Bom dia, café! 231225 AO VIVO Renovando Consciências
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade
الله devagar porque já tive pressa. Chorei demais. Eu tô muito emocionada. Estamos perdida aqui, gente. Nós estamos tentando cantar. Ai, meu Deus, gente. >> Hoje me sinto mais forte, mais feliz. Quem sabe só leva a certeza de que muito pouco eu sei ou nada sei. >> E conhecer as mãhas e as manhas o sabor das massas e das massas. >> É preciso amor para poder pulsar. É preciso paz para poder sorrir. É preciso a chuva para florir. E >> ai, deu certo. Bom dia, minha gente. >> Que coisa linda. >> Ei, bom dia, meu irmão. Seja bem-vindo aqui conosco nesse espaço de amor e luz. A gente já agradece a sua presença, seu presente de tá aqui com a gente, de cantar com a gente. Obrigada, viu? >> Que desafio. Ah, minha irmã, a gratidão é minha, viu? E o presente também é meu, poder fazer parte dessa familiux. Que coisa abençoada. >> Uma época tão numa época tão iluminada, tão amorosa, né? Como é essa que envolve o Natal e todas as suas lembranças, as suas comemorações, as suas reflexões. Muito obrigada, irmã. Também tô feliz e emocionado, viu? também já saiu tudo andando aqui, mas deu tudo certo. Deu tudo certo, porque a gente se reúne aqui, sabe, amigo, todos os dias durante a semana para trazer, né, as boas notícias, trazer o que de bom tá acontecendo, o que de maravilhoso já aconteceu, sabe? efemérides da nossa doutrina pra gente olhar para tudo isso através do evangelho de Jesus, dessas lições maravilhosas para que a gente possa se entregar cada vez mais a esse caminho da verdade que nos salva, né? Plenos aí cada vez mais de amor para que a gente possa cumprir com as nossas missões onde onde quer que elas sejam. né, em casa, com o nosso trabalho, no nosso voluntariado, mas que a gente possa ser essa luz que Jesus falou que nós somos cada vez mais. Então, a gente se reúne aqui com essa familiux aqui maravilhosa, ó. E aí, ó, antes, só antes da gente falar bom dia para eles, vamos fazer nossa audiodescrição e aí você já fala um pouquinho quem é o Wellington para quem não te conhece, né,
miliux aqui maravilhosa, ó. E aí, ó, antes, só antes da gente falar bom dia para eles, vamos fazer nossa audiodescrição e aí você já fala um pouquinho quem é o Wellington para quem não te conhece, né, irmão? Então, eu sou Patrícia, uma mulher de pele clara, eu falo quase chegando no cabo da Boa Esperança, aí firme e forte, cabelos castanhos escuros, sempre rebelde. Tô com uma armação de óculos eh vermelha, retangular. Hoje eu tô com uma camiseta verde do Fraternidade sem Fronteira para esse encontro especial. E nossa época de Natal, atrás de mim tem um armário de portas brancas e minhas estantes aqui de livros dos meus amigos, irmãos aqui que me inspiram, né? Sagrada família Jesus, Kardec, Dr. Bezerra, a Joaninha tá por aqui também, eh, Teresa de Ávila ali também com a sua frase maravilhosa que Deus basta. e a borboleta, né, que é a nossa inspiração para essa permanente transformação. Diga aí, meu amigo. Eu sou o Wellington, tenho cabelos baixos, lisos, bem grisalhos já. Eu tenho 59 anos de idade, pele morena, sou rechonchudo, bochechudo. Eu uso óculos de armação escura na cor azul e tô usando uma camiseta laranja também da fraternidade sem fronteiras. Tá aqui a logo dela. Atrás de mim tem uma parede lisa, >> ela tá escura. E é isso. Eu moro em Uberlândia, estado de Minas Gerais, no Brasil, e tenho a alegria de ter conhecido a Fraternidade Sem Fronteiras, a doutrina espírita que muito tem me ajudado a enxergar a vida e a caminhar de forma mais segura. entendendo o verdadeiro propósito da vida e do viver. >> Eh, que maravilha essa doutrina abençoada que nos permitiu os reencontros, né, de tantos corações, ó. E essa turminha que tá aqui com a gente, eh, faz parte também, ó, Zé Aparecida e a Célia estão sempre com a gente aí também nos canais, levando a sua arte, sua música. Essa aqui é a nossa chefa, viu, da do Bom Dia Café. A Estela é a chefa Lux aí falando seu bom dia para nós, ó. Já é o Wellington Lux, tá? Tá no F Lux aqui. >> Beijo, Estela. A Antonieta, uma qua, lá
. Essa aqui é a nossa chefa, viu, da do Bom Dia Café. A Estela é a chefa Lux aí falando seu bom dia para nós, ó. Já é o Wellington Lux, tá? Tá no F Lux aqui. >> Beijo, Estela. A Antonieta, uma qua, lá de Sergipe, tá em Rachoelo. Esse pessoal lindo também do Amor e Caridade lá de Aracaju. É o Jairo também, outro apresentador aqui nosso do Bom Dia Café. O Paulo que tá em São Paulo, lá em Conchal também, um trabalhador incansável aí, nosso amigo querido. Aqui o pessoal me chama de desenroios, irmão. E a Ritinha, uma amiga também queridíssima, tá em São Paulo. A Marilda, querida, também tá em São José do Rio Preto, agora é a mais nova apresentadora do Bom Dia Café aqui. Muito legal. Ó lá, a nossa, a nossa chefa adora a cantoria. Espetáculo, né? A gente tentou fazer uma dupla aqui, viu, chefa? >> Agora o Paulo, ó, esse comentário do Paulo aí, eu acho que foi caridoso demais, Patrícia, no que se refere a mim. No que se refere a mim, porque >> a minha dupla aí, ó, foi sensacional. >> Eu entrei toda torta, gente. Mas tá tudo certo. Ó, Dolores queridas. Salutam tá lá em Juiz de Fora, os nossos cafezeiros aqui, viu? A Márcia, bom dia, Márcia, seja bem-vinda, querida. A Elinha, querida, lá em Salvador. A Olguinha também, bem-vinda, Alguinha. Turma vai chegando, viu? Hoje tá todo mundo, acho que em ritmo, né, de organização, né, das das festas, dos das confraternizações, mas estamos aqui, estamos aqui para esse encontro maravilhoso. Vou colocar aqui a nossa vinhetinha da prece, porque aqui tem as vinhetinhas, né, para Eu vou fazer assim, vou pôr a a vinhetinha do convidado e a da prece. Aí a gente já aí a gente já faz uma preceinha, tá bom? >> Vamos lá. Então, meus amigos queridos, com o coração cheio de gratidão, nos reunimos hoje aqui novamente mente nesse espaço de amor e luz que nos oportuniza reunir esses corações amigos, termos essas visitas queridas que nos trazem a sua vida, nos trazem o seu coração aqui para compartilhar conosco as suas experiências, os seus sentimentos
nos oportuniza reunir esses corações amigos, termos essas visitas queridas que nos trazem a sua vida, nos trazem o seu coração aqui para compartilhar conosco as suas experiências, os seus sentimentos e que possamos através desses momentos nos fortalecer. receber o alimento espiritual que o Pai nos oferta infinitamente junto aos exemplos do nosso mestre e toda a espiritualidade amiga que nos acompanha, nos ampara e está à distância de um pensamento, de uma intenção e de uma oração. Não tenhamos dúvidas que jamais estamos a sós e que o Pai nos ampara sempre e que tudo que precisamos encontraremos em nós e alcançaremos a resposta que ele tem para nós. Que assim seja. >> Que assim seja. >> Muito bem, amigos. Hoje Hoje aqui o trem tá desgovernado, gente, mas é com muito amor, com muita alegria, né? Olha só. Eu nem comentei com com Wellington, mas há três exatamente três meses atrás, 23 de setembro, o Wagner teve aqui com a gente. >> Olha, >> é, é >> que legal. E aí ele foi contando, né, toda a sua trajetória desde o início, como nasceu a fraternidade. Então, foi um um encontro maravilhoso e daquele dia já nasceu, né, no meu coração, na minha ideia aqui, trazer um irmão que pudesse contar para nós, né, como essa experiência de estar numa caravana da espiritualidade, né? E e aí quando eu, né, descobri que o Wellington ia numa caravana da espiritualidade, eu falei: "Ah, é esse irmão, é esse irmão que, se Deus quiser, vai poder estar com a gente, porque ele já tem uma trajetória assim maravilhosa, né, dentro desse movimento de fraternidade, né, de olhar o próximo, eh, de estar presente, né, né, atento de ter olhos de ver e ouvidos de ouvir. E aí com essa experiência, né, com essa vivência, eu acho que o Wellington vai poder contar um pouquinho para nós eh como é viver essa fraternidade, né? Como é eh o que uma caravana faz conosco, né? qual é, né, o presente de estar numa caravana. E a primeira coisa que eu pensei, né, assim, traçando alguns umas linhas aqui, né, pra gente conversar, é naquela frase do
