Bom dia, café! 151225 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 16/12/2025 (há 3 meses) 1:21:18 3 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

Hallelujah. Christ the Savior is B ch the Sor is born Christ the Savior is Oh. Silent night. Holy night. All is all is found your virgin mother and holy infanter and steep in heavenly. And will me home again. Amazing. Great. How sweet the sound that a like me? I was found but now I'm found was blind. But that's gra that thought my heart to feel and grace my fe how precious the I first. Bom dia, café. Bom dia a todos. Bom dia, família. Bom dia, café. Família renovando consciências. O nosso Bom Dia Café tá começando agora e queremos sempre trazer para vocês os bons exemplos, as boas notícias para renovarmos a nossa fé em Jesus, o nosso mestre, modelo e guia. E é por isso, minha gente, que nós vamos refletir sobre quantas boas pessoas existem fazendo coisas maravilhosas quanto aqui essa minha família e essa minha linda família sobrinha com essa voz maravilhosa fornecendo para nós emoções que vem do fundo do ser e chega até a voz. O o bom dia café é também uma forma simples, minha gente, de mostrar o espiritismo em nossas vidas, no nosso dia a dia, no nosso cotidiano, mais frequentemente aquelas notícias oferecidas pela mídia convencional e nas redes sociais, mas que muitas vezes de uma maneira que ficam escondidas, né? Pois contam muitas coisas sobre gente agindo para o bem de todos. Aqui falamos sobre o evangelho, as demais obras básicas, não é? E a aplicação diária no nosso cotidiano de uma forma leve, bem humorada, com grande sensibilidade. Eu tô aqui emocionada, mas mesmo assim participe, curta, compartilhe. Nós trabalhamos aqui, ó, porque é um trabalho, por trabalho é toda ocupação útil. Então, é uma tarefa que fazemos. com carinho. De segunda a sexta-feira, das 7:30 até 8:30. Muitos aqui não cumprem um horário, chegam até às 9 horas, mas chame aí para nos observar hoje, para ouvir uma mensagem. Chame seus amigos, seus parentes, principalmente aqueles que estão desanimados com a vida e desiludidos com o ser humano. Hoje eu estou aqui na casa de minha irmã Marciali,

e, para ouvir uma mensagem. Chame seus amigos, seus parentes, principalmente aqueles que estão desanimados com a vida e desiludidos com o ser humano. Hoje eu estou aqui na casa de minha irmã Marciali, que vai que nós vamos falar sobre família, minha gente, os laços que nos unem, os desafios e as alegrias, não é, minha gente? Porque família não é apenas quem está do nosso lado, né? Mas quem caminha conosco com toda em todas as fases de nossas vidas, né? E aí, o que é família para você, não é? Então, nesse nosso querido Bom Dia Café, minha linda sobrinha Bárbara Silva, >> bom dia. >> Márciel Silva, >> bom dia. >> E eu, Marilda Veiga, aqui estamos, nos encontramos agradecendo a todos pela presença que nos dá essa energia para começarmos o nosso dia em primeira escala. E aí vamos começar agradecendo aos canais, Canal Berço, que é o Renovando Consciências, transmitindo via YouTube, via Facebook. agradecer a Estela Martins também que tem um canal que transmite a nossa mensagem, ao Instituto Goiano de Estudos Espíritas, ao Conecta Espiritismo TV, a Rádio Espírito do Paraná, a Web Rádio Fraternidade, a emissora do bem da Internet e vamos agradecer ao grupo Espírita Fonte Viva pela retransmissão da mensagem. E falando em família, não é? Tem alguma coisa para dizer, Marceli? >> Nossa, a gente poderia ficar aqui, né, mais de mês, né, porque uma encarnação só a gente não dá conta de trabalhar, né, essa linda condição que Deus nos dá de reencontro, né? eh, e poder tentar fazer o melhor agora, como a gente aprende que estamos no nosso melhor. Então, eu hoje, Marciali, sou tô no meu melhor, né? Nos meus esforços do dia a dia, no meu melhor. A minha irmã Marilda no melhor, minha filha Bárbara no melhor e os todos os irmãos, todos nós estamos no melhor das nossas potencialidades adquiridas até agora. E neste e melhor a gente vê o quanto a gente ainda tá tá difícil ainda. Precisamos, né, de mais tempo pra gente se reorganizar. Então a gente vê que essa oportunidade, né, essa forma, né, que Deus concedeu

te e melhor a gente vê o quanto a gente ainda tá tá difícil ainda. Precisamos, né, de mais tempo pra gente se reorganizar. Então a gente vê que essa oportunidade, né, essa forma, né, que Deus concedeu para que a gente possa crescer, eh, de acordo com o aproveitamento de cada um, ela é maravilhosa, né? Então, família, como a Marilda disse, não é só essa esse encontro de almas dentro de um consanguíneos, mas >> é também, né? É, não é só, mas é e talvez uma das eh situações mais importantes, né, da nossa vivência pro nosso penoramento, é este encontro, mas também é todo aquele entorno, né, no qual nós convivemos, porque muitas vezes a nossa família profissional, a gente convive com ela muito mais tempo do que às vezes com a nossa família em casa. Então, a gente fica quanto tempo no trabalho? É uma horinha às vezes de almoço para depois a gente tá de novo e sai 5, 6 horas da tarde. >> Aguenta sua fala, porque aqui nós estamos falando para um público e aí esse público precisa, muitas vezes tem algumas dificuldades de visão, não é? Então vamos fazer aqui a nossa autodescrição. Eu sou Marilda Veiga, uma mulher preta de 62 anos. Aqui me encontro hoje numa cozinha que é a coisa melhor para falar de família que é numa cozinha onde fazemos aqui, desenvolvemos os nossos quitutes, tomamos café da manhã. E aqui, minha filha, minha gente, nada se nada se cria, tudo se copia. Não é Estela Martista. Então copiei aqui um café da manhã, uma mesa. Olha só o bolinho. Olha só o café de verdade. Daqui a pouco nós vamos encher aqui a chicrinha e vamos tomar. Então eu estou com mulher preta de 62 anos, cabelos castanhos escuros, cortados na base da orelha. Hoje eu estou com uma blusa, ela é listada de branco e abóbora. Atrás de mim, um espaço entre a porta, ali, uma árvore de Natal, porque esse mês comemoramos o nascimento de Jesus. Não importa que seja em dezembro, março, setembro, outubro, o importante é que todos nós estamos nesse instante nos conectando com Jesus, né? E aí eu passo aqui paraa minha querida Bárbara para

Jesus. Não importa que seja em dezembro, março, setembro, outubro, o importante é que todos nós estamos nesse instante nos conectando com Jesus, né? E aí eu passo aqui paraa minha querida Bárbara para falar dela. Ah, ó, sou aposentada, trabalhei 30 anos, eu comecei a carreira Bárbara, assim, fui bióloga, fui enfermeira, me aposentei e agora estou continuo estudando. Bárbara, >> bom dia. Sou a Bárbara, sou cantora, uma mulher preta que estou com os meus cabelos presos, estou com uma blusa também listrada, cheia de coraçõezinhos. linda >> para alegrar o nosso dia. E comecei cantando para vocês hoje aqui. Um prazer estar com a minha família, com essas mulheres tão inspiradoras. Estou também na cozinha, uma árvore de Natal atrás de mim e muito feliz de estar aqui, eh, podendo falar com vocês. >> Bom dia. Eu sou a Márcia Ali, eu sou a mãe da Bárbara, irmã da Marilda e tenho 64 anos e também estou aqui, né, na cozinha da minha casa, né? O pessoal fala assim: "Onde já se viu uma árvore de Natal dentro da cozinha?" Pro Bom Dia Café a gente faz qualquer coisa, coloca a árvore de Natal onde puder. E eu tenho cabelos também escuros, tá? O meu hoje está eh eh voltado para fora, né? Um cabelo também que chega no pescoço, mas tá voltadinho para fora. Estou com um vestido azul, né? com decotezinho em V, um colarzinho de pérolas, perolinha bem pequenininha, que é minha minha meu adereço preferido é colarzinho, o meu xodó é o colarzinho de pérola, um brinquinho de pérola, um outro colarzinho aqui, porque gente, eu não sei, eu nasci, eu gosto de brilho, >> tem gente fala, não gosto de brilho, mas eu amo o brilho, então eu coloco uma uma uma tipo uma gargantilhazinha >> brilhante no pescoço E eh estou muito feliz em ter sido convidada pela Marilda. No começo eu falei assim: "Marilda, o qu?" Tem certeza? Ela é 7:30, carará. Mas eu fiquei muito feliz, né? É um horário que a gente já tá de pé, mas eh aqui então na cozinha onde a gente faz o pão de queijo, onde a gente faz o omelete, onde a gente faz

