A DOR OCULTA DA ALMA - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 25/10/2025 (há 5 meses) 43:44 741 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a paz. dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. >> Meus amigos, boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa casa querida. Eu trouxe aqui um tema que foi escolhido do livro Bilhetes Fraternais para que a gente vá se preparando para fazer nossa prece chegando devagarzinho, né, nesse nosso momento. É um tema que foi escolhido ao acaso, entre aspas, né, e que tem tudo a ver com o tema da nossa conversa de hoje, que será sobre o orgulho. Essa dor que a gente traz oculta na nossa alma, muitas vezes oculta até de nós mesmos. E o a leitura preparatória do livro Bilhetes Fraternais se chama Mudança de Hábitos. É uma mensagem do espírito Rodrigo, mas antes ele traz aqui uma frase de Manuel Filomeno de Miranda, que diz assim: "Cada criatura é responsável pelo rosário das ocorrências do seu caminho evolutivo, como o agricultor, que possuindo uma gleba de terra, dela recolhe o que lhe faculta semear e conforme o trato que lhe dá. E Rodrigo nos diz assim: "Quem sofre sem compreender a dor, rebelando-se diante do infortúnio, deve a própria insatisfação aos hábitos de egoísmo que, cultivados por longo tempo, foram desestimulando os propósitos incipientes do bem, a fim de que possa viver em paz, com saúde e alegria torna-se imprescindível, então que mude hábitos. É preciso edificar o amor, transformando os valores efêmeros e meramente humanos em virtudes eternas e divinas. urge mudar para melhor. O homem velho, representando as imperfeições de que ainda não nos libertamos, não é simples recurso retórico para emocionar corações sensíveis, mas paradigma que precisa ser alterado. Trata-se de nossa vida, de nosso futuro, da construção da própria felicidade.

nos libertamos, não é simples recurso retórico para emocionar corações sensíveis, mas paradigma que precisa ser alterado. Trata-se de nossa vida, de nosso futuro, da construção da própria felicidade. Por que a vinculação a ídolos mortos? Eis que não mais nos satisfazem os anseios mais profundos. O tempo não para a sua ampolheta. É hora de decisão, de opção. Não se pode servir a dois senhores. Ninguém conseguirá conciliar a conquista das virtudes celestes, guardando a mesquinhez dos interesses materiais. Busque liberar-se, libertar-se dos atrativos inferiores. Aquele que deseja ter uma existência sem as angústias da ansiedade e do desânimo. O momento doloroso passará, mas os ideais superiores permanecerão eternamente conosco. Para isso, entretanto, é preciso mudar de hábitos, meus amigos. Então, vamos fazer a nossa prece, quem quiser fechar os olhos, ficar à vontade e vamos então procurar perceber o ambiente espiritual no qual estamos imersos. Vamos perceber a presença do nosso anjo de guarda sentado ao nosso lado, nos inspirando a melhor compreender as lições que vamos estudar. Vamos perceber a mão luminosa do nosso mestre Jesus pousada sobre todos nós, irradiando energias salutares de reequilíbrio, de paz e de esperança. E vamos agradecer ao nosso pai. Obrigada, Pai, porque chegamos até aqui. Nos ajuda para que possamos receber aquilo que mais necessitamos nessa noite de hoje. que possamos captar as lições do evangelho, aplicando-as à nossa vida e que nos momentos de dificuldade, que com certeza também atravessamos, possamos voltar mentalmente a esse instante de paz, de proteção e sentir, mestre Jesus no nosso coração as palavras que são sussurradas pelo teu coração amoroso de confiança, de esperança e que nos falam da tua proteção em todos os instantes da nossa vida. Mestre querido, nos dá a tua permissão e proteção para o início da atividade de hoje. Graças a Deus, meus amigos. Olha, já tá aí os passarinhos voando, abençoando a coisa mais linda que tá acontecendo aqui,

