Bom dia, café! 020925 | AO VIVO | Renovando Consciências e Consolar & Esclarecer
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade e do canal português CONSOLAR E ESCLARECER. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhã com Deus, #bom dia com Jesus, #bom dia espiritismo, #mensagem de bom dia, #refletindo com Kardec, #palavra do bem, #espiritualidade e espiritismo, #reflexão espiritual, #live de bom dia, #despertar da consciência, #comece o dia no bem, #inspiração da manhã, #fé e espiritualidade 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280
M. เฮ Bom dia, minha gente. Buenos dias, minha gente. Sejam todos muito bem-vindos a mais um dia aqui no nosso Bom Dia Café, o nosso encontro aqui de segunda a sexta-feira, 7:30 da manhã até às 8:30 que a gente tenta terminar essa hora, né? Mas pra gente se reunir, trocar essa boa energia, trazer os bons exemplos, trazer as boas notícias, trazer os convidados queridos. Olha só, hoje a gente já começa atrasado, tem convidado, a gente já fica emocionado, é uma coisa maravilhosa pra gente aí se, né, se aprofundar nesses, nessas informações que a gente traz pra gente auxiliar a nossa renovação interior, a nossa renovação da nossa fé, da nossa certeza, né, desse esse dessa nossa essência divina aí, sempre com auxílio dessa espiritualidade amiga que tá sempre ao nosso lado, oportunizando aí essas esses conhecimentos que nos inspiram, né, que nos fazem seguir força, fé, foco, coragem todos os dias, porque nós precisamos disso, né? dar o passo a passo todos os dias, no pouco alcançaremos o muito, né? E a gente vai trazendo aí então esses conteúdos importantes, essas verdades da nossa vida espiritual para que a gente vá se equilibrando, vá colocando a nossa, né, a nossa vida, a nossa existência numa vibração diferente e tudo vai entrando aí de acordo, né, com as leis que nos regem, com os guias, né, do nosso pai. com essas diretrizes divinas, como eu gosto de chamar, pra gente não ficar aí com esse peso de lei, né? Mas essa maravilha. Então, como nós temos convidado hoje, a gente vai chamar o convidado, depois a gente fala bom dia, né? Aí a gente faz a autodescrição junto com o nosso convidado. Não vou esquecer a vinheta da visita. É visita. Visita. Gente, a chefa Lux vai puxar a orelha. Bom dia. Buenos dias, querido professor Taciro. Tudo bem? Seja bem-vindo. >> Bom dia, Patrícia. Buenas dias a los espanholes. É muita alegria a gente estar aqui juntos nessa manhã agradável, né? Já vi que lá em Salvador tá chovendo, mas aqui tá bom. O tempo tá lindo, um céu lindo. >> Isso.
ícia. Buenas dias a los espanholes. É muita alegria a gente estar aqui juntos nessa manhã agradável, né? Já vi que lá em Salvador tá chovendo, mas aqui tá bom. O tempo tá lindo, um céu lindo. >> Isso. >> E vamos aproveitar esse dia maravilhoso que Deus nos oferece. Exatamente. Essa é a proposta, né, da gente se encontrar aqui. Eu já vou tomar puxão de orelha porque eu não mandei o link divulgando o nosso encontro de hoje. A chefa Lux, faz favor aí, chefaux, manda o link nos grupos para mim, por favor. A gente já pede ao vivo, sabe, professor? Ai, olha. Então, vamos fazer nossa audiodescrição rapidinho, né, para quem tá nos acompanhando aí, só nos ouvindo, né? Eu tô aqui, então, ainda estou no estúdio B, sabe, professor, no Brasil. Eh, sou uma mulher de pele clara, >> beando aí os 50, cabelos castanhos escuros, usando uma armação eh de levemente, né, retangular, eh, marrom, usando fone de ouvido branco, uma camiseta branca com uma mandala preta. Atrás de mim tem uma porta branca e uma parede bege. >> Muito bem. Eu sou aqui um velhinho de 81, quase 82 anos, bem vividos, né? Sou moreno de pele clara, razoavelmente calvo, né? Agora tô sem óculos porque eu fiz a cirurgia da catarata dos dois olhos. Então, tô enxergando relativamente bem, sem precisar de óculos, a não ser para muito perto. E estou aqui na minha casa, né, na minha no meu reduto. Vocês podem ver, quem pode ver, vem atrás de mim, duas orquídeas. Eu gosto muito de planta. E estamos aqui com alegria, com rosto alegre, com a blusa, né, listada, verde e branca. Mas o que é importante é que eu estou cheio de entusiasmo pela vida. >> Isso. Coisa boa. Coisa boa. Muito bom. E pra gente manter, né, essa essa alegria, essa sustentação dessa energia boa, vou colocar aqui uma precezinha pra gente, um poeminha da querida Sâmia. E aí nós iniciaremos o nosso programa com o, né, o assunto de hoje que trouxe o professor Taciro aqui. Vamos lá. Ah, não quer entrar. Agora vai. Nascer como as maréis, recomeçando, crescer como asias
E aí nós iniciaremos o nosso programa com o, né, o assunto de hoje que trouxe o professor Taciro aqui. Vamos lá. Ah, não quer entrar. Agora vai. Nascer como as maréis, recomeçando, crescer como asias perfumando. Amar como as constelações brilhando. Sonhar como os poetas delirando. Sentir como os amantes externamente, eternamente olhar tudo o que há. Compreender o que aparentemente corrói a alma, dói e faz chorar. Olhar para o que fere perdoando, crescer a cada prova agradecendo. Morrer como quem dorme despertando e entregar-se à vida noutro plano, ansiar por novas luzes e noutro tempo nascer como as maréis. Recomeçando. Que assim seja. Sempre bonito, né? A gente sempre agradece a S, a querida, por esse trabalho lá no Saga das Almas, onde a gente encontra, né, no site, os poemas e no YouTube, essas montagens que ela faz aí com tanto carinho para nós, que nos revigora. Vamos aí todos os dias, como o professor disse, essa oportunidade bendita para renascer como as marés. E aí, ó, vamos falar um oi rapidinho aqui pra turma. Bom dia, Ângela. Seja bem-vinda. Muito bom dia. A Antonieta, nossa querida lá de Riachuelo, que vai já é, né? Companheira de trabalho agora, Antonieta. Coisa boa. A Neid querida, lá do Japão. Ó, professor, >> a Neid é uma uma batalhadora. Muito bom. Exato. Uma trabalhadora também aí junto conosco. Coisa maravilhosa. Obrigada, Ndio. Nosso Pedro querido. Pedrux tá na tava na fila já aí, ó. Professor, você viu? A Olguinha, bom dia. Bom dia, Olga. A Miram, bom dia. A Dolores lá de Juiz de Fora, bom dia. A nossa Estelux aqui, bom dia. A Hélia lá de Salvador falando que tava chuvinha, né? Coisa boa. Aqui deu uma chuviscada ontem à noite, mas >> só molhou o chão e depois foi embora. Muito bem. Ó, seu Marcondes, bom dia, seja bem-vindo. Aqui a gente arranha, sabe, professor Esperanto, saluto Bonateno, >> a gente vai arranhando aqui, tentando evoluir nessa sabedoria. A Cristiane, bom dia. A Vanira, bom dia. Nira, lá de Aracaju, é esposa do Jairux, que tá aqui com a gente também nas
