Mayse Braga | DESAFIOS (PALESTRA ESPÍRITA - MAIO 2022)

Comunhão Espírita de Brasília 07/05/2022 (há 3 anos) 56:37 165,803 visualizações

*A boa filha a casa torna* De volta às palestras da Comunhão Espírita, Mayse Braga questiona: estamos alinhados com nossos propósitos espirituais? Desde o começo da pandemia de Covid-19, Mayse Braga estava afastada dos encontros presenciais onde é palestrante, há 49 anos, na Comunhão Espírita de Brasília. Na noite do último sábado (07/05), Mayse retornou ao ofício que a acompanha desde os 16 anos de idade. No auditório Bezerra de Menezes, público e oradora puderam se reencontrar para, juntos, refletirem sobre o andamento dos propósitos reencarnatórios que nos trouxeram ao plano terrestre. “A lista dos desafios a que nos impomos ainda nos aguarda. Esse é o momento de definirmos, mais uma vez, as opções das nossas vidas”, relembrou Mayse Braga. “Digo isso primeiramente para mim mesma”, assumiu a oradora que, em dezembro passado, foi acometida por uma infecção sanguínea da qual ainda se recupera. “Fiquei em casa me resguardando da Covid-19 e ainda assim adoeci, mas de outra coisa”, contou. *A pandemia e seus desdobramentos* Os desafios impostos pela pandemia de Covid-19 foram responsáveis, de acordo com a palestrante, por um momento de afastamento geral dos nossos pontos de sintonia positiva. “Não nos enganemos. Nós imploramos, em lágrimas, pela oportunidade dessa existência. Temos que nos questionar: o que estamos fazendo que apenas um verdadeiro amigo de Jesus faria? Nesses dois anos de pandemia, quem você ajudou?”, perguntou. Mayse comemorou a chegada da vacina. Contou, animadamente, que tomou três doses e está pronta para a quarta. “Vou tomar a quarta na segunda-feira e tomarei quantas doses forem necessárias. Meu braço está pronto”, disse. Triste pela eclosão de mais uma guerra no plano terrestre, a oradora recomendou a leitura do livro “A bailarina de Auschwitz”, de Edith Eger. Ao se despedir do público emocionado, Mayse agradeceu às cuidadoras que a tem ajudado e relatou os últimos meses de fisioterapia e tratamentos médicos. “Perdi os movimentos das pernas, mas meu fisioterapeuta sempre me dizia que eu precisava de mais exercícios. Tente um pouco mais, dê mais um passo”, recomendou a todos. TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.

Transcrição

Amigos queridos, sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Saudamos também aqueles que nos acompanham virtualmente. É com muita alegria que nós estamos aqui hoje recebendo novamente nossa querida Mais Braga e por isso não vou me demorar muito falando com vocês que vocês querem ouvir a Mais, né? Então, antes de fazermos a nossa prece, gostaria de pedir carinhosamente a todos, eu sei que todos nós estamos ávidos por ouvir Maíse, estamos ávidos por estar próximos dela, mas ela precisa que vocês se mantenham ainda esse mês um pouquinho mais distanciados por conta da saúde e quem sabe no próximo mês a gente vai se aproximando para conversar com ela, tá bom? Então agora eu convido cada um de vocês para ficarem, tranquilizarem o coração, respirarem fundo, nos conectando com esta casa maravilhosa, com as vibrações de toda a espiritualidade que preparou com muito carinho para receber cada um de nós aqui e principalmente essa nossa querida irmã que retorna depois de 2 anos e 2 meses. Então, vamos agora trazer a nossa tela mental, a doce figura de Jesus, nosso mestre querido, que nos envolve com seu amor, com sua luz e vamos agradecer. Obrigada, Senhor. Obrigada por mais um dia. Obrigada pelas oportunidades que nos chegam a cada instante. Oportunidades de crescimento, oportunidades de aprendizado. Te pedimos, Senhor, que uma centelha do Tua Luz ilumine cada coração, para que nós possamos ouvir com atenção aquilo que chegará para nós através da nossa palestrante e que nós possamos com isso transformar as nossas vidas, exercitar o amor, exercitar a paz. E assim pedimos as tuas bênçãos a cada um de nós e inspiração à nossa querida irmã Mais Braga. Assim seja. Querida Mais, a palavra é sua. Да. Meninos, meu nome é Maíse Braga, eu trabalho nessa casa. há 49 anos e a 46. Todo primeiro sábado do mês estou aqui. No final da palestra eu vou explicar para vocês porque que eu desapareci por alguns meses e vocês talvez até riam comigo, apesar da situação que foi um pouco séria.

