A esquina de pedra | Stela Martins | 170825

Conecta Espiritismo TV 18/08/2025 (há 7 meses) 1:09:25 43 visualizações 6 curtidas

Essa série de lives tem por objetivo principal divulgar a obra “A esquina de pedra” e seu autor, Wallace Leal V. Rodrigues. O livro aborda a história do cristianismo primitivo e a formação do catolicismo, com capítulos que se assemelham a crônicas poéticas, explorando temas como a fé, a caridade e a transformação moral. Wallace Leal Valentim Rodrigues, autodidata, foi ator e diretor de teatro, diretor de cinema, escritor, jornalista tendo atuado durante 25 anos na Casa Editora o Clarim como continuador da obra de seu fundador, Cairbar Schutel. Conheça a trajetória inspiradora desse espírito no documentário WALLACE LEAL – PODERES DO ESPÍRITO (Márcia Tamia | Zé Henrique Martiniano) https://youtu.be/pwItf50t0fg?si=D2qw3eQpXZMVXeyo As músicas aqui utilizadas estão livres de direitos autorais por seu compositor, José Henrique Martiniano. 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280

Transcrição

เฮ О. nos combates ciclópicos titânicos. que eu às vezes na terra empreendia, nos vastos campos da psicologia, buscava as almas, seres inorgânicos, mas lágrimas nos risos e nos pânicos, nos distúrbios sutis da hipocondria. >> Boa noite, gente linda. Boa noite a todos. Olha nós aqui começando mais um estudo do nosso esquina de pedras, pedra de esquina de pedra. E é muito bom ter vocês por aqui. Queria agradecer também eh pela oportunidade do estudo para nossa querida Filomena, do Consolar Esclarecer, paraa Norma do Renovando Consciências, para todo o pessoal da web Rádio Fraternidade compartilhando esse estudo, pro Conecta Espiritismo também, pessoal da Rádio Espírita do Paraná, a turma do Instituto Goiano de Estudos Espíritas, o IG Jes, muito obrigada a todos vocês que estão possibilitando que a gente possa fazer o estudo dessa obra tão bonita e bem pouco conhecida, na verdade, né? Assim como seu autor, Guala Cileal Rodrigues, é um cara fantástico que a gente precisava saber mais sobre ele, estudar mais sobre ele, conhecer melhor a história dele. Se você quiser estudar, conhecer mais sobre o Alace, no nosso primeiro eh episódio já nós temos lá a presença do José Henrique Martiniano e da Márcia. Os dois são autores de um documentário sobre o Alace Leal. E o link desse documentário tá na descrição do vídeo, tá na descrição dessa live. É só ir lá clicar e poder deixar já reservado para você assistir mais tarde, assistir daqui a pouco. É com certeza uma boa oportunidade de para conhecer esse espírita que teve uma importância bastante grande no movimento e ainda tem, continua tendo, porque o as suas ações e o seu trabalho repercutem até hoje. Eh, deixa eu falar boa noite para quem já chegou. Se vocês puderem dar boa noite, dizer da onde estão falando, seria ótimo, viu, gente? Isso ajuda bastante o YouTube a considerar esse conteúdo adequado e oferecer para mais pessoas, oferecer por pro número maior de pessoas. Então, vamos lá. Marilda, boa noite, querida. Pronto, já começou, não precisa mais esperar, meu

onsiderar esse conteúdo adequado e oferecer para mais pessoas, oferecer por pro número maior de pessoas. Então, vamos lá. Marilda, boa noite, querida. Pronto, já começou, não precisa mais esperar, meu bem. Rosiane, boa noite, meu bem. Olga, querida, boa noite. Eu espero, né? Vocês vão ficar emocionados hoje. Hoje é dia de emoção. Nivalci, querido, querida, boa tarde, boa noite. Boa noite. Boa noite. Maria das Graças, seja bem-vinda, querida. Margarida, boa noite, meu bem. Oi, Lis, vizinha, boa noite. Boa noite também para Margarida Castelo de Paiva, Portugal. Ô, beleza. Bem-vinda, querida. Ah, Maria das Graças tá em Tuverava. Ótimo. Roberta, boa noite. Juiz de Fora, Minas Gerais. Teve congresso aí esse fim de semana, hein? Hum. Eu tava assistindo uma parte dele aqui hoje. Muito bom. Se vocês puderem também, o Congresso de Minas tem um conteúdo maravilhoso. Vocês entrem lá no site, procurem no YouTube Congresso Espírita de Juiz de Fora, que terminou agora a pouco, até onde eu sei, né? Terminou agora a pouco. Podem ir lá assistir. Tem roda de conversa sobre mediunidade com o, eu vou esquecer o nome dele, que trabalha com pintura mediúnica, o não vou lembrar. O Haroldo e o Haroldo do Tradias e o Álvaro Morderai. Pera aí que eu não posso ficar sem falar o nome da pessoa. Muito chato. Florêncio. Florêncio. Antão é ele já já esteve conosco no Bom Dia Café. uma figura. Muito bem. Eh, dei uma parada aqui porque eu recebi uma mensagem e me perdi. Mas vamos lá, vamos fazer a nossa prece, iniciarmos com uma prece o nosso estudo e já vamos começar a nossa leitura, o nosso estudo de hoje, certo? Muito bem, Pai amado. Nós vamos começar mais um estudo, Senhor, em teu nome, pois as obras da doutrina espírita são todas buscando, Senhor, a nossa conexão contigo e a nossa sintonia cada vez mais. estreita, mais intensa com as tuas leis. Por isso, Pai amado, nós rogamos, Senhor, que permita que os bons espíritos estejam nos acompanhando nesse momento para que nós possamos absorver daquilo

mais. estreita, mais intensa com as tuas leis. Por isso, Pai amado, nós rogamos, Senhor, que permita que os bons espíritos estejam nos acompanhando nesse momento para que nós possamos absorver daquilo que for lido e refletido hoje, de tal maneira que alcance onde nós realmente precisamos. amos verificar as maiores mudanças em nossos hábitos, em nossos comportamentos. Aproveitamos, Senhor, para agradecer ao trabalho do Alace Leal Rodriguez, autor desta obra, e a todos os espíritos que, encarnados ou desencarnados o ajudaram em sua trajetória, que deixou esse conteúdo tão bom paraa nossa reflexão. Obrigado, senhor. Graças a Deus. Muito bem, vamos lá. Oi, Anete, bem-vinda, querida. Congresso de de fora está no canal Conecta Espiritismo TV. Exatamente, Roberta. Isso mesmo. E o conc e o Conecta Espiritismo é retransmissor aqui do nosso estudo. Ele retransmite o nosso estudo também. Então vocês aproveitem. Olha, que não falta é material para vocês essa semana, hein? Não falta. Serão, são todos muito bons, muito bons. Ângela Brandão, boa noite, querida. Gente, o Estelux é o apelido lá do Bom Dia Café, tá muito bom. Rosângela Gatura, bom dia, querida. Bom dia. Bom dia, não, boa noite, né, gente? Ó, eu com bom dia, café na cabeça, então fico falando bom dia para todo mundo. Vamos pra nossa. Deixa eu só abrir aqui o Perdi ele já. Vai, era para ele estar aqui. Puxa a vida. Se a gente não resolve de um jeito, a gente resolve do outro, viu? Aqui é assim. Pronto. Não foi de um jeito, foi do outro. Era para ter aparecido aqui num determinado lugar e ele não apareceu. Bom, mas agora já tá aqui. Pronto, queridos. Prontos. Prontos? Oi, Silvia, boa noite, meu bem. Vamos dar o like para outras pessoas terem acesso ao estudo para essa. Isso mesmo, querida. Isso mesmo. Muito obrigada. Muito obrigada. Então, vamos lá. Nós vamos, como nós já fizemos passadamente, nós vamos começar hoje no capítulo dois. Nós vamos começar no capítulo dois da nosso do nosso livro Esquina de Pedra. Para aqueles que não tem ainda o livro,

