A BAGAGEM DA VIDA - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado a comunhão [música] espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim [música] que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. [música] Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa >> amigas a todos que nos acompanham aqui no salão Dr. de Menezes, encarnados e desencarnados, a todos que nos acompanham pelas redes sociais, pela rádio TV Comunhão, uma boa tarde a todos, uma tarde quente aqui em Brasília e bem abafado. Mas hoje nós vamos falar sobre a bagagem da vida, né, com o nosso querido Mário Augusto. E antes, então, para acalmar nossos corações, para sintonizar com a equipe espiritual que aqui já está, vamos ler uma pequena mensagem e fazer nossa oração. Vida simples. O homem sofre mais pela posse do supérflo do que pela carência justa das coisas. Se a ambição impulsiona o progresso material, pode causar muitos danos à alma. Para viver, o homem não carece. possuir além do necessário. Quando extrapola, começa então para ele o sofrimento oriundo do excessivo apego aos bens materiais. Quem não desse ao corpo, além do indispensável, teria tempo de sobra para cuidar do espírito. O problema é que a maioria vive em função de ter e não do ser. A vida dos homens que se notabilizaram no campo da sabedoria e da espiritualidade era uma vida simples, voltada para os valores imperecíveis, imutáveis. Quem se afli quem se aflige pelo que não tem, não sabe viver com alegria, nada tendo e tudo possuindo. Então, com essa mensagem, vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, agradecer esse momento de paz. esse momento de reflexões em que podemos, Jesus abrir a nossa alma a ti, abrir os os nossos pensamentos, as nossas dúvidas, os nossos problemas, que tu possas nos auxiliando a entender teu evangelho. Microfonia. Boa tarde a todos que nos assistem. Para quem está no nosso canal do
s os nossos pensamentos, as nossas dúvidas, os nossos problemas, que tu possas nos auxiliando a entender teu evangelho. Microfonia. Boa tarde a todos que nos assistem. Para quem está no nosso canal do YouTube, Judit lá da Espanha, Eliana que frequenta aqui a casa espírita, Gilsara, Gisaura de Minas Gerais e Denise Rosa. De onde você é, Denise? Coloca aí pra gente ver ao final. Às vezes a vida ela passa desapercebida por nós. Pode ser, por exemplo, que alguém passe por uma situação, tente esconder, mas por dentro esteja vivenciando uma aflição, uma angústia, como a gente chama lá em Natal, uma agonia. E pela necessidade que nós temos de nos fazer fortes, a gente tenta aí se blindar, tenta esconder, tem medo em relação às nossas fragilidades e o outro perde mais uma oportunidade de tentar não que vá conseguir ajudar. Por outro lado, às vezes a gente procura o outro, a gente pede ajuda, a gente sinaliza e o outro com as suas atribuições não dá muita atenção, não dá muito cabimento e vai seguindo com a sua vida. E nesse tipo de situação, nós temos uma tendência de pensarmos que a vida é injusta. Porém, a vida deve ser vista de uma maneira muito mais panorâmica, de uma maneira muito mais plena, de uma maneira a respeito do tempo imortal. A despeito disso, Allan Kardec tem um texto no livro A Gênese intitulado Uranografia geral, que ele vem nos escrever um pouco a respeito do que é o tempo. O tempo para nós aprisionados, conforme registra a questão 257 de O Livro dos Espíritos, momentaneamente na matéria é o tempo Cronos, é o tempo do relógio, que ali é que a gente tem um relógio de bastidor. 5:4 meu relógio é ansioso. São 5:13. Eu preciso ajustar. Mas o tempo no pensamento espírita à luz da imortalidade é uma sucessão de atos. E aí a reflexão paraa tarde de hoje, cujo tema se propõe a ser a bagagem da vida, é a respeito do que nós estamos levando, das nossas escolhas. Quando eu cheguei, eu tive a oportunidade de conversar com Wagner, que é um colega aqui, trabalhador da
se propõe a ser a bagagem da vida, é a respeito do que nós estamos levando, das nossas escolhas. Quando eu cheguei, eu tive a oportunidade de conversar com Wagner, que é um colega aqui, trabalhador da comunhão, e eu fiz essa pergunta para ele. Wagner, e aí a bagagem da vida, o que que você pensa? O que que você me diz? Aí ele deu uma respirada bem fundo e disse: "É difícil, realmente é difícil porque nós somos resultados das nossas escolhas e nós, paradoxalmente falando, não estamos preparados para escolher, mas nós temos uma grande ajuda, que é Jesus que nos deixa no Evangelho escrito por Mateus, Marcos, Lucas, e João, nas cartas de Pedro, nas cartas de Paulo, palavras de vida eterna, de um ser que chegou à perfeição celestial que um dia nós chegaremos em questão de tempo, não de minutos, mas de milhares de anos. E Jesus, enquanto um ser perfeito, um espírito de categoria crística, de primeira ordem, ele vem nos ensinar consolo, ele nos vem vem nos ensinar perseverança. E ele pede literalmente, pelo amor de Deus, pra gente confiar, pra gente acreditar em si e na vida, em si e em Deus. As reflexões do Cristo pra gente dizem muito respeito a uma conexão íntima que podemos ter com a criação, de não nos preocuparmos com palavras, mas com sentimentos. Porque a palavra nada mais é que uma mera, mera e ínfima construção linguística do pensamento. Um ser que não é alfabetizado expressa também sentimento como um ser que tem pós-doutorado. vai aí da dimensão de cada um utilizar uma lei natural, que é a lei de liberdade, para expressar o que há no seu coração. E a respeito das nossas escolhas, o Nazareno nos ensina no Evangelho de Mateus a respeito das nossas prioridades. E nesta atual reencarnação de mais de uma de centenas e de milhares que teremos, qual tem sido a bagagem que nós estamos levando a respeito das nossas prioridades, Jesus com o seu tom psicológico, ele vem trabalhar o nosso processo eminentemente, porque se tem algo que nos caracteriza, são as nossas emoções.
nós estamos levando a respeito das nossas prioridades, Jesus com o seu tom psicológico, ele vem trabalhar o nosso processo eminentemente, porque se tem algo que nos caracteriza, são as nossas emoções. Jesus vem provocar uma reflexão sobre os sentimentos que nós vivenciamos. E aqui a gente inclui aqueles os quais a gente nega. Porém, a respeito das nossas prioridades, Jesus alerta, abre aspas que onde está o teu tesouro, lá estará o teu coração. Fecha aspas. E o tesouro passa muito além, muito além de ser uma acumulação de riqueza. Até porque os bens materiais a gente não leva pro lado de lá. A gente não leva para a pátria espiritual, que é o local de onde todos nós partimos e onde para onde todos nós, se Deus quiser, se Deus quiser, voltaremos. Cada um com o seu tempo, cada um com a sua jornada, cada um construindo a sua estrada a partir das suas próprias escolhas. E o Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 2, fechando o capítulo, tem uma comunicação mediúnica linda, linda, chamada uma realeza terrestre. Era uma rainha que se intitula uma rainha de França, que ela veio falar sobre construção patrimonial. em que ela vem falar na perspectiva do ouro de tolo. E ela vem dizer em uma reunião mediúnica que quando morreu, quando desencarnou, tinha uma certeza absoluta. Uma certeza absoluta que iria ser recebida com pompas do lado de lá por todos os seus súditos que estariam comemorando como se fosse fazer um um festejo. fim reencontramos a rainha e ela cai do tapete e ela vem nos dizer o quanto estava enganada e constrangida. A mensagem é um pouco longa, a gente tenta abreviar num parágrafo que é como se fosse o epicentro da mensagem. Ela vem falar na construção do reino dos céus. E ela diz: "Para se grangear, para se conseguir um lugar neste imundo, não se pergunta quem tu fostes, nem o que tu tivestes, mas quantas lágrimas enxugastes." E não nos enganemos com essa comunicação no sentido das lágrimas que a gente tenta enxugar. dos outros. Muito cuidado com a miragem que nós
es, nem o que tu tivestes, mas quantas lágrimas enxugastes." E não nos enganemos com essa comunicação no sentido das lágrimas que a gente tenta enxugar. dos outros. Muito cuidado com a miragem que nós temos a respeito do externo, a respeito de uma necessidade psíquica que nós temos de sermos validados. Porque a melhor lágrima, a melhor lágrima que nós podemos enxugar é a nossa. do nosso choro tão sofrido, do nosso choro às vezes tão calado, do nosso choro que às vezes nem desce mais lágrima, o rosto incha e a cabeça dói. Das aflições que nós temos, das incompreensões que nós temos em relação à justiça da vida. Porque a reencarnação às vezes a gente vê como algo pesado, como algo vingativo, como algo difícil. Porém, para quem é imortal, para quem é eterno e todos nós somos, a reencarnação é um breve momento, um breve momento, independente, independente da idade que nós tivermos. H cerca de um mês, uma colega de trabalho tava fazendo aniversário. E na hora dos parabéns, muitas felicidades, 29 anos. 29 anos. Nossa, meus parabéns. Ela meio que frangiu a testa. Aí a gente tenta conversar o que foi? E quando é do Nordeste, a gente verticaliza a pergunta: "O que foi, mulher?" E ela aflita, não é? Porque 29 anos, eu tô quase indo pros 30 e vai começar a vir os cabelos brancos. Aí eu olhei assim, respirei, passei a mão nos meus cabelos brancos e disse: "Pois é, amiga, são as fases da vida, mas independente das cores do cabelo que nós tivermos, nós temos que ver as marcas da vida que carregamos, não em uma perspectiva difícil, de amargura, mas dos nossos bastidores. Quem nos assiste pelo canal do YouTube, por exemplo, no final da prece inicial, Cláudia desligou o telefone, o microfone. Não sei se vocês conseguiram escutar, mas houve um momento de bastidor que deu a microfonia, mas mesmo assim o trabalho continuou. O que isso quer dizer? que mesmo com as nossas dores invisíveis para o outro, a gente continua com a nossa caminhada, porque a vida ela é como é e não como nós queremos que seja.
o trabalho continuou. O que isso quer dizer? que mesmo com as nossas dores invisíveis para o outro, a gente continua com a nossa caminhada, porque a vida ela é como é e não como nós queremos que seja. Esses meus três dedos, por exemplo, estão doendo muito que eu me queimei passando um queijo antes de vir para cá e ninguém vê, mas eu sinto. da mesma forma as nossas percepções sentimentais, que muito embora a gente tente conversar com outro em um tom de desabafo, muito embora a gente queira conversar com outro em um tom de acolhimento e o outro pode até acolher, mas ele não vai sentir, ele não vai vivenciar, porque as emoções são algo personalíssimo e elas não dizem respeito tão somente às dores, às situações da atual reencarnação. Elas vão muito além, porque todos nós temos os nossos processos milenares, os nossos processos seculares. E Allan Kardec na questão 171 de o livro dos espíritos faz uma pergunta muito sutil, muito sutil à equipe do espírito de verdade. Em que dogma se baseia a reencarnação? Como se ele questionasse qual é a lógica, qual é a lógica de tudo isso? A resposta é longa e por causa do tempo a gente abrevia. A reencarnação, o dogma da reencarnação se baseia no reencontro, reencontro que nós temos entre a nossa consciência e Deus, porque nós erramos. O processo do erro é natural. Muito cuidado com o processo de culpabilização que a gente tenha. A gente não consegue chegar a um processo de amadurecimento sem errar. Provavelmente da próxima vez que eu for passar um queijo, eu vou colocar a mão por trás e vou mexer com espátula. Quando a gente começa a andar de bicicleta, tem as duas rodinhas lá atrás. Depois tirar uma, depois tira a outra, começam vir as primeiras quedas. E a depender da pessoa, se também for desastrado, deve ter algumas marcas no joelho e no cotovelo que hoje a gente olha e ri. Mas aquela época foi um processo de dor, foi um processo de trauma em que a gente pensava em que não ia andar de bicicleta novamente. E hoje estamos aqui contando
cotovelo que hoje a gente olha e ri. Mas aquela época foi um processo de dor, foi um processo de trauma em que a gente pensava em que não ia andar de bicicleta novamente. E hoje estamos aqui contando história. A depender da época em que nós somos, quando a gente caía, às vezes a gente chorava mais do que a dor. Eu particularmente nas minhas quedas de infância chorava muito quando caía mais muito. E minha mãe vinha me acudir. A primeira pergunta que eu fazia: "Vai passar mertiolate?" Vai. Aí chorava mais ainda. O tempo passa e a ciência evolui. Foi criado um remédio chamado Porvedine, mas eu já passei da minha época de cair. Eu sou da época do meolate. Como doía, como ardia. E talvez pela reação de vocês, vocês também devem conhecer. Vocês também ficavam angustiados. Mas hoje nós rimos. É que nem um remédio que a gente tomava para desenvolver o metabolismo, emoção Scot, que dá uma lembrança de perespírito, como se fosse uma lembrança de outra reencarnação paraa juventude. Emoção Scot era um remédio que a gente tomava que era um homem segurando um bacalhau. O bacalhau era duas vezes maior do que o homem e o homem se encurva assim. E todo final de semana que ia pra casa da minha avó, ela fazia um bolo. Lá em casa somos três irmãos. Fazia um bolo e a o tacho ela deixava pra gente. E a gente comendo o tacho bem feliz, bem feliz. Aí ela saí, aí voltava quando são escot. Aí a gente se entreolhava, ficava aflito e perguntava: "Vovó, para que isso?" E ela, pelo menos em relação a mim, como se fosse um tom profético, dizendo para crescer. Aquela época era uma amargura. Era uma amargura pior do que dor de cotovelo. Mas o tempo passa e a bagagem que se tem daquela época, a gente lembra da dor, lembra da amargura. Mas rei. Por quê? Porque nós superamos com o tempo. Nada para quem é imortal, nada melhor do que o tempo. Porém, quando a gente vive os nossos processos de turbilhão, quando a gente vive os nossos problemas, a gente fica no olho do furacão. a gente não consegue ver absolutamente
ada melhor do que o tempo. Porém, quando a gente vive os nossos processos de turbilhão, quando a gente vive os nossos problemas, a gente fica no olho do furacão. a gente não consegue ver absolutamente nada mais. A dor, ela lateja como se fosse uma topada. E às vezes, por um processo de pensamento, por um processo de atividade cerebral, a gente vai se envolvendo com outras situações, esquece. Porém, com o tempo, a lembrança volta. E aí a gente fica na rua da amargura como se fosse um pensamento areia movediça, se afundando, pensando que não vai dar mais certo, pensando que aquela dor de tão intensa que é não vai mais sair do nosso psiquismo. Mas nós temos, conforme escreve Paulo, apóstolo, na carta aos Tessalonicenses, Jesus como nosso grande salvador. Tem uma carta de Paulo aos Tessalonicenses que durante muito tempo eu só falava de uma maneira automática uma frase: "Em tudo dai graças. Em tudo dai graças. Em tudo dai graças". Até que em um dos processos da vida eu comecei a falar isso, disse: "Não, isso não tem o menor sentido. Não tem o menor sentido. Em tudo dai graças uma dor dessa aí nada melhor do que estudar". Aí voa a primeira carta de Paulo aos Tessalonicenses fazer esse resgate. Para Paulo chegar aquela parte, ele passa por toda uma construção histórica de si. Ele passa por toda uma construção divina do conceito de Jesus. E ele vem falar: "Olha, às vezes, às vezes a gente fica triste, às vezes a gente fica cabes baixo." Porém, porém quando estivermos dormindo pela noite, lembremos que nós somos filhos da luz. Aí Paulo vem falar, recomendar a respeito do nosso processo de vigilância. Quando nós estivermos dormindo na noite, quando nós estivermos passando por um tempo sombrio, sem forças, cansados, sobrecarregados, lembremos que somos criações divinas. E ele complementa, estamos a couraça, a couraça da fé, porque nós temos em Jesus o nosso único, único salvador. Aí ele fala: "Em tudo dai graças por causa da vontade de Deus". Para quem é, para quem está ainda na
menta, estamos a couraça, a couraça da fé, porque nós temos em Jesus o nosso único, único salvador. Aí ele fala: "Em tudo dai graças por causa da vontade de Deus". Para quem é, para quem está ainda na gravitação da questão 101 de O livro dos Espíritos, na perspectiva da imperfeição, desculpe falar, mas nós somos seres imperfeitos. Porém, para quem é eterno, para quem é imortal, as dores do corpo, elas simbolizam, não em uma perspectiva alegórica, mas em uma perspectiva espírita. o aprendizado da alma, que é o espírito reencarnado. Às vezes a gente não entende as situações que a gente passa, porque nós ainda somos imediatistas. E é natural. Sabe por é natural? Porque nós, enquanto criações divinas, intimamente, intimamente nós sabemos que fomos feitos por o amor, por amor. Nós sabemos que não fomos criados para sofrer. E como é que a gente ajusta, como é que a gente calibra a cabeça quando a gente passa por um processo de sofrimento? Pensemos para quem porventura seja espírita na dimensão do tempo espírito. Para quem porventura não seja espírita, primeiro não sabe o quanto é bom. Segundo, tentemos recorrer a Deus independente de credo. Independente de credo. Espiritismo, registra a questão 625 de dos espíritos, possuem Jesus o modelo e guia. o espírito mais perfeito que habitou o planeta. E o cristianismo, ele é uma filosofia de vida. E aqui eu falo independente de credo, independente de religião. As lições de Jesus pra gente significam um fortalecimento para a vida. significam um reforço no ânimo. Por isso que ele fala lá no capítulo 16, versículo 33 do Evangelho de João. No mundo tereis aflições, mas tendes bom ânimo, porque eu venci o mundo. E como é que a gente ajusta um bom ânimo? Um bom ânimo. E aqui eu quero fazer um registro que Leanderson Portugal que tá chegando. Um bom ânimo significa nós fortalecermos o nosso processo de fé pelo caminho, a verdade e a vida, que é o Cristo. que Jesus, com toda a sua sabedoria, com toda a sua sutileza, ele nos observa individualmente
ânimo significa nós fortalecermos o nosso processo de fé pelo caminho, a verdade e a vida, que é o Cristo. que Jesus, com toda a sua sabedoria, com toda a sua sutileza, ele nos observa individualmente e ele não pede, ele não pede que nós sejamos igual a ele. Por quê? Porque a gente não consegue igual ser igual a ninguém. Não consegue. Sabe quando vai conseguir? Nunca. Então, muito cuidado com a nossa perspectiva de idolatria, porque a perspectiva de idolatria pode ter um efeito rebote da inveja. A perspectiva da idolatria pode ter segunda-feira, tá? Valeu, meu irmão. Anderson Portugal, ele apresenta um programa aqui que é imperdível chamado Boa Nova. Só abr um parênteses. Ele tá aí estudando um livro sequenciado de Boa Nova. São dois programas aqui da comunhão que eu recomendo muito, explorando Espiritismo com Bárbara Brito e o Boa Nova. Tem também o Comunhão no Lar, que Wagner estreia amanhã 8 horas. O episódio de Áries que tá voltando, que sou eu, Cláudia, Wagner e Flaviana. Então, por falta de enredo, não é que a gente vai sofrer. Voltemos aqui depois desse parênteses do tamanho do Evereste. Até esqueci o que eu tava falando, mas com muita fé eu vou lembrando, porque quando a gente fala em Deus, o repertório ele é completo. A proposta do Cristo pra gente somos nós aprendermos com os nossos erros. E se algo que a gente traz na bagagem da vida nos envergonha, deixemos ir. Não seguremos. É igual um balão. A gente enche um balão. O balão é leve. Mas pensemos que esse balão tenha, sei lá, uma tonelada para subir. A gente segura. Aí o balão tá quase saindo, a gente segura com a outra mão. Aí o balão tá quase saindo, a gente faz um exercício de física da lei da relatividade que joga o corpo para baixo para fazer um contrapeso. Aí o balão vai, que é o percurso natural da vida. A nossa mão começa a rasgar, a gente tentando segurar o balão, até que a gente não consegue mais e solta. O que que isso quer dizer? A gente não tem controle sobre a vida. sobretudo pelo que já passou.
nossa mão começa a rasgar, a gente tentando segurar o balão, até que a gente não consegue mais e solta. O que que isso quer dizer? A gente não tem controle sobre a vida. sobretudo pelo que já passou. O que passou, passou. Se aquela pessoa nos magoou, deixemos ou tentemos, porque é difícil, deixemos ela ir. Por outro lado, se a gente magoou uma pessoa e tenta de toda forma compor, tenta de toda forma procurar para se desculpar e aquela pessoa não tem a perspectiva de abrir aspas, nos perdoar, fechar aspas, deixemos ir, porque a vida é dinâmica e a vida acontece em ciclos. A vida, ela não nos coloca em situações semelhantes, porque a vida não é em situações iguais, porque a vida não é monótona. Ela nos coloca em situações semelhantes até nós quebrarmos os ciclos, nos libert libertarmos das algemas. Porque às vezes a gente traz, a gente carrega uma bagagem da vida que não é frutífera. E o que é que é frutífero na nossa vida? Continuarmos independente do erro que nós cometemos. Fácil é falar, mas na nossa mania de perfeição, a gente queria ter uma máquina do tempo para voltar atrás. Não naquele exato momento, mas tipo 5 minutos antes. Mas graças a Deus que a gente não volta. E as nossas escolhas nos colocam nas situações que atualmente nós estamos. Kardec tem um texto lindo sobre isso no capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo. São dois, itens três e quatro, causas anteriores e causas atuais das aflições. Muitas vezes a gente coloca: "Ah, tô pagando um karma, tô pagando um pedágio, não, tô sofrendo aqui para compensar o que eu fiz na outra". Mas a vida é uma continuidade. A gente tá aprendendo. A gente tá aprendendo. E quando a gente começa a perceber essa possibilidade pedagógica da vida, a vida deixa de ser tão pesada como ela se apresenta. E um dos grandes desafios que a gente tem é rir dos nossos erros. Não em um viés cômico, mas um viés de pensarmos: "Fiz o que pude, dei o meu máximo, não foi o suficiente, mas bola pra frente". Terrimou. Então assim, e o pensamento cristão, ele nos
dos nossos erros. Não em um viés cômico, mas um viés de pensarmos: "Fiz o que pude, dei o meu máximo, não foi o suficiente, mas bola pra frente". Terrimou. Então assim, e o pensamento cristão, ele nos apresenta inúmeras, inúmeras situações para aprendermos com os erros dos outros. E se tem algo que é fácil, mas a gente é difícil. Se tem algo que é fácil, é aprender com erro dos outros. A gente tá cheio, cheio de exemplo na história do pensamento religioso, na história do pensamento cristão, na história do próprio pensamento espírita. Como foi o nome da condensa, Wagner, que você utilizou na palestra das 3 horas do livro Céu e Inferno? Condensa Paula, livro céu externo, espíritos felizes. Ela é uma condesa muito dedicada, embora muito rica. Ela se comovia muito com a dor do outro. Ela tinha uma visão cósmica da reencarnação. Era um espírito muito adiantado. Então ela tinha sempre ajudando ali os pobres. Aí desencarna. Aí quando desencarna passa por um estado que todos nós vamos passar chamado perturbação espiritual. Daqui a pouco, se a memória não falhar, a gente vai falar sobre isso. Aí na sua perturbação, foi bem pequenininha, uma cosquinha e ela começou a ver no mundo espiritual que todos nós efetivamente somos socorridos de acordo com a dimensão dos nossos erros, de acordo com a humildade que nós temos para assumir os nossos equívocos. E ela vem nos falar sobre essa dimensão da obra de Deus. A conessa Paula, por exemplo, nos ensina sem erro, sem erro. veio, foi um espírito muito dotado de bens materiais, mas abnegado, desprendido. É diferente, por exemplo, da história de Paulo, um rabino que até então, até se encontrar, até descobrir a dimensão da obra do Cristo, tinha mais ou menos 30 anos. Era um orador assim que todo mundo parava até de respirar para escutar. Inteligente, inteligentíssimo. E ainda foi criado por educado por um ser chamado Gamaliel, que era outra referência em relação à lei de Deus da época. E Paulo, no exercício da sua fé, não entende a dimensão do
te, inteligentíssimo. E ainda foi criado por educado por um ser chamado Gamaliel, que era outra referência em relação à lei de Deus da época. E Paulo, no exercício da sua fé, não entende a dimensão do pensamento do Cristo. E na sua bagagem até então, na sua convicção de até então, começa a perseguir os cristãos apedrejando. Naquela época era permitido. Hoje em dia a gente apedreja na rede social, naquela época era com pedra mesmo. E hoje em dia a gente não apedreja porque tem uma lei dizendo que matar o outro é crime. É a única diferença. Aí um belo dia, não, eu vou ali na cidade chamada Damasco, porque tem um sujeito, Ananias, que ele também segue esse tal de Jesus. Essa história tá no capítulo 9 de O Atos dos Apóstolos e aprofunda em um romance espírita chamado Paulo Estevan. E aqui eu não vou falar Paulo, Paulo, porque me persegues? Não vou falar dos três anos do deserto. Não vou falar da humildade de Ananias, que de perseguido passa a ser o acolhedor. Aliás, eu vou falar porque o óbvio precisa ser dito, ainda mais numa palestra espírita. Quando Paulo, quando Saulo então se encontra com Cristo, Cristo já tinha sido crucificado. Ele cai do camelo. E durante muito tempo eu falei cair do cavalo, mas naquela época não tinha cavalo, era camelo. Sempre bom corrigir para renovar a bagagem da vida. Ah, ele fica cego. Era uma luz tão intensa que ele fica cego. Aí Jesus pergunta uma, as perguntas de Jesus são muito existenciais, elas nos tiram do eixo. Paulo, Paulo, por que me persegues? E ali Paulo se transforma. Porque quando a gente encontra com Jesus intimamente, a gente se transforma. Não tem orgulho que trinque os dentes. Que queres que eu faça? Nem pede perdão. Vejamos a proatividade de Saulo. Continua. Vai para onde você vai encontrar com quem você precisa encontrar. Sério mesmo. Cego pode ir, eu garanto. Aí Jesus aparece para Ananias. Aparece para Ananias. Jesus, é verdade, você tá aparecendo. Tô e vou lhe pedir um favor. Qual? Tá vendo uma pessoa aí doente e cega?
rio mesmo. Cego pode ir, eu garanto. Aí Jesus aparece para Ananias. Aparece para Ananias. Jesus, é verdade, você tá aparecendo. Tô e vou lhe pedir um favor. Qual? Tá vendo uma pessoa aí doente e cega? E eu preciso, Ananias, por favor, pelo amor de Deus. Às vezes Jesus pedia por favorzinho, por favorzinho, Ananias, acolhe essa pessoa. Claro, Jesus, certamente. Muito obrigado pela oportunidade. Quem é? É Saulo. Aí na minha extreme, o quê? Jesus, favor tem limite. Ele tá matando todo mundo. Aí você vai pedir para eu acolhê-lo, não vai dar nem tempo. Aí Jesus disse: "Eu tô adaptando, tá, pessoal? Cola em mim que é sucesso. Cola em mim que é sucesso. Sério? Sério. Aí Paulo vai. Aí Ananias olha meio cético, meu desconfiado, acolhe, faz toda aquela perspectiva de alteridade cristã, porque na alteridade cristã a gente reconhece e vale do outro do jeitinho que ele é. Do jeitinho que ele é. Porque na alteridade cristã, a bagagem da vida que a gente traz é só o amor. Só love, só love. Aí Paulo vai, naquele primeiro momento, é acolhido, passa 3 anos do deserto, 1 2 3, que normalmente dentro do estudo espírita a gente trabalha uma analogia, o deserto de Paulo, o deserto de Paulo são as nossas reflexões íntimas quando a gente erra. Mas é quando a gente efetivamente reconhece o erro, que a gente fica contraído, que a gente fica arrependido, com vergonha, constrangido, não querendo botar o olho fora de casa. nos nossos momentos de deserto de Paulo, lembremos da transformação que ele se oportunizou, porque Jesus, ele faz a parte dele e ele fez com Paulo. Jesus é tão categórico que vira para Paulo e diz: "Olha, a partir de agora você é o meu vaso escolhido". vaso, aquela época assim como hoje é o que a gente guarda água, que a gente guarda planta, que a gente guarda coisa preciosa, coisa da vida e não correlata a patrimônio. Tem uma música linda de um conjunto de uma dupla chamada Tam Vanessa chamada Vaso Escolhido. Eles inclusive vão estar aqui próxima semana. Vou realizar mais um sonho da minha reencarnação ir para
nio. Tem uma música linda de um conjunto de uma dupla chamada Tam Vanessa chamada Vaso Escolhido. Eles inclusive vão estar aqui próxima semana. Vou realizar mais um sonho da minha reencarnação ir para um show de team em Vanessa. É muito bom ter fé na vida. você é meu vaso escolhido. E a partir dali, Saulo, o perseguidor, passa a ser o fundador, o divulgador do pensamento cristão. Porém, a história de Saulo nos demonstra que as nossas convicções às vezes são equivocadas, mas tá tudo certo, porque a gente não nasce, a gente não nasce pronto. E aqui Wagner fez uma palestra linda agora 3 horas virtual sobre as bem-aventuranças. Tem uma uma bemaventurança que é sobre as convicções. Capítulo 5, salvo me engano, versículo 9 do Evangelho de Mateus. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Até então, Saulo tinha fome e sede de justiça pela lei hebraica. E tudo que ele fazia era legitimado pela sua crença religiosa. E o grande porquê da história de Saulo é que com o mesmo sentimento, com o mesmo sentimento de sede e fome de justiça, quando ele encontra com Cristo, ele ressignifica aquela força psíquica. passa a ser de julgamento para acolhimento. O mesmo ser se transformando, assim como a gente pode se transformar. Observar o que nós temos hoje em relação à bagagem da vida que a gente tem levado. Observarmos hoje o que realmente na nossa bagagem pesa, não sentido de peso material, mas no sentido de prioridade psíquica. Como anda? como anda o nosso interesse pessoal em relação à nossa socialização. É natural, é quem explica isso é psicologia. É natural que a gente queira imprimir as nossas vontades, os nossos pensamentos. É natural. Qual é o grande desafio? a gente entender que o outro não foi feito para nos servir. Aí, meu amigo, é a gente entender que o outro tem um lindo direito, um lindo direito de discordar da gente, que a gente não pode cerrar a cabeça do outro, tirar o nosso magnetismo da cabeça e do coração, colocar e costurar. Um dia a gente vai aprender isso.
o direito, um lindo direito de discordar da gente, que a gente não pode cerrar a cabeça do outro, tirar o nosso magnetismo da cabeça e do coração, colocar e costurar. Um dia a gente vai aprender isso. E o primeiro passo, o primeiro passo é a questão 895 de O Livro dos Espíritos. Qual é o principal obstáculo ao progresso? O interesse pessoal é a nossa grande trava. Às vezes no nosso processo de socialização, a gente quer ali imprimir o que a gente pensa, o que a gente vive. Para algumas pessoas nós não abrimos mão, mas para quem a gente ama, uma perspectiva bem intensa, a gente cede e cede rindo. Não, tudo bem, depois a gente se ajusta, depois a gente se acerta, mas é só para quem a gente ama. Mas nós temos uma construção egoica. Nós temos um sentimento lindo que vai se transformar. Ele tá em fase de lagarta, mas vai se transformar numa borboleta chamado egoísmo. E Allan Kardec quando vem escrever sobre egoísmo em o livro dos espíritos, na questão 917, ele pergunta: "Rapaz, vem aqui, vamos bater um papo reto aqui, um tete a tete. Como é? Qual é a dica que vocês dão pra gente combater o egoísmo? A pergunta é tão difícil, eu não tava na hora. Eu acho que não. Acho que Kardec perguntou e cruzou os braços assim, que agora eu vou deixar sem resposta. Como é que a gente consegue combater o egoísmo? A resposta é grande, a gente encurta por causa do tempo. Olhe, o egoísmo a gente vai dissolvendo pela conduta moral. A moral tem um conceito subjetivo, mas a moral espírita é a moral do Cristo. Abre aspas, não faça ao outro aquilo que não queres que faça com você. Fecha aspas. Abre aspas. Perdoa 70 x 7. Fecha aspas. Abre aspas. Eu sou o pão da vida. Fecha aspas. No capítulo 14 do Evangelho de João, Jesus vem proclamar sua paz. É no finalzinho. E ele vem dizer: "Olhe, eu vos deixo a paz. Não a paz do mundo como conheceis, mas eu vos deixo a minha paz. A diferença da paz do mundo paraa paz do Cristo é que a paz do mundo a gente precisa de uma validação, de uma aceitação, de um elogio.
Não a paz do mundo como conheceis, mas eu vos deixo a minha paz. A diferença da paz do mundo paraa paz do Cristo é que a paz do mundo a gente precisa de uma validação, de uma aceitação, de um elogio. Já a paz do Cristo é algo desprendido. A paz do Cristo significa nós termos outras oportunidades pros nossos erros. Capítulo 8 do Evangelho de João, a história da mulher adúltera. Na vida a gente tem muito a teoria do e si. E se eu não tivesse errado? E se eu tivesse feito diferente? Sempre condicionando. E se e si, e se? Às vezes nos nossos processos a gente tenta desculpar alguém em uma perspectiva condicional. A gente pode até não falar, a gente pensa, vou desculpar, mas vai errar de novo. Como se a gente fosse o grande julgador da história, como se a gente fosse uma entidade divina. Jesus quando salva a mulher adúltera, ele não condiciona. Ele só faz um alerta. Ides e não peques mais. Porque Jesus, ele não condena, abre aspas o pecador, a pecadora. Fecha aspas. Jesus faz uma reflexão, abre aspas sobre o pecado, fecha aspas sobre o nosso comportamento. E se e se depois daquela sobrevida a mulher adúltera tivesse procurado um orfanato para cuidar de criança e ser mães? E se e se a mulher adúltera tivesse aproveitado aquela sobrevida para trabalhar em um hospital com ranceníase, que aquela época era chamada lepra. E se e se a mulher adúltera tivesse continuado incorrendo naquele erro? Aí, meu amigo, aí, minha amiga, o problema não é meu, não é seu, é dela. Porque Jesus, naquela passagem do Evangelho de João nos ensina a dimensão da vida. E a dimensão da vida significa continuarmos aos trancos e aos barrancos. cheio de dores, às vezes com a voz falhando em torno de microfonia, inseguros, tristes, desanimados. Chegando ao final, deixe me ver se tem alguma pergunta aqui no canal do YouTube. Um abraço para Denus, Maria Oliveira, Inês, Aldo, Lelê lá de Maresias, Luiz Gonzaga acho que é de Goiânia. Eliana, obrigado. Para finalizar, pessoal, uma pergunta existencial. O que é que a gente leva
Um abraço para Denus, Maria Oliveira, Inês, Aldo, Lelê lá de Maresias, Luiz Gonzaga acho que é de Goiânia. Eliana, obrigado. Para finalizar, pessoal, uma pergunta existencial. O que é que a gente leva na bagagem da vida? Tem uma música linda de um conjunto chamado Titães. Certamente eu não vou cantar, mas diz assim, a música chamada Epitaf, que é o que a gente escreve na lápide lá no nosso, na verdade já já tinha acontecido o nosso último momento, né? Fica lá, descanse em paz ou continue com seu trabalho de reforma íntima e autoconhecimento. Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer. Devia ter arriscado mais e aterrado mais, ter feito o que eu queria fazer. Queria ter aceitado as pessoas como elas são. Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração. A gente não sabe a realidade do outro. A gente teoriza a realidade do outro. O que a gente leva da vida é o que o amor nos ensina. A gente não leva patrimônio, a gente não leva vaidade, a gente não leva conta, leva conta espiritual. a gente leva a incrível capacidade de continuar, de ser quem nós somos. E para efetivamente finalizar, quero ler aqui uma poesia. O que que eu aprendi com Bárbara, a questão da arte no movimento espírita. O que levar da vida, o que acontece quando o nosso corpo padece depois do sepulcro, como a vida acontece? Ficamos por aqui ou continuamos por lá? O que o tempo tem a nos revelar? A sua contagem é muito diferente na vida. A depender do contexto, ele ensina e cicatriza. Há mágoas que com o tempo se dissolvem, porém alguns rancores levamos para a morte. O espiritismo ensina que a vida no além da vida. Você está preparado para continuar com a sua rotina? A diferença é que não teremos mais o corpo. Lá a mente é motivo de desequilíbrio e conforto. Durante a temporada reencarnatória, amemos. Não importemos com validação dos sentimentos. O patrimônio no além é reflexo de quem eu sou. A gente leva da vida o que o amor nos ensinou. Bagem da vida, levemos as lições de Jesus que poderiam, mas não conseguem ser
m validação dos sentimentos. O patrimônio no além é reflexo de quem eu sou. A gente leva da vida o que o amor nos ensinou. Bagem da vida, levemos as lições de Jesus que poderiam, mas não conseguem ser resumidas em esperança, solidariedade e fraternidade. Um abraço para todos nós. Vamos ver se agora não vai dar microfonia. Não, agora não, né, Flávio? Ajustou aí. Nem dá bem. Eh, Mário, quando que é o onde e quando que é o show de Tim Vanessa? >> Eu acho que é sábado na escola de música. >> Sábado na escola de música aqui pertinho, né, gente? Então, vamos prestigiar. Tinha e Vanessa maravilhosas músicas espíritas, né? E emocionante o show deles. E eu não sei onde compra, mas eu preciso no Simpla. >> Aham. >> No Simpla. Então, site da Fedef. fedef po. Eu acho que é org, né? Mas procurem Fedef >> dia 22 horas na escola de música. Tinha Vanê, sensacional. E e Mário é interessante. A nós três aqui mais a Flaviana fazemos o o episódios diários, né? Eh, a palestra do Wagner com a tua, com a minha de 8 horas da manhã na quarta vai fechar um ciclo muito interessante. Então, vejamos. É, a minha palestra é Precisamos nos preparar para morrer. >> Então, vai fechar um ciclo interessante para ver como a espiritualidade Dr. Bezerra sempre nos auxiliando, né? Obrigada, Mário. Teu, tua gentileza, teu carinho, o meu oposto, né, Mário? uma gentileza, uma flor de pessoa que >> me conhece [risadas] >> e acaba sendo, né, Wagner, a gente é mais reto. >> Isso. >> Uma vez em Natal eu tava no Centro Espírita. Era um Centro Espírita bem tradicional que dava melhor para que tem d assim, com todo respeito, umas 10, oito pessoas. Aí tinha uma senhora que me procurou aí disse exatamente isso que Cláudia falou. Nossa, como você é paciente, como deve ser bom conviver com você. Aí olhei para ela assim, amiga, conversa em um minuto com a minha mãe, você me conhece. >> Conversa em um minuto com meu marido, você me conhece também. [risadas] Então, com essa alegria, vamos elevar nosso pensamento a Jesus, agradecendo
sa em um minuto com a minha mãe, você me conhece. >> Conversa em um minuto com meu marido, você me conhece também. [risadas] Então, com essa alegria, vamos elevar nosso pensamento a Jesus, agradecendo esses momentos tão maravilhosos com o nosso querido Mário Augusto, a espiritualidade amiga de cada um de nós, que nos traz essas energias para que levemos aonde quer que possamos ir, essas energias de alegria, de confiança, de esperança, Senhor Jesus. aqueles que ainda enxergam o mundo tão triste, tão violento, que nós possamos ser essa pequena fagulha de luz para aliviar as nossas dores e as dores do próximo. que nós tenhamos um excelente final de semana, que tu estejas conosco, estejas com os mais sofredores nos hospitais, nos presídios, nos locais de sofrimento, violência, crianças, idosos, os mais frágeis que sofrem a dor física, a dor emocional, a dor moral, que o teu amor, mestre Jesus, da nossa mãe Maria e de todos os espíritos que trabalham em prol do nosso planeta Terra, que todos possam consolar aonde houver dor e aflição. Esteja conosco, Jesus. Nos acompanha hoje, agora e sempre. Em teu santo nome, em nome do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, pedimos permissão para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Queridos amigos, um uns avisos, né? Para quem ainda não trouxe doação paraa nossa sexta de Natal, são 300 famílias que vão eh receber a sexta de Natal. A gente pede a colaboração. Sabemos que o Natal é um período em que a espiritualidade se aproxima mais da terra, Jesus se aproxima mais de nós. Então que a gente também se aproxime mais dele por meio da caridade. Uma oportunidade é doando. Aí aqui tem os os itens, né? farofa, batata palha, panetone enlatado, questão de cesta mesmo de Natal pra gente proporcionar um dia de alegria, talvez algumas horas, alguns minutos, de um pouquinho mais de alegria para aquele que sofre mais do que nós. Então que aqui dou aqui do lado, né, Wagner, aqui no amoxarifado, né, é aqui do ladinho no
talvez algumas horas, alguns minutos, de um pouquinho mais de alegria para aquele que sofre mais do que nós. Então que aqui dou aqui do lado, né, Wagner, aqui no amoxarifado, né, é aqui do ladinho no meio e façamos alguém um pouquinho mais feliz no dia de Natal. Andreia vai chamar todos para o passo excelente final de semana a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a
gério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos [música] momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja. >> เฮ >> Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração. >> A paz dentro de mim que [música] encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda Belê.
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