#45 Estudando O Evangelho Segundo o Espiritismo - O Egoísmo; A Fé e a Caridade
» Estudando O Evangelho Segundo O Espiritismo Um estudo sistemático e continuado da obra O Evangelho Segundo O Espiritismo, de Allan Kardec. O estudo é coordenado por Carlos Campetti, coordenador nacional da área de estudo do espiritismo FEB/CFN. • Toda quinta-feira, às 21h30, em parceria com a FEBtv. Encontro 45 - Capítulo 11 - Amar o próximo como a si mesmo, de ‘O Evangelho Segundo o Espiritismo’ — Instruções dos Espíritos: O Egoísmo – Itens 11 e 12; A Fé e a caridade – Item 13.
Estudando o Evangelho Segundo Espiritismo, [música] um estudo sequencial da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo [música] de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Olá, saudações fraternas a você que acompanha o nosso Estudando o Evangelho Segundo Espiritismo. Seja muito bem-vindo a Luziane Bahia com esse momento de aprendizado juntos. Agradecimentos, Luziane, e também as nossas intérpretes para Libras, Eliane Carvalho e Tainante Num, do grupo de estudo Sul dos Espíritas. O nosso agradecimento aí pela interpretação e hoje aos nossos convidados, Euzita de Melo V, que é escritora e palestrante espírita, coordenadora nacional adjunta da área de estudo do espiritismo, o estudo da obra básica e de outros estudos da Federação Espírita Brasileira e também é membro da equipe de O Evangelho Rede Vivo da FEB, coordenador estadual da área de estudo do espiritismo da Federação espírita do estado de Goiás e Casusa Neto, que é coordenador regional do Alto Sertão paraibano, trabalhador do grupo espírita Os Sementiros do Bem em São João do Rio do Peixe. Os nossos agradecimentos aos nossos parceiros de transmissão simultânea. Queridas irmãs e irmãos, sejam bem-vindos nesse espaço. Cumprimentamos o Carlos, os nossos queridos convidados, as intérpretes para Libras. E nós sabemos que esse é um momento nosso de construção. O evangelho vai adentrando os nossos lares e temos a oportunidade de meditarmos um pouco mais nas palavras do nosso mestre Jesus e sempre sobre esta luz da doutrina dos espíritos. Hoje nós vamos dar continuidade ao estudo. É o capítulo 11, amar o próximo como a si mesmo. Instruções dos espíritos. o egoísmo, a fé e a caridade. E aí a gente queria destacar aqui já um comentário que é do Sérgio Lima. Ele disse assim: "Boa noite, que depois das lições de hoje aumentemos nossos esforços na busca de extirparmos o egoísmo e o orgulho de nós mesmos e de nossos semelhantes. Que Cristo nos guie palavras e a gente vai buscando o estudo
e depois das lições de hoje aumentemos nossos esforços na busca de extirparmos o egoísmo e o orgulho de nós mesmos e de nossos semelhantes. Que Cristo nos guie palavras e a gente vai buscando o estudo para que a gente cada vez mais aprimore o comportamento. Então, direcionando a primeira pergunta pra nossa querida Eusa, no item 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, nesse capítulo 11, qual a tarefa reservada ao espiritismo para com o nosso planeta, querida Deus? Fechado o microfone. Seu microfone. Isso. Boa noite, Luziane, Carlos, as meninas intérprete em Libras, Casusa, todos vocês que estão conosco nesse momento. Que as bênçãos de Jesus nos envolvam a todos. Olha que pergunta interessante. Qual que é a tarefa reservada ao espiritismo? Esclarecem os benfeitores amigos que ao Espiritismo está reservada a tarefa de fazer com que o nosso planeta se eleve na hierarquia dos mundos. E para isso a Terra tem uma tarefa. Para que se cumpra essa tarefa, qual é? expulsar do seu território o egoísmo para que ela possa subir nessa escala dos mundos. Porque a humanidade já está em tempo de mostrar o seu aspecto de maior fortaleza moral e espiritual. Porque o reinado do bem só poderá ser implantado na terra. Nos esclarece