za? Ela é 7:30, carará. Mas eu fiquei muito feliz, né? É um horário que a gente já tá de pé, mas eh aqui então na cozinha onde a gente faz o pão de queijo, onde a gente faz o omelete, onde a gente faz >> pão de queijo. Ela não gosta de queijo, minha gente, mas tudo bem. >> Mas só o pãozinho de pãozinho de queijo ela >> eu gosto. >> Essa é uma cobre. É isso, isso. Olha que eu estudei genética, vocês, alguns de vocês participaram, né, da dos estudos que a gente fez de genética, eu não ainda consegui encontrar qual que é o gêno que tá alterado para mim ter esse probleminha de não gostar de queijo. Mas eu ainda vou, na realidade, eu vou fazer o seguinte, eu vou entrar com a epigenética e vou começar a costurar algumas alianças, por exemplo, já começo gostando do pão de queijo pra gente poder numa outra >> encarnação. encarnação tá degustando, entendeu? As pizzas e os os quitutes aí que tem, que os nossos irmãos italianos fazem com muita maestria. >> É isso. E minha gente, olha, é a Marceli que vai fazer a prece. Mas antes disso, nós vamos falar, como nós estamos falando sobre família, algumas histórias de adoção, né, e essa união de a família através, né, pessoas muito caridosas que resolveram adotar. E aí tinham ali irmãos que eram separados, resolveram adotar todos os irmãos para se manterem unidos. Vamos falar sobre superação e realização. E aqui está um grupo que tem muito o que falar sobre superação e realização. E vamos falar um pouquinho de amor, se der tempo, amor e apoio incondicional. Isso é muito importante para todos nós, não é? E como sempre, como é Marciali que vai fazer a prece, mas antes da prece vamos lá pro nosso chat querido e amado, não é? Como sempre, acorda, eu cheguei já colocando no grupo, acorda, pessoal, vamos mandar notícia no chat, participe do nosso canal, compartilhe, não é? Chame todo mundo aí para assistir agora. Ângela Brandão, muito obrigada por você estar aqui conosco compartilhando dessa desse momento importante, né? A Marila Gonçal, Marila sou eu mesmo. Deixa

ão é? Chame todo mundo aí para assistir agora. Ângela Brandão, muito obrigada por você estar aqui conosco compartilhando dessa desse momento importante, né? A Marila Gonçal, Marila sou eu mesmo. Deixa quieto. Passa uma borracha. Tem a Cristiane Segadilha. Bom dia a todos os cafezeiros. Muita luz, muita paz para você também aí do Amazonas. a nossa querida Dodo. Dolores Dodo. E aqui, né, minha gente, como sempre, ó lá, Dolores. Que que ela fala? Bom dia, Lux. Bom dia. E aí vai, tá todo mundo, né? E hoje, interessante, nós temos uma efeméries esperando, Dolores. E a gente sabe, né? E nós vamos continuar aqui falando o bom dia para nossos queridos. Opa! E pa. É aqui a Maria Ferraz que fala lá do norte do estado. Olha ali que bonitinho. Aqui ó, a tecnologia. Vamos lá. A Dolores. >> A Susmara. Nossa Susmara daqui da nossa cidade. Yes. Yes. Conseguimos fazer um pouquinho de >> marketing. >> Bacana, >> né? E aí tem a nossa Patrícia de Roios. Querida Patrícia de Roios, o nosso Paulo Inter e no começo tava sem som mesmo. E aqui, minha gente, é tudo assim, a gente clica, >> né? >> Ao vivo e a cores, clica, clica, clica, que linda. Paulo olha lá, Dolores, que lindo. Todo mundo gostou. Bárbara querida, >> é minha família que eu amo de paixão, porque nós somos aqui também a Terezinha. Terezinha. Hoje nós teremos aqui, tanto para você quanto para Dolores, uma efeméride muito bacana que vai falar sobre o esperanto, não é? A Terezinha Sheila Soares de Salvador. E aí a Dulce Correia lá de Sapucaia do Sul, gente, é norte a sul, leste oeste do mundo. Muito obrigada. Obrigada, obrigada por começarmos esse dia com essa energia vibrante de todos. Que mais? Bárbara que tá aqui tá ajudando, não é? >> É a Dulce, a Dodô. Imagine teria, como que ela fala? Eh, que teria fala pro Esperant. Não sabia. Eu também não sabia. Surpresa da nossa STUs, não é? E aí, enquanto não chegam as outras pessoas, não chegam aqui no chat, vamos começar com a nossa querida prece inicial. Mas como o nosso programa é

. Eu também não sabia. Surpresa da nossa STUs, não é? E aí, enquanto não chegam as outras pessoas, não chegam aqui no chat, vamos começar com a nossa querida prece inicial. Mas como o nosso programa é cheio de detalhes importantes, vamos lá com a nossa querida. Opa, esa só um pouquinho, minha gente, só um pouquinho. Vamos, vamos tentar aqui pular aqui. Opa, põe a Dodô. Isso. Chegando. Vamos lá. Senhor Deus, Pai de infinita misericórdia e infinita bondade, obrigada por mais esse dia, obrigada por esta manhã radiosa. Obrigada pela segunda-feira que nos traz o início de uma jornada que pode ser esplendorosa, mesmo com dificuldades, porque o Senhor está conosco, porque o Senhor nos ama, porque o Senhor sabe que temos condições de vencer as angústias da alma, as dificuldades do corpo, buscando aumentar a nossa sensibilidade ao amor. que nesta manhã, reunidos com este pessoal do bem, essa gente amiga que são os companheiros da doutrina espírita nesta reunião, neste Bom Dia Café, que possamos todos entrelaçados nestas vibrações amigas, fraternas, absorvermos essas energias que jorram do alto para nos dar as condições de sermos felizes. Então, que o Senhor abençoe a cada família, a cada larce e permaneça, Senhor, em nossos corações hoje e sempre. Que assim seja. Olha que bonito, né? Que assim seja. Que assim seja. Que assim seja. Então, minha gente, falando um pouquinho de família, não é, Marceli? Antes de iniciar iniciarmos a nossa efeméri, fala um pouquinho de família, o que é família para você, não é? E aí cada um também pode aí dar no chat dizer, né, o que que é família para cada um, o que que significa família, já que nós estamos falando em um mês em que se comemora o nascimento de Jesus, que aqui esteve para reunir-nos todos em uma família universal que fala de amor, de solidariedade, de perdão, de bondade, de indulgência com as imperfeições de todos nós. Esse é o nosso Cristo planetário, Jesus de Nazaré, que aqui esteve e aqui está. Só falta a nossa conexão com ele. E falou

