A HISTÓRIA DE JOANA DE KHOUSA - Denizard de Souza [PALESTRA ESPÍRITA]
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Aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Muito boa noite a todos, a todas presentes no nosso auditório Bezerra de Menezes, a nossa acolhida fraterna, aos que prestigiam no horário das 18 horas. horário de palestra da comunhão espírita de Brasília, quando hoje teremos a oportunidade de revisitar para aqueles que já puderam ler a história de Joana de Cusa, como veremos, uma das primeiras mártires do evangelho do cristianismo primitivo no século da era cristã. E em recordação a esse grande espírito missionário que foi Joana de Cusa, vamos ler uma mensagem. que acreditamos ter uma congruência muito grande com esse personagem. Nós trazemos a mensagem do nosso livro Cartas Vivas, que é uma obra nossa de caráter psicográfico, pelo espírito Adriana de Jesus, que no capítulo 22 nos traz o tema Cartas Vivas do Cristo, a belíssima metáfora apresentada por pelo apóstolo Paulo. Sejais cartas vivas do Cristo. É o título da mensagem. E como nós entendemos que Joana, esposa de Cuza, em Cafarnaum, foi esta carta viva, iluminativa de do Cristo. Lemos a mensagem com esse título, cartas vivas do Cristo. terra há tribunos e pastores, sacerdotes e obreiros a pregarem o evangelho do Senhor. Mas raros são aqueles que se fazem cartas vivas do Cristo. Amos nós as cartas vivas do Evangelho. Amando e servindo, trabalhando e seguindo adiante sempre. E quando nos sentirmos cansados, olhemos as estrelas. Seu brilho nos fará lembrar que muito além da escuridão da crosta terrestre, Deus continua a brilhar no do infinito. Aproveitai a hora bendita no agora. Aproveitai a hora bendita no agora e nos tornemos cartas vivas do Evangelho. E aqueles que cruzarem o nosso caminho poderão experimentar a presença de Deus pela nossa presença.
hora bendita no agora. Aproveitai a hora bendita no agora e nos tornemos cartas vivas do Evangelho. E aqueles que cruzarem o nosso caminho poderão experimentar a presença de Deus pela nossa presença. Paz, meus filhos, e alegria sempre, Adriana de Jesus Espírito. A mesma sintonia de agradecimento. Queremos também agradecer aqueles que participam conosco da palestra pelos veículos da comunhão espírita de Brasília, em especial pelo YouTube, canal muito prestigiado. e aqueles que nos acompanham, a todos eles, a nossa melhor acolhida e nosso abraço. Nessa palestra de hoje, vamos iniciar o nosso trabalho fazendo uma breve oração. Aqueles que se sentirem confortáveis poderão fechar os seus olhos, compreendendo que a oração é momento de comunhão espiritual, de silêncio interior, de expressão da nossa gratidão, assim nos sentindo gratos de pálpebras cerradas, de alma em silêncio, na intimidade do nosso espírito, digamos. Muito obrigado, o criador por mais este dia que nos permitistes permanecer na crosta terrestre. Obrigado pelas horas que se foram, pelas tarefas realizadas, pelos deveres cumpridos, pelas alegrias compartilhadas. Obrigado criador do universo pela oportunidade de recordar a história daqueles que deram o seu testemunho nas origens do Evangelho de Jesus. Obrigado, criador do universo pela saúde que dispomos física e mental. Obrigado pela oportunidade da oração, pela vida que nos ensejas. Obrigado por aqueles que nos amam, mas também por todos aqueles que cruzarem os nossos caminhos existenciais, seja a nos pedir ternura e amizade ou testemunho de perdão e sacrifício pessoal. Obrigado, criador do universo por esta hora bendita de prece, quando nos elevamos ao sublime crucificado, o mestre dos mestres, a pedir-lhes: ser conosco, Jesus, uma vez mais, ser conosco, Jesus. O século da nossa era, que foi inaugurado pelo nascimento de Jesus, foi o século em que, segundo os espíritos sábios, muitos espíritos nobres que tivera sido convidados pelo próprio Jesus para compor com ele a hora
