Acolher com Jesus nos dias atuais

FEEGO 27/09/2025 (há 6 meses) 2:13:30

A Área de Atendimento Espiritual convida você para uma noite de aprendizado e reflexão. 🌼 Setembro Amarelo – Porque toda vida é importante 💛 No mundo contemporâneo, cheio de desafios e mudanças, a mensagem de Jesus continua sendo um chamado à valorização da vida em todas as suas dimensões. ✨ 🙏 Acolher com Jesus nos dias atuais é reconhecer a vida como um dom precioso, que merece ser vivido com propósito, compaixão e amor. 💡 Vamos refletir juntos a respeito da prevenção ao suicídio, nesta perspectiva de olhar que transforma indivíduos e têm o potencial de impactar positivamente a sociedade como um todo. 📅 Dia: 26/09/2025 ⏰ Horário: 20h 📺 Transmissão pelos canais do YouTube e Facebook Te esperamos de coração aberto! 💛✨

Transcrição

Uh uh. Em meio ao turbilhão do caos que nasce na multidão. O Cristo é a harmonia. A fé é a paz que contagia. A esperança é nossa força. O pai maior é por amor. A morte é passagem da vida que continua mais viva. Mais viva. a sua mão, renove as suas forças. Estamos nessa, juntos. Agradeça sempre. O bem está na gente. Faça a sua luz brilhar. Saia do escuro. Oremos pelo mundo consonando a dor de mude a sintonia, expanda a alegria. É o poder te amar. >> Tudo passa, entenda bem. Sinta mesmo no seu coração o carinho espiritual, um conforto angelical. Dê a sua mão, renove as suas forças. Estamos nessa. Juntos agradeça sempre. O bem está na gente. Faça a sua luz. Saia do escuro. Oremos. pelo mundo consolando a dor de graia, expanda esse é o poder de amar. Dê sua mão, renove as suas forças. Estamos nessa juntos. Agradeça sempre o bem na gente. Faz a sua luz brilhar. Saia do escuro. Oremos pelo mundo consolando a dor de cá. Mude a sintonia, expanda alegria. Esse é o poder de amar. Fude a sintonia, expanda alegria. Esse é o poder de amar. Boa noite, queridos irmãos e irmãs. É uma alegria estarmos aqui reunidos numa proposta em torno de acolhimento, né, nos trazida pelo Cristo. Proposta do atendimento espiritual é de acolher as pessoas por meio de ações fraternas e continuadas, de conformidade com os princípios do evangelho da à luz da doutrina espírita. Neste sentido, então, nós convidamos a todos para refletirem a respeito do acolhimento às pessoas que que buscam os centros espíritas, que seja no atendimento espiritual, que seja em qualquer departamento e área, porque todos nós, trabalhadores espíritas temos esse compromisso com Jesus de acolher a todos que eles ele nos envia no centro espírita. Meu nome é Cláuscia. Estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FEGO. Nós temos a Neila, que ela faz parte desta equipe, uma trabalhadora que sempre está conosco. E nós temos a honra de receber nesta noite o nosso coordenador da área de atendimento espiritual da fé. Seja muito bem-vindo,

que ela faz parte desta equipe, uma trabalhadora que sempre está conosco. E nós temos a honra de receber nesta noite o nosso coordenador da área de atendimento espiritual da fé. Seja muito bem-vindo, seja bem-vinda, Neila. Sejam bem-vindo a todos. Eu vou passar a palavra para a Neila fazer a nossa prece inicial e logo em seguida ele fará ela fará a apresentação do nosso convidado da noite. Boa noite a todos. Fechemos os nossos olhos tocando a espiritualidade amiga que cuida do nosso Brasil inteiro, que cuida do nosso planeta. E aqui com certeza representados para inspirarmos noite de hoje, para que estejamos sintonizados com os ensinos que eles nos trazem, que nos trarão através do expositor. Permita, Senhor Jesus, que os nossos corações e mentes estejam acolhedores a todos os conhecimentos que precisamos aprender. Precisamos ter em mente para melhor servir, para melhor caminhar no planeta. Que essas luzes, Senhor Jesus, possam se espalhar, envolvendo todos aqueles que nesse momento se sentem agoniados, ansiosos, intranquilos. Ajuda-nos para que nos preparemos cada vez melhor para acolher com o coração. Ajuda-nos para que nós sejamos mão amiga para aqueles que caminham ao nosso lado, sejam quem forem. E que nós auxiliemos sempre, despertando naqueles que caminham conosco, assim como mantendo firme em nós mesmos a noção da importância de valorizarmos e agradecermos sempre. pela vida. Que sejam momentos preciosos, Senhor, esses que vivenciaremos e com certeza serão. Obrigada por tudo sempre. Que assim seja. Então, eu vou fazer eh uma pequena apresentação do nosso expositor e em seguida também a dinâm sobre a dinâmica, né, que nós teremos paraa nossa noite e aí passarei a palavra para ele. Brum é médico veterinário, doutor em ciência animal, professor universitário, avaliador do ensino superior do MEC desde 2002. é presidente da PANVET, Associação Pan-Americana de Ciências Veterinárias, conselheiro da América Latina da W, Associação Mundial de Medicina Veterinária,

aliador do ensino superior do MEC desde 2002. é presidente da PANVET, Associação Pan-Americana de Ciências Veterinárias, conselheiro da América Latina da W, Associação Mundial de Medicina Veterinária, diretor da FEB desde 2008, onde coordena os cursos e atividades de ensino de adultos, coordenador nacional da área do atendimento espiritual pelo CFN da FEB, tesoureiro do Conselho Espírita Mundial. E nós vamos eh ter como dinâmica do nosso da nossa live que acolhemos a todos. Sejam muito bem-vindos, né? Que nós tenhamos momentos de muita luz. O Hélio vai falar por algum alguns momentos, por um tempo, um certo tempo, e depois, né, eh, e teremos a possibilidade de apresentação de algumas perguntas para respostas, né? E claro, aproveitemos bem esse tempo, né? Que estejamos com Jesus no coração para esses minutos seguintes que estaremos juntos. Muita paz com você, >> muito obrigado, Neila. Muito obrigado, Gláuscia. Agradeço a oportunidade da gente poder estar juntos aqui, porque falar do evangelho, falar do amor, falar do Cristo, é sempre, né, um ganho para todos nós. E como diretor bezerra, né, eh, é mais importante do que nunca nos tempos atuais. Então, queria saudar também os nossos amigos que nos ouvem aí e aqueles que vão nos ouvir em outro momento, que a gente possa ter um bom momento. É claro que eu gostaria de estar no alpende da casa de vocês e a gente conversar meio que numa roda de conversa. Mas um dos desafios da nossa atividade é inclusive isso, né? Nós nos lembramos bem quando veio a pandemia e essa questão da gente estar aqui diante de um aparelho falando com vocês, isso nos ocupou um tanto. Tobizer sempre nos consolou dizendo que a gente tinha que continuar fazendo melhor aquilo que a gente fazia de forma presencial e que estas emanações, esses fluídos iam se irradiar, né, pros demais, principalmente para aqueles que estavam ouvindo. E aí ele foi nos auxiliando, eu acho que alguns sabem, mas em 2017 nós começamos a receber mensagens de que essas atividades iam ser construídas em rede.

incipalmente para aqueles que estavam ouvindo. E aí ele foi nos auxiliando, eu acho que alguns sabem, mas em 2017 nós começamos a receber mensagens de que essas atividades iam ser construídas em rede. Nós não sabíamos bem como. Em 2018, Dias da Cruz, Dr. Bezerra, Bitencur Sampaio e outros, eles deixaram mais claro. Então, essas mensagens estão publicadas numa revista reformador, mostrando que a gente estaria conectado. E Dias da Cruz, que é médico, usou como exemplo o nosso sistema nervoso, dizendo, ó, vai funcionar que nem o sistema nervoso. Cada neurônio tem a sua autonomia, ele pode, deve trabalhar dentro da sua autonomia, mas ele tá conectado com outro neurônio. Isso forma uma rede e a gente do plano espiritual vai ajudar eh a essa rede funcionar. E ele deixou claro ainda que essa rede está pronta no plano espiritual, está esperando vocês construir. E hoje nós estamos aqui na sexta-feira à noite falando em rede e eu espero que se alguém tiver interesse, eu posso depois compartilhar essa mensagem. Essa mensagem não é segredo, ela é 2018, final do ano, dezembro de 2018. e de AC é muito claro e a gente conseguiu ler. Depois, nos anos seguintes, a gente tava tentando tirar frieza dessa conexão que tá dentro do nosso tema hoje. E aí o Bezerro de Menezes foi chegando, falou primeiro, né? chegam antes, conversem, usem as suas expressões da forma melhor, tente se esforçar para fazer boas irradiações que nós em espírito vamos ajudar a fazer com que as conexões possam levar e fazer com que aquele que esteja do outro lado, muitas vezes distante, ele consiga sentir o que nós queremos. Bom, eu vou falar do acolhimento por uma outra razão, antes que me esqueça, fazendo um preâmbulo, né? Inclusive, eh, muitos sabem o a a o Movimento Espírita Brasileiro, ele tem uma reunião todos os anos de novembro que chama a reunião do Conselho Federativo Nacional, onde se une todas as federativas. Este ano vai ser diferente. Um dos focos vai ser o que nós vamos conversar aqui, né? o foco

s os anos de novembro que chama a reunião do Conselho Federativo Nacional, onde se une todas as federativas. Este ano vai ser diferente. Um dos focos vai ser o que nós vamos conversar aqui, né? o foco então com todos os presidentes federativa, que foi uma recomendação dos espíritos amigos, eh, e de uma certa forma vem preparando isso. Então, eh, se algum de vocês que me ouve aqui tá acostumado a a assistir ou a a participar do que a gente chama de CFN, sempre na primeira semana, primeiro final de semana do mês de novembro, esse ano vai ser diferente. Ele vai ser uma conversa sobre exatamente a gente trabalhar a nossa riqueza de diversidade e aprender a colher, aprender a ser mais amistoso, aprender a fazer com que a gente consiga resolver mais os seus problemas e o problema daqueles que estão conosco. Para ser um pouco mais claro, eu vou projetar o material aqui porque é interessante, algumas imagens vão ajudar. Eh, estamos aqui abrindo uma janela. Eu tô abrindo aqui o compartilhamento, tô fazendo ele e vou jogar ele em tela cheia e acho que está dando certo. Vou tirar uma banda aqui. E coloquei isso porque, primeiro essa imagem à esquerda é uma imagem que tá no nosso documento orientador, que a gente usa muito porque a gente gostaria de estar com o Cristo sendo abraçado. ao mesmo tempo que a gente reconhece que ele é uma figura crística, ele é um espírito perfeito e que auxilia outros planetas, outras esferas e é de uma certa forma o coordenador dos trabalhos de um nosso tão querido planeta. Se a gente for pensar na Terra em termos de 5 bilhões de anos, o Cristo, antes disso foi um dos articuladores para que essa terra existisse. Ele ajudou com os engenheiros fiderais construir e hoje nós estamos aqui. Então diríamos, alguém quer construir uma casa como a nossa, obviamente tá cuidando dela. Por que que eu tô falando isso? Primeiro objetivo maior no na noite de hoje é fazer com que a gente consiga diminuir, que eu consiga fazer também vocês refletir que nós criamos uma estranha tendência com o

ue que eu tô falando isso? Primeiro objetivo maior no na noite de hoje é fazer com que a gente consiga diminuir, que eu consiga fazer também vocês refletir que nós criamos uma estranha tendência com o Cristo, uma distância, nós nos separamos muito e a gente precisa andar mais juntos. E eu vou deixar isso claro. Eh, e aí eu trago sempre essa situação. Vamos nos situar primeiro para no tempo e no espaço de nossos espíritos que são milenares. Nós não hum existimos há milênios, aqui estamos num momento vivendo um período de transição. Por que que eu digo isso? Porque o Tobezerra publicou aí mesmo na FEGO, ele deu uma mensagem no ano 2016 no Congresso Espírita quando ele disse, abre aspas, os tempos atuais guardam similitude com os tempos da presença do Cristo homem entre vós. Fecha aspas. E aí ele vai analisando os tempos atuais, mais adiante ele fala que outros tempos parecidos vão se fazer, mas ele lembra, quem sabe há 12, 15.000 anos e a gente não quer esperar até lá. Então vamos aproveitar até a problemática do período de transição neste mundo que tá totalmente globalizado. Nós temos uma notícia imediata. A grande maioria não nos faz bem e a gente precisa saber eh filtrar isso, porque o nosso mundo tá nos trazendo impressões, notícias a toda hora e nós precisamos filtrar isso e colocar isso no seu devido lugar. Por que isso? Porque nós influenciamos o mundo assim como somos por eles influenciados. Então o que que acontece? Se eu não tô legal, eu não contribuo positivamente pro mundo e o mundo também não vai contribuir positivamente para mim. Então nós vivemos hoje um tempo de um estranho pessimismo. Essas forças mento eletromagnéticas elas existem. Mas a qualidade do nosso pensamento hoje analisada ela é muito ruim. Ela mostra que nós temos uma preocupação muito grande com o passado e ficamos a ele preso. Depois, se alguém tiver interesse na parte final, a gente pode falar um pouquinho sobre isso, esclarecer. Eh, nós temos uma preocupação com o presente que tá em torno aí de 1/3 dos nossos

a ele preso. Depois, se alguém tiver interesse na parte final, a gente pode falar um pouquinho sobre isso, esclarecer. Eh, nós temos uma preocupação com o presente que tá em torno aí de 1/3 dos nossos pensamentos, que são em torno de 70, 80.000 lá o dia. E aí nós vamos percebendo que a nossa eh atenção voltada pro dia, ela é razoavelmente boa. Se bem que existe uma preocupação com o futuro, muita ansiedade em relação ao que vai acontecer, o que deve acontecer e a gente precisa falar sobre isso. Mas aí quando se avalia a qualidade do pensamento atual, nos dias atuais a gente chega numa conclusão muito ruim. Não sou eu que chega, a essência que tá chegando com os elementos que ela tem, eu tô simplesmente repetindo que só 8% dos pensamentos nossos são considerados altruístas. Então depois a gente pode explicar isso mais. Então, ao mesmo tempo que feito um gráfico do nosso período aqui, da existência do nosso planeta, nós começamos há 2000 anos atrás e de uma certa forma, ou seja, começamos há bilhões de anos atrás, chegamos a 2000 anos atrás, aí percorremos. Hoje temos 2000 e pouco anos a partir do Cristo entre nós como homem. E olha, a curva evolutiva nossa em termos de afetividade e de moral, continua sendo um grande problema. E olha o trabalho que nós temos que fazer, o esforço que nós temos que fazer, que todos nós vamos fazer, porque nós estamos matriculados nessa escola e estamos caminhando paraa perfeição e vamos estar trabalhando os elementos. Então, nós estamos, vamos dizer, caminhando muito, passamos muito tempo caminhando na horizontalidade nós vamos falar. E aí, por exemplo, o Manuel Felo de Miranda lá no livro Perturbações Espirituais, ele dá um relato quando ele diz o cenário atual, desse um período de turbulência, como ocorrem todos aqueles que se manifestam as crises para as mudanças que objetivam progresso moral e a evolução do pensamento espiritual, exigindo muita prudência e reflexão das ações. Então, vejam bem, por que que nós estamos nisso? Porque nós estamos num

