Wilter Coelho | EINSTEIN E A RELIGIÃO (PALESTRA ESPÍRITA)
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Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer. cada um possa sentir as bênçãos que são derramadas do alto sobre todos nós. Meu nome é Wilter, Wilter Coelho e hoje me pediram para fazer alguns comentários sobre o texto Einisten e a religião. é um texto que tá no livro Emorno do Mestre, eh, psicografia do Vinícius. Antes de começar, a gente vai se concentrar para uma prece pra gente se preparar para o estudo desse texto. Em nome de Deus, em nome de Jesus, com o auxílio desses irmãos trabalhadores do alto, nós nos colocamos nesse momento de coração aberto, de pensamento mais sereno e absorvemos do alto essas as bênçãos, esses fluidos, essas energias que lavam nossa alma das tristezas, das angústias e que nos enchem de alegria, de esperança, de força e de coragem. Que Deus nos abençoe. Que assim seja. Bem, o texto que a gente vai comentar, Einstein e a religião. Esse Einstein aqui não tá se referindo à personalidade, a pessoa do cientista, a pessoa do gênio Einstein, tá se referindo mais à ciência, a pesquisa, o conhecimento, a razão. Então é uma coisa mais simbólica. é o contraponto que existiu ao longo do tempo e em muitas ocasiões confronto entre ciência, entre conhecimento e entre religião. Todas as vezes que a religião foi muito dogmática, em todas as vezes que a religião se impôs desrespeitando o livre arbítrio, desrespeitando a possibilidade de cada um encontrar o seu momento sem constrangimento, sem nenhum problema. O que acontece é o medo, é a obediência cega que compromete o exercício de uma religiosidade a partir de uma religião. Todas as vezes que as religiões, que em princípio são todas bem intencionadas, são todas ferramentas paraa construção da nossa espiritualidade, são todas instrumentos
osidade a partir de uma religião. Todas as vezes que as religiões, que em princípio são todas bem intencionadas, são todas ferramentas paraa construção da nossa espiritualidade, são todas instrumentos de auxílio para que cada um se reencontre, para que cada um cresça espiritualmente. Mas todas as vezes que as religiões não se colocaram na posição de auxílio, mas se colocaram no centro, invertendo os papéis, deixando de ser auxílio e passando a ser a própria religião, o centro, e se impondo com autoridade, e se impondo com dogmas, e se impondo com céus, com infernos, com medos, A religiosidade perdeu. O homem se afastou da criação divina. O homem se afastou dessa lei divina, porque aí foi a presença do homem dentro das religiões, onde o homem colocou suas imperfeições no exercício, no movimento. Nós temos a doutrina espírita e temos o movimento espírita que é dentro da doutrina. A doutrina é a codificação, é a estrutura e o movimento é que os homens fazem dessa doutrina. Então, o movimento espírita é feito pelos homens. Tem homens mais perfeitos, tem homens mais imperfeitos, tem homens com mais características e outras. E essas características acabam influenciando no exercício dessa religião. Só que os homens sempre foram vaidosos, sempre foram egoístas, sempre foram eh orgulhosos. Imagina esses homens eh se apropriando de religiões e usando essas religiões em benefício dos próprios homens ou em benefício da própria religião. Em quantas ocasiões a religião existiu em função do homem? Em quantas ocasiões o homem existiu em função das religiões? Jesus perguntou: "O homem foi feito pro sábado ou o sábado foi feito pro homem?" A religião foi feita pro homem ou o homem foi feito pra religião? Se a gente olhar pela história, em muitas ocasiões, parece que o homem foi feito paraa religião. O homem foi feito para enriquecer, para dar poder, para dar mais estrutura, para dar influência para religiões. Dizendo isso, a gente não diminui as religiões, mas a gente coloca os homens
