A Porta Estreita - Heber C. Oliveira - 18/01/2016
Palestra proferida no Grupo Espírita Mensageiros da Luz (SEDE), no dia 18/01/2016 as 20hs, com o tema "A Porta Estreita", E.S.E. Cap. 18 – MUITOS OS CHAMADOS E POUCOS OS ESCOLHIDOS, pelo orador Heber C. Oliveira. Inscreva-se em nosso Canal Youtube para receber atualizações. Acesse também nosso site: www.mensageirosdaluz.org Facebook: https://www.facebook.com/mensageirosdaluztv
Acompanhe agora mais um tema doutrinário do Evangelho de Jesus. Prezados irmãos e irmãs, compro ideal espírita, que a paz do Senhor continue desenvolvendo a todos nesta noite. E mais uma vez estamos tendo a oportunidade de lermos o evangelho de Jesus segundo o Espiritismo, de acordo com o ensinamento dado pelos espíritos. Nesse capítulo 18 que foi iniciada a leitura, inclusive nesse ano, Dr. Cildo inaugurou: "Muitos são os chamados, poucos os escolhidos". E aqui a porta estreita é a lição, é que nos cabe refletir sobre ela nesta noite. Aqui nós vamos encontrar eh mais uma vez as metáforas de Jesus, né? Jesus, inúmeras ocasiões, ele se valeu dessas metáforas, desses desses simbolismos para nos fazer explicar. Nós já falamos sobre isso aqui outras vezes, voltamos a dizer a dificuldade em tese, né, que Jesus teve de nos ensinar. Eu digo em tese, porque ele simplesmente adequou a sua linguagem para eh sintonizar-se com o nosso grau de compreensão, que aliás é muito baixo. Se é baixo hoje, há mais de 2000 anos atrás, era um tanto quanto pior. Haja vista que a humanidade progrediu muito, notadamente nos últimos 100 anos. Então era um povo extremamente ignorante, eh totalmente baldo de conhecimento em todos os sentidos. eram pessoas guiadas praticamente pelos instintos à humanidade de 2000 anos atrás. Então Jesus, quando ele queria ensinar algo grandioso, algo espetacular, como é o que ele quis ensinar aqui também, ele se valia de expressões muito simples, muito poeris, até usavam comparações que estava ao alcance das pessoas. E aqui para ensinar a respeito desse tema, ele fala sobre porta. Bom, todo mundo sabe o que é uma porta, né? Uma porta representa eh uma passagem. Então, através de uma porta, você passa de um cômodo a outro, você entra ou sai de uma casa. Então, isso é uma porta. e usou também um elemento de comparação ao nosso alcance no que diz respeito às dimensões e falou porta estreita e porta larga. E todos nós, por mais ignorantes que sejamos e imaginemos e pensemos com a
usou também um elemento de comparação ao nosso alcance no que diz respeito às dimensões e falou porta estreita e porta larga. E todos nós, por mais ignorantes que sejamos e imaginemos e pensemos com a mente daqueles que ouviram Jesus há 2000 anos atrás, eh que eles também poderiam compreender facilmente o que é estreito e o que é largo. Então Jesus disse à aquele povo, à aquelas pessoas, que existia uma porta estreita e uma porta larga. E ele disse mais que eh passar pela porta larga seria uma tendência da humanidade e seria fácil passar por essa porta larga e uma parcela menor da humanidade passaria pela porta estreita, seria menor o número das pessoas passando pela porta estreita. E aí também não é difícil entender assim na literalidade do que ele disse que de fato isso é facilmente compreensível, né? Se nós temos uma porta larga, né? Muitas pessoas passam por ela e às vezes nós precisamos ter portas largas. Que eu diga quem está num ambiente fechado e de diversão, como tivemos há dois anos atrás, completando dois anos agora, aquela tragédia lá da boate quis no sul. E aqueles jovens, muitos deles morreram exatamente porque faltou uma porta larga. Naquele caso, uma porta larga é uma necessidade para que muitas pessoas passem ao mesmo tempo. E quando começa a pegar fogo, todo mundo quer