O FILHO DO AMOR DE DEUS - Wilter Coelho [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 12/02/2026 (há 1 mês) 45:56 460 visualizações

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Transcrição

Toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. >> Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui no salão. Aqueles que estão nos assistindo nas suas casas, nos consultórios, onde estiverem, né? Aqueles que irão nos assistir, porque todos os eventos da comunhão está no no YouTube, não sai mais. Vocês querem assistir uma palestra que aconteceu três meses atrás, pesquisa que a gente pode assistir tranquilamente. Para começar esse nosso momento, a gente vai ler uma mensagenzinha que fala do amor de Deus. Então, falar do amor de Deus é tentar colocar em palavras aquilo que o coração sente, mas que a boca muitas vezes não consegue explicar. O amor de Deus não é um amor que cobra, é um amor que espera. Não é um amor que acusa, é um amor que compreende. Não é um amor que abandona, é um amor que permanece. Ele nos ama quando acertamos, mas também nos ama quando erramos. Ama-nos quando estamos fortes na fé e quando estamos frágeis e cheios de dúvidas. O amor de Deus não diminui das nossas imperfeições. Ao contrário, é justamente por elas que ele nos envolve ainda mais em sua misericórdia. Na ótica espiritual, o amor de Deus se manifesta nas oportunidades do recomeço. De recomeço. Cada amanhecer é uma declaração silenciosa. Eu continuo acreditando em você. Quando enfrentamos dores e desafios, muitas vezes perguntamos: "Onde está Deus?" E ele responde: "Através da força que surge inesperadamente, do consolo que chega por meio de alguém, da paz que nasce no meio da tempestade." O amor de Deus não nos livra de todas as provas, mas nos sustenta em todas elas. Ele educa, ampara, inspira e conduz. É um amor que respeita o nosso livre arbítrio, mas nunca desiste de nos chamar para a luz. É talvez, e talvez a maior prova deste amor seja esta. Deus não nos ama pelo que já somos, mas pelo que podemos nos tornar. que possamos sentir esse amor não como algo distante, mas como presença viva em

alvez, e talvez a maior prova deste amor seja esta. Deus não nos ama pelo que já somos, mas pelo que podemos nos tornar. que possamos sentir esse amor não como algo distante, mas como presença viva em nosso íntimo. Que ao reconhecermos que somos amados, aprendamos também a amar com mais paciência, mais perdão e mais compaixão. Porque quando entendemos o amor de Deus, deixamos de ter de ter medo na vida e passamos a confiar no caminho. esse amor nos envolva, nos transforme e nos ensine todos os dias a amar melhor. Então, com esse com essa leitura do amor de Deus, nós começamos esse nosso momento energizados, né, alimentados de ver, de refletir do tamanho de Deus para conosco, tamanho de Deus nas nossas quedas, nas nossas imperfeições, nas nossas dúvidas. Então, que esse amor permaneça, que nós saibamos eh ter esse amor eh sustentar ele a cada dia nas nossas provações. Então, que essa paz fique conosco hoje e sempre. Bom, hoje nós temos o Ilter, né, que vai falar o filho do amor de Deus. Eu achei esse tema tão lindinho, né? O filho do amor de Deus. Eu tô querendo saber o que que ele tem para falar para nós. Então vamos abrir nossos corações para receber essa mensagem que com certeza vai nos ajudar muito. Com você, Wilter. Bom, gente, boa tarde. Eu queria até agradecer a Rute essa essa mensagem que ela leu aí, porque foi bem complementar. Ela diz bem, ela introduz bem o tema que a gente vai falar. E falar de amor é falar de Deus. E falar de Deus é uma coisa que a gente não não que não comporta, porque a a criatura não concebe o criador, porque a criatura, a criatura tá a caminho do criador. E é exatamente esse caminho para chegar no criador que é difícil, que é essa nossa luta que nos faz filhos. E o texto fala desses filhos. E é difícil falar desse desse desse Deus, porque a gente sempre confundiu com ao longo da nossa história de espírito, a gente sempre confundiu com pessoa, né? E e eu gosto de pensar nesse Deus como um sentimento mesmo. Gosto de pensar nesse Deus como esse sentimento,