as mudanças que objetivam progresso moral e a evolução do pensamento espiritual, exigindo muita prudência e reflexão das ações. Então, vejam bem, por que que nós estamos nisso? Porque nós estamos num período de transição, onde nós precisamos refletir sobre muito, né, sobre os nossos pensamentos e ações. E aí eu trago um cenário que tá lá no livro Voltei, né, transmitido pelo Frederico Figner, quando ele anda nas ruas do Rio e vê esses cenários que estão mostrando o intercâmbio entre o plano físico espiritual. E aí nós temos uma realidade muito semelhante hoje em nosso meio que a gente precisa refletir. Isso ao mesmo tempo que nós temos conectividade, nós temos um problema de hiperconectividade, eh vibrações para tudo que é lado. Nós temos, então, o nosso sentido sendo trabalhados, alcançados, a nossa mente sendo estimulado e estamos constantemente falindo, falando ou agindo, mexendo com os nossos sentimentos e emoções. E aqui eu faço um relato daquilo que a Organização Mundial da Saúde traz. 86% das nossas problemáticas, doenças estão nessa esfera aqui. Elas não estão em esfera do pé quebrado, do estômago machucado, né, da questão física, estão nessa esfera. Bom, e aí, gente, ao mesmo tempo sendo recordados que existe uma lei universal, que são as sintonias, onde nós estamos sempre com os nossos semelhantes. Então, quando a gente não tá legal, a gente precisa refletir que a gente precisa melhorar para poder ajudar aqueles que estão conosco e às vezes o não se sentir bem estar em nós mesmos. E aqui nós trouxemos alguns elementos que estão no na gênese do Kardec, né? O nosso psiquismo, os nossos espíritos trazem lembrança de tudo isso. Todas as experiências que a gente tem vivido ao longo dos milênios estão guardadas, são patrimônio do nosso espírito. Então, se nós muitas vezes não nos sentimos bem, a gente precisa trabalhar agora para na próxima encarnação, tá melhor, ou ainda nessa encarnação. E o psiquismo é produto dessas diferentes formas. E aí, gente, duas citações rápidas. Eu sempre

s bem, a gente precisa trabalhar agora para na próxima encarnação, tá melhor, ou ainda nessa encarnação. E o psiquismo é produto dessas diferentes formas. E aí, gente, duas citações rápidas. Eu sempre tinha uma atração por aquele negócio da sarça no tempo de Moisés pegando fogo lá naquele negócio. Depois aquela história lá da dos 10 mandamentos se impressam nas pedras e depois eu fui esclarecido que na época eu já existia, né? E me disseram mais ou menos onde eu andava. Aí passa o tempo, vamos pro Cristo 2000 anos atrás e tinha uma estranha atração pelo Domingho de Ramos. Muito feliz, me sentia assim muito bem. com a própria presença e as lembranças do Cristo. Mas durante a semana era um sufoco, porque chegava lá pela quarta, quinta-feira, a tristeza também abatia. Isso tô dizendo simplesmente porque nós somos espíritos milenares. E aí é interessante, nós temos essas lembranças em nós. Também sabemos disso que eu tô projetando. Nós temos dois caminhos. Temos sido bastante difíceis em confiar e acreditar no amor, que é o nosso tema central hoje. Porque pela dor, eu não vou falar muito da dor. Por quê? Porque a dor já está aí. A dor está de uma certa forma muito presente em todos nós. O que a gente precisa descobrir é a força do amor. E eu vou trazer elementos pra gente poder ver, trazendo exatamente o que nós existíamos quando Cristo se fez homem entre nós. E percebam bem, aqui ele tá reunido com o grupo, as mais do Tiberiades e ele já sentindo, né, de uma certa forma as nossas aflições, porque a gente percebeu na época que ele estava de uma certa forma começando a se despedir e ele nos disse: "Já é hora de seguir". E aí, eh, gente, ele começou mandando os discípulos dois a dois. Depois ele foi mandando os grupos e hoje ele tá mandando a nós. E ele nos disse na época, como diria hoje, se ele estivesse fisicamente presente na nossa roda de conversa hoje, indicou o caminho tortuoso, mostrou pedras e espinho. E quando ele viu que a gente estava com medo e os nossos corações não

hoje, se ele estivesse fisicamente presente na nossa roda de conversa hoje, indicou o caminho tortuoso, mostrou pedras e espinho. E quando ele viu que a gente estava com medo e os nossos corações não confiavam suficiente, ele nos fez olhar além. Então Jesus sempre nos falou no na vida futura, no mundo, na vida do espírito. E aí ele nos disse: "Confiem e vão." Se ele estivesse aqui conosco agora, se eu pudesse perguntar para ele e e desse uma oportunidade de nos falar, e aí é um exercício que a gente tem que fazer, diminuindo a distância com Cristo, ele busca nos falar, mas às vezes a gente não está em sintonia, a gente precisa se esforçar e se nessa hora ele nos falasse, ele diria a mesma coisa. Ou seja, na época ele já nos convidou para ser deuses. Nos dias de atuais a gente lembra que a gente tem uma belíssima oportunidade. Existem problemas, existe dificuldade, sofrer, dor, provação, até expiação, mas tudo é oportunidade da gente aprender a servir e da gente despertar em nós todo um potencial à parte divina que nós temos. E isso passa pela conjugação daquela força que a gente reconhece, dá como exemplo de um ovo que dentro dele tem a vida, tem um potencial gerador dessa vida. Se eu começar a trabalhar com eh choques externos, etc., eu vou quebrar esse ovo e eu não vou ter vida nenhuma. Agora, se eu colocar procurar dar condições favoráveis, isso ovo vai gerar vida. Nós somos o ovo buscando gerar vida. Nós somos aqui então um potencial e quem nos ajuda sempre, ele está muito presente a nós e sempre peço a ele e a outros em seu nome que se faço para nos ajudar a dilatar o nosso próprio pensamento, a viajar, a considerar, a sair do nosso quadrado e ver essas coisas com olhar de espírito daquele que já viveu várias encarnações da terra e daquele que ainda vai viver. e também olha pros outros astros, para outras estrelas. E eu gostaria de estar lá, vamos dizer assim, na constelação de sírios, mas eu tô aqui, né? Eu tô na Terra, que é uma estrela de terceira categoria. Sírios é

pros outros astros, para outras estrelas. E eu gostaria de estar lá, vamos dizer assim, na constelação de sírios, mas eu tô aqui, né? Eu tô na Terra, que é uma estrela de terceira categoria. Sírios é de quinta, não posso pôr lá etapas. Eu tenho que me melhorar aqui para depois passar paraa quarta e depois eu posso morar em Sírios, onde nós estamos vindo vários espíritos que estão entre nós hoje. Delião Deni nos ajuda a entender que esses potenciais que eu tô falando estão na nossa vida íntima. E nós, na medida que nós colocamos em prática o que a gente já sabe, a gente vai despertando novas faculdades, novas virtudes. E esse manancial da felicidade. A gente quer ser feliz nos dias de hoje. Nada conta, todo mundo deve aspirar a ser feliz, mas nós temos que pensar se essa felicidade é a felicidade futura ou se é a felicidade imediata. E é óbvio que nesse contexto nós precisamos trabalhar a melhoria de nós mesmos e para isso a gente precisa se conhecer. Porque como é que eu vou trabalhar em mim para oferecer uma coisa melhor para servir, para poder ajudar, para poder acolher que o foco central hoje, se eu não sou acolhedor nem comigo? Então, a chave que abre a porta para esse desabrochar dos potenciais é o autoconhecimento. E aí nós vemos uma fase belíssima de estímulo para tudo que é lado, para nós nos educarmos. Sentimento é educado, emoção é equilibrável e a gente tem que se convencer e acima de tudo a gente procurar obviamente trabalhar em nós o que a gente tá meio que cansado de saber que é a reforma íntima. a gente precisa se reformar. E aí nós temos o quê? Eh, os espíritos nos lembram que educar não é aquele processo de se instruir. É muito válido nós nos instruirmos, mas é trabalhar os nossos próprios hábitos, ajudar a fazer com que a gente viva experiências, trabalhe educação dos nossos sentimentos para uma convivência fraterna e para uma espécie de autorrealização. É claro que essa autorrealização não é igual a minha da Gláuscia, da Neila e de quem tá me ouvindo aqui. Ela não é igual, porque

os para uma convivência fraterna e para uma espécie de autorrealização. É claro que essa autorrealização não é igual a minha da Gláuscia, da Neila e de quem tá me ouvindo aqui. Ela não é igual, porque nós não somos espíritos iguais, mas a gente tem muito que aprender compartilhando experiências e trabalhando em de forma convivente com eh em grupo, né, em convívio. O primeiro passo para isso é a vontade. Essa vontade é capaz de despertar em nós e de uma certa forma acordar mesmo todo esse potencial. E onde entra a palavra coragem? Aí eu gosto sempre da etimologia, que é a composição das palavras. A palavra coragem, ela foi feita de cora, que vem de coração, e de agem, que vem de ação. Então, a palavra é uma ação do coração. A coragem verdadeira, aquela que nos dá noção da nossa potencialidade, é o coração em ação. E nós vamos estar trabalhando os elementos, porque nem sempre nós consultamos ele. Às vezes nós ficamos na racionalidade, no intelecto, e vamos nos esquecendo. Então, gente, Leondeni que nos ajuda quando ele diz lá no livro no, né, do ser do destinidad dor, ele lembra que o gabinete da vontade está acima mandando no nossa mente, no nosso espírito, consequentemente no seu reflexo orgânico físico, que é o cérebro. Lá nós temos a vontade. Essa vontade manda no desejo, manda na inteligência, manda na imaginação, manda na memória. Então, esses gabinetes de trabalho todos nós temos, mas acima deles tem a vontade. E aí eu vou citar um fato. Lembrem-se, quando naquela manjedoura Cristo nasceu, os anjos, os espíritos de outras esferas entoaram aquele tema quando disseram: "Glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens". Essa vontade ou essa boa vontade é a que nós estamos nos referindo no momento onde essa estrela maior que continua brilhando sobre nós se fez homem entre nós. Foi esta observação. O segundo passo, observação e identificação do que se passa dentro de nós. Nós temos um senso de observação muito grande para com os outros e às vezes nós esquecemos

em entre nós. Foi esta observação. O segundo passo, observação e identificação do que se passa dentro de nós. Nós temos um senso de observação muito grande para com os outros e às vezes nós esquecemos de nós. identificar em nós o que tá de acordo ou desacordo, ou seja, de uma forma mais plena, com uma atenção. E aí nós tivemos a pandemia para ajudar melhorar a humanidade no sentido de uma atenção plena. Atingir os objetivos é uma coisa que cada um de nós tem que responder em parte talvez sim, mas a gente tá torcendo até para melhorar, continuar melhorando para não vir outras pandemias, porque para nos colocar no cantinho do pensamento conosco mesmo e refletir sobre as coisas no convívio para não jogar a sujeira debaixo do tapete, pra gente reconhecer, se conhecer melhor e por aí vai. O terceiro e último passo é verdadeiramente usar esses elementos. Então, primeiro à vontade. Segundo nessa questão de observar e estar atento e reflexão. O terceiro é colocar isso em prática, fazer alguma coisa. Como diz Emanuel, vocês estão cansados de saber? Olha o que que Emanuel falava há 15 anos atrás quando ele dizia: "Abre aspas, você já conhece o suficiente para ser melhores. Fecha aspas. quando perguntado e mentalmente perguntado, ele vinha respondendo, é que vocês precisam viver uma vida mais reflexiva aí nos tempos atuais ele nos diz, diante dos três aspectos que eu apresentei, ele nos diz: "Nossos atuais, eu digo, vocês precisam observar as coisas, vocês precisam analisar o observado em relação a vocês, vocês precisam refletir sobre isso, precisam, por fim, descruzar os braços e fazer fazer alguma coisa que aí a gente vai est se transformando e fazendo o que a gente chama de reforma íntima. Eu coloquei essa jovem aqui porque eu trabalho muito com jovens hoje, muitos têm o rumo certo, mas a grande maioria tá perdida porque quem ela tem de rumo, de referencial, né? Alguns até consideram Cristo uma figura importantíssima, separou a história da humanidade, mas acham eles assim muito