saluto Bonateno, >> a gente vai arranhando aqui, tentando evoluir nessa sabedoria. A Cristiane, bom dia. A Vanira, bom dia. Nira, lá de Aracaju, é esposa do Jairux, que tá aqui com a gente também nas cestas. A Ana Paula lá de BH, Ideias da Débora, bom dia, seja bem-vinda. Gratidão sempre. O Óilo, bom dia. Esse é vizinho lá da Estela. Ah, deve ser vizinho seu também aí, professor. >> É, pois é. >> A Ritinha, nossa querida amiga lá de São Paulo, bom dia, amiga. Seja bem-vinda. A Terezinha também lá de Brasília, Bona Mateno. A Tereesinha conheci estudando, esperando. >> Isso. >> É a Estela, parceiros lá, Rio Grande do Sul. a Marilda que tá aí, né, em São José do Rio Preto. Bom dia, família BDC. É isso aí, essa família maravilhosa. Lindo, lindo esse poema, né, gente? Coisa boa a gente poder ter acesso a essas essas pérolas, né, que nos transformam, vão nos auxiliando aí a sair, né, da realidade que nos coloca em muitas vezes em condições aí que a gente não vê uma luz no fim do outro, né, professor? >> Isso >> é. Então, ó, pra nossa chefe não ficar brava, vou colocar a vinheta da efemérido, do nosso homenageado de hoje. Muito bem. Olha só, eu falei paraa Estela, eu falei: "Olha, Estela, eu acho que essa espiritualidade tá querendo que a gente traga o professor Otaciro aqui, porque toda terça-feira é efemérid sobre esses companheiros ilustres que, né, trabalharam, estudaram as materializações, os efeitos físicos lá, né, no início, junto praticamente com a a elaboração da codificação, né, professora? E aí a gente vai tentando aqui aprofundar os assuntos, né, trazer um maior entendimento pra gente ver a importância do trabalho desses companheiros, né, eh, gigantes aí na no moderno espiritualismo. Semana passada nós falamos de Richeta, que, né, contemporâneo aí do nosso da nossa efeméri de hoje, do nosso irmão de hoje, que é o Eugênio Augusto Alberto de Rochas, né, que nasceu em eh desencarnou em 1914, no dia de hoje, né? Então eles foram até parceiros ali de trabalho. Eu falei: "Nossa, Estela, a gente
rmão de hoje, que é o Eugênio Augusto Alberto de Rochas, né, que nasceu em eh desencarnou em 1914, no dia de hoje, né? Então eles foram até parceiros ali de trabalho. Eu falei: "Nossa, Estela, a gente precisa chamar a professora Tacío porque os trabalhos do de Rochas, né, foram assim muito importantes, mas tantas vezes assim o desafiador de serem compreendidos, né, professor? É, é de fato, esse pessoal teve uma coragem muito grande, mas é interessante a gente entender também que na época que eles estavam havia um certo reboliço de informações novas, não é? A ciência, do ponto de vista da física, tinha já descoberto as coisas mais fundamentais, tanto da do eletromagnetismo quanto da mecânica, não é, da termodinâmica. Mas o pessoal começou também a estudar o próprio ser humano, né? Então, as os fenômenos psicológicos vieram à tona também. Então, foi um momento muito interessante, momento do desenvolvimento da hipnose, né, com o começo do das experiências de magnetismo, de Mesmer. E esse pessoal que era uma uma um um pessoal culto que tinha muito conhecimento, caiu de cabeça no desenvolvimento dessas experiências. E o Alberto Derrochar deu contribuições fabulosas sobre isso. >> É o o Richet, nós vimos semana passada que ele foi, né, ganhador do Nobel de fisiologia. Isso. >> Então aí, né, super premiado e e com uma bagagem também, né, enorme de estudo. Aí eu tava escutando alguns videozinhos, né, e achei muito interessante a forma como colocaram. Eles tinham essa vontade infatigável, né, de descobrir a verdade sobre a nossa realidade, né, e desvendar, começar a tirar todos os véus que eles foram se dando conta, né, que há muito, né, como o senhor falou, eles tinham uma eh estudos sobre quase todas as áreas. Então, há muito eles, né, perceberam que já havia essas informações em outras culturas, em outras civilizações e que isso precisava realmente ser desbravado >> naquele momento. >> Exato. E a formação desse pessoal nessa época era uma formação ampla, né? Porque a os estudos, as escolas colocava todo
ivilizações e que isso precisava realmente ser desbravado >> naquele momento. >> Exato. E a formação desse pessoal nessa época era uma formação ampla, né? Porque a os estudos, as escolas colocava todo mundo, né, na na rota do conhecimento da época, da cultura da época. Então, uma pessoa como Alberto de Rocha, que era engenheiro e era militar também, né? Ele foi militar um tempo e ele como engenheiro, ele conhecia também a ciência, exatamente como Kardec, que era um educador, mas conhecia toda a ciência da época. Além de conhecer, eles liam todos os trabalhos que estavam saindo. Então, eles tinham conhecimento e acompanhava a cultura. Hoje a gente tá num momento interessante que é muito diferente porque a ciência eh ramificou os o conhecimento de uma maneira tão grande que é difícil a gente acompanhar tudo. >> Tudo sim. >> Mas a por outro lado, a gente tem a informação muito rápida, não é? Com a mídia. Então, a gente vai tomando conhecimento dos avanços da ciência, principalmente dos tópicos mais importantes que são discutíveis, porque a os cientistas e os estudiosos vão trazendo pra mídia. Mas é claro, também a gente tem que hoje a gente tá num momento difícil porque a mídia aceita tudo e tem muitas notícias erradas e muita gente querendo aparecer as custas de notícias e de informações que não são muito boas. Então é preciso hoje uma cautela muito grande. Mas é importante a gente saber o Alber Rochá, por exemplo, ele publicou vários livros, não é? Não só na área do conhecimento da das coisas que eh estão relacionadas com os fenômenos espirituais do ser humano, mas também de outras atividades até de música, de história da música, ele tinha uma amplitude de conhecimento interessante, não é? Publicou trabalhos científicos. Aí eu tava contando aqui >> isso a gente contou >> trabalhos científicos. Aí hoje, se ele fosse um pesquisador aqui conosco, ele estaria bem considerado na ciência pelo número de livros e de publicações que ele tem na sua história cultural. Muito bom.
