A FÉ QUE NOS CONDUZ - Wilter Coelho [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 11/03/2026 (há 3 semanas) 42:16 757 visualizações

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Transcrição

de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Boa tarde a todos. E essa grande lei divina, que essa paz, que essas bênçãos, que esse amor seja derramado sobre todos nós e que a gente consiga abrir as portas do nosso coração e de nós mesmos pra gente receber isso que a gente vem buscar, é a paz do nosso coração. Eh, seguindo esse esses textos desse livro em torno do Mestre que tá sendo trabalhado nesse horário das 18 horas à quartas-feiras. Hoje a gente vai fazer um comentário também, alguns comentários sobre um capítulo específico antes de do capítulo A fé que nos conduz. Antes de entrar nesse capítulo, a gente vai, em nome da nossa harmonização, a gente vai fazer uma prece. Que Deus nos abençoe, que as energias desse ambiente possam ser trabalhadas por esses irmãos mais velhos. Que a harmonia possa chegar a esse ambiente e especialmente que essa harmonia chegue ao coração de cada um. o nosso equilíbrio, o nosso pensamento, o nosso sentimento, que estejamos todos presentes nesse momento, abrindo as portas do coração, onde a gente possa receber do alto a inspiração, a intuição, a proteção. Que assim seja. Esse texto ele fala da fé que nos conduz. Mas nós, homens já confundimos muito o que que essa fé nos conduz. A gente pensava que o mundo era uma criação pro homem, né? O homem era o que tinha de mais importante, era o mundo pro homem. E aos poucos a gente vai percebendo que o homem não é o objetivo principal da criação, porque a criação abrange a tanta coisa. O homem é um ponto nessa criação. Ele faz parte dessa criação. Ele faz parte desse processo de evolução da criação. E nós que já acreditamos até que Deus fosse brasileiro, que Deus fosse meu amigo particular, que eu fosse um privilegiado de Deus, que o

a criação. Ele faz parte desse processo de evolução da criação. E nós que já acreditamos até que Deus fosse brasileiro, que Deus fosse meu amigo particular, que eu fosse um privilegiado de Deus, que o homem fosse um privilegiado da vontade divina, a gente vai aos poucos ampliando a nossa percepção, ampliando a nossa consciência e vai vendo esse mundo aumentar, vai vendo esse Deus que eu achava que era só meu, só pro homem. homem, eu começo a perceber que não é uma pessoa, mas é uma um criador que vem trazendo para esse universo uma série de coisas e pontos que são conectados uns aos outros e que todos fazem parte de um grande processo de evolução e que eu sou apenas um ponto. E o homem que achava que o mundo se resumia a ele por causa da sua prepotência, do seu do seu orgulho, do seu egoísmo, começa a perceber que não vai mais falar aquela frase que o homem tinha tinha a costume de falar. Que mundo que eu vou deixar pros meus filhos, né? Olha que pretensão. Que mundo que eu vou deixar pros meus filhos? é o homem proprietário do mundo, é o homem usufrutuário do mundo, usufrutuário exclusivo do mundo. E de repente o homem começa a mudar essa frase. Que filho que eu vou deixar para esse mundo? O que que eu faço para esse mundo? Olha que dá uma invertida muito grande no mundo que eu ia deixar de presente para um filho. Agora eu me preocupo com o filho que eu vou deixar para esse mundo, porque eu percebo que o mundo não é pro meu filho. Ele vive no mundo sem ser do mundo. O Emânuel, o espírito Emmanuel falava sempre isso, né? viver no mundo sem ser do mundo. Aí a gente vai percebendo que na criação a gente vê desde o do verme até os planetas, os sóis, as estrelas. Tem tanta coisa nesse processo da criação, tem tanta coisa em harmonia, tem tanta coisa em equilíbrio que a gente assusta, especialmente com o nosso livre arbítrio, porque o nosso livre arbítrio foi o momento em que a razão nos permitiu decidir o que fazer vivendo no mundo. Então, eu posso quebrar a harmonia do