a religião. O homem foi feito para enriquecer, para dar poder, para dar mais estrutura, para dar influência para religiões. Dizendo isso, a gente não diminui as religiões, mas a gente coloca os homens dentro do exercício dessas religiões. Por isso que quando a gente se decepciona com alguma religião, na verdade a gente está se decepcionando com os homens que estão conduzindo essas religiões, que estão comandando, que muitas vezes tem eh desentendimentos, tem disputas para dirigir essas essas religiões. Tem disputas de poder, tem disputas de cargos, de funções que trazem prestígio isso e aquilo. que são os homens, somos nós homens no exercício da nossa religiosidade. Então, a religião fica colocada num ponto em que com o tempo acabou que os fiéis das religiões acabaram tendo uma característica da simplicidade, da falta de conhecimento, seguidores mais cegos, seguidores mais obedientes, seguidores mais medrosos. Medo do céu, medo do medo do inferno, medo de tudo. Tudo tinha que pedir, tudo tinha que ser autorizado. Jesus não falava isso. O livre arbítrio, Jesus respeitava sempre, em todas as ocasiões. Todos os imperfeitos na presença de Jesus eram imperfeitos. E Jesus vivenciava a imperfeição deles e educava, auxiliava para que cada um compreendesse a sua imperfeição, entendesse a sua imperfeição e superasse a sua imperfeição. Então, as religiões não são feitas pra gente seguir cegamente cartilhas, dogmas, verdades. As religiões são instrumentos para que a gente se encontre, para que cada um se encontre, sabendo que tem o livre arbítrio, que vai exercer o seu livre arbítrio, porque no cristianismo não tem constrangimento, ninguém é obrigado a nada, ninguém é constrangido a nada, porque tem que ser feito de forma espontânea, porque a vontade, a espontaneidade de fazer fazer alguma coisa. O exercício do livre arbítrio é aí que tem o mérito. A obediência cega é medo e por convicção, a fé se expressa de maneira muito mais forte. Como historicamente teve um período muito grande de obediência
xercício do livre arbítrio é aí que tem o mérito. A obediência cega é medo e por convicção, a fé se expressa de maneira muito mais forte. Como historicamente teve um período muito grande de obediência cega, que venderam indulgências, que venderam pedaços do céu, que se apropriaram de poder, que fizeram um monte de coisas em várias. Muitas pessoas ao se esclarecerem com a ciência se afastaram da religião. Acharam que religião era coisa de gente mais simples, era coisa de gente que não tinha, que não exercitava o intelecto, que não compreendia. E a religião foi vista assim. E aí houve uma separação grande histórica de ciência e religião. E na verdade não existe separação entre religiosidade e ciência. Não tem nada mais próximo do que religiosidade e ciência, porque religiosidade é um exercício íntimo que cada um tem de compreensão dessa lei divina. Da mesma forma como a gente tá falando em Einstein aqui, da mesma forma como a gente compreende eh teoria da relatividade, como a gente compreende compreende leis da química, da física, da biologia, tem leis universais, todas são leis naturais, mas tem outras leis que não se expressam como eh eh eh pela matéria, pela experiência da matéria num laboratório de ciência, não se expressavam recentemente ente tem. Hoje a gente pode encontrar, por exemplo, na USP, a USP tem no curso de medicina tem muita coisa ligada à religião, ligada à paz, ligada à fé, ligada à religiosidade. Então, a coisa já tá muito mais próxima, não tem mais aquela separação. pessoa para se dizer intelectual tinha que se dizer ateu, tinha que se dizer, né, porque era sinônimo de ingenuidade. Mas hoje não é isso. Hoje não é isso. E quando o texto começa a comparar, a comparar não, a a ligar a figura de Einstein, a figura da religião, a gente começa a compreender melhor o que eles estão querendo falar. A primeira frase do texto, pouca ciência conduz ao ateísmo. Muita ciência conduz a Deus. Pouca ciência afasta o homem de Deus. Pouco conhecimento, pouca consciência afasta o homem de Deus. Põe
falar. A primeira frase do texto, pouca ciência conduz ao ateísmo. Muita ciência conduz a Deus. Pouca ciência afasta o homem de Deus. Pouco conhecimento, pouca consciência afasta o homem de Deus. Põe o homem como um boneco, põe o homem como uma obediência cega, afasta o homem de Deus. a falta de consciência das da porque o que o o que traz para mim os meus deveres, que me faz mudar o comportamento é a minha consciência. Quando eu não tenho consciência, eu não mudo o meu comportamento. Eu não tenho consciência de um monte de coisas, eu faço um monte de ações contrárias àquela consciência que eu que que eu deveria ter, mas não tenho. E aquilo não me dói porque eu não tenho consciência. Quem não tem consciência, hoje a gente tá com tantos assuntos aí de de nova consciência, consciência ambiental, consciência ecológica, consciência da condição e eh de gênero, consciência da questão de raça, consciência. Tem tanta consciência que a gente não tinha há pouco tempo e que a gente fazia coisas absurdas com relação à raça, com relação a gênero, com relação a todas as coisas, porque a gente não tinha consciência. E a consciência da divindade, da lei divina, que consciência que a gente tinha se a gente simplesmente obedecia? Não, porque é assim, não, porque isso são os mistérios, porque tem que ser assim, não, porque fulano falou que é assim, não tem fulano falou que é assim. Aí essa fé raciocinada que o a doutrina espírita tentou trazer foi essa fé, esse exercício, exercício da religiosidade de maneira consciente, trazer paraa consciência um monte de coisas que não existiam na minha consciência. Quando eu trago paraa minha consciência, cada coisa nova dessa que eu trago paraa minha consciência, é um dever novo que eu assumo, que quando eu tenho consciência que eu vou fazer contrariar aquilo, minha consciência me chama. Olha, não dá certo. Eu posso até obedecer, desobedecer. Eu posso contrariar a minha consciência, mas ela vai me falar e ela vai doer. Ela não vai me obedecer, porque o ego
minha consciência me chama. Olha, não dá certo. Eu posso até obedecer, desobedecer. Eu posso contrariar a minha consciência, mas ela vai me falar e ela vai doer. Ela não vai me obedecer, porque o ego acaba sobre eh eh se sobrepondo, mas a consciência não briga, ela não me enfrenta, mas ela não se cala. Ela sempre fala: "Não dá certo, não vai dar certo, não é assim". Mas eu tenho o livre arbítrio e eu posso desobedecer a minha consciência. E eu posso também não ampliar a minha consciência. Eu posso ficar com a mesma consciência que eu tinha quando eu tinha 14, 15, 20 anos. Eu posso passar uma encarnação inteira com o mesmo padrão de consciência. Ou eu posso utilizar essa existência, essa encarnação para ampliar a minha consciência. Quando eu amplio a minha consciência, eu amplio os meus deveres. Eu eu eu intensifico, eu torno mais intensa a minha relação com a vida. Eu torno mais responsável a minha relação com a vida. Eu deixo de falar, deixa a vida me levar, a vida leva eu. Eu compreendo o valor do tempo, eu compreendo o valor do momento, eu compreendo o valor da coragem, da vontade que eu tenho que fazer, que eu tenho que agir. Posso não fazer, posso não agir, não tem problema. O tempo tá aí. A primeira frase é essa: Pouca ciência afasta o homem de Deus. Então, a ignorância afasta o homem de Deus porque eu e eu e o Pai somos um que Jesus falou. Então, Jesus tinha consciência da lei divina, ele tinha consciência do Pai. Por isso eu e o Pai somos um. Paulo de Tácio tinha determinados comportamentos. sofreu 30 e tantos anos eh eh pregando o evangelho, eh sendo preso, levando paulada, pedrada, etc, etc, etc, etc. E no final ele falou: "Não sou mais eu quem vive, é o Cristo que vive em mim". Olha a consciência que ele tinha agora era outra consciência. Ele tinha a consciência da mensagem. Ele tinha consciência da mensagem do Cristo. E o Cristo veio com a consciência da lei divina e trouxe a mensagem da lei divina pra gente tomar consciência dessa mensagem. Só que os homens se
