AMORES QUE CHEGAM - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Toda a beleza [música] de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi. Olá, pessoal. Boa noite a todos que estão presentes, aos que nos assistem no canal do YouTube e aos que nos assistirão. Hoje a gente tá atravessando um ciclo de três palestras sobre o amor. São três dinâmicas distintas da vida, bem distintas, mas que não deixam de se complementar em relação às dinâmicas da vida. A primeira palestra começou na última intitulada Amores que se foram. É quando nosso coração racha no meio e a gente tem mais nem chão para pisar. Hoje o a proposta da palestra é refletir sobre os amores que chegam nos nossos processos de enamoramento. E esse pensamento ele vai se concluir na próxima terça-feira, 23 com o tema amores que voltam. Então, a gente começa num cenário trágico e termina num cenário com esperança, porque a vida é esperança. Para quem porventura esteja pela primeira vez, receba o nosso abraço. Nossa palestra se divide em três momentos, que é a prece inicial, a palestra propriamente dita e a prece final. Depois, para quem quiser, tem o passe que a equipe de passe chama, como é seu nome, colega? Maurício, Maurício vai chamar. Então vamos agora aqui à nossa prece inicial. Quem quiser fechar os olhos, fique à vontade. Não é obrigatório. Particularmente eu estou com os olhos fechados. Que possamos acender nos nossos corações a luz da esperança que tanto nos ensina Jesus. que possamos ter em mente dias melhores, independente de eventuais tempestades e tempos nebulosos que eventualmente estejamos passando, que tentemos efetivamente observar a vida na ótica do pensamento imortal, que nos ensina que esse corpo é temporário, que vai padecer e que o espírito Espírito permanece com as suas lutas, com as suas quedas, com os seus aprendizados e com a sua redenção.
ensamento imortal, que nos ensina que esse corpo é temporário, que vai padecer e que o espírito Espírito permanece com as suas lutas, com as suas quedas, com os seus aprendizados e com a sua redenção. Amado mestre Jesus, quando eu duvidar do teu amor, me traz num candinheiro para eu observar uma luz, um calor para me aquecer nos momentos em que eu esteja sozinho para que eu para que eu me lembre que tenho o teu amor nos meus tempos sombrios. que eu possa ter fé e esperança em Deus na minha caminhada do dia a dia. Até porque, amado mestre, a vida é um presente, a vida é o amor e a vida é uma dádiva divina. Com essa prece, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. Eu quero deixar aqui um abraço paraa Larissa. Larissa é de Belém. Larissa completou, ela nos assiste aqui no canal do YouTube e ela completou aniversário dia 11 de dezembro. Então, um abraço, Larissa. agora aqui ao vivo. A gente conversou no chat aí, Eliana, que frequenta aqui a comunhão espírita de Brasília que me conhecia do canal do YouTube. Eu tive alegria de conhecê-la pessoalmente do mesmo dia que eu conheci Telma que nos assiste aqui nos episódios diários no comando lá. Os 5 segundos se prepare hoje, viu? Gisaura lá de Minas, Juliana que eu tive a alegria de conhecer lá na apresentação da dupla em Vanessa, na escola de música, Ana Beatriz e Eda de Canoas. Quando a gente fala sobre essa questão de amor, às vezes a gente pode ter uma perspectiva em relação a um pensamento platônico, um pensamento sobre almas gêmeas. Porém, sinto muito informar que o pensamento espírita afasta bem distante a perspectiva da alma gêmea. Por quê? Porque nós, enquanto seres imortais, a gente vai continuando e a gente vai seguindo os nossos caminhos de acordo com as nossas escolhas. E a lei divina ou a lei natural, lá na lei de sociedade, por exemplo, ela nos ensina que o amor que nós temos dentro da gente deve necessariamente ser compartilhado. Seria muito egoístico da nossa parte, por exemplo, se em uma perspectiva
lei de sociedade, por exemplo, ela nos ensina que o amor que nós temos dentro da gente deve necessariamente ser compartilhado. Seria muito egoístico da nossa parte, por exemplo, se em uma perspectiva imortal a gente só convivesse com a pessoa. Seria uma linda história de amor e de paciência. Mas o pensamento imortal nos traz a possibilidade para refletirmos que nós temos inúmeras estações, inúmeras temporadas, inúmeros companheiros de vida. Na questão 202 livro dos espíritos, por exemplo, existe a explicação que o espírito não tem sexo. O sexo, assim como a sexualidade, é um componente fisiológico do corpo. O espírito ele tem escolhas, escolhas de convivência que às vezes às vezes podem ser pacíficas ou escolhas, digamos assim, mais refratárias, em que