A Essência da Comunicação – T9:E19 | Ocasiões especiais

Mansão do Caminho 17/12/2025 (há 3 meses) 45:51 2,108 visualizações

Na nona temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, a apresentadora Cristiane Beira reflete sobre a essência da comunicação, destacando como a fala, a escuta, o silêncio e as atitudes moldam nossas relações e favorecem o autodescobrimento. Neste episódio, Cristiane Beira aborda a comunicação nas ocasiões especiais — momentos familiares e sociais marcados por expectativas, emoções intensas e memórias afetivas. A reflexão destaca como celebrações, encontros e rituais podem tanto fortalecer vínculos quanto despertar conflitos antigos, convidando à postura consciente, ao diálogo respeitoso e à sensibilidade emocional, à luz da psicologia espírita. 📚 Referências bibliográficas: • Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda, cap. 19 • Constelação Familiar, caps. 1, 9 e 21 • O Despertar do Espírito, caps. 1 e 3 • Desperte e Seja Feliz, cap. 30 🎬 Indicação de Filme: • O Casamento de Rachel (2008) #PsicologiaEspirita #JoannaDeAngelis #Comunicação #OcasiõesEspeciais #Relacionamentos #Familia #Autodescobrimento #Espiritismo #TVMansaoDoCaminho #EspiritismoPLAY #DivaldoFranco #MansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. Hoje nós estamos já quase fechando, é o nosso penúltimo encontro dessa temporada. Estamos falando sobre comunicação, um tema que vocês mesmos eh me pediram e acho que foi uma das temporadas mais impactantes. Eu acho que é um tema que realmente se comprovou ser essencial, necessário e e urgente para esse momento. Acho que é onde estão as melhores possibilidades de organização, eh, de traz de trazer equilíbrio e bem-estar pra gente, pra família. é investir na comunicação nos nossos relacionamentos. Esse episódio de hoje eu trouxe o tema que eu chamei de ocasiões especiais, até bate com o momento que nós estamos vivendo próximos ao Natal. Por que que eu trouxe esse tema? pra gente trazer clareza, porque os espíritas, nós, os espíritas sabemos que uma das eh funções do espiritismo foi romper com certos rituais eh vazios. Nem nem diria rituais, eu diria eh comportamentos ritualísticos vazios. O espiritismo veio trazer a fé raciocinada. Ele veio nos libertar desses condicionamentos que na verdade eram crendices. Então ele vem trazer razão, lógica, estudo sistematizado. Ele vem explicar, tudo tem uma explicação. Eh, então a gente perde aquela aquele aquele costume que a gente tinha antigo de delegar, né? Eu vou fazer aqui uma promessa e Deus que vai cuidar do meu problema. Eu vou pagar não sei o quê e daí eu tô kits com não sei das quantas. Então a gente tinha rituais eh para lidar com as coisas do céu, utilizando coisas da terra. Então realmente não faz sentido. Não adianta eu virar três vezes, não sei para as quantas, dar um saltinho ou eu misturar não sei o quê. As coisas da Terra, elas são daqui. Se eu quiser movimentar os tesouros que não são materiais, só por meio de movimentos imateriais. Então eu eu fazer oferendas aqui eh eh com coisas da terra não acessa o plano espiritual, não afeta lá, porque é como se fossem instâncias eh eh energéticas, vibracionais, um não conversa com o outro. Existe influência, sim, mas não é

h eh com coisas da terra não acessa o plano espiritual, não afeta lá, porque é como se fossem instâncias eh eh energéticas, vibracionais, um não conversa com o outro. Existe influência, sim, mas não é da matéria. Então os espíritos explicam bem claramente no livro dos espíritos, né? Se eu for fazer um trabalho que nem a gente às vezes acredita em outras eh vertentes religiosas, vou fazer um trabalho. Então, eu vou misturar a rosco, não sei das quantas, nem sei dizer o que que tipo de objetos que se usa. Como que isso pode afetar o espírito? Como é que isso pode interferir no relacionamento de alguém? E o que que interfere? É a energia que eu coloco, é a vibração, é a fé que eu deposito, é a minha crença, é o fluido, não é objeto em si. Um objeto não tem poder de nada. Ou às vezes nós nós vemos imagens, né, esculturas, estátuas, e a gente acha que essa estátua ela tem poder. Ela em si não tem poder, ela é um objeto. O objeto não não interfere no mundo, na instância espiritual. Mas se eu depositar a minha fé nesse objeto, a minha fé pode promover prodígios. Não é o objeto em si, é a força que eu empreguei através daquele objeto. Então, existe todo um estudo que o espiritismo faz a respeito dos talismãs, dessas crendices, dessas ritualísticas, que elas por si só elas não funcionam. Então, a gente meio que entendeu o generalizado. Então, nenhum ritual serve para nada, é tudo bobagem. E não é bem assim. Vamos pensar que como que Jesus se despediu dos apóstolos. Ele preparou um ritual. Ele fez a última ceia. Não foi qualquer ceia. Ele tem uma sequência de símbolos que ele vai fazendo. Ele começa lavando os pés. Cada detalhezinho que ele foi construindo naquele último encontro é tem um tem um símbolo, um sentido por trás. Ele foi deixando mensagens, ele foi afetando aqueles espíritos, ele foi trazendo a consciência. Aí ele parte aí ele explica que esse pão é o corpo, é a vitalidade. Depois ele ele verte o vinho e ele fala que esse é o sangue, é a vida, é outro tipo de vitalidade.