trabalhos científicos. Aí hoje, se ele fosse um pesquisador aqui conosco, ele estaria bem considerado na ciência pelo número de livros e de publicações que ele tem na sua história cultural. Muito bom. >> 18 livros, né, e 74 artigos. O professor contou. É impressionante. >> É muita coisa, >> muita coisa, né? Para esse momento efervescente aí, né? eh, que todos estavam nessa busca, né, de compreender. Então, ele sai ali do magnetismo animal, né, como a gente colocou aqui, para ir para essa busca então do campo da >> do entendimento, né, da psiquê humana, né, e e começar a tocar nesse transcendente, né, mas de forma ali, eh, com fer raciocinado, vamos dizer assim, né, professor? Isso. >> Buscando a razão, né, a lógica. >> Eh, com estudo com os critérios da ciência. Isso é que a gente tem que lembrar bem. Eles não acreditavam nas coisas, pois simplesmente investigar e concluir pelos pelos experimentos, pela observação continuada, pela análise lógica, é usando todos os recursos que a ciência oferece pra gente. >> Isso, exatamente, né? porque eles, né, se deram conta, né, que havia muito mais eh além da matéria, né, do que a do que os nossos sentidos físicos, materiais poderiam perceber, né, e que algo maior nos orquestra, né, professora? É, é verdade. A gente, a gente pode até dizer isso, né, Patrícia, que o homem continua sendo ainda um grande desconhecido, apesar da gente já ter muitas informações de ter psicologia avançada, psiquiatria, sociologia, não é, que estuda o homem, o comportamento humano coletivo, mas a gente ainda tem muitas dificuldades de compreensão. A gente não sabe ainda o que que é o sonho direito, ponto de vista da ciência, né? Por que que o homem sonha? O que significa o sonho? Quais são as atividades da mente quando a pessoa tá num estado alterado de consciência, induzido por um processo de hipnose? A gente fica fazendo conjeturas humanas porque a gente tem medo ainda de avançar na realidade espiritual. Então, graças à doutrina espírita, a gente hoje tem muito mais recurso de
processo de hipnose? A gente fica fazendo conjeturas humanas porque a gente tem medo ainda de avançar na realidade espiritual. Então, graças à doutrina espírita, a gente hoje tem muito mais recurso de entender isso, porque a gente conhece o lado espiritual do ser humano, mas a gente ainda fecha os olhos para isso. E esses estudiosos tentaram abrir as portas, escancarar as portas da realidade espiritual pra gente e a gente ainda fica com pé atrás até hoje. é a nossa necessidade, né, de ter o pé no chão, de ter o controle, né, de saber exatamente por onde vai tudo nos nos segura muito ainda, né? né? >> Mas esse momento aí em que esses irmãos, né, esses essas mentes brilhantes se encontraram, eh, eles realmente tiveram essa coragem, né, de cumprir com os seus planejamentos reencarnatórios, vamos dizer assim, né, professor, com as suas missões, >> para deixar para nós esse legado, né? Então, o que eu achei muito interessante é que ele poderia ser considerado assim o pai da regressão de memória. >> Isso >> aí um grande iniciador dessa dessa técnica, né, que agora mais recentemente, né, foi retomada aí dentro da psicologia. Claro, a gente sabe, né, que com todos os cuidados que são necessários, porque a gente sabe também que tudo é permitido, né, professor, mas o uso que fazemos, né, com o que nos foi permitido acessar, >> é que é importante, né? Então ali dentro daquele contexto, né, eles estavam até até aqui dentro da descrição que nós encontramos, ele aplicava os passos longitudinais em alguns sensitivos, então em pessoas que eles já conheciam, entendiam, percebiam que tinha uma sensibilidade maior para receber, né, essa influência, para provocar essa regressão de memória. Então não foi saindo, né, fazendo em qualquer um, né, essa essa aplicação, né, esse essa nova técnica aí para entender o que somos, na verdade, né, o que reside dentro de nós, na nossa mente, na nossa consciência, né? >> Perfeito. É interessante isso que você está falando, porque o processo da regressão de memória, ela é uma faca de
verdade, né, o que reside dentro de nós, na nossa mente, na nossa consciência, né? >> Perfeito. É interessante isso que você está falando, porque o processo da regressão de memória, ela é uma faca de dois gumes, né? Se ela for conduzida, por exemplo, uma pessoa, um um hipnotizador ou um psicólogo, quem quer que seja, que não tiver recursos morais de seriedade, ele pode provocar no indivíduo muitos males. Porque se há a regressão de memória e há o esquecimento que nos protege, então é preciso entender que a lembrança não é uma coisa qualquer, ela tem um resultado, porque senão ela a gente não esqueceria. O fato da gente esquecer é um processo de proteção psicológica. Então, fazer a pessoa entrar nesse processo de lembrança, de trazimento dessas informações do passado, porque não é uma lembrança, é uma revivência. A pessoa traz aquelas cenas com o impacto emocional. E se o indivíduo que tá fazendo esse processo, induzindo a pessoa a fazer esse tipo de trazimento de coisas do passado, não tiver uma força moral adequada para proteger o indivíduo das lembranças que podem ser perniciosas, que podem prejudicar a sua vida, pode criar para ele um estrago da reencarnação. >> Uhum. >> Não é? Ele pode ficar fixado numa emoção forte do passado e perder processo da vida. Entra numa espécie de estado de loucura, não é? Porque a loucura é a fixação da nossa ideia, da nossa mente numa ideia determinada. E essas lembranças podem trazer esse estado. Então, não é qualquer pessoa que deve fazer regressão de memória e não é qualquer pessoa que deve se submeter a isso também. >> Exatamente, né? Precisa de todo um cuidado aí, eh, uma preparação, como o professor colocou, né? E nós também, muitas vezes no nosso desespero, na nossa ânsia, né, de querer resolver coisas de forma mais fácil, talvez buscamos esses recursos que tantas vezes não vão nos auxiliar, né, vão nos trazer aí mais complicações. Eu achei muito interessante que o Leand, né, a gente tava até comentando antes de entrar, eh,
ez buscamos esses recursos que tantas vezes não vão nos auxiliar, né, vão nos trazer aí mais complicações. Eu achei muito interessante que o Leand, né, a gente tava até comentando antes de entrar, eh, citou muito outros trabalhos do de rochas, né, até depois tem umas frases aí que eu trouxe para pra gente colocar, mas tem uma parte lá no problema do ser destino da dor, né, que ele fala sobre essa questão de das contestações da veracidade, né, dessa dessa técnica da regressão de memória. de muitos não não acessarem, né, perfeitamente as suas as suas lembranças. E a espiritualidade coloca para Leonir dizendo que tantas vezes o sujeito, o próprio sujeito não tem condições morais, né, e psíquicas para lembrar. Então, a espiritualidade não permite que ele lembre, né? faz aí um um, né, um um anteparo, né, coloca apenas alguns quadros para que a pessoa não entre nesse estado, como o professor explicou, né, de reviver a memória e simplesmente como se fosse um sonho só, né, assim, mais vendo alguns pedaços, mas não entrando, né, com toda a sua emoção nesse campo, né, de reviver o que o que já aconteceu, porque ela não vai ter condições de lidar com essa informação depois, né, de conviver com essa informação depois. Então, quantas vezes, né, trabalhos, né, desses desses companheiros aí foram contestados, foram criticados, não, né, colocados aí como verdadeiros, porque eles não conseguiam, né, atingir aí um nível de informação do da pessoa, né, a a acessar as suas memórias, mas porque a espiritualidade tá protegendo, >> não é que não se possa acessar, Mas não é possível naquele momento para aquela pessoa, né? >> Exato. Aliás, a gente acontece isso com a gente praticamente cotidianamente, porque quando a gente deita e dorme, na verdade, quando a gente dorme, a gente desliga parcialmente do corpo físico e entra na história da realidade espiritual nossa. E muitas vezes a nossa convivência espiritual durante o sono não é muito legal, muito boa. A gente tem pesadelos, a gente tem sonhos
do corpo físico e entra na história da realidade espiritual nossa. E muitas vezes a nossa convivência espiritual durante o sono não é muito legal, muito boa. A gente tem pesadelos, a gente tem sonhos estranhos, né? Mas felizmente a gente tem um recurso de proteção que é acordar e não lembrar do sonho, ou lembrar apenas algumas facetas, algumas pequenas cenas do sonho, não é? É parecido com a gente entrar no cinema para assistir um filme e a gente assiste assim uma série de cenas, depois fecha o olho, apaga o ouvido e não vê nada. E passa um período, você abre o olho de novo, vê mais um pedaço do filme, né? E então a gente quando acorda, a gente lembra só das cenas que mais impressionaram a gente. E o sonho não faz muito sentido, porque a gente não tem as conexões completas da realidade que a gente vivenciou durante o sono. O esquecimento do sonho durante a noite continua sendo um processo de proteção espiritual para nós, porque nós ainda somos pessoas que não temos equilíbrio emocional. E a gente lembrar certas coisas da realidade espiritual pode ser perturbador pra gente. Então a gente não lembra como proteção. >> Exatamente. Exatamente. Então tá tudo certo, né, professora? a gente que fica nessa ânsia, né, de querer acessar talvez coisas que ainda não, né, sejam o momento para nós e a gente acaba aí atropelando, né, a nossa própria às vezes conversando com amigos, eles falam assim: "Não, mas por que que a gente não lembra?" Eu falei: "Não, você quer lembrar?" Então, faz o seguinte, primeiro adquire equilíbrio emocional. Aprenda a viver as emoções sem perder o sentido do bom senso. Quando você for capaz de fazer isso, você vai lembrar de tudo que você já vivenciou. >> Exatamente. >> Essa é uma tarefa difícil. >> Ô Estela, eu tô pensando aqui a mesma coisa que você. Ó, agora eu entendi porque eu não lembro dos meus sonhos. Eu tô nessa, eu tô nessa categoria aqui também. Imagina se eu vou procurar alguém para fazer regressão de memória, né? Não, eu tô fora também.
