Bom dia, café! 221225 AO VIVO Renovando Consciências
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade
เฮ >> เฮ >> เฮ >> Bom dia. Bom dia mesmo para todos vocês, para todos nós que esperamos que esse novo dia seja de muito otimismo, de alegria para todos nós, não é? Hoje é 22 de dezembro. Segunda-feira começando, onde é uma semana especial para todos nós nessa nossa terra de Meu Deus. Meu nome é Marilda Veiga, falo diretamente do sudeste do Brasil, noroeste do estado de São Paulo, da cidade de São José do Rio Preto, que neste momento faz 20ºC. E é com a emoção no coração, pois é um mês muito especial mesmo, dezembro, onde os sentimentos de solidariedade, de fraternidade, estão aumentados em todos nós. Apesar da nossa terra, em todos os rincões, encontrarmos ainda dificuldades, dores, problemas, tormentos. que fazem parte dessa nossa caminhada, n dessa nossa jornada. Estamos todos aqui com um pensamento único, aquele pensamento voltado a Jesus. E não importa que seja só um mês no ano, um dia no ano, um segundo no ano. O importante é que todos nós aqui estamos pensando, estamos sentindo e com esse pensamento e esse sentimento voltado ao nosso Senhor Jesus Cristo, é claro que essa atmosfera, essa vibração de espírito puro, de espírito crístico, abarca as nossas emoções, melhora os nossos sentimentos. Isso é muito importante para todos nós. Então, vamos dar aquela força, aquela energia a todos nós. Bom dia. Nosso bom dia, café, minha gente, está começando agora, não é? E queremos sempre trazer para vocês os bons exemplos, as boas notícias para renovarmos nossa fé em Jesus. É o que precisamos, Senhor Jesus, como nosso mestre, modelo e guia. E por isso mesmo, refletirmos sobre quantas boas pessoas existem, fazendo coisas excelentes, maravilhosas, esplendorosas uns pelos outros. E é também uma forma, minha gente, simples de mostrar o espiritismo em nossas vidas, no nosso dia a dia, criando um equilíbrio, não é, entre as informações que recebemos no cotidiano, mais frequentemente oferecidas pela mídia convencional e nas redes sociais, com aquelas que muitas vezes ficam escondidas, não é? Pois contam sobre
é, entre as informações que recebemos no cotidiano, mais frequentemente oferecidas pela mídia convencional e nas redes sociais, com aquelas que muitas vezes ficam escondidas, não é? Pois contam sobre gente do bem, agindo para o bem de todos. Pois muitas vezes não se fala que alguém ajudou uma pessoa atravessar a rua, que ficou cuidando dessa pessoa a noite inteiro, o dia inteiro, esqueceu os seus afazeres, muitas vezes perdeu até o ônibus para ir pro trabalho para prestar um auxílio a alguém. Isso fica escondido. Então aqui aproveitamos para falar do evangelho, das obras básicas, né? E a aplicação diária no nosso cotidiano de uma forma leve, bem humorada. Então participe, minha gente, curta e compartilhe. Este programa acontece de segunda a sexta-feira às 7:30 pontualmente. E aí, nesse instante então que estamos aqui iniciando o Bom Dia Café, chame aí seus amigos, os seus parentes, principalmente aquelas pessoas que estão desanimadas com a vida, desiludidas com o ser humano. Como já disse, eu sou uma mulher preta de 62 anos, cabelos castanhos escuros, cortados na base da orelha. Hoje eu estou Natal. Estou aqui com uma blusa vermelha, um sobretudo branquinho, um colar quase um anel e um brinquinho próximo da cor vermelha para vocês. Atrás de mim, olha ali um vaso lindo, né? com hibisco do meu lado direito, do meu lado esquerdo ali, coloquei um coração vermelho escrito: "Eu te amo". Aqui ao meu ladinho, uma garrafa, né? A garrafa do café. Café. Bom dia. Bom dia, café, minha gente. [risadas] Bom dia, café. Café, chá, não é? está aqui. E gostaria de agradecer então a todos os canais que permitem a transmissão dessa manhã alegre, principalmente o canal berço, que é o renovando consciências via Facebook, via YouTube. agradecer a nossa querida Estela Martins pelo seu canal transmissor, que é a nossa chefe MOR, a nossa chefe básica. Agradecendo também aos canais parceiros, a Web Rádio Fraternidade, a emissora do B da Internet, o Conecta Espiritismo, minha gente, ah, agradecemos também ao grupo Espírita
MOR, a nossa chefe básica. Agradecendo também aos canais parceiros, a Web Rádio Fraternidade, a emissora do B da Internet, o Conecta Espiritismo, minha gente, ah, agradecemos também ao grupo Espírita Fonte Viva, a Rádio Espírita do Paraná, contribuindo para a transmissão dessa belezura de informação do Evangelho e ao Instituto Goiano de Estudos Espíritas, pela parceria da transmissão de mensagem tão maravilhosa. E como é uma semana de muita emoção, de muito carinho, ah, vamos lá, vamos lá também. Participe então conosco dizendo de onde você está assistindo. Deixe seu like, seu comentário, inscreva-se nestes canais, no canal berço renovando consciências. Torna-se membro do canal Renovando Consciências, não é? E também nesses outros canais que são parcerias. Deixa aí seu like. Vamos lá para saber quem já acordou. [risadas] Quem acordou, minha gente, vamos lá. Vamos contar aqui então porque eu comecei dizendo bom dia. Depois que eu falo assim bom dia, minha gente, eu deixo aqui, eu começo deixando aqui a informação. Bom dia. Vamos acordar, minha gente, e escutar as boas notícias. E eu falo assim: "Ah, vou dizer, vou, vamos acordar, vou deixar mensagem e vou. Eu quero aparecer na vídeo." [risadas] Agradecendo a nossa chefe Mor, a nossa Estela Martins, que também, Bom dia, gente linda. Agradecendo Marilda Lux e os cafezeiros, todos vocês aí. A gente tá agradecendo a Maria Eunice Cerebu Casgondim, lá do Ceará, Fortaleza. Ai meu Deus, que delícia. Fortaleza. Que maravilha de cidade, que maravilha de povo é o nosso Brasil, né minha gente? Agradecendo também a Rosel Bregano. De onde você é? Olha, eu não sou estrelinha não, eu sou marudinha, mas tá bom, fica aí o recado. E o resto da turma, cadê? Vamos acordar, minha gente. Vamos acordar. Bom dia. Mas bom dia e bom dia mesmo. E não é ruim falar bom dia toda hora, todo momento. Nesse instante, então, que nós já demos essa recomendação inicial, essa alegria inicial, esse sentimento inicial, vamos frisar, vamos lá fazer a nossa prece inicial, não é, queridos?
