Bom dia, café! 140126 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 15/01/2026 (há 2 meses) 1:28:55 42 visualizações

O Bom dia, café! tem agora uma playlist de músicas no Spotify. Vá lá conhecer a aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música. Acesse e ouça: sptfy.in/bom-dia-café A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

Nascer, morrer nascer. [música] ainda e progredi [música] sempre não é [música] além nascer, nascer podrer, poder. Renascer, [música] renascer ainda e progredir, progredir [música] sempre sem ser. Não é [música] além nascer. >> Ó tristeza, me desculpe, estou de malas prontas. Hoje a poesia veio ao meu encontro, já raiou o dia. Vamos viajar. Vamos indo de carona na garupa leve do vento macio que vem caminhando desde muito longe lá do fim do mar. Vamos visitar a estrela da manhã raiada que pensei perdida pela madrugada, mas que vai escondida querendo brincar. Esta música é em homenagem aos 5 anos do Renovando Consciências. [risadas] Bom dia, Norma querida. Muito obrigada pelo recorte do Bom Dia Café de 2024, se não me falha a memória, em que eu começo já cantando essa música. Já naquele tempo já começando Bom Dia Café com Música, hein? Bom dia, Café para você. São 7:33. Está começando agora a nossa live de boas notícias, bons exemplos, de boas reflexões à luz da doutrina espírita e dos ensinamentos de Jesus. Sejam todos muito bem-vindos. Espero que vocês estejam bem aqui. Estamos todos bem também. Choveu bastante ontem, choveu bastante essa noite, então hoje já não tá tão calor, tá bem fresquinho, ó. 21º agora em São Carlos, no interior do estado de São Paulo. Conta aí para mim qual que é a temperatura hoje aí na sua cidade, de onde você tá falando, por favor. Já vamos agradecer também os nossos parceiros de transmissão. Essa é uma live que parte do canal Renovando Consciências ou como disse o nosso amigo, acho que foi o o Jaime que falou, o nosso canal Mat é a o Renovando Consciências, mas nós somos também eh enviados para vocês através do Conecta Espiritismo, da Web Rádio Fraternidade, o Igzi, que é o estudo goiano de estudos espíritas e a rádio Espírita do Paraná, além do grupo Espírita Fonte Viva. Muito bom dia para todo mundo e muito obrigada. Mair, bom dia. Friozinho bom aqui em São Carlos. É isso aí, Mair, ontem você veio aqui na sede do Bom Dia Café e nós não fizemos uma foto, hein?

e Viva. Muito bom dia para todo mundo e muito obrigada. Mair, bom dia. Friozinho bom aqui em São Carlos. É isso aí, Mair, ontem você veio aqui na sede do Bom Dia Café e nós não fizemos uma foto, hein? Nós esquecemos de fotografar. Puxa vida, Mair esteve aqui tomando café no estúdio um do Bom Dia Café. [risadas] Bom dia para Isa. Acho que é Isa, né? Isa, bom dia para você. Muito obrigada por ser membro de um canal espírita. Isso ajuda bastante os canais todos. Eu falo sempre para vocês que é é uma necessidade, porque ã significativa daquilo que a gente usa para levar essas lives para vocês é paga. E uma parte significativa dessa parte é em dólar. Então ajudar um canal espírita é sempre bom. Se você puder, né, eh, para você ser membro de um canal espírita, você tem que clicar nesse botão que tá do ladinho aí do botão do inscreva ou inscreva-se ou inscrito, tem um botão do seja membro. Você pode clicar nele e aí você avalia, né, ler as instruções, avalia se se cabe para você, se você acha razoável, né? E aí você colabora ou não colabora, dependendo da sua da sua condição e da sua opinião também, né? Muito bem, Alguinha, abençoado dia para nós todos. Thago, bom dia. Algo abençoado. Dia cafezeiro, viajando pelos canais parceiros. Isso aí, querida. Faz muito bem, faz muito bem. É bem gostoso isso, viu? A gente vai assistindo Bom Dia Café pelos por outros canais, né? Assiste um dia pelo Web Rádio Fraternidade, em outro dia assiste pela pelo Iges, em outro dia pelo Conecta, né? Assiste lá pelo Facebook também que eu tô, eu transmito lá pelo meu Facebook. Dolores, bom dia. Dolores, bom dia, Terezinha. Você sabe que vocês duas estão lá na transmissão, no recorte que a a Norma fez, né, de 2024. Foi bem legal. Mair, paz a todos. Ah, é esse aqui que eu usei, né? Eu achei que tava lá no começo. Olha só. Bom dia. Ah, Eliamar. [risadas] Eu tô precisando trocar o óculos, gente. Eli mar querida, bom dia, meu bem. Bom dia. A Rosiane Taiuara, lindíssima, né? Você já escutou o essa música com Nelson Gonçalves? Nossa,

h, Eliamar. [risadas] Eu tô precisando trocar o óculos, gente. Eli mar querida, bom dia, meu bem. Bom dia. A Rosiane Taiuara, lindíssima, né? Você já escutou o essa música com Nelson Gonçalves? Nossa, é a coisa mais linda. Eu aprendi a gostar dessa música com meu pai ouvindo Nelson Gonçalves cantando ela. Olha só quem está aqui. Hum, tá sumido, hein? Rádio WRB. Hum, tá sumido. Juiz de Fora. Ontem muita chuva e o tempo ficou fresco. Graças a Deus, né? Graças a Deus. A gente precisa de chuva. Antonieta, meus amor, bom dia. Bom dia também para Deve ser Pedro, né? Quintal Agro. Deve ser Pedrux. Deve ser Pedrux esse quintal agro aí. Tânia Maria, bom dia. Voltaria aí brevemente. Acho bom. Acho bom. Gente, foi um conversei que vocês não tm ideia. Não tem ideia. É um a gente não viu a hora passar. Quando eu vi o André já tava já tava aqui em casa, eu falei: "Nossa, [risadas] é bom, né? Quando a gente conversa assim, perde até noção do tempo. É uma delícia. É uma delícia. Dolores, temperatura caiu bastante de 34º para 22. É isso aí. É isso aí. E tem Bom Dia Café também pela rádio RB. O WRB. É, você precisa avisar a gente paraa gente começar a falar aqui também. Tá transmitindo ao vivo, Diego? Tá fazendo a transmissão ao vivo já. Jorge Cavalcante, bom dia. Sobral, Ceará. Muito bem. Eu estive no interior de do Ceará o ano passado e fui para Nossa, eu esqueci o nome da cidade. É possível isso? >> Eu sou Pato Branco. >> Pato Branco é Rio Grande do Sul. Tenha dó. fala bom dia aqui que o povo não vê você faz tempo. Eu fui >> qual viagem você tá falando >> que eu fui lá pra casa da G. >> Bom dia, gente. >> Aqui achei as fotos. >> Limoeiro. Tchau, filho. Bom trabalho. Eu fui para Limoeiro do Norte, interior do Ceará, visitar a minha amiga G, que tá morando lá. E a foto que eu abri aqui, vocês não vão acreditar. [risadas] Ela foi me levar quando chegou umas 3 horas da tarde, ela me levou numa padaria. Ela falou assim: "Você vai ver agora uma das coisas mais diferentes que tem aqui". Bom, vocês imaginam, né?

. [risadas] Ela foi me levar quando chegou umas 3 horas da tarde, ela me levou numa padaria. Ela falou assim: "Você vai ver agora uma das coisas mais diferentes que tem aqui". Bom, vocês imaginam, né? Interior do Ceará devia estar uns 30 e tantos graus, porque eu fui para lá, não era, foi outubro, foi outubro, então não tava ainda aquele calorão do super verão, mas tava quente para caramba. Entramos na padaria, ar condicionado no talo e uma mesa, mais uma mesa, um monte de gente na padaria, padaria lotada, uma mesa enorme, sabe do quê? de sopa e caldo. Tava todo mundo tomando sopa e caldo. [risadas] Eu fiquei passada e tomando com gosto, gente. Fazia umas cumbuca, tomando sopa e caldo num calor de 34º. Eu falei: "Ah, vou falar o quê? Eu tomo café quando tá calor assim. Cada um com". E sabe outra coisa também que eu fiquei encantada lá em Limoeiro do Norte, interior do Ceará? É que as árvores não estão na calçada. As árvores estão na rua, tem a calçada, né? A faixa de calçada pro pedestre passar. E a a aqui tem a guia, né, da sargeta, acaba a calçada. Aí tem um pedacinho de asfalto e a árvore. Eu achei bem legal. não atrapalha o pedestre. Fiquei, achei bem interessante. É bom a gente viajar e poder ver essas diferenças, né? Tenho certeza que aí quando vocês saem aí do do Ceará e vem aqui para São Paulo, vocês tomam susto com um monte de coisa também, né? Porque a cultura é diferente, mas é bem legal, né? Mas eu fiquei passada com o povo tomando sopa às 3 horas da tarde e um calor. Pato branco é no Paraná. Então é isso que eu falei pro André. O André soltou a primeira coisa que a é Paraná Pato Branco e não Rio Grande do Sul. Desculpa, querida. Obrigada. Pato Branco é no Paraná. Eu errei também. Ó lá. Bom dia, André. Deus te abençoe. Vai lá trabalhar. Vai lá. Bom dia sumido. [risadas] Ai ai. Leopoldina. Bom dia, querida. A Olga. Credo, esse corretor me mata. Deus te abençoe. Marilda. Bom dia. Ah, Lilian querida, bom dia. Quem canta seus males espanta ainda, despa, desperta a nossa memória afetiva do

