65 ANOS DE COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA - MAYSE BRAGA [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/01/2026 (há 2 meses) 1:19:46 41,961 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir. >> Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos à nossa querida comunhão espírita de Brasília, que hoje faz 65 anos. 65 anos de tanto trabalho, de tanto trabalho no bem, de tanto, tantas vibrações boas, a comunhão é uma usina de energias pro mundo inteiro. Então, é uma grande alegria nós estarmos aqui hoje com a presença de todos vocês, com aqueles também que nos acompanham pelos canais da comunhão. E para darmos início a esse evento maravilhoso, antes de dar palavra da nossa querida Mais Braga, nós vamos convidar a vice-presidente da casa, né, Maria Luía Bezerra, nossa Malu, para fazer o evangelho e a oração inicial. Maluco. >> Boa noite. Não reparem se eu não conseguir falar e só chorar. É só o que eu faço desde manhã. A emoção tá muito grande nas festas que estão acontecendo no plano espiritual. Eu pedi uma orientação de qual evangelho paria hoje e veio uma orientação que é da introdução, mas ela é muito grande. Então eu andei marcando aquilo que eu iria ler e depois fazer um pequeno comentário. Eh, autoridade da doutrina espírita, controle universal dos espíritos. Se a doutrina espírita fosse de concepção puramente humana, não ofereceria por penor, senão as luzes daquele que a houvesse concedido, concebido. Ora, ninguém nesse mundo poderia alimentar fundament fundamente a pretensão de possuir com exclusividade a verdade absoluta. Se os espíritos que a revelaram se houvesse manifestado a um só homem, nada lhe garantiria origem, porquanto por amice de acreditar sobre palavra naquele que desse ter dissesse ter recebido deles o ensino. admitida de sua parte, sinceridade perfeita, quando muito poderia ele convencer à pessoas de suas relações, conseguiria sectários, mas nunca chegaria a congregar, a congregar todo o mundo. Quis Deus que a nova revelação chegasse aos homens por mais rápido caminho e mais autêntica incumbência. Incumbiu, pois, os espíritos de levá-la de um polo a outro, manifestando-se por toda parte, sem conferir a ninguém o

revelação chegasse aos homens por mais rápido caminho e mais autêntica incumbência. Incumbiu, pois, os espíritos de levá-la de um polo a outro, manifestando-se por toda parte, sem conferir a ninguém o privilégio de lhes ouvir a palavra. Um homem pode ser lobbriado, pode enganar-se a si mesmo. Já não será assim quando milhões de criaturas veem e ouvem a mesma coisa. constituir isso uma garantia para que cada um e para que todos nós possamos acreditar realmente nos ensinos dos espíritos. Ademais, pode fazer-se desaparecer um homem, mas não se pode fazer desaparecer todos os espíritos e toda a coletividade da espiritualidade amega. Poderiam queimar-se todos os livros, mas não se pode queimar os espíritos. Ora, quis quisera, queimassem-se todos os livros e a fonte da doutrina, não deixaria de conservar-se inexarível pela razão mesma de não estar na terra, de surgir em todos os lugares e de poderem todos desendendar-se nela. Faltam os homens para diminuírem. Haverá sempre os espíritos, cuja atuação a todos atinge e aos quais ninguém pode atingir. São pois os próprios espíritos que fazem a propaganda com o auxílio dos inúmeros médiuns, que também eles, os espiritismos, os espíritos, vão suscitando em todos os lados. Se tivesse havido unicamente um intérprete, por mais favorecido que fosse, o espiritismo mal seria conhecido. Qualquer que fosse a classe a que pertencesse, tal intérprete houvera sido objeto das prevenções de muita gente, e nem todas as nações o teriam aceito, ao passo que os espíritos se comunicam em todos os pontos da terra, a todos os povos. a todas as seitas, a todos os partidos e todos a aceitam. O espiritismo não tem nacionalidade e não faz parte de nenhum culto existente. Nenhuma classe social impõe, visto que qualquer pessoa pode receber instruções de seus parentes e amigos de alentúmico. Cumpre, seja assim, para que ele possa conduzir todos os homens à fraternidade universal. Se não se manifestasse em terreno neutro, alimentaria as disões em vez de

eus parentes e amigos de alentúmico. Cumpre, seja assim, para que ele possa conduzir todos os homens à fraternidade universal. Se não se manifestasse em terreno neutro, alimentaria as disões em vez de apaziguá-las. Nesta universidade universalidade do ensino dos espíritos, reside toda a força do espiritismo e também a causa da sua rápida propagação. Não é essa, porém, a única vantagem que lhe decorre da sua excepcional posição. Ela lhe faculta inatacável garantia contra todos os cismas que pudessem porvir, seja da ambição de alguns, seja da contradição de certos espíritos. Traz contradições, não há de negar, são escolho, mas em vez disso traz consigo o remédio ao lado do mal. A concordância no ensino dos espíritos é, pois, a melhor comprovação. Importa, no entanto, que ela se dê em determinadas condições. A universalidade dos seus ensinamentos. Uma só garantia ser seria séria existe para o ensino dos espíritos. A concordância que haja entre as revelações que eles façam é espontaneamente servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros em vários lugares ao redor do mundo, em todos os cantos, em todas as culturas, em todas as seitas ou religiões e mesmo entre aqueles que se dizem a Deus. Essa verificação universal constitui uma garantia para a unidade futura do Espiritismo e anulará todas as teorias contraditórias. O princípio da concordância é também uma garantia contra as alterações que poderiam sujeitar o espiritismo, a seitas que se propusessem apoderar-se dele em proveito próprio e acomodá-lo à vontade, quem quer que tentasse desviá-lo do seu objetivo principal. Os espíritos, em virtude da universalidade dos seus ensinos, farão cair por terra quaisquer modificações que eu divorcie da verdade divina. Tudo isso ressalta uma verdade capital, a de que aquele que quisesse opor-se à corrente de ideias estabelecida e sancionada poderia, é certo, causar um uma pequena perturbação, mas jamais derrubar a doutrina. Não será a opinião de um homem que se aliarão os outros, mas a voz unânime dos