, mas a grande maioria tá perdida porque quem ela tem de rumo, de referencial, né? Alguns até consideram Cristo uma figura importantíssima, separou a história da humanidade, mas acham eles assim muito revolucionário, não tem algumas dificuldades e acham que uma figura inatingível, que é uma coisa de outra esfera. Aí por aí vai. Então nós convidamos as reflexões porque a gente tem os exemplos. Então, se Jesus está um pouco longe, nós temos os exemplos mais próximos de nós. Nós temos a beleza desses espíritos que poderiam, por exemplo, do Tobez está numa outra esfera, o Tobzer que poderia estar lá no planeta, na constelação de sírios. E ele não quis. Ele disse: "Enquanto houver uma lágrima para enxugar, eu vou ficar na terra". E esses outros aí belíssimos, entre eles essa figura extraordinária que é o Chico, nós vamos mencionar em algum momento. E obviamente o bom senso encarnado que a Kardec desmerecer essas mulheres maravilhosas que tanto bem fizeram e continuam aí, que quando a gente faz um sentido de terem existido e feito, nós não estamos dizendo que elas não existem hoje, ao contrário. E aí voltamos para nosso centro espírita, né? Muitos de vocês que me ouve são obviamente de centro espíritos. O papel do centro espírita neste contexto. Ele é um grande lugar onde os espíritos trabalham, onde vocês se juntam, edificam a luz e de repente se abre uma janela deste centro pro universo, para estas forças que já fazendo, falando, pro próprio Cristo e para Deus nosso pai. Então, o Santo Espírito é maravilhoso. Ele é um lugar abençoado. É uma oficina de trabalho onde a espiritualidade vai hoje nos dizendo, onde nós vamos fazer os trabalhos mais pesados, desobsessões, os trabalhos de esclarecimento daqueles que são mais duvidosos. E vocês podem edificar pequenos centros espíritos nos lares de vocês e também em vocês mesmos, construindo a igreja viva, o Cristo vivo, a carta viva em cada um de nós. Então o que que a gente precisa trabalhar mais hoje pra gente poder acolher? A gente tem que se

ocês e também em vocês mesmos, construindo a igreja viva, o Cristo vivo, a carta viva em cada um de nós. Então o que que a gente precisa trabalhar mais hoje pra gente poder acolher? A gente tem que se sensibilizar. sensibilização, tem que aprender a ouvir. E aí, como diz o nosso saudoso Rubens Alves, todo mundo faz de e curso de oratória. Somos bons na oratória, principalmente ainda esses que estão usando muito esse canal mediático, mas às vezes na escutatória nós não somos bons. E aí Rubens dizia, ninguém faz curso de escutatória e a gente precisa, todos os espíritos nos cham atenção, que a gente, quando a gente vai buscar acolher alguém, a gente precisa estar ao todo ouvindo, sem interromper, com atenção, interesse e principalmente sem julgar, que eu coloquei até aqui em vermelho para a gente refletir, para chamar atenção. a gente ouve, mas a grande maioria das vezes antes de terminar a a o relato, nós já estamos julgando. A gente precisa controlar isso. Isso aqui é da nossa tão querida Maria Unique. A maioria de vocês conhece. E porque o Dr. Bezerra sempre muito próximo, ele diz o seguinte: "A doutrina está conseguindo consolar e ele espera um pouquinho para fazer a gente pensar e ele diz o seguinte: "Se ela não estiver consolando, tem algo errado, porque ela é o consolador prometido." Então, gente, nas nossas casas, nos nossos lares, né, no nossos centros espíritas, onde quer que estejamos, nós somos convidados em nome do acolhimento, fazer com aquele que nos busca volte a se sentir como um filho de Deus. E esta é esse é um propósito, ele é uma meta, vamos se dizer assim. E são tantos que estão aí e que se consideram deserdados de Deus. Que que nós precisamos fazer? E daqueles que nos pusido, mais do que nunca. Não sei se vocês sentiram, se tem alguém me ouvindo aí do campo da física ou da ciência. Eu tenho cunhado trabalhando na NASA, então eu sempre sei das coisas de forma antecipada. Na semana, essa semana, semana passada e essa foi uma semana de intensas erupções solares, tanto é que

iência. Eu tenho cunhado trabalhando na NASA, então eu sempre sei das coisas de forma antecipada. Na semana, essa semana, semana passada e essa foi uma semana de intensas erupções solares, tanto é que apareceu uma figura de um borboleta lá no próprio solta dessas erupções e que nos atingiram. Então, algumas redes energéticas foram interrompidas, faltou luz em algum canto, às vezes nós, na nossa conversa por WhatsApp eh eh caiu a a a ligação e assim vai. Às vezes o nosso computador travou, são vários os elementos que estão acontecendo nos dias atuais, fruto desse magnetismo e que interferem no nosso campo energético constituído de pensamentos, sentimentos e que existe nos dois planos da vida, que que inclui, né, eh, fluídos, esp, eh, características, etc., e que nós somos convidados. Eu vou pular algumas coisas, depois eu posso oferecer esses slides paraa gente poder dar conta do recado nosso. Aqui é uma figura de como que nós andamos. Não adianta se isolar no mato, não adianta se isolar lá não sei aonde, que nós estamos sempre mergulhados num campo vibracional, nós estamos sempre conectados. E aí o que que acontece? É bom que a gente se dê conta disso e passa a contribuir pro equilíbrio do mundo. Aí você podem dizer, mas é muita pretensão querer equilibrar o mundo. Mas nós equilibramos o mundo a partir do nosso equilíbrio, porque senão a gente fica fazendo o que a mano chama, drenando as energias, gastando com o nosso próprio equilíbrio. Eles nos ajudam na suivos espíritos benfeitores. Só que a gente tá gastando uma energia que a gente poderia est gastando com aqueles que sofrem t dor. E aí nesse nesse aspecto sempre foi dito que a ambiência espiritual ou vibratória, ela tá presente em tudo que é lugar. Às vezes a gente achou que tava muito no centro espírita, o que é uma verdade, mas em nossos lares ela tava fraca. E o que que aconteceu? Aí a pandemia fechou o centro espírito pra gente refletir sobre o ambiente vibratório das nossas casas. E aí nós temos lá no caminho

verdade, mas em nossos lares ela tava fraca. E o que que aconteceu? Aí a pandemia fechou o centro espírito pra gente refletir sobre o ambiente vibratório das nossas casas. E aí nós temos lá no caminho verdade e vida, essa observação de Emmanuel. O Cristo não estabelece linhas divisórias entre o templo e a oficina. Toda a terra é seu altar de oração e seu campo de trabalho. Gente, aonde que a gente estiver? E como diz aqui, ó, por isso é mano falando, por louvá-lo nas igrejas e menoscabá-lo nas ruas. E é o que nós ainda muitas vezes fizemos. Nós vamos pro centro, achamos muito bom, tá tudo muito bonito, saímos de lá muito felizes, andamos pela via pública, estamos, entre aspas, não apresentando o Cristo ao mundo. E a gente tem, como diz aqui Emanu nafragado mil vezes por nossa própria culpa. Todos os lugares podem ser consagradas ao serviço divino. Num contexto onde Jesus mais do que nunca vibra buscando-nos como instrumentos. Ele continua sendo o sol das nossas almas. Ele continua, como ele disse lá, quando disseram: "Mas Jesus, você continua trabalhando?" E aí que que foi dito? Meu pai trabalha e eu também trabalho, etc. Ou seja, ele nunca se afastou, ele nunca se isolou. Ele nos convida a desenvolver aquilo que nós já falamos, as nossas aptidões, a nossa fé. E a gente vai falar, e isso aqui é de uma plataforma, o roteiro da nossa fala. Aí nós somos convidados a trabalhar as nossas condições pelo exercício do amor e vamos trabalhar isso. E os nossos lares podem ser esses lugares luminosos. Aí eu vou pro livro Obreiros da Vida Eterna, Mensageiros e etc., que mostra que lares iluminados em diferentes lugares eram lares onde uma mãe estava orando pelo filho e por aí vai. Então, gente, o evangelho no lar é uma atitude, é um, é uma uma ação belíssima. Mas nós colocamos esse slide porque vocês podem se perguntando: "Sim, mas aí tudo bem, mas e como é que eu resolvo essa parada?" Como dizem os meninos, né? Como é que eu faço? Tomo o caminho. Se eu tô numa encruzilhada, tem um caminho desses

podem se perguntando: "Sim, mas aí tudo bem, mas e como é que eu resolvo essa parada?" Como dizem os meninos, né? Como é que eu faço? Tomo o caminho. Se eu tô numa encruzilhada, tem um caminho desses paraa direita e um pra esquerda, que que rumo que eu tomo? E aí a gente sempre diz: "Busca Jesus, para, pensa, eleva o pensamento, tenta mentalizar, constrói uma figura dele e você vai estar em relação com ele. Ele vai te dizer." E o que nós precisamos hoje é mais do que nunca seguir os passos dele, buscar reavivar aqueles ambientes onde ele, como homem entre nós, nos ensinou que todos somos irmãos, que o problema de um era problema de outro. Todos nós temos uma relação de fraternidade que a gente deve cultivar, trabalhar. Os nossos ascendentes são profundos, principalmente quando focados, né, no amor. A solidariedade é um fundamento divino e as dores e júbilos de uns pertenciam a todos. De uma certa forma, muitos dos que estão me ouvindo ainda tem recordações dessa existência de um período de nossas infâncias, quando nós tínhamos a rua, as casas, a conversa com o vizinho e tínhamos esses aspectos salutares. Vocês imaginam que tem entre nós convivendo hoje, encarnados que não tão tiveram essa experiência. E como é que eles vão conseguir perceber? Nós temos que falar disso. Nós temos que dar lições como esta do diálogo bendito de Jesus com a samaritana lá no poço de Jacó, onde foi extremamente amoroso e tocou profundamente esta samaritana, que era considerada uma mulher mais indigna, mais impura. E Jesus parou para falar com ela no poço. E aí o resto é uma história belíssima que a gente deve trabalhar a luz da amorosidade cristã. E a humanidade, a humanidade não, a espiritualidade nos diz que a gente não consegue avaliar a importância da primeira e da última grande lição do Cristo entre nós. A primeira é a magedora. Ele poderia ter nascido em qualquer lugar, porque foi de uma certa forma e ele programou a própria vinda. Se ele passou 400, 500, 800 anos adençando o seu espírito, é uma coisa

primeira é a magedora. Ele poderia ter nascido em qualquer lugar, porque foi de uma certa forma e ele programou a própria vinda. Se ele passou 400, 500, 800 anos adençando o seu espírito, é uma coisa que um dia nós vamos descobrir. Por enquanto são essas as referências. Ele foi se preparando e alguém que prepara todo esse tempo para se fazer eh bebê entre nós, né, homem entre nós, não poderia escolher um lugar melhor que a manjedoura. Mas o que que fez? Ele escolheu a magedora para nos ensinar. Será que a gente aprendeu? Onde depois no obviamente no fechamento da sua vida pública, ele fala, ele na Santa Ceia fala coisas que não são para eles. Claro que na época foram ditos para eles, mas são para nós todos. Então, olhar a Santa Ceia, olhar as palavras que o Cristo faz, contextualizar, trazer pros dias atuais, é muito interessante. E aí vamos pro Evangelho do Lar, que eu já citei, foi ele que começou na casa de Pedro, aproveitando as situações do dia para nos ensinar o quanto que é importante nós nos reunirmos em grupo, especialmente na família, e conseguir falar. E foi ele que abriu, então, na casa de Pedro. E aí nós temos tantas citações, entre elas a de Mateus, que com essas referências aqui, quando ele diz: "O evangelho do lar é antídoto contra os males do mundo." Então, gente, nós nos vacinamos, nós tomamos remédio, nós cuidamos das nossas mazelas físicas, mas parece que não estamos nos vacinando em espírito pros males do espírito, porque o evangelho estava numa queda acentuada antes da pandemia. A pandemia equilibrou isso, mas nós precisamos ainda cultivar mais, fazer mais para ajudar a iluminar. E aí nós começamos a tocar no ponto central da nossa fala de hoje, porque ele nos disse, relatado por João, conhecereis meus discípulos por muito se amarem uns aos outros. Nós podemos nos incluir. Esta é uma questão que nós temos que responder, não para os outros, responder para nós mesmos. E aí nós começamos a focar, né? O amor é a solução de tudo. A gente sabe disso. Os

s podemos nos incluir. Esta é uma questão que nós temos que responder, não para os outros, responder para nós mesmos. E aí nós começamos a focar, né? O amor é a solução de tudo. A gente sabe disso. Os maiores estudiosos, a própria ciência já nos mostrou isso. Ela é uma força magnética que se expande. Quanto mais nós usamos o amor, mais ele se multiplica. Ele promove, essa força promove o aumento das nossas capacidades. Então, gente, se eu amo muito, quanto mais eu amo, mais forte eu sou. e as nossos potenciais espirituais de todos nós. Voltando mais uma vez. E aqui alguém tá me lembrando, vou compartilhar com vocês. Eh, vocês podem estar pensando: "Ah, não, mas isso é pro Hé, é para Gláuscio, pro fulano, para Neilha, não sei que lá. Isso não é para mim." Gente, um dia esse pensamento correu pela minha cabeça e eu tinha dúvida se eu as referências que eu tava usando eram as melhores. Quando Emanuel chegou e falou o seguinte: "Quem é que é o guia e modelo?" é o Cristo. E se vocês têm ele como guia modelo, as diferenças entre vocês não existem. Vocês são todos iguais. Então, na medida que eu falo na força do amor, eu tô falando na força do amor em todos nós. Não tem ninguém privilegiado. E com os seus filhos, vamos ser dizer assim, a fé, nós vamos falar sobre ela, a questão da piedade, benevolência, paciência, né, e prudência. Aqui, gente, sempre cito, Lázaro tem três mensagens belíssimas do Evangelho Segundo Redí, Evangelho Segundo Espiritismo. Lá no capítulo 9, item oito, ele fala sobre resignação e obediência, mostrando que a gente já é obediente, porque a gente tem a concordância consentimento à nossa razão. Mas lá ele nos lembra, será que a gente é resignado? Porque como ele diz, resignação é o consentimento do coração. E aí eu ligo essa mensagem com o Chico, 1992. Chico nos disse: "Ainda bem, meu filho, que você não se queixa muito". Por quê? Porque aquele que se queixa é um filho ingrato. Porque nós estamos sendo convidados. Onde é que está isso? Vinha de luz, lição 120, herdeiros. Lá

em, meu filho, que você não se queixa muito". Por quê? Porque aquele que se queixa é um filho ingrato. Porque nós estamos sendo convidados. Onde é que está isso? Vinha de luz, lição 120, herdeiros. Lá tá escrito que nós já não somos mais servos, nós já somos admitidos como herdeiros, obviamente como filhos de Deus. E aí se eu me queixo e não aceito aquilo que o meu pai quer para comigo, que sabe o que é melhor para mim, o que eu preciso, eu não deixo de ser um filho ingrato. Solidariedade. Vamos falar um pouco sobre isso hoje. E aqui nós vamos para um livro, né? Desperte e seja feliz da Joana extrair alguns textos. quando ela também diz, não há como negar ser o amor a realidade mais punjante da vida. Irradia-se de Deus, que é fonte suprema. Ele equilibra todo o cosmos, como ele equilibra o nosso mundo interior, microcosmos, com a força do amor. Ou seja, gente, as energias, as leis que existem de gravitação, translação e tantas outras da própria gravidade em relação ao planeta, elas obedecem a lei do amor e que é o equilíbrio de todas as demais. Então, todos os homens e mulheres que edificaram os ideais da felicidade humana fundamentaram o seu pensamento neste amor pleno, maior e incondicional. Talvez seja a hora para lembrar que muitos de nós estamos no estágio do amor filial, paternal, conjugal, ótimo, mas eles são germes desse amor maior incondicional. Ou seja, muitos de nós ainda estamos no amor físico, o amor eh da terra, vamos se dizer assim, material, e nós esquecemos do amor espiritual incandicional e por aí vai. E aí, gente, surgiro leitura, porque a Joana sempre nos ajuda. E aí chega uma observação que o olhar do Cristo voltando para nós, ele diria: "As modernas ciências da alma que penetram na essência de todos nós, fascinados com a sua descoberta em torno de conflitos". E é o que nós temos hoje, estamos mais do que nunca terapias procurando resolver os nossos conflitos recorrem também ao amor. Por quê? Porque ele seleciona os problemas existenciais, ele