s vamos, como nós já fizemos passadamente, nós vamos começar hoje no capítulo dois. Nós vamos começar no capítulo dois da nosso do nosso livro Esquina de Pedra. Para aqueles que não tem ainda o livro, não se preocupem. Eu tô compartilhando aqui o o texto pra gente ir conversando e é também algumas imagens pra gente entender algumas coisas, porque como ele fala de um período que maioria de nós não lembra, né? Porque está são nossas encarnações que estão guardadinhas lá na caixa do esquecimento. Então a gente precisa muitas vezes rever algumas coisas, não é? E nós vamos nós vamos mostrando para eu vou mostrando para vocês algumas coisas, algumas imagens que eu de coisas que eu achei curiosas, né? Dulcineia, boa noite, meu bem. Não se preocupa, não perdeu nada. Nós estamos começando agora. Então vamos começar o capítulo dois que diz assim, ó, tornou a acontecer, quer dizer, ele fez outro desdobramento de memória, né? A gente já falou sobre isso no cap no no estudo do domingo passado. Pela porta pela porta de latia. Eu de latia, eu tô pronunciando do jeito que eu tô vendo aqui. Dilati é um modelo de porta encontrado em imóveis históricos e com duas folhas, que é esse aqui que eu encontrei para vocês. Vocês estão vendo que ela eu deixei até o moço ali embaixo porque esse é um tipo de porta que era muito comum eh em templos, né, no período do Império Romano. É muito interessante essa esse nome, né? Então, pela porta de Latia, perambulei ao longo do caminho do sul. Então, ele, eu vou vou entender que ela deve ter passado por esse caminho, né? Ela usou essa porta para poder eh acompanhar o caminho. Eu vou aumentar, né? Eu esqueci que era para aumentar hoje. Não, isso não é aqui. Daqui a pouco tem alguém falando para mim, olha, a gente não tá enxergando. Tornou a acontecer pela porta de latia, perambulei ao longo do caminho do sul, o que leva ao marinostrum. Marinostrom. Lá vamos nós de novo. O termo latino marinostro foi usado originalmente pelos antigos romanos para se referir ao marireno.

erambulei ao longo do caminho do sul, o que leva ao marinostrum. Marinostrom. Lá vamos nós de novo. O termo latino marinostro foi usado originalmente pelos antigos romanos para se referir ao marireno. Logo após a conquista da Sicília, Sardenha e Córcega, durante as guerras púnicas travadas contra Cartago. Em 30 aes de. Cristo, a dominação romana já se estendia desde a província romana da Espânia até a do Egito. E a expressão marinostrom passou a ser utilizada no contexto de todo o mar Mediterrâneo. O mar Tirreno, que é esse que ela ela tá se referindo, é parte do mar Mediterrâneo que estende que se estende ao longo da costa oeste italiana até a Itália, a Córcega, a Sardenha e a Sicília. Olha só que interessante. É aqui, tá vendo? Acho que dá para ver, né? Esse martireno aí, olha, é é bem pega bem um pedaço ali da bota da da Itália, né? Bota da Itália é essa pontinha aqui, né? Que ainda não era Itália, né, gente? Não era Itália. É bom a gente deixar isso claro. Isso tudo é mármiterrâneo. Essa parte azul toda ali é mar mediterrâneo. Mas esse pedacinho é que é o mar, é o martireno que ela tá que ele tá se referindo aqui no texto. Então é bom pra gente poder entender da onde que ela tá onde que eh a nossa personagem do a para quem ela a gala do que que ela tá se referindo? que região que ela tá a que ela tá se referindo, não é? Pera aí que eu achei que foi errado. O que leva ao marinostro e que as caravanas comerciais percorrem carreando produtos das steps, quer dizer, vendendo, né, transportando para os mercados da costa. Por ali chegam os contingentes militares para as mudas periódicas. quando empregando pesadas balsas se movem de uma cidade para outra cidade ribeirinha. De uma para outra cidade ribeirinha. Os romanos faziam essas mudanças como forma de garantir a É isso, é aula de história e geografia. É mais ou menos isso. Oi, Shirley. Tudo bem, querida? Tá tudo bem. Olha, eh, oi, Filomena, boa noite, querida. Boa noite. Eh, os romanos tinham tropas que eram deslocadas na costa como forma de

rafia. É mais ou menos isso. Oi, Shirley. Tudo bem, querida? Tá tudo bem. Olha, eh, oi, Filomena, boa noite, querida. Boa noite. Eh, os romanos tinham tropas que eram deslocadas na costa como forma de garantir a segurança do Império Romano. Era para evitar qualquer tipo de ataque, né? E se alguém tentasse eh invadir a o território romano através da água, né, por água, eles eles já tinham as tropas mais ou menos distribuídas, mas elas não ficavam o tempo todo nos mesmos lugares. Eles já eram bem espertinhos, né? Então eles iam colocando em lugares específicos, iam mudando de tempos em tempos, eles mudavam de um lugar pro outro. Nós vamos falar sobre isso no livro. Eles, nós vamos encontrar isso no livro em outras em outra em outros trechos também. Bem interessante essa descrição e essa preocupação com essa mudança de posição dessas tropas romanas. Filomena, querida. Então, vamos lá. Por ali chegam os contingentes militares para as mudas periódicas, quando empregando pesadas balsas se movem de uma para outra cidade ribeirinha. Desci ao desembarcadouro. As plantas más apagavam os limites do mole, levantando as pesadas lajes do ancoradouro ao posto de guarda. Voltei sobre meus passos, desejosa de encontrar um certo lugar, além entre as colinas, a face do sol. Entretanto, o meu, ao meu olhar ansioso, apenas ofereceu-se-me o velho cemitério. E então, como por misericórdia, a luz fugiu num fulminante crepúsculo, apagou-se e desfez a visão. Fiquei desperta no sonho. Um largo espaço expectante. Desculpa, fiquei desperta no sono. Um largo espaço expectante. E quando a claridade, como num sonolento alvorecer, de pouco em pouco retornou, sentivo com suave reconforto que as dores temidas eram de todo impotentes. Desde há muito estavam mortas. E eu fiquei pensando, né, que será que que dor é essa que ela tá falando, né? Então eu entendi aqui que houve um algum tipo de intervenção. A hora que eu tava lendo, eu vou escrevendo, né? porque senão depois eu esqueço o que que foi que eu pensei naquela hora.