uma caravana faz conosco, né? qual é, né, o presente de estar numa caravana. E a primeira coisa que eu pensei, né, assim, traçando alguns umas linhas aqui, né, pra gente conversar, é naquela frase do Jung, né, conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana seja apenas outra alma humana. Então, fala pra gente um pouquinho o que é uma caravana, né, da espiritualidade. Se você quiser também contar um pouquinho como a fraternidade entrou na sua vida, né, um pouco antes aí, esse tempinho antes da caravana e quando foi esse momento, né, de aceitar o convite, né, e o que que sentimentos foram, né, vieram nesse nessa nessa decisão, né, se fiquei pensando se tem preparação, se dá para se preparar para uma experiência dessa. Olha, minha irmã, é um presente a gente poder conversar a respeito de algo que tem tem nos feito tão bem, muito bem. Sabe, esses dias, depois da do nosso retorno dessa caravana, nós havíamos programado algumas palestras, algumas lives e outros convites também nos surgiram. Num desses convites, a gente ajustou que falaríamos um pouco e abriríamos em seguida espaço para uma conversação. Então, nos foi apresentada uma pergunta: você já voltou ao normal? >> E a nossa resposta foi a seguinte: se você se a sua pergunta se refere à normalidade biológica, porque é uma diferença de fuso de 5 horas, né? Eu diria que sim. Eh, foi, já tá tudo ajustado. Mas se você se refere a voltar ao normal como sendo estar do mesmo jeito antes da nossa ida, aí eu respondo que nunca mais vai acontecer. Ninguém volta o mesmo de uma caravana, em especial da caravana da espiritualidade. Eu achei interessante a sua pergunta. o que seria uma caravana da espiritualidade, porque a gente fala de caravana da educação, caravana da saúde, que elas por si se definem, né? Agora, a caravana da espiritualidade, nós até fizemos uma enquete eh proposta pela Larissa Chaves, que estivemos juntos com nessa caravana, >> e ela perguntou para várias pessoas: "O que é para você uma caravana da
ana da espiritualidade, nós até fizemos uma enquete eh proposta pela Larissa Chaves, que estivemos juntos com nessa caravana, >> e ela perguntou para várias pessoas: "O que é para você uma caravana da espiritualidade?" E foi um momento interessante, porque às vezes a gente vai no embalo sem parar para refletir, e a gente acabou concluindo que é um olhar para dentro. >> Hum. >> A gente se situar, >> se situar numa realidade distinta da nossa. >> Uhum. >> Colher todas as experiências, mas olhar para dentro. Então isso seria, no meu entendimento, e e se coliga em plenitude com o que você acaba de dizer do Jung, é se tornar humano. Eh, e aí parafraseando Wagner, é um esforço para que nos enxerguemos como irmãos. Só isso como irmãos, sem enxergar um necessitado, não, só irmãos. Então, caravana da espiritualidade, ela tem esse propósito, sabe? >> Uhum. >> E aí, a eu vou começar com o convite do Wagner. Nós tivemos um evento em Uberlândia, que é o Congelude, no mês seis, e ele participou do evento, o evento sábado e domingo. Então ele chegou na sexta e promoveu o encontro, um encontro com os voluntários, eh, lá na sede do Fraternidade nas Ruas. Terminada a organização, a parte que me cabia na organização, eu fui para lá para assistir o encontro com Wagner. Cheguei já no final. E quando eu chego, o Wagner diz assim para todo mundo: "Olha, tem uma notícia para vocês. O Wellington vai numa caravana da da espiritualidade em novembro". Aí vocês não estavam sabendo, né? Aí eu falei: "Não, nem eu tô sabendo, Wagner". É, eu sei, mas agora você tá sabendo. >> Pediram para eu te avisar, né? >> Foi bem assim. A gente já deu altas risadas disso. Quem quem tava lá foi bem assim, desse jeito mesmo, né? Claro que ele havia antes me entrado em contato, olha, queria que você viesse na caravana e qual a melhor época, mas não passou disso. Ficamos assim, ó, final do ano eu tô em férias, então eh tenho vontade de ir, então final do ano para mim seria mais prático. E aí foi desse jeito. Bom,
na e qual a melhor época, mas não passou disso. Ficamos assim, ó, final do ano eu tô em férias, então eh tenho vontade de ir, então final do ano para mim seria mais prático. E aí foi desse jeito. Bom, e olha, Patrícia, tem algo que é desconhecido de todas as pessoas até o momento que se tornam caravaneiras. E assim foi, se você vê a estrutura, a organização, >> eh, olha, é algo fenomenal. Eles, a Fraternidade sem Fronteiras criou, estabeleceu, dado a experiência, mas estabeleceu uma expertise, uma coordenação, uma estruturação, um suporte de altíssimo nível. Criaram o manual do caravaneiro, que ali consta >> tudo que a gente precisa, >> tudo que nós precisamos levar, tudo nós precisamos fazer. E nós temos uma assessoria em tempo integral. A assessoria se refere no tocante à documentação, eh, >> apoio para se conseguir todos os vistos, passaporte, orientações claras, uma pessoa que nos dá suporte eh full time, sabe? É, é fantástico. Fora a estrutura emocional, nós temos um plantão 24 horas por dia >> de terapeuta, psicólogos e psiquiatras, porque o choque de realidade lá é grande, >> muito grande. Então, nós temos um apoio emocional, psicológico, em tempo integral para qualquer situação, qualquer necessidade de conversação, de fala, nós temos esse apoio oferecido pela Fraternidade Sem Fronteiras. Bom, >> e esse apoio já pode ser acionado antes da viagem, durante >> o o tempo todo, a partir do momento, a gente faz uma inscrição >> Uhum. lá no site da Fraternidade Sem Fronteiras, eles abrem >> eh divulgam que vai existir a caravana, >> isso >> dos seus variados matizes. Aí a gente vai se inscrevendo naquela que se afiniza. A partir daí, eh, a única condição exigida é que sejamos padrinhos, >> padrinhos. É só isso. A partir daí eles fazem as devidas verificações e a gente entra então para o grupo dos caravaneiros inscritos para aquela caravana. A partir daí já temos um contato com toda essa estrutura. >> Então o nosso contato deu-se eh no mês 7. Então nós ficamos de julho até o retorno
o grupo dos caravaneiros inscritos para aquela caravana. A partir daí já temos um contato com toda essa estrutura. >> Então o nosso contato deu-se eh no mês 7. Então nós ficamos de julho até o retorno em contato com todas essas pessoas de várias áreas, inclusive do marketing também, que colhia o nosso material, eh produzia o material, divulgava o material, sabe? Uhum. Tempo inteiro. E a Larissa Chaves foi muito feliz porque ela estabeleceu um momento de prece diário. Diário. Todos os dias, entre 7 e 7:30 da manhã, ela postava ou uma prece ou uma oração para que pudéssemos ir nos afinizando e nos ambientando com o verdadeiro propósito da caravana. >> Que maravilha. Aí, minha irmã, chegou a viagem, nos encontramos em São Paulo e existe uma conexão tão grande, porque todas as doações, doações físicas de >> de enxoval, de medicamentos, de material escolar, tudo, tudo, tudo, material esportivo que nós levamos também vão para uma eh uma estrutura criada em Campinas com essa Uhum. >> E aí o pessoal, a gente quando compra passagem, a gente escolhe se nós queremos uma bag, uma mala de 23 kg, duas malas, enfim, né? >> A maioria adquiriu direito à mala de bordo, mais duas malas para serem despachadas, cada uma com 23 kg. Isso. Isso. >> E aí existe por parte desse departamento uma pesquisa e uma orientação quanto ao que devemos levar, porque às vezes são 10 dias lá, a gente fica preocupado, eu vou levar uma roupa. Não, a orientação é muito tranquila. Levem o mínimo possível. Levem cinco camisetas, três calças, porque lá as mamas cuidam das nossas roupas. sujas. E isso inclusive, Patrícia, é uma fonte de renda para elas. >> Ah, olha que interessante. >> Não, olha aí. Eh, eh, as orientações foram perfeitas >> e entra o departamento das doações perguntando pra gente: "Você tem condição de doar uma ou duas malas a serem despachadas? Você vai precisar delas? Tem algo que você vai levar ou você pode disponibilizar?" Então, a maioria disponibiliza, que foi o nosso caso também. >> Essa essas malas organizadas em