edade, de perdão, de bondade, de indulgência com as imperfeições de todos nós. Esse é o nosso Cristo planetário, Jesus de Nazaré, que aqui esteve e aqui está. Só falta a nossa conexão com ele. E falou muito de família, dessa família universal. Então, o que é família para você? Que Marceli vai falar um pouquinho que é família para nós, porque nossa família, além de tudo, é uma família, como eu vou dizer, cinequanom, >> né? avó teve 14 filhos, avó materna, né? 14 filhos. E que esses 14 filhos, cada filho teve uma penca de filhos também. Então, foram 14 tios com cada filho, cada filho. A minha mãe querida teve seis, seis espiritinhos que se encontraram para a organização espiritual de cada um. A jornada não foi fácil, mas conta aí, Marcelinho. >> É, não foi fácil. interessante que foi se reduzindo, né? Porque era 14 filhos da vovó. Aí a minha mãe, a minha ti, o meu tio, o irmão da minha mãe, tiveram seis, que foram os que mais tiveram, foi reduzindo pela metade. Aí nós fomos reduzindo também um tanto, né? Porque a Marilda teve quatro, cinco gestações, mas quatro filhos e eu tive três e a minha filha tem um. Então assim, a gente vê, né, essa essa proporção de redução que foi acontecendo, mas que e na realidade quando eu perguntei certa feita para minha mãe, eu disse: "Mãe, por que tanto filho?", né? Porque para mim já seis era bastante, porque a gente sabe, né, que tem uma quantidade de problemas que cada um traz, né, das suas necessidades reparadoras. Então imagine 14 trazendo suas necessidades e depois seis trazendo suas necessidades. Então ela disse para mim: "Filha, na realidade eu pensava em ter dois filhos só. Seu irmão, a sua irmã mais velha e o seu irmão, entendeu? Aí, graças a Deus, né? O que ela queria era uma coisa, mas o que Deus queria era outra." Então, >> naquela época não tinha muita opção. >> Fez-se a vontade do Senhor, que muitas vezes é o que realmente acontece, eh, a não ser por interferência nossa, né? Segue as necessidades, segue a determinação do Senhor. Então, vieram

muita opção. >> Fez-se a vontade do Senhor, que muitas vezes é o que realmente acontece, eh, a não ser por interferência nossa, né? Segue as necessidades, segue a determinação do Senhor. Então, vieram seis, seis criaturinhas para se reajustarem. E a gente sabe que, como disse nosso irmão Divaldo, certa feita, ele dizia assim: "A minha família é um laboratório, né? Eu corroborei com ele, a nossa família também no laboratório." Laboratório são as mais diversas experiências possíveis, né? Umas dando certo, outras nem tanto, mas, né? A gente tem que ter confiança em Deus. Então, família, na realidade, essa reunião de almas, né? Reunião de almas, né? para enfrentar, né, os desafios e conseguirem avançar um pouquinho neste caminho evolutivo, avançar um pouquinho. Por isso que temos várias reencarnações, cada uma delas a gente avança um pouquinho. Se a gente se esforçar, a gente avança um pouquinho, mais do pouquinho. Mas a gente tá aqui para avançar, porque muitas vezes, se não tomarmos cuidado, a gente estaciona, né? a gente estaciona, estaciona bonito, todo mundo vai indo, vai indo, vai indo e a gente fica, né, naquela mensagem, né, Maria, daquela daquele do livro do do irmão Chis que fala, né, que toda a família daquela moça, né, que que reencarnou nove vezes para vencer o problema do ciúme, né, a família toda foi, entendeu? E ela ficou, né? A gente vê no livro da Ivone Pereira, nas moragens do pecado, ela falando ali, né, que também toda a família foi, mas elela, a Rute, né, que era a filha mais nova de uma família de seis filhos, né, que o pai dela, o Carlos Felipe, eh, ele casado com a Carolina, mãe dela, tiveram seis filhos. O mais velho era o Carlos. O Carlos, que é o até hoje, né, é o rio protetor, né, dela. E aí vieram mais outros irmãos, mais quatro irmãos e ela como uma única filha mulher. E depois que aconteceu aquele nefato na noite, no dia de São Bartolomeu, que foi a matança dos ugenotes, onde, né, hum queriam dizimar todos os protestantes da França, né, por Catarina de Médes, que

. E depois que aconteceu aquele nefato na noite, no dia de São Bartolomeu, que foi a matança dos ugenotes, onde, né, hum queriam dizimar todos os protestantes da França, né, por Catarina de Médes, que era rainha da mãe do rei da época, ela queria dizimar todos, que não sobrasse um protestante na terra lá na face de Paris. E aí a família dela foi atingida. E então o Luigi Narbone, que era o capitão da fé, né, dono da guarda lá, ele entrou na na no palácio dela e dizimou. Ele só não acabou, ela só não desencarnou porque ela tinha saído, eles tinham mandado ela para uma para um outro palácio. E então todos foram trucidados, crianças. Então foi uma tragédia, foi um fato grave, importante. Só que que aconteceu? Ela não conseguiu, foi muito chocante, muito forte para ela. Ela não conseguiu perdoar. Pessoal, licença, estarei acompanhando vocês aqui. >> Aqui ela é uma profissional, então ela tem atividades profissionais. Muito obrigada. Obrigada, >> minha titia aqui. Mamãe, querida mulheres inspiradoras estarem acompanhando aqui. >> Ela vai acompanhar agora por aí. Então fala, dá o seu like e tudo mais. Uh, vamos lá. Continua, Marceline. >> E aí a gente vê que era, nós vamos mostrar para vocês agora enquanto a gente fala, né? O cafezinho da manhã >> e a gente vou mostrar para vocês aqui. >> Tá saindo massa. >> É, a gente queria mostrar. Deixa eu ver. Não sei se vocês estão >> põ lá na frente da câ. per >> para falar que é normal, que a gente é normal. Aqui tem café de verdade, a fumacinha. >> E então, eh, você quer o açúcar? >> Pega o açúcar aí para ela, filha. >> Isso. >> E aí, que que acontece nessa família de amores? Família de amores, família de espíritos afins. Todos foram, evoluíram, mas Rute não conseguiu perdoar. Então ela engendra todo um mecanismo de vingança, de destruição. E aí que que vai acontecendo com ela? Ela vai ficando e vai tendo que reparar aí várias encarnações para tentar superar essas dificuldades. Ela fica então em situação, reparando porque cada encarnação é a oportunidade

acontecendo com ela? Ela vai ficando e vai tendo que reparar aí várias encarnações para tentar superar essas dificuldades. Ela fica então em situação, reparando porque cada encarnação é a oportunidade dada por Deus para que ela consiga, né, superar e avançar. E aí ela não ela ela não consegue muitas encarnações. Então aí ela vai reencarnando e a família e uma coisa interessante, né? Ela não é abandonada, né? Como ninguém é abandonado. Às vezes quando a gente tá passando por um problema difícil, a gente fala: "Senhor", né? Eu lembro que certa feita a minha mãezinha olhou assim para cima, falou: "Senhor, onde o senhor está? por conta das dificuldades, dos problemas, às vezes a gente olha, fala: Deus, onde é a saída, né? O que que eu tenho que fazer? Mas ninguém é abandonado. Então, neste exemplo que eu dei da nas voragens do pecado de Rute de Lachapele, ela estava ali sendo amparada, né? o irmão dela, que era o Carlos, que era um espírito já elevado, que era tipo um pastor naquela época, em 1572, que foi quando ocorreu, né, a o dia de São Bartolomeu, hum, São Bartolomeu, para quem, só para lembrar, eh, é que nessa data, né, da da matança nosotes, era o dia de São Bartolomeu, então ficou como, né, o dia eh, comemorativo do santo, ficou como o dia também que a gente relembra a matança dos. E aí é é toda essa esse movimento da espiritualidade irmanada conosco, né? Porque a gente fala em família, tem nossa família aqui, tem a nossa família do plano espiritual, todo mundo engajado, amparando, tá? tá amparando, dando apoio para ela. E aí ela é vai através das encarnações, não foi na outra encarnação, porque ela já eh caiu em si, como diz a mensagem no Fonte Viva de Emanuel, né? Cair cair em si. Não foi ainda na próxima que ela caiu em si, não foi na outra, mas todo mundo junto de novo, amparando. Olha, vai lá, vai dar certo. Você aí na outra não deu, mas vai de novo, porque tem amores e amor é uma uma um elemento que a gente adquire com o trabalho do dia a dia e que não acaba