sair. Talvez aquela porta ali já seja um problema que é, mas não vai pegar fogo aqui, que é uma porta estreita. Então, vejam que as palavras não representam muito, né? Tudo depende, é da ocasião, é do momento. Então, por uma porta larga, muitos passam simultaneamente. Por uma porta estreita, talvez só se passe um por um. Mas o que representa isso de fato? O que que Jesus quis nos ensinar falando a respeito disso? A lição anterior é o ponto de partida para nós refletirmos e compreendermos o que seja de fato a porta estreita e a porta larga, que é a o o título desse capítulo. Muitos são os chamados, poucos os escolhidos. Outra metáfora de Jesus, outra figura de linguagem que ele usou para se fazer
de fato a porta estreita e a porta larga, que é a o o título desse capítulo. Muitos são os chamados, poucos os escolhidos. Outra metáfora de Jesus, outra figura de linguagem que ele usou para se fazer compreender por pessoas ignorantes, né? Muitos são os chamados, poucos escolhidos. O que que Jesus quis dizer com isso verdadeiramente? Ora, primeiro que nós temos que atualizar no sentido literal, muito para todos. Não são muitos os chamados, não são todos. Mas por que Jesus falou muitos? Só para fazer o dualismo, o dual, né? Pouco, muito, alto, baixo, né? Perto, longe. Porque o nosso meio de compreender os fenômenos na vida que vivemos é é muito ligado ao dual. Vejam, a gente sempre fala isso. Fulano desencarnou, subiu, desencarnou, encarnou, desceu, tudo metáfora. Até porque no universo não tem alto e baixo. Não existe isso. Não tem baixo. Abaixo de quê? Não é não. Qual o referencial? Então, na verdade, esse é o dualismo. Jesus falou de forma dual. Muitos chamados, poucos escolhidos, mas na essência todos são chamados. Não, não é apenas muitos. Muitos já é muita gente, mas todos é mais do que muito. Como que atrevimento é esse? Tá desmentindo Jesus? Jesus falou muito. É porque é muito não. Eu estou confirmando nele. Vamos ver. Ele também disse: "Vinde a mim vós que estais cansados, sobrecarregados, aflitos, eu vos aliviarei." Ele chamou a quem? Ele chamou a muitos ou ele chamou a todos? Sem dúvida nenhuma que ele chamou a todos. Cada um ao seu tempo, evidentemente. Mas ele fez um convite para todos e mais para confirmar que não são muitos os chamados, não são todos. Quando ele disse: "Nenhuma das ovelhas do rebanho do meu pai se perderá. Nenhuma." Isso Jesus disse com todas as letras: "Nenhuma das ovelhas do rebanho de meu pai se perderá". Qual é a dúvida de que a palavra de Jesus, ela é dirigida a todas as pessoas? Então, apenas ele usou o termo muitos chamados, poucos escolhidos pra gente compreender que na vida de fato, é isso que acontece. Mas a essência da palavra é o
esus, ela é dirigida a todas as pessoas? Então, apenas ele usou o termo muitos chamados, poucos escolhidos pra gente compreender que na vida de fato, é isso que acontece. Mas a essência da palavra é o convite é para todo mundo, o convite é para todas as pessoas. em algum momento da vida, nós vamos receber o convite. Uma vez que há o convite na nossa vida, falando de forma espiritual, elevando o conceito desse convite do qual se refere o evangelho, nós chegamos na lição de hoje, que aí vem a questão da porta estreita ou larga. O convite Jesus nos faz aceitar ou não o convite é obra de cada um, é tarefa pessoal. Jesus não pode, ao mesmo tempo convidar e aceitar. Não que lhe falte poder, que falte poder a Deus, não. Pelo contrário, existe uma lei que é respeitada inclusive por Deus, até porque a lei é dele, que é a lei de causa e efeito vinculada ao livre arbítrio. Então, cada um de nós tem o direito, a opção, né, de escolher determinadas condutas na vida. A vida, meus irmãos, é feita de escolhas. O que nós somos hoje é o fruto