Bloco 3 - Fraternidade Sem Fronteiras em Goiânia - 2025

Conecta Espiritismo TV 14/09/2025 (há 6 meses) 1:03:55 19 visualizações 1 curtidas

Bloco3: 11h15 - PALESTRA A FRATERNIDADE SEGUNDO JESUS - PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO com Andrei Moreira

Transcrição

Eu acho Federal disponibilizado local eh o mais importante eu queroar utilizar seria para divulgação daí ele consegue junto ao vice mandando atacar o material que relação à Mas é só um momento pra gente conseguir essa informação por exemplo, nós precisamos que seja possa ser da igreja, né? com a mesma característica que é essa estrutura que a gente passa por aqui, ó. Eu não entendo essa forma lá trabalha de vez em quando eu vou aprendizar 20 30 pessoas como é que funciona como é que eu faço mas isso que acontece uma vida espírita, ela é evangélica. dentro da igreja evangélica também acontece. As pessoas tem todo mundo, todas essas elas estão fazendo bem. Então se a gente conseguir ver essa imagem de que o movimento é para isso, a gente chama e se a gente carregar o movimento espírito, todas as maioria que é espírita, aí fica, aí vai carambrar mais uma vez espírita movimento espírita movimento espírita, entendeu? Claro que nasceu aqui, claro que a gente tem o maior carinho, claro que a gente ama. Mas a gente quer crescer e para a gente crescer nós pô todo mundo para dentro. Quer dizer, então tem que se tratar, tem que pegar o pessoal comção. Ele faz isso muito bem. A gente tem conhecimento no Brasil com várias agências, as pessoas vão trabalhar de graça pra gente, eu tenho certeza, para fazer issoar, permear em tudo quanto tudo contra vertente, entendeu? Aceitamos até aqui. Só aceitamos a turma aceitando. o principal e mais fundamental é hisória. tem eh quem é quem tem experiência no projeto você. Você pode fazer o esqueleto do projeto no início, uma gramazinha simples para colocar no grupo para ver as pessoas se encaixam mais para começar aí a pescar o temor Entrou aí, a gente tava dando uma olhada aqui que a gente carnaval é pra gente mês de março aí que não tem feriado, né? Comado, sabe? Eu tenho muito e a gente volta de mar dia 28 29, né? Então vamos tentar pensar melhor nessa data pessoas da gente para todo mundo e fizeram acho que é uma data que a gente consegue organizar. Andrei tem

tenho muito e a gente volta de mar dia 28 29, né? Então vamos tentar pensar melhor nessa data pessoas da gente para todo mundo e fizeram acho que é uma data que a gente consegue organizar. Andrei tem disponibilidade, >> mas aí se a gente pré-agendar, vai ter que passar para Andrei para começar a montar os palestrantes. Então, por exemplo, eu gostaria muito que o Rossand lá, a gente tem um relacionamento bom com ele. Então tem que chegar pro Ran Ran final de março a sua disponibilidade rádio Brasília tá muito carregado e tem que tá fazer a agendas a qualquer nós vamos falar com ele e ele ele se ele até em cima da hora falar eu tenho disponibilidade e >> por exemplo a ma tem quear com a ma só tá aí tá fora da Brasília direto Ela só tá na primeira semana do mês. A gente a gente e a gente tá falando né? Eu acho que se a gente conseguir local, a gente vai ter seis, >> a gente não vai ter problema néativa é de Brasília, Luciana, Luelana de Brasília, ela tá com uma boa relação com a gente, inclusive a gente ia ser em dezembro, mas ela da e ela ela sendo de Brasília era um bom para bem bem importante já alguém aqui tem condições de manter eh eh contato, tem influência, tem conhecimento, tem como chegar nas outras religiões dos conselhos, católicos, na católica tem, tá certo? Evangélic a gente também a gente tem que conversar andar de cima a gente assim, né? É uma é uma modificação de todas eões em relação a líderes de todos. Fechou? Fechou. Aí já pode começar por aí. Esse é o caminho correr. É, mas aqua colocação aí fala exatamente isso, né? Eu acho que é, né, relações então deixar o intervalo está acabando. Interval tá acabando. Então nós temos aqui a princípio reização da fraternidade final do mês de março nossa primeira programação e já estamos passar a logística da logística da informática os equipamentos já já toma já toma Quem não entrou no grupo? Quem não entrou no grupo >> tá lá no grupo também final 6000. estrutura passando som tendo isso a partir de algum lugar,

ica da informática os equipamentos já já toma já toma Quem não entrou no grupo? Quem não entrou no grupo >> tá lá no grupo também final 6000. estrutura passando som tendo isso a partir de algum lugar, né? Entra aí. Calma aí que minha perna tá dorme. Ei, Gazação, atenção. Senhoras e senhores, queiram, por favor, seguirem para o salão, para seus lugares, que dentre alguns instantes iremos iniciar e dar continuidade à programação da Fraternidade Sem Fronteiras em Goiânia. Senhoras, E senhores, dentre de alguns instantes será reiniciados as atividades. por favor retornarem para o salão. daqui a pouco. No palco estaremos com Andrei Moreira trazendo o tema Fraternidade Segundo Jesus. Parábola do Bom Samaritano. Brasil Solicitamos a presença do nosso padrinho Andrei Moreira, corrigindo o padrinho e diretor. Senhoras e senhores, vamos dar início à segunda parte desta manhã da Fraternidade Sem Fronteiras, Goiânia. Você irá receber em nosso palco nosso querido padrinho e diretor Andrei Moreira. Uma salva de palma. O nosso querido Andrei Moreira está trazendo o tema A fraternidade segundo Jesus, parábola do Bom Samaritano. Essa voz do bem é uma uma potência, né, gente? Bom, meus amigos, nós vamos conversar aqui brevemente a respeito dessa mensagem. E eu fiquei, na verdade, ouvindo as mesas e pensando que aquilo que eu gostaria de partilhar com vocês já foi muito bem exemplificado nas falas aqui nesse dia. No entanto, essa passagem de Jesus, ela é muito simbólica e ela nos traz uma reflexão muito importante para os tempos atuais, porque ela nos mostra a resposta de Jesus a respeito do que é fraternidade. Jesus era tentado o tempo todo por aqueles que queriam encontrar nele alguma brecha para poder justificar a perseguição que faziam. Então, o tempo todo ele estava cercado por aqueles que se acreditavam, os detentores do conhecimento, os detentores do poder e aqueles que estavam na ilusão de algo comandar. Como Jesus representava uma ameaça ao poder instituído, eles buscavam a todo momento estabelecer uma

