As Dimensões do Espírito Imortal e o Plano Existencial | 14
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Boa noite a todos. Vamos dar início à nossa atividade do livro Novas Mensagens, Coisas Pequenas. Não subestimes o valor das coisas pequenas. Coloca-te no lugar de quem caminha sós pelo deserto e reconhecerás a importância de simples gota d'água. Imagina-te na posição daquele que é castigado pela fome e constatarás a importância de singela migalha de pão. Põe-te na situação de quem sofre com fortes dores e aprenderás a importância de simples analgésico. Assim também no campo moral, uma gota de paciência, uma migalha de solidariedade, um ato de compreensão e simpatia muitas vezes representarão a diferença entre a luz e a sombra. Jesus, quando esteve no mundo, operou fenômenos admiráveis e proferiu discursos inesquecíveis. Entretanto, recorreu ao exemplo de simples grão de mostarda para ensinar que nenhuma virtude, por menor que pareça, deve ser desprezada. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, rogando a ele que nos abençoe a todos. Mestre amigo, abençoe-nos, Senhor, em mais esta noite em que refletiremos acerca do plano existencial que todos nós trazemos para cumprir enquanto estamos encarnados no mundo. para-nos para que possamos prosseguir conscientes de que o caminho a ser percorrido é um caminho que nos convida a uma profunda amor pela lei do trabalho, de modo que nós possamos progredir sempre conforme a consciência cósmica nos convida. Ser conosco, Senhor, hoje e sempre. Gratos por tudo. Prosseguindo com o estudo reflexivo das dimensões do espírito imortal, nós estamos trabalhando o módulo um, as dimensões do espírito imortal e o plano existencial. Na noite de hoje, nós trabalharemos o 14º Encontro, Limitações que obstaculizam a realização do plano existencial. O objetivo é refletir sobre as limitações que trazemos que obstaculizam a realização do nosso plano existencial, propósito e programa existenciais. Antes, vamos meditar sobre o plano existencial. Vamos fechar os olhos. Entre em contato com você mesma em essência, buscando sentir-se um espírito imortal.
stencial, propósito e programa existenciais. Antes, vamos meditar sobre o plano existencial. Vamos fechar os olhos. Entre em contato com você mesma em essência, buscando sentir-se um espírito imortal. Filho de Deus, aprendiz da vida, quais as limitações que você sente que tem e que dificultam a realização do seu plano existencial? O que você percebe em si mesmo que lhe impede o desenvolvimento das virtudes do seu propósito, que dificultam a realização do seu programa existencial. Deixe seus pensamentos e sentimentos fluírem, evitando qualquer mascaramento num processo de autoengano. Seja verdadeiro ou verdadeira com você, analisando-se com autenticidade. Gradualmente vamos voltando ao estado de vigília para reflexão doutrinária. Começaremos as nossas reflexões com o livro Dias Felizes do Espírito Honório, as mensagens 13 compelidos a auxiliar e 26 esforço próprio. Psicografia de Alfre Stefanini I da editora Espiritizar. Nessas duas mensagens, o mentor coloca uma das dos maiores obstáculos paraa realização do plano existencial, que é a preguiça moral. A preguiça moral é um grande obstáculo paraa realização de qualquer questão que auxilie o espírito a se desenvolver na vertical da vida. Então, nós veremos nas reflexões que essas duas mensagens nos propõem, o que é essa preguiça moral e que nós podemos fazer para nos libertar dela. A soberana lei de harmonia de Honório, em conjugação intensa com a lei de justiça e lei de igualdade, conclama ao ressarcimento os corações que se afastam dos deveres de caridade. Nós temos visto, vimos toda a programação do da reencarnação do sejeso, do espírito sejesismundo. O quanto esse espírito se afastou da lei de harmonia, utilizando a própria lei de liberdade. Nós vimos a o que aconteceu na encarnação anterior, toda a preparação dele para a reencarnação, o trabalho que os benfeitores fizeram para que ele pudesse reencarnar e com objetivo, como diz Honório, o ressarcimento perante a própria consciência. Todos nós que estamos encarnados em algum nível
, o trabalho que os benfeitores fizeram para que ele pudesse reencarnar e com objetivo, como diz Honório, o ressarcimento perante a própria consciência. Todos nós que estamos encarnados em algum nível estamos sendo convidados a ressarcir eh o os a nosso afastamento dos deveres de caridade para conosco e para com o nosso próximo. Em algum nível, todos nós estamos nesse mesmo, nessa mesma condição. Pela lei de liberdade, todos têm direito às próprias escolhas, podendo utilizar-se do tempo para o autoaprimoramento ou malbaratá-lo em escolhas infelizes que criam os efeitos dolorosos na trajetória do espírito imortal, sendo compelidos pela lei de responsabilidade a tomarem consciência das próprias escolhas. Então aqui o mentor fala de das duas leis que nós temos trabalhado intensamente em vários encontros desse módulo. Todos nós somos livres para fazermos as nossas escolhas, mas responsáveis por todas as escolhas feitas. E todas as escolhas vão ter consequências. Se fazemos escolhas em sintonia com a lei de harmonia, com a lei de amor, justiça e caridade, as consequências dessas escolhas amorosas, justas e caridosas serão do mesmo teor. Se fazermos escolhas que nos afastam da lei de harmonia, nos afasta do amor, da justiça e da caridade, essas escolhas infelizes vão gerar os efeitos dolorosos na trajetória de todos nós. Então, o plano existencial, como nós vimos no nosso encontro passado, ele é um planejamento, é um plano. Nós vimos as orientações do mentor Alexandre, que nos convida a refletir do o plano como uma eh um mapa que nós traçamos antes de encarnar. E quando estamos reencarnados vamos ser convidados a trilhar o caminho que traçamos. Será sempre um convite. Por quê? As leis divinas são de que tipo? Quais são as questões atinentes à lei divina que sempre vai acontecer? está no texto, hum, são justas, está ligado à justiça, mas são sempre de liberdade de escolha, né? Por isso que nós falamos tanto em convite. São convites diretamente às nossas consciências, mas são sempre convites.
hum, são justas, está ligado à justiça, mas são sempre de liberdade de escolha, né? Por isso que nós falamos tanto em convite. São convites diretamente às nossas consciências, mas são sempre convites. Então, todos nós temos o convite para cumprir o plano existencial. E aí o mentor coloca de uma questão muito importante no nesse cumprimento. O que que ele está colocando aqui de significativo? Além das duas leis que ele aborda, ele coloca uma coisa, algo muito significativo na realização do plano existencial. O que que ele está dizendo? As escolhas. As escolhas que está ligado à lei de liberdade. Que mais? As escolhas infelizes que causam efeitos dolorosos. Aham. Escolhas infelizes que causa feito dolor dolorosos. Isso é importante, mas tem uma coisa muito mais importante, hã, o tempo, o tempo reencarnatório. Quando nós reencarnamos, nós vamos ter um tempo pré-definido. Esse tempo pode ser ampliado, dependendo da pessoa, ou até abreviado. 40, 50, 60, 70, 80 anos. menos, mais de acordo com as necessidades do espírito, nós vamos ter um tempo pré-programado. E aí o ben o mentor fala que podemos utilizar do tempo para o autoaprimoramento, cumprindo o propósito, o programa ou malbaratá-lo em escolhas infelizes. Então, utilizar bem a lei de liberdade com discernimento, exercitando discernimento e usar bem o tempo ou perder o tempo, malbaratando esse tempo, deixando aquilo que está programado para fazermos nesta existência para uma nova existência. Nós que aqui estamos, já fizemos isso alguma outras vezes, deixamos questões de uma existência para outra, complicamos os nossos propósitos, nosso programa. Muitas vezes nós já fizemos isso. Então, o grande convite nesta existência, mais uma vez e agora com o conhecimento da doutrina espírita é de utilizar bem o tempo reencarnatório no nosso autoaprimoramento. É sempre bom lembrar, sempre é será um convite da divindade para nós que nós podemos aceitar ou não. Continuemos como honor. Somente a entrega à lei de cooperação em sintonia com a lei do trabalho,