nós, porventura, vivenciemos conflitos. E às vezes na fase adulta e a vida ensina, para quem quer aprender, a vida ensina e ensina muito. Na fase adulta, às vezes a gente tem o rompimento de um ciclo, o rompimento de uma relação e pensa que não vai ter mais vida. Meu amor foi embora. Onde está o meu amor? E agora o que é que vai ser da minha vida? Mas para quem é imortal, nada melhor do que o tempo, nada melhor do que um dia após o outro. O tempo é a grande anestesia da dor de cotovelo. O tempo é o grande remédio restaurador que enxuga as nossas lágrimas. E quando a gente fala em amor, às vezes a gente tem uma perspectiva mais restrita. A gente tem uma perspectiva mais restrita e superficial no sentido de refletir uma vida conjugal. E muito cuidado, por exemplo, para quem tá bem sozinho em um processo, em uma etapa da vida de solitude e se sente pressionado pelos outros para se relacionar de uma maneira conjugal. Cada um tem o seu tempo. O nosso tempo não é o tempo de Deus e o tempo do outro não é o nosso tempo. Vamos aprender a nos respeitar. E durante as fases da vida, nós temos inúmeros processos de construção de amor que começa em uma infância abre aspas ordinária fecha aspas, que é uma infância onde nossos pais e nossas mães
respeitar. E durante as fases da vida, nós temos inúmeros processos de construção de amor que começa em uma infância abre aspas ordinária fecha aspas, que é uma infância onde nossos pais e nossas mães nos amam. É uma infância, digamos assim, romântica. Mas pode ser que a depender da nossa infância, se o meu pai, por exemplo, me abandona, eu não vou ter a figura paterna desenhada. Ou posso ter uma figura paterna em uma perspectiva pejorativa. Posso projetar isso pra vida aduta, que toda vez que eu ame uma pessoa, a pessoa vai me deixar, a pessoa vai se afastar, a pessoa vai me abandonar. Porque muito da nossa infância, esse é o conceito da psicanálise, reverbera muito na fase adulta. E o ponto do espiritismo é que sim, pode até reverberar numa construção cognitiva, numa construção neurológica, mas em uma perspectiva imortal nós somos seres milenares. E às vezes no nosso processo de alfabetização, em que a gente vai pro mundo, leia-se, o mundo da rotina escolar, nós vamos conhecendo outros lares, nós vamos tomando decisão, decisões em relação à convivência. E aqui eu vou utilizar um exemplo lá do meu ensino médio. Na minha época era ensino médio. Por pouco eu não peguei a época do Mobral. Lá quando eu fazia um ensino médio, a gente na escola se apelidava. Aí eu tenho um amigo, até falei com ele hoje, eu tenho um amigo que mora em Natal chamado Roberto. Roberto tinha uma construção dentária um pouco diferente. Aí a gente apelidou Roberto de cavalo, mas por incrível que pareça, era um apelido carinhoso. Eu cresci muito, meu apelido era girafa. Um colega meu tinha um apelido, outro amigo da da escola tinha um apelido de Dumbo, que era um personagem da Disney. E por incrível que pareça, a construção social desse ambiente hostil, aparentemente hostil, tinha muito, tinha muito sobre amor. E a vida continua. Hoje, por exemplo, eu consegui falar com o Roberto e quando eu tava falando com o Roberto, ele me falou um episódio em relação ao pai dele, seu Manel. Porque seu Manel eu não sabia, ele me
a continua. Hoje, por exemplo, eu consegui falar com o Roberto e quando eu tava falando com o Roberto, ele me falou um episódio em relação ao pai dele, seu Manel. Porque seu Manel eu não sabia, ele me assiste no YouTube, ele nem sabia que era eu. Ele começou a assistir os programas aqui da comunhão e o algoritmo caiu uma palestra minha. Uma vez Roberto tava chegando em casa e vi o pai e a mãe assistindo. Não, esse é Mário. Que Mário? Mário a girar a falar do colégio. Ah, Mário. E quando o Roberto me falou isso, primeiro eu fiquei muito surpreso e muito feliz, né? E eu me lembrei de outro episódio da infância, outro episódio de uma construção linguística em relação a amor, em relação a afeto. Seu Manel tinha um cachorro, um cachorro da raça pastor alemão e o nome do cachorro era cachorrão. E uma vez eu cheguei lá na casa de Roberto, aí comecei a conversar com seu Manel. cachorrão tava mais para lá do que para cá. E eu comecei a conversar, seu Roberto, seu Manel, como é que foi a história que você trouxe cachorrão aqui pra sua casa? Mário, ele chegou aqui, bebezinho, aí começou a ter algo que nós temos, que é só estimular que a gente tem lembrança afetiva, lembrança de momentos bons que nós temos na vida. Normalmente a gente se agarra com momentos ruins, mas se a gente estimular o nosso cérebro, nós lembraremos de lembranças, nós teremos lembranças afetivas de coisas muito boas. Aí seu Roberto ali começou, seu Manuel começou a falar sobre o processo de cachorrão, dos episódios de cachorrão na sua vida. E teve uma hora que seu Roberto suspirou, mas suspirou mesmo. Porque às vezes quando nós nos lembramos de um momento de amor na nossa vida, são só saudades e a gente suspira. Aí seu Manel conversando, conversando, conversando, bem animado. Aí olhou pro cachorro, o cachorro já deitado, um pouco moribundo. Aí seu Roberto respira. É, Mário, cachorrão. Cachorrão tem uma história. E daquela época, eu tô falando aqui, 1998, toda vez que eu falo com Roberto ou encontro Roberto, esse meu amigo, eu