Ó, agora eu entendi porque eu não lembro dos meus sonhos. Eu tô nessa, eu tô nessa categoria aqui também. Imagina se eu vou procurar alguém para fazer regressão de memória, né? Não, eu tô fora também. >> Não tô nem lembrando bem dos meus sonhos. Olha, essa noite eu até até tô lembrando o meu sonho. Foi muito bom dessa noite. Então eles me permitiram lembrar. Mas olha o que o Leon Deni coloca lá num trechinho do problema do destino da dor sobre essa, né, pesquisa. Então, que a gente até passou aqui a capinha dos dos livros, né, as vidas sucessivas, a exteriorização da sensibilidade, né, que são os trabalhos mais >> conhecidos dele e citados, né, >> mas tem, né, sobre levitação, livre domínio, aqui as ciências da origens da ciência, tá tá tudo em francês aqui. >> É uma observação interessante. A vida sucessiva foi traduzida pelo Hermínio Miranda. >> Ah, >> ele achou o livro num procurou o livro num cebo. >> Esse aqui eu não sei quem que tá. Aham. >> E ele conseguiu esse livro numa numa numa busca de livros velhos. Conseguiu o livro e aí fez a tradução. Tá muito interessante. Ele faz um elogio muito grande a esse livro. >> É. É. a gente precisa buscar esse livro aí, porque, né, toda essa pesquisa, né, foi tá toda ali, né, e é o que o Deni coloca aqui, né, foi só depois dessa aparição do espiritualismo experimental que o problema da sobrevivência entrou, né, no domínio da observação científica e rigorosa, porque antes ficava no no misticismo, né, professor? O que será que nos acontece? é a vontade de Deus, deuses, o castigo, toda aquela coisa, né? O merecimento. Então eles entram nesse campo, né, do da psique humana. Aí a persistência da vida consciente com todos os atributos que comporta, memória inteligente, faculdades afetivas, foi estabelecida pelas numerosas provas de identidade pessoal recolhidas no curso de experiências de pesquisas dirigidas por sociedades de estudos psíquicos em todos os países, né? Todos os países. Então, naquele momento tava ali a Europa inteira, né, professor? tá
olhidas no curso de experiências de pesquisas dirigidas por sociedades de estudos psíquicos em todos os países, né? Todos os países. Então, naquele momento tava ali a Europa inteira, né, professor? tá >> olhando para isso, buscando entender esses fenômenos, entender o que somos, o que vai na, né, dentro de nós. E o coronel de Rochas demonstrou experimentalmente, né, sobre anestesia ou no sanambulismo, a sensibilidade e a percepção não são suprimidas, mas somente exteriorizadas, transferidas para fora. E ele até cita alguma coisa do sonho lá também no problema do ser destino da dor. Ó, aí a Terezinha tá perguntando, será que sonhos absurdos que parecem filmes de ficção são incluídos nesse contexto? Professor, >> pode acreditar que sim. >> Exatamente. Exatamente. Aquela coisa, a gente fala, mas meu Deus, como é que aconteceu isso, né? >> É impossível acontecer na nossa realidade, mas no sonho é possível. Eu assisti um filme esse final de semana que em português tá traduzido como vida após a vida, mas acho que em inglês é karma, é alguma coisa do karma, né? Diz que é uma experiência eh real, né? De uma pessoa que ficou ali em processo de ser reanimada por mais de 5 minutos, né? Um um senhor na Tzecoslováquia. E aí ele descreve tudo que aconteceu nesse período, uma viagem ao passado, uma viagem ao futuro. E a gente fala como que pode ter acontecido tudo isso em 5 minutos. A a velocidade da realização mental é impressionante. Sai fora do contexto da nossa medida de tempo enquanto encarnado. >> Isso. Exatamente. E aí lá no depois da morte ele também cita, olha que eles fundaram, né, lá o Richet e o de Rochas fundaram, né, em Paris essa sociedade de investigações psíquicas, cujo primeiro cuidado foi estabelecer um exame sobre os fenômenos da aparição, né, então da materialização e depois sobre os fatos da psicologia oculta observados na França. Então eles abrem esse campo, né, para para novas, né, pesquisadores ali também nesse entendimento do nosso da nossa natureza humana, né, professor?
