Bom dia, café! 021225 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 03/12/2025 (há 4 meses) 1:22:38 6 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5749037626294272

Transcrição

A civilização traz o crav. da origem remotíssima dos [música] áreas estirpas [música] histórias planetárias segregadas no mundo amargo infame. >> Árvore gene lógica de párias faz que o cárcereia com clame para a reparação e [música] para o exame. dos seus crimes nas quedas milenárias. เฮ >> เ Oh. >> Raiou, resplandeceu, iluminou a barra do dia ao canto do galecuou. A flor se abriu, a gota de ovalho brilhou quando a manhã surgiu nos dedos de nosso Senhor. A paz amanheceu sobre o país. E o povo até pensou que já era feliz, mas foi porque para todo mundo pareceu que o menino Deus nasceu. Bom dia para você. Bom dia. Bom dia. São 7:34. Hoje é dia 2 dezembro de 2025. Está começando agora o nosso Bom Dia Café. Tão todos bem aí? Todos tranquilos? Muito bom. Vocês estão me ouvindo direitinho? Eu esqueci o microfone. Ai ai. Muito bom. Nossa, eu não sei quem é essa pessoa porque eu não tô conseguindo enxergar quem tá na foto. Mas muito obrigada por ser membro, ser um novo membro de Canal Espírita. Muito obrigada. A gente gosta de agradecer porque essa é uma maneira eh que para muitas pessoas pode parecer esquisita, mas os canais, apesar do YouTube ser gratuito, os canais eh espíritas, todos os canais da verdade, eles precisam de uma série de recursos para apresentar um trabalho bacana para vocês. E esses recursos todos têm em custo, né, e em dólar. Então, quem pode ajudar, a gente agradece, certo? Dona Maria Ferraz, bom dia. Tá fazendo frio aí, Maria? Aqui choveu de madrugada, caiu a temperatura. Eu pus até um um chalezinho. Bom dia. Quem é aqui? Dalana. É isso mesmo. Espero que seja. [risadas] Marildaer, Marilda Ferraz, ó. Marilda Veiga, a mais nova apresentadora do Bom Dia Café. Bom dia, meu bem. Bom dia, Terezinha. Bom dia, querida. Bom dia pro Paul. Paul tá por aí, tá na parada. Eu não vi o Paul. Cristiane, bom dia. E o menino Deus nasceu. É isso. É Clara Nunes, maravilhosa. Clara Nunes. Cristiane, bom dia. Pati Lucas, bom dia. BC no sucursal Brasil. É terçou com Chefalux. [risadas]

vi o Paul. Cristiane, bom dia. E o menino Deus nasceu. É isso. É Clara Nunes, maravilhosa. Clara Nunes. Cristiane, bom dia. Pati Lucas, bom dia. BC no sucursal Brasil. É terçou com Chefalux. [risadas] A sucursal da Espanha tá de folga hoje. Graças a Deus. É isso aí. Bom dia, Terezinha. A turma da foto de membro é o Zé Aparecido e a Celinha. Ah, tá. Por isso que eu achei que achei que a a foto era conhecida. Ah, muito bem. José Aparecido e a Celinha, uma dupla muito bacana que eh trabalha com a música no espiritismo. Então eles são muito legais, muito legais. Obrigada, viu? Patilux. Ô Jairux, bom dia, Jairux. Ó o Estela errou aí o En, [risadas] mas eu sei que é você. Oi, Ana, bom dia. Hoje estamos bem. Marilda Ferraz, não, vocês não tm noção. Sabe aquela coisa do hoje parece segunda-feira? Então, foi hoje aqui. Hoje pensa em tudo que vai dando errado assim, ó, seguidinho. Foi o que aconteceu aqui hoje. Aí esqueci o microfone, a internet não funcionava, abria o estúdio, mas não conseguia colocar a câmera. Enfim, é isso, né? Tem dias e dias, certo? Tem dias e dias. Rosiane, bom dia. Dolores, bom dia, meu bem. Likes, likes, likes, likes. É isso aí. Muitos likes. A gente gosta dos likes. Muito bem. Aqui finalmente parece que o inverno deu as caras. meio fraquinho, nem tanto. Ah, você sabe que ontem eu tava vendo aqui a previsão do tempo aqui pr para essa região e tava falando que o calor não vai ser tão intenso, mas as chuvas vão ser acima da média. Não é ruim, né, chuva acima da média. Eh, o povo da agricultura que não gosta muito não, porque para eles tudo que é ruim e tudo que é fora de hora também é ruim. Mas enfim, eh, diz que vai chover mais o que para nós é bom, né? Porque isso aumenta as a possibilidades de termos um período de estiagem lá em junho, julho, menos eh prejudicial pra gente, né? Com mais água nos reservatórios. Eu vou arrumar a câmera que ela tá chando, tá me dando 5 minutos aqui. Pera aí. Aí agora ela para. Ó o toque. Ó o toque. [risadas] Ai ai. Isso não tem nada de toque não.

m mais água nos reservatórios. Eu vou arrumar a câmera que ela tá chando, tá me dando 5 minutos aqui. Pera aí. Aí agora ela para. Ó o toque. Ó o toque. [risadas] Ai ai. Isso não tem nada de toque não. Thaago. Bom dia. Thaago. Alguinha. Bom dia. Muito bem. Vamos colocar a nossa prece. Cadê? >> Se tiver que discutir, faça-o com serenidade. Lembre-se de que seu adversário tem os mesmos direitos que você de fazer-se ouvi-lo. Ouça-o com a mesma atenção que gosta de receber. Não tumulte a discussão. Os direitos deles são iguais aos seus. Quem sabe muitas vezes a razão está com ele. Então discuta com serenidade. Bonquiste fama de sábio e de homem bem educado. Carlos Torres Pastorino. Curto direto. Eles mudaram as coisas aqui, ó. Ô Jesus Cristo. [risadas] Eles mudaram as coisas aqui, gente. Oh, meu Deus. Quase que eu apertei o botão errado aqui. Eh, o Passonino é curto e direto, né? Mas muito interessante, porque ele tem uns um raciocínio também curto e direto. Eu gosto. Tem um problema, sabe, com gente prolixa. Eu tenho um problema. E aí o problema é meu, né? Não é de quem é prolixo. Eu que aprenda a ter paciência. Ah, bom dia, Paulux. Saudade de você, querido. Saudade de você. Agora é avô, né? Tá com pouco tempo, né? ST de luxo. Mu para você. Tá, tá de avô, né? Tá de avô. Então agora o tempo tá difícil, né? Tô sabendo. Eu entendo você. [risadas] E quanto mais novinho o bichinho, mais a gente fica sem tempo. Nivalci, bom dia. Avô do Noá. Oh, beleza, lindinho. Eu vi você. Vejo você nas fotos com ele. Muito bom. Muito bom. Neto é uma coisa eh especial, gente, porque quando a gente é pai e mãe, não é que avô deseduca. Avô não tem nada que deseducar. Avô não tem nada que deseducar. E eu acho, inclusive, que a gente tem que acompanhar a educação que os pais querem dar, porque os meus pais não interferiram na educação dos meus filhos. Então, não vou interferir na educação dos meus netos, certo? Mas, eh, o que é legal de ser avô é que a gente primeiro tem mais tempo, né? Você já não

pais não interferiram na educação dos meus filhos. Então, não vou interferir na educação dos meus netos, certo? Mas, eh, o que é legal de ser avô é que a gente primeiro tem mais tempo, né? Você já não tá mais naquela naquela correria, naquele desespero de ter que fazer tudo, levar as crianças pra escola, lavar roupa, passar roupa, espanar os móveis. Sabe aquele, aquela loucura que a gente tem mesmo quando a gente tá com os 20 e poucos, 30 e poucos anos, faz parte mesmo. A gente tem mais tempo e e a gente já leu o manual de instruções, né? A gente já leu o manual de instruções, então as coisas são mais tranquilas mesmo e aí a gente aproveita mais. É um espetáculo. Tava com saudade do frevo, né? Ah, eu também. Dulcineia, bom dia, querida. Bom dia. Ai, ai, tô tomando um café para acordar. Eu vou fazer uns exames para ver se eu tô com amarelão, porque eu tenho um sono, gente. Brincadeira. Bom, hoje nós temos aniversário. Nós temos, Patrícia. Hum. Patrícia, acho que a gente não tem aniversário aqui. Tem, a gente tem aniversário. Vamos lá pro nosso, pros aniversários de hoje. Então, aí eu já, ah, esqueci, né, de fazer a a autodescrição. Oia, já ia passar. Eu sou a Estela Martins, sou uma mulher branca de cabelos grisalhos. Eu tô no meu quintal, então atrás de mim tem muitas plantas. Estou numa mesa com uma garrafa de café verde. O computador eu tô usando chale branco de crochê, lindinho, feito por minha mãe. De Eu tô de vestido, viu, gente? Tô de vestido preto, eh, brinquinho dourado, cabelo grisalho, eu já falei. Eu uso óculos de arro arredondado e tô de batom meio rosinha. Muito bom. É isto. Não, fiquei sem a a autodescrição. Oi, Ângela. Ar fresquinho hoje, né? Bem choveu à noite. Ó que espetáculo. Ritoca. Bom dia, querida. Maria Angélica. Bom dia. Agora sim, o povo tá aparecendo. Sonolenta Estela. Ai, ai, gente. É isso. Vou fazer um um exame para ver se eu tô com amarelão. Os antigos entenderão. Ai, ai. Então, vamos lá. Vamos pra nossa vinheta de aniversários que nós temos

