A Mediunidade no Mecanismo da Justiça Divina | Jacobson Trovão e Jorge Elarrat

Mansão do Caminho 06/09/2025 (há 6 meses) 1:29:24 31,739 visualizações 2,904 curtidas

📍 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista – Tema central: Justiça Divina Painel com Jacobson Trovão (GO) e Jorge Elarrat (PR). 📅 29/08 a 07/09/2025 📍 Centro de Convenções Divaldo Franco – Vitória da Conquista, Bahia #SemanaEspírita #JustiçaDivina #Espiritismo #RodaDeConversa #Mediunidade #JacobsonTrovão #JorgeElarrat #TVMansãoDoCaminho #VitóriaDaConquista #DoutrinaEspírita

Transcrição

Boa tarde a todas. Boa tarde a todos. Jesus prossiga nos abençoando. Boa tarde, Jorge Larrá, toda a equipe que coordena essa atividade. Queremos agradecer imensamente o convite que nos foi feito para participarmos deste evento que de repercussão regional passa a ser de repercussão internacional. dada a sua pujança e a importância do que representa no contexto do movimento espírita para os estudantes espíritas. Esta temática que nos foi proposta da mediunidade à justiça divina nos reporta a um aspecto muito interessante no capítulo da identificação da mediunidade no ser humano. Na revista espírita de 1859, há um artigo de Kardec chamado Escolhos dos Médiuns. É um artigo extremamente interessante que nós inclusive indicamos o estudo deste material. E nele, Kardec faz uma observação muito curiosa. Ele diz que conseguiu identificar no ser humano a faculdade mediúnica. No entanto, ele não pôde até então saber como é que surge a mediunidade no ser humano. Porque nós temos que considerar, quando tratamos de mediunidade dois públicos. O que nós consideramos médiuns, que é a palavra comum, aquele que produz um fenômeno, a psicografia, psicofonia, vidência. que se constitui na menor parte da população e a maior parte da população, os demais, são dotados da mediunidade como sentido psíquico, natural no ser humano, não produtivos em termos de fenômeno, mas não menos ostensivos na percepção mediúnica. E aí nós temos o contexto da intuição e da inspiração. Mas como? De onde vem a mediunidade? Kardec pôde pontuar que seria orgânica, como realmente o é. Mas qual a origem? Porque algumas pessoas têm ostensivas e outras pessoas não a têm? Nós vamos encontrar a resposta para essa pergunta mais de 80 anos depois com a publicação do livro Os Mensageiros, quando ali André Luiz explica a formação do médium, como surge a mediunidade ostensiva nas pessoas, já que o sentido mediúnico todos nós somos dotados. Então, nesse livro Os mensageiros, ele explica que existe na colônia espiritual nosso lar, mas não

, como surge a mediunidade ostensiva nas pessoas, já que o sentido mediúnico todos nós somos dotados. Então, nesse livro Os mensageiros, ele explica que existe na colônia espiritual nosso lar, mas não somente nela, um departamento de preparação de médiuns. E aí ele usa uma expressão da época e doutrinadores, que seriam os esclarecedores de reunião mediúnica, em que as os candidatos vão para esse centro e recebem dois tipos de eh capacitação, podemos dizer assim, uma doutrinária evangélica e a outra que André Luiz não explica. muito. Ele usa apenas uma expressão. Ele diz assim que as pessoas vão para lá e recebem tratamentos e esses tratamentos ampliam as percepções mediúnicas das pessoas. Então esse tratamento ele consequentemente afeta aspectos perespirituais que estão ligados, por exemplo, à emoção, a lembrança de vidas passadas, a possibilidade automática da produção do fenômeno, a ampliação dos potenciais psíquicos gravados no perespírito. Isso vai repercutir no corpo físico. Então, nós vamos entender que há uma verdadeira alteração genética, sobretudo no chamado sistema límbico, onde está localizada a glândula pineal. e na região que permitiria percepções extrensoriais, uma vez que o corpo físico é um filtro que impede a percepção além das dos cinco sentidos básicos, a visão, tato, audição. Então, o sentido mediúnico ampliado, ele permite a percepção da dimensão espiritual com maior clareza. cada pessoa com um grau de potencialidade ou de possibilidade segundo o seu compromisso reencarnatório. Então, essa pessoa recebe tratamentos ali contínuos, além de aulas, estudos, capacitando as pessoas para reencarnar nessa condição. Ele informa que de um médium que recebeu esse tratamento por cerca de 30 anos para reencarnar em tarefa mediúnica. Então, a mediunidade nele surgiu muito cedo. Logo na adolescência ele já tinha uma percepção bastante ampliada da dimensão espiritual. Então esse isso mostra como é que surge a mediunidade através desse preparo que a pessoa recebe antes da reencarnação.

adolescência ele já tinha uma percepção bastante ampliada da dimensão espiritual. Então esse isso mostra como é que surge a mediunidade através desse preparo que a pessoa recebe antes da reencarnação. Então o indivíduo já reencarna médium, ele não se forma médium aqui no plano físico ostensivamente, porque estamos tratando dessa abordagem. E é muito interessante que o André Luiz, ele pergunta quais são as pessoas que se candidatam a receberem esse tratamento na colônia espiritual, no departamento de mensageiros? Porque as pessoas se candidatam, elas não são obrigadas. Isso é muito interessante. Ninguém é obrigado a reencarnar como médium. a pessoa pede e ainda é estudada a possibilidade dela ter isso deferido. Ou seja, não é automático, não é qualquer um que se disponha a reencarnar como médium já é admitido. É feito um estudo prévio, segundo se depreende, das explicações da obra. E é explicado a André Luiz também que são de duas naturezas. pessoas que nunca reencarnaram como médiuns e que desejam esse tipo de experiência reencarnatória. e outros, aqueles que já falharam em mediunidade, os que faliram nessa nessa nessa condição de médium e que pedem uma segunda oportunidade para manterem, para recuperarem o equilíbrio muitas vezes perdido naquela encarnação na qual ele faliu. Porque a pessoa que reencarna com a percepção mediúnica dilatada, uma vez que se desequilibra, isso acompanha depois da desencarnação. Porque a faculdade mediúnica ali centrada no perespírito, ela não desaparece depois da desencarnação. E é por isso que ela é orgânica, porque per espírito é organismo, é é corpo, é corpo físico, óbvio, só que numa dimensão diferente. Antes de passar a palavra, esse livro tem algumas questões muito palpitantes que eu gostaria de destacar e logo eu te passo a palavra. Este título é enigmático, mensageiros, porque a gente relaciona a esse departamento que foi chamado de mensageiro. Mas por que que ele foi chamado de mensageiro? Ali no livro, em alguns momentos, o

a. Este título é enigmático, mensageiros, porque a gente relaciona a esse departamento que foi chamado de mensageiro. Mas por que que ele foi chamado de mensageiro? Ali no livro, em alguns momentos, o André Luiz, reproduzindo a fala dos mentores, não utiliza a expressão médio, ele utiliza a expressão mensageiro. Ah, o mensageiro vai reencarnar o mensageiro se preparando-se o mensageiro e não o médium. Depois ele vai usar a palavra médio e você vê que ele tá falando é do médium e de missionários também da dimensão espiritual, mas são mensageiros. E aí, André Luiz, ele pergunta assim: "Mas então esse trabalho é de levar simplesmente, não é, as informações da dimensão espiritual?" E aí o o mentor diz a ele o seguinte, que que na verdade o trabalho não pode ser reduzido, o trabalho do mensageiro não pode ser ser resumido a uma tarefa de correio, mas de mensageiro. E aí é que vem a questão do enigma, porque mensageiro significa apóstolo. Todo apóstolo é um mensageiro. tem todo mensageiro, obviamente é um apóstolo. Então, na verdade esse centro é de preparação de apóstolos, ou seja, médiuns que têm o compromisso de trazer uma mensagem. Qual é a mensagem? De se tornarem cartas vivas do evangelho de Jesus. aqueles que que estão padecendo na crosta planetária, nas trevas e no umbral. Então o médium ele reencarnou para ser um apóstolo. Ele foi preparado para isso. Mas tem muito médium que ainda é correio. Ele se faz correio, ou seja, ele só traz informação. Muitos até desejam a mediunidade ligados à ideia do fenômeno. Poucos desejam ser a carta viva do evangelho de Jesus, mas todos foram preparados para serem cartas vivas do evangelho de Jesus. Essa é a grande mensagem que o médium deve trazer. No entanto, infelizmente nem todos conseguem esse êxito. Emanuel tem uma expressão. Ele diz o seguinte, que mais de 2/3 dos médiuns reencarnados no mundo ainda estão nas zonas do desequilíbrio espiritual sintonizado com entidades que lhe são afins. Ou seja, em outras palavras, 2/3 estão