mensagem. Ele tinha consciência da mensagem do Cristo. E o Cristo veio com a consciência da lei divina e trouxe a mensagem da lei divina pra gente tomar consciência dessa mensagem. Só que os homens se apropriaram dessa mensagem, distorceram essa mensagem, colocaram seus interesses nessa mensagem, ideologizaram essa mensagem. E a gente distraídamente obedeceu aos homens, achando que estava obedecendo a Deus. Quanta obediência aos homens, quanta obediência aos interesses humanos, quanta obediência nós já prestamos, quanto medo nós já tivemos, porque os homens fizeram isso com a gente. Quantas vezes nós confundimos os homens com Deus? Quantas vezes nós rebaixamos Deus à condição humana? Por quê? Porque tantas vezes os homens se apropriaram da linguagem de Deus. Eu sou representante de Deus. Como é que você vai brigar com o representante de Deus? Mas quem é o representante de Deus? Todos nós representamos. Então, não tem um representante oficial e eh de papel passado e que tá falando em nome de Deus. da boca dele sai o que sai do coração dele, não sai da consciência divina. É diferente. Da boca dos religiosos sai o que tem no coração dos religiosos. O que saiu da boca de Jesus? o que sai da mensagem evangélica. Por isso que a gente ficou tanto tempo louvando a personalidade de Jesus e negligenciando a mensagem que ele trouxe. A gente fica Jesus para lá, Jesus para cá, Deus para lá, Deus para cá, não sei o quê. Mas e a mensagem? Qual o grau de compreensão que eu tive da mensagem? O grau de compreensão é decorar o evangelho. Não é. Certamente não é. As letras matam. O o o o o espírito vivifica. Qual é o espírito dessa letra? Como é que eu vou mergulhar no espírito dessa letra? A consciência, a razão, a fé raciocinada. Então, não é não é por isso é que a ignorância nos afasta de Deus. Isso não tá querendo dizer que que que o que que os humildes, os simples, não tem nada disso. Não tem nada disso. Senão a gente inverte o processo do Cristo, porque Cristo, o Cristo buscava todos. Eu vim
o não tá querendo dizer que que que o que que os humildes, os simples, não tem nada disso. Não tem nada disso. Senão a gente inverte o processo do Cristo, porque Cristo, o Cristo buscava todos. Eu vim para os doentes, para os simples, porque os orgulhosos, os sábios, estavam muito orgulhosos para ouvir a mensagem. Então, não ouviam a mensagem porque eles já sabiam demais quem é esse Jesus para falar o que ele fala. O que que pode vir de bom da Galileia diante daqueles tantos doutores da lei? Quem era Jesus? E os simples ouviram, prostitutas ouviram, doentes ouviram, mas ouviram uma mensagem, uma mensagem do evangelho que tava, que não tava impregnada dos desejos humanos, que não estava envenenada pelas imperfeições humanas. Aí e muita ciência conduz a Deus. Por que que muita ciência assim? Então, os sábios estão ligados a Deus por só por Não, muito sábio é mais prepotente e orgulhoso do que qualquer um. Tanto é que os sábios não perceberam. Jesus é conhecimento, é consciência. Então, quando ele ele coloca essa palavra ciência aqui, se a gente entender, trocar por essa essa palavra ciência, entender como ciência da vida, a lei divina. Então, o conhecimento da lei divina nos aproxima de Deus, não de Deus pessoa. Aí ele diz, olha, sobre eh eh o Francis Bacon do século X, ele ele ele que disse essa frase: "Pouca ciência conduz ao ateísmo, muita ciência conduz a Deus". O Einstein, já no século XX, o Einstein era agnóstico. Ele não acreditava em religiões, mas ele sabia, ele ele considerava a lei divina que tinha alguém que tinha alguma coisa, não era alguém pessoa, que tinha um uma arquitetura ali, que tinha alguma coisa elaborada, alguma coisa absurda ali que fazia as coisas serem como são. fazia o o dia, a noite, o sol, o vento, a chuva, a planta, a árvore, a vida, nascer, crescer, morrer, adoecer, o planeta, outros planetas, o sistema solar, outro sol, outros só, outros só, milhares de sóis, tudo isso em perfeita harmonia. Quando Einstein começa a compreender a dimensão desse dessa
er, adoecer, o planeta, outros planetas, o sistema solar, outro sol, outros só, outros só, milhares de sóis, tudo isso em perfeita harmonia. Quando Einstein começa a compreender a dimensão desse dessa criação, pela criação se compreende o criador. Não é qualquer criador capaz de uma criação tão absolutamente perfeita e engrenada e consequente e justa. E dentro dessa compreensão, dessa engrenagem, a gente entende esse conhecimento. A gente começa a entender porque que esse conhecimento nos aproxima de Deus. Não é o medo de Deus, não é o medo da religião, não é o medo, não é ter que fazer isso, não é o ter que fazer nada, né? O o o o Einstein não tinha isso. Ele não frequentava religiões, mas ele tinha esse respeito, essa possibilidade, esse conhecimento, essa dimensão. Ele falava: "Não dá para não acreditar que tem alguma coisa maior por trás de tudo isso. Como é que você reconhece o verdadeiro espírita? pelo esforço que ele faz para dominar suas suas más tendências e pelas transformações que ele consegue fazer nele mesmo. Então, o verdadeiro espírita não se conhece pela quantidade de passes que ele tomou, não cons não se conhece pela quantidade de vezes que ele veio à casa espírita, não se conhece pela quantidade de preces que ele já fez. não conhece pela força que ele faz em se transformar, porque ele vai conhecendo a lei divina e tomando consciência dessa lei divina e sem medo. É por consciência, é sem constrangimento, é de livre vontade. É porque ele compreende que é assim, ele entra na engrenagem da vida, no fluxo da vida. E a vida tem um fluxo. Olha aqui, os o corpo humano tem um fluxo respiratório, sanguíneo. A vida tem um fluxo nos rios, nos no no no nos nos riachos, nos córregos, até chegar no mar. Quem seria esse mar? O que seria isso? E o o o esse universo? Ah, onde é que vai parar isso? Onde é que onde é que é infinito? Quem vai falar o que é infinito? O homem já não tem mais a ilusão de achar que o mundo termina ali. Na idade média eles achavam que o mundo era aquilo. Não,
rar isso? Onde é que onde é que é infinito? Quem vai falar o que é infinito? O homem já não tem mais a ilusão de achar que o mundo termina ali. Na idade média eles achavam que o mundo era aquilo. Não, não, não, não pensava nem que era que o mundo era redondo, que tinha América. O descobrimento da América trouxe problemas mentais para muita gente, que o mundo aumentou muito em dimensão e de repente a gente percebe que o mundo não é o planeta e que vai e vai e vai e vai, a gente vai se diminuindo, a gente vai perdendo a importância, a gente vai vendo que a gente é essa formiga no formigueiro e que a formiga age por instinto e pelo instinto ela faz o que deve ser feito. Ela segue a lei divina instintivamente como todos os animais. Mas nós adquirimos o livre arbítrio, nós adquirimos a razão e aí se torna muito mais difícil. A gente acha que é privilégio e acaba sendo. Porque uma coisa é o fato de de eu conseguir e acompanhar e seguir a lei divina instintivamente. Qual é o mérito? Eu faço isso. Qual é o mérito do pato nascer nadando? Ele é um pato. Agora, qual é o mérito de eu aprender um monte de coisas que eu não sabia? Qual é o mérito de eu me transformar? Porque eu quis me transformar, porque eu quis diminuir e minhas imperfeições, porque eu quis diminuir minha raiva, porque eu quis diminuir meu orgulho, porque eu quis diminuir, eu vou diminuindo essas coisas. Tudo isso é o contrafo. Isso é o contrafluxo da lei divina. Por isso que quando eu percebo, eu vou tomando conhecimento dessa lei, dessa da da amplidão, da amplitude de tudo isso, eu vou me diminuindo e eu consigo ir nesse fluxo. Aí esse fluxo é que seja feita a vossa vontade. E a minha vontade era sempre o contrário. A minha vontade era fazer o que eu queria. E de repente eu percebo que tem um fluxo muito maior. Essa isso é paz. A a a meditação fala disso. Quando você consegue entrar nesse fluxo, respirar nesse ritmo, você tá em paz. Como é que eu vou respirar no ritmo do fluxo da natureza? Qual é esse ritmo? A minha
