A FÉ DIVINA E HUMANA - Pedro Paulo Záu [COMUNHÃO INSPIRA]
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que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. >> Olá, boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos. a comunhão espírita de Brasília, os que estão aqui no salão Bezerra de Menezes, aqueles que nos acompanham pela TV e pela rádio comunhão. Sejam todos bem-vindos para mais um Comunhão Inspira. Hoje temos a honra de receber o nosso amigo Pedro Paulo, Pedro Paulo Zal, que é trabalhador aqui da comunhão espírita de Brasília, eh psicólogo e hoje está nos dando a honra de sua presença para falarmos um pouco sobre a caridade salva e cura. Vamos bater um papo sobre a prática da caridade. Mas antes quero convidar Flaviana já tem um alguns comunhão inspira que você não está presente, não é, Flaviana? >> Flaviana trabalha muito aqui nessa casa. Tem dia que ela tem que tirar folga, >> mas eu tô aqui de volta. >> Tá certo? Bom, gente, o nosso programa continua com o mesmo modos operande. Eu tenho algumas perguntas para fazer pro Pedro Paulo, mas se vocês quiserem fazer alguma pergunta para ele, nós temos ali a Débora, que está com o seu com a sua vestimenta em azul, tem papel e caneta para anotar a pergunta de vocês. E aqueles que nos acompanham pela internet também podem fazer encaminhar suas perguntas pelo chat que a Flaviana e encaminhará para que o Pedro Paulo eh responda. Tá bom? Flaviana, você pode fazer a prece inicial, por gentileza? >> Vamos lá. Então, nesse momento que nós estamos aqui, depois de nos envolvermos com as vibrações amorosas destas música maravilhosa do Paulinho, vamos respirar fundo, acalmando nossa mente, acalmando o coração e vamos agradecer. Obrigada, Senhor. Obrigada por estarmos aqui hoje reunidos em teu nome para falar sobre a caridade que salva. Obrigado pelas oportunidades que chegam até nós através dos desafios que nos fortalecem, o espírito. E muitas vezes, como Paulo, nós falamos, é de joelho, né, esfolado, mas com os braços erguidos, nós continuamos a
oportunidades que chegam até nós através dos desafios que nos fortalecem, o espírito. E muitas vezes, como Paulo, nós falamos, é de joelho, né, esfolado, mas com os braços erguidos, nós continuamos a seguir na tua seara de luz e de amor, agradecendo e pedindo as tuas bênçãos a cada um de nós aqui presentes, aos nossos irmãos que nos acompanham pelos canais da comunhão, aos nossos entes queridos e que todos sintam nesse essas vibrações de amor, de luz a nos envolver e o convite para nossa autotransformação. Assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Bom, Pedro Paulo, seja bem-vindo mais uma vez para o Comunhão Inspira. Meu amigo, >> eu que agradeço o convite. Boa noite a todos que estão aqui com a gente, que nos assistem. Pedro, pra gente começar o nosso bate-papo sobre a caridade que cura, que salva, quero começar te pedindo para comentar como é que é isso, o como a gente pode entender eh que a caridade salva e cura. De que maneira a prática da caridade pode transformar quem recebe, mas também ao mesmo tempo quem oferece alguma coisa para quem necessita. >> Eu tava aqui pensando sobre essas duas palavras, né, que a gente colocou no tema sobre salvar e curar. Eh, a frase é: "Fora da caridade não há salvação." E aí eu fico pensando, salvar de quê, né? O que que a gente tá buscando se salvar? E na minha concepção, eu acho que uma das coisas que nos que nos prende ou que nos autodestrói ou que nos deixa cativo, né, presos, é a ignorância, né? a ignorância sobre Deus, a ignorância sobre as suas leis, a ignorância sobre como que funciona as coisas dentro de nós a partir da perspectiva de Deus, dos objetivos que ele tem para conosco. Eh, e eu acho que a caridade ela ela traz essa possibilidade, principalmente porque a caridade ela me tira, né, do da minha ignorância. eh da minha insensibilidade. Normalmente, quando a gente não percebe ou não se atenta para a dor do outro, a gente vai ficar muito focado na nossa dor. Isso é muito natural, né? Nós temos uma coisa dentro da gente chamado ego,
e. Normalmente, quando a gente não percebe ou não se atenta para a dor do outro, a gente vai ficar muito focado na nossa dor. Isso é muito natural, né? Nós temos uma coisa dentro da gente chamado ego, que são os nossos interesses, que são os nossos desejos, que são os nossos sentimentos. Todos nós temos isso. E isso é salutar. O problema é quando a gente começa a ficar só em função disso. Aí a gente gera o egocentrismo. A gente fica em volta somente das nossas necessidades, das nossas dores, ainda que a gente eh se preocupe com os outros, mas os outros sempre estão ligados a nós. E isso é egocentrismo. Um filho, uma filha, um marido, uma esposa, pai, mãe, irmãos. Então eu acho que a primeira salvação que a caridade me traz é essa, é de eu sair dessa ignorância, dessa insensibilidade, dessa dessa falta de empatia, né? E em relação à cura, eu acho que quando a gente vive no egocentrismo, no egoísmo, no orgulho, isso vai se desdobrando em algumas chagas emocionais e algumas feridas. a gente começa a se tornar muito arrogante, prepotente, ou a gente entra no ciclo da revolta, ou a gente entra no ciclo da culpa. A gente vai começando a ter, eu diria, deformidades emocionais, espirituais e energéticas. Então, quando a gente vai até fazer a caridade, a gente termina inconscientemente, direta ou indiretamente curando essas deformações. Eh, e por que que isso acontece? Porque quando eu vou até a dor do outro, eu percebo as deformações que o outro tem. E aí eu começo a ter parâmetros para verificar as deformações que eu tenho. Vou dar um exemplo prático disso. Eu tenho um projeto chamado Pão com Ovo, eu e minha esposa, um grupo muito grande, e a gente vai nas ruas de madrugada. E quando a gente chega nas ruas, a gente vê, por exemplo, como ontem tinha uma uma mulher de uns 40 anos de idade. Ela tava num estado alterado de consciência muito grande, inclusive eu acho que ela tinha ela tinha se defecado, né? E ela tava assim no meio da calçada e tava muito frio, muito frio. Tinha um
idade. Ela tava num estado alterado de consciência muito grande, inclusive eu acho que ela tinha ela tinha se defecado, né? E ela tava assim no meio da calçada e tava muito frio, muito frio. Tinha um vento muito forte. Temas pessoas que estavam comigo ontem, sabem disso. E aí a minha esposa foi e tentou tirá-la de lá e botar debaixo de uma marquía, onde o vento batia menos. E o que o que que isso tem a ver com que a gente tá falando aqui? que a partir do momento que você percebe a condição que o ser humano pode chegar dentro dessa situação, você começa a olhar pros seus problemas e pras suas dificuldades. Você começa a a parar e pensar assim: "Cara, tem gente que tá vivendo dessa forma. Como que um ser humano desse sobrevive a isso, a essa condição no meio do nada?" E aí você começa a olhar paraas suas feridas e perceber que as suas feridas existem, mas elas não são tão sérias, elas não são tão profundas, elas não são tão doloridas, sabe? E aí você começa a sofrer menos com as suas feridas. E eu acho que isso movimenta um campo energético dentro da gente de começar a cicatrizar, curar e dizer assim: "Cara, isso aqui não é tão um problema tão grande, eu tenho outras situações muito mais sérias". Então, eu vejo, ao meu ver, né, para experiência, que a caridade ela promove isso, essa sensibilização consigo mesmo, sabe? No sentido de dizer, não é tão ruim quanto eu imaginava. Então, a princípio, Ricardo, eu acho que salva a gente dessa desse estado de egocentrismo, de ignorância e cura a nossa a nossa revolta com o mundo, a nossa revolta conosco, a nossa revolta com os outros. Tem coisa muito mais importante acontecendo e é real, é real. Isso tá pertinho da gente. Só a gente parar e prestar atenção um pouquinho mais. A gente vai ver dramas muito sérios acontecendo ao redor da gente. >> Isso é interessante, Pedro. E você falou uma coisa quando comentava da cura eh dos problemas e eh psicológicos, os problemas de alma que nós temos, né, como angústia, eh depressão, etc, etc.
gente. >> Isso é interessante, Pedro. E você falou uma coisa quando comentava da cura eh dos problemas e eh psicológicos, os problemas de alma que nós temos, né, como angústia, eh depressão, etc, etc. E enquanto você falava, eu lembrei que agora a pouco eu atendia um irmão e bastante sofredor, sofrendo bastante, e ele dizia que a causa ou as causas do sofrimento que ele passava ali era em função da falta de caridade. Ele não usou esse termo, mas ele disse que em função de ele ser, de ele ter sido durante muito tempo uma pessoa invisível, ninguém ouvia, ninguém percebia suas necessidades. Isso gerou nele uma revolta e ele achava que odiava o mundo, mas na verdade não era ódio. Ele tinha uma certa carência, uma decepção, né? Por que que ninguém me vê? Por que que ninguém vê as minhas necessidades, né? Eh, você falou uma coisa e me lembrou disso. Então, ao mesmo tempo que a caridade ela pode curar problemas já existentes, a gente pode evitar que com a nossa caridade e eh eh surjam problemas maiores dessa natureza em outras pessoas. É isso mesmo. >> É, se a gente for falar de frequência energética, às vezes a gente diz assim: "Ah, o mundo tá muito complicado, tá muito difícil, tá muito violento, as pessoas, né, estão muito polarizadas, conflituadas e tudo". Em nias gerais, quando a gente começa lá no início do do livro dos espíritos, Kardec começa a perguntar da formação de tudo. E aí eles vão falar do fluído cósmico universal, que é uma grande energia que emana tudo, que, né, e realiza tudo. Ou seja, tudo que nós, tudo que a gente vive e realiza, tá? Eu vou deixar isso aqui do lado. Qualquer coisa, eh, é frequência energética. Então, dentro da diversidade dos espíritos encarnados e desencarnados, eh, nós temos frequências de vários tipos. As frequências mais baixas são as mais negativas, aonde estão espíritos que ainda não despertaram para as frequências mais altas. Essas frequências mais baixas, elas por muito tempo, elas foram a maioria quando iniciou o nosso planeta.
ais negativas, aonde estão espíritos que ainda não despertaram para as frequências mais altas. Essas frequências mais baixas, elas por muito tempo, elas foram a maioria quando iniciou o nosso planeta. Aos poucos isso veio diminuindo, diminuindo. Hoje nós entramos num numa fase de regeneração aonde tá mais ou menos 50. A gente tem 50% de frequência positiva e de 50 negativa. Que que eu quero falar com isso? Quem começa a melhorar precisa contribuir para que a frequência negativa diminua e a positiva aumente. Quando ele fala desse exemplo dessa pessoa que percebeu que ele ficou dessa forma, né, sofrido por conta da falta da caridade, a gente precisa às vezes ampliar um pouco essa história e verificar que primeiro, se eu me encontro numa situação aonde eh com verdade ou não eu me sinto rejeitado, ignorado, invisibilidad invisibilizado, é porque de alguma maneira Eu também me desconectei da frequência do amor, do afeto, do carinho, correto? Como que acontece isso? Vamos lembrar, a gente nasce simples e ignorantes e aí a gente tem o livre arbítrio. Só que o livre arbítrio ele não me garante eh liberdade absoluta, né? Todos nós sabemos na vida que algumas coisas nós vamos ter, outras nós não vamos ter, que não cabe tudo ao mesmo tempo. Alguns espíritos, quando a vida não dá alguma coisa, eles se resignam, aceitam e tentam evoluir. Outros não aceitam e se revoltam. Se acham injustiçados, se acham preteridos, rejeitados, abandonados. Não é assim que funciona? Esse espírito que se acha rejeitado, ele vai começando a fazer um processo de desconexão da lei da vida, da realidade da vida, porque a vida é assim para todo mundo. Eu nunca encontrei, não sei vocês, alguém que pode dizer assim: "Ah, tudo que eu quis na vida eu recebi". Não existe isso, né? Mas alguns espíritos não aceitam isso e aí eles começam a entrar num processo de revolta. A misericórdia de Deus vai ainda amparando e fazendo com que esse espírito possa ser possa eh demover essa ideia e começar a perceber que sim, ele é
e aí eles começam a entrar num processo de revolta. A misericórdia de Deus vai ainda amparando e fazendo com que esse espírito possa ser possa eh demover essa ideia e começar a perceber que sim, ele é querido, mas ele não vai receber tudo que ele quer. Quando esse espírito ele se cristaliza nessa revolta, ele vai se desconectando cada vez mais e aí ele vai se invisibilizando. Primeiro é ele. É ele que não quer mais participar, é ele que não quer mais lidar. A gente vê muitos, muitos de nós às vezes não querendo participar de uma série de coisas porque a gente não aceita aquela, aquele ambiente, aquele tipo de pessoas, aquelas ideias. A gente faz esse movimento. Se eu faço isso constantemente, vai ter uma hora que eu vou me desconectar de tudo, de todos. É o que acontece com 99% das pessoas que estão em situação de rua. Essas pessoas elas foram saindo, saindo, saindo, saindo, saindo até que elas resolveram não ficar mais fazendo parte, né, do grupo da sociedade. Só que o fato dessa pessoa ficar se se invisibilizar e se desconectar não quer dizer que Deus não vê ele. Não quer dizer que Deus não ama ele. Jesus falou, né? Não fica ninguém para trás. Nenhuma das ovelhas vão ficar para trás. E aí é quando Deus começa a despertar naqueles que já passaram por esse processo ou que já tem uma consciência ampliada paraas suas leis e começa a gerar dentro deles a compaixão, a misericórdia, a indulgência, a complacência, a caridade, a fraternidade, a solidariedade. Que é o quê? É quando eu percebo que aquele ser, apesar de todas as tentativas que foram dadas para ele, ele está naquela condição às vezes de agressividade, de criminalidade, de drogadição, de de uma série de coisas de loucura, por conta de um adoecimento através da ignorância dele. E aí o que que eu faço? Eu vou tentar ver de que maneira eu posso torná-lo visível novamente, dizer para ele: "Olha, eu te percebo. Apesar de muitos não te perceberem, apesar de muitos te ignorarem, te criticarem, né, te rejeitarem, eu te
ver de que maneira eu posso torná-lo visível novamente, dizer para ele: "Olha, eu te percebo. Apesar de muitos não te perceberem, apesar de muitos te ignorarem, te criticarem, né, te rejeitarem, eu te percebo e eu vou te dar alguma coisa boa de mim para ti, que é o meu olhar, o meu afeto, a minha vibração, a minha energia, um pão, um ovo ou um chocolate, um cobertor, qualquer coisa. A partir daí, eu estou sendo instrumento de Deus, dizendo para ele: "Meu filho, mesmo que você queira se esconder, mesmo que você queira ficar distante, eu estou aqui." Então, assim, eh, é preciso também que as pessoas aceitem a caridade que a vida nos traz. Ainda ontem a gente comentava no outro grupo agora que a gente tava, a gente entregou eh isso é a minoria, tá? Mas existe. A gente atende por noite cerca de 400 pessoas quando a gente sai paraas ruas. E alguns deles eu digo que são pessoas que têm eh dificuldade de ouvir não. Elas não aceitam não de jeito nenhum. E aí a gente tem uma quantidade certa que a gente dá para todo mundo para poder atender todo mundo. E alguns deles querem mais. E a gente diz: "Ó, não dá aqui já tem a sua porção e tal. A gente tem que dar para outras pessoas. Se eu der para você vai faltar paraos outros". E eles ficam com muita raiva. E aí ontem tinha uma moça que recebeu e aí depois ela jogou o o pão com ovo no chão, jogou as coisas e logo depois veio um outro uma outra pessoa em situação de rua que já tinha recebido, foi lá e pegou o pão que ela jogou. Ou seja, toda energia positiva que a gente oferecer ao mundo, se um não quiser receber, o outro recebe. E isso é muito importante pra gente entender que quando a gente faz caridade, a gente não vai receber só gratidão, a gente vai receber incompreensão, a gente vai receber revolta, a gente vai receber agressividade. Eu não sei se todos vocês tiveram a oportunidade de ver o vídeo o o filme da vida do Divaldo Franco. Tem uma das cenas que ele tá entregando na rua alguma coisa junto com o outro rapaz e o cara pega, acho que