de ideias estabelecida e sancionada poderia, é certo, causar um uma pequena perturbação, mas jamais derrubar a doutrina. Não será a opinião de um homem que se aliarão os outros, mas a voz unânime dos espíritos não será um homem, nem nós, nem qualquer outro, que fundará a ortodoxia espírita. Tão pouco será um espírito que se venha a impor a quem quer que seja. Será a universalidade dos ensinamentos dos espíritos. Já se desenha o harmonioso conjunto. Este século não passará sem que ele resplandeça em todo o seu brilho, de modo a dissipar todas as incertezas, porquanto daqui até lá potentes vozes terão recebido a missão de se fazer ouvir para congregar os homens sobre a mesma bandeira, uma vez que o o campo se acha suficientemente lavrado. Enquanto isso, se não se dá, aquele que flutua entre dois sistemas opostos pode observar em que sentido se forma a opinião geral. Essa será a indicação certa do sentido em que se pronuncia a maioria dos espíritos nos diversos pontos em que se comunicam, e um sinal não menos certo de qual dos dois sistemas prevalecerá. Então, a doutrina quando nos foi trazida, o espírito de verdade sobre o comando do de Deus, nosso pai maior, trouxe através de inúmeros médiuns, inúmeros espíritos, um pouco mais evoluídos que nós e outros muito mais evoluídos. Cada um foi recebendo ao longo dos anos isso foi aumentando, porque em todas as épocas da humanidade a espiritualidade sempre esteve presente, sempre vieram os profetas, sempre vieram as mensagens, mas sempre através de um homem, sempre através de poucas pessoas. para a doutrina dos espíritos. Deus fez com que a revelação se desse através de números e nos trouxe na reencarnação de Allan Kardecou com ele, o trabalho de codificar essa doutrina consoladora. Ela não é o futuro das ela quando foi perguntado se o espiritismo seria a religião do futuro, a resposta dos espíritos foram: "Não, ela será o futuro das religiões." Isso não quer dizer que todo mundo vai ser espírita, mas quer dizer que todos

ntado se o espiritismo seria a religião do futuro, a resposta dos espíritos foram: "Não, ela será o futuro das religiões." Isso não quer dizer que todo mundo vai ser espírita, mas quer dizer que todos nós, independente da onde estivermos ou da religião que formos praticar ou não, teremos o entendimento, teremos o consolador prometido em nossas vidas, porque vamos entender que a vida continua, que ela não acaba no túmulo e que a comunicação entre vivos e mortos, entre aspas, ela se faz mesmo na intimidade do nosso ser. Quando nós recebemos por intuição, quando nós recebemos uma mensagem, quando abrimos um livro, é a espiritualidade amiga se comunicando conosco. Portanto, a doutrina espírita é a religião, é a ciência e a filosofia que nos levará confiantes para fazermos a nossa reforma íntima, porque isso ela nos ensina, que é vivenciarmos o evangelho do Cristo. Não é ler, não é aprender, não é memorizar, é vivência cristã no nosso dia a dia, aonde quer que a gente esteja. Não vou me prolongar muito porque senão vou tomar o tempo da mais. Então o que eu quero dizer é que a doutrina espírita, os os ensinamentos quando vêm eles são universais. Quando a gente quer saber se o ensinamento realmente vem da espiritualidade pro bem, ele se transforma universal. Ele começa a aparecer num centro de espírita, ele começa a aparecer com outras palavras, mas a mesma mensagem lá numa igreja católica, lá num culto eh de de evangélicos, em qualquer religião, ela começa a aparecer de alguma forma. Então isso se chama a universalidade dos ensinamentos dos espíritos, principalmente dentro da doutrina espírita, aonde a gente tem todo um trabalho mediúnico e todo um aprendizado dessa abençoada doutrina. Então, aquele se sentir confortável, por favor, pode fechar os olhos. Eu costumo pedir para que a gente se sinta e nesse momento nós estamos arrodeado de muita energia. Porque a gente tá presente os nossos fundadores, os trabalhadores da primeira hora aqui da comunhão, fora os mentores espirituais.

ente se sinta e nesse momento nós estamos arrodeado de muita energia. Porque a gente tá presente os nossos fundadores, os trabalhadores da primeira hora aqui da comunhão, fora os mentores espirituais. E eles estão e os nossos mentores, eles estão nos abraçando, mas nos abraçando com muito amor, com muita alegria por estarmos aqui hoje comemorando os 65 anos da comunhão espírita de Brasília. No mundo espiritual, ela tem muito, mas muito mais tempo. No nosso plano, ela está fazendo 65 anos. Então, vamos receber essa dádiva de hoje, dessa energia que está nos repondo e nos está nos abraçando. Vamos levar pros nossos lares, pros nossos amigos, pro nosso local de trabalho, pros nossos inimigos, aqueles que nos magoaram e aqueles a quem nós viimos num pedido de perdão. Vamos nos abraçar. nos autoperdoando, nos autoamando e vamos envolvendo aqueles que a gente vai sentindo que estão precisando. E aí a gente vem para esse amado Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, aonde o Cristo plantou essa semente. E nós vamos paraa Brasília, esta cidade, a explanada dos ministérios, Praça dos Três Poderes, todos os nossos dirigentes, estadual, municipal, federal, para que possam sentir em seus corações o amor que todos nós estamos nesse momento e que sempre tivemos por esse país para que faça Passamos o melhor por ele, tanto nós quanto eles. E vamos pro nosso planeta que não está sozinho. Ele tem o Cristo como governador. E a áurea desse Cristo envolve todo o planeta e vamos envolvê-lo com todo o nosso amor. E nesse momento vamos agradecer, agradecer a Deus a oportunidade de dar vida porque ele nos criou. Agradecer pela oportunidade de construirmos o nosso progresso, porque está nas nossas mãos. Agradecer a Deus pela oportunidade da reencarnação, porque na reencarnação a gente aprende cada vez mais. É aqui que a gente vai colocar em prática os ensinamentos que temos do lado espiritual. Agradecer pela família que nos recebeu e nos deu essa oportunidade pela família que constituímos,

cada vez mais. É aqui que a gente vai colocar em prática os ensinamentos que temos do lado espiritual. Agradecer pela família que nos recebeu e nos deu essa oportunidade pela família que constituímos, pelos amigos que encontramos. A gente só tem a agradecer, simplesmente agradecer. E nesse dia de hoje agradecer por estarmos na comunhão espírita de Brasília e fazermos parte dessa grande família. Ela é grande no plano material e ela é imensa no plano espiritual. agradecer a espiritualidade amiga, porque mesmo sabendo das nossas dificuldades, confio em nós o trabalho que deve ser realizado nessa casa, esta casa abençoada, em qualquer área da casa existe a confiança da espir espiritualidade amiga. E a gente, como dirigentes da casa, como médiun da casa, como trabalhadores da casa, só temos agradecer por esta oportunidade que nos foi dada nessa encarnação e de estarmos aqui no momento tão sério da humanidade, a transição planetária. que façamos a nossa reforma íntima, que continuemos amando e trabalhando conosco mesmo, amando esta casa abençoada e agradecendo a todos aqueles construtores da casa e todos aqueles que já trabalharam aqui, que partiram pro plano espiritual, mas que continuam junto a nós, nos orientando, nos acolhendo e nos amando. Que assim seja. Graças a Deus. Agora nós vamos convidar o presidente da casa, Adilson Marins para as considerações iniciais e agradecimentos. Meus queridos, boa noite. Sejamos todos muito bem-vindos a esta casa, vocês que estão presencialmente, aqueles que nos acompanham nos nossos canais, um agradecimento especial ao Cris que nos antecedeu eh tão brilhantemente fazendo a harmonização do ambiente. uma criança que tivemos a alegria de acompanhar na evangelização, ser nosso aluno, crescendo, trabalhando conosco na mocidade espírita. Isso é muito bonito e nós vermos a Mais que começou a mocidade sabe da alegria. Ela que sabe as histórias da casa. Gratidão, Mais pela sua presença, por você aceitar o convite para esses 65 anos na nossa casa,