do. Sonolenta Estela. Ai, ai, gente. É isso. Vou fazer um um exame para ver se eu tô com amarelão. Os antigos entenderão. Ai, ai. Então, vamos lá. Vamos pra nossa vinheta de aniversários que nós temos dois aniversários hoje. Two aniversários. Agora já tava dando calor, já precisei tirar o chalezinho. Ai ai. Muito bem. Nós temos aniversários hoje de duas pessoas, duas trabalhadoras do Renovando Consciência, que aqueles que não conhecem vão conhecer agora. Assim que o que a nossa Ô, Patrícia, você precisa trocar esse esse card aqui de aniversário, sabe? Aê, agora sim. Parabéns, Carol. Parabéns. Muitas felicidades, muitos anos de vida. Tudo de bom para você, viu? Muitas alegrias e que você continue aqui nos prestigiando. Parabéns também agora assim que entrar o outro card. Ó lá, a Carol, essa é a essa não é a Carol que vim aqui no Bom Dia Café. E essa é a Cida. Cida, feliz aniversário, querida. Tudo de bom, muitas alegrias. Muitas felicidades mesmo, muita paz no coração. Tudo de bom para vocês. Nós sagitarianos somos ótimos mesmo. É isso. Parabéns paraas duas. É muita cara de pau, né? É muita cara de pau. A Marilda Pauls é avô. Olha que espetáculo. Dodô, Terezinha e todos os cafezeiros de plantão. Paz e bem a todos. Isso mesmo. Paz e bem para nós todos. Agora nós precisamos ir para para Conchal, paraa capital de São Paulo, ir para Conchal, Marilda pra gente conhecer o Noá, né? Muito bem. Depois que a gente deu os parabéns, parabéns, parabéns. Hoje é o seu dia. Que dia mais feliz. Parabéns, Tutuchu. Parabéns, Tutuchu. A pessoa, olha a cara de pau da pessoa. Chefa Lux, esse card é instrumento de Deus. Teste de paciência. [risadas] Ai, ai. Tá bom, vai Paul. Ô, Patrícia. Tá bom, eu vou fazer de conta que eu acredito. [risadas] Parabéns pra Carol e pra Cida. Muita saúde e paz. Isso mesmo, Dodô. Se Paul Lux convidar, nós vamos aí. Tô esperando ele fazer outro outro congresso lá, ué. Fazer outro congresso em Conchal. Gente, eu vou falar para vocês que é um espetáculo porque é pouca gente, é do

Se Paul Lux convidar, nós vamos aí. Tô esperando ele fazer outro outro congresso lá, ué. Fazer outro congresso em Conchal. Gente, eu vou falar para vocês que é um espetáculo porque é pouca gente, é do jeito que eu gosto. E eles ainda criaram lá um sistema diferente. Criaram, não sei se eles criaram, mas eles aplicaram lá um sistema diferente que as coisas são mais fluídas, sabe? Então, eh, ah, eu já contei aqui, quando eu fui contar do congresso lá de Conchal, eu contei isso tudo, mas vou contar de novo. Eh, que que é bacana? Você ficar mais próximo dos palestrantes, sabe? Você consegue abraçar, conversar, você consegue ver todo mundo, abraçar e beijar todo mundo. Eu curto mais, sabe, o congresso pequeno com um número menor de pessoas do que os grandões. Os grandões são necessários, né? Não tô dizendo aqui nem que tá errado e nem que eu não gosto, mas eu acho os menores são mais aconchegantes e eu e aí como eu me sinto mais à vontade parece que eu entendo melhor o que eles estão falando. Mas isso sou eu, né? Isso sou eu. Parabéns pro Paul Lucas, querido vovô. E parabéns pros aniversariantes. Isso mesmo, Patrícia Oliveira, bom dia para você, vizinha. Ai, ai, vem de novo para São Carlos visitar o o parque ecológico, Patrícia. Assim eu vejo você, o Mateus, o Simão. Eles vieram aqui, foi tão bom, porque a gente falou mal de tanta gente. Ai, ai, que perigo, hein? Que perigo! Já estamos planejando outro passeio por aí. Eba! Aí sim. É lá. Tá vendo? Gostaram, né? É isso. A gente ficou falando mal das pessoas. [risadas] Ai, ai. A Terezinha dando bom dia pra minha Marilda Lux, pra Dodô, para mim, pra Estela. A Estela Chará tá por aí também. Oi, Thago. Thago também tá rindo, né? Agora que que é agora mesmo? Tô falando, gente, que hoje eu tô atrapalhada. Ah, é, eu já pus a vinheta das efemérides, né? Então, agora são as efemérides, gente. Não lembro. Eu tô com problema, cara. Eu pus a vinheta das efemérides. Descarregamos a alma. É verdade. Eu pus a vinheta, gente. Ohô, meu Deus.

s efemérides, né? Então, agora são as efemérides, gente. Não lembro. Eu tô com problema, cara. Eu pus a vinheta das efemérides. Descarregamos a alma. É verdade. Eu pus a vinheta, gente. Ohô, meu Deus. Ah, se eu não coloquei quintal agro. Eu sei quem é Quintal Agro. Agora não vou, não lembro. Eu sei que eu já, alguém já me explicou que que é o Quintal Agro. Ah, não coloquei não. Ah, então vou colocar já a vinheta. O Quintal Agro, identifique-se, por favor, que eu esqueci quem é. Eu sei que quem é porque já contou, mas eu hoje eu não tô lembrando nem se eu pus a vinheta ou não. Vocês vocês verem como a coisa tá. >> Muito bem. Falar mal pensando bem é melhor do que falar bem pensando mal. [risadas] Adorei isso. Adorei isso. Pedrucos é o quintal. Ah. Ah, Pedrux tá disfarçado, Pedrux. Ô, por falar nisso, pessoas, vocês não estão me vendo nas nas lives, não estão me vendo? O espírito, o espírito ainda tá carregando. Nossa, faz tempo que ele tá carregando, né? Eh, não, mas outro dia eu converso com vocês. Porque que eu tô assim a ã que eu tava falando mesmo, 60% ainda no plano espiritual. É verdade. Acho que é isso mesmo. Bom, enfim, vamos lá para paraas efeméries que hoje realmente ainda bem que as os trabalhos que eu precisava entregar, os trabalhos profissionais que eu precisava entregar, eu entreguei ontem, porque imagina se eu tivesse que escrever texto para jornal hoje, gente, vocês acham que ia prestar? Não ia prestar, né? Não ia sair um texto razoável. ia sair só porcaria. Ainda bem que eu fiz tudo ontem, deixei tudo ontem. Pronto. Então vamos lá para as nossas efemérias que nós temos uma bem umas bem interessantes. Eu fechei. Olha, quase que eu leio. Não, que coisa, né? Eu fiz uma bagunça, gente, com as com os roteiros. É isso. A gente, quando a gente não tá com a cabeça boa, acontece essas coisas. Ó lá, ó. Tá errado. Ainda bem que ontem a a Marilda foi preparar o roteiro dela no domingo, na verdade, né? Ela foi preparar o roteiro dela. Ô Estela, olha, não tô conseguindo