diz o seguinte, que mais de 2/3 dos médiuns reencarnados no mundo ainda estão nas zonas do desequilíbrio espiritual sintonizado com entidades que lhe são afins. Ou seja, em outras palavras, 2/3 estão obsidiados. Ainda bem que vocês fazem parte de 1/3 que sobra. Mas essa é a realidade, porque a pessoa, ela se dispõe a ser correio, trazer mensagem, mas não se fazer a mensagem. Agora é contigo, Jorge. >> Não, eu queria só voltar naquele ponto muito interessante que você colocou sobre o fato da mediunidade ser uma faculdade orgânica. Por quê? Porque muitos de nós temos uma dificuldade muito grande de entender isso. Nós queremos achar que a mediunidade seja um atributo do espírito simplesmente que não tenha nenhum vínculo com a parte material que nós possuímos. E essa é uma grande surpresa que a gente acaba tendo quando nós nos aproximamos do conteúdo espírita, quando a literatura espírita vai nos colocar que para que exista no indivíduo a ostensividade da mediunidade, ou seja, que ela tenha uma pujança tão significativa a ponto de que de fato os fenômenos produzidos sejam percept perceptivelmente mente produzidos por uma mente externa nossa, que isso seja em virtude de algumas características que o corpo físico possui. Então, o que é que ocorre? Conforme aquilo que a literatura nos coloca e isso que os mensageiros nos traz é muito interessante, nós vamos perceber que antes do processo reencarnatório, você terá um período de preparação para as alterações das condições que o perespírito possui. E daí que esse perespírito alterado com características modificadas, ele vai então se assentar no material genético do ovo, do zigoto, no qual ele vai se vincular para promover o desenvolvimento desse indivíduo. E aí o que que vai acontecer? Esse corpo que se forma obedece os ditames que o perespírito possui. E o perespírito é como se ele fosse a forma que dá forma. Então, se você usa uma forma redonda para fazer um bolo, o bolo sai redondo. Se você usa uma forma quadrada, o bolo sai quadrado.

rito possui. E o perespírito é como se ele fosse a forma que dá forma. Então, se você usa uma forma redonda para fazer um bolo, o bolo sai redondo. Se você usa uma forma quadrada, o bolo sai quadrado. Se você vai tirar a forma do armário e a forma cai lá de cima e amassa de um lado, o bolo vai sair com o amassado da forma. Então, o corpo acaba pegando a forma que a forma tem. Daí que nesse mecanismo do processo reencarnatório, à medida em que o espírito vai se enraizando nas primeiras células para orientar a multiplicação celular e dando os impulsos para a formação do novo corpo, as características espirituais que nós trazemos, elas vão se imprimindo neste corpo que está sendo formado. E existem três características básicas que vão ser utilizadas na formação do nosso novo corpo. O primeiro é o ponto da nossa genética física, porque nós somos filhos do nosso pai, da nossa mãe. Então, a gente vai nascer fisicamente parecidos com o nosso pai e nossa mãe. A segunda genética que se impõe é a genética espiritual. Porque além de eu ser filho do meu pai e da minha mãe, eu também sou filho de mim mesmo. Então, as minhas histórias espirituais também se imprimem no corpo que se forma, mutilações, deformidades ou condições favoráveis que o espírito precise para a realização da tarefa, que é quando entra a questão da mediunidade em si como um favorecimento para que a gente consiga realizar. E uma terceira genética que acontece é a genética divina. Porque além de ser filho de meu pai e de minha mãe, além de ser filho do meu próprio passado, eu também sou filho de Deus. Então, há uma parte do divino que se estabelece na formação dos nossos corpos, fazendo com que a gente perceba que o corpo que nós usamos hoje na atual existência, ele não é fruto de um processo fortuito de que muitas vezes queremos culpar os nossos pais por aquilo que a gente tem. Ah, eu tenho essa doença porque eu erdei do meu pai. Tenho quear o herdeiro da minha mãe. Na verdade, tudo bem, nós temos uma herança paterna e materna

ulpar os nossos pais por aquilo que a gente tem. Ah, eu tenho essa doença porque eu erdei do meu pai. Tenho quear o herdeiro da minha mãe. Na verdade, tudo bem, nós temos uma herança paterna e materna legal, mas nós temos uma herança espiritual e temos uma herança divina. Daí que na medida em que a criatura precisa renascer na na carne, com a perspectiva de que nós venhamos a exercer um papel de médium ostensivo, que médiuns todos nós somos. Mas quando temos que ser médiuns ostensivos, determinados mecanismos do organismo físico, do hardware que a gente vai habitar, ele experimenta mutações, processos de alterações, permitindo a manifestação de determinadas características físicas que sem esse trabalho produzido no mundo espiritual não acontece. aconteceria se não houvesse esse trabalho anterior que o Jacobson estava contando no mundo espiritual do período em que o indivíduo é estimulado a ter alterações do perespírito para desenvolvimento das regiões vinculadas ao aspecto da mediunidade, fundamentalmente na glândula pineal, nós reencarnaríamos dentro da condição mediana, teríamos aquela mediunidade que em Rondônia chama mediunidade meia boca. aquela coisa que não é muito produtiva, mas em virtude dos interesses que se tem, movimenta-se o mundo espiritual para que se alarguem as nossas percepções em função de um interesse objetivo de que isso se manifeste. E aí a gente chega à seguinte conclusão: se é um trabalho diligente produzido durante tanto tempo pelos espíritos para que nós reencarnemos com determinadas características orgânicas, que mobilizou uma equipe que despendeu tempo, esforço, repetição de trabalho, acompanhamento dos espíritos que estavam atuando como construtores do corpo físico nosso, Dá pra gente entender que deve ter algum propósito para isso, porque não seria dado sem nenhum objetivo. Então, se a gente renasce com uma estrutura orgânica, com determinadas características de uma mediunidade mais aguçada, mais dilatada, certamente a vida está esperando de nós

dado sem nenhum objetivo. Então, se a gente renasce com uma estrutura orgânica, com determinadas características de uma mediunidade mais aguçada, mais dilatada, certamente a vida está esperando de nós alguma coisa mais específica no aproveitamento das experiências que a gente possa ter durante a vida física. Então isso aí é uma reflexão pra gente fazer, para que a gente observe o quanto que o mundo espiritual se mobiliza e se mobilizou para que nós estejamos hoje com esse uniforme, com essas específicas características que são sinalizadoras de um processo de transformação das nossas vidas, né? a glândula, a glândula pineal, eh, segundo informa André Luiz, é o ponto intermediário entre as forças espirituais e o corpo somático, as forças fisiopsicossomáticas. Então essa informação ela é muito interessante porque é através dela que o espírito se manifesta na carne, porque ele é o ponto intermediário, a glândula da mediunidade, a glândula do sentido novo dos homens. Isso mostra no entendimento de Allan Kardec algo muito importante quando ele estuda o fenômeno mediúnico. O que que é o fenômeno mediúnico? é ação de um espírito sobre a matéria. Regra geral, esse é o fenômeno, ação de um espírito sobre a matéria. Qual é a primeira ação de um espírito sobre a matéria perceptível? a encarnação, porque é um espírito atuando sobre um corpo, nos levando ao entendimento que a encarnação em si é um fenômeno mediúnico, porque é um espírito atuando num corpo, nos dando uma conscientização da importância da encarnação, do aproveitamento desse tempo. Por isso é que todos nós somos médios. Todos nós temos todos os potenciais mediúnicos possíveis. Por a visão, por exemplo, ela tem uma função só. Captação da luz, a percepção visual. Auditivo, a mesma coisa. Mas a faculdade mediúnica, ela é uma faculdade multiforme. Ela se expressa de várias formas. e não de uma só. É um sentido multiforme. Então, quando nós consideramos essa faculdade, nós vamos vê-la na condição produtora de fenômeno.