os fatos da psicologia oculta observados na França. Então eles abrem esse campo, né, para para novas, né, pesquisadores ali também nesse entendimento do nosso da nossa natureza humana, né, professor? >> Esse inconsciente, essas >> personalidades que fomos, né? Então ele consegue acessar aí e e vai comprovando com esses sujeitos, como o Deni coloca lá no no livro, né, os sujeitos, eh, que realmente as pessoas, né, falavam outros idiomas, eh, descreviam localidades a qual nunca estiveram, né, nem teriam como ter estado na na vida, né, daquele momento. Então vai então, né, levantando cada vez mais os véus, vai complementando, né, as informações que a codificação já tinha exposto ali, a espiritualidade já tinha trazido. vai dando esse corpo, né, esse entendimento para para que a gente tenha certeza que a fé precisa sim ser raciocinada para que nós tenhamos certeza que tudo é feito de forma aí do determinismo do bem, não é, professor? É isso mesmo. E aí isso faz a gente compreender, né, né, que a gente não é um homem, uma mulher, a gente está um homem, uma mulher. A gente é um espírito imortal. E a nossa realidade de espírito imortal, não é, já contém na nossa memória consciencial uma quantidade imensa de encarnações. Então, a gente tem várias personalidades vividas por nós em cada experiência encarnatória. E todas essas conquistas estão guardadas no nosso interior, na nossa memória espiritual que fica filtrada pelo cérebro quando a gente encarna. Então, a gente tem uma pequena parcela da nossa realidade consciencial enquanto a gente está no mundo físico, mas a gente é um espírito integral, holístico, não é? de uma história milenar guardada nos refolhos da nossa própria realidade interior. Então, esses transes permitem a gente ter acesso a algumas facetas dessas experiências, algumas porque a gente não comporta, não tem competência de estrutura emocional para suportar a lembrança inteira. A gente só vai ter essa lembrança inteira quando a gente for um espírito dono de si mesmo, um
porque a gente não comporta, não tem competência de estrutura emocional para suportar a lembrança inteira. A gente só vai ter essa lembrança inteira quando a gente for um espírito dono de si mesmo, um espírito superior, capaz de ter autocontrole, >> um espírito bem-aventurado, né? Nossa completude de todas as bem-aventuranças e virtudes, né? Você tava falando, eu tava lembrando, né, do caso lá da, não lembro o nome dela, mas lá do nosso lar, do casal, né, que pediu para ver as vidas anteriores, né? E aí foi a Laura. Isso. >> E aí foi permitido, né, eles verem só duas vidas para trás e nem assim acho que eles não conseguiram terminar de ver tudo. Não foi isso? Não, ficou. Ficou limitado a 300 anos. Três séculos. >> Ah, 300 anos. Ah, eu já pus. Olá, chefa Lux. Olha só que presença ilustre. Muito bem. Ela quer contar o sonho dela que ela não lembra. num dos Bom dia. Bom dia, gente. Bom dia, seu Otaciro. >> Bom dia, Estelinha. >> Vou até tirar o slide para ficar maior. Falei assim, o Taciro já veio tantas vezes no Bom Dia Café, eu não entrei com ele nenhuma vez, eu preciso entrar. >> E depois ela fala que gosta de mim, hein? Acredito que quiser. >> Eu não. >> Olha só que dá intimidade pras pessoas. É aí, ó. Isso aí é exposta em público. Tem a sabe porque, mas de verdade, ó, porque que eu entrei porque a gente tá falando de de regressão, né? e dos riscos da regressão. Eu fui levada a fazer regressão, eh, e mas fiz com uma pessoa com espírita que tinha um um vasto treinamento para isso. O Taciro conhece, ele é o Roque Rodrigues e ele fez em minha mãe primeiro por conta da asma dela. Então, tinha um objetivo, não era para descobrir o que ela tinha sido. É. É. Não é, não era para saber se ela foi Cleópatra. Não, não era. E eu não queria fazer, eu nunca quis fazer. E continuo achando que tá tudo bem, não ficar sabendo o que eu fiz no passado, tá tudo certo. Eu prefiro assim. Mas eu fiz duas eu fiz duas sessões de regressão de memória que me esclareceram relações eh conflituosas para aquele momento.
ão ficar sabendo o que eu fiz no passado, tá tudo certo. Eu prefiro assim. Mas eu fiz duas eu fiz duas sessões de regressão de memória que me esclareceram relações eh conflituosas para aquele momento. Então, eh desfizeram o nó na minha cabeça, mas eu só lembrei sobre aquilo. Eu não lembrei de uma encarnação, eu lembrei de situações muito específicas >> que explicavam a condição que estava acontecendo naquele momento. Então, era muito determinado mesmo. E não era uma coisa que eu queria ou que o rock tava induzindo, realmente. Aí eh por isso que eu entrei para falar, a espiritualidade falou assim: "Ah, tudo bem, mas você vai lembrar isso aqui, isso aqui e isso aqui que é para ver se te ajuda". né? Se você desempaca, na verdade era para para que eu saísse daquela condição ali que tava caminhando já para uma depressão. E aí deu certo, funcionou, mas eh depois disso eu não lembro nem de sonho, gente. Então já viu, né? >> Olha, quem quem quiser ter informação segura disso, leia o livro Memórias de um Suicida. Porque na última parte do livro da universidade espiritual, não é que o Camilo conta a história, a experiência dele, eles fazem regressão de memória em grupos de espíritos, um por um, uns assistindo as experiências dos outros para fazer o exercício do conhece-te a ti mesmo, mas assistido por espíritos superiores. Hum. >> E não vão deixá-los em situações que possam prejudicar, não é, nas lembranças difíceis. Então, esse é o cuidado que precisa ter. Então, eu quero lembrar de tudo da minha vida, mas eu ponho isso na mão dos espíritos bondosos, porque a hora que eles acharem que isso é conveniente para mim, eles vão me convidar para isso. Otacílio, sabe o que eu ia te perguntar? Às a gente a gente tem, queria, eu sei que você já deu uma introdução sobre isso porque eu eu ouvi, mas a gente não precisa fazer uma uma regressão de memória para saber quem nós fomos, né? >> Não, não. >> A a gente tem isso, essa coisa do olha, quando a gente renasce, a gente esquece tudo. Isso não é uma blindagem absoluta,
zer uma uma regressão de memória para saber quem nós fomos, né? >> Não, não. >> A a gente tem isso, essa coisa do olha, quando a gente renasce, a gente esquece tudo. Isso não é uma blindagem absoluta, né? >> Não, não é um é um véu. >> Isso, >> né? E a a o quão tênue é esse véu depende do equilíbrio emocional de cada um, >> tá certo? Mas o André Luiz tem um pensamento que eu acho muito bom. Ele fala assim: "Se você quiser saber o que você já foi nas vidas passadas, presta atenção no que vem à sua cabeça quando você está desocupado. E sozinho, né? >> Ai meu Deus! >> Op! Olha, tá tudo certo. Não tô lembrando nem o que eu almocei ontem, então tá tudo certo. É, >> não era para rir, né? >> Não, era para chorar, gente. >> Mas eu tô rindo de nervoso. >> Isso. A gente tá se desesperando com calma, gente. Tá tudo certo. >> É, mas é isso. Por que isso, né? Eu tinha até feito uma anotação, porque tá tudo gravado no nosso corpo jurídico. >> Não vamos perder, tá tudo na nossa memória espiritual. É. >> E a nossa estrutura perespiritual está apta, desenvolvida a guardar as aquisições do espírito. A gente pensa que o nosso corpo espiritual é um corpo ponto, não é? Não, ele é igual o corpo físico da gente, mas muito mais plástico. Olha só, quando você está triste no corpo, todo mundo sabe que você tá triste, porque você não consegue esconder isso no seu olhar e na sua expressão facial. a gente contrai a musculatura do rosto, não é, de acordo com as nossas emoções. O rosto nosso é nossa expressão, os olhos. Então, a gente sendo capaz de ter de ser um bom observador, a gente percebe o estado emocional, um pouco do estado emocional da pessoa, pois o corpo espiritual é muito mais plástico, ele mostra, evidencia o seu estado interior, inclusive a forma física nossa exposta na nossa estrutura perespiritual de acordo com o nosso estado de sentimento e de pensamento. Então, não adianta a gente fingir que tá alegre, né? Com sorriso no rosto, batendo as costasinhas da das pessoas, tá tudo bem?