ra, todo momento. Nesse instante, então, que nós já demos essa recomendação inicial, essa alegria inicial, esse sentimento inicial, vamos frisar, vamos lá fazer a nossa prece inicial, não é, queridos? Então, vamos lá. >> Então vamos lá agradecer ao Senhor Jesus diante do Natal [música] te lembra a glória da manjedoura. Nós te agradecemos, ó mestre, [música] a música da oração, o regozijo [música] da fé, a mensagem de amor, a alegria do lar, o apelo à fraternidade, o júbilo da esperança, a bênção do trabalho, [música] confiança, O tesouro de tua paz, a palavra da boa nova [música] e a confiança no futuro. >> Ó divino mestre Rab [música] corações voltados para o teu coração. Nós te suplicamos algo mais. Concede-nos, [música] Senhor, o dom inefável na humildade, para que tenhamos [música] a precisa coragem, [música] presente, pois sabemos que tu és o nosso modelo [música] e guia, é o caminho da verdade, da vida. que esse amor infinito que concede a todos nós a esperança [música] de convivermos na alegria de poder servir-te. Conceda-nos a força interior para auxiliar nessa jornada, amparando aqueles que não pensam em seguir-te, andam desalentados pelas estradas de que a sua bondade infinita esteja com tudo amparando-nos, fortalecendo-nos hoje em ação, a emoção aflora, né, minha gente? A emoção aflora. O coração aperta e aqui estamos a começar esse bom dia café. Mas hoje um bom dia para todos nós. Nós vamos falar bom dia várias vezes hoje, porque é uma alegria imensa estar aqui para refletirmos hoje sobre um tema tão profundo e universal e que toca cada coração. A mãe, gente. Mãe, falar de mãe é falar da origem da vida, é falar do primeiro colo, do primeiro olhar. É reconhecer aquela que muitas vezes em silêncio constrói os aliceces da nossa história, não é mesmo? Quando falamos de mãe, não falamos apenas de quem deu a vida biologicamente. Falamos de amor, falamos de entrega, falamos de cuidado. E, minha gente, em cada cultura e em cada tempo, a figura da mãe é um símbolo de
de mãe, não falamos apenas de quem deu a vida biologicamente. Falamos de amor, falamos de entrega, falamos de cuidado. E, minha gente, em cada cultura e em cada tempo, a figura da mãe é um símbolo de esperança. Ela quem nos ensina os primeiros passos, não é mesmo? Quem nos consola nas primeiras quedas, quem nos mostra que o amor verdadeiro não tem condições, não tem limites. E aí por aí aa a gente sempre fala de mãe, o sentimento, porque nós estamos aqui hoje, todos nós, devido à presença da nossa mãe, que permitiu a nossa existência, permitiu ser cocriadora com Deus, minha gente, para que povoemos a terra, não é? Está dito: "Crescei e multiplicai-vos". Mas para eu crescer e multiplicar, primeiro eu tenho que nascer. E nós estamos aqui pela graça de nossas mães, dos nossos pais, pelo cuidado da nossa mãe, que ensinou-nos os primeiros caminhadas, os primeiros passinhos que a gente caminha e cai. E ela segura, caminha e cai. E ela segura. Ela mostra o amor verdadeiro incondicional. Então, ser mãe é amar além do impossível. No coração da mãe cabe o mundo inteiro. Não é isso que a gente sempre fala? Mãe cuida de 200 filhos, mais os filhos pã pam. Então, no coração de uma mãe cabe o mundo inteiro. E a mãe é a tradução mais pura do amor. E aí vamos lembrar então da lição do do livro Os dois Amores, autores de versos em que Maria Dolores nos dá uma lição de vida espetacular. Ela diz aqui antes de ler, é isso aí, Estela, né? É isso mesmo, né? As mães, avós, tias, amigas, que são mães, professoras, exatamente, são a mães. Estamos aqui por uma delas, né? Então o segundo conta aí no livro dois Amores, autores diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier e a editora FEB, tem uma lição espetacular, chama-se Bênção do Céu. E ela diz assim que conta a lenda antiga que o Senhor veio à terra formada certo dia, com tamanhos recursos ao dispor, o planeta sentia necessidade de instrução e de amor. espíritos humanos aos milhares vagueavam sonâmbulos no solo e embora sob a luz dos gentios
erra formada certo dia, com tamanhos recursos ao dispor, o planeta sentia necessidade de instrução e de amor. espíritos humanos aos milhares vagueavam sonâmbulos no solo e embora sob a luz dos gentios tutelares do campo imenso ao íntimo dos mares viviam em distúrbio, polo a polo. Somos nós que vivemos em conflito. Faltava a ordem, minha gente, para os elementos. Mas o Senhor, agindo com presteza, fez a organização da natureza a envolver toda a terra na grandeza dos seus altos e sábios pensamentos. Coube ao sol a missão de sustentar a vida, atravessando alturas sem vencê-las. E para refazer cada existência em Lida, trabalho, a noite recebeu a paz indefinida, asserenando o mundo ao clarão das estrelas. Foi entregue o limite às linhas dos horizontes. As árvores florindo em campo aberto deram-se à produção de valores em monte. Depois encarregou-se a bondade da fonte de fecundar o chão e amparar o deserto. Olha a evolução da formação da terra. A ovelha improvisou os fios de agasalho. Reclamou-se da abelha o favo suculento. Inventou-se a bigorna para o malho. Tudo era disciplina, harmonia e o trabalho que o Senhor dirigia calmo e atento. Mas os seres dotados de razão espalharam-se em grupos sobre a terra. Inteligências sob orgulho vão, olha o orgulho aí, crescendo, separaram-se em muros de ambição e criaram a dor, a violência e a guerra. Vendo o ódio a crescer de segundo a segundo, o Senhor os guiou a experiência nova, deu-lhes doce prisão em corpos sobre o mundo para terem por si a paz do amor profundo pelas tribulações e lágrimas da prova, e o espírito é em crescimento. porém, as blasfêmias e os brados de sofrimento e desesperação, viu que na condição de seres encarnados, quase todos os espíritos culpados exigiam carinho e proteção. Todos os espíritos culpados, minha gente, exigiam carinho e proteção. Quem seria capaz de tamanha bravura? Doar-se sem pedir, amparar sem prender? Quem seria afinal? Onde essa criatura cuja feição se erguesse até mesmo a loucura, achando a luz no caos a sorrir