ito bonito e nós vermos a Mais que começou a mocidade sabe da alegria. Ela que sabe as histórias da casa. Gratidão, Mais pela sua presença, por você aceitar o convite para esses 65 anos na nossa casa, agradecendo a presença dos nossos conselheiros, dos nossos diretores que estão aqui. Queridos, a comunhão espírita ao fazer 65 anos, ela aniversaria, mas o presente é nosso. O presente é nosso, porque nós ganhamos a presença dos amigos espirituais, de toda essa energia que nós sentimos aqui durante a prece, onde a Malu tão bem relembrou e vai ser relembrado ainda mais a presença e o trabalho daqueles que iniciaram essa jornada, porque a maís é uma memória viva do que a comunhão representa em nossas vidas. A nós estamos só tocando o barco, cada um se ajudando para que ela continue a fazer o papel, que é exatamente fazer com que a missão dos espíritas seja cumprida, conforme está revelado no Evangelho, que é levar o conhecimento sobre as leis de Deus, a reencarnação, a evolução de acordo com aquilo que a gente faz da vida. Se nós construímos algo ou desconstruímos ou ficamos em cima do muro, respondemos diante das nossas ações e omissões. Então, a comunhão, ela tem essa finalidade de cumprir aquilo que o próprio Chico falou, que era levar a doutrina para o mundo. E a gente, para vocês terem noção, mas o ano passado num ano retrasado, porque os números desse ano ainda não chegaram, o ano passado ainda não fecharam, mas nós alcançamos mais de 12 milhões de visualizações no mundo, nas nossos programas, nas nas eh divulgações que a doutrina precisa ser levada, construída para essa casa. Saibamos aproveitar esse momento, esse momento de reflexão, de aprendizado com a nossa querida Maise. Não vou me delongar mais. Gratidão pela presença de todos. Vamos continuar firme nesse propósito que a Malu lembrou da nossa reforma íntima. É um trabalho permanente, diário, constante. Gratidão por tudo, Maíe. Seja bem-vindo. Eu a convido para que venha aqui, né? Então, gente, uma salva de palma para a nossa

mbrou da nossa reforma íntima. É um trabalho permanente, diário, constante. Gratidão por tudo, Maíe. Seja bem-vindo. Eu a convido para que venha aqui, né? Então, gente, uma salva de palma para a nossa preciso dizer a vocês que olhando o Adilson, eu pensei, é por isso que eu já tô andando devagar. Eu vi esse menino de short, eu vi esse menino de calça curta. Então é natural, natural. Amigos, sou Maís e com que alegria estamos aqui hoje para agradecer as forças maiores o fato de um dia termos chegado a essa casa. Não importa o que nos trouxe aqui, talvez a dor maior de uma perda, de uma grave enfermidade, ou talvez simplesmente o desejo de encontrar algo novo para o nosso coração e trabalhar. Trabalhar que foi sempre a grande mensagem que a comunhão espírita proporcionou a todos. Eu tenho certeza que se não Brasília inteira, mais da metade dessa cidade já passou por aqui em momentos difíceis e passou por desobsessão, passou por orientação, passou por pelos antigos trabalhos de cura, como eram chamados antigamente os trabalhos de tratamento físico e espiritual. Uma casa que cresceu por causa de todos vocês, por causa de todos aqueles que vieram a ela e que a tornaram o que ela é. Trabalhadores, pessoas em busca de uma nova existência. E uma nova existência em tempos tão difíceis como que vivemos é uma bênção maior. Todas as vezes que porventura eu sei que alguém passa alguma dificuldade ou eu mesma, eu penso sempre que o mentor desta casa, a comunhão espírita, é Dr. Bezerra de Menezes. E tutelados por ele, nós sempre alcançaremos os nossos sonhos. Vocês sabem, dona Irene e o seu Mário eram pessoas simples, tinham dois filhos, duas filhas pequenas e foram assistir a um discurso, na verdade a campanha de Jcelino Cubiché que a prefeito de Belo Horizonte. eram protestantes. E de repente a dona Irene começou a chorar e disse ao seu Mário: "Mário, me leva para um sanatório, porque eu estou vendo que esse moço vai ser um dia presidente do Brasil, vai construir uma cidade no meio do nada."

dona Irene começou a chorar e disse ao seu Mário: "Mário, me leva para um sanatório, porque eu estou vendo que esse moço vai ser um dia presidente do Brasil, vai construir uma cidade no meio do nada." E seu Mário, aquela pessoa absolutamente equilibrada, embora só tivesse a mediunidade intuitiva que nele era o máximo, disse: "Não, vamos ao Chico Xavier." E quando entraram na sala onde Chico estava, Dr. Bezerra de Merezes incorpora no Chico, chama os dois e diz: "Meu filho, você trouxe um acordo do mundo espiritual e eu vou te explicar o que foi. Você vai para essa cidade quando houver o chamado para a construção dela. Você vai abrir uma portinha onde você vai vender serrote, prego, martelo. Você vai ganhar muito dinheiro. Imagine você humilde escutar que você vai ganhar muito dinheiro. Já era para pirar. Mas há uma condição em troca você vai construir uma casa de de socorro e de bênção que vai se chamar comunhão espírita e eu serei o mentor espiritual dela. E assim foi. Dona Emília Prete Pereira, mulher extraordinária, fundou na casa dela, onde havia um evangelho feito o que seria a comunhão. Mas das cinco pessoas que naquela noite estavam e que depois disseram que seriam fundadoras da comunhão, todas desapareceram. Vocês já passaram uma coisa assim? vocês terem assim uma baita de uma ideia, de um sonho, todo mundo querer fazer junto com você, de repente sumiu todo mundo. chegou na casa do barata, seu Mário, pelo amor de Deus, assina comigo esse papel, porque o cartório está exigindo que surja uma casa espírita que teria começado na minha casa, mas eu não tenho quem me ajudar. E seu Mário tranquilo, achando que não ia sobrar para ele. Vocês já passaram por isso também. disse: "Não tem problema, eu assino." Mal lembrando que ele estava também assinalado para ser o presidente da comunhão. E olha, podia passar a noite contando histórias só dele. Vocês sabem que sempre existiu fofoca no mundo. Foca em centro espírita tem outro sabor, porque você pega aquela pessoa de quem

