A esquina de pedra | Stela Martins | ESTUDO AO VIVO | Consolar e Esclarecer

Conecta Espiritismo TV 01/09/2025 (há 7 meses) 54:58 19 visualizações 2 curtidas

Essa série de lives tem por objetivo principal divulgar a obra “A esquina de pedra” e seu autor, Wallace Leal V. Rodrigues. O livro aborda a história do cristianismo primitivo e a formação do catolicismo, com capítulos que se assemelham a crônicas poéticas, explorando temas como a fé, a caridade e a transformação moral. Wallace Leal Valentim Rodrigues, autodidata, foi ator e diretor de teatro, diretor de cinema, escritor, jornalista tendo atuado durante 25 anos na Casa Editora o Clarim como continuador da obra de seu fundador, Cairbar Schutel. Conheça a trajetória inspiradora desse espírito no documentário WALLACE LEAL – PODERES DO ESPÍRITO (Márcia Tamia | Zé Henrique Martiniano) https://youtu.be/pwItf50t0fg?si=D2qw3eQpXZMVXeyo #espiritismo, #doutrinaespírita, #allankardec, #reencarnação, #mediunidade, #evoluçãoespiritual, #vidaapósamorte, #cristianismoprimitivo, #esquinadepedra 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280

Transcrição

เฮ nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Não é além. Nascer, nascer renascer renascer ainda e progredir progredir sempre sem ser. Não é nascer o rei nascer ainda e progredi sempre. Boa noite para todo mundo. Que bom que chegou mais um domingo à noite. Vocês estão bem? Eu espero que sim. Eu espero que sim. Espero que vocês estejam animados pro nosso, paraa nossa reflexão hoje sobre o Esquina de Pedra e espero que vocês possam me ajudar aí divulgando esse estudo, passando para as pessoas para que mais espíritas possam conhecer essa obra tão linda que é o Esquina de Pedra, com tantas reflexões importantes para os nossos dias, né? Embora seja, vocês têm percebido isso nas nossas nossos encontros anteriores, eh vocês, espero que vocês tenham percebido que a gente tem feito reflexões do passado para os nossos dias, né? Como é importante a gente fazer isso. O passado é sempre uma grande oportunidade de para que nós eh evitemos situações, repetir os mesmos erros, né? Eh, cairmos nas mesmas armadilhas dos nossas das nossas paixões, não é? E no caso do esquina de pedra, isso é muito especial, porque ele nos fala a respeito do cristianismo primitivo, quer dizer que aquele cristianismo lá do começo, né? Primitivo nesse sentido de ser o do começo, bem lá do comecinho. Então vamos dar boa noite aqui para quem já chegou e já tá no chat. Eduardo, muito obrigada por estar aqui acompanhando o nosso o estudo do Esquina de Pedra e obrigada por ser membro de um canal espírita. Oi, Rosiane. O pessoal da esquina é o clube da esquina, né? A semana passada foi o clube da esquina. Oi, Chirley, boa noite, querida. Boa noite para Alguinha. O Alguinha tava comigo agora a pouco no Prestes pela Paz também. Nivalci, boa noite, meu bem. Marilda querida, boa noite também. muita harmonia para todos nós. Espero que outras pessoas cheguem também para esquentar aqui a nossa as nossas reflexões. E é sempre legal que vocês coloquem a opinião de vocês aí no chat, eh, para que a gente possa ter um

odos nós. Espero que outras pessoas cheguem também para esquentar aqui a nossa as nossas reflexões. E é sempre legal que vocês coloquem a opinião de vocês aí no chat, eh, para que a gente possa ter um compartilhamento mesmo, né, das nossas opiniões, daquilo que a gente tá vendo por aqui. Então, vamos lá. Na semana passada nós paramos num trecho muito importante do capítulo 5, né? E vou colocar aqui para vocês. Deixa eu ver que que tá aqui mesmo. Ah, é voltar aqui no texto. Paranã. Pera aí. Nós estamos aqui. Vou aumentar um pouco o tamanho para ficar mais fácil para vocês. Ó lá. Ó lá. Nós paramos aqui. Eu me surpreendi verificando que cada um contra si mesmo. Quer dizer, são as lutas, né? Que lutas terríveis teriam que ser travadas. Era o que ela tava falando para nós, que Gala tava falando para nós. Oi, Rê, boa noite, querida. Eh, Gala tava dizendo para nós que ela tava ouvindo de novo, né, que ela voltou a a ir buscar água eh no mesmo horário e ela tava ouvindo outra vez os o os soldados romanos nas ruínas, perto ali da onde ela ia buscar água. E eles estavam fazendo uma algazarra, né? Porque tinha mulher lá, eles estavam bebendo, rindo alto e ela parou para para meditar sobre de mais uma vez sobre aquelas circunstâncias, sobre aquela circunstância e a condição, né, de que uma luta terrível necessitaria ser travada. Contra quem? Eu me surpreendi verificando que cada um contra si mesmo. Nós não temos que lutar contra o outro, né? Não temos que nos indispor com o outro, porque na verdade o mal tá dentro de nós, né? Aquele mal que a gente precisa combater tá dentro de nós e não em outro lugar, né? Eh, muito impactante para mim essa frase dela foi extremamente impactante. E aí ela colocou lá: "Enchi a bilha e voltei para casa lentamente me por certo me demorara, pois que mamãe já me esperava a porta". E aí eu via, eu fui procurar porque eu falei assim: "Olha que interessante, né?" A gente não imagina bilha, várias coisas a gente imagina, mas bilha é esse tipo de de vasilhame,