ei se todos vocês tiveram a oportunidade de ver o vídeo o o filme da vida do Divaldo Franco. Tem uma das cenas que ele tá entregando na rua alguma coisa junto com o outro rapaz e o cara pega, acho que não sei se é um coisa de fezes e joga neles dois e o rapaz que tá com o Divaldo se revolta e quer partir para cima da da pessoa. E o Divaldo, não faça isso. Não faça isso. Aqui nós não estamos para isso. E eles continuam. Então, fazer caridade cura a nossa necessidade de dar e receber, que às vezes a gente é muito viciado nisso, né? Eu dou, mas eu quero receber. Na quando a gente faz a caridade genuinamente, a gente dá sem esperar nada de volta. Por quê? Porque a gente tem certeza absoluta que o que for dado vai chegar onde tem que chegar. E o destinatário, eh, aliás, o emissor, né, quem tá mandando essa essa energia ou o que for, não sou eu, é Deus. E Deus sabe aonde vai chegar, o que tem que chegar. Eu só tenho que ser o mensageiro, eu só tenho que entregar, né? Eh, Flaviana, eu sei que você tem perguntas do público aí, mas eu quero pegar esse gancho que o da da fala do Pedro e aproveitar para fazer a seguinte pergunta. Pedro, eh, nós sabemos que nem todo mundo tem disposição e preparo para uma atividade como essa que você faz no projeto Pom com Ovo. Eu tô lembrando de um colega de trabalho >> que sempre que eu fazia alguma campanha, ele tava sempre presente para dar o que tivesse, alimentação, dinheiro, tal. Mas um dia eu convidei ele para nos acompanhar numa instituição que a gente atendia a época, que fica lá no Recanto das Zemas. E ele disse assim: "Ricardo, eu te dou o que você precisar, mas não me peça para ir nesses lugares não, que eu não vou, né?" Ele dizia que ele não tinha estômago para aquilo, ele não tinha condições para aquilo. Outras pessoas não participam em função de uma certa comodidade. Não, eu já vou na comunhão, eu faço a minha doação mensal e tô satisfeito com isso, né? Outros dizem: "Não, eu já tenho, eu já participo de uma atividade mediúnica, eu já tenho uma
a certa comodidade. Não, eu já vou na comunhão, eu faço a minha doação mensal e tô satisfeito com isso, né? Outros dizem: "Não, eu já tenho, eu já participo de uma atividade mediúnica, eu já tenho uma atividade no centro e vou ficar por aqui mesmo. O que você diria para essas pessoas que estão confortáveis na naquilo que elas oferecem sem nenhuma crítica de antemão, né? Apenas uma fala sua. O que dizer para essas pessoas que estão confortáveis naquilo que já oferecem? mas que não se permitem um passo à frente, um contato direto com o sofrimento. Uma coisa é eu dar uma roupa que eu sei que vai aquecer alguém em algum lugar. Outra coisa, eu estar em contato com essa pessoa. Em termos de troca de energia e de aprendizado e de cura, o que a tua experiência nos diz? >> Tem um espírito zobeteiro dizendo aqui que é para falar assim: "Aorda, garoto". Mas tem os outros que dizem: "Não é, é meio assim". Olha só, primeiro, é melhor fazer alguma coisa do que não fazer, ok? Qualquer ação que você faça direcionada pro bem para ajudar é meritória. Ajuda tanto quem recebe quanto quem doa. Mas aí nós temos as divisões, as categorias, né? as nuances disso. Eh, nós temos a caridade material, né? você pega o que tem na sua casa ou doa dinheiro e e passa adiante. Você tem a caridade eh familiar, né, que você faz com a sua família, ajuda as pessoas que estão, seja emocionalmente, seja espiritualmente, seja materialmente, e você tem a caridade para aquelas para com aquelas pessoas que não tem como te dar nada em volta, que você não tem nenhum nenhuma possibilidade de troca, correto? Você não conhece as pessoas, as pessoas não te conhecem, mas você sabe que elas estão sofrendo e você vai lá e doa. Existe a caridade vibracional, energética, existe. Inclusive, muitos grupos de oração fazem isso, muitas pessoas individualmente fazem isso. E essa caridade é muito importante porque é doação de energia, né? É doação de ectoplasma. Pessoas que rezam pela paz do mundo, né? Pela nas catástrofes, pelas crianças, pelos
ividualmente fazem isso. E essa caridade é muito importante porque é doação de energia, né? É doação de ectoplasma. Pessoas que rezam pela paz do mundo, né? Pela nas catástrofes, pelas crianças, pelos órfãos, pelos prisioneiros nos presídios. Isso é muito importante também. essas esse tipo de caridade, a caridade que é feito com espíritos desencarnados através das reuniões mediúnicas, acolhendo eles, levando eles para as colônias de tratamento, pro centro de tratamento, os passes que são feitos depois das palestras, tudo isso é caridade e é muito importante. Agora tem uma caridade que eu apelidei de caridade na linha de fogo. É você ir até a miséria do outro. Você ir até o outro que está num estado de muita dor, de muito sofrimento. E aí pode ser qualquer tipo, pode ser criança, pode ser adolescente, pode ser idoso, pode ser adulto, pode ser mulher, pode ser enfermo, pode ser presidiário, quem quer que seja. você ir até um outro ser humano que você não pode trocar, que você não conhece, e você entrar em contato com o drama dele, para mim essa caridade, ela é a mais intensa em termos de transformação. Por quê? Porque lá a gente percebe o mundo real. A gente consegue ir da camada mais baixa até a camada mais cima. a gente começa a ter referenciais corretos paraa gente perceber como é que funciona a vida, entende? É óbvio que o que o Ricardo falou é verdade. Nem todo mundo vai poder estar em condições físicas, emocionais, psicológicas, né, para ir até essas pessoas. Mas se você puder ir no asilo, no orfanato, qualquer canto ou até mesmo na rua conversar com alguém, faça. Faça isso. Por quê? porque isso vai te transformar muito. Eu vou eu vou contar uma história aqui. Eh, o projeto Pancovo tem 8 anos e antes disso eu não eu não vi a rua como eu vejo hoje. Meu olhar sobre a rua é totalmente diferente. Eu tinha muita raiva, para não dizer outro nome aqui, de flanelinha, de morador de rua. Para mim, eu achava que era tudo criminoso, bandido, que estorcava, estorqueu as pessoas.
totalmente diferente. Eu tinha muita raiva, para não dizer outro nome aqui, de flanelinha, de morador de rua. Para mim, eu achava que era tudo criminoso, bandido, que estorcava, estorqueu as pessoas. E uma vez a minha filha é jornalista e ela saiu de um supermercado e tinha um morador de rua, uma pessoa de situação de rua e ela sentou lá e começou a conversar com ele. Ela ficou uma hora e pouco conversando com ele. E depois eu encontrei ela, ela disse: "Pai, encontrei uma pessoa assim, assim, ela começou a falar da história dela e eu fiquei pensando assim: "Cara, como é que a minha filha consegue sentar de um lado de um cara que ela não conhece e conversar, trocar a experiência de vida e eu não consigo?" E aí eu não sei dizer para vocês o que que aconteceu, mas Deus foi lá e disse assim: "Tá, então eu vou te colocar em contato direto com eles." E de maneira totalmente aleatória, minha esposa veio de um projeto social aonde ela ela tinha levado pães para doar e sobraram 40 pães. E ela volta para casa e diz assim: "Pedro Paulo, a gente vai pegar esses pães, eu vou fazer uma garrafa de café, a gente vai levar lá na rodoviária para dar pros moradores de rua". Aí eu disse: "Tá bom. Aí eu disse assim: "E o que que tu vai botar no pão?" Ela disse: "Manteiga". Eu disse: "Manteiga, pão com manteiga e gordo gosta de sustância, né? Gordo não gosta de uma comida simples, ele gosta de uma coisa que enche o bucho da gente." Aí eu disse: "Não, eu vou comprar uma cartela de ovos, eu vou fritar os ovos, porque pão com ovo é muito melhor do que pão com manteiga." E a gente foi. E isso se desdobrou hoje numa coisa que a gente não sabe nem aonde vai chegar. Mas assim, só para dizer para vocês de que essa experiência ela vai transformando a gente. Hoje eu e minha esposa, a gente viaja em alguns momentos, quando a gente consegue viagem, a gente para uma noite, um dia e vai pra rua entregar as coisas em qualquer lugar que a gente tiver. Até fora do país. A gente foi uma vez, teve uma oportunidade e quase que a
a gente consegue viagem, a gente para uma noite, um dia e vai pra rua entregar as coisas em qualquer lugar que a gente tiver. Até fora do país. A gente foi uma vez, teve uma oportunidade e quase que a gente foi, só que a gente não tinha tempo, porque a gente não consegue mais ser insensível a isso, entendeu? Independentemente se é criminoso, se é traficante, se é vagabundo, como muitas pessoas chamam, não interessa. É um ser humano, é um irmão meu, é filho do mesmo pai que eu sou. Eu não sou distinto de ninguém. E se meu pai cuida de mim, cuida das minhas filhas, cuida da minha família, porque eu não posso cuidar de um filho dele? seja um morador de rua, seja um um um presidiário, seja um enfermo, seja uma criança, uma um órfão, sabe? Eu acho que a gente precisa compreender essa essa essa conexão de de família espiritual, que Jesus trouxe isso muito bem, né? Jesus foi um dos maiores exemplos nesse sentido. Não dá para eu falar que eu sou cristão na minha cabeça, tá gente? Não dá para eu dizer que eu sou cristão se eu sou insensível à dor das pessoas que eu estou vendo que sofrem muito mais. E óbvio que eu não vou salvar o mundo, não é isso. Mas eu preciso colocar na minha rotina, na minha agenda, na minha filosofia de vida, essa atividade de retribuir pra vida o que ela me dá, que eu chamo de fluxo, né? Então assim, eu acho que cada um deve dar, não importa como, mas é muito importante você ter essa experiência que eu tô falando de ir até a linha de fogo, sabe? Pra gente sentir e perceber e ser transformado. Tem um um filme que eu sempre falo chamado A lista de Schindley. É um filme antigo, preto e branco, inclusive. É um, é um filme fantástico para demonstrar essa transformação que a caridade na linha de fogo faz com a gente. Vou dar um spoiler rápido. Ele tava na época do do nazismo e ele era um empresário, né? Ele começa a criar uma fábrica, eu não vou lembrar tudo, mas eu acho de panela. E ele começa a contratar os judeus para serem trabalhadores para ele. E quando ele contrata os judeus, ele tira
rio, né? Ele começa a criar uma fábrica, eu não vou lembrar tudo, mas eu acho de panela. E ele começa a contratar os judeus para serem trabalhadores para ele. E quando ele contrata os judeus, ele tira os judeus da morte, né? do holocausto, da das câmeras de gás e tudo mais. E ele começa fazendo isso sem sem ter a sensibilidade, sem ser caridoso, generoso, nada disso. Ele vai fazendo isso por um negócio até. E no meio disso ele começa a perceber que ele tá salvando dezenas, centenas de vida. E aí uma das últimas cenas do filme mostra ele olhando pro pro anel dele, que valia muito, e ele começa a chorar. Isso depois de ele ter salvo, sei lá, centenas, milhares de vidas, ele começa a chorar porque ele poderia ter trocado o anel dele por mais três vidas. Era o preço que valia quando ele comprava, né, os os judeus. E ali ele ele começa a chorar porque ele já foi totalmente impactado pelo pelo sentimento da caridade, pelo sentimento da empatia, sabe? pelo amar ao amar ao próximo como a si mesmo. Eu acho que isso, eu particularmente, eu sou suspeito a falar, eu não tenho dúvida de que a caridade, seja ela e qual nível for, principalmente a de linha de fogo, ela faz com a gente, ela transforma a gente muito, muito mesmo. >> Excelente, Pedro Paulo. É, quando eu fiz essa pergunta e instiguei o Pedro a fazer esse comentário, eu estava pensando naquelas pessoas que muitas vezes se ressentem eh conforme o personagem do filme, A lista de Schindler. Ah, eu podia ter feito mais, né? Mas cada um tem seu limite, né? A gente não pode esquecer que a caridade começa aqui, começa em nós, né? Como quando Jesus disse que nós devemos amar ao próximo ele disse, como é que a que a gente deve amar ao próximo? Como a nós mesmos? E cada um de nós tem seu limite, tem suas competências, tem seus talentos, né? Então, não é todo mundo que tem condições psicológicas, emocionais de adentrar um presídio para fazer uma visita num presídio. >> Sim, isso bem. >> De adentrar uma um um hospital de crianças com câncer, por exemplo, e e