a serem despachadas? Você vai precisar delas? Tem algo que você vai levar ou você pode disponibilizar?" Então, a maioria disponibiliza, que foi o nosso caso também. >> Essa essas malas organizadas em Campinas, >> ah, >> vão ao nosso encontro >> em São Paulo. >> Lá lá em São Paulo. >> Lá em São Paulo. >> Olha, interessante. >> Chegou lá, chegaram e chegou uma van e um caminhão carregado de malas. Carregado. >> Quantos, qual que é o limite de caravaneiros? por caravana tem um limite ou >> eh tem um limite por conta dos alojamentos, né? Nós somos em 42 pessoas, uma das maiores que chega até agora. >> Gente, claro, >> acho que foi a eh a primeira ou a segunda maior, algo assim, >> tá? >> É, normalmente a caravana vai em torno de 30 pessoas, essa deu um pouco mais, sabe? E existe um limite por conta dos alojamentos. Isso, claro. >> E para até para oferecer segurança. Mas se você vê a ordem com que essas malas foram recolhidas da vã e do caminhão e entregues a cada um a organização, a estrutura que fica a cargo da nossa querida Mama Vânia, >> mas uma organização, um suporte. Então, o tempo inteiro e nós tivemos o privilégio de ter na nossa caravana a mamã Vânia, a Geovana Gadia, >> a Flávia, o Dante, todos esses caravaneiros já bem experientes, o Dr. Rodrigo, que iam nos assessorando o tempo inteiro, sabe? Nós não tivemos intercorrência, tivemos uma, mas muito leve. Eh, algumas malas se extraviaram, então levaram dois dias para chegar eh até o seu destino, que a gente já tava no Malau e se extraviaram no último trecho. >> Hum. Mas exercício de fraternidade, porque aí as pessoas ficaram sem as suas roupas pessoais e aí eu não usa a minha, usa o meu pijama e usa o meu sapato. Foi uma gostosura. É, é o convite a entrar realmente na experiência, né, fraterna de troca, de se colocar no lugar do outro, como você falou, né, de ver todo mundo como irmão, que tá todo mundo junto, né, querendo realmente eh que essa que esse sentimento permaneça cada vez mais em nós, né, para que a gente possa
do outro, como você falou, né, de ver todo mundo como irmão, que tá todo mundo junto, né, querendo realmente eh que essa que esse sentimento permaneça cada vez mais em nós, né, para que a gente possa realmente fazer pro outro tudo. tudo que a gente gostaria que fosse feito para nós, não é, irmão? >> Inclusive, a sua fala é muito oportuna, porque nesse período preparatório que deuse de julho a novembro, nós tivemos várias reuniões virtuais >> com os >> hora com o Wagner, ora com a Mica, ora com a Clarissa, sabe? Então, foram várias com pessoas de vários departamentos, pessoa do apoio psicoemocional, então várias reuniões. Numa delas, a Clarissa, esposa do Wagner, estava ao lado da Mica, que hoje também reside lá no Malaui. E a a Clarissa falou, teve uma fala que eu achei fantástico, gente, se vocês vierem para cá entendendo que aqui nós não temos chuveiro elétrico, mas vocês vão tomar banho com água quente, só que aquecida. >> Uhum. Se vocês vierem para cá para observar o que falta, possivelmente vocês não vão aproveitar bem a caravana. Mas se vocês vierem com o espírito aberto para observar a realidade daqui, para se colocarem na condição de alunos, podem ter certeza que vão levar muito na sua bagagem, porque às vezes é aquela história do copo, né? Um olha o que falta. >> Tava pensando isso aqui. >> É. >> É. Então a Clarissa deu uma orientação perfeita, porque se a gente for para lá, mas vinculado à nossa comodidade aqui, é possível que a gente sofra, sabe, Patrícia? Ah, mas aqui eu não tenho ar condicionado. Ah, mas aqui eu gostaria hoje de comer um peixe grelhado. A, muito embora a nossa alimentação lá foi de primeira o tempo inteiro. O tempo, mas claro, limitado. É possível, né, irmão? Exatamente. >> O que é possível realidade. Exato. >> Exatamente. Ninguém ninguém ficou com falta de nutrição. Ninguém. Ninguém. A gente tinha tudo a tempo e a hora e agora foi, foram momentos extraordinários, Patrícia. Extraordinários, viu? >> Olha, além de eu lembrar do copo, né? Eu
ou com falta de nutrição. Ninguém. Ninguém. A gente tinha tudo a tempo e a hora e agora foi, foram momentos extraordinários, Patrícia. Extraordinários, viu? >> Olha, além de eu lembrar do copo, né? Eu acho que essa fala da da Clarissa, eh, mostra para nós eh assim, você tá vindo para cá para quê, né? Para para se encontrar, como você falou, né? que, ai meu Deus, esqueci o nome da esqueci o nome da irmã que fez a enquete aí da caravana da espiritualidade aí que foi com vocês. Espera, já vem. Ah, ai, é, é parecido com Clarissa. Pera, já vi. >> Larissa Chaves. >> A Larissa. Ó lá, Clarissa. Larissa. Isso, Larissa. >> É o que é a caravana da espiritualidade que é ir para dentro. Então, para que vocês estão vindo? né, para buscar essa cura íntima e tirar essas camadas que nós, né, ainda temos e que ainda nos deixam cegos e ligados à sensações. Então, essa vontade, ai hoje eu queria comer isso, ai não tem isso. Então, para que que nos colocamos à disposição, né, de estarmos ali naquele momento? Estamos buscando o quê, né? Então, eh, fiquei pensando aqui nessa fala da Clarissa, um convite, né? Venham, mas venham abertos para encontrar aqui elementos essenciais para curar a sua materialidade, né? Essa >> perfeito, perfeito, perfeito. >> Há, há uma expectativa na maioria de nós, eu penso que quase a unanimidade mesmo, de irmos levar, sabe? Acaba que a gente leva, acaba a gente leva. Mas existe uma troca muito grande, onde o que a gente recebe e o que a gente traz não tem comparação alguma com aquilo que a gente leva. >> Uhum. >> Sabe? Por isso que a caravana da espiritualidade, claro que ela tem o propósito de cooperação para com os irmãos que lá se encontra, é claro, mas a gente vê aí que realmente Deus age com a criatura através da criatura. Porque Patrícia, o que se vê lá eh é completamente desprovido de ilusão. Lá não tem ilusão. >> Lá lá porque não tem elementos que proporcionem ilusão, distrações. Lá a gente encontra essência. Essência mesmo, sabe? É a vida. E porque
h é completamente desprovido de ilusão. Lá não tem ilusão. >> Lá lá porque não tem elementos que proporcionem ilusão, distrações. Lá a gente encontra essência. Essência mesmo, sabe? É a vida. E porque materialmente falando é tudo muito limitado, tudo muito escasso, mas a gente vê as pessoas com essa força espiritual, essa fé quase que inabalável, quase que inabalável. às vezes um pouquinho apagado por conta dos inúmeros desafios, mas quando a gente e quando a gente oportuniza um trabalho, por exemplo, no projeto, aquilo se esvai e aquela essência que tava assim, a florzinha da ali na >> quase para brotar, né? >> Quase aquilo brota instantaneamente assim e a gente vê aquela alegria de viver. aquela força, aquele entusiasmo pela vida. Alguém perguntou, porque eu digo que os primeiros três dias foram de desconstrução, >> desconstrução. O impacto é muito grande. Então, esses primeiros dias que a gente, no meu caso, foi assim, eu fiquei por lá, eu fui desconstruindo muito na minha intimidade. Não são, desculpa, não são coisas muito fáceis, não são. A gente vê o que a gente busca aqui, fala: "Nossa, mas que que é isso? Que que >> nós precisamos de tudo isso, né, Patrícia? Que que eu tô fazendo da minha vida? Como que eu tô vivendo? Como que eu tô agindo com os meus filhos, os meus, a minha família? Porque lá a gente vê aqueles que nada têm quando morre a mãe de dois, de três, os vizinhos adotam aquelas crianças sem terem nem paraos seus próprios filhos. É uma coisa impressionante. Então, existe esse momento lá de encontro com a com essa realidade espiritual, sabe? que vai desconstruindo muito das ilusões que a gente vem acumulando em torno da gente. Eh, a gente vê que essa responsabilidade, né, do senso moral, ela não nasce das coisas, >> não, >> né, do ter realmente, de estar aí confortável. Ela nasce da entrega sincera do seu afeto ao outro, de ver que o outro é um irmão mesmo, né? como vocês falaram, o Wagner falou e que precisa das mesmas coisas que eu preciso. precisa de atenção, precisa de cuidado,