o é paz. A a a meditação fala disso. Quando você consegue entrar nesse fluxo, respirar nesse ritmo, você tá em paz. Como é que eu vou respirar no ritmo do fluxo da natureza? Qual é esse ritmo? A minha ansiedade já quebra o ritmo da minha respiração. O meu medo já quebra o ritmo da minha respiração, do meu batimento cardíaco, de tudo. Eu já eu já tô em desharmonia. Domínio espiritual. Jesus é o exemplo de domínio espiritual, domínio das emoções, domínio de si mesmo. Ele não perdia esse fluxo. Ele não perdia, ele não saía da comunhão com o Pai. Mas aí o o no texto o Vinícius diz que a gente não pode entender eh que esses indivíduos se achassem filiados aos dogmas dessa ou daquela eh eh facção religiosa. A consciência, o espírito ou instinto religioso existe muitas vezes em alto grau, em profunda vibração, fora dos limites estreitos do sectarismo e da ortodoxia. Ele tá falando desses gênos que que tavam que não estavam dentro, não só o Einstein, vários. Jesus, qual era a religião de Jesus? Ele falava que eu não vim destruir a lei, mas ele fundou alguma religião. Qual era a religião que ele professou? A religião dele era o amor. Os homens aqui pegaram e fizeram uma religião, tudo bem, sem problema. Ajuda muita gente. Ajuda muita gente. E como ajuda? A questão são os homens. E aí a gente tem que dar desconto pros homens. Por isso é que a consciência tem que existir. Eh, eh, o o ele diz eh do sobre o Einstein, né? Segundo a opinião do Einstein, a religião se manifesta sobre três aspectos distintos. A religião do temor, a religião da moral social e a religião do senso cósmico. A religião do temor é a religião da obediência. Essa a razão acaba com ela rápido. A ciência, como ele coloca, destrói ela rapidamente. Destrói porque e, né, é igual a a razão destrói o mito e essa razão destrói essa obediência cega. A moral social é essa religião quase do cidadão pro cidadão conseguir conviver, respeitar. E a outra do senso cósmico, olha o salto que isso dá. A religião do senso cósmico, que
essa obediência cega. A moral social é essa religião quase do cidadão pro cidadão conseguir conviver, respeitar. E a outra do senso cósmico, olha o salto que isso dá. A religião do senso cósmico, que senso cósmico? Onde é que eu vou ter esse senso cósmico de olhar para mim e não achar que eu sou o centro do universo, que a minha religião não é o centro do universo, que o meu país não é o centro do universo, que o a que a minha que a minha tribo não é o centro do universo, que a minha língua não é o centro do universo, que o meu pensamento, a minha subjetividade não é o centro da razão. Quantas vezes a gente briga por aí por causa da nossa subjetividade? Eu acho isso, brigo com quem não acho. É o que eu acho. Olha quanta coisa a gente faz. Como a gente se diminui? Como a gente se diminui? No texto ele continua: "Jesus não delimitou a fé". Então ela não disse que a fé tava aqui, tava ali ou tava lá. Ele não disse que fora de algum lugar não há salvação. Ele não disse nada disso. O Kardec disse fora da caridade, não é fora das religiões. Fora da religião há salvação. Sim. Agora, a religião é um grande instrumento, se bem utilizado, se bem compreendido, é uma ferramenta. Uma faca pode servir para fazer um um jantar e pode servir para matar alguém. A religião é uma ferramenta, mas eu não posso viver em função da ferramenta. A ferramenta que é para ficar em função do homem, não o homem em função da ferramenta. Isso já fizeram muito com a gente, né? Eh, Jesus não delimitou a fé. Ela não, ele não disse onde ela tava, a não ser meu reino não tá aqui, nem ali, nem lá, tá dentro de você. Tá? Então o reino que ele disse estava dentro de cada um. Se ele delimitou a fé em algum lugar, ele delimitou no coração de cada um. Mas no coração de cada um tem que caber todo mundo. Então ali não era um limite. O amor não limita. Então ele não limitou eh eh nem a circunscreveu nos âmbitos pequeninos das das da dos sofismas clericais. nem circunscreveu, nem falou que tava dentro somente das