, ele foi trazendo a consciência. Aí ele parte aí ele explica que esse pão é o corpo, é a vitalidade. Depois ele ele verte o vinho e ele fala que esse é o sangue, é a vida, é outro tipo de vitalidade. Dá pra gente fazer uma análise inteira dessa última ceia com base na nos símbolos. E o símbolo é a linguagem do mundo de dentro. A gente já falou isso em muitos outros episódios anteriores. A linguagem do inconsciente é simbólica. A linguagem da consciência é a razão, é o raciocínio, é a lógica, é a objetividade. A linguagem do mundo de dentro, ela é simbólica. Basta a gente observar os nossos sonhos, que são produções do inconsciente. Eles não são lógicos, nem sempre. Muitas vezes a gente costuma dizer o quê? Que que é frequente a gente dizer: "Nossa, eu tive um sonho que não tem pé nem cabeça. Eu tive um sonho muito maluco." Quem tá dizendo isso? A razão, o ego, centro da consciência. Ele é que não vê sentido. Nossa, no meu sonho aparecia um elefante que ele batia na porta. Olha que absurdo. Então isso pela consciência lógica não vai acontecer. elefante não bate na porta. Mas se eu tiver pensando em símbolo, faz todo sentido. Eu posso eu posso elaborar muitos sentidos. O que que significa um elefante? O que que ele simboliza? Por que que ele bate na porta? O que que é essa porta? A gente pode variar, viajar, ampliar muito. Então, a linguagem do inconsciente, ela é simbólica. Então, quando Jesus faz aquela sequência, eu lavo os pés, depois a gente divide o pão, depois a gente divide o vinho e todo aquele simbolismo que ele vai impactando, ele estava mexendo onde? No inconsciente. Quando Jesus vem e passa uma mensagem oral e dá uma explicação, ele tá conversando com a nossa mente cognitiva. Ele tá explicando pra gente, ó, dai a César o que é de César, dar a Deus o que é de Deus. Ou seja, ele tá ensinando, ó, não adianta aqui na terra ficar brigando com as coisas da terra, apesar de ter coisas que são injustas. Deus é justo. Então, siga as leis de Deus, siga as leis do homem. e aos poucos você vai

ando, ó, não adianta aqui na terra ficar brigando com as coisas da terra, apesar de ter coisas que são injustas. Deus é justo. Então, siga as leis de Deus, siga as leis do homem. e aos poucos você vai aprimorando as leis dos homens. Então é uma é uma explicação lógica, coerente, cognitiva, racional. Mas Jesus, em outros momentos, ele está mexendo com o nosso inconsciente. Quando ele conta uma parábola, quando ele faz analogias, é como ser um senhor eh de uma de uma videira, chamasse para trabalhar. Então, Jesus vive trazendo informação cognitiva, racional, intelectual, lógica. em outros momentos ele mexe com o nosso inconsciente de forma simbólica. Bom, então Jesus faz esse ritual no sentido de impactar as nossas emoções, o nosso mundo de dentro, o nosso inconsciente. Então isso é importante, é diferente do que o espiritismo se vem propor. Porque antes acreditava assim: "Ah, então se eu tomar o vinho, eu tô tomando não, não é isso, não é essa coisa eh de um para um. Ah, então Jesus falou que se eu cortar o pão ou se eu não é isso. Enquanto Jesus está fazendo esse ritual, ele está trabalhando o mundo interior. Tanto que esse último encontro ele foi impactante para as almas que estavam presentes. Veja que a gente não fala de outros jantares que Jesus teve com eles. A gente fala desse último. Esse último Jesus profetizou. Esse último Jesus mexeu e Jesus falou: "Se você não me deixar lavar seus pés, você eu não vou estar com você". Nossa, Jesus mexeu muito com esses espíritos. Tanto que até hoje a gente tem detalhes desse último encontro. Então, a gente parar de vez em quando para fazer encontros significativos é isso. Quando eu falo da gente celebrar ocasiões especiais, eu estou falando, vamos criar um momento tão impactante que mexa com a gente tanto que a gente nunca mais vai esquecer. E não é só a gente não vai mais esquecer, a gente sai transformado desse desse encontro. Vamos pegar um exemplo de uma formatura. Então eu fui fazer uma faculdade, fiquei na faculdade 4, 5, 3, 6 anos, né?