uma faculdade multiforme. Ela se expressa de várias formas. e não de uma só. É um sentido multiforme. Então, quando nós consideramos essa faculdade, nós vamos vê-la na condição produtora de fenômeno. A gente ouve muitas pessoas dizendo assim: "Fulano de tal tem várias mediunidades, não, cada um de nós tem uma mediunidade só, uma faculdade só, que se expressa de várias formas. Então, todos nós potencialmente somos psicógrafos, psicofônicos, videntes, médiuns de desdobramento, porque temos essa faculdade. Agora, cada um vai desenvolver, vai receber o preparo no mundo espiritual para ampliar especificamente um desses potenciais ou outro, conforme o compromisso reencarnatório, porque está tudo latente no ser humano. Daí o preparo que se recebe na dimensão espiritual para ampliar essa percepção. Mas a faculdade mediúnica, ela não se presta somente ao fenômeno. Eu coloquei mais uma, a de comando do espírito sobre o corpo. Só que Emanuel dá para mim uma das definições mais extraordinárias de mediunidade, considerando faculdade mediúnica na introdução do livro eh Mediunidade e Sintonia. Ele diz que mediunidade é força mental, talento criativo da alma, capacidade de comunicação e de interpretação e ía no próprio ser. Ele dá cinco funções pra faculdade mediúnica. A primeira força mental é exatamente essa energia, esse comando que o espírito tem sobre o corpo. Porque nós estamos, temos essa vitalidade porque é o espírito comandando sobre o corpo. E o comanda de duas formas, de forma voluntária, quando a gente caminha, fala, gesticula e de forma involuntária, batimento cardíaco, metabolismo, respiração. Quando o espírito se afasta dessa função, o corpo morre. Mas é também talento criativo. Ou seja, nós somos cocriadores em plano menor. Quando Deus é o criador, nós também criamos pelo pensamento. Os nossos pensamentos se materializam na dimensão espiritual. Tudo que nós pensamos toma vida, não como um filme, mas como formas vivas carregadas de energia, de fluido vital, que nós liberamos e que, portanto,

pensamentos se materializam na dimensão espiritual. Tudo que nós pensamos toma vida, não como um filme, mas como formas vivas carregadas de energia, de fluido vital, que nós liberamos e que, portanto, passam a ter uma vitalidade enquanto nós estivermos pensando. A capacidade de comunicação, porque mediunidade é comunicação telepática. transmissão de pensamento, mas não basta ver, não basta enxergar espíritos, não basta psicografar, eu preciso ter capacidade de interpretação, ou seja, eu preciso entender que é o grande dilema dos médiuns que se ausentam do estudo, como um quadro, por exemplo, uma pintura, não é famosa. como a noite estrelada de Vanangog, por exemplo. Um estudioso que chega diante desse quadro vê maravilhas, as cores, as luzes ali representadas, mas uma pessoa que não conhece pode ter uma percepção simpática ou não. até serem indiferentes, achar aquilo estranho, não saber que mistura de cores foi aquela. Então, nós precisamos saber interpretar o que captamos do mundo espiritual. Por isso é que existe tanta obsessão ainda na Terra, pela dificuldade interpretativa, porque a gente vai assimilando tudo que chega da dimensão espiritual e não põe nenhum filtro. Nós não conseguimos desenvolver o raciocínio lógico espírita. que decorre do estudo, imao no próprio ser, ou seja, nós atraímos espíritos, afastamos espíritos. São essas cinco funções da faculdade mediúnica. Há uma questão interessante quando estudamos o livro dos médiuns, em vários momentos, quando Kardec estuda o fenômeno, qualquer fenômeno, movimento de um objeto, uma cadeira, um vaso de flores, ele pergunta assim: "Como é que vocês conseguem movimentar esse objeto?" E eles respondem pelo pensamento, pela vontade, é o desejo. Então, é pelo pensamento que se movimenta, obviamente deslocando o fluido cósmico universal que vai envolver o objeto e provocar o fenômeno. Mas a pergunta mais estigante não é bem essa, é geralmente a última que ele faz. Ele pergunta assim: "Todo espírito consegue fazer isso?"

ico universal que vai envolver o objeto e provocar o fenômeno. Mas a pergunta mais estigante não é bem essa, é geralmente a última que ele faz. Ele pergunta assim: "Todo espírito consegue fazer isso?" Eles respondem: "Sim, todo espírito consegue fazer isso". Ou seja, a capacidade de movimentar os objetos é psíquica, da qual todos os espíritos podem movimentar. E lá não fica muito claro quando ele fala espírito no sentido genérico de que é só desencarnado, porque nós somos espíritos. Então, em tese, também nós poderíamos movimentar pelo pensamento objetos. Só não fazemos porque não há autorização espiritual para isso. Não temos evolução. Porque senão senhores, imaginem numa briga, cadeira voando de todo quanto é lado pelo pensamento. Pessoa pensa, vai lá. Nós não temos evolução para isso. Por isso não temos esse controle. Daí, porque a gente ainda precisa passar pelo centro de mensageiros para ter as percepções dilatadas num plano controlável, diferente de espíritos missionários, por exemplo, como Divaldo Franco, Chico Xavier, Ivone do Amaral Pereira, que eles tinham esse potencial. Chico, por exemplo, caminhava perto do dos das garrafas de água e se transformava em perfumes. A capacidade de Divaldo da bicorporeidade é patente. Só espíritos evoluídos. Então, todos nós um dia chegaremos nesse ponto, mas é primeiro existe a necessidade de nos tornarmos apóstolos. mensageiros. Então, cada um de nós aqui precisa ter escrito no seu coração ou recordar o compromisso que assumiu na dimensão espiritual de que é mensageiro. Mensageiro no sentido de ser um apóstolo. E aí perguntam a Emanuel no livro Consolador: "Qual é o maior escolho para o apostolado mediúnico? A maior dificuldade para apostolado mediúnico. Ele coloca dois grandes desafios. Ele diz o seguinte: "O primeiro inimigo do médium reside dentro dele mesmo. Frequentemente é o personalismo, a ambição, a ignorância ou a rebeldia no voluntário desconhecimento dos seus deveres à luz do evangelho. Todos esses são fatores de inferioridade

de dentro dele mesmo. Frequentemente é o personalismo, a ambição, a ignorância ou a rebeldia no voluntário desconhecimento dos seus deveres à luz do evangelho. Todos esses são fatores de inferioridade moral que conduzem em vigilância, a leviandade e a confusão dos campos improdutivos. Então é ausência de esforço de admitir em si o evangelho, de aplicar no cotidiano o que já sabe, efetivamente de assumir na vida comum, no dia a dia, a posição de carta viva do evangelho de Jesus. Porque os médiuns ostensivos têm um compromisso, auxiliar aqueles que não são médiuns ostensivos. Isso é muito importante. Nós temos essa tarefa e precisamos abraçá-la com amor. Eu não fazer, eu queria tirar de mim a mediunidade. A gente ainda ouve pessoas dizendo assim: "Vão até o centro espírita para tirar. É impossível. É uma coisa de pedir para tirar os olhos, porque está embrenhado na natureza perespiritual do próprio indivíduo. Mas Emânio diz do segundo grande inimigo, olha o que ele diz do segundo grande inimigo do do médium para o apostolado. O segundo inimigo mais poderoso do apostolado mediúnico não reside no campo das atividades contrárias à expansão da doutrina, mas no próprio seio das organizações espiritistas, constituindo-se daquele que se convenceu quanto aos fenômenos, sem se converter ao evangelho pelo coração, trazendo para as fileiras do consolador os seus caprichos pessoais, suas paixões inferiores, tendências nocivas, opiniões cristalizadas no endurecimento do coração, sem reconhecer a realidade de suas deficiências e a exiguidade dos seus cabedais mais íntimos. O segundo grande inimigo do médium é o grupo no qual ele está envolvido. Porque muitas vezes esse grupo leva o indivíduo à vaidade, ao personalismo, e que a pessoa aceita esse tipo de envolvimento. Nós estamos hoje enfrentando um grande desafio em mediunidade, que é uma máxima trazida por Kardec, recuperada do ensinamento de Jesus. Dai de graça o que de graça se recebe. Tem sido o maior desafio nos tempos atuais.

