A Essência da Comunicação – T9:E7 | Negociar com Justiça

Mansão do Caminho 24/09/2025 (há 6 meses) 58:59 2,729 visualizações 432 curtidas

Na nona temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, a apresentadora Cristiane Beira reflete sobre a essência da comunicação, explorando como a fala, a escuta e o silêncio influenciam nossas relações e favorecem o autodescobrimento. No Episódio 7 – Negociar com Justiça, Cristiane, na introdução, justifica a escolha do tema e apresenta a origem do termo “negociação”, destacando sua relevância como fundamento da convivência em sociedade. A partir daí, o estudo se aprofunda na visão da literatura de Joanna de Ângelis, que nos inspira a adotar a justiça e o equilíbrio como bases de toda forma de diálogo e acordo. 📚 Referências bibliográficas: • Jesus e Atualidade, cap. 7 • O Homem Integral, cap. 4 • Plenitude, caps. 4 e 7 • Momentos de Saúde, cap. 2 • Desperte e Seja Feliz, cap. 2 🎬 Indicação de Filme: História de um Casamento (2019) #PsicologiaEspírita #JoannaDeAngelis #CristianeBeira #Comunicação #Negociação #Justiça #EstudoEspírita #Espiritismo #Autodescobrimento #Psicologia *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angel. O tema de hoje é negociar com justiça. Eh, são dois conceitos importantíssimos, tanto a própria negociação quanto o conceito de justiça. Então veja que já é proposital esse tema, esse essa ligação, essa relação que a gente estabelece. Porque quando nós falamos sobre negociar, sobre negócio, a gente entra num universo que ele é muito antagônico. Muitas vezes ele é amplo, mas muitas vezes ele é paradoxal. Eu posso falar em negociação com um sentido pejorativo e a gente usa muito isso, a negociação nesse sentido de eu conseguir tirar vantagem, eu tirei proveito, eu enganei o outro, pode deixar, eu vou fazer um negócio aqui. A própria palavra negócio, algumas vezes, ela vem nesse sentido, como se a gente tivesse tentando tirar vantagem, tirando, tentando tirar proveito do outro. Então, a negociação com justiça é é nesse sentido do que a gente vai falar aqui. Então, nós vamos negociar no relacionamento, mas sempre buscando o equilíbrio. É uma negociação olhando sempre pra relação ganha a ganha. A gente já parte desse pressuposto. Nós vamos falar de negociação em que eu veja tanto o meu lado quanto o do outro. A gente vai buscar negociações em que os dois saiam bem, algo que sempre acrescente, ajude os dois lados. A gente fala muito no nosso na nossa sociedade, que ainda é uma sociedade bastante bastante eh materialista e egoísta no nosso grau de evolução. A gente sempre vai para negócio tentando sair ganhando. A gente vai negociar tentando ganhar do outro. já é subentendido. A gente faz técnicas, vai desenvolver técnicas de negociação para conseguir tirar o máximo do outro, para conseguir colocar o seu lado sempre em vantagem. Então, vira uma disputa para ver quem ganha. Então, eu trouxe esse tema linkcando com justiça para já deixar bem claro de cara que não é uma negociação de quem vai conseguir vender pro outro que ele nunca jurou, que ele sempre jurou que ele jamais compraria. sabe essas técnicas de

com justiça para já deixar bem claro de cara que não é uma negociação de quem vai conseguir vender pro outro que ele nunca jurou, que ele sempre jurou que ele jamais compraria. sabe essas técnicas de negociação que faz a gente eh eh vender aquilo que é que não deveria nem ter nem ser vendido. Então não é isso. Eu não vou para negociar para conseguir convencer, para conseguir superar, para conseguir sair ganhando, para tirar vantagem. Não é disso que se trata. Isso já começou tudo errado. Isso a gente vai conseguir lá no mundo dos negócios eh selvagens, mas a gente não vai conseguir estabelecer uma boa relação se a gente vai por esse caminho. Então, por isso que eu trouxe esses dois pesos. Eu vou falar de negociação, mas sempre com a premissa de que nós estamos buscando justiça. Por isso que eu trouxe também algumas reflexões de Joana com base eh na justiça. O que que é essa justiça dentro das nossas relações? A gente precisa ser justo. Como nós trazemos ainda muitos conflitos, é comum também que nos relacionamentos a gente vá buscar sempre uma uma como se a gente buscasse sem não é consciente, mas a gente vai sempre buscar uma uma facilidade, a gente vai sempre buscar alguma coisa que é como se eu tivesse sempre num estado de carência, num estado de vitimização. Então eu sempre espero mais na relação do que aquilo que eu vou oferecer. É comum isso, precisa de muita vigilância. Por isso que eu estou insistindo nessa questão dos dois lados, porque é comum, a gente vai falar com alguém, a gente sempre vai falar mais de nós do que do outro. A gente vai olhar sempre mais as nossas necessidades do que do outro. Por quê? Porque a gente ainda carrega muitos conflitos. Jesus não. Jesus ele ia pra relação já aberto para poder oferecer mais do que ele ia receber. ele não ia nem ter condição de receber nada da gente, mas no nosso grau de evolução, a gente tem conflito, a gente tem dependência, a gente tem carência. Então, vamos admitir que quando a gente vai para um relacionamento, se eu não ligar a minha

a gente, mas no nosso grau de evolução, a gente tem conflito, a gente tem dependência, a gente tem carência. Então, vamos admitir que quando a gente vai para um relacionamento, se eu não ligar a minha atenção, eu vou ter a tendência de me posicionar mais preocupada comigo do que com o outro. Quer ver um exemplo fácil? Quando a gente vai falar, por exemplo, das dinâmicas e relacionamentos eh profissionais, então você tá conversando com funcionários, trabalham no mesmo setor, aí tá tendo algum tipo de desentendimento, o clima não tá bom, tá tendo problemas, tá? Vamos tentar resolver isso. Aí você chama fulano para conversar. Qual a chance do fulano falar da parte dele? Ai Cris, sabe o que que é? Deixa eu contar para você. Eu não tô bem. Eu deveria ter feito isso. Tô desatento. Eu tô tô bravo com outro fulano lá. Então eu acabei querendo atrapalhar ele. Quem é que fala de si para criticar o que não está bom? Eu chego para ele e digo assim: "Olha, eu sei que o clima não tá bem, tá, tem algumas coisas acontecendo aqui. Vamos, vamos reestruturar. Que que você tem para me falar? Que crítica você faz do ambiente de trabalho? Qual a chance dele criticar ele? Vamos ser bem sinceros. Qual a chance dele criticar ele? Ah, se quer saber uma crítica, eu vou falar. Sou eu. Eu que deveria fazer isso, deveria fazer mais ou deveria fazer menos. Não, ele vai falar de todos os outros companheiros, de cima, de baixo, do lado. Muito provavelmente ele não vai se incluir na crítica. Muito provavelmente. Às vezes o negócio fica tão gritante que você solta lá pro meio. Não que eu também não tenha problema, né? Como se você tivesse seentado. Tá bom. Então, por que que você não começou falando do seu problema se você sabe que você tem? Depois que você ficou duas horas metralhando todo mundo, daí no final você fala: "Não que eu não tenha problema", a gente se excusa. Veja como que é. É, é até um cinismo da nossa parte, né? Depois que a gente ficou lá criticando todo mundo, todo mundo tem problema, a gente diz lá no final: "Ah,