me esperava a porta". E aí eu via, eu fui procurar porque eu falei assim: "Olha que interessante, né?" A gente não imagina bilha, várias coisas a gente imagina, mas bilha é esse tipo de de vasilhame, ele pode ser mais chique um pouco, pode até ter alça, ter alguns trabalhos artísticos, mas o formato dele tem que ser esse daí. Então não era uma coisa fácil, né, de ser carregada. E naquele lugar onde eles viviam, que já era um lugar muito bastante quente e não necessariamente seco como é hoje, eh os problemas na na no meio ambiente tem se agravado, né, desde da revolução industrial para cá, principalmente. Mas mesmo assim, né, para uma casa com quatro pessoas, eles deviam devem ir deveriam buscar água com com uma frequência grande, né? Porque que que uma menina, qual é o tamanho da bilha que a menina podia carregar, né, que a gala podia carregar. Então, eh, é sempre é bom a gente fazer essas reflexões, porque a gente precisa ter um uma ideia de qual é, quais eram as dificuldades que que se enfrentava na época, até pra gente entender eh que hoje nós temos condições muito melhores do que nós tínhamos. Nós temos facilidades hoje que esse que esses espíritos que nós, né, nós porque nós possivelmente estávamos encarnados naquela época. Então houve aqui uma evolução muito acentuada, tecnológica, obviamente, mas houve também uma evolução moral muito grande e nós vamos falar sobre isso ao longo do desse texto também. Oi, Eliana, bem-vinda, querida. bem-vindo ao nosso estudo. Oi, Cláudio. Bem-vindo também, Cláudio, né? Isso. Falei certo. Eh, então é uma uma é importante a gente saber quais eram as condições na época, quais eram as condições políticas. E isso nós vamos ter que ter muito claro no Esquina de Pedra, porque ele vai falar muito sobre política. Muito sobre política. Ah, não se fala sobre política no espiritismo. Olhe, desculpa, a gente não fala sobre política partidária, né? E a gente não deve mesmo falar, sabe? Ah, eu gosto do candidato tal, do candidato tal. Isso é da

se fala sobre política no espiritismo. Olhe, desculpa, a gente não fala sobre política partidária, né? E a gente não deve mesmo falar, sabe? Ah, eu gosto do candidato tal, do candidato tal. Isso é da consciência de cada um de nós. Mas para as questões, por exemplo, de assistência social, nós temos que falar sobre política. Quando a gente vai se referir às à necessidade eh de que o Estado seja laico, nós estamos falando sobre política. Quando nós vamos dizer que é preciso reduzir as diferenças sociais e respeitar todas as religiões, coisa que o nosso país tem levado adiante com muita galhardia, nós estamos fazendo política. Mas no caso aqui do nosso estudo do esquina de pedra, ele vai falar muito, muito fortemente da política naquele período, porque religião e governança e governo de estado, né, e e poder público, digamos assim, que não era desse não era esse formato, né, que existia na época, mas enfim, eh eles estavam muito entrelaçados, muito entrelaçados. Então, as consequências das das decisões dentro das religiões, elas tinham um aspecto eh político e econômico muito forte. E a gente vem carregando isso até hoje, né? Impressionante que a gente vem carregando isso até hoje. Então, vamos lá, vamos continuar aqui na nossa leitura. Para vocês que estão chegando hoje, a gente vai lendo e vai refletindo sobre a leitura, vai conhecendo sobre a a leitura. Lá a re contando aqui para nós. Nasci no nordeste, lá também não tínhamos água encanada e cresci vendo minha minha mãe deve ser, né? Buscar água no poço e me arrastando junto. Minha diversão era ir junto na levada para lavar roupa. Ah, tá vendo? É, não é fácil, né? Quando a gente pensa que é um privilégio ter água encanada, é isso, gente, sabe? Nós temos hoje eh boa parte de nós, ou pelo menos nós que estamos aqui conversando, né, que temos energia elétrica, temos internet, temos um celular ou um computador, nós estamos bem acima da média, da média mundial, inclusive, porque a gente tem recursos e e confortos que boa parte da população não tem, né?

trica, temos internet, temos um celular ou um computador, nós estamos bem acima da média, da média mundial, inclusive, porque a gente tem recursos e e confortos que boa parte da população não tem, né? Mas vamos lá, vamos aqui paraa nossa leitura. Enchi a Billy e voltei para casa lentamente. Por certo, me demorara, pois que mamãe me esperava a porta. Alguns anos se passaram, aí ela ela vai tá levando a gente para outro tempo. Então essa parte aqui ela já terminou, né? A a mãe esperava na porta e ponto. Passado alguns anos, né, em outra noite de verão, voltei a encher a bilha na fonte. Guardo bem a lembrança porque me atrasei exatamente pelo mesmo motivo. O vento trazia os ecos, os ecos da algarra que se fazia entre as ruínas. E como da outra vez eu ficar a pensar no problema crucial da inconsciência do homem, sabe? Eh, eu vou ser sincera com vocês aqui. Eu gostava de ir em bar, gostava de tomar uma cerveja e depois com o tempo, essa essa acabou a graça, né? Sei lá, não sei dizer se foi uma evolução espiritual ou se foi só o envelhecimento mesmo. Mas quando eu passo hoje, vejo as pessoas no bar tomando cerveja, falando alto, dando risada, eu olho e falo assim: "Nossa, né? Por que será que eu gostava se hoje eu não acho mais graça nenhuma?" Não, a gente precisa tomar cuidado, inclusive para não condenar, né? Quem ainda gosta de beber muito, de fumar, né, de ficar acordada até de madrugada, eh, a gente não pode condenar. Eu, pelo menos não posso, porque eu também já tive minha fase desse jeito. Mas é muito interessante a gente parar para ver como nós vamos mudando e o que em nós vai mudando e por mudando. É muito interessante, né? E ela reflete sobre isso, sobre esse comportamento equivocado desses soldados e ela tá é muito nova. Que coisa, né? É a evolução espiritual da gala. É interessante, né? Vamos lá. Vi a silueta de mamãe recortada contra o quadro quadrado amarelo da porta. Havia um visitante na casa, pois que um cavalo selado mordiscava a relva entre o redil e a escada. Ao ver-me, mamãe voltou-se