etentores do conhecimento, os detentores do poder e aqueles que estavam na ilusão de algo comandar. Como Jesus representava uma ameaça ao poder instituído, eles buscavam a todo momento estabelecer uma circunstância que pudesse classificar Jesus como digno de escárnio, de ser combatido ou de ser calado e silenciado. É nesse contexto que os doutores da lei fazem a Jesus a seguinte pergunta: Quem é o meu próximo? E Jesus está ali diante de uma cultura muito cheia de símbolos e sobretudo de uma cultura que estabelecia sempre conexões através das histórias e das metáforas. E para responder essa pergunta, Jesus então conta uma história, não uma história real, mas uma história criada por ele para exemplificar. Então ele diz: "Um homem descia de Jerusalém para Jericó quando foi tomado de assalto por salteadores, que o despojaram de todos os seus bens e as suas roupas e o deixaram no e desfalecido no solo." Então, passando por ele, veio um sacerdote que o viu e passou ao lado. Logo depois veio um levita que o viu e passou ao lado. E então veio um samaritano que vendo-o se moveu de íntima compaixão. Abaixou-se, cuidou das suas feridas com azeite, com vinho, a maneira da época. colocou-o sobre o seu cavalo, levou-o até a hospedaria mais próxima e no dia seguinte, ao sair, pagou ao hospedeiro dois dinheiros e disse: "Oferte a ele tudo o que for necessário e se mais precisar no retorno, eu me encarrego disto." E então Jesus pergunta para aqueles que estão questionando: "Quem te parece que foi o mais próximo daquele que estava necessitado?" E então os doutores da lei respondem: "Quele se moveu de íntima compaixão". E Jesus dá o cheque mate, vá e faz o mesmo. Essa mensagem de Jesus é profundamente atual, porque ela fala exatamente sobre o estabelecimento de uma fraternidade sem fronteiras. Vocês vejam que aquela história nos conta de uma descida. Jerusalém destava de Jericó 27 km. Jericó, uma cidade costeira. Jerusalém, uma cidade sagrada. Descer de Jerusalém para Jericó é como descer simbolicamente

ue aquela história nos conta de uma descida. Jerusalém destava de Jericó 27 km. Jericó, uma cidade costeira. Jerusalém, uma cidade sagrada. Descer de Jerusalém para Jericó é como descer simbolicamente do sagrado pro mundano, do sagrado para a vida prática do dia a dia, por vias sinuosas. Verdadeiramente aquele era um caminho realmente perigoso, muito pedregoso, muito árido no deserto e muito cheio de cavernas também, porque era um clima desértico, mas é com montanhas e com cavernas ao redor. Então ali um homem cai de assalto. Que homem? Quem é esse homem? Como ele se chama? Qual é a sua nacionalidade? Qual é a sua origem? Qual é o seu pensamento? Qual é o seu interesse? Se trata de um malfeitor? Se trata de um estrangeiro? Se trata de um israelita, se trata de um samaritano? Se trata de alguém, de um comerciante, de um pai de família? é um homem no caminho, um homem que representa toda a humanidade. Jesus não declara quem é aquele homem, mas Jesus declara quem são aqueles que passam por ele. E primeiro vem um sacerdote. E os sacerdotes eram aqueles que eram responsáveis no templo pelas coisas sagradas. aqueles que eram responsáveis por intermediar a relação direta das pessoas com algo maior. Eram aqueles que tinham a obrigação por dever de serem os que se moviam por compaixão e por íntima misericórdia. No entanto, ele é o primeiro a passar ao lado, muito provavelmente porque se dizia que se tocasse um morto era a pessoa era considerada ou tornada impura. E, portanto, aquele sacerdote perdia o estado de pureza que o caracterizava para as questões sagradas. O que aí se estabelece é um conflito entre a ritualística que nos move na relação com o sagrado e o que é sagrado de fato, porque a vida humana ali estava requisitando amparo e requisitando auxílio. O sagrado não está no templo que o sacerdote ministra um símbolo ou uma forma de conexão. consagrado está em cada vida humana, está em cada realidade ali maravilhosa diante de nós. Então, o conflito do sacerdote é o símbolo do

lo que o sacerdote ministra um símbolo ou uma forma de conexão. consagrado está em cada vida humana, está em cada realidade ali maravilhosa diante de nós. Então, o conflito do sacerdote é o símbolo do conflito entre o nosso compromisso com os símbolos, com os ritos, com as regras e o nosso compromisso com a vida humana. Me lembro de uma passagem da vida de Bert Hellinger, criador das constelações familiares, que foi profundamente tocante para ele. E ele viveu isso na África do Sul, quando ele trabalhava com as comunidades locais e ele era padre da Igreja Católica naquela ocasião. Ele era muito jovem e ele estava num seminário conduzido por outro padre apenas para padres. E aquele que era o facilitador fez uma pergunta que mudou a vida do Bert da linha em diante. E a pergunta era o seguinte: se vocês tiverem que escolher entre as pessoas e os valores, com que é que vocês ficam? Responda intimamente para você. Se você tiver que escolher entre as pessoas e os valores, com que é que você fica? O Bert naquele momento estava profundamente centrado e ele teve a certeza que a resposta dele como sacerdote deveria ser com as pessoas. Afinal de contas, ele era um pastor de ovelhas. E a o pastor está a serviço de pastorear as ovelhas, está a serviço de servir o ser humano e aquilo que o ser humano necessita. No entanto, olhando paraa sua prática e dos seus colegas de instituição, ele chegou à conclusão de que todos ficavam com os valores. Ou seja, se as pessoas contrariavam os valores, as pessoas eram excluídas e se passava por cima por conta das regras, dos ritos e de todo mais. O sacerdote que passava ao largo é a mesma pergunta feita para Bert. Que você escolhe? Pessoas ou valores? Ah, então quer dizer que a gente tem que abrir mão dos valores, Andrei? Não quer dizer que a gente tem que aplicar os valores com um compromisso primordial com a pessoa humana e com a dignidade da pessoa humana. E se aquela dignidade contraria um valor que é seu, por exemplo, se você lida com um criminoso