o é só a gente não vai mais esquecer, a gente sai transformado desse desse encontro. Vamos pegar um exemplo de uma formatura. Então eu fui fazer uma faculdade, fiquei na faculdade 4, 5, 3, 6 anos, né? Estudei, estudei, estudei, me preparei, li, aprendi, tá? Eu tenho agora, terminei, eu tenho o básico para eu começar a ser o profissional da área, tá bom? Mas assim, um dia eu sou aluno, no outro no outro dia eu sou profissional, né? Então é uma coisa que continua. Agora, vamos supor que entre uma parte e outra eu faço uma festa, eu crio uma ocasião especial. Então, nessa ocasião, eu escuto o meu professor me contar da história dele lá no dia da formatura. Ele vai contar como foi para ele. Ele vai dar dicas de do que que importa na minha profissão. Depois eu subo, eu pego o meu diploma, esse diploma tá com meu nome, aí a minha mãe me faz uma homenagem, aí eu abraço minha mãe e lembro com ela de todos os dias que ela me acordou cedo ou que ela me mandou marmita ou que percebe que a gente vai criando um caldo dessa formatura que ela vai me fazendo internalizar o fim da faculdade e o início de uma vida profissional. Eu saio transformada, eu volto pra casa da formatura, caiu a ficha, pronto, acabou estudar por enquanto. E agora eu sou um profissional. É diferente de você falar assim no último dia de aula: "Tchau, gente". Aí no dia seguinte eu pego o carro e vou o ônibus e vou trabalhar. É um aluno que devagarzinho ele vai se tornar um profissional. Mas quando eu marco fazendo um ritual e não precisa ser rico, não precisa ser festa grande, não precisa nada dis, precisa de um ritual. Ah, não quero fazer festa de formatura junto com a faculdade. Faça em casa, chama seus parentes, conta para eles do que que foi a faculdade, seus maiores desafios, o que que você aprendeu. Peça para eles troca de experiência. Vocês que estão na minha à minha frente, vocês têm dica para esse profissional que vai começar? Agradeça aos pais pelo apoio que eles deram. Esse ritual que pode ser em casa simples.

a de experiência. Vocês que estão na minha à minha frente, vocês têm dica para esse profissional que vai começar? Agradeça aos pais pelo apoio que eles deram. Esse ritual que pode ser em casa simples. Mas eu marquei o momento. O que que acontece isso? Percebe que eu estou mexendo lá dentro? É o impacto do espírito. Eu saio desse ritual com um monte de elaborações, de memórias. Eu eu eu processo, eu trabalho, existe um trabalho interior. Então, a ocasião especial, quando eu paro para celebrar alguma coisa, para comemorar alguma coisa, para homenagear alguma coisa, é um momento em que eu mergulho naquilo para validar aquilo. Eu mergulho naquilo para ratificar o valor que aquilo tem, para eu me transformar e me equipar. Vamos pensar em outra celebração especial, o casamento, que também não precisa ser cerimônia externa, grande, festa, nada disso, mas eu eu tô namorando, eu continuo namorando, eu vou morar junto. É uma coisa que vai, não é que não tenha transformação, tem, mas é muito diferente de você terminar uma coisa, validar, celebrar, agradecer, dizer, compartilhar e começar uma nova. Então, eu estou no namoro. Aí nós marcamos um dia pra gente fazer uma celebração. Nesse dia eu faço os meus votos, eu conto para ele o que que eu espero, o que que eu ofereço. Eu lembro dos dias em que a gente não sei das quantas. Eu escuto meus pais compartilhando a história deles, eu ofereço alguma coisa simbólica, eu recebo outro, eu vou guardar para sempre. Quando eu saio, eu tô casada. Eu saio dessa cerimônia casada. Se eu mergulhei e não tiver só preocupada com o vestido e com a festa e com o que os outros vão dizer, porque daí eu posso passar pela cerimônia e não e não mudar nada. Mas se de fato eu mergulhar, eu sentir, eu eu ser tocada na minha emoção, eu saio de um casamento, eu sou uma pessoa casada. Então houve uma transformação interna. Então fala muito do poder dos rituais, dos rituais de passagem. Não é à toa que as as civilizações antigas faziam. O jovem vai entrar na fase adulta, tem todo um

Então houve uma transformação interna. Então fala muito do poder dos rituais, dos rituais de passagem. Não é à toa que as as civilizações antigas faziam. O jovem vai entrar na fase adulta, tem todo um ritual que o leva e eu leva internamente, preparando internamente. Então é muito importante a gente valorizar esses momentos significativos. Mas o que que a gente tem feito hoje? Festa de tudo quanto é coisa que não que não significa nada. É só uma oportunidade pra gente dar risada, beber que nem doido, sair de lá arrastado e como se a gente tivesse amortecido. Não teve transformação, elaboração, troca, gratidão, reconhecimento, homenagem, validação. Não teve nada disso. É só uma farra louca, alucinada. Então, a gente se distanciou dos rituais que fazem o movimento. Vamos pegar o Natal. você pegar o Natal, reunir a família, ainda que tenha briga, encrenca, OK? Mas nesse momento eu olho para vocês, família, eu valido vocês como minha família. Eu valido que esse ano a gente passou entre altos e baixos, mas a gente tá aqui terminando. Outros não puderam terminar, voltaram para casa, plano espiritual antes. É o momento que a gente lembra de Jesus, a gente procura trazer Jesus de volta. Vem Jesus, eu esqueci do Senhor ao longo do ano. É todo um ritual que termina o Natal. Eu tô mais espiritualizada, eu tô mais reconectada. Agora se vai pro Natal na loucura, porque vamos beber e vamos comer e vamos trocar presentes e vamos aquilo lá, o que que é? Uma farra. Nada mais do que isso. Então, farra é diferente de um ritual de passagem, de uma ocasião de celebrar, de validar, de homenagear, de agradecer. É importante a gente não perder isso nas famílias. Isso é o que vai vinculando. É o que vai vinculando. É o que fica. Lembra aquele Natal que a gente fez, aquela homenagem, provou, quando que a gente imaginar que seria o último? Sabe, isso marca, isso é uma validação. É diferente dessa loucura que é só para passar tempo, né? E dar risada e e sair arrasado de tanto que se se acabou. Então a gente tá ficando cada