primeiro sábado do mês estou aqui. No final da palestra eu vou explicar para vocês porque que eu desapareci por alguns meses e vocês talvez até riam comigo, apesar da situação que foi um pouco séria. Eu perguntei aos amigos espirituais o que que eu precisava ouvir nesse retorno e o que seria bom. que todos nós, meninos de sábado, precisássemos ouvir. E eles me deram uma dica. Fale sobre desafios, aquilo que nós nos últimos 2 anos nos empenhamos em ter em nossas vidas. Porque a pandemia, sem dúvida, mudou o nosso destino. Há uma frase de André Luiz que diz: "Só existe um mal a temer, aquele que ainda existe dentro de nós." O que nós prometemos no mundo espiritual, aquilo que nós estamos fazendo e o que nós ainda pretendemos fazer, na verdade está direcionando o nosso destino desde sempre. E se doutrina espírita surgiu em nossa vida, é porque precisamos nos lembrar disso. Precisamos nos lembrar que um dia doutrina espírita nos acolheu, essa casa extraordinária que a comunhão nos envolveu numa hora difícil. E agora nós precisamos, passados esses dois anos mais graves, retomar o nosso destino, aquilo que com certeza nós prometemos realizar. Os espíritos têm lembrado que a situação é tão difícil no mundo inteiro e no nosso país também, porque quase todos nós estamos perdendo pontos de sintonia. positiva com os nossos amigos espirituais. E quando é que isso acontece? Quando pessimismo, ressentimento, nossas dúvidas, nosso negativismo começam a nos afastar dessa sintonia positiva. E é claro, há pessoas que vão a tal estado de desequilíbrio que partem para a violência. Manuel de Barros, na sua inspiração, lembra que nesta época tão tecnológica em que tá todo mundo ligado a um monte de coisa, a computador, a uma verdadeira loucura, enfim, tecnológica, ele nos lembra que a nossa geração, a geração que está aí ainda, né, excetuando as crianças que estão nascendo e os pequenos jovens, nós temos uma espécie de atraso de Nascença. Nós fomos programados para gostar de passarinhos.

geração, a geração que está aí ainda, né, excetuando as crianças que estão nascendo e os pequenos jovens, nós temos uma espécie de atraso de Nascença. Nós fomos programados para gostar de passarinhos. Estamos tendo que lidar com um mundo completamente diferente daquele que gosta de passarinho. Eu vou pedir aos amigos espirituais estão presentes aqui nesse salão que me ajudem, já que eu estou vendo tantos de vocês de máscara para tirar a mim um pouquinho que eu acabei de descobrir que eu não consigo falar de máscara. É uma coisa de momento. Acabei de descobrir. Então, vamos ver quanto tempo eu falo sem máscara e quanto tempo eu consigo ficar de pé. Se eu cansar, eu sento. Se eu ficar de pé, é porque tem dois invisíveis me segurando. Os espíritos eh lembram uma história acontecida com o Chico já bem idoso. Ele foi ao verdureiro e o verdureiro sempre reparava que quando ele escolhia tomates, por exemplo, ele escolhia meia dúzia de tomates perfeitos, maduros. E os outros bem sofridos, bem machucados. E ele percebendo isso disse: "Seu Chico, para que levar essa meia dúza de tomates tão machucados? Pegue os tomates que estão bons. Meu filho, respondeu Chico, se eu levar a dúia de tomates bons, o que vai levar a pessoa que vier depois de mim? Vai levar só os tomates que não estão bons? Então eu levo meia dúia dos bons, levo meia dúia dos que não estão bons para deixar meia dúzia de tomates bons para quem vem depois. É sempre, Chico, a nos lembrar que se há uma coisa que nos afasta do bem, é o egoísmo. E o Chico não era egoísta, nem mesmo quando ele escolhia tomate. Um minuto só que uma das minhas duas cuidadoras que está na plateia veio a Obrigada, minha querida. Vocês vem que são anjos da guarda mesmo. Depois eu vou contar a vocês que eu tive uma infecção no sangue que dá delírio. E no hospital os enfermeiros perguntavam assim de manhã cedo: "A senhora tá me vendo?" A senhora tá me enxergando? A senhora tá certa da cabeça? E eu dizia: "Olha, meu filho, eu vejo quem já morreu. Serve

hospital os enfermeiros perguntavam assim de manhã cedo: "A senhora tá me vendo?" A senhora tá me enxergando? A senhora tá certa da cabeça? E eu dizia: "Olha, meu filho, eu vejo quem já morreu. Serve a verdade é que a lista dos desafios a que nos impomos antes de vir à terra ou fomos aconselhados a ter na terra, aceitar, ainda nos aguarda." E resumindo muito, era isso que os amigos espirituais queriam que hoje nós disséssemos, que há um momento em que nós precisamos definir mais uma vez as opções da nossa vida e depois de ver tanta gente partir, de ver tanta gente sofrer, de ver tanta gente ficar sozinho, nós precisamos ser diferentes, ser melhores. Acho que todos nós sabemos disso. Essa decisão tem que ser tomada, porque senão vai ser mais uma existência em que nós vamos estar esperando que algo de maravilhoso aconteça sem ir em busca das coisas que realmente importam. Se nós lembrarmos rapidamente de frases de Jesus, veremos que todas estavam direcionadas a nós. Levanta-te e anda. Tua fé te salvou. Vai, não peques mais. Vós sois deuses. Ele não falava só para o homem da sua época, falava para todos nós em todas as épocas. E é isso que nós não podemos esquecer. Nós temos que ter uma definição das nossas existências. O que doutrina espírita está fazendo de melhor em nós. Se doutrina espírita não está fazendo nada, nós vamos precisar tomar uma nova atitude. Precisamos disso. Eu tenho uma história verídica para contar a vocês. É uma história que vai durar alguns minutos. Por isso eu vou me sentar e nos minutos finais vou estar aqui em pé novamente. Ah, botaram duas almofadas maravilhosas para eu sentar. Gente, há um livro que eu aconselho a vocês a leitura. Não é um livro espírita, mas é como se fosse o nome do livro A bailarina de Auschwitz, em que Edirth Geer, que foi uma prisioneira do campo de concentração mais cruel da Segunda Guerra, conta aos 90 anos a sua história. Uma história impressionante. Ela sonhava ser bailarina, mas já estava sendo boicotada. porque era judia.