e assusta, especialmente com o nosso livre arbítrio, porque o nosso livre arbítrio foi o momento em que a razão nos permitiu decidir o que fazer vivendo no mundo. Então, eu posso quebrar a harmonia do mundo, eu posso quebrar a harmonia da criação quando a minha razão pede e eu obedeço para agir de determinada forma. Mas por que que o o animal, por exemplo, que não tem a razão, que não tem o livre arbítrio, ele segue em equilíbrio. Ele não desequilibra o mundo porque ele tá no instinto. O instinto obedece a força da criação, essa força da fé e do amor e da criação. Mas ele não vai ficar permanentemente no instinto, porque faz parte do processo evolutivo de quem tem somente o instinto, adquirir também a razão. E se pelo instinto ele conseguia seguir esse ritmo de perfeição e de harmonia dessa criação, a razão permite que ele decida pela desarmonia. Ele consegue desafinar nessa grande orquestra. E a gente vive desafinando nessa grande orquestra por causa desse livre arbítrio que é uma grande conquista da razão, mas da mesma forma que é uma grande conquista da razão, é uma grande responsabilidade, porque eu passo a responder pelas minhas decisões, mas também eu começo a entender que somente respondendo pelas minhas minhas decisões, eu posso chegar um dia a agir conforme o instinto, na mesma harmonia com a criação, mas aí sim, conscientemente eu saí do instinto que me fazia não quebrar essa harmonia. Passo pela razão que, pela minha ignorância me permite quebrar essa harmonia. E eu nessa luta consigo, continuo como humano, lutando, trabalhando, adquirindo conhecimento e vou buscando me harmonizar de novo com essa lei divina. Agora, não somente pelo instinto, agora com o mérito da razão. Não mais creio porque sei, dizia Humberto de Campos, porque ele sabia dessas coisas. E a gente percebe no mundo homens de todas as formas. Tem homens, tem grandes homens, tem homens grandes pela razão, pelo sentimento. Tem homens maiores ainda. Tem homens quase santificados, que já santificou o nome. Olha o

ndo homens de todas as formas. Tem homens, tem grandes homens, tem homens grandes pela razão, pelo sentimento. Tem homens maiores ainda. Tem homens quase santificados, que já santificou o nome. Olha o processo de cada um. O processo é o mesmo, é igual, mas o estágio em que cada um se encontra é diferente, porque a nossa caminhada através do nosso livre arbítrio, faz a gente caminhar mais lento, faz a gente caminhar mais rápido. Ele determina a nossa caminhada e Jesus convidou para essa caminhada: "Vinde a mim". Então essa conquista é uma conquista de caminhada. é uma conquista de ação. E o que move tudo isso é o amor. Mas através da fé, o verme tem fé, a planta tem fé, as coisas têm fé, a planta não busca o sol. Aí esse texto começa a falar dessas coisas e a gente amplia esse nosso conceito de fé, tira aquela fé do Deus humano, do Deus corintiano, do Deus brasileiro e pega um criador de universos, de planetas, de mundos com completa harmonia e que dentro desse processo tem seres que agem instintivamente nesse processo harmônico ainda, mas dentro do processo evolutivo, esses seres adquirem a razão e tem o grande desafio de pensando, sentindo, utilizando a razão, utilizando o sentimento, atingirem uma caminhada equilibrada e harmoniosa conforme a lei divina. Aí é quando o homem consegue falar que seja feita a vossa vontade. Aí não é só uma questão de oração, de reza, aí é uma questão de consciência que seja feita a vossa vontade. Aí o homem aprende a não remar contra a maré. Aí o homem aprende que a vida tem um fluxo e ele aprende a seguir esse fluxo. Às vezes descansa um pouquinho, encosta na margem, dá uma respirada. é um rio, um grande rio. Às vezes ele tem uma vontade, um desejo que tá no outro caminho e ele vai tentar ir contra a maré, contra a correnteza, por causa de um desejo, por causa exatamente por causa da razão, exatamente por causa do livre arbítrio, ele resolveu ir por outro caminho e sai desse fluxo que seria um fluxo natural que o instinto faria ele