o. É sempre bom lembrar, sempre é será um convite da divindade para nós que nós podemos aceitar ou não. Continuemos como honor. Somente a entrega à lei de cooperação em sintonia com a lei do trabalho, acendendo a presença da lei de reparação na alma, pode ressignificar os equívocos morais na intimidade. Vejamos aqui, o mentor tá colocando num parágrafo bem curto três leis muito significativas. Qual é o sentido dessas três leis? Primeiro, lei de cooperação. Cooperação em em que sentido? Qual que é o significado da lei de cooperação? E que virtude está ligada à lei de cooperação? Alguém arrisca, dá uma opinião? Estão muito quietos. seria seriam eh ações que tenham utilidade eh nas experiências que a pessoa passa, na que a pessoa tem mais ou menos se tem a ver com as experiências que a pessoa vai ter a pessoa escolher de forma cooper eh eh sintonizar para cooperação as criatividades que tenham utilidade. Isso. Exatamente isso, Jéssica. A lei de cooperação nos convida a cooperar com quê? Com a comunidade que nós vivemos, onde nós vamos realizar o programa existencial. Não é na família, na sociedade, no trabalho voluntário, no trabalho profissional, em todas as atividades que fazemos. Então, qual é a lei que vai nos convidar a realizar tudo isso? Além da lei de das leis de sociedade, lei de solidariedade, nós temos a lei de cooperação. O próprio desenvolvimento do programa existencial é um trabalho de cooperação, de colaboração uns com os outros, para que auxiliemos uns aos outros nesse processo. É possível sintonizar com a lei de cooperação sem conexão com a lei do trabalho? Não, porque é o próprio trabalho que vai nos levar à cooperação. Não é mais cômodo permanecer numa indiferença em relação a tudo. É, o indiferente não trabalha nem o seu interior, nem para a melhoria da comunidade onde está. Então ele ele se nega a trabalhar, entra no processo de preguiça e não coopera para a melhoria de si mesmo e a melhoria do próprio ambiente onde ele se encontra. Então, quando nós nos negamos a lei de
Então ele ele se nega a trabalhar, entra no processo de preguiça e não coopera para a melhoria de si mesmo e a melhoria do próprio ambiente onde ele se encontra. Então, quando nós nos negamos a lei de cooperação e a lei do trabalho, o que que vai acontecer com a lei de reparação? A pessoa repara, não, ela vai retornar para a dimensão espiritual. às vezes até com mais débitos, como nós veremos vários casos a partir da semana que da próxima nosso próximo encontro, nós vamos ver vários casos de pessoas que se negaram a cooperar, a trabalhar e por isso, em vez de reparar, a retornaram para a dimensão espiritual com mais débitos ainda perante as próprias consciências. Vou ver vários casos de espíritos que se recusaram a isso, outros que fizeram parcialmente e outros que fizeram todos os esforços possíveis para cooperar, para trabalhar, reparando os próprios débitos. Vamos ver as três possibilidades. Somos espíritos imortais, cooperadores das leis divinas do universo e sabedores de que somente o bem coopera na reparação do mal, que se torna cada vez menos influente à medida que estabelecemos um convívio habitual com o sentimento de solidariedade perante as necessidades das criaturas irmãs de jornada. Então, aquilo que nós acabamos de falar, quando nós nos colocamos diante da lei de cooperação, exercitando a virtude da cooperação, nós vamos cooperar com as leis divinas para gerar em nós mesmos o bem e a partir de nós o bem da coletividade. Esse é o compromisso que todos nós trazemos para reparar o mal. que já praticamos, seja para nós mesmos, seja para o nosso próximo. Imperoso ressarcirmos na consciência todas as atitudes atrabiliárias praticadas quanto da imposição de nossa vontade egocêntrica, realizando o dever consciencial de respeitar os direitos de outras almas irmãs que convive conosco, compreendendo pela lei de igualdade o quanto é justo esse respeito. para com as demais pessoas, tanto quanto para com nós mesmos, né? Então, novamente, a questão, o que nós estamos aqui para fazer?
o, compreendendo pela lei de igualdade o quanto é justo esse respeito. para com as demais pessoas, tanto quanto para com nós mesmos, né? Então, novamente, a questão, o que nós estamos aqui para fazer? Reparação. Reparação nada mais é do que um ressarcimento perante a nossa própria consciência de todas as atritudes equivocadas que nós tivemos no passado. quando nós impunhamos a nossa vontade às pessoas, o desejo que era simplesmente de eh produzir os a de buscar nossos prazeres sem realmente eh estar nos ocupando com os outros e Sim, de forma egocêntrica, como diz o mentor, simplesmente só pensando em nós. Se optarmos aqui nesse último parágrafo, o mentor coloca uma coisa muito significativa. Se optarmos pela inação indébita, pela preguiça moral, não cooperando com a manifestação das leis divinas em nossa intimidade, a lei de harmonia se encarregará de nos colocar em plano de trabalho e cooperação adequado para o bem maior, ainda que para isso Necessitamos estagiar em planos planetários mais incipientes do que o atual, cooperando, no entanto, com a suprema vontade do criador para auxiliar irmãos nossos em situações primitivas em que já estagiamos nos períodos e da humanidade. Dá para entender a importância do que o mentor coloca aqui? Gente, o que pode acontecer com preguiçoso moral? Se nós renascemos para desenvolver virtudes, cumprindo as leis divinas, desenvolvendo a partir do exercício dessas virtudes, nosso propósito existencial e ao mesmo tempo, auxiliar na comunidade onde nós estamos, no nosso programa existencial para melhorar o nosso nosso mundo. E esse é um compromisso consciencial de todos nós. O que pode acontecer conosco caso nós recusemos o convite? Sabendo que o nosso planeta está mudando de estágio, de expiações e provas para a regeneração. E nós recusamos as nossas expiações, nós recusarmos as nossas provas. Não queremos, não queremos agir, permanecemos na preguiça moral. O que que pode acontecer? Que que o mentor tá dizendo? Exílio planetário. Exílio planetário. Exatamente. Então ele
os as nossas provas. Não queremos, não queremos agir, permanecemos na preguiça moral. O que que pode acontecer? Que que o mentor tá dizendo? Exílio planetário. Exílio planetário. Exatamente. Então ele está falando exatamente disso. nós nos recusarmos por um processo de preguiça moral, como ele diz aqui, a própria lei de harmonia se encarregará de nos colocar em plano de trabalho e cooperação adequado para o bem maior, ainda que para isso necessitemos estagiar em planos planetários mais incipientes do que o atual. com conhecimento espírita isso. O lestor lembra que com conhecimento espírita isso é nos torna mais responsáveis ainda sobre nós mesmos e sobre a comunidade onde nós estamos. Então, preguiça moral é algo que vai nos trazer muita dor, muito sofrimento, caso nós nos recusemos a realizar aquilo que consciencialmente fomos convidados pela vida. Não tem como defraudar as leis divinas sem consequências muito graves para todos nós. Nós podemos sim ser, nós somos livres para fazer as escolhas, como estamos vendo, mas responsáveis pelas escolhas. E toda escolha vai gerar consequências. Então, se a escolha for pela preguiça, nós vamos ser colocados num ambiente em que não vai dar para ter ser preguiçoso, né? Num planeta primitivo, ou você se vira e se mexe, ou você é papado toda hora. Vai ser uma encarnação atrás da outra, virando comidinha de de tigre, de dentes de sabre. Então, então todo preguiçoso no em todos os sentidos vai ser convidado a se mexer. Se ele não começa a trabalhar para cooperar para a coletividade desses seres primitivos que ainda estão na nas cavernas, ele sofre as consequências disso. Então, quem se recusar a se cooperar no planeta onde nós estamos, nesse momento da última hora, de realizar o bem para continuar no planeta Terra, porque aqueles que não quiserem voluntariamente eh realizar o bem, vão ser colocados sim para auxiliar outros espíritos ainda atrasados, como diz o mentor, em situa situações ainda primitivas, mas vai auxiliar por uma questão de