perespiritual de acordo com o nosso estado de sentimento e de pensamento. Então, não adianta a gente fingir que tá alegre, né? Com sorriso no rosto, batendo as costasinhas da das pessoas, tá tudo bem? Se você está profundamente triste internamente, o corpo espiritual não esconde, tá certo? Então, e cada aquisição espiritual que a gente faz, a estruturação física, se a gente puder dizer assim, nosso corpo espiritual, se modifica para representar aquela conquista que o espírito fez. Então, nossos corpos perespirituais são completamente diferentes uns dos outros, porque as nossas conquistas, as nossas aquisições são diferentes e à medida que a gente vai evoluindo, ele vai sendo capaz de guardar todas essas informações de forma cada vez mais sutil e irradiar isso em forma de vibrações delicadíssimas. Por isso que os espíritos superiores brilham, porque o corpo perespiritual que é vibrátil vibra em frequências altíssimas, emitindo uma luz que não é luz eletromagnética, é luz espiritual. >> Uhum. >> Que a gente percebe se a gente entrar em sintonia. >> Por isso que eu tô me preparando para quando eu desencarnar eu não fazer que nem o irmão Jacó. >> É. Pois é. Eu acho que eu vou levar uma velinha porque eu não vou ter luz nenhuma minha ter uma vela, um palito de fato. >> Exato. >> Ai, ai. >> Não, e e é por isso que, né, professor tá falando, a gente não consegue esconder, né, porque esse corpo onde tá tudo gravado, onde tá tudo sendo sentido, né, e realmente vivido, ele não fica circunscrito ao corpo físico, >> não. >> Ele se expande, >> né? Eleradia, como professor tava explicando, >> é um pouco radiante. >> Não é só, então, não é só um encontro, né, por exemplo, com Chico, que a um ou 2 m de distância já emociona, né, e já nos sensibiliza, mas esse encontro, né, com alguém que não está bem também vai ser sentido por nós, >> né, porque tá além da pessoa, né, tá além do físico. E esse que é o trabalho maravilhoso, né, desses desses companheiros aí que depois acabou sendo,
que não está bem também vai ser sentido por nós, >> né, porque tá além da pessoa, né, tá além do físico. E esse que é o trabalho maravilhoso, né, desses desses companheiros aí que depois acabou sendo, né, deixado um pouco de lado, mas de trazer esse conhecimento através de metodologias científicas, né, como o Kardecou, fique com a ciência, né, e trazer essa essa meta psíquica, né, o Richê já tinha, a gente já tinha citado lá semana passada que transforma formaria a ciência, né? E aí também o Leand fala que essa experimentação psíquica iria renovar inteiramente a ciência, mas o professor já colocou lá no começo, a gente não adentra esse campo porque nós sabemos, né, nossa, no fundo do nosso da nossa alma que nós não somos esses corpos e que pra gente conhecer quem verdadeiramente somos, nós precisamos adentrar esses campos. E para isso, muitas vezes a gente precisa, né, abrir mão de certo controle, porque realmente não vamos conhecer tudo de imediato, nem tem como, né, professora? Não tem como, porque a a gente mesmo, né, o a falta, aparente falta de interesse na continuidade desses experimentos, a rigor ainda é a imaturidade espiritual da humanidade. E não adianta, como imaturo, adentrar essas essas conquistas, porque a gente vai fazer mau uso. Então isso também é um processo de proteção do avanço do conhecimento. À medida que a gente vai amadurecendo, ele vai tomando o corpo na gente. Vocês vejam, a gente descobriu o átomo. Logo que a gente descobriu o átomo, percebeu que ele era radioativo, a gente fez uma bomba. Ao invés de usar pro bem, a gente fez uma bomba para matar 100.000 pessoas de uma vez, como aconteceu em Hiroshima e na Gazak. Então não adianta você ter descobertas que podem ser danosas. Então há uma espécie de proteção. A bondade divina é fantástica, né? Há uma proteção para nós mesmos, porque imagina se essas pessoas perturbadas entram no conhecimento dessas realidades e começa a utilizar isso para prejudicar as pessoas. Porque pode, os espíritos obsessores tentam
o para nós mesmos, porque imagina se essas pessoas perturbadas entram no conhecimento dessas realidades e começa a utilizar isso para prejudicar as pessoas. Porque pode, os espíritos obsessores tentam fazer isso. Se não houvesse uma proteção espiritual, a gente estaria frito, né, nessa situação de poder ficar alvo de influências que podem ser prejudiciais à gente. A lei de causa e efeito, a lei de justiça funciona >> como proteção. >> Falta, Lux. >> Eu primeiro falar bom dia para uns desaparecidos, né? É verdade. >> Desaparece. Desaparece. Não manda a carta, não faz sinal de fumaça. Uma coisa impressionante. >> Telégrafo, né? Telegrama. >> Nada. Nada. Nada. Ai. Lá. Ó. Por que que ele voltou, ó? Ó porque ele voltou. É isso. Exato. Tem tudo >> grande. Só se eu conseguir subir numa caixa de fósforo, >> no banquinho, né, professor? Nós estamos bem. Ai, ai. Excelente. Ô, ô, Taciro, tem uma, a gente tá falando muito da ciência, né? Eu já ouvi, não sei se de você, que eu não me recordo, mas já ouvi em mais de uma oportunidade a colocação de que o espiritismo não precisa ser comprovado pela ciência, né? ele acompanha a ciência, as descobertas da ciência eh física, mas ele não precisa ser comprovado pela ciência, né? Não sei se eu tô colocando da forma correta também, talvez não esteja usando as palavras exatas, mas eh passando, indo um pouco além disso, eh diante dessa dessa possibilidade, né, de não existir essa comprovação, essa necessidade da comprovação, eh, no momento em que nós estamos, né, que no último, na última pesquisa lá do do IBOP, do IBGE, desculpa, do IBGE, o que me preocupou de verdade verdade, foi o aumento do número de pessoas que não acreditam em nada e que se eh declaram materialistas. Esse número foi o que mais me preocupou, na verdade. Será que nós vamos ter aí uma necessidade ou uma volta de eh desse tipo de pesquisa como o Rochas eh fez ou que outros fizeram? eh eventos com fenômenos mais espetaculares, né? Eh, será que vai ser necessário para que
s ter aí uma necessidade ou uma volta de eh desse tipo de pesquisa como o Rochas eh fez ou que outros fizeram? eh eventos com fenômenos mais espetaculares, né? Eh, será que vai ser necessário para que >> voltar os fenômenos, né? Para que >> é os fenômenos para que as pessoas se sintam eh atraídas paraa espiritualidade, para a própria espiritualidade, né? Olha, a gente tem que entender uma coisa, que a evolução do planeta são processos cíclicos, não é? Porque em cada ciclo você aprende um pouquinho e se prepara para novo ciclo para aprender mais, certo? Então é um são ciclos, mas são ciclos abertos que vão, não é, espiralando, vamos dizer assim. Então, o que acontece é que a gente teve o primeiro momento de uma eclosão mediúnica. né, liberada para que o ser humano pudesse ser chamado a atenção paraa realidade espiritual, permitisse que o plano espiritual que tinha já organizado isso, porque claro, isso é organização de Jesus, não é? tinha organizado o trazimento das verdades espirituais fundamentais, porque só só alicerce do conhecimento espiritual. A doutrina espírita é uma doutrina universalista, ela continua, ela não tá fechada, ela só lançou os primeiras bases do conhecimento espiritual que a gente tá longe de ter. A gente não sabe nada do perespírito. Tem um monte de coisa que a gente não sabe nada, tá certo? não sabe como é que é a percepção do espírito. Então, há muita coisa pra gente adentrar na realidade espiritual, mas isso vem em doses em que a gente pode absorver. Então é natural que essa eclosão mediúnica que se deu em alguns lugares fundamentais para poder estabelecer um critério de interesses de pessoas séries que também nasceram para isso, para poder investigar esse fenômeno, viesse e trouxesse à tona todo esse conhecimento, não é, embasado em experiências metodológicas que a ciência já tinha oferecido. pelo desenvolvimento dela na época do século XIX, século XX, começo do século XX. Isso não significa que o trabalho terminou. Você imagina que a doutrina