ssa era, que foi inaugurado pelo nascimento de Jesus, foi o século em que, segundo os espíritos sábios, muitos espíritos nobres que tivera sido convidados pelo próprio Jesus para compor com ele a hora mais difícil da sua mensagem libertadora, para que eles compusessem juntos a sinfonia do Evangelho, traduzida como uma claridade inap. apagável, que conforme ele disse, atravessaria os séculos e consumaria os tempos. Dentre aqueles espíritos grandiosos que foram convidados, fossem eles os discípulos da hora primeira que compuseram o colégio apostólico. Fosse o apóstolo Paulo no gigantismo da sua eloquência e na grandeza do seu exemplo. Outros tantos iriam se encantar com a palavra daquele que recebera o título muito suave de Rabi da Galileia, daquele homem que fora descrito pela carta de Públiolentos diretamente a César, referindo-se que ninguém conseguia fitar-lhes o olhar sem ser tomado por um magnetismo inexplicável que invariável levava a dois movimentos: a segui-lo desapaixonadamente, a segui-lo com um desassombro inabitual à alma humana ou também a temê-lo, que for exatamente o que passar a fazer a alta cúpula do sined. que por toda parte conspirava contra ele e não podia tolerar aquele homem descalços, filho de carpinteiro, oriundo de cidade que não gerava profetas, que era Belém. Aquele homem cuja altez os tivera questionado o comportamento de hipocrisia dos fariseus. Em dada oportunidade, Jesus, que se deslocava entre uma cidade e outra, compareceria finalmente à cidade de Cafarnaum, onde estava situada a residência de Simão Pedro, quando a multidão soubera que aquele homem que já tivera operado chamados milagres, que nada mais eram do que a sua capacidade psíquica de alterar as propriedades da matéria, seja andando sobre as águas, seja transformando água em vinho nas bodas de Canaã, num casamento festivo, seja restaurando o tecido da da corrompido pela ranceníase, seja devolvendo luz aos cegos. Aquele mestre Galileu visitava agora Cafarnaum, a cidade que juntava os interesses dos comerciantes,
festivo, seja restaurando o tecido da da corrompido pela ranceníase, seja devolvendo luz aos cegos. Aquele mestre Galileu visitava agora Cafarnaum, a cidade que juntava os interesses dos comerciantes, dos pescadores e dos líderes religiosos, que eram os fariseus. O espírito Humberto de Campos, através da psicografia de Chico Xavier, o nosso inesquecível Francisco Cândido Xavier. No capítulo A história de Joana de Cusa, ele nos descreverá em detalhes aquela noite memorável em que muitos procuraram ouvir a palavra magnetizadora do homem de Nazaré, do extraordinário e jovem precador, que já tivera dito que ele e o Pai era um tão somente e Ali estava a proclamar as luzes da boa nova sobre sobre o brilho de um luar porque era a época de verão. E o mar da Galileia ali se apresentava, compondo uma paisagem de beleza intraduzível, enquanto homens e mulheres miseráveis, coxos e doentes, pessoas pobres e algumas delas destacada da sociedade de Cafarnaum. Lá aparecia um personagem novo para escutar a Jesus, uma mulher notável. que se ocultava sob um manto, porque ali não poderia estar ela. Ela era a esposa do prefeito de Cafarnaum, Cusa, que nada mais era do que um representante de Herodes Antipas, que por sua vez era representante de Roma para todo Israel. E na cidade de Cafarnaum, ele era prefeito e ali se colocava entre a elite romana, vivendo entre os benefícios dos impostos endados dos comerciantes e sob a proteção dos fariseus que liderava o povo da forma na forma religiosa. Joana se coloca de forma discreta entre o povo, ela que era a cidadã romana, e começa a ouvir a palavra daquele homem que naquela noite falava do poder incomensurável daqueles que amam e que amam sem impor condições para amar. do poder transformador, do amor celeste manifestado em criatura humana. Joana ouviu a pregação, mas ela que já vinha lendo e acompanhando as pregações dos primeiros pergaminhos, dos primeiras anotações dos ensinos de Jesus, ela que já ouvira falar à distância do mestre de Nazaré.