aplicar os valores com um compromisso primordial com a pessoa humana e com a dignidade da pessoa humana. E se aquela dignidade contraria um valor que é seu, por exemplo, se você lida com um criminoso que fez algo que contraria o valor de honestidade, de integridade, etc., Há um cerceamento, por exemplo, da liberdade que é necessário, mas há uma vida humana que precisa ser tratada com dignidade, uma reeducação, uma reconstrução, quando a pessoa está vista acima dos valores. Logo depois do sacerdote vem um levita. E o levita era um servidor dos sacerdotes. Era alguém que auxiliava no templo com as tarefas institucionais. Os levitas poderiam ser comparados hoje aos burocratas, aos servidores, a todos aqueles que oficiam e fazem a parte institucional de algo. Eles também tinham a obrigação de socorrer. Eles também estavam diretamente envolvidos no processo. No entanto, eles também passam ao lado, como também passam aqueles que têm o dever de fazer. Ah, mas é a sociedade que devia estar fazendo isso. É o governo que devia estar se ocupando dos moradores de rua, é o governo que devia tá dando aquilo que ah os necessitados precisam. Sim, é lutar por justiça social é digno e necessário, mas não inviabiliza a necessidade de que nós nos conectemos como sociedade em fraternidade. Então, o levita que passa ao lado é a representação de um dever que não é cumprido e que deixa as pessoas em abandono, porque não tem um humano que ali caracteriza uma conexão profunda e sagrada. E então vem um samaritano. Por que que Jesus escolheu um samaritano? Porque os samaritanos eram considerados inferiores pelos judeus. Que que os judeus esperavam? Que Jesus falasse: "Então desceu um israelita que vendo o homem não." Jesus diz: "Então desceu o mais miserável. Então desceu o mais sujo. Então desceu o mais abominável. Jesus escolhe aquele que os israelitas tratavam como menos. Porque os samaritanos, depois da invasão assíria em sua região, foram considerados pelos israelitas como um povo misturado, como

abominável. Jesus escolhe aquele que os israelitas tratavam como menos. Porque os samaritanos, depois da invasão assíria em sua região, foram considerados pelos israelitas como um povo misturado, como um povo que perdeu a sua pureza. Eles tinham seu templo na colina de Jerazim e não em Jerusalém. Então eles descendiam de um tronco semelhante e, portanto, eram considerados familiares com os israelitas. No entanto, eram considerados a partes menores e inferiores. Jesus procura estes como os preferidos. Inclusive, Jesus começa o seu ministério buscando a mulher samaritana no poço. Em um dia, Jesus busca uma mulher, os homens não se dirigiam à mulher em público, no poço, aonde um homem não ia, porque era as mulheres que iam buscar água no poço, num momento em que aquela mulher está sozinha, porque ela ia de forma anônima, vista que ela era muito criticada naquela sociedade. E Jesus se dirige a ela e pede água para ela. E ela diz: "Mas o Senhor me pede água a mim?" se espantando de que ele, um homem e um israelita, se dirigia a ela, mulher samaritana. E ele disse: "Se tu soubesses quem te pede, tu me pedirias". E Jesus começa um diálogo ali de profunda dignificação para mostrar para aquela mulher samaritana que a conhece profundamente, que ela não pertence a nenhum marido e pertence a si mesma. E depois ela se torna mensageira que vai divulgar Jesus na Samaria. Jesus escolhia aqueles que eram os mais execráveis da sua época no conceito equivocado dos israelitas. Então Jesus bota um samaritano descendo. O samaritano não para e pergunta: "É um israelita que está no chão?" Não pergunta. É um samaritano que está no chão? O is o o samaritano vê um homem em dor. Ele vê uma humanidade. Ah, mas por que que vocês fazem trabalho na África e não fazem trabalho no Brasil? Mas com tanta necessidade aqui na sua sociedade, por que que você busca um lugar tão longe para fazer algo? Porque o homem que está no chão é um filho de Deus e a humanidade é família. Não importa onde a dor está, aonde ela nos toque, aonde o

edade, por que que você busca um lugar tão longe para fazer algo? Porque o homem que está no chão é um filho de Deus e a humanidade é família. Não importa onde a dor está, aonde ela nos toque, aonde o nosso coração se conecte, ali está o nosso chamado. E o chamado da fraternidade sem fronteiras veio através do profundo compromisso de amor e espiritual de Wagner Moura e da comunidade que a partir dele foi conclamada com aqueles que têm sido os mais esquecidos da nossa sociedade, abusados, relegados, vilipendiados nos seus recursos e nas suas e na sua dignidade. Então, não importa quem é o homem que está caído no caminho, é um filho de Deus, é um irmão nosso, é família. E o que o caminho nos convida? O caminho nos convida a sairmos daquilo que é o oposto do amor. Como é que se chama o oposto do amor? Como se chama o oposto do amor? Egoísmo, >> egoísmo, >> indiferença, >> desamor, >> indiferença, >> indiferença. O oposto de amor não é ódio. Ódio é amor adoecido. O oposto de amor é indiferença. Quando a gente não se deixa tocar, quando a gente não deixa que algo vibre dentro de nós. Porque quem não se toca quando escuta uma uma história tão tocante como nós ouvimos aqui? Eu estou na fraternidade há mais de 10 anos. Já ouvi essa história várias vezes. Na hora que a Giovana conta, eles estão lá, meu olho enche de lágrima. Porque então eu me lembro do que eu estou esquecendo de lembrar, mesmo que uma parte ainda já enxergue outras, nosso coração se move por humanidade porque a gente se identifica. É da natureza humana ser empático, ser fraterno, ser conectado, ser solidário, ser colaborativo, é da natureza humana. Embora exista em nós também os impulsos sombrios da disputa, do medo, da raiva, do ódio, das da agressividade que faz parte do ser humano e compete a nós educar essa realidade que vive dentro de nós para direcionar de forma ética para onde nós precisamos. Então aquele homem está caído no caminho e ele tem uma ferida visível. Ele está no seu estado de máxima vulnerabilidade.