tá falando, né? Então eu entendi aqui que houve um algum tipo de intervenção. A hora que eu tava lendo, eu vou escrevendo, né? porque senão depois eu esqueço o que que foi que eu pensei naquela hora. E aí eu não lembro mais na hora quando eu venho aqui conversar com vocês. Então eu eu acredito na quando eu li, a minha impressão foi de que houve alguma intervenção ali para ela não voltar a sentir o sofrimento do passado. Então ela tá lembrando do que aconteceu, né? ela vai se concentrar nessas memórias, mas sem precisar sofrer de novo com o que ela vai contar, sabe? Então é importante isso porque você vê que ela ela perde aquela visão, né? ela fica sem aquela aquela visão do passado ou aquela sintonia com o passado, com com o o espaço, né, geográfico que ela tava relembrando. E aí ela parece que alguma coisa muda e ela não sente mais o os problemas que ela achou que ela fosse lembrar, né? Conforme a gente vai, você já, não sei se vocês já fizeram isso, às vezes a gente fica muito tempo sem voltar para uma determinada cidade e quando a gente começam a aparecer as primeiras placas indicando, eh, tal cidade a tantos quilômetros, tal cidade a tantos quilômetros, não vai dando uma uma ansiedade, uma gastura, sabe? uma sensação assim esquisita, porque você tá ansioso por pelas boas lembranças daquele lugar, mas obviamente que você não quer retomar as más lembranças. E aí eu acho, eu acho, é só só achismo mesmo, que o os espíritos que a estavam acompanhando nesse desdobramento aí, eles eh cuidaram da memória espiritual dela para que ela revisse os lugares sem os sentimentos ruins, sem as dores, né, que ela fala, que ela tá citando aqui. Meu coração repousava. Fitei firmemente os três lanços de ruínas na encosta. Eu acho que aqui é lance de ruína na encosta da colina. Elas também assaltadas pelas plantas invasoras. Acantos e urses, cujas sementes tinham longamente dormido sobre a terra. São plantas, né? Vicejavam agora sobre os pomposos mausoléus romanos e a vegetação malfzeja

assaltadas pelas plantas invasoras. Acantos e urses, cujas sementes tinham longamente dormido sobre a terra. São plantas, né? Vicejavam agora sobre os pomposos mausoléus romanos e a vegetação malfzeja afogava coluna afogava colunas, envolvia as grandes urnas esculpidas, violentando suaves contornos dos mármores delicados. Eu esqueci de colocar aqui nos nos slides, mas eu vou cometer esse essa imprudência e vou ver se eu consigo mostrar para vocês, porque é muito interessante. Eu fui atrás de um de imagens de um cemitério romano. Olha só se ele não é parecido com os nossos cemitérios de hoje. Olha que interessante os caixotes, né? Esses é o formato do caixão, né, na verdade. Mas olha só como ele é parecido com os que a gente faz hoje em dia, como a gente herdou, né? Esse essa esse formato se espalhou certamente ali por toda a região europeia, que boa parte dela eh foi tomada, foi ocupada pelos romanos durante muito tempo. E aí eles trouxeram aqui pro pro continente, né, pro nosso continente, o hábito de de construir os os cemitérios desse jeito, ó. Eu achei bem bem interessante mesmo, bem legal. E eu acabei por algum motivo, eu esqueci o esqueci de colocar no slide, vai saber, né, que que foi que me deu que eu não usei no slide. Mas é isso. Ana Paula, que bom, querida. Belo Horizonte, bem-vinda. Então, voltando lá pro nosso pro nosso texto, a poeira dos anos acumulara-se sobre os monumentos numerosos e a cerca divisória, com seus belos balaústres, jazia por terra, misturando as quadras de judeus e capadócios. Eles eram, os capadócios, eles eram eh enterrados separadamente, né? Aqui vou mostrar para vocês. Olha, essa esse não é obviamente a imagem real dos capadócios, né? Eles, o slide fica separando as as palavra aí. Que raiva. Essa não é uma imagem dos capadócios que andavam na rua, né? E a gente, eu não consegui achar como é que se vestia o Capadócio na época do do Império Romano. Por não não achei. Mas é pra gente ter uma ideia de como você vai encontrar a arte capaadócia, a representação do do

não consegui achar como é que se vestia o Capadócio na época do do Império Romano. Por não não achei. Mas é pra gente ter uma ideia de como você vai encontrar a arte capaadócia, a representação do do dos homens dos capaadócios na época. Então eles têm um corte de cabelo bastante peculiar, né? eh muito uso da barba e o tipo de roupa que eles vão que eles vão eh que eles usam, né? Ã, esses daí eles são chamados de padres capadócios. É uma imagem que aparece recorrentemente na internet. A gente vê isso várias vezes, né? Então, o que ela tá contando é que a a cerca que separava judeus e Capadócios e também separava da necrópole dos senhores poderosos, que são os túmulos mais altos, né, mais trabalhados, essa essa cerca caiu. É isso que ela tá explicando, porque era tudo todo mundo separado, né? Cada um enterrava seu o seu familiar num lugar diferente, né? Dor e medo sepultavam-se ali, e fora impossível a ressurreição mesmo para os obstinados israelitas, que tão seguramente esperavam por ela. Então eles não eles não renasceram, eles não ressurgiram, né? Não não teve ressurreição. Aqui o entendimento da ressurreição é o que aconteceu com Jesus. Foram lá, fecharam o túmulo, dali a pouco aparece Jesus em carne e osso, né? que seria a ressurreição, como eles estavam, como eles entendiam naquela época. Então me ocorreu que, não obstante, no misterioso mundo dos sonhos, eu própria havia ressurgido do túmulo e era muitas pessoas somadas numa só, muitos seres ao mesmo tempo, contemplando a pequena dimensão de tempo que tão intimamente se relacionava com o semblante juvenil, por vezes arrogante, por vezes suave e doce, a que chamavam gala, que é a nossa essa personagem. Mas olha a descrição que ela faz dela mesma. Que coisa mais bonita. Então, ela entende que ela mesma havia ressurgido do túmulo e era muitas pessoas somadas numa só, que é o que nós somos, né? A cada encarnação, nós somos uma pessoa, aprendendo coisas, conhecendo, descobrindo e melhorando a nós mesmos, né? a cada etapa, a cada reencarnação.