trega sincera do seu afeto ao outro, de ver que o outro é um irmão mesmo, né? como vocês falaram, o Wagner falou e que precisa das mesmas coisas que eu preciso. precisa de atenção, precisa de cuidado, precisa de respeito, precisa de estar junto, né, de convivência, precisa, né, dessa união para que ele se fortaleça e possa se reconhecer como um ser humano, né, como um ser humano, como um filho do nosso pai, né, Ala até perguntou aqui, ó, >> quais eram as atividades diárias, né, que vocês fazem lá. E aí, acho que dentro dessas atividades você já você pode até trazer para nós alguma alguma história, alguma experiência, né, dessa questão como você tá falando, né, de >> atividades simples, questões simples, mas que transformam, né, porque a gente está se doando, a gente está doando de nós próprios, do pouco que nós já temos, mas que a gente vê ali naquele aquele momento, como você falou, sem ilusões, sem máscaras, sem véus, que é o que verdadeiramente importa, o que Jesus nos mostrou o tempo todo, não é? >> Só para procurar assim meio que arrematar essa história da ilusão, porque uma das maiores ilusões >> da vida é o suicídio, uma ilusão que não se foge da vida, né? E muito embora lá são quase 60.000 pessoas refugiados, vivendo num espaço que fora projetado para colher 10.000 refugiados. >> E a situação ela é muito precária, conforme eu vou dizer aqui respondendo a Estela, mas alguém perguntou ao Wagner, Wagner, eh, como é o índice de suicídio aqui? O Wagner falou assim: "Nunca ouvi dizer que alguém houvesse se suicidado. >> Alguém tirou sua vida. >> Patrícia, não é um suicídio. Não, nunca ouvi dizer que alguém tivesse se suicidado. Nunca, porque a luta lá é pela vida. É tão desprovido de ilusão que nem essa ilusão de fugir da vida existe. >> Isso >> sabe? É uma coisa digna por agora eu entendo porque que quem vai querer voltar. >> Aham. >> E eu acho, é como se a gente fosse lá, se alimentasse, >> isso, >> voltasse aqui, processasse, mas eu preciso dessas doses continuadas
r agora eu entendo porque que quem vai querer voltar. >> Aham. >> E eu acho, é como se a gente fosse lá, se alimentasse, >> isso, >> voltasse aqui, processasse, mas eu preciso dessas doses continuadas para mim não perder a minha essência, sabe? a conexão, né, com o que é o verdadeiro em nós. >> É, >> mas a Estela nos pergunta, obrigado, Estela, pela sua pergunta, que é muito oportuna. a gente recebe uma sugestão onde os coordenadores podem alterar da forma que julgar interessante, mas a gente recebe uma sugestão baseada na experiência da fraternidade sem fronteiras, sugestão de atividades. Então, o nosso dia lá e ele começa às 8 horas pontualmente, porque todas as pessoas acolhidas pelo projeto Nação Bunto se reúne no centro da escola. Escola essa que hoje já acolhe 1750 alunos. >> Até o dia que a gente foi lá só tinha o turno da manhã. Mas no dia 23 de novembro, quando volta o período letivo lá, que é diferente do nosso, eh voltaria já iniciando o turno da tarde também por conta de um patrocínio que a escola recebeu e poderia então acolher mais alunos. Hoje são 1750. Então os alunos e as mamas que vão para as machambas, que são roças, eh hoje tá em número de 100 mamas acolhidas. Eh, quem vai para trabalhar na roça se reúne diariamente às 8 horas para cantar, dançar e orar. das 8 às 8:30 nós participamos desse momento. É um momento energizante, porque as pessoas lá não cantam como o Wellington, cantam como a Patrícia, soltam a voz. >> Nossa, eu já vi muitos vídeos, irmão. A gente não canta nada mesmo. Socorro. Nós temos que soltam a voz com um energia, um entusiasmo, >> soltar alma, né? Isso, isso. E dançam aquele povo lá, eu acho que se não deve ter osso, não é possível, porque eles têm um molejo e uma alegria contagiante cada prece que a gente ouve, porque eles vão fazendo na prece, como sabem que tem caravanas e caravaneiros, sempre tem um tradutor. >> Ah, eu ia perguntar isso para você também, tá? >> Uhum. A maioria fala só, mas eh olha e boa parte boa parte das pessoas lá falam
omo sabem que tem caravanas e caravaneiros, sempre tem um tradutor. >> Ah, eu ia perguntar isso para você também, tá? >> Uhum. A maioria fala só, mas eh olha e boa parte boa parte das pessoas lá falam mais de uma língua. >> O Patrick fala 11 idiomas. >> 11. >> Meu Deus. >> Nós entrevistamos pessoas lá que falavam quatro. É muito comum porque falam eh a língua de onde vieram, o francês, o inglês, tão agora aprendendo o português. >> Que lindo. >> Mas é muito comum as pessoas pessoas lá serem poliglotas, sabe? Muito comum. >> Muito comum. Na escola ensinam o inglês. Todas as crianças aprendem também o inglês. >> É >> muito important. >> Então a nossa atividade diária começa aí. Depois aí a gente tem programações de reuniões com o Wagner, com a Clarissa, pra gente conhecer eh o que é a fraternidade sem fronteiras, como se originou, com o professor Evaldo, que é o coordenador da escola do projeto Nação >> com aí e nós temos também visitas às machambas, às roças, nós temos visitas à escola participamos de aulas com as crianças, nos assentamos junto com elas. >> Eh, tivemos visita a a uma escola para crianças especiais lá no centro no centro do campo de refugiados. Participamos da inauguração de um abrigo para idosos dentro. É verdade. >> Coisa linda. Participamos da inauguração disso. A gente vai ver se traz pelo menos um detalhe dessa história. E temos também as visitas a ao campo. Como funcionam as visitas? O projeto Nação Ubunto tem um departamento psicossocial, muito embora hoje ele já acolha 100 mulheres, cada uma dessas mulheres quando acolhida, quando alguém do mundo apadrinha, eles vão lá e acolhem mais uma família. >> Hum. Sim, >> normalmente essas mulheres se entregam à prostituição por falta de alternativa. Não tem outro caminho. É difícil da gente noutra cultura entender que não é por escolha, mas quando a gente vai lá a gente vê. Não tem outra escolha, porque funciona assim. O Malawi abriu espaço. Patrícia, nós vamos até que horas? Não, temos mais uns 15 minutos aí ou
ue não é por escolha, mas quando a gente vai lá a gente vê. Não tem outra escolha, porque funciona assim. O Malawi abriu espaço. Patrícia, nós vamos até que horas? Não, temos mais uns 15 minutos aí ou mais uma hora, se você quiser. E >> nossos irmãos vamos jogar a pedra aqui no chat. >> Não, a turma aqui quer que o Bom Dia Café vá até meio-dia. >> Funciona assim, o Malau abriu espaço para receber os refugiados de guerra. inclusive recebem subsídios internacionais para isso, mas há um acordo que ele muito embora eles possam ficar por lá, eles não podem sair do campo para trabalhar. >> Entendi. >> Porque o Malau também é um país pobre. Então o governo >> impede os que saiam para não competirem com os nativos de lá. Então não tem cerca, não tem policiamento em torno, mas eles são proibidos de sair de lá, de lá para cidades. Aí nós encontramos barreiras policiais. Quem ousar fugir ou sair dali corre o risco de ser preso, né? Então eles não podem sair e não podem trabalhar. Então, as mulheres que normalmente vêm fugidas dos seus países de origem, em especial da República Democrática do Congo, fogem com o marido assassinado na frente de toda a família, às vezes o filho mais velho, assassinado pelos rebeldes, que invadem as aldeias para tomarem posse ali daquela área e matam, matam com muita trupulência, violentam as mulheres. Eles raptam os filhos maior, os jovens de 14 até 17, 18 anos, para fazer deles novos soldados. Eh, eles violam as mulheres lá e e a violência é muito grande, muito grande. Então, essas mulheres é muito comum elas fugirem com a roupa do corpo, largando eh facilidade, diplomas, jornalistas, professoras, encontramos um médico lá, tem que largar tudo para trás. E isso tudo quando chegam no campo de refugiados, se nivelam a todos. São refugiados. Refugiados. Passam pel inscritos como refugiados eh lá na no Akin que é um órgão da ONU. E dali não podem mais sair, não podem trabalhar. E como a maioria chega lá só a mulher e os filhos, então elas não têm outra alternativa
scritos como refugiados eh lá na no Akin que é um órgão da ONU. E dali não podem mais sair, não podem trabalhar. E como a maioria chega lá só a mulher e os filhos, então elas não têm outra alternativa senão a prostituição para dar de comida a de comer a a ela e a seus filhos. não tem outro recurso, mas quando são acolhidas pelo projeto, aí elas vão trabalhar na nas machambas e podem levar o seu filho mais novo também com elas. Tem creche lá dentro >> e ou escola. Aí elas passam a ter uma refeição diária, que isso é muito raro para quem mora lá no campo. Não existe com facilidade. É raro quem tem uma reflex. >> Então o próprio projeto do Fraternidade não consegue atender a todos que estão no campo. >> São 60.000 pessoas. Não consegue, >> não consegue, >> não consegue não. Aí eu, esse departamento psicossocial, todos os dias na porta do projeto a gente amanhece com a fila de mamas, uma fila, muitas delas carregando bebês, elas vão se inscrever lá no psicosocial porque elas vão apresentar o rol das suas necessidades. Então, o psicossocial tem várias pessoas, anotam-lhes os nomes, os endereos, a referência e vão lá, vão lá. >> Uhum. >> Claro que eles vão atendendo as prioridades, mas quando vão caravanas, aí pega essa lista de prioridades e as caravanas vão lá visitar. Então, nós visitamos vários lares, vários. Entendi. >> Nós visitamos um da triagem para ver como estão essas famílias e avaliar, né, a necessidade de cada um. Realmente >> isso. O departamento faz isso previamente, sabe? >> Uhum. O trabalho é muito sério, >> eh, fantástico, muito organizado. uma dessas famílias que nós visitamos, minha irmã, ah, só para fechar, antes da de chegar nisso, falar pra Estela que aí a gente tem essas visitas e e ao final do dia >> aí nós sempre diariamente temos reuniões ou entre nós ou para ouvir o relato de um dos trabalhadores >> da Fraternidade em Fronteiras >> e ouvir uma sessão de poesias. de música, de dança, uma apresentação artística dos moradores de lá. Cada, olha, digno