fundiu com ao longo da nossa história de espírito, a gente sempre confundiu com pessoa, né? E e eu gosto de pensar nesse Deus como um sentimento mesmo. Gosto de pensar nesse Deus como esse sentimento, como esse amor, como esse essa coisa pura, mas é uma coisa pura que ao mesmo tempo é justa, é correta. Então ele é amor e é a lei divina. Porque a lei divina ela é de amor, ela é de caridade, ela é de justiça, porque é justo. É cada um é cada um de acordo com a sua obra. Eh, cada um, por isso é que ela falou ali na leitura de livre arbítrio, porque se não fosse o livre arbítrio, seria por constrangimento. E ninguém trilha esse caminho que aproxima desse amor eh eh por constrangimento, porque aí seria mera obediência, seria mera por medo ou por alguma coisa. E esse caminho tem que ser livre. Jesus só convidava, né? Ele convidava Pedro quer ser pescador de alma. nunca houve constrangimento. E o exercício da religiosidade deve ser assim também, eh, livre de qualquer constrangimento. Eh, os convites são feitos e as pessoas vão percebendo, vão abrindo, os corações vão se abrindo, porque o caminho é esse caminho desse amor. E o Cristo conhecia esse caminho do amor. Porque se Deus é amor, como diz João, e Jesus falava, eu e o Pai somos um. Então, pela lógica, Jesus também é amor. E ele provou que era amor. Tudo que saía dele era dessa lei de amor, de justiça, de caridade. E essa justiça faz a lei às vezes ser dura. E é nesse momento que às vezes a lei é dura, que a gente que a gente pensa que não tem amor nessa justiça. É porque o nosso amor é doento, o nosso amor é distorcido. O nosso coração não é puro, o nosso coração é cheio de um coração cheio de um amor, cheio de de vaidade, cheio de orgulho, cheio de de egoísmo. Eh, adoece esse amor. Eh, avareza pode ser amor, mas é amor excessivo por dinheiro. Egoísmo pode ser amor, mas e amor exagerado por mim? Orgulho é um amor tão grande por mim mesmo, que eu acho que eu sou melhor do que todo mundo. E a gente vai distorcendo. Amor pelos filhos.

inheiro. Egoísmo pode ser amor, mas e amor exagerado por mim? Orgulho é um amor tão grande por mim mesmo, que eu acho que eu sou melhor do que todo mundo. E a gente vai distorcendo. Amor pelos filhos. Esse amor pelos filhos, a gente adoece esse amor pelos filhos, faz uma super proteção, não educa, não tem coragem de ser justo, porque algumas posturas que seriam de justiça, a gente tem medo e a gente prefere não fazer. E com isso a gente vai criando e eh pessoas adoecidas longe desse amor. Olha a coragem de Jesus eh eh em todos os momentos da sua vida. com 12 anos de idade, quando Jesus desapareceu lá na na na numa ida que eles foram lá Jerusalém e ficou uns dois, três dias eh eh sem ver ninguém e Maria preocupada e todo mundo preocupado e depois Jesus apareceu. Ele tava lá conversando com os doutores da lei e Maria ficou preocupada e conversou com um desses doutores da lei que era parente dela para ver se arrumava alguma coisa para Jesus. Jesus falou: "Não, mãe, acaso eu não sou, acaso eu não sou não sou obediente? Acaso eu não faça a vontade do pai." Ele já sabia a vontade do pai, que era a missão dele, o que ele devia fazer. Olha o que que a mãe queria proteger, super proteger, né? Não vou arrumar um um lugarzinho para ele ali, um lugarzinho de privilégio. Ele não quis esse lugar de privilégio com Jesus aconteceu também quando uma mãe disse para para Jesus: "Ah, tudo bem nesse reino novo aí, vou leva um filho meu para sentar à sua direita e outro filho meu para sentar à sua esquerda". Olha só, isso a gente conhece, porque na política é bem assim, né? Na vida nossa é bem assim. A gente vai, vai, vai sempre quer encaixar um. E Jesus falou: "Será que eles têm condições de beber do meu cálice? Que cálice? Esse é o nosso cálice, que não adianta ficar dando super proteção. Esse amor é justo, esse amor é correto, esse amor é livre, esse amor não não excluzi." Foi foi muito do que ela leu ali nessa mensagem. E aí a gente vai comentar algumas pequenas coisas desse texto. É um texto curto, a gente não vai

orreto, esse amor é livre, esse amor não não excluzi." Foi foi muito do que ela leu ali nessa mensagem. E aí a gente vai comentar algumas pequenas coisas desse texto. É um texto curto, a gente não vai ler o texto, mas tem pequenos trechos desse texto que faz a gente pensar nessa linha. O filho do amor de Deus. O filho do amor de Deus. Jesus foi filho desse amor e nós de alguma maneira somos filhos desse amor. Todos somos filhos desse amor que não nenhuma ovelha da casa do meu pai vai se perder. Ela leu naquele texto também que da paciência todos vamos chegar. Só que ele começa dizendo assim a seguinte, ó essa frase pra gente pensar. Não basta que Deus seja nosso pai. É preciso que seja que sejamos filhos. que ele é pai, a gente sabe que é amor, então ele não exclui, ele não, né? eh eh é presente, eh eh eh é perfeito, porque a a o a função de pai dentro dessa perspectiva do amor, da justiça, da caridade, da da do desenvolvimento, do caminho, do mérito, da necessidade de de desenvolver da da o pai, o pai inicia a criação e o homem completa a própria criação. Então, o amor sabe que o homem tem que completar sua própria criação. Ele não foi criado perfeito e ele vai ter que se aperfeiçoar, porque ele vai ter que se aperfeiçoar nesse amor que ele ainda não sente, nesse amor que é adoecido, que é deturpado pelos sentimentos de animal que ele ainda traz. Esse amor que é imperfeito e que não é puro. Bem-aventurado, olha só, bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Então, quem vai ver a Deus? os puros de coração. Até purificar esse coração, eu não via Deus, eu imaginei um Deus. Eu criei deuses compatíveis com aquela capacidade que eu tinha de compreender um Deus. Então, o nosso Deus é compatível com a nossa capacidade de compreender. Por isso que cada um pensa em um Deus diferente, porque é o Deus que cada um concebe. Mas a gente tá nessa caminhada, caminhada de transformar todo esse amor adoecido que tem dentro da gente, transformar em amor de verdade, em amor puro, em amor justo. Aí

é o Deus que cada um concebe. Mas a gente tá nessa caminhada, caminhada de transformar todo esse amor adoecido que tem dentro da gente, transformar em amor de verdade, em amor puro, em amor justo. Aí a gente confunde, porque a gente foi criado achando que a questão era rezar. E a questão não é rezar, a questão é se transformar. Jesus não veio, por isso que Jesus não fundou igreja sem sem problema nenhum com igrejas. Pelo contrário, são locais onde eh eh tenta-se exercer a religiosidade, apesar de humanos que também imperfeitos, que também não têm esse amor puro, que também não veem a Deus com toda a dimensão que um amor puro, que um coração puro consegue ver. Porque o coração que não é puro consegue ver com seus interesses. Eu tô vendo alguém, eu não vejo aquele alguém porque os meus interesses não deixa eu ver aquele alguém. Alguém que tem poder, que tem dinheiro, que tem isso, que tem aquilo. Eu vejo os meus interesses. Eu olho para uma mata e eu eu não vejo a mata em si. Eu vejo as possibilidades de ganhar dinheiro com aquilo, de fazer um loteamento, de vender madeira, de não sei o quê. Mas eu não vejo a mata, né? Aí eu não vejo a vida com a sua beleza, com a sua pureza, com a sua lógica, com a sua engrenagem, com a sua perfeição. Eu vejo os meus interesses na vida. E quando a gente enxerga a vida só a partir dos nossos próprios interesses, o coração é muito egoísta. Esse coração tá longe desse amor de Deus. Aí o que que falta quando ele diz: "Não basta que Deus seja o nosso pai". Se não basta, ele tá, ele tá admitindo e sabendo que Deus é o nosso pai. de todos nós, mas não tem privilégio. Não vai ser você que é mais bonitinho ou que é mais feinho, que é mais isso ou que é mais aquilo, que vai ter privilégio ele vai pegar e trazer. Não. Jesus chamou, vinde a mim. É caminhada. E cada um vai ter que fazer essa caminhada. O o Paulo dizia que o o o bem vai vencer o mal debaixo dos nossos pés. Então, é debaixo da nossa caminhada. E o bem e o mal tá dentro de mim. Se o bem e o mal tá dentro de mim, eu

azer essa caminhada. O o Paulo dizia que o o o bem vai vencer o mal debaixo dos nossos pés. Então, é debaixo da nossa caminhada. E o bem e o mal tá dentro de mim. Se o bem e o mal tá dentro de mim, eu vou ter que fazer essa caminhada para ir transformando o mal que tá dentro de mim em bem. Olha, Paulo de Tarso, na transformação do homem velho e o homem novo. Todos nós somos ainda o homem velho e queremos ser o homem novo. O problema tá é aí, porque o homem velho nós somos. O novo nós só desejamos. E entre o ser e desejar, o que prevalece na maioria das vezes, se não tiver muita força, muita determinação, muita vontade, o que prevalece é o que é. Então, é o que eu sou sempre. Eu sou imperfeito. Esse é o que eu sou. Agora, para eu ser melhor, melhor do que eu mesmo, eu vou ter que vencer aquilo que eu tenho e que sou eu. Eu vou ter que vencer a mim mesmo. Então, eu não tenho que vencer a ninguém. E o homem, o homem dirigia suas armas pros lugares errados. Ele fazia combate lá fora. E o combate não é exterior. O combate maior que a gente tem que travar, como dizia Paulo de Taro, é o combate interior. É o combate contra as minhas imperfeições. A ausência desse amor é a ausência dessa capacidade de perceber a dimensão da vida, de perceber a beleza da vida, de perceber a grandeza das coisas, as oportunidades da vida. É, é muita, é muito a possibilidade de eu tá aqui e de eu me aperfeiçoar, de eu melhorar. Isso é um grande presente. Senão seria o inferno. Senão o mal seria mal eternamente. Senão o errado seria errado eternamente. Isso sim seria inferno. Mas não, a gente não tá condenado ao inferno. A gente tá condenado a caminhar. A gente tá condenado ao amor. Olha que condenação. A condenação nossa é a condenação ao amor. Agora é difícil cumprir essa condenação. Jesus, quando ele falou, vinde a mim, ele falou: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". Então, ele é o caminho. Por que será que Jesus é o caminho? Porque Deus é amor. E ele falou: "Eu e o Pai somos um". Então, ele também é amor.

a mim, ele falou: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". Então, ele é o caminho. Por que será que Jesus é o caminho? Porque Deus é amor. E ele falou: "Eu e o Pai somos um". Então, ele também é amor. Se o Pai é amor e ele também é amor, porque ele e o Pai são um, isso significa o quê? Ele conhece todo esse planejamento de amor. Ele conhece o funcionamento do amor. Ele conhece a lógica do amor. Ele conhece a conduta do amor. Ele consegue, ele conhece viver no amor, porque ele viveu isso. Ele se aperfeiçoou. Sabe lá quem foi, quanto foi, quanto tempo foi. Sabe lá quem foi Jesus no em outros tempos, em outros planetas. Sabe lá, mas eu sei e a gente sabe que ele e o pai são um. São um onde? Jesus é Deus? Não, Jesus é um com o pai no amor. Isso significa que Jesus reflete o pai, que Jesus reflete o amor, que tudo que ele fala reflete esse amor, que tudo que ele sente reflete esse amor, que tudo que ele pensa reflete esse amor, o olhar dele reflete esse amor. Olha, quando ele diz, eh, e meu, meu alimento é fazer a vontade do Pai e cumprir a sua obra, o que que ele tá dizendo? Meu alimento é fazer a vontade do amor e cumprir a obra do amor, não a minha vontade. Dá um poderzinho para cada um de nós para ver qual vontade que a gente vai querer que prevaleça. A nossa. Porque a gente vive tentando fazer prevalecer a nossa vontade. E por isso a gente briga com todo mundo em família, em fora da família, no momento de trabalho. A gente vive brigando para que a gente quer se impor por causa do nosso orgulho. Não tem. Jesus não queria se impor em nada. Como é que chega por uma manjedora? Olha que vergonha que a gente ia ter se a gente tivesse chegado por uma manjedora. A gente, primeira coisa, a gente ia omitir na hora de conversar com os amigos. A gente nem ia falar isso, não. Aquilo era brincadeira, não era mangedora não. Meu pai é, né? Não é não. Ali era para mostrar o valor da simplicidade, da humildade, como é que chega limpo. Aí a gente começa a entender porque é que os puros de coração verão a Deus.