proteção. Quem seria capaz de tamanha bravura? Doar-se sem pedir, amparar sem prender? Quem seria afinal? Onde essa criatura cuja feição se erguesse até mesmo a loucura, achando a luz no caos a sorrir e a sofrer? Quem seria? O Senhor meditou, meditou e em seguida separou certa jovem dentre os réus, revestiu-a do amor sem sombra e sem medida. E a primeira mulher se fez mãe para a vida. E o homem se acalmou ante a bênção do céu. Olha que mensagem maravilhosa de Maria Dolores, não é, Paulo? Que mensagem maravilhosa é essa de paz, de transformação. Porque diante da evolução da nossa terra, depois que Jesus a moldou, colocou os seres, começou o processo evolutivo, formou-se, né, os vegetais, os os animais, o homem. E aí, nessa búrdia toda de evolução, de processo evolutivo, ainda sem entendermos qual era o nosso objetivo, porque quem seria capaz diante de espíritos culpados que exigiam carinho e proteção, quem seria capaz de organizar com tamanha bravura, doar sem pedir, amparar, sem prender, sem segurar. Quem seria final? Que criatura seria essa que teria uma afeição que ira, que ergueria-se até mesmo a loucura, achando luz no caos, a sorrir e a sofrer? Quem seria? Não é, querida Cristiane? Quem seria essa essa criatura? Aí com esse questionamento, até o Senhor, até o Senhor que veio das estrelas, meditou, meditou e em seguida separou certa jovem dentre os réus. dentre os pecadores, revestiu-a do amor sem sombra e sem medida. E como termina Maria Dolores nessa mensagem, nessa bênção, a primeira mulher se fez mãe para a vida e o homem se acalmou ante a bênção da vida. E para falar de mãe, é isso aí, né? Quem seria? Não é, querida Maria Ferraz? Quem seria essa mulher? Quem seria esse reflexo de ternura de Deus? Porque o coração de uma mãe é a sala de aula do amor. Ser mãe é aprender a amar sem medidas. E toda mãe é um reflexo da ternura de Deus. Que maravilha, não é? Que maravilha. Então, hoje eu quero convidá-los, partindo dessa história de Maria Dolores, dessa poesia maravilhosa,
amar sem medidas. E toda mãe é um reflexo da ternura de Deus. Que maravilha, não é? Que maravilha. Então, hoje eu quero convidá-los, partindo dessa história de Maria Dolores, dessa poesia maravilhosa, há uma viagem de reflexão. Vamos olhar para as nossas próprias experiências e lembrar das histórias que nos marcaram e reconhecer, minha gente, o valor da maternidade em todas as suas formas. Já que mãe é uma reflexão sobre o amor materno, não é? Já que mãe, temos aqui as nossas mães e temos uma mãe especial. Por isso, aqui estamos nessa semana recordando natalício, o nascimento de Jesus. E ele veio através de uma senhora nobre, de uma mulher esplendorosa, que tinha fé, era simples, acreditava, era Maria. E ao longo dessa caminhada, nossa, estamos chegando aí na caminhada, né? Vamos aí então perceber que a mãe, ela não é só a mãe biológica, mãe física, não é? Ela também é uma inspiração espiritual, porque ser mãe é gerar vida, mas também é gerar fé, é gerar coragem, é gerar esperança. E aí vamos tentar no final chegar à figura de Maria, não é? Essa doce mãe de Jesus. Essa mulher que com humildade e confiança aceitou a missão de ser mãe do Salvador. Maria nos mostra que a maternidade é também entrega total a Deus e ao próximo, porque ela colocou um ser, não colheu para si, como diz Maria Dolores, ela o libertou, ela acreditou e deixou seu filho realizar esse ensinamento maravilhoso para nós, não é? que é o ensinamento realizado por nosso Jesus, o nosso Senhor Jesus Cristo. Então eu convido a todos vocês, a todos nós, a abrirmos o nosso coração, que essa nossa conversa seja não apenas uma reflexão, mas também um momento de gratidão às nossas mães e de inspiração na fé da nossa Maria. Então vamos aqui colocar, né, essas mães espirituais, alguns exemplos de mães espirituais. Uma delas é a mãe, mãe de Jesus, Maria, que nos ensina sobre confiança e entrega total, porque ela entregou, não é, Eliana? Ela entregou, ela entregou o seu filho e aí temos todo esse ensinamento dele a25
delas é a mãe, mãe de Jesus, Maria, que nos ensina sobre confiança e entrega total, porque ela entregou, não é, Eliana? Ela entregou, ela entregou o seu filho e aí temos todo esse ensinamento dele a25 anos, não é? Vamos exemplificar aqui, minha gente, dar alguns exemplos de mulheres, mães biológicas ou não, em destaque na Terra, nos tempos antigos e nos tempos atuais. Então vamos colocar aqui alguns exemplos de irmãs que marcarão épocas. Tem aqui uma saga sacagaia lá do século XIX, que era uma mãe indígena, chochoni, que guiou a a expedição de Le Clark nos Estados Unidos com seu bebê nos braços. Olha que legal, ela guiou uma mãe especial, uma mãe indígena. Tem também a, é um nome tanto complicado, né? Ratepsut, 1474 anos antes de. Cristo, faraó egípcia, que governou como mulher, mãe, desafiando normas patriarcais e deixando um legado arquitetônico e político. Foi importante essa mulher, gente. Confesso que pesquisando não conhecia quase nenhuma delas. Depois teve a Cristine de Pisã, também no século X, foi uma escritora viúva, não é? que criou seus filhos e se tornou a primeira mulher profissional das letras na Europa, vivendo e aprendendo. Depois tem Boldica, no século que foi uma rainha celta, que liderou uma revolta contra o império romano após o abuso de suas filhas. corajosa, porque em casa, no lar, nós como mães, podemos falar o que for, educar, porque nós sabemos como são os nossos filhos e os nossos filhos sabem como nós somos, mas estamos aqui no lar. Mas lá fora vai alguém fazer alguma coisa contra os nossos filhos? Nós nos alvoramos com toda a força do mundo para defender-los. Então essa Boldica no século 1, que foi uma rainha celta, ela liderou uma revolta contra o Império Romano após o abuso de suas filhas. Teve essa coragem e as mães têm essas coragens. Depois tem uma outra, Ana Maria Rives Jarves do século XIX. Foi uma mãe que teve 13 filhos, foi fundadora dos clubes de trabalho das mães e inspiração para o Dia das Mães nos Estados Unidos. E aí a Santa Giana Bereta Mola