das nossas escolhas. Exatamente aquilo que escolhemos. Se alguém hoje é médico, é porque escolheu estudar medicina. Quando o jovem poderia ter feito outro curso, mas escolheu estudar medicina e é médico. Quem é professor é professor porque escolheu fazer um curso que lhe permitisse ministrar aulas. Talvez essa tenha sido a escolha. mais acertada, né? Porque educar é tão importante, é um valor tão importante da vida, mas ele poderia ter sido outra coisa ou ter tido um outro caminho. Enfim, quem é casado e tem filhos é porque se casou e quis ter filhos. Há pessoas que eh não gostam da vida de casado, são adeptos daquela frase que a vida de casado é boa demais, só perde para de solteiro, né? Então ele resolveu não se casar. é opção que ele teve. E há quem acha até que demorou a casar, porque a vida de solteiro é boa, mas ela só perde para de casado. Então, cada um faz uma escolha na sua vida e através das escolhas nós vivemos. Isso representa o quê? o livre
até que demorou a casar, porque a vida de solteiro é boa, mas ela só perde para de casado. Então, cada um faz uma escolha na sua vida e através das escolhas nós vivemos. Isso representa o quê? o livre arbítrio. Então, Jesus, na condição de mestre, de ensinador, de professor, de filósofo, ele passou pela terra ensinando as pessoas, dando a elas ensinamentos de palavras e de ações, principalmente ensinamento de ações. E ele falou mais ou menos sobre isso também quando disse: "A semeadura é livre e a colheita é obrigatória". De maneira que o que nós fazemos ou deixamos de fazer, porque a gente eh se coloca com eh em relação com o meio que vivemos através de ações e de omissões. As omissões também representam alguma coisa, né? E muit das vezes os espíismos nos ensinam que a omissão já é um mal por si. Haja vista que você perde a oportunidade de fazer alguma coisa. E aí vem a questão então da porta. O simbolismo da porta nada mais é do que a representação das escolhas. Jesus ele ele não poderia, né, dizer e que todo mundo que ouvisse a sua palavra iria seguir fielmente a sua palavra. Não de uma vez só. Não passando todos pela porta estreita de uma vez só. Por que não de uma única vez ou no mesmo instante? Porque a nossa diversidade diz que isso é impossível. Cada um de nós tem um anseio, tem uma perspectiva, tem uma forma de encarar os fatos e cada um faz uma opção de seguir determinado caminho ou não. Muitos de nós nos equivocamos muito nessas escolhas, mas temos mérito quando acertamos. E se erramos também temos a responsabilidade. Mas o fato é que essa porta estreita que representa o crescimento espiritual, ela vai ser transposta mais dia ou menos dia por todos nós. Todos nós vamos um dia passar por essa porta estreita. Dizer o contrário seria negar a evolução, seria negar o Cristo, seria negar o espiritismo. Todos nós passaremos por ela. O que que representa essa porta estreita? Representa o nosso esforço pessoal. Eu dei o exemplo aqui de quem se formou em medicina ou quem se tornou
a negar o espiritismo. Todos nós passaremos por ela. O que que representa essa porta estreita? Representa o nosso esforço pessoal. Eu dei o exemplo aqui de quem se formou em medicina ou quem se tornou o professor pelo seu estudo. E ele só conseguiu isso porque ele se dispôs a ter um método, a ter uma disciplina, a enfrentar um cursinho, a fazer um vestibular, a cursar uma faculdade com todas as dificuldades de um curso superior para alcançar aquele objetivo que ele almejou. Essa é a porta estreita. É a porta do mérito, da ação, do trabalho, da realização. A porta larga é a falta de compromisso. Então, as pessoas sem compromisso, segundo Jesus quis ensinar, não é só no aspecto religioso, é também no aspecto religioso, mas no aspecto da vida, deixam ser levados