oneira do campo de concentração mais cruel da Segunda Guerra, conta aos 90 anos a sua história. Uma história impressionante. Ela sonhava ser bailarina, mas já estava sendo boicotada. porque era judia. Aos 16 anos, era uma bailarina brilhante em Budapeste. Mas um dia os alemães entraram na casa dela, levaram a ela, sua irmã, os pais. Só uma outra irmã que estava viajando presa. Imagine que foram para Auschwitz e quando chegaram lá, o pai ingênuo disse a elas: "Vamos trabalhar. Não é possível que isso aqui seja um campo de prisioneiros. Nós vamos trabalhar e quando a guerra acabar, voltaremos à nossa velha vida". Imediatamente eles foram separados ao sair do trem. À esquerda, à direita, ela e a irmã, muitos jovens, foram colocadas à direita e para a esquerda iam aqueles que iam morrer imediatamente, grávidas, homossexuais, idosos. A mãe dela tinha cabeça grisalha, mas era muito jovem de rosto. Para infelicidade de todos, quem comandava o campo de concentração de Auschwitz era Joseph Mengley, um dos mais cruéis médicos que o mundo já viu. Quando elas se aproximaram, as duas meninas abraçadas com a mãe, a mãe rosto jovem. Meng l pergunta: "Essa aí do meio é irmã de vocês?" As meninas ingenuamente disseram: "Não é nossa mãe para a esquerda". E o pai dela também, Grisalho, já tinha sido colocado à esquerda. Naquele mesmo dia, eles morreram na Câmara de Gás e as duas viveram lá por do anos. o verdadeiro inferno. Mas para vocês terem uma ideia, a Cruz Vermelha mandou comida num certo momento para o campo de concentração de Alchedes. Eram latas de sardinha. Pergunta se tinha um abridor de lata. Não tinha. Elas ficaram abraçadas com a lata de sardinha, mortas de fome e não podiam abrir a lata de sardinha. Não tinha como. Quando eles voltaram, quando os americanos chegaram, enfim, para libertá-los, ela e a irmã já estavam caídas no meio dos cadáveres, semimortas, e o americano conseguiu abrir a boca das duas e colocar, vocês não imaginam o que, na boca das meninas. Mm. Sabe aquele chocolate mm coloridinho, os

á estavam caídas no meio dos cadáveres, semimortas, e o americano conseguiu abrir a boca das duas e colocar, vocês não imaginam o que, na boca das meninas. Mm. Sabe aquele chocolate mm coloridinho, os americanos levavam nos bolsos para colocar na boca dos sobreviventes dos campos de concentração para dar um mínimo de forças a eles para conseguir segurá-los, colocá-los num caminhão e tirá-los dali. Ela sai dali, se casa, tem filhos, enfim, ela transforma a vida dela, porque ela tinha duas soluções. Ou desistir de tudo, como muita gente fez, houve um número enorme de suicídios dos libertos dos campos, ou lutar. E ela lutou, ela foi estudar, ela se formou em psicologia, ela se tornou doutora em psicologia. Hoje ela tem 94 anos e a irmã dela que estava no campo com ela é 2 anos mais velha, está viva também. São únicas sobreviventes ainda da Segunda Guerra dos Campos. E ela hoje, durante toda a vida, ela lida com pessoas traumatizadas pelas guerras. O próprio exército americano a chamou para trabalhar com pessoas que não suportam a realidade depois de enfrentar uma guerra, depois de sofrer perdas terríveis familiares em relação às guerras que aconteceram depois da Segunda Grande Guerra Mundial. Ela transformou o destino dela, mas tinha uma coisa que ela não conseguia se perdoar. Se ela tivesse dito a Joseph Mengley que a mãe era sua irmã, ela teria salvado a vida da mãe. E ela não se perdoava. Ela precisou voltar ao campo 52 anos depois, ir ao exato ponto onde ela tirou a mão da mãe da mão dela e gritar: "Mãe, me perdoa! Porque se eu soubesse, naquele dia, eu tinha dito que você era minha irmã. Para vocês verem, com toda a psicologia do mundo, ela precisou fazer isso, voltar ao campo para testemunhar a sua dor de não saber que bastava ter dito que a mãe não era mãe dela para salvar a vida da mãe. Foi uma época terrível, faz só 80 anos que acabou. E hoje que nós vemos uma guerra acontecendo, novamente, nós temos que lembrar disso. Temos que lembrar a que ponto o ser humano pode

