Bom dia, café! 220925 AO VIVO Renovando Consciências e Consolar e Esclarecer

Conecta Espiritismo TV 22/09/2025 (há 6 meses) 1:09:46 10 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade e do canal português CONSOLAR E ESCLARECER. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhã com Deus, #bom dia com Jesus, #bom dia espiritismo, #mensagem de bom dia, #refletindo com Kardec, #palavra do bem, #espiritualidade e espiritismo, #reflexão espiritual, #live de bom dia, #despertar da consciência, #comece o dia no bem, #inspiração da manhã, #fé e espiritualidade 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280

Transcrição

e vivir vivo e viverei o que Sou imortal espí vivo e viverei o que sou imortal. Vivo, vivo e viveri, viverei porque sou eortal. เฮ Vivo e viverei porque sou imortal. Bom dia. Deixa eu ver, tá aberto o microfone. Bom dia. Bom dia. São 7:35. Hoje é dia 22 de setembro de 2025. Puxa vida, né? Nosso Bom Dia Café está começando agora. a live que acontece de segunda a sexta-feira, sempre às 7:30 da manhã, para trazer boas notícias, bons exemplos, para falar de coisas sempre muito boas e a gente começar o dia animados, né, preparados para aqueles para aqueles obstáculos, para aquelas contrariedades que sempre acontecem no decorrer do dia, mas se a gente tiver bem preparado, se a gente tiver bem felizinho logo cedo, essas coisas todas passam com tranquilidade. Não é assim? Muito bem. Seja, portanto, muito bem-vindo ao nosso Bom Dia Café hoje que é especial. Vocês estão escutando barulho de plástico? Plá plá. É a lona que eu precisei colocar aqui porque graças a Deus, graças a Deus. Tá chovendo desde a madrugada aqui na região de São Carlos, Araraquara. Já já nós vamos falar com a nossa visita, que a nossa visita tá em Matão. Bom, né? Nossa visita tá em Matão. Adivinha? Nós vamos falar sobre algo lá de Matão. Espetáculo. Você já tomou seu cafezinho? Eu espero que já. Nós vamos, deixa eu fazer minha autodescrição aqui. Eu sou a Estela, sou uma mulher de 60 anos, branca, cabelos grisalhos, bem curtinhos. Eh, uso óculos de aro arredondado. Tô com uma camiseta preta que eu não sei o que tá escrito porque quem me deu foi meu filho. E tem umas letrinhas aqui em japonês. Se alguém souber traduzir, eu agradeço profundamente. Mas aí manda no privado, porque como eu não sei o que tá escrito. Eu estou no quintal da minha casa, na mesa, né? que em que eu convido você para tomar café junto comigo e tem um cafezinho aqui também. Então, espero que você esteja aí preparado para o nosso café. Nós começamos a música. Nós começamos Bom Dia Café hoje. Você tava ouvindo aí a música, né? Essa música

go e tem um cafezinho aqui também. Então, espero que você esteja aí preparado para o nosso café. Nós começamos a música. Nós começamos Bom Dia Café hoje. Você tava ouvindo aí a música, né? Essa música aqui, ó. Deixa eu só acertar ele aqui. Pronto. Essa música, ó, vou soltar. Essa é a música em homenagem a ao nosso bandeirantes do espiritismo, Kaibar Chutel, que é a nossa efeméride de hoje. Não vou nem falar que é a principal porque é a efeméride de hoje, né? E nós vamos, claro, lembrando a vocês que hoje também começa a primavera. Hoje é 22 de setembro, mais deixa eu ver que horas. Mais tarde um pouco vai começar a nossa primavera. A primavera desse ano, às 3:20, às 3 horas da tarde começa a nossa primavera e vai terminar lá no dia 21 de dezembro ao meio-dia. Então, já que vocês estão aí preparados para nossa primavera, primavera que chegou com chuva já, graças a Deus, isso é sempre muito bom. Então, vou chamar a nossa visita e aí em seguida a gente faz a nossa prece e já fala bom dia para para quem estiver presente, né? A gente sempre inverte um pouco a ordem do Bom Dia Café quando tem visita, não é isso? Muito bem, então vamos lá. visita. >> Bom dia. >> Bom dia, seu Orson. >> Bom dia. Que beleza, hein? Que maravilha. Um abraço a todos os amigos que estão presentes aí. >> Tá chovendo aí também, Orso? Ô, choveu gostoso agora de manhã aqui. >> Eita! Aqui começou também de madrugada, acho que era umas 3 horas da manhã. Tá fazendo a lona, tá fazendo muito barulho. Hum. Mas não atrapalha não. >> Ah, então tá bom, porque senão não dá para ficar aqui fora. Veio o chuvisqueiro e o vento gelado todo em cima de mim. Aí não dá, né? Aí não dá. Muito bem. Vamos. Deixa eu só acertar uma coisa aqui. Pera aí. Hoje, eh, nós vamos conversar com o Orson, Orson natural de Mineiros do Titê. Eu já tinha esquecido disso. Você sabe que na minha cabeça você nasceu em Matão. >> Não, não. Eu mudei-me para Matão aos 40 anos. >> Puxa vida. É, eu vou perguntar sobre isso também já já. Mas o o

tê. Eu já tinha esquecido disso. Você sabe que na minha cabeça você nasceu em Matão. >> Não, não. Eu mudei-me para Matão aos 40 anos. >> Puxa vida. É, eu vou perguntar sobre isso também já já. Mas o o Orson é natural, então de mineiros do Titê, reside em Matão já faz bastante tempo, de família espírita, é casado com a Neusa Marana, que se vocês ainda não ouviram a Neusa cantar, precisam ouvir. O Orson depois vai falar pra gente qual que é o o canal deles no YouTube, porque eu tenho certeza que vocês vocês vão gostar. É pai de três filhos e avô de dois netos. É isso? Tá certo. >> É, por enquanto tá com dois netos, né? Vamos ver, né? Mas é isso mesmo. Estou em Matão há 25 anos. Netos. Isso. Muito bom. E ele é um dos filhos é jornalista. Ele vai falar sobre isso também, porque eu também vou perguntar. >> Isso. >> É autor de 21 livros. 21 ainda? >> Não, são 25. >> 25. Olha, tá atrasada aqui a minha minhas anotações estão atrasadas. 25 livros. Ativo colaborador da imprensa espírita. inclusive da digital. Eh, e tem um trabalho muito bacana também no YouTube, nas redes sociais, com vídeos curtos, com textos curtos. Para quem não gosta de grandes eh falas, né, nem de ficar muito tempo na tela, o Orson tem um trabalho para pouco tempo da gente assistir, que é muito legal porque a gente escuta o pequenininho, né, o vídeo curtinho ou o texto curtinho, aí procura o maior. >> É, o objetivo é esse mesmo, é levar ao maior, né? >> Funciona, viu, Orson? Poxa, como funciona? >> É, funciona mesmo. >> Como funciona? Muito bem, muito obrigada por ter aceito o convite nessa data especialíssima, viu, querido? Vamos só dar bom, >> fala. Eu eu inclusive liberei no meu blog hoje eh um texto específico sobre o Carbarchut a partir de uma frase do Atson Campelo, que foi o seu continuador, né? O Watson dizia assim: "Vou tomar um pouco de sol, vou ver o shooter". Essa frase do Campelo virou um artigo. Nossa, eu eu assisti a palestra do sábado, né, que teve lá no no centro na Casa Espírita de Matão.