eria o último? Sabe, isso marca, isso é uma validação. É diferente dessa loucura que é só para passar tempo, né? E dar risada e e sair arrasado de tanto que se se acabou. Então a gente tá ficando cada vez mais superficial, cada vez mais rasgo, cada vez mais um monte de compromissos e a gente não tá mergulhando significativamente nas ocasiões especiais. Bom, vamos começar então trazendo Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda, capítulo 19. E ele fala assim, Joana fala assim: "Jesus sempre demonstrou a sua humanidade, nunca se eximindo de participar da vida ativa da comunidade do seu tempo. As bodas de Caná, as atividades pesqueiras no mar da Galileia, as visitas aos enfermos, os cultos na sinagoga, as visitas ao templo de Jerusalém, as festas tradicionais do seu país, do seu povo." Então Jesus participava dos rituais, só que ele não participava só, vamos, vamos só passar tempo, sabe? Ah, vamos só passar tempo, daqui a pouco cumpre obrigação, tchau. Não, ele trazia significado. Aí ele vai nas bodas de Caná. As bodas de Caná viram todo um uma questão de transformar a o o simples no sofisticado, transformar a água em vinho, um vinho de qualidade. Dá pra gente falar de transformação. Jesus vem mostrar a importância do casamento. Aquela família tava validando um casal que ia começar uma vida nova. Jesus participava, mas ele não participava só cumprindo obrigação. Já tá pronto, já posso ir embora? Não, já que ele estava ali, ele trazia significado, sentido pra festa, para marcar aquelas almas, para mexer com o mundo íntimo, para que aqueles espíritos saíssem dali marcados. O ritual de passagem é para marcar a psique, é para transformar o espírito, é um marco na vida. A gente tem marcos da formatura, dos casamentos, do início da vida profissional, do término da vida profissional. A gente encerra fazendo uma despedida, recebendo um cartão, precisa desses rituais porque eles marcam a nossa psique pra gente saber que a gente mudou de fase de de de época, né? É uma outra estrutura que se

encerra fazendo uma despedida, recebendo um cartão, precisa desses rituais porque eles marcam a nossa psique pra gente saber que a gente mudou de fase de de de época, né? É uma outra estrutura que se inicia. Então é importante que a gente sempre mostre, inclusive desde as crianças, a festinha de aniversário não é para ganhar presente só e encontrar com os amiguinhos, é para mostrar que você tem um ano a mais de vida. A gente deveria dar mais sentido para isso. Vem, filho, antes da festinha começar, vamos conversar a respeito. Você lembra o ano passado? Vamos ver foto do ano passado. Olha quanto você cresceu. O ano passado você não conseguia fazer isso. Hoje você já consegue. Vai atualizando o mundo interno da criança. A criança vai caindo a ficha do período que passou. Senão a gente fala assim: "Nossa, passou a vida, eu nem vi". Por que que passou a vida, você nem viu? Porque você não parou para validar, para celebrar, para tomar consciência daquilo? Olha, filho, nesse ano de vida a gente comemora, mas a gente agradece também pelo vovô e pela vovó que ficaram com você paraa mamãe poder trabalhar. A gente traz a consciência para, analisa, valia, valida, agradeça. Então, no seu mais um ano de vida, seu filho, vamos fazer um cartãozinho pro vovô e pra vovó agradecendo pela sua vida que é apoiada por eles. percebe que a gente vai trazendo profundidade pro momento, mas não. A gente quer aparecer bonito na fita, vou contratar não sei quem para tirar foto, mil coisas e corre, corre, corre, disputa com não sei quem, chama e aí passa, tá todo mundo esgotado e passou. Amanhã ninguém mais lembra de nada. A gente só lembra porque vai ver foto. Então é importante trazer profundidade. Então Joana no no livro Constelação Familiar, que para essa temporada foi fundamental, no capítulo 9 também ela, no capítulo 9 de conelação familiar, ela diz: "A criança que não se relaciona bem no lar, muitas vezes no vizinho encontra motivações para uma convivência saudável que influenciará para melhor o

ela, no capítulo 9 de conelação familiar, ela diz: "A criança que não se relaciona bem no lar, muitas vezes no vizinho encontra motivações para uma convivência saudável que influenciará para melhor o comportamento na própria famí família. Estimulá-la a buscar companhia dos amiguinhos, a divertir-se com eles e com os mesmos estudar, resolvendo os problemas, os deveres escolares, é de relevante significado para a construção social, experienciando desde cedo o labor em grupo, as preocupações com os demais da mesma faixa, as programações festivas e comemorativas do aniversário e outras, a adolescência e a fase adulta tornam-se mais fáceis de enfrentamentos e competições que a existência propõe diariamente. Então, validar isso é o momento da tarefinha, filho. Isso é uma ocasião especial, não é? Faz na e faz enquanto tô indo, não sei pras quas, você vai escrevendo dentro das dentro do carro, sabe? A gente tá levando muito na louca a vida. Precisa ter esses momentos dedicados àquilo que se faz. Ah, é aniversário do amiguinho. Nós vamos celebrar o aniversário do amiguinho. Mas não é ir lá e curtir a festa. A mãe encontra o brinquedo e boa. É filho, o seu amigo. Vamos pensar nesse amigo. Vamos escrever uma cartinha para ele. Que que ele significa na sua vida? Chega, abraça, diga para ele que você gosta de ter ele como amigo. Traz profundidade pra celebração. Como que a gente faz? A mãe compra um brinquedo, o filho só tá indo para para se divertir. Ele só tá indo para curtir a festa. A mãe não tem essa preocupação de falar para ele que significa aquela festa, que que a gente tá indo é aniversário dele. Que significa aniversário? Você sabe o que significa? Que significa que ele passou mais um ano de vida. Todo ano a gente celebra. A gente celebra o quê? Estar vivo, ter saúde, ter dinheiro, ter família, ter comida, ter remédio, ter escola. Traz um um porquê daquilo. Não é só sai correndo, vamos hoje hoje é dia de festa. Uhu! Vamos curtir. É muito assim hoje em dia, muito superficial, né?