, acontece essas coisas. Ó lá, ó. Tá errado. Ainda bem que ontem a a Marilda foi preparar o roteiro dela no domingo, na verdade, né? Ela foi preparar o roteiro dela. Ô Estela, olha, não tô conseguindo confirmar isso, confirmar aquilo. Não. Se você não consegue confirmar, você não usa, porque fui eu que fiz errado. E aí eu vou falar para vocês, ó, que eu eu copiei errado do o do roteiro dela pro de hoje, do dia primeiro pro dia dois. Ó, a bagunça que eu tô fazendo é a cabeça, gente. Cabe, se a gente não cuida da saúde mental, as coisas ficam muito complicadas. Mas isso nós vamos conversar outro dia. Vamos, vamos lá para efeméries que esse aqui eu confirmei. Em 1865 desencarnava em Paris, na França, o livreiro e editor Didier. Ele foi diretor da livraria Didi, né, e fundador, confrade espírita e amigo do Allan Kardec, membro da Sociedade Parisense de Estudos Espíritas. foi a sua conceituada editora e livraria acadêmica de Dier, a mesma que produziu tantos honoráveis trabalhos para Academia de Ciências Francesas, aquela que mais prestou serviços gráficos para a confecção das obras básicas da codificação do espiritismo. Então, quando a gente fala dele, eu vejo sempre assim as pessoas falarem eh do DJ de uma forma muito eh superficial, né? a gente tem poucas informações, eu tenho conseguir poucas informações dele, mas eu sei que já existe um trabalho sendo feito para para que a gente tenha mais acesso a essa personalidade, porque ele foi tão corajoso quanto o Kardec, sabe? No quesito coragem, ele teve que tá ali, ó, par e passo com o Kardec. Por que eu tô dizendo isso? porque ele colocou a vida inteira dele eh em suspensão para publicar o livro dos espíritos. Ele era o livreiro e o editor da Academia eh de Ciências da Francesas. Então ele tinha uma uma reputação ilibada no que diz respeito à publicação de conteúdos fidedignos, de conteúdos comprovados pela ciência, que era o que mais se prezava naquela época. Então, publicar o livro dos espíritos foi uma declaração de coragem do DJ e

to à publicação de conteúdos fidedignos, de conteúdos comprovados pela ciência, que era o que mais se prezava naquela época. Então, publicar o livro dos espíritos foi uma declaração de coragem do DJ e principalmente de respeito e confiança absoluta no nosso Hipolite Leon, Denis Rivael ou Rivaio, porque não fosse isso, outra pessoa não com certeza não teria publicado. as editoras e hoje em dia já tem uma série de restrições com relação a isso, né? Elas, se elas olham pro material que você manda e elas acham que aquilo ali não tem muito sentido, elas recusam a publicação e pronto. Bom, para vocês terem ideia, olha, foi o que aconteceu com a Ivone do Amaral Pereira e a FEB. Quando a Ivone do Amaral Pereira mandou o livro dela o Memórias de um suicida paraa FEB, a FEB recusou, falou que aquela obra não tinha embasamento nas obras básicas e eles não colocaram. voltou pra mão da Ivone. A Ivone recebeu ali, agora não vou lembrar que espírito foi, mas um espírito chegou para ela, falou: "Não, vamos adequar ao que a FEB tá pedindo e incluir, né, e acertar essas informações doutrinárias. Isso foi feito e aí quando ela mandou de novo, desculpa, quando ela mandou de novo paraa febre, aí o o Memórios no Suicida foi publicado. Então para vocês verem que não é uma coisa assim comum, né, a editora recusar a publicação de livros. E o Didier fez isso em confiança e em amizade ao Kardec. É muito é muito importante isso, né? Com certeza orientou sobre Maneira Kardec. Imagina publicar livro de espíritos escritos por uma pessoa só. Foi bem corajoso. É isso mesmo. É isso. Marilda Lux debutou muito bem ontem. Ela é muito desenvolta. Também acho isso porque ela tava morrendo de nervoso. Você imagina a hora que ela tiver sossegado, como é que vai ficar? É isso, gente. É isso. E como no filme acho que deve ter orientado bastante Kardec, provavelmente, né, já que como editor, né, não foi Leão Deni, não. Acho que pr pra Ivone, né, você tá falando. Ah, não lembro, gente. Acho que foi Leon Deni

cho que deve ter orientado bastante Kardec, provavelmente, né, já que como editor, né, não foi Leão Deni, não. Acho que pr pra Ivone, né, você tá falando. Ah, não lembro, gente. Acho que foi Leon Deni que ajudou a editar a obra da Ivone do Amaral Pereira, né? Eu acho que sim. Não sei, gente. Eu juro que eu não lembro mesmo. Tenho menor ideia. Eu o que eu lembro agora aqui é que realmente teve ali um espírito que falou: "Não, pera aí, vamos, não queima não, não destrói não, vamos, né, vamos acertar". Isso é um bom, uma, um bom exemplo e com certeza funcionou para Ivone também. Eh, olha a íntima a Ivone. Eh, porque quando as nossas, o nosso trabalho é criticado, é recusado, a gente tem o orgulho ferido, né? Ninguém gosta. Mas, eh, o principal ali nesse momento, quando alguém critica ou diz: "Olha, seu trabalho não tá feito da forma correta, precisa mudar alguma coisa", é parar e avaliar essa crítica. Porque é difícil você ter uma crítica absolutamente enfundada. Sempre tem um um uma coisinha ali de verdade, né? Pode até ser bem pequenininha, mas sempre tem. Então, é bom você pegar a crítica e fazer uma reflexão sobre ela. Será? Tô fazendo isso mesmo. Prestar atenção no que você tá fazendo para não para aproveitar, né? Aproveitar. Às vezes a crítica vem assim de uma forma meio lá foi Leão Deni. Muito bem. Sim. Muito bem. Eh, a crítica às vezes vem numa forma não muito gentil, mas a gente precisa também aproveitar essa crítica e saber eh trabalhar com ela, né, e usá-la em nosso benefício mesmo, sabe? É bom, é bom. Muito bem. Também num dia 2 dezembro, só que de 1886, nascia José Florentino de Cena. Você sabe quem é? [risadas] Não sabe? É o José Petitinga. Aí é capaz de você já ter ouvido falar do José Petitinga. Já ouviu falar? Às vezes a gente acha que é um nome tão comum, né? Mas é de tanto a gente fazer efeméri, de tanto buscar esses nomes na internet, a gente acaba acostumando com eles. E esse é o nosso objetivo também aqui no Bom Dia Café, a gente eh lembrar dessas pessoas e do que eles fizeram de

efeméri, de tanto buscar esses nomes na internet, a gente acaba acostumando com eles. E esse é o nosso objetivo também aqui no Bom Dia Café, a gente eh lembrar dessas pessoas e do que eles fizeram de bacana pra gente se inspirar neles, né? Ai ai. Então, José Petitinga é um conhecido espírita baiano, por falta de recursos ali no pouco antes dos 11 anos, ele deixou, né, os estudos e tornou-se autodidata com 10, 11 anos de idade, gente. Não dava para ele ir pra escola, mas ele continua estudando sozinho, sabe? começou a escrever para jornais jornais usando o pseudônimo que o tornou conhecido, José Petitinga. Como então falava de política e tendo de resguardar-se tanto do pai como do patrão, sem entretanto, poder ficar omisso, fez o nome Petitinga reconhecido, a tal ponto que depois fez constar em cartório que abandonava o nome de registro para adotar esse em definitivo. Funcionou? Deu tão certo o Petitinga que ele passou a se chamar oficialmente como José Petitinga. Desde 1893, adepto da doutrina espírita, tornou-se logo em seu ardoroso defensor, tendo fundado em Juazeiro o Grupo Espírita Allan Kardec, onde trabalhou intensamente na prática caridosa, sobretudo em campanhas para a construção de casas para as vítimas das enchentes do rio São Francisco. Em 1912 mudou para Salvador. Prosseguiu na nas atividades espíritas, tornando-se famoso propagador das lições doutrinárias, reputado como primoroso orador, mas sempre dotado de grande humildade e presença de espírito. O José Petitinga tem outras eh outras informações bastante importantes na na biografia dele, eh, que é obviamente extensa, né, e muito interessante. Então, para que para quem gosta de história, para quem gosta de biografias, vale a pena pesquisar o trabalho deles, né? Infelizmente a vida, a vida da Ivone foi uma luta até para isso. Teve que lutar pela obra. Não, infelizmente não, Thaago. Não, infelizmente, querido, não foi. A vida da Ivone e do Amaral Pereira é o que a gente tem, é um dos exemplos claros que nós temos da justiça divina e

lutar pela obra. Não, infelizmente não, Thaago. Não, infelizmente, querido, não foi. A vida da Ivone e do Amaral Pereira é o que a gente tem, é um dos exemplos claros que nós temos da justiça divina e como ela é fantástica depois de tudo, todos os erros que ela cometeu, que não são muito diferentes dos nossos, viu gente? Vocês não pensem que a Ivone nas vidas anteriores que ela descreveu nos livros, né, que ela publicou, eh, que a vida dela é muito di foi muito di as vidas dela foi foram muito diferentes das nossas. Talvez a gente tenha agido até pior do que ela, fazendo coisas piores do que ela fez, mas ela teve a oportunidade com nessa encarnação como o Ivone do Amaral Pereira de provar e comprovar tudo que ela eh aprendeu ou tudo que foi ensinado para ela durante, sei lá, essas dezenas de centenas de essas pelo menos centenas de encarnações, né? e que ela vinha tropeçando sempre nas mesmas questões, nos mesmos problemas. E como Ivone do Amaral Pereira, ela resgata tudo isso e ela além de resgatar, ela deixa a vida dela como ensino pra gente. Isso que eu acho assim de tudo que a Ivone fez, o que eu acho mais fantástico é ela se expor, expor a vida dela dessa maneira para mostrar pra gente: "Olha, dá para fazer melhor. Eu fiz e vocês também podem fazer". sabe? Eh, momentos, eu não tô eh depreciando a imagem dela e vou repetir. Se nós não fizemos igual, possivelmente nós fizemos pior do que ela. a as questões de orgulho, de vaidade, de cobiça, de sexolatria, enfim, todas as questões que ela em que ela reincidiu em várias reencarnações, ela mostra para nós que ela que é possível mudar profundamente e que nós não precisamos de milhares de anos para fazer essa mudança, né? A gente pode se esforçar e fazer isso e resgatar e refazer e reescrever a nossa história muito mais rapidamente do que a gente costuma falar, que foi o que ela fez, né? Um espírito igual a nós, com tantos problemas, com tantas dificuldades, né? Cometeu tantos erros, nós também, nós também. E o Chico Xavier fez as mesmas coisas.