viu a pregação, mas ela que já vinha lendo e acompanhando as pregações dos primeiros pergaminhos, dos primeiras anotações dos ensinos de Jesus, ela que já ouvira falar à distância do mestre de Nazaré. após aquela pregação em que ele fala sobre a grandiosidade transformadora desse sentimento de ebulação, esse sentimento essencial em alma humana, que é o da fraternidade entre os homens, que é o de olhar ao outro sob um olhar sutil, profundo e espiritual da amorosidade que gera compaixão que gera solidariedade. Terminada a pregação de Jesus, ele foi se recolher em casa de Simão Pedro, em Cafarnaum para ali repousar. Joana discretamente sai da multidão que se dispersava e corajosamente vai até a casa de Simão Pedro. Quando ela bate as portas da humilde residência do grande pescador de Simão Pedro, quando as portas são abertas, Jesus lá de dentro a observa, discreta e tímida, e a terra recea, porque ela não poderia ser vista indo na direção de Jesus, já que sendo esposa do prefeito, E sendo este alguém que não tolerava junto com as autoridades romanas, que não tolerava aquela doutrina que pregava, que havia um só Deus, que havia uma só lei e que a todos esta lei se aplicavam igualmente. Quando Cza é esposo de Joana, era um homem ligado ao politeísmo e já vinha ouvindo falar da fama crescente do mestre de Nazaré, ela discreta, adentra-se, convidada por Simão Pedro e Jesus com sorriso lhe recebe de mãos estendedidas e ela diz o motivo pelo qual estava ali a procurá-lo. E então narra das suas dores, da diferença de compreensão entre ela e o marido, que era um homem orgulhoso, que vivia alimentando aquela atitude puzzilânime, acomodando-se aos interesses da política local e ele precisava atender os diversos setores. E ela dizia de quão distante o seu coração parecia bater, dos valores daquele que era o seu esposo. E pergunta então a Jesus: "Ó Senhor, seria o caso de eu impor o que já acredito? Seria o caso de declarar para ele que agora sou seguidora incondicional dos teus passos? O que
le que era o seu esposo. E pergunta então a Jesus: "Ó Senhor, seria o caso de eu impor o que já acredito? Seria o caso de declarar para ele que agora sou seguidora incondicional dos teus passos? O que devo fazer? E Jesus então diz: "Ó Joana, já observastes que Deus não fumo os imperadores sanguinários do mundo, nem aqueles que praticam o arbítrio na política, mas que espera o momento certo para que aqueles que caminham sob a fúria da guerra e da dominação de povos E referia-se ele a Roma, que naquele momento espalhava suas asas poderosas sobre toda a Europa e já dominava a Bretânia, hoje Inglaterra, Reino Unido, as Glias hoje, a França, a Germânia hoje a Alemanha. E ele dizia a Jesus com suavidade: "Observai que Deus não fum raio aqueles que praticam o arbítrio na terra, mas que espera a hora certa para que diante da primeira lágrima de arrependimento possa a luz insinuar-se no coração daqueles que viveram a serviço do poder temporal e a serviço da opressão dos povos. E ela era, apesar de romana, esposa de um homem que a dominava completamente. Ele diz: "Então, Joana, cumpre com os teus deveres. Cultiva na alma do companheiro que a divindade celeste te deu para ser esposo, as menores virtudes. Cumpre a tua tarefa ao lado dele, porque chegará o tempo em que eu te chamarei ao divino testemunho. Chegará o tempo em que eu te convocarei ao testemunho do Evangelho, mas não desperdiçai tempo com quer-las verbais inúteis e com o desejo de convencê-lo do que quer que seja. Porque cada alma chega ao autoconvencimento e a autoconsciência na sua hora e no seu tempo. E ao dizê-lo, ele então diz: "Perseverai na tarefa ao lado do teu esposo, porque quando chegar a hora eu te chamarei". Joana refeita com alguma esperança no coração, despede-se de Jesus e ainda consegue ouvir as a voz suave do mestre a dizer: "Vai, filha, ser fiel, ser fiel na tarefa que abraçastes agora. Ser fiel, Joana. E ela se retira da casa de Simão Pedro e caminhará de volta para casa renovada. Algum tempo depois já se aproximava a