novo, amparando. Olha, vai lá, vai dar certo. Você aí na outra não deu, mas vai de novo, porque tem amores e amor é uma uma um elemento que a gente adquire com o trabalho do dia a dia e que não acaba jamais, né? Então ela ali amparada. Então, a hora que eu li, né, novamente, né, nas voragens do pecado, que eu vi que o anjo da guarda de um deles mais firme ali da Rute, era o Carlos, né? >> O Carlos, que era o espírito, então, como eu falei, já elevado superior. Eh, eu falei: "A gente, é o meu, né? >> Cadê o nosso? >> Cadê o meu? E cadê o nosso, né? E mas o interessante é guardar e ter essa fé, essa confiança nessa fé, porque tem que ter fé, tá? Tem que ter acreditar, né? Eu sei que fé não é só acreditar, mas tem que ter essa força de que você tem alguém ali te ajudando e alguém superior a você, tá? E aí a gente vê que a gente vai dando conta. Então, família é esse encontro, né? Encontro de almas. No caso, a família consanguínea é o encontro de almas para fazer valer nessa vida. A família espiritual é a família que se super junta ali para isso, a gente conseguir ter força para retaguarda. >> Aí eu tava falando da família, quando você falou, vamos parar para poder falar que nós somos como a gente tá hoje, é a família eh do trabalho, família profissional. Porque como eu falei, às vezes a gente passa muito tempo com eles. Que que é isso? Para que isso, né? Para que isso? >> É pra gente avançar. Porque se eu passo 8 horas com alguém que é um desafeto, entendeu? E depois eu venho para casa, dá uma relaxada às vezes, né? receber novas energias pro outro dia. É porque esta família lá do trabalho >> é importante, né? A gente tem que aprender porque senão Deus colocaria a gente num outro lugar, né? Para viver sozinho, entendeu? Viver sozinho sem problema nenhum. A gente podia pedir para Deus isso, né? Mas mas é o que muita gente pede, infelizmente ainda, né? Quero nascer sozinho, quero ficar sozinho, mas ninguém sozinho, né, Marcelinho? Todos nós unidos num só laço. E quanto programa tem isso? Nós

Mas mas é o que muita gente pede, infelizmente ainda, né? Quero nascer sozinho, quero ficar sozinho, mas ninguém sozinho, né, Marcelinho? Todos nós unidos num só laço. E quanto programa tem isso? Nós vemos isso na codificação toda de Allan Kardec, os programas, os planejamentos que são realizados no plano espiritual pro nosso progresso, porque a fatalidade do espírito é o progresso. Então, nós só temos um um caminho, é pra frente. Se vai demorar, se eu vou estacionar um século, dois séculos, quatro séculos, sete séculos, isso vai ser fora o íntimo, cada um segundo suas obras. Mas é um planejamento tão bacana dos espíritos. Vemos lá no Av Cristo, não é? Quando Clo, junto com o Quinto Varro estão lá unidos para que ele traga para si um filho amado. O quanto de planejamento se fez ali, minha gente, no livro Libertação, né, psicografia de Francisco Cândido Xavier, onde André Luiz coloca ali espíritos voltados ao ódio, mas como base um amor adoecido. E há um planejamento. E quando o espírito superior faz esse planejamento, ele não faz esse planejamento só para aquele grupo especial, é um monte de gente. Às vezes chega a ser centenas de pessoas reunidas para o progresso, não é? Então é isso. Quer falar mais alguma coisa? Na o Evangelho Segundo o Espiritismo, ele nos conduz muito, né, essas reflexões a respeito, né, dessa vivência em família, >> eh, pra gente ser feliz, né? Eu acho que o objetivo maior, embora muitos ficam elocubrando, se é isso mesmo, até encontrarem se eh porque as dores, os as dificuldades são grandes, então onde estaria essa felicidade, né? E se a gente tá lá no livro dos espíritos, na questão 920, 921, 922, a respeito da felicidade, né? Se a gente conseguiria ser feliz só nessa vida, né? A gente daria para ser feliz nessa vida, só numa vida, né? Nessa vida. Os espíritos respondem pra gente que a gente, pra gente analisar em que plano nós estamos, né? >> Exatamente. >> Que plano nós estamos? Nós estamos já num planeta feliz. Aí a felicidade vai vigorar. Aí a gente analisa que a gente

nte que a gente, pra gente analisar em que plano nós estamos, né? >> Exatamente. >> Que plano nós estamos? Nós estamos já num planeta feliz. Aí a felicidade vai vigorar. Aí a gente analisa que a gente não tá, a gente não tá mais no primitivo, né? Mas a gente tá no logo acima, né? Provas expiações. Então, se é provas e expiações, a grande maioria das situações são provações ou expiações. E isso traz uma carga, muitas vezes, de dor e de sofrimento, que é uma mola impulsora paraa nossa nosso caminhar, pra nossa melhoria, né? Eu não falei para vocês, né, no começo, mas eu sou pediatra, né? Então, nessa lida profissional da pediatria, eu carreio muitas vezes, eu vejo muitas vezes, né, muitas situações onde a gente tem que fazer determinadas eh atuações em que o bebê não gosta, o bebê chora, entendeu? Na hora que ele nasce, ele já chora, entendeu? que leva ali um tapa nas costas que ai vem meu filho, chega aqui. >> Como diz outro, cheguei, cheguei Brasil. >> A hora que ele sai do útero materno, ele já chora e chora, entendeu? >> Abrindo os pulmões, vamos supor, pra vida, né? E aí ele é aconchegado, mas para ele ter o melhor desenvolvimento, ele recebe logo que ele nas primeiras horas ali de vida, duas injeções. Duas injeções, uma na perninha, outra no bracinho, que é a BCG, né, que a gente fala no bracinho, que é para evitar tuberculose e na perninha uma vitamina K dói, entendeu? Então, minha gente, já já a gente já cresce com trauma desde nascença. Duas picadas. Hoje a gente não sabe porque você não gosta de agulha, não gosta de picada. Aí ali nascendo, ah, te preparando pra vida para dizer: "Ó, não é fácil, você chegou, vamos lá, vamos formar família, vamos lá". E ainda o que que a gente faz a na no momento das vacinas da criança que ela tá um pouco maior, ela agarra, ela chora, ela agarra na perna do pai e tal, mas o pai não tem como não levá-la para tomar vacina. Como Aroldo disse uma vez, o filho dele falou assim: "Pai, vai doer". Ele falou assim: "Filho, vai doer, mas