sem nenhum critério e vão seguindo de alguma forma ou de outra. Nós vamos seguindo, ainda que parados, nós estamos caminhando. Por quê? Porque ficar parado vai nos ensinar que não é bom ficar parado e isso nos fará um dia caminhar. Exatamente porque vivemos a experiência de ficar parado e vimos que ela não foi boa. Então tudo que acontece na nossa vida é para o bem. A palavra diz também: "Em tudo dai graças ao Senhor." Em tudo. Então, tudo graças a Deus, porque é oportunidade que estamos tendo. Quando criança, eu conheço o espiritismo desde criança e não tenho nenhum mérito nisso. Minha mãe é que me levou para lá. Então, criancinha, eu ouvi essas histórias. Eu me recordo da dona Nizinha contando histórias, muitas delas eu era bem criança. E nas histórias que ela contava, ela retratava também essas passagens do evangelho. Ela falava sobre essa porta estreita, sobre essa porta larga. E eu, na minha condição de criança, né, eu ficava imaginando e criando uma imagem, realmente uma porta. Eu ficava imaginando assim uma porta bem estreitinha e as pessoas tentando passar sem conseguir e uma porta larga e uma multidão caminhando por ela. Mas foi ali naquele rudimento de compreensão, eu comecei a perceber que é muito mais do
bem estreitinha e as pessoas tentando passar sem conseguir e uma porta larga e uma multidão caminhando por ela. Mas foi ali naquele rudimento de compreensão, eu comecei a perceber que é muito mais do que simplesmente a porta no sentido físico e material. E pôde perceber com o decorrer do tempo que aquilo é a expressão máxima do livre arbítrio. Jesus foi o maior libertador de consciências. Foi e é. Não é o maior libertador de consciências que a terra conheceu. Jesus não veio para oprimir as pessoas. Jesus não veio para impor palavras às pessoas. Jesus não veio para obrigar as pessoas a ter uma conduta, uma forma de ser, uma forma de agir. Nós que às vezes começamos a conhecer a palavra, nos arvoramos em sensores alheios e apontamos dedo e exigimos conduta. Faça isso, não faça aquilo, tá errado, tá certo. Baseado em quê? Jesus, quando ele pôde fazer isso, ele não fez porque ele ensinou, ó, vai, faz. É assim. Pronto. Ah, mas eu sou obrigado. Vamos. Paulo entendeu bem isso. Tudo me é lícito, porém nem tudo me convém. Paulo sintetizou bem isso que Jesus ensinou para nós em diversas passagens. Ó, eu vim fazer um convite. Todos estão convidados. Há pessoas que vão se portar de forma ignorante, agressiva, grosseira. O doutor falou aqui, o Dr. Cildo falou sobre isso na primeira, segunda do ano, a parábola dos do dos festins das bodas, dos do casamento, onde o Senhor manda convidar pessoas para o casamento e alguns até matam os seus emissários na representação de pessoas que receberam a palavra, não aceitaram e ainda agrediram os profetas que levaram essa palavra. Outros aceitaram. Depois, já que essas pessoas não aceitaram, falou: "Então agora vai e convida todo mundo, convida quem está disposto, quem esteja disposto a vir até mim a esse festim que é o festim da palavra que liberta, que faz com que a gente se torne mais e livre dessas pressões que as organizações sociais, mundanas e religiosas nos impõem." Jesus: "Não, o meu julgo é leve". Olha só que coisa maravilhosa. O