o tenha problema", a gente se excusa. Veja como que é. É, é até um cinismo da nossa parte, né? Depois que a gente ficou lá criticando todo mundo, todo mundo tem problema, a gente diz lá no final: "Ah, eu também tenho as minhas partes". Então, e se a gente começar falando delas, né? Então, a chance da gente chamar as pessoas para conversar e elas falarem do que o outro faz é grande, porque é isso, a gente olha para si na hora de receber, a gente olha para si na hora de se excusar, a gente olha para si na hora de se valorizar e a gente olha pro outro na hora de cutucar, de apontar, de justificar o que tá errado. Então eu trouxe a questão da justiça porque a gente precisa treinar isso, precisa treinar um olhar mais justo. Quando você abrir a boca para falar de alguém, lembra da justiça. Seja justa, Cris. Você vai falar dessa pessoa. No mínimo, você tem que ser justa de falar o que você que tá com vontade de falar, que é uma crítica, mas fale também o lado positivo dela. Ou você vai falar de alguém, Cris, seja justa. Fale do outro, mas fale de você também. Então, quando eu trago a lente, e é isso que eu queria, queria que hoje a gente vestisse a os óculos da justiça, e a gente vai falar do assunto negociar sempre com base na justiça. Eu não vou falar de negociação no relacionamento, aprender a negociar para eu poder receber aquilo que eu tenho expectativa. Não, eu vou aprender a negociar no relacionamento para que os dois lados fiquem bem, para que a gente consiga atender as necessidades, as carências, as expectativas dos dois ou de todos os envolvidos no relacionamento. Então, se a gente começar pensando na origem do termo, do conceito de negociação, de negócio, de negociar, é muito bonita, é poética, porque a gente vai lá no latim e a gente vai formar o eh a o negociação, que é negócium, né? Negócium no latim vem de neck, que é a negação, né? Negação e ótium. ósumo, que é o óscio. Então, o que que era a negação? Bom, lá no império romano, vamos falar primeiro do óstum, do ótum para depois negar o ótum.

tim vem de neck, que é a negação, né? Negação e ótium. ósumo, que é o óscio. Então, o que que era a negação? Bom, lá no império romano, vamos falar primeiro do óstum, do ótum para depois negar o ótum. O ótum era aquele tempo, a gente fala isso, né, do ócio criativo. É aquele tempo em que você não está com a mão na massa, você está mais num estado contemplativo, reflexivo, pensativo. Então, olhando com com o olhar de fora, a pessoa enxerga que eu não estou fazendo nada, porque ela não é capaz de imaginar a minha reflexão, a minha contemplação, a minha análise. Ela não vê dentro de mim. Então ela olha para mim e eu tô lá sentado olhando para uma árvore e alguém diz assim: "Que que a Cris tá fazendo?" Nada. A Cris não tá fazendo nada, tá sentado olhando pra frente. Então esse é o ótimo lá daquela época. Era um tempo dedicado à filosofia, à arte, à contemplação. Só que como é que eu posso falar que isso não é nada? Isso é tudo. Isso é muito. Isso é muito. Mas é um tempo de olhando para produção, não é um tempo produtivo em termos concretos. É um tempo muito produtivo internamente, porque eu parar para contemplar a natureza é muito produtivo para dentro, pra minha, pro meu pensamento, pra minha emoção, para tomar consciência de vida. para descobrir alguma coisa. Quantos momentos de Eureca aconteceram nesse momento de óscio, de ótimo, enquanto eu estava pro mundo parada, sem produzir coisas concretas, mas eu estava me enriquecendo dentro. Então, quando a gente fala de negócio, a gente vai falar desse não óscio. Se eu não estou no ósseo, eu estou o quê? produzindo, me movimentando pra vida. Então, quando eu estou em ócio, eu estou para dentro. Quando eu estou em negação de ósseo, eu estou produzindo para fora. Então, negócio significa, pronto, já pensou bastante, já refletiu, já contemplou, já meditou, agora vai fazer alguma coisa com o que você pensou, vai pôr em prática, vai viver, vai se relacionar. Então, negociar é como se fosse um movimento com não é é complementativo,

contemplou, já meditou, agora vai fazer alguma coisa com o que você pensou, vai pôr em prática, vai viver, vai se relacionar. Então, negociar é como se fosse um movimento com não é é complementativo, ele complementa. Então, olha que bonito que seria isso. Se eu tivesse um tempo para pensar, refletir, planejar e analisar, contemplar e depois eu pego o produto do que eu pensei, do que eu constatei, do que eu considerei e eu transformo isso em vida, em movimento, em dinâmica, em mudança. negociar tem a ver com mudar, tem a ver com pegar o estado, a situação num estado original, pensar a respeito, olhar, analisar, contemplar e agir. Aí eu fiz o o o processo completo. Eu fiz o ótimum e o negócium. Eu fiz o ótimo, o ócio, parei, pensei, analisei, ponderei, refleti e eu fui pra negociação e fiz o negócio. Fui lá, mostrei meu lado, apresentei meus argumentos, defendi o que eu acredito, integrei o que o outro pensa, escutei. Isso é negociar. O negociar é pôr em prática aquilo que você analisou primeiro. É mão na massa, é atitude, é dinâmica, é processo. Isso é negociar. Então, olha que bonito que é isso. Então, negociar não é eu ir lá tentar tirar vantagem do outro, é simplesmente eu transformar em em fatores concretos aquilo que eu primeiro idealizei. A ideia se transforma em trabalho, em ação, em movimento, na vida prática. Então é isso, a gente vai falar disso hoje, a gente vai propor essa essa esse treino para que a gente ao cuidar dos nossos relacionamentos inclua o ócio e o negócio. O ótimum e o negócio. Então o convite é esse. Pense sobre seus relacionamentos, contemple seus relacionamentos, reflita sobre seus relacionamentos, dê um tempo desse ótum, desse ócio, ou seja, para o mundo de fora e fica nesse mundo das ideias, como descrevia o o Platão, nesse mundo das ideias. Fica ali nesse mundo das ideias e e analisa, pondera, avalia, reflete, né? trabalha primeiro na sua mente, nesse no sentido de para o mundo de fora para crescer o de dentro, para enriquecer o de dentro e depois

esse mundo das ideias e e analisa, pondera, avalia, reflete, né? trabalha primeiro na sua mente, nesse no sentido de para o mundo de fora para crescer o de dentro, para enriquecer o de dentro e depois transforme isso em movimento, em ação, em atitude, negociando. Então, seria algo do tipo, querido, eu andei pensando, a gente faz isso, eu andei pensando bastante na nossa última conversa quando você tocou naquele assunto de que a gente tem, vou criar aqui alguma coisa, eu tem saído menos. A gente antes se divertia tanto e hoje a gente tá mais cansado. Eu ponderei, analisei, dediquei ótimo a isso, dediquei o ócio. E agora, meu querido, eu queria trazer para você algumas negociações. Primeiro que eu acho que tem uma questão da idade, da maturidade, muda o gosto. a gente já não tem aquela energia, antes também não tinha tantas ocupações e responsabilidades. Então eu queria acalmar os nossos corações. Não é que tem nada de errado, mas eu acho que faz parte da fase. No entanto, eu queria propor para vocês, na negociação, eu posso propor, queria propor para você que a gente criasse um momento, pelo menos na semana, pelo menos no mês, em que a gente marcasse na agenda um tempo em que a gente vai sair para fazer as coisas que a gente sempre gostou. Você topa fazer isso? Veja que tem pergunta na negociação, tem pergunta. Eu não imponho. Eu não ameaço, eu não só peço. Então veja, eu apresento o resultado do óscio, avaliei, escutei o que você falou aquele dia, fiquei pensando naquela sua conversa, né? Eh, eh, refletir e agora eu vou negociar. Então, eu apresento meus argumentos, eu faço perguntas, eu eu proponho ideias, eu dou sugestões, eu ouço a o outro lado da contraargumentação e a gente vai tentando criar, dar vida a uma situação, mão na massa, atitude, movimento, algo concreto precisa surgir. Aí eu falo: "Pronto, negócio feito, marido. Negócio feito, negócio fechado, deal inglês, né? Deal, feito. A gente agora toda semana vai ser a quarta-feira à noite, nós vamos em e no restaurante que