etodológicas que a ciência já tinha oferecido. pelo desenvolvimento dela na época do século XIX, século XX, começo do século XX. Isso não significa que o trabalho terminou. Você imagina que a doutrina espírita, o conhecimento espiritual, com esses detalhes que a gente já tem na doutrina espírita, precisa crescer na China de 1 bilhão 400 milhões de pessoas, na Índia com 1.400 milhões de pessoas. no resto do mundo, em todos os países que ainda estão distraídos desse conhecimento. Então, a gente vai ter novas eclosões mediúnicas. É natural que tenha para despertar o homem que já tá razoavelmente maduro pra realidade espiritual. Mas a gente não pode esquecer que o nosso planeta ele tem uma variedade grande de evolução espiritual, porque o mundo de expiações e provas pega os espíritos que estão saindo do mundo primitivo e que estão entrando no mundo de regeneração. É uma gama muito grande. Então, há uma declaração trazida pelo espírito, pelo irmão Jacó no livro Voltei, de uma castilha espiritual que ele estudou no mundo espiritual e ele traz algumas anotações dessa castilha pra gente. Depois vocês peguem lá e deem uma olhada. Ele diz o seguinte, é um dos tópicos dessa castilha, não é? que a nossa humanidade, 2/3 da população da Terra encarnada estão na fase da irracionalidade para racionalidade e da racionalidade para inteligência. E o outro, um terço da inteligência paraa humanidade. Ponto. Fecha aí a descrição, não é variada da do nível evolutivo de espíritos que habitam o mundo de expiações e provas. É claro que esses 2/3 que estão da irracionalidade paraa racionalidade, da racionalidade paraa inteligência, são espíritos característicos ainda do mundo de expiações e provas, que não pode ficar no mundo de regeneração. Quem vai pro mundo de regeneração é quem tá da racionalidade, né, da inteligência para a humanidade. Então esse processo tem que ser acelerado com as manifestações do mundo, paraa descoberta do mundo espiritual através dos recursos da mediunidade. Vai ter novas eclosões mediúnicas pelo mundo
anidade. Então esse processo tem que ser acelerado com as manifestações do mundo, paraa descoberta do mundo espiritual através dos recursos da mediunidade. Vai ter novas eclosões mediúnicas pelo mundo afora. Pode esperar. faz parte do projeto. >> É tanto que, né, as os estudos, né, foram retomados aí dessa questão da regressão de memória, né, ficou aí todo um tempo parado, estacionado, né, mas tudo foi sendo retomado. Mas >> é, >> é isso que o professor colocou, né? A nossa moralidade que guia a as oportunidades que são ofertadas, né, os e os recursos que são disponibilizados. E e esses fenômenos despertam os espíritos que já estão nessa fase da inteligência paraa humanidade, acelera o processo. Mas aqueles que ainda estão fechados na irracionalidade, na racionalidade, vivendo vivenciando a realidade deles, é o mundo material e simplesmente >> não aproveitam isso. Por isso é que isso vem em ciclos, acontece um pouco, desenvolve gente, acontece depois mais um tempo pra frente, desenvolve mais e vai preparando a humanidade pra transição, porque é uma transição não se dá em alguns poucos séculos. Ela já começou a partir da Revolução Francesa há 200 anos atrás e está no processo que vai gastar ainda mais vários séculos da nossa experiência humana. Eu perguntei sobre isso porque eu mandaram para mim um vídeo desses de YouTube, era uma médium e um ufólogo. >> Eu falei: "Ai Jesus, eu já me né pus naquele lugar de, ah, isso não me interessa". E, mas eu fui assistir e aí eu fiquei encantada porque tirando o se você não se você não se apegar ao vocabulário e nem for assistir que nem eu comecei a assistir cheia de preconceito, eles estão falando exatamente a mesma coisa que o espiritismo fala, a mesma coisa, inclusive usando os mesmos o mesmo vocabulário em vários momentos e os mesmos conceitos, né? Os conceitos são os mesmos e muda uma coisa, muda outra. Tem, olha, eu encontrei ali por, eu li, eu >> terminologias, né? >> É, eu assisti metade da live que tem 1 hora e meia. >> Ah,
s conceitos, né? Os conceitos são os mesmos e muda uma coisa, muda outra. Tem, olha, eu encontrei ali por, eu li, eu >> terminologias, né? >> É, eu assisti metade da live que tem 1 hora e meia. >> Ah, >> eu encontrei duas inconsistências doutrinárias até agora. O resto tá tudo super de acordo com as obras. >> É, a linguagem um pouco diferente e às vezes tem um apressamento de datas que é um engano. >> É. É, mas até nisso a pessoa fala assim: "Olha, quando aparecer alguém eh dizendo vai ser no ano tal, no dia tal, no mês tal", você já desconfia porque a gente não sabe sobre isso. Já já começou falando sobre falando isso, eu falei: "Nossa, que interessante". >> Então, é bacana como eh mesmo entre mesmo não é bacana como esses conceitos não são exclusividade do espiritismo, né? como a gente sempre, como a gente sempre estudou, como Leon Den fala muito sobre isso, inclusive, mas é bacana isso, você vê isso na prática acontecendo hoje, né? É muito legal. >> Não é o espiritismo, mas são as ideias espíritas. >> Qual que é o futuro, né? >> O espiritismo é a religião do futuro, não é? religiões. É o a missão, a grande missão do espiritismo é espiritualizar todas as atividades humanas, inclusive as religiosas. >> Isso. E trazer, né, como Pedro tá falando aí, essa prática, essa vivência do evangelho, né, como eu falei, dessa desse conjunto de normas, né, de de que nos guiam, né, que vale para todos. essa essa transição da inteligência paraa humanidade, porque humanidade significa que todos somos irmãos. >> Isso, exatamente. A grande família fraterna. Eh, nós vamos chegar. Nós estamos no caminho. A, a se desesperou com calma aqui. >> Nós já estamos na alvorada. >> Nós estamos, nós estamos >> café da manhã. >> Exatamente. Hélia. Fica tranquila. Estamos no caminho, como falou o poema lá da Sâmia, né? Vamos renascer como a onda. Estamos aí, vamos só estar atentos, né? Não vamos ficar mais distraídos que a gente vai permanecer nesse bom caminho que já nos foi possível, né? Abrir os olhos, abrir os corações,