ter família, ter comida, ter remédio, ter escola. Traz um um porquê daquilo. Não é só sai correndo, vamos hoje hoje é dia de festa. Uhu! Vamos curtir. É muito assim hoje em dia, muito superficial, né? E aí a gente faz o quê? Enche de celebrações que ninguém sabe nenhuma para que serve. Você não vê a hora de ir embora, você volta esgotado, você vai por obrigação, você faz cara de paisagem e corre, corre, corre, corre. E a celebração que é profunda, que precisa ser validada, passa despercebido, né? Então é muita celebração e é pouco sentido. É um exagero de compromissos. É tudo vira festa, festa, festa, festa, mas a marca, o marco para transformar o mundo de dentro nem sempre tem, é só curtição. Então, Joana deângeles, no livro Despertar do Espírito, logo no capítulo um, ela nos alerta com relação a esse exagero. Ela diz assim: "Exagerados compromissos reais e imaginários arrancam o indivíduo do seu mundo interior para reuniões, encontros quase sempre infrutíferos. Do ponto de vista emocional, eu fui, eu fiz a minha, eu fiz o meu social, eu fiquei, falamos, falamos, falamos, demos risada, bebi, bebi, bebi, voltei para casa, acabei, dormi, desmaiei e aí, e aí foi isso. Não tem lá uma transformação emocional, uma troca significativa, um reconhecimento. Olha, eu vim aqui para celebrar o seu novo emprego. Eu queria que você me contasse dele. Eu queria que a gente orasse por ele juntos. Eu queria que você soubesse que eu estou aqui. Eu queria compartilhar a minha experiência. A gente vai dando eh sentido, vai alimentando essa essa esse encontro. É diferente de fazer por fazer, sai correndo, né? é muito muito eh vulgar, acaba se tornando. Eh, nesse arder de ansiedades contínuas, estiola-se o sentido humano encontrar a paz, transferindo de um problema pro outro, de preocupação e ocasião em outra, e a gente sem participar de coisa alguma. Essa coisa superficial, né? E vai só batendo que nem aquela pedrinha que você joga assim na na água que ela vai tá tá tá. Ela tocou a água em vários lugares,

e a gente sem participar de coisa alguma. Essa coisa superficial, né? E vai só batendo que nem aquela pedrinha que você joga assim na na água que ela vai tá tá tá. Ela tocou a água em vários lugares, mas é um tocar que não acrescentou em nada. É diferente de uma pedra quando ela toca na água e ela funda, ela fica, né? Isso. É isso, essa profundidade. A gente só tá no raso. A necessidade de se fazer presente em toda parte, né? de gastar excessivamente. É uma é uma é um gasto de energia sem reposição, enquanto que a gente poderia canalizar essa energia para o crescimento, paraa beleza, paraa cultura, paraa paz, paraa solidariedade, paraa fraternidade, com um sentido profundo de dignificação de si, mas é um vai e vem de interesses programados por outras pessoas, né? é um aturdimento, é uma desidentificação, trabalhando em favor de uma personalidade conveniente, aquela que agrada os demais, ao invés da gente buscar aspirações, despertar do espírito. Então, é um tanto de coisas que não chega a lugar nenhum, é um excesso. Então, a gente fala que esse celebrar ele não é só desfrutar, curtir, né? se acabar de de de festejar. Ele tem a ver mais com a celebração no sentido de ã validar aquilo que está acontecendo, entendendo o significado do porqu que o que que aquilo significa para você. Então, Joana, no despertar do espírito, ah, continuando, tá? Ainda no despertar do espírito, capítulo um, ela continua o ruído das festas interérminas, as alegrias exageradas do sucesso, o aturdimento das agendas lotadas, as gargalhadas esdrída, estrídolas, a embriaguez dos sentidos impedem a autorrealização, a individuação, ante a impossibilidade de se encontrar nesses momentos preciosos para uma solitude da movimentação no cotidi cotidiano, o retorno para uma vida simples que permite descontração, relaxar dos sentidos, uma um encontro com a beleza espontânea da natureza. Tudo isso é uma terapia paraa autorrealização, né? Então, Joana traz isso, tá demais, tá muito corrido, tá muito concentrado,