r. Aí eu falo: "Pronto, negócio feito, marido. Negócio feito, negócio fechado, deal inglês, né? Deal, feito. A gente agora toda semana vai ser a quarta-feira à noite, nós vamos em e no restaurante que a gente gosta, nós vamos fazer uma comidinha em casa, seja lá o que for, ou a gente vai pro cinema, quanto tempo faz que a gente não vai no cinema. Vai ser agora categorizado, categórico esse encontro nosso na semana. Então é isso que é negoci negociação. Eu fiz o óscio primeiro, parei nesses refleti, ponderei, trouxe para uma conversa meus pontos de vistas, perguntas, propostas, escuto, troco e a gente bate o martelo em alguma situação que os dois gostem, que os dois aprovem, que o que satisfaça os dois. Pronto. Isso é negociação e pode ser uma negociação difícil. Querido, outro dia você usou uma frase para mim que me machucou muito. Então eu fiz a primeira fase, ótimo. Eu pensei, analisei, conversei comigo, deixei esfriar pra emoção abaixar, pensei, fui atrás de conversar com alguém, elaborei no mundo das ideias, fiz a primeira fase do ódio. E agora eu queria conversar com você a respeito disso. Queria contar para você o que eu pensei, o que que eu avaliei, queria te propor alguma alguma mudança. Queria ouvir se para você tá boa essa mudança, se vai te atender, porque vai me atender. Eu vou negociar e depois eu vou dar a mãozinha. Negócio fechado. Ócio, negócio. Negócio fechado. A gente então vamos seguir por esse caminho. Acho que vai melhorar pros dois. Acho que nós vamos ficar melhor, a gente vai ser mais feliz, vai dar certo pros dois. a gente vai sair ganhando. É isso que é negociação. E isso, como é que a gente vive uma relação sem fazer essas análises e proposta? É como se a gente tivesse reformando o tempo todo. A gente não precisa reformar. A gente não precisa, de vez em quando lavar a nossa roupa. A gente não precisa passar a nossa roupa. A gente não precisa e limpar nosso armário. A gente não precisa pintar o nosso armário. Precisa, tudo precisa de manutenção. Não dá para

lavar a nossa roupa. A gente não precisa passar a nossa roupa. A gente não precisa e limpar nosso armário. A gente não precisa pintar o nosso armário. Precisa, tudo precisa de manutenção. Não dá para continuar com a mesma dinâmica a vida inteira. Então essa reforma é uma renovação, não é nem reforma, é renovação. A gente precisa o tempo todo renovar. E a gente usa esse processo. Eu avalio, penso, contemplo, analiso e proponho, converso, apresento, convido, faço as minhas sugestões e a gente entra num negócio e a vida vai se renovando, a vida vai se revitalizando. É essencial. Então, a negociação é mais um dos pilares para a comunicação, para um bom relacionamento. Vamos entrar, ah, só mais um ponto que eu tinha anotado aqui que é interessante. A negociação, gente, vamos lembrar que ela é base da civilização, porque nenhum ser humano até hoje consegue fazer tudo que ele precisa sozinho. Eu não consigo construir minha casa, eu não consigo, é, é tecer o lençol onde onde eu durmo. Eu não consigo plantar tudo que tá lá dentro da minha geladeira no meu e na minha dispensa. Eu não consigo construir o remédio que eu preciso tomar. Ou seja, a gente vive com base em trocas. paraa sociedade chegar no nível de tecnologia que a gente chegou hoje, de facilidade que a gente tem hoje, é porque a negociação ela foi necessária, era necessidade básica de sobrevivência. lá atrás, até hoje, assim, a gente negocia, eu vou lá no supermercado, eu estou negociando, eu levo a minha parte, que é o dinheiro, que a gente instituiu uma moeda para facilitar as trocas, porque antes era troca de espécie, a gente levava, eu planto arroz, levo meus quilos de arroz, você cria porcos, a gente troca uma coisa pela outra, só que isso dificulta muito, né? Então, a gente criou a moeda que facilita, ela integra e ela ela é valor para tudo. Com a minha moeda eu compro tanto o porco quanto arroz, quanto o remédio, quanto a roupa. Então, mas é uma negociação. Eu vou pro supermercado, eu negocio. Eu vou para um

e ela ela é valor para tudo. Com a minha moeda eu compro tanto o porco quanto arroz, quanto o remédio, quanto a roupa. Então, mas é uma negociação. Eu vou pro supermercado, eu negocio. Eu vou para um médico, eu negocio o valor dele, o valor do que eu ganho, se eu posso pagar esse médico, se eu vou ter que achar outro, se eu convênio, cobre, tudo. Tudo é na base da negociação. Então, a negociação pra civilização, ela foi questão de sobrevivência. Se o ser humano não soubesse negociar com os vizinhos lá atrás, quem plantava, quem criava, se não soubesse negociar, vamos caçarem, vamos caçar juntos pra gente conseguir abater o animal com menos esforço e depois a gente negocia. Como é que a gente divide essa carne. Tudo foi com base em negociação. A gente precisa negociar para sobreviver. Então, quanto mais a gente investir em desenvolver, melhor a habilidade de negociar, melhor a gente vive em todos os contextos, né? Então, a negociação deveria ser ensinada na escola. Agora eu pergunto, ensina? Não, mas a organela citoplasmática da membrana celulose aí, isso isso ensina, porque isso aí eu vou precisar usar muito, né? Não sei nem o que eu falei aí, mas saiu um monte, uma, um monte de palavras que eu não sei nem seis seir junto, mas eu lembro de ter escutado isso. Agora, o meu professor me ensinar técnicas de negociação, não, eu não tive, né? Então é uma pena porque é base pra sociedade. Agora sim, vamos entrar em Joana. Vamos começar com essa questão da justiça, né? E e ser justo com alguém, aplicar a justiça, não é ser duro, ser prepotente, ser intransigente, ser frio, não, né? É, é oferecer ao outro aquilo que o outro é importante pro outro, é importante para mim. Então, é uma relação de ganha, ganha. Então, a justiça não é impositória, é, ela é respeitadora, ela respeita os dois lados. Senão vira uma tirania. Nós não estamos falando de tirania. A justiça não é. O tirano não é justo. O tirano tá olhando pro lado dele. Ele está pondo outro a serviço do interesse, do