a de um desejo, por causa exatamente por causa da razão, exatamente por causa do livre arbítrio, ele resolveu ir por outro caminho e sai desse fluxo que seria um fluxo natural que o instinto faria ele percorrer. Mas agora com a razão ele tem o poder de escolher. E como ele tem o poder de escolher e tá cheio de imperfeições, essas imperfeições são as tentações que vencem esse homem. E ele vai vencido pelas tentações, escolhendo eles, ele próprio esses caminhos de acordo com a sua vontade, com o seu desejo e não com a força da lei divina, porque ele não compreendeu, não assimilou que ele é bem menor do que essa grande força universal, que é a força da criação. E o homem às vezes é tão orgulhoso, prepotente e valente que ele quer brigar contra essa força. sofre muito, cansa muito remar contra a correnteza e ele rema, rema, rema, rema e quase não sai do lugar e uma hora cansa. Ele fala: "Poxa, não dá mais". E aí ele começa a perceber que tem um ritmo. A água tem um ritmo, as coisas têm um ritmo, o vento tem um ritmo, a vida tem um ritmo. E aí ele vai percebendo algumas coisas. Mas no texto o o o Vinícius fala de de homens que se distinguiram pela inteligência, pelo caráter, pela bondade de coração. E ele chama esse homem de gênios e santos. Depois ele vê outra categoria de homens eh super homens, que ele chama de super homens que angélicos, puros, amoráveis, que ele chama também de anjos, arcanjos. Depois ele vê uma escala menos evoluída de homens que ele chama de escala inferior, mas não no inferior, no sentido de menor, no sentido de menos evoluído, no sentido de menos consciência, né? E depois ele fala, ele sai do humano e vem pros seres inferiores. Seres inferiores, animais de toda espécie, do mísero verme ao pássaro que voa, do da fera que avança, que morde, que que esbraveja. A ovelha mansa que Jesus pediu para que a gente fosse essa ovelha, estrelas, só, mundos. Olha como isso ampliou. Como isso deixou o homem, voltou pro micro e do homem também foi pro macro. O homem que achava que era o

e Jesus pediu para que a gente fosse essa ovelha, estrelas, só, mundos. Olha como isso ampliou. Como isso deixou o homem, voltou pro micro e do homem também foi pro macro. O homem que achava que era o centro percebeu que tem muita coisa antes dele, desde o verme, mineral, vegetal, animal, ominal, angelical, até quando? Até eu e o Pai somos um. Onde será isso? Quando será isso? Eu e o Pai somos um. Quando eu entender esse fluxo, quando eu for movido por essa fé, por esse conhecimento, no no texto, Vinícius diz, na criação não há privilégios. Então, o homem também já achou que era tudo em função dele. Ele usa algumas coisas para alimentação, faz parte da cadeia para alimentação, ele usa para trabalho, ele já usou o animal para trabalho. Eh, eh, mas é diferente de pensar que isso existe em função dele, que ele é o dono de tudo isso. Isso é uma cadeia de conexões, de funções, de equilíbrios. Em cada átomo do universo tem uma legenda pra frente e pro alto. Então, tudo evolui. Tudo evolui. Daquele verme aos astros. Tudo evolui, não tem nada parado. Paraa frente é uma coisa meio cronológica. Pro alto é uma coisa meio evolutiva, de qualidade. Paraa frente é tempo, para cima é qualidade. Então, se eu for pra frente e pro alto, eu faço uma tangente. Então, a minha caminhada é essa tangente, que é esse morro, o sermão da montanha. que é a montanha da evolução que eu vou pra frente e pro alto. Então eu vou subindo assim essa montanha. Se eu for só em linha reta, eu vou só paraa frente. É só o tempo passar. Eu vou só gastar o tempo. Se eu achar que eu vou só para cima, eu preciso do tempo para ir para cima. Ninguém dá saltos. Na natureza não existe saltos. Isso é um grande processo. Existe processo mais rápido, mais lento, mas saltos não. É esse processo pra frente e pro alto. Eu caminho pelo tempo adquirindo valores. E quando eu caminho pelo tempo, quando eu gasto tempo que é pra frente, adquirindo valores que é pro alto, eu faço essa caminhada da montanha e vou adquirindo humildade e vou aprendendo a

ndo valores. E quando eu caminho pelo tempo, quando eu gasto tempo que é pra frente, adquirindo valores que é pro alto, eu faço essa caminhada da montanha e vou adquirindo humildade e vou aprendendo a ser o a ter o coração puro. Puro de quê? puro daqueles meus desejos lá de trás que que me venciam, que traziam as tentações que me venciam e que eu não conseguia perceber a lei divina, que eu não conseguia perceber o fluxo das coisas e que eu achava que eu era maior do que todas essas coisas. é segundo a minha vontade, segundo o meu desejo. A gente já foi isso muito. Para me socorrer nesse texto, eu peguei eu peguei um livro Pensamento e Vida, do espírito Emanuel, psicografia do Chico, que o Emmanuel disse que eles treinavam espíritos desencarnados paraa encarnação e passou pro Chico essas mensagens desse treinamento que era dado para espíritos em preparação paraa encarnação. E tem vários capítulos nesse nesse livro falando de cooperação, falando de de um monte de coisas. E eu peguei alguns que e que justificam isso que a gente tá falando, que fala de cooperação, que fala de reflexo, né? Eh, olha como ele diz dessa cooperação, que o mundo é essa cooperação. A natureza da da criação é uma natureza de cooperação. E a gente já achou que era a natureza da criação era de exploração, era de conquista, de subjulgação. A natureza da criação não é de subjulgação. A natureza da criação não é de conquista absoluta. pode ser de conquista relativa, que é uma conquista de respeito a valores, às coisas, a tudo. Não é uma conquista predatória. E nós estamos acostumados com conquistas predatórias. Aquele conquistador que vem e devasta tudo, ambiente, pessoas, coisas, tem essa conquista, esse devastador do mundo, achando que é conquistador do mundo. Esse muitas vezes ele acha que venceu o mundo, não venceu no mundo, ele foi vencido no mundo. Porque o mundo foi maior do que as suas convicções, o mundo foi maior do que os seus valores. Quando Jesus fala, "Eu venci o mundo", é porque Jesus, os

, não venceu no mundo, ele foi vencido no mundo. Porque o mundo foi maior do que as suas convicções, o mundo foi maior do que os seus valores. Quando Jesus fala, "Eu venci o mundo", é porque Jesus, os valores eram maiores que essas coisas do mundo, porque eles, ele sabia que ele não era daqui. Mas olha o que que o, o, o Emono fala de cooperação. A cooperação instantânea é o supremo ingrediente da ordem, é instant, é espontânea, cooperação espontânea. A cooperação do escravo, a cooperação da obediência, não é cooperação. O medo não é cooperação, é a cooperação espontânea. A cooperação que faz comércio com valores, com as coisas. Eu vou cooperar porque eu quero ganhar isso, porque eu quero ganhar aquilo. Isso não é cooperação. Isso é negócio. E o cristianismo não é negócio, é cooperação. Então é outra coisa. É o supremo ingrediente da ordem. De que ordem? Desse fluxo da vida, dessa lei divina. Então, a cooperação é o ingrediente desse fluxo, é o ingrediente dessa ordem divina, não é a exploração. E a gente entendeu o que era exploração. Que engano, né? Aí ele diz: "Da glória divina, as balizas subatômicas, do micro ao macro, da glória divina, as balizas subatômicas, tudo isso do micro ao macro". Eh, o universo pode ser definido como sendo uma cadeia de vidas que se entrosam na grande vida. Então, qualquer coisa que tá nesse processo, nessa cadeia, é vida. É vida. E por que que eu acho que só o humano que é vida? Por que que eu acho que as outras coisas não fazem parte desse contexto, desse processo? E eu sou predator de predator de todas essas coisas, predador de todas essas coisas. Eu não vim para predar, eu vim para cooperar espontaneamente. Cooperação significa obediência construtiva. Não é obediência cega, não é obediência do medo, não é obediência da força, é uma obediência que constrói. E obediência que construtiva, ela ela simboliza, ele ele simboliza nesse movimento as mãos segurando em quem já caminhou mais humildemente e buscando quem caminhou menos humildemente.