Vi a silueta de mamãe recortada contra o quadro quadrado amarelo da porta. Havia um visitante na casa, pois que um cavalo selado mordiscava a relva entre o redil e a escada. Ao ver-me, mamãe voltou-se para o interior. Eu galguei os degraus, eram 22, e parei um breve instante à porta. Então, a casa dela ficava bem mais alta do que o chão, né? A gente já falou sobre isso. As casas que eles normalmente utilizavam e no caso dela da gala é isso, eram buracos no ou eh profundidade em algumas pedras que eles encontravam, né, em rochas, em alguma montanha, alguma colina, algum lugar assim que eles transformavam em casa, né? punha uma uma porta de madeira que eles faz ou de eh pelo de animal e era o que eles e ali dentro eles faziam a casa deles. Era o mais comum nessa região. O estranho estava sentado entre Cirilo e Vovô. Cirilo é o irmão dela, viu gente? para quem tá começando hoje. Entrei silenciosamente e depositei a bilha de água fresca sobre a mesa. O desconhecido levantou-se. O assunto de que tratava deixara seus ouvintes rubros e de brilhante olhar. Fixei com curiosidade e ele sorriu para mim. Que será que ele tinha dito, né? que será que ele tinha dito pro pro Cirilo, né, pro irmão da Gala, pra mãe dele e pro avô, que os três estavam rubros, né, vermelhinhos e ansiosos, né, porque o olhar tava brilhante. Aí começa outro trecho aqui, ó. Filoctemo. Aí nós vamos dar uma parada porque ela vai começar uma outra história. Então ela interrompeu a a descrição, parou de contar pra gente o que tava acontecendo naquele momento lá, que o visitante tava na casa com na casa deles, né, que ela chega com com água fresca. E aí ela vai contar uma história para nós. Eu queria muito que vocês prestassem bastante atenção, porque essa história é muito emocionante. É muito emocionante. Deixa eu pôr aqui um É, não é? Elas são impressionantes, né? Maduras, lúcidas. Isso mesmo. Então, vamos lá. Filoctemo. Ouv antes um latido e em seguida o entrechocar das patas de cavalos sobre as pedras da praça.

aqui um É, não é? Elas são impressionantes, né? Maduras, lúcidas. Isso mesmo. Então, vamos lá. Filoctemo. Ouv antes um latido e em seguida o entrechocar das patas de cavalos sobre as pedras da praça. Então é isso, né? O cenário mudou. Ela não tá mais lá na casa dela. Ela tá contando uma história. O comentarista se cala. Agora eu vou mostrar para vocês quem era o comentarista. O comentarista se cala. Essa é uma ilustração de uma reunião de cristãos primitivos. Era mais ou menos isso que acontecia. Não era muito comum eles terem eh textos para serem lidos. Essas eram as comunidades e nós vamos ver um pouco mais. Nós já falamos sobre isso. Ela usa uma palavra específica porque ainda não chamavam de igreja. Nos cristãos primitivos não se davam esse título. Eclésias, se não me falha a memória, que era o nome que eles chamavam, que era o nome que eles davam aos agrupamentos de cristãos, que era como eles se autodenominavam, eclésias e não igrejas. Era mais ou menos esse o ambiente daquele daquela época. Ah, tirei. O comentarista se cala e na pausa de silêncio ouve-se o pio do mocho. As pessoas se levantam sem ruído. Em voz baixa, porém audível, um homem comanda. Pelo estábulo, pelo estábulo, sem ruídos, saiam todos. Aí a minha pergunta é a minha colocação para vocês agora é: parem um minuto, fechem os olhos, tentem criar essa cena mentalmente. Nós estamos ali todos reunidos para falar, para estudar, para ler a palavra de Jesus, os ensinamentos de Jesus, para falar sobre o evangelho. De repente a gente escuta um barulho do lado de fora que são as patas dos cavalos, um vozeiril, um barulho de de ferro batendo em um e outro. E aí alguém diz: "Silêncio, vamos saindo, vamos saindo sem rapidamente e sem alarde, sem barulho." Deu para sentir o medo? Deu para sentir o medo por aí? Porque quando eu li esse trecho, foi a primeira coisa que eu pensei, né? Eu senti até o medo que tava ali no ambiente, sabe? Aquele medo, aquela aflição do que vai acontecer. E aí eu pensei assim, graças a Deus, nós hoje temos a