: "Vai, filha, ser fiel, ser fiel na tarefa que abraçastes agora. Ser fiel, Joana. E ela se retira da casa de Simão Pedro e caminhará de volta para casa renovada. Algum tempo depois já se aproximava a época da crucificação de Jesus. E ela ouve falar a notícia que ele tivera sido executado. Sua alma triste e abatida, lembra que ele tivera prometido que um dia a convocaria. Passado alguns anos, ela engravida e estando grávida do seu primeiro filho dela e decusa mudanças políticas. levara o seu esposo a perder a função e o cargo. E quando os líderes de Roma, a exemplo de Pilatos, que quando perdera o governo da Galileia, fora levado ao exílio e esquecido os líderes que representavam César quando eram demitidos, por assim dizer, eram levados para as ilhas, algumas gregas, outras asiáticas, para aposentadoria compulsória. E ele aturdido, desesperado, utilizando muita bebida alcoólica, utilizando vinho, adoece. O seu filho já tivera nascido, mas era criança ainda. E Joana vê cusa partir em uma noite de estranhas febres e doenças inexplicáveis sobre o abatimento da perda de poder e com a perda de poder parte das suas propriedades devolvidas a Roma. Ele vai embora e ela fica sozinha com uma um criança que não contava 10 anos de idade. E agora, para alimentar o seu filho, a nobre dama de Cafarnaum vai ter a coragem de se tornar a escrava, aquela que um dia era senhora, vai servir humildemente as senhoras da cidade para conseguir o pão de cada dia e dividia o tempo entre o trabalho doméstico, servindo as senhoras de Cafarnão, diante do novo comandante que representava César e os cuidados do seu novo trabalho. Ao levar a palavra da esperança aos milhares de leprosos que existiam em Cafarnão. Passam-se o tempo, o seu filho já contava 20 e poucos anos de idade e estamos no ano de 64. Ela já tinha os cabelos brancos da idade avançada, a pele enrugada pelo tempo e os olhos que brilhavam fortalecidos pela fé, por aquela dimensão de mortalidade que ela tinha conquistado a partir da palavra de Jesus
s cabelos brancos da idade avançada, a pele enrugada pelo tempo e os olhos que brilhavam fortalecidos pela fé, por aquela dimensão de mortalidade que ela tinha conquistado a partir da palavra de Jesus e do encontro inesquecível com ele. E no ano de 64, quando explodem as perseguições de Nero, e todas as cidades são varridas pela mais terrível perseguição que o Império Romano iria impor aos cristãos até o ano de 313, quando aconteceu o Edito de Milão e os cristãos foram libertados por Constantino, imperador de Roma, 313, que deu o edito de Milão e liberdade aos cristãos. Mas no ano de 64, quando era o imperador, aquela mulher junto com outros outra dezenas de cristãos elevados são levados para uma arena. E as arenas romanas podem ser comparadas, guardadas devidas proporções de tamanho com os nossos estádios de futebol da atualidade, quando apaixonadamente torcemos pel um time em detrimento de outro, mas ainda e não mais, locupletamos na cena terrível que assistíamos há 2000 anos atrás prazerosamente e ali estavam cristãos, alguns deles esperando os leões africanos, os tigres, que seriam soltos para esfarcelarem as suas carnes, vestidos miseravelmente quais escravos. Joana é posta pela fama que tivera ganhado como cuidadora de leprosas, como líder da comunidade cristã daquela região, é posta literalmente para ser queimada viva. Gravetos são colocados no chão e o seu filho está diante de si também amarrado e preso em um outro poste. E os romanos começam a assistir a carnificina, mas o auge daquela lamentável cena de destruição e morte e de intolerância à fé dos outros. O que nos chama atenção para os dias da atualidade, quando não toleramos mais a pluralidade de crenças, ali está Joana presa e os romanos. Então o implacável julgador com tocha na mão grita para ela: "E então, Joana, vais abdicar a tua fé e voltar a cultivar os deuses romanos, ou preferes morrer?" Ela permanecia em silêncio diante daquele homem cruel que volta dessa vez a gritar: "Decida-se, mulher, abdicas a Jesus