nascer como a onda. Estamos aí, vamos só estar atentos, né? Não vamos ficar mais distraídos que a gente vai permanecer nesse bom caminho que já nos foi possível, né? Abrir os olhos, abrir os corações, que é o mais importante, né? Eu falo olhos de ver, ouvidos de ouvir, coração de sentir, né, professora? >> É. e a consciência de compreender tudo e >> entender com o coração, como diz Jesus. >> Isso. >> Há uma lição de Jesus onde ele diz isso, que a gente possa entender com o coração. >> É entender para atender. >> Exatamente. Olha, foi muito bom, viu? >> Espera só um pouquinho. Deixa ele só fal. >> Você vai querer, você vai querer bater recorde hoje, né? Nós temos nós temos uma disputa aqui, viu, Otacírio, para ver quem estora mais o tempo no Bom Dia Café. O o Taciro é é eh preciso na fala dele. Ele não viaja muito, então a gente é mais fácil. Ô Tiro, deixa eu te falar, pedir uma coisa. Fala dos seus estudos, faz propaganda dos seus estudos pro pessoal acompanhar. Gente, a primeira coisa que eu queria fazer propaganda, eu não devia, mas eu vou fazer, >> e >> é que uma amiga nossa, muito gentil criou um canal no YouTube com as nossas atividades. >> Hum. Chama eco. E c eco. Espiritismo com o taciro. >> Ficou charm charmão. Legal. >> Ficou tudo. Foi eu que fiz, não é mesmo? >> Eu já vi no Instagram. Eu já sigo no Instagram, gente. >> Pois é. Então todos vocês podem entrar lá que essa pessoa, a Ana, é uma pessoa generosa. Ela junto com o Ronaldo, que são os dois que me ajudam muito no estudo da sexta-feira, eles organizaram esse canal no YouTube e colocaram, tão colocando, migrando para lá todas as coisas que eu já tenho gravado na no YouTube, em diferentes lugares do Brasil. >> Nossa, que legal. Então tem um acervo de coisas muito grande, já tem mais muitas palestras, mais de 200 palestras gravadas, tem esses estudos continuados que a gente tem feito, né? Então, quem quiser aproveitar, tá lá, tá lá todas as informações do estudo do nos domínios da mediunidade, do livro Mecanismo da
tras gravadas, tem esses estudos continuados que a gente tem feito, né? Então, quem quiser aproveitar, tá lá, tá lá todas as informações do estudo do nos domínios da mediunidade, do livro Mecanismo da Mediunidade, tem uma série que eu fiz Deus e as leis da natureza com 17 semanas, então tem 17 vídeos, né, de mais ou menos 1 hora, 1 hora e pouco. Então, tem muito material além de monte de palestras, vocês podem aproveitar. E a gente continua desenvolvendo na sexta-feira, das 9 às 10:30 da noite, toda sexta-feira, dois estudos intercalados cada 15 dias, não é? repete um deles. Um deles é das causas primárias, que foi objeto também do livrinho que eu escrevi. Não sou escritor, mas meti a besta. Aí fiz um livro, tá certo? e que é estuda a primeira parte do livro dos espíritos e uma outra que a gente chama de Jesus e a regeneração da humanidade, onde a gente tá fazendo um trabalho de trazer todas as informações fundamentais das obras básicas e de outros livros que são importantes sobre a regeneração da humanidade, que eu a gente chama de o planeta vai virar um mundo de mundo de regeneração. Não é bem isso. É a humanidade que vai entrar no período de regeneração. Somos nós, os seres humanos, os espíritos que transicionamos o planeta. O planeta já tá pronto para isso. Não está pronto os espíritos, nós, os espíritos. Então, tem trazido isso e vou terminar esse estudo com as lições de Jesus, onde Jesus avisa para nós da transição que está planejada por Jesus há muito tempo. Isso não é um acidente de percurso porque a terra amadureceu. Não, amadureceu a Terra porque Jesus está conduzindo a evolução no nosso planeta através de um plano grandioso que um só um espírito crístico, como ele pode fazer. Certo? Então essa é a ideia do estudo, dos dois estudos que nós estamos fazendo. Acompanhe. Tem mais de 100 pessoas acompanhando toda sexta-feira. Tá muito bom o estudo. E você pode fazer pergunta, pode dar palpite, vai lá. Tem um chat interativo. >> Vocês aproveitem, viu? Porque foi o
anhe. Tem mais de 100 pessoas acompanhando toda sexta-feira. Tá muito bom o estudo. E você pode fazer pergunta, pode dar palpite, vai lá. Tem um chat interativo. >> Vocês aproveitem, viu? Porque foi o único jeito de eu entender evolução em dois mundos foi com o Tacil explicando. >> Tem que mergulhar nesse estudo >> e entender ciência também, viu gente? Que esse livro do Taciro também é muito bom. Vale a pena. >> Já me inscrevi no Instagram e no YouTube, tô acompanhando lá também. É, a gente tem que a gente tem que fazer o esforço, né, de tudo que a gente aproveita, que a gente aprende, tem que passar paraa frente. Nós vivemos como uma grande corrente. Cada um de nós é um elo, né? A gente recebe de um lado e transmite do outro. Por isso que ele tem duas mãos, uma para receber e outra para dar. >> Perfeito. Perfeito. Que possamos ser continuadores, né? estar nessa permanente aí corrente, né, e não quebrar o elo, >> é >> do compromisso que assumimos, né, de estarmos juntos aí como essa família fraterna. Ah, muito bom, hein, minha gente, muito bom. Vamos aqui estourando o nosso tempo, mas com muita alegria, com muita, né, satisfação de estar aqui com o nosso querido professor Taciro, né, como disse a Hélia aqui, ó, bem, né, explicativa. Foi muito bom para nós realmente entender, >> agradeço de coração >> um pouquinho mais, né, o trabalho desse grande companheiro aí, desse gigante aí da do espiritualismo moderno, que nos oportunizou aí saber um pouquinho mais de nós mesmos, né? Nós que temos que >> vamos ler os livros dele, né? Gente, tem alguns desses livros, como são livros antigos, não tem mais direitos autorais, a gente pode copiar da internet. >> Uhum. >> Baixar o livro da internet. >> Já tem mais de 100 anos. É, já tá liberado. Exatamente. É isso, minha gente. Ó, ó o Pedro recorde de luz. Eu já tinha falado isso, né, que ele tinha que estar aqui com a gente uma vez por semana. A gente pode fazer fechar um contrato com ele, não tem problema. Favor >> fecha um contrato com ele uma, duas
Eu já tinha falado isso, né, que ele tinha que estar aqui com a gente uma vez por semana. A gente pode fazer fechar um contrato com ele, não tem problema. Favor >> fecha um contrato com ele uma, duas vezes por mês, por exemplo, né? Três vezes por mês. Depende, depende. >> Eu já falei para ele e é sempre no meu dia que cai esses negócios de dar explicação de ciência. >> Estelo, eu tô eu já tô no na na reta da volta, então não tô assinando contrato novo nenhum. Não, a gente não vai processar, professora passa no RH, passa no RH. Pode passar no RH para ser contratado. >> Pode, o nosso RH é super tranquilo, de boa. Se não der, qualquer hora a gente não, né? Não vai atrás. Mas a gente a gente é super de boa aqui. >> Ai, mas >> mas eu acho que a gente devia contratar o Otaciro como consultor, porque assim ele dá os pitaco e ele também manda mensagem corrigindo. Eu acho que até é uma boa. E aí uma, duas vezes por mês ele acorda mais cedo e participa do Bom Dia Café. Acho justo. Tá bom. >> Acho muito justo também. Vamos, vamos pensar no no tempo. >> Tem, é, vamos pensar mais sobre isso. Ai, gente, muito bom. >> Foi assim que eu convenci a Patrícia, viu? >> Pois é, >> foi desse jeito. >> Ótimo. Foi ótimo. >> É. E ela ainda me pegou lá em Sacramento, fez assinar o contrato lá em Sacramento. Aí não tem volta, professor. >> Eu gostei do Patrilux. >> Patrilux, né? >> É. E tinha um outra cir outra cirúa. Não combina. Não combina. Combina, combina aqui tudo combina, dá tudo certo. Ah, muito bom, gente. Obrigada, né? Obrigada professor, novamente. Obrigada, Estelux, Chefa Lux. >> Obada. >> A gente se vê então. Amanhã tem mais Bom Dia Café e semana que vem estamos de volta. Fiquem com Deus. Um beijo no coração. เฮ
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