te da comunhão. E olha, podia passar a noite contando histórias só dele. Vocês sabem que sempre existiu fofoca no mundo. Foca em centro espírita tem outro sabor, porque você pega aquela pessoa de quem você não gosta e você planeja uma fofoca sobre ela. E é claro, mesmo no início da comunhão, comunhão pequenininha, tinha os fofoqueiros e o seu Mário tinha uma técnica maravilhosa de goiano mesmo. Ele ficava sentado na sala dele, a pessoa entrava. Seu Mário, eu tenho uma coisa para te contar, seu Mário. Só um instante, antes que você me conte. E era fofoca, né? Três perguntas. Eu preciso saber. A pessoa já ficava paralisada. Vai ser útil que eu saiba. Terceira pergunta que geralmente o fofoqueiro já tinha ido embora. Vai dar certo eu ficar sabendo para tentar resolver o que você me traz? No meio da conversa dessas três perguntas, o fofoqueiro virava as costas embora. A coisa mais clássica antigamente na doutrina espírita era: "Eu saí daquela casa porque não fui compreendido". Ou aquela casa não é bem equilibrada, não é bem aquilo que eu pretendia. Eu tentei encontrar uma saída paraa minha vida e não consegui. Mas ao lado de seu Mário estava dona Irene Carvalho. Você olhava para ela, ela amava teatro. Eu amarava arte, ela psicografava peças sobre doutrina espírita, sobre histórias que aconteciam. Nós fazíamos as peças no teatro da escola parque, lotava a gente no chão em plena década de 70. Então, na verdade as pessoas procuravam já a doutrina espita e, é claro, não existiam essas paredes assim tão bem pintadas. Era tudo ainda no tijolo. E aqui nesse salão que era maior do que é hoje, faziam-se os chamados chás, onde havia desfile e eram as próprias trabalhadoras que desfilavam e depois um coquetel. Eu me lembro que a primeira tarefa que eu tive aos 15 anos de idade foi pegar um prato de coxinha e servir para as pessoas que tinham vindo participar daquele desfile. Ora, naquela época não existia orientação. O próprio Dr. de Menezes incorporava na dona Helene Carvalho. E na segunda-feira

oxinha e servir para as pessoas que tinham vindo participar daquele desfile. Ora, naquela época não existia orientação. O próprio Dr. de Menezes incorporava na dona Helene Carvalho. E na segunda-feira à noite duas ou três pessoas apareciam, que a comunhão não era conhecida, para perguntar, para se orientar. A comunhão começou em cima da casa do baratá, a casa de trabalho do seu Mário. Tinha um sofá de dois lugares e uma poltrona. As pessoas mais antigas, minha mãe, por exemplo, que está com 89 anos, começaram em cima da casa do barata. Depois surgiu o terreno para que a comunhão subisse. Mas como nós éramos todos muito desavisados, achamos que era aqui do lado. Aí vínhamos para fazer prece, era prece, prece, prece no terreno aqui do lado. Aí não tem alguma coisa errada. Daí os espíritos dizendo: "Não, não vai ser aqui não. Vamos pro outro lado. Prece, prece, prece. Até que os espíritos disseram: "Pelo amor de Deus, é o terreno do meio". E ficamos numa tristeza porque tínhamos gastado as nossas orações aos montes. Mas Dr. Bezerra disse: "Não se preocupem, vocês terão sempre bons vizinhos". Tudo era a palavra do bem, da luz. Quando eu cheguei à comunhão, eu tinha acabado de fazer 15, não tinha feito ainda 15 anos. E claro, eu tinha tudo dentro de mim. Eu via quem já tinha morrido desde os 5 anos de idade. Ainda bem que a família dos meus do meu pai era espírita. Mas quando eu cheguei naquela noite de segunda-feira, só eu e mais uma senhora já aqui nesse prédio, a dona Irene incorporava Dr. Bezer de Menezes dentro de uma pequena sala. E na hora que eu entrei contrariada, porque meu pai tinha dito: "Minha filha, você anda tão triste, você não é assim, por que você não vai à comunhão?" E eu falei, eu vou à comunhão para provar pro Senhor que o que eu tenho não tem nada a ver com espiritismo. Eu estou contando isso que é para vocês nunca falarem isso. Aí quando eu entrei, ele, Dr. bezerra incorporado na dona Irene, virou-se e disse: "Ah, minha filha, que bom que você veio no dia que você prometeu.

contando isso que é para vocês nunca falarem isso. Aí quando eu entrei, ele, Dr. bezerra incorporado na dona Irene, virou-se e disse: "Ah, minha filha, que bom que você veio no dia que você prometeu. Aí eu já discuti com ele. Eu eu não prometi nada. Prometeu sim. E aí ele começou a falar: "Venio a trabalhar, a mocidade da casa só tem quatro pessoas. Vem evangelizar, menino. Eu falei: "Detesto criança, como todo adolescente me achava o máximo. Não, você virá, minha filha, você virá porque você vai evangelizar criança de 3 a 6 anos". Eu falei: "O quê?" E eu sabia quem era Dr. Bezerra de Menezes. Meus avós eram espitas há muitos anos. Eu vou evangelizar menino pequeno, porque você vai estudar doutrina espírita. para dar aula de evangelização. Vamos começar por aí. E eu saí muito contrariada porque ele disse: "Venha domingo, os quatro jovens da mocidade que está começando se encontram sempre domingo às 10:30 da manhã". Eu com a maior tranquilidade falei para ele: "Não vou vir não, porque domingo eu vou pro clube do exército tomar sol". E Dr. Bezer de Menezes, com aquela paciência de todo bom cearense, disse: "Você virá, minha filha, você virá". Domingo às 7 da manhã, eu estava na porta da comunhão. Vim a pé da quadra onde eu morava e sempre pensando, é só uma chuva, vai passar depressa, é só uma chuva. E já se passaram 54 anos. Meus amigos, não falem nada. Se você não quiser compromisso, fica quieto, sabe? Finge, porque se eles perceberem que você se apaixonou pela ideia do bem, aí você está perdido para sempre. Porque você não vai dormir, você não vai ser feliz sem saber que o seu coração em algum momento ajudou alguém. Dona Emília Prete Pereira, de quem já falei, tinha tinha um um jardim ali na frente da comunhão. A comunhão era bem pequena. E aí vínhamos conversando um dia e ela disse: "Minha filha, agora vamos fazer silêncio porque nós estamos entrando em solo sagrado. O solo sagrado era a comunhão. Será que hoje quando nós entramos aqui nós lembramos que isso é