ais abdicar a tua fé e voltar a cultivar os deuses romanos, ou preferes morrer?" Ela permanecia em silêncio diante daquele homem cruel que volta dessa vez a gritar: "Decida-se, mulher, abdicas a Jesus e aceitas novamente aos deuses romanos." Nessa hora, o filho dela, amarrado ao outro lado do poste, um jovem de 20 e poucos anos de idade, desfaz o silêncio enquanto os romanos se levantam atônitos diante da coragem daquela mulher que sabia que ia ser queimada viva. E o filho quebra o silêncio e grita para mãe, para ela: "Minha mãe, salva minha vida! Salva-me, por favor, porque eu quero viver. Aquele jovem que tiver assistindo por décadas, Joana, ah, cuidados leprosos, levando o que era possível para ajudá-los. A alimentação deles naquele momento passa um filme mental e psíquico muito rápido na cabeça daquela mulher. Ela se lembra dos da primeira pregação diante de Jesus, se lembra do poder que ele falou, transformador do amor, a grandeza intraduzível do poder daqueles que amam, que aparece no Evangelho Segundo o Espiritismo, na mensagem homem do mundo, homem no mundo, o poder irresistível que os espíritos superiores exercem sobre os inferiores. referindo-se a eles, ao magnético, ao poder de amar, porque não há poder maior do que o do amor incondicional. E ali estava Joana lembrando da sua vida, do primeiro encontro com Jesus, dos anos de humilhação ao lado do esposo, que não compreendia a mensagem de Cristo, dos anos de sofrimento e vivez, quando tivera que cuidar de seu filho sozinha, do trabalho com os leprosos. E ela toma coragem e desfaz o silêncio e diz: "Filho muito amado, tu não conhecestes a Jesus como eu conheci pessoalmente. Cala-te, meu filho, porque essa é a hora da do nosso testemunho que eu te disse, que ele anunciou que me convocaria. estás aqui ao meu lado. Cala-te, meu filho, porque esta é a hora do testemunho da fé que te sinei. Cala-te, meu filho. E o jovem angustiado, sabendo que ia morrer, assistiu por fim. alguém desfazer o último em último gesto
. Cala-te, meu filho, porque esta é a hora do testemunho da fé que te sinei. Cala-te, meu filho. E o jovem angustiado, sabendo que ia morrer, assistiu por fim. alguém desfazer o último em último gesto de loucura, gritou para ela e diz: "Que te ensinou esse Jesus, Joana? Que te ensinou este mestre de Nazaré? Que feitiço te fez ele que te ensinou este Jesus?" E ela responde: "Não, ele não me ensinou apenas porque perguntar ao romano, ele te ensinou apenas a morrer? Ela responde: "Não, ele não me ensinou apenas a morrer, mas também a vos amar". Ali estava a mulher crística, corajosa, que declarava o o amor àele que zombava dela. Enquanto que o soldado romano lançou a tocha que diante do azeite queimou o seu corpo em poucos minutos. E é o outro do outro lado acontecia o mesmo com seu filho. E enquanto Joana sente as dores de ser queimada viva, naquela hora ela faz a última oração e recorda da palavra de Jesus. Ser fiel, Joana, na hora do testemunho, eu virei te buscar. Ela sendo queimada viva e antes mesmo da decomposição completa de seu corpo em chamas, aquele espírito do sacrifício pessoal e incondicional se desloca do corpo enquanto ver o mestre de Nazaré andando, flutuando em luz sublime a se aproximar dela e dizer: "Ó Joana, tu vencestes ao mundo e agora é hora de ir comigo ao reino de meu pai." E eles dois se elevam, enquanto outras entidades espirituais assistiam à desencarnação do filho de Joana. E este espírito maravilhoso que vai se reencarnando ao longo dos séculos, tornando-se Santa Clara ao lado de Francisco de Assis, tornando-se Juana de Cruz, culminará no século XX, segundo as melhores informações espirituais, trazendo a personalidade de Joana Angélica e compondo a missão extraordinária que tivera ao lado do médium Divaldo Pereira Franco. Esse espírito notável, Joana Decusa nos fala de um valor que na nossa época praticamente está rareando ou desaparecendo. O valor do sacrifício que não aparecerá em nossas vidas. Graças a Deus no martirológio físico, porque o Iluminismo
nos fala de um valor que na nossa época praticamente está rareando ou desaparecendo. O valor do sacrifício que não aparecerá em nossas vidas. Graças a Deus no martirológio físico, porque o Iluminismo e a história do progresso, da legislação, do direito moderno, das leis e da democracia, culminou com uma sociedade em que o Estado não perseguirá a fé de ninguém e todos poderão proclamá-la livremente. nas modernas democracias, que nasceu na filosofia das luzes de Volta, de Montesquier, de John John Lock, de Deis Augusto Conte e de todos os pensadores modernos que propuseram a separação do estado da Igreja, porque esta própria tivera se convertido no seu contrário e alimentado as sombras. por 