ou para ouvir o relato de um dos trabalhadores >> da Fraternidade em Fronteiras >> e ouvir uma sessão de poesias. de música, de dança, uma apresentação artística dos moradores de lá. Cada, olha, digno assim dos melhores shows de Hollywood. É uma coisa absurda de grande. Eu falei com o Wagner, Wagner, a gente não consegue levar, não existe algum meio da gente levar um coral desse lá no Brasil, por exemplo. Welliton, nós estamos tentando, mas até agora eles não podem tirar passaporte, não tem jeito de viajar. >> Isso. >> Mas numa dessas visitas que nós fizemos, fomos na casa de uma senhora que estava sozinha. Aí conversando com ela, normalmente tem um ou dois ou três tradutores vão vão traduzindo de uma para outra língua até chegar no francês. Aí o Wagner traduz pra gente. >> O Wagner ou outra pessoa que esteja junto, porque como era uma caravana grande, nós nos dividíamos em quatro grupos de 10 a 11 pessoas cada grupo. >> Claro. as casas que normalmente são tendas, a maioria delas tendas, barracos de lona mesmo, não chega a ser nem lona, é um plástico tipo esse plástico para sacarias que a gente tem aqui no Brasil, muito parecido com aquele material. Eh, não tem móvel, não tem eletricidade, não tem água encanada, não tem rede de esgoto, tá? É uma privadinha lá no fundo e também não tem comida. A gente toma assento no chão e ali a gente se põe a conversar. Eh, pedimos permissão para fotografar e deixamos claro que ela vai relatar aquilo que ela acha que deve. E essa senhora nos disse ter quatro filhos. Os dois menores já estavam na escola, então ela não tinha tanta preocupação. Os dois maiores de 13 e de 14 não estavam lá. Aí a gente tomou liberdade de perguntar por eles. Patrícia, olha o relato. Ela disse assim: "Olha, tem um um lugar aqui no campo que eles se juntam para descascar Minduim, para comercializar." >> Uhum. >> E aí esse os meus filhos e os filhos de mais algumas mamas aqui se juntam e vão para lá. Eles vão fazer uma varredura nas cascas de amuim para ver se acha um ou
nduim, para comercializar." >> Uhum. >> E aí esse os meus filhos e os filhos de mais algumas mamas aqui se juntam e vão para lá. Eles vão fazer uma varredura nas cascas de amuim para ver se acha um ou outro carocim que passou batido ali. É a refeição deles. >> Nossa Senhora. Gente, >> outro relato também que nos impactou muito, muito, muito, foi de uma senhora de 61 anos. Quando a gente entrou na casa dela, ela nos recebeu com a criança no colo e bem no cantinho uma jovem cozinhava agachado. Eles cozinham lá, eh, é um fugareiro e no carvão lá não tem gás. Nem no projeto tem gás, como a gente conhece, ou canalizado ou dentro dos botijos. Lá não existe. Ah, elá tudo é cozido no carvão. E aí ela começou a fazer o seu relato que tava na casa dela lá no Congo, quando à noite os rebeldes chegaram, invadiram e mataram o marido dela e dois genros. Nossa! E aí ela não teve outro recurso e não fugir. Mas antes de da fuga, 10 homens violentaram a filha dela que a época estava com 18 anos. Ela falou para nós 10. E colocaram no pescoço dela, Patrícia, uma faca e disseram assim: "Se você chorar, você morre". >> Patrícia, não foi gritar. Se você chorar, você morre. Essas cenas nos parece cenas de um filme apocalíptico. Apocalipsas não é realidade. O Wagner tava me explicando que lá os rebeldes se utilizam de técnicas de guerrilha. >> São técnicas mesmo que eles fazem >> para para impor mesmo. Uhum. >> desespero para não encontrar resistência, sabe? Claro. >> Então essa senhora fugiu nessas condições. A filha acabado de ser violentada por 10 homens e eles se embrenham pelas matas, andam 300 km a pé, sem recurso nenhum, sem uma muda de roupa, sem remédio, sem direção. >> Como que chega, né, meu irmão? Como que Como que chegam? lá no campo de refugiados. É pela misericórdia divina mesmo, é por esse amparo e por essa fé inabalável que você fala, >> é >> por essa eh vontade de viver, né? Porque eles poderiam se entregar, né? Ela poderia se entregar, ela poderia simplesmente chorar ali e,
por esse amparo e por essa fé inabalável que você fala, >> é >> por essa eh vontade de viver, né? Porque eles poderiam se entregar, né? Ela poderia se entregar, ela poderia simplesmente chorar ali e, né? Tô aqui, tá acontecendo, não vou resistir, mas fica, né? Fica na vida, >> persevera, >> porque sabe, exatamente, porque sabe que existe algo muito maior do que aquilo que tá acontecendo. É, apesar de de Marilda tá falando aqui reencarnações expiatórias, sim, né? Mas às vezes eu fico pensando, sabe, irmão, eh, e até tava lendo esses dias aqui o o Leão Deni, né, na no problema da dor, eh, que nós sabemos que existem almas também que escolhem passar por momentos muito desafiadores para seguir a sua evolução, né, seguir a o seu processo evolutivo. Então, claro, pode, né, existir os processos expiatórios, mas também acho que existem processos missionários dentro de desses dessas experiências aí, dessas vivências que acontecem, porque a misericórdia do Pai é muito grande, né? é muito grande. E aí você contando a história, eu tava pensando aqui o que eh o que morre em nós nessa vivência da caravana, da espiritualidade, de olhar para dentro diante de estarmos no mundo como ele realmente é. e com o essencial que é necessário para estarmos no mundo. O que você acha que morre em nós? O que para você, né? Minha irmã, me permita só fazer um comentário antes de responder a respeito da colocação da Marildo, que eu achei fantástico, e com o seu complemento. Assim, nós temos, não temos dúvida de que a doutrina espírita realmente nos explica que muitos dos nossos irmãos estão em processos expiatórios. No domingo nós entrevistamos a Mica, que hoje mora lá, mora dentro do projeto. Eh, nossa, >> depois você já fala do desse programa aí no final que eu quero que você deixe o convite pro pessoal assistir, >> tá bom? E aí a gente fez uma pergunta pra Mica. Mica, olha, as agras aí a gente viu, são grandes mesmas. Nós não temos dúvida de muitos anjos enviados aí para servirem de referência,
soal assistir, >> tá bom? E aí a gente fez uma pergunta pra Mica. Mica, olha, as agras aí a gente viu, são grandes mesmas. Nós não temos dúvida de muitos anjos enviados aí para servirem de referência, de incentivo e de apoio, né? Você tem esses anjos aí, né? Mica falou assim, vários, vários. Nós encontramos lá almas que muito embora tenham passado por agrudas assim que aqui a gente não suportaria. Eu não suportaria nem 10%. Mas foram violentados em muitos aspectos, às vezes até no aspecto físico. E quando a gente vai conversar com a pessoa, fala assim: "Que que você sente por quem por quem te feriu?" Olha, quem tem ódio são eles, eu não. Olha, não foi isso que o meu mestre Jesus me ensinou? São meus irmãos que não sabem o que fazem. Um dia eles também despertarão e não farão mais tanta maldade como estão fazendo hoje. Então o olha a posição dessas pessoas que estão lá de repente para griar outros é um é fantástico, sabe? Fantástico, fantástico. E acaba que isso, isso repercute na gente para tirar da gente muito da ilusão que nós somos acumulando, que a gente vê que nós não precisamos daquilo nem para viver e muito menos para ser feliz. Isso, >> esse reloginho. >> Isso, >> isso era motivo de felicidade para as crianças lá, que lá tem uma particularidade. Eles não têm acesso a eletrônicos e eles não têm espelhos para se verem. Então, quando a gente vai tirar uma foto no celular, eles pedem, deixa eles, eles ficam lá, fazem pose para foto, você tira a foto, aí eles correm tudo pro seu lado para você mostrá-los na foto. Eles querem se ver, ver. E aí abre um sorrisão por estarem se vendo. Abrem um sorrisão. >> Felicidade. É. >> É. Eles pegam o braço da gente e fica apertando, apertando, apertando. Vai mudando. Aí um olha pro outro, se diverte. Um chamou o outro para se divertir também, sabe? Então eles têm motivos para diversão muito diferentes dos nossos. pouca coisa os diverte muito, sabe? Então a gente vai observando e é um contraste. É um contraste. >> Uhum. >> O Simão Pedro fez uma pergunta pro