ra, ela agarra na perna do pai e tal, mas o pai não tem como não levá-la para tomar vacina. Como Aroldo disse uma vez, o filho dele falou assim: "Pai, vai doer". Ele falou assim: "Filho, vai doer, mas eu vou estar junto". Então é essa, >> então ela volta daqui a pouquinho para acabar de falar sobre família, porque nós vamos lá paraas nossas efemérides, já que hoje nós não temos nós não temos aniversário. Então vamos paraas nossas efemérides e ela volta já. Então, minha gente, que maravilha de efeméride. Olha aqui, em 18 e 80. Vamos aumentar aqui porque mamãe aqui tem um zoinho desse tamanhozinho e as letrinhas é tudo pitinha também, né? Vamos lá, vamos botar efeméri para vigorar, né? Então, em 1859 nasce Lázara Luiz Zamenhof, o criador do Esperanto, minha gente. E para ele criar o o Esperanto não era uma pessoa comum, eu sempre falo, já era uma pessoa já letrada. Ele aprendeu vários idiomas, latim, hebraico, francês, grego, italiano, entre outros. Então, já era uma pessoa predestinada, não é, a trazer algo de positivo para esse mundo, né? E aí a Terezinha, Dodô, que são engajadas aí, né, com Esperanto, sempre falando. A Patrícia de Roios também tem um entendimento. Eu entrei ali num grupo para poder começar a aprender esperando, mas ainda não foi possível eu participar desse grupo. Mas eu ainda vou querer entender essa língua, né? Essa língua que fala da universalidade, é uma língua universal, né? E ele mesmo em 1878 elabora essa linguagem, língua universal, né? Aquela que viria a ser a predecessora do esperanto. Não é interessante isso, minha gente? Não é interessante, Marcelinho? >> Nossa. E o que vocês acham aí? Diz aí no chat. E aí, mais uma vez, olha quanta coisa que é. Ele chama naquela encarnação, né? Lázaro Luiz Menhof. E ele foi um homem dotado de extraordinária força de vontade na divulgação do seu ideal humanístico, não é? Ele foi um verdadeiro universalista, pacifista, pensador, que lutou contra o sectarismo, né? as divisões que nós, não sei por, né, Marceli? Não sei por nós crescemos

o do seu ideal humanístico, não é? Ele foi um verdadeiro universalista, pacifista, pensador, que lutou contra o sectarismo, né? as divisões que nós, não sei por, né, Marceli? Não sei por nós crescemos de duas células e começamos a desenvolver um monte de células e somos aqui esse corpo físico com trilhões de células que de duas se separaram. Acho que vem daí já essa esse instinto do ser humano e estar junto, mas querer separar. >> É interessante que você fala, né, que a gente estudou isso também. na genética não tá fazendo a propaganda da genética, mas que a gente gostou de estudar esse tema é o problema de eh você falou na célula somos uma célula, né? É um espermatozoide, >> dois gametas que se uniram, formaram uma só e depois >> e a gente aí essa célula foi se dividindo. E o interessante da grandeza divina, que eu acho fantástico, é que uma célula gerou várias células, mas células diferentes, né? Porque a célula do fígado conversa com a célula do rim, mas elas são diferentes. Uma produz uma substância, outra produz outra. Pmão produz outra proteína, o coração. Então são tão diversos e que se conversam harmoniosamente que nossa, Deus deu pra gente assim um exemplo muito bom de família, né? Essa família orgânica, né? Essa família fisiológica, se não se conversar, se não se integrar bem a coisa, de gringola. Por quê? Porque se o rim falha, o rim fala: "Eu não vou funcionar bem direito, tudo o resto não funciona, né? Vai falir todo mundo. Se o fígado não faz a função dele, falou: "Agora eu não vou trabalhar mais". Acabou, né? Apesar do coração e do cérebro serem, né? Os maestros do nosso organismo, que a gente tem que fazer tudo por eles, né? Para que eles fiquem bem, mas se de repente não resolve, né? a suprarrenal que é pitituchuca, que fica ali em cima do rim, se ela resolve não funcionar, acabou. Nenhum órgão funciona, nem tem cérebro mais, não vai ter coração, vai, a criatura vai morrer. Por isso que esse diálogo harmonioso, né, entre dentro de nós mesmos, né, essa conversa eh eh

nar, acabou. Nenhum órgão funciona, nem tem cérebro mais, não vai ter coração, vai, a criatura vai morrer. Por isso que esse diálogo harmonioso, né, entre dentro de nós mesmos, né, essa conversa eh eh fraterna de cada um para com cada um gera a harmonia global, não é? Nossa, prestou atenção do que surge para falar do esperanto, que é uma uma linguagem universal, é uma linguagem, né? Eh, que quem que diz aqui a Dolores, né? Eh, que que homenagem, né? Que é o idioma da fraternidade, da união, da concórdia. E ele fez isso, né? Zamerrofez isso, né? e que ele foi eh a vida dele, né, foi tecida de sacrifícios, de abnegação, de devotamento. Ele é um ele era um homem extremamente solidário, cultivou a tolerância, a fabilidade para com todos, nunca perdeu a oportunidade, minha gente, não é, de ser caridoso. Então, além de todas essas essas eh virtudes que ele tinha, né, ele era poli polilíngua. né? Todas essas características, essas virtudes, ele era caridoso. E isso, o que que é caridade? Segundo entendia Jesus, ele era bondoso para com todos, ele era indulgente para com as imperfeições alheias e ele perdoava as ofensas. Então ele foi, portanto, com merecimento que a UNESCO o reconheceu como um benfeitor da humanidade. Que beleza! Pro senhor Zamerrof. gente, não é? Benfeitor da humanidade, porque ele foi um espírito que legou a família humana. >> Estamos falando de família, ó. É tudo um, parece que tudo veio a calhar, né? As orientações dos espíritos para que a gente fizesse um programa bacaninha, né? Ele, então, a UNESCO reconheceu como um benfeitor da humanidade, um espírito que legou à nossa família humana, um instrumento ideal para a comunicação entre os seus membros e para o seu progresso baseados na fraternidade universal. Mas que homem importante esse aí, hein, gente? E aí vem outro, vem um outro serzinho especial que nós conhecemos também. E esse é o nosso queridíssimo Adolfo Bezerra de Menezes, que em 15 de dezembro de 1896 divulgou a quarta parte de Fiat Lux, onde afirmou que o Espiritismo do centro

especial que nós conhecemos também. E esse é o nosso queridíssimo Adolfo Bezerra de Menezes, que em 15 de dezembro de 1896 divulgou a quarta parte de Fiat Lux, onde afirmou que o Espiritismo do centro da união era influenciado pelo positivismo de Augusto Conte, né, que é que era eram explicações, né, esse positivo, positivismo científico. que eram explicações por leis científicas baseadas em fatos observáveis. Minha gente, para que nós tivéssemos, encontrássemos o espiritismo tranquilo como nós o temos hoje, esse nosso movimento espírita que aparentemente está tranquilo, nós estamos unidos como família, ele também foi um unificador, unificador da família espírita. Porque no seu começo, misericórdia, os espíritas fomos muito separatistas, queríamos nos separar, né? Espiritismo do sul, né, com os espíritas do norte, era uma briga, porque uns queriam o espiritismo científico, outros queriam o espiritismo humanístico. E Bezerra de Menezes fez essa união entre os espíritas. Márci quer falar alguma coisa? Porque eu encontrei aqui algo muito interessante sobre essa história, porque a gente vai aprendendo, né, gente? Nós vamos aprendendo, vivendo e aprendendo. E olha só o que nós encontramos, que que era esse Fiat Lux, não é? Que era que é uma expressão, né? Faça-se à luz. originalmente um comando divino na narrativa bíblica da criação, usado simbolicamente para representar iluminação, esclarecimento e verdade. E foi isso que fez Bezerra de Menezes. Porque o que que ele fez, né? Eh, foi uma resposta, né, vários escritos, né, como resposta a críticas intelectuais dirigidas a ele, não é, por figuras como Víor Antônio Vieira, que questionavam a postura de Bezerra de Menezes e os argumentos sobre o espiritismo, né? Então, foi um debate ideológico que durou muito tempo, durou bastante tempo, né? Na década de 1890, o movimento espírita aqui no Brasil estava dividido e ora como, não é? Dividido entre os científicos que enfatizavam o caráter científico e racional do espiritismo, e