Bom dia, querida. A Olga. Credo, esse corretor me mata. Deus te abençoe. Marilda. Bom dia. Ah, Lilian querida, bom dia. Quem canta seus males espanta ainda, despa, desperta a nossa memória afetiva do Taiiguara. Merece um abraço de sol da Bahia. Ah, um beijo enorme. Essa música é muito linda. Se vocês ainda não ouviram ela inteira, eh, procurem aí o nome dela. Eu tive que cantarolar um pedaço, né? Porque, ah, eu fechei. Ela chama viagem. Ó, o Emílio Santiago também gravou. Eh, muita gente gravou e vocês sabem que essa a viagem aqui, olha, deixa eu ver quem é o autor. Eu não quero ver isso. Olha, a composição é do João de Aquino e Paulo César Pinheiro. Não é do Taiguara. Taiguara gravou também. Eu achava que era do Taiguara, mas não é. A composição dessa música é do João de Aquini e Paulo César Pinheiro. Interessante, né? Maravilhosa, música maravilhosa. Nós gaúchos tomamos chimarrão no verão também, mesmo sendo muito quente. Pois é, pois é isso que eu tô falando, gente. Tudo uma questão de cultura. Mas foi engraçado porque a gente já tinha conversado, eu a sobre isso, né? E eu, na minha cabeça, é coisa minha, não tem nada a ver com, é óbvio, né, que essas coisas do o que comer, quando comer, ou o que beber e quando beber tem tudo a ver com com o nosso hábito, com a nossa vontade, nem não tem nada a ver com certo e errado. Mas eu já tinha conversado sobre isso com a G e já tinha falado para ela que para mim, na minha cabeça, sopa, caldo, essas coisas, só no jantar e no frio. Ah, porque sim, né? E aí ela foi me levar para ver e eu achei fantástico. Adorei. Sou fã de Taiguara e lembro-me também na voz de Nelson Rodrigues. Pois é. Pois é. Shirley, bom dia para você, Maissa. Ah, eu não lembro de ouvir com a Maissa. Vou procurar, vou procurar porque a voz da Maissa é maravilhosa. Eu achava ser da Maa, ela também gravou. Pois é, não é? Que coisa, né? Que coisa. Muito bem, nós vamos agora paraa nossa prece. Tem muita coisa hoje. Nós vamos passar das 8:30 hoje. Tudo indica.

hosa. Eu achava ser da Maa, ela também gravou. Pois é, não é? Que coisa, né? Que coisa. Muito bem, nós vamos agora paraa nossa prece. Tem muita coisa hoje. Nós vamos passar das 8:30 hoje. Tudo indica. Vamos lá paraa nossa prece. >> Vamos visitar a estrela. Auxiliemos, auxiliemos os que tombaram em sofrimento. Deixa que a voz deles te alcance a vida. Não te presumes tão longe. Frequentemente o espaço que os distancia não é senão aquele que te separa do lar vizinho. Enquanto nos detemos pensando nas lágrimas que lhe encharcam as horas, é possível estejam a poucos metros de nós carregando fadiga e desilusão. os que talvez procurem mostrar um sorriso após remover os sinais do pranto do rosto desfigurado em penúria. E os que, não obstante, presenciam todos os excessos de uma existência faltosa, acalentam a ideia do suicídio, crendo seja fuga a única solução para as dificuldades a que se arrojam, imprevidentes. Muitos abraçam empresas delituosas, adquirindo tormentos de espírito ao pé de outros tantos que escalaram a barranca da vaidade, despencando em precipícios de treva. Deixa que te visite no espelho da consciência. Vê-los assentindo-te por baliza de existência, caravana de angústia. Dói contemplar não somente os adultos algemados à aprovação, mas também as crianças e os jovens esfoliados de afeto, que a necessidade em muitas ocasiões, relega o espinheiro da enfermidade ou a vala do suicídio e do vício. se desfrutas de saúde, se tens algum tempo disponível, se possu influências ou retén aquela sobra da bolsa, colabora para que se reduzam o desespero e a aflição que ainda lavram na terra. Não exijas, porém, a alheia gratidão para auxiliar, ainda mesmo que os necessitados do teu concurso transporte no peito corações empedernidos na sombra do mal, dos quais não te é lícito aproximar por enquanto, a fim de que patrocines a irreflexão ou a desordem. Ora por eles e ampara-os de maneira indireta. As mães dos obsessores dos ingratos, ainda quando desencarnadas estão vivas, elas vibram de esperança e

fim de que patrocines a irreflexão ou a desordem. Ora por eles e ampara-os de maneira indireta. As mães dos obsessores dos ingratos, ainda quando desencarnadas estão vivas, elas vibram de esperança e felicidade com os teus gestos de amor e te dirão em preces de alegria no silêncio da alma. Deus te guarde e abençoe. Deus te guarde e abençoe. Veja que Emanuel convida a gente para orar por todos, né? e ajudar a todos, independente da condição e da situação, né? Nós somos, a gente não pode fazer escolher para quem quem a gente vai ajudar e por quem a gente vai orar, não é? É isso. Quando alguém faz sopa por aqui, em pleno verão, nos espantamos. [risadas] O chimarrão, tudo bem, né? É que nem o café. 30º. Acho que eu vou fazer um café. Oi, Maria, bom dia, querida. Bom dia. Muitas bênçãos para nós todos. E aí, Júlio? Já jáúlio ET já caiu fora? Já voltou para cá? Como é que estão as coisas por aí? Você já tá sem visita? Ó, o Diego contando. Bom dia. Café está no site da rádio WRB. atualizado diariamente. Programa entra na grade agora em fevereiro. Iremos gravar chamadas e afins contigo. Me aguarde. E tem aquela nossa novidade, lembra gravar aquele piloto? Lembro, lembro. É um tem um um Ah, é verdade. É, tô esperando, tô esperando. Tô aguardando aqui. [risadas] Ai, ai. Muito bem. Agora, agora a gente deveria. Ah, eu esqueci de fazer a autodescrição, gente. Me perdoe. Vocês me desculpem, esqueci completamente. Vocês estão ouvindo aí, né? Tem. Vou fazer minha audiodescrição e depois nós vamos pro aniversariante. Eh, meu nome é Estela, eu sou uma mulher branca de 61 anos, grisalha, cabelos bem curtinhos, óculos de aro arredondado, vermelho, olhos castanhos. Tô usando batom vermelho, uma blusa, uma camiseta preta com o desenho de de um um par de pés vestindo tênis. É para dar a impressão que é aquele star, né, que é do nosso tempo de adolescência. Tem uma garrafa verde de café, que é a minha garrafa de cafezinho em cima da mesa, o computador e eu estou no meu quintal. Então, atrás de mim tem muitas

tar, né, que é do nosso tempo de adolescência. Tem uma garrafa verde de café, que é a minha garrafa de cafezinho em cima da mesa, o computador e eu estou no meu quintal. Então, atrás de mim tem muitas plantas. E vocês vão ouvir barulho porque tem uma obra aí do lado, né? Faz parte. É assim que funciona. Muito bem. Então, já deixa eu só olhar aqui uma coisa. Hum. Patrícia desenroios. Vamos ver se eu consigo pôr o aniversariante do dia aqui. A gente tem colocado, faz homenagem aos aniversariantes do canal, né, do renovando consciências. Mas se for seu aniversário, você também avisa pra gente poder cantar parabéns para você, que aqui a gente gosta de cantar parabéns para você. Parabéns para você nessa data querida. E aí, enquanto eu falo disso, enquanto tá abrindo aqui para ver se eu se eu abro Bro, esa só um pouco. Tô tentando aqui abrir o o WhatsApp, porque nele tem o a o card do aniversário de hoje lá no grupo do Renovando Consciências. A Desenroos esqueceu hoje do esqueceu de colocar o card do aniversariante, tá vendo, ó? Não tá. Então eu tô tentando abrir aqui de outro jeito. É o que a gente tem para hoje. Eles ontem, o dia inteiro, eles não fizeram barulho aqui no fundo. Hoje eles vão fazer. [risadas] Faz parte. Mas vocês estão me ouvindo, né? Ou vocês estão com problema para me ouvir? Tão me ouvindo? Júlio ficou encantado com a NASA, já voltou pro novo escritório. Ah, que bom. Ah, eu imagino, né? Eu imagino. Deve ser um lugar fantástico mesmo. Calma que tá chegando lá. Eu vi que tem um aniversário e aí não quero passar passar o Bom Dia café. sem. Ah, lá. Pronto, abriu. Agora tem que abrir o card, né, gente? Vocês já viram. Vocês estão me ouvindo? A gente tem que passar por essas situações sem muito desespero. Teve um dia, era tanto barulho aqui fora que eu não conseguia me concentrar. Aí eu tive que fazer lá na cozinha, fechar a cozinha inteira para conseguir ouvir meu pensamento. Sabe como é que é? Ixe. Ué, não tá o som tá bom. Ouvindo perfeitamente. O som tá bom? Sim, tô ouvindo. Então tá