ita os dois lados. Senão vira uma tirania. Nós não estamos falando de tirania. A justiça não é. O tirano não é justo. O tirano tá olhando pro lado dele. Ele está pondo outro a serviço do interesse, do interesse dele. A gente tem visto muita tirania hoje disfarçada de um monte de coisas, né? Então a justiça é isso. E quem que é o exemplo pra gente de pessoa justa, né? De tudo, aliás, é Jesus. Então, Joana de Angeles no livro Jesus e Atualidade, no capítulo 7, ela diz assim: "Jesus fez-se paladino da justiça equânime". Sua atitude para com as pessoas era sempre a mesma, de benevolência com objetivo de educação, com o objetivo da educação. Ele era bom para ensinar, ele era bom para mostrar como que se deveria fazer para ser modelo, reconhecendo que os homens se diferenciam pelas suas conquistas intelectuais e morais, e que a hierarquia na qual se encontram é de aquisição pessoal e sem jactância, né, sem orgulho ou privilégios, a todos proporcionava as mesmas condições e oportunidades, jamais se excedendo com qualquer um deles. Ou seja, desde o ser mais com uma com uma atividade mais simples lá, o pastor da ovelha, até o doutor da lei intelectual, ápice da da hierarquia social da época de Jesus, Jesus tratava com equanimidade todas as pessoas que se aproximavam dele. Ele não tratava com diferença. A gente faz isso. A gente vai negociar, dependendo quem está do nosso lado, a gente negocia de um jeito. Isso não é ser, não é ser sincero com a gente mesmo. Puxa vida, se eu sou boa, eu sou boa com todo mundo. Não, eu sou boa com quem é bonzinho, eu sou má com quem é mau. Então, quem eu sou, né? Ou eu vou ser mais gentil com aquele que é autoridade, porque eu tenho medo do que ele pode me fazer e que a pessoa que é minha subalterna, eu vou ser arrogante? Quem eu sou? né? Como é que eu posso ser uma coisa ou outra? Então, eu tô vivendo interpretando papéis, eu não tô sendo sincera com os meus princípios. Então, se eu tenho um princípio de ser gentil, eu vou ser gentil com todo mundo. Era

ser uma coisa ou outra? Então, eu tô vivendo interpretando papéis, eu não tô sendo sincera com os meus princípios. Então, se eu tenho um princípio de ser gentil, eu vou ser gentil com todo mundo. Era isso que Jesus ensinava. Não interessa com quem eu esteja falando. Num período de arbitrariedades foi magnânimo. Então não entrou nas negociatas que eram eh comuns. Ele não entrou em jogos de manipulação e de poder, não. Ele foi, era arbitrário, né? Tinha ali os jogos de poder e ele foi magnânimo de abuso de poder. Nunca entrou. falou sobre renúncia a quem era arrogante, fez-se humilde, né? se fez humilde e de se diante da exploração e ensinou a generosidade. E não só ensinou, viveu a generosidade. A real justiça sempre encontra o infrator. Por tua parte, ser justo. Então, não queira ser o justiceiro, porque o outro merece escutar, porque o outro merece ouvir. Não cabe a você ser essa figura de promover a justiça com as próprias mãos, né? Então, por tua parte, ser justo, equânime para com todos, tomando como modelo o comportamento de Jesus, que nunca se recusava a ajudar. Ele se ele se posicionava sempre dessa forma equânime com as pessoas. Ele não agia com as pessoas eh de forma diferente, porque ele era fiel aos próprios princípios. Então, isso é uma das características que entra na questão da negociação. Às vezes eu vou negociar, não tem. Olha, o exemplo mais simples impossível. Você entra numa loja, dependendo de como você se apresenta, a pessoa faz um preço. Ela vai negociar com você de acordo com quem você é. Ou seja, ela ela está querendo tirar vantagem, né? Então, a negociação ela deveria ser, você pode facilitar por um ato bondoso seu. Eu tenho uma loja, entro alguém, eu posso dar de presente o presente para essa pessoa se eu quiser. Agora, em termos do valor que eu ofereço, eu não posso fazer o valor conforme a cara ou isso não é justiça. Você gostaria de ser tratado assim, que as pessoas usassem de diferença. Então, é isso que Jesus está fazia. Ele era equânime. Aquilo que ele ia oferecer pro

lor conforme a cara ou isso não é justiça. Você gostaria de ser tratado assim, que as pessoas usassem de diferença. Então, é isso que Jesus está fazia. Ele era equânime. Aquilo que ele ia oferecer pro eh pastor das ovelhas, ele oferecia também pro doutor da lei. Ele não tinha um Jesus para cada situação. Ah, esse cara, ele é um doutor da lei, então eu vou falar com ele de um jeito. Não. É lógico que a gente adapta a linguagem como se a gente tivesse falando com criança. Eu falo de um jeito que a criança entende. Eu não preciso falar do mesmo jeito que eu falo com criança, com adulto. Agora, os meus princípios não mudam. Se eu sou bondoso, eu sou bondoso com a criança, com o velho, com o inteligente, seja lá com o que for. Então, Jesus era equânime. Ele não se modificava. Ele era fiel a quem ele era. Ele não era um na frente de uma pessoa e outro na frente de outra. Então, é isso que que Joana tá chamando atenção. A gente tem que ser justo por princípio nosso e não porque o outro merece, o outro não merece. Tá, ele ele passa a perna nos outros, eu vou passar a perna nele. Não, então você é igual a ele. Não é ele que é assim. Você também é. Porque se você não fosse, você não faria com ninguém. Então, olha as pegadinhas que a gente vê na sociedade e a gente dá OK para isso. Ah, não, ele fez assim porque o outro também faz. Ué, mas então que diferença tem dele com o outro? O outro fez uma coisa errada, eu faço uma coisa errada porque o outro fez uma coisa errada. Eu sou tão errado quanto o outro. A justiça, então, ela tem que ser uma característica nossa e não de quem a gente vai oferecer. Ela é uma ela é um valor intrínseco, meu. E esse foi o grande debate que Sócrates apresenta. Sócrates não, né? Platão, na pela boca de Sócrates, apresenta no livro O banquete, que é essa discussão sobre justiça. E ele começa apresentando essa essa pergunta: a gente deve ser justo só com quem é justo ou a gente deve ser justo com todo mundo? Que que é justiça? Em oferecer o bem a quem faz o bem e o

re justiça. E ele começa apresentando essa essa pergunta: a gente deve ser justo só com quem é justo ou a gente deve ser justo com todo mundo? Que que é justiça? Em oferecer o bem a quem faz o bem e o mal a quem faz o mal. E aí ele vai fazer toda essa essa discussão para chegar nisso que eu tô dizendo. Eu vou apresentar a justiça. Se eu for justo, eu apresento só uma. É só um valor que eu tenho. Não tenho um valor que que vai se adaptar um ao outro, senão esse valor é do outro, não é meu. Se eu for tratar a pessoa X de um jeito, Y de outro jeito, quem eu sou? Eu não tenho identidade. Eu sou um reflexo da outra. Se eu tenho, se eu ofereço uma coisa para essa porque ela merece, e ofereço aquela outro valor pra outra porque eu acho que a outra merece, eu tô sendo espelho dele. Ah, eu vou fazer o mal para ele, porque ele é do mal. Ué, então eu tô sendo o espelho dele, eu também sou, né? Então, ser justo é você ser fiel ao princípio da justiça. E esse princípio da justiça é esse que faz o bem pros dois lados, que ajuda sempre os dois. Relação de ganha a ganha. Eh, Joana também chama atenção para que a gente lembre que ser justo, um pouco nessa linha ainda, né? Ser justo não é fazer justiça com as próprias mãos. pelo contrário, continua aí nessa nessa mesma linha. Então, o que que Jesus falou? Se alguém te assaltar e te pedir a túnica, a capa, dele também a túnica, né? Então, o que que Jesus tá mostrando pra gente? Se alguém falar para você, eh, te obrigo a andar 1000 passos Jesus falou: "Ande 2.000". Então, veja que conceito estranho em termos dessa justiça de eu vou fazer justiça com as próprias mãos. Ele vai pagar pelo que ele fez, eu vou mostrar para ele o lugar dele. Isso é ser justiceiro. Isso é não ter muita diferença do outro. O outro fez o mal e você vai ser o tribunal que vai aplicar a pena. Jesus já falou: "Não julgueis, o problema dele com Deus". Então, ser justo não é fazer justiça com as próprias mãos, não é sair por aí buscando quem precisa de correção. A