têm motivos para diversão muito diferentes dos nossos. pouca coisa os diverte muito, sabe? Então a gente vai observando e é um contraste. É um contraste. >> Uhum. >> O Simão Pedro fez uma pergunta pro Patrick. Patrick, porque o Simão inaugurou as caravanas da espiritualidade, ele foi na primeira como coordenador. >> É, sim. Foi na Tá. >> Aí ele fez uma pergunta pro Patrick. Patrick, a gente gasta muito para vir porque as caravanas, as despesas das caravanas são bancadas pelo caravaneiro. É claro, né? É claro. Não faria sentido se fosse diferente. Não seria melhor, Patrick, a gente juntar todo o dinheiro, ao invés de gastar com as viagens, mandar para vocês? Olha a resposta, Patrícia. Não, quando vocês vêm aqui, a gente toma conhecimento que nós existimos porque vocês estão nos vendo. Nós somos negligenciados pelo mundo. Precisamos que vocês venham aqui nos enxergarem. Nós nos sentimos valorizados com a presença de vocês. Aí, minha irmã, a gente pega a realidade de lá e se esforça por trazer a maior quantidade possível para viver aqui. Aí a gente vai dar atenção naquilo que passava despercebido, num filho que nos chama, Patrícia, papai, vai fazer agora. Eu não posso, filho. Papai, tô ocupado. A gente se esforça para arrumar esse tempinho, sabe? a gente tenta mudar tantas ocupações para retorno material >> e a gente vai buscando um pouco mais de ocupações para >> retorno humano, fraternal, espiritual, que antes a gente >> qualidadeva o nosso corpo de forma diferente, sabe, minha irmã? Então isso tudo vai acontecendo, >> nasce nasce uma outra condição em nós, né, que é a verdadeira. Eu tenho, eu vi para mim esses dias, faz um tempo já uma frase aí, né, dizendo que não é que nós estamos nos transformando, né, em uma coisa nova, não. Nós estamos tirando de nós o que nós precisamos, né, trazer até agora e estamos nos transformando no que já somos. Nós já somos tudo isso. Nós já temos toda essa essência de amor e de simplicidade em nós, mas a gente se eh, né, avolumou de uma bagagem
, trazer até agora e estamos nos transformando no que já somos. Nós já somos tudo isso. Nós já temos toda essa essência de amor e de simplicidade em nós, mas a gente se eh, né, avolumou de uma bagagem desnecessária que tá cobrindo tudo isso e não permite que a gente olhe pro que é essencial, que a gente viva o que é essencial, né, conosco mesmo e com os que estão com, né, com a gente. Então, a gente vai se tornar o que nós já somos, só que tá guardadinho aqui. A gente deixa escondidinho pela correria, pelo mundo que, né, que criou tantas coisas, distrações, como você falou, essas ilusões e nós aí achando que é o que vai trazer verdadeira felicidade e não vai, né? Não vai. E a gente sente, ah, eu não posso ter, eu não posso não, irmãos, não, porque não é esse o caminho, né? Não é esse o caminho. Nasce a gente deixa nascer a verdadeira realidade que a gente precisa viver, não é, >> irmã? Tá lá na 922, né? A posse do necessário. >> Isso. >> O que que é o necessário? Às vezes a gente faz tanta confusão, né, com aquilo que é necessário, né? Isso. O necessário é aquilo que a Marilda tá falando, né? É o exemplo que Jesus mostrou para nós. Essa simplicidade, essa humildade, né? E como ele falou para Pedro, enquanto tiver um coração aqui, né, em qualquer orb, qualquer planeta que ele esteja responsável, o trabalho não está completo, né? a gente precisa se entregar, né? Mas também fiquei pensando, Wellington, o quanto a gente precisa também entender, né, que eh nós podemos fazer sim, né, mas não precisa também querer fazer salvando todo mundo. Mas vamos começar, né? Vamos começar. Como a Lilian falou aqui, ó, Lilian é uma querida, super engajada aí no no Fraternidade, tá em Salvador. Vamos começar com, né, o apadrinhamento, o amadrinhamento, né, ou alguma doação pontual que não seja possível já, ou na sua cidade alguma ação que você possa participar, né, se não puder envolver aí uma doação financeira. Mas vamos começar. O pouco se transforma em muito, né? A fidelidade começa no pouco para depois
na sua cidade alguma ação que você possa participar, né, se não puder envolver aí uma doação financeira. Mas vamos começar. O pouco se transforma em muito, né? A fidelidade começa no pouco para depois alcançar a fidelidade no muito. O pai não nos pede, né, o a transformação da noite pro dia e nem que façamos além do limite das nossas forças. >> Perfeito. Perfeito. >> Para não deixar as nossas missões também abandonadas, né, irmão? >> Uhum. Isso mesmo, irmã. >> E olha, gente, eh o que fica dessas experiências. Qual site? O Pedro tá perguntando www.fraternidadesfronteiras.org.br. Vamos ver se a gente tem >> se encontra tudo que precisa, viu, Pedro, a respeito da Fraternidade Sem Fronteiras. Esse projeto que nos referimos é o projeto Mães do Congo. Eh, Mães do Campo. >> Mães do Campo, isso. >> Mães do Campo, mas são vários os projetos mantidos pela Fraternidade Sem Fronteiras. Organização seríssima, o que se faz de cá alcança lá, sem sombra de dúvidas. Podem acreditar que a gente entrevista uma vez por mês no programa Fáces da África. Todo primeiro domingo de cada mês, às 9 horas da manhã, a gente entrevista um dos beneficiados dos projetos em vários países da África. E a gente sempre tem o zelo de perguntar e os relatos são inúmeros. Lá já tem em nos países da África já tem jovens universitários mantidos pela fraternidade e muita coisa acontecendo, sabe? Muito resgate de almas acontecendo por lá. E no Brasil também a fraternidade tem vários projetos, salvo engano, são sete os projetos mantidos aqui no Brasil, em especial nas áreas de maior vulnerabilidade, que é o Nordeste, né? Mas não é só lá não. Vários estados têm projetos da fraternidade sem fronteiras. Vale a pena a gente conhecer e mais ainda se envolver, porque é uma oportunidade, pegando um gancho aqui no que a Marilda tava comentando, é uma oportunidade de exercício >> de fraternidade para nós. Para nós. Eles já vão continuar vivendo >> de um jeito ou qualquer. Vão continuar. Nós também vamos, mas nós podemos viver
tava comentando, é uma oportunidade de exercício >> de fraternidade para nós. Para nós. Eles já vão continuar vivendo >> de um jeito ou qualquer. Vão continuar. Nós também vamos, mas nós podemos viver melhor se exercitarmos a fraternidade em nós. Muito melhor vermos o outro, né? como você falou, >> como irmão, >> vermos o irmão, todos têm esse direito e esse merecimento. Eu acho que essa experiência, né, essa mensagem, >> a coisa é tão complexa, minha irmã, e a gente vai vendo os deslizes que nós cometemos. Eu recebi no meu WhatsApp essa semana um postez, não meu, foi no meu WhatsApp, não, foi no meu Facebook, um postezinho de escrito assim, ó. Olha, alerta, essa semana os presos vão receber a visita de Natal. Então, tomem cuidado, fechem as suas casas do dia 23 ao dia 25. Aumentem a vigilância. A gente a a gente precisa de muito ainda para enxergar todo mundo como irmão. Aí a gente foi ontem no presídio, nós temos uma atividade rotineira, chega lá, você vê a vontade daquelas criaturas de mudar de vida, a vontade de terem uma oportunidade. Claro que isso não é unânime, nós também damos conta de mudar e fazer só o certo agora, uí. Então nós já estamos fazendo tudo certo, né? >> É, >> é, é, não é realmente são momentos assim que a gente precisa realmente parar, refletir, né, dar a oportunidade, né, ao outro. Claro, ninguém, né, eh, quer que uma experiência dessa aconteça com, né, com com você ou com seu familiar ou com um amigo. Mas é que nem a mama falou lá, né? O ódio tá no outro, essa dificuldade ainda tá no outro. Se merecemos, se não merecemos, se era parte de algum resgate ou não, não importa. importa o que vamos, né, fazer com o que nos acontece. Isso mesmo. >> E aí, né, esse convite diário de viver essa fraternidade, é, >> né, entender que o outro pode ir até aonde ele tem condição de compreender e, né, de o que foi oferecido para ele. E se nós recebemos mais, nós temos mais responsabilidade de compreendê-lo, de tolerá-lo, de ampará-lo, né? De dar a outra face.
