tem que ser do meu jeito, tem que fazer do meu jeito, que é muito mais complicado, porque a natureza não não tem meio termo, né? Anat. E essa questão que você tá falando da idade, Estela, >> isso que você tá falando da idade, Estela, eh, vem ao encontro de uma promessa que eu fiz pros meus filhos quando eu tinha 50 e poucos anos, quando eu fiz a cirurgia em 2016, tava ia fazer 51. Eh, eu não tava andando mais e eu falei assim: "Eu vou fazer uma cirurgia e se eu ficar bom, eu prometo para vocês que até os 60 anos eu vou fazer de tudo para tá andando bem, entendeu? Eu não sei depois como é que vai ser minha vida, porque eu tenho uma coluna fragilizada, entendeu? Eu tenho uma descalcificação. Então assim, a minha coluna é uma, pô, já tenho prótese na na cervical, um monte de ferro na na lombar.
ser minha vida, porque eu tenho uma coluna fragilizada, entendeu? Eu tenho uma descalcificação. Então assim, a minha coluna é uma, pô, já tenho prótese na na cervical, um monte de ferro na na lombar. Então assim, e eu não sei o meu futuro. E aí a para me ajudar >> dois tumores da medula, quer dizer, olha só, né? uma coisa que não tinha a ver com a descalcificação, com artrite, com arô, não tinha nada a ver com isso. De repente me pinta aí para me ajudar um pouquinho, né? É, >> então assim, eu vou ter que vou ter que vou ter que batalhar isso, mais uma mais uma luta aí na minha vida, essa neuflasia >> e >> e entendendo que faz parte, que sentir minha fal e falar e falar para eles, olha, eu prometi que eu chegaria aos 60 anos andando. Agora eu vou ter que tentar prometer pra minha neta que eu vou chegar aos 70. Eu acho que néa para você para você não precisar não ficar preso em datas porque diz que espírito evoluído não faz previsões. >> Então a gente quer seria disso. >> É, então espírito evoluído não coloca data, faz previsão no sentido todos nós vamos evoluir e chegar à perfeição, porque isso é uma lei eh divina, né? Mas não faz prevões tipo não, Cléber, a semana que vem você tá curado. Espírito evoluído não faz isso, >> né? O sérios, né? Eles não colocam data nas coisas. >> Mas então, pra gente seguir nesse nesse nesse ritmo de espírito evoluído, você devia dizer assim pra sua neta: "Vou ficar em pé e vou ficar com você o máximo que eu puder." >> Perfeito. Tá? >> Porque o máximo que você puder já é um tempão, né? Já ex é todo o tempo, o máximo que eu puder é todo o tempo que eu terei. É todo o tempo que eu conseguir, né? É muito tempo. >> É isso. Isso não é uma questão de ai, mas aí você tá falando que vai morrer. Não, gente, nós estamos falando de uma coisa que é natural para todo mundo. Ninguém, a saúde não é perfeita para todo mundo o tempo todo. A morte vem para todo mundo. Ninguém vai ficar pra semente. Essas são coisas que são naturais, que a gente deveria
atural para todo mundo. Ninguém, a saúde não é perfeita para todo mundo o tempo todo. A morte vem para todo mundo. Ninguém vai ficar pra semente. Essas são coisas que são naturais, que a gente deveria naturalizar nas nossas conversas, o que não tem relação nenhuma com falar assim: "Ah, então o Cléber descobriu dois tumores na coluna. Então agora ele vai parar tratamento, ele não vai fazer a cirurgia, ele não vai fazer nada porque ele tem mesmo os dois tumores não é isso, né? Não é isso. Tem que fazer os exames, se for melhor fazer a cirurgia, vai pra cirurgia, tem que tomar todos os cuidados, etc. E saber que você tem, a partir de um determinado ponto ou de um determinado momento, o corpo cansa e os problemas começam a aparecer. No caso do Cléber, não, né? No caso do Cléber, a vida inteira ele lutou com questões de saúde e aprendeu a viver de bom humor e feliz e contente com as pessoas, eh, com todas essas questões que ele teve na vida, né? Eu fiquei sabendo desse monte de problema do Cléber. Tem quantos meses, Cléber? Que nós começamos? Foi >> quando eu faz uns quatro, c meses, foi quando eu te contatei para seis meses. Vai, Estela. >> É, então isso porque a gente trabalhou junto um tempão, né? Não, Estela, quando eu descobri os tumores na época, tem vári foi um ano e pouquinho atrás, eu te chamei todos todos os colunistas viver sem preconceitos. Falei: "Olha, tô muito tô muito chateado, tô muito abalado, né?" Aí contei para eles, olha, tá acontecendo isso, isso, isso, né? Tô muito triste, tal, né? Né? Depois de todos os problemas que eu tive na coluna, ainda descobri, mas assim, tô só fazendo um desabafo, tá? Eh, minha cabeça hoje não consegue pensar, eu não sei o que vai ser o futuro, mas o que eu prometo para vocês é que eu vou tentar tocar da melhor maneira possível. Nunca mais falamos no assunto e o viver sem preconceito tem crescido. Ou seja, desabafei ali com eles, falei: "Tenho um problema sério, mas é só um desabafo. Se acontecer alguma coisa, gente, vocês já