mangedora não. Meu pai é, né? Não é não. Ali era para mostrar o valor da simplicidade, da humildade, como é que chega limpo. Aí a gente começa a entender porque é que os puros de coração verão a Deus. Por que que o puro de coração eh eh vai fazer essa comunhão com o Pai, como Jesus fez? Então, esse caminho que Jesus chamou, porque ele diz, é, é preciso que sejamos filhos. Eu eu preciso ser filho porque eu sou pretendente a filho, mas eu não sou um filho como Jesus. Eu sou um filho porque sou filho, mas eu não me comporto como filho. Eu me comporto como aquele filho pródigo que saiu gastando a herança, vivendo dissolutamente. Não deixa de ser filho. O pai tá lá esperando ele. Quando ele voltar, o pai tá lá esperando. E é essa a espera do amor. O amor sabe esperar, mas a gente vai, a gente anda, porque a gente tem o livre arbítrio. É a grande beleza da vida, mas é a grande responsabilidade do homem. Meu Deus, se me perguntasse lá atrás, eu ia, quem sabe, eu, eu, eu com medo da responsabilidade do livre arbítrio, eu pudesse falar: "Não, não me deixa no instinto mesmo, porque no instinto eu não erro, eu erro menos, que eu só cumpro o instinto, mas me deram a possibilidade de decidir, de escolher. Agora, no instinto. Qual seria a vantagem de eu errar menos?" Nenhuma. Eu ia ser um boneco programado para viver daquela forma, instintivamente, como os animais que estão no processo de evolução, mas em algum momento vão adquirir também a razão, vão adquirir também o livre arbítrio e vão ter que pelo livre arbítrio fazer as escolhas e fazer as escolhas corretas. E aí tá um ponto de dificuldade, porque aí a gente volta naquele assunto, é entre o que eu sou e o que eu desejo. É muito mais fácil ser o que eu sou do que ser o que eu desejo ser. Nasce aí a hipocrisia, porque eu não consigo ser o que eu desejo e eu tento mostrar pras pessoas que eu sou aquilo que eu já desejo, mas fico no desejo. Mas eu tenho vergonha de mim mesmo, porque no íntimo eu sei que eu só desejo aquilo, mas ainda não sou.

u desejo e eu tento mostrar pras pessoas que eu sou aquilo que eu já desejo, mas fico no desejo. Mas eu tenho vergonha de mim mesmo, porque no íntimo eu sei que eu só desejo aquilo, mas ainda não sou. Paulo de T falou uma coisa parecida quando ele falou: "Não, não faço o bem que quero, mas faço o mal que não quero". Ele já não queria fazer determinadas coisas, mas ainda fazia, porque era um homem velho que ainda morava nele. Eu já não quero fazer algumas coisas que eu ainda faço. É o começo do processo, mas eu vou ter que vencer a mim mesmo. Eu vou ter que vencer essa vontade de continuar sendo o que eu sempre fui para ser alguma coisa nova. É, o Cristo é renovação. O Cristo é libertação. A mensagem divina é de libertação. Não adianta eu eu dizer que eu sou espírita há 50 anos. E aí, o que que eu fiz nesses 50 anos? Não adianta eu dizer que eu sou cristão a não sei quê. Não, que cristão eu sou? Que uma revolução que esse cristianismo fez na minha vida? O que que isso causou de evolução no meu processo de existência dessa encarnação? Que é essa existência? né? Como é que eu vivo tudo isso? Como é que eu busco esse caminho? O caminho é difícil. O caminho é subida. Olha o sermão do monte. É a subida do monte. Olha as bem-aventuranças. Uma, duas, três. Olha os humildes, os aflitos. Lá na frente tem os puros de coração, os misericordiosos. lá na Isso aqui é é o amor se construindo, mas ele começa a porta de entrada do amor é pela humildade. Por isso Jesus chegou pela manjedoura. Olha quanta coincidência. Será que é coincidência? Jesus chegou pela humildade. O amor chega pela humildade. E se esse Jesus é para nascer em nós, nós que gostamos de comemorar o Natal, se é para esse Jesus nascer em nós, não esse esse esse histórico de 2000 e tantos anos, o Jesus de fato, o Jesus amou. Se é para ele nascer em nós, nosso Natal é diferente. Nosso Natal é outro. É quando esse Jesus nasce em mim, quando ele nasce em mim. É difícil esse Jesus nascer em mim. Eu tenho que ter um estalo. Eu tenho que

ele nascer em nós, nosso Natal é diferente. Nosso Natal é outro. É quando esse Jesus nasce em mim, quando ele nasce em mim. É difícil esse Jesus nascer em mim. Eu tenho que ter um estalo. Eu tenho que começar a ver as coisas diferentes. Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Olha aquela música. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser justo e pobre de espírito ser. Olha o querer do amor aí. Olha o querer do nascimento de Jesus. Aquela música é o nascimento do amor em alguém. É o nascimento de Jesus em alguém. Como Jesus nasceu pro Paulo quando ele caiu do cavalo. Olha, Jesus nasce às vezes em circunstância tão complicada pra gente. Normalmente é na manjedoura, no momento nosso de manjedoura, no momento de dor, no momento complicado, que a gente lamenta tanto, reclama tanto, tem tanto méro que a gente não percebe Jesus nascendo. E aí aquele semeador que saiu a semear nos espinhos, a planta brota, mas aí os espinhos abafam e aí a gente abafa o nascimento de Jesus. Quantas vezes esse amor já tentou nascer em mim e meu egoísmo não deixou? Quantas vezes esse amor já tentou nascer em mim e meu orgulho não deixou? As minhas imperfeições impedem o nascimento desse amor em mim, porque as minhas imperfeições fazem o meu amor adoecido. E o meu meu amor adoecido não consegue caminhar nesse caminho íngreme, esse caminho dessa subida do monte, que é a subida do caminho da verdade e da vida, porque é um caminho que é da verdade, que é uma verdade espiritual, que é uma verdade muito mais ampla e dessa vida plena, não dessa existência. Mas é preciso trazer mais algumas coisinhas do texto. Olha o que que o Vinícius diz. É um livro em torno do mestre que a gente tá trabalhando. Ser filho é fazer refletir em si próprio os traços de caráter do genitor. Nós somos reflexo. Eu não sou isso. Eu tô refletindo o espírito. A minha fala reflete um pensamento do espírito. O espírito é o grande atributo, os grandes atributos do espírito, pensamento e sentimento. quer