stuma falar, que foi o que ela fez, né? Um espírito igual a nós, com tantos problemas, com tantas dificuldades, né? Cometeu tantos erros, nós também, nós também. E o Chico Xavier fez as mesmas coisas. Só que o trabalho do Chico nessa encarnação não era expor as vidas dele, era trazer as informações do plano espiritual para nós, né? O objetivo dele era outro. Mas a Ivone, eh, escancarar a vida, as vidas passadas dela dessa maneira para mim é uma coisa, é uma demonstração de humildade para mim fantástica, sabe? de desapego. Bom dia, Hélia. Você tá em Fortaleza? Muito bem. Curtindo os 15 anos. É seu aniversário hoje? Oli, é seu aniversário hoje? Conta aí pra gente, amados irmãos. Tô Fortaleza curtindo com minha neta, comemorando seus 15 anos. Ah, muito bom. Parabéns para a neta da Hélia. Bom dia. Já tava aqui achando que era seu aniversário. Tânia Maria, bom dia. Entendo, mas passar pelo sofrimento não é fácil, por isso, infelizmente. Pois é. Lembro do que o mestre nos ensinou. Auxiliar nossos irmãos durante a caminhada e não tirar o sofrimento. Sim, apoiar. Então, ô, ô, Thago, eu vou vou falar uma coisa para você. O sofrimento é por nossa conta, sabe? Ontem num estudo que eu faço parte as segundas-feiras à noite, que chama Repensando a Vida, eh a gente tava falando sobre isso. Nós não viemos para cá para sofrer e também não fomos criados para o sofrimento. Essa visão que a gente tem de sofrimento na vida é uma visão equivocada. Nós não estamos aqui para sofrer. Nós estamos aqui para aprender. A gente puxa as coisas para o sofrimento porque a gente quer. E isso é por nossa conta, não é por conta nem do plano espiritual, muito menos de Deus. Por isso que eu tô insistindo com você. O que a a a Ivone passou por dificuldades? Certamente que ela passou por dificuldades, mas ela passou por essas dificuldades com o menor sofrimento possível, porque ela já tinha entendido qual era a situação dela e por que ela tava passando por aquilo tudo, né? Enfim, eu não vou saber explicar que que

por essas dificuldades com o menor sofrimento possível, porque ela já tinha entendido qual era a situação dela e por que ela tava passando por aquilo tudo, né? Enfim, eu não vou saber explicar que que eu penso com essa coisa do sofrimento. Recordações da Mediunidade é uma obra fantástica, todo mundo deveria ler. Eu li recentemente, eu já tinha lido, mas eu não lembrava de, sei lá, acho que eu lembrava um terço do que tava no livro. Então é bom a gente ler de novo, né? Tânia Maria, parabéns pelo aniversário da neta da Hélia. Isso mesmo. Eles tiveram muito apoio do plano espiritual. Isso é misericórdia divina. Pois é. Pois é. Eles tiveram e nós também temos, né? Né, Thaago? A gente tem muito também, mas na hora da que a gente tá desarmonizado, a gente não percebe a presença deles, né? experiências voltadas aos sentimentos carregados de frustrações e temos que enfrentar as frustrações. Exatamente. Bom dia, Maria Susete. Beijo grande para você também, querida. Muito bom, muito bom. Próxima efemérite. Nossa, 8:10 já não vai dar tempo de nada. 1912, nasceu na Técoslováquia Frederico Figner, que se tornou diretor da Federação Espírita Brasileira. Eu vou cortar aqui, ó, porque ele eh nasceu na Técoslováquia, depois ele migrou para os Estados Unidos lá. Ele conheceu a uma invenção do Thomas Edson, que era um o o cinema, né? Na verdade era era só para tocar. Ah, era o cinema, eu não lembro agora. Fiz confusão, mas enfim. Era um aparelho que registrava e reproduzia sons. Ah, então não era, né? Era o disco, era a o princípio da da vitrola. [risadas] Era o princípio da vitrola. O o Frederico Figner vai ficar sabendo do cinema depois, mais à frente. E aí ele ele compra um aparelho desses, né, que foi desenvolvido, criado pelo Thomas Edson e embarca para Belém do Pará. Sai dos Estados Unidos e vem pro Belém do Pará. Por que será que ele pensou em vir para Belém do Pará, cara, no Brasil? Sair dos Estados Unidos e ir para Belém do Que será que deu na cabeça dele, né? Que será que falou que existia Belém do

do Pará. Por que será que ele pensou em vir para Belém do Pará, cara, no Brasil? Sair dos Estados Unidos e ir para Belém do Que será que deu na cabeça dele, né? Que será que falou que existia Belém do Pará? Porque nessa época pouco você sabia do Brasil, né, gente? Sabia do Rio de Janeiro e de Salvador. Não tô aqui reduzindo estado nenhum. As pessoas mal falavam do estado de São Paulo também nessa época. Mas enfim, eh, famoso era o Rio de Janeiro e Salvador, né? Esses eram famosos. Aí lá no Biel do Pará, ele começou a exibir a novidade para o público que pagava, né, para ver. Depois ele foi para Manaus, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Salvador, até chegar no Rio de Janeiro em 1892. Aí ele já tava falando um pouquinho do nosso idioma e com pé de meia. Foi então que ele abriu a casa Edson, que foi a primeira casa e a maior casa de discos do Brasil. Importáva e comercializada os primeiros fonógrafos, que é o princípio da vitrola. Aí ele ficou super eh conhecido, né? Foi ficando rico, na verdade foi quando ele conheceu o Antônio Luiz Saião, que apresent, desculpa, Pedro Saião, foi apresentado por Pedro Saião, filho de Antônio Luiz Saião, ao espiritismo. Mas ele ele não acreditou muito naquilo, achou que era aquilo que era uma bobagem. E aí um dia uma pessoa, um pai de família foi procurar por ele, dizendo que tava com uma situação econômica muito difícil. Eh, e aí o Figner deu um dinheirinho para ele e disse para ele voltar dali ito dias, que aí ele ia ajudar ele de novo, né? Aí esse esse necessitado aí, esse senhor foi embora e o Figner fez bater um papo com Jesus. Ai, ai. Ah, homens de pouca fé. E o Figner disse assim para ele: "Se é como dizem os cristãos que tu tens poder, ajuda esse pobre pai de família, arranja ele trabalho e meio de meios de vida". E aí, oito dias depois, aquele pai de família volta a encontrar, volta a procurar o Figner e diz para ele todo sorridente: "Olhe, eu vim aqui devolver o dinheiro que o senhor me deu, porque eu fui procurada por uma pessoa que me

le pai de família volta a encontrar, volta a procurar o Figner e diz para ele todo sorridente: "Olhe, eu vim aqui devolver o dinheiro que o senhor me deu, porque eu fui procurada por uma pessoa que me me convidou para um emprego inteiramente inesperado. Então, eu tô trabalhando. Ai! Ai! Daí aconteceu muita coisa na história do Frederico Figner. Vão, vocês devem ir lá procurar. porque ele teve várias outras provas a respeito não só da existência e da da bondade de Jesus, da paciência de Jesus, mas também ele teve contato com o com o espíritismo de uma forma também muito contundente e ele passa a ser espírita e de tal forma que vira que vira até presidente da Federação Espírita Brasileira. E aí quando ele desencarna, ele tem uma experiência muito singular e essa experiência se torna o livro Voltei através da psicografia do Chico Xavier. Ali Frederico Fner se apresenta como irmão Jacó. E esse é um dos bons livros pra gente entender que nem todo mundo passa pelo umbral. Embora quando eu digo isso, muita gente acha que eu tô sendo eh que eu tô achando que eu sou uma pessoa melhor do que os outros. E não é. É porque a gente entendeu errado a história do Umbral. Nós entendemos errado. Quando André Luiz apresentou a a história dele no Umbral, ele estava falando dele. Ele não tava falando de todo mundo. Muita gente passa pelo umbral. Muita gente passa pelo umbral. Mas o umbral que o André Luiz passou não é o umbral passagem, local de passagem, de sair do plano material para o plano espiritual, que o Jacob Jacobson Trovão fala, por exemplo, que todo mundo passa por este umbral, que é a passagem de um lugar pro outro. Esta passagem de um plano para outro não é a mesma que o André Luiz passou e ficou lá 8 anos, 4 anos, 6 anos, não importa quantos anos ele ficou lá. As as a o motivo para para ficar no umbral é outro. E é isso que a gente tem, muita gente tem dificuldade em entender, mas é só dar uma lida lá na segunda parte do céu e inferno que vocês vão ver quem são as pessoas que acabam que qual é o