nfrentando um grande desafio em mediunidade, que é uma máxima trazida por Kardec, recuperada do ensinamento de Jesus. Dai de graça o que de graça se recebe. Tem sido o maior desafio nos tempos atuais. E não quer dizer somente não receber dinheiro, embora isso tenha sido muito comum. Essa questão de doação de livro, isso foi coisa de Chico, de Divaldo. Hoje não existe isso mais não. Eu psicografei, eu tenho direito de viver disso, que é uma conversa antiga que já foi por muito superada pelo estudo de Allan Kardec, mas também outros ganhos que Manuel Filomeno de Miranda estuda de forma muito interessante quando ele trata desse tema. o próprio personalismo, o abraço, o elogio, a influência sobre as pessoas, a influência social para um pequeno grupo que Michel Focô chamou de micropoder, que se exerce sobre as pessoas porque eu detenho conhecimento, eu tenho um guia, eu tenho um mentor. Então eu eu sei dizer para você o que é que você deve fazer na sua vida. E tem gente que gosta desse tipo de coisa, a se manter nessa ilusão. Então são os dois grandes inimigos do apostolado mediúnico. Veja como como Emânuel coloca a questão e é bastante séria e nós precisamos aproveitar muito o tempo reencarnatório, agradecendo a Deus. a oportunidade de ter a a mediunidade ostensiva, porque nós fomos aceitos para um compromisso. Ninguém foi obrigado, porque nas outras modalidades reencarnatórias, a pessoa às vezes ela é imposta a ela uma reencarnação como meio de tratamento para problemas que ela traz de várias vidas passadas. Então, a pessoa nasce com dificuldades físicas, familiares, mas na mediunidade não. Ninguém foi obrigado. A pessoa pediu e foi aceita. Daí, porque está gravado no coração de cada médium o compromisso assumido no mundo espiritual. E quando eu estudo, antes de te passar a palavra novamente, fique tranquilo. Esse tema, eu me lembro de um caso ainda do livro Os mensageiros, daquele médium que preparou, foi preparado por 30 anos, ele faliu na mediunidade por desequilíbrios vários, sobretudo no

ue tranquilo. Esse tema, eu me lembro de um caso ainda do livro Os mensageiros, daquele médium que preparou, foi preparado por 30 anos, ele faliu na mediunidade por desequilíbrios vários, sobretudo no âmbito da sexualidade. E ele então voltou para nosso lar completamente dementado. André Lu descreve que eles estavam, ele estava conversando assim com as pessoas, de repente ele viajava assim, ficava perdido, vagueando, porque a mediunidade dele era muito ostensiva e não acabava. Mas havia uma forma dele se curar. Ele precisava reencarnar novamente na condição de médium para reharmonizar os centros cerebrais. E aí duas senhoras muito ligadas a ele, uma foi mãe, muito elevadas, benfeitoras espirituais, condoídas do sofrimento daquele médium. Foram Aniceto o grande responsável pela colônia estudada por André Luiz. e pediram a ele que permitisse a reencarnação daquele médium para que ele se curasse. E ele dá uma resposta muito interessante. Ele diz assim: "Vocês duas já têm créditos espirituais suficientes e eu não poderia negar esse pedido pela condição evolutiva delas, mas há um problema. Falta mãe. Nós não encontramos uma mulher que pudesse ser mãe dele. Então ele não pôde reencarnar mesmo com essa interceção de benfeitores espirituais. E aí eu fico pensando que nós temos que aproveitar muito tempo presente, porque pode ser que no futuro não exista mãe que nos acolha, nos falte um colo para nos receber e reequilibrar das perturbações espirituais. Agora com você, tá bom? É, essa questão da mediunidade, ela tem alguns desdobramentos muito interessantes. Daqui a pouco, no próximo bloco, o Jacobson volta para falar conosco sobre o que que motiva alguém nascer como médium, né? o que que quais são as condições que podem levar alguém a renascer nessa condição. Mas eu quero aproveitar aqui para dar um suporte nesse nosso entendimento e resgatar um pensamento que está na obra O Espírito e o Tempo de Herculano Pires. uma obra muito interessante, considerada uma das 10 obras mais

itar aqui para dar um suporte nesse nosso entendimento e resgatar um pensamento que está na obra O Espírito e o Tempo de Herculano Pires. uma obra muito interessante, considerada uma das 10 obras mais importantes espíritas, é, do século XX, aonde Herculano analisa o processo de como foi que a humanidade veio lidando com a mediunidade ao longo da história, gerando a partir dessas práticas equivocadas h uma série de compromissos espirituais por aquilo que nós fizemos ao longo do tempo. E nessa obra, Herculano nos destaca que a gente veio cometendo equívocos progressivos na relação com a mediunidade e que de certa maneira foi a gênese de uma série de de realidades que a gente tem no tempo atual. Ele destaca no livro que no período anterior ao advento da mensagem espírita, nós atravessamos cinco fases diferentes que ele chama de horizontes. São cinco. Eu tô com uma mão, vou arrumar uma mão aqui para para me ajudar. Nós temos nós temos cinco cinco horizontes diferentes que nós eh desenvolvemos no período anterior à mensagem espírita. O primeiro horizonte que Herculano fala para nós é chamado de horizonte primitivo. É no período ainda da idade da pré-história em que a mediunidade já se expressava em nós no período pré-histórico. E como que ele pode provar isso? A prova está no fato de que algumas comunidades de regiões do planeta marcadas por um primitivismo ainda bastante acentuado das suas organizações sociais, tem hoje manifestações mediúnicas que são muito próximas daquelas que certamente aconteciam no período anterior e que eram manifestações relacionadas a fenômenos fundamentalmente de efeitos físicos. Então, essas comunidades de hoje, de hoje, elas comentam de fenômenos de materialização, de excretação de ectoplasma, embora eles deem a esses fenômenos nomes diferentes, mas é importante observar que o fenômeno mediúnico ele acompanha a criatura humana desde o princípio da nossa história. Então, o primeiro dos horizontes que a gente encontra e que já vai deixando seu rastro dentro da nossa

var que o fenômeno mediúnico ele acompanha a criatura humana desde o princípio da nossa história. Então, o primeiro dos horizontes que a gente encontra e que já vai deixando seu rastro dentro da nossa história de como é que a mediunidade surgiu, ele vem exatamente nesse horizonte já pré-histórico, mostrando para nós que esse esse esse esse recurso de percepção do mundo espiritual, ele já nos foi oferecido já na estrutura biológica que a gente herdou dos nossos ancestrais para garantir que as nossas janelas de comunicação com o mundo espiritual não estivessem fechadas. Ou seja, desde a pré-história, o homem já tinha a notícia de que existe um mundo espiritual aonde nós nos movimentamos. Porque se nós tivéssemos a janela fechada, nós poderíamos acreditar que a vida é somente material e nós nos perderíamos. Então, três razões, na verdade, justificaram que a mediunidade estabelecesse-se. A primeira, que nós tivéssemos efetivamente uma janela aberta na alma para contemplarmos o espiritual, a fim de que o mundo material não nos enlouquecesse. A segunda era para que esta janela servisse de diálogo com os nossos mentores, a fim de que nós pudéssemos efetivamente eh termos o acompanhamento espiritual deles. E a terceira das razões pelas quais isso se deu em termos do da mediunidade é para que todos nós não perdêssemos a certeza de que os nossos amados vivem. Seria muito amargo se nós descrêssemos da possibilidade de que aqueles a quem amamos ainda continuassem existindo e mantendo contato conosco. Então, desde esse horizonte primitivo, nós já temos essa percepção. E isso a gente nota quando nos sítios arqueológicos pré-históricos as pessoas eram sepultadas com seus objetos pessoais. Por que motivo que a gente sepultava Márcia Petrine? Pedrine, por que a gente sepultava a pessoa com arco, com a flecha, com a tigela, com as suas coisas pessoais, se o cara tava morto? É porque eles acreditavam que a vida continuaria. E se a vida continua, esse morto ia precisar do arco, da flecha, das coisas. Então é um

m a tigela, com as suas coisas pessoais, se o cara tava morto? É porque eles acreditavam que a vida continuaria. E se a vida continua, esse morto ia precisar do arco, da flecha, das coisas. Então é um indicativo de que eles viam, percebiam esses desencarnados justificando a compreensão de que sim, a vida continuava dando a visão desse primeiro horizonte nosso, primeira das etapas. O segundo dos horizontes que Herculano Pires eh nos nos apresenta na obra é o chamado horizonte agrícola. O horizonte agrícola é o período da nossa história em que o homem descobre a agricultura, deixa de ser nômade e começa a se organizar como uma vida sedentária. Este período da nossa história, a mediunidade também se fez presente nesta saída do neolítico, entrada na chamada história. Nessas primeiras expressões das nossas condições de organização das vilas mais singelas, nós já tínhamos ali o estabelecimento das primeiras comunidades agrícolas. E o que que a gente sabe da mediunidade nesse período? Que nesse período, e a gente vê muito isso em filme, nós vamos ter uma uma construção de líderes tribais que tinham os seus sacerdotes, seus gurus, seus, como é que chama? é guru mesmo, chamãs que eles exerciam um papel de liderança na comunidade a partir do quê? A partir da relação que nós tínhamos com a mediunidade desde o período do horizonte agrícola, mostrando para nós a presença da mediunidade e do uso que a gente veio fazendo disso, sem uma conexão efetiva relacionada com o aspecto moral. Então ali no horizonte agrícola, que já vai vir depois desse horizonte primitivo, nós vamos ter uma sociedade mais organizada, com uma uma mediunidade melhor estruturada, identificando-se nas sociedades quem eram os gurus, quem eram as pessoas que poderiam fazer. Mas esses gurus se prevaleciam das suas condições eh de mando, muitas vezes para exercer o controle social. Utilizavam-se da sua mediunidade para estabelecer mando sobre as pessoas. E Herculano então segue falando de um terceiro horizonte, o horizonte