n dizia assim: "Vou tomar um pouco de sol, vou ver o shooter". Essa frase do Campelo virou um artigo. Nossa, eu eu assisti a palestra do sábado, né, que teve lá no no centro na Casa Espírita de Matão. >> Sim, sim. >> É. E aí eu não sabia da história do sol. Eu ouvi lá, ouvi sábado pela primeira vez. Fantástica, muito bacana. Muito legal. Então vamos lá, só falar bom dia pra turma aqui. Pedro Paiva, bom dia. Você podia ter vindo pro estúdio, né, companheiro? >> Verdade, Paulo. Ó, a gente tava esperando você, Pedro. Verdade. >> É, então venha, entra logo. Marcos Amaral, bom dia. Fazia tempo >> que o Marcos não aparecia por aqui. Bom dia, Patrícia Desenroios, Orson Lux. Essa é nova. >> Aqui no Bom Dia Café todo mundo é luz, viu Orrson? Então é Estuxs, Patriluxs, Pedruques, Orson Luxs. Ó lá. Vamos juntos. É isso aí, Terezinha. Bom dia, querida. Chove em Brasília, Terezinha. Tô rezando para chover aí que aí também é bravo. Fátima querida, bom dia. Bom dia para Shirley também. Pedro Paiva, feliz semana para nós todos. V, vamos falar do sol k caibar agora. Nós vamos chamar caibar sol não, sol caibar é mais mais bacana. Nivalci, bom dia, querida. Bom dia também pra Regina Machado. Sabará, que bom que choveu. Excelente, querida. Dolores, bom dia para você também. Bom dia pro Antônio Fernando em Aracaju. A Hélia, bom dia. Olga Ferrarim, bom dia. Ótima semana para nós todos. Ô, verdade. Ó, chuvinha abençoada essa. Foi mesmo. Dolores, bom dia. Bem-vindo, Orson. Prazerem um abraço. Ah, você precisa ir lá na na no canal do Orson conhecer ele em detalhes. Vai, você vai ver que é bacana. Família Santana, bom dia. Marildinha, bom dia, querida. Eu vou aproveitar a presença da Marilda e vou dar um esclarecimento. Ontem nós não tivemos o estudo do Esquina de Pedra. Eh, eu fiz uma pequena cirurgia no sábado de manhã naquele mutirão lá do dos hospitais federais e tá doendo. E ontem à noite doía para caramba. Eu não consegui fazer o estudo ontem. Então vocês me perdoem, mas domingo que vem

rurgia no sábado de manhã naquele mutirão lá do dos hospitais federais e tá doendo. E ontem à noite doía para caramba. Eu não consegui fazer o estudo ontem. Então vocês me perdoem, mas domingo que vem estaremos apostos novamente para continuar as nossas reflexões sobre o livro A esquina de pedra. do nosso Oi, a coisa tá tão boa. >> Eu já perdi até o nome do autor que eu tô falando 500 vezes por dia. Mas é isso, devagar as coisas vão se ajeitando. Devagar, Neusa. Lá, acabei de falar da Neusa. Bom dia, querida. Eu que agradeço você está aqui acompanhando. Bom dia, Café, meu bem. Francisca, bom dia. Regina Machado, bom dia. Estava assistindo pelo Facebook. Ah, muito bom. Que bom. Maria Ferraz, bom dia para você. Bom dia para Elisa. Oi, Elisa. Bom dia, querida. Muito bem, vamos paraa nossa prece e aí nós já vamos começar a conversar bastante. Vamos lá. em torno da oração. Antes de pedir pão à providência divina, não menosprezes o esforço por obtê-lo. Antes de rogar a paz em teu benefício, não ouvides a consciência reta para que a tranquilidade não te abandone. É preciso lembrar que as súplicas humanas não devem estorvar as concessões divinas, sendo a Terra a nossa escola multimilenária, cada aprendiz dentro dela recolhe a lição que lhe cabe. É por isso que vemos a cada passo dificuldades materiais que preservam a integridade do espírito. Moléstias que funcionam por mazelas do corpo em favor da higiene da alma e inibições físicas que asseguram a defesa do coração. contradecida ao despenhadeiro. Aprendamos a ver-nos infortúnios de agora os elementos vivos que nos garantirão a felicidade depois. Campo adentro do espiritismo com Jesus. Não podemos abraçar na prece a válvula de escape injusto. Sabemos que a ordem universal não nos perde de vista e que todos receberemos hoje de acordo com as nossas obras de ontem. Assim sendo, mantenhamos a oração como escada de luz. no intercâmbio com o plano superior à procura da inspiração divina, de modo a sermos mais úteis ao próximo e mais

do com as nossas obras de ontem. Assim sendo, mantenhamos a oração como escada de luz. no intercâmbio com o plano superior à procura da inspiração divina, de modo a sermos mais úteis ao próximo e mais conscientes em nós mesmos. E não desconhecendo a nossa obrigação de aprender e servir infatigavelmente, peçamos ao Senhor não para que a nossa cruz se disfaça antes do momento oportuno, mas que se nos amplifique a resistência nos ombros, a fim de que a suportemos com a dignidade de vida. Valiosa é a prece que transforma situações e paisagens exteriores, embora muitas vezes nos aumente os compromissos. Entretanto, é imperioso não esquecer que a oração mais sublime é aquela que nos renova por dentro, ajudando-nos a crescer mentalmente para discernirmos com segurança e amparando-nos a visão íntima para que estejamos cada dia não na pauta de nossos próprios desejos, mas segundo a vontade sábia e misericordiosa de Deus. Emanuel, fica sempre um silêncio, né, depois de uma de uma mensagem dessa, né, porque a gente precisa quando ler ou quando ouve essas mensagens, a gente precisa parar um pouco para refletir sobre aquilo, né, nas nossas vidas. Ai, ai. Muito bem. Vamos lá. Vamos à nossa a nossa efeméri de hoje. Já pus a vinheta do da visita, então vai da efeméri agora. Muito bem. Hoje, dia 22 de setembro e lá em 1868 nasci a Caiar Shuton, médium escritor e divulgador da doutrina espírita. E é por isso que nós temos uma visita muito especial para quem ainda não tem muita intimidade, né, com algumas das eh das nossas personalidades marcantes do passado, do espiritismo no Brasil, eh Kaiber eh teve uma uma história, uma importância muito grande na história do espiritismo, não só aqui do estado de São Paulo, eh, mas ele é o apelido carinhoso dele, que não é um apelido, né, gente, mas é uma designação que é dada para ele como bandeirante do espiritismo. Ele é de Matão, né, viveu uma boa parte da vida dele em Matão. É isso que o Worson vai contar um pouco pra gente também. Eh, inclusive no período em que