nte tempo, né? Na década de 1890, o movimento espírita aqui no Brasil estava dividido e ora como, não é? Dividido entre os científicos que enfatizavam o caráter científico e racional do espiritismo, e os místicos liderados por Bezerra de Menezes, que valorizavam a dimensão religiosa e espiritual da doutrina espírita, né? Uns achavam que era só ciência e ele era esse caráter micho que ele dizia, religioso. Então, o Bezerra, ele defendeu o espiritismo com uma base religiosa profunda, nesse sentido de religarmos-nos a Deus, não no sentido de religião, no sentido de cultos, não é? >> Eu acho que ele fez mais ou menos aí o papel de Pedro, né? Tinha o Tiago, né? que era isra ortodoxo, israelita, >> ortodoxa >> e tinha Paulo, >> que era outra, né, face de entendimento. E aí Pedro tenta conciliar as duas para que o cristianismo continue. Talvez pelo que a gente vê, parece que Bezerra fez essa intermediação, né, para que o Espiritismo também se disse, >> né? E é isso. Então, esse artigo de 1896, 15 de dezembro de 1896, ele foi publicado em várias partes, né, ao longo do tempo, né, em que ele defendia, ele reafirmou a importância da luz espiritual como verdadeira compreensão da prática espiritual que ilumina a consciência dos espíritas. Ele, Bezerra de Menezes, contestou, não é, posturas que na visão dele diminuíam ou confundiam o caráter religioso do espiritismo com apenas aspectos científicos, né, e ou abstratos. Ele defendeu que a compreensão e a prática espírita deveriam manter-se ancorados tanto no ensinamento de Allan Kardec quanto na ética cristã universal. Foi um marco importante o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes para manter essa união e esse caráter fraternal religioso que nós encontramos hoje com a doutrina espírita. Que mais? Asa. E o tempo tá correndo, minha gente. Só foi efeméridem. Efemide, efeméride. E aí? E as boas notícias a gente vai conta pelo menos uma, né, Marcelinho? Conta pelo menos uma. Vamos lá. Tem aí, tem boas notícias. Você vê que quando tem uma outra pessoa, o tempo corre e as e a

e. E aí? E as boas notícias a gente vai conta pelo menos uma, né, Marcelinho? Conta pelo menos uma. Vamos lá. Tem aí, tem boas notícias. Você vê que quando tem uma outra pessoa, o tempo corre e as e a notícia voa, como diz a notícia a voa, o tempo ao voa. Vamos lá. Enquanto isso, eu vou preparar aqui a porque tudo aqui tem. Vamos falar uma boa notícia só, né? Vamos lá. Vamos passar agora paraas boas notícias. Quer alguma coisa? Não é que eu tô pensando, né, que você vai nas boas notícias e você queria falar aquelas famílias, né, de >> Isso é são as boas notícias. >> Ah, boa notícia. >> É boa notícia. Eu fui falando para ela todo o roteiro. Olha, é assim, é assim, assim. Então, ó, Marceli já está convidado. >> Aquela mensagem, né? >> Isso, minha gente. Vamos lá. Antes disso, né, Boa notícia. Não, vamos lá. Cadê a mensagem? Cadê? Porque tem tudo aqui tem. Vamos paraa frente então. Vamos atrás. Vem gente. Márciel agora então gente vai falar sobre a mensagem de Natal. Nossa, que mensagem espetacular. Vamos lá. >> É a mensagem. Eu posso falar? >> Pode. >> É a mensagem de Maria Dolores, né? Eh, tempo de Natal. Isso. De Maria Dolores aí. >> Isso. Vem cá. Pera lá. Marcelin das Aham. Das mensagens que Maria Dolores, ela sempre tinha uma para cada ano, né? No final ela fazia, entregava para Chico a mensagem de Natal. Essa foi uma das que me tocou muito o coração, né? E onde ela fala assim, né? Eh, Senhor Jesus, tá já na terra, >> já >> ante o Natal que nos refaz na terra o mais formoso dia, somos gratos a todos os irmãos que te festejam, entrelaçando as mãos nas obras do progresso. Vimos também trazer-te a nossa gratidão pela fé que acendeste em nosso coração. Mas se posso, Jesus, desejo expor-te o meu pedido de Natal. Falando de progresso, rogo-te, se possível, guiar os homens e as mulheres, sejam de qualquer nível, para que inventem onde estejam novos computadores. Uhum. >> Que consigam contar. Você tá onde? aqui contar >> isso. Que consigam contar as crianças que vagam nos caminhos sem apoio e sem

alquer nível, para que inventem onde estejam novos computadores. Uhum. >> Que consigam contar. Você tá onde? aqui contar >> isso. Que consigam contar as crianças que vagam nos caminhos sem apoio e sem lar e os doentes cansados e sozinhos, presos no espaço de ninguém, para que se lhes dê todo o amparo do bem. Auxilia, >> auxilia, senhor, a humana inteligência a fabricar foguetes dentro da segurança que não erra, que possam transportar remédio, alimento e socorro, onde a dor apareça atribulando a terra. Que o mundo te receba as bênçãos naturais, doando mais amor aos animais. Que nunca desampare as árvores amigas, não envenene os ares, não tizne as fontes, nem polua mares. Que o ódio seja, enfim, esquecido de todo. Que a guerra seja posta nos museus e que em todos nós impere o imenso amor de Deus. Que o teu Natal se estenda ao mundo inteiro e que pensando em teu amor de cada amanhecer, que todos resolvamos a fazer um dia novo de Natal e que encontrando alguém possamos repetir tocados de alegria, de paz, amor e luz. Companheiro, bom dia. Hoje também é dia de Jesus. Oh, minha gente, e que encontrando alguém possamos repetir tocados de alegria, de paz, amor e luz. Companheiro, bom dia. Hoje também é dia de Jesus. Fantástica mensagem de Natal, não é, minha gente? Pelo amor de Deus, Marcelinha, isso foi escolhido por ela. >> Foi escolhido pela minha querida. Então, vamos falar pelo menos de uma boa notícia hoje, porque o nosso coração já tá entcido. São muitas mensagens importantes, mensagens de força, de luta, de que família é isso. Essa família Bom Dia Café nos incentiva. Vamos lá, sem maiores delongas, que o tempo vai. E eu não quero ser passado o tempo. Vamos aí. E aí agora, né, vamos colocar só uma historinha, né, que nós falamos, né, vamos falar dessa história aqui da adoção, né? Então, eh, foi lá no no sul de Minas, né, num casal de Minas Gerais, lá na borda da mata de Minas Gerais, após adotar três irmãos, eles relataram que a vida antes era preta e branca e aí ela ficou colorida,