ral é outro. E é isso que a gente tem, muita gente tem dificuldade em entender, mas é só dar uma lida lá na segunda parte do céu e inferno que vocês vão ver quem são as pessoas que acabam que qual é o comportamento, não é? Quais são quem são as pessoas? Qual é o comportamento que faz com que a gente, ao desencarnar fique ou não fique no umbral, que é diferente de passar por ele. Tem hora que a gente pensando que a a o ensino de português precisava ser mais valorizado, porque as pessoas tem dificuldade em entender o que os outros falam, escrevem, certo? Isso. Indústria da música do disco. Isso mesmo. Esse mesmo. Esse mesmo. Vocês vão me corrigindo. Adoro isso. Adoro contato com ela e conseguiu. É com a filha, né? Com a filha. Contribuiu para a fundação da União Espírita Paraense. Ah, então, né? Eu vi o o Jorge Elará falando sobre isso já uma vez. Voltei. Leitura obrigatória. Eu também acho bem. Umbral é uma região de transição. Pois é, um pórtico. Exatamente. É uma passagem. E aí você vai ler Frederico Figner, vai ler Ivone do Amaral Pereira, vai ler quem mais? O próprio André Luiz, que descreve outros desencarnes em que a pessoa não ficou nenhum dia no umbral. Mas quando você fala isso pros outros, para algumas pessoas, elas têm dificuldade, porque na cabeça delas todo mundo tem que ficar no inferno, porque todo mundo é ruim. Não, nós não somos ruins, gente. O ruim era quando a gente achava legal fazer mal pros outros. E isso é ser ruim. A gente erra, claro, né? Nós somos imperfeitos. Óbvio, óbvio que nós somos pombas. Mas isso não significa sentir prazer no mal. Volta lá pro livro dos espíritos. É isso. É isso. Vou estourar meu tempo. Já tô avisando você. São dimensões conexas e depende da nossa frequência. Pois é. Difícil mesmo é ficar nas regiões superiores. Pois é. Então, então, mas essa nossa mania de de eh excatólicos, né? Eh, de achar que a gente tem que ficar sofrendo para viver bem, né? E é uma coisa tão arraigada dentro de nós, tão arraigada que você que a gente faz isso sem perceber.

mania de de eh excatólicos, né? Eh, de achar que a gente tem que ficar sofrendo para viver bem, né? E é uma coisa tão arraigada dentro de nós, tão arraigada que você que a gente faz isso sem perceber. Olha, eu vou usar, eu vou acelerar aqui, Airton, porque eu não posso quebrar minha promessa com meu amigo Cléber. Então, essas acho que acabou, né? Deixa eu ver. Ah, não tem mais uma aqui. Em 1825, também no dia 2 de dezembro nascia Dom Pedro I. Então, nós estamos completando 200 anos do nascimento de Dom Pedro I, que era chamado de um magnânimo. Foi o segundo e último monarca do império do Brasil, tendo eh sido imperador durante o período de 58 anos. foi o filho mais novo do imperador Pedro I do Brasil e da imperatriz com sorte Maria Leopoldina da Áustria e portanto membro do ramo brasileiro da Casa de Bragança. Ele teve uma, por que que eu tô falando ao Pedro II, né? Então, ele teve uma relação próxima com o espiritismo e quem afirma isso é um site católico. Dom Pedro II foi um dos membros da elite que abraçaram a ideia de que o espiritismo era uma crença comprovadamente científica. Tá escrito no site católico, gente. Vocês dão olha para mim com essa cara. O imperador até mesmo possuí uma mesa divinatória para realizar um tipo de sessão espírita. E ele também foi um dos protetores da sociedade de estudos espíritas. A fonte é o príncipe maldito de Mary Del Priori. Assim, Dom Pedro encaminhou Pedro Augusto, seu neto mais velho, com a saúde mental bastante abalada, para um tratamento com terapeutas espíritas, discípulos de Allan Kardec. Eles disseram que o problema era ação fluídica de espíritos amigos e que o rapaz precisava passar por uma desobsessão. Tá no site católico. Não olhem para mim com essa cara. Nossa, 8:20. Deixa eu ver como é que tá lá, se vai ser possível. Não tá aqui. Cadê então? Ai, ai, a pessoa desorganizada faz isso. Hum. Mas isso aqui eu já fiz. Era cinco. Onde tá a cinco agora? que eu não sei. Tá aqui. Achei. Vamos ver. Bom, eu vou vou usá-lo. É isso, ó. A vida no mundo espiritual,

pessoa desorganizada faz isso. Hum. Mas isso aqui eu já fiz. Era cinco. Onde tá a cinco agora? que eu não sei. Tá aqui. Achei. Vamos ver. Bom, eu vou vou usá-lo. É isso, ó. A vida no mundo espiritual, céu e inferno. E André Luiz, 16 obras. Então, descreve tão bem isso. Pois é, mas essa não é a questão. A questão é que as pessoas acham que todo mundo tem que passar pelo inferno, entre aspas, que é um brown, né? É isso. Eis a dificuldade. Muito bom. Vamos lá. Nós vamos agora pra nossa pra nossa nossas histórias. Nossa, vou estourar completamente aqui. Mas bora lá. Tudo bom, gente? Tudo bom, Estelinha? >> Tudo bem, graças a Deus. Vamos fazer como é semana? Tudo bem? >> Tudo tudo em paz, tudo sossegado. >> Que bom. >> Graças. Algumas viagens, bastante passeio, muita gente legal no caminho, graças a Deus. Vamos fazer nossa autodescrição. >> Vamos, vamos lá. Começa contigo, >> então. Vamos lá. Eu sou Estela. Eu tô do lado esquerdo da tela. Nós estamos em dois quadradinhos, dois retângulos, né? Eu tô do lado esquerdo. Eu sou eu sou uma mulher branca de cabelos bem curtinhos, grisalhos. Tenho 60 anos, tô no tô usando uma camiseta preta. Hoje nós invertemos, né? Normalmente é o Cléber que vende camiseta preta. Hoje sou eu. Tô de camiseta preta. Estou no quintal da minha casa, então tem várias plantas aqui atrás de mim. Um solzinho gostoso. Hoje o tempo tá bem agradável aqui em São Carlos, graças a Deus. Bora lá, Cléber. >> Eu sou o Cléber, né? Eu estou, como das outras vezes, no mesmo ambiente, com uma parede bege atrás de mim, um gaveteiro do lado esquerdo, alguns livros também do lado esquerdo e uma porta do lado esquerdo. Ah, eu tô com uma a Esa linha falou que eu tô sempre de preto, né? Então, para não contrariar, vamos lá. Vou abrir a minha jaqueta vermelha e também estou com uma A camisa minha dessa vez ela parece preta, mas não é. Ela é um azul marinho bem escuro. E para não fugir a regra é sobre rock and roll. Não é de nenhum nenhuma banda hoje, mas é sobre rock and roll, Rock the Wars. E

dessa vez ela parece preta, mas não é. Ela é um azul marinho bem escuro. E para não fugir a regra é sobre rock and roll. Não é de nenhum nenhuma banda hoje, mas é sobre rock and roll, Rock the Wars. E mas assim, eu tô com um blusão vermelho com algumas faixas pretas e brancas, claro, para não negar o meu o meu clube, né, São Paulo Futebol Clube. E é isso, gente. E tô aqui pra gente contar mais algumas histórias. Ah, eu tenho barbichinha branca, um uma sujeirinha branca embaixo da boca também. Não tenho bigode e cabelos curtinhos, grisalhos. Opa. Nós dois usamos óculos, né? Nós esquecemos de falar. >> É verdade, Tela, estou de óculos. Tá até dando uma olhada aqui. É verdade, mais próximo. Eu tô de óculos. Mas eh eu vou falar uma coisa, gente. Eh, óculos para mim parece que já faz parte do meu corpo. Quantas vezes aqui em casa eu fico procurando óculos, procurando, procurando e ele tá na minha cara. >> Esse é o clássico. >> Já entrei em procurar o óculos dele tá na cara. É verdade. >> Aliás, eu vou contar uma história rapidinha aqui. Vamos começar hoje com uma história rapidinha. Eu tava no hospital, fui buscar minha sogra que ela tava saindo do hospital. Eu deixei o carro no estacionamento no hospital e era uma coisa assim que tinha que ser muito rápida. Eu deixei o carro no estacionamento, subi correndo, peguei minha sogra, coloquei no carro, voltei, entrei no carro, parei o carro na saída do estacionamento. Caramba, dona Ana, ela que que foi meu óculos. Ela o quê? Eu desci correndo do carro. Ela Cléber, ela gritando dentro do carro, Cléber, Cléber, eu desci correndo do carro. Moço, moço, eu perdi meu óculos. Você viu se ele caiu por aí? O cara começou a olhar pra minha cara e dar risada. Aí eu olhei para cara, não, não tô brincando. Ele falou: "Eu sei que não, inclusive ele tá no esse aí tá no seu rosto." [risadas] >> Aí eu fui com carro com rabo no meio das pernas, né? Aí minha sogra, eu tava te chamando para isso, para falar que ele você tava com [risadas] >> Quem nunca, né? Quem tá muito tempo