um dia e ela disse: "Minha filha, agora vamos fazer silêncio porque nós estamos entrando em solo sagrado. O solo sagrado era a comunhão. Será que hoje quando nós entramos aqui nós lembramos que isso é solo sagrado? Pensemos sobre isso. Era um Erasmo, eterno vice-presidente, vice-presidente feliz do seu Mário. Toda vez que seu Mário era eleito e ele foi eleito até morrer, seu hermo era também. Ele, dona Clara, sua esposa, das pessoas mais extraordinárias que conheci. Porque quando a gente estava junto na mocidade falando mal de alguém, ele chegava e dizia: "Mas vocês não pensaram que fulano tem uma qualidade?" E aí ele falava a qualidade da pessoa e você não tinha coragem de dizer que não acreditava porque era seu Erasmo que tava falando. Nunca vi nenhum deles falar mal de ninguém e convivi com eles de turnurnamente. Eu só não vim à comunhão na noite de terça-feira porque tinha evangelho na minha casa. Era toda a noite, porque a comunhão não tinha trabalhadores. Então a gente chamava a ficha, a gente evangelizava, a gente participava da mocidade. Domingo e sábado, final de semana, nós íamos aos lugares, porque não existia ainda o nosso lar. Então nós íamos à casa do candango, ao lar de velhinhos, Maria Madalena, para passar a tarde com essas pessoas, para levar a mensagem que não era só da doutrina, era a mensagem da comunhão. Seu João Alonso, dona Hilda, esposa dele, quando ela sentava no piano, você achava que você tinha desencarnado e tinha ido para um lugar bom. Ela tocava piano divinamente. E o seu João Alonso, quando íamos a campanota de Souza tinha briga para ver quem é que ia no carro com ele. Porque daqui até a Ceilândia para visitar as famílias que a comunhão ajudava, ele ia contando histórias maravilhosas da doutrina espírita. Meus amigos, foi um tempo que parece que passou tanto tempo, mas foi ontem em que estávamos todos juntos. A maioria da turma da minha mocidade já desencarnou, eram mais jovens do que eu, mas já partiu. Mas ficou a lição e morredora dessas

ue passou tanto tempo, mas foi ontem em que estávamos todos juntos. A maioria da turma da minha mocidade já desencarnou, eram mais jovens do que eu, mas já partiu. Mas ficou a lição e morredora dessas pessoas que fundaram essa casa para quem não havia. Sábado, domingo, feriado, tempo ruim, doença, nada. E eu não estou romantizando, não. Eu estou falando o que realmente acontecia. Quando no trabalho de cura você via as pessoas da cidade com câncer, com doenças gravíssimas, procurando a comunhão. Você via um Dr. Amaiana incorporado na dona Irene contando histórias da época de Jesus. E depois Dr. Bezerra de Menezes nos contou que ele, Dr. Mayana, tinha sido um dos apóstolos de Jesus. Ele nunca contou quem nós tínhamos nossas apostas. Eu dizia: "Foi Judas. Esse homem só pode ter sido Judas, gente. E agora ele tá aqui, entendeu? ensinando pra gente. Olha quantas vezes eu via pessoas extremamente enfermas e seu Erasmo, que era o dirigente do grupo, dizia: "Ah, Dr. Bezerra, nós estamos tão preocupados com o fulano, fulano não está bem". Ele dizia: "É verdade, Erasmo, ele não está bem, mas a mão de Deus vela sobre toda a alma. E esse moço é tão amado, ele vai ficar bom. E ficava. E eram coisas tremendas. Eu tinha 18 anos nessa época, já fazia palestra há 2 anos. E ele me colocou dentro do grupo de cura para comentar o evangelho. Ó, você vai ficar dentro do trabalho de cura comentando o evangelho. Aí um dia, Dr. Dias da Cruz, incorporado na dona Irene, Maíse, levante, venha me acompanhar entre as camas e você vai descrevendo o que você for vendo. Muito bem, eu comecei a fazer isso. Aproximamos-nos de um rapaz jovem, bem jovem, e Dr. Bezerra disse, Dr. Ramaiana disse: "Meu filho, você teria uma vida até os 82 anos, mas vai desencarnar agora aos 28 pelos quatro maços de cigarro que você fuma por dia e nós não podemos fazer nada." Aí ficou aquele clima, vocês imaginem, o rapaz começou a chorar. E aí foi muito interessante porque os espíritos são assim. Virou-se para mim e disse: "Nossa, irmã

r dia e nós não podemos fazer nada." Aí ficou aquele clima, vocês imaginem, o rapaz começou a chorar. E aí foi muito interessante porque os espíritos são assim. Virou-se para mim e disse: "Nossa, irmã Maíse vai sentar juntinho de você e vai lhe falar das belezas do mundo espiritual". Eu falei: "Gente, esse pessoal não é mole não". E e ainda disse: "Não se preocupe, meu filho. Sua avó que tanto lhe amou lhe aguarda. Num jardim florido, onde numa varanda, numa cadeira de balanço, ela espera o seu coração." Dois meses depois, o rapaz desencarnou. Gente, eu passaria a manhã toda, a noite toda contando as histórias que vi. E hoje quando tantas coisas são questionáveis, quando fulano não acredita em Beltrano, quando fulano não recebe a mensagem que diz que que recebe, eu só lembro das orientações que ao longo de quase seis décadas eu vi nessa casa. Orientações que nunca foram uma mentira. Nunca ouvi dos espíritos amigos através de dona Direne, Dona Emília, Dona Laí Capilé, nada que não fosse a mais absoluta verdade. E claro que a gente desconfiava porque tinha coisa do arco da velha. A gente dizia: "Então, não é possível, não pode acontecer isso". E ela, dona Irene, via passado, presente e futuro. Então, imagine o que era a mediunidade dela. A maioria de nós tinha medo dela, porque quando ela começava a olhar muito na nossa direção, pode saber, ela já tava vendo alguma coisa. Me lembro que uma vez meu pai, meu pai foi um fumante inveterado, embora uma pessoa muito boa, disse para ela, dona Irene, por que que a senhora olha tanto para mim quando nos encontramos? E ela disse: "Eu não olho pro senhor, não. Eu olho pros que fumam com o senhor. Ela não aliviava. Se você não queria saber, você não perguntasse, porque ela respondia. E os espíritos, claro, sempre orientando a ela. Uma vez um médico veio aqui se orientar, eu era orientadora, ele sentou-se e disse: "Olha, eu só vim porque eu tô um pouco nervoso, mas eu estou com uma saúde de ferro, acabei de fazer um pararã parará". Ela entrou e disse: "Ô, meu