querido, nos dá a tua permissão e proteção para o início da atividade de hoje. Graças a Deus, meus amigos. Olha, já tá aí os passarinhos voando, abençoando a coisa mais linda que tá acontecendo aqui, espalhando bênçãos sobre todos nós. A nossa tarefa de hoje não é nada fácil, é pensar sobre o orgulho. E quando nós nos propomos a pensar sobre o orgulho, geralmente o primeiro pensamento é a gente trazer a nossa mente aquela pessoa que a gente acha que é muito orgulhosa. E a gente começa a pensar sempre se lembrando daquela pessoa e pensando assim: "Meu Deus, coitado, que difícil, né? Como que é horrível conviver com alguém tão orgulhoso, como acontece comigo que convivo com belano ciclano." Mas o convite é para que nós possamos examinar em que medida que o nosso próprio orgulho nos atrapalha. E eu acho uma das lições mais impressionantes que a gente tem no evangelho, são todas impressionantes, né? Mas pelo menos uma das que mais me impressiona são as lições que a gente vai recolher lá no capítulo C, que fala dos aflitos, bem-aventurados os aflitos, e que vai falar das causas das aflições, as anteriores e as atuais, as causas, né, anteriores e atuais. E quando nós estudando as causas atuais das aflições, descobrimos que a maior parte das nossas dores tem a causa no presente. Eu vou dizer para vocês, isso para mim é assim, é uma bofetada, porque nós de alguma maneira não enxergamos isso. Então, se nos acontece alguma coisa, a gente geralmente pensa: "Puxa, eu devo ter feito isso ou aquilo naquela existência na outra vida, como a gente aprende no espiritismo, né? É castigo, às vezes a gente pensa, é uma lição, enfim, mas dificilmente a gente para para ver, pera aí, como que eu causei essa situação?" E é interessante que essa lição que o espírito Rodrigo nos traz sobre essa mudança de hábitos, vem nos falar que os nossos hábitos infelizes têm sido os responsáveis por momentos de dor que nós passamos. E Manuel Filomeno de Miranda falou aqui no comecinho, né, que nós colhemos, a nossa situação é que nem

ar que os nossos hábitos infelizes têm sido os responsáveis por momentos de dor que nós passamos. E Manuel Filomeno de Miranda falou aqui no comecinho, né, que nós colhemos, a nossa situação é que nem aquele agricultor que diante da terra vai colher ali o que ele plantou. o cuidado que ele teve com que ele plantou, regou, não regou, adubou, não, ele, dependendo da atitude dele, ele vai colher algo melhor ou pior. E assim também somos nós. Então, meus amigos, eu trouxe aqui paraa nossa reflexão, vou procurar fazer assim um um breve resumo, talvez melhores momentos, né? Será que tem isso? Melhores momentos de tal leitura. Mas quem fala muito bem sobre o orgulho é o espírito Ramed no livro Dores da Alma. Ele tem dois capítulos que ele dedica para estudar o orgulho, o nosso orgulho. E nesses dois capítulos, ele basicamente vai abordar dois aspectos diferentes do orgulho. A gente pode pensar, bom, tem muitos desdobramentos, né? Se a gente ficasse pensando em todos, a gente precisaria talvez de algumas semanas, né, de estudo, mas nós temos esse pouquinho de tempo. Então, a ideia é só fazer a gente pensar um pouquinho na nossa vida, em que medida essas lições que a gente vai estudar hoje podem nos ajudar. Ramed vai dizer para nós, basicamente nesses dois capítulos, que o orgulho se manifesta quando nós temos uma atitude de desprezo por alguma coisa, por alguma pessoa e a gente vai procurar voltar nisso com mais calma. E no outro capítulo, ele vai dizer que o orgulho também se reflete na nossa mania de querer controlar. Isso também é fruto do nosso orgulho. Então, esses dois aspectos, o fato da gente às vezes olhar assim de cima para baixo para alguém ou para alguma situação, manifestando algum tipo de desprezo, está profundamente relacionado ao orgulho que eu trago em mim. E o fato de eu muitas vezes querer controlar a vida alheia também está intimamente ligado ao orgulho que eu trago em mim. Então vamos ver se a gente consegue mais ou menos fazer um apanhado disso, né? Começando pelo desprezo.