rem voluntariamente eh realizar o bem, vão ser colocados sim para auxiliar outros espíritos ainda atrasados, como diz o mentor, em situa situações ainda primitivas, mas vai auxiliar por uma questão de sobrevivência, inclusive biológica, física. Hum. Oi. Quando nós estávamos refletidos sobre a questão de nós espíritas eh sermos mais responsáveis ainda, pelo fato de conhecermos, né, a de uma forma mais ampla realidade da vida. Uhum. aqui não sei se faz sentido, mas ao mesmo tempo que nós temos uma responsabilidade maior já dentro da verdade universal, nós temos a possibilidade maior também de neste caminho escolher por nos general de ir para o desinto, enquanto outro de nossos irmãos, por ainda tá de fato uma perda entre aspasos olhos Uhum. pela falta de conhecimento, não que porque é grande, mas no sentido de forma análoga uma pessoa espírita como se fosse tirada algumas vendas dos olhos e ela conseguisse enxergar um pouco mais o caminho. Uhum. Aonde ela está andando e enquanto outros a tem uma dificuldade maior de andar. É, a Jéssica lembra da questão de somos mais responsáveis, mas nós temos também mais eh possibilidades por causa de tudo isso que nós já temos para fazer diferente. E é uma realidade, né? Por isso, muito se pedirá a quem muito foi dado, né? Nós temos as obras básicas, nós temos as complementares nos falando de tudo isso que pode nos ocorrer. Se mesmo assim permanecermos na preguiça moral, a não haverá a nossa própria consciência não nos eh facultará uma outra alternativa senão o exílio planetário. A própria consciência vai nos pedir isso. Já vai ser um retrocesso? Não, não. A pergunta muito boa é se isso seria um retrocesso. Retrocesso se nós voltássemos a seres primitivos, nós vamos habitar corpos primitivos os que forem exilados, né? Eu espero que não seja um deles. Eh, habitar corpos primitivos não torna o espírito primitivo. Ao contrário, ele vai, a inteligência, tudo que já desenvolveu vai continuar, só que num planeta primitivo, em corpos primitivos,
m deles. Eh, habitar corpos primitivos não torna o espírito primitivo. Ao contrário, ele vai, a inteligência, tudo que já desenvolveu vai continuar, só que num planeta primitivo, em corpos primitivos, para auxiliar essas pessoas, esses espíritos que estão iniciando a evolução com a própria inteligência que a pessoa vai levar. Por quê? Porque a pessoa se recusou a evoluir moralmente, né? Então, a não há um retrocesso, porque a pessoa vai estar sendo colocada no ambiente próprio para que ela evolua moralmente, já que ela não quis evoluir num planeta mais avançado. Então, a própria lei da harmonia, como diz o mentor, se encarrega de colocar a pessoa no ambiente adequado para ela, porque ela, por vontade própria, por escolha própria, preferiu permanecer na preguiça moral, tá? No cerne de toda a questão aqui já é aquela outra outra mensagem. Nós estamos estudando partes de duas mensagens do mentor no livro Dias Felizes. No cerno de toda a questão está o espírito imortal, superando a tendência ao comodismo, que é impulsionada pela preguiça que sempre espera das forças externas o que deve ser vivamente realizado por esforço próprio ser. Então, vejamos, é um complemento da outra mensagem. O ser humano que se entrega à preguiça moral, se deixa levar para a preguiça moral nesse movimento de comodismo, o que que ele está fazendo consigo mesmo? Que lei que ele está se recusando além da da dessas que nós já refletimos? O mentor fala de uma outra lei aqui muito importante que a pessoa se recusa a a praticar. está ligada à lei do trabalho. Essa lei hã está ligado à lei do progresso também, mas não é a lei do esforço, a lei do porque todo o progresso moral, aliás, como o progresso intelectual, o intelecto moral vai ser sempre realizado por meio do esforço. Quando nós nos recusamos a fazer esforços, é porque nós estamos desintonizados da lei de amor, justiça e caridade, da lei do trabalho, da lei do progresso, de todas essas leis, por uma questão bem prática, que é o esforço que recusamos. Então, é o que o mentor
mos desintonizados da lei de amor, justiça e caridade, da lei do trabalho, da lei do progresso, de todas essas leis, por uma questão bem prática, que é o esforço que recusamos. Então, é o que o mentor coloca aqui. Eh, a pessoa que está no processo da preguiça sempre espera que forças externas resolvam o problema dela. Então, ela fica acreditando que um dia desses tudo vai resolver, vai se resolver. Uma hora dessas as coisas vão estar tudo muito bem, sem fazer os esforços de aprimoramento que a vida convida. A lei de liberdade mostra com justiça e exatidão que somos livres para cruzar os braços e que basta a escolha de não cumprir as leis e já nos encontramos contrariando-as no imo da alma. Não poderemos, entretanto, escapar das consequências de nossa livre escolha. Novamente, liberdade, responsabilidade, causa efeito. Não há como. Podemos cruzar os braços, mas haverá consequência. Agora vamos só antes de prosseguirmos, refletirmos um pouco nessa consequência da nossa livre escolha, porque o exílio planetário, por mais que ele seja ainda um convite pro espírito evoluir e crescer e auxiliar outros espíritos, não deixa de ser um processo eminentemente doloroso. Então, o que que nós trocamos? décadas de esforço por séculos, que milênios de dor e de sofrimento num planeta primitivo. Se nós estudarmos o livro Missionários da Luz, eh, Missionários não, a Caminho da Luz, Demânio que fala dos exilados que vieram de Capela para a Terra, eles ficaram milênios aqui antes de retornar para o planeta de origem. Quando vieram reencarnar na Terra, a Terra ainda nem o Homo Sápiens havia essa espécie. Estávamos na época do homem de Neandertal. E aí os próprios capelinos que fiz que promoveram as mutações que geraram o Homo Sapiens. Então é um nível muito primitivo, é a mesmo nível o planeta que está recebendo os exilados da Terra a mesmo nível que a Terra era estava naquela época. Nós não vamos para um planeta que já está terminando o seu ciclo de expiações e provas. Os exilados da terra vão para um um que está
ilados da Terra a mesmo nível que a Terra era estava naquela época. Nós não vamos para um planeta que já está terminando o seu ciclo de expiações e provas. Os exilados da terra vão para um um que está iniciando, que está ainda na fase primitiva, que vai iniciar a fase de expiações de prova, porque senão troca seis por meia dúzia. Então, é isso que são as consequências que o mentor fala aqui, a, as consequências da nossa livre escolha, trocar décadas de trabalho interior por séculos, talvez até mais de séculos de sofrimento. Cadê o Liber? Tá, tá tendo um probleminha aqui, não sei o que que é. Oi, pode falar. Essas forças externas que o mentor se refere, tá ligado também ao fato de quando nós começamos a nos movimentar para criar novos hábitos em nossas vidas, nós eh queremos que esses hábitos já sejam agradáveis. Tava com problema aqui na tela, mexer. Imortis. Uhum. Quando eu vou construindo, eu quero construir, estou me movimentando, fazendo aquele pequeno esforço para construir um ato mortal na minha vida. E aí eu espero que esse esse esse início seja agradável. E aí e eu me desanimo, eu fico frustrada porque eu sinto um certo desconforto, um certo desprazer. E aí eu eu busco e forças externas aconteçam para que um dia eu crie esse hábito imortal. Uhum. Que na verdade todo o início de um hábito, ele é de uma certa forma desagradável até que realmente se torne um hábito e eu sinta prazer. Faz sentido. Uhum. Faz sentido. É, vamos só resumir o que a Jéssica falou. Muitas vezes nós nos queixamos eh em relação à própria vida a de a respeito dos hábitos saudáveis, dos hábitos do espírito imortal que somos convidados. Mas por quê? Até se criar um hábito num primeiro momento não vai ser realmente prazeroso. Todo o processo de exercício de virtudes num primeiro momento, não é prazeroso, porque é um hábito para a ser desenvolvido, né? Mas com o passar do tempo, com os os benefícios, os as bênçãos que isso tudo nos traz, vai se tornando cada vez mais eh prazeroso tudo isso, né? Então, o
orque é um hábito para a ser desenvolvido, né? Mas com o passar do tempo, com os os benefícios, os as bênçãos que isso tudo nos traz, vai se tornando cada vez mais eh prazeroso tudo isso, né? Então, o convite consciencial é esse de superar a preguiça moral para vivermos a o esses hábitos do espírito imortal que faz esforços. Oi, pode falar. A gente ouvindo somente essa questão do exílio, nos dá uma impressão de que seja uma coisa muito distante, não esteja acontecendo. Aham. É, o Nestor fala quando a gente ouve falar do exílio, parece que é uma coisa muito distante que não esteja acontecendo. Na verdade, o exílio planetário está em franca eh ocorrência. Eh, muitos espíritos estão sendo exilados às centenas, milhares pelo planeta fora. Por enquanto estão sendo exilados os espíritos bastante impedernidos no mal. Mas aqueles que se recusarem a fazer o bem no limite das forças também poderão sofrer exílio num segundo momento em que a Terra já iniciando a sua fase de regeneração, eh continuarmos com pessoas que estejam focadas na preguiça, como diz o mentor. Então, não é algo que está distante de nós, está muito próximo. Se caso permanecermos na preguiça, o inverso também é real, pois quando o espírito imortal impulsiona em si toda a vontade de trabalhar, as leis se movimentam na própria consciência para cumprir a vontade do espírito. Olha como é interessante isso. Quando nós nos recusamos a fazer esforços, a própria preguiça nos mantém nessa inércia. Quando nós decidimos por fazer os esforços, essa vontade de trabalhar se movimenta dentro do espírito. Por quê? Tem uma força que nos faz fazer isso. Que força é essa? A força endoevolutiva associada à força autoevolutiva, aquela que eu quero melhorar com a força endoevolutiva que provém de Deus, o que acontece? Todo um processo de movimentação dentro do espírito vai ocorrer no sentido da sua melhoria. O progresso realizado é sempre uma somatória da força suprema do Criador com o esforço relativo da criatura. O Senhor da vida sempre está realizando