ia que constrói. E obediência que construtiva, ela ela simboliza, ele ele simboliza nesse movimento as mãos segurando em quem já caminhou mais humildemente e buscando quem caminhou menos humildemente. E nesse processo faz essa cadeia. Eu cresço com quem já mandou mais e eu ajudo quem andou menos. Aí eu sou um elo dessa corrente. Ele diz: "Olha, cooperação significa obediência construtivas construtiva aos impositivos da frente." Então na frente é impositivo, é o impositivo da evolução. Então é uma opção, mas é impositiva, mais cedo ou mais tarde eu vou ter que que evoluir. Então adiante tem a imposição da evolução, né? e atrás o socorro implícito. É o socorro pelo socorro, não é por outra coisa. Ainda nesse nesse livro, em outro capítulo, o espelho da vida, nós somos reflexo. Desde do mito da caverna lá de Platão, a gente é reflexo, né? A gente e eu reflito o quê? Eu aqui tô refletindo o espírito, o que eu sou. Esse corpo que manifesta pelo falar, pelo olhar, pelo ouvir, é um é um é uma matéria que reflete o espírito que sente e pensa. Então, nós refletimos aí, o que que ele diz? A mente é o espelho da vida em toda parte. Então, a mente se reflete na vida. Então, eu tô refletindo o quê? o que eu tô pensando e o que eu tô sentindo. O que eu tô falando aqui reflete o que eu tô pensando e o que eu tô sentindo. Então, tá refletindo a mente através de um sentimento que qualifica o pensamento dessa mente e que é aí que tá o espírito. A mente é o espírito da vida em toda parte. Nos seres primitivos, olha a história, nos seres primitivos aparece sobre os sobre os instintos, sobre a ganga dos instintos. Gang é aquela aquela lama que que cobre o o o metal precioso, aquela que é retirada para ficar o metal. Então, o instinto ainda é essa ganga. Mas olha, nos seres primitivos, essa mente que a força evolutiva aparece sobre a ganga dos instintos. Nas almas humanas surge entre ilusões que salteiam a inteligência. Que ilusões? As ilusões que o ego traz para mim e que a minha consciência ainda não é

evolutiva aparece sobre a ganga dos instintos. Nas almas humanas surge entre ilusões que salteiam a inteligência. Que ilusões? As ilusões que o ego traz para mim e que a minha consciência ainda não é suficientemente forte para trazer o dever e me fazer cumprir o dever e vencer aquelas tentações. E aí eu sofro as ilusões da matéria, dos desejos, das vontades, do querer, do vício, da gula, da raiva e etc. Tudo isso fora desse fluxo da vida. Eh, e revela-se, olha a mente se revelando, revela-se nos espíritos aperfeiçoados por brilhante e precioso eh eh a retratar a glória divina. Então, a mente superior reflete a lei divina. Quando Paulo falava, não sou mais eu, quem vivo e é o Cristo que vive em mim, o que que ele tava falando? era uma mente superior que já tava que já tinha aprendido a refletir a mensagem que Jesus trouxe. Ele já refletia Jesus. E quando Jesus disse, "Eu e o Pai somos um". Ele refletia o Pai. Ele refletia a lei divina. Olha a cadeia de coisas. Jesus, eu e o Pai somos um. Então ele refletia a lei divina. Tudo nele refletia a lei divina. E o Paulo aprendeu isso e o Paulo também refletia isso. E nós, o que que nós refletimos? O Emanuel diz, estudando a nossa posição espiritual, a a do próprio Emanuel, né, ele diz que é impelido a interpretar a mente como sendo o campo de nossa consciência desperta. Então, a mente ao campo da nossa consciência desperta a razão, porque antes disso era instinto. Então, eu tenho já um campo de consciência desperta que eu penso, que eu sinto e que eu trago pra minha consciência. Eu vou me tornando consciente de determinadas coisas. Aí minha aí vai despertando. Desperta, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos que o Cristo te esclarecerá. Que é isso? Traz essa consciência e levanta dos mortos. espirituais e traz essa consciência. Olha o que o que esse livro Pensamento e Vida fala de fé. A fé não encontra definição no vocabul no vocabulário vulgar. Então fé não é um uma matemática, é força que nasce com a própria alma. Ué, se nasce com a própria alma é da