ele tem condição de compreender e, né, de o que foi oferecido para ele. E se nós recebemos mais, nós temos mais responsabilidade de compreendê-lo, de tolerá-lo, de ampará-lo, né? De dar a outra face. Sabe, irmão? Tenho, eu tenho repetido muito para mim mesmo isso, esse convite da outra face, nós achamos que ele é muito fácil, muito tranquilo, mas ele é desafiador. É, >> ele é desafiador, né? Estamos aí há 2000 anos buscando compreendê-lo e vivê-lo, mas eh essa oportunidade, né, como o Patrick falou, venham, vocês têm que vi, além, né, de cada um ter essa oportunidade de serviço, de ser reconhecido como um irmão, como um filho de Deus, também tem nos proporcionado a questão de vermos o mundo. o que estamos fazendo mundo? O que as nossas escolhas estão, né, impactando no mundo. Então, imagina, anos atrás, isso seria impossível, uma caravana dessa seria impossível, uma ação dessa do fraternidade seria impossível. E agora chega esse recurso, mais esse recurso da misericórdia divina para nos despertar, para oportunizar sermos os filhos de Deus, né? >> Nosso mesmo. >> É, >> a nossa querida Adriana tá perguntando se esse projeto acontece na África. Sim, Adriane. >> Olha, a Fraternidade Sem Fronteiras tem projetos em Madagascar, que é uma das áreas de maior vulnerabilidade do mundo. Tem Moçambique, tem no Burundi, tem no Malawi e tem várias partes do Brasil também, viu? Mas esse que a gente tava citando, o projeto Nação Ubunto, é no Malaui, que acolhe, que que auxilia os irmãos do campo de refugiados de guerra de Zaleca. >> Isso. Eu tô eu tô arrumando aqui o banner. >> Uhum. para colocar de novo aqui para para nós. >> Enquanto você arruma, Patrícia, me permita fazer um comentário baseado no que a Marilda disse, porque >> isso aí tá o site, ó. >> Isso, >> gente, conheçam a Fraternidade Sem Fronteiras, vale a pena. Podem mergulhar e podem confiar, viu? >> Isso. >> E eu eu penso que a gente fica indignado, a gente fica mesmo com esses relatos, outros tantos. E que bom, que
raternidade Sem Fronteiras, vale a pena. Podem mergulhar e podem confiar, viu? >> Isso. >> E eu eu penso que a gente fica indignado, a gente fica mesmo com esses relatos, outros tantos. E que bom, que bom que a gente fica, porque antigamente a gente pode ser que a gente se comprazia nesse nessas nesses relatos. Hoje nos causa indignação, mas não seria bacana também a gente estacionar na cadeira da indignação, porque isso não vai mudar nada. É preciso ações. E como somos todos ligados, a maior ação de ajuda que a gente pode oferecer é mudar a nós mesmos. >> Isso. >> Tirar da gente os preconceitos. Inclusive, homossexualidade lá é punida com 14 anos de prisão. Pra gente ter uma ideia. 14 anos de prisão e mudar mudar a gente sermos criaturas mais humanizadas, mais leves, mais evangelizadas, né? >> Esse é o desafio. E claro, a fraternidade nos convida a fazer o que a gente puder para aliviar, independente, Patrícia foi muito feliz, independente se é uma expiação, se é uma aprovação, se não é nada disso, não importa. Importante é que é nosso irmão. E o nosso irmão hoje precisa da minha atenção, do meu apoio, de um prato de comida, de uma cesta básica, de um apadrinhamento. Se estiver ao meu alcance, que eu faça, que eu faça. Só assim pra gente mudando o mundo, só assim pra gente regenerando a nós mesmos por conta desse trabalho por dentro e por fora. Uhum. a gente vai regenerando o mundo, né, minha irmã? >> É, é aquela famosa frase, né, do Gand, né? Seja a mudança que você quer ver no mundo, seja a mudança que você quer ver no outro, >> né? E tanto o fraternidade quanto tantos outros projetos, né, sérios que existem, não precisam de heróis salvadores, né, do superheróis. A gente cresceu com esse mito na cabeça, né? A gente tem essa tipologia de que só um vai salvar tudo, não, né? O o a salvação ela vem da disponibilidade íntima do coração de cada um de nós para fazer o que precisa ser feito, né, Won? Porque ninguém vai fazer por nós. Ninguém vai fazer por nós. Mas é uma
o, né? O o a salvação ela vem da disponibilidade íntima do coração de cada um de nós para fazer o que precisa ser feito, né, Won? Porque ninguém vai fazer por nós. Ninguém vai fazer por nós. Mas é uma caminhada de mão eh junta. Eu falo que é uma via que vai paralela junta. Eu faço por mim, eu tô fazendo pelo irmão. O irmão faz por ele, ele tá fazendo por mim. Eu olho por o irmão, eu vejo o que eu preciso transformar em mim ou que já não é mais necessário na minha vida. Aí o irmão olha para mim, ele fala: "Ah, tá, olha só, isso é interessante, deixa eu ver se eu consigo fazer ou não, não, esse caminho não tá certo, então eu vou tomar outro caminho". E aí a gente vai se ajudando, mas a gente vai fazendo um pelo outro na caminhada. Não vai vir um irmão, né, nos pegar pela mão e falar: "Agora vocês estão todos salvos. Eu estou levando vocês para o paraíso. Nós vamos construir o reino de Deus dentro de nós, né? E chegar nessa regeneração tão ansiada por nós, né? Que a gente quer viver com essa paz, com essa tranquilidade, mas o que demanda essa paz, essa tranquilidade, nós estarmos em paz com a nossa consciência. >> Muito bem. Ô, meu querido, ó, já estamos aqui quase 9 da manhã, né? Eu fico tentando, eu fico olhando a hora que eu falo, deixa eu ver se eu vou falar a hora certa, senão eu falo a hora daqui, né? Que é que é a mesma hora do pessoal lá do aí do Malauia, né? Mas se, né, se deixar a gente vai ficar aqui até meio-dia mesmo, porque são muitas, né, são muitas experiências, são muitas reflexões, né? Eh, o Wellington chegou faz o quê? Um mês de volta. >> Um mês. >> Um mês. Ó lá. >> Acho que não deu para processar tudo ainda, né? Não, >> não, não dá. É, olha, >> é uma imersão, >> imersão muito grande. >> Aí a gente tem que mesmo, porque também eu eu acho que eu mesmo entraria num conflito muito grande se eu fosse além da minha capacidade de digerir, sabe? >> Isso? Uhum. >> E entrar num colapso porque é é forte >> emocional. Claro. São muitos contrastes, né? >> São são
aria num conflito muito grande se eu fosse além da minha capacidade de digerir, sabe? >> Isso? Uhum. >> E entrar num colapso porque é é forte >> emocional. Claro. São muitos contrastes, né? >> São são >> são muito contrast. Mas já tô com saudade que patrícia. Vou fazer aqui ao vivo >> aquele convite que eu te fiz, irmã. Bora lá em novembro. >> Já estamos em conversação aqui. Vamos >> vocês. Todo mundo que tá no chat aqui com a gente, quem sabe a gente não faz uma caravana lux para lá. >> Caravana look. Agora ficou sério, gente. Agora tá todo mundo convidado. Não sou só eu. Não >> ia ser uma bênção. Imagina encontrar essa turma aqui >> toda junta. >> Você tá perto, né, Patrícia? >> Eu tô perto. É, eu tô mais perto. Não, não, não vi ainda não estudei quais seriam as possibilidades, né? Mas >> Aham. >> Com certeza. Só da gente tá aqui, né, próximo do continente, já facilita a viagem, né? Aí teria que ver como é que eu como é que eu levo minhas malas de doação, mas aí tudo dá dáse um jeito. >> Ano que vem, quando tiver em Campinas, ó, eu vou deixar aqui também a promessa. Eu vou lá no centro de organização do Fraternidade. Vou conversar com a mama Vânia, né? Não, você vai conversar com a mamovânia muito antes, porque eu pretendo te mandar o contato dela para você convidar para para esse bate-papo. >> Ah, pronto. Então >> você vai ver que pessoa extraordinária. Eu tomo bênção dela quase que diariamente. >> Nossa senhora. Vai ser a nossa ministra Vânia aqui. Então, coisa maravilhosa. Ó, só a Ritinha tá, >> A Ritinha é show, viu Elton? Quitinha show. Ó, Marilda também já levantou a mão. >> Opa. Tô gostando, tô gostando, gente. Tô anotando aqui já. Quem que levantou a mão? >> Isso mesmo. >> Ah, muito bom, viu? Ó, ela já tá pensando, ó. Viu? Chegou o dia do convite, Ritinha. >> Ô, Rita, eh, nós vamos divulgar e eu já vou falar com o Wagner. Wagner, ó, você põe a Patrícia de coordenadora dessa caravana aí, porque o Wagner é desse jeito, você já viu, né? >> Eu sei, eu sei. É que no dia que ele