Ana Maria Rives Jarves do século XIX. Foi uma mãe que teve 13 filhos, foi fundadora dos clubes de trabalho das mães e inspiração para o Dia das Mães nos Estados Unidos. E aí a Santa Giana Bereta Mola nasceu em 1922, né? e morreu em 1962, também no século XIX. Ela foi uma médica pediatra italiana. Ela teve quatro filhos e ela escolheu salvar a vida da filha durante uma gravidez complicada, mesmo colocando a sua própria vida em risco. E ela foi canonizada como exemplo de amor materno e de fé. Olha que interessante. E aí, mães espirituais e simbólicas, tirando a mãe de Jesus, não é? Nossa, Nivalci de Olinda, que como diz a nossa Stelux, é a cidade do frevo, é a cidade nossa brasileira de cultura 1000, de culturas 1. Como é bom o nosso Brasil, não é? Val, maravilha, obrigada por estar aqui. Então, voltando falando da Santana, né, que segundo consta foi a mãe da Virgem Maria, venerada como exemplo de fé e perseverança, né, que a sua maternidade é parte essencial do plano divino, porque a Santana gerou Maria que gerou Jesus. Que maravilha. Agora vamos aqui falar de Madre Teresa de Calcutá, também a nossa madre Teresa do nosso século. Ela não teve filhos biológicos, mas é considerada a mãe dos pobres por sua dedicação aos mais necessitados. Que maravilha. A nossa irmã Dulce aqui, nossa religiosa brasileira, mãe dos desamparados, fundou obras sociais, não é, na Bahia, que até hoje acolhe milhares de pessoas. Tem a Maria Getana Agnesei, lá do século XVI, que foi uma matemática, ela foi filósofa, ela não foi mãe biológica, mas ela dedicou sua vida ao ensino e ao cuidado dos pobres, sendo chamada de mãe espiritual da educação científica. Essas são algumas mães. E qual é a lembrança mais forte que você tem da sua mãe? Diz aí, diz aí no chat para que a gente possa aí distribuir essas lembranças para todos nós. Qual lembrança mais forte você tem da sua mãe? Eu tenho tantas. Uma porque eu estou aqui com essa vontade imensa de ser uma pessoa melhor, com essa vontade imensa de querer crescer,
as para todos nós. Qual lembrança mais forte você tem da sua mãe? Eu tenho tantas. Uma porque eu estou aqui com essa vontade imensa de ser uma pessoa melhor, com essa vontade imensa de querer crescer, transformar-me hoje, porque o amor que ilumina a gente não olha passado escuro, é um facho de luz ardente em marcha pro futuro. O a mãe, o amor de minha mãe que teve para comigo é esse amor, esse facho de luz ardente que não olha passado escuro quando ela aceitou-me para ser sua filha, porque eu sou filha de uma mãe de seis filhos. E ela não olhou o que eu fiz. Ela não olhou o meu passado, o meu passado de transtornos, de dívidas, de culpas, de lutas pregressas. Ela não olhou, ela me acolheu, ela trouxe-me aqui para que eu pudesse hoje, com o aprendizado do cristianismo Rede Vivo, a doutrina espírita pudesse estar aqui esforçando-me numa luta inconteste para crescer, para entender o mundo, para entender a mim mesmo. aprendendo dessa forma, ensinando-nos com a sua humildade. Porque minha mãe ensinou, ela educou todos os filhos. Depois que ela educou os filhos, é que ela foi pra escola. é um exemplo de dedicação, de amor. Muitas vezes na dificuldade, porque educar seis filhos, ela precisou trabalhar cedo, deixando seis filhos e foi ao trabalho, a luta para trazer o pão, o alimento e principalmente a educação e principalmente a educação moral. através da doutrina espírita. Então, eu agradeço infinitamente a essa estrela chamada Leontina, que trouxe me ao mundo. E tem aqui os frutos. Muito obrigada. Obrigada, minha mãe. Obrigada, Maria por ter trazido Jesus e que esse aí não tem, não temos palavras para expressar. Não é, Mair de Guerreira? Concordar, minha gente. Vamos concordar. Cadê a turma? Cadê a turma para escrever no chat aqui para falar da mãe? Mas vamos lá. Vamos então explorar algumas culturas, né? E saber como a maternidade é vista em povos indígenas, orientais, africanos e ocidentais. Vai dar tempo para falar e femrid pelo menos. Ai Lar, nos povos indígenas, minha
xplorar algumas culturas, né? E saber como a maternidade é vista em povos indígenas, orientais, africanos e ocidentais. Vai dar tempo para falar e femrid pelo menos. Ai Lar, nos povos indígenas, minha gente, a maternidade é vista como um ato de resistência cultural. As mães transmitem a língua, as tradições, espiritualidade e as novas gerações. O parto, né, é considerado um evento natural para as mães e é comunitário, muitas vezes realizado em contato direto com a natureza. E aí a mãe pro indígena, ela é guardiã da identidade do povo. É através dela que se perpetuam valores e práticas ancestrais. Olha a importância da mãe, né? E aí, né, na [risadas] a nossa estelute diz: "Vamos curtir a gente a live, vamos curtir, vamos curtir." Então, a mãe indígena é ela responsável para perpetuar os valores e as práticas ancestrais. Que maravilha, né? E o povo oriental, né? A maternidade para os povos orientais, ela é fortemente influenciada por valores tradicionais e coletivos. Em países como Japão, a China, a grande expectativa de que a mãe seja responsável pela educação e disciplina dos filhos, refletindo o equilíbrio entre família e sociedade, que nessas culturas ela é muito forte, é muito forte. Apesar dessas mudanças modernas, né, como carreira, adiamento da maternidade, ainda persiste a ideia de que a realização feminina tem que passar pela maternidade e ela é fortemente influenciada por valores tradicionais e coletivos nessas culturas orientais. Já nas culturas africanas, a maternidade é entendida como um cuidado coletivo, não apenas da mãe biológica, mas da comunidade inteira. Então, como diz a tela, a tia, a mãe, a irmã, né, são todas mães na comunidade africana, todas. O cuidado é coletivo, não é só de uma mãe inteira, né? Aí tem vários ditados, né? Yorumbá, que significa que a sobrevivência da criança depende da mãe, mas também da rede comunitária. Na cultura africana, a mãe é vista como cocriadora da vida, responsável pelo bem-estar físico e espiritual da criança.