sto." [risadas] >> Aí eu fui com carro com rabo no meio das pernas, né? Aí minha sogra, eu tava te chamando para isso, para falar que ele você tava com [risadas] >> Quem nunca, né? Quem tá muito tempo usando óculos já passou por uma situação como essa. Com certeza. Eu também acho não sou não é nenhum privilégio meu isso é de todos nós, né? >> Não é não é >> é muito engraçado. >> Então falando nisso, qual é a história de hoje? >> Não, então você comentou agora na abertura aí, você falou de milagres, né? Vou contar mais uma. Eu tenho algumas histórias de milagres para eh contar, mas eu vou contar mais uma, tá? Essa realmente é, eu acho que eu já até falei alguma coisa sobre essa história lá no primeiro episódio. Acho que eu dei um passando ela, ou no primeiro ou no segundo, mas acho que eu já dei um an passando ela aqui, tá? Foi no dia da minha cirurgia de coluna cervical, é geoperia cervical e a lombar. E nas duas eu tive acontecimentos assim que foram estranhos, né? Mas a primeira foi demais, né? Porque assim, eu tinha marcado a cirurgia da da coluna e fui pro hospital, marcou a data tudo, cheguei no hospital, eh, e fiquei esperando, esperando, esperando. Aí veio uma pessoa e falou para mim assim: "Olha, você não vai fazer a cirurgia hoje". Eu disse: "Por quê?" "Porque o plano de saúde não autorizou". Eu falei: "Como assim não autorizou?" El falou: "Não, não é que ele não autorizou, ele não autorizou ainda. Ele simplesmente não respondeu. A gente ficou tentando, tentando, tentando, ele não respondeu. Tá bom. E tinha uma coisa pior ainda do que isso. Eu não sabia. Aí, eh, passou, marcaram para dar-lhe um tempo. Lá vou eu de novo no dia para fazer a cirurgia. Aí eu chego lá, tudo certo, autorizado. Ah, antes eu liguei, né, quando me ligaram para falar da da data, eu perguntei: "Tá autorizado?" Tá, tá autorizado, tá tudo certo? Parará, parará. E aí fui eu pro hospital. Cheguei no hospital, de novo aquela enrolação e eu não sabia o que tava acontecendo. Aí eles vêm, aí

untei: "Tá autorizado?" Tá, tá autorizado, tá tudo certo? Parará, parará. E aí fui eu pro hospital. Cheguei no hospital, de novo aquela enrolação e eu não sabia o que tava acontecendo. Aí eles vêm, aí o médico me chama, fala: "Cléber, a gente não vai fazer tua cirurgia hoje". Doutor, mas por quê? Falou: "Não chegou tua prótese". Porque na verdade a minha cirurgia de cervical eu tirei as vértebras e coloquei uma prótese. Eu tenho uma artrodese. Na lombar também é artrodese. E na cervical também eu tenho uma artrodese de C5 e C6. >> Que que é arroese? >> Eu vou explicar. Então, artrodese é quando você une as vértebras, ou seja, eu não tenho movimento no pescoço de cinco e seis. Ah, eu tenho a vértebra, eu não sei, tenho 2, 3, 4. É porque acho que a certical, se eu não me engano, é 2, 3, 4, 5 e 6. A, o que seria a sétima vértebra já é, já é dorsal, já é torácica, né? Então, a gente que é D1, na verdade, né? Eh, então a C e se eu não tenho movimento. A, o meu movimento ele é da de de C4 para D1. Então assim, eu eu perdi movimento de pescoço e de e de dessa parte cervical. E na minha lombar é pior ainda, porque na lombar eu tenho L2, não, 3 4 e 5. Ou ou é 3 4 5 ou é 2 3 4 ou 2 e 5, não é? Um monte lá embaixo. Eu ten um monte de ferro nas costas, um monte de parafuso, que nem dizia a minha minha fisioterapeuta, eu sou o Cborg, né? de tanto ferro que eu tenho no corpo. E eu perdi muito amor por isso que eu sou considerado pessoa com deficiência hoje, né? E eh mas não é, não era, não era da lombar que eu tava falando, eu ia falar da da cervical. Aí eu vou lá para o médico falou: "Ó, não chegaram suas próteses, então você não vai fazer a cirurgia hoje, pô. Lá vou eu de novo para casa. Mas imagina a ansiedade que crê que acontece, né? Pô, você vai para você fica em jejum, você sabe, você no dia anterior você prepara, você faz um monte de oração antes, durante >> programa, né? Porque você vai ter que ficar um tempo lá em recuperação, >> não? E assim, e a Odet, né, que trabalha

be, você no dia anterior você prepara, você faz um monte de oração antes, durante >> programa, né? Porque você vai ter que ficar um tempo lá em recuperação, >> não? E assim, e a Odet, né, que trabalha e tem que largar o trabalho e ela vai explicar como no trabalho depois. E aí tudo bem. Aí sei lá, 15 dias depois me ligam falando que chegaram as próteses que eu ia fazer a cirurgia. Ótimo. Beleza. Aí vou para paraa de novo pro hospital. Cheg no hospital, tudo certo, tudo certo. O médico vem, conversa comigo, vem outro médico, o assistente conversa comigo, vem a anestesista e conversa comigo. Eu achei um pouco estranho porque anestesista sempre é um louca. Todos que eu já fiz 15 cirurgias, 14 cirurgias e todos são sempre é sempre um carinha maluco ou uma menina maluca, uma carinha maluca, sempre uma pessoa meio amalucada. Essa não, essa era uma pessoa séria, tal, veio tipo assim, objetiva, pá, pá, pá, eu achei estran tudo bem, né? Fazer o quê? Cada um é cada um. as pessoas são diferentes, a gente tem só que respeitar e pronto. E ela veio, fez a e aí já fui paraa mesa de cirurgia, me colocaram na mesa de cirurgia já sem roupa, sem nada, já com só com aquele aventalzinho. Aí entra um cara meio amalucado, passa por mim e vai direto na anestesista e começa na orelha dela pá p pa pa pá pá falar falar falar. Aí ela vira e fala assim, ó: "Ele que sabe, é ele que tem que saber. fala com ele. Aí ele vem e fala comigo, falou: "Ó, meu nome é Fulano Digital, eu sou anestesista, eu estou com um problema sério em casa e eu vou ter que voltar mais cedo hoje. E eu não queria voltar para casa sem fazer nenhuma cirurgia. Você se incomoda? Eu já conversei com a anestesista e ela falou que não se incomoda de trocar comigo. Você se incomoda de trocar de anestesista?" Eu falei: "Não, claro que não, só você pegar todas as informações corretas". Falou: "Não, eu vou pegar as informações dela e vou pegar mais algumas com você". Falei: "Beleza, legal". E e aí ele pegou as informações comigo ali