dada para ele como bandeirante do espiritismo. Ele é de Matão, né, viveu uma boa parte da vida dele em Matão. É isso que o Worson vai contar um pouco pra gente também. Eh, inclusive no período em que Matão não era cidade, mas passa a ser município, ele tem um papel importante nisso também. E ele foi o primeiro intendente de Matão, que é o cargo que a gente pode equiparar hoje ao prefeito, né? Se a gente for trazer para uma nomenclatura atual, é o de prefeito. Mas eu vou deixar as as descrições formais para lá, porque a gente já começou a falar dele, né, Orson? Morson dizendo pra gente que ele também era chamado por um sucessor dele de sol, o sol caibar já começa falando tudo aí pra gente, faz favor. Primeiro não vou vou começar por outra vou começar por uma pergunta melhor antes que eu me esqueça. Quando você mudou para Matão, você já conhecia o Kaibar ou você foi se enfronhar nas histórias do Kaibar Chutou depois que você muda para Matão? É natural que estando aqui eu me enfronhei mais, mas eu conheço a história de Caibar desde menino, porque meu pai era assinante do jornal Clarim, >> era assinante da revista internacional de espiritismo. >> E eu via meu pai nos finais de tarde recostado no muro com a cadeira tombada para trás, lendo o Clarim, né? E também me lembro perfeitamente do seu Onofre, que era um voluntário que viajava pelas cidades do interior paulista, pelo menos na minha região ali, Jaú, Mineiros do Tetê, Barra Bonita, eh fazendo assinaturas da revista e do jornal, né? Então foi muito marcante porque durante toda a minha infância e mocidade eu via o jornal chegar pelo correio e isso foi muito marcante realmente, né? Mas vindo para Matão, eu me enfronhei mais com a obra, porque aí vim para trabalhar como assessor de imprensa da casa de Touro Clarim. Isso nos idos do ano 2000, aos 40 anos de idade. Então, eh, aí a gente se enfronhou mais com a obra. >> Você veio para para Matão em 2000? >> Em 2000. >> Puxa vida. E eu na minha cabeça, você já nasceu em Matão?

os do ano 2000, aos 40 anos de idade. Então, eh, aí a gente se enfronhou mais com a obra. >> Você veio para para Matão em 2000? >> Em 2000. >> Puxa vida. E eu na minha cabeça, você já nasceu em Matão? >> Não, eu vim a Matão aos 40 anos. Aliás, eu vim para Matão por causa do caibar chútero, né? A razão de eu ter mudado de mineiros do Tit para Matão foi por causa de de Caibachute. >> Que legal. E sábado teve um evento, né? Ô, ô, Orson, queria também que você falasse um pouco do evento do sábado e fizesse já a divulgação porque tá gravado lá. Eu assisti a gravação, inclusive. Eh, aqui em Matão, em homenagem ao Caibar Shutel, anteriormente nós tínhamos o EAC, o encontro anual Caibaruto. Depois, por motivações variadas, não foi possível realizar mais presencialmente. E a partir do ano passado, a US aqui de Matão iniciou a edição do da semana caibachute. Neste ano, a edição começou no sábado com a exibição do filme eh Vivi, Vivo e Viverei Porque Sou imortal. Eh, é uma produção do nosso querido Zé Henrique Martiniano e Márcia Tâmia, que você conhece, já estiveram aí várias vezes. E o o nosso Zé Henrique é um cineasta, podemos dizer, né? Ele se transformou num grande pesquisador da história e entre essas pesquisas está a vida do Carbarchute. Esse documentário e foi exibido no cinema aqui no sábado de manhã, será exibido em Araraquara neste sábado 27. Depois vai para o YouTube no canal do Zé Henrique, no canal do Instituto Caibarut e no próprio sábado esteve aqui o Simão Pedro no período da tarde fazendo um seminário sobre mediunidade. E esta semana, Caibachud, que que por essa semana com várias atividades, com as palestras que serão proferidas essa semana, especialmente considerando a personalidade de Caibar, que nasceu no Rio, mas fixou toda a sua plataforma de trabalho aqui Matão. A sua biografia é muito conhecida, né? Nós temos em Matão o maior biógrafo de Caibachuto, que é o Davi Lisenberg. E então são detalhes de uma grande vida. E naturalmente que esta frase que foi

Matão. A sua biografia é muito conhecida, né? Nós temos em Matão o maior biógrafo de Caibachuto, que é o Davi Lisenberg. E então são detalhes de uma grande vida. E naturalmente que esta frase que foi citada, ela é de Ângelo Watson Campelo, que trabalhava com o Schutel, ele trabalhava lado a lado e ele dizia para os seus conterrâneos, para os seus amigos e familiares, vou tomar um pouco de sol, vou ver o chuteel e esta frase eu transformei num artigo que está disponível, saiu liberado agora cedo no meu blog pessoal, inclusive até mandei o link para você já. É verdade, é verdade. Eu tô com ele aqui. Depois eu vou compartilhar lá no grupo do Bom Dia Café no WhatsApp para que vocês todos tenham tenham acesso, porque vale muito a pena, é muito interessante. O o Wson falou do documentário, eu vou mostrar para vocês. O documentário já está no YouTube, mas ele já tá marcado, vocês vão poder ver. Deixa eu ver se eu consigo aumentar. É isso mesmo. É isso mesmo. >> Tá marcado lá estreia em seis dias, dia 28 de de setembro às 16 horas, às 4 horas da tarde. Então nós vamos poder assistir o documentário depois, né, dele ser lançado também em Araraquara. Então vocês já fiquem ligados aí. Vive, vivi, vivo e viverei. Kaibar Shutel, documentário nos 120 anos de pioneirismo espírita em Matão. É muito legal. Ô, Orson, eh, tem muita coisa muito interessante sobre o trabalho do do Kaiber, né? Mas eh eu também tava assistindo no a o a palestra lá do sábado e fiquei interessada porque assim eh o ele não teve muito tempo de estudo, né, e mesmo assim de estudo formal, né, que eu tô dizendo. E mesmo assim ele montou um jornal. É uma coisa assim que eu fiquei parada falando assim, a pessoa tem que ter muita certeza do que ela tá fazendo, né? Porque hoje, vou ser sincera, ó, sou jornalista também, mas hoje se eu tiver que montar um jornal, eu vou pensar 10 vezes antes, né? E ele que nem tinha essa uma formação, né? Não que naquela época também fosse tão comum assim todo mundo ser mega instruído, mas não era o caso dele, né?

r um jornal, eu vou pensar 10 vezes antes, né? E ele que nem tinha essa uma formação, né? Não que naquela época também fosse tão comum assim todo mundo ser mega instruído, mas não era o caso dele, né? E ele, eu li há pouco tempo uma das obras dele, inclusive, a facilidade de para escrever que ele tem é uma coisa fantástica, né? É, aí você >> a simplicidade, inclusive no escrever, >> é, você considera aí o o caráter das bagagens que o espírito traz, né? Ele era prático de farmácia, né? Ele aprendeu a profissão com o avô, que era farmacêutico também, era prático de farmácia, veio para Matão, abriu uma farmácia aqui, como você destacou aí há pouco, h poucos minutos, né? Ele além de trabalhar aqui, ele ajudou o município a emancipar-se, porque ele envolveu-se com a política, tornou-se o primeiro prefeito de Matão, emancipando a cidade e ele era um homem envolvido com as causas humanitárias, mas tinha realmente uma facilidade muito grande de falar e de escrever. Isso é próprio da capacidade do espírito que traz isso consigo, né? Então ele demonstrava isso na prática, porque ele tinha mesmo muita facilidade de chegar ao coração do povo, de fazer-se entendido. Então isso é um detalhe importantíssimo, realmente que você destaca aí. >> É porque a gente fica no aqui pensando, ah, mas será eu escrevo, eu não escrevo? Muitas vezes a gente fica pensando se faz ou se não faz, cheio de dedos, né, de de preocupações. E foi mais interessante também, não faz muito tempo, eu sempre ouvi ele com as histórias dele, né, e que ele distribuía o jornal pelo trem, que o jornal ia pelo trem e aquela coisa do jornal pelo trem. E aí o um um tia tá assistindo uma uma um filme qualquer, a pessoa entra no trem, né, num dos momentos lá do filme, a pessoa entra no trem e põe o jornal em cima dos bancos. E aí eu parei e falei assim: "Nossa, então não era só um transporte, né, de jornal, ele distribuía nesse sentido também. Ele punha os jornais no no banco também ou o jornal, você sabe disso? Se o jornal ia