h de mando, muitas vezes para exercer o controle social. Utilizavam-se da sua mediunidade para estabelecer mando sobre as pessoas. E Herculano então segue falando de um terceiro horizonte, o horizonte primitivo, o horizonte agrícola e tem o terceiro horizonte que é o horizonte civilizado. O que é que ele chama de horizonte civilizado? é quando verdadeiramente a sociedade se organiza, ela se faz realmente uma sociedade com reis, com estruturas hierárquicas, com exércitos. É quando as civilizações se implantam, civilização egípcia, civilização suméria, as civilizações se implantam no planeta. E nós vamos observar ali, e a gente vê também isso muito em filmes, que os reis daquele período antigo, Wesley, eram aqueles que tinham uma sacerdotisa, sempre tem uma sacerdotisa que é quem faz as bruxarias, que faz coisas inimagináveis, mostrando que isso era uma prática comum, um processo comum no qual a mediunidade ela estava a serviço do poder, em que determinados indivíduos dotados dessa faculdade ade eh se equivocavam profundamente dentro dos espaços aonde eles se movimentavam, valendo-se dos recursos espirituais que possuíam para realizar esse tipo de atividade. O quarto dos horizontes é chamado de horizonte oracular, que é quando a gente encontra o templo de Delfos na Grécia, aonde as pessoas iam para procurar as pitonisas para ouvirem as suas manifestações espirituais. E aí, em nome da mediunidade nós também cometemos uma série de equívocos. Quem assiste aquele filme 300 vai lembrar que no comecinho do filme ele vai fazer uma consulta a um oráculo, mostrando que as questões, as questões mais comezinhas, as pessoas iam perguntar, o filho nascia, qual é o destino dele, né? E aí, fulano, como é que vai ser? Trazendo a espiritualidade para a vida cotidiana, interferindo sobre as questões mais banais da nossa existência. E nesse horizonte oracular, nós também eh acabamos absorvendo uma série de equívocos, como se já não bastassem os dos horizontes anteriores. Aqui no horizonte oracular, nós também

da nossa existência. E nesse horizonte oracular, nós também eh acabamos absorvendo uma série de equívocos, como se já não bastassem os dos horizontes anteriores. Aqui no horizonte oracular, nós também vamos ter graves compromissos espirituais. E segundo Herculano, o último dos horizontes, o quinto horizonte que a gente tem, que é o horizonte que vem antes do período da codificação, né? É o período profético, aonde Israel é o grande representante. E qual é a grande questão aqui? Diferente do horizonte oracular, onde as pessoas diz assim: "Ah, eu vou no templo para fazer uma consulta ao oráculo". Eu não perguntava qual é o nome do oráculo. São poucas as pitonisas que se sabe o nome. Sibila foi uma das grandes pitonisas, mas a maior parte delas ninguém nem soube o nome. Mas os profetas de Israel todo mundo sabe o nome dos 16 profetas, que eram os médiuns da época que realizavam o trabalho de comunicação. Esse espaço dos médiuns ligados a Israel, havia toda uma disciplina, um rigor e uma série de proibições que passaram para o reverso da medalha, exigindo, de certa maneira a exclusividade de que determinados indivíduos fossem os únicos que pudessem ter esse tipo de expediente. Então, a partir dessa experiência, desses cinco horizontes, nós acabamos chegando num período em que nós ingressamos na história do cristianismo com várias sequelas de tudo isso, porque ao chegarmos no cristianismo, todas essas heranças reencarnatórias que a gente trouxe nos nos legou uma mediunidade profundamente torturada, em que na Idade Média se perseguiu tanta mediunidade, se matou tanta gente e se criou toda uma aversão pelo fenômeno. Então, há uma historicidade muito longa sobre as questões da mediunidade junto da lei de causa e efeito que dão sentido à razão pela qual nós encontramos hoje tantas expressões mutiladas dentro do espaço da mediunidade, fora aqueles de nós que o Jacobson vai tratar agora pra gente, que são aqueles que independente da questão mediúnica, se atrapalhar olharam no uso

expressões mutiladas dentro do espaço da mediunidade, fora aqueles de nós que o Jacobson vai tratar agora pra gente, que são aqueles que independente da questão mediúnica, se atrapalhar olharam no uso da lei de causa e efeito em outras áreas que não a mediunidade, aqueles que tropeçaram em outros campos e que a mediunidade lhes foi apresentada como uma espécie de tábua de salvação para o processo de transformação de suas almas. >> Na verdade, nós temos essa visão eh separada, não é o comum. Mediunidade é uma coisa de alguns e a vida é outra coisa. Mas na verdade não é assim. Como nós vimos agora a pouco, a vida no corpo físico é determinada por uma ação mediúnica. Por isso, quando perguntaram a Chico Xavier se ele poderia dizer que a mediunidade era uma janela para o mundo espiritual, ele deu a resposta mais instigante e que abre um leque de percepções para o estudo da mediunidade. disse: "Se eu pudesse definir, eu diria que a mediunidade é uma janela para a vida. Não se separa a mediunidade da vida. É por isso que existe essa falência. Eu em reunião mediúnica sou uma pessoa. No dia da reunião mediúnica, eu me visto de médio. Aliás, eu conheci um rapaz que só decidia se ir pra reunião mediúnica às 17:30 do dia. A reunião começava às 19 horas. Então ele não tinha definido se tudo fosse bem, se não tivesse dificuldade, se não chegasse, enfim, se ele quisesse, não era uma pessoa confiável para os espíritos. Então, ao longo do tempo, a a o trabalho mediúnico vai declinando. O grande desenvolvimento da mediunidade é o desenvolvimento do aspecto moral, do conhecimento. Quando nós estudamos e nos dispomos à transformação interior, a nossa mente ela se expande para uma para uma para percepções mais de de um número maior de espíritos. A nossa possibilidade de captação de pensamentos evolui. Por isso a questão do desenvolvimento. E as pessoas pensam que o desenvolvimento ele se faz na reunião mediúnica, mas não é. A reunião mediúnica é o resultado de uma vida de equilíbrio e de esforço.

. Por isso a questão do desenvolvimento. E as pessoas pensam que o desenvolvimento ele se faz na reunião mediúnica, mas não é. A reunião mediúnica é o resultado de uma vida de equilíbrio e de esforço. Por isso é que muitos grupos mediúnicos enfrentam dificuldades na sua prática porque separam. André Luiz diz que na faixa evolutiva dele, na que ele narra no livro, obviamente, ele não pode dizer onde é que termina corpo físico, começa espírito, termina espírito e começa o espírito, porque é uma unidade. Aí, porque tudo que se ingere tem repercussão no psiquismo, na mente, na mediunidade, porque tudo vira energia. Os tóxicos, por exemplo, perturbam, porque não fica só no corpo físico, atinge a mente. E a mente desequilibrada desajusta o corpo físico. Então, os grupos mediúnicos passam a enfrentar dificuldades porque querem um resultado sem nenhum esforço. O amigo espiritual trouxe uma reflexão que eu achei muito interessante a esse propósito. Quando ele compara a reunião mediúnica com a com a viagem de Emaú ali na jornada de Emaús, os apóstolos caminhavam desalentados, tristes com os acontecimentos, a crucificação de Jesus, toda a luta que começavam a enfrentar. E chega um desconhecido, caminha com eles. O desconhecido conversa e os consola. Então eles não chegaram até o lugar em que se hospedariam. E ali aquele desconhecido, então no momento em que ele partiu o pão, eles reconheceram era Jesus. Na reunião mediúnica acontece a mesma coisa. A gente quer partir o pão, a gente quer o partir do pão, o resultado, mas passa o tempo todo desalentado, preocupado, envolvido com os problemas do mundo, com as dificuldades que pesam e se e se desligam do aspecto da espiritualidade, se deixam envolver com as questões puramente humanas e querem uma reunião mediúnica equilibrada, manifestação de espíritos superiores, todos os espíritos que sofredores que forem seriam consolados, a mediunidade clara, estuante em todas as pessoas, enfim, aquele grupo produtivo, mas não se prepararam.