não, só você pegar todas as informações corretas". Falou: "Não, eu vou pegar as informações dela e vou pegar mais algumas com você". Falei: "Beleza, legal". E e aí ele pegou as informações comigo ali e tal, foi, a menina pegou, saiu, não falou nem tchau para mim, virou as costas, saiu, foi embora. Legal. E eu percebi que ele já era um cara maisalucado. Esse aí eu é dos meus, né? é dos anestesistas que eu conheço e e ficou ali. E aí vem, ele falou: "Ó, você vai tomar propofall tal". Eu lembro até direitinho dele me mostrar o propofall. Colocou, colocou. Aí o que acontece? Eu começo a ficar grog, grogo. Eu tive até a impressão que eu dei um grito, alguma coisa assim, que eu tava, eu não conseguia respirar e dei um grito, não lembro exatamente. Apaguei, apaguei e quando eu abro o olho de novo, eu já estou na sala de recuperação, né? Eu olho pros lados assim, um monte de gente, um monte de de de gente, um monte de me de marcas, né? Umas uma, duas do meu lado direito e uma do lado esquerdo, assim, tinha umas três, quatro marcas ali, mas não tinha ninguém. Eu tava sozinho, na verdade, sozinho assim de de de pacientes. E na frente, lá na porta, um pouco longe, tinha uma pessoa de costas, né? um cara de costas ali. Aí eu pego e chamo, ô, não sei o quê, tal. Quando ele vira, era um anestescista, aquele cara que entrou para fazer a cirurgia, que estava com pressa porque tinha uma um compromisso inadiável na casa dele >> e precisava ir embora logo. É, >> e precisava ir embora logo. Aí eu chamo ele, ele veio. Aí eu falei: "E aí, como é que foi minha cirurgia?" Ele falou: "Você não operou?" Falei: "Eu não operei". Ele falou: "Não, mas depois o médico vai explicar para você". Eu comecei a torcir, já fiz assim, comecei a tus, saiu sangue da minha boca, saiu muito sangue. Aí ele falou: "Ah, ele veio, pegou um um pano, uma paninha qualquer lá, colocando assim do meu lado, tal, um gaz, não sei, e colocando meu para eu colocar o sangue para fora." Aí eu falei: "Mas que que aconteceu que eu tô com sangue?" Ele

um pano, uma paninha qualquer lá, colocando assim do meu lado, tal, um gaz, não sei, e colocando meu para eu colocar o sangue para fora." Aí eu falei: "Mas que que aconteceu que eu tô com sangue?" Ele falou: "Você não conseguiu operar porque você tem a traqueia fechada. Você tem um problema na traqueia." Aí eu falei: "Is velho, a gente não conseguiu te entubar, mas o doutor vai conversar com você depois e vai te explicar, tá bom?" Quando eu saí da sala, aí quando eu saí da sala de repouso e fui pro quarto, Aldet foi também. Fazia 9 horas que eu tinha entrado. Eu entrei às 10, isso já era 19, já era 19, já era, já fazia 9 horas que eu tinha que eu tinha entrado na sala de cirurgia. Eu saí de lá, acho que era umas 8:30, 10 horas depois de ter entrado e eu não operei. Pela terceira vez eu não operei. Aí marcaram comigo para eu voltar no dia seguinte para para falar com o médico para saber o que aconteceu. Aí ele me contou que aí no dia seguinte eu voltei lá muito ruim porque eu não parava de soltar sangue. garganta ou uma dor muito forte na garganta e eu não parava de soltar sangue. Aí ele contou para mim, ele contou para mim e para Odet. Eh, aliás, antes de de contar isso, deixa eu contar o adendo da Odet. Imagina a Odet lá no hospital me esperando, uma cirurgia de 2 horas, 2 horas no máximo, faz 4 horas e ela não tem nenhuma notícia minha. E ela começa a ficar nervosa, entrar em contato com a administração do hospital e eles só falam assim: "O médico vai vir falar com a senhora. O médico vai vir falar com a senhora. O médico vai vir falar com a senhora. Não quero nem não quero nem pensar nem pensar no que >> Aí o médico chega lá quase 5 horas depois, chama o detala de espera. O médico chama: "Ah, por favor, a companhia do senhor Cléber". Aí ela fala: "Sou eu". Aí ele falou: "E preciso falar com a senhora". Aí ela já gritou: "Meu marido morreu?" Aí ele: "Não, não, calma, não, não aconteceu calma não, não morreu." Aí ele foi, né? Contou para ela o que aconteceu. Aí no dia e ela depois ela me

m a senhora". Aí ela já gritou: "Meu marido morreu?" Aí ele: "Não, não, calma, não, não aconteceu calma não, não morreu." Aí ele foi, né? Contou para ela o que aconteceu. Aí no dia e ela depois ela me falou meio por cima que ela também não entendeu. Aí no dia seguinte ele contou pra gente o que que aconteceu. >> É, >> a hora que foram me entubar, eles descobriram que eu tenho a traqueia fechada. Minha traqueia é muito, muito, muito. >> Você nunca tinha nunca tinha feito cirurgia antes? >> Já, mas eu nunca precisei serado. Eram sempre cirurgias com o hospedação ou ou eu eu acho que eu tinha até feito com anestesia geral, se eu não me engano, mas não tive problema. Nessa eu tive e a partir daquele dia eu tenho em todas. Tanto que eu só faço agora com uma coisa chamada broncoscópio, que é uma coisa bem fininha. Mas anyway, ele me explicou o que aconteceu. Olha só, ele falou: "Quando a gente foi teubar, ele o o anestesista bateu o tubo, não, o anestesista bateu o tubo, o tubo voltou, você já estava em anestesia geral, você já estava sem respirar. Imagina, eu já estou sem sem ar e o tubo que ia me dar ar não entra. E aí eles ficaram tentando, tentando e não conseguiram. O médico, ele me disse isso. O médico virou pro anestesista, falou: "Caramba, a gente perdeu ele". O anestesista, olha, por isso que eu falo milagre, o anestesista, >> o anestesista que quis trocar porque tava com pressa fora. >> Exatamente. Aí ele virou pro anestesista e falou: "A gente perdeu ele". O anestesista virou, falou: "A gente perdeu o pulou em cima de mim com uma pinça, abriu minha boca, enfiou a pinça na minha boca, abriu minha garganta e enfiou o tubo." A >> ainda bem que tava uma luquete ali, né? Ainda bem que tava malete. Então >> aí eu falo: "Isso não é milagre, gente. >> É, >> olha só como as coisas são." Eu tinha uma, desculpa a forma como eu vou falar, tinha uma moça lá que era uma moça mé assim bem pát dela. Ela duvido que ela teria a a que nem o próprio médico falou, eu a gente perdeu ele. O próprio médico não

, desculpa a forma como eu vou falar, tinha uma moça lá que era uma moça mé assim bem pát dela. Ela duvido que ela teria a a que nem o próprio médico falou, eu a gente perdeu ele. O próprio médico não teve o insite de fazer o que o anestesista fez. Ou seja, duvido que que a menina também tivesse, entendeu? Agora ele não falou, a gente perdeu ele, o pulou em cima de mim, enfiou uma pinça, abriu minha garganta e enfiou tudo. >> Você sabe que nessa história aí a minha mãe, minha mãe desencarnou em 2004 e ela sempre teve problema respiratório. A vida toda ela teve problema respiratório. E ela tomava as ela tomava o mesmo tipo de medicamento já fazia muito tempo, porque ela tinha asma. Então, de tempo em tempo trocava porque atualizava, mas eram os mesmos remédios. Ela tava acostumada já com aquilo, a vida inteira com falta de ar, né? Mas num determinado dia ela teve começou com muita falta de ar, ela começou a tomar a medicação, ela tava na casa espírita, tava no obreiros do bem aqui em São Carlos e aquela falta de ar não melhorava. Ela já pegou meu pai e falou: "Eu preciso ir embora. Eu preciso ir embora". Meu pai pôs ela e minha irmã dentro do carro. Vamos embora. porque ela não tava passando bem e ela precisava vir para casa porque ela ia fazer inalação. Eh, enfim. E no meio do caminho, ela, meu pai dirigindo, ela avisa meu pai que ela não conseguia respirar. Meu pai não, em vez de parar no pronto socorro, que era ali perto, ele não pensou nisso. Ele parou na farmácia, comprou uma bombinha porque ela tava sem e ele é dentista, ele enfiou a bombinha na boca dela porque ela não conseguia respirar. Ela travou o maxilar e ele abriu a boca dela, enfiou a bombinha e bombeou e fechou porque ele tinha conhecimento para fazer isso e pegou o carro e correu paraa Santa Casa e aí sim foi pro pronto socorro. Quando chegou lá, ela tinha tido edema de glótese, ela tinha fechado. A junção dos medicamentos naquele dia causou uma crise alérgica nela que fechou >> uma crise anafilática, praticamente.