ca que a sobrevivência da criança depende da mãe, mas também da rede comunitária. Na cultura africana, a mãe é vista como cocriadora da vida, responsável pelo bem-estar físico e espiritual da criança. Por isso, esse contato forte entre a maternidade e a espiritualidade da figura de Iá, que é essa mãe ancestral como símbolo de proteção. Já agora, então nas culturas ocidentais, a maternidade foi eh historicamente, né, moldada por discursos, discursos médicos, discursos sociais, especialmente a partir da nossa modernidade. Aí com o tempo, né, foram surgindo eh novas visões, as mães que conciliam trabalho com a maternidade ou que escolhem não ter filhos, mostrando que a maternidade é também uma construção social em transformação. No ocidente, então, a mãe foi associada ao papel de cuidadora dentro da família. Isso foi reforçado pelo patriarcado e pela divisão entre o espaço público e o espaço privado. Então, o que essas culturas todas têm para dizer para nós, mostrar a todos nós que embora em diferentes práticas, né, e valores, todas as culturas reconhecem a mãe como símbolo da vida, do cuidado, da continuidade. As mães biológicas mostram força do amor materno que atravessa a dor, a luta e o sacrifício. As mães espirituais revelam, minha gente, que a maternidade também é cuidar, é ensinar, é proteger, mesmo sem os laços de sangue. E a Maria, a nossa Maria, mãe de Jesus, ela une essas duas dimensões, a biológica e a e a espiritual. Ela é mãe biológica de Cristo e mãe espiritual nossa, da nossa humanidade, não é? A Dolores aqui, né? Diz que a felicidade, opa, pera lá. Ah, primeiro ela fala: "Bom dia para todo mundo, né, que a felicidade dela quando contava o nascimento do parto e depois do parto a felicidade dela quando contava o meu nascimento, porque ela depois do parto difíceis eu nasci em casa e ela sorrindo do desespero da minha tia apavorada sem saber o que fazer. Olha que interessante, né, a história da Dodô sobre o nascimento dela. E foi ali até comunitário, né? Teve tia, teve mãe,
casa e ela sorrindo do desespero da minha tia apavorada sem saber o que fazer. Olha que interessante, né, a história da Dodô sobre o nascimento dela. E foi ali até comunitário, né? Teve tia, teve mãe, porque antigamente os partos eram em casa, partos naturais. Hoje é que com a tecnologia a maioria não quer sentir dor, não quer sofrer. Então vamos tudo paraa maternidade, tudo é progresso, tudo é evolução. Então contando aqui da Maria, mãe de Jesus, né, que une essas duas dimensões, a dimensão biológica, a dimensão espiritual, biológica de Cristo, espiritual da humanidade. Nossa, ela entregou seu filho para nós, não é verdade? É, foi um danado, um danado só. E vamos parar um pouquinho aqui de chorar, de falar de mãe, né, que tem efeméride no lar. Tem efeméride no ar, minha gente. E hoje efeméride está de arrasar. Tá de arrasar. Vamos lá. Vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos. Olha que maravilha a nossa efeméride de hoje, minha gente. Que maravilha a nossa efeméri de hoje, porque ela vem nos falar de um ser muito especial e um ser maravilhoso que está aqui entre nós, esteve aqui entre nós, não é? Então vamos lá. Opa, quem sabe faz ao vivo, minha gente. Quem sabe faz ao vivo. Então vamos aproveitar essa efeméride em 2017, em 22 de dezembro de 2017, para homenagear essa pessoa, esse espírito que tanto contribuiu paraa divulgação da doutrina dos espíritos, não mais, não menos que Divaldo Pereira Franco, que ele recebeu e Recife, uma homenagem inédita, inédita. Foi conferida essa homenagem por nove instituições. Foi um reconhecimento, não é? Ele recebeu a medalha do mérito judiciário, desembargador Joaquim Nunes Machado, no grau de comendador pelo Tribunal de Justiça. Eu tô aqui emocionada, né, porque ele ele recebeu da Assembleia Legislativa do Estado, ele recebeu do Ministério Público de Pernambuco, ele recebeu a a medalha da Academia Cabenço de Letras do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco. Olha só, nove encomendas, hein, da Associação Jurídica Espírita do
nistério Público de Pernambuco, ele recebeu a a medalha da Academia Cabenço de Letras do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco. Olha só, nove encomendas, hein, da Associação Jurídica Espírita do Pernambuco, da Federação Espírita de Pernambuco, tudo num dia só. da Comissão de Movimento Espírita eh do Cabo de Santo Agostinho do Grupo Espírita Maratima Grande. Gente, Divaldo Pereira Franco, nós sabemos, né, foi um dos maiores eh consagrados oradores e médiuns da nossa atualidade. por fiel mensageiro da palavra do Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da doutrina espírita. Fez tudo isso por nós, né? Que mais ele deixou aqui? Ele teve com a orientação da Joana de Ângeles, né, que foi a sua mentora, ele teve mais de que 250 obras eh publicadas pela psicografia de de vários espíritos. E dessas obras, muitas, né, foram traduzidas para outros idiomas, levando luzes do nosso evangelho a todos os continentes sedentos de paz e amor dos cinco continentes no de nós, né? Ele