Pensamento e Vida fala de fé. A fé não encontra definição no vocabul no vocabulário vulgar. Então fé não é um uma matemática, é força que nasce com a própria alma. Ué, se nasce com a própria alma é da natureza dela. Então não é nem consciente, porque a planta tem fé. Então quando ela segue o sol, tudo que segue o seu caminho, uma célula que segue que que carrega uma mensagem, nossas células carregam mensagens e ela segue carregando essa mensagem. Que é isso, né? A força que nasce com a própria alma, certeza instintiva. certeza instintiva, ela é antes da consciência na sabedoria de Deus. É esse reconhecimento dessa dessa criação. Palpita em todos os seres, em todas as coisas. Esse tipo de fé que ele tá falando vibra em todos os seres e em todas as coisas. Olha que loucura que ele fala aqui. Mostra-se no cristal fraturado que se recompõe. Revela-se na árvore decepada que se refaz depois de uma poda. E para o homem a simples refeição é um ato de fé. Alimentando-se, confia ele nas víceras abdominais que ele não vê. Olha como amplia esse conceito de fé. uma coisa que que vai além e que é um um um acreditar diferente. Não é pensamento positivo, é um outro tipo de acreditar. É um saber diferente. É uma coisa que vem de longe. Que vem de longe. E o amor que tá ligado a essa fé? O amor puro é o reflexo da criatura. É o é o reflexo do criador em todas as criaturas. O amor puro. Por que que é o amor puro? Que ele fala no Evangelho diz que os puros de coração verão a Deus. Por que os puros de coração verão a Deus? Porque os impuros de coração vão ver suas impurezas. O avarento vai ver a avareza, o orgulhoso vai ver seu orgulho, o egoísta vai ver seu egoísmo, o raivoso vai ver sua raiva, o ciumento vai ver seu ciúme, o puro vai ver sua pureza. Por isso que os puros de coração verão a Deus. Por isso que a gente não vê a Deus, porque a gente reflete a gente mesmo. Nós refletimos o nosso pensamento. Nós somos reflexos do que pensamos e do que sentimos. Por isso eu faço como reflexo. As minhas ações são