r a vida da mãe. Foi uma época terrível, faz só 80 anos que acabou. E hoje que nós vemos uma guerra acontecendo, novamente, nós temos que lembrar disso. Temos que lembrar a que ponto o ser humano pode chegar na sua indiferença, na sua maldade, na sua pretensão de passar por cima dos outros. Eram pessoas loucas tranquilamente, mas houve muita gente que acreditou nelas. Então, é preciso cuidado, porque a nossa mente gosta de se enganar. Se hoje somos corretos e nobres, felizes de nós, mas em outras existências com certeza não fomos. Por isso ainda estamos mergulhados no corpo. E se estamos mergulhados no corpo, é porque prometemos muito. Por isso, adversários nossos estão fora da carne e nós dentro, porque prometemos mais do que eles. Deixe que eu vá pra terra, desejo que eu encontreo, desde que eu encontre espírita ou na casa católica ou no budismo a minha oportunidade de trabalho. Os mais desafiadores dirão: "Eu não preciso de religião nenhuma. Eu serei bom sem nenhuma religião. E Jesus não nos falou de religião nenhuma, mas disse: "Amai os vossos inimigos. Disse aos homens que iam apedrejar a mulher adúltera, aquele de vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra". E os espíritos contam que os mais velhos que haviam já feito um monte de besteira para comemorar, eu quebrei o microfone, não, só tirei a tampinha. Aqueles homens mais velhos que tinham feito um monte de bobagem com as pedras maiores, foram os primeiros a jogar as pedras no chão, porque tinham errado mais. Quem eram eles para dilapidar aquela mulher? Jesus nos falou todas as vezes durante a sua passagem na vida da terra. E nem preciso lembrar aqui a meninos de sábado que mais uma vez os amigos espirituais aqui presentes comentaram conosco que muitos de nós ouvimos da boca do próprio Cristo o sermão da montanha e não fizemos absolutamente nada e estamos de volta. Somos o passado em forma de presente. Por isso eu tenho certeza que os amigos espirituais nos querem perguntar: "E agora, o que você vai fazer do seu destino?

os absolutamente nada e estamos de volta. Somos o passado em forma de presente. Por isso eu tenho certeza que os amigos espirituais nos querem perguntar: "E agora, o que você vai fazer do seu destino? Você vai continuar como sempre foi? Você não vai ter a liberdade de optar por uma nova existência. Você vai precisar sofrer, você vai precisar ter perdas ainda maiores. Você está equivocado porque acha que a vida material é o que importa. Não há problema nenhum com a sua vida espiritual. Mas se não há, então porque é angústia, porque é tristeza, porque a depressão? Porque quando você está só há perguntas que você não consegue responder? Por que você se dá bem com tanta gente, mas não consegue conciliar-se com o irmão seu, não consegue ter dentro da sua casa algum equilíbrio real? Vamos fazer todas essas perguntas. E muita gente perguntava a Dra. de ti. Você acha que Deus estava em Auschwitz com tudo aquilo que ele deixou acontecer lá? E ela não sabia responder. Ela só sabia que usando a lata de sardinha que ela não conseguiu abrir para comer, ela que não conseguia nem falar porque já estava quase morta, começou a procurar a luz do sol e a fazer a lata de sardinha brilhar. E foi aí quando os americanos já estavam saindo, que eles viram o brilho da lata de sardinha. Ela e a irmã, caídas, quase mortas, conseguiram, com a lata de sardinha fechada, mostrar a eles que havia vida ainda no meio de tantos mortos. E assim a vida das duas recomeçou. Ela nunca mais foi bailarina, mas o seu marido, o marido da vida inteira, o seu companheiro, ela foi convidada a ir até a casa que tinha sido de Adolf Hitler para fazer uma palestra. E ela disse: "Eu não vou. Eu não vou porque eu não suportaria entrar lá e conhecer o covil da raposa como era conhecido. E então o marido dela disse: "Então você está me dizendo que Hitler ganhou a guerra? Porque se você tantos anos depois não vai ter coragem de entrar lá e fazer uma palestra, ele ganhou." E ela então toma um avião e vai. Eu escolhi a história dela, não só pela