es querer controlar a vida alheia também está intimamente ligado ao orgulho que eu trago em mim. Então vamos ver se a gente consegue mais ou menos fazer um apanhado disso, né? Começando pelo desprezo. Ramed vai dizer para nós que o desprezo, para nós que colocamos o nosso pezinho na estrada da evolução, a gente quis evoluir, né? A gente tá aqui querendo se melhorar. a gente vem a nossa casa, né, de do coração, que a comunhão ou a nossa, seja lá qual for, casa da nossa escolha eh religiosa, né? E a gente procura se melhorar, a gente procura estudar, a gente toma passe, a gente usa água fluidificada aqui na nossa casa espírita, né, em outros lugares, outros recursos. Mas enfim, a gente vai tentando ali se melhorar. Só que muitas vezes nós que já estamos nessa estradinha aí de querer se melhorar, a gente ainda se pega olhando para alguma pessoa ou para alguma situação com um certo olhar de desprezo. E a fala que desprezar é um verbo que não combina com a atitude mental de todos nós que colocamos, nos dispusemos a colocar o nosso pezinho na estrada da evolução, da gente que quis caminhar. Ele diz: "Olha, não combina. Você quer caminhar?" Esse sentimento despreza não combina com a sua decisão de querer caminhar, de querer evoluir. Por quê? Porque quando a gente se sente desprezo, a gente manifesta desconsideração pelo outro ou por alguma coisa, né? E esse desprezo ou menospreo, ele fala também, quando a gente sente isso, a gente está de alguma maneira se colocando acima do outro. Porque se eu estou colocando o outro ali, desprezando ou menosprezando, achando que ele é um inútil, que ele é inadequado, ah, então eu sou útil e adequada, né? que eu só tô achando isso dele. Então, a gente tá se colocando em um patamar imaginário de superioridade e isso nos atrasa. Ele vai dizer, ele usa a seguinte frase: "Nós avaliamos com arrogância os acontecimentos ou as pessoas do alto da torre do castelo do orgulho." Do alto da torre do castelo do orgulho. Isso é menusprezar. Mas ele pensa assim:

seguinte frase: "Nós avaliamos com arrogância os acontecimentos ou as pessoas do alto da torre do castelo do orgulho." Do alto da torre do castelo do orgulho. Isso é menusprezar. Mas ele pensa assim: "Olha, a gente já não aprendeu que tudo na terra é criação divina, não é isso que a gente aprendeu? Então como é que a gente vai desprezar alguma coisa ou alguém se aquilo é criação divina? Como é que a gente vai desprezar uma criatura porque ela não tá agindo como eu acho que ela deveria agir?" A gente já não aprendeu que toda a criação divina é útil e proveitosa? Então não cabe o desprezo ou menosprepreso, porque todos nós estamos em diferentes pontos na nossa estrada evolutiva. Então algumas lições eu aprendi, o outro ainda não. Outras ele já aprendeu e eu não. Então não cabe esse desprezo, não cabe esse menosprepreso, porque todos nós, lembra? somos importantes. Aí ele vai lá no livro dos espíritos, numa lição, uma questão que é a 559, quando Kardec pergunta a respeito da função das criaturas no universo. A gente tem gente de todo jeito, de todos os níveis evolutivos, né? Gente e seres também. E aí os espíritos respondendo a essa a essa indagação vão nos ensinar é a questão 559 que desempenham função útil no universo. Os espíritos inferiores e imperfeitos. a gente, né, inferiores e imperfeitos, todos têm um dever a cumprir. Para a construção de um edifício, continua os espíritos, concorrem tanto o último dos serventes quanto o arquiteto. Então, cada um de nós, acertando ou errando, a gente tem uma função a desempenhar. E o que que acontece com a gente? A todo momento a gente está vivo, não tá? E mesmo os que estão desencarnados também estão vivos, porque se manifestam, existem, pensam, sentem. Não é isso que está vivo? Então, todos nós estamos a todo momento produzindo uma impressão no mundo em que a gente habita, seja no nosso corpo físico, no corpo físico do outro, na nossa mente, no nosso campo emocional, no campo que nos envolve energeticamente. E se a gente quiser ser