Nunca mais falamos no assunto e o viver sem preconceito tem crescido. Ou seja, desabafei ali com eles, falei: "Tenho um problema sério, mas é só um desabafo. Se acontecer alguma coisa, gente, vocês já estão sabendo. Não aconteceu nada, Estela. Entendeu? Ou seja, mas eu precisava ter a responsabilidade de avisar os colunistas. >> É. >> E avisei. >> Talvez os colunistas nem se lembrem mais do meu tumor, porque eu nunca mais falei. É como se eu não tivesse nada. >> E é isso que você tá falando agora, Estelo. Nós trabalhamos tanto tempo juntos, eh, a nossa amizade continuou e eu não fico falando, né? Ah, eu tô com problema disso, tô com tô com problema, vou enfrentar. Eu tô com esse problema há um ano e pouco. Eu não não falei nada aqui. Falei: "Vou deixar para falar por último porque é algo que tá lá pra frente". Então eu vou deixar pro último episódio, comento e quando voltar aqui a a segunda temporada aí a gente eu falo da da do que a gente resolveu >> Não, não, não, não. Nós vamos pôr uma nota. >> Não, nós vamos ter que pôr uma nota. Nós vamos ter que pôr uma nota. Nós não somos jornalistas os dois. Caramba. >> É mesmo, Estela? É verdade. >> É, nós vamos pôr uma nota. Imagina. O dia que a gente exibir, o dia que a gente exibir esse vídeo, eu nós vamos colocar uma nota lá. Vixe, quebrou tudo aqui. >> Gente do céu. >> Juro que eu achei que fosse um pássaro enorme. >> Não, é o vento. Já >> Mas Estela é mesmo, hein, Estela? uma nota. >> É, nós vamos, o dia que exibir esse episódio, quando chegar nesse ponto aqui, nós vamos pôr uma nota. Olha, aconteceu isso, isso, isso, assim, assim, assado. O Cléber tá desse jeito. Até a próxima temporada, >> se Deus [risadas] quiser. Vai ser uma nota assim. Vai ser uma nota assim. Eh, o Cléber fez os exames e sabe-se lá porque os tumores sumiram. >> Isso >> já pensou? Eh, eu não. Você pensa que eu não acredito nisso, >> mas tem que acreditar, >> acredito muito nisso, Estela. Acredito muito nisso. >> Tem que acreditar, >> Estela. É o que eu falo sempre. Eu sou a
ou? Eh, eu não. Você pensa que eu não acredito nisso, >> mas tem que acreditar, >> acredito muito nisso, Estela. Acredito muito nisso. >> Tem que acreditar, >> Estela. É o que eu falo sempre. Eu sou a prova viva de que milagre existe. Erna de atato só se cura com cirurgia. A minha sumiu. >> É isso. >> Como? E e num sonho onde a minha barriga apareceu com três manchas vermelhas, não foi do nada. >> Essa história também tá contada. essa história >> tá contada que >> eu conto sempre essa história. E assim, então hoje encerramos com essas duas questões, né, do viver sem preconceitos, que eu espero conseguir as pessoas, mais pessoas que me ajudem na interseccionalidade do viver sem preconceitos, que me ajudem a fazer com que as pessoas que lutam pela causa LGB da LGBT ajudem as pessoas que que lutam pela causa antirracista, que ajudem as pessoas que lutam pela causa anticapac capacitista e assim assim sucessivamente para que a gente se una e que a gente se torne mais forte, porque esse é o objetivo do viver sem preconceitos. E se eu não conseguir isso, pelo menos eu tentei, ele vai tá aí e o mundo vai saber que eu tentei. E quem sabe daqui 50 anos, quando eu não estiver mais aqui, alguém lembre que um dia existiu um viver sem preconceitos, foi um a sementinha que germinou uma cultura daqui 50 anos. Porque eu não sei se você que tá aí em casa sabe, eu adoro Van Gog, né? Por isso eu gosto muito de girassol. Eu passei a gostar de girassol a partir de Vanog. Eh, 50 anos depois da morte de Vanangog, um cara tava passando numa rua na Holanda e viu um quadro que estava fechando um furo numa numa cerca. Ele falou: "Nossa, que quadro bonito". Ele parou e pegou aquele quadro. Era um quadro de Vanangog aquela família tinha e tava lá fechando um buraco na cerca. Ou seja, até 50 anos depois da morte dele, >> ele ainda não tinha reciada. É, >> ele não valia nada. >> Ou seja, ele veio com toda aquela maravilha dele. Quem puder ler a história de Vanog, leia. É maravilhosa e é inspiradora também.
rte dele, >> ele ainda não tinha reciada. É, >> ele não valia nada. >> Ou seja, ele veio com toda aquela maravilha dele. Quem puder ler a história de Vanog, leia. É maravilhosa e é inspiradora também. Muito bem, então, seu Cléber, um beijo grande para você. >> Beijo para você também, >> gentarada. Muito obrigada por esse período aqui delicioso dos do nossas histórias, mas vocês aguardem, né, porque tem segunda temporada, terceira temporada, quarta temporada e só Deus sabe o que é que nós vamos contar na próxima. O que Cléber vai contar na próxima, o que vai acontecer, a gente não sabe. Então aguenta as pontas aí que vem vem história, vem surpresa, vem novidade por aí. Se vocês quiserem ass >> sabe que eu acho que vem também >> quê >> história das nossas das pessoas que estão nos assistindo. >> É verdade. É, a gente ficou chamando, né, pedindo histórias. >> Exatamente. Pra segunda temporada tem vamos ter muitas histórias dos nossos, >> das pessoas que nos assistem. trate de contar para nós as as suas histórias para para a gente para decidir como é que vai ser essa essa segunda temporada. Um abraço para todos e até a próxima. >> Gente, muito obrigado por esse período aqui com vocês também. Obrigado por assistir, obrigado pela paciência. Estela, muito obrigado pela pelo espaço que você proporcionou aqui e quem puder prestigia o viver sem preconceitos também tá no Instagram @vspreconceitos. Gente, um beijo grande, uma boa semana e um bom resto de ano para todos. Estela, beijo grande. Muito obrigado. Tem nota. Nós fizemos uma nota, nós não, né? O Cléber fez uma nota que eu vou ler agora. E como prometido, olha a atualização dessas situações do Cléber. Com relação ao viver sem preconceitos, ele conversou com os colunistas e eles chegaram a um entendimento sobre os novos rumos do portal. Um dos colunistas, por não poder atender as novas exigências, preferiu se desligar. Já com relação aos tumores, as notícias são ainda mais animadoras. O Cléber fez uma ressonância magnética no