e Hitler ganhou a guerra? Porque se você tantos anos depois não vai ter coragem de entrar lá e fazer uma palestra, ele ganhou." E ela então toma um avião e vai. Eu escolhi a história dela, não só pela coragem maravilhosa, não só porque o livro é maravilhoso, mas porque eu acho que nós todos precisamos enfrentar em definitivo aquilo que nos amedronta, aquilo que está impedindo a nossa felicidade. Porque Jesus não disse que era para nós não sermos felizes. Ele disse: "No mundo tereis tribulações, mas tende de bom ânimo e talvez seja isso que esteja nos faltando. Por isso, hoje é dia de juntos pensarmos. Não sei se Deus estava em Alfreds, porque tantos milhões de pessoas morreram ali e nos outros campos. Mas com certeza houve um momento no findar da guerra que as forças que protegem o universo determinaram que aquilo tinha que acabar e acabou. Mas mesmo assim o homem, como sempre não aprendeu ainda o suficiente. Por isso, os espíritos nos lembram: "O maior desafio vencer a si mesmo, servindo e amando sempre". É isso que todas as mensagens de todas as psicografias, de todos os médiuns nos dizem. E digo a vocês, vocês sabem, quando a gente valoriza os bens perecíveis, a gente vive com problema, porque aparece o anúncio de um carro novo, a Chevrolet lançou uns carros lindos. Eu nunca tive carro, não sei dirigir e me peguei admirando. Olha, meu Deus, esse carro vermelho tá lindo. Uma idiotice, porque eu nunca aprendi a dirigir, porque eu vi os espíritos, tinha medo de atropelar alguém encarnado, né? Então, e eu admirando, gente, que carro maravilhoso. A troco de quê, né? Mas a gente é levado a essas coisas porque o nosso mundo é matéria, né? Se nós não temos em nós o cuidado de cultivar os peitos, nós estamos perdidos. Porque, ai meu Deus, o meu filho não tem esse galaxy, não sei das quantas. Coitado do meu filho. É por isso que as gerações mais jovens são profundamente infelizes. É por isso que agora se resolve tudo de forma violenta, porque os pais não estão conseguindo

sei das quantas. Coitado do meu filho. É por isso que as gerações mais jovens são profundamente infelizes. É por isso que agora se resolve tudo de forma violenta, porque os pais não estão conseguindo de alguma forma dizer ao filho, vem cá, senta aqui. Quem são seus amigos? Ai, não temos tempo para isso. Mas precisa ter. Mas dá trabalho. Quantas vezes eu já disse aqui pra plateia de sábado, se você não quer ter filho, não tenha, não tenha, por mais que seja cobrado. E as pessoas sempre cobram. A minha única filha tem quase 40 anos. Até hoje me perguntam: "Mas por que que você teve uma filha só? É mole? É. É porque as pessoas adoram dar opinião sobre a sua vida e se nós nos deixamos levar por isso, o principal desaparece. E não duvidemos, nós não pedimos esta existência, nós imploramos em lágrimas, prometemos mundos e fundos para ver. E os mentores diziam: "Olha, mas não, não quero nem saber. Tá tudo ótimo. Aceito tudo. Olha, mas você vai encontrar fulano. Fulano é lindo. Escutem o que eu estou dizendo. Um dia nós vamos nos encontrar no lado de lá e vocês vão dizer se é verdade, porque é na hora de vir a gente faz todas as opções parecerem cor de rosa. E aqui Deus me esqueceu. Deus não gosta de mim. Deus não existe. A gente chega para procurar trabalho na comunhão. Ah, mas é isso que tem. A minha avó espírita desde a década de 30 deu passe à vida inteira até ficar velhinha e considerava isso uma tarefa nobre. Hoje a pessoa chega na doutrina, o senhor vai ser passista, vai estudar para ser passista. Só da passe. Vai estudar para você ver o que é transmitir o passe e você vai ficar abismado com a disciplina de vida que você tem que ter para ser um médium passista. Quantos de vocês não são futuros oradores dessa casa? Porque doutrina espírita precisa ser divulgada mais do que doutrina espírita. Nós temos que falar do bem, do bem sem nenhum rótulo, para que as pessoas se aproximem do bem, possam realizá-lo e nunca mais caminhem por situações dolorosas de desequilíbrio, porque o desequilíbrio de

s temos que falar do bem, do bem sem nenhum rótulo, para que as pessoas se aproximem do bem, possam realizá-lo e nunca mais caminhem por situações dolorosas de desequilíbrio, porque o desequilíbrio de cada um está trazendo ao mundo situações dolorosíssimas que não deveriam existir. Por isso, nós que temos um mínimo de compreensão, vamos colocar a mão na nossa consciência e nos perguntar: "O que eu estou fazendo que apenas um verdadeiro amigo de Jesus faria?" Não tenhamos medo dessa pergunta. Não tenhamos medo de buscar as respostas nos lugares certos, porque existem os lugares certos onde você vai encontrar a sua maneira de valorizar a sua conquista dos bens duradouros e não daquilo que passa tão depressa e que no fundo são os bens da matéria. Então isso fica parecendo até que alguém encomendou, tipo assim, nossa, ma, alguém encomendou isso pra gente aceitar que o preço das coisas tá caro. Então, olha, a cenoura é esse preço. Eu não preciso de cenoura, né? Aliás, agora todo mundo vai ficar magro porque outro dia na televisão passou assim: "O que que você pode com comprar essa semana?" Couve, flores e rúcula. Eu fiquei realizada. Eu falei: "Meu Deus, couve, flor e rúcula, eu já senti o gostinho. Nem um doce diet você pode comprar mais". Então, no fundo, a gente se desapega. O desapego vem dessas coisas, mas isso é injusto, é errado, é sofrido. Então, nós temos que ajudar. Nesses dois anos de pandemia, quem você ajudou? Que campanha você, de que campanha você participou? Você perdeu amigos com Covid? Acho que quase todos nós. E eu confesso a vocês que quando morreu Tarcío Meira, foi o fim. Quando morreu Paulo Gustavo, quando morreu Dete Bruno, quando morreram pais e mães de família que deixaram órfãos e as pessoas brincando que o COVID não existia. que não era importante tomar vacina. Segunda-feira eu lá estarei em algum lugar tomando minha quarta dose, graças a Deus. E se vier a quinta, a sexta, meu braço tá pronto. Nós precisamos nos cuidar, porque enquanto estivermos aqui, a

na. Segunda-feira eu lá estarei em algum lugar tomando minha quarta dose, graças a Deus. E se vier a quinta, a sexta, meu braço tá pronto. Nós precisamos nos cuidar, porque enquanto estivermos aqui, a responsabilidade existe. Se fosse para est do outro lado, já teríamos ido. Eu tenho 64 anos, a minha geração ainda está na terra. Detalhe, está no poder em quase todo mundo e detalhe, fazendo bobagem. Então, quando eu olho, meu Deus, fulano tem a minha idade, Beltrano não tem a minha idade, eu fico louca, porque a minha geração vai embora da terra sem ver a terra melhor. Eu já me conformei, tô aceitando, né? No fundo a gente nunca aceita, mas tudo bem. Mas quem vem depois? Ah, não. E vocês são todos mais jovens do que eu. Então, cabe a vocês construir uma terra nova e que filhos e netos possam transmitir a solidariedade, o encanto de gostar do outro. Não importa quem seja o outro. Hoje as pessoas adoram emitir opinião sobre o outro. Pelo menos é o que me contam. Eu nunca tive celular, então não sei do que se passa, mas contam que as redes sociais são verdadeiros pântanos. E eu acredito que nenhum de vocês tem a rede social, porque a pessoa equilibrada, realmente equilibrada, foge de coisas assim. E é impressionante como hoje você se desequilibra com a opinião do outro sobre você. A primeira palestra que eu fiz na comunhão, eu tinha 16 anos e foi na prece dos suicidas, 15 minutos de palestra. E eu digo a vocês, se eu ficasse pensando, ah, meu Deus, mas eu só tenho 16 anos. Mas foram os amigos espirituais que pediram para fazer. E se eu não tivesse feito? não teria quase 50 anos de oratória, porque teria ficado com medo. Ah, não, só tenho 16 anos, como é que eu vou fazer uma palestra? Obviamente foram só 15 minutos. Quando você for convidado a qualquer tarefa, aceite. Se você não souber, você vai aprender. Se você não entender, você vai estudar. E a sua vida vai estar transformada. Porque você vai perceber que o compromisso não acaba nunca, que enquanto houver uma chama dentro de

ber, você vai aprender. Se você não entender, você vai estudar. E a sua vida vai estar transformada. Porque você vai perceber que o compromisso não acaba nunca, que enquanto houver uma chama dentro de você, que te chama para o amor, para a realização das coisas bonitas, a comunhão ou qualquer outra casa que o seu coração escolha, será o rumo que você vai tomar, será a bateria que vai energizar o seu organismo físico e o espiritual. É muito sério isso que os espíritos estão dizendo, que nós estamos perdendo as as eh pontes, ou melhor, os pontos de ligação com os nossos mentores espirituais. nas nossas horas de ficar arrasados, na nossa hora de falar mal dos outros, na nossa hora de praguejar do nosso destino, nós vamos nos afastando dessas energias positivas que desde antes do nosso nascimento na Terra nos abençoam. E aí vem as horas horríveis em que você diz coisas das quais depois você se arrepende. Mas não dá para corrigir muitas vezes. Precisamos pensar sobre isso. Precisamos em definitivo. Precisamos porque senão nós vamos voltar para a espiritualidade e as desculpas serão as mesmas. Há uma mensagem em que Chico pergunta aos espíritos: "Quando voltarmos, o que nos será perguntado?" Resumindo, e Emanuel responde: "A primeira coisa que será perguntada é: O que você cumpriu de tudo que você prometeu quando saiu daquilo?" Meus amigos, eu já me fiz esse momento na cabeça várias vezes. Eu pretendo fazer o esforço máximo para conseguir olhar no olho de um mentor, de um familiar que foi antes de mim e poder contar alguma história que seja positiva. que agora parece que a gente tem uma saúde que nada vai abalar, mas este dia vai chegar em que fora da matéria nos será perguntado: "O que você traz, meu amigo, da terra onde você viveu?" E aí talvez não fique fácil responder. Óbvio, nós vamos ter as nossas desculpas de sempre, não é? Ah, o senhor não sabe como lá tava difícil, né? O senhor tá desencarnado há muito tempo, né? De preferência você vai encontrar Dr. Bezerra de Menezes, que tá