do espírito vai ocorrer no sentido da sua melhoria. O progresso realizado é sempre uma somatória da força suprema do Criador com o esforço relativo da criatura. O Senhor da vida sempre está realizando tudo que a sua previdência e providência podem cumprir a favor do Espírito, menos impedi-lo de escolher os próprios caminhos. Esse é o compromisso de cada consciência impossível de transferir-se para outrem, mas recompensador quando aceito por livre e espontânea vontade. Olha como é bonito isso, né, que o benfeitor coloca. Então, a força indovolutiva é a força suprema do criador, que quer que todos nós sejamos o quê? Felizes, né? Deus quer a nossa felicidade. Só que a nossa felicidade não vai ser dada por Deus, ela é conquistada por nós com o auxílio do criador. Então, sem o esforço relativo da criatura, Deus não pode impedir o nosso livre arbítrio, né? Ele pode porque ele é onipotente, mas ele não faz isso porque ele é a suprema inteligência do universo. Então, quer que nós façamos as escolhas por nós mesmos. Então, eh, como diz o mentor aqui, a providência, a previdência divina está sempre atuando em favor do espírito. Agora, nunca vai impedir de escolher os próprios caminhos. Então, se nós optarmos pela preguiça moral, não quisermos fazer os esforços para nos transformar pelo bem, podemos, sem sombra de dúvida, todos nós podemos, mas não convém. É aquilo que o apóstolo Paulo ensina: "Tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém". Agora vamos ver uma outra questão que são as tendências inferiores e a ligação dessas tendências com aquilo que chamamos de de subpersonalidades. Temos aqui a orientação do de Alexandre Missionários da Luz. Nós estudamos isso no nosso nossos encontros passados, quando lhe diz que a criatura terrena herda tendências e não qualidades. Se o espírito reencarnado estima as tendências inferiores, desenvolvê-las há ao reencontrá-las dentro do novo quadro de experiência humana, perdendo um tempo precioso e menosprezando o sublime ensejo de elevação. É a mesma
ado estima as tendências inferiores, desenvolvê-las há ao reencontrá-las dentro do novo quadro de experiência humana, perdendo um tempo precioso e menosprezando o sublime ensejo de elevação. É a mesma coisa que o mentor Honório disse na na em outras palavras no dias felizes que acabamos de ver. Então, nós podemos utilizar do tempo em nosso favor ou malbaratar o tempo, como vimos no no texto do Honório. Aqui o Alexandre fala a respeito do tempo também, né, que nós podemos perder tempo eh menosprezando o sublime ensejo de elevação, se nós dermos vazão às nossas tendências inferiores ou utilizar bem desse tempo para transformar essas tendências e oportunidades de crescimento interior. Então, vejamos agora no livro eh espírito imortal, qual a relação que existe entre as tendências inferiores e aquilo que nós chamamos de subpersonalidades. O mentor coloca como subpersonalidade. Esse é um termo da psicologia que o mentor utiliza no livro Eu, espírito imortal, no capítulos 3 e 5 da o livro da editora Espiritizar, psicografia do médium Afro Stefanini I, uma obra eh muito profunda ligada à psicologia, a antropologia, sociologia, várias ciências humanas que o mentor nos eh auxilia a refletir nessa obra. Então ele começa a falar sobre a questão da da personalidade, da persona e do ser essencial. Eh, aliás, ele começa no capítulo um, mas vamos lá pro capítulo 3 e 5. Durante a reencarnação, surge no espírito uma série de fatores que influenciam o seu entendimento da realidade, aguçando essa ou aquela personalidade no comportamento. Então o mentor, tá, ele vai começar a dizer o que acontece quando nós estamos reencarnados. Nós já falamos isso em outros encontros deste módulo. Quando nós estamos encarnados, nós somos um espírito imortal, mas vamos ter uma persona, uma persona transitória. Então, cada um de nós temos um nome, temos um CPF, uma identidade, temos uma família, um pai, uma mãe, temos uma profissão. Tudo isso faz parte da nossa persona, da nossa personalidade, algo transitório,
ão, cada um de nós temos um nome, temos um CPF, uma identidade, temos uma família, um pai, uma mãe, temos uma profissão. Tudo isso faz parte da nossa persona, da nossa personalidade, algo transitório, mas nós somos um espírito imortal. Então, por isso ele diz uma série de fatores que influenciam o seu o entendimento da realidade, aguçando essa ou aquela personalidade. Da mesma forma que nós temos a persona hoje, nós já tivemos várias outras personas no passado, várias outras personalidades. Então, a hoje nós podemos estar num corpo masculino, já tivemos oportunidades em corpos femininos, já tivemos oportunidades em várias profissões, tivemos oportunidades eh de realizar ações eh meritórias e muitas vezes malbaratamos o tempo. Nós já temos toda uma história que compõe as nossas várias personalidades. Quando nós estamos encarnados, as personalidades do passado se manifestam em subpersonalidades. Então, nós vamos ver em detalhes o significado disso. A palavra personalidade vem do termo persona que podemos compreender como sendo ser pronto ou ser formado. Isso não é real, mas era essa era a ideia que os antigos gregos tinham sobre quem era o espírito em sua constituição individual numa tentativa de descobrir em cada ser o indivíduo único e definitivo. Então, na antiga Grécia, o esse termo persona indicava o espírito já completo. O mentor coloca que o espírito nessa condição não está completo. A persona, na verdade, é algo transitório no espírito, mas que naquela época era vista assim. Mas herdamos o termo persona. Continuemos aqui. Na psicologia, a palavra persona, que é extraída do latim em sua tradução de personagem, teve a tentativa de buscar formular o entendimento geral, a compreensão de que, de alguma forma dentro do coletivo somos indivíduos com papéis incomparáveis e únicos. Depois, os tempos atuais, apresentar o termo personalidade. Confunde-se, desse modo, o estado transitório da personalidade com a realidade imortal da individualidade. Então, o que que aconteceu para a
Depois, os tempos atuais, apresentar o termo personalidade. Confunde-se, desse modo, o estado transitório da personalidade com a realidade imortal da individualidade. Então, o que que aconteceu para a psicologia? De um modo geral, as correntes psicológicas falam da personalidade e confunde a personalidade com a realidade essencial. somente as psicologias de caráter transpessoal, de caráter consciencial, que aborda o ser humano como um ser espiritual momentaneamente no corpo, né? O fato de haver a confusão entre a personalidade e a realidade mortal não torna a personalidade aquilo que se acredita que seja, como algo pronto, como algo que vai, que determina tudo para o indivíduo. Na verdade, a pessoa, a persona ou a personalidade é apenas aqui a aquele momento que nós estamos passando enquanto seres imortais. Continuemos aqui que é o assunto é um pouco complexo, mas vai cada vez mais vai ficar mais fácil de entender. Personalidade é composta pelas influências do meio, a biologia do indivíduo e as construções afetivas que teve desde a concepção. O modo pelo qual a estrutura familiar estava constituída e outros fatores de proporções secundárias tomam presença na personalidade. Então aqui o Eonório vai falar sobre como que ela vai ser constituída. Em cada existência nós vamos ter influências do meio, tem os aspectos biológicos, nós vimos isso tudo na reencarnação do seismundo. Vai vão ter as influências afetivas de desde do pai, mãe, eh parentes próximos, eh professores, toda a aquilo que vai ser construída na vida do ser. Mas o o afet trazemos do mundo espiritual, nós vimos isso na reencarnação de seja mundo, o quanto importante os afetos que provém do mundo espiritual. Tudo isso vai auxiliar o espírito reencarnante, reencarnado, construir a personalidade atual para ressignificar as personas do passado. Isso significa dizer que o sentido do ser pronto, que se dava ao entendimento da personalidade em nada tem de pronto quando se fala sobre o espírito imortal. tão somente por estar esse na