moribundo. Aí seu Roberto respira. É, Mário, cachorrão. Cachorrão tem uma história. E daquela época, eu tô falando aqui, 1998, toda vez que eu falo com Roberto ou encontro Roberto, esse meu amigo, eu falo essa frase: "E Roberto, cachorrão, cachorrão tem história." O que é que eu quero dizer com isso? Que o amor é uma força psíquica que nós temos. E a gente às vezes ver o amor em uma perspectiva superficial e só associa a uma vida conjugal. E o amor de mãe de uma primeira mãe, de uma primeira maternidade, um amor do pai eufórico que vai ao parto e desmaia, como aconteceu essa semana, foi publicada uma notícia. A mãe lá em processo de parto, o pai acompanhando, todo parametrizado e começa a balançar, balançar. Médica para, olha o pai balançando, balançando, puf, desmaiou. Às vezes o amor transborda tanto, transborda tanto que desequilibra as nossas emoções. Um exemplo, quando a gente sorri pro olho brilhar. Outro exemplo, quando nós ficamos tristes pro olho lacrimejar. Porém, a proposta da noite de hoje é refletirmos quando o amor chega. Por que, meu amigo? Por que, minha amiga? Quando amor chega, os pulmões dilatam que ficam dessa largura. Tudo é felicidade, tudo é alegria, tudo é colorido. Tem um dia de chuva, um diluva. A gente olha assim: "Meu Deus, ainda bem que tá chovendo, São Pedro tá trabalhando firmemente." A gente tem um pensamento Poliana, que é um livro lá de antigamente do jogo do Contente, que tudo que acontecia com Poliana, tudo, tudo vocês imaginarem, tudo ela havia sobre o lado bom. Um exemplo trazendo aqui pra nossa proposta de hoje. Poliana tinha um namorado. O namorado, puf, Poliana, é o seguinte, foi muito bom enquanto durou, mas não dá mais. Na história de Poliana, Poliana pensaria: "Não, beleza, não dá mais, tranquilo, mas ainda bem que vai me chegar um outro amor". Na história de Mário, talvez seria sério, mas por quê? Vamos compor aqui, porque a depender do espírito, quando nos chega uma informação adversa, nós fazemos tudo para tentar apaziguar,
m outro amor". Na história de Mário, talvez seria sério, mas por quê? Vamos compor aqui, porque a depender do espírito, quando nos chega uma informação adversa, nós fazemos tudo para tentar apaziguar, nós fazemos tudo para tentar modular, porque intimamente, ao final e ao cabo, nós acreditamos muito, muito no amor. Quer ver um exemplo? Quando a gente nega o amor, quando a gente nega o amor, é a principal expressão que nós temos em relação à necessidade de nós sermos amados. Todos nós aqui, todos nós aqui temos necessidade de sermos amados. Somos seres carentes do amor, do amor de Deus, do amor do Cristo, que nos ensinam novas oportunidades. E quando o amor nos chega, e aqui com uma exceção, a gente tá falando para adultos, nós temos uma perspectiva de fazer uma modulação. que é que essa pessoa pode acrescentar o que eu já tenho. E para quem porventura seja espírita, é preciso uma reflexão. Não existe perfeição. Perfeição só Jesus. Então, muito cuidado quando o amor chega, que nos arremata. que rouba o nosso coração. E no começo a gente desestabiliza, vai se entregando, vai se entregando e depois de um certo tempo de convivência a gente vai vendo que aquela pessoa não é o Mickey Mouse que nós pensávamos. Devemos ter ponderação e relativizar. Porque o Espiritismo vem nos ensinar que nós estamos em um processo de caminhada. Aqui é o tempo. Nós fomos criados, sei lá, há uns 3 milhões de anos. Aí outro dia desse, meu colega de trabalho completou 29 anos. Aí bem angustiada, o que foi esse aniversário? Não, porque eu tô chegando aos 30. Aí eu olhei assim, sério, que situação? E qual é a tua angústia? Não vou ver os primeiros cabelos brancos. A gente olha assim, como o credo não é espírita, a gente tenta absorver, não, realmente vão vir os primeiros cabelos brancos. Mas se for o caso, você pode pintá-los ou não. Então, ness nesse viés que nós fomos criados nessa exemplificação há 3 milhões de anos, nós estamos vindo de reencarnação em reencarnação, aprendendo e evoluindo.
r o caso, você pode pintá-los ou não. Então, ness nesse viés que nós fomos criados nessa exemplificação há 3 milhões de anos, nós estamos vindo de reencarnação em reencarnação, aprendendo e evoluindo. O grande mote da vida, a grande lógica da vida, somos nós a aprendermos efetivamente o que é o amor. Aí vem Jesus nos nos dizer, amar o próximo como a si. O Cristo é tão pontual que ele faz uma pergunta e já responde. Jesus, ele tem um qu, Deus me perdoe de falar isso, ele tem um quê? De mestre dos magos. lá do Caverna do Dragão, que me falava umas coisas, ficava todo mundo pensando, aí ele saía de fininho. Amar o próximo como aí a interrogação, como a si. Se eu tenho amor próprio, se eu sei que eu erro, se eu sei que eu não preciso me culpabilizar pelos meus erros e sim corrigi-los. E se quando eu erro tudo, tudo que eu quero é uma nova oportunidade, por que eu não posso dar pro outro? Sinto muito em dizer, mas o outro não foi criado para nos servir. Outro ponto do Cristo, quando ele vem falar sobre o amor, no Evangelho de João, os meus discípulos serão reconhecidos por muito, muito se amarem. Não é muito se criticarem, não é muito se julgarem, não é muito se matarem. Nos tempos de hoje, para quem vive, para quem vive uma vida paralela no aparelho celular, não é muito se cancelarem, como se um perfil de uma rede social fosse uma extensão do perespírito. Pode até ser um componente a depender do que a gente plasma e projeta. Então, a proposta de Jesus pra gente é permitirmos o amor circular. E quando o amor chega no viés romântico que nós temos essa tendência do amor platônico, às vezes a gente pensa, nossa, chegou aqui, você Manu, minha irmã, chegou Manu aqui. Nossa, Manu, me complementa. Você é a cereja do meu bolo. Como a gente chama lá em Natal, não sei, em Recife, tema, a tampa da minha panela. de barro e não de pressão. Você é a minha peça do tétris. Sério? Sério. Aí tem a música de Lulu Santos. Nós fomos feitos um pro outro. Pode crer. Me desculpa, Lulu. Gosto muito de você,
minha panela. de barro e não de pressão. Você é a minha peça do tétris. Sério? Sério. Aí tem a música de Lulu Santos. Nós fomos feitos um pro outro. Pode crer. Me desculpa, Lulu. Gosto muito de você, mas não é bem assim que o pensamento espírita funciona. Registra a questão 301 do livro dos espíritos que essa conversinha de complementação não existe. Porque se houvesse uma complementação segundo os espíritos, nós perderíamos a nossa individualidade. E eis um ponto para termos uma conversa de adulto, uma conversa aparentemente difícil e sutil barra invisível. Quando a gente se relaciona com alguém, quando o amor nos chega, nós construímos, construímos uma rotina. E muito cuidado com o cagoete, quando o amor chega em uma perspectiva conjugal, tá? pessoal, com quando o amor chega, nós somos uma única pessoa. Muito cuidado com isso, porque é preciso, é preciso termos as nossas individualidades, termos os nossos momentos de descompressão, momentos de querermos ficar quietos. Momentos de querermos ficar em silêncio, momentos de querermos compartilhar a nossa vida com amigo. Momentos em que nós oferecemos os ouvidos, o coração para escutarmos alguém. E não necessariamente o outro precisa saber de tudo. Eu não tô falando aqui pra gente ter uma vida paralela. embaixo de um tapete, por exemplo. Vamos supor que eu vim pro centro espírita, encontrei um amigo, assisti uma palestra com ele aqui no auditório Bezerra de Menezes e fiquei muito feliz. A gente falou lá da época da infância e eu falei do meu primeiro amor para esse amigo. Pai, você tava lá comigo naquela época, tu lembra o meu primeiro amor quando eu acreditava em alma gêmea, não era nem espírita. Lembro aí começa a conversar. Aí vamos supor que essa palestra que eu tô falando seja de 8 horas da manhã. Aí acaba a palestra, a gente vai ali pra cantina. Meu amigo, minha amiga, a cantina daqui tem uns lanches que são fits, que não geram gordura visceral, geram realmento espiritual, porque são todos fluidificados. Aí sobe pra cantina, aí o papo continua,
u amigo, minha amiga, a cantina daqui tem uns lanches que são fits, que não geram gordura visceral, geram realmento espiritual, porque são todos fluidificados. Aí sobe pra cantina, aí o papo continua, aí eu vou para casa, aí na hora do almoço eu bem feliz encontro com a minha esposa. Nossa, você tá bem feliz. Tô que eu fui pro centro, tomei um passe, comi um pastel e um cappuccino e ainda encontrei Roberto. E lá com o Roberto a gente lembrou das coisas da infância. Aí, nesse exemplo hipotético, vamos supor que a minha esposa é muito ciumento. Aí eu vou dizer que tava falando do meu primeiro amor pelo livre arbítrio. Eu posso até dizer, mas eu sei convivendo conjugalmente com quem eu convivo, do efeito rebote/ra catastróficos. Isso é um exemplo, tá, pessoal? Que isso será? Eu não tô falando aqui para omitir, eu não tô falando aqui para mentir, não. Eu tô falando sobre individualidade. Eu tô falando sobre respeitarmos o outro. Porque quando o amor chega, como nós somos seres de muito amor, tudo que nós queremos é compartilhar a vida. E é um movimento muito natural, mas muito natural mesmo. O ponto é pensarmos a respeito da nossa individualidade. Vamos supor que eu comece a namorar com uma pessoa muito romântica, muito romântica. Aí começa a namorar. Tá namorando? tá namorando. Firmou, firmou. Vamos fazer o juramento do dedinho. Vamos. Aí começa a namorar. No outro dia ela chega com o livro Cinco Linguagens do Amor, tá aqui para você ler. Aí eu abro o livro assim com as 200 páginas. Aí eu olho. Veja bem o que é que você entende desse livro. Esse livro existe, tá? Vou até colar aqui. Não, esse livro fala que existem cinco linguagens do amor. Sério? Sério. Quais são? Cadê minha cola? Tá aqui. Palavras de afirmação, tempo de qualidade, dar presentes, atos de serviço e toque físico. Olha, minhas cinco linguagens do amor são essas. Nossa, que legal. E as suas. Aí eu posso virar enquanto espírita e dizer, veja bem, na leitura do pensamento imortal, o amor é uma variante, depende de como eu estou neste meu atual
do amor são essas. Nossa, que legal. E as suas. Aí eu posso virar enquanto espírita e dizer, veja bem, na leitura do pensamento imortal, o amor é uma variante, depende de como eu estou neste meu atual momento da reencarnação. Ela vira assim: "Se não for espírita, vai dizer virge. Esqueci de perguntar o Sid antes de namorar. Aí fica surpresa. Ela disse: "Calma segundo Paulo registra na carta aos Coríntios, o amor tudo sofre, tudo crê, tudo suporta e tudo espera." Aí ela vai dizer: "O que é que você quer dizer com isso?" Aí eu posso responder que o amor não depende de linguagem. O amor pode ser uma doação fluídica. Aí para arrematar, para, ó, se você tiver no namoro novo, não perca essa dica. Para arrematar, para arrematar, a gente pode dizer: "Olhe, o amor é tão amplo que eu não consigo descrever o que eu sinto por você". Aí, meu amigo, como aliança, porque quando o amor chega, a gente se entrega. E a depender da entrega, nós ainda falamos das nossas vulnerabilidades. Isso não tem nada de errado. Na fase adulta, por exemplo, isso é associado com um conceito de responsabilidade afetiva. Olhe, você tá me conhecendo, mas vou te avisar. Eu sou assim, assim, assim. Não vou te cobrar para você ser espírita, mas eu frequento a comunhão. Eu faço palestra, eu tô no ESD, eu tô no estudo mediúnico, eu tô no tratamento espiritual, gravo programa, mas eu ainda tenho vida. É tanto que eu tô dedicando o meu tempo a você. Você não precisa ser espírito, mas se você quiser conviver comigo, os meus valores gravitam no pensamento cristão. Se você não tem um conhecimento espírita, o pilar, o pilar mesmo, certamente que eu não vou dizer a questão 625 para ela perguntar de onde, do livro dos espíritos, de quem? Aí acaba o namoro. Vamos ter cautela. Os meus pilares da minha vida são os pensamentos de Jesus. solidariedade, fraternidade, erro e recomeço. Tá aqui o meu quadradinho. Por outro lado, eu também posso questionar quais são os seus. O que eu tô falando aqui é o famoso combinado. Porque quando o amor nos chega,
, fraternidade, erro e recomeço. Tá aqui o meu quadradinho. Por outro lado, eu também posso questionar quais são os seus. O que eu tô falando aqui é o famoso combinado. Porque quando o amor nos chega, que nos desnuda, que nós mostramos quem efetivamente nós somos. E não se esconda. Um parêntese, não se esconda, porque quem se esconde pro outro se esconde de si. Aí, meu amigo, aí minha amiga, a gente tem um negocinho na cachola chamado inconsciente. O inconsciente nos revela. É o que a psicanálise fala sobre ato falho. Então a gente tenta aqui se esconder de todo jeito. Fecha parênteses. Então é interessante quando amor nos chega nós acreditarmos. Se eu fui traído na última relação, não necessariamente eu vou ser traído na próxima. Sabe por quê? Ninguém, ninguém é igual a ninguém. E ponto. Para enfatizar, a gente coloca uma um travessão assim para ser uma exclamação maior do que eu. Ninguém é igual a ninguém. E muito cuidado quando a gente convive comparando os padrões. Não, tô namorando com Manu, aí acaba o namoro. Agora vou namorar com Fátima, que é mainha, famosa mainha, um parêntese. Um tempo desse eu tava em Maceió, andando na praia num domingo. Aí um casal começa a me olhar, olhando, olhando, olhando. Aí eu, vixe, deve ser da altura, né? Eu lhe conheço da comunhão. Sério, sério. Eu gosto muito quando você fala em mainha, fecha Fátima. Mainha vai chegar sábado desse tamanho, um tambor de forró. Tiro foto com ela e fico pensando, como é que eu saí daí de dentro? Eu lembro de Nicodemos. Daqui a pouco eu conto a história de Nicodemos. Então, se termina o namoro com Manu e chega Fátima, primeiro é para ter uma lacuna aí, tá pessoal? Com todo respeito a quem faz isso, mas muita cautela pra gente não emendar um relacionamento no outro, que nós precisamos de um tempo para atualizar o cérebro. Aí acaba Manuela, aí vem Fátima. Aí eu olho para Fátima, vejo o rosto de Fátima e Fátima me reflete. Manuelo, aí eu posso construir um Frankstein. O que é o Frankstein? O Frankstein, eu quero pegar só o que
ba Manuela, aí vem Fátima. Aí eu olho para Fátima, vejo o rosto de Fátima e Fátima me reflete. Manuelo, aí eu posso construir um Frankstein. O que é o Frankstein? O Frankstein, eu quero pegar só o que Manuela tem de bom e cobrar Fátima. E se eu não sou bem resolvido com isso, talvez chegue em uma hora que eu faça essa comparação com Fátima. O que isso quer dizer com isso é que quando os amores nos atravessam, nós temos que ter a consciência que é um novo convívio. E nós temos uma excelente oportunidade de conjugarmos a questão 919 de O livro dos Espíritos, quando vem nos falar sobre o autoconhecimento. O que é que eu não consegui com Manuela que eu posso tentar com Fátima? Como é que eu posso me melhorar? Como essa nova relação pode me proporcionar um amadurecimento em termos, reverberando de novo Paulo apóstolo, de deixar morrer o Mário velho para nascer o Mário Novo. Em outras perspectivas, como é que eu posso romper um padrão de insegurança? de um comportamento chamado apego ancioso. Como é que eu posso efetivamente confiar que aquela relação vai dar certo? Aí vai muito de cada um aqui. Sabe por quê? Porque cada um tem a sua própria história, cada um tem a sua própria construção e cada um tem a sua própria casa mental. E muito cuidado quando a gente tem um viés de criticar o outro. O outro faz de tudo ao seu alcance para ter uma convivência conosco, mas a gente sempre pede mais alguma coisa. Por outro lado, muito cuidado quando eventualmente nós performarmos em uma relação. Quando a gente abdica de quem nós somos para agradar alguém, eu não tô falando aqui e não ter um viés de neuroplasticidade. Eu não tô falando aqui de não ter um viés de resignação, de ponderação, de proporcionalidade. Não tô falando isso. Eu tô falando de nós lançarmos mão dos nossos valores fundamentais. Por quê? Quando a gente nega efetivamente quem nós somos lá dentro, lá dentro, a gente se desrespeita. Eu aprendi numa palestra aqui com a colega Bárbara Brito, que às vezes quando a gente começa a se desconfigurar
o a gente nega efetivamente quem nós somos lá dentro, lá dentro, a gente se desrespeita. Eu aprendi numa palestra aqui com a colega Bárbara Brito, que às vezes quando a gente começa a se desconfigurar para tentar dar certo com alguém, a gente se desrespeita e se agrede. O amor é algo gratuito. O amor que Jesus nos ensina não espera nada em troca. O amor que o Espiritismo reflete é um amor de conciliação. Então, se eu não estou num dia bom e trato a pessoa de uma maneira descortez na hora na hora na hora ali da confusão, eu posso nem perceber. Mas depois sabe quem é que vai me visitar além dos obsessores? A consciência, o bom senso e como é difícil pedir desculpa. Como é difícil reconhecer um erro. E eu tô falando aqui, não é aqueles erros que nós reconhecemos da boca para fora, não. É um erro que primeiro a gente internaliza. Realmente eu errei. a gente se afasta, pensa um pouco, depois volta, reflete e diz: "Fátima, me desculpe, eu não estava num dia bom. Não me julgue por uma atitude. Da mesma forma, essa palavra tá sendo bem ambivalente. Não julguemos o outro barra condenemos por uma única atitude. Porque Jesus nos ensina redenção. Exemplo, história da mulher adúltera no capítulo 8 do Evangelho de João. Exemplo: A transformação de Saulo para Paulo descrita no capítulo 9 de Atos dos Apóstolos, que Emmanuel escreve um livro Paulo Estevan. Exemplo, parábola do filho pródigo. Jesus não condena o pecado e nem o pecador, nem um nem outro. Ele faz observações sobre os nossos comportamentos. E se tem um sentimento que Jesus tem por nós, é confiança. Vós sois o sal da terra e a luz do mundo. Passa a brilhar a tua luz. E a luz brilha de dentro para fora. A luz nesses tempos de hoje não brilha de fora para dentro. Muito cuidado quando a gente tem uma perspectiva muito elevada de autocrítica. Já canto o conjunto Engenheiros do Havaí na música alívio imediato. Holofotes nos meus olhos brilham mais do que iluminam. E esse aqui é potente. Eu olhei 3 segundos, tá tudo escuro.
a de autocrítica. Já canto o conjunto Engenheiros do Havaí na música alívio imediato. Holofotes nos meus olhos brilham mais do que iluminam. E esse aqui é potente. Eu olhei 3 segundos, tá tudo escuro. Até me segurar aqui para não cair. Mas daqui a pouco volta, porque pra nossa escuridão nada melhor do que o tempo. Para enxergarmos melhor nada melhor do que o tempo. Para confiarmos e acreditarmos no amor. nada melhor do que o amor próprio. E a gente vai construir o sentimento do amor próprio quando nós atrairmos Jesus para dentro da gente. Porque tudo que o Nazareno pede é uma oportunidade, é só uma. E sabe quem vai dar essa oportunidade? Não é o templo religioso, não são os livros, não são os outros. Quem vai dar essa oportunidade para Jesus tocar o nosso coração somos nós. E quando a gente fala nessa questão do amor, às vezes nós temos uma tendência, ão tudo aqui do lado esquerdo. Eles vão ver agora uma representação de amor para quem tá presencialmente. Não quero constranger, mas é encontro de uma mãe com a filha lá do um. Ô abraço bom. Sábado eu vou dar na minha mãe às duas. Sábado eu vou apertar o tamboreta até estralar as coluna. Então, o amor, quem tá assistindo aqui do lado direito, do lado esquerdo da palestra, tem uma família e chegou uma filha. Eu reconheço da turma do ESD, então veio, eu fiz uma vergonha, não sei se você ficou vermelha pela vergonha porque viu sua mãe alegre, né? Aí deu um abraço assim, porque quando a gente encontra quem a gente ama, o corpo reverbera, nós não cabemos em si. A grande questão somos nós nos afastarmos dos nossos orgulhos, das nossas crenças, dos nossos pensamentos medulares que cristalizam que eventualmente a vida não vai dar certo. Porque se a vida não fosse dar certo, por que Deus teria nos criado? Porque Deus teria nos dado a oportunidade de voltar, de reencarnar, porque Deus nos permitiria inúmeras religiões para aprendermos sobre o seu amor, porque Deus nos teria proporcionado Jesus Cristo para quem porventura seja, porque Deus
idade de voltar, de reencarnar, porque Deus nos permitiria inúmeras religiões para aprendermos sobre o seu amor, porque Deus nos teria proporcionado Jesus Cristo para quem porventura seja, porque Deus teria que é permitido o espiritismo. São muitos os sinais, muitos os sinais que nós não estamos sozinhos e devemos ter uma ponderação. E aqui vem um pensamento bem espírita, mas bem espírita mesmo, que eventualmente esse elo perdido que a gente pense que é a vida amorosa, ele não existe. Isso é um mito. Por causa da dinâmica da vida, amores vão e amores chegam. Por causa da dinâmica da vida, nós nos socializamos com inúmeras, inúmeras pessoas. E aqui dois exemplos para você que porventura tá desacreditado ou desacreditada no amor, tenha calma, tenha paciência, tenha fé. Tente sentir o amor do Cristo por você. Tente saber que no mundo acho que existem 8 bilhões de pessoas. E essa pessoa que porventura eu choro hoje tem inúmeras outras. E sabe como vai chegar um novo amor? Não é caindo assim no final de uma palestra, não. O novo amor vai chegar de acordo com os fluidos que eu interagi no mundo. Capítulo 14 do livro a Gênesis. Quando a gente vem, na verdade, quando a gente volta, que a gente passa pelo planejamento reencarnatório, nós escolhemos quando podemos o gênero das provas e as especificidades se dão aqui na jornada. Então, se você errou com alguém e quer uma nova oportunidade, esse alguém porventura não consiga ainda lhe dar, porque vai dar lá na frente, daqui a uns 3 bilhões de anos, talvez, paciência. tente construir em si uma reforma e reforma é muito pior do que construir, porque a reforma requer uma desconstrução. A reforma requer um projeto, tá assim, eu quero ficar assim. Como é que faz? Como é que eu posso me melhorar? Para você que porventura esteja bem-amorado, bem enamorado, aproveite, que é mais um amor na sua vida de números que virão. e tente observar com essa pessoa que hoje Deus te concedeu o convívio, uma oportunidade de companheirismo. Companheirismo não é só elogio.
roveite, que é mais um amor na sua vida de números que virão. e tente observar com essa pessoa que hoje Deus te concedeu o convívio, uma oportunidade de companheirismo. Companheirismo não é só elogio. Companheirismo não é só crítica. Companheirismo é ponderação. Pondera a ação. Manu, você erreu comigo. Mas tudo bem. A partir desse erro, nós não vamos mais conviver. Não porque eu seja orgulhoso, porque não é isso que eu quero paraa minha vida. Aí passa um tempo. Oi, Fátima, tudo bem? Nossa, é tanto amor que eu sinto por você que eu fico sem fôlego. Mas eu sei, Fátima, que você tem a sua história e eu tenho a minha. Eu sei, Fátima, que você já passou por alguns amores e eu também. Porém, juntos vamos construir não uma nova história, mas vamos construir a continuidade das nossas vidas, sabendo, Fátima, que um dia eu não terei um momento bom e aí eu vou precisar muito, muito do seu apoio. Da mesma forma, Fátima, que você quando porventura não tiver um dia bom, não que eu vá conseguir, não que eu vá conseguir, mas eu vou tentar de tudo, de tudo lhe entender, lhe compreender e principalmente, Fátima, principalmente lhe escutar, porque o amor Amor é uma construção e uma desconstrução. O amor ele reformula as estruturas, tanto físicas como cerebrais. Mas o amor é o único sentimento que nós temos, o único de nós temos inúmeros sentimentos. O único sentimento que nós temos que fazer de um cenário trágico, de um dia ruim, uma reconstrução. Eita, que não vai ser a mesma. Não vai ser a mesma, mas aqui é o mesmo papel com a mesma cola que lá para dá para ler do mesmo jeito. Como eu sou desastrada, eu rasguei um pouquinho, mas dá para ler do mesmo jeito. O que eu quero dizer com isso? que provavelmente, eu não sei vocês, mas eu já passei por muitos momentos de desconstrução, muitos momentos de desconfiguração, muitos momentos no que eu pensava no que seria da minha vida no outro dia, mas a vida me ensinou que ela continua Eu acreditando ou não, eu me amassando ou não? Eu colando ou não?
de desconfiguração, muitos momentos no que eu pensava no que seria da minha vida no outro dia, mas a vida me ensinou que ela continua Eu acreditando ou não, eu me amassando ou não? Eu colando ou não? Deixa eu ver se tem alguma pergunta aqui no canal do YouTube. Boa noite, WF, Lele lá de Maresias, Judit da Espanha, Iara Neves de Contagem, Iar em Recife, Anderson, Anderson, Portugal, não vai dar tempo de eu falar. Ingrid, gostaria de entrar de informação como entrar para a religião. Moro no Rio de Janeiro e venho acompanhando vocês h algum tempo. Ingrid, aciona a nossa ouvidoria. Nós temos um estudo chamado estudo sistematizado da doutrina espírita. É o ESD. A gente explica é uma vez por semana, 1 hora meia. É um momento de conversa. Não existe, não existe, não existe proselitismo no espiritismo. A gente explica como funciona e a pessoa acredita se quiser. Nós temos uma turma virtual e é gratuita. Assionando nossa ouvidoria tem lá no site Elizabe Dirana Jair Funes. Muito obrigado. Eliana Sonard Eliana Marília Maria Madalena lá de Teresópolis. Adriana lá de Mogi das Cruzes. Então era isso, pessoal, que tínhamos para falar. E quando a gente tiver num momento ruim, nessas fases de transição, de amor, não tem nadinha a gente se recolher num canto. Tem até uma música que fala o melhor esconderijo, a melhor escuridão. Já não serve de abrigo, já não dou proteção. Holofotes iluminam, aí vai cantando lá. Então assim, para finalizar, se você tá num momento ruim em relação à vida amorosa, vai passar, até porque você é imortal. Se você tá no momento entrando numa relação receoso, como diria um amigo meu, velho, vai com tudo. Ou conforme uma frase que eu escutei hoje, vai que é tua, Tafarel. Se tem uma coisa que é linda, é o amor. E para finalizar, Anderson tá aqui assistindo, Anderson Portugal é um colega de movimento espírito aqui da comunhão que ele grava vários programas, ele também faz palestra e eu tive a alegria de gravar com ele o capítulo 20 do livro Boa Nova, que é a história
tugal é um colega de movimento espírito aqui da comunhão que ele grava vários programas, ele também faz palestra e eu tive a alegria de gravar com ele o capítulo 20 do livro Boa Nova, que é a história de Maria de Magdala. E aqui a gente termina com ela. A história de Maria de Magdala. Maria de Magdala é pessoa muito bonita, muito bonita. Nossa, uma gata. E Humberto de Campos vem descrever no livro que ela, sendo muito bonita, ela é muito cobada e ela ela se entregava ao imediatismo da carne, tá lá no livro. Ela se intitulava Filha do pecado, mas Maria de Magdala tinha um vazio existencial em si chamado amor. E ela conhece Jesus. Ela não acreditava no Cristo e descobriu que certo dia Jesus passava lá perto da cidade dela. Ela chegou, Jesus sabendo, olha só, sabendo que eu sou uma mulher da vida, será que Deus me aceita? Aí Jesus para, olha, aí desaceita minha filha. Aí Maria de Bagdara disse: "Eu quero ter uma oportunidade de trabalhar pro senhor". Tudo bem, pessoal? Aí Jesus fala: "Espera o tempo, confia e ama". Aí passa o tempo, Maria de Magdala se encanta, pelo amor do Cristo, e vai trabalhar, abre aspas num leprosário, fechar aspas, trabalhar com quem tem rancene. E ela contrai a rancene. E a rancenise é uma doença dermatológica da epidérme da pele que vai destruindo a ponta dos dedos. Mas mesmo assim, Maria, ela continua cuidando e falando sobre o evangelho. Quando ela desencarna, ela recebe Jesus. Falando de amor, chegar mais duas pessoas do, talvez três pessoas do oeste, porque essa bebezinha tava na gestação que a gente fez. O tema da palestra de hoje é sobre quando o amor chega. E para mim, a chegada de vocês aqui no final com esse bebê foi providencial por tudo que a gente conversou naquela época de uma gestação esperada que não se sabia que ia dar certo. que não deu certo, mas quando Deus quer e ele quer, ele cria. E esse bebezinho tão esperado que eu vi na barriga de vocês, aí eu vou pluralizar, né? Porque é uma construção familiar. É mais um exemplo de quando o amor chega na nossa vida.
r e ele quer, ele cria. E esse bebezinho tão esperado que eu vi na barriga de vocês, aí eu vou pluralizar, né? Porque é uma construção familiar. É mais um exemplo de quando o amor chega na nossa vida. Independente do que estejamos passando, que acreditemos no amor, porque ele tá aí pro que der e vier. Quem tem olhos para ver que veja. Muito obrigado. Vamos, vamos agora paraa nossa prece final. Quem porventura quiser fechar os olhos, fique à vontade. Amado Mestre Jesus, que eu possa acalentar minhas dores com as tuas lições sobre o amor. que eu possa me fortalecer quando eu me tiver, quando eu me sentir sozinho com o teu evangelho que é meu cobertor. Ó mestre amigo, fazem-me o instrumento da tua paz, não para o outro necessariamente, mas para eu apaziguar o meu coração em momentos de desconforto, em momentos de aflições e eventualmente em momentos que eu me senti sozinho. Assim, com essa prece, damos por finalizados os trabalhos da noite de hoje. Muito obrigado, pessoal. Quem quiser tomar um passe, fica à vontade e vamos que vamos amar, porque a vida é linda. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os
anquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo [música] físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, [música] calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais.
s deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, [música] calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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