e conflitos". E é o que nós temos hoje, estamos mais do que nunca terapias procurando resolver os nossos conflitos recorrem também ao amor. Por quê? Porque ele seleciona os problemas existenciais, ele erradica os problemas de todos nós, ele ajuda a resolver tanto conflito interior e exterior que estão aí visitando a humanidade. Então, temos que refletir. O amor deve ser a causa, o meio e o fim. E ele é um grande desafio e sobre ele vamos falar. Nós estamos caminhando bons e maus juntos, aqueles que já sabem, né? Aí, Dias da Cruz fica nos falando, nós temos três eh nós temos eh três aspectos colocados pelo Dias da Cruz e que ele fala que humanidade são 3:3 que aceita Jesus, eh, e outro terço que de uma certa forma aceita pela metade. E depois tem um terço que não aceita Jesus. É um terço que de uma certa forma está duvidando está conosco, convivendo e aí estamos andando juntos. E o que que acontece para esse mundo um tanto caótico a que nós temos aí na nossa volta? O grande problema é exatamente a falta do amor. E Madre Teresa sempre nos ensinou isso, ensinando que a ignorância que deve ser combatida não é o ignorante. O crime que necessita ser eliminado não o criminoso. Então, as nossas atenções para com aquele que erra deve ser no sentido de eliminar o erro e não o aquele que comete. E é por aí vai. Não vou me ater a isso para poder atingir meu objetivo de lhes falar, mas amorterapia, gente, é um aspecto que está muito eh próximo aqui de todos nós. Fala das curas, da realidade espiritual, das terapias que nós temos, né, todas à disposição. E se elas forem apoiadas no amor, elas vão ser resolutivas. E aí vamos mais adiante. A Jana nos ajuda a entender que a gente muitas vezes adquir consciência disso, se lembra, concorda, só que a gente tem que se mudar, a gente tem que se transformar, voltando a que eu já falei. Então nós precisamos de alguma forma mudar os nossos hábitos. E aí o que que significa isso? Mudar os nossos pensamentos, mudar os nossos sentimentos. E aí nós estamos

mar, voltando a que eu já falei. Então nós precisamos de alguma forma mudar os nossos hábitos. E aí o que que significa isso? Mudar os nossos pensamentos, mudar os nossos sentimentos. E aí nós estamos trabalhando o nosso reequilíbrio agora para uma saúde mais integral, que é o que a Joana fala. Estamos curando os nossos males. E aí o nosso tão querido São Francisco de Assis sempre nos lembra: "Tudo isso que a doutrina espírita vos traz é bendita, vai nos ajudar e fazer com que vocês consigam ter boas ideias e pensamentos. Mas isso vai est na esfera do vossa mente, da vosso cérebro. Isso precisa alcançar o coração, porque lá no coração vai equilibrar a emoção e gerar um sentimento melhor. E eu vou fechar esses slides com São Francisco, iluminando as mãos, porque ele disse que só assim, colocando o coração para jogo, como dizem os meninos, que eu vou iluminar as nossas mãos. Então, gente, especialmente no tema de hoje, neste mês, onde não temos tantas problemáticas acontecendo, a orientação espiritual para nós valorizarmos a vida. Aí, gente, muitos que nos buscam para ser acolhidos, eles já perderam, eh, vamos se dizer assim, o valor da própria vida. Eles estão sem eh razões existenciais e a gente precisa trabalhar isso. Qual é a orientação de Jesus sobre isso? Vamos refletir. Primeiro, oração. Se nós não soubermos o que falar e mesmo que soubermos, não nos liguemos às fontes supremas. Oração é um elemento onde nós nos conectamos com Deus, nosso pai, que cria tudo e ele tem caminhos, estradas onde muitas vezes nós não vemos saídas. Essas são expressões de Memei. Ele, a oração melhor antido para prevenir e para curar os nossos problemas, conflitos, males. Com a fé, nós fortalecendo em oração a nossa fé, nós vamos ser mais fortes. E aí temos que falar de fé. Fé em quê? Fé, confiando em nós, que nós somos filhos de Deus, que esses potenciais que eu me referi estão em nós, que eles devem ser trabalhados. É acreditar acima de tudo em nós. É ter esse sentimento de que nós

, confiando em nós, que nós somos filhos de Deus, que esses potenciais que eu me referi estão em nós, que eles devem ser trabalhados. É acreditar acima de tudo em nós. É ter esse sentimento de que nós somos espírito e nós não somos matéria vivendo experiências espirituais. A nossa essência, a nossa casa é o plano espiritual. Nós estamos aqui em viagem. Então, nesse sentido, queridos amigos e irmãos, a gente sempre é espírito. E como diria Jesus, naquela bela tarde de domingo, a multidão procurou ele, procurou os apóstolos e tava perguntando um monte de coisa, tava vendo as coisas acontecer. E aí Jesus se retira um pouco da multidão e os e os discípulos perguntam: "Mestre, mas a multidão tá aí aflita, querendo uma resposta, querendo suas palavras?" Aí ele olha bem fundo no cada olho dos discípulos e diz o seguinte: "Deles eu entendo, porque eles nem sabem que são imortais, que são eternos, mas de vocês não. Vocês sabem. Só o que que acontece? Vocês sabem que são são eternos e são espírito, mas vocês não vivem como tal. E aí ele faz uma vírgula e diz: "E é por isso que eu vim não trazer a paz, eu vim trazer a guerra, eu vim trazer a espada e por aí vai." Isso foi dito num domingo de tarde, no final do dia, quando a multidão inquiria ele. E gente, está em nosso íntimo, que eu já falei, a gente precisa colocar em prática a nossa fé existente para ampliar ela, para construir ela. Não é só com a fé, com todas as nossas virtudes. A fé precisa sair do campo humano da confiança. Ah, eu sou forte porque eu faço fisiculturismo. vou paraa academia. Gente, não passa por isso, passa pela questão de forte de alma. E a gente a resgatar e trabalhar aquilo que eu já falei antes, resgatar em nós a parte divina que tá meio que, né, confiança em si mesmo. Nós podemos trabalhar e isso é muito interessante, acreditar nas próprias forças. E para isso nós precisamos nos conhecer melhor, concentrar-nos naquilo que é verdadeiramente mais atinente a todos nós e acima de tudo olhar pro tudo que

o interessante, acreditar nas próprias forças. E para isso nós precisamos nos conhecer melhor, concentrar-nos naquilo que é verdadeiramente mais atinente a todos nós e acima de tudo olhar pro tudo que tá na nossa volta e que a gente percebe o pai criador, a força, a natureza e a gente também confiar em Deus. Imagina alguém que cria tudo. Jesus que organizou todo o nosso planeta. que ele nos abandonaria por uma questão qualquer. Eh, como diz Dr. Bezerra, a vossa autossuficiência faz com que vocês muitas vezes limitam Deus que poderia estar resolvendo tudo. E é o que diz a prece de Cáritas. Deus pode com uma faísca sua abrasar a terra toda. E por que que Deus não faz isso? Porque Deus nos conhece, segue criando, segue nos oferecendo tudo que precisamos. Nós precisamos concentrar as nossas forças nos interesses chamados espirituais. E isso me faz lembrar Alexandre o grande, este grande governante que é considerado um dos espíritos mais encarnados, que mais se consagrou nas conquistas do poder terreno, várias extensões de terra, reinados. E aí, gente, quando ele tava começando a se aproximar da morte, ele pediu para ser enterrado num caixão com as mãos do lado de fora. E como ele era Alexandre Grande, as pessoas disseram assim: "Mas, pô, vamos fazer diferente, blá blá blá". Ele falou: "Não, eu ainda tenho que dar um testemunho pra humanidade. Com tudo que eu conquistei, eu quero que ela veja que eu tô indo de mãos vazias pro plano espiritual." Olha que exemplo bonito. Quantas coisas nós temos que nos dão azia, má digestão, sofrimento, aflição. E no plano espiritual não vale nada. A gente precisa refletir sobre isso, sobre essa fé verdadeira de alguém que confia em Deus e sabe que seu filho, de alguém que, de uma certa forma, por conta disso, acaba se acalmando, aumenta a paciência e acaba recuperando a mãe de todas as virtudes que facilita a construção do amor, que é a humildade. Então, nesse sentido, pensemos, nós temos a possibilidade de construir em nós esse mundo e fazer com que a gente

erando a mãe de todas as virtudes que facilita a construção do amor, que é a humildade. Então, nesse sentido, pensemos, nós temos a possibilidade de construir em nós esse mundo e fazer com que a gente consiga. Mas o que que nós temos no nosso meio? Muitos que trabalham isso que a gente já falou de uma forma presunçosa, achando que Deus tem eleitos. Olha as guerras que acontecem isso aí. Nós não temos uma confusão danada lá no plano onde Jesus andou como homem entre nós no mundo oriental. E por quê? Por causa da presunção. E por aí vai, né? E aí nós somos orgulhosos, nervosos, mas ele nos ensinou o poder da fé nos momentos de cura, né? Olha que Jesus fez como homem entre nós. Ação magnética do homem atuando sobre os males, o fluído cósmico universal. E quantas vezes nesse Brasil eh verdadeiro do interior, porque o que nos é apresentado não é o Brasil original. Brasília original é feito de 80% de pessoas dignas, honestas, trabalhadoras do bem. E são essas pessoas que têm condições de estender a mão e em nome de Jesus muitas vezes afastar um espírito, ajudar num aspecto de desequilíbrio magnético e por aí vai, modificando as qualidades. E aí muitos dizem assim: "Não, mas isso era Jesus, eu não posso". Aí eu lembro o que ele fala para nós. Ele falou: "Tudo que eu faço vós podeis fazer, gente. Nós podemos fazer, eu conheço pelo Brasil lá fora inúmeras benzedeiras, inúmeros homens de bem que fazem verdadeiras curas em nome de Jesus. magnetismo das maiores forças e atualmente ele está aí voltando a ser uma ciência explorada por conta do que eu falei pelo magnetismo solar atingindo a Terra, pela mudança do eixo magnético da própria Terra e por aí vai. Então nós estamos num campo muito favorável para reconhecer e entender toda a força do magnetismo. Agora, não querer que ele se sobreponha ao evangelho. Então, gente, ele é base, né? A fé é base das realizações de todos nós. Só que nós estamos em momentos que a gente pode considerar decisivos. Por quê? Porque o planeta já está caminhando nas estradas

Então, gente, ele é base, né? A fé é base das realizações de todos nós. Só que nós estamos em momentos que a gente pode considerar decisivos. Por quê? Porque o planeta já está caminhando nas estradas da regeneração. Só que temos que subir, temos ter de vez em quando vamos ter descidas, temos outras subidas e nós estamos caminhando com o Cristo na regeneração. Mas eu pergunto a você, será que nós não estamos esperando o mundo ser regenerado para nós nos regenerarmos? E a gente tem várias lições do Cristo que nos ensina, né, que nós precisamos nos regenerar para que o mundo seja regenerado. Então, cada um de nós pode edificar em si o mundo regenerado para depois trabalhar. E aí me vale o de Bezerra de Menezes 2014, o mundo necessita de Jesus e hoje mais do que no. Então, gente, voltada pro aspecto de resolver os nossos conflitos, as nossas mazelas, os nossos vazios existenciais, a nossa falta de sentido da própria vida, especialmente aí com eh e de ações suicidas e tantos outros males, depressão e por aí vai, né? Nós temos que refletir sobre isso. Nós temos em Jesus a solução. E como diz o bezerra, mas muit mais do que nunca nós hoje estamos, porque nós estamos a caminho da intuição. E aí eu pergunto, vocês têm usado, nós temos usado aquela confiança, usar os nossos sentidos daquilo que vemos, ouvimos, sentimos, cheiramos e fazer com que esses sentidos todos se fundam no sexto sentido, que é intuição. E quando estivermos nas encruzilhadas da vida, de vez em quando a gente tá assim e ninguém nos falou se era para ir pra direita ou pra esquerda. Estamos numa encruzilhada. Que que a gente faz? A gente pede a Deus, pede ao nosso guia protetor, alguém vai nos ajudar e vai nos intuir a tomar a direção certa. E isso tudo no momento onde a nossa razão começa a ser cada vez mais esclarecida e pela sintonia com o Cristo e com todos os seus prepóstos, nós vamos melhorar. 2016, Juvenir, responsável pela organização do movimento federativo pela própria FEB, ele diz aqui, gente, parece

recida e pela sintonia com o Cristo e com todos os seus prepóstos, nós vamos melhorar. 2016, Juvenir, responsável pela organização do movimento federativo pela própria FEB, ele diz aqui, gente, parece ser hoje, né, os conflitos domésticos, desentendimentos conjugais e familiares, a realidade da vida no planeta como uma humanidade amplamente decididamente consumista, muito essencialmente preocupada em ter, possuir de veneração a posse favorece o egoísmo e tem criado um transtorno maior do que todos os abalos sísmicos, que todas as convulsões da natureza, maiores que todas as epidemias, pandemias no presente e aquelas que ainda estão aguardando o momento para se manifestar. Eu grifei, esse grifo é meu, pra gente de uma certa forma refletir sobre isso. Ou seja, os espíritos já sabia em 2016 sobre a pandemia em 2019, 20, etc. E aí vai. Dr. Bezer nos chama atenção que os abalos sísmicos estão na programação, mas depende muito de nós. Se nós dermos conta de nós, eu não vou conseguir consertar o mundo, mas eu posso consertar a mim e vencer o mundo. Eu tenho que refletir nesse sentido. Pró Giovan diz, um pensamento positivo, elevado, desarmado contra ideias negativas, tem o poder saneante. Ele é um remédio inimaginável. O homem constrói porque pensa e as suas construções são boas ou ruim de acordo com o que nós pensamos e de acordo com nossa moral e personalidade. Criamos individualmente à nossa volta um campo de energia positiva, 24 horas por dia. Gente, esse é o maior desafio. E aí entra a irmã Veneranda completando o que diz do Dr. o Dr. Jvanir. Irmã Veneranda diz o seguinte: "Abre aspas, as ordens imediatas de Deus para convosco são as situações que o dia vos apresenta." Fecha aspas. Olha o que que nós temos de oportunidade com um dia. Mas como nós sabemos, nós estamos repetindo às vezes o caminho de Maú. Andamos com o Cristo, não reconhecemos o Cristo e se alguma coisa ao final do nosso dia nos chama atenção, de repente a gente pensa e considera que pode ser ele. Olha um