e que fazer lá na cozinha, fechar a cozinha inteira para conseguir ouvir meu pensamento. Sabe como é que é? Ixe. Ué, não tá o som tá bom. Ouvindo perfeitamente. O som tá bom? Sim, tô ouvindo. Então tá bom. Então tá ótimo. Tá carregando aqui de novo porque não apareceu alguém ainda? Eh, pronto. Agora, agora vai aparecer aqui. Tá difícil, né, gente? Tem coisa que é assim mesmo. Se você tá chegando hoje no Bom Dia Café, vocês não se espantem. O Bom Dia Café é uma live espírita, mas um pouquinho diferente do convencional, porque o objetivo aqui, obviamente, quer falar das obras básicas, quer falar de espiritismo, falar de Jesus, mas nosso objetivo aqui é trazer para você é compartilhar com todos as boas notícias e os bons exemplos, porque a gente tem um hábito de dizer que o mundo vai muito mal, que as coisas coisas estão horríveis, que tá tudo péssimo, que o ser humano não tem mais jeito, que o Brasil é uma porcaria e etc, etc, etc. E o que o Bom Dia Café tem como proposta é mostrar para você e para todo mundo que isso não é verdade, porque existe muito mais gente boa fazendo boas coisas no mundo do que o contrário. Este nosso país é um país país maravilhoso. Nós temos Você jura que você não vai abrir? Olha que pecado. Ah, agora abriu aqui. Assim, gente, não vai de um jeito, vai de outro. Vou mostrar para vocês que que eu fiz aqui, já que não foi de um jeito. Aí, muito bem. Vamos, eu vou pôr a vinheta primeiro que eu consegui abrir a coisa aqui, o que eu precisava. O card. Lá. Vamos agora de aniversário. Se abrir ni aí. Muito bem. Parabéns para você nessa data querida, Luciana. Muitas felicidades, tudo de muito bom para você. São os votos aqui dos cafezeiros e dos pedreiros também. [risadas] Tudo de muito bom para você, viu, querida. Muita paz, muita saúde, muita prosperidade espiritual. Que seja um novo ano abençoado. Muito bem. Fecha aqui. Vixe. Eu tô tentando ouvir meus pensamentos hoje. Nós vamos inverter um pouco porque tem efemérid eh, e hoje também tem tem umas

dade espiritual. Que seja um novo ano abençoado. Muito bem. Fecha aqui. Vixe. Eu tô tentando ouvir meus pensamentos hoje. Nós vamos inverter um pouco porque tem efemérid eh, e hoje também tem tem umas efemérides muito interessantes. Mas hoje nós temos também o querido Cléber. Eh, tem uma duas efemérides, na verdade, né? Uma delas bem grande de uma figura que eu não conhecia. Então, eu já falei muitas. Bom, então eu vou inverter hoje o nosso a nossa a ordem das coisas e vou colocar para vocês primeiro o nossas histórias. Quem ainda não assistiu nossas histórias, são gravações que eu fiz com o Cléber, que é um amigo jornalista eh de muitos anos, de muito tempo, é um querido, ele tem contado histórias muito interessantes, a história da vida dele é muito legal, mas o propósito aqui acima de tudo é a gente refletir sobre as coisas que nos acontecem com a mesma com o mesmo otimismo, com a mesma tranquil ilidade do Cléber, eh, porque ele tem essa capacidade, sabe, de encarar situações mais adversas de forma tranquila, né? E não são muitos episódios, nós já estamos aí indo pro encerramento, praticamente tem mais, acho que dois ou três além do de hoje. Eh, isso tem mais dois. Então, tem o episódio de hoje mais dois. Então acompanha aí a conversa com o Cléber que eu tenho certeza que você vai gostar. E aí depois a gente volta pra programação normal do Bom Dia Café, que são as as efemérides e as boas notícias. Oi para você. Bom dia, boa tarde, boa noite. Vamos começar mais um episódio, este de número oito da nossa série Nossas Histórias, conversas entre dois jornalistas, eu e o Cléber, que vai nos mostrar que toda a história vale um conto. E mais que isso, toda a história deve ser celebrada. Não fique de fora dessa nossa estrada. vai até o a playlist aqui do canal e veja os episódios anteriores, porque as histórias são todas ótimas. Volta aí, dá uma olhadinha em todas elas, mas primeiro assiste o episódio de hoje, né? E pra gente começar o nosso episódio de hoje, bora lá para o nosso parceiro de bancada, senor

s são todas ótimas. Volta aí, dá uma olhadinha em todas elas, mas primeiro assiste o episódio de hoje, né? E pra gente começar o nosso episódio de hoje, bora lá para o nosso parceiro de bancada, senor Cléber. Bom dia, boa tarde, boa noite e como eu sempre digo, para os notívagos como eu, boa madrugada. Tudo bom, gente? Tudo bom, Estelinha? Tô aqui de novo para contar um pouquinho de de nossas histórias. >> Isso mesmo. >> E ouvir também, né, Estelinha, que >> quanto mais o tempo vai passando, mais você vai também contando suas histórias, né? Dá uma sempre um ganchinho para uma história sua também. Legal. E a gente fica aqui também na espera da história de quem tá nos assistindo, né, que é o que o pessoal mande história pra gente para que a gente possa contar história dos outros aqui também. >> É legal, é verdade, tem toda a razão. Vamos paraa nossa autodescrição primeiro. >> Vamos lá. Pode começar. >> Eu sou a Estela, tô na janelinha esquerda. Nós estamos em duas janelinhas, viu, gente? Então, a janelinha esquerda estou, eu. Sou a Estela, uma mulher branca de 60 anos, cabelos grisalhos, curtos, óculos diário vermelho. Eu estou no meu quintal, então tem umas plantas atrás de mim. E agora nós decidimos que o uniforme do nossas histórias é camiseta preta. [risadas] Eu tô com a minha, só que a minha é uma camiseta que tá, eu não vou conseguir mostrar ela inteira para vocês, mas tá escrito I see that people. É da camisetaria per espírito, então já eles gostam de fazer umas gracinhas com as com o espiritismo. Bora lá, Cléber. >> Eu para completar o clube dos grisalhos, estou do lado direito. Eu tenho uma parede beja. A parede de sempre, tá gente? Só vou repetir aqui. A parede bege ao fundo com uma porta do lado direito e alguns livros, aliás, do lado esquerdo, alguns livros. Eu sou grisalho, uso óculos, tenho uma barbicha branca também, cavanhaquezinho aqui, sei lá como é o nome disso, barbicha cavanhaque, sei lá, é um monte de pelo branco aqui embaixo do queixo. Ã, estou de camiseta preta hoje. Não é

enho uma barbicha branca também, cavanhaquezinho aqui, sei lá como é o nome disso, barbicha cavanhaque, sei lá, é um monte de pelo branco aqui embaixo do queixo. Ã, estou de camiseta preta hoje. Não é uma camiseta de rock and roll, finalmente uma que não seja, mas é toda florida, cheia de rosas, umas rosas bem vermelhas assim e e cor-de-osa mesmo também com uma camiseta preta. E é isso. E os óculos, né? E cabelos grisalhos. É isso aí, gente. Esse sou eu aqui de novo para contar as nossas histórias. >> Muito bem. E hoje nós vamos falar do que mesmo, Cléber? Olha, eu eu tenho contado algumas histórias, até até pensei hoje em sair um pouquinho dessa história de de ficar falando de doença, essas coisas, tal, mas eu eu lembrei de uma coisa que eu contei, acho que não sei se foi a semana passada ou foi a semana retrasada, né? Eh, de negligência. Lembro quando eu contei o negócio do meu pescoço lá, daquele e que eu tive uma trombofbite no pescoço, tal. Aí eu pensei, falei pô, acho que eu vou falar um pouco mais de negligência de novo, né? Eu acho legal falar isso porque além de ter uma história interessante, você também dá um alerta paraas pessoas, né? E é uma história até meio assim meio meio escabrosa, mas a gente chega lá. Estelinha, é o seguinte, eu não vou me lembrar agora. Eu, isso deve ter sido por volta de 1995, tá? Já tem um bom tempo aí, tá? Eu comecei a ter uns uns problemas intestinais, né, que eu achava que era uma um, não vou dizer um uma uma diarreia, uma coisa assim, não era não era bem isso, mas eu eu tava meio com destino solto, né? >> É. >> E só que isso não me incomodava muito, né? E assim, >> você achou que era normal? >> É. E não é, e não é só isso. Eu tava num momento profissional muito carregado. Eu trabalhava na Record e no SBT. Então assim, eu saía de casa. >> Gente, ó, só parênteses. Isso é só pra gente muito louca. Duas redações de TV é só para quem tá bate fora do bumbo, para quem tem os parafusos a menos. É só para vocês entenderem o o contexto, só para