undo que tem condições psicológicas, emocionais de adentrar um presídio para fazer uma visita num presídio. >> Sim, isso bem. >> De adentrar uma um um hospital de crianças com câncer, por exemplo, e e fazer uma visita à aquelas crianças ou a idosos. Então, a gente precisa ter o mínimo de autoconhecimento, saber os nossos limites e fazer aquilo que está ao nosso alcance. E não fica olhando pro outro, não. Ah, mas o Pedro Paulo, vai ele e a esposa com um projeto para outro. Ah, eu queria fazer isso. Não, não é por aí, né? O Pedro Paulo tem a experiência dele, as condições dele e cada um de nós tem a nossa. Se você não consegue doar pão com ovo, doa só pão ou só ovo. Se você não consegue levar 50 pães com ovos para a rodoviária, veja na sua rua se aparece alguém e você faz aquela doação. E ele falou uma coisa muito interessante. O principal ambiente e e me corrija se eu estiver errado, Paulo, o principal ambiente para a gente começar a praticar caridade é dentro de casa, né? Não é por acaso que nós temos a esposa que temos, o marido que temos, os filhos que temos, os vizinhos que temos. Não é por acaso. A gente foi plantado naquele ambiente com a indicação da natureza de sermos úteis ali. Se a gente perceber que pode ir um pouco mais, aí sim a gente vai extrapolando, né? Mas a prática da caridade na linha de frente, como para usar a expressão que o Pedro utilizou, não é uma decisão a ser tomada intempestivamente. Ah, não tô fazendo nada, eu vou fazer isso. Não é por aí, né? >> É, é importante que você tá falando, né? Eh, primeiro, quando você vai pra linha de fogo, você não pode sozinho, porque senão você não aguenta, tá? Normalmente se associa um grupo, vá junto com pessoas que já têm experiência fazer esse processo, porque dependendo como ele falou, da sua estrutura emocional, da sua estrutura familiar, da sua estrutura social, você pode ter dificuldades e problemas. Tem um livro muito importante chamado um terço da vida do Vanderle Oliveira e da Irmã De Fux, irmãs, nunca consigo falar o nome
miliar, da sua estrutura social, você pode ter dificuldades e problemas. Tem um livro muito importante chamado um terço da vida do Vanderle Oliveira e da Irmã De Fux, irmãs, nunca consigo falar o nome dela, >> irmã, ela é uma irmã, né? Eu chamo ela irmã de que eh tem um hospital em cima de São Paulo chamado Hospital Esperança que ele atende, olha só, tem uma ala só para atender trabalhadores espíritas doentes, adoecidos. E muit das vezes isso acontece primeiro porque a gente usa a caridade como uma fuga. Eu acho que é uma das pautas, né, que você ia trazer aí. Eu já fiz isso. Eu já fugi através da caridade das minhas obrigações individuais e familiares. E não deu certo. Não dá certo. Se você achar que, ah, não, agora a comunhão é o Alecrm dourado, eu vou viver na comunhão, minha família não me quer, eu tenho problema. Não faça isso, porque você vai estar negligenciando uma responsabilidade muito grande. Venha pra comunhão. Utilize tudo que você pega na comunhão para resolver seus problemas em casa, correto? Porque senão você vai ficar eh eu acho assim, por exemplo, um cara como Chico, como Divaldo, se a gente perceber, eles não tiveram mulher, eles não tiveram filho. Qual é a missão dele? o mundo, a sociedade. Quem tem uma família tem que cuidar da sua família, tem que trabalhar junto com a sua família. Pedro Paulo, mas a minha família não aceita nada. Quando eu falo trabalhar, é no sentido de você ter o tempo para cada situação. Eu já tive momentos em que eu fazia caridade o tempo todo. Todo mundo batia nas minhas costas, achava lindo, bonito e tudo mais. Quando eu chegava em casa, a minha mulher também me chamava de bonito, mas ela não falava bonito positivo, né? Ela disse bonito, né? Lá fora todo mundo te acha o bamb bamb aqui dentro tu não dá conta. E ela tinha razão. E quando nós viemos para pra Brasília, nós somos de Manaus, nós chegamos aqui há quase 15 anos atrás, eu tomei uma decisão. Eu me afastei de todos os trabalhos espirituais que normalmente eu fazia. O único, a única coisa que eu
a Brasília, nós somos de Manaus, nós chegamos aqui há quase 15 anos atrás, eu tomei uma decisão. Eu me afastei de todos os trabalhos espirituais que normalmente eu fazia. O único, a única coisa que eu fazia era vir aqui assistir palestra. Só eu não assumi nenhum trabalho porque eu disse: "Agora eu tenho que cuidar da minha casa". E eu fiquei uns dois ou três anos eh fazendo esse processo até que a minha própria esposa chegou e disse assim: "Agora tá na hora de tu voltar para teus trabalhos". Só que aí eu vim com ela. Hoje eu e ela nós participamos junto porque era preciso fazer um trabalho dentro de casa primeiro. Era preciso que eu me entendesse com ela. Eu, principalmente, ela já se entendia comigo, eu não. E hoje, graças a Deus, ela consegue vir comigo. Apesar de ela ser católica e eu ser espírita, ela é simpatizante do espiritismo. Mas a gente consegue fazer muitos trabalhos juntos. Eu respeito toda a crença dela, ela respeita a minha. Mas no ponto da caridade a gente converge. Só que a gente converge olhando também para dentro de casa, entende? Então tem que ter esse equilíbrio dentro desse processo. E isso é um processo, é uma conquista que a gente vai fazendo a partir de uma percepção que a gente tem sobre isso. Se eu, se eu quisesse, se eu pudesse, eu ficava o tempo todo fazendo caridade, o tempo todo fazendo palestra, o tempo todo distribuindo comida. Isso para mim é é extremamente prazeroso. Só que eu não tenho só isso na minha vida, eu tenho outras coisas que eu também tenho que fazer. E graças a Deus hoje essas coisas estão sendo equilibradas e e convergentes. E eu não faço essas coisas sozinho, de qualquer jeito, sem organização, sem planejamento o tempo todo. Por exemplo, esse nosso trabalho a gente faz de 15 em 15 dias. Por quê? Porque o gasto energético é muito alto. Muito alto. A gente entrar numa cracolândia, como nós entramos ontem lá em Seilândia, com aproximadamente 50, 60 pessoas em estado de drogadição, é algo muito forte, muito intenso. Eu não consigo ir lá com o grupo toda
e entrar numa cracolândia, como nós entramos ontem lá em Seilândia, com aproximadamente 50, 60 pessoas em estado de drogadição, é algo muito forte, muito intenso. Eu não consigo ir lá com o grupo toda semana, por exemplo. Eu não consigo ir lá todo dia. Eu não consigo. Ninguém consegue, entende? Então é preciso que a gente saiba também isso que o Ricardo tá falando, a questão dos limites, a questão da percepção, porque senão uma coisa que a gente tem uma boa intenção, a gente termina causando um prejuízo pra gente e para quem tá ao redor da gente e a gente tem que saber delimitar esse processo. >> Excelente, Pedro. Flaviana, perguntas do público. >> Tem muitas manifestações aqui, mas antes, só pegando um gancho no que vocês falaram, eh, às vezes a gente não consegue ir pra linha de frente, mas, por exemplo, aqui na comunhão tem inúmeros trabalhos voluntários. temos mãos estendidas que trabalham com os as pessoas em vulnerabilidade, tem os trabalhos que são feitos eh de condução do passe. Tudo isso é um exercício de caridade que nós podemos, né, eh ir aos poucos eh fazendo a nossa autotransformação. E quando nós começamos a fazer esses trabalhos voluntários, a gente começa também a perceber dentro de casa, poxa, eu faço tanto bem aquilo com outro, as pessoas gostam de estar, por que que eu não posso fazer o mesmo em casa? Então nós é um vai vai sendo uma troca, né, e um exercício e um aprendizado. Por isso que é importante nós fazermos esse exercício de caridade. Mas vamos lá. Nós temos duas questões que estão, né, se convergem aqui que falam, uma fala assim: "Por favor, poderia falar sobre a melancolia constante?" E aí eu completaria, né? como a caridade pode, né, ajudar nessa melancolia constante. E a outra é como entrar num processo depressivo próprio, como não entrar num processo depressivo próprio com a vida, tendo um contato tão próximo com pessoas num estado de miséria tão pesada? Como então se proteger dessa baixa vibração? >> Tá? Eh, tem uma historinha que é
num processo depressivo próprio com a vida, tendo um contato tão próximo com pessoas num estado de miséria tão pesada? Como então se proteger dessa baixa vibração? >> Tá? Eh, tem uma historinha que é engraçada. Eh, ele falou que eu sou psicólogo clínico, né? E chega no momento da terapia e eu adentro nessa parte espiritual, não espírita. Porque assim, dentro da metodologia da psicologia, a gente trabalha com os pilares de vida e um dos pilares é a espiritualidade, né? Seja qual religião você tiver ou não tiver nenhuma religião, que espiritualidade não é sinônimo de religião, né? Espiritualidade para mim é você compreender os princípios espirituais e praticá-los. E isso cria um campo energético tua volta que te favorece. E aí quando eu adento nesse processo, eu verifico se a pessoa, né, faz prática da caridade ou não, etc. Aí às vezes as pessoas não, não faço. Aí eu digo: "Olha, tem uma coisa aqui que pode te ajudar". E aí ofereço pouco ovo. Então pouco ovo às vezes tá cheio de paciente meu ou ex-paciente que receberam alta. E a minha filha mais nova, ela é muito metódica, ela diz assim: "Pai, tu vai perder a tua carteira de psicólogo, porque tu não pode fazer isso, porque o CRP vai te caçar". Eu digo para ela, mas é a parte prática da terapia, né? tem a parte teórica lá no consultório e a parte prática eu mando ou pro pão com ovo ou para qualquer coisa que você faça que que você trabalha a caridade. E com essa experiência eu já vi vários pacientes melancólicos, depressivos, com dificuldades emocionais se transformarem na prática da caridade. Pedro, só a prática da caridade resolve isso? Não, mas é uma ferramenta muito poderosa para isso. Eu costumo falar que estão dois processos, a reforma íntima, que é que requer a questão do autoconhecimento, da da das mudanças dos padrões comportamentais negativos e a caridade, os dois juntos, entendeu? Mas que transforma essas emoções negativas, transformam. A segunda pergunta que ela falou: "Pô, eu já tenho uma dificuldade emocional, eu vou entrar em contato com
caridade, os dois juntos, entendeu? Mas que transforma essas emoções negativas, transformam. A segunda pergunta que ela falou: "Pô, eu já tenho uma dificuldade emocional, eu vou entrar em contato com essas com essa realidade? Isso pode me causar prejuízo?" Pode, se você não tiver num grupo que já tenha um aparato de experiência, que já tenha uma energia positiva em volta, que já tenha um certo tempo que a espiritualidade tá envolvendo. Porque aí o que que acontece? Quando você entra num grupo dessa forma, ainda que você tenha dificuldade, ele vai blindar a tua dificuldade para você doar aquilo que você pode, porque não existe nenhum rico que não possa receber e nem um pobre que não possa doar. Só que quando nós estamos num estado depressivo ou melancólico, a gente acha que a gente não tem nada para doar. Só que aí quando a gente vai num num num trabalho desse, a gente percebe que tem gente que tá muito pior do que a gente e que às vezes só o ato de eu estar lá, só o ato de olhar pra pessoa e me compadecer com a dor do outro, eu já estou oferecendo algo muito valioso para ele. E aí o que que acontece? Essa pessoa sente isso e ela vira para você e te agradece, te abençoa. É o que a gente mais acontece na rua. Quem trabalha com crianças, a gente já teve oportunidade de participar de um projeto chamado Formiguias da Alegria, que trabalhava com as crianças na estrutural. Quando a gente chega numa periferia com as crianças, elas grudam em gente, elas colam na gente de tanta carência afetiva que elas têm, de tão desesperadas que elas estão, do inferno que elas vivem dentro de casa. Porque normalmente a maioria das famílias ou não sei, não sei qual o senso de saúde mental, mas saúde mental em periferia é muito baixo. Nós vamos ter muita disfuncionalidade junto com a miséria, com a pobreza material. E as crianças são as que mais sentem. Então, quando você vai até essas crianças, elas colam você. É como se elas elas tivessem com uma tábua de salvação da energia que você leva pelo
pobreza material. E as crianças são as que mais sentem. Então, quando você vai até essas crianças, elas colam você. É como se elas elas tivessem com uma tábua de salvação da energia que você leva pelo fato de est lá. Mas se você tem um comprometimento, voltando pra pergunta psíquico, muito grave, é preciso que isso também seja considerado e seja contextualizado. Se você foi para esse para esse trabalho e você se sentiu pior, você tem que ver o que que tá acontecendo, porque pode ser que você tenha que esperar um pouquinho mais. para você poder participar. Então, existem várias vários contextos para serem avaliados. Agora, que quando algumas pessoas, ainda que se acham muito fracas, muito impossibilitadas de doar alguma coisa, elas vão para ato de caridade, normalmente elas voltam de lá com algo muito melhor e isso pode transformar a energia que tem dentro delas. Tem mais? Eh, nós temos uma pergunta bem interessante. Por gentileza, comentar o texto abaixo. Há uma crítica no YouTube em que o palestrante afirma que é a ideia da frase sem caridade não há salvação. É a frase do Kardec, né? Fora da caridade não há salvação. Eh, sentimento, sentimento às pessoas que talvez não possam, em consequência não não ter a salvação, alguma coisa nesse sentido, né? Sem a caridade, não a salva. E o sentimento das pessoas em relação a isso, né? Que não que que não podem e em consequência não terão salvação? >> É, a gente é porque às vezes fala essa palavra salvação, né? E parece uma coisa absoluta e não é, né? A gente precisa sempre ampliar o o a reflexão. Eh, eu acho que, como eu falei no início, a salvação que a gente eu vejo que todos nós precisamos, que não é um processo de salvação, mas é um progresso de evolução, né? É a gente sair da ignorância eh e e desenvolver as nossas potencialidades como espíritos. E aí entra a caridade, entende? Eu acho que nós fomos criados dentro de uma lei chamada lei da evolução, em que tudo tudo evolui, tudo progride, nós também. E a caridade, eu