vamos divulgar e eu já vou falar com o Wagner. Wagner, ó, você põe a Patrícia de coordenadora dessa caravana aí, porque o Wagner é desse jeito, você já viu, né? >> Eu sei, eu sei. É que no dia que ele tava, a gente não conseguiu conversar muito, mas eu sei. É, é. Ó, a Hélia vai também. >> Vai, Hélia. Opa, >> já tá com a caravana montada, Patrícia. >> Já tem meia caravana aqui. Opa. Opa, já vamos organizar então. Eh, coisa boa. Gente, >> mas o Wellon falou que vai junto com a gente, viu? >> Claro, >> claro. Eu preciso me reabastecer com aquele pessoal lá. >> Isso, isso. >> Claro que vou. >> Ô, que maravilha, >> Patrícia, para finalizar a minha fala de forma muito grata, >> no dia que nós chegamos lá, nós somos recebidos por três momentos. O primeiro momento foi nesse nesse quiosque no centro da escola com muita música, muita dança, aquele negócio de arrepiar. O segundo momento do coral no ginásio da escola. E o terceiro momento, uma mama que cuidou do nosso alojamento e das nossas refeições, nos recebeu. Vocês vão conhecê-la lá. Quando ela tava falando, dando as boas-vindas, dizendo que ela era ia cuidar de nós ali, ela é a equipe dela. >> Uhum. Uma aranha desse tamanhão passa no refeitório, no chão, todo mundo saltando, ah, querendo matar a aranha. Ela falou assim: "Calma, não se preocupem, ela é inofensiva, são comuns aqui. Na verdade, ela está aqui para celebrar a vida de vocês. Essa daí é irmã do Chico, né? Certeza. Olha isso, gente. Essa essa espiritualidade maravilhosa, né? Olha só que consegue enxergar toda a obra do Pai como parte de tudo, né? Tudo faz parte. Tudo faz parte. Gente, não matem as aranhas. Como Chico falava, conversava com as formigas. Eu tô tentando, gente, mas elas não me ouvem. Ai, ó lá, Elinha já ficou meio assustado, gente. A gente tem um ano para fazer dessensibilização aí, né, de qualquer animalzinho, inseto que a gente tem um pouquinho mais de medo, porque eles são nossos irmãos, né? Eles certamente eles vivem na, né, no determinismo divino e nos convidam a
lização aí, né, de qualquer animalzinho, inseto que a gente tem um pouquinho mais de medo, porque eles são nossos irmãos, né? Eles certamente eles vivem na, né, no determinismo divino e nos convidam a fazer parte dessa obra. Eu acho que esse é o grande convite, né, como eh o nosso professor Euíedes aí traz para nós da metodologia de pestalose, né, nos lembrando. E Jesus, né, que usava de tudo ali da natureza, do, né, da vivência de todos para trazer todas as lições. Não vamos esquecer, não vamos esquecer, né? Muito obrigada, Adriana. Muito obrigada por est aqui com a gente, né? Quem sabe você se anima também. Vai lá no site, dá uma olhada nos projetos, né? Fica aí o convite sempre para que primeiro, né? A gente abra os nossos corações para os nossos irmãos, para essa fraternidade que nos rodeia. Nós somos uma família fraterna universal, né? A gente vive nessa teia. Eu sempre falo teia. Ó lá, eu gosto das aranhas, gente. Nessa teia divina, né? Conectados. Então, o que a gente faz aqui, ó, reverbera ali sempre. Não tenhamos dúvida. Toda a nossa intenção de amor, do bem, né, de carinho, de cuidado, chega, chega nos corações e chega nessa vibração, né, nessa psicosfera. que a gente precisa transformar. Olha aqui, ó. Tem mais gente falando que vai, sabe? Mas eh tá falando que só vai se meu marido for. É, então estamos em conversação, Pedro. Estamos aqui em negociação. Já fiz a proposta para ele. >> Ótimo. >> Eh, não vou contar para ele que tem aranha, Wellington, porque a hora que você falou, eu já pensei nele. >> Mas assim, não são muitas não, mas existe. Existe. >> Não, claro. Aqui também tem, gente. Aqui também tem. >> É todo isso, isso, isso. >> Todo lado vai ter. >> Exato. Ó, o Pedro tá perguntando, ó. Vamos finalizar então, ó, pra gente ter uma ideia, né, para todo mundo se preparar, né, Wellington, porque como você falou, eh, tem o custo, né, até o Simão perguntou se não seria mais interessante enviar o dinheiro, né, do custo da viagem, mas o custo, né, emocional, o valor, não é nem custo, né,
, porque como você falou, eh, tem o custo, né, até o Simão perguntou se não seria mais interessante enviar o dinheiro, né, do custo da viagem, mas o custo, né, emocional, o valor, não é nem custo, né, irmão, o valor da entrega não tem preço, gente. Mas conta aí pra gente um pouquinho assim como que seria pra gente, para esses irmãos terem uma ideia assim, né, fazer uma programação. >> Sim. Olha, a parte terrestre eh, envolvendo traslado, hospedagem, alimentação, tudo fica em $20, tudo, tudo, tudo incluso, tudo. Eh, a aí as passagens vai de local, né? Mas aqui partindo de Uberlândia, eu eu diria que a nossa viagem, nós conseguimos comprar passagem no momento espetacular. Nós gastamos aí menos de 2.000 para tudo. >> Ótimo. Nossa, excelente. >> É >> excelente. >> Uhum. Tá aí, gente. E aí o pessoal vai auxiliando, né, a a conseguir aí, né, o ver qual que é quais são as melhores conexões, né? >> Sim. >> Para para poder todos tentarem, acho que viajar junto também, né, >> precisa, precisa. Aí, a partir do momento que a gente é inscrito, >> eh, aí a gente já tem o voo oficial. Nada nos impede de encontrarmos em Johonesburgo, mas tem os voos oficiais, sabe? >> Sim. >> E então é muito tranquilo. Eles não dão nos dão todas as orientações necessárias >> e tem alguém, um agente também e cada um tem a liberdade de comprar passagem da forma que quiser. Mas existe um agente que atende a fraternidade sem fronteiras. Fantástico de confiança. Um dia antes de qualquer voo. O nosso chequinho já tava pronto, tudo nos WhatsApp, sabe? >> Nossa, muito tranquilo, né? Muito tranquilo, muito bem estruturado. Olha, é aquilo que nós falamos, né? O a o convite, né? O a oportunidade tá aí, chegou, né? Tá disponível para nós, né? Podermos conhecer, podermos ver que mais, né? acontece nesse mundo, fora desse mundinho nosso, né? Fora da nossa bolha. >> É, recursos já existem, ó. Ó, tá todo mundo se organizando, ó. Isso. Comecem reservando o mês de novembro. Exatamente. Eu acho que tem uma em abril também, né,
dinho nosso, né? Fora da nossa bolha. >> É, recursos já existem, ó. Ó, tá todo mundo se organizando, ó. Isso. Comecem reservando o mês de novembro. Exatamente. Eu acho que tem uma em abril também, né, Wellington? >> São várias. Tem, tem sim, são várias durante o ano. >> Essa de novembro eu acho que permite que a gente faça esse planejamento, né? Porque a gente tem um ano aí para para se organizar, realmente. Pode deixar, gente. Tá todo mundo anotado aqui. Eu vou, assim que o Wellington me mandar as informações de quando é a data, vai est todo mundo no grupo já. >> Ótimo. Vai ser uma alegria estarmos juntos. Vai ser muito bom. É, ele falou que eu sou coordenadora. Não, ele vai ser o coordenador do do grupo, viu? >> Não, você vai ver. Me aguarde. >> Ai, gente, olha, muito bom, viu? Muito obrigada, irmão, por estar aqui com a gente, por dividir essa experiência, por trazer esse presente. Eu falei para ele que ele era o nosso presente de Natal aqui, essa esse convidado maravilhoso, porque eu achei que, né, eu falei: "Wilton, quando a gente marca?" Eu falei: "Vou marcar na véspera do Natal, porque esse é o convite de Jesus, né? que a gente possa deixar que essa simplicidade, essa humildade e toda, né, aquela trilha das bem-aventuranças saia por nós, porque já tá tudo em nós. Quanto mais a gente permitir, mais felizes nós seremos, não é, irmão? >> Isso mesmo. Isso mesmo, >> queridos. Então, ó, ó lá. Estudar, ó. E a Marilda tá estudando. Tem que estudar, viu? para não ficar de exame, não ficar de DP. Aí todo mundo quem a gente vai fazer de lá, Pedro. Claro. >> O Wagner não fez a live comigo de lá. >> Nós vamos fazer o Bom Dia Café de Malab. Tá tudo certo. >> Olha que chique. >> Nossa Senhora. Que honra. Que honra. Outro outro outra sucursal do Bom Dia Café. Olha só que maravilha, amigos. Então, ó, um ótimo Natal a todos, né? que vocês passem aí esse dia que ficou marcado para celebrarmos a chegada do nosso mestre entre nós, com muita paz, com muita harmonia, com muito amor, que possam confraternizar com os
al a todos, né? que vocês passem aí esse dia que ficou marcado para celebrarmos a chegada do nosso mestre entre nós, com muita paz, com muita harmonia, com muito amor, que possam confraternizar com os com as famílias, com os amigos e deixar que Jesus nasça cada vez mais nos seus corações e possamos ser seus humildes aí discípulos, para que cada vez Mais irmãos, se toquem com a sua mensagem profundamente. Obrigada, querido. Um ótimo Natal para todos aí, viu? A gente amou a sua visita. Beijo grande. Gente, amanhã tem mais, viu? Amanhã tem. Amanhã tem bom dia café. É Natal, mas tem. Estaremos juntos aqui. >> Com Deus.
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