estação de espíritos superiores, todos os espíritos que sofredores que forem seriam consolados, a mediunidade clara, estuante em todas as pessoas, enfim, aquele grupo produtivo, mas não se prepararam. estavam desatentos, achando que bastaria a mera frequência a reunião mediúnica. Daí por nós fazemos a caminhada de Emaú na mediunidade, mas precisamos ficar atentos porque os bons espíritos já estão do nosso lado, nos acompanhando. Nós precisamos sintonizar com eles. Nós precisamos estar com a mente elevada. O médium da atualidade se pretende servir, deve viver o futuro da espécie humana. Se nós não estivermos à frente, como ajudar aqueles que estão na retaguarda, porque estaremos no grupo dos 2/3, não é, que estão padecendo por problemas gravíssimos. Precisamos sair dessa faixa psíquica pelo estudo, pelo trabalho no bem. E foi por isso que um numa reflexão que nós poderíamos trazer sobre esse progresso no campo do trabalho mediúnico, o Elarak gosta muito dos números, né, da sua natureza profissional. tão didático. Eu também colocaria cinco fatores, cinco níveis, se a gente pudesse, não é? Nós não precisa pegar a mão, essa mão da Vandinha aqui, né? Mãozinha, >> essa mãozinha de reunião mediúnica materializada. >> Trouxe da mediúnica. >> Então, cinco níveis. O primeiro seria daquele trabalhador, daquele médium que frequenta a reunião mediúnica. O frequentador de reunião mediúnicaenta, >> estaria no nível um, >> que já é muito bom, porque ele frequenta, mas ele frequenta e não faz mais nada. Aliás, ele frequenta a reunião mediúnica muitas vezes porque não tem mais nada para fazer, porque se tivesse alguma coisa para fazer, estaria fazendo. >> Então está na reunião mediúnica porque acha interessante ali, não é? Não tinha nada em casa, então vai ali para ouvir o espírito e fica prestando atenção e às vezes interferindo mentalmente. Por que que o doutrinador não falou aquilo? Por que que ele falou aquilo outro? Nossa, mas aquele espírito tão perturbado, enfim, é aquele curioso de reunião

enção e às vezes interferindo mentalmente. Por que que o doutrinador não falou aquilo? Por que que ele falou aquilo outro? Nossa, mas aquele espírito tão perturbado, enfim, é aquele curioso de reunião mediúnica, mas já está frequento, não falta uma reunião, chega primeiro, mas também não peça mais nada. Ele é o frequentador de nível um, mas é preciso que a gente progrida. É preciso ter perseverança. A perseverança é diferente da frequência assídua. Porque o perseverante ele vai buscar estudar, ele vai buscar se aprimorar, entender o que está fazendo. Aí ele vai para o nível dois, aquele que estuda a mediunidade. Estudar o livro dos médiuns é extremamente importante porque é o maior tratado que existe de estudo da mente humana e não de fenômeno mediúnico. Porque na essência de todo fenômeno está o pensamento. Quando Kardec percebeu isso, ele inverte a sua pesquisa e vai aprofundando e chega sempre na alma, na mente. Por isso ele diz na introdução do livro dos médiuns, "Nós não podemos estudar espiritismo, tentar compreendê-lo a partir do espírito, mas a partir da alma." O que que ele quer dizer? Eu não posso tentar entender a doutrina olhando o outro, mas olhando a mim mesmo em primeiro lugar. Daí o estudo da mediunidade ser um estudo de autoconhecimento, da compreensão da mente e dos seus potenciais, não é? do fenômeno. O fenômeno espiritismo está em último lugar. Por isso a importância de estudar. Então, o nível os o trabalhador de nível dois é o que estuda, frequenta e estuda. Mas não basta estudar. Eu preciso aplicar na minha vida o que eu estudo, porque senão eu me torno uma instante enfeitada de livros. Polemista. Sei tudo, mas não faço nada. Então preciso passar para o nível três, que é daquele que aplica o próprio conhecimento e vai trabalhar em benefício do próximo. Frequenta, estuda e trabalha, que é a prática do bem. Então, o trabalhador, o trabalhador da reunião mediúnica precisa encontrar outros motivos de serviço que não só a mediunidade na casa espírita,

o. Frequenta, estuda e trabalha, que é a prática do bem. Então, o trabalhador, o trabalhador da reunião mediúnica precisa encontrar outros motivos de serviço que não só a mediunidade na casa espírita, muitas oportunidades surgem na evangelização infantil com jovem, porque isso melhora a nossa capacidade de sintonia. Como amar os desencarnados se nós não amamos os encarnados? Quantos médiuns nos consultam, fazem inúmeras, há uma pergunta corrente que a gente vê em todo seminário. Como eu faço para manter minha mente equilibrada? Trabalhe, ocupe as mãos, coloque a sua mente e seu corpo no mesmo lugar, porque a gente faz o contrário. A gente está aqui de corpo e a mente está distante. Então, faça alguma coisa, vá para o centro espírita, por exemplo, e varra o salão. Mas o salão tá limpo, mas o salão não tá precisando de você. É você que precisa do salão em casa. Quantos médiuns têm dificuldade em casa porque percebem sintonias, captam pensamentos continuamente? Não há coisa que mais desagrada um obsessor do que uma pia cheia de louça para lavar. Não use máquina de lavar louça, porque é o seu momento de estar com as mãos ocupadas. Porque a sua mente fica concentrada naquela atividade. Mata de lavar roupa, então nem pensar. Meu Deus, vai depender se você tá nos 2/3 ou num 1/3. Aí você escolhe você, qual pia que você quer. Mas é verdade. É claro que você não precisa lavar uma uma mala inteira. Você pode lavar umas duas, três peças, né? Vai que o seu desequilíbrio é pouquinho e tal. não precisa de muito tempo, mas a verdade é que nós precisamos trabalhar em benefício do próximo, porque isso nos amadurece. Então o trabalhador ele precisa servir na mediunidade. Daí entra o imperativo do dai de graça o que de graça se recebe. É não ter pretensão. Então quando ele está no nível três e vai para o nível quatro, ele já está compreendendo a importância de dar de graça o que de graça se recebe. é não ter pretensão. No nível quatro, o que caracteriza é a caridade moral, porque ele já consegue aplicar em si os

o, ele já está compreendendo a importância de dar de graça o que de graça se recebe. é não ter pretensão. No nível quatro, o que caracteriza é a caridade moral, porque ele já consegue aplicar em si os conhecimentos que assimilou. Da questão 886 de O livro dos Espíritos, quando Kardec faz a pergunta excepcional, qual era o entendimento da palavra caridade por Jesus? Eles respondem: "Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições dos outros e perdão das ofensas. O médium precisa exercer a caridade moral para chegar no nível tr quatro, porque aí é a entrega é daquele que não sofre a mágoa porque já compreendeu. Ivone do Amaral Pereira, ela diz que tinha muita vontade de trabalhar com os espíritos superiores. Eu acho isso muito interessante na vida dela. A gente pode desejar trabalhar com os espíritos superiores? Ela diz que sim. Ela sempre desejou trabalhar com Charles, com Leonir, com Tostoi, os espíritos superiores. E ela expressou isso para Charles uma vez, que era um iniciado hindu. Então ele ela diz que ele preparou para ela as experiências mais desafiadoras para que ela atingisse esse nível de compreensão e sintonia com os espíritos elevados. Ela passou muita dificuldade financeira, ela ganhava muito pouco. Ela viveu de favor muitas vezes, não tinha onde morar, não pôde se casar, não porque ela não desejasse, mas uma vez ela foi encontrar com o rapaz e ela viu Charles, ela não tinha nada que impedisse. Ele olhou para ela e disse: "Ou ele ou nós, vai a Ivone desisti do rapaz. Não pôde se casar, acusarona-na de roubo injustamente. Então, ela passou por todo tipo de de provação, mas ela diz que o desafio maior foi o do perdão. Não o perdão simples, corriqueiro do dia a dia, mas os grandes testemunhos do perdão. Por isso, o que eleva o trabalhador ao nível quatro é o perdão, é a benevolência, é a indulgência, expressões de caridade transcendental. E no nível cinco, quando o indivíduo consegue esse patamar, ele se espiritualiza. O nível cinco é o da espiritualização