unal que vai aplicar a pena. Jesus já falou: "Não julgueis, o problema dele com Deus". Então, ser justo não é fazer justiça com as próprias mãos, não é sair por aí buscando quem precisa de correção. A gente não é juiz, a gente não deve ser juiz. Jesus também falou: "Ofereça a outra face". Que que ele tá dizendo? Se você encontrar com alguém que é do mal, ofereça outra face. Não seja do mal. não ser espelho, você tão ruim quanto ele. Então, negociar não é entrar na onda do outro, é se manter fiel ao seu valor e tentar trazer esse valor pra relação. Ah, o outro não gosta desse valor, ele não está aberto para negociação. Paciência, tchau. Então, não vai dar negócio. Eu não vou me corromper, eu não vou abrir mão de um valor para mim que é princípio moral para negociar com você. Sabe quando alguém fala assim: "Ah, eu vamos fazer essa coisa de eu quero comprar o seu carro, mas ó, vamos fazer por fora". Se isso para mim é valor, eu não faço nada por fora, porque eu acredito que eu preciso pagar imposto, eu não vou abrir mão disso. Ah, mas vai ficar sem vender seu carro? Vou. Não vou ficar sem vender meu carro. Eu vou achar alguém que tem o mesmo princípio que eu. Não vai dar negociação. Quando tiver que fazer uma negociação que eu tenha que abrir mão de um princípio moral, gente, isso não é negociar, isso é você ceder. E e Jesus não cedeu. Ele poderia ter na hora que falaram para ele, nós vamos matar você, Jesus, a gente vai te crucificar. Ele não cedeu aos princípios dele, ele deu a vida para mostrar que a gente não pode ceder aquilo que é princípio eh moral. A gente vai ceder em outras coisas. Ah, eu gosto de morango. Ai, Cris, eu detesto morango. Essa torta que a gente vai comprar não dá para ser de uva. Ah, tudo bem, né? Então, troco morango por uva. Isso é uma coisa. Agora, Cris, vamos fazer uma negociação em que a gente vai pagar imposto e ser ético ou não vai pagar imposto e ser antiético? Não, isso é princípio. Então, a gente tem que nunca nunca sair desse princípio

, Cris, vamos fazer uma negociação em que a gente vai pagar imposto e ser ético ou não vai pagar imposto e ser antiético? Não, isso é princípio. Então, a gente tem que nunca nunca sair desse princípio moral, né? Então, não é sair fazendo justiça com as próprias mãos. Inclusive, muitas vezes, a gente cria narrativas bonitinhas, mas que são adiéticas. A gente cria uma história como se a gente estivesse defendendo, lutando por alguma desigualdade, só que a gente usa recursos ilícitos e morais. Então, que hipocrisia é essa? Se eu tiver defendendo uma bandeira bonita, realmente, uma bandeira nobre, uma bandeira que tem a ver com a com as leis divinas, eu não posso usar de artifícios eh vulgares nesse sentido de imorais. Eu preciso ser fiel. Quem não é fiel no mínimo não vai ser no máximo. Então é a história do Robin Hood. Ah, eu que eu preciso alimentar a boca dessa pessoa que está com fome e não consegue comprar a própria comida. Vamos fazer uma campanha. Vamos, vamos fazer doação, mas não vou roubar daqui para dar ali. Que que isso é bom ou mau? Como é que eu posso fazer uma coisa que é boa e mal ao mesmo tempo? Eu ajudei alguém, mas para ajudar alguém eu prejudiquei outra pessoa. Então, muitas vezes a gente cria bandeiras que parecem bonitinhas, mas que usam de meios ilícitos pra gente conseguir. Isso não é válido. Então, Joana, no livro O Homem Integral, capítulo 4, ela diz assim: "A anarquia substituiu a ordem e as transformações sociais apressadas não têm tempo de ser assimiladas porque substituídas pelos modismos. que se multiplicam em velocidade ciclópica. Velhos dogmas nascidos e cultivados no caldo da ignorância são esquecidos. Que bom, que bom que a gente superou um monte de coisa que tava que era arcaica, que não era lógica, que não era racional. Que bom, são esquecidos. Mas olha o que ela faz. Fala: "E nascem as ideias liberais revolucionárias que instigam o homem fraco contra o teu irmão mais forte. Então, a gente não trocou de lado. Só antes o o forte sobrepõe o fraco, explorava,

ela faz. Fala: "E nascem as ideias liberais revolucionárias que instigam o homem fraco contra o teu irmão mais forte. Então, a gente não trocou de lado. Só antes o o forte sobrepõe o fraco, explorava, torturava, abusava. E aí a gente propõe uma narrativa bonitinha de defender o fraco, punindo o forte. O que que tem um nome para isso? Chama vingança. Vamos vingar agora. A gente quer massacrar o forte, a gente quer explorar o forte, a gente quer descontar. Então, cuidado, porque isso parece justiça, mas não é. Então, ela fala que em sigue um homem fraco contra o teu turmão mais forte gerando ódios, quando deveriam amansar o lombo, desculpa, o lobo ameaçador, a fim de que pacificado pudesse beber na mesma fonte, o cordeiro sedento, esse lobo, que lhe receberia proteção dignificadora. Então, a verdadeira bandeira é a que aproxima os homens, não é a que põe o fraco contra o forte, não é a que se vinga, não é a que quer tirar a limpo a história descontando, invertendo as polaridades. A mesma coisa às vezes a gente vê na questão do de algumas linhas do feminismo, ao invés de valorizar a ao invés de valorizar o feminino, quer transformar o feminino novo masculino, quer que o feminino sobrepuja o masculino, quer que o feminino vença, quer que o feminino, ou seja, eh é vingar isso, né? Então eu como mulher fui abusada. Agora você vai ver. Sou eu é que vou pôr o cabresto no homem. Mas por que que você não era bom antes quando eu tava passando por isso? Vai ser bom agora quando eu produzo isso? Então cuidado pra gente não entrar em em falácias. Isso é uma falácia. Isso é um sofismo, é uma enganação, né? Que mais que Joana fala? Eh, então fazer justiça, só para fechar esse assunto, fazer justiça não é se vingar, não é ir descontar aquilo que o outro fez, é mostrar o lado bom para os dois viverem bem. Negociar é estar apto a renunciar a coisas importantes, mas menos importantes do que aquilo que se busca. Olha que bonito isso também, né? Então agora a gente vai pro livro Plenitude, capítulo 7. que Joana vai