que vive dentro de nós para direcionar de forma ética para onde nós precisamos. Então aquele homem está caído no caminho e ele tem uma ferida visível. Ele está no seu estado de máxima vulnerabilidade. E no estado de máxima vulnerabilidade, a pessoa necessita de amparo e não de humilhação. Ela necessita de socorro e não de acusação. Ela necessita de cuidado e não de dedos apontados. A vulnerabilidade nos conclama a humanidade. Então aquele homem se abaixa no chão e sem perguntar quem é este, começa a cuidar das suas feridas como se dele fossem. Porque poderia ser ele naquele caminho, poderia ser qualquer um de nós ali caído, coloca-o sob o seu cavalo, ou seja, se responsabiliza. E talvez esta seja a diferença daqueles que fazem caridade com aqueles que vivem fraternidade. Porque caridade é uma palavra que tem sido muito utilizada para nós, para atos momentâneos em que a gente dispende uma ajuda ou um socorro de cima para baixo. Fraternidade é compromisso de igualdade. Fraternidade é permanência de movimento que dignifica a vida do outro. em verdade é o sentido exato da palavra caridade, mas não como a gente tem vivido em sociedade, não é? Porque dar uma esmola pro outro no ponto de ônibus ou na no sinal do trânsito, a gente faz. faz por culpa, faz por cansaço, faz por medo, faz por uma compaixão relativa, mas enxergar o outro, estabelecer um vínculo, responsabilizar-se pelo vínculo, isso demanda muito mais, porque então demanda não só que visite Madagascar, mas que volte no avião pensando que que o meu coração deseja fazer por esses e qual vai ser o caminho longo e desafiador. e difícil que eu vou assumir. Veja que lindeza quando a gente olha para uma escola uruva e a gente vê a grandeza do coração da Gisele com toda a sua alma levando aquilo ali com sacrifício. Porque se não fosse o amor dela dizer eu me comprometo não tinha escola Uruva. Nós somos reconhecidos, somos gratos. nos toca esse movimento porque é o comprometimento de alguém que pegou e colocou sobre o seu cavalo e disse: "Eu

la dizer eu me comprometo não tinha escola Uruva. Nós somos reconhecidos, somos gratos. nos toca esse movimento porque é o comprometimento de alguém que pegou e colocou sobre o seu cavalo e disse: "Eu me responsabilizo". Que maravilhosa essa postura do Wagner de ver o talento, de ver a grandeza e de como um líder servidor olhar para aquele que está ali com ele no caminho e dizer: "Que que seu coração gostaria de fazer? Será que o Wagner não tem uma lista do que que precisa para aquela realidade? Tem enorme, mas não adianta eu dizer pro outro, ó, tem uma lista aqui, cumpra esta lista. Se o coração dele não estiver ali, se ele não tiver disposto a colocar sobre o seu cavalo aquele que é o necessitado. E a gente só coloca sobre o nosso cavalo aquilo que a gente ama. Por isso, o coração tem que estar movido pelo amor. O que que você gostaria de fazer pela fraternidade? A pergunta é: qual é o seu tijolo de amor para colocar nessa obra? Qual é a sua contribuição para esta seara? Aonde está o seu coração? Não tem tarefa melhor que a outra, nem maior, nem mais digna? Não tem pessoa mais importante, tem o seu quinhão de amor numa obra que é coletiva, uma célula num grande organismo. Então Jesus nesta parábola não está perguntando para o os judeus quem se aproximou de você. Jesus tá perguntando para os judeus de quem você se faz próximo? Aonde você vai conectar o seu coração? Porque a espiritualidade, a compaixão e a misericórdia precisam estar encarnadas. Não são ideais bonitos para orientar as nossas pregações. São práticas vivas de vida. Então, nessa parábola, Jesus tira a vivência dos templos e coloca nas ruas. tira o sagrado da liturgia, tira o sagrado apenas dos ritos, aonde também o sagrado pode estar, e coloca na relação humana direta, de coração para coração, de afeto para afeto, de sentimento para sentimento. E quando nós nos afetamos, quando nós nos deixamos sentir aquilo que nos move, então algo realmente muito profundo move. Por isso uma caravana é tão transformadora, porque nos dá uma