foi também um pregador da paz em contato com o povo simples, né, e humilde, que ouviu a sua palavra nas praças públicas, conclamando-nos todos ao combate à violência a partir da autopacificação e nos deixou aos 98 anos, né, de idade, com 78 anos de oratória. Ele atingiu surpreendente e exemplar performance com mais de 20.000 conferências e seminários em 71 países. Eu sempre falo, não é uma pessoa normal, né? Normal somos nós que durante o dia chega lá 18 horas, já tá cansado, né? A gente só quer toma café, almoça, janta, dorme. Toma café, almoça, janta e dorme. Ele não. Ele percorreu aí cinco cinco continentes. Ele foi denominado semeador de estrelas. E, segundo Chico Xavier, teve uma estrela na boca. Suas conferências atraíram um numeroso, um numeroso grupo de espíritos. Isso é verdade. Foi o semeador de estrelas, tendo a estrela e o amor na voz. E ele se emociona. Nós nos emocionamos com seus comentários, narrativas, ensinamentos transmitidos, os quais promovem o autoconhecimento e anunciam o
ador de estrelas, tendo a estrela e o amor na voz. E ele se emociona. Nós nos emocionamos com seus comentários, narrativas, ensinamentos transmitidos, os quais promovem o autoconhecimento e anunciam o avorecer de uma nova era, não é, minha gente? Gratidão Divaldo Pereira Franco, onde quer que o Senhor se encontre, o nosso di, o nosso eterno abraço. Que mais, minha gente de Efemérides? 25 de dezembro de 1971, foi fundada por Bernard Kutner, um grupo de jornalistas na França, Paris, a Organização Internacional de Ajuda chamada Médicos Sem Fronteiras, minha gente, olha aí, é uma organização humanitária internacional que leva cuidado de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. E aí, né, também é uma missão da dos médicos sem fronteira a atenção para as dificuldades enfrentadas por pacientes atendidos em seus projetos. Então, ela foi criada em 1971 na França por jovens médicos e jornalistas que atuaram como voluntários ah no fim dos anos 60 em Biafra, na Nigéria. Enquanto eles socorriam essas vítimas em meio a uma guerra civil brutal, os profissionais perceberam as limitações da ajuda humanitária internacional, a dificuldade de acesso ao local e os entraves burocráticos e políticos. que faziam com que muitos se calassem. Nós sabemos disso nessas guerras atuais. não sabemos a dificuldade de chegar alimento, de chegar informação, né, diante de situações tão gritantes. Então, naquele em 1971, o médico sem Fronteira, ele surgiu como uma organização humanitária que associa ajuda médica e sensibilização do público sobre o sofrimento dos pacientes, dando visibilidade a realidades que não podem permanecer negligenciadas. Parabéns a essa equipe maravilhosa de médicos sem fronteiras. E aí está hã o site, né, www eh ehmsf.org.br e quem somos. Entre lá, acesse o site e faça a colaboração devida. Também em 25 de dezembro. de 244 nasce o Dioclesiano, minha gente, que foi o imperador romano, em que promoveu a última perseguição aos cristãos, a última perseguição oficial contra o cristianismo, que,
mbém em 25 de dezembro. de 244 nasce o Dioclesiano, minha gente, que foi o imperador romano, em que promoveu a última perseguição aos cristãos, a última perseguição oficial contra o cristianismo, que, graças a Deus falhou em eliminar a religião do império. Foi essa a ideia de Dio Cliiciano, né? Apesar dos fracassos, né, ele foi uma pessoa que fez reformas consistentes ali no império romano. Muito bom, né? passando aí só para saber, só para falar que 25 de dezembro de 240, 25 não, 22 de dezembro de 244 nasceu o Diocleciano que foi um imperador romano em que fez uma perseguição lá em 303, eh, depois de Cristo, uma perseguição ferrenha contra os cristãos. E aí, né? Ah, tem mais a Cristiane dizendo aqui. Opa, vamos pegar aqui a Hélia, vamos só voltar aqui um pouquinho, né, que a Maria Ferraz, né? Vou rir aqui, gente. Vou rir aqui. A Hélia falou que eu tô trocando. A Héliia por Dolores. Ou é verdade, Héliia? [risadas] Mil perdões faz parte, né, minha gente? Dá uma desculpa aí. Meia do anos, não é? Apesar da carinha não ter ruga por fora, bela viola, por dentro o chão já comeu quente e a memória já não tá essas coisas, nem a visão. [risadas] Ai Jesus, um tempinho antes das nossas efeméries. E aí a Maria Ferraz diz que a Maria mãe Maria foi uma apaixonada, né? A mãe dela, né? foi apaixonada pela Maria Santíssima, quem não é, né? [risadas] E aí a foi o lindo o movimento da 19 de iniciado por ele antes, a Hélia, tá? E foi lindo o movimento no dia 19/12, iniciado por ele anos atrás, exatamente falando do nosso Divaldo na efemérit. Realmente sobre a paz, não é? Fantástico, fantástico. Perdoa aí, minha gente, perdoa aí, né? Eh, ao vivo são essas coisas. E aqui uma figura aqui do, né, do Diocleciano, né, e iniciou a última perseguição contra os cristãos em 24 de fevereiro de 303. Bárbaro isso, né? Bárbaro. Jesus sendo questionado, sendo perseguido por muitos, por muitos, até por aqueles, minha gente, que tinham uma certa característica moral já em adiantamento. Isso aconteceu com Saulo.