ndo às vezes o caminho de Maú. Andamos com o Cristo, não reconhecemos o Cristo e se alguma coisa ao final do nosso dia nos chama atenção, de repente a gente pensa e considera que pode ser ele. Olha um discurso interessante porque nós vimos um momento onde muitos consideram o início, né, do eh da religião do do evangelho no nosso planeta, que que é foi com o fenômeno de Pentecostes lá na igreja de Antioquia. Nós temos essa figura ímpar que é o Barnabé, simples, humilde, que nunca buscou para ele, mas buscou pros outros. Depois, se eu puder, tiver um tempo, queria falar um pouquinho sobre o Barnabé, porque nós precisamos deais e Paulo, que todos conhecem, olha que que Paulo diz: "Poderemos atender a muitos doentes, ofertar um leite de repouso aos mais infelizes, mas sempre houve e haverá corpos enfermos e cansados na terra. na tarefa cristã, que todos os que estão me ouvindo, nós estamos matriculados nessas tarefas cristãs. Semelhante esforço não poderá ser esquecido, mas a iluminação do espírito deve estar em primeiro lugar. Ou seja, isso aqui fui eu que grifei. É para chamar a atenção que eu só dou o que eu tenho. Por mais que eu queira dar, por mais que eu aprenda formas de dar, por mais que alguém me ensine técnicas de doar, eu nunca vou conseguir doar dos outros. Eu vou doar o que eu tenho. Então a gente precisa melhorar. E o convite dele tá aí. Esse espírito chamado Erasto, ele em 2012 ele já nos disse o que ele disse aqui, neste texto escrito, nesta mensagem dita lá no Evangelho Segundo Espiritismo. Em 2012, ele nos disse: "Vocês precisam reeditar as epístolas de Paulo com as tecnologias da comunicação atual, gente. o nosso WhatsApp. Então, Herastro nos convida, Jesus nos convida, os espíritos benfeitores nos convidam pra gente reeditar as epístolas de Paulo no nosso WhatsApp, no nosso e-mail e por aí vai. Então, gente, tem vaga sobrando para esse trabalho. A gente precisa aprender de ficar o amor, ajudando, aprendendo, servindo, desculpando, amando, enfim, porque o amor é aquela energia, aquela

aí vai. Então, gente, tem vaga sobrando para esse trabalho. A gente precisa aprender de ficar o amor, ajudando, aprendendo, servindo, desculpando, amando, enfim, porque o amor é aquela energia, aquela força que quanto mais eu expresso, mais ela retorna para mim e mais nós podemos ser cultivadores dessa luz para refletir com aqueles. Nós precisamos renovar a nós para sermos igrejas mais fiéis. para sermos repositórios que mostram quem Jesus é, para sermos água mais pura, benta, como a gente diz, para sermos eh valorosos, termos menos fragilidades e dúvidas. E aí traz uma observação, né, de que não é necessário ser um espírito iluminado para que a gente torne vitorioso. Basta que a gente queira responder ao seu chamado. Gente, quantas vezes Jesus nos chamou e a gente estava ocupado ou a gente meio que fazia de conta que eu não ouvia ele e ele precisa se sentir e esse o nosso foco hoje, que começa em nós mesmos. Eu quero cuidar do outro, eu quero acolher o outro, mas eu vou acolher ele bem quanto melhor eu estiver, né? A minha motivação, eu preciso trabalhar. Os meus sentimentos, eles vão ser aquilo que eu vou passar. As minhas expectativas são, é o que eu passo. A minha bagagem, os meus conhecimentos, eu preciso avaliar para ajudar. cuidar de mim primeiro, o como cuidar de mim e do outro simultaneamente. Às vezes o outro é escada para mim cuidar de mim, né? Geralmente a espiritualidade vai nos oferecendo. Quando a gente anda muito na volta e não consegue subir escada de evolução, a espiritualidade manda um problema, uma necessidade e a gente com ela volta o caminho. Autoconhecimento, já falamos, nós somos necessitados, nós temos as nossas fragilidades sem impor, respeitando o livre arbítrio que é uma das grandes virtudes da doutrina espírita. não confundir, mas acima de tudo clarear e exemplificar com exemplo, investir, né, nos nossos conteúdos, em nós mesmos, por exemplo, aquilo que eu sinto com determinadas situações, aquilo que está a meu alcance, parar e pensar

e tudo clarear e exemplificar com exemplo, investir, né, nos nossos conteúdos, em nós mesmos, por exemplo, aquilo que eu sinto com determinadas situações, aquilo que está a meu alcance, parar e pensar sobre isso e, por fim, fazer alguma coisa, acolher fraternalmente quem? todos aqueles que nos buscarem, porque muito, alguns caminharam, tem espíritos caminhando há milênios para encontrar Jesus e às vezes eles estão conosco e eles estão buscando através de nós alcançar Jesus. Olha que bela oportunidade da gente servir Jesus e ser um elo ligação com a luz. OK? Nós então precisamos valorizar o diálogo, a conversa, né, para fazer com que ele consiga trabalhar. A gente precisa trabalhar em nós todos os aspectos positivos, uma afeição positiva, uma fala positiva pra gente conseguir trabalhar melhor, né, e de uma certa forma buscar, fazer com que aqueles que vêm nos buscando possam ser acolhidos como irmãos. Porque Jesus, na hora que vem Judas com os guardas entregando ele, ele olha para Judas, já sabia de tudo e diz: "Aqui vens, meu amigo". Então, gente, isso cala profundamente em nós. Todos nós somos amigos de Jesus. Todos nós mesmos malfeitores mais intensos. E a gente precisa colocar amor em nosso acolhimento. Claro que isso não é fácil, assim como uma flor continuar bela, perfumando, né? A gente precisa usar expressões positivas. Que Jesus esteja conosco. O que lhe trouxe aqui, conte comigo, eu lhe compreendo. Esses aspectos de um diálogo ajudam a fazer com que a gente ganha amorosidade, construir uma conexão. Muitos de nós fazem isso com facilidade, outros nem tanto. Então, gente, cumprimentar com simpatia mesmo aqueles que muitas vezes são inimigos. Porque, gente, eu fazendo isso, eu começo compartilhar as simpatinas que eu gero, que são elementos moleculares que eu tenho, nosso sangue, que são me vão circular e daí a pouco eu vou ter elas mais abundantes, eu vou sorrir, tipo assim, por que que tá sorrindo? Aí eu não sei, tô feliz, gente. Quem não queria estar assim, né? Então, a gente precisa

vão circular e daí a pouco eu vou ter elas mais abundantes, eu vou sorrir, tipo assim, por que que tá sorrindo? Aí eu não sei, tô feliz, gente. Quem não queria estar assim, né? Então, a gente precisa trabalhar esses elementos que estão aqui colocados. Eu vou deixar depois para poderem vocês olhar com mais cuidado. Eh, utilizar a sensibilidade. Hoje nós temos um problema que é a falta da paciência. E a gente muitas vezes antes do de alguém do atendido vim nos falar, nós já interpelamos, né? E muitas vezes a não é nem fala, é atitude não verbal. E a gente tem, tá cheio de aspectos que muitas vezes isolam e não aproximam. Eh, buscar ser gentil, conhecer, buscar conhecer aqueles que nos interpelam, porque é um, é uma manifestação de aproximação, saber escutar. Esse é um problema. Tá aqui o Rubens Alves, o amor que acende a lua. Então, Rubers fala sobre isso, um pouco. Eu já falei, a gente precisa aprender escutar. E nós ao longo dos anos, dos milênios, das últimas existências, a gente desaprendeu, né, aquilo que eu falei lá no início, aprender a ouvir sem julgar, com atenção. Esta escuta sensível que alcança o coração. Porque, gente, as ciências da Terra já tem elementos suficientes para provar que a sede do sentimento, da emoção em nosso corpo está no coração. Ele, aquele terreno maravilhoso onde as sementes divinas estão depositadas. O Chico sempre dizia: "Vocês precisam abrir o coração para que a luz cristã penetre nele, mude vocês." E como eu já falei, São Francisco de Assis diz que tudo que a gente faz, pensa e fala, passando pelo coração, vai nos ajudar a iluminar as nossas ações, mãos. Ou seja, é o coração, esse repositório onde temos as sementes divinas, que muitas já terminaram, mas muitas estão aguardando germinação. Estar disponível, ter a empatia, procurar se colocar no lugar daquele que nos busca, é acolher com amor cristão. Dimensionar, né? Eh, obviamente não prometer a salvação, porque aí eu faço uma referência que está em várias mensagens que estão no reformadora. A

ar daquele que nos busca, é acolher com amor cristão. Dimensionar, né? Eh, obviamente não prometer a salvação, porque aí eu faço uma referência que está em várias mensagens que estão no reformadora. A primeira foi dia 15 de janeiro do ano passado, quando Francisco Ten diz: "Eu sei que vocês consideram o plano espiritual. Eu sei que vocês sabem que vocês estão em relação, só que a gente tá pedindo mais atenção porque o plano espiritual hoje tá contrariado em função da salvação pretida por várias igrejas. e seitas e que não foi alcançada por desencarne no momento mais que o espírito, né, que o encarnado achava o momento mais produtivo, ele desencarna. E aí temos várias questões, como dizem os espíritos, precisamos estar atentos porque a população, a dimensão espiritual é muito maior. O plano dos desencarnados é muito maior do que o plano dos desencarnados. Significa dizer que essa nuvem de testemunha que nos cerca, ela pode e deve ser ajudada, né? Então, aprofundar, fazer com que a gente consiga trabalhar. E esta figura para mim representa o que eu tô querendo dizer para vocês até hoje, gente, porque aquele gráfico que eu mostrei no início, nós somos intelectualmente desenvolvidos, nós somos bons no intelecto, nós somos inteligentes. responderia Paulo na época que Paulo era Paulo, 2000 anos atrás, olha o que Paulo dizia. Vocês são tão inteligentes que vocês são capazes de produzir desculpa para vocês mesmos para você seguir na caminhada. Gente, nos dias de hoje os desculpmos são inúmeros, mas isso é a nossa mente usando todo o seu potencial. Mas quem precisa coordenar as ações todas é o coração. O coração precisa não ser subjulgada por uma mente. O coração precisa usar toda esta inteligência que a gente tem na Terra e equilibrar ela, direcionar ela. E isso que ainda não está acontecendo, com raras exceções, com aqueles exemplos que eu mostrei, obviamente nos deram belos exemplos. Então, cada um de nós é convidado a colocar isso que o gráfico tá mostrando. Então, gente, uma distância que nós

ras exceções, com aqueles exemplos que eu mostrei, obviamente nos deram belos exemplos. Então, cada um de nós é convidado a colocar isso que o gráfico tá mostrando. Então, gente, uma distância que nós criamos entre nós e com o próprio Cristo, que a gente tem que diminuir, analisar sem julgar, enquadrar sem procurar eh doutrinar hostilidade, transformar a queixa em tema doutrinário, eh procurar saber se aqueles que nos buscam, muitas vezes eles não sabem, eles estão sofridos, estão doridos e não sabem nem qual o maior problema. Mas a fala vai resolver uma série de problemas. De uma certa forma, buscar o que que você verdadeiramente procura, o que que faz sentido para você, o que que é importante para você. Estimular a responsabilidade que assim como eu sou filho de Deus, o ele também é. ele tem responsabilidade, pode ser um protagonista, né, no sentido de recuperar toda uma questão. Eh, e a gente precisa refletir sobre isso. E aí eu entro num campo que normalmente nós não gostamos muito de falar, mas eu tenho aí um dos 10 minutos. Então, por exemplo, a renovação mental é preciso acontecer. Coloquei até uma musiquinha para nos fazer refletir. Fizemos, nós temos pensado em nos renovar pelo pensamento, pela mente. Naturalmente a gente encontra muitos obstáculos e às vezes não avança e são considerados as pedras do caminho. Vou diminuir um pouco da música aqui. Eh, pedras do caminho são o quê? São fraquezas, são tentações que a gente precisa refletir, são impulsos que nós sentimos que às vezes não damos nem atenção e a gente precisa trabalhar, como, por exemplo, bebida, jogo, furto, sexo, tentações, situações que aumentam as nossas fraquezas e que de uma certa forma mostra que a gente precisa melhorar as companhias. Mas como eu faço isso? Como eu trato isso? renovação da nossa mente, fazer com que a gente, como diz o Leão Deni, abra esses espaços. a gente trabalha usando todo o nosso conhecimento intelectual, mas com julgue, com afetividade. E aqui, gente, fora do que está nos

te, fazer com que a gente, como diz o Leão Deni, abra esses espaços. a gente trabalha usando todo o nosso conhecimento intelectual, mas com julgue, com afetividade. E aqui, gente, fora do que está nos slides, que depois vocês podem até olhar num outro momento, eu tenho uma observação que o que está valendo paraa humanidade muito hoje é o que a gente chama de pedagogia do afeto, porque o que a humanidade precisa é de colo, de afetividade, de se sentir valorizado. E aí nós temos alguém que esse prêmio Nobel da Paz lá pelos anos de 2018 que era o Cláudio Naranjo, é um psiquiatra chileno e que é autor da pedoria do afeto, já testado nas maiores universidades como nas escolas mais simples, com resultado extremamente positivo. Se vocês buscarem na internet pedagogia do afeto, vocês vão se deparar com esse psiquiatra chileno e ele é extraordinário, sem limitar a religião. Extraordinária para nos mostrar como que isso funciona, trabalhar os nossos sentimentos, fazer com que a gente trabalhe naturalmente, coloque o amor em ação, que é a caridade. Procure fazer isso da forma mais humilde possível. aqui me isso aqui me lembra de Valdo. Divaldo seguidamente estava dizendo o seguinte: "Cuidado para vocês não condicionar muito essa caridade que tá sendo apontada aqui, porque senão ela vai chegar atrasada. Hoje, nos dias atuais, a maioria das vezes a caridade chega atrasada, né? Isso não é fácil. Palavras de bezerra. Não são fáceis as batalhas travadas conosco mesmo, porque às vezes a gente foge delas e fica avaliando os outros. Mas Jesus não nos prometeu facilidades. Referiu-se mesmo à espada que deveria separar o bem do mal, destruir iniquidade para salvar o iníquo. Então gente, não são as faces as batalhas trabalhadas em nós. É preciso fazer essa chamada reforma íntima, possivelmente um tema que já cansou os ouvidos de vocês, mas é uma transformação moral e a humanidade o que ela mais precisa disso é nos dias atuais, porque as bases morais da nossa humanidade, das nossas relações, tão frágeis e às vezes nem

vidos de vocês, mas é uma transformação moral e a humanidade o que ela mais precisa disso é nos dias atuais, porque as bases morais da nossa humanidade, das nossas relações, tão frágeis e às vezes nem existe. Então, precisamos pensar, olha essa escala evolutiva, né? Nós fomos criados simples, ignorantes. Todos nós temos o mesmo princípio e continuamos sendo criados porque tem espíritos sendo criados nos dias atuais. Aí vamos evoluindo, temos uma ascensão maior. Chega o momento onde nós temos que ir a campo, trabalhar, sair dos nossos quadrados, sair dos nossos eus e praticar o que sabemos para, como diz Allan Kardec, eh nos habilitar novos ensinos e novas lições, abrir novas janelas e novas portas pro futuro. Então, estamos nesse período favorável da transição e precisamos continuar porque a nossa destinação é o bem, é sermos deuses. E aí, gente, eu cito uma mensagem de Emanuel 1950 e que tem como título determinismo divino. Essa mensagem foi muito importante para mim porque ela diz que o único determinismo de Deus para conosco é o bem. O resto é acréscimo nosso. Nesse sentido, então, olha as nossas mãos em homenagem a São Francisco de Assis, que nos diz: "Tudo que eu falo, tudo que vocês sabem, a doutrina, os conhecimentos são elementos importantes que precisam ser feitos, eh, trabalhados no vosso, na vossa mente, no vosso cérebro, e vão produzir boas ideias e bons pensamentos. vai melhorar o discernimento de vocês, vocês vão errar menos, mas isso não é suficiente. Isso precisa descer ao coração, equilibrar a emoção, melhorar o sentimento, porque aí as vossas mãos vão se fazer como essas que estão sendo mostradas, né? Então, gente, eu tenho verdadeira eh dá para dizer amor por São Francisco de Assis. Sou médico veterinário, sei que ele é o patrono de todos nós e nesses tempos atuais ele está trabalhando com a valange franciscana para resgatar, principalmente na Europa tão cheio de conhecimentos, aquela igreja essencial que ele começou a construir. Mas ele nos convida para construirmos em nós isso.