para sentimento. E quando nós nos afetamos, quando nós nos deixamos sentir aquilo que nos move, então algo realmente muito profundo move. Por isso uma caravana é tão transformadora, porque nos dá uma conexão de sentido. Me lembro quando nós fizemos a nós mesmos em Malawiue esta pergunta: "Mas será que o dinheiro que a gente gasta nesta caravana não é melhor aplicado se for doado?" E nós discutimos isso com os locais e eles responderam para nós: "Por favor, não. Nós nos sentimos invisíveis e quando vocês vêm, a gente se sente gente, a gente se sente digno. Não tem nada maior do que isto." E aquilo me tocou muito profundamente, porque depois que eu piso no Malaui, eu não estou mais visitando o projeto da Fraternidade Sem Fronteiras. Eu estou indo visitar o meu amigo Peter. Eu estou indo visitar a mamã Olive. Eu estou indo visitar aquela que me tocou e que eu lembro o nome, que eu lembro a história, que eu lembro da casa, que eu lembro de algo. Estou indo buscar reconectar com o Xavier e com a história doida e sofrida e com a grandeza dele. Então, já não é mais uma conexão institucional, é uma conexão de alma, de um vínculo. Faz anos que eu não vou a Moçambique porque Malawi tem tomado muito as minhas, os meus esforços pelas necessidades da fraternidade. Mas ano que vem, se Deus quiser, eu vou. E eu não esqueço do France, que é o meu afiliado, para quem eu ligo, quem a gente conversa. Por quê? Porque a gente se conectou. Pois eu entrei numa época da que a fraternidade patrinhava criança por criança e a gente conhecia quem era padrinhado, o que logo depois não foi mais possível. Mas quando a gente se afeta, quando algo nos toca, então aquilo nos move de dentro. E qual é o convite de Jesus através da fraternidade sem fronteiras? É que o sagrado seja encarnado e profundamente humano. É que a imperfeição seja compreendida na sua grandeza. Na fraternidade sem fronteiras não tem pessoas perfeitas, não tem projeto perfeito, não tem encontro com pessoas locais perfeitas, tem grandezas sendo

a imperfeição seja compreendida na sua grandeza. Na fraternidade sem fronteiras não tem pessoas perfeitas, não tem projeto perfeito, não tem encontro com pessoas locais perfeitas, tem grandezas sendo valorizadas acima das imperfeições. Tem dignidade na imperfeição sendo validada, tem pessoas sendo construídas, tem investimento de amor, inclusive naqueles que caem e levantam a cada momento dentro dos limites que são possíveis. Por quê? Porque o desenvolvimento do ser humano, da pessoa e da dignidade é o centro da vivência e da experiência de fraternidade. Então, a fraternidade que Jesus nos convida é a fraternidade sem fronteiras. E o que é a fraternidade sem fronteiras senão uma célula de amor no mundo, construindo já para nós um lampejo do mundo regenerado que nós todos esperamos e que nós todos desejamos viver. Que honra! fazer parte de um trabalho como esse. Eu hoje, antes de vir para cá, me ajoelhei ao lado da minha cama no hotel e agradecer a Deus ser aceito nesse trabalho, porque conheço minhas misérias e sei o quanto de misericórdia representa ter a oportunidade de estar dentro de um trabalho como da fraternidade sem fronteiras. Que oportunidade sagrada para cada um de nós poder aprender nessa escola que não tem professor, só tem aprendizes. É muito sagrado, gente. E se a gente percebe isso, então a gente passa com o nosso cavalo atento na estrada para perceber qual é o caído que está ao meu lado dentro da nossa casa, na nossa comunidade, na nossa profissão, no nosso trabalho, naquilo que a gente faz, em qualquer parte, qualquer lugar que a gente esteja. Não importa aonde estiver o caído, ali está Deus encarnado. Ali está a manifestação do sagrado requisitando. E nesse mundo de polaridade, nesse mundo que cada dia fica mais polarizado, que a violência cada vez mais extrema, em que a gente vê as pessoas sendo mortas pelo seu pensamento político, pelo seu pensamento religioso, o seu pensamento religioso sendo agressivo com as pessoas, nós vemos que nós todos estamos

trema, em que a gente vê as pessoas sendo mortas pelo seu pensamento político, pelo seu pensamento religioso, o seu pensamento religioso sendo agressivo com as pessoas, nós vemos que nós todos estamos conclamados a sair desses espaços de polarização. Não cabe nos seguidores do Cristo o lugar da polarização, porque seguidor de Jesus é servidor. Então, ontem o SAT fez uma chamada aqui para nós que me tocou muito o coração. Jesus não disse para Zaqueu: "Sobe." Jesus disse para Zaqueu: "Desce". Não pediu, assume o lugar de importância. Não disse assume o lugar de destaque. Não disse assume o lugar de grandeza. Não disse assume o lugar de privilégio. Disse desce. Desce ao nível do seu irmão. Desce ao nível do seu igual. Desce ao nível do que está no chão, desce ao nível do outro para olhá-lo nos olhos e com mãos fraternas ajudar a sua erguer a si mesmo no seu senso de dignidade pessoal e o outro no senso de dignidade dele. É isso que a Fraternidade Sem Fronteiras convida a cada um de nós. E eu acredito que é isso que nós todos estamos vislumbrando nos diversos projetos, nos diversos testemunhos. E é isso que nós todos estamos convidados a viver. Então, se você tem dentro de você algum senso falso de inferioridade que diz para você que aquele seu amor e que aquele seu tijolo de grandeza não é nada diante de uma obra desse tamanho, eu queria te dizer que você junto conosco está descendo a estrada de Jerusalém para Jericó e toda grandeza é suficiente. Toda gota de amor é oceano nesse mar de necessidades e cada um de nós pode fazer a diferença. Então, a pergunta não é se podemos, é o que o amor do seu coração tem para contribuir com esta obra. Sejam todos muito bem-vindos. Muito obrigado. >> Gratidão. Gratidão ao nosso irmão Andrei, nosso irmão Andrei, que trouxe aqui o tema A fraternidade segundo Jesus, parábola do Bom Samaritano. E agora no intervalo eu trouxe uma irmãzinha de Queri uma irmãzinha muito linda. Não sei se o pessoal aqui da técnica consegue. Cadê a câmera? Tá