relaxar dos sentidos, uma um encontro com a beleza espontânea da natureza. Tudo isso é uma terapia paraa autorrealização, né? Então, Joana traz isso, tá demais, tá muito corrido, tá muito concentrado, tá muito quantidade de tudo. É, é, é um tempo sem tempo. Como é que eu vou fazer um ritual de passagem nessa correria? Imagina, não dá para parar para pensar em nada. Só vai, só vai. Corre, corre, corre e vai para cá e vai para lá. E aí pergunta: "E aí, você foi no aniversário não sei de quem?" Eu fui: "E aí? Tudo em ordem, batemos papo, demos risada, bebemos e acabou". Mas e o significado do aniversário? Não tem. O aniversário é só pretexto pra gente ir lá e ó, afogar as mágoas. É só isso. A gente não tem valor embutido dentro dos das ocasiões, né? E o Natal, a gente foi lá, trocamos o presente, batemos o papo, demos risada e pronto. Mas e o sentido do Natal? O que que é se reunir pro Natal? Então, a gente está cada vez mais vulgarizando, superficializando, coesificando os momentos que deveriam trazer oportunidade de transformação psíquica, né? A gente é só oportunidade de fuga psicológica pra gente esquecer da vida dura e a gente quer cair na cair na farra, né? É isso que a gente faz. Eu ainda estou no despertar do espírito, mas agora eu fui lá pro capítulo três e Joana diz assim: "Paradoxalmente, a sociedade receita a ingestão de bebidas alcoólicas nas reuniões e festas como a melhor forma de expressar o júbilo. Porque na maioria das vezes aqueles que acorrem a esses encontros festivos estão fugindo da solidão, dos conflitos pessoais, conflitos familiares, do estresse do trabalho, das injunções do superego castrador e exigente, afogando as ansiedades e os medos nos delírios do falso prazer. Bebe-se socialmente em grupos elevados e de baixo contexto econômico. Gera-se dependência sem reconhecer-se a gravidade do fenômeno até o momento em que o indivíduo se torna alcoólico e o retorno é quase impossível. É muito triste, gente, a gente achar que o dia da festa é o dia da gente esquecer

onhecer-se a gravidade do fenômeno até o momento em que o indivíduo se torna alcoólico e o retorno é quase impossível. É muito triste, gente, a gente achar que o dia da festa é o dia da gente esquecer da vida. Olha o que que a gente tem feito. Significa que a gente precisa repensar tudo. Eu precisar fazer uma festa para eu naqueles momentos esquecer da minha vida. A festa é para celebrar a minha vida, para eu lembrar mais dela. Eu vou fazer um aniversário para mim, mas se eu me embriagar e ficar fora de mim, eu não celebro a minha vida. Então é uma fuga, é muito triste. Nesse dia em que eu estou fazendo, celebrando o meu aniversário, eu tenho que estar 100% consciente. Eu quero olhar para cada pessoa que estar, que estiver ali. Eu quero abraçar cada pessoa. Eu quero agradecer cada pessoa. Eu quero curtir cada momento. Mas se eu entorpecer os meus sentidos, eu nem sei onde eu estou e eu acordo, eu não sei nem quem eu vi, como que isso pode ser bom? Isso é um atestado de que a vida precisa ser refeita, reformulada, repensada. Significa que a gente não tá sabendo viver. A gente espera uma ocasião especial para fugir da vida. Isso é muito forte, né? A minha ocasião especial é para eu mergulhar ainda mais na vida. Eu não quero perder o minuto de hoje. Eu quero curtir cada um que de vocês que estiverem aqui comigo. Eu quero lembrar desse momento. Eu quero falar desse momento. Eu quero agradecer. Eu quero homenagear. Eu quero me valorizar. Essa é a celebração eh especial que a gente precisa resgatar, que é o que Jesus fez, né? Eh, de novo, aquilo que eu já falei, ela não precisa de grandes aparências, não precisa de impacto, não precisa de, ã, nada exuberante. Ela pode ser simples. Eu posso marcar uma ocasião especial toda semana, por exemplo. O evangelho no lar é uma ocasião especial, não tem nada. Tem um evangelho, copo de água e a família unida. Mas é muito significativo esse encontro. Eu vou lembrar pro resto da vida do que a gente trocou, do que a gente se deu conta,

especial, não tem nada. Tem um evangelho, copo de água e a família unida. Mas é muito significativo esse encontro. Eu vou lembrar pro resto da vida do que a gente trocou, do que a gente se deu conta, caiu a ficha nos nossos evangelhos. Eu costumo dizer que os meus filhos foram educados, sei lá, mais da metade da educação que eles receberam foram eh produtos desses encontros de evangelho, porque sempre aparecia uma palavra que tinha a ver com o que eles tinham vivido durante a semana. Era uma oportunidade que eles mesmos traziam questões que estavam não estavam entendendo. Então, eram muito especiais esses encontros porque eles eram profundos, significativos, eles eram vivenciados. Então, pode ser uma coisa simples a gente marcar um almoço por mês com a família, mas não é para ali nesse momento tirar, lavar roupa suja, brigar ou encher a cara para para esquecer da vida. Não é o momento que eu vou receber todo mundo. Eu vou até a casa de alguém. Eu vou agradecer. Eu vou aproveitar para conviver. Eu vou me interessar pela família, pela vida. Eu vou saber do que tá vivendo. Eu vou contar do que eu estou vivendo. Ali houve o quê? Um alimento. A gente alimentou, a gente nutriu a relação. A gente vai embora levando a pessoa junto. A gente se sente próximo. Mas o que que a gente faz? Deixa passar. Vai em 300.000 festas e não vai onde precisa. Ai, a sua melhor amiga. Nossa, faz seis meses que eu nem converso. Pois é, mas foi em todas as festas de todo mundo. E para quê? A gente não tem sabido escolher, né? Então, ela pode ser simples, para ser significativa, não precisa de aparências. Então, no livro Constelação Familiar, voltei aqui, Joana diz assim: "Uma reunião semanal, quando se encontram todos os familiares para conversação edificante e salutar, discussão de problemas comuns e esclarecimento de dificuldades nos relacionamentos, enseja saudável oportunidade para o bom desenvolvimento ético moral, diminuindo incompreensões, solucionando problemas em clima de harmonia, distante das

recimento de dificuldades nos relacionamentos, enseja saudável oportunidade para o bom desenvolvimento ético moral, diminuindo incompreensões, solucionando problemas em clima de harmonia, distante das emoções conflitivas. Os pais e filhos dialogam com maior naturalidade em conjunto com os demais membros da família, procurando os melhores caminhos para o entendimento e para a convivência feliz. Esse hábito serve como elo entre os que aprendem a se respeitar, a discutir os problemas comuns, sem altercações coléricas, né? enfim, enfim, fundamental para o grupo doméstico. Eh, então é isso. Veja que não precisa grandes coisas, precisa que a gente preste atenção, não deixe a vida correr, não seja arrastado para 300.000 coisas e não colher benefício de quase nenhuma delas. É preciso que a gente pegue a rédia da vida e fale: "Eu preciso garantir que encontros importantes vão acontecer da forma como deve acontecer. Eu exijo que a gente faça uma reunião em família que seja uma vez por mês, mas que seja de corpo e alma presente, sem subterfúgios para fugir, para ficar alucinado, esquecendo da vida. Se a gente não assumir as rédeas e garantir esses encontros significativos, a gente não vai ver a vida passar, a gente vai correr atrás dela. E essas transformações íntimas que esses encontros promovem, a gente vai deixar para depois, né? Vamos perder a oportunidade. Então, é importante a gente priorizar, saber qual que é importante, escolher, não aceitar qualquer compromisso, validar aquele que realmente vai ter sentido, significado, né? E aí, ainda no constelação familiar, mas agora é ainda no capítulo 21 da constelação familiar, continuando o texto, Joana diz: "Noutras ocasiões, em razão dos compromissos sociais e de trabalho, poucas vezes estão no mesmo horário os familiares, especialmente a partir da adolescência dos filhos, que passam a fugir dos encontros dos grupos, comunicando-se através de rescados escritos, verbais ou por meio de funcionários domésticos, né? Hoje é por mensagem. Esse comportamento

cência dos filhos, que passam a fugir dos encontros dos grupos, comunicando-se através de rescados escritos, verbais ou por meio de funcionários domésticos, né? Hoje é por mensagem. Esse comportamento dificulta a aproximação das pessoas amadas entre si, ao mesmo tempo que permite a instalação de diversos distúrbios nos filhos, sem que os pais tomem conhecimento, tendo em vista a pouca convivência e os encontros relâmpagos que se permitem. Nesses encontros de família, quando a gente tem oportunidade de ficar junto, prestar atenção, não é aquela coisa louca, alucinada, de corre, corre, quando eu estou dedicado, quando eu estou para eles, eles estão para mim, a gente tem chance de captar coisas que a gente não teria. Aí você percebe um olhar do seu filho diferente. Você percebe que ele fez uma pergunta, essa pergunta tem algo por trás. é a chance que a gente tem de prevenir, de antecipar problemas futuros, que é o que ela tá dizendo. Eu posso pegar futuros, futuras encrencas quando elas ainda estão em semente. Se eu tiver olhos de ver, se eu tiver tempo dedicado, se eu tiver momento propício, percebi que meu filho ficou quieto, ele ficou torcendo a mão. O que que ele tem? Ele não é assim. Pronto, captei. Isso. Eu posso ir investigar e evitar uma bomba atômica daqui 2 anos, 1 ano, 6 meses. Então, até para isso, os encontros ajudam da gente ter tempo de se olhar, porque nem isso mais a gente faz. Às vezes alguém fala: "Você percebeu que o fulano anda meio quieto?" Não. Por que que eu não percebi? Porque eu tô louca, correndo para cá, correndo para lá e dando conta e ligando e fazendo. Eu não tenho tempo para olhar para você. Não dá para eu parar para eu estar com você, com atenção dedicada a você, né? Então, até para esses momentos de calma, pra gente poder vincular mais uns com os outros, as ocasiões especiais eh oferecem condição, né? H, um ponto que eu levantei é nessas trocas dessas ocasiões especiais, a gente usa muito a fala, né? Esses rituais não são mudos. Você vai pra

