Mayse Braga | O FIM (PALESTRA ESPÍRITA)
Mayse Braga | O FIM (PALESTRA ESPÍRITA) TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.
é diferenciada. Hoje vamos falar sobre o fim, mas eu não podia deixar de lembrar de Dolores Duran, que morreu em 59, portanto está fazendo 60 anos que ela desencarnou. E ela era uma autora maravilhosa, uma mulher, como tantas de nós, que se apaixonou sempre de jeito errado, pelas pessoas erradas e por isso fez músicas tão lindas. Dois meses antes de morrer e a alma sabe quando chegou o seu fim. Os espíritos dizem, Chico Xavier dizia isso, que ele não gostava de encontrar a pessoa uns dois, tr meses antes dela morrer, porque ele percebia que já havia uma espécie de energia diferente na pessoa que estava prestes a desencarnar. De qualquer maneira, e ela dois meses antes de morrer, escreveu uma letra lindíssima que diz: "Dá-me, Senhor, uma noite sem pensar. Dá-me, Senhor, uma noite bem comum, uma só noite em que eu possa descansar sem esperança e sem sonho nenhum. Por uma só noite assim, posso trocar o que eu tiver de mais puro e mais sincero. Uma só noite de paz para não lembrar que eu não devia esperar e ainda espero. Que coisa linda. Naquela noite ela disse a empregada: "Não me acorda que hoje eu tô tão cansada que vou dormir até morrer". E foi exatamente o que aconteceu. Durante o sono. Ela teve um infarte agudo do do miocárdio. Suas mãos estavam ensanguentadas quando os amigos e a perícia chegaram. A dor tinha sido tanta que ela cravou suas unhas nas mãos e vê-la no mundo espiritual piscografando música tão linda como essa que nos brindou. Percebemos que o fim, na maioria das vezes, é sempre um novo começo. Com certeza. E ela diz isso nessa música que foi aqui cantada, nós encontramos outros amores, outras situações felizes que muitas vezes não vivemos ao longo de toda a existência na Terra, mas que nos aguardam em algum lugar. Quando a Revolução Francesa acabou em 1794 com o pescoço de Robespierre numa sexta, parecia o fim de tudo, mas era o início da tentativa de igualdade entre todas as pessoas do mundo. Quando a monarquia acabou no Brasil, o Brasil da escravidão, o Brasil da dos
Robespierre numa sexta, parecia o fim de tudo, mas era o início da tentativa de igualdade entre todas as pessoas do mundo. Quando a monarquia acabou no Brasil, o Brasil da escravidão, o Brasil da dos privilegiados, houve uma tentativa de uma sociedade que privilegiasse direito e justiça para todos. E vocês vão reparar que quando os espíritos me ajudaram a formatar essa palestra, a palavra tentativa aparece aos montes, porque é sempre uma tentativa. Quando Cristiano estava lendo a mensagem de Pedro segundo me recordei de que os espíritos amigos sempre nos lembram que Ismael é o protetor espiritual do Brasil e que o homem na terra muitas vezes não consegue fazer determinadas coisas ou por injunções políticas ou por injunções emocionais ou por sua própria atitude às vezes menos nobre e precisa de um empurrãozinho. E os espíritos contam que quando a princesa Isabel tomou a pena para assinar a lei áurea, obviamente passou tudo pela cabeça dela. O pai estava viajando, ela pensou: "Será que meu pai vai aceitar a atitude que eu estou tomando?" pressionada. Ela estava, ela era regente naquele momento e obviamente ela pensou, ela sabia muito bem, mulher inteligente que era, que assinando a libertação dos escravos, ela estaria assinando o fim de uma série de questões que mantinham a sua família no poder. E os amigos espirituais contam que ela com a pena na mão, pensando e nas nossas horas finais, seja do que for, por um instante nós pensamos, sentimos e muitas vezes recuamos. Ela não recuou, não só por um sentimento que tinha, mas porque os espíritos contam que Ismael, invisível aos olhos de todos que ali estavam, segurou a mão dela e lhe disse ao ouvido: "Assina, assina agora." E ela assinou. Toda vez que eu ouvi essa história, eu ficava pensando: "Ô, meu Deus, quando for a hora de eu fazer uma bobagem? Pelo amor de Deus, aparece um mentor meu e diz: "Para agora, prende a respiração, não dá esse próximo passo." E é claro, todos nós desejaríamos isso quando fosse para fazer uma besteira muito grande.
Pelo amor de Deus, aparece um mentor meu e diz: "Para agora, prende a respiração, não dá esse próximo passo." E é claro, todos nós desejaríamos isso quando fosse para fazer uma besteira muito grande. Mas existe o famoso livre arbítrio. E é óbvio que o livre arbítrio vai até um determinado ponto. Chega uma hora que não é mais livre arbítrio, porque você abusou tanto que as forças que te protegem tomam as rédeas de alguma maneira do seu destino. E claro, muitas vezes com a nossa própria autorização quando fora da matéria durante as horas de sono. Os espíritos contam que quando Pedro I recebe da esposa e de seu tutor a notícia de que Portugal queria que ele saísse do Brasil, voltasse para Portugal, havia nos no uniforme, no braço de todos os soldados, um laço com as cores da bandeira de Portugal. E é claro, quando ele recebe em meio a uma viagem aquelas duas cartas, ali estava o seu destino. Se ele saísse do Brasil, seria simplesmente um peão retornando a Portugal. E aí, Ismael, infalível aparece novamente. Ele dá a ideia de subir no cavalo, fazer toda a tropa perfilar e dizer: "Laços fora, soldados". E ali os soldados viram que alguma coisa muito séria ia acontecer, porque o laço com as cores de Portugal simbolizava a submissão a Portugal. Todos arrancaram os laços, todos sonhavam com isso. E Pedro então grita: "Independência ou morte?" E há uma página, uma, uma pintura belíssima, me foge o pintor, o nome do pintor, em que ali está a programação da independência e um carroceiro passa e os espíritos está gravado na pintura, um carroceiro humilde passando naquele instante e os amigos espirituais dizem que ecoou por todo o Brasil aquela frase de Pedro I. Porque era preciso que uma nova energia acontecesse. Era preciso que nós estivéssemos lembrando disso num dia como de hoje, 7 de setembro. Quem já não desfilou dia 7 de setembro, quando era criança ou adolescente, assine a primeira, a tire a primeira pedra. Os colégios antigamente, tiro e queda, geralmente no Casebe, onde eu fiz o
embro. Quem já não desfilou dia 7 de setembro, quando era criança ou adolescente, assine a primeira, a tire a primeira pedra. Os colégios antigamente, tiro e queda, geralmente no Casebe, onde eu fiz o ginásio, era eu na segunda-feira de manhã que aava a bandeira, porque eu tinha uma professora de pintura, a dona Verônica, já falecida há muito tempo, que achava que eu servia bem para isso. Então, lá ia eu astear a bandeira, tinha que declamar uma poesia ou então que ler alguma coisa. Eu tinha muita facilidade com português, falava mais como da cobra, então ela me deixava naquela posição. Então ainda sou de uma geração em que se viveu muito isso, lembrar daqueles que foram pioneiros para não usar a palavra heróis. Quando a Segunda Guerra acabou e agora dia 1o de setembro fez 80 anos que ela começou com a invasão da Polônia. E a televisão mostrou as cerimônias na Polônia, os dirigentes poloneses chorando porque são filhos e netos de quem viveu o horror da Segunda Guerra, os campos de concentração e por aí vai. Houve uma tentativa de que as novas forças do bem pudessem se aglutinar quando a Segunda Grande Guerra acabou e os homens pudessem aprender com os desastres que eles mesmos realizavam. Mas tentativa frustrada, porque outras guerras apareceram, embora a Organização das Nações Unidas tivesse sido fundada mais tarde com a intenção de que os seres, os os dirigentes das nações se sentassem para conversar. Foi o fim de 6 anos de barbári a ponto de André Luiz no livro nosso lar contar que a a espiritualidade já dizia ele ele morreu no meio da década de 30 que às vezes não seria possível ajudar o homem da terra, que ficaríamos entregue à própria sorte. E foi praticamente que aconteceu nos 6 anos de Segunda Grande Guerra. Emanuel se afastou durante esse tempo de Chico Xavier, embora haja montes de livros psicografados nessa época, porque ele tinha pessoas muito amadas que estavam sofrendo nos países da Europa. E ele propõe ao Chico que outra pessoa ficasse no lugar dele com
mbora haja montes de livros psicografados nessa época, porque ele tinha pessoas muito amadas que estavam sofrendo nos países da Europa. E ele propõe ao Chico que outra pessoa ficasse no lugar dele com autorização de assinar o nome Emanuel. E ele ficou então afastado da tarefa com Chico Xavier para socorrer durante os anos da guerra aos amados que particularmente o seu coração ansiava ajudar. E nem preciso dizer para vocês que o Chico morreu sem contar quem foi que ficou no lugar de Emanuel. Ele nunca contou a ninguém quem foi. Mas imagine o espírito que não ficou do lado do Chico naqueles anos com autorização para psicografar usando o nome de Emmanuel. Pouca coisa esse espírito não era. E nós vamos morrer de curiosidade até que um dia em alguma parte alguém nos conte, quando ele vai embora e deixa Dom Pedro I aos 8 anos, uma criança aos cuidados de José Bonifácio, não podíamos imaginar que José Bonifácio amasse tanto o Brasil que voltaria depois. novamente a Terra, não tanto tempo depois, na figura ímpar de Rui Barbosa, o mesmo espírito habitando corpos diferentes, sempre com a alma extremamente ligada ao nosso país. O fim das grandes epidemias foi sempre a tentativa do homem de respeitar as pesquisas e iluminar o futuro. Quantos pesquisadores morreram anônimos, mas cujo trabalho trouxe para todos nós facilidades para nossa saúde inimagináveis. Quando aconteceu agora, aos 50 anos do homem na lua, a chamada data limite, muita gente no espiritismo acreditou que no dia seguinte, ao dia 20 de julho, todos nós amanheceríamos santos. E um assunto do qual eu nunca gostei de falar, porque eu não acredito em outra coisa que não seja a nossa própria construção de vida. As coisas não chegam ao fim quando a nossa alma não quer. E nós estamos vivendo, nem preciso dizer a vocês, falamos sempre, o momento em que determinadas coisas têm que ter fim para que outras nobres e belas possam começar, principalmente portas adentro do nosso coração. fim do estudo exclusivo para os ricos,
lamos sempre, o momento em que determinadas coisas têm que ter fim para que outras nobres e belas possam começar, principalmente portas adentro do nosso coração. fim do estudo exclusivo para os ricos, porque havia pai que tinha dinheiro para mandar o filho estudar nas universidades da Europa, criando um abismo cada vez maior em nosso país entre aquele que tinha cultura e aquele que nada tinha. Era uma tentativa de popularizar oportunidades de educação e cultura que não existem até hoje. Então vocês vejam quando os espíritos dizem que o progresso do homem na terra é devagar, eles estão sendo até simpáticos. Nós vamos a a passo de tartaruga doente porque é inacreditável. Passam-se os séculos e nós continuamos nos mesmos questionamentos, nas mesmas angústias, coisas que deveriam há muito tempo ter acabado portas adentro da nossa alma e que estão ali, porque nós alimentamos, alimentamos o que não é mais correto, o que o que nunca foi nobre, o que nunca vai nos levar a lugar nenhum. E há quem se acomode de tal maneira que diga: "Ah, eu agora posso morrer ou então não preciso fazer mais nada, porque eu já evoluí o suficiente nessa encarnação." Se você tá com 60 anos, digamos que você viva até os 80, já imaginou como será? E nós temos que ser conscientes, não podemos viver de ilusão. Eu fui ao nefrologista e ele olhando meus rins disse: "Digamos que a senhora viva até os 105 anos. Seu rim já está na metade." Eu falei: "Ô, que bom que eu não pretendo chegar nem aos 90, meu filho, né? Porque a verdade é que hoje a ciência e a medicina querem que você viva muito. Mas viver muito para quê? Se sua vida não tiver sido uma vida de transformação pessoal e que possa ter transformado a vida de pelo menos uma pessoa além de você. Quando Jesus viu à Terra, ele nos propôs um final extraordinário, que era o fim de tudo de negativo que nós precisávamos transformar. Éramos almas criadas para perfeição. Como é que nós estávamos ali escravizando os outros? Mas claro que ninguém gostou da ideia. E
, que era o fim de tudo de negativo que nós precisávamos transformar. Éramos almas criadas para perfeição. Como é que nós estávamos ali escravizando os outros? Mas claro que ninguém gostou da ideia. E Jesus foi crucificado. A alma perfeita que já veu na terra não viveu seu final porque ele era o governador da terra. E, portanto, de volta à verdadeira existência, ao mundo maior, recebido por todas as falangas do bem, ele permaneceu, com certeza preocupado com todos nós, os irmãos muito mais equivocados, cheios de dificuldades que nós hoje ainda somos. O fim da escravidão que o povo judeu vivia entre os romanos, entre os egípcios. Todas as épocas da humanidade, o povo judeu sempre passando por enormes lutas. Moisés liberta o povo, mas sem imaginar que 40 anos se passariam até chegarem à terra prometida. Isso tudo é simbologia para a nossa vida pessoal. Moisés de tal maneira foi rigoroso, ríspido, às vezes cruel para conter em disciplina aquela massa, aquela geração atrás de geração que ao longo de 40 anos atravessou o deserto, que não teve permitida a sua entrada em terras que eles poderiam, em que eles poderiam construir uma nova existência. E é muito parecido conosco. Quando infinitas vezes chamados a coisas boas, nós ainda assim optamos pelo que não é bom, porque achamos que ainda não chegou o fim das coisas complicadas que nós queremos vivenciar, dos nossos desequilíbrios que tantas e tantas vezes já nos levaram em vidas que se foram à loucura. O fim do Egito, dos incas da Mesopotâmia. Com certeza essa missão cumprida dessas raças que vieram de outros planetas tinham que trazer avanço ao planeta Terra, mas trouxeram também escravidão, preconceito, porque você mergulha na carne e os caminhos se sucedem. A escolha é sempre sua e a hora de mudar é você que escolhe também. Com certeza, nessa atual vida, todos nós aqui encarnados na terra estamos buscando definitivamente a nossa redenção espiritual. Inegável. Não importa a idade física que tenhamos e como vai ser o fim dos nossos
za, nessa atual vida, todos nós aqui encarnados na terra estamos buscando definitivamente a nossa redenção espiritual. Inegável. Não importa a idade física que tenhamos e como vai ser o fim dos nossos padecimentos, só nós vamos poder decidir. Embora os espíritos nos lembrem que há provas e há expiação. Quando você vive uma expiação, é o passado que retorna e muitas vezes você não pode modificar. Quando são provas, muitas vezes não estavam pré-determinadas, mas elas surgem para ferir quanto de bem a nossa alma já possui. No livro dos espíritos, capítulo sexto, Kardec fala sobre a lei de destruição. Porque tudo aquilo que você destrói, você precisa depois reconstruir. E a primeira pergunta que ele fez aos espíritos foi: "A destruição é uma lei da natureza?" E a resposta dos espíritos foi: "É necessário que tudo se destrua para renascer e se regenerar, porque isso é que chama destruição nada mais é do que a transformação, cujo objetivo é a renovação e o melhoramento dos seres vivos. Se a destruição é necessária para a regeneração dos seres, por que a natureza os cerca do sentido de preservação? Por que é que as coisas têm que ser destruídas, mas a gente morre de medo disso? A gente faz tudo para se manter daquele jeitinho. Resposta. para evitar a destruição antes do tempo necessário. Toda destruição antecipada entrava o desenvolvimento do princípio inteligente. Foi por isso que Deus deu a cada um a necessidade de viver e de se reproduzir. E é por isso que quando a alma foge da vida física através do suicídio, ela cria o caos no seu psiquismo, no seu perespírito, na sua alma, enfim, porque ela rompe um processo que ela deveria vivenciar até o fim. E é claro, sempre lembrando que nós estamos no setembro amarelo, mês de combate ao suicídio. E lembrando que a segunda causa de morte hoje entre jovens de 15 a 29 anos é suicídio. A segunda causa entre jovens de 15 a 29 anos. Portanto, a é algo que nós não podemos ignorar de jeito nenhum, porque ou a sociedade para e resolve discutir sobre
tre jovens de 15 a 29 anos é suicídio. A segunda causa entre jovens de 15 a 29 anos. Portanto, a é algo que nós não podemos ignorar de jeito nenhum, porque ou a sociedade para e resolve discutir sobre isso, ou as futuras gerações estarão completamente comprometidas. Quantas pessoas que reencarnaram para grandes tarefas e aos 13, 14 anos estão fugindo da vida? É impossível, mas está acontecendo. Nos Estados Unidos há um fenômeno atual. Meninos e meninas de 9 anos estão se suicidando. 9 anos. Crianças. Em janeiro, um menino de 9 anos matou-se. O pai inconformado, foi à escola. entrevistou todos os colegas do menino, todos com 9 anos de idade, e todos disseram ao pai: "Meu Deus, todos nós adorávamos seu filho. Que menino! era nosso colega, nosso amigo, nunca houve nada entre nós e ele. Quando esse pai voltou para casa, abriu o computador do menino, os mesmos meninos que haviam dito a ele no colégio: "Adoramos o seu filho" e não sabemos porque ele fez isso, cobria um menino de bullyings, covardes através do computador. E esse pai está indo de escola em escola nos Estados Unidos para falar do medo que ele está tendo de meninos de 9 anos, como tinha 9 anos o filho dele. Porque se isso não for corrigido, poderemos dizer que essas crianças de 9 anos eram verdadeiros psicopatas com 9 anos de idade. Eu sempre quando sei dessas histórias fico pensando que a medicina, a ciência vai começar a acreditar em reencarnação por causa disso. Como é que ali naquele menino de 9 anos está um uma pessoa perversa, alguém que espera o colega entrar em casa e acaba com ele através do computador e depois mente totalmente ao dizer ao pai do menino suicida que adorava o menino. Meu Deus do céu, precisamos ter os olhos muito abertos para essas coisas, porque há pais e mães que se esquecem da enorme responsabilidade que temos. Não haverá final para a responsabilidade de um pai e de uma mãe, porque vão nos perguntar com certeza o que nós colocamos no coração dos nossos filhos. Não duvidemos disso. Nós vamos prestar conta. Se você
averá final para a responsabilidade de um pai e de uma mãe, porque vão nos perguntar com certeza o que nós colocamos no coração dos nossos filhos. Não duvidemos disso. Nós vamos prestar conta. Se você não se sente hábil, se você não tem vontade nem vocação, não tenha filho, porque filho é para essa vida e além da vida também. É claro que trocamos de posição entre uma vida e outra, mas aqueles que vêm sob a nossa tutela, nos nossos braços, é para serem educados. Ou se quisermos falar de reencarnação, reeducados. Uma vez um amigo espírita também como eu me deu um cartão de aniversário engraçadíssimo. Era o Snoop, o cãozinho, dizendo: "Parabéns pelo seu aniversário". Aí você abria, tava escrito: "Mas se você acredita em reencarnação, feliz retorno". Nunca mais eu achei esse cartão e era um cartão formidável para nós espíritas trocarmos entre nós, não é? Porque a verdade é que o nosso retorno à Terra se fará quantas vezes foram necessárias, enquanto a nossa energia for igual a do planeta Terra. Então não adianta dizer: "Nossa, eu renasci equivocado, eu sou mais evoluído que esse planeta. O que que eu tô fazendo aqui?" E os espíritos gostam de lembrar, cada vez que nós saímos do corpo durante as horas do sono e voltamos, nos encapamos da energia que é nossa e que é do planeta. Por isso, agora é a hora decisiva, porque o planeta vai avançar, nós avançamos com ele ou seremos convidados a nos retirar para planetas inferiores à Terra. E obviamente nós não queremos, embora muita gente também de repente pense: "Eu vou ficar num planeta inferior porque lá quem tem em terra de céu quem tem um olho é rei. Eu vou chegar lá e já vou virar presidente da República de algum país. Mas não, nós vamos implorar para voltar à terra mesmo que já tá bom. Mas é claro que depois de uns 400, uns 500 anos descansando. Para confortar os amigos que têm ficado desanimados com tudo que vem acontecendo no mundo, eu costumo dizer a eles que nós temos a opção de ficar 500 anos embaixo de uma mangueira
00 anos descansando. Para confortar os amigos que têm ficado desanimados com tudo que vem acontecendo no mundo, eu costumo dizer a eles que nós temos a opção de ficar 500 anos embaixo de uma mangueira e vendo as pessoas passarem, nós vamos dizer: "Vão com Deus". e sem necessidade de querer voltar rapidamente, porque com certeza a cada nova existência nós vamos planejar com mais detalhes as coisas boas. Ah, se hoje eu fosse rico, eu fazia caridade com dinheiro. Eu não ia deixar o dinheiro só para mim. Se isso for verdade, senão nessa vida, numa outra, quem sabe você tenha de novo a grande prova da riqueza. Eu estou usando palavra dos espíritos porque Mais e eu pessoa não acredito que haja muita prova em ser rico. Você sincera. E quem de vocês tá escolhendo qual boleto do mês você vai pagar, concorda comigo. Amigos queridos t me digo me dito: "Esse mês paguei condomínio, mas deixei a luz". O brasileiro, do jeito que é, com certeza criativo, ainda vai criar pro mundo inteiro um sistema de semipagamento. Vocês vão ver quem quem e vai ser sempre um brasileiro que vai ventar isso. Agora você vai no shopping e quando você vai pagar uma coisa que você comprou, geralmente você é fuzilado pela moça do caixa que pergunta: "A senhora não vai usar o cartão da loja? E aí eu digo: "Ô, minha amiga, nunca tive cartão de loja." O quê? A senhora nunca teve cartão de loja? Não, também nunca tive celular. Aí eu, a conversa acaba, eu percebo que a pessoa recua, recua de medo de mim. Gente, eu não vou discutir com essa mulher porque se essa mulher nunca teve celular, ela certo ela não é. Ela deve ser monitorada pela família. E aí eu disse à mocinha, minha filha, eu só compro alguma coisa quando eu tenho dinheiro. Aprendi isso com meu pai e com meu avô. Não se dá um passo maior que a perna. O Banco do Brasil, meu pai morreu há 18 anos. O Banco do Brasil ligava para ele, mas como que o senhor não tem um cartão de crédito? Como que o senhor não tem cheque especial? E o meu pai com aquela paciência de
Brasil, meu pai morreu há 18 anos. O Banco do Brasil ligava para ele, mas como que o senhor não tem um cartão de crédito? Como que o senhor não tem cheque especial? E o meu pai com aquela paciência de militar dizia: "Ô, meu caro, esse dinheiro é de vocês, não é meu?" Sábias palavras, meus amigos, sábias palavras. Quantas pessoas já cometeram suicídio por dívidas, por não conseguir encarar a situação que eles mesmos cavaram para sua vida? O final das coisas difíceis que nos acontecem ainda será a nossa disciplina, a nossa vigilância, a nossa força de vontade para não nos deixar levar por aquilo que o mundo diz que é bom, que é atrativo, que é bonito. E no fundo nossa alma eterna sabe que não é. Mas é claro que é um poder enorme da sociedade a nos dizer que se você não tiver aquele determinado carro ou aquele determinado sapato ou aquela determinada casa, você é um tristonho fracassado. E o pior é que nós acreditamos nisso e ficamos infelizes. E no fundo entre a geração e sai geração, nós ainda estamos no mesmo cantinho da nossa infelicidade, reclamando de tudo, lamentando por tudo, mas sem realmente nos transformarmos. Quando nós pensamos no fim de todas as dúvidas para nossa alma eterna, pensamos em Jesus, porque foi ele que nos mostrou que havia um caminho rápido para a felicidade, que era fazer os outros felizes. Mas aí deu uma preguiça tão grande e nós estamos aqui até hoje. E é importante demais pensar que depois surgiu o cristianismo, as religiões surgiram se dividindo e tenho certeza, não era nada disso que Jesus pretendia, mas ele sabia que com certeza ia acontecer porque nós somos diferentes. E hoje quando aumenta em toda parte o preconceito com determinadas religiões, quando no Rio de Janeiro os centros espíritas africanos de candomblé, de Umbanda estão sendo queimados. Nas periferias cariocas, nós percebemos que ainda estamos na idade da pedra. O final do nosso egoísmo, do nosso preconceito, da nossa intolerância parece não ter fim. Um ano antes de morrer, em 1962,
Nas periferias cariocas, nós percebemos que ainda estamos na idade da pedra. O final do nosso egoísmo, do nosso preconceito, da nossa intolerância parece não ter fim. Um ano antes de morrer, em 1962, Marilyn Morel disse à sua secretária que estava sentindo uma tristeza profunda. A secretária imediatamente bolou todo um processo de recuperação de Marilyn e ela foi internada à força numa clínica psiquiátrica. Ficou seis dias lá porque ela ameaçou suicídio lá dentro. Ela chorava batendo a mão no vidro quando o vidro se fechou sobre ela porque ela queria desesperadamente ir embora. Ela tinha sido enganada mesmo por todo mundo para ser ali internada. Seis dias depois, ela sai belíssima, sentada numa cadeira de roda, abatida, é claro, e os repórteres numa sanha maluca em cima dela, dizendo: "Merlin, agora você está bem?" E ela no meio sorriso, agora eu estou bem. Ela pediu que o primeiro marido, Joy Medwell, que foi apaixonado por ela até a morte, fosse buscá-la, porque era preciso que um marido dela fosse responsabilizado, se responsabilizasse por ela numa época, no início da década de 60, que a mulher era completamente atrelada a um homem que dizia se ela tinha ou não tinha valor, se ela tinha ou não tinha condições de sair da clínica. Mas a verdade é que ali começava o seu padecimento final, porque nunca mais ela conseguiu deixar de estar dependente de remédios fortíssimos. E mais tarde, no plano espiritual ela diz a Humberto de Campos e Humberto de Campos conta o encontro dela para Chico Xavier, o encontro que que ele Humberto teve com ela. Ela estava no cemitério recostada no colo de uma senhora de cor que tinha sido uma antiga empregada e que agora acariciava seus cabelos. E Humberto, então, que desencarnado desde a década de 30, sabia muito bem quem era Mary Morrow, porque a tragédia dela tinha repercutido no mundo espiritual pela solidão que uma pessoa tão linda, mas tão perdida, tinha. E ela então diz, Humberto, que a sua a sua intenção não foi o suicídio. Ela
porque a tragédia dela tinha repercutido no mundo espiritual pela solidão que uma pessoa tão linda, mas tão perdida, tinha. E ela então diz, Humberto, que a sua a sua intenção não foi o suicídio. Ela simplesmente não tinha mais noção da quantidade de remédios que ela precisava botar na boca. para dormir. E é claro, naquela noite, querendo conciliar o sono sem poder, ela tomou uma superdose e contou depois que o seu drama, ela dormia completamente sem roupa. O seu drama foi ver-se nua na frente das pessoas que entravam no quarto e que mexiam no corpo dela sem vida. Ela estava ali e desesperou-se ao ver aquilo. E claro, como tudo tem um final, ali estava terminada aos 36 anos a vida de Merlin Morou e recomeçou depois. Os espíritos amigos contam que hoje ela está na terra. é feia como a necessidade. Ela mesma pediu, é feia como a necessidade, mas tem uma voz maravilhosa. Dizem os espíritos que é assim que ela voltou. E olha, voltou até relativamente cedo, porque ela desencarnou em agosto de 62. pelas circunstâncias da vida e da morte que ela teve, ela poderia ficar muito tempo em sofrimento no mundo espiritual, o que não aconteceu. Então, os espíritos com certeza hoje dizem que ela voltou como queria, muito feia, mas com uma voz que com certeza deve encantar a muita gente. E quando o final para nós é retornar, é falar do que fizemos ou do que deixamos de fazer, temos um novo começo, que é planejar o retorno, que é pedir as forças do bem que nos ajudem. Não, isso aí eu não posso resolver não. Vocês me ajudem porque sempre dá problema quando eu resolvo. E muitas vezes nós deixamos sob a tutela dos nossos mentores determinadas providências, porque eles, claro, mais experientes, sabem bem o que é melhor para nós. Agora, as ilusões do mundo são maravilhosas. Você acha que aquele cara que você tá namorando e que tem um olho meioverdeado é tudo na sua vida? Mas quando você desencarna, às vezes você encontra um cara do lado de lá que tem um olho meio azul, meio verde, meio
quele cara que você tá namorando e que tem um olho meioverdeado é tudo na sua vida? Mas quando você desencarna, às vezes você encontra um cara do lado de lá que tem um olho meio azul, meio verde, meio castanho, meio preto, tá muito mais evoluído que você e você diz: "Meu Deus, e agora?" Aí a pessoa diz para você: "Ô, meu querido, minha querida, não vai dar ainda para ficarmos juntos, porque você quis tanto aquele cara do olho verde e fez tanta bobagem. Então, estamos novamente separados. Aí você vê o cara virar uma estrela subir no céu do espaço e você, meu Deus, o que eu fiz da minha vida na terra, né? E olha, pode contar que nas mais diversas circunstâncias é isso que geralmente acontece. A gente dá valor a tanta coisa que não tem valor nenhum. Não falo de pessoas, porque toda pessoa é um ensinamento, mesmo aquelas que parecem não ver fim nas grosserias, nas dificuldades que podem nos criar. Mas falo das circunstâncias que nós mesmos criamos e que muitas vezes repetimos há de etern. Quando nós pensamos em suicídio, nós eh pensamos naturalmente no fim do padecimento do suicida, que é sempre o retorno à Terra. E os píos lembram que 100 anos não são suficientes para resgatar um suicídio. A pessoa passa mais de 100 anos em processo difícil de reencarnação para depois então poder voltar numa vida em que o corpo já não tem as sequelas da enfermidade que o suicídio provocou. Por isso, às vezes, a pessoa tira a própria vida na adolescência. Imagine, ela deveria viver 80, 90 anos. Ela no mundo espiritual se horroriza com o tempo enorme que ela teria na Terra e que agora ela vai ter que buscar de outras maneiras. Eu lembro sempre do fim de Chico Xavier, que foi a serenidade de toda a vida que ele teve. Depois de tomar aquele pão de queijo, aquele cafezinho de toda a noite, ele disse às pessoas: "Eu vou ali dar uma deitadinha e já volto". E quando for olhar, ele tinha partido aos 92 anos de vida, exatamente da forma serena e confiante com o que tinha vivido. E os espíritos contam que a primeira coisa
ali dar uma deitadinha e já volto". E quando for olhar, ele tinha partido aos 92 anos de vida, exatamente da forma serena e confiante com o que tinha vivido. E os espíritos contam que a primeira coisa que ele fez fora do corpo foi se ajoelhar dentro do próprio quarto. E os mentores que viam recebê-lo em alegria pela tarefa cumprida queriam levantá-lo. E ele disse: "Apenas um minuto. Eu tenho que estar ajoelhado para agradecer por tudo que a vida me proporcionou. Gente, o que foi a vida de Chico Xavier? Se não luta, enfermidades, dificuldade, preconceito, cuspe no rosto, mais tarefa cumprida. Então, nos cabe uma pergunta sempre. Quando nós ficamos imaginando quando será o final das nossas dificuldades íntimas, eu quero continuar desse jeito e ficar estacionado pelos próximos séculos. É uma opção nossa. Ou eu quero simplesmente mudar tudo. E para mudar tudo tem que ser agora. Não nos iludamos. Nós ainda vamos passar por muita coisa. O mundo não vai melhorar daqui para o ano que vem. As pessoas estão mostrando o seu melhor e o seu pior. O que nós não podemos permitir é que toda onda de pessimismo, de dificuldades reais que as pessoas estão vivendo causem tanto impacto em nós que nos façam acordar com desânimo, nos façam pensar que nada vale a pena, nos façam olhar quem nos ama com desprezo, até nos faça pensar que, ah, meu Deus, seria melhor que eu não estivesse mais aqui, como milhões de pessoas estão fazendo. Nós não podemos ser milhões. Cada um de nós é universo. E se acreditamos, não importa se no espiritismo, no catolicismo, no budismo ou em nós mesmos, nós precisamos manter a nossa fé com toda a coragem do nosso coração. A coragem deve ser a grande arma da nossa vida para os próximos anos que ainda nos restam na terra. Eu vejo aqui tantos meninos e meninas, tantos jovens. E eu, claro, o pessoal coroa como eu deve pensar: "Ah, eu daria tudo para ser jovem novamente, eu confesso a vocês que eu não daria nada, porque a juventude tem umas coisas que a gente depois olha quase com romantismo,
soal coroa como eu deve pensar: "Ah, eu daria tudo para ser jovem novamente, eu confesso a vocês que eu não daria nada, porque a juventude tem umas coisas que a gente depois olha quase com romantismo, mas não era essa bola toda não." Quando você fica maduro, se o seu espírito é velho, cada vez você está melhor. E aqui exuando uma ou duas exceções, não tem nem os cinco dedos da mão. Somos todos almas milenárias. Por isso, quanto mais o tempo passar, mais confortáveis deveremos estar na nossa atitude, na nossa maneira de reagir à vida. Precisamos ser mais do que pó, como dizia Eurips Barçanufo. Carlos Cachaça foi um grande compositor do morro. Hoje você não pode falar morro é comunidade, mas na minha época de criança era morro. E o cachaça já tinha mais de 90 anos, foi no médico. Os amigos, cartola, todo mundo. Você tem que no médico. Ele para que que eu vou no médico? Ele bebia diariamente. Cachaça, não era cerveja, vinho, isco, nada disso. Cachaça diariamente. E aí conseguiram convencê-lo a ir ao médico. E o médico disse a ele: "O senhor tem que parar de beber". Olha o seu estado de fígado. Olha o seu pâncreas. Ele com 93 anos, se eu não me engano, ele morreu com 95 ou 97. O senhor tem que parar, seus amigos estão preocupados. Ele com aquela simplicidade de compositor extraordinário que foi, disse ao médico: "Ô doutor, que idade o senhor tem?" E o médico disse: "30 anos. Ô doutor, não fala isso para mim, não. Bate na madeira. Eu já enterrei quatro médicos que me disseram a mesma coisa que o senhor. Meus amigos, a vida tem coisas maravilhosas e uma delas foi o carro de cachaça. Imagine o fígado, pâncreas, o baço que esse homem não tinha. maravilhosos, porque a cachaça era diária. Não tentem, não façam nada disso, senão vocês vão chegar em casa e dizer pra mãe, pro pai, pros meninos mais novos, a Mais disse que uma dose diária de cachaça eleva meu nível espiritual. De jeito nenhum. E na pergunta 743, Kardec pergunta: "Qual a causa que leva o homem ao à guerra?" Predominância da
s mais novos, a Mais disse que uma dose diária de cachaça eleva meu nível espiritual. De jeito nenhum. E na pergunta 743, Kardec pergunta: "Qual a causa que leva o homem ao à guerra?" Predominância da natureza animal sobre espiritual. E na 743, a guerra desaparecerá um dia da face da terra? Sim, quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus, então todos os povos serão irmãos. E não tenham dúvida de que os ripes já cantavam a era de Aquário e não por acaso. A era de Aquário mal começou, ainda há muito a realizar. Eu tenho certeza que a minha geração vai sair da Terra sem ver esse terceiro milênio instalado. Eu certa vez disse ao Chico que em 2057 as bases do terceiro milênio estariam instaladas na Terra. Eu não estou mais aqui. Exatamente. Em 2057 eu faria 100 anos. E hoje as pessoas são tão esperançosas que quando eu digo isso, alguns amigos me dizem: "Maíse, vai aparecer uma célula tronco maravilhosa". Ô meus amigos, eu já me considero tão feliz na minha vida por estar sempre aqui com vocês, pelas tarefas que sucedem, sempre nos convocando a sermos melhores para o bem. E para mim já valeu desencarnar, sabendo que ao contrário do que um ou outro pensa, a Terra é redonda. Podem ter certeza disso. Ela é azul, como disse Gagarin quando ele chegou lá no alto e olhou, disse, gritando: "A terra é azul". O primeiro homem que nos viu lá de cima, ele que vivia sob um regime comunista, disse ao chegar triunfante para os repórteres: "Eu estive no espaço e não vi Deus". E Carlos Drumon de Andrade escreveu uma crônica maravilhosa certa vez, dizendo: "Ah, Gagarin, você não percebeu que Deus estava dentro de você. Por isso, meus amigos, eu tenho certeza que o final de todas as lutas para nós será a perfeição que vamos alcançar, que o final de todas as tristezas será a alegria que nós vamos espalhar no coração do outro, que ninguém nos dirá que não podemos, que não sabemos, que não conseguimos, porque nós não permitiremos que isso aconteça. Vocês acreditam no acaso? Eu de jeito
nós vamos espalhar no coração do outro, que ninguém nos dirá que não podemos, que não sabemos, que não conseguimos, porque nós não permitiremos que isso aconteça. Vocês acreditam no acaso? Eu de jeito nenhum aprendi com os espíritos que o acaso não existe. É por acaso que estamos aqui juntos num sábado à noite feliz de você que vem assiste a palestra, toma passe e depois vai pra farra, que é assim que deve ser, mas sem tomar cachaça, porque você não sabe o estado dos seus órgãos internos. Embora hoje você queira se enganar e não consegue, é inacreditável. As máquinas hoje mostram o que há dentro. É maravilhoso. Você vê o seu pâncreas de todos os lados e aí o médico diz: "Eu tenho uma notícia pra senhora. Seu pâncreas começou a calcificar. E aí você nem pergunta por que tá calcificando. Para que saber? Não é mesmo? Se ele calcificar todo, você descobre. A verdade é que nós temos que tomar cuidado é com as doenças que nós criamos para nós, as somatizações emocionais, a angústia, a miséria espiritual. Isso não tem cura, a não ser sofrimento. O sofrimento nos cura. E é por isso que nós quando mergulhamos nessa vida atual sabíamos que não seria fácil, que nós íamos reencontrar o passado, o nosso destino, pessoas que evitamos tantos séculos e que agora estão ali conosco, rentes, nos seguindo, nos observando, invisíveis aos nossos olhos, mas cuja vibração nós sentimos. Quantas vezes no ambiente de trabalho reencontramos antigos adversários de ontem, ou mais grave portas adentro da nossa casa? Quantas vezes amamos um filho, mas percebemos que ele não nos ama. E é claro que todo filho deveria amar o pai e a mãe, mas muitas vezes o passado tem força. E aquele filho vem dessa vez como um adversário dentro da nossa própria casa. Por isso, estudar, seja que religião for, praticar todo o bem que pudermos e nunca permitir que haja desesperança em nossa vida, é sim encontrar o final de tudo aquilo que nos acorrentou durante tantos milênios ao que não deveria fazer parte da nossa
todo o bem que pudermos e nunca permitir que haja desesperança em nossa vida, é sim encontrar o final de tudo aquilo que nos acorrentou durante tantos milênios ao que não deveria fazer parte da nossa vida. Pensemos sobre isso, que nós possamos viver esse mês de setembro com olhos abertos para os que estão tristes, deprimidos, solitários, abandonados emocionalmente. E se Deus quiser, poderemos ajudar, porque se nós não ajudarmos, quando chegar a nossa hora de receber ajuda, quem vai estender a mão e o coração para nós? Combinado? Combinado? Que nós possamos nos encontrar novamente, amigos, no primeiro sábado de outubro. Embora amanhã, se você não tiver nada para fazer na sua vida e quiser estar aqui 1:30 da tarde, nós vamos, eu e Tunica Neri, amiga de muitos anos, vamos comentar o o filme Divertidamente e é praticamente uma despedida porque eu fiz um juramento. Não trabalho mais domingo para Jesus. De segunda a sábado, não tem problema. Domingo tá ficando difícil. E eu tenho certeza que uma vez determinando isso, quantos oradores queridos e maravilhosos não estarão aqui para fazer o trabalho domingo. É importante que nós comecemos a nos retirar suavemente para que as pessoas possam surgir. Como um dia, quando eu fiz a primeira palestra aos 16 anos, eu vi os antigos fundadores dessa casa discretamente me cederem a palavra por cinco, por 10, por 15 minutos, porque ai de nós se nós fazemos um trabalho que não tem continuadores. Emanuel dizia: "Você pode realizar um trabalho extraordinário, se ele não tem continuadores, está destinado ao fracasso. Por isso, em qualquer área da nossa vida, fiquemos de olho em quem vem depois. Ah, quando eu morrer, o psicografo na parede da comunhão, ensino como é. Enquanto está aqui, ou no seu trabalho ou na sua casa, aponte caminhos e peça a Jesus todos os dias: "Senhor, me aponte caminhos, porque os caminhos que surgirem não serão os caminhos finais. da nossa beleza, mas da nossa loucura, da nossa arrogância, do nosso egoísmo. Pensemos sobre isso,
s os dias: "Senhor, me aponte caminhos, porque os caminhos que surgirem não serão os caminhos finais. da nossa beleza, mas da nossa loucura, da nossa arrogância, do nosso egoísmo. Pensemos sobre isso, que tantos compositores e hoje lembrei de Carlos Cachaça, de Dolores Duran, que transformaram as nossas horas em beleza e me lembrei de de Noel Rosa, morto aos 26 anos de tuberculose, deixou obras primas que até hoje existem e vão existir sempre. Desencarnado depois de sofrer no mundo espiritual, porque ele foi considerado um suicida. Os espíritos amigos disseram: "Você pode escolher a primeira coisa que você quer? O que você quer, meu irmão?" E ele disse: "Um queixo?" "Umxo." Ele queria um queixo e a sua aparência espiritual finalmente tinha um queixo. Por isso, meus amigos, não nos iludamos. Não vamos sair do corpo e virar uma estrela inesquecível, mentor espiritual da comunhão, nada disso, mas prestaremos conta de nós mesmos. E o Cristo nos assevera sempre até hoje, a cada um, segundo suas obras. Isso resume praticamente tudo que nós temos que fazer. que ele, o mestre querido, nos abençoe, nos guarde e que nós possamos sempre ter certeza absoluta que o dia de amanhã vem perto e será resultado do que fizermos. Agora, como hoje o nosso dia a dia ainda é reflexo de situações difíceis que nós criamos para os outros e que retornam para nós, vamos voltar à palavra, querida Cristina, agradecendo o silêncio com que vocês nos ouvem e rogando que ao irem para as barraquinhas, de repente se alimentar, comam um pastel de banana por mim E mantenhamos o silêncio possível para que os nossos irmãos passistas possam fazer seu trabalho, para que a harmonia que tantos amigos espirituais presentes nos proporcionaram possa permanecer em nossos corações até o nosso retorno à casa e ao longo de toda a semana. Não nos esqueçamos, hoje o corpo de carne é o veículo que abençoa a nossa alma eterna. Amanhã ele não existirá e estaremos nós confrontando a nós mesmos para novas oportunidades. Nunca haverá final para o amor de Deus
s, hoje o corpo de carne é o veículo que abençoa a nossa alma eterna. Amanhã ele não existirá e estaremos nós confrontando a nós mesmos para novas oportunidades. Nunca haverá final para o amor de Deus por todos nós. E volto à palavra, querida Cristina, para que ela nos conduza a prece de encerramento até o nosso próximo encontro e que da próxima vez que houver um C Debate, um de vocês possa fazer o Cebate. Tenho certeza que aqui nessa plateia tem muita gente que ainda vai virar orador espírita. Alguma coisa me diz. E quando perguntarem daqui há muitos anos, como é que você começou na oratória? Eu aguentei uma mulher que falava mais que o homem da cobra e era eu. E quando você nasce, minha amiga, o meu amigo, com uma tarefa, não adianta. Você pode fugir à vontade que ela chega para você. A pobre da minha irmã, um ano mais nova do que eu, queria falar. queria conversar e eu não deixava. E um dia meu pai disse: "Maí, agora deixa a sua irmã falar alguma coisa." Eu era bem pequena. Eu muito tranquila disse: "Não posso, papai, fui muda em outra vida para depois quando cheguei aqui com 15 anos de idade, Dr. Bezer de Menezes me disse corrigindo-me: "Não, minha filha, você não foi muda em uma vida, foi muda em duas". Sentiram? Tudo tem sua razão de ser. Ele completou. Imagine Dr. Bezerra não ia completar para aprender o valor da palavra bem colocada. Nossas deficiências, meus amigos, aquilo que gostaríamos tanto de ser e fazer e ainda não conseguimos. Não são o final, são o início de propostas novas que o nosso coração abraçará. Não importa o que aconteça, permaneçamos fiéis até o fim. Jesus disse: "Eu estarei convosco até o final, não até o final dos mundos, mas até o final de todas as nossas dificuldades. Que ele nos guarde e nos abençoe hoje e sempre. Cristina, você faz para nós a oração? Pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus! Meu Deus! Não. Ai, gente, será que eu vou ter que ajoelhar, gente? Por favor, vamos combinar entre eu eu e vocês, meninos de sábado. Meu Deus, fez 43 anos em julho que eu tô
e Deus. Pelo amor de Deus! Meu Deus! Não. Ai, gente, será que eu vou ter que ajoelhar, gente? Por favor, vamos combinar entre eu eu e vocês, meninos de sábado. Meu Deus, fez 43 anos em julho que eu tô aqui e vocês me aguentando no sábado. Pelo amor de Deus, não me aplaudam. Não é que eu não me sinta feliz com esse reconhecimento, é porque o povo fala, entendeu? O povo fica doido, inveja mata, entendeu? O povo fica mesmo. Ah, aquela plateia de sábado vem, vem gente abessa e aplaude ela. Por isso que ela não é muito certa. Então, vamos combinar. Eu me considerareia aplaudida toda vez que nós estivermos juntos, mas sem aplausos físicos, por favor. Combinado? Por último, não se esqueçam dessas almas queridas que sempre nos ensinam. Perguntar a Nureev, o grande bailarino, você está triste porque tem aides? E ele respondeu repórter: "Não, meu caro, eu estou triste demais. Não porque eu vou morrer, mas porque eu não posso mais dançar. que nós possamos fazer aquilo que gostamos tanto de fazer, seja o que for, sem que ninguém nos diga como fazer, a escolha será sempre nossa. M.
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