do passado. Isso significa dizer que o sentido do ser pronto, que se dava ao entendimento da personalidade em nada tem de pronto quando se fala sobre o espírito imortal. tão somente por estar esse na experiência reencarnatória, pois bem se sabe que há uma longa viagem evolutiva adiante, né? Então, nós somos espíritos em evolução, estamos tendo mais uma persona de das muitas e muitas teremos e das muitas e muitas tivemos. A perspectiva de uma ideia pronta e absolutamente formada é ainda muita muito vigente no entendimento comum. Os encarnados na Terra, em sua maioria, ainda se rotulam ou se intitulam dessa daquela maneira, tomando o transitório pelo permanente, estabelecendo uma estagnação psicológica por não aceitar, em hipótese alguma, as fundamentação, fundamentais mudanças para o seu adiantamento moral diante da imortalidade. Aqui o Nório toca numa uma questão muito importante. Essa confusão entre o transitório e aquilo que é permanente em nós muitas vezes gera uma estagnação. Por quê? Porque a pessoa se identifica com a personalidade, exatamente. Nós nos identificamos com a personalidade transitória e não com a essência divina que somos. E aí aquilo que é o transitório torna-se mais significativo da do que aquilo que é permanente no ser. E a pessoa vai ficar a cata das coisas transitórias. Nós vamos ver nós, a partir dos próximos modos, dos próximos encontros o quanto essa confusão entre aquilo que é primordial no ser, que é ele enquanto espírito imortal, e aquilo que é da próprio da persona gera de interferências para que haja queda do espírito, quando ele valoriza mais a persona do que a essência divina que é então quando a pessoa valoriza mais a persona e ela, por exemplo, como seismundo, encontra alguém que ele tem uma atração, aí essa pessoa está casada, então se ele valoriza a persona, o que que ele vai lá, que que ele vai fazer? Mata o o marido da pessoa para ficar com a própria a esposa viúva, né? Foi o que o Segismundo fez. Nós vimos em detalhes esse caso. Isso é o quê? É uma
na, o que que ele vai lá, que que ele vai fazer? Mata o o marido da pessoa para ficar com a própria a esposa viúva, né? Foi o que o Segismundo fez. Nós vimos em detalhes esse caso. Isso é o quê? É uma valorização da persona. O que importa eu ser feliz agora, mesmo que seja sobre a o cadáver de uma outra pessoa. É a pessoa que confunde o transitório em detrimento daquilo que a pessoa é em essência. Quando nós valorizamos mais a persona, muitas vezes nós vamos fazer escolhas muito equivocadas, porque o foco vai ser no na naquilo que é imediato e não a evolução mediata do espírito, aquilo que vai acontecendo ao longo do tempo. Personalidade é uma composição intimamente ligada à reencarnação por aspectos de tempo, espaço, situação atual no corpo e por todo o patrimônio que o ser traz em sua bagagem intelecto moral. O estudo aprofundado de notáveis psicólogos ao longo do século XX afirma em contribuições incontestes que o avanço do ser humano é inexorável e que seu aprimoramento é ininterrupto e sempre por etapas. Então nós estamos encarnados, temos toda esse patrimônio, como diz o mentor, que que nós herdamos de nós mesmos. da nossa evolução intelecto moral. Estamos sendo formados nessa persona desde o instante da nossa concepção até o momento atual. O espírito está sempre em aprimoramento. Agora, esse aprimoramento é um aprimoramento que vai eh depender principalmente dos esforços que nós fazemos, como nós estamos vendo eh pelos textos. estudados. Na visão vigente dos padrões materialistas, o indivíduo é considerado sob o ponto de vista das influências do meio exterior, mas sob a ótica espírita, o ser é analisado pelos parâmetros de maior ou menor conexão com as leis divinas e consequentemente sobre a sua capacidade de se reconhecer enquanto energia imortal com maior ou menor lucidez sobre a sua filiação divina, né? Então, na visão materialista, o que que importa? O que importa esse momento, usufruir de tudo que existe nesse momento, porque daqui a pouco morre, tudo acaba. Então,
sobre a sua filiação divina, né? Então, na visão materialista, o que que importa? O que importa esse momento, usufruir de tudo que existe nesse momento, porque daqui a pouco morre, tudo acaba. Então, todas as distorções que nós vemos na nossa sociedade vem dessa ideia materialista em que a persona transitória é valorizada em detrimento do espírito imortal que somos. Mas o fato de disso acontecer não torna não nos torna a persona. Nós somos uma realidade essencial e temos uma persona. Então, dentro da visão espírita, o que vai nortear as nossas vidas? A conexão com as leis divinas. Então, quanto mais conectado com as leis divinas, mais equilibrado é o ser. Quanto mais, quanto menor a sua conexão com as leis, mais desequilíbrio, mais vivência da persona confundindo a realidade. A elevada contribuição do espiritismo faculta aos que se esforçam por viver os seus postulados no coração, uma dimensão de atividade na Terra bem mais profunda no que se refere ao aproveitamento do tempo e das experiências. Aqui novamente o mentor fala do tempo, né? Muito muito a ver com o que nós acabamos de ver da questão da preguiça moral. Então, nós estamos aqui para quê? Não para reforçar aspectos da nossa persona. Nós estamos aqui para viver como espíritos imortais. Não é isso? Tem pergunta? Não. Nós estamos aqui para viver como espíritos imortais. Então, todo movimento de desconexão dessa realidade, nós estaremos malbaratando o tempo, como o mentor coloca naquela mensagem que acabamos de estudar sobre a preguiça moral. A noção clara da imortalidade e da e a internalização dessa verdade na consciência de maneira prática e lúcida, oportuniza que o ser psicológico realize uma viagem moral aos arcanos de sua estrutura psicobiosoespiritual. encontra as características factíveis de sua personalidade, que ainda presa à realidade exterior na atual reencarnação, foi estruturada em bases ilusórias que se fixaram em forma de comportamentos inadequados. Então, de uma certa forma, nesse momento evolutivo do planeta e coletivo e
ade exterior na atual reencarnação, foi estruturada em bases ilusórias que se fixaram em forma de comportamentos inadequados. Então, de uma certa forma, nesse momento evolutivo do planeta e coletivo e individual, o que que acontece com relação à questão da personalidade? O que que nós temos vivido em termos coletivos? não é uma distorção de valores, colocando a aquilo que é próprio da personalidade como sendo principal, aliás, como sendo único muitas vezes. E aí, claro que mesmo nós espíritas estamos sobre a influência de tudo isso. Nós estamos sobre a influência desses eh comportamentos inadequados. vai depender de nós estar no mundo, mundo dessa forma, mas de uma forma diferente, de uma forma em que estamos no mundo sem sermos do mundo. é o convite que nós trazemos da nossa consciência, vivermos como espíritos imortais, apesar do mundo que eh dá valor às coisas transitórias, muito mais do que as questões espirituais e existenciais. Nas diversas encarnações, o espírito é influenciado por vários fatores transitórios e sua composição psicológica qualifica e indica as experiências das vidas sucessivas com seus graus de importância particular e peculiar para cada pessoa de maneira única e intransferível. Então, por que que a os fatores transitórios são únicos e intransferíveis para cada um de nós? As experiências que nós já passamos são semelhantes. Cada um passou por experiências únicas, né? Podemos ter alguma semelhança, uma coisa com uma alguém, uma pessoa com a outra, mas são experiências únicas. A nossa experiência nesta encarnação também não é única. Então, é isso que o Bentor tá colocando aqui. Todo ser humano passa por experiências únicas que são intransferíveis. Não temos como transferir a nossa experiência para nenhuma outra pessoa, só nós mesmos. Agora, para que serve tudo isso? Como diz, ele disse, são fantores fatores transitórios. Estamos passando por esses fatores. O convite é de não nos deixarmos levar por esses fatores em detrimento da realidade imortal.