portal. Um dos colunistas, por não poder atender as novas exigências, preferiu se desligar. Já com relação aos tumores, as notícias são ainda mais animadoras. O Cléber fez uma ressonância magnética no fim do ano e, para felicidade geral, os tumores pararam de crescer. Com relação às dores que ele sentia, após o tratamento e cirurgia espiritual, as dores desapareceram por completo desde 11 dezembro que ele não sente dor alguma. É legal, não é? É muito legal. Ele fez o tratamento lá no Cisco de Luz, no mesmo lugar que eu. E agora ele frequenta o Cisco de Luz, porque [risadas] ele ficou encantado e como ele mora em São Paulo, ele tá lá frequentando o cisco de luz, acompanhando tudo lá, aprendendo, estudando mais sobre espiritismo e e tá cheio de planos para variar um pouco, né? É, é fantástico isso, né? É fantástico. A pessoa não é só não se deixa bater. A pessoa enfrenta situações difíceis com o tamanho que elas têm. Problema. É verdade. É um problema. A gente precisa eh buscar a solução para problema. Vamos buscar a solução pro problema. E vida que segue. Vai resolvendo o problema e a vida vai seguindo. Mas vai seguindo de bom humor, com tranquilidade, sabe? Essa tranquilidade do Cléber é que é muito legal, é muito bacana. Ou como diz a Patrícia, a gente se desespera com calma. É isso. O Cléber se desespera com calma, né? É fantástico. Paulinha, muito obrigada por ser membro de um canal espírita, querida. A gente agradece muito, muito mesmo. Vou aqui passar uma informação importante que a Cris Ah, não, primeiro vou passar não, essa vou depois vou passar aqui a informação da Cris a respeito do Congresso eh de Espiritismo, Congresso Espírita Amazonense, dias 4, 5 e 6 de junho de 2026, no Manaus Plaza Shopping, 10º Congresso Espírita Amazonense. A vida no plano espiritual. participações. Alberto Almeida, Andrei Moura, Aroldo Dutra, Jorge Elarrá e tinha mais coisa aqui que ela pôsela. Cadê aqui? Achei. Thiago Brito. Show de encerramento. Tinha e Vanessa, entrem no site para mais informações e
Almeida, Andrei Moura, Aroldo Dutra, Jorge Elarrá e tinha mais coisa aqui que ela pôsela. Cadê aqui? Achei. Thiago Brito. Show de encerramento. Tinha e Vanessa, entrem no site para mais informações e aí vou compartilhar com vocês. Pera, deixa eu tirar esse daqui. Agora eu vou compartilhar esse aqui. Vou compartilhar com vocês o site do Congresso Espírita Amazonese aí. Congresso Espírita Amazonese é fácil de achar, viu gente? Bem sossegado. Fé Amazonas. Fé Amazonas. FE Amazonas Federação Espíritaamazonas. org.br. Ó lá, a vida no mundo, no mundo espiritual. Olha só que beleza, gente. Fera aqui. Vai ser bem bacana. Fiquem à vontade para se inscrever. Quem sabe dá certo de para lá e aí eu vou conhecer o Amazonas, não é? Espera só um pouquinho que eu tô lendo uma mensagem sobre o juiz de fora. Calma. Eita bom. É isso. Eh, Jesus, que bom. Tava aqui com oração na mão. Graças a Deus. É verdade, gente. É verdade. Que maravilha. Merecimento. Olha, as coisas acontecem de uma maneira, né, que a gente precisa ficar atento para entender como é que a espiritualidade encaminha a gente para as coisas. Fazia décadas que eu não falava com o Cléber, décadas. E aí do nada eu recebo uma mensagem dele, ó, filha, não sei o quê, queria conversar com você, tá tudo bem? E eu falei, gente, que coisa boa, né? Falar com o Cléber de novo, não, vamos conversar, vamos conversar. E aí a Cecília, que também trabalhou com a gente, que é uma amiga em comum, né? eh muito amiga, uma amiga muito querida, jornalista também, já deu, já participou duas vezes no Bom Dia Café, falando a respeito dos cuidados legais que a gente deve ter no momento da morte, né, ou antes que a morte aconteça. Aliás, é preciso responder o o questionário dela. E e a ele queria contar essas histórias, falou com a Cecília e a Cecília disse: "Procurei Estela". Ai ai. E aí quando ele começou a falar, eu falei: "Gente, mas será que isso tem tem a ver com o Bom Dia Café? Não é esquisito colocar esse monte de essas histórias do Cléber especificamente no
stela". Ai ai. E aí quando ele começou a falar, eu falei: "Gente, mas será que isso tem tem a ver com o Bom Dia Café? Não é esquisito colocar esse monte de essas histórias do Cléber especificamente no Bom Dia Café? Será que não fica tem relação com a linha editorial do Bom Dia Café?" Eu fiquei na dúvida, viu? Eu confesso para vocês que eu fiquei bem na dúvida. E aí a gente começou a gravar e eu comecei a perceber qual que era a a história ali, na verdade, né? As histórias do Cléber podiam ser minhas, podiam ser as suas, podiam, enfim, pode ser história de qualquer pessoa. O interessante aqui é que o Cléber sabe contar a história, a profissão dele, né? Ele passou uma vida inteira sendo treinado para fazer isso. Então, para ele contar uma história e se e se ater aos aos detalhes que são mais importantes, que são mais interessantes, é uma coisa natural, faz parte da do do comportamento dele já, né, depois de tantos anos trabalhando como jornalista e especialmente como documentarista, que aí é uma especialização do jornalismo. Eh, e aí a gente vai vendo ele contar as histórias e percebendo, né, que tem muita semelhança com as coisas que com as coisas que nos acontecem, que acontecem com outras pessoas que vivem com a gente, com pessoas, outras pessoas que a gente conhece. A diferença é que o Cléber encara essas eh todas essas situações difíceis como um ser humano, como um espírito em evolução, mas com a certeza de que tudo tem solução. E aí o problema fica do tamanho que ele verdadeiramente é. Ele não reduz o o tamanho do problema. Ele não trata as situações complicadas, as dificuldades como se elas fossem nada, mas ele dá tamanho correto a cada um dos problemas que acontece. Isso é muito legal. Essa é um, esse é um exercício que a gente precisa fazer, colocar o problema no tamanho certo, não transformar o problema, o o a desilusão, amargura, raiva, eh, enfim, todos esses sentimentos que não são legais em mote da nossa vida, porque aí nada faz sentido. Nós não estamos aqui para sofrer, né?