cho, foi a primeira coisa que eu pensei, né? Eu senti até o medo que tava ali no ambiente, sabe? Aquele medo, aquela aflição do que vai acontecer. E aí eu pensei assim, graças a Deus, nós hoje temos a liberdade de seguir a nossa fé de acordo com aquilo que a gente acha que é importante. Nós não precisamos mais, ou pelo menos por enquanto, nós não precisamos nos esconder, nós não precisamos fugir. Aqui no Brasil, o espiritismo foi proibido por lei durante muito tempo, muito tempo. Essa lei foi instituída com a proibição da prática do espiritismo ainda com Dom Pedro II, se não me falha a memória, e ela só vai ter só vai ser eh encerrada, só vai ser retirada do Código Civil. Já tinha passado Getúlio Vargas. Vejam só, era proibida a prática do espiritismo no Brasil e a gente tinha e as pessoas se escondiam. Então, tem várias histórias, por exemplo, em Araraquara, que é uma cidade aqui do lado de São Carlos, eh eles deixavam uma ficava uma pessoa do lado de fora da casa espírita prestando atenção. Se aparecia o carro da polícia, essa pessoa que ficava do lado de fora da porta batia na porta, avisava todo mundo e as pessoas fugiam como os cristãos primitivos tiveram que fugir. Isso recentemente, gente, tem o quê? 70 anos, 80. Pensa só, o medo que dava nas pessoas, diz, no caso da gala do esquina de pedra, não era só de ser preso, era de morrer, de ser morto, né? Não é uma coisa impressionante? Ô Terezinha, que bom que você chegou, meu bem. Charazinha querida, sentiu aí, Olga? Eu senti, eu senti sim, mas meu senhor sempre mea. Ai, ai. Oi, Carlos, bem-vindo, querido. Bem-vindo ao nosso estudo. Então, voltemos lá ao nosso texto. Pera aí, deixa eu só dar uma olhada aqui porque eu separo uns umas imagens. Ah, é, já nós vamos ver isso aqui. O menino dá-se conta de que o momento é extremamente grave. É um menino, viu, gente? Um medo intenso domina-o e faz com que suas pequenas pernas estremeçam. As pessoas se empurram silenciosas em direção à porta dos fundos, que já aberta deixa entrar o frio da noite. São

o, viu, gente? Um medo intenso domina-o e faz com que suas pequenas pernas estremeçam. As pessoas se empurram silenciosas em direção à porta dos fundos, que já aberta deixa entrar o frio da noite. São muitos, inclusive crianças, que as mães não tiveram com quem deixar em casa. atravessam o pátio de serviço, correm para o estábulo, por detrás dos quais colei o riacho. Este oferece uma extensão de val que será preciso percorrer a fim de que o faro dos cães se desnorteie. Com um pouco de sorte estarão a salvo dos enfurecidos limitâneis limitâneis para os quais um caceteamento é um caceteamento essa infindável história de batidas e batidas motivadas pelos enfadonhos cristãos. E aqui eu vou mostrar o que que é isso que ele acabou de falar. Limitanez eram esses homens. Essa é uma figura, né, gente? Era uma ideia do que deveria ser um grupo. Eles normalmente ficavam à disposição para defender os limites do Império Romano, né, a as divisões ali do Império Romano. E mas eles também acabavam ficando responsáveis por essas batidas atrás de cristãos. essas batidas atrás de cristãos lá no começo, um pouco antes no no livro, a Gala conta que já tinha diminuído bastante, mas ela não tá falando do tempo dela, né? Ela tá contando uma história que parece que aconteceu um pouco antes. Vocês vão entender porque que eu tô falando isso já. As pessoas saem, mas é preciso desfazer os vestígios da reunião. Quer dizer, não basta só fugir. Eles não adiantava eles só fugirem os cristãos. Eles precisavam enganar os romanos de outra forma. Será também natural que alguém esteja dormindo na casa aquela hora. Em suma, a cobertura aos fugitivos depende de que se dê a impressão de uma casa comum em que as pessoas já adormeceram. Então vocês imaginam, né? Eles fugiram e alguém ia ter que ficar para trás porque senão eles iam a continuar buscando os cristãos iam acabar encontrando esses homens, mulheres e crianças que estavam eh fugindo. E aí o medo, né, era do que podia acontecer com eles depois. E nessa noite, o pai de Filoctemo não

buscando os cristãos iam acabar encontrando esses homens, mulheres e crianças que estavam eh fugindo. E aí o medo, né, era do que podia acontecer com eles depois. E nessa noite, o pai de Filoctemo não estava presente. Ele compareceu a sós, então já era uma criança, mas ele foi pra reunião do evangelho, foi pra reunião da da do grupo de cristãos sem a presença do Pai. Não, não precisou o Pai levar ele, ele foi porque ele quis. Mas pela experiência de outros episódios semelhantes, Filotemo compreende que deve ficar para trás. A presença de uma criança é sempre garantia de que o truque vai dar certo. Assim, trêmulo e tomado de medo, ele permanece. Que raciocínio esse numa criança, né? lembrar de todas essas questões, detalhes. Quando os adultos fogem, os adultos correram, mas ele ficou porque ele pensou em tudo isso, mesmo com as pernas bambas de medo. Certamente ele estava ligado aos espíritos amigos que acompanhavam a reunião, mas os outros não estavam. os adultos, principalmente que deveriam ser mais conscientes. Aqui fica uma boa pergunta para nossas reflexões da semana. Com quem nos sintonizamos? quem acompanha e nos influencia verdadeiramente para que nós tenhamos esses insites, essa esses pensamentos tão responsáveis e tão caridosos, mesmo no momento de desespero e de pânico. Quem, né, quem de nós, né, quem eu fiquei me imaginando, será que eu ficaria ou será que eu também fugiria? Qual seria meu primeiro impulso? Parar e pensar no que deveria ser feito ou sair correndo de medo? É isso. É isso. Pressurosamente dispõe os bancos pelos cômodos. Quer dizer, o o Filotemo e o o homem que ficou lá, né? Eles põem os bancos nos cômodos, alguns por debaixo das camas, outros no desvão do forro, para isso preparado. Lá de fora, o ruído dos passos parece se aproximar e o terror do menino aumenta. O instinto aponta-lhe a porta de fuga, mas seu senso de dever é mais forte e prevalece. Aqui me dá vontade dar um nó na garganta, sabe? de será que eu te teria eh hoje, né? Hoje eu teria essa