iberta, que faz com que a gente se torne mais e livre dessas pressões que as organizações sociais, mundanas e religiosas nos impõem." Jesus: "Não, o meu julgo é leve". Olha só que coisa maravilhosa. O meu fardo é suave. Tem julgo, tem fardo, só que é leve, é suave, mas tem que ter. Ui, nós queremos viver sem nenhum tipo de obrigação. Aí é levar a vida na flauta, né? E até para levar a vida na flauta tem que tocar a flauta. Ela não toca sozinho. Mas assim, pra gente entender, né? Existe um julgo, um julgo leve, suave. A presença de Jesus é essa suavidade que nos conforta, que nos consola, que nos deixa pessoas melhores, que nos faz conviver bem em sociedade. E como nós estamos necessitando dessa presença de Jesus na nossa vida, no nosso cotidiano. Nunca como hoje, né? Nós fomos tão carentes assim do que Jesus trouxe para nós através do seu ministério de amor, desse ministério renovador, revelador e e sobretudo libertador. Jesus veio para libertar as consciências. E ele fala de uma forma às vezes muita muitas vezes muito dura, mas isso é tradução, outras vezes é a necessidade, mas não é essência. Que aqui mesmo ele fala sobre isso, sobre a questão aí do muitos chamados, poucos escolhidos, que a gente viu que não são muitos, são todos, que aí eles dirão: "Mestre, estivemos contigo, te ouvimos nas praças." Ele dirá: "Afastai-vos de mim, vós que cometeis iniquidades, né? Eh, e eu não vos conheço, mas será que Jesus, mesmo que a gente tenha equivocado e tenha andado e mais pela porta larga, ele vai nos repelir dessa maneira? Ficamos imaginando, né, alguém se aproximando de Jesus, fal: "Opa, longe de mim". Nossa, que que é isso? Imagina alguém chegar perto de você e opa, você fica aí, você é do mal. Você é do mal. Eu não quero papo com você. Será que algum de nós aqui tem esse direito? ou no mínimo pela educação social que nós recebemos, né, pelo verniz da educação, como diz o evangelho. Será que nós vamos repelir alguém assim? Será que nós estamos nessa condição, né? Claro que não. E Jesus
nimo pela educação social que nós recebemos, né, pelo verniz da educação, como diz o evangelho. Será que nós vamos repelir alguém assim? Será que nós estamos nessa condição, né? Claro que não. E Jesus nunca fez isso com ninguém. Essas palavras de Jesus devem ser muito bem interpretadas no conjunto, no conjunto da obra. Porque se for interpretar isoladamente igual tá aqui, não dá, né? Aí realmente, tipo assim, ó, quem foi pela porta estreita vem até mim. tá comigo, tá tranquilo. Quem veio pela porta larga, fora, nem o meu bom dia receberá. É o que tá escrito aqui. Mas não foi isso que Jesus fez, não é verdade? Aliás, falaram com Jesus certa vez a respeito dos que andam pela porta larga, que seria na visão dos seus discípulos, ladrões, prostituta, cobrador de imposto. Falou: "Mestre, ó, não dá. O que foi? Estão falando mal do senhor? O quê? que o senhor tá andando com gente vida. Quem? Ah, ladrão, prostituta, cobrador de imposto. Esse povo não presta. Esse povo é ruim. Esse povo, a sociedade não gosta deles. Agora, o senhor é mestre, é o enviado, o esperado de todas as nações. Aí fica conversando com esse povo, como é que fica? Não é, não fica bem, não. Não. Aí ele falou: "Então eu vou te ensinar uma coisa. Presta atenção aí. Eu vim para os doentes, eu vim para esse povo mesmo. Foi para essa gente que eu vim. Eu não vim para outros. Não são os sãos que precisam de médico, são os doentes. Então, como é que você vai contemporizar isso que ele falou com essa passagem que tá nessa lição, dizendo: "Ó, afastai-vos de mim, vós que cometeis iniquidades." Qual é o Jesus que nos consola? Qual é o Jesus que poderia ter dito um dia: "Vinde a mim, vós que estais cansados, eu vos aliviarei". O Jesus que repele as pessoas porque erraram, não vou nem dizer porque são maus, porque erraram. Ou Jesus que diz: "Eu vim para os doentes". Qual dos Cristos nós esperamos? Qual dos Cristos nos inspira? Qual dos Cristos está aqui nessa imagem retratado? O que julga ou o que compreende, o que