transformar o problema, o o a desilusão, amargura, raiva, eh, enfim, todos esses sentimentos que não são legais em mote da nossa vida, porque aí nada faz sentido. Nós não estamos aqui para sofrer, né? E muitos de nós estamos aqui para aprender exatamente isso, a colocar os problemas no tamanho certo. Isso é muito legal. Isso é muito legal. Ô Cris, eh, essa é um é uma palavra, não tá errado. Eu não tô não tô dizendo para você que a palavra tá errada, mas eu tenho muito cuidado quando eu vou usar merecimento. Eh, porque é difícil a gente falar isso, né? E no movimento espírita nós falamos muito isso. E eu tô me pondo nesse balaio, viu? Porque eu também uso esse termo. Eu tento me policiar, mas às vezes eu não consigo. É difícil você virar para uma pessoa que nem o Cléber, que tem neta, que tem filho, que tem, que é casado, enfim, que tem uma vida, né, que tá só com 60 anos e falar assim: "Ai, você não merece ser curado", né? Como é que você diz para uma para um jovem de, sei lá, 20 anos, que descobre que tá com câncer ou que tá com uma doença, sei lá, degenerativa e diz: "Ah, então você não conseguiu a cura porque você não tem merecimento". É duro isso, não é? Parece que a pessoa precisa, que Deus decidiu que a pessoa precisa sofrer, né? E a gente sabe que não é isso, não. Não é uma palavra errada, né? Mas eu fico com essa com essa coisa, sabe? Me incomoda um pouco, mas de vez em quando eu também uso, viu? Não tô não tô aqui me eximindo não da situação. Eu tô vendo se eu acho mais o O pessoal tá me avisando aqui que a questão lá com o juiz de fora ainda não foi resolvida. Por isso que eles ainda não deram notícia sobre eh como a gente faz para ajudar. Sendo assim, e em virtude do fato de que ainda nós não sabemos como será, como nós poderemos ajudar, eu achei, eu vou mostrar para vocês, talvez vocês ainda não tenham visto, mas quando a gente fala que é preciso muito cuidado, eu eu já falei tanto isso aqui para vocês, né? Eu encho o saco às vezes, não joga lixo na rua. O lixo
a vocês, talvez vocês ainda não tenham visto, mas quando a gente fala que é preciso muito cuidado, eu eu já falei tanto isso aqui para vocês, né? Eu encho o saco às vezes, não joga lixo na rua. O lixo entoppe a boca de lobo, entope a canalização de água pluvial da cidade, vai depois parar lá no no córrego o rio vai parar no o córrego vai parar no rio. Isso vai criando, é uma bola de neve que não termina nunca e que depois explode em forma de enchente em muitos casos, né? Não corte a árvore, não cimente todo o seu quintal. Deixe uma área no quintal da sua casa aí no seu prédio, na frente da sua casa. Deixa a área impermeável. Isso é fundamental para evitar enchente. Sabe essa coisa que a gente sei porque que brasileiro tem essa mania. Cimenta tudo porque ai eu não quero sujeira. Desde quando folha é sujeira? Eu não sei quem foi que colocou essa ideia babaca na cabeça do brasileiro de que folha de árvore planta é sujeira. Isso não é sujeira, gente. Isso é natureza. Ela se degrada, ela some. Sujeira é você jogar bituca de cigarro na rua. Sujeira é você deixar sair do supermercado com um monte de sapolinha de plástico e deixar elas voando por aí. Isso é sujeira. Sujeira. você pegar o saco de lixo, do lixo que você e sua família produziu e colocar na calçada da sua casa, em vez de colocar numa lixeira, porque aí chove carrega esse saco de lixo que vai fazer o quê? Entupir boca de lobo, entupir encanamento e causar enchente na casa de alguém. Sujeira é você deixar o saco de lixo no chão e aí vem o cachorro, o gato, arrebenta aquilo, esparrama sujeira para todo lado. Isso é sujeira. Agora folha de árvore não é, não é. Faz um canteiro, deixa uma área impermeável na frente da sua casa, deixa uma área impermeável na no seu quintal. Aqui em São Carlos a gente tem um uma, eu esqueci o nome, como chama isso agora, mas enfim, nós temos o no IPTU a possibilidade de eh ter desconto no IPTU de acordo com a área não permeável da da do terreno. Então, se você tiver uma árvore na frente da sua casa e uma parte
agora, mas enfim, nós temos o no IPTU a possibilidade de eh ter desconto no IPTU de acordo com a área não permeável da da do terreno. Então, se você tiver uma árvore na frente da sua casa e uma parte do seu quintal sem impermeabilização, ou seja, sem concreto, sem cimento, com terra exposta, você tem desconto IPTU. Por que que eles fizeram isso? Exatamente. Para evitar, para diminuir o máximo possível enchente. Eu lembro perfeitamente quando eu fui morar em Santo André, na casa onde a gente foi morar, tinha uma árvore na frente da casa, só que na hora de fazer a reforma para fazer entrada de carro, teve que tirar a árvore. E aí foi uma briga, porque eu queria pôr outra árvore. E aí meu marido, a pessoa que era meu marido na época, né, porque isso aqui vai dar trabalho, não, não vai dar trabalho. Eu quero uma árvore aqui na frente e eu quero uma árvore. Eu quero uma árvore. Eu quero uma árvore. Eu quero uma. Falei na orelha daquele pedreiro e daquele marido até cansar. Aí eles deixaram o quadrado. [risadas] Que que os vizinhos acharam? Absurdo. Como assim você plantou outra árvore? Árvore dá trabalho, árvore isso, árvore aquilo. Bom, a árvore cresceu e aí todo mundo queria parar embaixo da árvore, né? Porque tinha sombra. Que que aconteceu depois disso? Mais quatro casas no mesmo quarteirão plantaram árvore na frente da casa. É isso. A gente precisa ter consciência solidária, consciência eh consciência ambiental, merecimento pelas conquistas morais e espirituais por ele adquiridas. São méritos pessoais. Sem dúvida, lindinha. Concordo completamente com você. Mas é duro você falar: "Fulano tem merecimento e belrano não tem." Entendeu? Eu não tô discutindo o porquê. O porquê é óbvio, né? A gente sabe que a cura, que enfim que algumas situações são resultado do merecimento e são porque também existem outras questões que a gente não tem acesso que fazem isso, né? Então vou dar aqui um exemplo muito conhecido. O Divaldo Pereira Franco devia ter desencarnado muito antes do que ele desencarnou.