eu parei e falei assim: "Nossa, então não era só um transporte, né, de jornal, ele distribuía nesse sentido também. Ele punha os jornais no no banco também ou o jornal, você sabe disso? Se o jornal ia e os os fardos, né, porque eles eram amarrados, gente. Vocês lembram disso? Jornal impresso, punha um em cima do outro, fazer uns montinhos dessa altura para não amassar, amarrava com barbante e mandava esses pacotes. Ele, você sabe se ele punha os pacotes ou se ele punha em cima das cadeiras? >> Não. Nesse caso específico da distribuição nos trens, ele punha exemplar por exemplar em cada banco do trem. Eh, é uma visão, você percebe uma visão de de futuro, uma visão ampliada, uma visão privilegiada de perspectiva, porque eh inclusive havia passageiros que recusavam o jornal. Ele não ficava chateado porque o passageiro recusava, os que recusavam, ele agradecia. Da mesma forma, muitos passageiros aceitavam o jornal e nos bancos vazios ele colocava o exemplares. Esses exemplares viajavam, sabe-se lá para onde, né? Tanto é que ele conquistou muitos simpatizantes a ideia espírita com essa providência. simples. É uma providência simples, mas ela é de grande alcance. A gente não não deixa de perceber aí uma visão ampliada de perspectiva. E além da distribuição nos trens, ele distribuía de casa em casa aqui em Matão. Matão era uma cidade pequena, recém emancipada, né? Cidade de poucas ruas, digamos assim, a época dele. Ele ia de casa em casa, jogava no quintal ali na entrada da casa. né? Muitas pessoas tinham medo de pegar o jornal porque considerava aquilo uma prática demonníaca, por falar de espiritismo, que era a propaganda que o padre da época fazia. Mas mesmo assim ele não desistia. Ele sabia que muitos exemplares seriam rasgados, queimados, amassados, mas mesmo assim ele fazia, porque dentre tantos distribuídos, haveria também um número eh de pessoas que leriam o conteúdo. Então, eh veja você a perspectiva eh de um homem sábio, né? E eu acho interessante, Orson, porque

azia, porque dentre tantos distribuídos, haveria também um número eh de pessoas que leriam o conteúdo. Então, eh veja você a perspectiva eh de um homem sábio, né? E eu acho interessante, Orson, porque essa é outra coisa, outra prática que a gente devia e multiplicar por aqui, né, nos dias de hoje, por aqui que eu digo nos dias de hoje, porque os jornais espíritas foram deixando de existir justamente com a eh ou melhor tendo como justificativa que ai a gente imprime, sei lá, 100 jornais e nem 10 pessoas leem, né? Mas essas 10 que estão lendo são as 10 que precisam ler, né? E muitos desses outros, sei lá, 90 exemplares tão indo para lugares que a gente não sabe, né? Que ero certamente o KER esperava que isso acontecesse, eu acredito, esperava que fosse, sabe Deus para onde? Para chegar na mão de quem ele tinha que chegar, né? É muito legal retomar esse entendimento da divulgação do espiritismo que o Kaibar tinha em 1800 e tralalala. É muito bom. Eh, e com isso ele angareou que muitas pessoas assinassem o jornal a ponto de despertar simpatia de muitos assinantes que recebiam regularmente a publicação. Entre eles o Luís Carlos Borges da cidade de Dourado, aí perto de São Carlos, que veio conhecê-lo pessoalmente e financiou o lançamento da da revista internacional do Espiritismo. Você veja a amplidão, o alcance que isso consegue ao ao chegar, né? É verdade. Que que você acha que hoje a gente deve a Pombinha? O que que você acha que a gente também eh seria interessante a gente destacar, né? Porque a história dele toda é maravilhosa, né? Mas o que você no seu coração você sente assim que são coisas que a gente precisava reavivar da história dele hoje em dia? Kachut é um personagem que não pode ser esquecido. É um personagem que traz toda a sua rica história bastante divulgada, bastante conhecida, virou livro, vários autores o biografaram, né? Há vários destaques de suas obras, mas sem dúvida nenhuma o legado dele é dessa perseverança, dessa determinação e dessa coragem. Trazendo isso para os dias

ou livro, vários autores o biografaram, né? Há vários destaques de suas obras, mas sem dúvida nenhuma o legado dele é dessa perseverança, dessa determinação e dessa coragem. Trazendo isso para os dias atuais, eu penso que nós, os espíritas, devemos voltar os nossos olhos para instrumentos eficazes de divulgação, muitas vezes esquecidos. Você, se você pensar nessas pequeninas mensagens que são distribuídas às portas dos centros espíritas, na entrada da pessoa quando chega, né, essas pequeninas mensagens, elas são um instrumento valiosíssimo e os centros precisam valorizar isso. Quando eu digo valorizar, existem duas vertentes, dois ângulos que podem ser analisados aí. Primeiro, não deixar isso amontoado, empoerado, jogado nas estantes, mas fazer distribuição mesmo. Por outro lado, eh, valorizar o esforço das pessoas que imprimem e distribuem essas mensagens. Isso significa fazer doações para a manutenção desse trabalho de impressão e distribuição, despesa de correio mesmo. Elas são enviadas fisicamente pelo correio. Então, eh, as casas deveriam destinar periodicamente, ainda que uma quantia mínima, uma quantia de auxílio a estes grupos que imprimem mensagens. E aí abre uma terceira perspectivas. É muito comum que sejam lidas algumas páginas rápidas antes da prece inicial nos centros espíritas, uma mensagem avulsa ou uma página de algum livro. Seria muito interessante que a mensagem distribuída no dia seja lida lá na frente e comentada em sua essência. Não precisa fazer uma palestra de 10 minutos, não é isso? Mas na abertura, fazer um comentário rápido sobre o conteúdo da mensagem, que seja 1 minuto, 2 minutos que seja, mas isso estimula que a pessoa que está ali, que possivelmente leu a mensagem rapidamente aprofunde o conteúdo. Porque os espíritos que ditam essas mensagens, vamos nos valer de Emânuel aí, que é um sábio, né? É um exemplo, tem muitos outros, mas vamos nos valer de Emmanuel. A sabedoria contida nessas passagens compactas de Emmanuel, se a gente ler, ler de novo,