Gente, ó, só parênteses. Isso é só pra gente muito louca. Duas redações de TV é só para quem tá bate fora do bumbo, para quem tem os parafusos a menos. É só para vocês entenderem o o contexto, só para contextualizar. >> É. É. Aí você acho que vocês vão entender um pouco do [risadas] com essa explicação da Estela, vocês vão entender o por que eu deixei chegar onde chegou. Gente, eu realmente eu não batia bem da cabeça, né? Então assim, eu saía de casa, eu acordava por volta de 5 horas, saía por volta de 5:30, eu tinha que estar dentro da redação da Record. às 7 eu saía da Record às duas e entrava às duas no SBT. Eu saí as duas e entrava as duas. Pera aí, tem uma coisa errada. Não tá batendo, né? Chama bicorporiedade isso, a capacidade de estar em dois lugares ao mesmo tempo. >> Aí, mas eu fiz um acordo lá no SBT que eu conseguia entre as 2:30, eu pegava o carro, gente, e eu saía voando da Record. Eu ainda, olha, a loucura era tanta que eu parava no estacionamento do SBT, eu colocava o um o como que é o nome daqui? Uma eu não era celular, não tinha celular na época com alarme, era uma calculadora eletrônica que tinha um alarme. Eu dormia 10 minutos, eu chegava às 2:20, ele tocava às 2:30, eu tava de frente pro o estacionamento era de frente pra entrada do SBT, onde ficava o cartão de ponto. Então ele tocava, eu saía voando do carro e ela marcava o ponto e entrava. Ou seja, todo dia eu entrava às 2:30 em ponto. Então assim, era uma vida muito louca. né? E aí era das 2:30 até às 9:30 da noite, só que eu nunca sai fechamento de redação, fechamento de você, nunca sai no horário, né? Então eu saía todo dia 10:30, 11 horas da noite, saía do SBT, ia para casa para no dia seguinte, 5 horas da manhã tá acordando e tá indo para Record. Ah, foi muito tempo isso. Eu não tinha tempo para cuidar da saúde. Então, esse pequeno probleminha de intestino solto. Ah, isso a gente Ah, eu vou no banheiro, tá tudo bem. Eu vou no banheiro. Ah, é o que são 4 anos com esse problema. >> Nossa,

para cuidar da saúde. Então, esse pequeno probleminha de intestino solto. Ah, isso a gente Ah, eu vou no banheiro, tá tudo bem. Eu vou no banheiro. Ah, é o que são 4 anos com esse problema. >> Nossa, >> anos. >> 4 anos. Você ficou >> 4 anos. 4 anos. É. Mentira. Não, não é mentira, gente. 4 anos levando esse problema. Sim, levando em mafiota, porque não tinha tempo de cuidado. Falou, eu não tinha tempo. >> Sem contar, viu, gente? Sem contar que ele tinha que casar os plantões dos dois das duas redações, porque quem trabalha em redação de TV faz plantão sábado e domingo, né? Não, ele pior. >> Então tinha que acertar, ele tinha que acertar o plantão das duas emissoras para não, ele não ter que fazer plantão no mesmo final de semana. >> Esse é de 95 a 97. Em 97 >> você tinha folga algum dia da semana? >> Não, não, em 90 não tinha, tinha. 97 eu saio da do SBT, em 98 eu saio da Record. Só que em 98 mesmo eu começo a trabalhar numa produtora e aí a coisa é muito mais louca, porque assim em produtora você vai paraa rua e fica na rua e assim o cara te liga em casa, fala: "Amanhã você tá indo para tal lugar e você tinha que est de manhãzinha lá para pegar o carro e ir embora para passar uma semana no interior. E 90 e 98 foi assim. O ano inteiro, o ano inteiro ainda era um ano eleitoral. >> A produtora ainda foi cobrir ainda algumas campanhas. A gente ainda fez algumas campanhas. Então era uma coisa assim muito louca, né? Você dependia de agenda do do candidato. Aliás, eu lembro até o candidato lembro era o Féldman e e a gente tinha que acompanhar. Então era uma coisa, foi uma coisa muito maluca, né? Em 99 nasce meu filho, o Lucas nasceu em fevereiro de 99. Aí que eu falei: "Opa, se eu dar uma Eu tinha saído da, terminou o ano de 98, eu saí da da documenta em 99, logo no começo do ano, eu já começo a trabalhar na TV Senac, né? Mas como esse começo de ano era o era era o momento de nascimento do Lucas, eu não quis trabalhar em janeiro. Falei: "Ah, vou ficar janeiro em casa".

do ano, eu já começo a trabalhar na TV Senac, né? Mas como esse começo de ano era o era era o momento de nascimento do Lucas, eu não quis trabalhar em janeiro. Falei: "Ah, vou ficar janeiro em casa". Que eu saí, eu saí da documenta no final de dezembro. Em janeiro, eu falei: "Não vou trabalhar janeiro, nem vou procurar emprego". Em fevereiro, no começo de fevereiro, nasceu o Lucas. Logo depois eu já comecei a trabalhar. 15 dias depois eu tava trabalhando já na TV SENAC, né? Foi só o tempo do Lucas nascer mesmo. E aí que eu falei: "Pô, tô com filho, né? Tenho que ver que que esse negócio tá no na minha no meu intestino aqui, né? E aí, aliás, para não falar que para não falar, ó, para não falar que eu não cuidei, eu fui no médico, sim, não lembro em que momento, mas no meio desses 4 anos, eu fui no médico, eu fiz uma colonoscopia, deu lá que tinha uma uma que é uma inflamação qualquer, tal, e eu tinha que tratar, né? Aí, olha que engraçado, eu tinha que tratar isso. Aí eu falei: "Tá, eu vou tratar". E fui para casa. Aí passou, falei: "Pô, preciso voltar". Aí passou, sei lá, uns dois meses, eu voltei no médico, né? Fal, deixa eu tratar disso, vai. Ele falou: "Tal, deixa eu." Aí voltei no médico, cheguei lá, não era mais o mesmo médico, era um outro médico. Falei: "Pô, e o Dr. Fábio?" A Dra. Fábio foi embora, teve um problema com a família, tal, teve que ir embora para pro interior de São Paulo. Agora sou eu que tô atendendo aqui. Fi legal. Aí peguei expliquei para ele o problema, mostrei os exames, né? E ele virou para mim, Estela, e falou assim: "Cléber, eh, eu vou te falar o seguinte: você quer, você quer curar?" Falei: "Claro que eu quero." Ele falou: "Você vai fazer terapia? Caraca, eu tô no gastroenterologista problema. [risadas] O cara manda eu fazer terapia, eu quase mandei ele para aquele lugar, sabe? Eu fiquei muito pê da vida, pô. O cara mandando eu para fazer terapia, peguei, saí de lá muito p da vida, fui embora. Ah, não terapia, >> mas ele tava coberto de razão, né? Ele

ara aquele lugar, sabe? Eu fiquei muito pê da vida, pô. O cara mandando eu para fazer terapia, peguei, saí de lá muito p da vida, fui embora. Ah, não terapia, >> mas ele tava coberto de razão, né? Ele estava 100% certo. E vou explicar por no final. Aí tudo bem, Estela. Deixei passar mais uns dois anos até que eu realmente fui, o Lucas nasceu e aí eu fui tratar e aí quando eu fui fazer uma, encontrei um outro médico em outro lugar. Quando eu fui fazer uma colonoscopia, eu fui fazero uma clínica, não fui em hospital no meio e assim e eu fazia, a gente fazia acordado no meio da do exame, o médico disse para pra enfermeira assim, ó, pode parar. Aí a enfermeira falou assim: "Mas doutor, a gente não acabou". Ele falou: "Não, pode parar que eu não posso fazer mais nada por ele". Ele falou isso para mim, falou paraa enfermeira, eu não posso fazer mais nada por ele. Essa foi a frase que ele usou. Aí ela falou: "Mas doutor"? Ele falou assim: "Não, o caso dele é de hospital e acabou o exame ali." Aí ele saiu da sala, foi pra sala dele, a cabeça já começou a pensar mil besteiras, né? E eu peguei, entroquei tal, saí, fui para pra sala dele, ele começou a falar, eu não não tava mais raciocinando com que ele a o que ele falava, com que minha com que o meu ouvido ouvia, com que o meu cérebro eh concatenava, não tava não tava nada em sintonia. >> É porque você travou ali, não posso fazer nada por ele, né? >> É, exatamente. >> Travou ali, né? Aquela informação. >> E aí ele falou, falou, falou, falou, falou, falou. e saiu da sala, me deixou sozinho na sala dele, né? Ele se despediu e saiu. Eu fiquei ali e tal pensando, né? Aí eu peguei, levantei, sai correndo, falei: "Doutor, doutor, doutor". Ele falou que ah, que ele, a única coisa que eu lembro que ele falou é que eu tinha 44 cm do intestino comprometido. Aí com tumor. Aí eu ferei para ele assim, eu saí correndo, falei: "Doutor, o senhor falou em tumor 44 cm, não sei o quê, tarará, pode ser câncer, abre o jogo." Ele falou: "Clebre, para