s outros, as ocasiões especiais eh oferecem condição, né? H, um ponto que eu levantei é nessas trocas dessas ocasiões especiais, a gente usa muito a fala, né? Esses rituais não são mudos. Você vai pra formatura, você escuta o paraninfo, você escuta o professor, você escuta o representante de sala. É pela fala que a gente constrói o caldo daquela celebração. É ali que a gente vincula, que a gente chora, que a gente se emociona, que a gente fala, que a gente escuta. Então, a fala, mesma coisa. Vou fazer o evangelho, é pela fala. Eu vou fazer o casamento, é pela fala. Fala é que dá vida ao mundo interior, né? Então, ela é a matéria prima, é o momento que eu tenho de me expressar, de ouvir. Então, no livro Ainda, Constelação Familiar, ó, gente, constelação familiar, capítulo 21 e o Despertar do Espírito, capítulo 1, fez essa aula. Então, vale a pena ir lá e reler, né? Então, no Constelação Familiar, capítulo um, ela diz: "Essas reuniões transformam-se em verdadeiros recursos de psicoterapia de grupo, quando se pode abrir o coração, falar abertamente a respeito dos conflitos e desconfianças, das dificuldades e dos sofrimentos internos, recebendo apoio geral". Nessas ocasiões, seriam analisadas situações conflitivas, liberadas as mágoas, que se vão convertendo em resíduos perigosos, né? se ficar acumulado naselagens tecelagens delicadas do perespírito, que as encaminhará ao corpo somático em forma de transtornos e enfermidades evitáveis. A fala dissolve nós do inconsciente de conflitos emocionais que se não forem dissolvidos vão somatizar, vão aparecer no corpo na forma de disfunção, sintoma, distúrbio. Então eu ter oportunidade de falar é deixar fluir a tensão. E isso é saúde, é garantia de não somatizar. Então, nesses encontros também a fala terapêutica, a expressão, o o acatarse, o desabafar, o ouvir com carinho, né, que é a nossa temporada inteira. E a gente ã encerra aqui nossa reflexão. Hoje eu hoje eu acelerei, né, gente? Eu corri para burro aqui, não sei. Acho que

atarse, o desabafar, o ouvir com carinho, né, que é a nossa temporada inteira. E a gente ã encerra aqui nossa reflexão. Hoje eu hoje eu acelerei, né, gente? Eu corri para burro aqui, não sei. Acho que eu tô ansiosa. Final de ano eu vou ficando ansiosa. Eh, a gente falando do Natal, né, que é a celebração maior, que é esse momento em que a gente deveria tirar o foco de Papai Noel de presente e a gente trazer o foco para isso. É um fechamento de um ano, acaba sendo, porque o Natal acaba que é no final do ano. Então, é momento da gente fazer um balanço, da gente rever, da gente tomar consciência de como foi esse ano, o que que aconteceu, como foi o último Natal, como eu estava, quais eram as minhas preocupações, que que eu sonhei para esse ano, que que eu consegui realizar, o que ficou pendente e a minha família, quem está aqui comigo hoje, como eles estão, que que eles passaram nesse ano? Então, é um momento de introspecção familiar, é o momento da gente trazer Jesus. Jesus, a gente vai se esquecendo de você. Vem nesse momento, nesse mês, que a sua energia tá maior ainda, porque a gente cria espaço para isso. É lembrar de Jesus, é resgatar, é reconectar com ele. É um momento pra gente assim, é um momento de êxtas espiritual, se a gente souber viver bem o mês de dezembro, né? se a gente não se deixar envolver pela loucura insana de festas, celebrações, presentes, Papai Noel e tudo mais. Então eu termino com Desperte e Seja Feliz, capítulo 30. E Joana disse: "Desde ali todo ano aqueles que o amam a Jesus dão-se as mãos e unem os corações para celebrarem o Natal, o seu Natal, derramando bênçãos em favor dos que sofrem, buscando mandar-lhes as paisagens de eh, desculpa, mudar-lhes as paisagens de aflição, brindando esperança, socorro e paz nesse Natal. permite que o amor de Jesus te irrigue o coração e verta em direção daqueles para os quais ele veio, os nossos irmãos sofredores da terra. Então, que seja esse Natal, esse momento dedicado a Jesus, que a gente celebre de um jeito

e irrigue o coração e verta em direção daqueles para os quais ele veio, os nossos irmãos sofredores da terra. Então, que seja esse Natal, esse momento dedicado a Jesus, que a gente celebre de um jeito único, como fazia muito tempo que a gente não celebrava, que a gente se lembre de trazer profundidade, significado, sentido, que a gente garanta que seja um momento de transformação, de aproximação, de vinculação e, principalmente de agradecimento a Deus, de louvor a Deus, por ele ter nos apresentado, Jesus. Então, que a gente possa aproveitar dessa data que está eminente e já iniciar um novo treinamento na forma como nós celebramos as ocasiões especiais. Não vamos permitir que aquilo que a gente tem feito, que é igual o que todo mundo faz. Vamos fazer algo diferente. Vamos fazer ser o momento de um ritual que transforma, como Jesus fez, o seu último encontro, a sua última ceia. Bom, eu trouxe hoje como sugestão de filme um filme de 2008, se chama O casamento de Rachel, né, de Raquel, casamento de Rachel. E é sobre ritual familiar, envolvendo um casamento. Então, nesse momento, é um espaço de reencontro, é um espaço de remoração, é um espaço de falar o que não foi falado, é um espaço de ouvir, de ouvir aquilo que não foi ouvido, é um espaço eh de reorganização psicológica e familiar. Tudo isso por meio de um encontro para celebrar o casamento da Rachel. Então, vale a pena a gente se projetar um pouco nesse filme e procurando entender o que que ele pode nos oferecer e quais lugares internos que a gente pode acessar e destacar a partir de hoje para estarmos mais profundamente presentes nas celebrações das quais nós escolhermos fazer parte. Então, a gente termina aqui agradecendo por esse tempo que vocês me dedicaram, que vocês me acompanharam nos nossos estudos orientados pela benfeitora Joana de Ângeles. E a gente volta a semana que vem pro nosso último encontro. Muito obrigada. Até lá, se Deus quiser.

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