nos valer de Emânuel aí, que é um sábio, né? É um exemplo, tem muitos outros, mas vamos nos valer de Emmanuel. A sabedoria contida nessas passagens compactas de Emmanuel, se a gente ler, ler de novo, ler outra vez, refletir, a gente vai perceber que são verdadeiros tesouros que estão à disposição. Então, o Caibar foi alguém que persistiu, nós devemos fazer isso, persistência, coragem, determinação, apesar dos reveses. E a gente procura entregar os pontos numa primeira dificuldade. Então, trazer o caibá para cá é usar a sua coragem determinada. E olha que interessante, ó. Pois é. >> A Regina colocou: "Nossa casa distribui um panfleto com uma mensagem espírita e a programação dos estudos durante a campanha do Quilo. De vez em quando alguém chega ao centro por esse caminho. Muito legal, Regina. Muito bacana essa essa. >> Parabéns ao grupo. Cita para nós aí a cidade e o nome do grupo. Isso é importante. >> É, pode falar, Regina. Manda aí pra gente no chat. Qual é a casa e a cidade, por favor, que é sempre um exemplo para muitas outras casas que deveriam também investir nesse tipo de providência simples, mas de grande alcance. >> Muito bem. Você falou que o o Kaier não é não pode ser esquecido. Eu concordo completamente com você, né? Ele tem, você lembra quantos livros foram e quais são as obras dele pra gente poder fazer propaganda dos livros, né? que a gente precisa fazer propaganda de livro também, >> de autoria própria. A época, quando encarnado, ele teve, publicou mais de uma dezena de livros, se não me engano são 13 ou 14. Mas a editora naturalmente eh ensejou com o lançamento desses livros, que ele mesmo fundou a editora, ensejou que outros autores se debruçassem sobre esses conteúdos. Daí surgiram novos livros. Mas por outro lado, eh, a gente verifica que ele tem uma uma trilogia muito consistente, muito famosa, digamos assim, que nunca sai de cartaz, digamos assim, né? Apesar da da validade de todos os seus livros. Mas se pegarmos ali o parábolas e ensinos de Jesus, eh,

logia muito consistente, muito famosa, digamos assim, que nunca sai de cartaz, digamos assim, né? Apesar da da validade de todos os seus livros. Mas se pegarmos ali o parábolas e ensinos de Jesus, eh, tem mais dois que fazem parte, que é o espírito do cristianismo, vida e Atos dos Apóstolos, essa trilogia ela se torna muito importante e muito expressiva, a começar pelo Parábolas e ensinos de Jesus, que vai completar um século agora em 2028 de lançamento, né? É um livro realmente que destaca, o próprio nome diz, parábolas e ensinos de Jesus. Nós temos o o Davi escreveu o Imortal Caiarxuto, está ali do lado ali, né, ali em cima no cantinho, o Imortal Caiarchuto, que é um livro biográfico. E o meu filho Cásio nasceu, escreveu também a o Clarim da Nova Era, que é também um livro que fala do pós caibar. Então, vejam, é muito interessante pensar nisso tudo. Acho que nem está aparecendo aí o livro do Cásio, né? Mas nós temos outros livros que como ali a vida no outro mundo, que eu estou vendo ali no canto, eh, a vida no outro mundo, que está um pouquinho mais aqui, ó, no cantinho esquerdo aqui, olha, a vida no outro mundo. Isso, esse mesmo. Eh, nós temos também o Médiuns e Mediunidades, que é outro livro fabuloso, importantíssimo, né? Porque esse na vida, nutro mundo, inclusive Estela, ele é anterior a André Luiz e ele cita as colônias espirituais, cita a vida no mundo espiritual antes da revelação trazida por André Luiz. Então, realmente são detalhes que a gente não pode desconsiderar. Tô vendo aí no meio aí médiuns e mediunidades ao lado da vida no outro mundo, que é um livro importantíssimo, como dissemos, né? Estudando a mediunidade. Exatamente. Então, é mais de uma dezena de livros sem considerar. >> Foi esse. Foi esse que eu acabei de ler, Médiuns e Mediunidade. >> E ele termina o livro falando de desdobramento, né? Isso, exatamente. >> É fantástico, porque a gente pouco tem de literatura a respeito de desdobramento e Kaibar já fala de desdobramento na época dele.

ele termina o livro falando de desdobramento, né? Isso, exatamente. >> É fantástico, porque a gente pouco tem de literatura a respeito de desdobramento e Kaibar já fala de desdobramento na época dele. >> Exatamente. Ele era muito eh uma intuição muito acentuada, tinha capacidades que escapam aí. E tem também o famoso livro do Eduardo Carvalho Monteiro, que eu estou vendo, é esse que tá meio envieszado aí. Carbarchuto é o bandeirante do espiritismo, aquele que está no meio ali na parte de cima, que está bem no meio enviezado, Kaib, esse, esse aí mesmo, Cai Bachuto, o bandeirante do Espiritismo. Esse livro é do grande pesquisador Eduardo Carvalho Monteiro. Ele foi lançado agora em nova edição, está repaginado, nova capa, está com nova diagramação. Esse livro traz detalhes da vida do grande Kaiba Chuteel, né? um livro biográfico. Realmente, Eduardo foi um grande pesquisador, deixou uma contribuição muito expressiva e o Caibar aparece também desencarnado através dos livros de Chico Xavier e Divaldo, né, em várias mensagens trazidas por esse espírito. O Prces Espíritas, que você tá vendo aí com facilidade, é um livro de bolso, um livro fino. é um livro que traz, ele é um, um desdobramento daqueles capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo, né, em que ele republica e ressalta aqueles modelos de preces trazidas trazidos por Allan Kardec, né? Tem o espiritismo para as crianças, uma linguagem acessível, fácil, que se tornou bastante difundido, né? Espiritismo para as crianças. Tá aqui embaixo esse amarelinho com duas crianças aí, ó. Esse livro também muito indicado para transmitir os ensinos espíritos. Veja que está com nova capa aqui embaixo, abaixo da figura que você destacou aqui do lado direito mesmo, tem aqui a embaixo, embaixo aí tem aí a nova capa aqui à direita, à direita à direita do livro que você destacou aqui embaixo mesmo, tá? Não, não. A volta espiritismo para as crianças com nova capa. Eh, se você clicar no Espiritismo para as crianças, clica no Espiritismo para as

ireita do livro que você destacou aqui embaixo mesmo, tá? Não, não. A volta espiritismo para as crianças com nova capa. Eh, se você clicar no Espiritismo para as crianças, clica no Espiritismo para as crianças aí, aqui embaixo do Espiritismo as crianças. Isso, essa é a nova capa do Espiritismo para as crianças. Diagramado, nova diagramação, né? Nova paginação. Mas sem dúvida o bestseller dele é o Parábolas e ensinos de Jesus. Isso sem falar, né? Eh, Estela, que ele escrevia na revista internacional do Espiritismo também. Então, isso são detalhe. O espírito do cristianismo, aquele livro aberto ali, ó, o espírito do cristianismo, realmente é um livro de grande valor. Exatamente. É um livro de grande profundidade doutrinária. E a interpretação sintética do eh do apocalipse ali do lado também que você vai encontrar eh do lado do espírito do cristianismo. Ele está isso. Ah, não é o espírito cristianino do lado dele. Do lado dele, do lado direito dele. Do lado direito. Isso. Interpretação sintética do apocalipse. É outra obra importante para quem gosta de pesquisar, né? E nesta mesma direção aqui, lá no canto, próximo da minha foto, próximo da minha imagem, você tem ali eh do lado da minha imagem que você está. Isso, isso mesmo. Clica nele. Ó lá. ade da verdade. Esse livro ele reúne eh algumas obras como a obras de menor eh expressão no sentido das páginas, livros pequenos. Então, foram reunidos pela editora, formando um único volume. Nós devemos ter aí talvez o próprio OTIS, entre outras obras. Eu não não tô lembrado agora, mas a editora juntou três obras pequenas para fazer um livro novo. Então, são detalhes literários de uma grande alma que se dedicou ativamente a produzir conteúdos de conteúdos intelectuais, né? Eh, espíritos de boa vontade usou mesmo essa. Bem lembrado, Pedro. Eh, naquela época usar expressões dessa dessa dessa magnitude, digamos assim, né? A nossa a o grupo lá que distribui os panfletos é o grupo Espírito André Luiz e Belo Horizonte. Muito obrigado à nossa