ram. Ou Jesus que diz: "Eu vim para os doentes". Qual dos Cristos nós esperamos? Qual dos Cristos nos inspira? Qual dos Cristos está aqui nessa imagem retratado? O que julga ou o que compreende, o que cobra ou o que ensina. Para mim é o que ensina, é o que dá exemplo. É claro que as nossas ações são eh frutos que nós vamos ter que colher um dia. Tudo o que fazemos colheremos. Nós somos os artífices da nossa vida. Essa escolha de porta larga ou porta estreita está vinculada a muita coisa: à família, a trabalho, a crença, a fé, a honestidade, a correção, a valor e essa essa falta de compromisso que tem hoje com a coisa pública, esse desmando que tá o nosso país hoje, né? Esses políticos e empresários que estão roubando o Brasil, certamente que não estão caminhando pela porta estreita. E eu não tô julgando ninguém, é lógico, porque quando você desvia dinheiro, falta saúde, falta educação, falta segurança. E sem nenhum tipo de puritanismo, isso certamente que não é uma ação positiva. Agora, ninguém pode julgar ninguém individualmente. Agora, essa ação aí, né? Ame o pecador, abomine o pecado, está na palavra também. Então, não precisa pensar só em igreja, não. Porta larga. É paraa igreja, mas é para além da igreja. Eu gosto de falar sempre isso. Igreja é só aqui, mas o mundo é lá fora. E a gente vem aqui para aprender a viver lá fora. É assim que nós devemos compreender as igrejas. Nos ensinar a viver no mundo. Não adianta. Jesus veio nos ensinar a viver no mundo perante toda a sociedade. Então, as escolhas de porta larga são escolhas fáceis. A deixa tocar. Escolha paraa porta estreita significa estudar, ter compromisso, levantar cedo, trabalhar, ser fiel, ser honesto, ser correto, ser justo, ser equilibrado, não é? Ser maduro, ser sensível, enfim, ser um homem de bem, para eu não ficar falando muita coisa aqui, mas onde é que tá esse homem de bem? Jesus. E onde que eu leio sobre Jesus? Na Bíblia e no Evangelho, na lição sede perfeitos, o homem de bem. Leiam a lição, o homem de bem. É esse o
muita coisa aqui, mas onde é que tá esse homem de bem? Jesus. E onde que eu leio sobre Jesus? Na Bíblia e no Evangelho, na lição sede perfeitos, o homem de bem. Leiam a lição, o homem de bem. É esse o protótipo, o exemplo maior para nós é esse Jesus de Nazaré, homem espetacular, espírito de luz extraordinária, espírito que já alcançou a plenitude na nossa condição humana da evolução. Eu digo na nossa condição porque a plenitude não existe. Hoje ele é mais do que foi há 5 bilhões de anos quando presidiu a formação da terra. Que coisa fantástica. E será mais e mais porque a evolução é infinita. Então é esse espírito extraordinário chamado Jesus que um dia veio até nós e nos convidou. Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimos, eu vos aliviarei. Que Jesus nos ampare e nos proteja hoje e sempre.
Vídeos relacionados
A Ingratidão dos Filhos e os Laços de Família - Heber C. Oliveira - 08/01/2018
Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML · Heber C. Oliveira
Quem Se Elevar Será Rebaixado - Heber C. Oliveira - 10/04/2017
Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML · Heber C. Oliveira
Deixai Vir A Mim As Crianças - Heber C. Oliveira - 08/05/2017
Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML · Heber C. Oliveira
Os Sãos Não Precisam De Médico - Heber C. Oliveira - 09/05/2016
Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML · Heber C. Oliveira
Não Julgueis Para Não Serdes Julgados - Heber C Oliveira - 14/08/2017
Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML · Heber C. Oliveira
13-07-2015 GEML - Heber C. Oliveira - Convidar os Pobres e Estropiados
Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML · Heber C. Oliveira
Não Vim Trazer A Paz, Mas A Divisão - Heber C. Oliveira - 11/04/2016
Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML · Heber C. Oliveira
Benefícios Pagos Com A Ingratidão - Heber C. Oliveira - 12/12/2017
Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML · Heber C. Oliveira