essoas somadas numa só, que é o que nós somos, né? A cada encarnação, nós somos uma pessoa, aprendendo coisas, conhecendo, descobrindo e melhorando a nós mesmos, né? a cada etapa, a cada reencarnação. Muitos seres ao mesmo tempo, contemplando aquela pequena dimensão de tempo que tão intimamente se relacionava com o semblante juvenil, por vezes arrogante, por vezes suave e doce, a que chamavam galha. Gala, desculpa. E aí uma colocação importante aqui pra gente não esquecer. Gala é o alaceal. é o Alace Leal Rodrigues, esse autor do livro, ele é o personagem principal, ele é a gala Prisco, que nós vamos encontrar depois é Arnaldo Rocha, que foi o marido da Meimei, né, agora recentemente. E a Meimei foi a mãe da Gala. Eu vou repetir para vocês guardarem. A gala é o ala cileal. A Mei é a mãe da gala nessa encarnação aqui do esquina de pedra. E o Arnaldo Rocha, que foi marido da Meineia agora, amigo do Chico Xavier, etc. Ele é o Prisco que vai aparecer aqui no livro Esquina de Pedra também. Isso tudo tá descrito nos livros do Chico, Diálogos e Recordações, amor e sabedoria e de Emanuel. eh, Amor e Sabedoria de Emanuel e no livro Mei, vida e mensagem. Nesses livros existem várias identificações de encarnações passadas do Alace Leal. E em Avec Cristo, por exemplo, o Alace é o personagem Crispo lá do do Avicristo. Eles então são espíritos que vêm se reencontrando ao longo, né, desse tempo todo. Então, olha só que bacana. Ele vai lembrar da história dele, mas ele vai lembrar também da história de outros personagens que para nós são muito conhecidos, mas são conhecidos desta encarnação agora, dessa encarnação mais recente desses espíritos. É muito interessante. Oi, Terezinha. Nossa, quase que você esqueceu, hein? Puxa vida. Mas não tem problema, gente. Quando vocês esquecerem que vocês não puderem participar ao vivo, não tem problema ficar gravado. Vocês assistam ele gravado, coloquem lá suas opiniões, suas mensagens. Pode mandar mensagem para mim também, viu? Pela pelas redes

vocês não puderem participar ao vivo, não tem problema ficar gravado. Vocês assistam ele gravado, coloquem lá suas opiniões, suas mensagens. Pode mandar mensagem para mim também, viu? Pela pelas redes sociais, reclamando, dando palpite, me corrigindo. Vocês fiquem à vontade. Estela, tô aqui anotando em um caderno essas informações. Nossa, você não sabe que eu fui assistir tudo de novo? o a participação da Márcia e do Zé Henrique Martiniano na estreia aqui do estudo esquina de pedra para poder lembrar desses detalhes todos, porque eu também vou esquecendo, né? a gente tem que ir lembrando para guardar essas informações. Elas não são fundamentais e imprescindíveis pro nosso estudo, mas eu acho que nesse caso é interessante a gente saber quem foi quem ao longo do tempo, porque a gente vai percebendo o quanto esses seres, esses espíritos evoluíram, né? Então é a mesma coisa. Se a gente pudesse voltar no nosso passado, certamente ou se a gente pudesse lembrar do nosso passado, certamente a gente perceber o quanto nós evoluímos ao longo do tempo. Porque nós todos aqui, vocês não tenham dúvida disso, a gente pintou e bordou, né? Você acha quem de nós aqui não foi um assassino, um traidor, uma prostituta, um suicida? Nós todos já passamos por essas situações. Não que isso seja obrigatório, que obviamente que não é, mas nós vivemos num tempo em que assassinar outra pessoa era muitas vezes uma questão de sobrevivência, né? E que o o suicídio em em alguns casos naquela época, o autoestermínio, era uma alternativa a um sofrimento que ninguém sabia o tamanho que ia ser. Eu não tô justificando, entendeu? Eu tô só tentando explicar que a gente não pode pegar as nossas regras de hoje, o entendimento que a gente tem vida hoje e querer olhar lá para trás e pôr o mesmo, a mesma peneira lá, porque não vai dar certo, né? Aí a gente fica criando fantasias paraas pessoas, né? Então, no caso, por exemplo, Chico Xavier, Chico Xavier também não foi santo, gente. Lá no passado dele tem umas passagens bem

vai dar certo, né? Aí a gente fica criando fantasias paraas pessoas, né? Então, no caso, por exemplo, Chico Xavier, Chico Xavier também não foi santo, gente. Lá no passado dele tem umas passagens bem ruinzinhas. Isso diminui o que ele foi agora? Claro que não. Óbvio que não. Ele continua sendo mega blaster. Chico Xavier, não é? É isso, Lúcia, boa noite ou boa tarde. Boa noite, Jana, você vai estudar esse livro Esquina de Pedra e os dias do estudo vai acontecer sempre dos domingos deste horário desde Orlando. Sim, querida. Nós vamos continuar estudando esse livro, Esquina de Pedra, sempre aos domingos às 18:30, até ele acabar. até a gente acabar o estudo. Nós estamos aqui todo domingo, 18:30 estudando esquina de pedra com muito gosto, porque esse é meu livro preferido. Não tira a tirando a as obras básicas, esse aqui é meu preferido da literatura espírita, esquina de pedra. Tem gente que obviamente que gosta de outros, mas para mim esse é the best. para mim, né, obviamente. Muito bem, voltando lá pro nosso texto, então a gente falou já quem é a gala, né? E aí, vamos lá. Eu quis pensar, ela volta, ela tá lembrando, né? Nós estamos lá naquele processo em que ela tá desdob, o ala cilial desdobrou em espírito, né? se afastou, então, por tanto, do corpo físico, mas se afastou nessa condição de que o desdobramento dele, e aí tem eh um nome específico, essa esse desdobramento, né, esse afastamento para lembranças é um tipo de mediunidade que o Alace Leal usava muito e ele entrou nesse desdobramento para lembrar dessa encarnação aqui que é que é o alvo do da descrição no esquina de pedra. Eu quis pensar em mim mesma, tal como fora. Então, seriam meus. E aqui, olha, descobre que eram memórias suas de Wallace mesmo. Quer dizer, o Wallace acaba de descobrir que essas eram memórias de uma vida sua. Então, seriam meus ruídos do rio entre as margens barrentas, o sussurro do vento entre as folhas do dos redendros, o grito cortante do falcão planando sobre a step acobreada e áspera. Eu vou ler de novo,

ão, seriam meus ruídos do rio entre as margens barrentas, o sussurro do vento entre as folhas do dos redendros, o grito cortante do falcão planando sobre a step acobreada e áspera. Eu vou ler de novo, porque eu queria que vocês eh imaginassem, se se pusessem no lugar do ala cilial, que se sente nesse momento uma mulher, se sente gala e se vê como gala com aquele perespírito que a gala tinha, né? E aí ele descobre que, na verdade, ele não está vendo outra pessoa ou outro espírito, a vida de outro espírito. Ele está vendo uma das próprias encarnações. E olha como ele descreve, como ele vê essa encarnação, a riqueza de detalhes e a poesia para descrever isso. Então seriam meus os ruídos do rio entre as margens barrentas, o sussurro do vento entre as folhas dos redodendros, o grito cortante do falcão planando sobre a step acobreada e áspera. É lindo, é muito lindo. recordaria a casa singular, as paredes de pedras e as salas, os cômodos cavados no penedo, a grande cadela pastora, cujo pelo a brisa penteava vagarosamente e cuja língua cor-de-osa pendia plácida e úmida. São memórias de paz. E aí eu vou mostrar para vocês isso. É, são cômodos cavados no penido. Eles cavavam a rocha, né, para conseguir fazer uma pelo menos uma parte da casa. Então, a a parede mais externa e que era usada para entrar em algum lugar ou ela ã aproveitava um um desenho da rocha, porque eles não faziam três, quatro cômodos, eles tinham um cômodo ou dois cômodos. Então, uma parte era madeira, era pedra sobre pedra. Tá vendo? Eles faziam uma um uma paredinha ali de pedra que as pedras eram coladas com com uma mistura ali de terra, né, de barro, de rocha e de graveto. Como é feita aqui a nossa o nosso pau a pique, né, um um tipo de construção parecido com pau a pique. Mas como ali eles tinham muita montanha e muita pedra, então eles faziam isso e usavam pelo menos duas ou três partes do cômodo, duas ou três paredes do cômodo eram pedra, na verdade, né? só a da frente para fechar e que era usada, é,