cialidades como espíritos. E aí entra a caridade, entende? Eu acho que nós fomos criados dentro de uma lei chamada lei da evolução, em que tudo tudo evolui, tudo progride, nós também. E a caridade, eu vejo que é eh a caridade máxima é o coroamento do coletivo de potencialidades que o espírito pode ter. Por exemplo, quando a gente vê um espírito como o Chico, Chico Xavier, em que ele é a caridade, tudo que o Chico fez, tudo que o Chico exala, tudo que o Chico fala, todos os exemplos que ele deu, é de um de um homem de bem, o espírito de bem que tem no evangelho, né? E ele coroa isso, ele como é que ele reflete, como é que ele materializa isso tudo na caridade, na empatia, na sensibilidade em relação ao outro, né? Que é o amor, que é o amor árgape, né? Que é o amor fraternal, que é o que Jesus fez. A gente não nos encontra uma linha lá na Bíblia, diz assim: "Jesus parou e saiu de férias no deserto". O que ele precisava ir para um resort. A cabeça dele tava muito cheia por causa que os fariseus estavam perseguindo ele. Ou então Jesus aplicou na bolsa pro investimento dele ser melhor. Ou então Jesus construiu um prédio cheio de kitete para lugar para poder pegar a caravana dele e sair andando. Porque esses espíritos quando eles chegam nesse nível, primeiro eles sabem que o material vai chegar para eles. Segundo, eles são extremamente simples nas necessidades materiais deles. E terceiro, eles são potências espirituais e amorosas e caridosas, porque eles já desenvolveram, eles já não estão mais preocupado com as coisas mundanas necessariamente. Eles usam as coisas mundanas para potencializar o espírito. É diferente. E nós ainda estamos desenvolvendo, nós estamos nas primeiras classes desse alfabeto chamado amor. Então, quando ele fala salva, ele, eu penso que salva do nosso egoísmo, que é horrível. É horrível o nosso egoísmo. É horrível o nosso orgulho. Você quer ver uma coisa que é que eu eu eu fico pensando assim? Se não tinha como fazer uma um transplante, né? Tira um orgulho
que é horrível. É horrível o nosso egoísmo. É horrível o nosso orgulho. Você quer ver uma coisa que é que eu eu eu fico pensando assim? Se não tinha como fazer uma um transplante, né? Tira um orgulho pequeno, bota um tira um grande, bota pequeno. O milindre que o orgulho traz pra gente. Você já pararam para pensar nisso? Como a gente fica milindrado, como a gente fica ofendido, quando a gente fica, sabe, triste, deprimido, porque o orgulho fica dizendo pra gente que a gente tem que ser X, Y, Z, sendo que a gente não é isso. Como seria muito bom se a gente não tivesse isso, né? Se a gente progredisse normalmente, mas se a gente fosse contente com que a gente é. Esses dias eu tava falando pra minha esposa, cara, eu sou muito feliz com o que eu sou hoje, porque eu nunca imaginei, eu nunca pensei que eu fosse ser psicólogo. Eu fiz várias coisas na vida. Eu vim ser psicólogo, eu tô com 52 anos, tem 11 anos que eu sou psicólogo. Eu entrei na faculdade de psicologia com 35 anos. E eu sou muito grato com tudo que a vida me trouxe. Ah, Pedro Pal, você pode crescer mais, você pode fazer mais coisas, pode, pode ganhar mais dinheiro, pode fazer, pode, mas eu tenho que também me regogizar e reconhecer tudo de bom que a vida me oferece. Eu tenho uma esposa, eu tenho duas filhas, eu tenho uma casa, eu tenho um carro, eu tenho um salário. Tenho a possibilidade de estar aqui compartilhando isso, ouvindo isso junto com os espíritos. Tem muita coisa boa, tem muita coisa ruim, tem, tem que melhorar muita coisa, tem. Mas eu acho que essa salvação ela se dá nisso. E quando você começa a perceber essa questão da caridade, você começa a transceder essas necessidades que o orgulho e o egoísmo impõe para você. Eu converso com pessoas que sofrem muito. Eu tenho a possibilidade de olhar o porão da alma das pessoas. E eu vou falar uma coisa para vocês. As pessoas que mais sofrem são as pessoas que estão mais apegadas, mais materialistas e menos caridosas. As pessoas que menos sofrem são as pessoas mais caridosas e que
vou falar uma coisa para vocês. As pessoas que mais sofrem são as pessoas que estão mais apegadas, mais materialistas e menos caridosas. As pessoas que menos sofrem são as pessoas mais caridosas e que transcederam as necessidades materiais. Essa essa é uma é uma é uma relação diretamente proporcional, ou melhor, inversamente, eu acho. Mas pode falar >> aqui tem um lindo relato. Sempre fica um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas, né, de uma linda música. Quando comecei a vir assistir as palestras aqui na comunhão aos sábados, senti o convite para contribuir com o próximo. Então, consegui enxergar a necessidade de ajuda em um projeto com deficientes visuais e contribuo até hoje ativamente, guiando-os em atividades físicas no parque. Tenho contribuído e crescido muito ao lado deles. Parabéns. >> Essa música é muito bonita, né? É linda, >> fica sempre um pouco de perfume. >> Perfume, >> Pedro, nós estamos a 5 minutos do >> acabou, né, >> do término do nosso tempo, mas eu gostaria que você fizesse um comentário sobre os desafios que é a gente manter uma prática de caridade numa sociedade marcada pelo individualismo. É, eu não sei como espírita, eu me prendo muito às nossas atividades. Eu não sei como é que é a visão de caridade, essa visão que você está nos trazendo para o público aí fora de maneira geral, né? Então, como fazer isso? como levar essa proposta que nós estamos oferecendo aqui neste momento para que nós consigamos atingir o máximo de pessoas a fazer as pessoas repensarem esse essa importância que elas dão a essa relação com os bens materiais. Eu acho que tudo é uma questão da lei de atração. E a lei de atração, ela começa com a minha disponibilidade. Se eu quiser começar a me atrair ao mal, basta eu me disponibilizar pro mal. Basta eu começar a desejar coisas que me autodestruam que vai acontecer. Se eu quiser começar a atrair o bem, se eu quiser começar a atrair a reforma íntima, se eu quiser começar a me inspirar, por exemplo, no Chico, no Divaldo, Amado Teresa, em Jesus, basta
vai acontecer. Se eu quiser começar a atrair o bem, se eu quiser começar a atrair a reforma íntima, se eu quiser começar a me inspirar, por exemplo, no Chico, no Divaldo, Amado Teresa, em Jesus, basta eu me disponibilizar. E o que que é disponibilizar? eu começar a dizer paraa vida: "Olha, eu quero fazer, eu quero ser isso, eu quero buscar isso." Só que essa disponibilidade ela não vai ser eu fazer, eu me disponibilizar e acontecer, não. É um processo. Por exemplo, uma pessoa quando ela se vicia em droga, ela se vicia no primeiro momento que ela usa droga? Não, ela tem todo um processo para ela virar dependente daquele químico. A mesma coisa pro bem. Eu falo pra Tati e a minha esposa, digo: "Tati, é muito difícil fazer o bem, não é fácil". Sabe por quê? Por causa do nosso egoísmo, por causa do nosso egocentrismo, por causa do nosso orgulho. A partir do momento em que a gente supera isso, aí começa a ficar fácil. Aí começa a fazer sentido, sabe? E eu acho que eh respondendo a tua pergunta, Ricardo, sobre a questão do individualismo, né? Faça você, faça você de maneira simples. Ele falou agora de uma situação de um cara que eu conheço. Esse rapaz, ele passou pelo nosso projeto, o nome dele é Renan, hoje ele mora no Rio de Janeiro. É um homem de bem, sabe? homem de bem do evangelho. É ele. É ele. A gente apelida ele de padre que teve um médium lá que viu que ele foi padre em outras vidas. Então a gente chama ele de padre e ele me chama de general. Por que será, né? Aí ele foi para lá, ele faz o pão com ovo lá, só que numa quantidade menor. Mas olha só, todo dia ele separa um lanche e ele sai, ele vai na, ele mora em Copacabana e ele trabalha ali na Urca, é próximo. E ele vai, ele ia de bicicleta e ele saía com um lanche. E esse lanche, a primeira pessoa que ele encontrasse na rua e tivesse com fome, ele ia dar. Todo dia ele faz isso, entende? Então é uma questão de disponibilidade. E eu acho assim, quando a gente vai se disponibilizando, a espiritualidade vai colocando a gente no que a gente, no que