erve tudo isso? Como diz, ele disse, são fantores fatores transitórios. Estamos passando por esses fatores. O convite é de não nos deixarmos levar por esses fatores em detrimento da realidade imortal. Há reencarnações. Fala, Jéssica. Hã, o Honó coloca aí que eh concordando com a psicologia que a os fatores externos influenciam o espírito reencarnado. Uhum. Sim. Eh, essa qual a utilidade dessa, dessas influências em nossa vida? Porque podemos estar pensando assim, pelo menos eu tô me questionando, eh eh que a responsabilidade de eu estar assim ou assado, então é por falta dessas influências. Não, essa é essa é distorção, né? A Jéssica fala, faz uma pergunta sobre qual a utilidade das influências externas na nossa vida. Nós estamos assim o assado por causa das influências? Não, nós estamos assim o assado, de acordo com as escolhas que nós fazemos a partir das influências. Quando nós estamos, refletimos aqui várias vezes sobre as questões de estarmos no mundo, por que que o espírito prova, nós inclusive no no nosso encontro passado, nós refletimos isso na semana passada. Por que que o espírito só vai evoluir, passar pelas provas mais eh intensas no mundo físico? Jéssica, é a melhor forma para que ele possa sear. Sim. Mas e por que que a melhor forma é essa? Por causa das próprias influências do meio. Nós não falamos que é muito fácil viver, é mais fácil, não é muito fácil, mais fácil fazer o bem na dimensão espiritual, quando todos estão buscando o bem. Nós falamos que até para atender ser atendido na colônia nosso lar é preciso uma propensão ao bem, porque senão você a pessoa não consegue eh passar pelas barreiras até para ser atendido como necessitado. Imagina para trabalhar. Lembramos do do caso do Segismundo que ele além de trabalhar ele se arrependeu. Depois ele criou até um posto de socorro nas regiões um bralinas e lá ele atendia a necessidade de muita gente, mas ele precisou voltar pra Terra para com todas as influências, com o processo sensualista que existe na na na Terra,
de socorro nas regiões um bralinas e lá ele atendia a necessidade de muita gente, mas ele precisou voltar pra Terra para com todas as influências, com o processo sensualista que existe na na na Terra, com tudo aquilo que ele faliu no passado para provar que ele está bem, né? Deu para entender a sua pergunta? É. É por causa das influências é que nós vamos realmente saber se já subimos um degrau ou se permanecemos no naquele anterior. E o Segismundo vai pass e deve est passando, se ele ele provavelmente ainda está encarnado por todas as provas para ver se o bem realmente estava instalado nele, se não era só uma questão de meio do ambiente onde ele estava, né? Então é exatamente com esses contrastes da vida material, com todas as influências do meio, que o espírito é convidado a ir além da influência do do meio, senão ele passa a ser mais um nisso tudo. Então, então as subpersonalidades eh seriam convite diante dessas influências no meio construir subpersonalidades diante das encarnações que nos impulsionam a conectar cada vez mais com as leis divinas, porque nós construímos subpersonalidades com tendências egóicas, foi o nosso livre espontanha vontade. Hum. Né? E elas hoje nós somos convidados a a a receivar, mas o espírito na hipó eh na é o nosso caso, mas lá na questão 115 fala que eh escolhe o caminho da submissão, submeter a missão. Por ele ainda continuar com a necessidade de reencarnar várias vezes, ele pode ter construído subpersonalidades que ao invés de ser tendentes foram subpersonalidades ou não? Ah, Jéss pergunta da subpersonalidade que impulsiona o espírito. Não, a subpersonalidade é sempre egóica. A subpersonalidade é sempre tendência egoica. Nós vamos ver no próximo parágrafo do do livro do Honório, tá? É sempre egóico. Movimento de subpersonalidade que marca o espírito. Está ligado aqui, ó. Ele tá falando aqui, a reencarna, há reencarnações que marcam mais a psicologia do ser moral, seja por questões traumáticas ou por situações de alta projeção do ego, infundindo na
Está ligado aqui, ó. Ele tá falando aqui, a reencarna, há reencarnações que marcam mais a psicologia do ser moral, seja por questões traumáticas ou por situações de alta projeção do ego, infundindo na personalidade uma fixação da posição em que o espírito ocupava, além de ampliar o seu apego à persona transitória que já se esvau nos segundos um dos efêmeros da vida terrestre. Então aqui o oo coloca como que nós vamos ter marcados em nós as personalidades do passado, que chamamos de subpersonalidades. Ele coloca duas questões, os traumas. Trauma é toda a situação que o espírito passa e que de alguma maneira marca profundamente o espírito. Uma dor muito intensa, sofrimentos, situações várias que podem acontecer na nossa nas nossas existências anteriores que marcaram a nossa existência. Por exemplo, um suicídio passado. Um suicídio passado gera um dos maiores traumas que o espírito pode gerar para si mesmo, que vai ficar marcado nele para o seu futuro reencarnatório. Outra questão que gera as subpersonalidades, situações de alta projeção do ego e encarnações que nós tivemos poder como rei, rainha, eh papas, cardeis, eh eh conde, duques, pessoas de relevo na sociedade e que tiveram um poder enorme. O que que vai acontecer? Há um apego a essas personas. que em que nós quais nós tivemos um poder enorme, usamos muito desse poder para obter muito prazer, muito poder. E aí o que que acontece? Nós já não temos mais aquelas personas, mas permanecemos vinculados a ela. No livro Nas Fronteiras da Loucura, nós acabamos de de terminar de reler para o o próprio estudo. Ah, ah, tem uma passagem do livro que Dr. Bezerra de Menezes junto com Filomeno de Miranda está assistindo, estão em socorro num lugar onde estava tendo um desfile daqueles de fantasias do carnaval que é muito comum no Rio de Janeiro. E aí ele estava dizendo que vários daqueles que estavam fantasiados de reis, tinha fantasia de Luís XV, disso, daquilo, eh eram os próprios personagens reencarnados em favelas do Rio de Janeiro para ressignificar o
a dizendo que vários daqueles que estavam fantasiados de reis, tinha fantasia de Luís XV, disso, daquilo, eh eram os próprios personagens reencarnados em favelas do Rio de Janeiro para ressignificar o passado. Essas pessoas ainda estavam focadas no passado espiritual, só que em vez das da das joias eram pedrarias falsas. As fantasias eram idênticas àquilo que eles usavam no passado de roupas suntuosas e tudo mais. É exatamente o que o que o mentor coloca aqui. É um apego à persona transitória, que o espírito ele é convidado em outras existências a desapegar-se dessas personas transitórias. E muitas vezes, em vez de fazer isso, ele aprofunda a o apego. Oi. Se tem esse apego, se tem algumas encarnações mais do que outras. Uhum. Sim. Qual que seria o tempo então mais prático eficaz para que em percebendo nessa internação tem um traço muito marcante de uma dessas subpersonalidades para que eu possa superar e libertar. Aham. Qual a melhor maneira? se aguarda a resposta daqui a pouco e vou a gente vai mostrar um gráfico de como fazer isso na prática muito muito eficaz, mas aguarda um pouquinho que daqui a pouco a gente faz a dar a resposta. Oi. Ainda o quê? Por exemplo, Lívia, eh, a a persona Lívia, hum, para esse espírito que já não é mais filho, já não é mais filho. Deixa explicar tá. Perguntei até pra Alexando, ele falou também que tá conclu, então vou perguntar. Hum. Eh, a Lívia, ela teve uma reencarnação de muita renúncia e de superações. Isso no livro há 2000 anos, certo? Sim. O que que é presa espiritual? Para mim era uma subpersonalidade. A subpersonalidade, Jéssica, é sempre dos movimentos egóicos da criatura. As virtudes essenciais não ficam na persona. As virtudes essenciais são patrimônios da essência, da identidade essencial. Então aquela persona que ela teve é apenas uma persona, mas não gera nenhum uma dificuldade pro espírito. Ao contrário, quando o espírito age de forma virtuosa, as personas do passado não geram nenhum problema para ele. Ali, tá correto
apenas uma persona, mas não gera nenhum uma dificuldade pro espírito. Ao contrário, quando o espírito age de forma virtuosa, as personas do passado não geram nenhum problema para ele. Ali, tá correto dizer, então, assim, tentando sintetizar isso que você colocou aqui, aquilo de virtuoso que eu desenvolvo em uma personalidade fica comigo enquanto espírito, passa a ser patrimonial espírito. E aquilo de vicioso que eu desenvolvo, que eu deixo de desenvolver, continua como subpersonalizado. Isso. Exatamente, né? Então, Thago faz um resumo muito bom. Tudo que o espírito desenvolve de virtuoso é patrimônio imortal para sempre. Ele vai levar isso para todo sempre. Tudo que é de vicioso fica sob a forma de subpersonalidades até que o espírito transcenda aquelas viciações, desenvolvendo as virtudes que vai transformar essas viciações. Então, quando você eh, Jéssica, você traz o caso de Lívia, você, a Lívia não passou por nenhuma experiência traumática, nem situação de alta projeção do ego nessa existência. foi um espírito que exercitou a virtude do início ao fim. Então, ela não tem subpersonalidade nenhuma para ser trabalhada. Já o seu esposo, Púbrio Lentolos, nós temos a história dele, né? Ele foi, utilizou dessa encarnação com alta projeção do ego, passou por traumas também e depois volta como escravo, 50 anos depois, depois volta depois até se tornar o nosso mentor emâno. Então veja, todo o processo, as os dois convivendo a mesma época, um gerando toda uma série de processos de subpersonalidade e a outra não, né? Na mesma existência e e casados, né? O ser espiritual apegado à sua transitória personalidade do passado longinco, guarda as impressões das quais se sentiu atraído nas outras reencarnações. Mas outras encarnações se apresentaram na condição de professoras de desapego para modificar completamente a posição e as condições da reencarnação anterior. Então, uma pessoa tem um uma alta projeção. É o caso do que nós acabamos de de citar, Púbrio Lentos, senador romano, muito poderoso,