xistem outras questões que a gente não tem acesso que fazem isso, né? Então vou dar aqui um exemplo muito conhecido. O Divaldo Pereira Franco devia ter desencarnado muito antes do que ele desencarnou. Mas aí disseram para ele, olha, você precisa ficar mais um tempo. Não sei porque que ele precisava, mas ele precisou. E aí ele ficou mais um tempo. Foi por merecimento ou por necessidade? Não era necessidade dele, certamente porque ele tinha merecimento para deixar aquele corpo velhinho e cansado, mas havia necessidade dele ficar mais tempo. Então são várias as questões que levam uma pessoa a ser curada ou não, né? Eu fui fazer o tratamento no cisco de luz e tive o merecimento de ficar meses sem dor nos pés. Meses eu fiquei sem dor. Para mim aquele foi um período maravilhoso. Depois a dor voltou. E aí por que que eu a dor voltou? que eu não tive merecimento, eu acho contrário. Eu acho que eu tive merecimento de ficar mesa sem dor. Agora eu tô com dor de novo. Tem um motivo para eu sentir dor. Não é só falta de merecimento, né? Tem uma motivação. A dor, a doença, ela tem motivo para existir. Elas estão aí para ensinar pra gente alguma coisa e a gente precisa aprender com elas. Tanto com a dor, com a dor e com a doença, com as minhas, quanto com a dor e a doença dos outros. Eu falo essa palavra aqui entre a gente, mas costumo usar outra palavra substituindo por um que não machuque. Isso, querida. Temos que ter mais cuidado em usá-lo ou não usar mais. Exatamente. É que é duro, né? Tem momento que não tem outra coisa para falar no semelhecimento. Mas eh você entendeu o peso que ela tem? Eu fico sempre preocupada com esse peso. Lembrando, a dor é uma bção que Deus envia aos seus eleitos. Reflexão. Qual é a minha condição de eleito? Exatamente. Exatamente. A minha condição de eleito, qual é, né? Qual é? É isso. Deixa eu ver se chegou aqui alguma coisa importante que eu precisar respond. Não, eu preciso, tem muita coisa importante, mas nenhuma que que eu precise responder já. Dolores até a
né? Qual é? É isso. Deixa eu ver se chegou aqui alguma coisa importante que eu precisar respond. Não, eu preciso, tem muita coisa importante, mas nenhuma que que eu precise responder já. Dolores até a volta da dor emcimento. Fator de crescimento. Sem dúvida, sem dúvida. Eu sei, mas eu imagino alguns motivos para eu ter [risadas] para eu ter essas dores nos pés, né? Para quem não sabe, eu tenho esporão nos dois calcanhares bem baixo, sabe? bem na no calcanhar, na parte de baixo do calcanhar. Então, a hora que pisa dói. Não o tempo todo, viu, gente? Não é que eu sinto essa dor o dia inteiro, graças a Deus, não é? Mas eu sentia muito mais dor antes de ir no cisco do que eu sinto agora, né? Fiquei meses sem dor nenhuma. Foi, foi fantástico. E aí ela foi voltando, aos poucos, ela foi voltando, mas não voltou completamente. Graças a Deus. Graças a Deus. Ok. Agora eu vou mostrar para vocês o seguinte. Para quem ainda não viu, nós estamos falando de dor. Ah, é, eu vou hoje chegar até meio-dia. Mentira, não vou não. Se vocês puderem, eu vou aproveitar hoje ainda para compartilhar com vocês como foi o Conecta Espiritismo Campinas, que foi o evento que aconteceu no final de semana passado, sexta, sábado e domingo. Tem algumas coisas que são fundamentais da gente conversar. Quero deixar aqui para que vocês possam fazer uma reflexão. Eu sei que já são 9 horas, mas agora a gente já abandonou essa história de horário do Bom Dia Café para Bom Dia Café Acabar. E hoje realmente é um dia especial, né? A gente falou bastante logo no começo do Bom Dia Café a respeito de Juiz de Fora e também pera aí que eu preciso mostrar outra coisa, eh, juiz de fora e não posso esquecer lá do recado do Jairux, ó. Importante sempre mencionar que a cidade de Ubá também foi atingida pelo temporal e igualmente precisa de auxílio aos atingidos pela tragédia humanatural. Então, não é só Juiz de Fora que foi atingido eh pelo temporal, né? O Bá também. E o Bá eh tá menos de 100, tá muito perto de Juiz de Fora. Então é preciso, é preciso
ngidos pela tragédia humanatural. Então, não é só Juiz de Fora que foi atingido eh pelo temporal, né? O Bá também. E o Bá eh tá menos de 100, tá muito perto de Juiz de Fora. Então é preciso, é preciso mesmo a gente ter eh atenção para porque são duas cidades com problema por enquanto. Show. A Estela representou. Bom dia, Café. Verdade. Eu tava inclusive fardada. [risadas] Eu tava com uniforme do Bom Dia Café lá. Bora teu meio-dia. Ai ai. Então vamos lá. Vamos falar de conecta espiritismo. O evento foi realizado na Expo Dom Pedro, que fica do lado ali do do Shopping Dom Pedro em Campinas. um lugar muito bacana, muito bem estruturado, com uma equipe, com trabalho, a gente mede organização do lugar pela recepção e pelo banheiro. É uma, desculpa, mas é assim que eu eu vou medindo. Qual é o grau de organização? Se você chega na recepção e tá tudo funcionando muito tranquilamente, tá todo mundo calmo, todo mundo sossegado, é porque o evento vai ser um espetáculo. E a hora que você vai no banheiro, ele tá limpo e com papel higiênico no banheiro das mulheres, aí ele ultrapassou as expectativas. Tava um show, um show. Pode parecer bobagem, mas não é, né? Você fica o dia inteiro, nós chegamos sábado lá às 8:30 da manhã e saímos de lá à 10 horas da noite, né, gente? 10, não, mais cedo um pouco. Nós saímos de lá, acho que umas 9 horas. E você tiver, você conseguir manter o dia inteiro o banheiro das mulheres limpo e com papel higiênico, é porque você é muito organizado. É isso. E aí tinha muita gente, né? Muita gente. O espaço tem lugar para 2.000 pessoas. No sábado eram poucas as cadeiras vazias, pouquíssimas cadeiras vazias, levando em consideração que até pelo tamanho do do auditório tinha hora que tava eh tinha gente lá fora, tinha hora que tinha mais gente lá fora, menos gente lá fora. Então eu acredito, eu não tenho o número oficial, mas pel volta de 2.000 pessoas lá. Foi bem bacana. E eu já disse para vocês que eu prefiro eventos menores, né? Eu já falei isso, mas o conecta tava
. Então eu acredito, eu não tenho o número oficial, mas pel volta de 2.000 pessoas lá. Foi bem bacana. E eu já disse para vocês que eu prefiro eventos menores, né? Eu já falei isso, mas o conecta tava muito legal. Nós vamos falar sobre isso. O conecta tava ótimo, porque a gente foi encontrando as pessoas e foi abraçando. Ah, esse não é de lá, esse é essa daqui é de uma feira do livro espírito. Eu pus errado ela. Aí, eh, nós somos encontrando as pessoas e abraçando todo mundo, sabe? Aí é o Rafael Papa, a dona Eloía Pires, filha do Herculano Pires, que ela pensa numa pessoa alegre. alegre, bem disposta, divertida. Olha, eu quero chegar nos 75, 80 anos desse jeito. E aí ali no fundo tá a Mairdes, querida, minha companheira de viagem. Aí é o pessoal da FESP de São Paulo que a gente encontrou por lá também, que foi muito bom. São as amigas da Ritinha. A Ritinha também é cafezeira, tá sempre aqui com a gente. Ó lá, que delícia. a Rita, a Magali, que também é voluntária, trabalhadora voluntária aqui do Renovando Consciências, a Mairde e eu. Nós ficamos as três juntas no mesmo hotel, a Magali, a Mairde e eu. E a Ritoca ficou em outro hotel, mas tava sempre ali com a gente também. Aí mais uma turma. Esse essa hora aí já já era uma hora de tá indo embora, mas ninguém deixava o Jorge Elar sair. [risadas] Foi muito doido. Ó lá lá, que delícia. E a gente ia encontrando as pessoas toda hora e fazendo foto e abraçando e conversando. Lá Rodney, o filho dele, ó. Que delícia. O Rodney tá acompanhando a gente aqui como a a rádio espírita do Paraná. É ele que tá fazendo acompanhamento. A dona Eloí encontrou a filha de uma amiga dela, mas foi tão bonito ver as duas se abraçando e lembrando. E uma contando do pai, contando da mãe, falando. E a dona Eloía emocionada. Foi a coisa mais linda. Esse encontro mais linda. Eu fiz várias fotos. Lá a turma. Olha que turma boa. Turma de cafezeiros. Nós lá nós fizemos como fazendo foto em tudo quanto era lugar. Adriana Bacarim, a dona Eloía Pires de novo,