s reflexo. Eu não sou isso. Eu tô refletindo o espírito. A minha fala reflete um pensamento do espírito. O espírito é o grande atributo, os grandes atributos do espírito, pensamento e sentimento. quer pensar em espírito, pensa em sentimento e pensa em em pensamento. Aqui o cérebro, a partir do cérebro é o que veio do pó e volta pro pó. O cérebro processa tudo isso. O o pensamento e o sentimento jogam no cérebro que ali produz os hormônios, produz um monte de coisa, de substâncias que fazem o resto funcionar. Por isso meu funcionamento é um funcionamento reflexo. Mas um eu eu sou reflexo de quê? Eu sou reflexo de mim mesmo e eu preciso ser reflexo do Pai. Eu preciso ser reflexo do da lei divina. Eu preciso ser reflexo do amor. Mas enquanto o meu pensamento foi imperfeito, porque o meu pensamento é é é qualificado pelo meu sentimento. O meu sent por isso que Deus é amor e a transformação é pelo amor, porque é pela transformação do sentimento que modifica o pensamento e depois por reflexo. Modifica as ações, as palavras, o olhar, modifica tudo que o corpo faz. as mãos, as os pés, o olhar, o ouvir, tudo isso é são sentidos do corpo, porque o espírito tem muito mais do que esses seis, cinco sentidos, seis sentidos. Aí a gente começa a perceber que ser filho é fazer refletir em si próprio os traços de caráter do genitor. Caráter é virtude e os traços de virtude do amor. O amor sabe esperar, o amor sabe é paciente, o amor vai ler Paulo de Tá, né? Aí a gente lembra, por falar em Paulo de Tácio, nós citamos há pouco que o Paulo dizia, eh, não faço o bem que quero, mas faço o mal que não quero, porque ele fazia o que ele o que era próprio dele, mas não fazia o que ele já desejava. Só que lá na frente, depois dele passar aqueles 30 e tantos anos sendo preso, levando paulada, levando pedrada, abandonado pela família, abandonado pelos amigos, taxado como louco e assumiu, foi, foi pro deserto. Olha o deserto nosso, foi pro deserto, ficou 3 anos lá no deserto e volta e todo esse processo do Paulo,

onado pela família, abandonado pelos amigos, taxado como louco e assumiu, foi, foi pro deserto. Olha o deserto nosso, foi pro deserto, ficou 3 anos lá no deserto e volta e todo esse processo do Paulo, mais tarde ele chegou e falou: "Não sou mais eu quem vive, é o Cristo que vive em mim". Opa, o que que ele fez? Ele que refletia as imperfeições do do Saulo, passou a refletir a mensagem trazida por Jesus. Caramba, como é que o cara consegue numa encarnação trazer? Ele já era forte porque ele já seguia a a lei de Moisés. Ele já era, já tinha personalidade, já tinha força, já tinha inteligência, já tinha tudo isso. Mas o que que ele fez? aquela que se eu soubesse disso, cair do cavalo, seria uma maravilha, porque ali foi o começo. Ainda ficou cego. Ficou cego por quê? Ficou cego para fora para enxergar para dentro. E aí ele começou a enxergar para dentro e aí o Cristo começa a nascer e começa a nascer. E ele tem coragem para cultivar o nascimento e cuidar desse dessa manjedoura do Cristo. Foi quando Paulo chegou na manjedoura, enquanto ele era todooderoso, o Cristo não nascia. Ele tava era perseguindo. Mas depois da mansidão, depois da humildade, depois que ele aprendeu tudo aquilo, com tanta prisão, com tanta paulada, com tanta perseguição, o coração dele amçou. A manjedoura chegou e o Cristo nasceu no Paulo e nasceu e ele cultivou aquilo com tanta força, com tanta personalidade, com tanta coragem, que um dia ele falou: "Se eu ainda agradasse aos homens, eu não seria servo do Cristo". Ele não tava para agradar aos homens, ele tava para cumprir a lei que ele estava compreendendo. Que dia que a gente vai ter coragem de falar e de agir dessa maneira? Não como terracinha, porque a gente gosta de de desagradar todo mundo e agradar a gente mesmo, mas não é isso, é o Cristo. E o Cristo não é pessoa, é o amor. Essa é a lei divina. O Paulo fez isso. Eh, quando quando eh João Batista o eh tava preso, ele ouviu as as coisas de Jesus. Ah, que Jesus que é o Messias e não é o Messias.