não era um limite. O amor não limita. Então ele não limitou eh eh nem a circunscreveu nos âmbitos pequeninos das das da dos sofismas clericais. nem circunscreveu, nem falou que tava dentro somente das religiões. Não falou que tava em algum lugar e nem dentro das religiões. Embora as religiões possam ser um caminho para isso. A crença para Jesus, a fé raciocinada que nasce dos fatos que parte do que se vê para induzir ou deduzir o que não se vê. Até outro dia a gente não enxergava o micro. Antes do microscópio a gente não enxergava o micro. As pessoas começaram a fazer cirurgia, morriam de infecção porque usava um bisturi com um, com outro e com outro. Há pouco tempo. Há pouco tempo a gente não viu os astros, os planetas. Quanta coisa tem depois, quanta coisa a gente achou antes e depois com o microscópio e com o telescópio? Olha a nossa visão por causa de uma lente. A lente do microscópio fez a gente ver muita coisa pequena que a gente não via e a do telescópio fez a gente perceber muita coisa imensa que a gente não percebia. Então o mundo tem que ter crescido para mim. O mundo não sou eu. Não dá para caber o mundo dentro. dos meus caprichos, dentro da minha lógica. E aí eu preciso usar essa razão para trazer mais coisa paraa minha consciência. Eu preciso trazer mais coisa paraa minha consciência. Eu preciso ter consciência da lei divina. Eu não preciso ter, não é somente obediência à lei divina, não é medo da lei divina. Eu preciso ter consciência da lei divina. E para eu ter consciência da lei divina, eu posso ter consciência dela com a ajuda, com o auxílio de das religiões ou não? O Einstein foi fora das religiões, por exemplo, e a fé dele era assustadora, porque ele ele ele não admitia não ter alguma coisa maior que comandasse tudo isso, toda essa criação. Tal é a religião dos gênios, tal é a fé proclamada pela terceira revelação. É esse tipo de fé, é esse tipo de religião que a razão traz. A gente não pode mais, minha avó, minha bisavó, às vezes minha mãe seguia uma
ão dos gênios, tal é a fé proclamada pela terceira revelação. É esse tipo de fé, é esse tipo de religião que a razão traz. A gente não pode mais, minha avó, minha bisavó, às vezes minha mãe seguia uma cartilha de obediência. Isso pode, isso não pode. Ainda perguntava, ia lá, isso pode, isso não pode, pode isso, não pode, aquilo. Perguntava pros homens que se diziam falar em nome de Deus, mas falava em nome deles próprios. para falar em nome próprio. Deixa que eu falo em meu próprio nome, porque eu respondo por tudo que eu disser e por tudo que eu fizer. Então, se eu respondo pela minha existência, que eu vou, se eu vou arcar com as consequências da minha existência, que eu siga a minha consciência, que eu amplie a minha consciência, que eu traga essa religiosidade, que eu use a religião, as religiões ou não, que eu use ferramentas, instrumentos ou não. Quem, quem fala, quem pode falar contra o auxílio que um passe traz? Mas quem pode falar que o passe vai me dar a vida eterna? O passe em si é um passe. É uma grande ferramenta que pode, que me ajuda a limpar de um monte de coisa, me traz energias novas, me traz fluidos novos, me traz coragem, me traz força, mas eu vou ter que agir. Sou eu que vou ter consciência. Eu posso tomar passe todo dia ou não. Então, quando a gente abstrai essas coisas, a gente traz uma responsabilidade maior pra gente e a gente começa a falar: "Tá, religião, ótimo, que bom, que bom que existe religião." Importantíssimo existir religião, mas tem que existir religiosidade. E religiosidade é de dentro de cada um. É onde esse reino de Deus se encontra. é onde existe a construção desse reino de Deus. E eu preciso construir. Ele não tá construído. É uma é uma autoconstrução. Eu vou ter que construir. Ninguém vai construir para mim. Que Deus nos abençoe, que a gente tome cada vez mais consciência da lei divina, das coisas da vida e que toda vez que os nossos dogmas, as nossas religiões eh eh entrarem em confronto com a razão humana, como diz o Kardec no no
gente tome cada vez mais consciência da lei divina, das coisas da vida e que toda vez que os nossos dogmas, as nossas religiões eh eh entrarem em confronto com a razão humana, como diz o Kardec no no no seu conteúdo doutrinário, Siga a razão. Siga a razão. Que Deus nos abençoe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada
alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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