raternidade segundo Jesus, parábola do Bom Samaritano. E agora no intervalo eu trouxe uma irmãzinha de Queri uma irmãzinha muito linda. Não sei se o pessoal aqui da técnica consegue. Cadê a câmera? Tá aqui, ó. Deu um foco nessa menininha. Deixa eu fazer o meu fundo azul. Isso. Aproxima, desce, sobe mais à esquerda. Opa, outro lado. Aí está a minha irmãzinha. Ela tem um recado para você. Deixa eu ler aqui. Abre para mim agora. Vamos lá. Essa irmãzinha, gente, ela fala assim: "Eu posso ir pra sua casa com você? Nasci por meios de mãos talentosas de mãezinhas refugiadas do campo de Desaleca, no Malauí. Agora você já sabe de onde eu vim. Eu vou lhe fazer o pedido a padrinha, a minha irmã, que ainda está lá no campo. Por favor, acesse www.fraternidadesfronteiras.org.br. BR. Bom, gratidão, gratidão. E está aqui subindo a escada e sempre lembrando, sempre lembrando, nós temos também um almoço aqui. Eu vi que tem um pessoal fazendo churrasquinho e através da nossa querida irmã, opa, minha irmã caiu, Rosiane da Expor Mulher, tá? Todos os estantes maravilhosos, temos nossas camisetas. Então, por favor, compareçam aqui à esquerda. Mas antes de vocês saírem para o nosso intervalo, eu vou chamar o irmão, um irmão muito querido. Esse irmão, eu falo para vocês, eu não queria reencarnar. Aí falaram assim: "Olha, mas esse irmão, seu amigo, já está lá embaixo. É o nosso querido Romero Moreira. Se não fosse ele, eu não estaria aqui. Então ele vai falar da nossa da nossa querida. Olha, essa querida eu falo porque é amor sem dimensão. Esse amor sem dimensão, gente, é um amor. Eu falo assim, um amor de mulher, porque tem que tá no nosso coração. Então, com vocês, Romero Moreira. Eh, boa tarde, gente. Eh, uma alegria estar com vocês e para nós que fazemos o projeto Amor em Dimensões, Microcefalia, eh, tem um significado muito importante, tá? Em Goiânia. Aqui começou essa caminhada de 8 anos que hoje atende mais de 200 crianças com microcefalia espalhada por todo o Brasil e que começou exatamente aqui em Goiânia

icado muito importante, tá? Em Goiânia. Aqui começou essa caminhada de 8 anos que hoje atende mais de 200 crianças com microcefalia espalhada por todo o Brasil e que começou exatamente aqui em Goiânia 2017 quando tínhamos um surto de microcefalia recém descoberto, crianças nascendo com deformidades graves, muitas indo a óbito. um desespero bem grande das gestantes. E lá na Paraíba, a médica Adriana Melo, uma das voluntárias hoje da Fraternidade Sem Fronteiras, tinha feito a descoberta da doença e estava em contato com grande parte dessas mães e dessas crianças e o desespero de ajudar sem ter como. é uma médica que não tinha os recursos necessários para criar a entidade, a instituição com o os tratamentos necessários. Então ela dizia: "Eu não sei mais o que fazer. Não posso todo dia chegar no serviço público e lá na minha clínica um monte de gestante, um monte de mãe com sua com suas filhas pedindo ajuda, porque os médicos não sabiam nem como tratar a doença que acabava de chegar. Então, era um tempo bem difícil e nessas horas de desespero, eh, Rossandro, conversando com ela, disse: "Vamos tentar fazer uma associação e montar um projeto para ajudar essas mães, mas era muito difícil." E ele, uma das ideias foi era mais ou menos final de dezembro e tinha o Congresso Espírita de Goiás. no carnaval. Então, fizemos o projeto e partimos para cá. Quem se decide ser voluntário e trabalhar em causas eh humanitárias tem sempre seus testes. Logo na saída no Recife, a gente comprou um voo direto Recife, Goiânia, era carnaval, houve um overbooking lá da companhia e a gente já estava embarcado, demorava, demorava e esse voo não saía. Ela disse: "Isso não é para eu ir, ela morre de medo de avião". Aí disse: "Eu não vou, isso não é para eu ir". Eu disse: "Olha, a gente decidiu fazer um trabalho, então tem os testes, estamos aqui, vamos, vamos ficar". E o voo foi desviado paraa Fortaleza, minha gente. A gente ia descer para cá. O voo foi desviado subindo no sentido contrário. Fomos a

trabalho, então tem os testes, estamos aqui, vamos, vamos ficar". E o voo foi desviado paraa Fortaleza, minha gente. A gente ia descer para cá. O voo foi desviado subindo no sentido contrário. Fomos a Fortaleza porque tinha 25 passageiros que ficou lá no saguão de um voo que não deu certo lá da Azul, não sei como, e embarcaram esse pessoal nesse voo e o voo foi desviado paraa Fortaleza. Descemos em Fortaleza, reabastecemos para poder descer paraa Goiânia tudo de novo, mas chegamos. E Rossano cedeu a ela parte da palestra dele no Congresso aqui em Goiânia. E daí mudou tudo, porque foi daqui que saiu, saíram os primeiros recursos para que a gente construísse a clínica de fisioterapia e a que todas as outras terapias que são oferecidas eh no projeto Amor sem dimensões. Eu não tô conseguindo passar aqui, não sei se tem que ligar. Agora sim, agora vai. Pronto. O ponto de partida foi esse trabalho científico, que é o primeiro trabalho científico publicado no mundo, que faz a associação dos icavírus como causa do surto de microcefalia no Brasil. Eh, essa vista da ISOG é associação Internacional de Ultrass e ela tem 25 anos. Nos últimos 25 anos é o é o artigo mais lido de toda a revista. E tínhamos esse problema, o as crianças para tratar não tínhamos recurso e acontecia o seguinte, tínhamos os uns ambulatórios lá na Paraíba e tinha em outros lugares que era era uma coisa muito drástica. Tinha uma gestante que tinha suspeita com uma filha às vezes de 30, 40. Aí uma fazia o exame, não tinha doença e saía feliz. Mas a que a cular saía uma com diagnóstico que o filho tava acometido do zica. Aí era um pânico na numa recepção onde tinha 30 grávidas e logo nas primeiras uma ou duas já estavam com a doença. Elas já estavam ali por suspeito. Então era provavelmente que ia acontecer. E era essa essa essa foto é de uma de uma de uma fotógrafa Maira Herrich lá de de Recife. Ela capturou justamente uma dessas mães quando saiu que recebeu diagnóstico que seu filho tava acometido do Zica.