orientar, eu era orientadora, ele sentou-se e disse: "Olha, eu só vim porque eu tô um pouco nervoso, mas eu estou com uma saúde de ferro, acabei de fazer um pararã parará". Ela entrou e disse: "Ô, meu filho, você vai repetir os seus exames porque você está gravemente enfermo". Ele levantou-se irritado e disse: "Bem que me disseram que aqui na comunhão era todo mundo maluco e a senhora era a maluca principal." A dona Irene, com a maior tranquilidade deixou ele desabafar e disse: "Se eu fosse você, meu filho, eu ia procurar de novo um shakeup. Ele volta dois meses depois aos prantos, um câncer já tomando conta do seu organismo que não tinha sido detectado dois meses antes. Ele chorava que nem criança, porque tinham dito a ele, olha, de todo maluco que tem na comunhão, a dona Irene Carvalho é a pior. Mas vocês não têm ideia das coisas que eu vi ela dizer. as pessoas e as pessoas saind saíam dando risinho para depois voltar dizendo: "Meu Deus, se eu tivesse ouvido aquela orientação teria sido diferente." Mas o extraordinário é que no fundo a porta da comunhão é como se fosse o encontro de Jesus com o cego de Jericó. "Que queres que eu te faça?", pergunta Jesus. Senhor, que eu veja. O cego de Jericó viu que havia uma multidão, ele não ia conseguir chegar perto de Jesus, mas a sua aflição era tamanha, porque ele queria pedir para enxergar que Jesus o viu, atravessou a massa, chegou à frente dele e disse: "Que queres que eu te faça, Senhor? Que eu veja?" No fundo, no nosso dia de chegar nessa casa abençoada, foi assim também. Alguém, uma alma invisível que ouviu o nosso coração nos terá dito: "Que queres que eu te faça?" E com certeza dissemos que eu veja. E chegamos privilegiados a essa casa onde aprendemos a enxergar, a enxergar que sem trabalho no bem de nada adiantará a nossa vida na terra. a saber que aquele que não entendemos agora nos procurará amanhã para que comecemos tudo de novo. Que falam de nós às vezes nos deixando magoados, mas porque no fundo não nos entendem. Eu

da na terra. a saber que aquele que não entendemos agora nos procurará amanhã para que comecemos tudo de novo. Que falam de nós às vezes nos deixando magoados, mas porque no fundo não nos entendem. Eu sempre lembro de Ol Salomão, o poeta baiano. Ele sofria críticas acerbas, porque era um homem tão inteligente que quando você começava a escutá-lo, você parecia que tava doido, porque ele não dava vazão à quantidade de pensamentos que ele tinha. E ele era muito amigo de Caetano Velouso, de Maria Betânia, de Gilberto Gil. E um dia Maria Betânia disse a ele: "Ô, olhe, como eu te admiro! Porque as pessoas falam de você à vontade e você tá sempre bem. E ele sorridente disse: "Maria, quem fala de mim tem paixão." Ele sabia que quando se fala, no fundo, nós estamos querendo ser igual. E há tantas e tantas almas desencarnadas aqui que com certeza se preparam para um novo mergulho na carne, quando nós já estamos a meio caminho e seremos chamados a voltar à verdadeira existência, como dizia Emanuel, num lugar, num país da união sem a Deus, sem lágrimas, sem morte, onde um dia todos nos reencontraremos, mas com certeza quando dissermos que moramos no Brasil, que moramos em Brasília, a terra dos grandes reencontros espirituais, como dizia o Chico, e que frequentávamos a comunhão. Ah, meu Deus do céu, vão perguntar o que foi que nós fizemos de todas essas benéces que nós tínhamos. E é claro que nós vamos responder com toda coragem. Muitos anos atrás, Dr. Bezerra de Menezes contou que quando seu Mário desencarnado ainda, foi entregue nas regiões do mundo espiritual para aqueles que seriam seus pais, Dr. Bezerra de Menezes colocou em cima da mesa um enorme livro. Então, formou-se uma fila daqueles que assinavam um livro, se comprometendo a um dia se reencontrar aqui na comunhão. Eu tenho certeza que tantos de nós, se não todos, assinamos aquele livro. E eu sempre oro por aqueles que foram presidentes da comunhão depois do seu Mário. Porque eu fico pensando, já pensou você chegar do lado de lá como

antos de nós, se não todos, assinamos aquele livro. E eu sempre oro por aqueles que foram presidentes da comunhão depois do seu Mário. Porque eu fico pensando, já pensou você chegar do lado de lá como Adilson e dizer: "Eu fui presidente de onde, meu filho? Da comunhão espírita de Brasília". Ah, meu filho, foi da comunhão que você foi presidente. Juro, meninos, esses olhinhos claros vão brilhar. A sorte é que ele tem a carne do lado dele. Todo homem inteligente encontra uma mulher mais inteligente ainda. E claro que ele vai se socorrer dela, vai dizer: "Querida, vem cá que eu tô precisando da sua ajuda". Mas Dr. Bezerra dizia nesse dia que quando assinamos um livro de compromisso, nada nos afasta do que precisamos fazer. Dr. Júlio Capiler, esposo de don Laí Capiler, morreu com 99 anos, foi o primeiro pediatra que a que Brasília teve e ele era um homem de uma tranquilidade absoluta. Ele às vezes discordava de você, mas ele falava com você de um jeito que ele era um perigo, porque ele convencia você que você tava errado, ele tava certo. E um dia eu disse a ele, Dr. Júlio, como é que é ser como o senhor? Mas eu tenho uma técnica, eu me me conte tudo. Os outros ficam sem dormir. Eu nunca. Eram frases que eles lançavam e eu ficava dias pensando naquilo, meu Deus, na sabedoria que existia em seguir em frente, deixar passar quem não queria. o compromisso, porque chegar a uma casa espírita bem orientada é compromisso. E tenho certeza que todos nós aqui sabemos disso. Tenho certeza que os desencarnados, queridos aqui presentes, já preparam o seu mergulho na terra para recomeçar. E nós vamos um dia prestar conta do que fizemos e também do que deixamos de fazer. Meu Deus, seu Edson, seu Moazir, seu Nelson. As pessoas chegavam loucas, eu não estou usando a palavra à toa, não. Loucas mesmo. Os familiares tiravam dos hospitais psiquiátricos e a pessoa chegava na comunhão de camisa de força, trazida por enfermeiros. E quando a pessoa passava por um tratamento no sábado à noite, depois da

. Os familiares tiravam dos hospitais psiquiátricos e a pessoa chegava na comunhão de camisa de força, trazida por enfermeiros. E quando a pessoa passava por um tratamento no sábado à noite, depois da palestra com seu Nelson, ela ficava completamente boa e ia trabalhar no bem, porque ela aprendia que o trabalho no bem evitaria que ela ficasse fora de si novamente. Olha, quando a porta se abria e você via um Nelson, um Artur, uma Angélica te receber, você tinha certeza absoluta que nada de mal aconteceria com você. A comunhão cresceu muito, tem tantos grupos de trabalho hoje. Eu rogo a Deus que cada um seja o reflexo daquilo que no início existia. o total compromisso com o bem do outro. Porque quem tem mediunidade não engana ninguém, porque se torna um trabalhador a todo tempo. E quem enganar pagará caro por ter tido luz que não conseguiu transformar em verdade e viveu a sombra. Mediunidade não é só para dizer coisas boas ou escutar coisas boas, é para mudar o nosso destino. Durante muitos anos, quando havia algum algum festival de cachorro quente, alguma coisa que a comunhão organizava, se não dava lucro, era o dinheiro do seu Mário que entrava. E sem pensar duas vezes, ele cobria qualquer despesa que a comunhão precisasse. Vocês sabem que ele terminou sem nada, porque a tarefa foi cumprida e ele não tinha coragem de contar a dona Irene que ele ia deixá-la sem nada. Ele que tinha tido tanto e ela também. Mas ela na sua mediunidade ímpar dizia para ele, tem alguma coisa errada? E ele dizia, não, tá tudo ótimo e ela então dizia: "Por que que eu tô vendo essa nuvem preta aqui em cima da nossa sala?" Ah, porque você já tá idosa, você tá confundindo. Ela sabia que havia alguma coisa muito errada e ele agonizou durante quase trs meses. E Dr. Bezerra dizia através da dona Irene, ele tem um segredo que ele não contou. Por isso que eu chego a ele e digo: "Mário, vamos embora. Vamos deixar esse corpo, Mário. Eu vim te buscar. E ele não vai, porque ele não contou ainda o que ele precisa contar. E ele não