Eh, naquela época usar expressões dessa dessa dessa magnitude, digamos assim, né? A nossa a o grupo lá que distribui os panfletos é o grupo Espírito André Luiz e Belo Horizonte. Muito obrigado à nossa querida amiga que identificou a Regina. É isso mesmo. Obrigado Regina. Isso é muito importante, viu? A >> Maria Ferraz contando lá dos Estados Unidos também, ó. Lá Casa Lar Frei Luiz nos Estados Unidos também distribuímos os panfletos, mas não comentamos antes da prece. Vou mencionar essa ideia maravilhosa para nossa casa. Completamos c meses. Eh, beleza. >> Olha, Maria, que bom que você cita isso, porque olha, essa oportunidade de comentar o panfleto, ele tem um grande alcance e não precisa ser longo esse comentário, coisa eh de de 1 minuto, 2 minutos. Basta a pessoa que for comentar destacar um parágrafo, talvez, da mensagem distribuída, onde está a essência do mensagem. Você não precisa ler a mensagem de novo. Não, não faça a leitura. O pessoal já leu isso, mas destaque a essência. Um comentário rápido, muitas vezes destacando um parágrafo eh da mensagem que foi distribuída. Isso tem um detalhe, ele surto um efeito maravilhoso. >> E até cria uma curiosidade a respeito disso também, né? A pessoa que não leu a mensagem vai querer ler porque ela foi citada, foi feito um comentário de um parágrafo, como você está sugerindo, e aí ela vai se sentir curiosa para fazer a leitura da mensagem, né? >> É, até porque, Estela, muitas vezes a mensagem ela cita o livro de onde foi tirada e o comentarista deve citar o livro, ser possível até mostrar o livro de onde a mensagem foi extraída, porque isso também estimula a procura do livro. Nós estamos hoje com os livros eh eh encostados nas estantes, empoerados, amarelados, a pessoal não dando valor ao livro, mas você mostrando o livro vai despertar interesse. É um trabalho que nós precisamos fazer isso, viu Estela? >> É verdade, né, Orson? Porque a gente tá falando de um de um personagem da nossa da história do movimento espírita no

ai despertar interesse. É um trabalho que nós precisamos fazer isso, viu Estela? >> É verdade, né, Orson? Porque a gente tá falando de um de um personagem da nossa da história do movimento espírita no Brasil que trabalhava profundamente com a divulgação, né? E hoje a gente eh se se colocou numa posição muito preguiçosa com relação a essa divulgação. Então, coisas como essa que você tá falando, né, de eh pegar um parágrafo só da mensagem, distribuir as as mensagens. Quando eu era criança, todas as casas espíritas distribuíram distribuíam a mensagem. E eu não sei por que parou de fazer isso. É uma coisa que não devia ter sido interrompida, na verdade, >> fazer o comentário sobre ela, né, e falar sobre os livros. E, como já colocaram aqui pra gente, eh, fazer a divulgação dos grupos de estudo da casa nas palestras públicas é fundamental, mas a gente não vê mais isso acontecendo, né? >> É, você usou uma palavra correta. E a gente se acomoda com a rotina, se acomoda com o automático e perde essas oportunidades. Você sabe que nós iniciamos, o processo está em andamento, nós temos produzidos pequenos vídeos de até 3 minutos apenas falando só de livros. Então o o autor, o escritor, o divulgador, ele pega um livro, mostra a capa do livro, eu vou dar um exemplo aqui, né? Mostra a capa do livro e comenta sobre o livro. Esse, aliás, esse livro aqui é uma sumidade, né? Esse livro aqui é extraordinário sobre todos os aspectos do Calvário infinito de Zil da Gama. Então, o comentarista comenta sobre o conteúdo da obra. Isso tem dado um efeito muito importante. Eh, se você procurar o canal do Instituto Caibar Shutel, o canal chama Instituto Caibaruto. Você entra na playlist lá, tem uma playlist chamada Livros Espíritas. Então, tem vários vídeos, todos rápidos, de até 3 minutos, apenas comentando livros. Cada vídeo é um livro diferente. Isso é muito importante até ser exibido nas casas em momentos de espera antes da da palestra ou porque estimula a pessoa a despertar o interesse pela obra.

ndo livros. Cada vídeo é um livro diferente. Isso é muito importante até ser exibido nas casas em momentos de espera antes da da palestra ou porque estimula a pessoa a despertar o interesse pela obra. Eu tô abrindo aqui o Instituto Caiarchuta. Ah, >> você vai no canal, no canal, abre a playlist. >> Espera só um pouquinho. >> Isso. O canal é Instituto Carbar. É, vai ser legal você mostrar isso. >> Lá. >> Isso. Agora vai na playlist. Clica playlist. >> Playlist. >> Isso aí. Baixa a barrinha aqui. Você tá vendo aqui? Quer ver? Olha. Eh, tem um lugar aqui, ó. Livros espíritas. Clica aí. Livros espíritas. Esse segundo quadrinho aí. O segundo. Isso. Não. Aí você abriu o vídeo. Volta lá. Você tem que volta. Vamos conversar sobre o livro espírita. >> Volta. Fecha esse. Volta na playlist lá. Eh, sobe a barrinha. Eh, sobe a barrinha, clica no ver podc ver podcast completo é que você clicou no vídeo. Eh, clica mais embaixo, livros espíritas. Clica embaixo. Isso. Embaixo aí. Isso. Olha quantos vídeos tem de livros espíritas variados aí. Olha, >> todos curtinhos de até 3 minutos mostrando o livro. O último exibido foi transtornos mentais de Sueli Caldas. >> Então isso está no canal do Instituto. >> Quanto tempo, quanto tempo tem cada um? >> Até 3 minutos, não mais que isso. >> E a outra ideia que eu queria dar também, se for possível, é assim, ó. Tem a maior parte das casas tem redes sociais, né? Eh, a gente espera que elas tenham mesmo. E um dos problemas é falta de conteúdo paraas redes sociais. Você pode compartilhar o conteúdo do Instituto Kaibar Shutter com as indicações dos livros. >> Você pode baixar o vídeo e colocar o próprio vídeo, porque se você coloca o vídeo no Face, normalmente o Face, como você vai sair da rede, mudar de rede, ele não não divulga. Mas você pode baixar o vídeo, colocar no Instagram, colocar no TikTok, porque o TikTok é até 10 minutos, colocar no Facebook o próprio vídeo baixado. Vejam essa playlist aí, eu não lembro agora quantos vídeos são, mas eu acho que deve ter uns