so, né? Bárbaro. Jesus sendo questionado, sendo perseguido por muitos, por muitos, até por aqueles, minha gente, que tinham uma certa característica moral já em adiantamento. Isso aconteceu com Saulo. Saulo tinha características morais já dentro dele, conquistas morais. mas não aceitava Cristo. Tanto que ele foi perseguir cristãos, não é, em Damasco. E naquele instante onde já havia uma dificuldade entre os seus pensamentos, as suas emoções naquilo que ele acreditava, que lá num num sol a pico ele cai de um animal e tem a presença de Jesus em sua frente, onde nesse instante Jesus diz: "Saulo, Saulo, por que me persegues? E a condição moral dele era suficiente para que de joelhos ele dissesse fizesse ali uma reflexão quase que imediata, dizendo: "Senhor, o que queres que eu faça?" Não é? é de refletir sobre isso. É de refletir sobre isso. E aí falando, né, nessa outra efeméride, 25 de dezembro, 20, ó, eu tô com 25, tô confundindo aí, viu? Hélia Dolores, 22 de dezembro de 2009 desencarna Aparecida Conceição Ferreira, a dona Cida do Hospital Fogo Selvagem em Uberaba, foi responsável pela criação do hospital. Uma mulher maravilhosa, com coragem. A história dela, minha gente, é muito muito fantástica demais, né? que em 22 de dezembro de 2009, no seu desencarne, há no Consolador, no site consolador sobre a sua vida, que ela foi uma mulher batalhadora, valorosa, que por mais de 50 anos ela cuidou dos doentes e das crianças, né, que tinham essa patologia chamada fogo selvagem, onde A pele ela se desg sai, criam-se bolhas, criam-se feridas e ficam de uma forma, né, úteedra. Precisam ser ser limpas essas feridas e são dolorosíssimas. Muitas vezes tem que ser passado anestésico para que essas feridas sejam realizados os curativos. Ela foi conhecida como dona Cida do Lar da Caridade, hospital do fogo selvagem. né? Ela deu mostras reais, né? Eh, de ser um espírito abnegado, como sempre, né? eh estava tentando resgatar os seus débitos anteriores havia muito tempo, mas sem sucesso. Até
spital do fogo selvagem. né? Ela deu mostras reais, né? Eh, de ser um espírito abnegado, como sempre, né? eh estava tentando resgatar os seus débitos anteriores havia muito tempo, mas sem sucesso. Até que dessa vez, nessa encarnação, ela conseguiu o seu objetivo ao reencarnar negra, pobre, cheia de filhos doentes para cuidar e com essa capacidade de criar um hospital com muita dificuldade. Minha gente, ela saiu, chegou para para cuidar desses doentes e para manter esse hospital. Ela chegou a ir a São Paulo na rua conversar com os governos, ela era mineira e ela chegou a ir em São Paulo para buscar ajuda, né? Ela foi insultada, né? E o preconceito, o descaso que ela recebeu foram inúmeros, mas ela sabia o porquê. Visto que em suas conversas ela dizia que o Chico Xavier havia lhe contado que ela vivera nos tempos das fogueiras acesas pela inquisição. E aquelas pessoas também que estavam com essas doenças eram desse período. E aí um dia ela perguntou, né, Chico, que eu era? Ela falou, ele respondeu: "Você, minha irmã, era amandante Piateixa. Piateixa, minha gente, né? Então, quem já visitou o Hospital do Fogo Selvagem e pôde ouvir naquela época suas histórias, sabe como que foi difícil para ela erguer essa importante obra e que ela devia sobretudo ao povo de São Paulo, como ela gostava de enfatizar, não fosse o povo de São Paulo, né, e outras cidades também, ela não teria chegado onde ela chegou. E certa feita até ela levou, ela não tinha onde levar os doentes, ela levou paraa casa dela, né? E aí ela perguntou pros filhos, né? Eh, ô, é, a senhora vai ficar com a gente ou com os doentes? Ela falou assim: "Não, eu vou ficar com os doentes. Se vocês quiserem sair de casa, vocês saem." E ela foi uma enfermeira inconformada, né? Ela pediu demissão, saiu pelas ruas da cidade em busca de abrigo para essas vítimas que ela levou paraa casa dela com febre, alguma com pé descalço, deixou um rasto de sangue pelas calçadas e terminou essa vias eh eh essa via cruces saindo do hospital sem ter onde
para essas vítimas que ela levou paraa casa dela com febre, alguma com pé descalço, deixou um rasto de sangue pelas calçadas e terminou essa vias eh eh essa via cruces saindo do hospital sem ter onde ficar. E aí, com o apoio do dos espíritas, de muitos espíritas e com os os dirigentes, os os governantes da cidade de São Paulo, ela conseguiu criar esse hospital. Então, foi uma mártir, não é? Resgatou os débitos. Olha que maravilha, que mãe. Ela foi, ela teve mãe, ela foi mãe de filhos, ela teve filhos biológicos, mas nesse caso ela foi mãe espiritual desses espíritos que tinham eh compromissos para com ela. Olha aqui, muito obrigada. O quintal agro é a história da de fogo selvagem que é maravilhosa. Aliás, tem muita coisa maravilhosa. Aqui diz a a Cristiane, né? A Cristiane gadilha, né? Deixa eu acertar aqui, né? Ela já deixou, ó, irmãs do chat gostei. Deixou o like. E essa efeméri do Divaldo, né, muito de Joana, muitos livros, né, com Joana. Olha, gente, a história realmente é maravilhosa, é espetacular, como diz o outro, tem muita história para contar dessa mulher. E eu tô aqui acabando o a nossa efeméride, né, de hoje com essas histórias fantásticas e principalmente a dona Cida do fogo selvagem. E aí, continuando a nossa tarefa aqui, a nossa missão de falar de mãe, não é? Vamos aqui só eh importante dizer que lá no livro dos espíritos sobre o amor materno e filial, né, na questão 890, né, que ele diz que será uma virtude o amor materno ou um sentimento instintivo como aos homens e aos animais. O que que vocês acham? O que que vocês acham? E aí os espíritos respondem que é uma e outra coisa. A natureza deu à mãe o amor a seus filhos, não é? No interesse da conservação dele. No animal, porém, esse amor se limita às necessidades materiais, cessa quando desnecessário se tornam os cuidados. Mas no homem persiste pela vida inteira e comporta um devotamento e uma e uma abnegação que são virtudes. Um ser humano, o amor sobrevive à morte e acompanha o filho até no alentúmulo.