eh, foi lá no no sul de Minas, né, num casal de Minas Gerais, lá na borda da mata de Minas Gerais, após adotar três irmãos, eles relataram que a vida antes era preta e branca e aí ela ficou colorida, que tava lá no no E aí um outro casal, minha gente, de Santa Catarina, né, ele adotou, né, o Fabrício e a Neusa adotarão três irmãos da Bahia, baianos, para não ficar sozinho, um de cinco, um de oito e um de 12 anos após busca ativa, não é? Olha só, uniram os irmãos, né? Porque geralmente quando as pessoas vão à busca para adotar, para formar família, geralmente eles preferem bebês, né? Crianças com algumas características, mas esses não. Esses foram aí buscar porque eles queriam realmente família. Eles queriam aquele laço e o sentimento de fraternidade, de solidariedade e de amor que impulsionou a esses casais a adotarem esses grupos de irmãos, vem de onde, Marcelinho? >> Será? Vem de onde? Porque nós falamos, as famílias se reencontram >> também. Não é à toa que esse casal foi direcionado para adotar. Que que você acha? foi direcionado para aquela localidade, porque tem vários locais que você pode olhar crianças para serem adotada. Eles vão naquele endereço, né, naquele número, eles adentram, eles olham várias crianças e o olhar dele muitas vezes >> se direciona para aquele pequenininho ali que eles não sabem por nem como, >> é aquele que vai ser levado pro lar deles. Então é uma união, a gente fala que quando as coisas têm que acontecer, os astros, né, funcionam de forma que as coisas acontecem. Então eles olham, é olho no olho, né? É espírito falando com espírito. E aí aquele reencontro e a construção da família, né? >> E aí tem um outro casal lá no Paraná, né, que após várias tentativas de engravidar, não conseguiram, eles decidiram adotar e acolheram cinco irmãos para não separar, né? E mais um fator, não é? Mais um fator importante, >> aqueles aqueles exemplos André Luiz, né, que a gente vê que lá no plano espiritual, né, os espíritos que ajudaram determinada pessoa falaram

r, né? E mais um fator, não é? Mais um fator importante, >> aqueles aqueles exemplos André Luiz, né, que a gente vê que lá no plano espiritual, né, os espíritos que ajudaram determinada pessoa falaram assim: "Então nós vamos voltar com vocês, ó, nós cinco que te ajudamos, né, a gente volta." E aí voltaram cinco, muitos. >> Aham. >> Né? Então, como nossa reflexão espírita sobre essa adoção e adoção, estamos falando de família, essas histórias mostram, né, Marc, que a adoção é um ato de amor que transcende a biologia, não é? Para a nossa doutrina, cada criança ali é acolhida eh como um espírito em evolução, né, que encontra do lar adotivo a oportunidade de crescimento nascimento. Se não tivesse sido adotado, olha que grandeza de pessoa. E são vários os exemplos de crianças adotadas. Lembrei-me agora foi do Milton Nascimento, que teve ali adoção, né, e provou para ele mesmo o que é ter um lar equilibrado, porque aí ele transmitiu através da sua voz, da sua arte, da sua música e deixou-nos para nós o seu legado de encantamento. Músicas de Milton Nascimento que falam de força, de fé, não é? Maria, Maria. E aí uma certa magia, uma força que nos alegra, né? >> Uhum. >> Uma mulher que merece viver e amar, como outras qualquer do planeta. Não é músicas que falam da mulher, elevam a mulher e fé e vida de vencer, superar os obstáculos. Olha só que maravilha com adoção. Então, ao mesmo tempo que ela nos ensina, né, que adotar um espírito, né, eh, é oportunidade de crescimento, né, os pais adotivos, eles cumprem uma missão de caridade, é ou não é, Marcelin? Caridade, aprendizado, fortalecem esses laços espirituais que se estendem além da vida material, não é? E aí tem muita coisa para falar dessa adoção, né, que todos somos filhos adotivos de Deus. Eles nos criou, né? Ele é o nosso pai e mandou para nos ensinar Jesus. Essa estrela de primeira grandeza que esteve aqui. Então, o espiritismo nos ensina que o nosso único pai legítimo é Deus, né, Márcia, né? E se ele é o nosso pai, nós somos todos irmãos,

ensinar Jesus. Essa estrela de primeira grandeza que esteve aqui. Então, o espiritismo nos ensina que o nosso único pai legítimo é Deus, né, Márcia, né? E se ele é o nosso pai, nós somos todos irmãos, né? Instrumentos, né, temporários. E os pais aqui da terra são os nossos pais adotivos. Deus é o pai e o pai nosso da terra, minha mãe, o meu pai, os meus nossos pais são os nossos eh foram instrumentos temporários de Deus para nos proporcionar a vida biológica, né? E como tá no evangelho que quem tem mais dá para quem tem menos, né? Quem constrói, né, uma a possibilidade, né, de desse ajuste é o maior ajudando o melhor, né? >> Então, se a o espírito que tá para ser adotado, ele precisa da ajuda daquele que está apto para adotar, as coisas se unem, né? Então, a gente vê muitas vezes que tem muita gente com capacidade para amar, né? E às vezes queria ter um filho ali às vezes da própria não consegue >> e não consegue. Então nesse ajuste da lei, ele tem a oportunidade de ver que tanto quanto nascendo do próprio útero como nascendo de um outro vindo, né, >> que na realidade o útero não está no abdômen, né, o útero está no coração. >> Legal, ó. Então, a formação de um lar é muitas vezes organizada no plano espiritual antes da encarnação, minha gente. Então, as adoções, elas não acontecem por acaso. Nós vimos isso, mas como reencontro de espíritos que já conviveram em vidas passadas. Aí laços cármicos, né, em que a adoção pode ser um reencontro de almas com débitos ou missões a cumprir juntas. Por isso, acolher irmãos sem separá-los é visto como preservar vínculos espirituais que transcendem o sangue. E isso é muito importante, né? E adotar é considerado um ato de amor desinteressado, uma oportunidade de prática da caridade verdadeira e de vivenciar o evangelho na vida cotidiana. E aí quando nós vamos olhar lá no capítulo 14 de o Evangelho, né? Honrai vosso pai e vossa mãe, Kardec explica que os laços de família não se limitam ao sangue. Você mesmo colocou isso, né? Que os laços de família eh que a

olhar lá no capítulo 14 de o Evangelho, né? Honrai vosso pai e vossa mãe, Kardec explica que os laços de família não se limitam ao sangue. Você mesmo colocou isso, né? Que os laços de família eh que a verdadeira família, né, não se restringe à consanguinidade, que a verdadeira família é a espiritual e não a corporal. E com adoção isso fica legítimo, né? Eh, que tanto a vida física, eh, a ligação biológica quanto a espiritual são vínculos. São vínculos que criamos. >> Eu acho que se a gente não eh desvirtuar muito daquele combinado no plano espiritual, né? Porque é uma coisa, é o o combinado lá que nós fazemos com os nossos anjos da guarda, com toda aquela estrutura, né, pra gente vir e dar certo. Só que o material aqui, a matéria, né, que nos toca muito forte, faz com que muitos dos planos que a gente fez, a gente a gente segue uma via diferente, porque a gente fala: "Nossa, tem que estudar o o pequenino, o garoto precisa de aprender inglês, francês, alemão, eu não vou ter dinheiro para tudo isso." E aí eu falo: "Ah, não, então melhor não ter, né? Porque se eu tenho, eu não vou dar conta, então melhor não ter." Então, quando a gente chega, que todo esse fator material bate, né, impacta muito em nós, faz a gente mudar o roteiro. E aí o que a gente planejou para fazer, a gente acaba não fazendo e a gente perde a oportunidade de dar um crescimento um pouco mais acelerado na nossa evolução, porque sem dúvida nenhuma nós vamos evoluir, né, só que uns mais rápidos, outros mais lentos e assim assim, né, segue o bonde. Então eu acho que se a gente parar um pouquinho e pensar, senhor, me ajude para que eu não disturbie tanto assim, né, o planejamento, a gente consegue ir dando conta de avançar um pouquinho mais. >> Eu acho, eu tô que a gente tá recebendo bastante carinho aqui das pessoas, não é? E aqui tem a nossa querida Silvana Gazige, que também tá aqui nos prestigiando, gente. Silvana é da família, né? Família. Então, o que é interessante que fica aqui nessa adoção, né, quando a gente