o socorro. Quando chegou lá, ela tinha tido edema de glótese, ela tinha fechado. A junção dos medicamentos naquele dia causou uma crise alérgica nela que fechou >> uma crise anafilática, praticamente. >> Aafilática fechou. E a médica que quando viu que era isso que tava acontecendo, a virou pros lados e a enfermeira falou assim: "Vou buscar o treco para cortar que eu não lembro o nome". >> Traqueotomia. >> É para fazer a traqueotomia. A médica falou: "Não dá tempo". Pegou a caneta, tirou a carga da caneta e abriu o pescoço da minha mãe com a caneta que tava do lado e aí já fez o procedimento ali como se ela não tivesse dentro de um hospital, entendeu? Entendi. >> Porque não dava tempo para pegar o equipamento para abrir a garganta da minha mãe e minha mãe poder respirar. Minha mãe ficou alguns dias na UTI por conta disso. Quando minha mãe acordou, a enfermeira falou paraa minha mãe, a pessoa que tava lá na enfermagem, falou pra minha mãe, pro meu pai e pra minha irmã. Se a doutora Fernanda, que é a médica, não tivesse usado a caneta para abrir a sua garganta, a senhora hoje não tava aqui porque não ia dar tempo. Ela viu na hora que não dava tempo, catou a caneta, tirou a carga e tof e abriu. Foi ela que saltou. >> É o que eu te falo, é o que eu te falo desse dos milagres dela. >> São os milagres. É verdade. É verdade. >> Sabe assim, o que que esse cara é assim é é um é um é um é um é um conjunto, né? Porque assim, alguém ligou para ele, disse que ele tinha que ir para casa para um compromisso intransferível. Isso fez com que ele fosse pedido. E por que que a minha cirurgia, por que que não foi outra? Tinha tinha outra cirurgia do hospital. >> Por que a minha? >> Entendeu? tirou aquela moça dali, colocou ele e ele teve o insight de abrir minha boca, pegar uma pinça enfiada por eu fiquei 15 dias soltando sangue, não cicatrizava de jeito nenhum, >> porque ele usou força, né? >> Muito. Então imagina, >> usou força. >> Então assim, eh eh olha o e o médico depois falou para mim, falou assim: "Eu

soltando sangue, não cicatrizava de jeito nenhum, >> porque ele usou força, né? >> Muito. Então imagina, >> usou força. >> Então assim, eh eh olha o e o médico depois falou para mim, falou assim: "Eu disse perdemos ele". E aí ele falou: "Se não fosse o anestesista, Cléber, você teria morrido, porque eu não tive insite de". Ou seja, aquele cara foi enviado para alguém, quem será, né? >> É, é. São essas coisas, são essas coisas que a gente pode fazer na nossa nas nossas profissões todas, né? Você não precisa ser médico para salvar a vida de uma pessoa. Eu vou contar um livro que eu vi que eu vi essa semana, que é a pessoa que está se colocar à disposição para ajudar o outro, né? Ela não precisa ser ter religião, ela não precisa ser da área de saúde, ela pode ser o que ela quiser na vida, pode estar em qualquer situação, passeando, ela pode estar ter, enfim, mas se ela se coloca à disposição para ajudar o próximo, eu vi um vídeo essa semana que é bem isso, né? é um viaduto em curva. A chegada no viaduto é em curva e aqui uma câmera de segurança. Então a gente tá vendo as imagens a partir dessa câmera de segurança. Você não percebe, mas tem um homem parado na beirada do viaduto. Eu não sei se é rio, embaixo, o que que é, mas é a beirada do viaduto. De repente para e trânsito, né? E carro vai, carro vem, carro vai, carro vem. De repente um cara para na curva. Termina a curva, ele para o carro, abre a porta correndo, atravessa, correndo a pista, para do lado do cara e segura ele na beirada da Ele, >> gente do céu. >> E aí o cara, depois que o cara segurou ele ali e aí chega uma moça também junto, aí o cara volta pro carro e freia o carro, porque o carro já tava voltando. Ele nem freiou o carro. Ele saiu tão rápido de dentro do carro para salvar a vida do do moço que ia se jogar, que ele nem pensou que ele ia que ele ia largar o carro dele numa curva num viaduto, que alguém podia bater no carro, destruir o carro dele e a culpa seria dele, né? legalmente, a culpa era dele que ele colocou a vida dele em

e ia que ele ia largar o carro dele numa curva num viaduto, que alguém podia bater no carro, destruir o carro dele e a culpa seria dele, né? legalmente, a culpa era dele que ele colocou a vida dele em risco. Ele não pensou em nada disso, ele só parou o carro, saiu e segurou o sujeito pro outro moço não se jogar do viaduto. Aquilo me causou um impacto tão grande porque eu falei assim, a pessoa estava disponível para para qualquer coisa, disponível para ajudar o próximo. E foi isso que aconteceu. Ele volta, puxa o freio do carro, né, que a gente vê que o carro para de voltar, >> ele volta outra vez para perto do moço e fica lá, conversa com ele, aí aparecem outras pessoas. Mas se aquele rapaz não tivesse deixado eh de dar importância pro carro dele, pra segurança dele, para tudo, ele era alguém que teria se colocado fim na própria vida. É muito legal. É muito legal. que foi o que aconteceu com o anestesista. O anestesista esqueceu que ele tinha compromisso, que ele tava ali só por acaso e ali >> nem era nem era cirurgia dele, que ele não tinha nada com isso. Ele falou assim: "Não vai coisa nenhuma". Eu faço um um um cálculo aqui mais ou menos que eu tenha ficado depois eh depois que eu acordei, eu tenha ficado no máximo, no máximo mais umas 2 horas ali na sala de da de repouso, no máximo. Não, talvez não tenha nem chegado a isso, mas vamos colocar aí 2 horas. Quando eu cheguei no quarto era 7:30 da noite, era 19:30. Então você tira 2 horas, quando 5:30 da tarde, ele ainda estava lá comigo >> e a minha cirurgia é começar às 10:30 da manhã, ou seja, das 10:30 da manhã até 5:30 ele ainda tava lá. Ou seja, da 7 horas depois ele ainda tava lá. E o cara que tinha que ir embora assim que acabasse a cirurgia porque tinha uma compromisso inadiável. Ou seja, imagina, é, não tem coisa que, Estelinha, a gente tá aqui a quase meia hora. Eu tenho uma outra historinha que tem pouco a ver com isso também. Você acha melhor deixar para pro próximo conta? >> Não, não, já conta já. Vamos conta já.

telinha, a gente tá aqui a quase meia hora. Eu tenho uma outra historinha que tem pouco a ver com isso também. Você acha melhor deixar para pro próximo conta? >> Não, não, já conta já. Vamos conta já. Hoje nós vamos esticar um pouquinho, >> tá? Vamos lá. Não tem a ver com outras pessoas, mas tem a ver com com um certo milagre também. Um, eu lembro que numa numa quinta-feira ou sexta-feira, acho que uma sexta-feira qualquer, isso muitos anos atrás, aliás, foi no primeiro, quando o Lucas tava no primeiro ano da faculdade, eu lembro que tava fazendo biomedicina e eu conversei com ele o assunto. Numa sexta-feira eu comecei a ter um pouco de tosse e soltar um catava escuro. Fiquei preocupado com aquilo, né? Isso numa sexta-feira à noite. Aí sexta, sábado, no domingo, quando eu acordei, eu acordei com um negócio aqui no pescoço saltado, né? Uma coisa bem saltada aqui no pescoço. Falei: "Caramba, machuquei o pescoço, machuquei um nervo aqui, parecia um nervo saltado aqui no pescoço." Aí cheguei pro Lucas, falei: "Lucas, você sabe dizer que que é isso aqui, filho?" Eu mostrei para ele e tal, esse nervo aqui saltado no pescoço do pai. Aí ele: "Ah, paz, você deu algum mau jeito?" "Tá bom". Peguei uma compressa de água quente, comecei a colocar ali para ver se neste ajudava naquela dor que tava sentindo ali no pescoço, né? >> Pera aí. Ah, >> agora, agora quem tá assistindo a gente põe uma compressa na cabeça porque nós não vamos nem poder comentar essa história. Vocês vão ter que assistir o próximo episódio. [risadas] >> Eu fiz uma maldade agora. Eu deixei a o Cléber das cenas dos próximos capítulos. Bom, que bom, que bom, que bom, que bom. Ótimo, Estelinha. >> Não briguem comigo, nem fiquem bravos. pega, faz uma uma compressa de água quente, põe aí na cabeça e segura a onda que nós vamos terminar essa história na próxima semana, >> tá bom? Semana que vem a gente se vê, gente. Beijo para vocês. Boa semana. Fiquem com Deus. >> Até a próxima. >> Até a próxima. Beijão. E aí vocês ficaram morrendo de

sa história na próxima semana, >> tá bom? Semana que vem a gente se vê, gente. Beijo para vocês. Boa semana. Fiquem com Deus. >> Até a próxima. >> Até a próxima. Beijão. E aí vocês ficaram morrendo de curiosidade, né? É isso. Estouri aqui, fiz todos os estouros possíveis. Quem sabe um dia a gente vai com Bom Dia Café até meio-dia, como a a chararzinha Estela Vasconcelos já pediu tantas vezes, né? O o Cléber é um contador de histórias maravilhoso também. Queridos, tenham todos uma ótima terça-feira. Fiquem todos bem. A gente volta amanhã. Amanhã tem bom dia café, hein? Não esqueçam. Beijo. Tchau. >> เ

Vídeos relacionados

Bom dia, café! 140126 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 240326 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 200226 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 030226 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 231225 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 031225 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 250226 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 180226 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus