BOM SENSO - Anete Vidal [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi nessaos comunhão espírita de Brasília. Mais uma vez aqui nos encontramos com muita vontade de estarmos sim juntos dentro das possibilidades de cada um, lembrando da importância que maior por hoje, por cada um de nós, por todos aqueles que necessitam do nosso abraço, da nossa palavra amiga. Aqui nos encontramos. 17 de novembro, mais um dia, mais um momento. Lembrando Jesus, lembrando cada ser espiritual, nossos companheiros de jornada, vamos dizer obrigado, Senhor, por mais essa possibilidade de aqui nos encontrarmos encarnados. Que assim seja. Bem, hoje nós temos um tema de reflexão muito interessante que nos leva a falar muito do nosso querido Kardec, mas vamos nesse início repensar a nossa experiência reencarnatória. Vamos repensar essas experiências de cada um de nós perante a nossa realidade. O tema bom senso é exatamente para lembrar que a doutrina é uma ciência, não está ligada apenas às dores da alma, mas sim também as dores da reencarnação da carne, do pensamento negativo. E aí eu trouxe, não sei se vocês conhecem, e ele é um livro pequenininho, então talvez não dê direito para vocês verem, mas o nome do livro é segredo. O segredo é pensar com otimismo. É um livrinho de bolso maravilhoso. Ele é pequeno por fora, mas muito, muito maravilhoso e grande por dentro. Eu vou dar uma lida só para que nós possamos entender o tema de hoje que fala sobre bom senso. Não basta simplesmente ter bom senso, mas sobretudo saber usá-lo para não se arrepender depois. Nem sempre o que gosta de fazer será o melhor para você. Existem prazeres na vida que podem nos causar dissabores, sentimentos de culpa, indignação pelas atitudes, inconformismo por alguns eh por algumas ações. Enfim, dramas de consciência e arrependimento tardio. E mais uma vez eu dou uma paradinha só para refletirmos. Nós temos um livro maravilhoso que se chama As Dores da Alma. Vale a pena quem tiver
ões. Enfim, dramas de consciência e arrependimento tardio. E mais uma vez eu dou uma paradinha só para refletirmos. Nós temos um livro maravilhoso que se chama As Dores da Alma. Vale a pena quem tiver oportunidade de de adquirir, de ler, de estudar, de analisar, porque ele continua dizendo: "Medite antes sobre o que pretende fazer ou o que já esteja fazendo, porque uma vez concluído, torna-se difícil e às vezes quase impossível de voltarmos atrás". Mas voltar atrás no sentido de dizer: "Poxa, desculpa, usei uma palavra inadequada num tom desagradável e muitas vezes magoamos aqueles que se estão ao nosso redor sem percebermos. Por isso que ele fala: "Nosso progresso é feito de experiências e nelas até nós todos erramos, encarnados e desencarnados". Então, esse tema ele fala exatamente sobre o bom senso e o momento reencarnatório pela qual estamos todos juntos nesse momento. Lembrar que trabalhamos para o nosso bem, para a nossa realização interior. Nós queremos sim descobrir a felicidade dentro do possível e dentro da realidade de cada um ainda nessa encarnação. Jesus é tão maravilhoso, é um irmão tão querido que nos diz: "Olha, a felicidade não é bem desse mundo." Por quê? para mostrar que nós temos que controlar as nossas experiências interiores, controlar com bom senso, com entendimento, com realidade. E eu trouxe hoje para as nossas reflexões o livro dos espíritos, que é o livro que nos auxilia a começar a entender melhor a importância dessa doutrina para o nosso ser. Lembrando que a doutrina espírita se encontra baseada num tripé maravilhoso que se chama ciência, filosofia, religião. Não está sozinha, não é dona da realidade nem da verdade. Ela depende que cada um desses paisinhos caminhe juntos rumo ao progresso moral, espiritual de todos. E no item 59, ele fala da do livro dos espíritos, ele fala assim, considerando as concordâncias bíblicas, olha que interessante, olha o bom senso, quando ele diz a razão apoiada na ciência reconheceu a impossibilidade de certas teorias.
os espíritos, ele fala assim, considerando as concordâncias bíblicas, olha que interessante, olha o bom senso, quando ele diz a razão apoiada na ciência reconheceu a impossibilidade de certas teorias. certas teorias quais foram ou quais são. Muitas de nós, muitos de nós eh estamos vindo de outras religiões, seja nessa encarnação ou encarnações passadas, e temos a crença Adão, Noé, vamos lembrar que são sinais de alerta nessa nossa evolução. Porque quando lembramos de Adão, ah, foi o primeiro homem neste planeta, lembramos que a seguir um de seus filhos, não precisamos contar que todo mundo conhece, né? um de seus filhos, que ainda se encontrava com os pais, com Adão e com Eva, casa com a jovem de uma outra tribo, de uma outra que nós chamaríamos hoje de cidade. Então, com certeza, Adão não foi o primeiro homem a reencarnar nessa nossa, nesse nosso planeta Terra. se e se seu filho é apóstolo. Nós encontramos isso na Bíblia, por isso que ele fala sobre considerações e concordâncias bíblicas. Então, se nós lembrarmos que Adão é um simbolismo para que nós possamos até hoje ainda temos dificuldade de compreender como como surgimos aqui nesse planeta, aqui nos encontramos como e por era aquela época importante. A a própria Bíblia coloca, filho de Adão e Eva se casa, procura uma jovem numa outra cidade, num outro, numa outra tribo. Então, lógico que a Adão não foi o primeiro, mas foi um dos. Isso é importante, né? Então ele bota assim, a o primeiro homem na pessoa de Adão como única fonte da humanidade. Não é o único ponto sobre o qual as crenças religiosas tiveram que se modificar. Então, olha só o bom senso. Vamos lá. Se eu entendo que existe um progresso, que existe uma evolução, que nós estamos aqui reencarnando muito melhores que já fomos em experiências anteriores, nós vamos compreender o exemplo que foi oferecido na Bíblia da existência de Adão e Eva, que é um marco, mas não significa ser uma realidade única. Então, o bom senso nos leva a repensar. Por isso, vamos lá no nosso querido
exemplo que foi oferecido na Bíblia da existência de Adão e Eva, que é um marco, mas não significa ser uma realidade única. Então, o bom senso nos leva a repensar. Por isso, vamos lá no nosso querido Kardec. Como é que Kardec compreendeu que as mesas não podiam flutuar, levitar, sem ninguém segurar, sem ninguém apertar? Alguma coisa existia de inteligente e não podia ser na matéria apenas, naquela matéria fixa, uma madeira. Ele começa então a discutir a parte da ciência. Vamos lembrar que Kardec era o quê? um pedagogo, um matemático, um ser que trabalhava a dando aula, ganhava seu ganhapão diário, oferecendo a todos a sua literatura, o seu viver, as pesquisas que ele provocava ao longo da sua experiência reencarnatória. Então, o tema vai falar: "O bom senso é a capacidade de uma pessoa argumentar". Olha só, olha o que que tá faltando para todos nós hoje nessa encarnação. A conversa, o diálogo, o sentar ao lado de alguém que nos que irá nos oferecer um pouco mais de entendimento. lembrar que nascemos nesse planeta porque foi a oportunidade que nós tivemos ou porque optamos, fizemos a nossa planejamento reencarnatório para aqui estarmos e aqui aprendermos a nossa melhoria interior, sermos melhores conosco e com o próximo. Então ele coloca, o bom senso é a capacidade de uma pessoa de argumentar, de agir ou reagir com sabedoria e com prudência. Então, muitos acham assim: "Não, porque eu sou um cientista famoso, sou um filósofo perfeito, a sociedade me conhece, sim, mas será que aqueles que ali se encontram compreendem as suas a sua linguagem? Vamos lembrar que Jesus, numa tranquilidade muito grande e muita humildade muito grande, deixou bem claro para nós. Vou pedir ao Pai que encaminhe um novo consolador, porque talvez eu não tenha usado as palavras adequadas, talvez eu não tenha feito exatamente o que aqueles seres necessitavam de ouvir, de entender, de acompanhar. Então vou pedir ao Pai que encaminhe o novo consolador. Isso é de uma humildade, porque ele demonstra para
tenha feito exatamente o que aqueles seres necessitavam de ouvir, de entender, de acompanhar. Então vou pedir ao Pai que encaminhe o novo consolador. Isso é de uma humildade, porque ele demonstra para todos nós que estamos aqui, sim, num processo belíssimo de escola da vida ou como diz o Aroldo ainda no hospital nessa encarnação, porque ainda somos doentes, doentes da alma. Por isso, vamos repensar essa experiência maravilhosa de aqui nos encontrarmos. E vamos lembrar como ele coloca que as mesas na época não podiam porque já existia. Vamos só voltar um pouquinho atrás. Nós voltamos aqui. Vamos lembrar que nos anos 1700, 1600 nós tínhamos vários irmãos e talvez nós tenhamos participado dessa experiência. Já falávamos sobre a espiritualidade, já conhecíamos vários seres que nós dá o nome de bruxa ou de gênio, que eles falavam que a o sol não era aquele que ficava rodando ao nosso redor, e sim que a terra rodava ao redor da terra. Quantos por causa desse falar tem dificuldade sim de entender ou de saber. Por isso ele fala, vamos ter paciência. Vamos compreender cada ser desses que estão conosco. Mas primeiro vamos nos amar, vamos saber quem somos. Olha o livre arbítrio que Deus permitiu que cada um de nós tivéssemos para entender que nós somos livres, sim, para pensar e para agir. E que a fé tem que ser raciocinada. Eu não posso simplesmente ter uma fé cega. Ah, mandaram que eu fizesse isso e eu fiz. Não. O que eu fiz foi porque eu quis fazer. Foi ótimo alguém mandar eu fazer porque atendeu ao meu ego. Mas será que me fez bem? Será que foi exatamente o que eu necessitava ou que eu precisava levar aos meus irmãos de caminhada? Então ele coloca: "O uso do bom senso requer também uso da razão. Olha só. pois ambos andam lado a lado. Assim também nos traz a ideia principal do uso da empatia e da lógica. Lembra que eu falei de Kardec ser matemático? Então, Kardec naquela época achava estranho, até porque quando convidaram para ele ir assistir um um uma uma sessão, né, que eles não tinham nome de
gica. Lembra que eu falei de Kardec ser matemático? Então, Kardec naquela época achava estranho, até porque quando convidaram para ele ir assistir um um uma uma sessão, né, que eles não tinham nome de espiritualidade, de espiritismo. E Kardec chega e diz: "Olha, não é possível que a mesa flutue. levitar que as cestas andem na mesa junto com o lápis, escrevendo, passando recado, dando informações. Como ele deixa bem claro, nós ainda estamos no início do alfabeto, o ABC da vida. Precisamos continuar indo vagarosamente para entender, compreender e vivenciar melhor essa experiência reencarnatória. Aí ele vai dizer pra gente: "Nem sempre o que gosta de fazer será o melhor para você". Existem aqueles prazeres momentâneos e que nós ficamos muitas vezes envaidecidos até, mas precisamos parar porque nós estamos tendo problema de energia, mas fiquem tranquilos porque logo logo será restabelecido. Então, nós precisamos relembrar daqueles momentos em que passávamos não apenas pela vida em brancas nuvens, mas sim pelo interesse em saber, em conhecer, em analisar. e nosso querido Kardec, então com sua sabedoria interior, com a sua experiência como pedagogo, como matemático, começa a analisar aquelas situações, aqueles fenômenos, vamos dizer assim, pelo qual foi o início para aquela época da doutrina. Por que que eu falo que foi o início paraa doutrina? Porque Kardec, a partir dali, pelas mesas, pelos cestos, ele começa a fazer perguntas. Olha o lado filosófico da doutrina. Ele começou a fazer perguntas e o cestinho com aquele lapizinho, com a can aquela caneta, lembra? Aquela caneta que antigamente nós tínhamos, vocês não conheceram muito, mas nos filmes, aquela caneta que a gente pensava a tinta para escrever. Aí ele começa a ter perguntas e respostas. E essas perguntas e respostas vinham da onde? Não era possível no bom senso, analisar algo que eu estava vendo acontecer, mas eu não conseguia pegar, eu não conseguia parar de escrever, eu não conseguia dizer: "Caneta, para!" Porque nós somos instrumentos
ossível no bom senso, analisar algo que eu estava vendo acontecer, mas eu não conseguia pegar, eu não conseguia parar de escrever, eu não conseguia dizer: "Caneta, para!" Porque nós somos instrumentos da espiritualidade. Por isso que o bom senso tem que ser muito trabalhado. Porque se eu sou instrumento de algo, eu tenho que saber tocar o violino que eu digo que é o meu instrumento, ou o tambor, ou a bateria ou a flauta. Não importa. Importa. Eu preciso ter conhecimento. Eu preciso trabalhar, estudar, evoluir e dentro daquilo realmente analisar o que tá está ocorrendo no mundo. Por que será que estamos falando tanto em clima, clima, clima? Estamos tendo exemplo hoje. Cadê a energia? Tivemos que ligar o gerador. Por que será? Cadê a falta de água? Cadê a chuva? O que que nós fizemos para que isso acontecesse? Cadê a responsabilidade, o bom senso em realmente repensar? Eu me lembro que nós tivemos uma senhora aqui, ela no atendimento fraterno e ela tava falando que a filha foi brigar com ela, discutir com ela, porque a mãe ao sair da escola, buscar os filhos na escola, viu que algumas crianças jogavam a o papelzinho de bala em qualquer lugar. E a mãe parou e chamou atenção daquelas crianças. E a menina falou assim: "Mãe, são meus colegas de sala de aula." Ela falou assim: "Minha filha, olha o bom senso. Se cada papelzinho que é jogado na rua for pens, você for pensar que todos esses alunos venham a jogar um papelzinho na rua, como é que vai ficar o bueiro? Como é que vai ficar essa rua toda suja? Olha o bom senso dessa mãe. Explicou para aquela criança, para aquela adolescente, talvez, que nós precisamos trabalhar em prol do nosso eu, mas do próximo. Mesmo que pareça estranho, a criança absorve. E hoje nós podemos observar que esses jovens já são muito mais preparados do que nós fomos em nossa época, porque era normal fazermos isso, pegar o papelzinho de bala e jogar o lixeiro, o gari que venha buscar. Hoje nós já temos o bom senso de dizer: "Eu também tenho responsabilidade
fomos em nossa época, porque era normal fazermos isso, pegar o papelzinho de bala e jogar o lixeiro, o gari que venha buscar. Hoje nós já temos o bom senso de dizer: "Eu também tenho responsabilidade por tudo que ocorre no meio ambiente." E aí ele vai falar: "Nem sempre o que gosta de fazer será o melhor para você". Então nós precisamos entender desses nossos prazeres, que são muitas vezes prazeres de do imediatismo, né? Do fogo de palha, vamos dizer assim. E aí ele bota, nosso progresso é feito de experiências e nelas até nós erramos. Então, estamos sempre crescendo porque eu erro. O meu aprendizado é ensai erro. Nós sabemos que precisamos evoluir para auxiliar a nossa moral cristã. Não adianta eu ficar parado esperando que ocorram situações de milagre. Jesus deixava bem claro, o milagre é sim uma ação de cada um de nós, ou seja, a sua energia, a minha energia, a energia da natureza e sempre acompanhados da beleza da vida e do amor maior de Deus, nosso pai. Então ele coloca as ações que caracterizam o bom senso na doutrina espírita. Olha o respeito que essa doutrina tem. Olha só como Kardec e os amigos espirituais encaminharam o trabalho de Kardec para que nós pudéssemos ter toda essa literatura maravilhosa que nos auxilia vencer cada passo. E ele diz assim: "Então, são as características da doutrina para o bom senso. discernimento. Usar a capacidade de perceber a realidade com serenidade e paz interior, distinguindo o que é realmente importante e agregador. é importante, é, mas vai agregar valor, vai significar que eu estarei apto a compreender melhor essa lição de hoje, essa estadia reencarnatória. A prudência é a cautela. Agir com atenção para evitar erros e equívocos, antecipando possíveis problemas sem cair na passividade. Olha só, eu vou reler porque a a prudência e a cautela são muito importantes. Não quer dizer ficar parado, inerte, não. Assim eu não erro, não. Talvez seja esse momento em que nós vamos pacientemente, prudentemente caminharmos. mas com prudência, com
tela são muito importantes. Não quer dizer ficar parado, inerte, não. Assim eu não erro, não. Talvez seja esse momento em que nós vamos pacientemente, prudentemente caminharmos. mas com prudência, com respeito ao nosso movimento, com respeito ao movimento do próximo, porque cada um de nós tem um degrau diferente pelo qual já agalgamos e sabemos que mesmo dentro de uma família espírita, dentro de uma família de qualquer templo religioso, nós temos aqueles irmãos que conseguem expressar os seus sentimentos com prudência, com cautela, com respeito. como sabemos que temos também irmãos que estão num processo um pouquinho anterior a essa situação. E temos a empatia. Então, são os três sentimentos que devem ser trabalhados: discernimento, a prudência com a cautela e a empatia, que é considerar o impacto das próprias ações sobre os outros, agindo com responsabilidade e serenidade. Então, o que Kardec fez na realidade? Ele com muita responsabilidade, com muita discussão ele com ele, porque ele é, volta a insistir, ele era um cientista, ele utiliza os patos e os dados que ele observou ocorrerem nas mesas que estavam ali trabalhando, as cadeiras que pulavam num pé só, pvam dançando na sala. E engraçado, eu fico imaginando o Kardec Bem cisudo, né? Mas era engraçado o Kardec e ele imaginando aquelas cadeiras se mexendo e ele simplesmente observando ia lá e tentava ver se pegava alguma coisa que que estava por acaso, né, segurando aquela cadeira, manipulando como os fantoches, né? Imagine a beleza que deve deve deve ter sido para ele e é para nós descobrir que não estamos sozinhos nessa caminhada, que nós temos irmãos maravilhosos que se encontram ao nosso lado nos auxiliando a receber, a entender, a compreender a ciência, a filosofia, a história de todos nós, da humanidade e que cada um evolui, cresce aprendendo a ser melhor para si. Por isso ele vai fazer o seguinte, a seguinte a declaração, refletir sobre o que ler. Nós temos que refletir. Então, quando eu pego essa que eu li para vocês, o item 59 do livro dos
er melhor para si. Por isso ele vai fazer o seguinte, a seguinte a declaração, refletir sobre o que ler. Nós temos que refletir. Então, quando eu pego essa que eu li para vocês, o item 59 do livro dos espíritos, que fala que Adão não foi logicamente o primeiro homem desse planeta Terra, ele na realidade tá dizendo, vamos analisar. Por quê? Porque logo a seguir na Bíblia nós vemos que a Adão e Eva e seu filho simplesmente tem a possibilidade da procriação. Seu filho procura uma companheira, ele vai trabalhar, vai procriar, vai evoluir, mas só uma raça. Aí nós começamos a indagar, tem logicamente ali foi um momento como se fosse uma parábola. Jesus utilizou das parábolas para que nós pudéssemos acompanhar o seu pensamento e as suas ações no bem. E ele então coloca e refletida análise diante dos fenômenos. Por isso que Jesus deixou bem claro que não existe milagre material. O que existe uma manipulação das energias da natureza, da energia do ser, da energia própria e com certeza acompanhados por todos os nossos amigos espirituais que nos auxiliam com a permissão da espiritualidade maior. E ele coloca que nós temos que lembrar que o nosso querido Kardec foi considerado e é considerado pelos grandes filósofos, teólogos que acompanham a doutrina como o grande ser de bom senso, aquele ser que aprendeu a compreender a caminhada, a vivência, a beleza, os erros, os acertos de cada um. Não estamos aqui para sofrer. Estamos aqui para termos a oportunidade de sermos felizes. Talvez não nessa encarnação, mas com certeza em uma teremos sim chegado bem próximo do nosso mestre Jesus. E ele gosta, coloca os espíritos superiores querem que o nosso julgamento se exercite em discernir o verdadeiro do falso. Então o que que a doutrina fala? Procure entender. Vá atrás da informação. Não aceite o sim nem o não como verdades absolutas. Kardec deixou claro, olha, de cada 10 questões, se tiver que rejeitar nove, rejeite. Porque nós não podemos simplesmente entender a nossa doutrina como sendo algo imposto, não. Porque ela
s absolutas. Kardec deixou claro, olha, de cada 10 questões, se tiver que rejeitar nove, rejeite. Porque nós não podemos simplesmente entender a nossa doutrina como sendo algo imposto, não. Porque ela cresce dentro de nós. Ela vai nos auxiliando a compreender os nossos passos, a discernir o sim, o não, o certo, o errado, o bom. o ruim, ela não acusa, ela aproveita para apresentar propostas. Então, não existe a obrigação, existe sim o prazer de se conhecer. E nesse prazer de você se conhecer, você oferecer o melhor que você tem para todos que estão conosco nessa, nesse viver, nessa encarnação. E lembrar que as outras encarnações são uma memória que nós temos, não perdemos essa memória. Ah, mas eu não me lembro. Com certeza estão todas elas gravadas na nossa consciência. Por isso que hoje, hoje nessa encarnação já não fazemos determinados determinadas ações que fazíamos como jogar da papel da balinha acabando a inundando, sujando a terra, sujando os bueiros. Então, precisamos trabalhar de tal forma que venhamos a conviver com a beleza da vida, com o sentimento do dever cumprido. E aí eu trouxe algumas reflexões, a gente acaba querendo realmente eh aproveitar esses momentos quando ele fala que a fé tem que ser raciocinada. E ela ainda diz assim: "Fé inabalável é aquela que encara a razão frente à frente em todas as épocas da humanidade." Olha essa frase parece solta, mas não tá não. Em todas as épocas da humanidade. Então, eu tenho que compreender que as parábolas, os ensinos do mestre Jesus, essas experiências da ciência que evolui a cada dia, a cada hora, a cada momento, estão aqui para que possamos as utilizar usando bom senso. Como utilizar, como ser, como melhorar. E ele bota assim que Kardec então era na realidade chamado simplesmente do bom senso encarnado. Por quê? porque teve a possibilidade de repensar, de meditar, de analisar, de pesquisar e de dizer: "Sou sim um ser hoje encarnado, porém um espírito eterno, um espírito que irá fazer um caminho belíssimo, porque estou pronto
ssibilidade de repensar, de meditar, de analisar, de pesquisar e de dizer: "Sou sim um ser hoje encarnado, porém um espírito eterno, um espírito que irá fazer um caminho belíssimo, porque estou pronto para aprender a ser melhor." Então eu fico imaginando eh a época de Kardec, não vou nem falar a época de Jesus, porque Jesus continuou conosco, né? E Kardec, então como ele deve ter tido dificuldades em tão pouco tempo que ele teve junto de todos nós naqueles tempos de 1857 até o seu desencarne em 69, quando ele esteve conosco trazendo mensagens, trazendo uma literatura profunda de acordo com a necessidade de cada um, de acordo com o entendimento de cada um. E aí eu abri por coincidência coincidência, achei esse livrinho chamado Receitas para a Alma que se encontra aqui paraa leitura e eu abri aleatoriamente que fala dores de Deus. Vinde a mim todos o que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei. A dor é mestra educativa e libertadora. Aprende a discernir nos problemas de cada dia a lição bem fazerja que ela ministra em favor de suas necessidades de aperfeiçoamento. Olha só, de acordo com as necessidades do aperfeiçoamento, vigie o sofrer voluntário, aquele que surge de sua imprudência ou desleixo, a fim de que saiba aferir quais são as dores de Deus. pelo seu progresso e quais as carências novas que você apresenta ante os descuidos com o seu dever de ser melhor. De qualquer forma, não se esqueça que suas escolhas são opções de crescimento moral, espiritual. Bom, então vamos nesse momento mentalizando a espiritualidade, agradecer a espiritualidade que nos oferece esse momento de reflexão, de aprendizado, de entendimento. E vamos orar, orar em agradecimento ao Pai Maior, que nos oferece a reencarnação como a oportunidade de praticarmos o nosso bom senso, a nossa alegria de vencer cada dificuldade que temos, porque é um desafio, é uma dor da alma. E essa dificuldade, essa dor da alma será vencida pelo aprendizado, pela leitura, pelo questionamento, pelo encaminhar do bem
vencer cada dificuldade que temos, porque é um desafio, é uma dor da alma. E essa dificuldade, essa dor da alma será vencida pelo aprendizado, pela leitura, pelo questionamento, pelo encaminhar do bem viver. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós tentamos, Senhor, perdoar aqueles que nos têm ofendido. Não nos deixe cair em novas e difíceis tentações da raiva, do rancor, da mágoa. E deixai-nos, Senhor, continuar no caminho do amor, da caridade. E com certeza aqui, Senhor, nessa escola da vida, estaremos muito bem acompanhados por todos, com amor, com acolhimento, com respeito. Que a paz esteja com todos. Somente lembrando que nós temos, a partir de desse horário lá em cima, nós temos o atendimento fraterno, que vocês vão ser muito bem recebidos. São grupos de pessoas de voluntários pronto para lhes oferecer o ouvido, amigo, a compreensão. E temos também o que nós pedimos. Nós vamos fazer a a cesta básica, mas não mais aquela cesta básica básica, mas isso para aqueles nossas 300 famílias. Nós vamos fazer uma cesta básica, complementar e precisamos então da ajuda de vocês a oferecerem dentro do possível que puderem com farofa, panetone, enfim, a todo aquele bem-estar que vocês irão oferecer para que possamos e, vamos dizer assim, agraciar a a cesta básica básica com lembranças maravilhosas que da que nós temos no nosso lar, que é aquela comidinha gostosa de Natal, aquelas confraternizações e que nós possamos continuar juntos nessa caminhada. Que assim seja. Graças a Deus. Vamos agora pro passe. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais,
dade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o [música] amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. >> Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da
erenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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