ressão no mundo em que a gente habita, seja no nosso corpo físico, no corpo físico do outro, na nossa mente, no nosso campo emocional, no campo que nos envolve energeticamente. E se a gente quiser ser bem chique, então a gente vai falar assim, na nossa psicosfera, olha que chique falar assim, né? É o nosso campo mental, esses sentimentos, pensamentos, as energias que a gente tá emitindo. E a gente tá toda hora impactando. Se eu tiver quietinha, sem falar nada, bico fechado, tô impactando porque eu tô pensando alguma coisa, eu tô sentindo alguma coisa. Ah, mas se eu tiver dormindo, quem tá dormindo é o corpo, né? nosso espírito continua agindo, continua pensando, continua sentindo. Então, por isso é tão importante eu voltar a atenção para que impacto eu tô produzindo no mundo que me cerca, que impactos eu produzo em mim mesma, que impacto eu produzo no meu próprio corpo. E nós estamos então sempre envolvidos com alguém, com alguma situação, fazendo um laço com algo. Então todo envolvimento no Gramed tem um propósito determinado. Todos os envolvimentos e a nossa dificuldade é entender o propósito dessas ligações. Algumas nos trouxeram sofrimentos. Para que que aconteceu aquela ligação? Para que que eu fui deparar com aquela criatura naquela esquina da vida? E a gente às vezes se arrepende, né? E a e acha ruim. Por que que eu fui para aquele tipo de trabalho? Por que que eu me mudei para cá ou para lá? E a gente fica se questionando o porquê de determinadas ligações. E Ramed fala, entender o propósito dessas ligações é de extrema importância pro nosso crescimento, porque a gente numa visão rasa, vai pensar assim: "Bom, todas as ligações são feitas para me fazer feliz, para que eu tenha minhas necessidades atendidas, né, no nosso mundo ideal, com a nossa mente ainda espiritualmente matura, a gente ainda quer isso, mas não é isso que acontece." E aí ele nos convida a pensar qual o propósito de cada ligação, de cada envolvimento. E nos diz que entender esse propósito esclarece o nosso valor pessoal. a gente

isso, mas não é isso que acontece." E aí ele nos convida a pensar qual o propósito de cada ligação, de cada envolvimento. E nos diz que entender esse propósito esclarece o nosso valor pessoal. a gente começa a se ver que que eu estou fazendo nessa situação e fornece para nós o amor, o respeito e a aceitação de cada um dos nossos semelhantes. Então, cada pessoa tem algo a me ensinar. Mesmo aquele que está agindo de uma maneira que eu não acho correta, que eu não acho justa, ele está me ensinando alguma coisa. Ele tem um propósito na minha vida. Qual que é esse propósito? Cabe a cada um de nós ficar atento para isso. Que que essa situação quer me dizer? E a gente atravessa situações em que a gente se sente muito querido, muito aconchegado ali no meio de de amigos ou no meio familiar e a gente se sente bem. É como se a gente tivesse sendo nutrido de algo positivo. Mas também todos nós passamos por situação em que nos sentimos completamente desamparados. aquele último ser do mundo, né? Todo mundo foi embora, só fiquei eu no planeta Terra. Ô solidão danada. A terra tá cheia de gente, mas eu tô me sentindo assim. Não acontece isso? São situações que nós experimentamos de alternância, de nutrição afetiva com solidão. Então, Ramed nos diz que todas as pessoas são importantes na nossa vida e que a gente precisa entender o propósito e que devemos nos abster de uma coisa que a gente frequentemente faz, que é dizer: "Fulano é imprescindível, é maravilhoso, tudo bem, isso até aí tá ótimo." Ótimo, né? Mas fulano, ciclano é um inútil, não serve para nada, é um zero à esquerda. Meu Deus do céu, que que tá fazendo aqui? Devemos falar mais isso porque a nossa visão é ainda muito superficialzinha. A gente é milp. E o não adianta colocar o óculos, né, como eu tenho aqui já para me ajudar. Não é esse óculos que a gente precisa, é o óculos do distanciamento da situação que a gente tá vivendo. Estamos presos na matéria e a nossa visão fica restrita. Mas se a gente der um passo atrás ou