tanha e muita pedra, então eles faziam isso e usavam pelo menos duas ou três partes do cômodo, duas ou três paredes do cômodo eram pedra, na verdade, né? só a da frente para fechar e que era usada, é, que era construída de verdade. E muitas vezes, quando isso era possível, eles também usavam uma gruta para poder ou uma caverna para fazer isso. Não era o costume, porque a caverna podia ter uma ligação que eles desconhecessem algum animal entrar pelo fundo, mas às vezes acontecia deles usarem também a caverna. Tá muito parecido com as memórias da de Ivone, da Ivone Pereira. Sem dúvida, sem dúvida, querida, porque essa não é uma mediunidade rara. Ela é ela não é comum, mas se a gente não pode chamar ela de rara. Não é incomum acontecer. A questão é que hoje em dia a gente muitas vezes dá outro nome e nós não temos dado muita importância para esse tipo de mediunidade, né? a gente acaba frisando muito a psicografia e a psicofonia e deixando de lado como se elas não existissem ou como se elas não tivessem sido eh devidamente qualificadas por Allan Kardec, mas elas estão lá, elas estão no livro dos médiuns, é só ir lá procurar e a gente acaba não dando importância para elas. Mas é fantástico, né? E muita gente hoje em dia acha que só a Ivone do Amaral Pereira fazia isso. E não é verdade. O Alace Leal também fazia, também tinha essa capacidade que nós estamos acompanhando pelo pelo esquina de pedra e outros tantos médiuns que a gente só não ouve falar deles, mas eles existiram e existem nessa prática mediúnica. Muito bem. Então esse aqui são cômodos cavados no Penedo, né? Bem interessante. Eu achei. Eu ia acordar dali a pouco. Em breve estaria outra vez estendida sobre o leito, centenas de anos à distância e todos aqueles propícios sortilégios talvez não voltassem a se repetir. Então aí ele começa a ficar triste porque ele quer continuar ali lembrando a encarnação dele, mas ele sabe que uma hora ele vai ter que voltar. Olha só, Ivone do Amaral Pereira fala isso em mais de uma oportunidade, em memórias de

iste porque ele quer continuar ali lembrando a encarnação dele, mas ele sabe que uma hora ele vai ter que voltar. Olha só, Ivone do Amaral Pereira fala isso em mais de uma oportunidade, em memórias de uma médium, ela fala sobre isso também. Eu não tornaria a dormir e ficaria pensando, tentando coordenar as peças a fim de que, como no jogo de xadrez, pudesse vencer a partida contra a insidiosa correnteza, cujos fluxos e cujos fluxos e refluxos levam-me e trazem-me para onde? Onde? Como e por quê? Que poxa a vida, o que é isso? Da onde surgiram essas imagens? Por que que eu tô lembrando dessas coisas todas? Pensa o tanto de pergunta que o Alace fez. Cada vez que ele dormia e que ele acordava, o tanto de pergunta: "Será que eu vou sonhar essa noite de novo? Será que eu vou desdobrar? Será que eu vou pensar a mesma coisa? Que eu vou procurar o mesmo lugar? Que eu vou para o mesmo lugar? Será que a hora que eu acordar eu vou entender tudo isso que tá acontecendo? Jesus amado, é muito legal. Pronto, já fomos nós pro capítulo três. Os capítulos do do esquina de pedra, boa parte deles é bem curtinha. Então, vamos lá. Capítulo 3. Gostaria de falar aos outros sobre o quanto tem acontecido desse passado reencontrado entre as meia luzes do sono. Entretanto, sei que muitos se rirão e outros reunirão complicadas teorias. Para quem é médium e tá escutando esse estudo, eu pergunto agora, há alguma semelhança com a atualidade? alguma semelhança com o fato de que muitas coisas que acontecem com você, você não conta para ninguém, porque você tem essa mesma preocupação que o Alace Leal teve lá no início dos anos 70, 1970. Sei que muitos rirão e outros reunirão complicadas teorias, não é? É isso. Se você tem aí um conhecido seu que é médium, seja benevolente, seja caridoso, ouça as experiências dele sem ficar se questionando se é verdade, se é mentira, duvidando daquilo que ele fala, porque muitas vezes ele não tem com quem conversar, sabe? Mediunidade é um lugar de solidão. Ouvi isso hoje mais de uma vez.

se questionando se é verdade, se é mentira, duvidando daquilo que ele fala, porque muitas vezes ele não tem com quem conversar, sabe? Mediunidade é um lugar de solidão. Ouvi isso hoje mais de uma vez. Alguém poderá dizer que o passado está irremediavelmente morto e eu terei de silenciar. Eu fiz uma anotação aqui. Deixa eu ver. Lembremos que lá no início, no início do livro ele escreve para Estela, não para mim, viu, gente? Não sou eu, é a outra Estela dizendo que o tempo, é uma amiga dele, que o tempo dirá se o que está escrito é correto ou não. Não descarte as experiências mediúnicas, as mensagens estranhas, as falas de espíritos com nomes fora do convencional. Kardec ensinou sobre o filtro do bom senso e sobre a universalidade da informação. Antes de jogar fora, espere, tenha paciência, aguarde, porque muitas vezes você vai juntar os pedacinhos e pode ser que você chegue a alguma conclusão muito interessante. Eu vou contar uma citação que aconteceu comigo, não assim tão tão marcante quanto a doa cilial, né, obviamente. Mas vou contar uma coisa para vocês. Eu nas reuniões mediúnicas via sempre uma um um um penhasco que terminava no mar e nesse penhasco tinha um monte de casinha colorida, várias casas, formatos diferentes. Eu via isso uma vez, duas vezes, três vezes, 10 vezes, 15 vezes, 20 vezes. Eu nem sei mais quantas vezes eu vi isso em reunião mediúnica. Era muito muito frequente eu ver essa imagem. Ela não era igual, não era sempre a imagem, era cada dia de um jeito diferente. Cada dia eram casas diferentes, com formatos diferentes, em cores diferentes. E eu nem sabia que que era isso. Um dia tô eu aqui, ó, com passeando lá na naquela rede fizinha. E aí, que que aparece? A imagem que eu via, esse lugar que eu via frequentemente nas reuniões mediúnicas, é uma vila que é toda coloridinha mesmo, que fica num penhasco na Itália. Olha só que legal. Eu nunca fui para lá. Eu nunca tinha visto esse lugar antes, nem sabia que ele existia. E aí que por que que eu via? Não sei, até hoje eu não