isto não é pessoa, é o amor. Essa é a lei divina. O Paulo fez isso. Eh, quando quando eh João Batista o eh tava preso, ele ouviu as as coisas de Jesus. Ah, que Jesus que é o Messias e não é o Messias. E ele tava preso. Ele precisava confirmar. Ele queria saber se era o Messias esperado ou se não era o Messias esperado. E ele conseguiu alguns amigos dele que ele falou: "Ó, procurem o Jesus e vê se ele pergunte para ele se realmente ele é o Messias." E foram perguntar para Jesus. Jesus, o João Batista tá querendo saber se você é o Messias esperado ou se a gente deve esperar outro. Jesus respondeu: "O quê? Voltem e diga para ele o que vocês viram e ouviram de mim. O que que Jesus falou? Voltem e diga para ele a quem eu reflito. Ele refletia o amor. Aí tinha prova maior do que simplesmente ele, ó, ganhei, ganhei uns minutinhos. Eh, tinha prova maior do que do que ele vê as palav, ele vê as ações do amor. Porque o que que é a caridade? é o amor em movimento. E aí no Cristo, o Paulo viu o amor em movimento. O o o Cristo queria mostrar o amor em movimento. E falou pros pros amigos do João Batista e eles entenderam. Nossa, o que eu ouvi e o que eu ouvi é o puro amor. Então ele é o Messias. E João Batista entendeu uma mensagem. E talvez se Jesus tivesse, não, eu sou sim. Porque olha só, eu sou isso, eu sou isso, eu sou aquilo. Veja o que eu faço e veja o que eu falo. Então eu dá para eu fazer isso com relação a mim mesmo, não para ficar julgando as pessoas, mas com relação a mim mesmo. Quem eu sou? Basta eu ver. O que que eu faço? O que que eu falo, aí eu vou mais longe um pouquinho. O que que eu penso? O que que eu sinto? Porque o amor tá lá no mais profundo, o resto é reflexo desse amor. Então, se esse Cristo que é amor, se esse Deus que é amor e eu que sou filho, se eu for, se eu aprender a ser filho desse amor, eu serei amor. E aí esse amor do coração puro vai ser refletido em tudo da minha vida. Aí eu vou fazer como Paulo falou, não sou mais eu quem vive, é o Cristo que vive em mim. Mas quando eu olho

amor, eu serei amor. E aí esse amor do coração puro vai ser refletido em tudo da minha vida. Aí eu vou fazer como Paulo falou, não sou mais eu quem vive, é o Cristo que vive em mim. Mas quando eu olho paraa minha vida, eu vejo que não é o Cristo que vive em mim. Eu vejo o tanto de coisa que eu faço, que é o que tá, que vive em mim. É aquele ainda ignorante, ainda com a consciência reduzida. É aquele que cheio ainda de vaidade, cheio de de orgulho, cheio de de imperfeições, de tantas coisas que ele reflete uma coisa que o ilta que eu desejo se envergonha do ilta que eu sou. Olha só. Mas às vezes a gente sente vergonha de nós mesmos quando a gente olha com isenção. Mas a gente é tão vaidoso que a gente não consegue olhar pra gente mesmo com isenção, nem pra gente, nem pros nossos. A gente não consegue olhar com isenção, nem pro nosso candidato, nem pro nosso time de futebol. Nós não temos isenção. Isenção é para quem tem coração puro. A gente não tem isenção para nada. Isenção é coisa de amor, é coisa de coração. Então a gente fica pensando que esse amor é questão de reza. Esse amor não é questão de reza. Esse amor é questão humana, é questão de nascer um sentimento novo que faz a gente refletir de de maneira diferente a oportunidade que a gente tem. Porque eu como espírito, eu tô refletindo, eu tô refletindo todas as minhas imperfeições que eu vim para consertar, que eu tive uma grande oportunidade. E eu vou continuar refletindo as mesmas coisas, ainda vou dizer orgulhosamente: "Eu sou assim mesmo, quem me quiser é assim". Poxa, que pena, que pena, que pena. Eh, deixa eu ver mais alguma coisa aqui que ah, a a uma última passagem aqui que usando o que me foi concedido, grato. Eh, uma fala de Jesus. Um novo mandamento dou a vocês. Amem-se uns aos outros como vos amei. Com isso, todos saberão que vocês são meus discípulos. Então, ser cristão é refletir esse amor. Ser cristão não é ir para para centro, paraa igreja, para culto. Ser cristão é se comportar dessa forma. Cristão é um