am os cuidados. Mas no homem persiste pela vida inteira e comporta um devotamento e uma e uma abnegação que são virtudes. Um ser humano, o amor sobrevive à morte e acompanha o filho até no alentúmulo. Dizem os espíritos que bem vemos que há no homem, no ser humano, uma coisa diversa do que há no amor do animal. Então, esse amor é uma virtude, é uma conquista. E terminando aqui o nosso o nosso livro, né, falando de de amor, no livro material de construção, Emmanuel diz uma orientação fantástica. Ele fala assim que o fato é autêntico e sabido, mas é justo registrá-lo de nossa parte. Alguns ministros da fé se reuniram a fim de se entenderem quanto as melhores orientações na tradução do Evangelho de Jesus. Estamos terminando, minha gente. Um deles destacou uma antiga publicação da Latinidade. Outro se referiu a inspirado escritor de assuntos religiosos e ainda outros salientaram os tradutores que se lhes faziam favoritos. Um deles, porém, que se mantinha em silêncio, foi chamado a opinar. A melhor tradução do Evangelho que conheço, disse ele, é a de minha mãe. Não sabíamos que sua genitora se dedicava às letras sagradas, falou um dos maiorais. Onde o livro dela? Onde o livro dela? Para que possamos fazer a aquisição? O interpelado respondeu com simplicidade: "Minha mãe nada escreveu. Ela traduziu as lições de Jesus para nós, os seus filhos, em atos de amor e sacrifício, com tanta grandeza de humildade e trabalho que não nos será possível esquecer-lhe o devotamento." Nesse ponto das apreciações gerais, a reunião foi encerrada. Gente, é uma lição que eu não sei de onde esse povo tira isso, que inspiração eles tiram. Eu só posso dizer que a inspiração é a do coração, porque através dos grandes, dos maiorais, dos literatos, dos acadêmicos, cada um pode dar a sua definição de mãe. Só que a desse senhor, onde é que o livro? Perguntaram para ele se a melhor tradução do evangelho que ele conhecia era da mãe dele. Todos queriam saber em que livro está escrito, qual é o livro de sua mãe, como
esse senhor, onde é que o livro? Perguntaram para ele se a melhor tradução do evangelho que ele conhecia era da mãe dele. Todos queriam saber em que livro está escrito, qual é o livro de sua mãe, como sua mãe chama. E ele disse que a mãe dele nada escreveu. Traduziu as lições de Jesus para nós, os seus filhos, em atos de amor e sacrifício. As nossas mães, minha gente, são as lições de Jesus traduzidas através do amor e do sacrifício delas. E diz ele, com tanta grandeza e humildade e o trabalho, a dedicação, que não nos será possível esquecer o devotamento. Encerrou-se a reunião. O que que é a mãe? O que é a mãe para você? O que a mãe significa? O que nossas mães significam para todos nós? Então, falar de mãe é falar de origem da vida, do nosso primeiro colo, do primeiro olhar de amor. É reconhecer aquela que muitas vezes em silêncio constrói os alicerces da história. E aí lembrando, né, o Pedro de Paiva sempre diz que nós temos que terminar com Cornélio Pires. E aí no livro Pedaços da Vida de Cornélio Pires, ele diz: "Mãe, ao suplicar sem resposta alguma ideia de cima? Lembrei que a palavra mãe no singular não tem rima. Mãe maior que reconheço pelo amor e pela fé, guarda um nome conhecido, Maria de Nazaré, aquela que nos deixou na terra. O nosso Senhor Jesus Cristo, estrela de primeira grandeza, está conosco para dizer obrigada, minha mãe, por ter proporcionado a nós, mãe Maria de Nazaré, esse filho chamado Jesus Cristo, estrela de grandeza, que há mais de 1 milhão e meio de anos nos acompanha aqui na terra proporcionando-nos condições, ensinando-nos com seu exemplo, o amor, o caminho da verdade e da vida. E se não entendemos até hoje as suas lições, procuremos olhá-lo através do exemplo desses grandes mártires que foram filhos e trouxeram-nos também de vida, de fé, de esperança e humildade, porque precisamos nos reconhecer, criaturas em transformação. E a doutrina espírita que é o cristianismo rediv vivo, sempre nos dá esse legado, esse ensinamento, dizendo-nos que através das
humildade, porque precisamos nos reconhecer, criaturas em transformação. E a doutrina espírita que é o cristianismo rediv vivo, sempre nos dá esse legado, esse ensinamento, dizendo-nos que através das dores e dos sofrimentos iremos superar e crescermos, porque o objetivo final, a única fatalidade do espírito é o progresso. E ele conseguirá atingir esse progresso através dos instrumentos da vida. E um deles é a dor. A dor que é uma bênção que Deus envia aos seus eleitos. Não nos aflijamos, pois, quando sofremos, mas bendigamos ao contrário, ao Deus todo- poderoso que nos marcou com a dor nesse mundo para a glória no céu. Coragem, irmãos. O Cristo é o nosso modelo. Ele sofreu mais do que qualquer um de nós aqui na terra e não tinha nada que se censurar. Enquanto nós ainda temos o nosso passado a espiar e nos fortalecer para o futuro. Sejamos pacientes. A paciência também é uma caridade ensinada pelo Cristo enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil das caridades. Mas há uma mais difícil, consequentemente mais meritória, é perdoar aqueles que Deus colocou sobre o nosso caminho para serem os instrumentos da nossa dor e colocar a nossa paciência à prova. A vida é difícil, eu sei. Ela se constituem de mil nadas que são picadas de alfinetes que acabam por ferir. Mas é importante observarmos os deveres que nos são impostos e as bênçãos que, por outro lado, recebemos. E aí vamos observar que as bênçãos são maiores que as dores. Sejamos pacientes, sejamos cristãos. Essa palavra encerra tudo. É o que o espírito amigo AVE em 1862 nos disse no Evangelho Segundo o Espiritismo. que possamos então terminando esse nosso bom dia café, dedicarmos a Maria, mãe de Jesus, e agradecendo a ela, pois mãe maior que reconheço pelo amor e pela fé, guardo o nome conhecido, Maria de Nazaré. Bom dia. Café para todo mundo, minha gente. Já esfriou, mas tá uma delícia. Olha, estou aqui emocionada porque vários sentimentos, várias emoções perpassaram esse esses
ome conhecido, Maria de Nazaré. Bom dia. Café para todo mundo, minha gente. Já esfriou, mas tá uma delícia. Olha, estou aqui emocionada porque vários sentimentos, várias emoções perpassaram esse esses momentos aqui nesse Bom Dia Café agora cedo, agora pela manhã. E eu agradeço imensamente por vocês estarem aqui compartilhando comigo deste Bom Dia café, não é? E vamos então terminar, não é? Porque hoje não teve aniversário, né? Só TV Femer não deu tempo de falar boa notícia e eu não posso estourar o tempo. Muita paz, muito obrigada e bom dia, minha gente. Tá vendo aqui aqui o nosso Bom Dia Café, não é? Ele está aqui todos os dias, né? E a proposta é elevar os nossos pensamentos, a nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento dessas boas notícias, desses bons exemplos. Olha a efeméride, né, que nos explica, né, que a nossa fé raciocinada, né, precisamos ter fé raciocinada. E quem explica isso é o espiritismo, que eu preciso aplicar o evangelho no meu cotidiano, que eu preciso buscar a minha mudança íntima através do debate, da reflexão, das questões que nos preocupam. Participem, compartilhem. A apresentação é todo realizado pela Estela Martins, que é a chefe Mor, Patrícia de Roios, eu que estou de férias e Pedro de Paiva e o Jairuques. Muito obrigada. Vamos renovar as nossas consciências. Participe conosco. Muita paz a todos. Muita paz. Muita paz. Muita paz. Vamos deixar aqui a nossa mensagem, já que, como diz um outro, quem faz ao vivo sabe das dificuldades. Vamos lá colocar o nosso querido Natal. Beijo, minha gente. Bom dia para vocês, >> Deus
Vídeos relacionados
Bom dia, café! 240326 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 120326 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 050326 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 031225 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 241225 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 150126 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 120226 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
Bom dia, café! 130326 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus