A FÉ DIVINA E HUMANA - Ênio Francisco [COMUNHÃO INSPIRA]
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Estamos aqui para mais um comunhão neste mês de julho, conforme anunciado, estamos recebendo o nosso amigo Enio Francisco, ele e a sua esposa vieram, Gisele vieram lá de Goiânia. Sempre um prazer tê-lo aqui conosco, Hio. Mas antes de chamar o Hion pro nosso bate-papo, que hoje nós vamos falar sobre a fé divina e a fé humana, quero dar as boas-vindas a todos vocês, dar as boas-vindas à aqueles que nos acompanham pelo nosso canal e pela rádio eh perdão, pela nossa TV e pela rádio comunhão. e aqueles que nos acompanharão posteriormente pelo nosso canal no YouTube. Repetindo, mais uma vez, o nosso programa é uma entrevista, eh vocês poderão participar enviando perguntas para o nosso convidado. Tem uma colega nossa voluntária que está ali de azul com papel e caneta na mão, se alguém quiser fazer alguma pergunta. E aqueles que nos acompanham pela TV Comunhão também podem fazer o seu encaminhamento da questão, que o nosso amigo Wagner, que está hoje substituindo a Flaviana, eh encaminhará a pergunta para o nosso convidado. Tá bom, Wagner? Tudo bem? Seja bem-vindo para o Comunhão Inspira. >> Obrigado, Ricardo. É um prazer estar aqui com vocês nesse programa assim tão dinâmico. >> OK. Tem algum aviso, Wagner? >> Sim, temos alguns avisos. >> Então, por gentileza, fale dos avisos e na sequência você já faz a prece inicial, por favor. >> Tá? Obrigado, Ricardo. Um bom programa para todos. Primeiramente queria agradecer a tia Norma e ao Paulo Xavier, que sempre carinhosamente harmonizam o nosso ambiente, tocam junto com esses anjos aqui presentes para que possamos estar preparados para este programa. Os avisos são rápidos. Nós temos o atendimento fraterno, a comunhão espírita de Brasília, agora com um novo dia, novo horário, que é aos domingos, né, das 17:30 às 19:30. E os demais dias de segunda a sábado, nós temos ali no nosso painel o contato ali, os horários, dias, tudo certinho. Você possa tirar uma foto e guardar esse horário. Temos nossos grupos também de assistências, que é os grupos de apoio fraternos, que
i no nosso painel o contato ali, os horários, dias, tudo certinho. Você possa tirar uma foto e guardar esse horário. Temos nossos grupos também de assistências, que é os grupos de apoio fraternos, que é o grupo Acolher, o grupo Viver e o grupo de dependência química. Também temos ali no nosso painel na entrada todos os horários, dias e contatos para disposição. Temos a nossa campanha do agasalho. Para quem sabe atendemos 150 pessoas, 150 famílias e 40 moradores de rua que temos o grupo acolher as sexta-feiras aqui toda manhã que acolhemos. Eh, gasalho masculino e feminino, infantil e adulto, podem ser entregue na portaria da comunhão em horário comercial. E demais informações, temos também todos os avisos ali no nosso painel ali de entrada. Convido aqueles que estão nos assistindo a ativar as notificações, seguir a nossa página, compartilhe, mande para um amigo, para aquele grupo para a gente ouvir eh divulgar o evangelho do Cristo à luz da doutrina espírita. Lá na entrada temos também um Qcode com os nossos canais e também com o canal da comunhão do WhatsApp, aonde você é notificadamente todos os dias dos programas. das palestras públicas, dos estudos e das matrículas que estão se iniciando. Vamos para a nossa prece final para passar a palavra para os nossos queridos Ricardo e o seu convidado. Vamos fechar os nossos olhos, nos colocar diante da espiritualidade amiga aqui, nos conectarmos com esse ambiente, a essa equipe que trabalha todo esse ambiente que foi harmonizado pela tia Norma, pelo Paulo Xavier, com suas músicas que entraram em nosso coração e nos acalmaram, dizendo: "Pai amado, mestre Jesus, queridos amigos espirituais e guard Obrigado pelo bom ânimo e pela oportunidade de estarmos aqui nesta casa de prece conduzida espiritualmente pelo nosso diretor espiritual, Dr. Bezerra de Menezes e toda a sua equipe, nesse auditório no qual leva o seu nome, aonde aqui estamos para o devido tratamento. que possamos nos manter em oração e em prece durante todo o programa e tirando
rra de Menezes e toda a sua equipe, nesse auditório no qual leva o seu nome, aonde aqui estamos para o devido tratamento. que possamos nos manter em oração e em prece durante todo o programa e tirando aquilo que é para nós, aquilo que neste momento toca o nosso coração e a nossa alma, dando graças a Deus e graças a Jesus que o nosso irmão Ricardo Honório, com o seu convidado Eno possam estar inspirados pelos bons espíritos. E assim seja. Bom programa todos. Peço que mantenham só os celulares em modo silencioso, aqueles que puderem desligar, para que não tenhamos nenhuma interferência durante a fala dos nossos irmãos. Passo a palavra para você, Ricardo. Muito obrigado. >> Obrigado, Wagner. Bom, agora sim quero bater um papo com o meu amigo Hio Francisco. Quem não conhece o Heno ainda, o Enio, ele é palestrante espírita já há algum tempo. Ele é psicólogo, é também formado em filosofia e atualmente ele está à frente da coordenação da área de comunicação da Federação Espírita do Estado de Goiás. Então, é um trabalhador espírita de longa data e de um elevado quilate, digamos assim. Fico muito feliz de recebê-lo, Willio. Seja bem-vindo, >> Ricardo. Boa noite. Boa noite a todos. É uma alegria muito grande estar aqui na comunhão espírita mais uma vez e que Jesus possa nos auxiliar nessa tarefa. >> Com certeza vai nos auxiliar. Hêno, e o que você nos traz, Enion, antes de iniciarmos aqui as nossa, a nossa entrevista, o que você nos traz de novidades lá das bandas do Goiás? Ô, Ricardo, eh, a novidade que nós temos é o nosso 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás, que no próximo ano, nosso congresso tradicionalmente sempre foi no carnaval, né? Então, nós tivemos uma experiência no ano passado fora do período do carnaval e em 2000, ano passado, não, no congresso passado, que foi esse ano, né? >> Eh, no ano que vem nós voltaremos para o período do carnaval, facilita, né, as pessoas de fora de Goiânia a participar do nosso evento. E o nosso tema central será Jesus e Kardec para os tempos
né? >> Eh, no ano que vem nós voltaremos para o período do carnaval, facilita, né, as pessoas de fora de Goiânia a participar do nosso evento. E o nosso tema central será Jesus e Kardec para os tempos atuais. Então esse congresso de 2026, ele pretende fazer um aprofundamento na obra de Allan Kardec. E para isso nós teremos o Simão Pedro, o Alberto Almeida, Severino Celestino, né, e a Mais Braga que estará conosco também, né? Então, nós já estamos com as inscrições abertas e aqueles que quiserem participar que faça a sua inscrição. Ótimo, excelente novidade. Muito bom. Bom, vamos bater um papo agora sobre o tema que a gente se propôs a falar, fé, a fé divina e a fé humana. O que a gente pode entender por isso? O que a gente pode entender por fé divina e fé humana? Bom, eh, se você me permite, né, e os nossos irmãos, já que nós vamos abordar a fé luz da doutrina espírita, eu gostaria de trazer uma definição de espiritismo. Pode ser, >> por favor. O nosso querido Casimiro Cunha, numa psicografia do Chico Xavier, ele nos diz assim: "O espiritismo é uma luz gloriosa, divina e forte, que clareia toda a vida e ilumina além da morte. é uma fonte generosa de compreensão compassiva, derramando em toda parte o conforto da água viva. É o templo da caridade em que a virtude oficia, em que a bênção da bondade é flor de eterna alegria. É uma árvore verde e farta, nos caminhos da esperança, toda aberta em flores e frutos de verdades e bonanças. é a claridade sublime do bem que aniquila o mal. É o chamamento divino da vida espiritual. Se buscas o espiritismo, norteia-te a tua luz. O Espiritismo é uma escola e o mestre amado é Jesus. Bom, então à luz dessa doutrina, né, eh o que nós podemos definir assim de uma forma breve é que a fé divina é quando nós acreditamos em Deus e na ação da espiritualidade na nossa vida. E a fé humana é quando nós acreditamos nas nossas próprias potencialidades, né, que nós vamos explorar mais adiante, né? Ótimo. Quando eu crescer, eu vou querer ter uma memória assim como a do Enio,
. E a fé humana é quando nós acreditamos nas nossas próprias potencialidades, né, que nós vamos explorar mais adiante, né? Ótimo. Quando eu crescer, eu vou querer ter uma memória assim como a do Enio, né, para decorar esses poemas. Não é só esse que ele sabe não, hein? Já ouvi o Eno declamar poemas aqui belíssimos. Ótimo, Enio. Mas eu fico pensando, Heno, o a fé, eu acho que muita gente, muitas vezes a gente ainda confunde, mistura um pouco a fé com com sentimento, né? Eh, fica uma coisa assim meio nebulosa quando a gente traz a fé para o campo da razão. Qual é o papel da razão? eh na construção e na manutenção da fé. Podemos falar de fé racionalmente. Eu eu percebo que a fé que se distancia da razão, ela não tem alcançado os seus objetivos nesse plano que nós vivemos. Porque vamos pensar o seguinte, Ricardo. A cada 40 segundos nesse mundo que nós vivemos, uma pessoa desencarna em função de um suicídio direto. A cada 45 minutos aqui no nosso país, no Brasil, uma pessoa desencarna eh por suicídio, né? E para cada suicídio onde a pessoa alcança o seu objetivo, nós temos 13 tentativas de suicídio. Dentre essas pessoas que fazem a tentativa, pelo menos oito dessas pessoas voltam a tentar um suicídio novamente e uma boa parte dessas pessoas alcançam o seu objetivo, que na visão materialista é a morte, né? Então, hoje nós temos um um planeta de expiações e provas, onde o sofrimento, a angústia e o desespero predomina, onde as pessoas estão assim totalmente perdidas. Quando elas não entram no suicídio direto, elas entram no suicídio indireto, chafurdando nas questões da sexualidade desequilibrada, da dependência química e outras viciações. E nós ainda queremos manter as pessoas dentro de uma prisão cavernosa. Aí no caso nós nos lembramos da caverna que Platão cita no mito da caverna, eh, através de uma fé cega. Então, a razão ela atende aquela possibilidade que Emanuel nos diz sobre fé no livro Consolador, quando ele diz que ter fé é a possibilidade de mergulhar na luminosa energia de