contro mais linda. Eu fiz várias fotos. Lá a turma. Olha que turma boa. Turma de cafezeiros. Nós lá nós fizemos como fazendo foto em tudo quanto era lugar. Adriana Bacarim, a dona Eloía Pires de novo, a chefa falou tá falada, né? Exatamente. Olha outra turma boa, o pessoal lá de Conchal vai ter encontro em Conchal em maio. Se Deus quiser, nós estaremos lá também. A foto repetida. lá, Paules, Jairux, esse momento foi muito especial. Essa é uma foto que não tá muito boa, mas eh a gente não podia filmar. Foi a o momento de pintura mediúnica com o Florêncio Anton, que também já esteve aqui no Bom Dia Café. Eu fiz outra foto com ele aí e com o companheiro dele também. Eh, é uma experiência maravilhosa acompanhar o Florêncio pintando, eh, ou melhor, o Florêncio medionizado, e pintando, porque não é possível, mesmo que você não acredite em espiritismo, que você não acredita, acredita em vida após a morte, é impossível você achar que uma pessoa consiga fazer um quadro com e a pintura a óleo com aquela rapidez. O quadro que ele demorou mais, ele demorou 11 minutos. 11 minutos para fazer uma obra de arte. É impossível, gente. É impossível. E ele fez esse Francisco e depois tem leilão, né? E aí o leilão é uma coisa de doido, né? Porque os valores vão só subindo. Ah, que coisa esquisita isso no espiritismo. Não, não é esquisito. O dinheiro vai todo para uma entidade assistencial. Ainda bem que eles fazem leilão, porque tinha muita gente lá que foi para arrematar um dos quadros do Florêncio. As pessoas foram lá para isso, né? É muito interessante também. Não necessariamente. Tá lá. É verdade, eu fiz foto. Fiz foto com despertar poético, não é? Fiz foto. Ó lá, ó o Rodney contando. R$ 67.000 em recursos para creche na Bahia. Foram quatro ou cinco quadros, né, Rodney? Agora eu não lembro com certeza se foram quatro ou cinco, mas foi o valor arrecabado. É fantástico, né? Muito bom. Olha aí, que turma boa. Láó o Anton, o Florêncio, Antonio e esse é o o companheiro dele lá que também
bro com certeza se foram quatro ou cinco, mas foi o valor arrecabado. É fantástico, né? Muito bom. Olha aí, que turma boa. Láó o Anton, o Florêncio, Antonio e esse é o o companheiro dele lá que também fica do lado dele na hora da pintura mediúnica. É muito legal. E o Andrey da Fraternidade Sem Fronteiras é um leiloeiro de mão cheia, gente. Fiquei impressionada. Falei, gente, o moço é médico, é voluntário no fronteiras sem eh no Fraternidade sem fronteiras, é escritor, é palestrante, é leilo? Olha que impressionada. Que beleza. Aí é a nossa querida Cris Drux, a Mair eu. Seis quadros. Seis quadros. Muito bem. R$ 67.000 em seis quadros. O quadro do Francisco foi o que teve que o valor mais alto, né, Rod? Né? Acho que foi o que teve, alcançou o valor mais alto. E aí, pera um pouco, vamos ver se eu consigo colocar para vocês. Consegui. Vou colocar para vocês uma fala da Ivana porque é a informação que eu quero deixar para vocês e pedir para vocês compartilharem. Espera só um pouquinho. Vamos colocar o vídeo da Ivana aqui para Campinas. Acho que essa é uma pergunta que todo mundo faz, né? Já ouvi essa pergunta muitas vezes quando nós criamos o ano passado Conecta Espiritismo com o objetivo de divulgação do espiritismo, nós fizemos o primeiro evento em Juiz de Fora para ajudar um amigo, Rafael Papa, que é o organizador do evento e que o ano passado estava com alguma dificuldade para realizar, mas já estávamos com planos de realizar um outro evento e a sugestão veio para São Paulo. nosso amigo Luiz Saigusa, que faz parte da equipe do Conecta, mora em São Paulo e ele dizia: "São Paulo é um estado enorme, tem muitos espíritas e tem poucos eventos espíritas". Então eu fui para São Paulo, fiquei uma semana na casa do Luís e fomos visitar os locais eh propícios, né, paraa organização desses eventos. Visitamos muitos na capital, visitamos em Santos e visitamos em Campinas. E o que nos pareceu mais propício foi justamente Campinas, não é? Pelo acolhimento que tivemos, pelo valor
ção desses eventos. Visitamos muitos na capital, visitamos em Santos e visitamos em Campinas. E o que nos pareceu mais propício foi justamente Campinas, não é? Pelo acolhimento que tivemos, pelo valor que conseguimos e resolvemos fazer o evento. E é interessante porque as pessoas dizem assim: "Vocês são um bando de malucos, porque ninguém mora em Campinas. vocês vão fazer um evento desse porte começando sem nenhum real em caixa. E é exatamente isso que aconteceu. E hoje, graças a Deus, nós estamos aqui felizes porque vamos conseguir pagar o evento, né? Que o objetivo é levar a mensagem e isso a gente tá fazendo. >> Essa é uma questão sempre muito importante, porque nós ainda temos pessoas que acham que evento espírita tem que ser de graça. >> Para ser de graça tem que ter patrocinador, tem que ter essas coisas. existe para para eventos assim espíritas. >> Então, eu gostaria que as pessoas que defendem essa ideia eh trouxesse o dinheiro pra gente fazer o evento. Eu adoraria fazer um evento com as portas abertas para todo mundo entrar, né? Imagina esse centro de eventos aqui lotado. Nós teríos dois problemas. Primeiro porque alguém tem que pagar a conta. Então, se a gente tiver patrocinador, nós vamos fazer um evento sem cobrar nada das pessoas. Segundo, qual vai ser o critério de entrada? Porque se ele é aberto e nós temos uma limitação de lugares, como é que nós vamos decidir quem vai assistir o evento e quem não vai assistir o evento? Porque nós temos essa questão também, né? Então nós entendemos que o evento espírita ele precisa acontecer fora do centro espírita para dar oportunidade para pessoas que não são espíritas, que se sentem mais à vontade em vir num ambiente neutro para que elas conheçam a mensagem do espiritismo. Para os espíritas, nós temos a opção do evento, mas nós temos mais de 12.000 e os centros espíritas de portas abertas, oferecendo o espiritismo gratuitamente todos os dias. O evento ele é uma coisa especial, é uma ocasião diferente, é outra proposta, gente, e não se faz sem