nstagram, colocar no TikTok, porque o TikTok é até 10 minutos, colocar no Facebook o próprio vídeo baixado. Vejam essa playlist aí, eu não lembro agora quantos vídeos são, mas eu acho que deve ter uns 15 vídeos já aí e mais ou menos uns 15. E nós estamos alimentando isso, é isso? Estão marcados 23. >> 23. Ah, tá vendo só? Eu não lembrava que era 23. Então você tem que lembrar isso. Você volta lá, volta na playlist lá, Castelo, volta até lá aí, playlist lá em cima. Livros espíritas é o nome da playlist, ó lá. Livros espíritas. Aí, se você clicar ver podcast, ver playlist ou podcast completo, vai abrir todos. A playlist chama livros espíritas. Aí estão todos aí. Olha que beleza, livros espíritas no canal do Instituto Caiarchud. >> Exatamente. E aí, se vocês quiserem, a Federação Espírita Brasileira tem, se não me falha a memória, duas séries de programas também indicando literatura espírita com comentários sobre isso, que também você pode utilizar da mesma forma, baixar esses vídeos e colocar. A gente já fez isso aqui no Bom Dia Café. Quando era só eu que apresentava o Bom Dia Café, o povo acho que ficava meio cansado de mim, sabe? Ô, ô, Orsa, o dia inteiro, uma hora só da cara da Estela e a voz da Estela era cansativa. Então, eu colocava os vídeos da federação da FEB. Eh, >> é, o ideal é você baixar o vídeo mesmo, porque se você coloca o link, a pessoa não vai eh, mas baixou, ele vai ouvir. É, esse é o detalhe. tem toda a razão. >> É, como tem são vídeos curtos, você pode fazer isso, principalmente colocar no TikTok, alimentar o TikTok com isso. Então, é é importante, o TikTok tem tanta vulgaridade, nós podemos alimentar o TikTok com esses conteúdos que sugerem, indicam a literatura espírita. Muito bom isso. A gente fica feliz. Pronto, ó. Já passei a ideia pro maridão que dirige a reunião da terça. Pensei também em ver a biblioteca, um livro por semana, >> para uma breve divulgação antes do estudo. Melhor ainda, porque se você falar assim, ó, a gente tem na biblioteca, quem quiser

nião da terça. Pensei também em ver a biblioteca, um livro por semana, >> para uma breve divulgação antes do estudo. Melhor ainda, porque se você falar assim, ó, a gente tem na biblioteca, quem quiser pegar emprestado, fica à vontade. É, >> é mostrar o livro. O grande detalhe é mostrar o livro e destacar o conteúdo sinteticamente, despertar a atenção da pessoa que está na plateia. Você sabe, Estela, que o livro Ave Cristo, que é um livraço, né? É um livraço incomparável. Você sabe como é que eu fiz para divulgar o Avic Cristo? Porque a história toda, eu uso várias vertentes, mas eu escrevi um artigo. Você já foi traído? Derrogação com esse título, porque o quinto varro foi traído pela mulher junto com o chefe dele. Então, para despertar o interesse do livro, eu fiz um artigo. Você já foi traído? Título é tudo, né, Orson? >> É. Então, você pega o livro, mostra lá, fala aqui tem um caso de traição conjugal. O que que o marido fez depois que flagou a esposa em adultério com o chefe dele? Tá lá no livro, né? Ave Cristo. >> Lá, Maria Ferraz, tem o programa da Denise Lino, literatura espírita. Prazer em conhecer. Gente, o que não falta é conteúdo. O que não falta na literatura, no movimento espírita, é bom conteúdo para ser compartilhado. E você nem precisa, vamos imaginar, >> é, vamos imaginar aqui que você, a casa espírita, ah, não, para nós não interessa, vamos imaginar, elas não querem fazer. Pronto, faça na sua conta, faça nas suas redes sociais. >> Isso, isso. >> Você não precisa ser palestrante, você não precisa ser eh dirigente de casa espírita. Se você compartilha esses vídeos maravilhosos, você vai ver que bacana que é o que eu costumo fazer uma uma coisa, Orson, que ninguém comenta, mas eu sei que eu já sei que dá dá resultado. Quando eu vou numa casa espírita, eu marco lá, publico no Facebook ou no Instagram, onde é que eu tô e por que eu fui lá. Todas as casas espíritas que eu vou, eu faço isso. Sempre tem alguém mandando mensagem para mim no privado. Onde fica mesmo aquela

co no Facebook ou no Instagram, onde é que eu tô e por que eu fui lá. Todas as casas espíritas que eu vou, eu faço isso. Sempre tem alguém mandando mensagem para mim no privado. Onde fica mesmo aquela casa espírita que você foi dia? É perto da minha casa. Eu queria ir lá. É frequente isso. Frequentes. >> É você. A gente tem o dever de fazer isso, né? Se você que está nos ouvindo se sente preparado para eh produzir conteúdos, você tem tá com insegurança, não se preparado, utilize os conteúdos já prontos. É o que a Estela falou. Divulgue. Divulgue, por favor. Faça isso. Baixe esse esses vídeos pequenos e coloque nas suas redes. Ah, mas a minha casa não faz. Faça você. Você não está impedido de fazer isso. Faça, porque alguém vai ver dos seus relacionamentos. Você sabe, Estela, que eu venho de uma cidade pequena, Mineiros do TT. Você citou aí no começo, é uma cidade tradicionalmente católica, né? É uma cidade pequena, tradicionalmente católica. Eu morei lá, na época, a cidade tinha um certo preconceito com o espiritismo. Não sei como é que está hoje, mas naquela época havia um preconceito declarado, né? E hoje muita gente que não é espírita me assiste, porque eu estou muito sempre presente virtualmente. Eles me conhecem, sabem e me assistem, embora não sejam espíritas. Então, a gente precisa fazer esse trabalho. Eu tenho também uns uns conhecidos aqui de São Carlos que não são espíritas, aliás, são católicos, eh, de trabalhar na Igreja Católica, não é só de ir uma vez por semana, não, mas eles ouvem também o o momento o Bom dia, café, porque para eles tem encontraram ali um alguma coisa que é interessante, né? E a gente tem que fazer esse compartilhamento, né? E que me conhecem, é, tem algumas delas, inclusive já foram minhas vizinhas aqui por muitos anos. E aí assiste a primeira vez para saber que que essa louca tá falando e aí gosta e continua, né? A gente precisa fazer isso. É muito importante mesmo quando a gente fala aqui, ó, lá ó. Bom dia, Estrela, Orson e Cafezeiros.

ra vez para saber que que essa louca tá falando e aí gosta e continua, né? A gente precisa fazer isso. É muito importante mesmo quando a gente fala aqui, ó, lá ó. Bom dia, Estrela, Orson e Cafezeiros. Paz e luz para todos. Você sarou, Jairo, você tá bem? Ja não tava bem a semana passada não. Orson. É isso que quando a gente fala aqui no Bom Dia Café, que eu comecei a a incluir as efemérides espíritas no Bom Dia Café, era justamente com esse objetivo do que a gente acabou de fazer aqui. A gente vai ver a a biografia do Kaiber Shooter e ver que ele era maravilhoso, que ele fez um trabalho lindo, fantástico, mas não pode parar aí >> não. >> A gente lê a biografia do cara e fala assim: "Bom, tudo bem. E aí, que que eu posso fazer do que ele fez? Que que eu posso fazer? Nossa, Estela, mas ele foi caruta. Eu sim, eu sou Estela Martins, eu vou fazer o que tiver na minha no na minha possibilidade, no meu alcance, né? Ah, foi Chico Xavier. OK. Mas o que que o Chico Xavier fez que eu também posso fazer? Porque sempre tem alguma coisa que a gente pode fazer, né? >> Uma coisa para fazer, o que não falta, né? Eu fico, eu fico imaginando, eu não dou conta, a minha demanda não me permite. Eu tenho muita coisa que eu gostaria de fazer, mas não dou conta, né? Você falou dos pedacinhos que eu corto, né? E eu adoro fazer isso, mas precisa tempo para fazer isso. E nem sempre eu consigo. Muita coisa passa, porque a gente precisa cortar. Isso demanda um certo tempo. É um trabalho artesanal, né? Então a gente divulga. Então, se você que está nos vendo encontrar um pedacinho significativo, corte ou me indique que a gente corta e divulga se você não tem um canal ou se você tem um canal ou se você não sabe cortar ou sabe cortar porque a gente gosta desses pedacinhos, porque eles criam motivações intensas. Eu fico imaginando o Kaibar Chute nos dias atuais com as possibilidades que nós temos, né? Na época dele não tinha nenhuma tecnologia e fez o que fez. E nós temos toda essa tecnologia à disposição. O que nos falta hoje é mais