através de uma fé cega. Então, a razão ela atende aquela possibilidade que Emanuel nos diz sobre fé no livro Consolador, quando ele diz que ter fé é a possibilidade de mergulhar na luminosa energia de acreditar em Deus. Porém, o Evangelho segundo o Espiritismo nos diz que a característica fundamental da fé, a luz da doutrina espírita dessa fé inabalável, é a capacidade da nossa fé de encarar a razão face a face em qualquer época da humanidade. Então não dá para você dissociar fé e razão, porque quando você tem uma fé irracional, é uma fé cega e leva-nos para um caminho que seria uma espécie de moral de rebanho, né? A fé que a doutrina espírita propõe é aquela fé que nos liberta e ilumina os nossos o nosso olhar diante das dificuldades que vivemos. Então, fé e razão é a base da fé espírita. Ótimo. Perfeito. E a fé divina? É possível ter fé humana sem ter fé divina? >> Bom, eh filosoficamente, né, numa visão materialista, por exemplo, como alguns autores do existencialismo, né? O existencialismo, ele teve uma primeira base que foi uma base cristã com Kikegard, porém o que fluiu em termos de existencialismo foi com Jean Paul Satre, né, o filósofo francês que era ateu, né? Então, o existencialismo ele trabalha o homem, independente da espiritualidade para despertar a suas próprias possibilidades, né, eh, através da assumência da responsabilidade pela própria existência. Mas quando nós transcendemos para o campo da espiritualidade, nós percebemos assim que na realidade a ideia, a proposta de Jesus e de outros pensadores religiosos é exatamente ampliar a nossa fé divina, né? Eh, ampliando a nossa visão de Deus, a fim de podermos assim entender que somos também uma centelha divina. E enquanto centelha divina, somos seres de potencialidades, né? Então a fé divina ela possibilita a fé humana. Ótimo. Eh, eu tenho uma outra pergunta para fazer nessa mesma sequência de ideias, Zenor, mas eu queria aproveitar o teu conhecimento da filosofia para trazer uma questão para o nosso tempo. É, é quando a gente
eu tenho uma outra pergunta para fazer nessa mesma sequência de ideias, Zenor, mas eu queria aproveitar o teu conhecimento da filosofia para trazer uma questão para o nosso tempo. É, é quando a gente pega pessoas da nossa faixa etária, nós estudamos, nós nos formamos eh eh na escola, na faculdade, numa época em que a gente olia ou queimava as pestanas, né, como se dizia nos livros, ou a gente não conseguia ir muito longe. Hoje em dia as coisas estão muito fáceis. Eh, se você quer uma informação, você não precisa ler um livro, você vai no Google, ele te dá resposta pronta. Eh, agora com a inteligência artificial, ela te dá eh artigos prontos, te dá tudo pronto. E por outro lado, a gente vê eh uma cultura, eu posso estar enganado, é uma percepção que eu tenho, uma cultura nos jovens que eles e aí muitos adultos também não querem se demorar muito tempo sobre um livro para buscar uma informação, querem tudo muito pronto. E você me trouxe aí as referências de alguns filósofos, né, Kikergard, Sartre, etc, etc. Que análise você faz de como nós podemos ainda nos utilizar da filosofia que exige leitura, exige reflexão para atingirmos determinado nível de compreensão numa sociedade atual que não está muito salvo ou melhor juízo, não tá com muita disposição para fazer esse tipo de trabalho. de de busca, de estudo, de pesquisa, de reflexão. Eu estou enganado nessa percepção ou é isso mesmo? E a gente tem um problema a resolver? >> Eu acredito que nós temos sim ser um problema a resolver, né? Na viagem de Goiânia para Brasília, eh, eu estava até conversando com a minha esposa, né? E a pergunta que eu fazia a ela era a seguinte: como é que nós sobrevivemos antes do GPS, né, do ali do do Acer do Google Maps e tal. Eh, e é interessante porque aí nós entramos numa fala sobre como é que nós estudávamos no nosso tempo, né? Então, quando você ia fazer um trabalho, fazer uma pesquisa nos nossos tempos de de faculdade, eh você tinha que entrar numa numa biblioteca, você tinha que escolher o livro pela
s no nosso tempo, né? Então, quando você ia fazer um trabalho, fazer uma pesquisa nos nossos tempos de de faculdade, eh você tinha que entrar numa numa biblioteca, você tinha que escolher o livro pela afinidade do tema, do nome do livro com o assunto que você queria, estudar no índice do livro ali e depois você buscar o conteúdo que você precisava, né, pro trabalho que você precisava desenvolver. Hoje em dia nós temos as coisas assim muito fáceis. Eu sou professor de psicologia e às vezes nós cobramos alguns trabalhos, né? E alunos que são alunos de especialização em psicologia, às vezes eles trazem os trabalhos, né? E a gente tem que fazer observação. Falei assim, ó: "Mas você nem se deu ao trabalho de fazer algumas modificações daquilo que que a internet te deu, né? Porque realmente nós estamos com uma certa dificuldade aí e nós precisamos estimular o pensamento filosófico porque o próprio Aristóteles ele dava uma definição de filosofia dizendo que filosofia implica no abandono do senso comum e no despertar da consciência crítica. E isso é possível pelo PATOS, que é a capacidade de espanto e indignação do indivíduo, né? Então, quando as coisas não nos cobram uma amizade com a sabedoria, nós vamos ao longo dos tempos perdendo essa capacidade de filosofar, não é? Nós vamos nos mantendo numa algema psíquica, né? E o espiritismo, enquanto doutrina filosófica, ele nos estimula a esse pensamento, não é? Porque senão nós somos conduzidos eh pelo pensamento de outrem. Enquanto que o espírito erastos no livro dos médiuns, ele diz assim que é preferível rejeitar 10 verdades a aceitar uma mentira. Então esse pensamento filosófico, ele nos ajuda a nos livrar de determinadas situações enganosas que esse mundo atual propõe para nós. Aí então nós temos um problema a resolver aí nesse campo. >> OK? Vamos perseguir na busca da solução desse problema. Wagner, tem alguma pergunta do público? >> Temos duas perguntas. Tem uma aqui no chat e temos uma aqui, eu vou fazer a primeira aqui que me foi entregue.
perseguir na busca da solução desse problema. Wagner, tem alguma pergunta do público? >> Temos duas perguntas. Tem uma aqui no chat e temos uma aqui, eu vou fazer a primeira aqui que me foi entregue. A pessoa ela diz o seguinte, primeiro ela faz um raciocínio, depois pergunta: "Eu penso que o espiritismo acaba diminuindo a nossa fé, uma vez que diz que estamos nesse mundo para evoluir e as nas provas e expiações. Visam essa evolução. Acredito nisso. Se temos que passar pelas provas, não tem como ter fé que as coisas serão melhores. >> Aí depois que você respondeu, faça outra. >> Aham. Bom, é interessante, né, quando nós falamos em expiações e provas, eh, e que isso diminui a nossa fé dentro de uma proposta de evolução espiritual, eu entendo que o espiritismo nos conduz para um outro caminho, não é? Porque vamos pensar o seguinte, no livro dos espíritos, na questão de número 621, Allan Kardec, ele pergunta se onde é que está escrita a lei de Deus? Aí os espíritos dizem a Allan Kardecinte, que a lei de Deus ela está registrada na consciência. Então, se nós passamos pelas expiações e consequentemente pelas provas, que são ferramentas divinas para o nosso crescimento espiritual, é porque todos nós que aqui estamos, nós ainda todos nós assim, pelo menos a grande maioria, né, ainda se encontra na condição de transgressor à leis, né, quando nós falamos que é uma condição de transgressão, porque essa lei ela tá registr Ada na consciência. E é por esse motivo que nós temos depressões, é por esse motivo que nós temos transtornos como transtorno bipolar, transtornos eh ansiosos e psicóticos e por aí vai. Então, eu entendo que a doutrina espírita ela nos mostra onde é que está a causa, né, dos sofrimentos e das dificuldades pelas quais passamos. E qual é o sentido da prova ao longo da nossa existência? Então, quando você pensa de uma forma mais raciocinada, a proposta espírita, ela nos fortalece nessa jornada de evolução espiritual. Agora, é claro, se nós sairmos do Espiritismo, nós vamos ter uma noção de
quando você pensa de uma forma mais raciocinada, a proposta espírita, ela nos fortalece nessa jornada de evolução espiritual. Agora, é claro, se nós sairmos do Espiritismo, nós vamos ter uma noção de divindade, né, especificamente de Deus antropomórfico, né, que é aquele Deus do Velho Testamento, aquele Deus imagem e semelhança do homem, onde ele surgia diretamente e conversava e punia um e salvava outro, né, dando uma impressão de que havia uma proximidade maior, Mas Jesus Cristo vem e diz assim: "Vós sois deuses", né? Quando Jesus ele diz, "Vós sois deuses", nós entendemos o que ele quer dizer quando nós lemos o Evangelho Segundo o Espiritismo, lá no capítulo 19, no item 12, num num item que chama-se A fé divina e humana. Quando o espírito protetor é ele que escreve o texto, quando ele encerra esse texto, ele diz assim: "Eu repito: a fé é divina e humana, e se todos os homens estivessem bem persuadidos da força que trazem em si, e se usassem essa força a serviço da vontade, seriam capazes de realizar coisas que até hoje são chamados de prodígios, mas que nada mais são do que o desenvolvimento das potencialidades humanas, não é? Então, eh o que o Espírito protetor tá dizendo é o que Jesus diz quando ele fala da fé humana, dizendo: "Vós sois deuses", né? Isso está registrado em Lucas, na fala de Jesus, mas também está registrado no livro de Salmos, no Velho Testamento. Então, a doutrina espírita, ela fortalece a nossa fé. Excelente. Eh, eu estou lembrando e eu agradeço a pergunta e e por que que eu agradeço? Eh, uma vez eu recebi um, não sei se foi bem uma crítica, mas um comentário, né, de um ouvinte. Eh, eu tinha acabado de fazer uma palestra e depois falando comigo, ela disse: "Não, porque vocês espíritas, vocês entendem a vida assim, as coisas tudo certinha, né? Tem explicação para tudo, tá tudo certinho, tudo, enfim". E eu não vejo a vida desse jeito. Eu acho que a vida para mim é tão bagunça, é tudo muito bagunçado, a gente tem que tá eh tentando acertar, enfim.
xplicação para tudo, tá tudo certinho, tudo, enfim". E eu não vejo a vida desse jeito. Eu acho que a vida para mim é tão bagunça, é tudo muito bagunçado, a gente tem que tá eh tentando acertar, enfim. E eu falei, é realmente do ponto de vista espírita é tudo certinho, tudo no seu lugar. E por uma razão muito simples, é que o universo, a vida humana, o nosso planeta, ele não está a deriva. Apesar de parecer caótico, em essência, ele não é caótico, porque ele segue leis que mantém a sua existência. Então, a percepção caótica está em que observa, ou seja, a a desconexão não está no planeta nem nas leis que o regem, mas está em nós. Uma tem umas duas semanas, um colega me procurou pedindo orientação que ele achava que estava com processo obsessivo. Encaminhamos ele aqui para esta casa. Eh, ele fez o tratamento desobsessivo, eh, já faz uns dois meses isso. E não foi identificado nada, né? Olha, não tenho nenhum processo de obsessão. E ele dizia comigo, mas eu tô me sentindo desequilibrado, desarmonizado, etc. E aí eu encaminhei para ele o a gravação do último comunhão inspira que nós tivemos aqui com o Dr. Wesley, que falava, que falou sobre autoobsessão. Quando nós somos os nossos próprios algozes, nós somos os nossos próprios obsessores, nós nos tiramos do nosso equilíbrio, né? Ele assistiu essa aquela entrevista e ele disse que tinha aberto algumas possibilidades de autocorreção, né? Ou seja, quando nós compreendemos que a vida está subordinada a determinadas leis, as chamadas leis divinas, e quando nós resolvemos aceitar essas leis como orientadoras do nosso modos operand a dia, nós começamos a ver luz onde só tinha trevas. a gente começa a perceber que há uma saída para os nossos problemas. E quando nós percebemos essa saída, a nossa fé se fortalece, porque a gente começa a perceber que a gente não está só no mundo, que nós não fomos jogados aqui e cada um salve-se como puder, não. Que Deus está conosco nas nossas angústias. Só que Deus não está conosco, conforme o Eno falou, conforme consta lá
está só no mundo, que nós não fomos jogados aqui e cada um salve-se como puder, não. Que Deus está conosco nas nossas angústias. Só que Deus não está conosco, conforme o Eno falou, conforme consta lá no Antigo Testamento, né? Um Deus que pune e um que salva outro. Não, ele está comigo do mesmo jeito que está com qualquer um de nós. E a única coisa que ele exige para que nós sejamos um pouco mais equilibrados e felizes é que compreendamos as suas leis e ajamos em conformidade com elas. Quando a gente acerta esse passo, as coisas começam a ficar mais claro na nossa vida. >> Exatamente. E assim, eh, na realidade, nós não temos tanta facilidade para seguir as leis, né? Tem uma uma questão do livro dos espíritos que me parece que é a questão 614. Se não for, eh, os nossos irmãos podem me corrigir. Mas ali naquela questão, Allan Kardec, ele pergunta assim: "O que que nós podemos entender como lei natural?", né? Porque na época de Kardec estudava-se muito as leis, querendo-se compreender se existia mesmo uma lei que servisse para todos os povos, para todos os tempos, né? Então, os espíritos dizem Allan Kardec lei natural é a lei de Deus. e que é a única capaz de conduzir o homem à felicidade, porque ela diz exatamente o que ele deve, o que ele não deve fazer. E que nós somos infelizes, né? Eh, ou somente somos infelizes quando dela nos afastamos, né? E se nós avaliarmos qual é a principal de todas as leis? A principal de todas as leis é a lei de amor. Jesus, ele disse que a lei de amor, ela estava acima de todas as outras leis, amar a Deus sobre todas as coisas, não é? E aí ele coloca uma segunda que estaria no mesmo nível, que é amar ao próximo como a si mesmo, né? como a ti mesmo. Então, eh, se a lei que rege o universo, as leis que regem o universo são capazes de nos conduzir à felicidade, na realidade, a lei de amor sendo a principal, nós sofremos porque não amamos. Então, o caminho é o amor, é aprender a amar. Agora, tem muita gente que diz que ama, mas como psicólogo, nós percebemos que as pessoas
a lei de amor sendo a principal, nós sofremos porque não amamos. Então, o caminho é o amor, é aprender a amar. Agora, tem muita gente que diz que ama, mas como psicólogo, nós percebemos que as pessoas confundem amor comodependência. Então o amor quando se tem apego, quando se tem ciúme, quando se tem controle, quando se tem posse, na realidade isso não é amor, porque o amor na realidade ele ele liberta e harmoniza. Então nós sofremos, entramos em processo de autoobsessão pela nossa dificuldade de amar. >> Excelente, Iion. Eh, você tem mais uma pergunta, não é, Wagner? >> Apareceu mais uma. Tenho mais duas. Eu vou ler aquela que eu tinha falado que é do chat. >> Tá >> aí depois que vocês fizerem o raciocínio, assim que você me passar a oportunidade, eu passo da nota à nossa irmã que fez aqui, >> por favor. Tem uma pessoa aqui no chat que ela pergunta o seguinte: "Caríssimos, como posso como podemos equilibrar na prática do dia a dia o exercício do nosso livre arbítrio com a entrega confiante à vontade divina, especialmente diante das provas da vida?" Se quiser eu repito, eu falo de novo. >> Não, mas dá para dá pra gente discutir. É interessante o seguinte, nós precisamos entender em que mundo que nós vivemos, né? Para você entender o que é livre arbítrio, a diferença de livre arbítrio e liberdade, né? E como utilizar isso, primeiro você precisa saber em que local que você está. Então, nós estamos na Terra, que é um mundo transitório, entre uma certa primitividade e um plano de regeneração. Então, esse mundo ele é um mundo de expiações e provas. Então, nesse sentido, no capítulo 3 do Evangelho Segundo o Espiritismo, diz assim: "Figure-se a terra, figure-se a terra como um presídio, um hospital, uma escola e um sítio, umação." Ou seja, ela é simultaneamente tudo isso, tá? Então, quando você compreende o por que você está nesse mundo e que você tem a sua liberdade de ação e que a lei principal ela tá escrita na nossa consciência, eu creio que não é muito difícil você
á? Então, quando você compreende o por que você está nesse mundo e que você tem a sua liberdade de ação e que a lei principal ela tá escrita na nossa consciência, eu creio que não é muito difícil você coadunar as duas coisas, harmonizar as coisas, né? A grande questão é que nós temos dificuldade de fazer escolhas, tá? A partir do momento que você escolhe seguir com Deus numa sintonia mais plena com a espiritualidade, é necessário fazer um esforço intenso para se desvencilhar um pouco dessas armadilhas que esse mundo propõe para nós, não é? >> Perfeito. Hio, >> se tiver mais algum complemento fica. >> Não, não, nenhum. É, é uma outra pergunta, depois você terminar o seu raciocínio aí eu faço ela. >> Não, pode fazer. >> Posso? O, a pessoa, ela pergunta o seguinte: primeiro, ela agradece pela oportunidade de conversar sobre a fé. Excelentes ponderações vocês estão fazendo. Ela agradece. Mas é muito difícil ter fé quando o outro sofre tanta dor, como por exemplo as vítimas de guerra, uma doença invariável de uma criança, entre tantas as outras. Como fortalecer a fé nesse mundo? Ela agradece. Obrigada. Bom, eh, como nós colocamos no início, a cada 40 segundos no mundo, uma pessoa morre por suicídio, desencarna, né? Eh, no nosso país, que é o coração do mundo e a pátria do evangelho, a cada 45 minutos, uma pessoa suicida. E tem muita gente na família que não registra o óbito como suicídio. Então nós poderíamos pensar que essa estatística ela vai muito além disso aí. A nossa fé, à luz da doutrina espírita, ela só faz sentido se for uma fé operosa. Aquela fé que diz assim: "Bom, a minha fé foi o suficiente para que eu mudasse alguns comportamentos da minha vida e agora eu posso gozar a minha plenitude em paz na minha casa, tá? Essa fé, ela não é a fé que a doutrina espírita propõe, tá? No livro dos espíritos, na questão de número 642, Allan Kardec, ele pergunta assim: "Bastará não fazer o mal para ser agradável a Deus e garantir a sua posição futura?" E aí os espíritos diziam assim: "Não é