r. Não é esse óculos que a gente precisa, é o óculos do distanciamento da situação que a gente tá vivendo. Estamos presos na matéria e a nossa visão fica restrita. Mas se a gente der um passo atrás ou mais pro alto, se afastando, como se a gente fosse mesmo se afastando um pouquinho da situação. E se conseguirmos nos enxergar como espíritos imortais, momentaneamente ocupando esse corpo de carne, a gente começa a ver as coisas um pouquinho diferentes. Então, por isso que Ramed nos fala assim: "Não julguemos com os nossos conceitos apressados. os acontecimentos em nosso derredor, mas aprendamos aguardar com calma. Façamos uma análise mais profunda da situação, que que essa situação veio me trazer? Que que eu eu preciso aprender? E aí nós vamos perceber que a nossa vida é feita de encontros, de desencontros, de reencontros, uns muito felizes, outros muito complicados, mas é assim mesmo. E aí vamos colhendo os elementos que vão nos ajudar o nosso amadurecimento espiritual, emocional. dessas situações nós vamos colhendo. Então, vejo que às vezes uma situação que a gente fala: "Meu Deus, que aflição, que sofrimento nossa, não posso nem lembrar daquilo que eu passei." Quantas vezes nós somos pessoas diferentes por conta de situações difíceis que a gente passou, que nos fizeram às vezes mais fortes, mais próximos da espiritualidade, porque é só a gente ter um um dodózinho que a gente fica, resta que é uma beleza, né? Se tá tudo bem, a gente esquece, vai embora. Mas se a gente tem uma aflição, ah, meu Deus, me ajuda. E aí a gente se aproxima da espiritualidade que nos quer próximo em todos os momentos, não só nos momentos de dor. Então, precisamos ter esses, como Jesus nos fala, esses olhos de ver, esses ouvidos de ouvir, para que a gente possa perceber a nossa real situação, entender que atrás de tudo tem uma lição e que essas lições são necessárias. AED fala assim: "A gente consegue dessas lições retirar tesouros de progresso e amadurecimento se a gente quiser. Se a gente não se deixar aprisionar pela

uma lição e que essas lições são necessárias. AED fala assim: "A gente consegue dessas lições retirar tesouros de progresso e amadurecimento se a gente quiser. Se a gente não se deixar aprisionar pela revolta, pelo vitimismo. E nós já temos condição de não se aprisionar mais por esses sentimentos. É claro que às vezes eles são ainda eh comuns, né? nos visitam. Às vezes a gente se revolta, às vezes a gente fica com pena da gente mesmo, faz parte, mas não vamos estacionar nesses momentos. Vamos adiante. Vamos perceber o caráter educativo que tem por trás de cada de cada lição. E ele nos fala: "Na vida nada está perdido. Aliás, existe a época certa para cada um saber o que é preciso para se desenvolver." Então ele diz que o nosso aprendizado evolutivo ele é como um processo de gestação. O neném não nasce de um mês, de dois meses, por mais que a mãe queira, ah, mas eu vou tomar muitas vitaminas e sei lá o que e acelerar o processo. Não tem, vai ter que esperar aquele prazozinho, né? Às vezes sete, oito, dá, né? nove, mas tem um processo, tem um período de gestação e assim também a nossa maturidade. Por isso que é muito complicado quando a gente quer impor ao outro uma escolha, quando a gente quer, e aí é o outro lado do orgulho de que Ramed nos fala, a gente quer determinar ao outro um tipo de comportamento. Ah, mas eu já entendi as coisas de uma certa maneira. O outro também tem que entender, mas nós não conseguimos fazer esse movimento pelo outro. Tem uma história interessante, eu nem ia trazer ela aqui, mas eu lembrei porque tive falando sobre ela esses dias. É uma história interessante que ela vai nos falar da possibilidade de recomeço. A gente sempre pode recomeçar. E o nosso orgulho, às vezes, a gente falou do orgulho como um recurso que a gente utiliza para desprezar o outro. A gente falou do orgulho como sendo determinante pra gente cair na ilusão do controle, querer controlar o outro, que é uma ilusão, né, que a gente não controla de forma alguma. E o orgulho

ar o outro. A gente falou do orgulho como sendo determinante pra gente cair na ilusão do controle, querer controlar o outro, que é uma ilusão, né, que a gente não controla de forma alguma. E o orgulho também às vezes nos impede de algo que é imprescindível para nós, que é recomeçar. Todo dia a gente recomeça e às vezes a gente fala assim: "Já fui longe demais para mudar, não vou mais mudar, não vou recomeçar". essa altura do campeonato, se a gente for espírita e assim cara de pau, né? Porque precisa ser cara de pau para falar assim, a gente vai falar assim: "Ih, deixa para outra vida". Mas tem que ser cara de pau, gente, porque nós estamos aqui para evoluir é nessa, não é na outra. Nós sabemos da existência de outras oportunidades, mas não é pra gente ficar usando isso de desculpa, isso é feio. Não podemos fazer assim. A gente precisa aproveitar agora. Então, essas chances de recomeço, quantas vezes o orgulho nos impede? E nessa história que eu queria contar para vocês, ela tá no livro Terapias da Paz, o autor Donizete Pinheiro. Mas ela é uma história de de conhecimento comum, né? Ele apenas compilou várias historinhas e conta sobre um fazendeiro que era muito rico e tinha um filho, um único filho, né? E era um rapaz assim que queria aproveitar muito a vida, se divertir. E não tem nada de errado, né? A pessoa querer se divertir, né? Mas no caso desse nessa situação, o rapaz só queria viver para isso, só queria saber de farra, de diversão, enfim. E o pai falava assim: "Ô, meu filho, eu queria tanto que você amadurecesse." Mas esse pai já sabia que não dá para a gente controlar o outro, que cada um vai se desenvolver no seu momento, no seu ritmo, de acordo com a sua própria decisão, ou seja, com seu livre arbítrio. Mas a gente, pai, mãe, sempre tem desejo, né? Queria tanto, meu filho, que você amadurecesse. Você tá levando a vida aí na flauta, não dá. importância para nada de valioso na experiência. Você segue assim, desse jeito. E o rapaz não dava ouvidos. E o tempo foi passando e esse fazendeiro,