o comprometido. Aí com tumor. Aí eu ferei para ele assim, eu saí correndo, falei: "Doutor, o senhor falou em tumor 44 cm, não sei o quê, tarará, pode ser câncer, abre o jogo." Ele falou: "Clebre, para mim é, eu só não posso dizer porque eu não fiz autópsia, a epiópsia. >> É só oncologista, né? Que com a biópsia que pode dar o diagnóstico. >> É, aí, Estela, já saí dali, >> o bicho pegou, >> fui para casa. Eu lembro que o Lucas era pequenininho e meu sogro ia sempre lá, todo dia lá, né? Meu sogro era apaixonado pelo Lucas. Ele ia todo dia lá brincar com o Lucas. Nesse dia eu entrei em casa um como um furacão, um um avião. Entrei, fui direto pro escritório, fui pro escritório, cheguei lá no escritório, chamei o D. Falei: "Dé, vem aqui". Aí quando ela chegou lá, eu desabei. Uá, comecei a chorar, chorar, chorar, chorar, chorar. Ela falou, falei, ela falou: "O que que foi?" Eu falei: "Ah, eu acho que eu tô com câncer um destino de 40 de de 44 cm. Ela: "Como assim?" Tal. Peguei e expliquei para ela. Meu sogro, coitado, lá na sala achando que eu entrei, não cumprimentei ele, tava bravo, que era porque ele tava ele em casa todo dia. Ele achou que eu estava achando que ele tava enchendo o saco. Tadinho. Mal sabia ele que eu adorava que ele ia lá ver meu filho, né? Meu filho adorava ele e eu gostava muito que ele fosse em casa. E aí é assim, e aí começou uma saga, começou uma saga assim de vai primeiro pro primeiro primeiro lugar que eu fui foi pro hospital do câncer. Eu fui para lá com uma colega da TV Sená que arrumou um médico lá. Fui para lá e lá eles fizeram a biópsia e viram que não tinha câncer nenhum. Fizeram, acho que pegaram 10 amostras os 44 cm e não tinha nenhuma, nenhuma parte tinha câncer. Era um tumor benigno mesmo. >> Então, pera aí, vamos, pera aí, vamos por vamos por partes agora. Deixa, deixa eu brincar aqui de entrevistador um pouco. Você ficou com raiva do médico? Porque ele falou que ele achava que era câncer. >> De jeito nenhum. De jeito nenhum. Est, >> por quê? Porque normalmente gera esse

incar aqui de entrevistador um pouco. Você ficou com raiva do médico? Porque ele falou que ele achava que era câncer. >> De jeito nenhum. De jeito nenhum. Est, >> por quê? Porque normalmente gera esse tipo de situação gera uma raiva, né, das pessoas com relação a quem dá notícia. Você não ficou com raiva >> no primeiro momento. Eu fiquei p da vida com ele quando falaram para mim que não era. Mas assim, eu tive um raciocínio muito rápido, Estela. Eu eu eu acho que fiquei com raiva dele. Eu não tenho certeza, mas eu devo ter ficado. Mas p assim, por por segundos. Por quê? Porque na verdade eu agradeci ele. Porque se ele não fala daquela maneira, talvez eu não tivesse corrido atrás do tratamento, entendeu? Eu acredito um pouco nesses tratamento de choque, sabe? Você às vezes tem que ser meio duro com a pessoa, tem que olha, você vai morrer se você não fizer isso. >> E não tinha muito o que ele fazer também, né? Ele ia dizer para você: "Ah, eu não sei. Esse não sei para mim também é muito pior, >> sabe? Eu não sei o que é, você precisa ir ver num um especialista. Olha, eu acho que é câncer, mas se você precisa para ter certeza, você tem que procurar um especialista e fazer a biópsia". >> Exato. >> Eu não eu não vejo isso como um problema. Por isso que eu tô, eu perguntei para você, porque tem muita gente que fica revoltada com o médico, acha que é onde já se viu, que é absurdo, não era, não podia ter falado assim com a pessoa. Enfim, >> então isso tem tudo a ver, Estela, com com as nossas histórias, né? Porque eu sou uma pessoa assim, eh, eu sempre procuro, não é que eu procuro, eu não gosto muito dessa dessa dessa e dessa, desse jeito poliana de ser, né? Mas assim, mas eu procuro sempre eh enxergar pelo menos dois lados da O meu pai me ensinou uma coisa que é muito interessante. Meu pai sempre disse para pra gente que a verdade ela tem três lados. A verdade sempre tem três lados. Tem o meu lado de uma história que eu e você a gente tá contando, Estela. Ela vai ter três

sante. Meu pai sempre disse para pra gente que a verdade ela tem três lados. A verdade sempre tem três lados. Tem o meu lado de uma história que eu e você a gente tá contando, Estela. Ela vai ter três lados. Tem o meu lado, tem o seu lado e tem ela, a verdade verdadeira. A sua verdade é diferente da minha, a minha é diferente da sua. E a verdade verdadeira, ela é diferente das duas. >> Com certeza. Com certeza. >> Então eu sempre procuro ver o outro lá. Isso até pela minha carreira de jornalista, mais de 30 anos, 35, 40 anos fazendo jornalismo. Então a gente lá procura sempre ver o outro lado da coisa também, né? Então, eh, eu nunca acho que tal coisa foi feito. Ah, aquele cara, ele ele é ingênuo. Ele é ingênuo ou ele é maldoso? Entendeu? Ah, ele é maldoso. Ah, tá. Ele é maldoso ou ele é ingênuo? >> Sabe? Então, assim, dá para não dá pra gente ficar, sabe? categórico ali, olha, é assim, sempre pode ter um outro lado. E eu sempre penso nisso. E e quando essas coisas acontecem comigo, eu sempre vou buscar o o outro lado, entendeu? Eu sempre vou buscar o outro lado, né? Então, eh, e eh o fato do médico ter dito para mim que ele achava que era câncer, que na opinião dele era, né, só me fez correr. Eu tava 4 anos, 4 anos e meio já sem, sem tratar a Estela, eu tinha que tratar. Eu tava, eu tava chegando num ponto que eu não podia mais sair de casa, que eu tinha, sentia vontade no banheiro sete vezes por dia, entendeu? Então assim, eh eh eh eu tinha que tratar e aí eu comecei o tratamento. Ah, e outra coisa, eh eh fui pro por beneficência por sair do hospital do câncer, que lá não precisava não é não era mais o meu local de tratamento. Fui pra beneficência portuguesa. Lá na beneficência descobriram que além dessa infecção de 44 cm, eu tinha sete pólipos. Dois deles já tinham estourado e vazavam sangue. Por isso que eu tinha muita secreção e muito sangue também que saía pela, né, pelas césias. E e eu completo relaxo, né, da minha parte, né, esse negócio de você ter que trabalhar, ter que

avam sangue. Por isso que eu tinha muita secreção e muito sangue também que saía pela, né, pelas césias. E e eu completo relaxo, né, da minha parte, né, esse negócio de você ter que trabalhar, ter que trabalhar, ter que trabalhar. Hoje eu ensino pros meus filhos, né? E é como eu falei para você, acho que na também no último episódio, tá lá na bem no começo do meu livro, né? O que eu passo, que eu ensino para os meus filhos, eu passei para as pessoas. Se no teu trabalho você, em tudo na vida, tem que ser feito com diversão, com prazer. A partir do momento que você não sente mais prazer ou não se diverte mais fazendo aquilo, muda. Muda. >> E sabe o que que hoje? É isso que eu faço da vida. >> A gente já conversou sobre isso, mas é sempre bom repetir, essa nova geração, né, os nossos filhos e os mais novos que os nossos filhos, eles vêm com uma filosofia muito diferente e eu acho que muito mais adequada de como viver, né? O trabalho não é o que faz um um bom homem, né? Não, o o trabalho não enobrece o homem. O trabalho é só parte, é uma parte da nossa vida. Quem enobrece o trabalho é o homem. O homem é que torna o trabalho algo nobre de ser feito e não o inverso. E a gente não pode transformar nossa vida em trabalho. E nós somos de uma geração, né, Cléber, que achava que se você não tivesse morrendo de tanto trabalhar, você não tava fazendo o suficiente, você tava fazendo pouco. A gente tinha que se matar de tanto trabalhar. Aí você era uma pessoa bacana. Se você não fosse, não tivesse nessa condição, você não tava, tava, alguma coisa tava errada com você. E não é possível que depois você teve outros problemas ao longo da vida, mas eu ten depois de dos 55 eu comecei a ver o as consequências no meu corpo do excesso de trabalho. >> Todos os problemas de saúde que eu tenho, os médicos falam que são todos resultado de eh lesão por esforço repetitivo. É trabalho, trabalho em excesso. pelo problema que eu tenho nos ombros. Eu fiquei afastado, eu fiquei afastado da na TV Senac durante anos eu fiquei me