ra essa essa essa foto é de uma de uma de uma fotógrafa Maira Herrich lá de de Recife. Ela capturou justamente uma dessas mães quando saiu que recebeu diagnóstico que seu filho tava acometido do Zica. E era essa imagem que motivou todo esse trabalho, que não só hoje é referência para o diagnóstico, para o tratamento, porque a gente pesquisa e no lá em Campina Grande, no IPESCO e depois também na segunda unidade que por um ato assim de de ousadia e de coragem de nosso amigo que tá aqui sentado bem quietinho, mas foi ele que fez a unidade de Belo Horizonte, que hoje atende 100 crianças, vou fazer a unidade em Belo Horizonte, lá no congresso da Fraternidade de Belo Horizonte. E não foi só uma coisa da boca para fora, funciona até hoje e só cresce. E é uma maravilha. Essa era a situação que tínhamos. Então esse era o congresso. Tudo que tínhamos era um computador, computadorzinho velho. E essa máquinazinha amarela que eu fiz questão de botar ali, porque o seguinte, era tudo que a gente tinha. Nem eu sabia operar direito uma máquina desse cartão de crédito, nunca tinha pegado n. E assim, o pessoal entrava Adriana, dava os parabéns porque fez a descoberta, era uma cientista, não sei o que, não sei o que. Ela disse: "Parabéns, não ajuda minhas crianças". Aí pegava máquina dentro, "Faça uma doação pra gente poder tratar". E foi daí que nasceu essa ideia do amor sem dimensões. Hoje temos o alojamento, temos tratamento, fisioterapia, terapia ocupacional, funaldiologia, eh otorrino, oftalmo, neuropediatria, ortopedia. A gente faz o acompanhamento dessas crianças e é o grupo que menos tem óbito no de todos os grupos que tratam crianças com microcefalia no Brasil. Eu vou passar rápido que eu tenho pouco tempo. E uma coisa, fazer parte da fraternidade, como disse nossa amiga Daniela, é todo dia você ter uma rachadura no seu coração, porque você aprende a olhar de lado. E como a gente até então tinha o coração de pedra, como eu falo por mim, né? Porque ser fraternidade é você mudar.

todo dia você ter uma rachadura no seu coração, porque você aprende a olhar de lado. E como a gente até então tinha o coração de pedra, como eu falo por mim, né? Porque ser fraternidade é você mudar. E ser voluntário da fraternidade não é trabalhar pros outros, não. A modificação maior que existe é em nós mesmos. E a gente aprende a olhar todo dia para o sofrimento de uma criança, de qualquer pessoa. Isso transforma muito pelo exemplo desse grupo. E eu que trabalho, eu sou, eu sou da área jurídica, eu trabalho há muitos anos com com empresas, com comos e outras coisas, vendo processos e outras coisas, mas de testemunho aqui eu nunca vi um grupo de pessoas liderado por pro nosso amigo Wagner, né? que trata com tanta seriedade a doação de cada um e a dor de cada um que ele atende. É, é diferente. Eu acho que toda pessoa que puder se aproximar da fraternidade vai ter um ganho de sua vida muito grande, porque transformou a minha família. Nós não tínhamos essa essa essa coisa de de trabalhar no pelos outros, trabalhar no social. Isso é tem muito muito clichê, né? Mas na realidade é aprender a olhar pro semelhante, que é o básico de nós que se dizemos cristão, né? Tem que olhar de lado. E olha, todo o trabalho do amor de Missões, inclusive na pandemia, a gente converteu todo o recurso que a gente tinha, já que as crianças não podiam vir para o tratamento porque estavam isoladas em casa, né? em cesta básica e kits de a gente fazia kits de de higiene com água sanitária, com álcool, com máscara pra família toda para tentar proteger e graças a Deus na pandemia a gente não perdeu uma criança. Esse é o exemplo do trabalho, dos voluntários que foram chegando, do Ran Eric que nos ajudou, que criou as primeiras caravanas para o amor sem dimensões, levou caravanas de odontólidade que sai de todos os cantos do Brasil pagando suas passagens, levando seu material odontológico para atender nossas crianças lá na Paraíba. Isso transforma a todos. Aí, ó, isso aí foi uma das savanas de

ue sai de todos os cantos do Brasil pagando suas passagens, levando seu material odontológico para atender nossas crianças lá na Paraíba. Isso transforma a todos. Aí, ó, isso aí foi uma das savanas de odontologia que chegou com gente de São Paulo, gente do Paraná, gente daqui, gente de todo canto, até lá perto do Recife tinha uma coisa. E esse é o sentido do trabalho da gente. Uma a diferença entre uma criança assistida e uma criança que não foi assistida, o antes e o depois e e o durante, porque essas crianças estão todas aí, a gente ainda tem muito o que fazer por elas, porque se para o tratamento elas regrem na qualidade de vida e a gente busca que isso não aconteça. Esse é o nosso trabalho. a unidade de Belo Horizonte que agora inauguram numa nova sede, que com esse grupo tem ali que veio com com o Andrei que nos trouxe também o Marcos e trouxe tanta gente. Eu eu queria nem falar de de nome porque são tantos que nos ajudam, os voluntários vão chegando, as pessoas conhecem a gente que a gente nem sabe, mas conhece pelo nome, diz: "Olha, eu vi o seu trabalho, a gente fez isso, fez aquilo". É tão interessante isso. E a gente se envolve. Eu fui ao malário e partilhei com Patrícia, com Patrícia, com Daniela, com com Andrei e tantos outros a situação de lá. E é diferente você quando volta, você não é o mesmo. Por isso que eu acho que quem puder não deixe de ir. Não é só a importância. É claro que ser voluntário não é simplesmente você tá trabalhando, você tá aqui, tá ali. Quando você volta seu pensamento para uma causa social e vibra a gente que isso é bom, já é uma ajuda. Porque a gente tem que falar que a espiritualidade, a vibração tem força, ela está ao nosso lado. Na hora que você faz o que pode, tanto a padrinha no que você puder, mas que repercute, que diz: "Olha, esse trabalho é bom". e que você se alegra quando vê alguém que é voluntário, que tá feliz porque tá fazendo seu trabalho, você já está contribuindo, porque você está melhorando nossa psicosfera, né? Você tá