do com a valange franciscana para resgatar, principalmente na Europa tão cheio de conhecimentos, aquela igreja essencial que ele começou a construir. Mas ele nos convida para construirmos em nós isso. Então, queridos amigos, irmãos, 21 e 28, eu tinha prometido estender isso até esse horário. E aí eu vou me colocar à disposição pra gente trabalhar os elementos na forma de esclarecimento, alguma ideia complementar e vou fazer o que o Chico me recomendava. Toma uma água porque senão você não para de falar. Então vou tomar uma aguinha aqui e me coloco à disposição. >> Vho, nosso sentimento nesse momento é felicidade e gratidão. >> Isso. >> Porque você teve uma aula para nós e trouxe o nosso documento orientador, né? Documento de orientação para o atendimento espiritual no centro espírita. Eh, e diante disso, nós temos uma pergunta. Como conscientizar todos os trabalhadores do Centro Espírita de que acolher com Jesus não é tarefa restrita aos que atuam no atendimento espiritual? Porque nós sabemos que a recepção e nós podemos colocar barra acolhimento é uma das atividades do atendimento espiritual. Eh, tem vários elementos. Eu tô há quase 30 anos na FEB. Me lembro quando eu cheguei entendi que uma série de coisas estavam erradas, queria acertar. Enestor Maszot sempre foi um grande espírito amigo e ele dizia o seguinte: "Olha, você tem que se acertar primeiro, você tem que se consertar, você vai colaborar com seu exemplo, as suas palavras vão ajudar muito, a sua fala, a sua condição, obviamente vai eh despertar muitas mentes, mas verdadeiramente quem cobre a multidão de erro e engano é seu exemplo." E isso chegou a ponto, por exemplo, de eu dizer: "Ó, Nestouro, mas o que a Zíbia Gaspareto tá escrevendo? do que que esse povo tá escrevendo. Tá complicando a nossa caminhada. A gente poderia chamar ela e e conversar com ela. Ele não estou dizer assim: "Nós não podemos violentar consciências. Nós temos o livre arbítrio. Cada um de nós tem o livre arbítrio. Mais uma vez, o mundo é feito de espíritos que estão

ersar com ela. Ele não estou dizer assim: "Nós não podemos violentar consciências. Nós temos o livre arbítrio. Cada um de nós tem o livre arbítrio. Mais uma vez, o mundo é feito de espíritos que estão abrindo caminhos e nem sempre bons. E vocês vão indo, vão consertando esses caminhos, vão fazendo. Então eu acho o seguinte, o trabalhador espírita melhorou seu comprometimento, mas naquilo que eu mencionei antes, antes de passar pros slides, o Godinho vai trabalhar todos os planentes federativa no encontro CFN a nossa responsabilidade no sentido da gente acolher melhor, no sentido da gente valorizar mais, porque nós precisamos mudar a estatística que tem aí. A estatística de há uns anos atrás, 10, 15 anos atrás, dizia que de cada quatro pessoas que procuravam o centro, só uma ficava. Já melhorou. A pandemia colaborou, são menos os que vão, mas estão indo e tem mais gente ficando. Só que nós temos que ajudar. Mas aí tem uma mensagem do Bezerro de Minez do ano passado, quando nós estávamos questionando, vendo como enfrentar o que a Glassa lembrou, os nossos dilemas, as nossas faltas de trabalhador, a falta de entendimento. E pior de tudo, muitas vezes a gente sabe que o irmão sabe, conhece, tem consciência, mas não quer fazer. Aí o Dr. Bezerra disse o seguinte: "Vocês se esqueceram que a doutrina espírita não é uma doutrina de multidões, ela é uma doutrina fermento e ela vai levedar a massa, mas a massa não vai virar esse fermento não. Vocês precisam continuar dando o melhor exemplo, usando a palavra melhor. muitas vezes até não palavras que como diz São Francisco de Assis, me lembrei agora, São Francisco de Assis diz o seguinte, abre aspas, idegai o evangelho, se necessário, usai as palavras. Fecha aspas. Então, gente, temos uma belíssima oportunidade e aí vou me dar o direito de estender isso. Isso começa na nossa família, passa no nosso grupo de trabalho, pela via pública, pela padaria, pela farmácia, por todos os lugares. A grande dificuldade a gente conciliar este

reito de estender isso. Isso começa na nossa família, passa no nosso grupo de trabalho, pela via pública, pela padaria, pela farmácia, por todos os lugares. A grande dificuldade a gente conciliar este evangelho como roteiro de nossas vidas. E é claro que que vai acontecer. Nós vamos chamar atenção por aquilo que nós fizemos de diferente, mas nessa hora e a grande maioria das vezes nós vamos caminhar com menos gente. Mas como dizem os espíritos, o que importa é que vocês não faltem com a verdade. E essas são palavras do Chico. O Chico sempre dizia assim: "O evangelho não veio para passar a mão na cabeça, dizer: "Ah, meu filho, não sei o que lá, contemporiza para cá, vai para lá". O evangelho chegou como boa notícia para mudar. E se vocês não mudam, se as pessoas não mudam, nós vamos não vamos ter a mudança. E a gente precisa então usar o evangelho como elemento transformador. E eu te confesso que com tudo que a terra conhece, e aí eu vou dar um exemplo, não sei se vocês viram, 15 dias atrás a humanidade divulgou os maiores queis da humanidade, um monte de menino do sul coreano. Por quê? Porque diante do que a Coreia do Norte faz, eles resolveram procurar outras alternativas. E aí vou dar, não vou comentar a reportagem toda, vocês podem buscar na internet, vocês vão ver lá. Eh, entrevistaram o jovem de 23 anos, que é considerado DQI, mais evoluído na Terra hoje. Ele diz, perguntaram para ele várias coisas, perguntaram qual é a sua base? Ele falou: "A Bíblia". Quando ele falou na Bíblia, a questão ficou assim, os caras ficaram até mes palavra, diseram, mas como a Bíblia? Ele falou: "Ué, tudo que nós vivemos, a base das coisas tem que se apoiar em aspectos imutáveis, leis verdadeiras. E onde eu encontro?" na Bíblia, ela que me ensina a ser melhor e a caminhar pelas vias da verdade. E aí, gente, é muito interessante porque eu não sei se vocês viram, tá aí na internet, no site da FEB, a Marta vai estar, eu acho que é domingo ou vai ser amanhã, não sei. Acho que é domingo. Ela vai estar junto com o Frei

nteressante porque eu não sei se vocês viram, tá aí na internet, no site da FEB, a Marta vai estar, eu acho que é domingo ou vai ser amanhã, não sei. Acho que é domingo. Ela vai estar junto com o Frei eh, discutindo uma uma um acerto com a Bíblia Católica. agora, incluindo uma série de coisas que foi a Marta que acrescentou, interpretou e colocou lá e que são da doutrina espírita. Então, gente, a gente diz o seguinte: "Não precisa o católico virar espírita. Ele precisa de uma, pode continuar sendo católico, mas ele segue." Agora, o que que aconteceu? A imprensa já tá cheio de crítica disso. Ah, o que que a FEB vai fazer agora? vão ser católicos, não sei o que lá. Gente, é uma leitura muito estreita e pequena sobre isso, porque a doutrina espírita é o guarda-chuva de todas essas religiões. Ela não é a religião do futuro, ela é o guarda-chuva, aquele que vai dar amparo, etc. Então, gente, oportunidade não tem faltado. Eu eu conversei um monte, mas talvez não tenha respondido toda pergunta, Glácia, mas é por aí. Vamos ter, nós temos que caprichar no nosso exemplo. E eu sou professor de uma mesma universidade há 28 anos, porque a doutrina me ensinou, a doutrina me disse há 30 anos atrás, muito interessante o que você fala, o que você explica, o que você ensina, mas é mais interessante o que você faz. Então, cuide da tua conduta, cuido da tua forma de ser. E gente, tem sido o grande elemento que me faz estar, né, colaborando com instrução terrena, com conhecimento, mas no mesmo lugar onde a gente tem as bases. Então é bom a gente refletir sobre isso, porque a humanidade, né, principalmente o Brasil, o Brasil ele é muito eh valoriza muito pouco a continuidade, qualquer coisa muda, vai para outro lugar, etc. E aí nós temos muitas vezes um desperdício de aspectos já que a gente fez. Mas vou tomar água de novo, senão não para. >> Você respondeu sim. Até você traçou um percurso de muita de muito esclarecimento e reflexões a respeito do nosso trabalho como atendente fraterno,

e fez. Mas vou tomar água de novo, senão não para. >> Você respondeu sim. Até você traçou um percurso de muita de muito esclarecimento e reflexões a respeito do nosso trabalho como atendente fraterno, mas também como trabalhador espírita. é a busca desse sentimento que move tudo e que é que Jesus nos trouxe, que é a lei de amor. Então, o nosso grande objetivo, às vezes a gente ouve que o nosso perfil traçado de atendente fraterno, ele está muito distante de nós. Mas aí a gente recorda do capítulo 17, sede perfeitos, no item três, o homem de bem, que aí não é enumerado todas as virtudes que nós precisamos conquistar. E aí a gente compreende porque nós precisamos ser esse esse trabalhador espírita, mediador desse mundo espiritual, porque Deus ajuda o homem através do próprio homem. Muito bem explicado. Sim. E no chat nós temos várias pessoas comentando, agradecendo por tantas reflexões. Mas tem uma pergunta aqui do Elias Silva que vem ao encontro dessa que nós colocamos. Acolher é preciso, mas como motivar o acolhido a romper com o ciclo de melhorar? Recai e retornar. Recair e retornar. OK. Eh, Elias, eh, que toma esse ciclo. Eu vou dar um exemplo que tem mexido muito com a gente quando começou essas guerras insanas, não é verdade? quando começou, não, porque quando elas recomeçaram, melhor dizendo, que elas sempre existiram lá entre no mundo, lá no Oriente, nas nos nas terras sagradas, Israel e Palestina e por aí vai, eh, a coisa não saía da cabeça da gente, mas como um lugar que teve tanto exemplo, essas coisas todas, e Dr. Bezerra nos ajudou dizendo o seguinte: "Só fizeram guerras ao longo das existências. Então eles estão tão envolvidos de um ciclo do matar e morrer que eles não conseguem renascer, né? Eles matam hoje, morre amanhã e por aí vai, né? Construando encarnações. E aí a gente se perguntou: "Mas e aí? Vai continuar isso?" E ele nos responde: "Não, vocês podem colaborar com a vossa oração, com o vosso pensamento. Quanto mais em grupo no sentido de produzir elementos de

gente se perguntou: "Mas e aí? Vai continuar isso?" E ele nos responde: "Não, vocês podem colaborar com a vossa oração, com o vosso pensamento. Quanto mais em grupo no sentido de produzir elementos de fluídicos ou energias, isso vai alcançar esses espíritos que já têm sensibilidade. E os que já têm sensibilidade começa a ter condição de interromper o ciclo do matar e morrer e começam a renascer. Podem renascer. Isso é interessante. E aí eu vou pro livro, né, do amanhecer de uma nova era, quando Manuel Filomeno fala dos homens bombas, dessas situações insanas. E ele diz, "Nessa hora não importa a religião, importa a vibração dos espíritos ao longo do mundo, né, principalmente encarnados, oferecendo elementos fluídicos para que a gente possa fazer a recomposição desses perespíritos partilhados que são dos homens bombas. Então, o que que acontece? a nossa oração, a nossa atenção, o nosso cuidado em aproveitar um momento oportuno para falar para esse irmão que recair, né, cair e recair de uma certa forma, eh, pode ser natural, mas quando ele se torna repetitivo, ele começa a ser perigoso e a gente precisa, então, ter diálogo, ter condições de conversar com ele sobre isso, porque, por exemplo, Se eu não sei, é passivo, sou passivo do erro, mas depois que eu sei, será que eu consigo explicar porque que eu errei? Então, gente, os os erros são elementos de erguimento, de retificação, são excelentes professores para ensinar, mas às vezes eles viram um ciclo e aí entra o Chico dizendo um ciclo vicioso e ele meio que faz e a gente anda na volta, então precisando trabalhar esses elementos que nos faltam. E como é que diz o Chico que a gente interrompe um ciclo destes, como ele diz assim, melhorando a você mesmo, não se queixando, não lamentando e recuperando a condição de ser um filho. E como Elias perguntou, comentou, né, a gente deve se esforçar por acolher de uma forma mais intensamente amorosa este nosso irmão. E aí eu saia da doutrina espírita e vou falar do professor Tostes. Tostes que tem na UNIB