os resultado de eh lesão por esforço repetitivo. É trabalho, trabalho em excesso. pelo problema que eu tenho nos ombros. Eu fiquei afastado, eu fiquei afastado da na TV Senac durante anos eu fiquei me afastando. Passei por 13 eh peritos por causa da do problema que eu tenho nos ombros, por isso fosse repetitivo, né? Ficava trabalhando como louco ali, sabe? Das 7 da manhã às 10:30 da noite, né? Não, não dá para, não dá para para os, ninguém aguenta, não tem corpo que aguente, né? E uma coisa que você falou, Estela, você falou da da do pessoal que tá chegando, esse pessoal novo é bem assim, do jeito que você falou, só que tem um um uma faixa etária aí que é o pessoal dos 36 até os 40 e poucos. Aí esse pessoal ainda é meio work ainda, sabe? É um pessoal que ainda pensa muito em, >> que acha que tem que chegar nos nos 30 anos com primeiro milhão, >> que o cara tem que acordar, o cara tem que acordar 4 horas da manhã, ir pra academia, para fazer academia, ir bem saradão pro trabalho e mostrar trabalho. Eu tenho que não tem que fazer nada disso, >> não é? >> Você tem que cuidar de você. Se você tiver condição, legal, acorda um pouquinho mais tarde, faz uma academia, ótimo, é bom paraa saúde. Eu não tô dizendo que não é para fazer academia, o que eu tô dizendo é não tem que acordar 4 horas da manhã para fazer academia. >> É, >> não tem que ter uma vida louca, não tem, não precisa, entendeu? >> Seu corpo precisa descansar também. >> Exatamente. Exatamente. >> É tudo, tudo na tudo na média, né? fazer descansar, fazer atividade física, trabalhar, porque trabalhar é bom, trabalhar é bacana, dá sentido, muitas vezes dá sentido à vida, né, o trabalho que a gente realiza dentro dessa dessa qualificação que você fez, né, que precisa ser divertido, >> que precisa fazer bem pra gente, assim como várias outras situações fazem bem pra gente, né? Para muita gente cuidar da casa é legal fazer uma jardinagem, você tem que ter tempo para fazer as coisas que você gosta, porque tempo >> é de verdade é a única a única riqueza

azem bem pra gente, né? Para muita gente cuidar da casa é legal fazer uma jardinagem, você tem que ter tempo para fazer as coisas que você gosta, porque tempo >> é de verdade é a única a única riqueza que a gente tem mesmo, mesmo é uma riqueza, porque você não tem ele de volta e ele custa caro, é tempo. >> Exato. >> Tempo. >> E outra coisa, Estela, eh eh não é só o trabalho, é tudo na vida. Tudo na vida tem que ter prazer. Eu eu tô aqui porque me dá prazer fazer isso. Por que eu estaria aqui se não se não fosse prazeroso? Como eu falei lá atrás no no primeiro episódio, eh, as pessoas ficavam: "Pô, Cléber, você tem que contar suas histórias. Você tem que contar suas histórias." Chegou o momento, falei: "Pô, eu preciso contar, tá?" Porque começou a me fazer falta, começou, eu comecei a achar que ia ser legal, ia ser gostoso. No primeiro momento eu não achava que não, mas depois eu mudei, falei: "Não, acho que vai ser gostoso". E tá sendo muito legal. >> É. >> E acho legal isso. E aí, assim, só para terminar essa questão, Estela, eu acabei fazendo mais umas só para tirar os pólitos. Foram mais, depois dessa da beneficência portuguesa, eu fiz mais umas três colonoscopias lá. mudei, né? E de hospital, nunca tirei o sete pólipos. Em três ou quatro cronoscopias eu tirei os sete pólipos. Nunca mais eu tive pólipo. Nunca mais. >> Nunca mais trabalhou em duas redações. >> Nunca mais trabalhei em duas. Deixa eu ver se é verdade isso que eu Deixa eu ver se [risadas] Não, nunca mais trabalhei em duas redações. Eh, mas uma coisa importante, eu fui fazer terapia. >> Ah, >> tá. Por quê? Ah, eu descobri, tem um estudo de um, eu lembro só o nome, o sobrenome do cara, negrão. Nome dele, o sobrenome dele é Negrão. E ele ele fez esse essa esse mestrado na UnB em que ele mostra que 82% dos casos de colonoscopia, se não engan isso, não vou lembrar o número exato, mas acho que era em torno de 80%, vai dos casos de colonoscopia, de colonoscopia de e no colon alguma coisa essa infecção no

s casos de colonoscopia, se não engan isso, não vou lembrar o número exato, mas acho que era em torno de 80%, vai dos casos de colonoscopia, de colonoscopia de e no colon alguma coisa essa infecção no colonoscopia agora, me me confundi, tá? Desse problema no no intestino, >> é, >> tá? É eh ocasionado em virtude de problemas psíquicos mesmo, sabe? terapia ajuda. >> É, >> então assim, eu descobri que o eu tava com com a a minha com o meu mental afetado. Também não tinha como, né? Você trabalhava em dois empregos, você não tem tempo paraa família, você vê a sua mulher grávida, você não sabe, você, pô, preciso ficar em casa, mas eu tenho que trabalhar, pô. Mas sabe, não precisava de dois empregos, não precisava, sabe? Aí você começa falar: "Gente, pera aí, pera aí". E aí você começa a confundir tudo e a hora que você vê você já tá doente, entendeu? >> É. >> E você fala assim: "Olha, o por isso que eu digo, foi ótimo o médico ter dito para mim que ele achava que era câncer, >> porque foi um tapa na minha cara aquilo, entendeu? Falei: "Agora eu vou correr atrás". E depois que eu vi que não era, falei: "Mas agora eu já tô correndo atrás, eu vou continuar correndo atrás". Entendeu? Mesmo melhor que não seja, né? Foi um alerta isso, >> né? >> Então, eh, sabe? E aí tratei, >> ã, eu faço colonoscopia agora de dois em dois anos. Nas últimas três que eu fiz, eu não tenho absolutamente mais nada destino limpinho, limpinho, limpinho, >> graças a Deus, né? >> Não, não faço mais terapia também. Parei a terapia, tive a >> primeiro porque eh eu achei que eu precisava parar. A própria terapia já não tava mais me agradando na, sabe? >> Eu tava no começo eu gostava. É aquela história do prazer, não tava mais dando prazer fazer terapia, entendeu? Ah, chegou num ponto porque eu dei uma parada na época da pandemia e depois voltei. Ã, a própria terapeuta, mesmo sei, sei. Eh, eu, eu achei que tava um clima muito, eu te conheço muito bem. Não, ela tem que ter o afastamento, entendeu? Tem assim, não sabe, tem que

a e depois voltei. Ã, a própria terapeuta, mesmo sei, sei. Eh, eu, eu achei que tava um clima muito, eu te conheço muito bem. Não, ela tem que ter o afastamento, entendeu? Tem assim, não sabe, tem que ter um afastamento. >> Então ela começou a falar coisas assim, lembrar coisas da minha mãe que eu contei para ela, da minha mãe, só que assim já não é não era aquilo. >> Ela tava confundindo talvez com uma outra pessoa, não sei. Pera aí. >> Então, mas você sabe que eu já troquei de terapeuta por causa disso, né? >> Porque ele era muito amigo. [risadas] >> Exatamente. >> Virou uma conversa de amigo em vez de ser de ser terapia. E outro dia eu falei pro meu atual terapeuta que eu entendia muito bem porque é que não podia ser eh o terapeuta não pode ser amigo do do paciente, né, e vice-versa, porque realmente não dá certo, não funciona. Eu já tive eu já tive terapeuta que era minha amiga. Primeiro ela foi minha, era, ela era minha amiga, depois ela virou minha terapeuta. Durante um tempo aquilo funcionou, mas aí eu tive que parar por outros motivos. Então não sei se ia se ia ser bom forever, né? Se ia dar certo para sempre. Durante um tempo foi bom, deu certo, funcionou. >> É, >> mas a gente tem que tomar cuidado com isso. É, >> tem, tem, tem. E eu acabei e assim, acabei, mas eu acabei, eu, eu deixei de fazer a terapia num momento muito legal para mim. Eu tô muito, pô, minha autoestima hoje é super elevada, sabe? Então eu, eu, sabe, e eu descobri que eu tinha que vir aqui contar as histórias. Então, eh, tudo isso conta. E aí chega onde eu queria com essa história, né? Queria falar para as pessoas o seguinte: >> "Eu já negligenciei demais a minha vida, demais, demais demais, né? E eu sempre tenho, meu filho brinca muito comigo também, minha filha também, né? Eu sempre tenho uma segunda chance, né? Então assim, eu tenho segunda chance demais na vida, né? Uma vez uma amiga minha perguntou: "Ô, Cléber, você sabe quantas segundas chances você já teve?" Aí eu fui para ela, falei assim: "Olha,

e, né? Então assim, eu tenho segunda chance demais na vida, né? Uma vez uma amiga minha perguntou: "Ô, Cléber, você sabe quantas segundas chances você já teve?" Aí eu fui para ela, falei assim: "Olha, obrigado, né?" É, né? >> É, eu falei para ela assim: "Olha, eu não sei exatamente quantas segundas chances eu não, né, eu tive, mas uma coisa eu sei, eh, Deus tá me dando muita oportunidade de aprender. Então, cada uma dessas chances que eu tive foi para aprender." >> É, >> então assim, eu não acho ela porque ela ela até brincou, né? Eu esqueci de falar isso. Ela até brincou que eu tinha muito para ensinar. Aí eu virei para ela assim e com essa história de ter muito para ensinar, acho que na verdade eu tenho muito para aprender, né? Então assim, a gente tem muito a aprender. Então toda segunda chance que a gente tem, a gente tem muito a aprender. O ensinar a gente faz aos poucos, né? A gente vai passando as nossas experiências, as nossas histórias, a gente vai contando e sempre vai ter alguém que vai pegar alguma coisa, né? >> É. Então assim, se tem alguém lá que tá nos vendo agora, fala: "Pô, olha isso aí, ó. Olha eu negligenciando a minha vida aqui. Olha eu só pensando no trabalho. Olha eu só pens, sabe?" Então assim, e o mais importante, tudo que você for fazer na tua vida tem que te dar prazer. Se não tiver te dando prazer, pensa em mudar. Já começa a ver um outro caminho, >> sabe? Tenta, pensa, começa a pensar. Ah, eu não tenho outro emprego agora, tá? Mas pensa, começa a pensar, começa a pensar em alguma coisa que vai te dar prazer. Se a própria mudança em si já não vai te dar prazer, né? Então assim, às vezes a própria mudança já dá prazer. Mudar o ar, mudar o local, isso já dá já já dá um um gás novo para pra pessoa, né? >> É. Então, eu acho, eu acho necessário, eu acho necessário você eh não não dá para você trabalhar infeliz, >> não dá para você fazer alguma coisa infeliz, >> não dá para você viver um relacionamento infeliz, >> não dá. É, você tem razão, você tá

ho necessário você eh não não dá para você trabalhar infeliz, >> não dá para você fazer alguma coisa infeliz, >> não dá para você viver um relacionamento infeliz, >> não dá. É, você tem razão, você tá coberto de razão. É isso aí, >> né? Então, acho que é isso. E assim, e eu descobri isso, né? Eh, quando eu chego em eu chego em casa aqui, eu olho pro meu filho com 9 meses, eu entro em casa e vejo meu filho com 9 meses e falo: "Pô, eu tenho um câncer de 44 cm, eu não vou ver meu filho crescer?" Sabe? Foi o que aconteceu comigo quando eu cheguei em casa naquele dia. Então, assim, eu peguei e corri pro escritório e lá eu desabei, comecei a chorar, chorar, chorar. Falei: "Pô, não vou ver meu filho crescer." Por culpa de quem? Por culpa minha. >> É. Isso é legal você ter e esse conhecimento, entendeu? Que a culpa era só minha. Eu não ia poder passar essa culpa para ninguém. >> Quem é de quem é a responsabilidade, né? Não é do destino, não é da falta de sorte, >> nada, nada. Era só minha. >> É. >> E é isso que eu quero passar para as pessoas, entendeu? com as nossas histórias, mostrar isso. Olha, pensa na na sua responsabil Isso que você falou agora, Estela, na sua responsabilidade, >> né? Não passa pros outros isso, porque a partir do momento que você sabe que a responsabilidade é sua, você é aquela história que eu sempre conto aqui do quando eu assisti o filme Nosso Lar, que eu vi lá André Luiz de um lado do lago e a mulher do outro que ele olha e fala: "Ai, aquela mulher chata, >> chata". É, >> entendeu? E aí ele fala: "Pô, ela não é chata, eu é que tô errado". Isso aconteceu comigo, né? né? Olhava pra mulher na rua aqui e via aquela mulher chata >> e corria para dentro de casa que ela era todo mundo na rua achava a mulher chata. >> Achava ela chata. >> O dia que eu falei: "Pô, ela não é chata. Esse sentimento ruim quem sente sou eu." >> É isso. >> Ela não tá, ela não me fez nada, gente. Ela não tinha feito nada. Então, quem quer saber dessa história, eu conto essa história melhor em um dos outros

entimento ruim quem sente sou eu." >> É isso. >> Ela não tá, ela não me fez nada, gente. Ela não tinha feito nada. Então, quem quer saber dessa história, eu conto essa história melhor em um dos outros episódios aqui atrás. Gente, tem que dar uma assistida aí para ver, porque é um sentimento ruim que a gente sente com relação aos outros. no momento que os outros não te fizeram nada. Então não é o outro problema, o problema é seu, é você que tá sentindo aquela coisa ruim. >> Então é você que tem que mudar. >> E é isso. Eu mudei, melhorei. Estou curado, graças a Deus. >> Muito bem, muito bem, muito bem, muito bem. Bom, nós vamos encerrando o nosso oitavo, né? >> Oitavo, >> oitavo episódio. A gente até meio que se perdeu aqui, viu, gente? Eu tava até meio perdido qual que é o episódio, mas nós vamos ter outros, hein? Nós teremos outros, vocês podem ter certeza. E reforçando >> semana que vem estaremos aqui de novo. >> É, reforçando a mensagem que o Cléber já disse lá no começo, mande para nós também a sua história, aquela história que você sabe que precisa ser contada, porque ela tem que ser celebrada. uma boa história, uma história de uma situação interessante que você percebeu as coisas de outro jeito ou que fez você perceber a vida de outro jeito, como o Cléber acabou de contar para nós, viu? No nosso próximo episódio teremos mais histórias, certo, Cléb? Cléber, >> com certeza, Celinha, gente, obrigadão, tá? Que vocês tenham uma ótima semana, tá? E um beijo grande. Até a próxima. >> Tchau, gente. Até semana que vem. As histórias são as histórias são sempre boas, né? Mas vocês viram que eh é uma das propostas que a gente tem aqui, né? Você sempre pode escolher de que maneira você vai encarar a situação, de que maneira você vai entender o comportamento do médico, de que maneira você vai entender o seu comportamento, de que maneira você vai entender o comportamento do do sogro, da esposa, né? Você tem, é você que decide. Eh, por pior que seja a situação, você sempre pode decidir como vai passar por

comportamento, de que maneira você vai entender o comportamento do do sogro, da esposa, né? Você tem, é você que decide. Eh, por pior que seja a situação, você sempre pode decidir como vai passar por ela, se vai passar com sofrimento profundo e absoluto e desespero ou se você vai entender aquela situação como uma oportunidade de aprendizado, como um momento de rever os as suas atitudes, de rever sua vida, de dar importância pro que realmente é importante para aquilo que não é. É isso. Por isso que são tão interessantes essas histórias, né, pra gente fazer essa essa reflexão, sabe? Rosângela, bom dia. Bom dia também. Ah, pro Cléber. Bom dia pro Cléber aí, ó, ao vivo agora. ao vivo. E mas é importante isso. Agora eu vou andar rápido porque a gente já tá aos 8:43, já estamos com 13 minutos além do nosso horário. Então vamos lá paraas nossas efemérides. Muito bem. Num dia 14 de janeiro, só que de 1942, desencarnava José Antônio José Trindade, um dos fundadores da Federação Espírita do Estado de São Paulo. Mas agora vocês vão entender, a gente já falou de vários fundadores da Federação Espírita, vocês vão entender um pouco. Isso tem a ver com o movimento espírita. E e eu particularmente gosto muito de falar dessas histórias do movimento espírita, porque as pessoas têm uma falsa ideia de que no movimento espírita tudo tem que ser perfeito, porque nós somos espíritas, não vai ser nada perfeito. espírita não é um ser superior a ninguém, não é uma um espírito iluminado. Ele é como todos os outros, alguém, um espírito tentando aprender e aí optou por aprender através do espiritismo e não de outra religião, nem de outra filosofia. E o movimento espírita, já dizia a minha mãe, tá cheio de doente, porque o espiritismo é um hospital, não é? Se a gente fosse muito bom, mas muito bom mesmo, a gente não precisava de religião, né? a nossa consciência seria o suficiente para nos fazer caminhar de da forma correta, mas a gente não dá conta disso. Esse Antônio José Trindade, ele em 1916

esmo, a gente não precisava de religião, né? a nossa consciência seria o suficiente para nos fazer caminhar de da forma correta, mas a gente não dá conta disso. Esse Antônio José Trindade, ele em 1916 fundou a sinagoga espírita São Pedro e São Paulo. Vocês já ouviram falar da sinagoga? É uma sinagoga espírita que fica em São Paulo, na capital. Dois anos após, a instituição passa a chamar-se Sinagoga Espírita Nova Jerusalém. em virtude de uma cisão interna que separou seus diretores. É a coisa mais comum acontecer. E aí tem um negócio interessante, né? Porque toda vez que tem uma cisão em casa espírita, mais um centro espírita é fundado, o que não é de todo ruim, né? Após essa cisão, a Liga Espírita, a União Federativa e a Federação Espírita do Estado de São Paulo, FESP, que deixa de existir para deixa de existir para reaparecer tempos depois. Eh, então a FESP some e volta tempos depois. A FESP que o que o nosso Antônio José Trindade ajudou a a fundar, tá? Ela vai desaparecer e vai ressurgir em seguida. O senhor Trindade é convidado a conhecer São Paulo quando ele ele ainda não morava, né? Agora nós vamos contar a história dele. Ele veio de Portugal pro Brasil como representante do governo português na coroa, né? É coroa. Acho que era coroa. Não, não era coroa. Mas enfim, como representante do governo português e enquanto ele estava aqui no Brasil, houve uma uma mudança radical na nos gestores de Portugal. E aí ele vai, ele foi convidado a conhecer Santos, eh, onde ele proferiu palestras literárias, né, e onde ele conheceu as principais figuras da colônia, né, da de do Brasil em Santos, como também as as nacionais, dentre estes o Afonso Serra, essa, bom que seja, ah, que faz a sua apresentação política com quem trava a sólida amizade também, né? né? Então esse Afonso Serra, eles viram amigos por questões, por interesses econômicos e também políticos através de Serra. É que o Trindade conhece ah o Espiritismo, ele é apresentado, né? O o Serra apresenta para ele, entrega