erdão, é a benevolência, é a indulgência, expressões de caridade transcendental. E no nível cinco, quando o indivíduo consegue esse patamar, ele se espiritualiza. O nível cinco é o da espiritualização daquele que já compreende a sua tarefa na terra. Na casa mental de André Luiz, ele saiu do porão da subconsciência, do automatismo, das tendências arraigadas do passado, inferiores, do impulso de quem me ofendeu, eu tenho que revidar. me agrediu, eu preciso agredir. É automático uma buzinada no trânsito. A primeira coisa que se faz é colocar a mão também ali na buzina, retribuindo automaticamente, sem pensar. É o automatismo da subconsciência, fruto das tendências negativas do passado. Mas André Luiz diz que nós temos um segundo nível, que é o da consciência. É muito interessante porque nós precisamos atingir esse nível. A consciência o que caracteriza é a escolha. Então, quando alguém me agride, se eu paro e penso, eu posso revidar ou não. Então, no momento em que eu passo a ter, escolho sair do porão da subconsciência e passo pra consciência, porque eu começo a me dominar, porque eu já enxergo a realidade para eu então avançar para o terceiro nível, o da superconsciência, que é da mediunidade sublimada. Aquele que usufruiu, como por exemplo Chico Xavier, que tinha uma compreensão de vida missionária. Ivone tinha tudo na vida para dar errado em mediunidade, suicida, com uma dificuldade de convivência doméstica. Ela tinha um problema de relacionamento com o pai, porque o pai encarnado não era o pai, era o Charles. E o pai encarnado não aceitava, surrava porque ela viu Charles, mas ela se tornou uma das grandes referências em mediunidade. Ela tornou-se aquele apóstolo divino na mediunidade. Apostolizou-se pelo esforço, atingiu a superconsciência, o nível de espiritualidade de Valdo Pereira Fran que legou e nós temos aí, estamos contemporâneos dele e temos que aproveitar muito as lições da vida de Divaldo, porque as gerações do futuro não vão compreender o que foi a vida

de Valdo Pereira Fran que legou e nós temos aí, estamos contemporâneos dele e temos que aproveitar muito as lições da vida de Divaldo, porque as gerações do futuro não vão compreender o que foi a vida daquele homem para a humanidade. E nós que estamos vendo, convivendo, temos a responsabilidade de replicar aquele esforço, aquela dedicação, quer o que ele fez e que ele desejava, que todos levassem a mensagem do evangelho na vida. para a transformação da humanidade. Isto é apostolizar-se na mediunidade, que é o grande compromisso. Ninguém veio na mediunidade para ser correio. Nós viemos para ser mensageiros. E assim precisamos pensar, porque o médium tem agora o grande desafio, que é viver o futuro da humanidade. Eu tenho uma pergunta para você. Nosso tema é sobre mediunidade e justiça divina. A gente fez uma série de digressões sobre todas essas questões das manifestações da mediunidade e os nossos acertos e desacertos. Eu tenho uma pergunta antes da gente ir pro intervalo que é a seguinte: dentro de todo esse cenário, a mediunidade ela é prova, ela é expiação ou ela é missão? O que que a gente pode ter disso aí? A mediunidade, se nós a considerarmos como faculdade, ela é neutra. Ela não é mente de unidade, ela não é provação, não é expiação, não é missão. Seria a mesma coisa que dizer dos olhos. Os meus olhos eles são provação, eles são é um sentido neutro, não é bom e nem mau. O que engrandece a mediunidade é o homem, é a vida. Grande parte dos médiuns que reencarnam e optam por essa condição falharam em mediunidade. Emânuel vai um pouco além e ele diz que os médiuns que assumem essa tarefa falharam gravemente perante as leis divinas. Muitas pessoas até questionam isso, mas não é muito peso colocar isso para os médiuns. É a realidade. E dizer que falhou com as leis divinas, nós estamos falando, em resumo, da lei de justiça, do amor e de caridade e que agora volta mais uma vez para recapitular. Então, a mediunidade, a vida de expiação ou de prova do indivíduo decorre de compromissos assumidos na

resumo, da lei de justiça, do amor e de caridade e que agora volta mais uma vez para recapitular. Então, a mediunidade, a vida de expiação ou de prova do indivíduo decorre de compromissos assumidos na vida passada e que a mediunidade ostensiva ou não é a grande bênção, é a grande oportunidade de correção dos equívocos do passado, lidar com os espíritos sofredores. Uma senhora uma vez chegou para o Chico e disse: "Lá na minha reunião mediúnica, as pessoas já me olham de lado porque eu só incorporo obsessores." Porque tem essa ideia, né? Quem incorpora o obsessor é o obsidiado. Quem incorpora o mentor é o elevado do grupo. Então eu as pessoas pensam mal de mim. Ele disse: "Minha filha, você deveria se considerar muito feliz, porque teve um outro que passou pela mesma situação, conviveu a vida inteira com espíritos obsessores, sofredores. Jesus passou a vida na mesma luta. Essa é a luta do médium. Esse enfrentamento das dificuldades é que representa a bênção da transformação do passado, de provações, de enganos para uma trajetória de luz. É por isso que a missão ela se constrói. Missionário é aquele que cumpre uma tarefa. Não adianta nada o projeto reencarnatório, se a pessoa aqui não realiza. Todos nós, na visão de de eh Ivone do Amaral Pereira, podemos desejar trabalhar com os espíritos superiores, ou seja, transformar nossa vida numa vida de missão. Todos nós temos uma tarefa. Não precisamos imaginar com a grande mídia, o conhecimento, uma repercussão de um trabalho excepcional, o trabalho anônimo, silencioso, numa reunião mediúnica, na cidade mais singela. O médium ali que se entrega, ele é o missionário e ele terá a assistência dos benfeitores espirituais. Então, a mediunidade como sentido é neutra, mas ela pode surgir para a expiação, para a provação e para a missão. Vai depender da pessoa e não da mediunidade. Intervalo, né? Nós nós vamos para o intervalo, tá bom? E daqui a 20 minutos a gente volta. 20 é 20, né? 20 minutos a gente volta para que a gente faça perguntas. Vão

er da pessoa e não da mediunidade. Intervalo, né? Nós nós vamos para o intervalo, tá bom? E daqui a 20 minutos a gente volta. 20 é 20, né? 20 minutos a gente volta para que a gente faça perguntas. Vão fazendo as perguntinhas de vocês durante o intervalo para que a gente possa responder no retorno, tá bom? Muito obrigado. O atual estágio evolutivo que nós nos encontramos. E o que é que nós podemos fazer? trabalhar dentro do possível, não para que as coisas do lado de fora se transformem, mas para que eu por dentro consiga me transformar, entendendo que às vezes eu vou conseguir e às vezes eu não vou, porque isso é da natureza humana. Eu tenho que aceitar que às vezes eu vou lutar para me equilibrar e não vou conseguir e entender que às vezes a gente perde mesmo. Gostaria de fazer, não conseguir e começar a aceitar o nosso lado sombra para que isso não seja uma dificuldade. Muitas vezes o que nós queremos é que todas as vezes que a tempestade ameaça o barco das nossas vidas, que Jesus apareça diante de todos nós no convés e acalme a tempestade. Tem vezes que ele vai fazer isso, mas em muitas circunstâncias o Cristo não vai acalmar a tempestade, ele vai acalmar o marinheiro. Porque um marinheiro calmo atravessa o mar encapelado. Então, aceitemos a família real, a nossa nosso ambiente de trabalho real e a nossa sociedade real. e façamos a mudança por dentro de nós, para que a gente se torne cada vez mais ind ao processo de perturbação que nos acontece, com a compreensão de que às vezes a gente não vai conseguir essa eh capacidade de leitura fluídica, né, que é chamada de psicometria. Ela exatamente decorre dessa de uma percepção humana. Todos nós somos psicômetras. Todos nós temos essa possibilidade de perceber fluídos. Uns em maior intensidade, outros menor intensidade. Então, a pessoa entra no ambiente, sente um bem-estar. Quem nunca teve essa experiência, não é? Entra no outro ambiente, sente o mal-estar. Conversa com uma pessoa, sente um bem-estar ou malestar. Então é uma leitura espontânea