00 e os centros espíritas de portas abertas, oferecendo o espiritismo gratuitamente todos os dias. O evento ele é uma coisa especial, é uma ocasião diferente, é outra proposta, gente, e não se faz sem ter dinheiro, infelizmente. >> Já tem data pro novo conecta, >> já tem de 12 a 14 de março de 202, nós estaremos de novo aqui na Expo Dom Pedro em Campinas, realizando Conecta Espiritismo Campinas 2027. Pois é. E diante disso que ela falou, eu quero dizer para vocês que eles apresentam lá durante o quando termina o evento. Eu já tinha visto isso lá no congresso de Goiânia, que Ivana também participa da organização. É a prestação de contas, né, que eles fazem lá. E não tá dando para ver muito bem, vocês me perdoem. Eu achei que fosse ficar mais Vou me tirar daqui. Pera aí. ingresso de cortesia, tem eh os voluntários, os palestrantes, o pessoal que vai fazer exposição, né, que vai montou os estantes lá para vender as coisas, etc. Em seguida, a hora que eu saio fica sem som, né? Desculpa. Eh, tem uma série de despesas que a gente não imagina. Quem quiser, quem tiver interesse em ver esses detalhes da prestação de contas do Conecta, eh, pode me falar, entra em contato comigo que eu mando os slides para vocês. Por que que eu tô dizendo isso? Porque a gente não faz a menor ideia de quanto custa fazer um evento e aí, eh, fecha só a câmera. Não, mas se eu fechar Ah, tá. Se eu fechar a câmera, ah, que bom. Ah, agora deu certo. Obrigada, hein? Obrigada. Agora ficou bom. Vocês entenderam porque que a gente chama ela de Patrícia desengoios? É por conta disso. Então, olha só, de só uma olhada nas no valor das despesas. Só com locação do centro de convenções passou dos 164.000. Ah, mas para que alugar um centro de convenções? Porque senão não cabe 2.000 pessoas. Vocês conhecem alguma casa espírita com 2.000 pessoas? vocês não conhecem. E mais do que isso, como disse a Ivana, quando você realiza fora da casa espírita, tem muita gente que vai porque não se sente à vontade para ir numa casa espírita, porque tem problema
s não conhecem. E mais do que isso, como disse a Ivana, quando você realiza fora da casa espírita, tem muita gente que vai porque não se sente à vontade para ir numa casa espírita, porque tem problema com a família, porque sabe que alguém vai ver entrando numa casa espírita e aí a pessoa evangélica vai arrumar problema com o pastor. Ó, tem um monte de situação. Tem gente que tem medo de entrar em casa espírita e ver espírito. Vocês sabem disso, né? Vocês têm clareza sobre isso. Então, além da questão do aluguel, olha, balcões de credenciamento e outras coisas, painel iluminação e som, ã, pulseira de identificação, cenografia, que é o material que você tem que colocar no palco para ele ficar bonito. Se a gente quer um evento bem feito, se a gente quer ficar confortável no evento, ouvir direito o que o palestrante fala, ter uma imagem, uma um ambiente é agradável para você conseguir ficar lá das 9 horas da manhã até às 9 horas da noite. Graça, gente. Eu queria muito que tivesse patrocinador, por isso que eu perguntei pra pr pra Ivana, porque eu nunca fui atrás do patrocinador para nenhum evento espírita, então não posso falar se dá certo ou se não dá. Foi por isso que eu perguntei para ela. Não tem, não tem. Porque se ela se pede patrocínio para uma empresa, para sua empresa, vamos dizer que você é um empresário, você patrocina para para uma entidade espírita e para uma entidade evangélica. Não, você não trabalha só com com espírita, né? Você não vende só para espírita. E de mais a mais, vamos combinar o seguinte. Se você, por exemplo, a gente acabou de falar do congresso do Amazonas, 10º Congresso do Amazonas. Se você vive no Amazonas e você tem uma empresa, por que que você ainda não foi lá se oferecer para patrocinar o Congresso? Você não precisa patrocinar o Congresso inteiro, mas vai lá e se oferece para pagar 10.000, 20.000, 50.000, sei lá. Você viu? Passa dos 150.000 só de despesa. É uma ilusão achar que o almoço pode ser de graça. É uma ilusão. Precisa custar
o inteiro, mas vai lá e se oferece para pagar 10.000, 20.000, 50.000, sei lá. Você viu? Passa dos 150.000 só de despesa. É uma ilusão achar que o almoço pode ser de graça. É uma ilusão. Precisa custar barato. Precisa, precisa. Aqui no no Obreiros do Bem, por exemplo, vamos, olha a proporção. Nós estamos falando de um evento com 80 pessoas e não com 2.000. é feito na casa espírita, mas tem despesa para para trazer aí palestrante. Como é que você quer que uns vou falar do do Simão Pedro, Pedro de Minas Gerais, tá aqui pertinho de São Paulo, não precisa vir de avião, dá para vir de carro. Tudo bem, vai ficar não sei quantas horas no carro, mas vamos falar que ele venha de carro. carro, se ele for pagar todas as viagens que ele faz para fazer palestra, ele vai todo o salário dele nisso. Ele trabalha não para manter a família dele, mas para pagar as viagens para fazer palestra. Você faria isso? Mas quer que o palestrante faça. O palestrante vai de graça. O palestrante espírita não cobra nada para fazer palestra. Mas pelo menos as despesas alguém tem que pagar porque senão não dá. Eu não vou nem falar o nome dele porque eu não pedi autorização, mas eu conheço um palestrante que mora muito pertinho daqui de São Carlos e que quando eu chamei ele a primeira vez para vir para cá fazer palestra, ele falou assim para mim: "Olha, você me desculpa. Eh, não é o, eu sei que eu tô perto, mas eu preciso de ajuda pelo menos pro combustível, porque eu faço palestra no estado inteiro e eu vou com o meu carro. A única coisa que eu peço é o combustível, porque o pedágio eu pago, mas o combustível eu preciso de uma ajuda. Você vai falar que não? Porque o sujeito todo final de semana tá fazendo palestra pelo por cidades de São Paulo. Como é que ele banca isso? Não dá, né, gente? Dá, a gente precisa ter um pingo de desconfiômetro. Eu não tô falandoidade sobre isso porque eu também achava que evento espírita tinha que ser de graça até eu acompanhar a organização do primeiro. Depois que eu eu não fiz