a gente não vê a Deus, porque a gente reflete a gente mesmo. Nós refletimos o nosso pensamento. Nós somos reflexos do que pensamos e do que sentimos. Por isso eu faço como reflexo. As minhas ações são reflexas. reflexo de mim mesmo. Eu não consigo ainda refletir a lei divina. Eu ainda não consigo refletir a mensagem divina porque eu sou vencido por mim mesmo. Por isso que o bom combate é o combate comigo mesmo. Travei o bom combate. Eu não combati lá fora, eu combati aqui dentro. Eh, esse amor brilha em tudo e em tudo palpita na mesma vibração de sabedoria e beleza. É o fundamento da justiça e da lei. Então, esse amor é o fundamento da justiça e da lei. Fundamento. Então, a lei se funda nisso, nesse amor que significa cooperação, que significa caridade, significa fraternidade. Caridade não é o amor em movimento. Quando a caridade tá funcionando, não é o amor que tá movimentando, não são coisas, é o amor que tá movimentando. E aí, pra gente encerrar, eu peguei um trecho do do do Evangelho Segundo Espiritismo. Homens, o espírito de verdade, bem no prefácio, homens, nós vos convidamos ao divino conserto. Então, essa criação é um conserto. Então, não tem nada parado e não tem nada sem função. Tem uma coisa que sola, mas tem uma coisa que dá um ritmo ali no fundo. Tem uma coisa mais humilde ali, mas cada um no seu papel, senão não dá uma orquestra afinada. Então ele tá convidando a gente para essa orquestra. Eu tô nessa orquestra onde tem gente mais evoluída, menos evoluída, onde tem a gente está numa faixa onde tem todo tipo de gente. No mundo tereis tribulações por causa desse mundo. E a gente, né, os escândalos que são necessários são esses escândalos das nossas imperfeições. E a gente vai vivendo tudo isso. E nós somos convidados a esse divino concerto. A gente é convidado a afinar, a entender esse ritmo, a entender essa melodia da vida. Então, a vida tem uma melodia, então a vida tem um ritmo, a vida tem uma lógica, a vida tem um fundamento, tem. E não tá só presa no

o a afinar, a entender esse ritmo, a entender essa melodia da vida. Então, a vida tem uma melodia, então a vida tem um ritmo, a vida tem uma lógica, a vida tem um fundamento, tem. E não tá só presa no homem, não tá presa só no tá presa em tudo, do micro ao macro. É uma grande cadeia de coisas. é uma grande grande cadeia de cadeia de vidas que se entrosam na grande vida. Aí ele diz o espírito de verdade, nós vos convidamos ao divino conceito. Não tem imposição, é um convite. Tomai da lira, pegue seu instrumento da sua lira. E se não for a lira, se for outra coisa, se for um chucalhozinho, se for uma coisa mais simples, mais humilde, pegue seu instrumento, pegue seu instrumento, que vossas vozes se unam onde? Se una a onde? nesse fluxo, nesse rio, nessa correnteza, nesse ritmo, nesse nesse processo de evolução, eh, que as que as que vozes se unam e que num hino sagrado, porque aí é a melodia sagrada, é a melodia da lei divina, aí é a melodia das melodias, aí não é uma música qualquer, aí é aquela música que cada nota está absolutamente no lugar certo, porque É a melodia do fluxo da vida, é a melodia do criador que a gente pode alcançar ou não. Pegue, tomai da sua lira, que vossas que vossas vozes se unam e que no hino sagrado elas se estendam e vibrem de um extremo a outro do universo. que eu aprenda a ser um no universo, que a minha fé, que a minha visão de cooperação, que a minha visão de mundo, que a minha visão da divindade não seja exclusivamente minha, do meu time, do meu partido, do meu país. Deus não é brasileiro, nem do planeta. É um grande criador de tudo isso, daquele microbiozinho a todos esses planetas. e que a gente faz parte de tudo isso. Como é que cabe orgulho? Como é que cabe prepotência num pequeno ser que tá num planeta que nem é dos maiores e que tá numa galáxia que tem um sol? Imagina que tem milhões de solis como esses. O que que é o sol no meio de tudo isso? para ter tanta arrogância, para ter tanta prepotência, para ninguém poder me ofender, para

galáxia que tem um sol? Imagina que tem milhões de solis como esses. O que que é o sol no meio de tudo isso? para ter tanta arrogância, para ter tanta prepotência, para ninguém poder me ofender, para ninguém. É melhor quem quiser vir após mim, negue a si mesmo, pegue a sua cruz e siga-me. Seguir por esse caminho, por esse fluxo, compreendendo a grande força da fé, a grande força da vida que conduz. E quando a gente fala e entende e percebe e deixa que seja feita a vossa vontade, a gente entra nesse fluxo e a gente consegue caminhar nessa correnteza e seguir esse caminho que é difícil. Que Deus nos abençoe e vai ter o passe e quem for tomar o passe vai ser vai ser convidado a tomar o passe. Que Deus nos abençoe. Fica assim. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade.

idos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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