os saberão que vocês são meus discípulos. Então, ser cristão é refletir esse amor. Ser cristão não é ir para para centro, paraa igreja, para culto. Ser cristão é se comportar dessa forma. Cristão é um comportamento. Cristão é uma postura diante da vida. Não é uma religião que eu carimbo e pego uma carteirinha para apresentar a carteirinha. Olha, eu sou espírita, eu sou isso, eu sou. Não. Cristão não tem carteirinha. A carteirinha do cristão é aquilo que Cristo falou. Conhece a árvore a partir do fruto. E o fruto é o reflexo do amor, da vida do vegetal. que o fruto é árvore se doando, é árvore se dando. Tá lá às vezes no meio do nada ainda consegue frutificar. Para quê? Às vezes até pro fruto cair, mas frutificou e a gente não consegue frutificar. E quando a gente frutifica, a gente pega só pra gente. A gente não quer repartir esse fruto, a gente não quer dividir esse fruto. Isso não é amor, isso é amor adoecido. Isso é egoísmo. Que Deus nos abençoe. E a gente fala sempre assim, que Deus nos abençoe. Deus, só para encerrar mesmo, Deus nos abençoa sempre, porque ele é amor. Nós aqui não recebemos as bênçãos. Então, que tal se em vez de ficar toda hora, Deus me abençoe, eu eu começar a pensar, nossa, eu preciso receber essa bênção. O que que eu faço para receber essa bênção? Abrir o coração, senão não recebo essa bênção. E eu penso que que essa bênção não foi encaminhada, foi a bênção como sol, é derramado constantemente sobre todos nós. Mas com a porta fechada, o sol não entra. Com o coração fechado, as bênçãos não chegam. E que os nossos corações possam se abrir e que essas bênçãos possam chegar e influenciar nosso pensamento e a gente possa refletir esse amor pra gente ser verdadeiramente filho do amor, filho de Deus. Que Deus nos abençoe. Ele tinha mais um minutinho e você deu para mim pra gente fazer a prece final. Bom, que que coisa bonita, né? Sempre falar de amor, né? E falar de Deus, a gente fica comovido e fica com a vontade de começar de novo. Tudo, tudo, né?

ocê deu para mim pra gente fazer a prece final. Bom, que que coisa bonita, né? Sempre falar de amor, né? E falar de Deus, a gente fica comovido e fica com a vontade de começar de novo. Tudo, tudo, né? Fazer começado agora. Então a gente agradece muito ao Wilter, né, a espiritualidade que trouxe essas belíssimas influenciações para que ele pudesse trazer para nós e a gente sair daqui muito mais muito mais abastecido, muito mais alimentado, né, deste filho do amor de Deus. Foi muito bonito, Ilter, que Deus te ampare sempre. Então vamos encerrando esse nosso momento que o Antônio já tá ali ag nos aguardando pra gente receber o alimento espiritual através do passe. Então vamos fazer a nossa a Ave Maria, né, que já tá o caí da tarde, já estamos começando a chegar bem a noitezinha escurecendo, mas vamos fazer Ave Maria assim com como diz uma pessoa, com gosto, né? com gosto é aquele sentir cada palavra, a gente sentir, cada expressãozinha a gente trazer aqui para dentro guardado, porque só assim nós vamos melhorando quando a gente trouxer todas as lições que é nos passada para dentro dos nossos corações. Então, ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por nós pecadores, agora e na hora do nosso desencarne. Que assim seja e graças a Deus, amigos. Uma boa noite para vocês. Até a semana que vem. Quarta-feira nós estamos aqui. Não esqueça, viu? Tão cansadinhos de aproveitar o carnaval, mas vem porque aqui tem um refazimento, né, Wilton? >> Traz as cinzas, né? >> Traz as cinzas, não tem problema nenhum assim, entendeu? E a gente tá aqui. Então, um beijo no coração de cada um de vocês e aqueles também que estão nos assistindo. Um beijo no coração e até quarta-feira. Opa, sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por

sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar [música] o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que

de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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