é estar apto a renunciar a coisas importantes, mas menos importantes do que aquilo que se busca. Olha que bonito isso também, né? Então agora a gente vai pro livro Plenitude, capítulo 7. que Joana vai trazer essa questão pra gente. Às vezes eu vou ter que abrir mão de uma coisa que é importante, não é princípio. Princípio a gente não abre mão porque desmonta. Eu eu consigo abrir mão de de, por exemplo, se eu tenho uma mesa, eu consigo abrir mão de das coisas que tá em cima da mesa, mas se eu abrir mão de um dos pés da mesa, a mesa cai. Então aquilo que é pilar é inegociável. Agora, as coisas que eu pus em cima da mesa, eu dou, eu tiro, eu ponho, eu troco. Pode levar esse pão, traz esse suco, leva o suco, devolve o arroz, eu consigo negociar. Agora não dá para eu falar assim: "Dá para você me arrancar dois pés da mesa porque desmonta a mesa". Daí fica sem nada, né? Então, eh eh às vezes a gente vai abrir mão de uma coisa super importante. Nossa, eu tô com um bolo maravilhoso em cima da minha mesa. Eu vou dar esse bolo. Por que que eu vou dar esse bolo? Ah, ele é a coisa mais preciosa que tem em cima da mesa. Então, mas é que eu estou abrindo mão disso porque porque na mesa do outro tem proteína e eu hoje estou morrendo de preciso de proteína. Então eu vou abrir mão do bolo gostoso para ter uma coisa que é necessária. Isso é a negociação. Então às vezes a gente vai abrir mão de uma coisa que a gente queria muito para ter uma outra coisa que é mais necessária. Talvez não era o que eu mais gostaria, mas é o que eu mais preciso. E assim a gente faz também nas nossas relações. Às vezes eu abro mão de uma viagem que eu estava planejando para acompanhar um ente querido numa cirurgia de emergência. Fiz todo o plano que eu ia pra praia. Nos dias que eu estaria na praia, eu fui pro hospital. Era importante praia, tava tudo planejado, eu precisava de descanso, já tava tudo pago, era importante. Mas é mais importante eu acompanhar o meu ente querido no hospital de uma emergência.

hospital. Era importante praia, tava tudo planejado, eu precisava de descanso, já tava tudo pago, era importante. Mas é mais importante eu acompanhar o meu ente querido no hospital de uma emergência. Então, negociar é saber abrir mão de algumas coisas também, mesmo que eram muito importantes pra gente, por causa de outras que são mais. Então, no Plenitude capítulo 7, ela fala: "Há um jovem que o queria seguir, né, a Jesus. Ele esclareceu que uma coisa lhe faltava: "Vende tudo e dá aos pobres." A parábola do moço rico. Ele que afirmava ser justo, cumpridor das leis, permanecia, todavia, envolvido, perdido nas quinquilharias do mundo a que se atava, e ele não o seguiu. É muito difícil liberar-se dos atavismos pertences e hábitos que se impregnam nos comportamentos, passando a constituir uma nova natureza, a predominante. Sob o fardo dessas dependências, o ser não logra ver a luz, discernir a meta, libertar-se para se encontrar. Então, na parábola do moço rico, ele vai conversar com Jesus e Jesus e ele fala: "Que que precisa para eu conquistar o reino dos céus?" E Jesus fala para ele: "Pratique os 10 mandamentos". E ele fala: "Eu já pratico, eu não roubo. Eu não mato, eu não cobiço a mulher do próximo. Eu amo, eu louvo a Deus, eu já faço". Se Jesus fala, é realmente você já faz. Então agora vai se desfaz das coisas materiais e vem me seguir. Que que era o convite de Jesus? Se desapega do mundo. E essas coisas materiais não necessariamente são bens. Às vezes é um currículo, às vezes é fama, às vezes é beleza, às vezes, veja, Maria de Magdala, ela abre mão de explorar o corpo, porque ela era sedutor, ela era, ela era bela, ela dominava pessoas pela sua beleza, ela abre mão disso e e outros abrem mão de outras coisas. Então, Jesus tava falando, abre mão das coisas que que você apegado na terra e vem me seguir, vem ter uma vida mais espiritualizada. E aí ele não deu conta. Porque ele queria provar lá pro governador romano que eles eram melhores. Então ele vai para tal da

ocê apegado na terra e vem me seguir, vem ter uma vida mais espiritualizada. E aí ele não deu conta. Porque ele queria provar lá pro governador romano que eles eram melhores. Então ele vai para tal da corrida da Biga, da quadriga, porque ele ia enfrentar o governador da daquela região e ele ia mostrar que ele era bom. Ou seja, ele tava lá serviço do ego. Ele queria se esfregar na cara do governador, que ele era melhor na corrida do que o governador. E ao invés de seguir Jesus, ele ficou com esse com essa incumbência de de ter um momento de glória numa disputa de cavalos, né? Então é isso. Às vezes é importante para mim. Eu vou lá, eu me preparei para essa corrida. Ele disse que a Mélia Rodrigues conta que ele se para preparou mais de um ano, tinha os melhores cavalos. Era importante para ele, era, mas mais importante era seguir a Jesus, né? Então, eh, quantas vezes a gente abre mão de uma coisa que é fundamental para ter uma coisa que nos é prazeroso ao ego, né? E quantas vezes a gente vê a pessoas se queixando de si mesmas, dizendo: "Puxa vida, corri tanto atrás da minha carreira, priorizei isso de um jeito que eu não vi meus filhos crescerem." E isso é doído. Depois vai ser doído. Então é importante seguir a carreira, planejar o futuro, correr atrás da profissão. É cuidado pra gente não estar fazendo maus negócios, deixando isso acima de outros que são mais importantes. Então por isso que precisa de atenção para saber se a gente tá fazendo boas negociações. Bom, vamos seguir que tem bastante coisa. Eu tô, eu tô demorando muito hoje. Ã, negociar não é chantagear, não é fingir, não é torturar o outro, né? Não é aceitar a proposta, mas depois se colocar de vítima. A negociação é assim: vá, escuta, fala, contraargumenta e tome uma decisão. Se você aceitou o negócio, você aceitou o negócio. Não adianta depois falar: "Ah, mas é que ele falou de um jeito". Sabe quando a gente alega, eu não tava bem na hora? Então fique bem na hora. Presta atenção no que você tá fazendo, porque é muito comum, a gente

a depois falar: "Ah, mas é que ele falou de um jeito". Sabe quando a gente alega, eu não tava bem na hora? Então fique bem na hora. Presta atenção no que você tá fazendo, porque é muito comum, a gente vai, entra em negociação, depois a gente quer rever isso. Aí a pessoa falou: "Mas você escolheu, você teve chance de escolher, então aceite aquilo que você escolheu, né? Aceite. Você não se preparou direito, você não tava atenta, o problema é seu, não é do outro. O outro vem, oferece isso. Eu estou pressupondo que não tenha enganação, que você não está sendo enganada. Eu estou dizendo que muitas vezes acontece de a gente entra para uma negociação, não presta atenção, aceita logo a negociação, depois volta atrás e começa a xingar o outro porque o outro eh enganou, passou a perna, você que não estava consciente. Então, vamos ter mais responsabilidade paraas negociações que a gente entra. se prepara bem, mas se você saiu da negociação aceitando, se responsabilize por isso. Para de depois culpar o outro dizendo que ele que não foi bom. Você deveria ter ficado mais atenta, não estava paciência, agora vai começar tudo de novo, né? Então precisa tomar cuidado, porque às vezes às vezes a negociação ela acontece e a gente que não se responsabiliza e acha que é o outro que quis nos prejudicar. Na verdade, a gente é que tava desatenta, né? Então, no livro Momentos de Saúde, capítulo 2, Joana diz: "Há pessoas que preferem a queixa e a lamentação, armazenando o pessimismo em que se realizam. negociam o carinho que pretendem receber com altas cotas de padecimentos que criam psiquicamente. Ao lado de outras que chantajeiam os afetos mediante a adoção de sofrimentos irreais, estabelecem como meta a conquista de atenções e carícias que eles são sempre insuficientes. O saco sem fundo, né? Não se dando conta de que dessa forma farão secar a fonte generosa que oferece. Ninguém se sente bem ao lado de gente, né, de criaturas que elegem o infortúnio como falsa solução para seus conflitos existenciais. Então,

de que dessa forma farão secar a fonte generosa que oferece. Ninguém se sente bem ao lado de gente, né, de criaturas que elegem o infortúnio como falsa solução para seus conflitos existenciais. Então, gente, isso daqui acontece muito. É aquela história, né? Eh, de primeiro a gente aceita tudo, depois a gente reclama de tudo que aquilo que a gente aceitou, né? Então eu falo assim, sei lá, ã, mãe, eh, tá precisando de alguma coisa aí, quer que eu leve alguma coisa para você? Não, tá tudo bem aí. Tudo bem, passa o tempo, daqui a pouco. É porque você esquece de mim, não lembra que eu existo. Mas eu perguntei, perguntei se tava precisando e falou que não tava. Mas é o quê? Pegadinha? É para falar que não precisa, para ver se mesmo assim eu vou. Sabe essas é é chantagem, é jogo, é manipulação. Você fala uma coisa, depois você entra para outro jogo e fala outra coisa. Então é disso que Joana tá falando. Olha, prefere a queixa, a a lamentação, chantajeiam, negocia o carinho, depois fala que não foi suficiente, é sempre insuficiente. É um saco sem fundo, sabe? Não seja claro. Olha, eu eu quero que você venha me visitar uma vez por semana. Se vire, eu eu quero isso. E aí eu posso negociar. Ah, tá bom. Eu consigo uma vez por semana ou uma vez por semana eu não consigo. Mas vamos ser claro agora essa coisa assim, ah, não, não precisa, pode ficar tranquila e depois cobra por trás. Na hora que tem a chance, você joga na cara, né? E e cobra uma coisa que você não sabia que você precisava dar, porque na hora que tava negociando falou que não precisava. Isso acontece muito. Ou em caso de de marido e mulher, eh, ai marido, essa semana eu tô corrida e eh eu sei que eu que sou responsável por providenciar a janta, porque o meu turno é diferente do seu, mas essa semana não tá não tô dando conta. Ah, tá tudo bem, fica tranquila, querida. Aí passa um tempo. É, mas bem que aquela semana lá que passei fome, né? Então vem cobrar na hora. aceitou e depois vem tirar lasquinha, né? Dar cutucada, dar

Ah, tá tudo bem, fica tranquila, querida. Aí passa um tempo. É, mas bem que aquela semana lá que passei fome, né? Então vem cobrar na hora. aceitou e depois vem tirar lasquinha, né? Dar cutucada, dar alfinetada. Então esse é o tipo de coisa que detona relacionamento. Então assuma as chances que você tenha de falar sim e não na hora que o negócio tá na mesa, na hora que a negociação tá acontecendo. Se você aceitou, é ponto passível, acabou. Não volta atrás para jogar na cara uma coisa que na época você deu. OK. Isso é muito injusto, é cruel mesmo, porque na hora que você tem a chance de de ouvir ou de falar, você não fala e depois você vai querer resgatar, ressuscitar a história, né? Já morreu, já ficou para trás. Não fale daquilo que você na época aceitou. É muito cruel. E aí você fala: "Puxa vida, mas na época você falou: "Ah, não, tô só brincando." Ah, aí jogou a última p e cal, né? Ou seja, aceitou na época que eu não que eu não ia fazer o o tal do jantar. Passou dois meses, jogou na cara que ficou com fome aquela semana, como se eu fosse a culpada por isso, sendo que tinha admitido que tava tudo OK na nossa troca. Aí depois fala que tava brincando com essa situação. Nossa, que que falta de honestidade, né? Em que momento que você foi honesto? Aí primeiro você fala que tudo bem, mas não tava tudo bem. Depois você joga na cara que não tava tudo bem. Depois você diz que tá brincando com esse com esse com essa fala. E a gente faz muito isso. É muito chato essas chantagens, essas vitimizações, essa coisa que eu aceito aqui, depois eu desfalo ali. Hum. Ah, negociar é conseguir perdoar. Essa fase é difícil. É saber que muitas vezes mais vale um mau negócio do que uma boa briga. Então, eu vou abrir mão de de descontar, eu vou abrir mão para eu ser feliz, eu vou abrir mão de me vingar, então eu vou perdoar. você fez uma coisa muito errada para mim, mas na nossa negociação eu vou deixar para lá. Mas para deixar para lá mesmo, não é para depois daqui um mês, dois anos voltar

e vingar, então eu vou perdoar. você fez uma coisa muito errada para mim, mas na nossa negociação eu vou deixar para lá. Mas para deixar para lá mesmo, não é para depois daqui um mês, dois anos voltar para resgatar ou ressuscitar aquela situação, né? Então, no livro Plenitude, capítulo 4, Joana diz assim: "Liberar-se, libertar-se do acontecimento negativo, qual madeira podre que se arremessa nas águas do rio do esquecimento, é atitude de saudável sabedoria. Tal comportamento credencia o homem a ser perdoado pelo seu irmão, que o libera do pagamento dos seus momentos infelizes, não irradiando contra ele pensamentos destrutivos, ideias anestesiantes que são sempre assimiladas pelo fenômeno da sintonia através da consciência de culpa. Quando alguém se liberta de lixo mental acumulado pela ignorância e pela futilidade, começa o seu restabelecimento espiritual e toda uma nova atividade se lhe apresenta favorável, abrindo-lhe espaço para a saúde. Então, a gente ficar acumulando madeira podre para depois jogar na cara do outro na época aceitando, mas depois jogando na cara e desfazendo o acordo, é você acumular lixo mental. Quando você começar a deixar para lá eh as os maus negócios do passado, ao invés de ficar carregando isso, né? Lá atrás eu fiz um mau negócio, mas eu fiquei arrastando ele. A hora que eu tiver a chance, eu vou jogar na sua cara o que que você fez para mim naquela época. Mas você aceitou naquela época? Ah, aceitei porque não tinha outro jeito. Então, se não tinha outro jeito, paciência. Foi um bom negócio. Eu preciso vender meu carro até às às 12 horas. Tem, sei lá, 3 horas para acontecer. Alguém fala: "Eu compro, mas eu compro por valor X. Aí eu vendo, resolvo o meu problema que eu tinha aqui necessidade do do dinheiro até aquela hora. Resolvo meu problema, deu tudo certo. Passou dois meses, eu falo: "É aquele dia, hein? Se passou a perna em mim, comprou meu carro por 20% a menos". Ah, né? Covardia isso. Você teve uma vantagem que foi a rapidez, que foi um