o dos espíritos, na questão de número 642, Allan Kardec, ele pergunta assim: "Bastará não fazer o mal para ser agradável a Deus e garantir a sua posição futura?" E aí os espíritos diziam assim: "Não é necessário fazer o bem no limite das vossas condições, porquanto que serás responsabilizado por todo o mal que seja o resultado do bem que não tenhais feito." Então, se a nossa fé nesse mundo ela não é equilibrada pelo nosso desejo de trabalhar para um mundo melhor, nós vamos viver uma fé conflituosa, uma fé que se abala diante das circunstâncias da vida, porque a fé espírita é aquela fé que te estimula ao trabalho, que te coloca como agente de transformação social, para que tenhamos de verdade um mundo melhor. Então, se tem tanta gente suicidando, se tem tanta gente na dependência química, tanta gente desesperada, eu não posso me dar ao luxo de ficar fechado de um templo, dentro de um templo, sem que eu coloque esse conteúdo para fora, auxiliando as pessoas que estão desesperadas, tal como nós estávamos há um tempo atrás, quando chegamos à casa espírita, não é? Então, o sentido da nossa fé é compreender que nada acontece por acaso, que todos nós estamos eh dentro de um processo de reajustamento com as leis de Deus, que essas estão registradas na consciência e que só nos consolamos se a nossa fé for operosa. >> Obrigado. >> OK, Eno. Eu quero te fazer uma pergunta agora, até mesmo levado também por as pelas questões do nosso público. Quando quando nós temos uma fé humana, a fé em nós mesmos, né, aquela autoconfiança muito grande, uma fé humana exuberante, isso pode prejudicar um pouco a nossa fé divina, ou seja, uma fé muito exuberante que proporciona muito autoconfiança. Há algum risco nisso? Qual os limites da fé humana? >> Eu acho que o limite da fé humana é nós reconhecermos, termos um pouco de humildade e reconhecer a nossa pequenez diante da vontade divina, nãoé? eh, das ações da divindade. Quando a nossa fé humana ela é tal que nos prejudica em relação à fé divina, significa que nós nos
e humildade e reconhecer a nossa pequenez diante da vontade divina, nãoé? eh, das ações da divindade. Quando a nossa fé humana ela é tal que nos prejudica em relação à fé divina, significa que nós nos equivocamos, porque mais uma vez nos colocamos nas armadilhas do ego, né? onde nós achamos que nós somos melhores do que as outras pessoas, que nós somos autossuficientes e na realidade nós não somos, não é? Essa essa questão da fé humana e divina, Ricardo, eu me lembro de uma experiência por volta dos meus 21 anos de idade, né? Eh, não faz tanto tempo assim, né? >> Um dia desses, >> um dia desses aí para trás, né? Eu tive, eu, eu cheguei no centro espírita de uma forma muito sofrida. Cheguei no centro espírita arrebentado. Eu já havia passado por três tentativas de suicídio, passando por um processo gravíssimo de depressão e chafurdado na dependência química. Então, o Centro Espírita foi a última porta que eu tive para bater. E em função de uma experiência, logo depois que eu fui no Centro Espírita, eu passei por uma experiência de muito sofrimento, né? Eu levei um tiro na cabeça, né? Fui baleado, levei um tiro na cabeça, um que atravessou o braço e um que entrou aqui abaixo do ombro e alojou ao lado da coluna. E nessa experiência, na época, a família entendeu que seria melhor para mim sair do Brasil, né? Morar um tempo fora do Brasil para que eu pudesse me reajustar com a paz, né? Só que na minha viagem, eu fui morar em Portugal e eu levei já comigo o Evangelho Segundo o Espiritismo e vagas noções de espiritismo. E o grande detalhe é que lá eu fazia muitas orações e eu percebia que por mais que eu pedisse a Deus, por mais que eu pedisse a espiritualidade para agir na minha vida, as coisas elas não aconteciam da forma como eu desejava. sempre tinha um processo, uma recaída, um sofrimento que me frustrava, me decepcionava muito e eu entendia que a minha fé não tava funcionando. Aí uma certa feita, eu resolvi fazer uma visita a uma cidade de Portugal que chama-se Fátima. É uma cidade que tem uma
ustrava, me decepcionava muito e eu entendia que a minha fé não tava funcionando. Aí uma certa feita, eu resolvi fazer uma visita a uma cidade de Portugal que chama-se Fátima. É uma cidade que tem uma tradição católica muito forte, tem até algumas histórias de materialização de de espíritos ali, né? Eh, que deu fundamento à cidade e tal. E ali na frente do santuário tem um pátio bem grande assim. E eu tô observando um um senhor que ele via de joelhos, mas o o joelho daquele homem tava sangrando. E eu curioso cheguei para ele e perguntei a ele porque que ele tava fazendo aquilo. E ele disse que estava fazendo aquele sacrifício porque ele estava em busca de uma bênção espiritual. que eu fiz na minha mocidade ali, na minha imaturidade, quase que eu perguntei para ele, tem carona para mais um aí nessa caminhada? Porque aí eu me coloquei de joelhos, né, e segui com ele. Eu não fui até o fim, eu desisti, né, alguns metros depois, mas fiquei esperando uma parte da bênção, por exemplo. Então, eu entendi que as coisas não acontecia. E quando eu compreendi esse item 12 do capítulo 19 do Evangelho Segundo o Espiritismo, eu percebi que a cura ela surge na nossa vida a partir do nosso sacrifício que vai desenvolver em nós essa centelha divina que tá relacionada a essa fé humana. Então é necessário que a espiritualidade nos auxilie e não nos falta apoio do ponto de vista da espiritualidade. Mas muitas vezes nós entramos nas energias da espiritualidade como se tivéssemos entrando em um chuveiro para tomar um banho, abrindo um guarda-chuva, né? Então é por isso que as coisas não acontecem na nossa vida. É preciso entender que nós somos os responsáveis pela nossa transformação. Por isso que Jesus dizia em vários momentos de cura: "Levanta-te e anda, porque a tua fé te curou". >> É, é excelente essa essa questão da fé humana, né? a gente vê ainda muita gente rezando, fazendo orações, penitências, enfim, tomando passe, água fluidificada e por aí vai e faz tudo isso e vai para casa esperar a bênção chegar, né?
da fé humana, né? a gente vê ainda muita gente rezando, fazendo orações, penitências, enfim, tomando passe, água fluidificada e por aí vai e faz tudo isso e vai para casa esperar a bênção chegar, né? E e eu sempre tive isso em mim, caramba, se eu não fizer a minha parte, eh, Deus vai fazer a parte dele, mas vai faltar a minha, né? Então, a fé em Deus, claro que é importante, é imprescindível, mas se a gente não tiver a fé em nós e uma fé operosa, como você diz, e trabalhar para atingir os objetivos desejados, pouca coisa vai acontecer, né? Pouca coisa vai acontecer. Enion, eh, até que ponto o conhecimento e o científico religioso pode influenciar na construção da fé? Quanto mais conhecimento eu tiver, mais fé eu vou ter? Ou uma coisa não tá relacionada com a outra? >> Não, uma coisa ela não está relacionada à outra, né? Se nós fizermos assim uma avaliação da história do movimento espírita no nosso país, nós vamos perceber que uma boa parte dos grandes realizadores do nosso movimento, né, principalmente aqueles ali daquela região de Minas Gerais, não é? Eram pessoas que possuíam quarta série do do primário, né? Acho que hoje não fala mais assim, né? Eh, então assim, pessoas semianalfabetas que tiveram trabalhos brilhantes no campo da mediunidade, como o nosso querido Francisco Când Xavier, né, que era uma pessoa pouco desenvolvida no campo do da escolaridade, da técnica, não é? O nosso próprio companheiro Divaldo Franco, né? Eh, também não possuía conhecimento técnico a nível superior, no cursor um um curso em uma universidade e foi um grande exemplo de fé. O que vai fortalecer, Ricardo, você trouxe uma, resgatou a questão da fé operosa >> e e quando o Ricardo trouxe isso novamente, eu me lembrei do por que Allan Kardec escreveu a questão 642. Você sabe por quê? Não. >> Allan Kardec conta irmão X que ele teve um sonho quando tava ali nas madrugadas escreve elaborando as questões do livro dos espíritos. E teve um dado momento que Allan Kardec dorme no desdobramento.
> Allan Kardec conta irmão X que ele teve um sonho quando tava ali nas madrugadas escreve elaborando as questões do livro dos espíritos. E teve um dado momento que Allan Kardec dorme no desdobramento. Ele é conduzido por um amigo espiritual, uma região de muito sofrimento, de muita dor, né? E ali vendo o o sofrimento daquelas pessoas, ele começa então a questionar ao orientador espiritual se estavam ali naquele grupo de pessoas cujo sofrimento mexia muito com o tecido sutil da sua alma. Eh, os crucificadores de Jesus. E aí o orientador espiritual dizia que não, que aqueles eram ignorantes e e ao desencarnar foram acolhidos pela equipe de Jesus. Então ele perguntava se era ali, né, o os primeiros perseguidores dos cristãos também não. Eram ignorantes e foram resgatados, né? Os imperadores romanos também não foram resgatados, né? Os grandes conquistadores. E aí ele ia recordando alguns nomes para sintetizar, eu não vou citar. Até que Allan Kardec pergunta assim: "Então, quem são esses infelizes cujo sofrimento eh mexem tanto com o tecido sutil da minha alma?" E então o espírito diz a Allan Kardec: "Esses são aqueles que diziam ter fé em Jesus, mas que não colocaram a sua fé em prática". Quando Allan Kardec acorda, ele escreve a questão 642. Bastará não fazer o mal para ser agradável a Deus e garantir a sua posição futura? Não é necessário fazer o bem no limite das vossas condições, porquanto que serás responsabilizado por todo mal que seja o resultado do bem que não tenhais feito. Então, o importante é se colocar na condição de instrumento da espiritualidade para provar a nossa fé, independente do nosso grau de conhecimento. Ótimo, io. Eh, pensei essa em fazer essa pergunta, claro, visando o nosso público espírita, eh, que a gente sabe que nem todo mundo, nós não entendemos do mesmo jeito que um entende a mesma mensagem. E eu tenho visto ser ser repetida muitas vezes no meio espírita a orientação do espírito de verdade lá no capítulo sexto do Evangelho Segundo Espiritismo, quando
jeito que um entende a mesma mensagem. E eu tenho visto ser ser repetida muitas vezes no meio espírita a orientação do espírito de verdade lá no capítulo sexto do Evangelho Segundo Espiritismo, quando ele diz: "Espíritas, amai-vos o primeiro ensinamento, instruí-vos o segundo ensinamento." OK? Claro que a instrução, a busca do do conhecimento é importante, alimenta-nos, mas que não determina, não define, né? E você foi muito feliz quando citou todos esses exemplos de pessoas que não tinham eh uma, pelo menos do ponto de vista da encarnação atual, uma uma bagagem intelectual eh razoável e que nos deixaram um legado de fé, de esperança e de vivência espiritual é infinitamente maior do que muitos que já leram 300 livros, já assistiam 1000 palestras, enfim, cheios de teorias e em termos de operosidade, em termos de prática, deixando a desejar. E o exemplo que você trouxe da do desdobramento do Kardec fala muito bem sobre tudo isso. Estudar é preciso. É preciso buscar informação é necessário, é necessário. Mas se a gente não conseguir transformar isso em ação, em transformação interior para o bem e em prática do bem, tudo acaba eh em diletantismo intelectual, não é isso, n? O nosso tempo está acabando. Eu acho que alguém acelerou esse relógio hoje. Mas eu queria te fazer uma pergunta aqui, qual a importância da fé eh para a vida em sociedade e para o desenvolvimento pessoal? Qual a importância da fé para mim como pessoa? e a importância da fé para mim enquanto um cidadão, enquanto um agente social. Ricardo, eh, na realidade, a nossa fé raciocinada, ela nos auxilia no nosso, na nossa equilibração com as leis de Deus, com a leis do, com as leis do universo. Então eu percebo assim que quando você compreende o sentido da vida, por que que nós estamos aqui? O por que que nós estamos reencarnados com essas pessoas dentro dos nossos laços de consanguinidade? Quando nós entendemos qual é o nosso papel social à luz da fé que nós temos, não é? Eu acredito que realmente eh a nossa fé ela nos impulsiona a trabalhar