ar completamente a posição e as condições da reencarnação anterior. Então, uma pessoa tem um uma alta projeção. É o caso do que nós acabamos de de citar, Púbrio Lentos, senador romano, muito poderoso, muito rico. 50 anos depois reencarna numa posição de um de um escravo para que aquela reencarnação funcionar como uma professora de desapego da encarnação como senador, né? Se for bem utilizada, como ele usou, bem, ótimo pro espírito. E se for é utilizada para cristalização, uma revolta em relação à a perda do do da encarnação anterior. Que que vocês acham que pode acontecer? Por exemplo, se o Nestório, o Emânelo, né, o Púbrio lentos reencarnado como Nestório, em vez de agir com docilidade, com da forma como ele agiu, como está registrado no livro 50 anos depois, ficasse revoltado por ter por ser um escravo, que que aconteceria? ele cristalizaria o processo da encarnação anterior em vez de usar a existência como uma professora de desapego. Deu para entender o que que é a existência como professora de desapego? a pessoa tem uma uma encarnação com muita projeção, aí vem com uma encarnação bem medíocre do ponto de vista terreno, mas muito significativa do ponto de vista espiritual para o espírito quando bem utilizada. Hum. Para ficar mais claro, você pode citar um exemplo de um sentimento que tenha que possa se manifestar nessa situação, nesse exemplo? O sentimento que cumpriu Lendros como escravo pudesse ter sentido que fosse característico da subpersonalidade de senador Romano. Um sentimento que ele poderia ter sentido. Movimento que a gente possa dizer, esse movimento desse escravo é a é a manifestação da subpersonalidade. Por exemplo, um o orgulho pelo conhecimento que ele tinha. Ele era um, ele era um escravo, mas ele era um professor. Se ele, se ele manifestasse um orgulho enorme pelo fato dele ter conhecimento, seria uma manifestação da subpersonalidade do público lentos, do orgulho do público lentos. Não, nesse caso não aconteceu, mas fique calmo com os exemplos que a
enorme pelo fato dele ter conhecimento, seria uma manifestação da subpersonalidade do público lentos, do orgulho do público lentos. Não, nesse caso não aconteceu, mas fique calmo com os exemplos que a partir do próximo vai ser só exemplo até o final para que a gente aprenda para valer. Nesse neste caso, o espírito pode permanecer mesmo assim intensamente apegado e cristalizado na personalidade em que se sentiu mais simpático. e atraído pelas injunções egóicas do comportamento o caso ocorra algum impacto emocional. É o que nós acabamos de falar, né? ele tem a opção de utilizar da reencarnação como uma professora de desapego ou cristalizar, intensificar o apego da existência na qual ele foi eh eh ele teve aquela projeção do ego ou cristalizar também o os traumas que ele herda dele mesmo, tá? Tudo vai depender do espírito, do esforço que ele faz. Hum. Que tem os vícios também. Ah, ela pode voltar a manifestar. Se a pessoa que tem vício do alco encarnações anteriores, ela podear numa outra persona? Sim, é o que acontece comente, a pessoa vai repetindo viciações uma após a outra até que resolva por modificar isso. Agora vamos ver uma uma outra assunto correlato muito importante, a questão das tendências, das subpersonalidades, das influências espirituais. Nós sabemos que nós não vivemos apenas no mundo físico. Existe o mundo físico e o mundo espiritual. No mundo espiritual, o que que acontece? Nós passamos por experiências do passado em que criamos inimizades espirituais. Fizemos coisas que não devíamos, não para uma pessoa, mas para vezes para várias pessoas. E aí o que que acontece? Nós vamos reencarnar e muitos desses espíritos que nós criamos inimizades não reencarnam. O que que vai acontecer com eles? Vamos ver aqui. A vida psíquica está sempre sendo regulada pelas temperaturas das provas que o espírito passa em todos os instantes. As subpersonalidades das várias existências ou a personalidade da existência atual, que também atrai meandros das outras personalidades
peraturas das provas que o espírito passa em todos os instantes. As subpersonalidades das várias existências ou a personalidade da existência atual, que também atrai meandros das outras personalidades em nível mais sutil. é o mecanismo de auxílio, estímulo e proteção da própria identidade essencial do ser imortal. Então, vejamos o que que acontece para o espírito. Nós reencarnamos, espíritos inimigos nossos continuam na dimensão espiritual. Eles estão ligado a quê em nós? as personas que nós tivemos daquela existência que criamos a inimizade, não é? Então, nós trazemos as subpersonalidades daquela existência. O que que eles vão? Como que eles vão nos ver? Nas personas atuais ou na subpersonalidade do passado? Tem espíritos que nos enxergam como nós éramos. Eles não nos enxergam nem no corpo. Eles têm a ilusão no nas obras espíritas. Tem muito da que fala sobre obsessão. É muito é comum isso. O espírito enxerga o outro não da forma como ele está, mas da forma como ele estava. Então, a subpersonalidade também está ligada a estes fenômenos. São fenômenos de ordem espiritual. E para que serve tudo isso? É o que o mentor tá dizendo aqui, para que nós possamos ressignificar não apenas a nossa existência em relação a nós mesmos, mas em relação a eles também, a transformando inimizades em amizades, né? É para isso que existe todo esse fenômeno, nunca para gerar o mal, mas sempre para gerar um bem. A aí o aqui o mentor vai nos dar como aí começa a sua resposta, viu? Eh, Regeline, como nos libertarmos? A frase conhece, conheça-te a ti mesmo é de cunho literalmente terapêutico e não apenas uma análise destituída de aplicabilidade medicinal. A capacidade que o espírito desenvolve no autoconhecimento fomenta a descoberta da identidade que é plena de saúde. Os módulos mentais ou circuitos neurocerebrais da alma modificam-se pelas frequências equilibradas da identidade por sobre a personalidade. Então aqui o convite do mentor, conhece-te a ti mesmo. nós conhecermos como nós funcionamos
neurocerebrais da alma modificam-se pelas frequências equilibradas da identidade por sobre a personalidade. Então aqui o convite do mentor, conhece-te a ti mesmo. nós conhecermos como nós funcionamos hoje, as tendências que trazemos, o que que nós estamos fazendo nesse esforço de autoconhecimento, nós estamos fazendo um trabalho de conhecimento das tendências, das subpersonalidades que trazemos, das cristalizações egóicas que vivenciamos no passado e que muitas vezes nós repetimos agora. Então, conhecer a si mesmo é um processo em que nós vamos entender como nós funcionamos para poder equilibrar a nós mesmos com base na essência divina que somos, como diz o mentor, da identidade por sobre a personalidade. Então, a identidade essencial, nós somos um espírito imortal, temos uma persona, tivemos várias personas que ainda estão conosco sob a forma de subpersonalidade. Qual que é o grande objetivo da vida? educarmo-nos em todos os aspectos de hoje e do passado. O passado nós não temos como voltar atrás, mas nós temos como ressignificar a forma como lidávamos com as coisas no passado. A personalidade adoece possui conflitivos mecanismos que geram nos sentimentos as muitas doenças emocionais. A identidade é sempre saudável e promotora de equilíbrio psíquico bioespiritual, né? Então, nós podemos, se continuarmos apegados às subpersonalidades, cristalizados nos traumas, fazer adoecer a persona de hoje, em vez de utilizá-la como uma enfermeira das subpersonalidades do passado. Então, a personalidade adoece. É fundamental que nós conectemos a persona de hoje, a personalidade de hoje com a identidade essencial para que a identidade prevaleça sobre a personalidade. Aí sim, nós vamos utilizar da existência para nos tornarmos pessoas saudáveis. Com o desenvolvimento do discernimento intelecto moral do ser humano, a compreensão dos mecanismos do ego torna-se mais evidente e a capacidade de estabelecer as escolhas conscienciais com fito de servir a lei do progresso, com esforço moral e consciência de si