mesmo, que fica num penhasco na Itália. Olha só que legal. Eu nunca fui para lá. Eu nunca tinha visto esse lugar antes, nem sabia que ele existia. E aí que por que que eu via? Não sei, até hoje eu não sei, mas pelo menos eu já sei que ele existe. Agora eu sei que esse lugar não existe. Agora porque que eu vi, eu não faço a menor ideia. Continuo sem saber. Não é? Eu gosto de ouvir de novo em outro momento. Ajuda a guardar mais. É verdade, você tem razão. Oi, Mairde, boa noite, meu bem. Sim, sim, Estela. Tenho essas dúvidas. Todos temos, Tânia, todos temos. Ficamos sem crédito muitas vezes. É como se a gente tivesse que ser perfeito e ser 100% o tempo todo. Nem me fale, poucos são os que podemos conversar sobre mediunidade. Sem dúvida. Que interessante. Memória, né? Pois é. Eu não sei se era memória, se eu ia lá ou se eu lembro desse lugar, por isso que eu via. Não faço a menor ideia. a menor ideia. Qual o motivo de tá vendo isso? Não sei, não sei. Mas é isso que é importante. Kardec fala paraa gente, e não é só ele, né? Os outros estudiosos de mediunidade que nós tivemos aqui no Brasil, inclusive, falam da importância do registro dessas dessas situações. A gente não precisa escrever livro, nem ficar divulgando para todo mundo, nem ficar esparramando, mas você ter um lugar onde você possa anotar essas situações, anotar o que você lembra do sonho. Eu não lembro, gente. Eu acordo e não lembro de nada. Mas a guardar essas informações das reuniões mediúnicas, o que aconteceu, isso é muito importante. Você vai publicar livro? Não, não vai. Mas você pode daqui a algum tempo falar assim: "Isso aqui já não aconteceu, a gente já não não falou sobre isso". E procurar nas suas anotações para fazer a ligação do lé com o cré, entendeu? para tirar alguma conclusão dali, para aprender alguma coisa com isso. Não precisa ser público, ninguém vai ficar famoso por causa disso e nem vai ser mais importante ou menos importante, mas você tem base, conteúdo, coisas anotadas, informações registradas para

om isso. Não precisa ser público, ninguém vai ficar famoso por causa disso e nem vai ser mais importante ou menos importante, mas você tem base, conteúdo, coisas anotadas, informações registradas para você poder fazer esse acompanhamento, né? É bem bacana isso, mas são poucos os grupos, os grupos mediúnicos que fazem esse tipo de de arquivo, de anotação, né? Infelizmente há uma resistência grande com relação a isso. Uma pena. Voltando ao nosso texto aqui, então alguém poderá dizer que o que o passado está irremediavelmente morto e eu terei de silenciar, embora sentindo em mim mesma o quanto vive nas mais sensíveis fibras e que no misterioso mar do tempo flutuo como imprecária prancha de cortiça. Hoje nós temos muito claramente, inclusive por várias obras espíritas, que espaço e tempo são cois são eh muito relativos e que nós não sabemos nada ainda sobre isso, nada. As informações que nós temos, mesmo as científicas, estão sendo refeitas, remodeladas constantemente por conta das descobertas desses cientistas atuais. Então, dizer que o o passado está irremediavel irremediavelmente morto é irremediavelmente mentira. Não é uma mentira, é só não é mais correto, né? Hoje em dia a gente já não pode mais falar que o passado está irremediavelmente morto, né? E para nós espíritas não, nunca deveria ter sido, porque a gente sabe que a qualquer momento você pode voltar lá para lembrar ou que o passado pode vir até você para te cobrar algumas coisas ou então para fazer você andar mais depressa, que é o que acontece com ele, né? Com ala leal. Eu imagino que seja para ajudá-lo a andar mais rapidinho um pouco. Embora. Bom, já li pensava em tudo isso com fria consciência e de pouco em pouco, como a folha que tomba, descrevendo um vasagaroso círculo, eu também pendientes se esbatiam. fundiam-se uma sobre a outra, como paisagens realizadas na mesma tela que a tinta esgarça não pôde cobrir inteiramente. Ah, é, vai, será que vai dar tempo? Acho que vai dar. Então, vai dar tempo de ir

fundiam-se uma sobre a outra, como paisagens realizadas na mesma tela que a tinta esgarça não pôde cobrir inteiramente. Ah, é, vai, será que vai dar tempo? Acho que vai dar. Então, vai dar tempo de ir pro capítulo quatro também. O mais importante se esconde por detrás do berço. Se as tênues divisões desmoronam, surgem os outros andares do edifício. Disse-me alguém, talvez eu mesma me tenha dito, que ninguém pode viver impunemente na companhia constante do passado. Por isso tenho medo. Quem não teria, né? Enquanto algumas pessoas insistem em saber o que é que elas foram no passado, para quem já experimentou, mesmo que voltar ligeiramente a tempos anteriores, a encarnações anteriores, sabe o quão dolorido isso pode ser e o quanto perigoso isso é. Enfim, Prisco, olha lá, eu disse para vocês que ela ia falar sobre o Prisco. Prisco é o pseudônimo de um espírito que psicografava suas obras através da mediunidade de Divaldo Franco. Ah, é o é eu achei que era outro. Esse espírito cujo nome completo é Marco Prisco, viveu em Roma durante a época de Jesus e teria conhecido o Mestre na Palestina. As obras de Marco Prisco, conhecidas por sua profundidade e clareza, são frequentemente utilizadas como base de estudos e meditações do contexto do evangelho do lar. Eu não sei se esse aqui é o pisco que a gente que que é o Prisco que eles aparecem mesmo dizendo que é o Prisco ou voltando aqui. Ah, é aqui é Crispo, ó. Por isso que eu fiz confusão. Eu achei que era era é prisco. Então o Prisco aqui na frente é o Prisco de verdade. É Marco Prisco. Ela tá falando do Marco Prisco mesmo, certo? que é um espírito que já eh mandou mensagens eh através da mediunidade do Divaldo Franco e que normalmente aborda temas como aborda temas do Evangelho e segundo o Espiritismo e o Livro dos Espíritos. Ficou confuso, gente, porque eu me confundi. Confundi vocês também ou não? Se eu confundir vocês, vocês me avisem, por favor. Já coloquei um bloco com caneta ao meu lado na cama, mas ainda não fiz anotações, não tem problema. Depois você