ter as nossas desculpas de sempre, não é? Ah, o senhor não sabe como lá tava difícil, né? O senhor tá desencarnado há muito tempo, né? De preferência você vai encontrar Dr. Bezerra de Menezes, que tá desencarnado desde 1900. Então você vai dizer logo: "O senhor não sabe como tava lá, Dr. Bezerra?" E ele vai dizer: "Não, eu sei sim, porque eu sou mentor da comunhão, então eu tava por dentro de tudo, né?" Seipanu mentor dessa casa também, morreu de gripe espanhola. em 1917. Você também não vai ter desculpa, porque ele morreu de tanto cuidar dos enfermos que estavam com a gripe espanhola. Então, meus amigos, não haverá desculpa. Talvez gaguejemos, mas vamos ter que explicar direitinho porque tantas vezes convocados não nos dispusemos à verdadeira tarefa do bem e a maior de todas, que é mudar. a nós mesmos. Precisamos fazer isso. E como eu não vejo vocês há vários meses, eu pensei, eu preciso levar uma frase para os meninos de sábado para que eles possam pensar, mas que não tenha muitas vezes assim aquela, não seja assim de um Emanuel, de um André Luiz, de uma Memei. Achei uma ótima, maravilhosa. Muitas pessoas têm medo de viver o que querem. É por isso que não conseguem o que querem. Aí você perguntaria: "É de Dr. Bezerra? É de Seurípides? É de Dias da Cruz? Não, é da Madonna. Mas até a Madonna, na sua hora de inspiração disse uma coisa. muito certa. Muitas pessoas têm medo de viver o que querem e é por isso que não conseguem o que querem. Pergunte a você se você realmente quis alguma coisa que você não conseguiu ou no fundo você não queria e hoje se arrepende de não ter tentado um pouco mais. Por isso os amigos espirituais dizem: "Tente um pouco mais, dê mais um passo. Não deixe que ninguém diga que você é só metade do que você pode ser. Essa é a maior covardia que existe. E hoje em dia tem um monte de gente querendo fazer isso, dizendo que você é só metade do que você pode ser. Não permita. Não deixe. Seja você um espírito dentro de um corpo físico. Amanhã estaremos

e. E hoje em dia tem um monte de gente querendo fazer isso, dizendo que você é só metade do que você pode ser. Não permita. Não deixe. Seja você um espírito dentro de um corpo físico. Amanhã estaremos fora. O corpo terá morrido, mas a alma eterna vai continuar. Voltaremos quantas vezes forem necessárias. nos reencontraremos muitas vezes para selar o nosso destino, como Jesus nos ensinou, amando a Deus acima de todas as coisas, ao próximo como a nós mesmos. Eu trouxe esse recado porque esse recado começa para mim e eu queria que chegasse a vocês, amigos. No início de dezembro último, eu acordei uma madrugada em casa e alguma coisa estava errada comigo e eu não sabia o que era. A minha irmã foi até lá com meu cunhado, eu fui pro hospital, saí 26 dias depois. Eu tinha uma infecção no sangue que ninguém, muito menos eu, sabia. E eu fiquei lá no hospital, no meu aniversário, no Natal, no Ano Novo. E hoje, dia 7, faz 4 meses que eu saí do hospital. Mas havia uma surpresa. Eu tinha perdido os movimentos da minha das minhas pernas. Fui pra casa da minha filha e do meu genro. E em abril, no mês passado, depois de fisioterapia, voltei para minha surpresa a caminhar. E hoje retornando ao trabalho aqui com vocês e pegando essa energia maravilhosa que cada um de vocês tem, eu creio que completo mais uma etapa dessa cura, porque vocês não imaginam a saudade que eu sentia de vocês, a saudade que eu sentia de falar, de fazer uma palestra, de lembrar de tudo de maravilhoso que os amigos espirituais nos ensinam ao longo dos muitos anos. Seu Erasmo Cravo foi um dos fundadores dessa casa, um homem magnífico. Todos os fundadores dessa casa já desencarnaram, mas eu tive o privilégio de chegar muito cedo e estar com todos eles. Se Orário morreu há 95 anos. com 95 anos. foi o último ou penúltimo, acho que dona Irene desencarnou depois dele, mas ele me mandou uma um recado. Num dia muito difícil, ele me mandou um recado. Mae, siga em frente. Há muita gente aguardando a sua palavra, coragem e alegria. E naquele dia eu vi