, eles viram amigos por questões, por interesses econômicos e também políticos através de Serra. É que o Trindade conhece ah o Espiritismo, ele é apresentado, né? O o Serra apresenta para ele, entrega para ele uma uma um livro dos espíritos, um exemplar do livro dos espíritos. E aí ele começa a estudar a obra do Allan Kardec. Depois disso, Trindade um dia contou, né, que ele fez a leitura dos livros do Kardec, começou a um novo um novo horizonte se abriu, né, e ele começou a entender uma série de coisas. Aí o o Trindade resolve voltar para Santos, porque nessa época já ele tava em outro lugar. E ele passou a procurar uma maneira de conhecer o que ele leu no livro dos espíritos na prática. Então ele queria ver os fenômenos. O Afonso Serro levou para assistir algumas sessões espíritas e na segunda sessão ele foi convidado para falar sobre livre arbítrio. Como ele tinha um conhecimento filosófico muito bom, né? tinha uma cultura muito grande. Então, para ele eh entender o espiritismo e a teoria espírita, as obra entender as obras básicas foi mais eh simples, né? Foi mais fácil, porque a pessoa que tem é culta e inteligente vai entender melhor o que ele o que lê, né? É uma coisa natural, não, isso não acontece só no espiritismo, né? Eh, e aí um espírito lhe perguntou: "Quando estareis disposto a tomar vosso lugar na seara que acabas de abordar?" O Trindade, nos anos seguintes, se aprofundou no estudo do Espiritismo, frequentou várias sessões, que eram as reuniões mediúnicas, e alertado pelos espíritos que ele não estava no caminho do espiritismo por acaso, ele abraça a a doutrina, né? eh abandonou as tentadoras ofertas que poderiam proporcionar a aquisição de enorme fortuna fortuna material para dedicar-se inteiramente às lidades espirituais, tornando-se um trabalhador. Em 1916 já é um notável estudioso do Espiritismo, reconhecido como grande conhecedor do tema, fez conferências em São Paulo explicando que era mediunidade e em particular explicando que era a mediunidade do Carlos Mirabelli.

estudioso do Espiritismo, reconhecido como grande conhecedor do tema, fez conferências em São Paulo explicando que era mediunidade e em particular explicando que era a mediunidade do Carlos Mirabelli. ah, fez várias conferências sobre os fenômenos espíritas, porque era o grande tema, né, da época, como que os espíritos atuam na matéria, né, sobre os quando o espírito tá encarnado. Eh, as conferências tiveram muito sucesso. E em decorrência dessa eficiência, nas explicações científicas, Antônio José foi convidado a fazer demonstrações sobre a prática espírita no salão da união espírita do estado de São Paulo. Lá eles onde se dá as onde acontecem público. Aí que ele é então que ele funda a sinagoga espírita em 1916, mas ele funda a sinagoga como uma escola de ensino e prática da doutrina codificada do do mestre de Leon, mas principalmente, né? Mas principalmente não, né? E principalmente a os ensinamentos de Jesus. Ele ajudou a edificar hospitais, sanatórios, criou a cozinha dos pobres, instrutor laboratório e farmácia, fabricando e distribuindo remédios, e instituiu o Natal dos Pobres, onde dezembro em dezembro distribui-se um farto natal a centenas de famílias necessitadas. Cada família recebe aproximadamente 20 kg de mantimentos, além de R$ 5.000 em dinheiro. Editou nas décadas de 30 e 50 a revista alvorada de uma nova era, Os livros Não Matarás e Fatos subsídio para a história do Espiritismo, que é o caminho aos que querem pôr a mão no arado para trabalhar na seara. Desencarnou em 14 de janeiro de 1962. viveu entre nós 79 anos e 8 meses e 6 meses deixando um grande legado. interessante, né, a gente saber que eh muitos hoje a gente vê muito isso também, né, muitas dos das pessoas que iniciam no espiritismo eh se tornam grandes conhecedores da doutrina, mesmo com pouco tempo de estudo, porque entendem muito rapidamente eh e absorvem muito rapidamente os ensinos que os espíritos deixam. pro Kardec. É muito interessante isso. Então, você tem do mesmo jeito muitos espíritas que estão

, porque entendem muito rapidamente eh e absorvem muito rapidamente os ensinos que os espíritos deixam. pro Kardec. É muito interessante isso. Então, você tem do mesmo jeito muitos espíritas que estão há décadas na doutrina e ainda não, alguns ainda não entenderam exatamente a proposta do Kardec e em contrapartida você tem outros que estão há pouco tempo na doutrina e entenderam completamente o que o que a codificação deixou para nós. É, é, é. Importante a gente conversar sobre isso, porque eu tava falando isso com uma amiga ontem, com a Mairde, que veio aqui em casa ontem. Não necessariamente. Eu que fui evangelizada no espiritismo, sei mais sobre a doutrina do que uma pessoa que está estudando há pouco tempo. Ela pode ter entendido melhor o que ela leu do que eu e justamente por estar chegando, ter uma visão mais adequada daquilo que tá colocado nas obras básicas. Então, eh, é uma uma vantagem às vezes você nascer numa família espírita. É, é porque você não tem que você não tem o trabalho de deixar de acreditar em algumas coisas para entender, para absorver o espiritismo. Você já cresce eh dentro do espiritismo, né? Fica mais fácil. Eu concordo que fica mais fácil, mas decididamente não significa que quem nasceu em família espírita vai conhecer melhor o espiritismo do que a pessoa que se tornou espírita já adulta, né? Eh, eu tenho muitos exemplos disso. No caso, sou eu que nasci em família espírit. Nasci não, quando eu tava com quatro, três, três para 4 anos, é que meus pais deixaram o catolicismo para para se tornarem espíritas. Muito bem, temos mais uma. Nossa, vou chegar às 9, hein? A outra efemérida de 1943 em Campo Grande, quando desencarnou o médium Anésio Siqueira. Ele foi famoso na década de 30. Eh, a história dele é que ele sofreu uma enfermidade muito grave que levou à proximidade da morte. Os médicos o desenganaram, mas de repente ele se recuperou e começou a fazer curas. Não conhecia o espiritismo e nunca o aprendeu. Dava passes, esfumando o cigarro entre os dedos e realizou curas

rte. Os médicos o desenganaram, mas de repente ele se recuperou e começou a fazer curas. Não conhecia o espiritismo e nunca o aprendeu. Dava passes, esfumando o cigarro entre os dedos e realizou curas espantosas, tanto espirituais, quer dizer, desobsessão, né, quanto materiais, que doenças do corpo físico. José Arigó Riro já na infância. Ah, é aí ele tá falando de outra de outro de outro médium. Ah, eu achei que esse daqui era dele também. Aqui é um um texto que eu encontrei na internet muito interessante, mostrando os casos de mediunidade. Isso foi onde eu achei informação do anes eh contando casos de mediunidade que o médium só descobre que tem mediunidade de cura depois que ele próprio é curado. Então, até ele ter uma doença muito grave e precisar ser curado por alguém ou ele próprio, né, pedir a cura. e ser atendido, é que ele começa a fazer cura, começa a curar outras pessoas. E aí o o articulista faz uma série de de reflexões sobre isso, levanta uma série de possibilidades, mas é interessante porque ele elenca vários casos, eu não lembro agora são cinco ou seis casos eh iguais, o que não significa que todos os todos os médiuns de cura começaram dessa forma, mas é uma uma visão interessante, né? umas alguma uma possibilidade interessante, bem interessante. Gente, eu já segurei vocês demais. Eu não vou até o meio-dia hoje, vocês fiquem tranquilos, sossegados. Eh, quero lembrar a vocês que o Bom Dia Café tem uma playlist lá no no Spotify. Você, quem tiver Spotify ou quem não mesmo que você tenha uma conta gratuita, não importa, procura lá no Spotify Bom Dia Café. Tem vários Bom Dia Café lá, várias playlist com esse nome, mas vocês vão encontrar lá a a com o logo a a playlist com o logo do Bom Dia Café. E aí aproveitem as músicas que estão lá, porque são músicas bacanas pra gente ter esse dia eh inspirado pelo bem e pelo pelas boas ações. Eu espero que vocês tenham uma ótima quarta-feira. Eh, não se esqueçam que amanhã também tem Bom Dia Café. Amanhã nós temos personalidade na área, então fiquem

pirado pelo bem e pelo pelas boas ações. Eu espero que vocês tenham uma ótima quarta-feira. Eh, não se esqueçam que amanhã também tem Bom Dia Café. Amanhã nós temos personalidade na área, então fiquem espertos para acompanhar aí a o nosso Bom Dia Café de amanhã. Fiquem todos bem, fiquem todos com Deus e tenha uma ótima quarta-feira. Até amanhã no nosso Bom Dia Café.

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