nfundi. Confundi vocês também ou não? Se eu confundir vocês, vocês me avisem, por favor. Já coloquei um bloco com caneta ao meu lado na cama, mas ainda não fiz anotações, não tem problema. Depois você volta, anota e anota. Ficou claro ou eu acabei fazendo confusão porque eu me confundi também, né? Lá atrás o alace leal é crispo, não? Ele fala, a gente fala sobre isso lá atrás, acho que capítulo dois. E aqui ela tá, a gala tá falando do Prisco e não do crispo. Certo? Tudo bem. Então tá bom. Então voltamos lá. Prisco veio e voltou e nisso pode residir a minha tentação. Foi Emily Bront quem? Ah, é. Vou mostrar para vocês, ó. Emily Brontisa britânica. Eu achei o Prisco, eu não achei a carinha dele não, mas a Emily é essa, ó. Emily pront. Ela escreveu o seguinte verso: "Não te conheci e todavia amei-te. Agora dormes o sono lívido e sem medo, embora o rugir do mar". É dela que ele que ele usa esse esse verso. Eu preciso imaginar o olhar profundo, vagamente grave, vagamente triste, em que por vezes vagava a sombra de um sorriso, embora a impenetrabilidade da face. Quedo então perplexa e luzes de alegria, sombras de tristeza, vejo perpassar sobre o rosto pensativo e belo. Tenho de vencer os meus demônios e nisso toda a ironia que me resta. A compra da liberdade só nos parece fácil muito depois que a transação foi feita. Mas é sempre fácil difícil, mas é sempre difícil distinguir o que podemos levar conosco para além do relógio do tempo. Muitas vezes imagino que ele sorri para mim, o sorriso da nossa juventude sem nuvens. E então um louco pensamento, o de que as barreiras se desfazem me empolga e eu lhe pergunto: "Como te chamaste? E como te chamarás depois disto? Diz-me a fim de que te possa encontrar. Fujo pela estrada gelada com os olhos postos na estrela polar. Como o botão da flor, a memória se abre em pétalas de lembranças. alguém do rio. Entre os vales e as colinas, as trompas dos pastores quebram a paz da tarde. Os ladr ladridos de corona enchem o ar do verão. Ela surgem

lor, a memória se abre em pétalas de lembranças. alguém do rio. Entre os vales e as colinas, as trompas dos pastores quebram a paz da tarde. Os ladr ladridos de corona enchem o ar do verão. Ela surgem saltos de alegria para milamber as mãos. E no alvoroço debandam casais de pássaros escondidos nas moitas. E por um momento, o rufar ruflar das asas em fuga agita as ramas, traça escuros riscos no ar claro. O ruído, as castanhas pinceladas perdem-se a distância e outra vez é o silêncio. O céu se torna rubro como labareda e as sombras cor de violeta escorrem mansamente da cordileira. O Taurus, os montes Tauro são uma cadeia montanhonhosa no sul da Turquia, de onde os rios Eufrates e Tigre correm em direção à Síria e ao Iraque. O Taurus se envolve em um manto de rei e ele fica todo dourado, né? É o entardecer. Então o o Taurus, né? Esse essa cordilheira fica eh dourada, se envolve em um manto de rei. Espero que vovô me chame. Ele fará soar a sua trompa de chifre. Eu responderei ao seu toque. Depois, auxiliada por corona, reunirei o rebanho. Aqui descobrimos que ela é uma pastora de ovelhas. Por isso ela descreve tanta natureza, porque até esse momento ela não tinha dito que ela era pastora. e que ela ficava pastoreando ovelhas por aí, né? É só agora que ela conta. Reunirei o rebanho e voltarei para casa. Nas margens do rio, o verde das folhas se torna mais intenso. Em breves minutos, os salgueiros e os choupos se farão quase negros. Nessa época do ano, as luzes fogem muito rápidas. Se me Se me demorar um pouco, novo toque ansioso estrugurirá no ar, quebrando-se pelas dobras dos morros. Vovô receio os lobos e os salteadores muitas vezes vêm ao meu encontro. Ele e Cirilo já estão de volta. Seguramente lavam-se para a ceia. Eu sou distraída e gosto de ver o avanço da noite contra o sol oposto, as colunas de sombras e os pórticos de ouro. Dizem-me que o sol é um deus no seu carro de fogo. Não aceito, mas não recuso imaginar a biga incendiada e o formoso Apolo. Grito para os animais enquanto Corona se

s de sombras e os pórticos de ouro. Dizem-me que o sol é um deus no seu carro de fogo. Não aceito, mas não recuso imaginar a biga incendiada e o formoso Apolo. Grito para os animais enquanto Corona se agita em curtas carreiras, orientando-os em direção às passagens. Os nervosos balidos anunciam em casa a minha aproximação. Empunho o comprido cajado e trago a tirar coloc. Esta tarde venho cantando uma canção que todo o meu povo canta e rapidamente meus pés calçados de rústicas soleas vencem à distância. A canção morrerá em meus lábios se eu pensar que o processo do passado estará aberto e que posso ser ré. Posso não ser a boa pessoa que eu tô imaginando que eu sou, né? E ela continua: "Se eu pensar que os dedos dos acusadores já estão em riste e apontam para mim, mas a ideia não me ocorre. Eu canto porque tenho 16 anos e porque é verão. Nenhuma voz poderá me magoar agora. Depois, quem sabe. O passado e o futuro são amor unicamente e no presente eu canto. Pan está sentado no barranco. Pan sorri velhaco. Ele corre, seus ladinos dedos na cabeça dos suaves cordeirinhos. E os cornos nascem, quer dizer, os chifres, né, vão nascer nos cordeirinhos. Corro à direção da estrela e nesse momento também ela corre para mim, descreve suave trajetória e vem ficar sobre minha cabeça. É como uma joia linda, a única que posso possuir. A brisa da tarde perpassa ligeira. Tome em minhas mãos invisíveis o chale de fumaça que escapa da rústica chaminé e tenta envolvê-lo na estrela. Eu salto para a escada da frente e grito a Cirilo: "Vem ver como é bonita. É verde a minha estrela". Damos-nos as mãos e ficamos a olhar. Temos temperamentos muito semelhantes e, de certa forma, gostamos das mesmas coisas. Fazemos idênticas escolhas, recusamos o mesmo. Dá-me prazer verificar que meu irmão é bom. Mamãe, chama-nos. Subimos a correr os degraus rústicos. Entramos na gruta que uma parede na frente veda para o exterior, que foi que a gente viu a foto lá na frente. É nossa sala e quarto, pois que no canto oposto Cirilo e eu

a correr os degraus rústicos. Entramos na gruta que uma parede na frente veda para o exterior, que foi que a gente viu a foto lá na frente. É nossa sala e quarto, pois que no canto oposto Cirilo e eu dormimos. Nos fundos estão a cozinha, a divisão de mamãe, a de vovô e na gruta inferior, rodeado pela paliçada de espinheiros, o redil, que era onde eles guardavam as cabras, né? Nossa casa construída por papai e vovô não difere da maioria das habitações dos pastores capadócios. Agora ela revela sua nacionalidade, né? Embora as nações e países ainda não existissem naquela época, a gente fica sabendo agora que que ela é da onde, de que região ela é e qual a origem dela. Lá vamos-nos e vamos nos reunir para a refeição da tarde. Posso enumerar um a um os alimentos, pois nunca sofrem alteração. Auxilio mamãe a trazê-los para a rústica mesa. Uma grossa fatia de pão para cada um, frutas secas e frescas. azeitonas, queijo e um pote de leite. Nunca tomamos vinho, pois este teria que ser comprado. O pão fresco enopado no azeite de oliva nos parece delicioso e comemo-lo com satisfação. Olha, se fosse para nós, né, um pão fresco feito em casa, ensolado no azeite de oliva, nossa, eu ia achar fantástico. Veja o quadro singelo, iluminado pelas últimas luzes do crepúsculo, o aposento cheio de odres e bilhas onde eram acumulados o óleo, o leite, a manteiga, as azeitonas conservadas, a cozinha com o fogão baixo sobre lajes de pedra, as janelas se abrindo para a monotonia da step, o balir das cabras e carneiros sobre nossos pés, o ruído do vento, a porta retângulo de madeira, bruta, sobre a qual esticam-se peles de cabras costuradas rusticamente, vai se abrir e vovô se deterá um instante antes de entrar. Com suas roupas capadóas, tais como as usam todos os homens das steps. Depois, mamãe. Cirilo com seu amistoso sorriso. E, por último, Corona, o animal amigo que vem estender-se aos pés de meu irmão, lambendo-lhe os dedos a cada vez que, astuciosamente, passa-lhe pedacinhos de pão e queijo por