ar Chute nos dias atuais com as possibilidades que nós temos, né? Na época dele não tinha nenhuma tecnologia e fez o que fez. E nós temos toda essa tecnologia à disposição. O que nos falta hoje é mais tempo, porque a vida exige mais, é diferente do tempo dele. Quando não havia, não havia televisão, não havia internet, não havia essas coisas que ocupam o nosso tempo com mais intensidade. Kai devia olhar para Paulo de Tarso e falar assim: "Olha, se ele andou, o que ele andou para divulgar a palavra de Jesus, por que que eu também não posso fazer a palavra de Jesus andar por esses trilhos aa", né? E hoje a gente olha para eles e fala: "Se eles fizeram tudo que eles fizeram, por que eu também não posso fazer alguma coisa?" Posso, posso. Para onde vai o que eu disser? Não sei. >> Não nos pertence, Estela. Não nos pertence. É isso. A gente costuma ter no Bom Dia Café aqui em média. Hoje tá acima da média, né? Porque o senhor tá aqui, então já viu. Aumentou o número de pessoas assistindo ao vivo. Mas a gente tem um número razoável de pessoas assistindo. Eu acho 20 pessoas durante a semana, 7:30 da manhã. Para mim é um baita do número, mas eu já peguei Bom Dia Café sem visita com mais de 150 visualizações. >> Pois é. >> Quem tava que que quem tava lá assistindo? Não faço a menor ideia, mas eu fiquei feliz porque eu falei assim, depois que ele vai pro ar, que é o que o Orson falou, depois que a gente entrega, a gente entrega o melhor possível, que é paraa espiritualidade também ter ferramentas para fazer o trabalho dela, né? E a gente espera poder ser pelo menos um pedacinho dessa ferramenta. >> Hoje é aniversário de Caiarchute, 22 de setembro. é uma data muito especial, ela é motivadora, ela é inspiradora para essas ações que a Estela está batendo aqui conosco, né? Porque são ações que todos podem participar. Eh, reservemos um tempinho nosso para fazer esse trabalho. >> É, vamos compartilhar a coisa boa, né, gente? Eu já falei para você semana passada, vou repetir. Ano que vem a

que todos podem participar. Eh, reservemos um tempinho nosso para fazer esse trabalho. >> É, vamos compartilhar a coisa boa, né, gente? Eu já falei para você semana passada, vou repetir. Ano que vem a gente tem eleição. Então já vamos preparar um ambiente espiritual pro nosso país melhor do que de 2 anos atrás. É certo. É nossa responsabilidade fazer isso, melhorar o ambiente espiritual daqui até para sempre, né? É isso, Orson, muitíssimo obrigada pela sua presença. Eh, o documentário do Kai Barchu tem 120 anos eh sábado em Araraquara. Você sabe que horas é? Acho que é no Cilup. 10 horas da às 10 horas da manhã com no CINLUP. >> Eh, os ingressos, os ingressos são a R$ 20 porque essa renda vai ser destinada à Casa de Fraternidade Chico Xavier, que está concluindo a sua construção numa área periférica de Araraquara, né? Então, os ingressos aqui em Matão foi gratuito, em Araraquara vai ser R$ 20 às 10 horas deste sábado. E no domingo às 17 vai estar disponível no canal do YouTube do Instituto Caibachuto. Eu quero realçar aqui para os amigos que estão nos assistindo que nessa minha publicação do blog que a Estela vai compartilhar no grupo do café, nesta publicação, eh, você lê o texto que é curto falando sobre a frase de Watson Campelo e nós colocamos no final do texto três links eh de músicas que foram feitas para o Caibar. São músicas curtas, eh, está explicado lá, eu não vou me estender aqui, mas também o último link é o coral de sem vozes, que é o tema que a nossa Estela começou o café aqui executando para nós, Vivi, Vivo e viverei porque sou imortal, que é uma música linda, realmente apresentada por ocasião dos 150 anos de nascimento de Carbar Shutel em 2018. Tudo isso tá no link disponível, viu? E eu estava lá, eu assisti. >> Isso é um momento histórico aquele, né, Estela? Lindo o momento. >> É fantástico. Eu tô tentando colocar o link aqui, gente, só um minutinho que eu vou ver se eu consigo. É que se eu colocar na na no chat, vamos ver se eu consigo colocar por aqui, assistir.

omento. >> É fantástico. Eu tô tentando colocar o link aqui, gente, só um minutinho que eu vou ver se eu consigo. É que se eu colocar na na no chat, vamos ver se eu consigo colocar por aqui, assistir. >> É, eu acho interessante você colocar o link para as pessoas acessarem o artigo no blog. Porque eh correndo pelo blog, elas vão se deparar com esses links. Vão ter uma música do Vanir Cásia, tem uma música do Leleco, tem a música dos 150 anos e tem o coral de sem vozes. Então é muito interessante sim que você veja. >> SH é o share Google, né? >> É. É isso. Dá uma olhada aí. Você >> sol brilhante, confortador, sempre presente. É isso. >> Isso. Se você quiser compartilhar na tela aí pro pessoal ver como é que está, apenas para identificar isso. Ó lá, renovando consciência. Sol brilhante, confortador, sempre presente. Exatamente. É esse aí que você colocou eh na na no chat aí. Todo mundo pode >> agora você seja onde você estiver, por onde você estiver assistindo e já agradecendo aqui o Instituto Goiano de Estudos Espíritas, o Iges, a Conecta Espiritismo TV, Web Rádio Fraternidade, da onde a gente parte, que é consolar e esclarecer e também renovando consciências, Rádio Espírita do Paraná, que são amigos queridos, eh, e que retransmitem o Bom Dia café. A gente também já agradece. >> Muitíssimo obrigada, viu, querido? >> Foi uma honra, viu, Estela? Aos nossos amigos, a gente, eu fico o convite aqui para aprofundarem pesquisa sobre a obra e a vida de Caibachute. E realço aqui, não deixem de ver o documentário porque é emocionante, é histórico, trabalho de excelência do Zé Henrique que você conhece pessoalmente. >> É, Zé Henrique já é figurinha fácil aqui para nós também. Um grande abraço a todos. Muito obrigado, Estela. Eu que agradeço. Vamos terminar aqui com o nosso bandeirante. Isso. Yeah. Vivo e viverei. Verei, porque sou imortal. Ele é

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