e não contou. Por isso que eu chego a ele e digo: "Mário, vamos embora. Vamos deixar esse corpo, Mário. Eu vim te buscar. E ele não vai, porque ele não contou ainda o que ele precisa contar. E ele não contou. Ele morreu sem contar que não tinha sobrado nada da fortuna que ele teve e que trouxe essa casa para todos nós, porque ela é feita sim, de muita contribuição dos sócios que ela sempre teve. mas também do dinheiro muito que o seu Mário teve. Dica para as mulheres de marido rico da plateia. Dona Irene um dia me disse: "Maíse, quando te derem 10 tales de cheque, como o Mário me dava 10 talões e não me perguntava o valor de um cheque, eu sabia que tínhamos muito dinheiro." Quando ele passou a me dar um talão de cheque e me perguntava toda hora quanto foi aquele cheque, eu vi que tinha alguma coisa muito errada. Outra coisa, outro conselho, nunca assine papel em branco. Ele dava papéis em branco para ela e ela assinava porque ele estava desesperado, querendo manter um patrimônio que, na verdade, ele não conseguiu. Mas olha, ele foi um dos homens mais incríveis que eu já conheci. Ele, seu Hermo, Dr. Júlio, seu João Alonso, meu Deus do céu. Seu João Ribeiro, seu João Ribeiro, que veio para a doutrina quando perdeu o único filho num desastre de avião. Ele tornou-se espírita. A esposa nunca, mas ele tornou-se espírita. E todo domingo ele estava aqui na prece dos suicidas. E quando ele se levantava para falar, você via as almas sofredoras chorando, de cabeça baixa, emocionadas pelo que aquele homem era. E a beleza é que um dia ele estava recostado no sofá da sala dele, quando o Dr. Bezerra contou que o filho apareceu na porta e disse: "Meu pai, eu vim te buscar." E ele saiu de corpo realizado, abraçando aquele filho que o havia trazido a doutrina espírita. Ô, meus amigos, é complicado hoje viver porque as pessoas não se entendem muitas vezes. As pessoas estão malmoradas, as pessoas estão procurando onde se aborrecer quando se viveu, e eu vivi uma época como ela, em que as pessoas faziam

viver porque as pessoas não se entendem muitas vezes. As pessoas estão malmoradas, as pessoas estão procurando onde se aborrecer quando se viveu, e eu vivi uma época como ela, em que as pessoas faziam todo bem e não achavam que estavam fazendo bem. Para eles não havia sábado, domingo, feriado, nada. estavam sempre presentes, sempre sorridentes, sempre dizendo: "Que coisa linda! Com 18 anos, eu comecei a fazer palestra representando a comunhão em outros lugares que não fosse a comunhão. Então era o Banco do Brasil, o Banco Central, a Câmara dos Deputados, a Popex, os Correios. O que que aconteceu? Surgiu a história de que eu aos 18 anos cobrava escondido e dividi o dinheiro com seu Mário. E aí eu me tranquei na sala da mocidade. Eu chorava, mas eu chorava. Eu só tinha 18 anos. E aí, seu Mário subiu e falou: "Você tá chorando por quê?" Ai, porque eu fiquei sabendo que falaram falaram isso que eu cobro e divido dinheiro com o senhor. Ele deu uma risada e falou: "É isso que estão falando? Eu que estavam dizendo que você queria me namorar e eu tenho idade para ser seu avô." Mas não seja tola. Quem nada faz tem tempo para falar do outro. Nós que fazemos não temos tempo, a não ser para olhar a tristeza do outro e tornar a tristeza do outro é alegria. Ah, meus amigos, por muitos anos eu ia até ele e dizia: "Me convidaram para viajar para tal lugar para fazer palestra, eu posso?" E ele ria e dizia: "Pode?" E um dia ele falou para mim: "Eu sei que você não precisa da minha autorização, mas como é delicado que você ache que precisa." Ele era o presidente dessa casa, era o seu líder. E um dia eu ainda muito garota, estávamos numa reunião e seu bançanufo, essa alma maravilhosa, incorporou na dona Irene e disse: "Mário, meu filho, aqui desse lado da vida existe uma comunhão aí". O seu Mário é mesmo? existe. Ela tem três andares. Naquela época a comunhão só tinha esse teto aqui. Aí o seu Mário esperou ele falar: "Pois é, Mário, a comunhão vai crescer muito, vai ter outro andar".

seu Mário é mesmo? existe. Ela tem três andares. Naquela época a comunhão só tinha esse teto aqui. Aí o seu Mário esperou ele falar: "Pois é, Mário, a comunhão vai crescer muito, vai ter outro andar". Seu Mário não teve dúvida. O senhor desencarnou em 1917. O senhor tá desencarnado há muito tempo. O senhor sabe quanto custa um saco de cimento? Eu desesperada, de olhos baixos, pensando: "Meu Deus, seu Mário é louco, é seu Euripanufo que tá falando com ele." Para minha surpresa, Seipides diz: "É verdade, Mário, eu estou desencarnado há muito tempo e o presidente encarnado da comunhão é você. Mas a comunhão vai crescer assim, assim, assim, assim. E Seo ficou quieto. E foi exatamente como aconteceu. Seu Mário era aquele homem que, como líder dos outros diretores podia enfrentar até uma alma de luz, porque ele tinha a justificativa para falar. Olha, o senhor tá desencarnado há muito tempo. Vem para cá pro senhor ver como é difícil. E ele tinha uma loja, então ele sabia muito bem o preço de tudo. No início de Brasília, os caminhões perdiam os endereços e paravam na porta da casa do barata lotados de tijolo. Mário barata, você não quer comprar esse monte de tijolo do caminhão? E ele comprava. E foi assim que a comunhão foi se erguendo. Mas mais do que se erguer fisicamente, ela se ergueu junto a cada coração que um dia procurou por ela, junto ao nosso coração, junto às nossas horas difíceis, que continuarão talvez difíceis, mas que serão sempre bênção de recomeçar para nós. Nunca nos esqueçamos que um dia na pátria maior nos reencontraremos. E com que saudade vamos lembrar de um dia como esse, em que a comunhão completava 65 anos e somos ainda tão meninos há tanto ainda para viver, mas vivamos da melhor maneira possível, servindo, esperando, não permitindo que as horas difíceis nos esmaguem, que a sombra nos afete, porque a intenção da sombra é evitar a luz. Vivamos para a luz. Sejamos felizes, fazendo os outros felizes. E eu tenho certeza que todos aqueles que vieram antes de nós abençoarão o nosso coração.

te, porque a intenção da sombra é evitar a luz. Vivamos para a luz. Sejamos felizes, fazendo os outros felizes. E eu tenho certeza que todos aqueles que vieram antes de nós abençoarão o nosso coração. E um dia quando todos nos reencontrarmos, vai ser extraordinário pensar que sempre quisermos vamos começar de novo. Sejamos todos muito abençoados. Empolguemo-nos com a ideia do bem que nunca acaba. Porque há tanto ainda para fazer. O mundo está tão necessitado de tanta coisa, mas principalmente do nosso coração. Que Jesus, o amigo incondicional das nossas horas, nos abençoe. Que Dr. Bezerra de Menezes, mentor dessa casa maravilhosa, esteja conosco. Seives Barçanufo, Caiba Chute, Dr. Ger da Cruz, irmã Sheila, Dra. Maiana, tantos, tantos espíritos luminosos que querem dividir conosco o conhecimento que tem para sermos todos felizes. Eu tenho certeza que mesmo que as horas difíceis se apresentem, o dia virá em que nós do outro lado da vida, olhando para cá, pensaremos: "Meu Deus, obrigada, porque parecia que ia dar tudo tão errado e deu tão certo, porque somos imortais". Porque sairemos da morte muitas vezes, da vida jamais sairemos. E se você se empolgou para ser um voluntário dessa casa, aqui está a Flaviana. Ela precisa de voluntários, precisa de futuros orientadores. Vamos estudar, doutrina espírita, vamos amar. E amando, com certeza vamos compreender. E compreendendo nós vamos acertar sempre. Que as forças do bem que protege o universo nos guardem, nos abençoem. Protejam o Adilson, o atual presidente dessa casa. Vocês sabem, é o tipo do cargo que ninguém quer. Dá uma evolução espiritual tremenda, mas a pessoa reage. Como que eu vou ser presidente de uma casa espírita? Sendo. Como que eu vou estudar doutrina espírita? estudando. Como que eu vou tirar do meu tempo um dia na semana, um dia a cada 10 dias para estar sendo voluntário na comunhão. Tirando. Basta simplesmente querer. E eu tenho certeza que todos nós queremos muito ser felizes, mas sabendo que precisamos

ia na semana, um dia a cada 10 dias para estar sendo voluntário na comunhão. Tirando. Basta simplesmente querer. E eu tenho certeza que todos nós queremos muito ser felizes, mas sabendo que precisamos fazer os outros felizes. e nos guardemos, nos abençoemos e que todo aquele que chegue até nós perceba que somos a verdadeira propaganda da comunhão espírita, da doutrina espírita, porque nunca deixaremos de simplesmente servir. Que Deus nos abençoe hoje e sempre. Muito obrigada. Obrigada. Obrigada. Muito obrigada, queridos. Muito obrigada. Calma, calma. Vocês que querem ser voluntários, calma. Não briguem, não briguem. tem lugar para todo mundo. Nós agradecemos a Mais por esse mergulho na história desta casa que tanto alegra e emociona nosso coração. E para encerrarmos essa atividade de hoje, nós vamos convidar a conselheira da casa, Analice Tomás, para fazermos para fazer a prece início final. Um calor bemidão. >> Que festa linda. Quanta harmonia, quanta paz se encerra neste lugar. Quantas bênçãos direcionadas a cada um de nós que aqui nos encontramos, que nos favorece o equilíbrio para redirecionar os nossos passos ante ao infinito. E na infinitude encontraremos Jesus de braços abertos a nos aguardar para dizer a nó: "Cumprimos com nosso dever. É a hora celestial onde unidos nos encontraremos para agradecer a misericórdia de nos encontrarmos nesta agremiação. Neste banquete luminoso, nos encontramos reunidos porque fazemos parte da equipe da construção de um mundo melhor. Nesses dias nevoentos. em que dizemos está difícil, nada está difícil, nada está nevoento. Se nos colocarmos à disposição para levar a nossa candeia e acender a luz onde quer que possamos nos encontrar. Ah, queridos irmãos, dia muito nos encontramos e firmamos um pacto, um pacto celestial para nesta casa sermos os trabalhadores para a divulgação da boa nova que renova, que traz a esperança e que preenche os nossos corações de bom ânimo. Filhos amados do meu coração, conto convosco em todas as situações

ermos os trabalhadores para a divulgação da boa nova que renova, que traz a esperança e que preenche os nossos corações de bom ânimo. Filhos amados do meu coração, conto convosco em todas as situações o qual possam se encontrar. A nossa irmã felicíssima nos convidou ao trabalho e o trabalho se encerra em todo o planeta Terra. Aonde nos encontramos, abramos os nossos corações, deixemos vibrar o amor aonde nos for permitido estar. Abramos a nossa mente para seguir os ensinos de Jesus, orar, vigiar, perceber que estamos a serviço da luz. Filhos amados do meu coração magnânimo, não se esqueçam que nesta irmandade que aqui se encontra, elos formados de amuito, estávamos preparados para esta hora bendita de transformação. Muitos aclamarão, outros chorarão. E a voz que aqui estão, busquem trabalhar em si o equilíbrio, a mansuetude, a paciência, para que não percam a oportunidade de auxiliar nesta casa. O meu compromisso firmado é com Jesus e vocês fazem parte deste colegiado compromissados com Jesus para a implantação deste reino novo, da boa nova, da mensagem fraterna, aonde quer que possam se encontrar. Este serviçal mínimo de centa os abraça com muito carinho, desejando a esta casa bênçãos de luz para que iluminados vocês possam se encontrar e levar consigo esse luminheiro aonde estiver. E a vocês que nos ouvem à distância, não pensem que estão desprovido deste compromisso. Somos únicos porque os nossos pensamentos se unem para propagar, para realizar e para executar o trabalho de transformação neste planeta em acelerado processo de regeneração. Deixo-vos o meu abraço fraterno, desejando a nossa casa, aos mensageiros que aqui se fazem presente, as mais dúidas vibrações, o nosso ósculo de amor e o nosso abraço fraterno em Cristo, o nosso mestre, Redentor, Bezerra, Deus seja Seja louvado. Deus seja louvado. Figamos em paz para mais um ano de trabalho. Que assim seja. Convidamos o presidente Adilson Maris para entregar a Maíse as flores. Esse tá vai qualquer coisa. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe

igamos em paz para mais um ano de trabalho. Que assim seja. Convidamos o presidente Adilson Maris para entregar a Maíse as flores. Esse tá vai qualquer coisa. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me [música] cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de

endo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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