1000 anos, porque fora a igreja quem provocou a a Santa Inquisição e também o tribunal do Santo Ofício. E a perseguição foi até a idade moderna, quando a libertação da filosofia das luzes trouxera uma nova era para a humanidade que nos convoca agora um novo tipo de sacrifício. E todos estamos convocados a eles de fazer silêncio na hora amarga da violência dentro de casa, quando elas explodem na imaturidade do filho ingrato, de fazer silêncio na rua quando ela explode na pessoa desequilibrada, que estando armada usaria arma de fogo para nos ferir. E em recordação ao martirológico daqueles que renunciaram à própria vida. Somos instados a fazer silêncio em dados momentos e em outros tantos a falar e a dar o nosso testemunho pessoal que deve ser da única coisa que importa nessa existência. Porque ninguém retornará à vida espiritual ostentando rótulos, porque lá não existem. Não há rótulos espiritistas, umbandista, candoblecistas, evangelistas, evangélicos, católicos, ateus. Na vida espiritual não há rótulos nem religiões. Há apenas aqueles que viveram ou não na intimidade da sua alma. esta grandiosidade de mensagem que é a mensagem do evangelho, que se traduz na mensagem de Buda pela compaixão, de Krishna que dizia: "Sejais como um sândalo que perfuma o perfuma o machado que o fere. A compaixão em Buda, o amor
m que é a mensagem do evangelho, que se traduz na mensagem de Buda pela compaixão, de Krishna que dizia: "Sejais como um sândalo que perfuma o perfuma o machado que o fere. A compaixão em Buda, o amor incondicional a tudo e a todos de Jesus." Então, meus amigos, nessa homenagem que tentamos fazer, nossa pequenina homenagem ao espírito grandioso dessa Joana que se reencarnara por séculos, século após século, testemunhando a humildade, o amor ao próximo, a caridade e a solidariedade. Sejamos aqueles que na piquez da nossa alma, na intimidade da nossa vida, não nos envergonhemos de descer para servir, de silenciar para não agredir, de perdoar para libertar aqueles que nos feriram, de amar para recordar os que de fato amaram e deram suas vidas. em nome do amor. E não seria fácil lembrar de tantos mártires do Evangelho, de Estevão a Paulo, de Joana de Cusa Alívia, esposa de Públolentulos, que trocar as vestes com sua escrava Ana para ir na direção do martirológico em nome do testemunho do evangelho e para que nos convoquemos a todos ao testemunho libertador do desapego e da humildade, da solidariedade, da caridade. Recordemos o poema tão singelo e sublime que será na nossa prece final e que nos diz: "Desperta a tua alma adormecida nas ilusões perigosas desta vida. Não te detenhas an as sombras do caminho. As belas rosas também trazem seus espinhos. Se alguém magoou teu coração, não te entristeças. Sigas em oração, sendo a terra passageira. Se caminhas para a libertação, esquece as ofensas e perdoa, segue para tua evolução. Se tens conhecimento do evangelho, se praticas um pouco a caridade, não podes dizer que não sabes ou não conheces o que é a felicidade. Ergue teu olhar, pinta a natureza. Pensa que pode ser leve o teu fardo, suave a tua cruz, se tiveres no teu coração, Jesus, que ele nos abençoe, que os bons espíritos nos envolvam. Aqueles que tiverem interesse, nós estaremos na livraria Mário Carvalho com o nosso livro psicográfico, Cartas Vivas de diversas mensagens e diversos
e nos abençoe, que os bons espíritos nos envolvam. Aqueles que tiverem interesse, nós estaremos na livraria Mário Carvalho com o nosso livro psicográfico, Cartas Vivas de diversas mensagens e diversos espíritos. Ele convidamos a todos que puderem a estar conosco novamente no nosso pingaluz de outubro, quando falaremos sobre a pergunta filosófica importante. Por que sofremos? Na terceira sexta-feira de outubro às 20 horas, Pinga Luz, teremos a apresentação em formato de aula e depois o público a fazer perguntas. Muito obrigado pela atenção de vocês. Que tenhamos todos um bom passe e aqueles que quiserem terão o livro na livraria Mário Carvalho. O poema do despertar foi a nossa oração. Que Jesus nos abençoe e nos ampare a todos hoje e sempre. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do
ico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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