s dentro dos nossos laços de consanguinidade? Quando nós entendemos qual é o nosso papel social à luz da fé que nós temos, não é? Eu acredito que realmente eh a nossa fé ela nos impulsiona a trabalhar por um mundo melhor, né? Porque a partir do momento que eu entendo assim, bom, morreu, acabou, né? O que faz sentido é a vida material. Então eu vou tirar o máximo de proveito dessa vida que eu tô vivendo, independente do sofrimento ou dos prejuízos que eu vou causar ao meu semelhante. O que que a doutrina espírita está dizendo para nós, né, especificamente nessa estrutura de fé? Você é um ser reencarnado. Você é um espírito passando por uma experiência material e não uma matéria vivendo uma experiência espiritual. A nossa vida ela passa muito rápida e ela não se acaba com a morte do corpo físico. Tô vendo a sua barba branca, né? Eh, eu frequento a irradiação espírita cristã. E lá no nosso centro, eh, nós temos muitas pessoas idosas e, e lá na irradiação, a impressão que nós temos é que quanto mais velho, mais ágil para trabalhar você fica. E uma senhora, né, eh, ela chegou para mim muito carinhosa, ela chegou e falou assim: "Enion, eh, eu vou te fazer um pedido de mãe". Pode fazer. Aí ela falou assim: "Raspa essa barba branca, porque essa barba branca tá te envelhecendo muito". Aí eu caí na risada, gente muito amiga, dá um abraço nela, né? Falei: "Não, posso até atender o seu pedido, mas eu quero dizer para você que o que me envelheceu não foi a barba, foi o tempo, né? E o interessante é que o tempo ele passa tão rápido que às vezes nós nem nos damos conta e nós entendemos que nós passamos quase que uma existência brincando. Então a fé enquanto nos tornando agentes de transformação social, como diz Allan Kardec na introdução da Gênese, se séculos e séculos são segundos diante da eternidade, o que será então uma existência humana? Então, a fé, ela nos faz um cidadão diferenciado. >> Ótimo. Excelente. Mas pegando o gancho aí do pedido que a senhora fez, é interessante como
e da eternidade, o que será então uma existência humana? Então, a fé, ela nos faz um cidadão diferenciado. >> Ótimo. Excelente. Mas pegando o gancho aí do pedido que a senhora fez, é interessante como a gente se mantém preso a questão material, né? Ora, eu não sei se vocês sabem, mas eu já passei dos 30 anos de idade, né? É, não sei por que eles estão rindo, né? Eu já passei dos 30 anos de idade, então eu já fiz 60, né, graças a Deus. Ora, com 60 anos, quando eu fiz 60 anos, no dois dias depois eu estava no órgão aqui do Distrito Federal para pegar uma coisa que passou a ser um um grande objetivo para mim, que era o estacionamento, né? A plaquinha do estacionamento. Eu falei, tem que ter alguma coisa boa >> tem esse projeto. Um dia eu chego lá. >> Era o meu sonho de consumo. Caramba, fui lá, peguei a minha plaquinha, né? Aí você estaciona na vaga de 12, ainda sai assim olhando, vê se alguém tá olhando, a plaquinha tá aqui, ó, né? Consegui, chega lá, né? Mas as pessoas têm essa necessidade. Não tira a barba, né? Eu também já ouvi isso. A barba te envelhece. Eu falei: "Então quer dizer que se eu tirar a barba, eu vou ficar mais novo? Não vou ficar mais novo. A minha aparência pode até mudar, né? Mas o fato de alguém me achar mais velho ou menos velho não vai influenciar em nada, não, né? na minha, em mim, na minha essência. Interessante, o nosso tempo acabou, né? Vai ficar para pro próximo encontro. Essas outras perguntas que eu não fiz, mas as perguntas do público complementou bem e foi interessante. Wagner, temos mais algum aviso? Não, só agradecendo ao e a você pelo programa e dizendo que na próxima encarnação eu quero vir com a memória do Enion, porque eu vou te contar, viu? O livro dos espíritos tá todo na cabeça dele. O evangelho. Agora eu sei o que que ele fez em Portugal toda brincadeira. Ele leu muito. Era só isso. E agradecer pelo programa e agradecer a todos e a todos aqui pela audiência, né, as vibrações, agradecendo as explanações, a tudo. E não deixar de seguir a nossa
incadeira. Ele leu muito. Era só isso. E agradecer pelo programa e agradecer a todos e a todos aqui pela audiência, né, as vibrações, agradecendo as explanações, a tudo. E não deixar de seguir a nossa página, compartilhar e deixar as notif, ativar as notificações lá. para que esse programa possa chegar a vocês e a mais pessoas. Obrigado. Obrigado, Ricardo, pela oportunidade. >> Eu que agradeço, Wagner. Bom, para finalizar, Eno, você tem aí alguns minutos paraas suas palavras finais. E de antemão já quero te agradecer mais uma vez pela disponibilidade e a fala é sua para encerrar e fazer a prece de encerramento. >> Ah, ok, Ricardo. Eh, então vamos fazer a prece de encerramento com Confia Sempre de Mei, >> por favor. Excelente. >> Nesse mundo de expiações e provas, eh, acontece, né, até mesmo com aqueles que trabalham no movimento espírita, que dá palestra, né, que tenta vivenciar essa essa mensagem espírita. Às vezes acontece assim de você amanhecer o dia, né, e ter a impressão de que você tá mergulhado numa nuvem escura, não é? Porque nós somos todos iguais do ponto de vista da busca espiritual, né? Então, às vezes, aquela pessoa que tá na direção da casa espírita, ela passa pelos mesmos desafios que a pessoa que tá chegando. Então, às vezes nós temos eh esse momento aí. Mas para esses momentos, a nossa querida irmã Meimei, esse espírito amigo, através do Chico Xavier deixa uma mensagem para nós. Ela diz assim: "Confia sempre. Não percas a tua fé entre as sombras do mundo. Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para a frente, erguendo-a por luz celeste acima de ti mesmo. Crê e trabalha. Esforça-te no bem e espera com paciência, porque tudo passa e tudo se renova na terra, mas o que vem do céu permanecerá. De todos os infelizes, os mais deitosos são aqueles que perderam uma confiança em Deus e em si mesmos. Porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo. Eleva, pois, o teu olhar e caminha, luta e serve, aprende e adianta-te. Brilha alvorada além da
fiança em Deus e em si mesmos. Porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo. Eleva, pois, o teu olhar e caminha, luta e serve, aprende e adianta-te. Brilha alvorada além da noite. Hoje é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com a aflição ou ameaçando-te com a morte. Não te esqueças, porém, de que amanhã será um outro dia. Mei, que assim seja. Muito obrigado, Eno. Muito obrigado a todos. Que todos retornem para casa em paz. Tenhamos todos uma semana de muita luz e a gente se vê no próximo Comunhão Inspira, no último sábado de agosto. Muita paz para todos. Obrigado.
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