esse. Você tá levando a vida aí na flauta, não dá. importância para nada de valioso na experiência. Você segue assim, desse jeito. E o rapaz não dava ouvidos. E o tempo foi passando e esse fazendeiro, então, muito rico, chamou os empregados e pediu a eles que construíssem um celeiro num lugar ali na fazenda e dentro desse celeiro que construíssem uma forca. E aí já mais pro final da vida, ele sentindo que já tava chegando o momento da partida, né? O pai chama o filho e fala assim: "Meu filho, você não ouviu nada que eu lhe falei? Você tem vivido a vida aí do jeito que você quer? Então eu quero lhe pedir um favor. É o último desejo do seu pai. Sim, pai. Pois não. Olha, meu filho, quando tudo dê errado, quando tudo aquilo que eu falei para você acontecer, quando você se sentir sozinho, quando você vê que você jogou a sua vida fora, você vá até aquele celeiro, tem uma foca e você acabe com a sua vida. É meu pedido para você. O filho é só aquilo do aquela, aquela pedido dos mais esquisitos, né? Meu Deus do céu, meu pai tá delirando, né? Tá bom, pai. Tá. Pois não, a sua vontade. E aí o velhinho desencarnou, passaram-se os anos, o rapaz continuou na mesma conduta, né? E foi dissipando a fortuna, dissipando a própria saúde, dissipando todos os valores que ele tinha externos e internos. E como o pai falou lá pelas tantas, se viu desiludido, abandonado pelos amigos, que eram falsos amigos, né? que tava ali com ele só pela situação e eh pensou assim: "Meu Deus, eu não tenho mais nada. Eu perdi tudo, perdi o tempo, perdi a vida, perdi o dinheiro, perdi amigo, perdi saúde, perdi a dignidade, não me resta mais nada". E aí ele lembrou do pai, do último pedido. Fal: "Ai, agora eu vou atender, né? O que me resta. Se eu decepcionei tanto meu pai, pelo menos o último pedido dele eu vou atender. E aí ele se dirige lá a esse galpão e coloca o a forca lá, né, o laço no pescoço e resolve se matar. Então quando ele salta pra morte, ele sente um desconforto, mas que dura só alguns segundos,

ender. E aí ele se dirige lá a esse galpão e coloca o a forca lá, né, o laço no pescoço e resolve se matar. Então quando ele salta pra morte, ele sente um desconforto, mas que dura só alguns segundos, porque ele cai no chão, percebe que o braço que segurava a forca era oco, tinha sido construído dessa maneira. E sobre ele caem várias pedras preciosas, rubins brilhantes, eh, esmeraldas, aquele tesouro. E aí tem um bilhete do meu, do pai para ele assim: "Meu filho, eu lhe amo muito. Eis aqui a sua segunda chance do seu pai, já com muitas saudades, que te ama mais que tudo nessa vida". E aí ele se emociona porque é uma segunda chance. Ele havia ido para aquele destino que ele achava que o pai lhe havia imposto, pensando assim: "Meu Deus, eu queria tanto voltar atrás, mas não dá para voltar atrás". Realmente a gente não consegue voltar atrás, mas como diz Chico Xaviero, a gente sempre pode fazer um novo fim, recomeçar e fazer um novo fim, né? a gente não consegue voltar pro começo, mas a gente pode recomeçar e fazer um final diferente. E foi isso que o rapaz fez. Então essa história, meus amigos, eu conto aqui porque quantas vezes o orgulho nos impede de ver essas bênçãos. Quem que é o pai da história? É o nosso pai. É Deus que nos dá sempre uma oportunidade de renovação. Às vezes o nosso orgulho não vê porque nós não queremos mudar os hábitos, não queremos sair da zona de conforto. Essas pedras preciosas que caíram, onde que elas estão? A gente pode falar: "Ah, mas aqui lição linda não recebi nenhuma loteria, nem uma pedra preciosa." Isso aí tá na lição. São os tesouros que a gente traz guardados no nosso coração. Esse tesouro que o mestre Jesus falou dizendo que e o reino de Deus era que nem um campo que alguém encontrava esse campo e aí ficava tão feliz e vendia tudo para possuir aquele campo onde tinha aquele tesouro oculto. é o nosso próprio coração. É o lugar onde tá o reino dos céus, a fonte de toda a felicidade, de toda tranquilidade, de tudo de bom que a gente sempre tanto