abalho é bom". e que você se alegra quando vê alguém que é voluntário, que tá feliz porque tá fazendo seu trabalho, você já está contribuindo, porque você está melhorando nossa psicosfera, né? Você tá vibrando também naquela mesma energia. E é isso que eu trago. Fomos à África num tempo difícil porque o vírus, o vírus do Zica veio de lá e a fraternidade trouxe uma mãe com uma criança com acometida de microcefalia por Zica. passou conosco aqui 7 meses e voltamos para trabalhar com outras e para levar a experiência brasileira do que a gente tinha na época da ciência para as autoridades de Angola para que eles pudessem também acompanhar e dar tratamento a muitas crianças que tem lá hoje. Hoje nós fazemos um trabalho online com crianças de Angola. os nossos fisioterapeutas ensinam terapias e o projeto ainda da alimentação, os remédios, a a gente tem que custear a internet, às vezes o celular para as mães poder acessar todas as semanas eh as as sessões online com os nossos fisioterapeutas, sabe? Que tem melhorado bastante a condição das crianças de Angola, apesar da gente não poder dar o tratamento que a gente dá no Brasil. Essa aí é a nossa visita lá em Angola. E um símbolo que a gente tem essa é a primeira paciente do mundo, que foi a descoberta foi feita pelo idiótico dessa criança Catarina, ainda intraútero. Se ela não tivesse sido tratada, ela não tinha chegado onde chegou, porque o maior especialista em sério fetal do mundo, um da Universidade de Tela David, disse que essas crianças não iam nem sentir o toque da mão dos pais. iam ser vegetativas, mas a gente acreditou que a gente tinha que fazer o que era possível. E hoje tá aí Catarina, essa aí Catarina com 8 anos, agora com nove ela tá na escola. Então é isso que a gente percebe e tudo isso não existe por conta de Dra. Adriana Melo, nem por conta de Rossandro. nem por nome nenhum. Existe porque somos um grupo, porque estamos juntos em fraternidade. Então eu convido todos a acessar, a chamar seus amigos, seus vizinhos. Vamos acessar o site da

a de Rossandro. nem por nome nenhum. Existe porque somos um grupo, porque estamos juntos em fraternidade. Então eu convido todos a acessar, a chamar seus amigos, seus vizinhos. Vamos acessar o site da fraternidade e ver que maravilha existe ali. É a prática de tudo que a gente aprende nas nossas casas espíritas. Vamos praticar, porque eu acho que aí é a gente se transforma muito mais do que simplesmente lendo ouvindo os outros, né? É isso que queremos, fazer essas crianças sorrir. E para finalizar, a gente tá na hora do almoço, eu queria só convidar a todos para com nossos companheiros de Aracaju, vamos ter o nosso encontro como esse agora 18, 19 de outubro lá em Aracaju, que eu brinco muito com o pessoal que é muito atuante de lá, as meninas que são bem próximas da Bahia. M Aracaju na Bahia elas ficam com raiva, mas porque é uma fusão das baianas com as Sergipanas e estão fazendo, vão fazer um um encontro muito legal lá também. convidar a todos e obrigado. Gratidão, gratidão nosso irmão Romero Moreira com amor sem dimensões. Nós não temos que ter dimensões, nós temos que ter este amor que nós assistimos aqui, sentimos e como o nosso irmão acabou de falar, nós temos que traçar, fazer nossa casa mental, irradiar amor. Vamos tentar, se a gente não consegue, hoje à noite cada um de nós vamos mentalizar cada lugar que apareceu aqui, cada local da África. Vamos chegar aqui e vamos pensar: "Olha, eu estou aqui disponível para trabalhar porque nós temos irmãos no plano que necessitam do nosso ectoplasma para que a gente possa trabalhar, para que a gente possa ter força, ânimo. A gente quer chorar, mas nós temos que ser fortes. Vamos nos disponibilizar de todas as formas. Se você é de uma casa, de qualquer casa, de qualquer religião, entre em contato através daí do www.faternidadesfronteiras.org.br. Se ofereça, seja um padrinho, seja um divulgador, se qualquer casa, qualquer local precisar da voz que Papai do Céu me mandou, né? Acesse bem locutor através do Instagram. Eu faço gravações

as.org.br. Se ofereça, seja um padrinho, seja um divulgador, se qualquer casa, qualquer local precisar da voz que Papai do Céu me mandou, né? Acesse bem locutor através do Instagram. Eu faço gravações para vocês. Eu faço o que precisar com a voz para apresentar um trabalho, qualquer trabalho de amor, qualquer trabalho de caridade. Olha, eu recebi agora aqui podcast Despertar. Acessem podcast Despertar. Lá estará divulgando a nossa fraternidade sem fronteiras. Então, para que a gente possa sempre lembrar, você que está com fome, você que quer adquirir um presentinho, você que quer ter a nossa camiseta, subindo aqui, você pode se alimentar e pode adquirir. E sempre lembrando também que o nosso eh o nosso almoço também ainda tem disponibilizade, disponibilidade aqui no Novais Hotel. Procurem a Lívia ou a Priscila, tá? para adquirir o convite e o ticket. Então, daqui a pouco nós retornaremos com a palestra A Fraternidade. Opa, calma, muita calma. Nesta hora temos mais um anúncio. >> Ah, pode ir direto no hotel que ainda tem vaga, tá? OK. para quem não adquiriu o convite ainda. Então nós vamos dar o início ao nosso intervalo e às 13:29 retornaremos com o tema Fraternidade, a linguagem sagrada da humanidade com Letícia Talarico. Um bom almoço e uma boa tarde a todos. Gratidão.

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