u, comentou, né, a gente deve se esforçar por acolher de uma forma mais intensamente amorosa este nosso irmão. E aí eu saia da doutrina espírita e vou falar do professor Tostes. Tostes que tem na UNIB hoje e ele faz um trabalho do amorecer-se. E quando essas situações são com alunos, com colegas, com esses duro na queda aí que cai, insiste, é droga, é erro, é bebida, etc., ele diz que é falta do amor. Então ele sempre diz: "Eu tenho que melhorar o meu amor". fazer com que eles se amorreçam, porque a hora que eles forem se amorecer, eles vão resolver essa questão. E por fim, tem uma mensagem de Emanuel que tem por título A equipe. E aí, Emanuel, lembra quando nós vemos um companheiro do trabalho nessa questão que o Lias levantou, ou às vezes ele tá no erro e a gente meio que quer evitar isso dele continuar ou dele dele continuar nesse caminho. É, mano, diz o seguinte, fica prestando atenção, redobre o cuidado e nós vamos ajudar você a achar um momento favorável para você falar com com proveito, não é com dedo em ríe como ele lembra. é uma palavra mais amorosa possível, com exemplo, com envolvimento, criando uma ambiência para que aquilo que você quer falar encontre na acústica da alma dele uma repercussão positiva. Então, gente, a gente precisa e até em determinados momentos ser bengala, mas o que que acontece? Nós não podemos continuar sendo bengala. Se nós somos bengala para alguém se erguer e caminhar, ótimo. Mas esse alguém precisa trabalhar em si todas as forças e condições e largar da bengala, porque isso é muito comum no trabalho espírita. Não, a glócia vai fazer, a Nelha vai fazer, etc. Aí o pessoal fica deixando e eles ficam fazendo da gente bengala. A gente precisa usar todos os elementos que a gente pode para trabalhar, porque para ajudá-los a envolver, porque lembrar que o trabalho é enobrecedor e talvez pelas vias desse trabalho que eles vão conseguir enxergar, né, o melhor caminho e ter muita paciência, porque se eu for pensar, nós temos em entre nós espíritos que tinham

balho é enobrecedor e talvez pelas vias desse trabalho que eles vão conseguir enxergar, né, o melhor caminho e ter muita paciência, porque se eu for pensar, nós temos em entre nós espíritos que tinham já os seus problemas como nós, alguns também de nós na época de Jesus, homem, como entre nós. E o que que acontece? E aí é memei que nos chama atenção, principalmente em relação a algumas crianças, alguns jovens que nós temos entre nós, que são espíritos que ao longo dessas e encarnações milenares, eles só tiveram problemas. Eles nem conhecem o amor, eles não sabem de quê. E aí eu vou dar um depoimento aqui neste mês de agosto e nesse mês de setembro. preparando para vocêembro amarelo, nós tivemos nas regiões mediúnicas da FEB a presença de espíritos que foram alguns esdrogados, mas muitos que continuam ainda. E eles nos disseram, e eu fiquei sensibilizado porque eles nos disseram que muitas vez eles estão cheios da nossa conversa. Eles não encontram elemento de cognição, de paciência para eles ficarem prestando atenção ao que nós estamos falando. E aí eles nos lembraram que os trabalhos de irradiação são trabalhos onde eles não se sentem cobrados, ele se sente muito à vontade e invadidos por elementos que dali a pouco, na medida, como eles falam, muito devagarzinho, depois de muitas irradiações, eles começam a melhorar, eles começam a se sentir melhores, começam a ver que aquilo faz sentido e eles pedem para nós continuarmos fazendo as nossas irradiações. Se não for no grupo, como trabalho de nossa área, seja com bom pensamento, seja com boas vibrações, porque eu sei o quanto é sofrido, o quanto nós temos jovens que estão atordoídos, procurando, né, um espaço, um gancho para se segurarem. E eu fiquei muito feliz em neles comunicarem. Não são os espíritos mais comuns, são exatamente aqueles que coordenam trabalhos falanges e drogados, etc., que vem dizer isso e que a gente então tenha as certezas. Temos sempre uma alma que como diria Tobezerra se sensibiliza em cima da nosso pensamento, da nossa

denam trabalhos falanges e drogados, etc., que vem dizer isso e que a gente então tenha as certezas. Temos sempre uma alma que como diria Tobezerra se sensibiliza em cima da nosso pensamento, da nossa oração e podemos interferir positivamente no sentido de interromper o ciclo, que é o que Elias perguntou, né? E se ele cair de novo, vamos oferecer as mãos para erguer, lembrando que ele tem em si as forças, né, os elementos, mas ele precisa se comprometer, ele precisa querer, ele precisa ter vontade e que a gente pode de início colaborar e depois ajudar a ser exemplo para que ele passa a seguir. Porque muitos não conseguem seguir os passos de Jesus, mas eles conseguem seguir os nossos passos. E se nós estivermos caminhando em direção a Jesus, mais cedo, mais tarde, lá eles vão se encontrar com ele. Então, que a gente possa ser, né, estes elementos, vamos ser dizer assim, que atraem, que aglutinam e que a humanidade precisa tanto nos dias atuais. Excelente. É, antes de passar paraa eh, você pontou uma questão que é muito importante a gente ressaltar, que o atendimento espiritual, o acolhimento, ele também é para os trabalhadores. Leila, mas foi o gancho interessante, impressionante que eu ia abordar. Exatamente isso. Gostaria que você falasse um pouquinho pra gente, Hério, porque nós nós como eh trabalhadores do Centro Espírito, então nós vamos acolher essas pessoas que apresentam tantas problemáticas, né, das mais variados níveis, com os entendimentos mais variados, mas nós também somos necessitados e por não? E muitas vezes nós nos colocamos numa posição tão acima que nós não admitimos que necessitamos e vemos aquela situação do trabalhador buscar o auxílio às vezes em outro centro espírita, fazer participar de algum outro tipo de atividade para melhorar a condição que está sentindo, porque não não admite que que precisa ou considera que aqueles eh trabalhadores, companheiros na mesma casa não aceitariam que ele se colocasse na condição do necessitado, né? Então assim, como é que a gente poderia, como

que que precisa ou considera que aqueles eh trabalhadores, companheiros na mesma casa não aceitariam que ele se colocasse na condição do necessitado, né? Então assim, como é que a gente poderia, como deveremos agir, né, para evitar que isso aconteça, paraa pessoa que que é o trabalhador ter a tranquilidade de buscar o auxílio necessário no próprio espaço em que se encontram, nas próprias atividades. Isso eu tô falando do trabalhador, tanto do atendimento espiritual quanto de qualquer outra área, né? Nós todos aqui ou ali, nós necessitamos de auxílio, de suporte, passarmos por essas necessidades, termos acolhida sem que estejamos comprometendo nada do trabalho que nós realizamos ou viremos a realizar, por favor. >> OK. Eh, isso me fez lembrar a própria crucificação. Eu acho que nós precisamos criar elementos, né, de uma certa forma que ajuda a fazer com que aqueles eh que estão com essas questões e às vezes nós mesmos, eles se sintam não pregados na cruz, eles não se sintam crucificados e fazer com que a gente consiga mostrar. Eu costumo mostrar porque eu vou dar um outro exemplo que é na universidade. A gente conhece um aluno, passa 5 anos com ele, a gente sabe do erro, busca encaminhar no sentido de formação mais onística, etc. Então eu uso muito esse exemplo. Nós não estamos caminhando evolutivamente num só, numa só direção. Nós estamos num ângulo aberto. Então, por exemplo, o nosso trabalhador às vezes, em função do que ele tá fazendo, essas coisas tudo que tá tudo muito bom, ele vai crescendo em sensibilidade. E esse crescimento da sensibilidade faz com que ele tenha mais dificuldade até para sustentar uma nova realidade. E o exemplo que eu uso é o seguinte, porque uma pedra pode estourar uma bomba do lado que a pedra nem se mexe. Agora, se eu for pegar um indivíduo sensível, só olhar para ele, ele já se sente mexido. Então, diria o seguinte, nós precisamos redobrar os nossos cuidados de estarmos atentos em perceber pequenas coisinhas, como por exemplo, o papolhar. Tem um

só olhar para ele, ele já se sente mexido. Então, diria o seguinte, nós precisamos redobrar os nossos cuidados de estarmos atentos em perceber pequenas coisinhas, como por exemplo, o papolhar. Tem um livrinho que eu sempre recomendo que chama O corpo fala. Esse livrinho é tão baratinho e ele vai mostrando que só o olhar ele é extremamente indicativo. Quando alguém tá olhando e aí entra a lição de Jesus pedagógica. Jesus sempre falou olho no olho, no mesmo plano, né? Então, nesse sentido, a gente precisa estar atento quando a gente fala com alguém e se alguém desvia o olhar para cima, para baixo, pro alto, isso quer dizer muita coisa. Eu não vou aqui terminar de explicar isso, mas um livrinho que chama O corpo fala ajuda a gente entender o que que significa um olhar para cima, para baixo, pro lado, o que que significa um cruzar de braços assim. Quando se fecha para suas observações e pela doutrina nós podemos acrescentar tudo isso a oração, o bom pensamento. E aí eu tenho inúmeras exemplos. Por exemplo, muitas vezes nós somos vizinos de um político que é chato, que a gente não gosta. Como é que eu vou fazer? Vou chamar a atenção dele e dizer que eu não gosto dele, que ele é chato? Não, eu posso começar a orar por ele. Orar para que ele tenha condições de perceber a sua chate, o seu aspecto e quem sabe, e eu tenho experiências vivas disso, né? Ao longo de 2, 3 anos, etc., meia dúzia de anos, eles vão melhorando graças à minha oração. Oração tem um poder transformador extraordinário. Não precisa ser dessas orações que a gente costuma pegar, né? nada contra o Marção de São Francisco, Pai Nosso, não, mas deve ser uma reconexão nossa com o poder da criação e desta forma ajudar os irmãos. Então, mais uma vez eu acho que a gente precisa um outro aspecto que me vem na mente é a própria FEP tá fazendo. A FEP comemorava aniversários no semestre, aí passou a comemorar aniversário no trimestre, agora tá fazendo aniversários mensais. Por quê? Porque nós precisamos criar oportunidade

pria FEP tá fazendo. A FEP comemorava aniversários no semestre, aí passou a comemorar aniversário no trimestre, agora tá fazendo aniversários mensais. Por quê? Porque nós precisamos criar oportunidade para de alguma forma o indivíduo se sentir pertencendo. Aquela coisa faz sentido para ele. Então, por exemplo, chamar, e aí me recordo a Maria Unique me ajudou muito no início. Maria Uni, você me diz assim: "O que que você fala para alguém que não se considera filho de Deus? Adianta falar de Deus, adianta falar de uma coisa?" Então, todo seu esforço tem que ser no sentido de você conseguir resgatar nele o sentimento de que ele passa a se sentir de novo filho de Deus. Então, muitas vezes ele dá o braço para caminhar junto, essa coisa toda. E o que nós já falamos hoje, né? Escutar sem julgar, né? Mas nossos olhares são muito punitivos, né? As nossas expressões faciais são extremamente, né? julgadoras também. E a gente precisa ter cuidado com isso, precisa trabalhar esses elementos para que alguém, né, que se sinta então no nosso grupo tenha liberdade. E o que a gente fala, né, do diálogo, vamos se dizer assim, mediação dialógica, é uma coisa que a justiça agora tá fazendo com mais intensidade. família deveriam fazer os almoços de antigamente era um encontro para fazer uma mediação dialógica. Muitas vezes, pela ausência disso, precisamos resgatar e construir de novo uma relação, quem sabe chegar. Que que a FEB fez? A FEB criou o cantinho da música, o cantinho da leitura, vários cantinhos e aí convida eh para chegar meia hora antes da atividade, por exemplo, para fazer com que nesse ambiente a gente consiga ajudar, ajudar e também a criar uma ambiência onde alguém se sinta eh pertencendo à aqueles elementos se não tiver bem esse alguém possa eh ter elementos e se sinta eh, vamos se dizer assim, motivado a falar. Eh, eu uso muito a estratégia, por exemplo, no grupo mediúnico, consigo sentir no nas aulas da mediun consigo sentir quem não tá legal. Não adianta falar com ele na hora com o grupo todo.

ado a falar. Eh, eu uso muito a estratégia, por exemplo, no grupo mediúnico, consigo sentir no nas aulas da mediun consigo sentir quem não tá legal. Não adianta falar com ele na hora com o grupo todo. Espero no final, falo com ele, tá tudo bem? Aí normalmente diz: "Ah, tá, tá tudo bem". Aí vai indo mais pouquinho, mas tá tudo bem, etc. a gente vai procurando elementos daí a pouco ele sente que tem uma hora favorável e ele fala: "Eu acho que falta muito isso. São atitudes em nós, atitudes renovadas e que a gente precisa então incluir pelas atitudes, precisa envolver sempre com empatia, né, e sem jamais condenar ou eh julgar, que seria o ideal. Nem sempre nós conseguimos, mas fazer com que a gente consiga criar uma ambiência para que esse alguém, né, se sinta. E aí entra uma questão que seria o próprio trabalho. Quando alguém nega um trabalho, a gente tem que procurar conversar com esse alguém que o trabalho é um elemento eh melhorador do indivíduo, né? E o Chico sempre comentava muito isso. E a gente sabe que o trabalho nos situa, nos ajuda, nos ajusta, vai quitando nossos débitos e convidar esses irmãos para de uma certa forma eh prosseguir isso também, fazer eles se sintam à vontade para eles se sentirem eh com ambiência para falar. E aí, muitas vezes é a nossa eh insistência que vai criar essa ambiência. A gente precisa achar elementos, convidar para uma conversa, eu sou gaúcho, convido para um chimarrão ou então para um cafezinho, uma coisa assim, que essas coisas elas vão criando uma naturalidade. É o que a gente não consegue algumas vezes. Então, seria um convite para isso. >> Bom, muito bom. Muito obrigada. Muito bom mesmo. Obrigada, Cláus. Olha, nós temos tantas questões aqui, Hélio, mas não vai dar tempo, infelizmente. Mas tem uma uma pergunta que ela é muito interessante. Eh, fale um pouco sobre a a depressão em pessoas idosas. Tem a ver com a necessidade de resolução de mágoas, de fechar o ciclo da existência corporal? que eu acho que a sua resposta vai

interessante. Eh, fale um pouco sobre a a depressão em pessoas idosas. Tem a ver com a necessidade de resolução de mágoas, de fechar o ciclo da existência corporal? que eu acho que a sua resposta vai abranger muitas questões importantes para qualquer faixa etária. É, aí em relação à faixa etária, eu antes eu tinha pensado em falar também que quem normalmente sente mais essas questões que foram colocadas pela neil até são jovens ou então idosos, vamos ser dizer assim, que são esses dois extremos que a gente precisa redobrar e olhar com mais atenção. Então, gente, a questão da depressão, uma questão que a gente hoje, eu tô até assim um pouco e atento essas questões, os vários graus de depressão que a gente tem. E eu costumo sempre simplificar dizendo quando o espírito não está de acordo com aquilo que tá acontecendo, etc., Muitas vezes materialmente o indivíduo tá comendo bem, o indivíduo tá vivendo bem, o indivíduo tem um bom salário, etc. Mas o espírito, de uma certa forma não tá muito ligado nisso. Então, seria uma espécie de desconexão, uma espécie de desfoque do nosso espírito com com o nosso mundo que nos cerca. E o que que nós temos? elementos que surgem de várias formas, em vários campos e que caminham para depressão. Nesse sentido, como reorganizar isso? Chamar atenção, repassar os valores da própria vida, né? fazer com que se ganhe que ganhe sentido mais alguns aspectos, como por exemplo, a Espanha é um país com todos os seus débitos religiosos, com todos os problemas da inquisição, das cruzadas, principalmente da inquisição. a Espanha adotou como princípio eh de educação mesmo e também nas igrejas depois é a questão da atividade física, porque, por exemplo, eh a atividade física cria elementos orgânicos que facilitam a atenção à renovação para continuar um processo de ajuste. Então, para diminuir os aspectos de depressão nas escolas, em vários lugares, o pessoal tem apelado para isso. Eh, mas a maioria das vezes quando a gente começa a falar, a gente se depara com aquilo