uele campo onde tinha aquele tesouro oculto. é o nosso próprio coração. É o lugar onde tá o reino dos céus, a fonte de toda a felicidade, de toda tranquilidade, de tudo de bom que a gente sempre tanto quer na nossa vida. Mas a gente precisa fazer esse percurso, ver os nossos valores internos, parar um pouco de olhar só pro externo, esperando que o outro faça isso ou aquilo, ou achando que as circunstâncias que a gente vive não são as melhores, são as que a gente precisa. Vamos fazer essa jornada em busca desse tesouro interno, esses diamantes, esses rubis. Nós temos a oportunidade do recomeço a cada segundo da nossa existência. Tem pessoas que falam assim: "Não, mas nessa idade aqui já não dá mais". Como se nós estamos todo tempo, como a gente viu no começo da nossa conversa, impactando no meio em que a gente vive, na nossa psicosfera? Qual é a psicosfera? Qual é o mundo que eu habito? É o mundo que eu tô criando. E eu crio esse mundo todos os dias. Então, quando eu me entrego a hábitos como de acalentar a falta de esperança, a gente pode um dia não ter esperança, tudo bem, mas eu vou acalentar aquilo ali, vou fazer daquilo ali um hábito, uma rotina, vou pegar o pessimismo e convidar para dormir comigo lá todos todas as noites lá me envolvendo que nem um cobertor. Isso é um hábito muito destrutivo que nós não merecemos. Então, precisamos saber que nós temos a oportunidade de fazer diferente. Ah, mas o outro tá desequilibrado. Você não sabe com quem eu vivo. É o outro. Eu que que a minha escolha? Eu vou me desequilibrar ou vou me requilibrar? Acessando esses tesouros que nós temos, essas bênçãos e a maior delas, a vida. A gente tá aqui nesse momento para que a gente possa recolher as lições favoráveis. Temos o esquecimento do passado, uma bênção divina, como falou a Patrícia na última sexta-feira, né? maravilhosa. A gente não lembra dos detalhes do que a gente fez que deu errado, mas as situações aparecem de novo para que a gente possa dessa vez solucioná-las melhor. Então, meus

ma sexta-feira, né? maravilhosa. A gente não lembra dos detalhes do que a gente fez que deu errado, mas as situações aparecem de novo para que a gente possa dessa vez solucioná-las melhor. Então, meus amigos, vamos acessar esse tesouro que é nosso como filhos de Deus e recomeçar a cada dia com ânimo, com coragem, com amor por nós mesmos, porque nós merecemos e nós estamos aqui para buscar e construir a nossa felicidade. Eu agradeço a vocês esse momento e convido a todos para que a gente possa fazer a nossa oração. fechando os olhos, né, quem quiser. E vamos agradecer a esse nosso pai que renova as nossas oportunidades de reequilíbrio, renova as nossas oportunidades de crescimento. Obrigada, Pai, por tanto carinho conosco. Obrigada pelo teu evangelho que se fez verbo através do nosso mestre Jesus, se fez verbo, se fez ação e se manifesta todos os dias nos acalentando, nos apontando o caminho a seguir. Pai querido, nos ajude para que podemos ter esses recursos em mente nas nossas horas de dificuldade, que possamos tê-los em mente também nas horas de de dificuldade daqueles que convivem conosco, sendo nós também a palavra amiga, a mão firme, capaz de abraçar, de acalentar, o olhar compreensivo. Nos ajuda, Senhor, para que esses nossos dons possam brilhar. Ampara o nosso lar nesse instante, os nossos familiares, todos aqueles que conosco convivem, para que eles também possam ser envolvidos por essas bênçãos de amor e de esperança. E assim agradecemos por esse momento. Graças a Deus, meus amigos. Eu agradeço a vocês. Nossa irmã vai conduzir pro passe, né? Podem todos ficar onde estão e serão chamados. Uma boa noite, excelente final de semana para todos. Obrigada. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais,

dade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida.

erenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus. Graças a Jesus e assim seja.

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