u tudo certo. Passou dois meses, eu falo: "É aquele dia, hein? Se passou a perna em mim, comprou meu carro por 20% a menos". Ah, né? Covardia isso. Você teve uma vantagem que foi a rapidez, que foi um negócio que te aliviou uma outra que você ia entrar numa enrascada. Mas a gente quer sempre tudo nas negociações. A gente quer o rápido, a gente quer o fácil, a gente quer o mais o mais valoroso, a gente quer sair ganhando em tudo. Então, mais consciência com os negócios que a gente faz para depois a gente não querer voltar atrás e e aquilo que na hora foi bom, depois a gente joga na cara que não era bem assim a história, né? Então, é saber perdoar, é saber deixar a madeira podre para jogar no rio do esquecimento. O que passou, passou a quando há 5 anos atrás, há 30 anos atrás, quando a gente foi fazer a divisão da herança dos pais, na época você teve chance, entrasse com o advogado, negasse, reclamasse, mas você aceita e depois você vai carregar 30 anos de reclamação falando que você não se sentiu justiçada, enfim, sabe isso? eh, deixa para trás, tá carregando madeira podre, não vai adiantar para nada. Então, fazer justiça é também saber perdoar. Negociar também é saber perder. De vez em quando a gente vai ter que dar uns dois passos para trás para conseguir depois avançar cinco paraa frente. Então, algumas vezes o nosso negócio vai ser um mau negócio, só que vai ser um negócio estratégico. Vai ser o mau negócio, porque a gente é é o que precisa hoje, é o possível hoje para garantir que as coisas continuem andando, para depois eu conseguir eh avançar e te e e acelerar aquilo que ficou para trás. Quantas vezes a gente vê pessoas que são empresários, por exemplo, e que precisaram aceitar negócios muito ruins paraa empresa não fechar. Então, venderam abaixo de custo para poder pelo menos ter um pouco de dinheiro para fazer o fluxo de caixa acontecer, para poder pagar o salário. Então, a empresa, só pra empresa não morrer, foram feitos negócios, vender o produto abaixo do preço, abaixo do

um pouco de dinheiro para fazer o fluxo de caixa acontecer, para poder pagar o salário. Então, a empresa, só pra empresa não morrer, foram feitos negócios, vender o produto abaixo do preço, abaixo do custo. Tudo bem, passou a crise, a empresa não morreu e a pessoa vai agora andar pra frente, tirar o as histórias, avan acelerar o progresso, eh arrumar a casa e poder receber os dinos e começar a ganhar, ter lucro de novo. Se na época eu falo: "Ah, não, eu não vou vender o meu produto abaixo da linha de custo, então tá bom, ninguém vai comprar, eu fecho a empresa." Então, algumas vezes eu preciso dar dois passos para trás para depois avançar cinco paraa frente. Então, isso também acontece nos relacionamentos. Às vezes na minha conversa com meu filho, eu não vou chegar no que eu preciso. Ele não tá entendendo e se eu ficar batendo vai dar ruptura, ele vai se afastar de mim. Então eu dou uns passinhos para trás, não vamos atingir a melhor das negociações, não é o melhor dos mundos, mas eu tô garantindo um espaço para que daqui a pouco isso passe, ele melhore, ele cresça e a gente possa voltar no assunto e avançar aquilo que ficou parado, né? Então, no livro Desperte e Seja Feliz, Joana fala: "Eh, dissentir é muitas vezes uma atitude saudável quando não se está de acordo por uma outra razão. No entanto, transformar a sua discordância em motivo de litígio é injustificável, somente compreensível por tratar-se de remanescente de inferioridade moral do opositor, a fim de manter o seu ponto de vista, o litigante não raro, eh, urde mecanismo de violência, recorrendo à calúnia, infame e agressão inqualificável, né? Então, não vale a pena. Tem que saber que de vez em quando o outro não tá aberto para uma negociação. Dependendo da situação, é melhor você retroceder, você levar sair em desvantagem sob controle, sabendo que é momentâneo e depois você vai ter a chance lá lá na frente de resgatar o tempo perdido, as oportunidades que passou. Então é muita sabedoria que precisa na hora da negociação. Se a

trole, sabendo que é momentâneo e depois você vai ter a chance lá lá na frente de resgatar o tempo perdido, as oportunidades que passou. Então é muita sabedoria que precisa na hora da negociação. Se a gente for muito rígido e inflexível, a gente vai perder bons negócios, né? Eu vou avançar porque eu já passei do limite, então vai ficar aqui alguns hã uns dois textos sem trazer, mas acho que é mais alguns detalhes a mais do que a gente já falou. Tô olhando aqui, acho que não vai faltar nada. Eh, eu trago então a dica do filme. Eh, vocês têm assistido, gente, na nossa rotina é difícil, mas vale tanto a pena esse esforço, tenho certeza que vai ser muito rico se vocês fizerem aí uma listinha dos filmes que eu vou dando. Eh, é um outro curso à parte, tenho certeza, porque a gente mergulha nos cenários, nas histórias, nos dramas e mexe muito com a gente. Então, vale muito a pena. Esse filme é maravilhoso, é muito bem feito, os atores são sensacionais, acho que são um dos meus preferidos. Se chama História de um casamento, é de 2019. Eles dão um show de interpretação e é um filme que fala muito da nossa vida. Parece que assim, a gente vê isso acontecer muito, é muito real, sabe? Uma história muito real. E então certamente vai mexer, a gente vai lembrar de situações, de pessoas, vale muito a pena. história de um casamento e ele vai falar exatamente sobre um casal que vai questionar o próprio casamento, vai buscar um o divórcio, né? Entra no processo, tem um filho pro meio e eles vão negociar, negociar, negociar, negociar, conversar, conversar, ceder, não ceder. Então, é todo um filme com base nisso. E aí a gente vai vendo as estratégias, as habilidades, os os instrumentos para fazer essas negociações, né? A gente vai perceber que nem sempre ceder é o caminho, mas também brigar pode destruir a aquilo que se ia conquistar. Então é uma sabedoria de você conseguir ponderar até onde você deve ir. Se eu falho na negociação, posso ser covarde, posso não trazer pontos de vista que precisava, vou

a aquilo que se ia conquistar. Então é uma sabedoria de você conseguir ponderar até onde você deve ir. Se eu falho na negociação, posso ser covarde, posso não trazer pontos de vista que precisava, vou acabar me submetendo. Isso não é negociar, isso é se submeter, é é você se se deixar dominar. Então não é o outro impor à vontade dele, mas também se eu for muito, brigar muito, pode esgarçar a negociação. Então a negociação é é a gente é tatear até onde eu posso ir, até onde eu po o outro pode vir pros dois ficarem bem. Se eu recuo muito, eu fico submissa, não é uma boa negociação. Se eu me ponho demais, eu brigo e esgarça também não dá uma boa negociação. E nesse filme História de um casamento, a gente vai ver eles tentando encontrar, tentando tatiar até onde que é bom um ir outro ir para que fique bom pros dois, para que os dois saiam ganhando. Então é sobre negociação. É, então fica aqui esse convite pra gente mergulhar nesse filme e lembrar sempre que a negociação requer essa dinâmica de uma reflexão anterior que é o ótimo lá dos romanos, para depois a gente pôr a mão na massa, executar o nosso plano, apresentar os nossos argumentos, fazer as nossas sugestões no negócio, que é o ócio colocado em prática, criado na vida concreta, eh, fundamental pros relacionamentos que a gente invista em transformar isso numa segunda natureza. refletir sobre meu relacionamento, negociar para melhorar o relacionamento. Refletir sobre o relacionamento, negociar para melhorar o relacionamento. Isso é a gente amadurecer nas nossas relações. Muito obrigada e até a semana que vem, se Deus quiser. M.

Mais do canal