arnou depois dele, mas ele me mandou uma um recado. Num dia muito difícil, ele me mandou um recado. Mae, siga em frente. Há muita gente aguardando a sua palavra, coragem e alegria. E naquele dia eu vi que eu estava de mala pronta, mas ainda não era a hora de voltar. Então eu disse, para onde é que eu vou se por enquanto o lado de lá não me quer? Eu falei de volta paraa comunhão, de volta para os meninos de sábado, de volta para o trabalho que há tantos e tantos anos é o que me abençoa. E eu agradeço demais a vocês por estarem hoje aqui, por me receberem de volta. Eu agradeço demais a direção dessa casa, ao seu presidente, a Flaviana, que guardaram esse primeiro sábado do mês. Vocês são felizes porque na década de 90 tinha pouco orador e todo sábado eu fazia palestra. Já imaginaram o que que era? A plateja já me olhava pedindo socorro por 20 anos todo sábado era eu. Depois surgiram pessoas muito mais competentes e eu fiquei com o primeiro sábado. Eu pedi a Fernando, meu amigo, que estivesse aqui comigo, um amigo de muitos anos. Adivinha quem é o Fernando? Fernando Mendes, com quem eu gravo o Minuto com a E. Toda sexta-feira, 9 horas da manhã ele coloca o minuto com maise. Para quem não sabe são 3 minutos em que a gente bate um rápido papo e fica lá no YouTube, não é, Fernando? No YouTube, no Instagram, no YouTube, Instagram, em tudo. Vai para todo lugar do mundo. Um e-mail chegou do norte do Canadá. Maisí, nos dois anos de pandemia você me fez companhia. Gente, imagine eu na cadeira de roda. Aí eu falei: "Não, eu tenho que sair dessa cadeira de roda". Aí da cadeira de roda você vai pro andador e do andador você volta a andar. O meu fisioterapeuta, vocês não tm ideia, eu sempre fazia uma cara triste, né? Quando eu chegava na casa da minha filha, eu dizia: "Olha, tá doendo um pouquinho o meu joelho. Tudo vai passar. Faz mais exercício que passa. aquele homem maravilhoso. Aqui na primeira fila, além de minha irmã Patrícia, tenho dois anjos, duas cuidadoras a quem eu devo. Além da

nho o meu joelho. Tudo vai passar. Faz mais exercício que passa. aquele homem maravilhoso. Aqui na primeira fila, além de minha irmã Patrícia, tenho dois anjos, duas cuidadoras a quem eu devo. Além da Juliana, que não está presente, mas aqui Adriana e Tatiane estão. Todos os cuidados desses meses. Aprendi que sem alguém para cuidar de você, para segurar sua mão, você não vai longe. Por isso viver é estar junto, é trocar energia para que você vai ficando curado, sabe? Depois descobri que outras pessoas tiveram o mesmo problema que eu, mas tiveram muito mais problema que eu, porque realmente é uma infecção de sangue que às vezes afeta a sua compreensão mental. E eu saí, vocês não vão acreditar, do hospital, eu via um ventilador, eu sabia que era um ventilador. Quem disse que eu lembrava o nome do ventilador? Isso me aconteceu. Por isso eu conto isso a vocês, porque no meio do caminho podemnos acontecer coisas inesperadas. Eu fiquei esperando COVID dentro de casa de máscara, de álcool. E o COVID não veio, mas veio uma situação ainda mais difícil que foi preciso superar. Mas com isso eu termino com uma frase maravilhosa do grande curitibano poeta Paulo Leminski, morto há 32 anos. Fiz um trato com meu corpo. Nunca fique doente. Quando você quiser morrer, eu deixo. Amigos, Deus nos abençoe a todos. Que bom que estamos todos de volta. Fernando vai fazer a nossa prece encerramento. Anteem, Divaldo Pereira Franco, o Tribuno Espírita completou 95 anos, começou a fazer palestra aos 19, percorreu 130 países e toda vez que ele começava uma palestra, quando eu era garota, ele dizia: "Abençoe-nos, Jesus, o amigo incondicional das nossas almas, que voltemos para as nossas casas com Jesus, esse amigo incondicional de todos nós. O Fernando vai fazer a nossa prece de encerramento. Obrigada. Obrigada. Obrigada, queridos. Obrigada. Obrigada. Obrigada, querido. Sim. Primeiro sábado de junho, vamos falar de companhias espirituais, tá bom? Tchau, tchau, tchau, [risadas] meninos. Hoje ainda não dá para abraçar

a, queridos. Obrigada. Obrigada. Obrigada, querido. Sim. Primeiro sábado de junho, vamos falar de companhias espirituais, tá bom? Tchau, tchau, tchau, [risadas] meninos. Hoje ainda não dá para abraçar e beijar por orientação dos amigos médicos, mas no mês que vem já dá. Em 1992, a gente fazia o curso aqui na comunhão. A Mais era uma das facilitadoras. Aí no final ela sempre pedia alguém dos alunos para fazer a prece. Aí ela virava, fala assim: "Quem vai fazer a prece hoje?" Aí falava assim: "Fernando, tenho uma seta na sua cabeça". Você vê que isso me acompanha há muitos anos já, né? Querido Jesus, agradecemos a oportunidade de estarmos aqui reunidos em teu nome. Agradecemos pelo retorno da Maí, as atividades dela. Que possamos ser como o capitão de um navio que sabe guiar seu barco, tanto nos momentos bons quanto durante a tempestade. E o que o nosso norte seja sempre o amor e seja sempre ao nosso lado, Senhor, nos ajudando e nos protegendo. Amém. Alguma vez uma vez. Meus queridos irmãos, nós agradecemos a Mais uma vez por estar de volta à nossa casa. Muita alegria. Agradecemos ao Fernando por estar aqui também acompanhando Mais e cada um de vocês. E vou pedir com carinho que vocês permaneçam sentados até que Maíse saia e aí nós vamos chamar para o passe, tá bom? Vamos ter esse cuidado com a nossa querida Maise. Obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque

er utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música]

nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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