humano, a compreensão dos mecanismos do ego torna-se mais evidente e a capacidade de estabelecer as escolhas conscienciais com fito de servir a lei do progresso, com esforço moral e consciência de si mesmo. faculta ao indivíduo a realização de sua vera finalidade evolutiva no corpo, que é o aproveitamento de todos os recursos biológicos, psicológicos, sociológicos, antropológicos e principalmente espirituais para sua ascensão integral, né? Então aqui o mentor tá eh reforçando aquilo que nós vimos durante todo o nosso encontro de hoje, fazermos escolhas conscienciais com objetivo de progredir e aí aproveitar todo tudo que a vida nos oferece. Recursos biológicos. Nós estamos num corpo para podermos, como encarnados, passar por todos esses contrastes evoluindo e crescendo. Então, os recursos biológicos, psicológicos, sociológicos, antropológicos, tudo que a vida nos oferece para evoluir e crescer, usar isso, né? E esse discernimento maduro somente se faz praticável quando o indivíduo toma o hábito da autoinvestigação moral. para descobrir em cada indício da sua personalidade a ramificação dos movimentos obscuros do ego, que busca se adaptar à força da própria tendência em se apegar no externo e material. Então, a nossa tendência qual é? Focar na essência ou na persona? Focar na persona ainda é focar na persona. Mas qual que é o objetivo? fazer isso que o mentor tá colocando aqui, o hábito da autoinvestigação moral para descobrir em nós as tendências da persona, os movimentos obscuros do ego, para que nós possamos superar essas tendências, para focar no essencial, focar naquilo que é existencial e não naquilo que é transitório. Aos espíritas aqui tem um recado para nós. Aos espíritas em particular, essa posição pessoal de se apegar a dado ponto da história reencarnatória é tão incoerente quanto desnecessária. Ah, quem é que eu fui? Eu fui rainha, fui rei, fui, fui isso, fui aquilo. Não faz sentido algum. Valioso é poder construir sempre um processo de libertação psicológica das
erente quanto desnecessária. Ah, quem é que eu fui? Eu fui rainha, fui rei, fui, fui isso, fui aquilo. Não faz sentido algum. Valioso é poder construir sempre um processo de libertação psicológica das tendências egóicas e diluir o quanto possível a importância personalista para se fixar na importância espiritual. Essa importância pessoal está calcada na ignorância de si mesmo, que se fixa na persona e não no indivíduo imortal que é de fato, né? Então são duas questões atinentes à persona. Saber que persona importante nós formos, fomos, não faz sentido algum. E essa outra questão, ah, eu tô sofrendo assim porque eu fiz muita coisa errada no passado. Isso é foco nas personas do passado. O que eu posso fazer agora para reparar os meus débitos? Essa é a pergunta consciencial, né? sempre o foco no aqui agora e não no passado, nas personas que nós tivemos do passado, seja exaltando a persona do passado, seja o processo de focar nos traumas. Para finalizar, vamos ver aqui. Aí tem mais a sua resposta, então quem nós somos? Nós somos um ser essencial. Nós estamos vendo no esquema, no núcleo, nós somos a essência divina, é o espírito imortal em sua essência, que é o real condutor de nossa vida. Nesta metáfora que nós estamos utilizando, simbólica, nós chamamos de médico interno. Então, a essência divina que somos é o médico. A realidade essencial, aquela que nunca adoece, nós vimos no texto do Honório, é o espírito na sua essência aquilo que existe de mais puro em nós. Todas as virtudes fica localizada aqui no ser essencial. Tudo aquilo que o espírito faz de bem numa existência fica aqui na essência divina que somos desta e de outras existências. Então, se numa existência nós não tivermos processos egóicos, viu de Jéssica, como a Lívia que você pergunta, tudo que ela conquistou fica na na essência divina. Então, a persona não vai gerar nenhum problema, né? O espírito pode se lembrar daquela persona, mas é apenas uma lembrança, não é uma cristalização, como é o caso de nós que estamos ainda engatehando nisso
, a persona não vai gerar nenhum problema, né? O espírito pode se lembrar daquela persona, mas é apenas uma lembrança, não é uma cristalização, como é o caso de nós que estamos ainda engatehando nisso tudo. Isso é uma utilização da persona em contato com a identidade essencial. Nós trazemos a persona atual, tem como objetivo auxiliar as subpersonalidades do passado. Então, numa metáfora é o enfermeiro, a enfermeira que vai cuidar das subpersonalidades do passado nas quais o espírito infringiu as leis divinas. São as subpersonalidades enfermas que nós trazemos. Então, as subpersonalidades são sempre doentias, são egóicas. Para que serve esse contato das tendências que nós trazemos do passado para que a persona atual em sintonia com o médico interno possa curar essas subpersonalidades e não adoecer junto com ela. Então, quando nós percebemos uma tendência neste momento, uma tendência que nós trazemos, por exemplo, a tendência ao alcoolismo, que o Barradas perguntou agora a pouco, a tendência a sexolatria, uma série de questões, são processos que nós já demos vazão muitas vezes no passado. Poderemos utilizar mais uma vez a persona atual para dar vazão a essas tendências, ou poderemos, se quisermos, se nos esforçarmos para isso, atender os convites que vem do médico interno para curar as subpersonalidades do passado e não adoecer junto com elas. Então, sempre vai ser a nossa escolha. é aquilo que o mentor eh colocou quando no texto da preguiça moral. Quando nós fazemos os esforços, nós, em sintonia com o médico interno, vamos curar as tendências, ressignificando. Então, se eu tenho um desejo justiç, eu vou trabalhar, me esforçar no limite das minhas forças para me libertar desse desejo justiça e não satisfazer o desejo das subpersonalidades do passado utilizando da persona atual. Deu para entender isso, gente? Então, a persona atual deve ser sempre a enfermeira das subpersonalidades do passado e não adoecer junto com elas. No caso do Segis, Segismundo, Segismundo trouxe um processo profundamente
sso, gente? Então, a persona atual deve ser sempre a enfermeira das subpersonalidades do passado e não adoecer junto com elas. No caso do Segis, Segismundo, Segismundo trouxe um processo profundamente egoísta, egocêntrico do passado dele. Passou por tudo aquilo que ele passou, reencarnou para quê? para desenvolver a virtude do altruísmo, da caridade, da compaixão, virtudes que vão ressignificar o egoísmo, o egocentrismo dele. Ele terá uma tendência ao egoísmo quando reencarnar, quando já, aliás, já reencarnou, né? Ele vai eh precisou lidar com essas tendências ou não? Sim. Então, a tendência da encarnação passada em que ele assassinou o próprio pai para ficar com a viúva do do do que seria o pai dele, na época não era o pai, mas assassinou a o que seria o pai. E para ficar com a viúva, que seria a mãe dele, ele criou ali um um processo ligado à projeção da da do ego numa situação traumática que ele trouxe inclusive no no nível do coração. Reencarnado, ele vai lidar com todas as tendências inferiores. Para quê? para que ele possa ressignificar tudo isso. Então, ele vai tender ao sensualismo, a querer eh praticar o sexo a qualquer custo, simplesmente para obter prazer. Ele vai ter tendências a atitudes profundamente egoístas, egocêntricas. Agora vai depende dele fazer um esforço para tornar a persona eh ressignificadora das subpersonalidades seismundo que ele vai herdar dele mesmo. E não só subpersonalidade seja mundo, outras e outras que ele já teve. Então o objetivo da vida sempre será esse. Ficou claro, gente? Alguma pergunta? ressignificação das tendências inferiores do passado, fazendo escolhas conscienciais. É o grande objetivo da vida. A partir do próximo encontro, nós vamos estudar vários exemplos, inicialmente de espíritos que não fizeram a opção pelas escolhas consenciais e aí agravaram intensamente os seus débitos. Depois nós vamos estudar espíritos que de alguma forma fizeram alguma coisa e depois vamos estudar casos de espíritos que fiz fizeram e estão fazendo muitos esforços
aram intensamente os seus débitos. Depois nós vamos estudar espíritos que de alguma forma fizeram alguma coisa e depois vamos estudar casos de espíritos que fiz fizeram e estão fazendo muitos esforços para ressignificar o seu passado espiritual, as suas tendências, para servir de exemplo para nós de como desenvolver o plano existencial. Vamos fazer a nossa avaliação reflexiva. Feche os olhos, entre em contato com você mesmo em essência, buscando sentir o conteúdo estudado neste encontro. Do conteúdo, o que você entendeu que se aplique à sua vida? O conteúdo estudado mudou a forma como você entende a oportunidade reencarnatória e os obstáculos a serem superados em caso positivo. Que mudança foi essa? Neste encontro refletimos sobre as limitações que obstacolizam que o plano existencial seja cumprido integralmente. Como você tem lidado com esses obstáculos? Você tem feito esforços para superar as suas tendências inferiores e a preguiça moral? Busque avaliar-se com verdade e com profunda compaixão. No. Senhor Jesus, mestre, amigo, agradecemos, Senhor, pelas suas bênçãos, pelas reflexões que nos oportunizamos na noite de hoje. Para-nos, Senhor, para que possamos prosseguir em nossas reflexões, fazendo esforços para realizar o nosso plano existencial, propósito e programa existenciais, dando o melhor de nós mesmos para a nossa melhoria e para a melhoria da nossa nossa coletividade. Ampara-nos a todos, Senhor, nesse ideal. Que possamos ser exitosos em nossos esforços de domar as nossas más inclinações, as nossas tendências inferiores, ressignificando de uma vez por todas a preguiça moral. ser conosco hoje e sempre, Senhor.
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