ia dar. Todo dia ele faz isso, entende? Então é uma questão de disponibilidade. E eu acho assim, quando a gente vai se disponibilizando, a espiritualidade vai colocando a gente no que a gente, no que eu chamo de rede de afeto. Você vai começando a trair um bocado de gente. Quando você vê, você tá rodeado de gente que também tá fazendo a mesma coisa, sabe? vai aparecendo agora mesmo. Nós nós estávamos numa reunião mediúnica aonde nós estávamos conectado com um grupo que cuida de crianças órfãos de guerra na África e nós fizemos um trabalho de sustentação espiritual e de desobsessão pro grupo deles, entende? Não tem fronteiras. Aliás, eles são do Fraternidade Sem Fronteiras. Não tem fronteira, porque eh a todo esse processo que a gente tá falando de ir até a linha de fogo ou de não ir ou de dar o dinheiro ou de rezar ou de vibrar, tudo é energia. Se você se disponibiliza a isso, por exemplo, um dia desse eu soube de uma senhora que ela assistia TV e ela assistia aqueles programas eh sensacionalista que tinha acidente, tragédia, morte, não sei o quê e tal, tal. E aí perguntaram dela: "Por que que a senhora assiste isso, né? já achando assim que seria negativo. Ela disse: "Porque eu fico rezando por todas essas pessoas, pelo assassino, pela vítima, pela pela viúva, pela família. Olha só que coisa interessante. Ela tá transmutando energia ali, ela tá na linha de frente da casa dela, ela tá indo na linha de fogo, entendeu? É só uma questão da gente perceber. E aí eu falo o seguinte, comece a experimentar isso de maneira sistêmica, porque às vezes a gente faz a a caridade sazonal, né, de de evento do final do ano, do dia das do do das crianças, não sei o quê, que funciona quando tem uma desgraça, funciona, você tem que fazer. Só que a gente precisa fazer isso recorrentemente. Por quê, gente? Porque isso nutre o nosso espírito, isso autorregula as nossas emoções. Eu hoje não sou um cara com a minha saúde mental 100%, mas uma coisa eu sei, se eu não tiver as minhas atividades
or quê, gente? Porque isso nutre o nosso espírito, isso autorregula as nossas emoções. Eu hoje não sou um cara com a minha saúde mental 100%, mas uma coisa eu sei, se eu não tiver as minhas atividades espirituais ou caritativa, a minha saúde mental vai cair muito, porque eu já vivia assim, eu já sei como é que era, entendeu? Então, experimente, comece a fazer, faça uma vez no mês e se comprometa. Não vai ser fácil. Quando você começar a fazer, você vai ter dor de barriga, você vai adoecer, você vai cair, vai acontecer de tudo para você não ir, de tudo, porque é a sua prova. Ou vocês acham que quando os apóstolos seguiram Jesus foi fácil ficar lá no meio do deserto, andar não sei quantas léguas, ser preso, ser isso, ser aquilo, não foi. E essa é a nossa prova. Não que a gente tenha que sofrer, não, mas essa é uma prova, sabe, do comprometimento que a gente tem com isso. Gente, infelizmente o nosso tempo acabou. Nós só temos que agradecer ao Pedro Paulo pela sua disponibilidade, pelos seus exemplos, pela por trazer pra gente a sua experiência nessa área tão difícil de mudança, né? Porque ser espírita, eh, eu, eu, eu digo espírita de gabinete, né? A gente todo mundo lê o livro no conforto da sua casa, vem aqui assiste uma palestra no conforto do nosso auditório, mas chega um momento em que a gente precisa começar a experimentar, sair um pouco da teoria para a prática, né? independente de a prática ser na nossa própria casa, como nós já comentamos, ou na linha de frente, como o Pedro acabou de dizer. Eu espero que vocês tenham gostado da nossa temática de hoje. Eh, a casa está à disposição para aqueles, como a Flaviana já falou, que se dispuserem, que quiserem eh começar a participar de algum grupo de de caridade, procurem a nossa a os canais competentes da comunhão, começando pela recepção. >> Diretora. É, e tem a diretoria, né, de promoção social que fica aqui. Essa é uma casa azulzinha que fica aqui do lado e tem essa parte de trabalho com a com a linha de frente também, né, com as
ão. >> Diretora. É, e tem a diretoria, né, de promoção social que fica aqui. Essa é uma casa azulzinha que fica aqui do lado e tem essa parte de trabalho com a com a linha de frente também, né, com as pessoas com vulnerabilidade, com as famílias que necessitam e tem inúmeros trabalhos voluntários na casa também, né? >> Ótimo. E se não for na comunhão, que seja aí outra instituição qualquer que vocês se sentirem mais afinizados, tá bom? Muito obrigado pela participação de todos vocês. Obrigado aqueles que nos acompanham pela internet. Um grande abraço a todos e nós vamos finalizar com a prece que será feita pelo pelo Pedro. por favor, Pedro, >> vamos agradecer a Deus pela oportunidade da vida, elevar nosso pensamento a ele, agradecer a todos esses amigos e irmãos espirituais que nos acompanham, mas principalmente agradecer a dois espíritos que são os nossos maiores referenciais de amor, de caridade, de benevolência, que é Jesus e Maria. Mãe de Jesus, que os teus exemplos, que o teu amor, que o vosso amor ampare a nossa mente, o nosso coração, nos fazendo nos sentir verdadeiramente amados, acolhidos, amparados, consolados. E possamos sentir a suavidade, a misericórdia, a caridade que vocês têm para conosco. e através dessa experiência genuína de um verdadeiro amor, que possamos também nos sensibilizar para quem está ao nosso lado, a fim de que através da nossa transformação, nós também possamos ser instrumento de luz, de afeto, de amparo para com todos aqueles que precisam. E que quando a gente sirva como instrumento da luz e da misericórdia de Deus, nós também possamos reter essa luz. para amparar as nossas feridas, as nossas deformidades, as nossas dificuldades. Deus, eu só quero agradecer pelo teu plano maior de amor, de evolução para com todos nós e que hoje, através dessa breve reflexão, eu consiga perceber a tua caridade para comigo e desenvolver a caridade para com meu irmão. Muito obrigado por tudo. Que assim seja. >> Forte abraço a todos. A gente se vê no próximo mês no Comunhão Inspira de
a perceber a tua caridade para comigo e desenvolver a caridade para com meu irmão. Muito obrigado por tudo. Que assim seja. >> Forte abraço a todos. A gente se vê no próximo mês no Comunhão Inspira de Setembro, certo? >> Tenho tenho só uns avisos, tá? >> Eh, eu gostaria de convidá-los paraa nossa amra de arte e cultura que acontecerá no final de semana, no dia 5, 6 e 7 de setembro. Nós vamos ter artesanato, pinturas mediúnicas, teatro, muito teatro, muita peça, poesia. Teremos a Mais também, teremos o Luís Ru como palestrante no sábado. Então, todos são convidados. Muito obrigada a todos e até a próxima. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário
ha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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