é? E aqui tem a nossa querida Silvana Gazige, que também tá aqui nos prestigiando, gente. Silvana é da família, né? Família. Então, o que é interessante que fica aqui nessa adoção, né, quando a gente vai observar lá o capítulo 13, né, não saiba a vossa mão esquerdo que dá direita, tudo do evangelho, né? Aqui fala dessa caridade desinteressada. E adotar irmãos sem separá-los é um exemplo de caridade, pois não busca recompensa, mas preserva laços e oferece amor. Então, é uma caridade desinteressada, né? E aí quando lá na questão 774, quando Kardec pergunta sobre a importância da família, né, que os espíritos respondem, o que que é que a família é essencial para o progresso moral da humanidade, gente. E então adotar irmãos que fortalecem esse progresso, mantém unidos espíritos que precisam caminhar juntos. É, é assim, são lições da vida cotidiana que batem muito com os ensinamentos que temos com a doutrina espírita, que é o cristianismo de vivo. Mas eu vou falar uma coisa, Maril também, se não der para adotar os irmãos, se não der, porque eu tive a experiência de duas geminhas nasceram gêmeas, uma ficou com uma paralisia cerebral e a outra ficou necessitando de gastrostomia, de, né, alimentação por sonda, tarará, as duas especiais, necessitando de muito cuidado. Não deu para uma família só adotar as duas, a gente não conseguiu. Então, uma família adotou uma e a outra adotou a outra, mas >> elas vão caminhar ali, elas vão ter uma, né, uma experiência juntas. Mas foi então o que deu para cada família, graças a Deus, porque elas iam ser institucionalizadas, elas iam viver ali numa casa sem, né, aquele afeto, sem aquele carinho. Outro dia a mãe mandou a foto das do par duas bonequinhas, uma uma e a outra, família. Então, se não der, porque às vezes não dá, né? já adotaram. Tá bom. >> E quando nós vamos lá ou ver o livro Avec Cristo, não é, quando a Helena teve um uma filhinha, não é, que ela ia casar-se com o namorado, mas o namorado foi assassinado e aí ela não queria ter

bom. >> E quando nós vamos lá ou ver o livro Avec Cristo, não é, quando a Helena teve um uma filhinha, não é, que ela ia casar-se com o namorado, mas o namorado foi assassinado e aí ela não queria ter a criança e ela queria retirar. E esse espírito, né, o pai biológico, genético dessa criança, em sonho falava para ela não desistir. Não desistir. Então, ela ia lá no nos gurus, o guru falava: "Não, não mate, não desista dessa criança". Aí ela teve a criança, só que ela teve a criança, ela não quis a criança. E aí com o auxílio da da paj dela, essa criança foi colocada num lugar e essa criança chamada Lívia foi recebida pelo amor da vida dela. Minha gente, são as leis universais direcionadas para o progresso do ser humano, da criatura humana. Então, segundo a questão 205 do livro dos espíritos, que afirmam que os filhos podem ser ser espíritos que já conviveram conosco em vidas passadas. Então, a adoção pode ser um reencontro de almas que necessitam reparar ou fortalecer vínculos, mas que precisam progredir. Então, adotar ou ter filhos, famílias, porque olha aqui, essa aqui, porque dentro da família, dentro do aprendizado da doutrina espírita, nós não somos adotivas, mas que se engajaram no espiritismo foi somente Marcelinho. Então que, né, e ela é uma doce pessoa e eu é >> eu e para fazer >> uma doce pessoa, né, >> uma homenagem a um espírita que é foi pediatra aqui na cidade, ele tinha um slogan que fala muito, né, essa completa essa fase, essa esse momento que nós estamos falando, ele dizia assim, o Dr. Augusto. >> Ah, >> dos Santos, ele era espírito pediatra, foi um tutor nosso. Ele ele tinha com ele essa esse slogan não aborte, permita que se adote. >> Maravilha, não é? >> Ai, meu Deus. da S Antônia. >> Isso emociona tanto a gente por falar de família e que adotar também formar família formar uma família não consanguínea. Adoção é formar família não consanguínea e que a família é universal. Ai haja coração, como diz o outro, né, minha gente? Estamos aqui terminando, mas vamos aqui, vamos ver se

amília não consanguínea. Adoção é formar família não consanguínea e que a família é universal. Ai haja coração, como diz o outro, né, minha gente? Estamos aqui terminando, mas vamos aqui, vamos ver se dá para falar mais um pouquinho. Não dá pessoal que passa o horário. >> É verdade. E eu não quero passar o horário. Então vamos resumir, gente. Vamos resumir. A doutrina espírita interpreta a história da mãe, né, que adota, dos pais que adotam como uma missão. Como uma missão, exemplo de prova de vida, de missão e inspiração moral. para o espiritismo, superar a limitação física, conquistar realizações ao lado de uma família, seja ela consanguínea ou não consanguínea, é demonstração de fé, de coragem, de e principalmente de amor. Ai, eu não tenho mais nada que falar. a não ser agradecer, >> agradecer a todo esse >> essa bondade de vocês de estarem aqui, eh, confraternizando conosco, participando conosco dessas histórias, porque, minha gente, a proposta do Bom Dia Café é elevar os nossos pensamentos, essa nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento dessas boas notícias que acabamos de falar, dos bons exemplos, não é? Eh, que muitas vezes esses bons exemplos que nós colocamos aqui, eles estão disponíveis, né, ao nosso redor e que precisamos ter fé raciocinada e que essa fé nos explica o espiritismo, é a aplicação do evangelho em nosso cotidiano, buscando a nossa mudança. Venha cá, vem cá, >> a nossa mudança através do debate, de reflexão de questões que nos preocupam. Então curta, compartilhe. Esse é o neto de Marceli, é o André, filho de Bárbara, a nossa cantora. Então participe desse programa, curta, compartilhe, não é? A apresentação desse Bom Dia Café hoje é comigo, né? Mas tem Estela Martins, Patrícia de Roios, Pedro de Paiva, que hoje eu não vi. O Jairux esteve aqui nos dando essa essa uma mensagem aí, chamando até Marcel, Marcial Lux. Já fofo. >> Ô Patrícia, ô Patrícia, convite feito. Não sei se é convite aceito, né? Então vocês vão encontrar as edições

eve aqui nos dando essa essa uma mensagem aí, chamando até Marcel, Marcial Lux. Já fofo. >> Ô Patrícia, ô Patrícia, convite feito. Não sei se é convite aceito, né? Então vocês vão encontrar as edições anteriores do Bom Dia Café na playlist do canal Renovando Consciências. Então vamos lá, participe conosco. Hoje nós vamos terminar essa mensagem aqui. Antes de terminar, né? Vamos tocar aqui uma musiquinha que nossa gente, musiquinha não, né? Musiquinha não. Falar de família isso me deixa extremamente emocionada. Mas antes do término, vamos lá, todos cantando juntos. Vamos lá, minha gente. Vamos lá. Jesus, no silêncio da prece, teus irmãos a te pede paz para aliviar um pouco as aflições. Senhor, enxugi nosso pranto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença, envolver nossos corações. Por isso vem, Jesus. Jesus, no silêncio da prece, teus irmãos, a ti pede paz para aliviar um pouco as aflições, Senhor. Enxi nosso pranto. Precisamos do teu amor e sentir tua presiça envolver nossos corações. Por isso, vem Jesus ir ao teu encontro. Queremos te seguir e afastar o mal da terra que acabar de vez a guerra que caminharmos juntos como a luz e ir ao teu encontro. Queremos te seguir, abar o mal da terra e acabar de vez com a guerra e caminharmos juntos. Umao a luz. Ah. เฮ

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