. Então, para diminuir os aspectos de depressão nas escolas, em vários lugares, o pessoal tem apelado para isso. Eh, mas a maioria das vezes quando a gente começa a falar, a gente se depara com aquilo que Joaneles fala, com o vazio existencial do irmão que está com uma sensação de depressão, etc. Então, gente, temos que ajudar esse irmão, resgatar em si a própria essência, a própria origem, a motivação, o sentido. Às vezes ele não tem lucidez para discernir o que é melhor para ele, mas alguma atividade física, né, eh, praticada, etc., vai ajudar a criar elementos de melhoria. Nesse sentido, nós temos, obviamente, por exemplo, né, aspectos favoráveis, positivos, que nós consideramos se um que um indivíduo que está nessa fase, ele for descobrir o que ele gosta e se lembrar do que ele gosta e for correr atrás disso, for trabalhar isso, organicamente ele vai ter uma melhora, uma recomposição, etc. Ou seja, lembrar que todos nós temos o direito de ser felizes. Todos nós vamos ser felizes um dia quando nós melhorarmos e atingirmos um estado melhor de perfeição. Até lá, nós temos que nos convencer de que as felicidades são sempre temporárias, proporcionais àilo que nós fizemos. E aí o que foi comentado, que a comentou me fez lembrar um grupo na FEB e era um grupo mais complicado. E aí eles diziam o seguinte: "A gente já tá cansada dessas conversas que vocês fazem. Todo final de semana é a mesma coisa. Às vezes durante a semana a gente quer botar a mão na massa e tem duas quadras da febre, tem o lar do vovô". Aí uma das jovens falou o seguinte: "Por que que nós não vamos lá no lar do vovô praticar isso que vocês estão falando aí? E na hora a gente interrompeu, saiu da aula, foi lá, a gente conhecia o pessoal. Então, gente, a o nosso mundo oferece oficinas de trabalho que são impressionantes. E aí entra a jornal de anjos. A labotterapia é um elemento retificador, é um amparo, é uma bengala belíssima. E aí, por incrível que pareça, são exatamente pessoas mais sensíveis, inteligentíssimas, que são as primeiras

de anjos. A labotterapia é um elemento retificador, é um amparo, é uma bengala belíssima. E aí, por incrível que pareça, são exatamente pessoas mais sensíveis, inteligentíssimas, que são as primeiras que deprimem, porque elas estão num estado assim, elas são mais inteligentes, porque elas têm mais neurotransmissores, aquela coisa toda, mas quando isso de uma certa forma cai, cai mais intensamente no queidos que já tem níveis menores. consequentemente botar esse indivíduo para trabalhar, para que ele consiga se reorganizar mentalmente é fundamental. Então, na universidade, ao invés de ficar falando hora de coisas, etc., eu ponho os menos para trabalhar. E a grande maioria no trabalho vai se encontrando, alguns de uma forma mais imediata, outros não. Ou seja, o trabalho eh na doutrina espírita é muito importante para ajudar. e fazer sempre, claro, também a recomendação que se esse indivíduo não procura a medicina terrena, obviamente ele tenha também a orientação e jamais interromper o que ele tem de orientação da ciência terrena. Mas procurar colaborar, né? Quando a gente pergunta hoje pros jovens, eh, eles não sabem orar, eles não sabem o valor da oração. Como é que eu vou querer que eles façam algo que eles não confiam, não sabem? Se eu for para muitos idosos, eles já perderam a fé na oração, né? exatamente pela falta de resolução. Então, a gente precisa convidá-los, auxiliá-los a recuperar essa melhor condição, sair do cenário e ser também sempre procurar ser um exemplo que encaminha. E Jesus é o nosso melhor exemplo para oferecer, independente do rótulo ou da religião, né? alguém que soube usar de vários elementos e tem nos auxiliado nos dias atuais também. Então, acho que é por aí, sabe? trabalho vai ser o elemento mais importante, no meu entender. >> E falando em trabalho, nossa proposta do jovem no atendimento espiritual, vale a pena a gente ressaltar a importância de dar oportunidade para o jovem, dar formação, orientação e trazê-los para o trabalho ao nosso lado.

ho, nossa proposta do jovem no atendimento espiritual, vale a pena a gente ressaltar a importância de dar oportunidade para o jovem, dar formação, orientação e trazê-los para o trabalho ao nosso lado. E assim existem muitos jovens nos centros espíritas que já tem um perfil para o trabalho, essa vontade de auxiliar o próximo. Nós precisamos é sensibilizar o nosso olhar, a nossa boa vontade para que a gente possa dar oportunidade para esses jovens. Muito bom, Hélio. O tempo passa muito rápido. Eu acho que nós teríamos aqui mais 2 horas para conversarmos, para tantas questões que ainda tem aqui. Mais inicialmente nós vamos te agradecer de coração pela grande oportunidade de estarmos juntos nesta noite e os nossos irmãos que estão nos acompanhando porque tem muita vontade, muito interesse no trabalho do acolhimento, no trabalho do atendimento espiritual no centro de espírito. agradecer a Mila, que é uma companheira de trabalho que abraça as nossas propostas com tanta seriedade, com compromisso. Agradecer a todos que estão conosco, nos acompanhando e eu gostaria de te pedir, para para deixar as suas considerações >> eh me lembro que eu tô falando para vocês que são no centro do país, né? E eu me lembro sem querer ontem pensando, eu gosto muito dos bandeirantes, fui amigo, sou amigo dos familiares do Marechal Rondon, sou muito amigo em espírito do Marechal Rondom e perguntei: "Que que você diria para essas pessoas nos dias atuais, já que Goiás e essas regiões elas foram caminho dos Bandeirantes, essas coisas todas." E aí entra o Marcel Rondon, é um cara muito ativo nos dias atuais. Ele diz mais ou menos o seguinte: "Onde eu tenho os maiores problemas, eu tenho os maiores potenciais". Então ele considera esta região. Vocês têm muito sincretismo, vocês têm muitos aspectos, né, que que são desviadores dos divinos propósitos, mas são oportunidades. Então, estar sempre, vamos se dizer assim, atento e procurar colaborar é um elemento. Eh, eu tenho um princípio, tipo assim, quando me pergunto, dou opinião. Se

inos propósitos, mas são oportunidades. Então, estar sempre, vamos se dizer assim, atento e procurar colaborar é um elemento. Eh, eu tenho um princípio, tipo assim, quando me pergunto, dou opinião. Se ninguém me perguntar, não dou opinião, porque eu acho que às vezes o que a gente quer dizer, quer sugerir, é tá mal interpretado. Então, nesse sentido, estar atento para por um olhar, por uma expressão, eh, ser eh alcançado por alguém. E aí entra numa questão que são os servicinhos que Emanuel lembra e que a gente pode dar conta. né? E exatamente servicinhos passam a ser importantes, não só pros outros, como para nós mesmos, que de servicinho em servicinho eu vou melhorando o meu serviço, né? Uma das coisas que nós temos uma tendência de fazer sempre uma coisa boa, grande e nós esquecemos dos servicinhos. Aí a gente não consegue fazer a coisa boa e grande, faz pela metade e na soma ela fica menor que se tivéssemos dado a tensão. Ou seja, isso significa não desperdiçar oportunidades no dia a dia. E aí esta região do estado de Goiás e outros, elas são riquíssimas, porque eu vejo inúmeras oportunidades, como em todos os outros lugares, mas aí nós temos até muito sincretismo, que é um aspecto que eu considero interessante, eh, em buscar ouvir os argumentos, procurar dialogar, sem envelentar consciências e oferecer, né, a doutrina espírita como elemento de erguimento, de retificação. de encontro com a nossa própria essência, que eu acho que é isso que tá precisando. E aproveitar esses elementos que são oferecidos como oficina de trabalho para nela nos agregarmos, né, nessas oficinas nós conseguirmos fazer o trabalho e sermos instrumentos na certeza de que a espiritualidade nos conhece melhor do que nós próprios. E quando surgir os convites para fazer uma coisa ou outra, que a gente atenda os convites, porque com certeza são elementos maiores sendo conduzidos para nós para aquela hora. E aí eu tô falando de um outra coisa que eu vou dar meu exemplo para ser mais claro. Lá pela

te atenda os convites, porque com certeza são elementos maiores sendo conduzidos para nós para aquela hora. E aí eu tô falando de um outra coisa que eu vou dar meu exemplo para ser mais claro. Lá pela década de 90 eu estava na União Espírita Mineira e costumava há 30 anos visitar o final do ano a família no sul, aquela coisa toda. Quando chegou lá por 94, a primeira vez que fui convidado a ficar na União Espírita Mineira no final do ano. E aí eu comecei a ficar assim, mas aí a minha família 30 anos, etc. Aí eu senti que eu tinha que fazer opção, porque quem é a nossa família, na verdade é a humanidade toda. E eu senti um pouco, falei para pra minha família que eu iria em janeiro, não no período de festas, essas coisas todas. Não dei motivo, não dei as razões, mas eu aprendi. Por que que eu tô dizendo isso? Isso no sentido da gente se livrar do maior problema que a gente tem, que como diz Emanuela, o maior obice paraa evolução espiritual de vocês na Terra é o apego às coisas da matéria. Então, aquela velha história de tentar conciliar Deus com uma mão, essas coisas todas, eu demorei, mas foi perdido, foi preciso perder bens materiais para sentir na pele e optar, porque como diz o Paulo, que que vantagem você vai ler, vai ter se os outros forem optar por ti e te derem a receita da tua vida. É você que tem que conseguir o roteiro, construir, edificar. E aí eu tô falando na hora da gente deixar o trabalho remunerado pelo trabalho não remunerado, porque esse trabalho maior eu com Paulo aprendi que o Paulo dizia, vai chegar a hora que você vai você vai ter oportunidade e você vai decidir. Então valorizar e hoje, graças a Deus, eu sei que o trabalho espiritual é extremamente importante e muito mais importante no sentido da evolução espiritual do que muitas vezes o trabalho remunerado. Eu dependo dele, mas as nossas opções vão fazendo o que eu chamo de estações educativas, que todos nós temos em nossas existências. E quando chegar essa estação, a gente peça muito pros espíritos amigos e talvez sirva o

s as nossas opções vão fazendo o que eu chamo de estações educativas, que todos nós temos em nossas existências. E quando chegar essa estação, a gente peça muito pros espíritos amigos e talvez sirva o conselho do Chico. Chico disse: "Você acha que eu vou te dizer o que tem para fazer, né? Acha que eu vou te dar uma receita?" Não, né? te liga, estuda, eh pense bem, queira bem, eh durma melhor, que a espiritualidade vai te nortear um rumo, te passar uma direção que é a melhor. Então, nesse sentido, não vou entrar em detalhes agora, precisa voltar a confiar na espiritualidade, no nosso guia, nos espíritos amigos, nos benfeitores, nossos familiares, simpatizantes e naqueles que são benfeitores da própria humanidade, que eles quiserem nos dizer as coisas na hora do sono e do próprio sonho, é uma melhor forma da gente se deparar com esse roteiro. E dessa forma, então, eu só posso agradecer porque eu considero essa conversa de hoje uma conversa onde os meus ouvidos estão bem próximos, seja tô falando pro meu espírito mesmo, né? Tô recordando coisas pro meu espírito e agradecer vocês a oportunidade. Nós estamos construindo uma família maior, uma família universal que não vai ter pátria, rótulo, religião, né? vai ser uma família onde nós vamos ser irmãos, que a gente consiga eh seguir esse rumo aí amparando-nos uns nos outros. E agradeço a oportunidade, me coloco à disposição. >> Gratidão. É muita gratidão. Neila, quer encerrar para nós? >> Posso lembrar? Vou lembrar, aproveitar aqui e fazer o convite, né? Lembrar que a gente tem a formação na área do atendimento espiritual semestralmente, né, Gláus? Então, estejam atentos aí. Está em andamento já. Qualquer informação, qualquer coisa, entre em contato conosco, né? Estamos sempre à disposição. Muito obrigada. Aceitando a a presença do não demora muito nosso documento atualizado estará. >> Isso, isso, isso mesmo. Muito bom. Então, né, começamos, terminemos. agradecidas a Jesus por esses momentos, por essas luzes, por tantas reflexões

ão demora muito nosso documento atualizado estará. >> Isso, isso, isso mesmo. Muito bom. Então, né, começamos, terminemos. agradecidas a Jesus por esses momentos, por essas luzes, por tantas reflexões tão preciosas às nossas mentes e principalmente aos nossos corações. Permita, Senhor Jesus, que essas luzes, que essas boas energias tenham alcançado a cada um daqueles que estão sintonizados conosco nesse momento. Alcancem todos aqueles que sintonizarão com esse material e se espalhem, Senhor Jesus. se espalhem amparando, reconfortando, consolando corações onde estivermos, com quem estivermos, que nós sejamos seus representantes, vivenciando ou nos esforçando sempre, Senhor, por vivenciar segundo os seus passos, seguindo os seus ensinamentos. que aprendamos assim a amar-nos uns aos outros verdadeiramente. Aos poucos, Senhor, que nós sigamos em frente. Obrigada sempre por tudo. Muita paz aos corações, agora e sempre, Senhor. Que assim seja. >> Que assim seja. Nossos agradecimentos também ao César que está fazendo a nossa transmissão. Agradecemos mais uma vez. Boa noite, muita paz aos nossos corações.

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