aumenta. O instinto aponta-lhe a porta de fuga, mas seu senso de dever é mais forte e prevalece. Aqui me dá vontade dar um nó na garganta, sabe? de será que eu te teria eh hoje, né? Hoje eu teria essa responsabilidade toda, essa dedicação toda, esse desprendimento da minha vida material para eh colocá-la em risco na defesa de outras pessoas? Agora os cães latem freneticamente, os homens estão no pátio, renteiam a casa, esmurram a porta. Lá dentro, os dois retardatários envolvem-se em cobertas e acendem a candeia maior com suas pesadas lanças e os limitez forçam a entrada da frente. A luz corre ao longo das paredes escuras a porta vai ser aberta. Os dentes do menino se entrechoam. Ele sente frio e calor. Silano, que é o homem que fica junto com o com Filotemo, retira a tranca e os soldados agora estão no interior da casa. Os captores iluminam-se com taedas e à luz delas, Filotemo fita-lhes os os rostos agressivos e desconfiados, os olhos perfunctórios que parecem atravessá-lo. Silano dialoga com o soldado a cavalo, que devia ser o de mais alta patente, né, possivelmente. No momento seguinte, ele Filotemo, poderá estar sendo interrogado, espancado e morto. Sim, isso pode estar acontecer no instante seguinte. Então, uma estranha onda parece aquecer o menino. É certo, ele pode morrer da pouco, mas quer morrer cristão, quer morrer fiel a Jesus, como tantos outros têm feito. Todo seu pequeno ser grita esse desejo e ao profundo influxo seu terror desaparece. O exemplo arrasta, meus amigos, mais do que pregações, palavras, lives, estudos, livros, é preciso ser exemplo para termos filhos melhores que nós e assim sociedade mais evolu sociedades mais evoluídas, civilizadas, espiritualizadas, amorosas. Que que a gente vai falar num momento como esse? Fala para mim se não é um livro para fazer a gente chorar de verdade, porque você imaginar uma criança com tal conexão com a espiritualidade, com a espiritualidade, a ponto de ter a consciência clara que era melhor ficar ali e morrer em nome de Jesus do que

de verdade, porque você imaginar uma criança com tal conexão com a espiritualidade, com a espiritualidade, a ponto de ter a consciência clara que era melhor ficar ali e morrer em nome de Jesus do que fugir com medo e correr o risco de que, por sua fuga, outras pessoas também serem empresas e assassinadas. Não é, é fantástico. É fantástico. Não consigo ficar. Fui desencarnada muitas vezes pela maldosa sede de poder da igreja. Apedreja queimada, apedrejada, queimada e outras tantas. Pois é, meu bem. queimada. Eu também já fui, mas eu não aguento esse livro é muito, fala muito dentro da gente, né? Hoje a gente nem precisa morrer e mesmo assim a gente eh evita falar assim: "Ah, não posso ir porque hoje eu tenho centro espírita". A gente não fala isso para quem não é espírita, a gente fala isso paraas outras pessoas que são espíritas como a gente. Ah, hoje eu não vou no seu aniversário porque eu tenho centro, tenho reunião mediúnica, mas a gente não fala para quem não é, porque a gente não tem a certeza que o Filotemo tem. Essa convicção de que nada é mais importante do que seguir Jesus, a gente ainda não tem. Eu não tenho, pelo menos. Espero que vocês tenham, mas eu eu não tenho. Então essa atitude dele me cobre de vergonha, sabe? Eu queria ser assim que nem o filotemo, mas não sou. Quem sabe, né? Numa próxima. Os indecisos matizes de sua alma infantil desfalecem nos fortes impulsos de um ideal de contornos puros, pelo qual viverá ou morrerá. Agora sabe que crê e uma inefável alegria jorra-lhe da alma. Então, de desespero e de pânico e de um pânico muito intenso, ele vai paraa alegria, pra alegria de saber que ele tá pronto para qualquer coisa, porque ele crê verdadeiramente. Ele crê verdadeiramente em Jesus. É lindo, né? O comandante volta-se para ele e fala-lhe uma a uma tranquilamente. Filoto, vai respondendo as perguntas. Um forte magnetismo parece promanar de sua figura pequenina, do seu olhar cintilante, lúcido e sereno, como diz a re, né? A re falou isso, que o pensamento dele era

loto, vai respondendo as perguntas. Um forte magnetismo parece promanar de sua figura pequenina, do seu olhar cintilante, lúcido e sereno, como diz a re, né? A re falou isso, que o pensamento dele era lúcido. Silano sente-se pasmar e a onda que promana do menino contagia os próprios soldados que se relaxa. A busca perdeu sua razão de ser. Os homens voltam atrás sobre seus passos, desaparecem na noite. Por essa altura também os fugitivos já estão a salvo. No interior da casa, mudos, o homem e o menino cerram a porta da frente, atravessam os cômodos desertos e também eles saem para o estábulo banhado de luar. Ali, porém, o fio distenso rompe-se. Silan ajoelha-se, aperta o pequeno companheiro contra o peito. Põe ambos a soluçar. Põe-se ambos a soluçar. Eu não tô soluçando, mas tô aqui. Eu é a terceira vez que eu leio nessa semana e a terceira vez que eu choro. Desculpa, gente, mas eu não não dou conta. Ai, ainda não aceito tantas mortes que usamos o nome do Cristo. Pois é, nós, né? Nós usávamos porque éramos nós que estávamos lá, uma hora matando e uma hora morrendo. Que linda essa frase, não é? Muito linda. Oi, Sônia. Boa noite, querida. Cobre a todos nós de vergonha, amiga, porque podemos ser dessa época também, mas longe das qualidades cristãs. Pois é. Pois é. Mas nós estamos aqui hoje, né Terezinha? Nós estamos no espiritismo e a gente precisa relembrar esses fatos pra gente retomar de onde nós paramos lá atrás, de onde nós paramos lá atrás e não de onde nós estamos hoje, sabe? retomar esses esses conceitos tão simples, né, que não exigem muita discussão, sabe? Essa dedicação toda que eles têm. Você chora, eles choram, nós choramos, não é, Olga? É, eu falei para vocês que esse livro é emocionante. Alegria de crer verdadeiramente, não é, R? Que coisa, cara. É uma coisa fantástica. Boa noite a todos. em nome do Cristo. Coisas cruéis foram feitas e ainda hoje vemos isso. Pois é, Mairt, mas sabe o que eu fiquei pensando? Eu não consigo pensar na perseguição. Exatamente. Sabe? Eu toda vez que eu

dos. em nome do Cristo. Coisas cruéis foram feitas e ainda hoje vemos isso. Pois é, Mairt, mas sabe o que eu fiquei pensando? Eu não consigo pensar na perseguição. Exatamente. Sabe? Eu toda vez que eu vejo esse livro, eu só consigo pensar na reação dos cristãos. O que os outros fizeram contra eles fica em segundo, terceiro plano. Quando eu leio este livro, sabe? Porque é mais do que a perseguição, é como eles se sentiam, como eles reagiam, como eles eram felizes até na hora da morte, na hora da tortura. Que que fé é essa, né? Que fé maravilhosa é essa que a gente não tem nem quando um parente nosso fica doente, a gente entra em desespero querendo que ele não morra. Não é assim? É impressionante. Bora lá, bora lá, senão a gente não anda nada. Os capítulos estão ficando cada vez mais longos de tanto que eu falo aqui. Bom, voltemos para o tempo da esquina de pedra da gala, né, contando a história. Filotemos conosco. Aí ela volta, né, para aquela história. Ela quis contar pra gente quem era o Filoteno e por que eles dão tanto, estão dando tanta importância para ele. S. e entrei para auxiliar nossa mãe. O visitante Cirilo voltaram a conversar. Entre minhas idas e vindas, eu ouvia uma ou outra frase. Agradava-me ver como estranho dispensava especial atenção à vovô, incapacitado de participar da conversação. Lembrando aqueles que estão ouv assistindo pela primeira vez hoje, o avô da gala. Numa dessas ações dos soldados romanos para aumentar a arrecadação de de impostos, o avô da gala fica sem a orelha, sem a orelha, ó, desculpa, sem a língua. Ele foi castigado, cortar a língua dele, então ele não fala mais, tá? Ela não dá muitos detalhes sobre isso, mas ela conta que foram os soldados romanos, não por causa do cristianismo, por causa do imposto. Dirigia-se lhe com solicitude e naturalidade, que era como Filotemo tava tratando o avô, né? E eu percebia que o prazer do velho era tal como se fosse realmente partícipe do diálogo. Tratavam de Arrios. Lembrando, Arrios era o presbítero da igreja de

era como Filotemo tava tratando o avô, né? E eu percebia que o prazer do velho era tal como se fosse realmente partícipe do diálogo. Tratavam de Arrios. Lembrando, Arrios era o presbítero da igreja de Alexandria, conhecido por suas doutrinas que negravam a plena divindade de Jesus Cristo. Essa esse é um trecho lá do começo do do livro que a gente estudou no segunda, no nosso segundo encontro. Para quem não assistiu e quisesse se interar, no canal Consolar Esclarecer tem uma playlist com as as nossos encontros e lá no bem na no número dois, número um, é um uma live especial eh com dois convidados falando sobre quem é foi o Alace Leal Rodrigues, o autor da obra, e também dando informações muito muito importantes a respeito deste livro do Esquina de Pedra. E aí a gente explica no segundo encontro que o Arrios era o cara, era uma, havia uma discussão, o Constantino já era cristão, né? E aí há uma disputa entre dois eh entre o bispo de Alexandria e o Arrios. Os dois, o bispo de Alexandria dizia que Jesus era Deus, era o a tríade, né? Deus, Jesus e o Espírito Santo, não é isso? Ele eles eram aquele já é o Alexandre de Alexandria já defendia isso, que Jesus era Deus, ele era uma divindade. E Arrios dizia que não, que Ários tinha era um um ser eh filho de Deus que olha um um perdi a palavra aqui. Pera aí que eu já vou achar ela. Ele era um pregador, não missionário. Perdi a palavra aqui, gente. A ia falar que Jesus era o apóstolo. Tô tentando achar aqui a palavra. Eh, Messias. Pronto. Que Jesus era o Messias, mas não era Deus, era filho de Deus. E aí houve uma disputa ali. Arrios perde a disputa e é exilado. Ele ficam morre também em circunstâncias ali muito esquisitas, né? Deixa eu colocar aqui os comentários. Fé a ponto de serem sacrificados nas arenas e ainda assim cantam louvores aos céus. Exatamente. Olga, eu também tenho essa visão. Não revolta, mas enche o coração de alegria pela fé inquebrantável. Exatamente, meu bem. Exatamente, Terezinha. Assim como temos agora

louvores aos céus. Exatamente. Olga, eu também tenho essa visão. Não revolta, mas enche o coração de alegria pela fé inquebrantável. Exatamente, meu bem. Exatamente, Terezinha. Assim como temos agora espíritos evoluídos que vem nos dar exemplos, naquela época vieram estes para deixarem suas sementes edificantes. É lindo. É isso, Terezinha. Isso mesmo. Exatamente. É muito lindo. Eh, então, Arrios e tratavam de ários, estavam discutindo, né, essa questão aí. O ário estava certo? Jesus era uma era Deus ou Jesus era o Messias? É esquisito a gente falar só Messias, né? Porque Messias já é o top do top das galáxias, vamos combinar. Mas no caso era se ele era Deus ou se ele era só Messias, entendeu? É por isso o só aí o assunto, embora empolgasse as eclesias ou eclésias da costa, que eram as igrejas, né? Só agora despertava o interesse da comunidade de Sebastes, que é onde a a gala vive com a família. Cirilo e Filotemo queriam estabelecer o conceito da palavra heresia. Olha só que legal. É a discussão filosófica da situação. Então, heresia é teoria, ideia, prática, etc., que nega ou contraria a doutrina estabelecida por um grupo. Isso é o que a gente entende por heresia hoje. Hoje, mas eles estavam discutindo o significado de ter de heresia na época. Então eles queriam estabelecer o conceito de da palavra heresia pelas suas origens. E a cultura do nosso hóspede via vinha em auxílio de meu irmão. É que a palavra, até então significando eleição ou adesão a um partido a uma opinião determinada ganhava o sentido de erro voluntário e obstinado contra o dogma. Olha só que informação bacana. Quer dizer que heresia na época dos cristãos primitivos significava eleição ou adesão a um partido. É a heresia dele é a cristã. Ele optou por seguir os os cristãos, entendeu? Não era uma coisa ruim. Ele ali naquele momento, naquele período em que tá a gala, né, vivendo gala e a família dela, é que ele começa, a palavra começa a ganhar esse significado de erro voluntário e obstinado contra um

uim. Ele ali naquele momento, naquele período em que tá a gala, né, vivendo gala e a família dela, é que ele começa, a palavra começa a ganhar esse significado de erro voluntário e obstinado contra um dogma. Embora na ocasião não nos ocorresse isso, mais tarde vinha a compreender. Aqueles eram os primeiros rumores do profundo abalo que se avizinhava naquele tempo. Porém, a própria palavra dogma não fazia parte do nosso vocabulário, já que as adesões ao cristianismo eram espontâneas, um movimento puramente interior, um novo estado de espírito. Então você não era obrigado a seguir, você seguia se você quisesse. Que bonito que é isso, né? Aerir ao cristianismo era da sua vontade. Você resolvia se você queria ou não. Que é o que a gente devia estar fazendo hoje, né? Porque hoje em dia, quando a gente fala, olha, eh, por exemplo, judeu não é cristão. Nossa. Ah, não é, não é, gente, é só só não é isso não significa que eles não tenham conceitos de ética eh muito definidos e e qualificados, né, que eles não tenham lá eh normas e leis que determinem uma conduta moral elevadíssima, né? Você não precisa eh conhecer Jesus para ser uma boa pessoa. A gente já sabe disso, né? Você não precisa ser espírita para ser salvo. O que vai definir a sua condição, a minha condição são as nossas ações e não as nossas crenças, não é? Estive a ouvir enquanto durou a frugal refeição e quando ela terminou, levantei-me para ir assentar à distância. O hóspede me chamou pelo nome. "Fica", pediu. Senti-lhe a mão na minha. No momento seguinte, eu estava sentada sobre o rústico polvinar recoberto de peles de carneiro. Aí eu vou dar uma paradinha. Vou dar uma paradinha para mostrar para vocês. Ué, ixe, falhou. Não vou mostrar nada. Eu ia mostrar o polvinar, que é uma banqueta, no caso aqui é uma banqueta, né? É na que ela tá contando. É uma banqueta de madeira e ela tá recoberta de pelo de pelo de algum animal, né? A Shirley, em todas as épocas tivemos exemplos, nós é que escolhemos não seguir. É verdade, Shirley, é verdade.