biente, sente um bem-estar. Quem nunca teve essa experiência, não é? Entra no outro ambiente, sente o mal-estar. Conversa com uma pessoa, sente um bem-estar ou malestar. Então é uma leitura espontânea fluí do fluido que está no ambiente ou ligado às pessoas. Isso, como ela já colocou, decorre da nossa do nosso próprio espírito, porque sendo fluídico ele se identifica ou não. E conforme a natureza dos fluidos, a pessoa pode ficar enferma ou ficar saudável, porque como perespírito assimila os fluidos, em sendo fluidos negativos e a pessoa não opõe nenhuma resistência, ela pode adoecer em função dessa alteração da própria natureza do perespírito. como também ela toma um passe, ela recebe uma cota de energia e a mente se fortifica e ela se reequilibra, ou seja, ela recebe ali uma cota de energia dos bons espíritos, do aplicador do passe, o fluido vital, a energia que é transfundida na hora do passe é fluido, não é numa numa expressão final. Então a pessoa vai sentindo o bem-estar, aquela paz, o refazimento. Nós vivemos num ambiente fluídico permanentemente. Por isso a importância de nós escolhermos lugares para frequentar, assuntos para que devemos desenvolver, para que a gente não altere fluidos ou não os assimile. E nada melhor no nosso lar do que ler todos os dias o Evangelho segundo o Espiritismo. A Ivone do Amaral Pereira dizia que li o Evangelho como se cada mensagem uma prece fosse. Porque nós vamos irradiando no nosso lar as imagens positivas de Jesus. Porque nós estamos falando de imagens, de criações mentais. O que você lê, no momento em que você lê, sua mente imagina e ao imaginar, você plasma no ambiente, você cria uma forma pensamento. Então, a medida que você pensa o bem, pensa no Cristo, a imagem do Cristo vai ficando no ambiente e todas as pessoas vão se beneficiar da paz e da harmonia. Encarnados e desencarnados. Aqueles que se afinizarem com o ambiente permanecem. Os outros vão procurar aquele ambiente de sua afinidade e os encarnados vão se harmonizando. A leitura diária é

rmonia. Encarnados e desencarnados. Aqueles que se afinizarem com o ambiente permanecem. Os outros vão procurar aquele ambiente de sua afinidade e os encarnados vão se harmonizando. A leitura diária é fundamental para a manutenção das imagens mentais positivas. Vou fazer uma última pergunta por conta do horário. Essa tá direcionada a Jorge. Jorge, sabemos que o pensamento é tudo, é a linguagem universal. Como dialogar com um espírito que vem falando em outra língua? >> Na verdade, eh as barreiras linguísticas entre os espíritos ocorrem só nas esferas mais baixas. O livro nos dos médiuns, quando nos fala sobre essas questões, nos lembra que o processo de comunicação mediúnica, ele é um um processo mente a mente e os interesses dos espíritos nos são comunicados pela vontade. Uma boa expressão disso a gente pode ver e a Nina sabe muito bem do que eu tô falando. capítulo 5 da primeira parte do livro Há 2000 anos, o chamado minuto glorioso, em que o Cristo conversa com Púbio Lentolos e Públio pergunta: "Com que idioma eu vou falar com ele? Vou falar em latim ou vou falar em aramaico?" E a a conversa se estabelece sem nenhum tipo de língua em si definida, porque era a comunicação mente a mente. Numa comunicação mediúnica, fenômenos assemelhados acontecem em que os indivíduos conseguem se comunicar de maneira que o pensamento é o grande canal de comunicação. Agora, em entidades mais arraigadas a questão da materialidade, a gente pode ter algum tipo de dificuldade, mas isso demonstra a materialidade do espírito que está tentando se comunicar. Porque via de regra, o que se espera é que, independente da fala da do som articulado, a ideia central do pensamento seja comunicada através das expressões das ondas que o pensamento possui. Mas eu acho que o Jacobso explica melhor do que eu essa questão. >> Não é exatamente isso. Nada é complementar em si, mas realmente é impossível. Não é uma pessoa que incorpore um espírito que vai falar inglês ou francês e não tenha ninguém na sala que possa fazer essa tradução, não

e isso. Nada é complementar em si, mas realmente é impossível. Não é uma pessoa que incorpore um espírito que vai falar inglês ou francês e não tenha ninguém na sala que possa fazer essa tradução, não tem como ter esse diálogo. Agora, aí cabe algumas observações. A o médium verificar se ele não tem condições efetivamente de falar isso em português, porque a linguagem do pensamento. Então ele, em tese ele pode traduzir e expressar na nossa língua para que haja a comunicação. Se isso verificar que naquele momento que o médium ainda não tem esse controle da própria tradução do pensamento e ele utiliza uma língua, o esclarecedor estudando ali o caso, faça uma prece, não é? converse mentalmente com o espírito, eh, peça ali uma vibração do grupo em benefício, porque o diálogo em si vai ficar impossível. Uma vez uma médium me fez exatamente essa pergunta. Ela falava fluentemente o inglês. Então nós dissemos a ela que ela não fizesse isso, que ela não incorporasse em inglês porque seria impossível o diálogo. Nenhum esclarecedor tinha como >> então que ela procurasse falar no português e ela conseguia falar naturalmente. Mas realmente há caso em que às vezes o médium não tem muito controle. Dias atrás, eu vi a manifestação de um espírito que falava em espanhol e tinha pessoa na sala que conseguiu ajudar na no esclarecimento pro pro esclarecedor entender. Mas ele falou em português, ele não falou em espanhol com o espírito. O espírito falava em espanhol, ele falava em português, né? e conseguiu razoavelmente entender o problema e auxiliar a entidade. >> É, tem um tem um uma questão dentro disso que são as experimentações científicas de xenoglo que aí é uma outra conversa >> que aí na verdade é uma uma manifestação mediúnica em que o médium numa condição inconsciente sem dominar a língua, que é diferente dessa falava inglês, >> a pessoa começa a falar outros idiomas. Quando se deu o fenômeno de Ridersville, a terceira equipe que foi lá, comandada por John Edmundes, que era o reitor da

que é diferente dessa falava inglês, >> a pessoa começa a falar outros idiomas. Quando se deu o fenômeno de Ridersville, a terceira equipe que foi lá, comandada por John Edmundes, que era o reitor da Universidade de Nova York, ele leva a filha dele, Laura, como taquígrafa das reuniões, mas ele não sabia que Laura era, ela tinha mediunidade de xenoglo quando chega lá, a menina fala nove idiomas e aí fica todo mundo surpreso com o que acontece ali. Então, aí é uma outra circunstância. O médium não domina e a questão não é a doutrinação, mas é a legitimidade do fenômeno daquilo que está acontecendo, né? Vamos agradecer a Jacobson e a Jorge por essa tarde rica de aprendizados. Mediunidade é um tema que nunca se esgota. É incrível. sempre, sempre tem muito para falar, muito para perguntar, muito para aprender e passar novamente a palavra a vocês paraas suas considerações finais, suas despedidas. fica à vontade. >> Bom, quero agradecer a oportunidade de ter estado aqui com todos e com o Jacobson, poder aprender aí o monte com ele e e dizer a todos que o período da tarde é um período bem difícil, que dá muito sono na gente às vezes e a gente tem que usar alguns recursos didáticos para acordar quem tá dormindo. Então vocês me perdoem a mãozinha, mas é uma estratégia para ver se a gente acorda quando a gente tá meio cansadinho e ficar mais esperto, tá bom? Me perdoem aí o excesso. Muito obrigado. Quero agradecer também a oportunidade que esse evento nos permitiu para estudarmos a doutrina espírita, o evangelho de Jesus, a ótica, não é? dos elevados conceitos trazidos por Allan Kardec. Agradecer a companhia aqui do nosso Jorge Lará, que a gente também preciso dizer que a gente aprende bastante com ele, uma pessoa extremamente didática, que traz um um cotejo de informações muito acessível a nós todos e a vocês. E Jesus continue amparando e fortalecendo na atividade do bem. Muito obrigado. >> Muito obrigada mais uma vez, que Deus os abençoe e até uma próxima oportunidade que esperamos que seja o mais breve

s. E Jesus continue amparando e fortalecendo na atividade do bem. Muito obrigado. >> Muito obrigada mais uma vez, que Deus os abençoe e até uma próxima oportunidade que esperamos que seja o mais breve possível. M.

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