com seu amistoso sorriso. E, por último, Corona, o animal amigo que vem estender-se aos pés de meu irmão, lambendo-lhe os dedos a cada vez que, astuciosamente, passa-lhe pedacinhos de pão e queijo por baixo debaixo da mesa. Pirro eu trocamos compreensivos olhares enquanto nossa mãe serve bolos de aveia em dias especiais o doce de leite coalhado e mel ou a fatia do pão especial recheado de nozes e avelãs. E aqui eu vou parar porque já são 19:32. Ai, ai. Eu vou parar aqui porque senão nós vamos nos atrasar muito, nos nos atrapalhar aqui a nossa a nossa leitura. Vocês vão se vocês vão se eh a nossa a nossa não, né? O Prisco não é o Arnaldo Rocha. O Arnaldo Rocha. Deixa eu voltar lá. Aqui ele fala que o Arnal aqui não. A única coisa que eu guardei do Arnaldo Rocha é que ele é o Ah, é verdade. Pera aí, deixa eu achar. É onde fala da gala aqui. Nós já vamos saber. Prisco é Arnaldo Rocha, marido da Mei, que é mãe da gala. Isso mesmo. Então não deve ser o Marco Prisco, viu, gente? Então, a hora que eu falei para vocês do Marco Brisco tá errado. Não pode ser porque o Marco Prisco eh psicografou pelo Divaldo e o Arnaldo Rocha já tava encarnado, então não pode ser o mesmo, né? Vocês concordam? Essas coisas que a gente tem que, eu já vou tirar daqui. Então, esse negócio do prisco tá errado. Deixa eu achar o pisco aqui. Esse o que eu achei aqui do Prisco, eu fui procurar quem é o Prisco no livro e aí apareceu que era esse o pseudônimo de um de um de um espírito que psicografava pelo É, pronto, já tirei. Então vocês esqueçam a história de que o esse Prisco aqui do livro é o marco Prisco que psicografava pelo Divaldo. Não é, não é certo. Eu passei informação errada. Por isso que é bom a gente estudar com mais gente junto, né? Porque aí eu, ah, tá errado. Então vamos lá, vamos resolver. Pronto. Que mais, gente, que eu falei que vocês vão me ajudando aqui, hein? Está ótimo o estudo. Que bom, querida. Que bom que você gostou. Vanira, meu bem, boa noite. Boa noite. Sim, muito bom isso tudo mesmo, Maria da

ente, que eu falei que vocês vão me ajudando aqui, hein? Está ótimo o estudo. Que bom, querida. Que bom que você gostou. Vanira, meu bem, boa noite. Boa noite. Sim, muito bom isso tudo mesmo, Maria da Graça. E é do jeito que eu gosto. Obrigada. Ah, obrigada, querida. Eu que agradeço. Eu quero agradeço. Lu, Lúcia Araújo. Estela, onde encontra os primeiros estudos? aqui aqui no no canal Consolar Esclarecer ou no Renovando Consciências. Você tá assistindo por qual canal, ô Lúcia? qualquer desses canais, se você colocar aí na internet, no YouTube, se você escrever no YouTube Esquina de Pedra, Estela Martins, você vai achar as outros os outros episódios, mas eles estão nesses canais que estão fazendo a retransmissão. Não sei por onde você tá assistindo, mas aí por onde você tá assistindo tem ele também. Pelo estudo, estou maravilhada, nem escuto a minha respiração. Uma abençoada semana a todos. Ah, para você também, querida. Que bom que vocês estão gostando, gente. Que delícia de hora. É verdade. Na web Rádio Fraternidade. Ah, então você vai coloca aí no YouTube da na no canal da Web Rádio Fraternidade a a esquina de pedra que você vai achar os episódios anteriores, tá bom? Se você tiver alguma dificuldade, você me avisa que eu dou um jeito de mandar para você. Mas é fácil de você achar, não é difícil, porque tem pouquíssimo vídeo sobre esquina de pedra. Os outros vídeos que eu encontrei sobre o livro são eh vídeos eh contando um pouco de do de do que do que diz o livro para incentivar as pessoas a lerem o livro. Estudo esse até onde eu encontrei na internet. Estudo esse é o primeiro. Não vou garantir que é o único porque não não fiz uma busca talvez para fazer essa para dar essa garantia, mas acho que esse aqui é o primeiro na na no YouTube. Eu acho que é o primeiro, não tenho certeza. Tá bom, queridas e queridos? Nós estaremos de volta domingo que vem para mais uma parte desse nosso eh nós já terminamos, paramos aqui no no quarto capítulo, né? não tá exatamente no na metade do quarto

bom, queridas e queridos? Nós estaremos de volta domingo que vem para mais uma parte desse nosso eh nós já terminamos, paramos aqui no no quarto capítulo, né? não tá exatamente no na metade do quarto capítulo. Esse é um pouco maior, mas como eu sei que nós vamos falar sobre várias coisas que nós vamos ter que dar umas paradas aqui, eu achei melhor interromper, porque senão ia ficar mais, ia ficar muito confuso, viu? Na sexta-feira com o professor Otacírio, comentaram sobre esse livro. Ah, que legal. Excelente. Eu estive com Otaciro ontem lá em Araraquara. Muito bom mesmo. Vi semana passada o filme documental que você indicou na primeira live. Muito bom. É mesmo. Muito bom. É bem bacana mesmo. Boa noite. Que bom. Que bom. Eu fico contente que vocês estão gostando. Compartilhem com outras pessoas, mandem para outras pessoas. Quem sabe a gente tem mais gente assistindo, mais gente conhecendo o esquino de pedra e conhecendo Alace Leal Rodrigues, que meu objetivo aqui com vocês eh divulgar essa obra, divulgar o Esquina de Pedra para que mais pessoas possam ler, estudar e aprender com ele, porque vocês vão ver que nós vamos falar muito sobre o cristianismo primitivo e relembrar o cristianismo primitivo e trazê-lo pros nossos dias. Beijo enorme para vocês. Fiquem bem, fiquem com Deus. Que essa semana seja abençoada e que nós possamos estar juntos no próximo domingo. Tchau para todo mundo.

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