tando. É uma banqueta de madeira e ela tá recoberta de pelo de pelo de algum animal, né? A Shirley, em todas as épocas tivemos exemplos, nós é que escolhemos não seguir. É verdade, Shirley, é verdade. Bem, é isso mesmo. Filotemo contou-me que tinha uma irmã de minha idade chamada Gema e com espontaneidade disse que era tão bonita quanto eu. Corei, porém Cirilo e Vovô riram-se. Eles acharam graça, né? E ela não sei como fiz para me levantar e sair para a cozinha sem dar a ideia de uma fuga. É claro que ela deu ideia de fuga, né? A gente sabe disso. Sei que me vi no como do vizinho e que só depois de algum tempo e de ter respirado fundo muitas vezes, pude retornar à sala. Fui a sentar-me num pequeno escabelo junto à porta e a meia luz. Pus-me a observar os outros, hábito que mamãe detestava em mim. A lâmpada fora posta junto ao visitante e iluminava-lhe o rosto, deixando todo o seu corpo na sombra. Devia ter, como Cirilo, pouco mais de 20 anos. Suas feições eram finas, belas, serenas e talvez um pouco imóveis. Quando virava o rosto, via perfil e ainda assim era agradável. Ah, ela gostou do filotemo. Não sei porque dava-me a impressão de conhecê-lo, de tê-lo visto antes. Isso fez com que perdesse a timidez. Eu vesti uma roupa leve de lã, de boa qualidade e uma subucula que eu não sei o que é, cor de castanha, presa ao ombro por um alfinete comum. Corona tinha vindo deitar-se junto a mim e eu me pus a afagar-lhe a cabeça felpuda. Depois, não sei como, distraídamente comecei a enrolar sua macia orelha entre meus dedos, até que de súbito, o pobre animal soltou um uivo de dor. Corei intensamente pela segunda vez naquela noite. Fugi ao olhar reprovativo da nossa mãe e fiquei a espiar a noite pela porta aberta. Os insetos noturnos zumbiam lá fora e uma estrela saltou no espaço, despencando em direção à cidade. Senti-me triste e creio que meus olhos se umedeceram com furtivas lágrimas. Foi então que notei os olhos de Filotemo postos em mim. tinha com certeza me acompanhado durante

ncando em direção à cidade. Senti-me triste e creio que meus olhos se umedeceram com furtivas lágrimas. Foi então que notei os olhos de Filotemo postos em mim. tinha com certeza me acompanhado durante todo aquele tempo. Essa descoberta perturbou-me e não voltei a fitá-lo, muito embora essa medida em absoluto me aliviasse. E aí nós vamos parar aqui. Vamos parar aqui. Agora vai começar a vida amorosa da nossa gala. né? Boa noite, Marcondes. Bem-vindo, querido. Vai começar a parte romântica também do Esquina de Pedra, embora as outras questões não não se distanciem do da história, porque em mais de um momento ele volta a falar, ele vai eh eu tô falando ele porque é o Alace, né? O Wallace vai colocando essas informações, né? as questões políticas que estavam acontecendo naquele período, né, o o os concílios que vão acontecendo e não afetam muito a comunidade dele, porque demorava muito para chegar as informações, né, dele gala, né, do gala na nessa época. Eh, as informações demoram muito para chegar até lá, né? Então demora também para fazer efeito na vida deles, mas eles vão sentindo as mudanças todas e aí vão acontecendo outras coisas muito interessantes que nós vamos acompanhar a partir da semana que vem. Eu parei agora um pouco embora da sucubula túnica ou camisa usada por baixo de outra mais grossa na Roma antiga lá. Obrigada. Ai, ai, obrigada, Shirley. Eh, eu parei porque senão ele começa já com outras, passando outras informações e aí vai a gente parar no meio da da meada é ruim, né? Para quem já já enrolou, fez, pegou a meada da lã ou da linha para fazer o o rolo, sabe do que eu tô falando. Então, nós vamos ter mais novidades no próximo domingo, quando a gente continuar assistindo, a continuar lendo aqui os o os capítulos, o texto do nosso livro Esquina de Pedra. Se você quiser acompanhar, eh, compre o livro e compartilhe com outras pessoas, porque esse livro é muito bonito. Ele retoma uma história lindíssima que é desses dos primeiros cristãos, um período encantador da da encantador e terrível,

e o livro e compartilhe com outras pessoas, porque esse livro é muito bonito. Ele retoma uma história lindíssima que é desses dos primeiros cristãos, um período encantador da da encantador e terrível, né, da nossa história. Encantador e terrível ao mesmo tempo. É impressionante. Eh, como emoções diferentes podem caminhar juntas, não é? E nos traz também a traz à tona do movimento espírita o Alace Leal Rodrigues, um autor muito interessante, com uma história maravilhosa que você não deve deixar para trás. Volta lá no primeiro episódio aqui do nosso estudo, tá lá na na playlist, como eu falei para vocês, na playlist no canal Consolar Esclarecer e acompanhe porque é muito legal, é muito bacana, vocês vão gostar muito. Para vocês todos uma boa noite, um bom domingo. Aqueles que puderem acompanhe o Bom Dia Café, que é uma live que acontece de segunda a sexta-feira também pelo Consolar Esclarecer e pelo canal Renovando Consciências e aos os parceiros de retransmissão. Amanhã estaremos juntos no Bom Dia Café. Oi, Lívia, boa noite, querida. Boa noite. Então, essa foi a nossa a o nosso estudo de hoje. Eu espero vocês então para continuar o estudo do esquina de pré caramba. Esquina de pedra na no próximo domingo. Beijo enorme para todos vocês e estejamos todos bem. Que seja uma semana tranquila para todos nós. Até. เฮ

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