r um pingo de desconfiômetro. Eu não tô falandoidade sobre isso porque eu também achava que evento espírita tinha que ser de graça até eu acompanhar a organização do primeiro. Depois que eu eu não fiz parte, hein, eu só acompanhei a organização, eu vi que não dá, não dá para ser de graça. Vocês já foram atrás de evento [risadas] de igreja evangélica, de igreja católica, para ver se é de graça? Mas aí quando chega na hora do espírito, vocês querem que seja. Então aí ó, um tanto de despesa, inclusive pagar imposto, né? Porque como eles estão arrecadando com a com o ingresso com o o ingresso que a gente compra, o a o evento paga imposto também. Então eles têm uma estimativa de quanto eles vão gastar com imposto. [risadas] E aí, olha só, sabe quanto sobrou? Sobrou mais ou menos R$ 2400 se não aparecer nenhuma despesa extra. Esses R$ 2400 são para despesas inesperadas. Ninguém vai ficar rico fazendo congresso espírita, viu, gente? É uma ilusão isso, até porque o ideal seria que esse congresso criasse um caixa para eles terem folga, alguma folga de segurança pro próximo conecta. Não dá, não dá, porque aí eles teriam que cobrar mais caro ainda da gente. Aí também fica complicado, entendeu? É isso. Ah, que delícia. Ainda tinha uns tótems pra gente poder fazer foto, não é? Gostoso você carregar de lembrança. E eu vou te falar, eles fizeram uma sacola, aquelas sacolinhas para vir o bloquinho de anotação, a caneta, etc. Você precisa ver a qualidade da sacola, pelo amor de Deus, maravilhosa. E aí as minhas amigas de viagem nós fizemos, olha só com quem, como nós estávamos bem acompanhados. Eu e Mair e o Kardec e o Chico, Divaldo e e a Ivone, não é? Lindo? É lindo, é lindo, foi muito bom, foi muito bom mesmo. Pessoal da organização tá de parabéns. E e aí eu peço muito para vocês que vocês não só reflito disso, como também vocês eh compartilhem essas informações com as outras pessoas para movimento espírita parar com essa, desculpa, com essa palhaçada de ficar reclamando porque eh evento espírita tem
disso, como também vocês eh compartilhem essas informações com as outras pessoas para movimento espírita parar com essa, desculpa, com essa palhaçada de ficar reclamando porque eh evento espírita tem que pagar. Você acha que tá errado? Vai lá patrocinar, vai patrocinar e pronto. Ó lá. Por esse motivo foi aberto o lote promocional para garantir a reserva para 2027. É porque senão eles têm que começar como eles começaram esse primeiro do zero, sem um tostão no caixa. É bravo, hein? É bravo. Então é isso. Pronto. São 9:30 da manhã. Ai ai. Vocês não fazem ideia da gozação que eu vou ter que aguentar. Eu só vou avisar uma coisa para vocês. Já está no ar mais um episódio do Livreiros Espíritas. você já procura aí já no renovando consciências, eh, que você já vai encontrar o novo novo episódio que é muito legal, muito bacana, assim como todos os outros. Ã, eu não vou conseguir. Ah, é, o Pedro passou umas informações aqui sobre sobre o bar e Juiz de Fora. Eh, compartilhe o livreira espírita com todas as pessoas. Eh, compartilhe com seu grupo da Casa Espírita, porque é importante a gente estimular a leitura das da a o consumo [risadas] de livros espíritas. Voltando aqui paraa nossa para pra situação lá de eh de Minas Gerais, em Ubá, o destino das arrecadações será a Escola Municipal Dr. José Campomis e Filho Caik, na Vila Regina, em Visconde do Rio Branco, o ponto central de recebimento será a Câmara Municipal situada na galeria Eden Clube. Em juiz de fora, a prefeitura disponibilizou inicialmente três escolas municipais como centros de acolhimento. A rede de acolhimento poderá ser expandida conforme a demanda monitorada pela Defesa Civil. Se você quiser ajudar, a população pode contribuir deixando suas doações nos carrinhos identificados em qualquer loja, Barramas, de Juiz de Fora, Ubes, Esconde do Rio Branco, Uberlândia, Uberaba, Divinópolis e Arachá. Os itens de maior necessidade no momento são alimentos de pronto consumo, kits de higiene e agasados neste momento, né, sem esquecer das
conde do Rio Branco, Uberlândia, Uberaba, Divinópolis e Arachá. Os itens de maior necessidade no momento são alimentos de pronto consumo, kits de higiene e agasados neste momento, né, sem esquecer das nossas preces. Também tem outra, casas espíritas de Uberaba, que a partir de hoje serão pontos de coleta de mantimentos, água, produtos de higiene e roupas para enviar as cidades em calamidade pública da zona da mata de Minas Gerais. Casa da prece Chico Xavier que fica em Uberaba, casa da prece Chico Xavier fica na Avenida João 23 no Parque das Américas em Oberaba. Casa Espírita João Urzedo, também em Uberaba, na Vila Esperança. E aguarde, vai acompanhando aí nas redes sociais que nós vamos avisando onde é que vai ser possível eh mandar dinheiro para chegar mais de pressa a ajuda que eles necessitam, porque nós estamos nós estamos longe, né? Então, eh, a logística para levar material para lá é mais complicado. Marir de ano de 2027 estaremos lá. Conecta conectando corações e Deus. Exatamente. Eu já tirei com o tio Divaldo, mas ele ao vivo e acordo, sabe? Eu não tive esse privilégio. [risadas] Ai ai gente, o Conecta foi muito especial porque as pessoas estavam realmente interessadas em se relacionar ali independente de conhecer pessoas. Nós conversamos muito e fizemos amizade nas filas do café, na fila do banheiro, na fila do almoço, depois nas mesas coletivas, eram mesas bem grandes. Então você sentava com um monte de gente que você nunca tinha visto na vida. E aí quando chegou na hora de vir embora, nós estamos lá na rodoviária, de repente passa uma senhorinha, olhou para mim e falou: "Já conversei com você hoje". Eu falei: "É verdade, nós já conversamos hoje porque nós tínhamos conversado lá no conecta. Foi muito especial, foi muito bom mesmo, excelente. Pessoal de Uberaba já está arrecadando, mobilizando toda a cidade. Isso é muito bom. Não se esqueçam, acompanhem aí de perto as notícias e vamos ajudar esse povo porque eles estão precisando da gente, tá bom? Eh, para
a já está arrecadando, mobilizando toda a cidade. Isso é muito bom. Não se esqueçam, acompanhem aí de perto as notícias e vamos ajudar esse povo porque eles estão precisando da gente, tá bom? Eh, para vocês que acompanharam até agora, até 9:30 da manhã, muito obrigada pela presença de todos. Eu espero que vocês fiquem bem e que amanhã estejamos todos juntos também aqui no Bom Dia Café. Beijo grande.
Vídeos relacionados
Bom dia, café! 140126 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 240326 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 200226 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 030226 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 231225 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 031225 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 180226 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 230226 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus