AMAI-VOS, EIS O PRIMEIRO MANDAMENTO, INSTRUÍ-VOS, EIS O SEGUNDO - Denizard de Souza [PALESTRA ESPÍRI

Comunhão Espírita de Brasília 11/07/2025 (há 9 meses) 47:41 381 visualizações

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Transcrição

Luz buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, a comunhão espírita de Brasília. cumprimenta a todos que nos ouvem, que nos assistem pelas redes sociais vinculadas à casa e a todos vocês que comparecem ao auditório Bezerra de Menezes para mais uma das nossas atividades. E hoje é uma imensa satisfação recebermos o nosso irmão Denisar de Souza, que nos falará sobre um tema: Amai-vos, eis o primeiro mandamento. Instruí-vos, eis o segundo. E realmente é um tema que toca muito profundo no nosso coração, porque é o nosso dia a dia. E para a nossa harmonização, vamos fazer a leitura de uma mensagem, Cartas Vivas, eh, mensagens de diversos espíritos, eh, psicografado pelo nosso irmão, que hoje é palestrante, Denisar de Souza. E o a mensagem é o capítulo 85, que tem o título A magia do amor. No jardim da vida, encantai as criaturas com a magia do amor. Ao olhardes os mais experientes, que o faças com respeito e referência. Naqueles que sofrem, que os vejas com a piedade fraternal. Jamais deixes que alguém saia da vossa presença sem se encantar com a presença do amor. Sejais vós os jardineiros das sementes da paz, da esperança, da verdade e da alegria. Sempre, por mais vos pareça triste a jornada terrestre, confiai em Deus e alegrai-vos. A vida é sempre melhor de ser vivida se tiveres coragem no presente e esperança no futuro. Sigam todos para a frente, alegres e confiantes, praticando o bem e a justiça e conquistarão a paz. São os votos da vossa irmã em Cristo Jesus, Adriana de Jesus. E harmonizados que já estamos, convidamos a todos a nossa prece inicial. elevando o nosso pensamento ao Pai Criador e o sentindo em nosso coração. Pai amado, que tá presente, que estás presente em todos os momentos da nossa vida, visite a nossa tela mental. E ao visitar a nossa tela mental,

ensamento ao Pai Criador e o sentindo em nosso coração. Pai amado, que tá presente, que estás presente em todos os momentos da nossa vida, visite a nossa tela mental. E ao visitar a nossa tela mental, Senhor, verifique a nossa necessidade, aquilo que estamos necessitando, os nossos merecimentos. Vá os nossos lares e visite também os nossos parentes, nossos amigos, nossos companheiros de jornada. Abençoe-nos a todos, Senhor. Abençoe essa casa que nos acolhe. Abençoe o nosso irmão Denizar na palestra de hoje. Graças a Deus. E graças a Jesus. Tem essa palavra mesmo. Meus amigos, muito boa noite aos amigos e amigas que prestigiam este horário de palestra da comunhão espírita de Brasília aqui no auditório Bezer de Menezes. Fazemos votos que o amor de Deus nos acolha a todos. que sejamos fraternalmente acolhidos, genuinamente dentro do espírito da fraternidade. E aqueles que estão conosco conectados virtual e espiritualmente com esta psicosfera de luz que cultivamos pela oração, pela meditação, pelos bons sentimentos, não é? aqui já manifestados pelo nosso irmão Adolfo. Tudo isso nos conecta a vocês que estão ah assistindo a palestra pelos veículos de comunicação da comunhão, sobretudo pelo YouTube, alcançando lares, famílias, pessoas fazendo caminhadas, tabletes, celulares, computadores. a todos que nos acompanham os nossos melhores votos de uma acolhida fraterna. E o tema de hoje é um tema central em a doutrina espírita, essencial no Evangelho de Jesus, sem o qual a mensagem do Cristo parece que perderia completamente a sua extraordinária força e foi exarado. esse ensino por aquele que é considerado o mentor espiritual da falange dos espíritos sábios que trabalharam com Hipolitê, Leon, Denisar Rivaio ou aquele a quem todos conhecemos pelo pseudônimo de Allan Kardec. Sabemos que foi o espírito verdade ou o espírito de verdade que em sua página inesquecível lá no Advento do Espírito de verdade, não é? Capítulo 5, ele então nos diz: "Venho como outrora aos transviados filhos de Israel.

pírito verdade ou o espírito de verdade que em sua página inesquecível lá no Advento do Espírito de verdade, não é? Capítulo 5, ele então nos diz: "Venho como outrora aos transviados filhos de Israel. trazer-vos a verdade e disse para as trevas. Escutai-me o espiritismo como o fez antigamente a minha palavra. veio para lembrar os incrédulos que acima deles reina a imutável verdade, o Deus bom, o Deus grande, que faz com que se germinem as plantas e se levantem as ondas, revelei a doutrina divinal, revelei o Espiritismo, mas os homens ingratos que são, abandonaram O caminho reto e largo que conduz ao reino de meu pai. E enveredaram pelas ásperas sendas da impiedade. Meu pai não quer aniquilar a raça humana. Quer que ajudando-vos uns aos outros vos socorrais mutuamente vivos e mortos. ou aqui na nossa nota de rodapé, aqueles a quem chamamos mortos, vivos e mortos, porque a vida é a oportunidade buscada, pela qual as virtudes que conservastes se desenvolverão como um cedro. E peço aos amigos que anotem a palavra cédro, árvore da Palestina, que se desenvolverão como cedro. Enquanto que a morte é a ressurreição, estou tomado de compaixão pelas vossas misérias, de ver o vosso próximo cair no abismo e não lhe estender as mãos. E é um longo texto que os senhores poderão conferir parte dele. Eu trou trouxe de memória para vocês. Advento do espírito de verdade. Ir lá pelas tantas essa entidade luminosa que fala em nome do Cristo, fala nas palavras do próprio Cristo ou em nome dele e diz: "Espíritas, amai-vos, eis o primeiro mandamento. Drui-vos, eis o segundo, falando em nome daquele que estava a, segundo Emanuel, coordenar o planeta Terra e comandando a falange dos espíritos sábios que dialogaram e participaram da construção da doutrina espírita. Então, quando nós falamos do amor, somos obrigados a voltar à saga mais completa da experiência amorosa, desse amor divino que toca do humano quando se encarna na condição humana e é vivida plenamente na figura de Jesus, que quando lhes

omos obrigados a voltar à saga mais completa da experiência amorosa, desse amor divino que toca do humano quando se encarna na condição humana e é vivida plenamente na figura de Jesus, que quando lhes perguntaram e Os fariseus queriam tentá-lo para ver se ele iria se comprometer com a Torá bíblica. Nós sabemos que a Torá bíblica é constituída do Pentateuco, dos livros do Velho Testamento. E os fariseus pretendiam provocar em Jesus uma situação que o deixasse em contrariedade com a lei de Moisés, com as leis do Pentateuco bíblico, que é o Velho Testamento, mestre Rabim da Galileia, esse era seu título. Qual o mandamento maior da lei? Eles conheciam 10 mandamentos que se observarmos com atenção, são os mandamentos de Moisés, mas representam a negação do mal. É sempre negando a ação do mal. Não matarás, não roubarás, não prestareis falso testemunho. E prossegue, é negando, é não, é fazendo uma negativa de ações consideradas ali em Moisés, transgressivas à divinas leis. Só que o evangelho é uma outra etapa. O evangelho não é apenas a negação do mal. O evangelho é a mais completa mensagem e de maior ousadia quando afirma o bem, afirma o amor como alma da vida, afirma o amor como afirmou Carl Gustavo Ung, que dizia que o amor era a mola propulsora mais poderosa do universo. E Jesus, então, em resposta àqueles que lhes perguntaram qual o mandamento maior da lei, ele diz: "Amaráis a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo". Bom, temos aí uma dialética de um amor lançado na direção da consciência cósmica, Deus, que certamente não é o Deus personalístico, antropomórfico e humanizado das religiões. que este Deus tem sido representado para a humanidade através das religiões tradicionais em um formato muito humano, levando a um colapso da fé, não é? Porque esse Deus, ele se agrada e se desagrada de certas ações. Esse Deus lá no Velho Testamento era vingativo e tinha um povo de Deus. E até hoje muitos acreditam-se ser o povo de Deus, como se pudesse existir algum povo que não fosse

e desagrada de certas ações. Esse Deus lá no Velho Testamento era vingativo e tinha um povo de Deus. E até hoje muitos acreditam-se ser o povo de Deus, como se pudesse existir algum povo que não fosse de Deus. Mas esse Deus antropomórfico constituído à imagem e semelhança dos homens não é a divindade cósmica, cuja essência é apresentada por Jesus. E em João evangelista, na forma do amor, Deus é amor. Mas Jesus diz: "Ama a Deus acima de todas as coisas". Como a nos dizer que nós temos uma origem divina, a consciência cósmica, algo transcendental, qualquer coisa que está fora do da existencialidade humana e que sequer existe Deus, é o absoluto, é a sabedoria infinita, é a consciência cósmica, é eterno. que se é eterno, habita uma dimensão fora do espaço e do tempo, porque ambos estão inclusos em uma realidade espaçotemporais, não eternas. Este, esta consciência cósmica, a que chamamos de Deus, e o seu nome será pronunciado nas religiões como Alá, como Javé e como esse Deus definido como amor por Jesus, convida-nos ele que amássemos a Deus acima de todas as coisas, como se tivéssemos que voltar a cultivar aquilo que é a nossa origem, a causalidade ade cósmica, o que Aristótele chamou de motor primeiro, o que Allan Kardec o livro dos espíritos, em diálogo, os espíritos sábios apresentaram como a inteligência suprema a causa primária de todas as coisas, como se fala hoje na visão da mecânica quântica, para alguns físicos quânticos, a consciência cósmica, porque tudo leva-nos crer que há Há uma consciência inteligente e intencional que a tudo previu e a tudo provê. E nesse sentido, Jesus nos convida amar a Deus sobre todas as coisas. E muitos até cumprem essa tarefa buscando ter uma vida de devoção àquele a quem o sujeito acredita ser o seu Deus. Mas a segunda parte do ensinamento é tão complexa e mais desafiadora até do que a primeira. amar ao próximo como a si mesmo. Agora nós temos que fazer uma primeira correção, porque o próximo não é o semelhante necessariamente, é o próximo, é todo

exa e mais desafiadora até do que a primeira. amar ao próximo como a si mesmo. Agora nós temos que fazer uma primeira correção, porque o próximo não é o semelhante necessariamente, é o próximo, é todo aquele que está nas franjas da nossa convivência. Até porque não faria sentido nós pensarmos em um amor, adiando o amor ao próximo e o deslocássemos para qualquer coisa que estaria distante de nós. O próximo está em nossas franjas, é aquele que bate a nossa porta da alma, é aquele que nos habita o lar. É aquele que é a circovizinhança, é aquele que é o povo mais próximo. Teríamos judeus e palestinos, como exemplo, russos e ucranianos em guerra. É o próximo. E quando falamos amar ao próximo, agora temos um desafio. Segundo, o desafio da inteligência. Porque o próximo invariavelmente será o próximo diferente de nós. Não é o próximo semelhante que nos é difícil amar. Se pensarmos bem entre aqueles que nos assemelhamos e tendo semelhança de crenças, outras vezes de classe, outras vezes de raça, outras vezes de cultura, nos integramos em uma certa fraternidade. Mas quando sai das fronteiras da minha família, exemplo, obviamente, da família que nos é própria, do povo com o qual nos identificamos ou do tipo de comportamento social e político com o qual nos identificamos, eis que saímos da semelhança e entramos na diferença. E agora o evangelho é a proclamação do amor por aqueles que são diferentes de nós. E Jesus proclamou um amor o tempo todo pela diferença entre povos. Que mérito tereis se praticardes o bem apenas para aqueles que o fazem da mesma forma convosco? E Jesus vai proclamando um amor pela diferença. A diferença estava na mulher surpreendida em adultério. Essa era a diferença radical, porque a época era o pecado radical. A lei sufocava tanto o gênero feminino que punha este como s o pecado radical, quando nunca foi e nunca será. É óbvio que existem ações terrivelmente mais destrutivas do que essa, mas em uma cultura israelita hebraica, dominada pelos homens e pelos homens

omo s o pecado radical, quando nunca foi e nunca será. É óbvio que existem ações terrivelmente mais destrutivas do que essa, mas em uma cultura israelita hebraica, dominada pelos homens e pelos homens mais velhos, quando a mulher é surpreendida em adultério, até um dia desse, era assim no Irã de hoje. pode ter mudado, mas até um dia desse havia o apedrejamento público da mulher surpreendida em adultério no Irã do século XX. E aquela época era o crime radical. Então, uma mulher levada ao apedrejamento e a cena nos fala desse amor pela diferença radical, desse amor na forma de perdão. Esse amor que enfrenta o conflito e não estabelece a violência como estratégia. A mulher é trazida em meio à multidão empovorosa. A mulher é trazida ao apedrejamento, que seria até a morte. E ela se aproxima de Jesus. Estava lá com seus discípulos e Jesus escrevia e não se sabe o que que ele escreveu. Não ficou anotado. Ele escrevia alguma coisa. E o Dr. Augusto Curi em brilhante página de análise da inteligência, que é a segunda parte da nossa palestra, o Instruivos, o Dr. Curi diz que Jesus estava diante da pergunta dos agressores e da cena complicada, oferecendo um time, um tempo adequado para aquelas mentes enlouquecidas de ódio pudesse sair daquilo que ele próprio cura e chama de sequestro emocional. ou um sequestro da amídla, do comportamento amidliano, ou daquilo que hoje em neurociência nós dizemos, um pensamento que não foi devidamente alcançado no córtex, é a força primária e primitiva da resposta automática. Qual era a resposta automática cultural vigente à época? Matar, como até hoje prevalece em muitos contextos. E como essa resposta automática é primitiva, é primitiva no cérebro, é primitiva na cultura e é primitiva porque é inconsciente, então o curi diz que Jesus deu o time e ficou escrevendo. E eles perguntaram: "Senhor, esta mulher foi surpreendida em adultério, que dizes tu, a lei manda matá-la." E Jesus vai escrevendo enquanto eles se acalmam minimamente, enquanto eles saem

escrevendo. E eles perguntaram: "Senhor, esta mulher foi surpreendida em adultério, que dizes tu, a lei manda matá-la." E Jesus vai escrevendo enquanto eles se acalmam minimamente, enquanto eles saem do estado de loucura para o retorno à consciência, porque o sinômeno sinônimo de violência é inconsciência em todos os níveis. Jesus ergue-se diz nada, não apresenta nenhum ensinamento novo. Ele faz uma pergunta exclamativa. Aquele dentre vós que estiver sem pecado, que atire a primeira pedra. Gente, quando eu medito sobre essa parte do evangelho, eu fico pensando sobre a surpresa que aqueles homens tiveram e a força de uma reflexão dessa que teria que ser Jesus para fazê-lo, porque o risco era grande, né? Estava com as pedras nas mãos. o primeiro que lançasse, o resto era comportamento de rebanho, bem conhecido pela psicologia social, é comportamento de grupo. Aquele que estiver sem pecado que atire a primeira pedra. E os homens foram surpreendidos por uma condição de mácula. E os mais velhos soltaram as pedras e aos poucos foram se retirando. Depois os mais jovens, como autorizar-se ao apedrejamento a ação da violência, que é o desamor, que é o máximo da antifraternidade? Se eles foram surpreendidos com a pergunta destas, soltaram as pedras e aquela mulher ali posta nas proximidades de Jesus para que ele a protegesse, ele a ergue e faz uma outra pergunta para ela. Jesus fez muitas perguntas, gente. A maior parte do texto evangélico é constituído de perguntas, não é de afirmativas. Ele faz uma segunda pergunta para ela: "Mulher, onde estão os teus condenadores, julgadores?" E ela olhou a volta e para a surpresa dela, eles tinham se esvaziado, se esvaído, ido embora com a surpresa. É uma pergunta. Então, em seguida, ele diz: "Se eles não te condenaram, não puderam te condenar, eu também não te condeno. Vais e não peques mais, para que não te suceda a coisa pior." Este é o amor na forma do perdão. Só que este amor, quando estamos no dia a dia, perante as diferenças todas que nos assolam, a

e condeno. Vais e não peques mais, para que não te suceda a coisa pior." Este é o amor na forma do perdão. Só que este amor, quando estamos no dia a dia, perante as diferenças todas que nos assolam, a diferença política, a diferença de crenças, de valores, de religião, a diferença de hábitos, de desejos dentro de casa, quando a diferença entra nesse momento, o amor se torna um amor pelo outro, pela qualidade do outro, nos termos do outro. Esse amor exige reflexão, porque ele não é o movimento automático aquele antigo, do grupo de animais que se protege na horda, do grupo de seres humanos que se protegem com a mesma crença, do coletivo que é integrado ao mesmo interesse se protege. Não. Agora é sair da fronteira de si, é sair da fronteira da semelhança com o outro e tocar na diferença radical do outro que vai nos convidar ao desafio, vai nos convidar a admitir que a religião do outro é tão importante quanto a nossa. vai nos convidar a admitir que o ponto de vista do outro é tão valioso quanto o nosso. E isso vai exigir inteligências outras além da racionalidade do ego. Porque no ego você ama a semelhança, porque a semelhança é você mesmo projetado no outro. Então, outras inteligências são convidadas. Agora é o instruir-vos. É uma instrução muito especial esta. Porque é uma instrução que celebra a diversidade, que celebra a diferença do outro e que descobre que a criação divina, se nós olharmos ao planeta Terra, veremos que o planeta é muito diverso na sua floresta, muito diverso no reino animal, muito diverso nos microseres que rastejam pelo planeta, milhões de insetos e centenas de povos. em uma diversidade extraordinária. Agora, o amor exige uma instrução, uma instrução reflexiva, outras inteligências. E isso nos faz lembrar a extraordinária tese com a qual concluímos a palestra, que é a tese de um psicólogo norte-americano que escreveu uma obra notável chamada Múltiplas Inteligências ou Inteligências Múltiplas no português ou no inglês. E esse livro escrito em 95, na verdade ele

é a tese de um psicólogo norte-americano que escreveu uma obra notável chamada Múltiplas Inteligências ou Inteligências Múltiplas no português ou no inglês. E esse livro escrito em 95, na verdade ele defende a tese em 95 na Harvard University e aparece no Brasil em língua portuguesa no final do ano. tese de doutorado mexeu com a cabeça dos cientistas e gerou inteligências como inteligência emocional, Daniel Goleman, inteligência espiritual, Danas Zorran, inteligência intrapessoal para dentro, intra inteligência interpessoal com outro. E a maioria de nós pensa que a inteligência é só unidimensional, ela é só a intelectual, a acadêmica e essa que aprendemos a escola. Daí o Einstein dizer, não é, que a imaginação era mais importante que o conhecimento. e os autores todos falarem hoje dessas múltiplas inteligências que nos fala de uma instrução muito maior, uma instrução que nos faz perguntar onde podemos encontrar a unidade na diversidade, onde podemos nos conectar com essa incrível sóciodiversidade humana, que pode ser a ponte pela qual pratiquemos o amor e não o ódio. Agora sim, o amor se instala como uma das asas que voam junto com a instrução. O amai-vos, o amai-vos aos inimigos, por exemplo, que é a coisa mais complexa que Jesus ensinou ao evangelho. Amai aos vossos inimigos. Como é que você vai sentir ternura por um inimigo? Como é que você vai sentir carinho por quem acabou de matar a sua mãe ou seu pai, o corpo deles? Como é que você vai poder sentir carinho pelo carrasco nazista que colocou para matar o seu irmão, seu tio, seu avô? Não é carinho. O amai aos vossos inimigos é é o amor que se nega de forma incondicional a responder o mal pelo mal, a responder a violência pela violência. Não é a ternura. O Kardec foi muito inspirado quando disse: "O coração de um amigo não bate da mesma maneira que o coração da na presença do inimigo". Não bate, não tem como bater, mas tem como ter uma ética robusta de não violência, de não responder o mal pelo mal, de não manter a cadeia da

da mesma maneira que o coração da na presença do inimigo". Não bate, não tem como bater, mas tem como ter uma ética robusta de não violência, de não responder o mal pelo mal, de não manter a cadeia da violência funcionando. Esse é o amor instruído, o amor esclarecido, o amor que não cobra, o amor que toca o coração, o amor que abraça, o amor que desperta a nossa consciência, porque afinal de contas ele é a poderosa, o poderoso dispositivo, né, que tá lá no Evangelho Segundo o Espiritismo. O espírito de verdade diz assim: "Os espíritos superiores exercem uma ação irresistível sobre os inferiores". E eu fiquei meditando muitos anos a que é que eles se referiam? Será que uma ação magnética é um fluido? O que que é? É ação que é era exercida pelo espírito bezerra de Menezes sempre que ele comparece em reuniões mediúnicas. Quando ele vem, comunica-se, a emoção de todos é afetada, porque aquela é a linguagem universal do amor, do amor que fez Pizerra de Menezes. Doar tudo que tinha para celebrar o ensinamento de Jesus, doar a sua vida inteira aos pobres. O amor que levou Madre Teresa de Calcutá, a não ver diferença entre hindus e cristãos e oferecer a sua existência como hino de celebração do amor. É esse poder irresistível que entra no coração do outro e que está posto na epístola de Paulo. O amor não se agasta e nem se azeda com coisa alguma. O amor não é orgulhoso, não é intolerante, não se envaidece do das suas realizações. O amor a tudo suporta, a tudo tolera. E esse amor conjugado à linguagem da instrução de uma interiorização de sabedoria que vai além das inteligências formais. O amor que se conjuga à inteligência emocional, que se conjuga a essa inteligência espiritual que nos faz descobrir que todos somos, na ponta final um tão somente. Se nós pensarmos no mistério do universo, Deus como essa fonte eterna de consciência, como essa antena, essa condição eterna de consciência cósmica, todos os seres humanos, todos os seres do universo, do átomo ao arcanjo, refletindo as ondas

Deus como essa fonte eterna de consciência, como essa antena, essa condição eterna de consciência cósmica, todos os seres humanos, todos os seres do universo, do átomo ao arcanjo, refletindo as ondas dessa consciência com a qual já temos a proximidade, já temos a conexão, mas não temos ainda a semelhança que está por ser construída. Então, esse é o amor do amai-vos do espírito de verdade e do instruir-vos da instrução espiritual. Se nós integrarmos essas duas asas, faremos o movimento do grande despertar da nossa consciência. A maioria de nós está apenas distraída, só isso. Não fez o movimento para dentro que, segundo o Dr. Car Gustavo Jung, nos levaria ao despertar enquanto fazemos o movimento para fora, o mundo externo. Na tradição vedantina é Maia, é ilusão. Tudo quanto vemos, não é? Tudo quanto não vemos, isto é, isso é a base hoje da mecânica, da física contemporânea. O mundo é constituído do paradoxo partícula, energia. E a energia é absolutamente imponderável e invisível. E no entanto, essa energia divina pode nos mover os afetos e nos tornar criaturas dóceis. dóceis diante da crueldade e da violência, mas não passivos, pacíficos. Marat Grande dizia: "Eu nunca ensinei passividade, mas ensino pacifismo". E esse pacifismo é o amor que se instala no coração do espírito superior que se torna irresistível ao inferior, porque entra ali nas víceras do coração. A coisa mais difícil que existe é alguém que tem a capacidade pela palavra, pelo gesto, pelo que faz, pelo que deixa de fazer, porque há atos que merecem silêncio, há palavras que não merecem respostas e outras que devem ser ditas e por isso toca o coração do outro. Então, o grande despertado do amor e da instrução é o despertar da consciência espiritual, que é um despertar para a sabedoria. No poema que diz: "Desperta a tua alma adormecida nas ilusões perigosas desta vida. Não te detenhas ante as sombras do caminho. As belas rosas também trazem seus espinhos. Se alguém magoou teu coração, não te entristeças. Segues em

ua alma adormecida nas ilusões perigosas desta vida. Não te detenhas ante as sombras do caminho. As belas rosas também trazem seus espinhos. Se alguém magoou teu coração, não te entristeças. Segues em oração, sendo a vida na terra passageira. Se caminhas para a libertação, esquece as ofensas e perdoa. Segue para tua evolução. Se tens conhecimento do evangelho, se praticas um pouco a caridade, não podes dizer que não sabes ou não conheces o que é a felicidade. Ergue teu olhar, fita natureza. Pensa que pode ser leve o teu fardo. Suave a tua cruz. Se tiveres no teu coração, Jesus, que ele nos abençoe, nos ampare na fraqueza que temos, no vagalume que somos, na sombra que habitamos, para que a sua luz nos envolva, nos inspire e nos leve a viver esta magia do amor, a que nos faz referência na página da nossa irmã Adriana de Jesus, que aliás o livro está ali. Aqueles que tiverem interesse em cartas vivas, espírito, livro escrito e psicografado pela nossa irmã Adriana de Jesus, nós estaremos no primeiro andar na livraria Mário Carvalho, aguardando vocês com o livro para quem tiver interesse na obra. E termino convidando a todos, quem puder, quem quiser, na terceira, sexta-feira do mês, nós estaremos com o nosso Pingaluz, que é esse programa mensal, eh, que estamos sempre apresentando temas contemporâneos. Então, todos convidados. terceira sexta-feira do mês. É um trabalho que temos aula e debate ao final com a participação do público. Um grande abraço a todos, muita paz e até uma próxima oportunidade. Eu me dá dá vontade, ouvindo o Denizar, de ficarmos aqui o tempo inteiro. nos perdemos no tempo e da vontade que muitos de nós ainda conserva nas mãos tantas pedras, né? Eu acho que é o momento de nós soltarmos as pedras e fazermos ouvirmos o que Jesus nos falou, né? Atire a primeira pedra quem não tem pecado. Então, sempre que olharmos o nosso próximo, jogarmos as pedras foras. Obrigado, Denisar, por essa palestra tão carinhosamente preparada que nos realmente eleva o nosso espírito e nos

m não tem pecado. Então, sempre que olharmos o nosso próximo, jogarmos as pedras foras. Obrigado, Denisar, por essa palestra tão carinhosamente preparada que nos realmente eleva o nosso espírito e nos faz refletir sobre essa nossa passagem por esse mundo de expiação e provas. Muito obrigado, meu irmão. E antes de passarmos à prece final, tem alguns avisos. Eh, no dia 12 de julho, próximo sábado, às 19 horas, aqui no Salão Bezerra de Menezes, tem um espetáculo, uma peça teatral gratuita, a Capa de Santo, e todos estão convidados. Estamos também aqui na campanha do agasalho, tá tanto frio, né? É um momento de nós amarmos o próximo. Um, não precisa ser novo, não. Um agasalho, um cobertor, um casaco aqui, deixa aqui na nossa do aqui na no sala aqui próxima aqui ao lado ou deixar ali na portaria. E também eh é para dar o aviso do atendimento fraterno. Às vezes nós não temos coragem de falar para um amigo, de falar para ninguém. aquilo que se passa dentro de cada um de nós, às vezes é um conflito muito forte. Nós temos aqui o atendimento fraterno todos os dias da semana e tem eh essa e esses horários eles estão ali também na entrada da comunhão. E aqueles que não podem vir, que também tem atendimento fraterno pela internet, precisa ser marcado, entra no site e marca o atendimento fraterno. pessoas altamente gabaritadas, preparadas para nos ouvir naqueles momentos de dor que cada um de nós sofre em algum momento da nossa vida. e harmonizados que estamos embebecidos por essa palestra. Convidamos a todos a nossa prece final, agradecendo ao Pai Criador pela oportunidade de estarmos aqui engateando no aprendizado do amor e nos instruindo nessa doutrina de paz, de harmonia que tanto nos acolhe. Pai amado, abençoe a cada um de nós, abençoe essa casa que nos acolhe, abençoe todos os trabalhadores de Jesus, Senhor. Senhor, muito obrigado por tudo. Graças a Deus e graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a

Jesus, Senhor. Senhor, muito obrigado por tudo. Graças a Deus e graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos.

de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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