a questão 1019 do livro dos espíritos. Quando entre os espíritos que vem habitar a fechou o microfone de novo. Entre os espíritos que vem habitar a terra, prevaleçam os bons. OK. Muito bem. Nós temos agora no item 11 ainda, perguntar pro Casusa, nesta mensagem aqui do item 11, Emanuel relembra a atitude de Pilatos no julgamento de Jesus ao lavar as mãos. Lembramos que Emanuel foi testemunha deste cenário, conforme ele mesmo narra em há 2000 anos na personalidade de Públulentos. aqui a borda acerca do antagonismo entre caridade e egoísmo. Aí Casusa, nós pedimos, você poderia explicar o que significa esse antagonismo. Boa noite a todos, muito bom estar aqui com vocês novamente. Eh, essa pergunta ela ela nos traz uma grande quantidade de possibilidades. a serem utilizados para
licar o que significa esse antagonismo. Boa noite a todos, muito bom estar aqui com vocês novamente. Eh, essa pergunta ela ela nos traz uma grande quantidade de possibilidades. a serem utilizados para reflexão. Uma delas se dá por essa referência que nós temos ao comportamento de Pilatos diante daquele momento muito conturbado em que Jesus era levado até ele. Mas e também a pergunta também traz essa referência a o autor do comentário que agora como Emanuel no passado foi o públo lentos que o próprio se encontra com Jesus e que também manifestou uma atitude de profunda arrogância naquele encontro com Jesus. Não, no encontro que no encontro qualquer espírito mediano que se depara com o espírito crístico, ele meio fica sem reação, que foi o caso dele, como narra o próprio Emmanuel. Mas o pós, né, quando ele quando o públo lento chega em casa e ao invés de reconhecer ali a caridade, o a cura que Jesus tinha feito com sua filha, ele não reconhece. Mas a a então vamos lá. Como é que a gente consegue entender esse antagonismo do Emanuel hoje, ajudando a humanidade com as suas reflexões, compartilhando com a humanidade o avanço moral que ele fez? E ao mesmo tempo, esse mesmo Emanuel, a época de Jesus, encontrando-se com Jesus, tinha uma uma atitude de profundo egoísmo ali envolvido outros sentimentos filhinhos do orgulho. Eh, o destaque que a gente dá para explicar esse antagonismo é, na verdade, eu eu acho que não existe aí um antagonismo propriamente dito. O que existe aí é um processo natural de crescimento da criatura humana, né, do espírito. E o antagonismo se dá da gente conseguir simplesmente ver que em um dado momento a nossa ignorância eh impede que a gente consiga ver todos os benefícios que o despertar consciencial nos oferece, que evoluir na verdade na verdade representa ser mais feliz, como eh o Código Penal da Vida Futura lá no livro São Inferno nos diz, é mais feliz aquele que mais virtudes possui. Então, é é bonito da gente ver isso, desse processo inteiro de crescimento, mas
iz, como eh o Código Penal da Vida Futura lá no livro São Inferno nos diz, é mais feliz aquele que mais virtudes possui. Então, é é bonito da gente ver isso, desse processo inteiro de crescimento, mas acima de tudo a gente pode utilizar como reflexão eh o comportamento do Cristo diante daquele espírito que era o o públulentos no livro há 2000 anos, extremamente arrogante, egoísta, mas ali Jesus já via ele sabendo que daqui a 1500 anos já começava a surgir ali um Emmanuel. Então, eh, nós estamos aqui nessa jornada. O egoísmo ainda faz parte dos nossos corações, dos nossos sentimentos, nos faz sofrer muito, mas naturalmente a gente não pode perder as esperanças que já a gente consegue entender que a caridade é o significado eh da felicidade própria da nossa vida. Só fazendo uma correção, nós não cumprimentamos nem o querido Carlos, nem a equipe que acompanha esse estudo. É uma alegria aprender com vocês, meus amigos. Excelente as abordagens tanto da Euzita quanto do Cazusa. E o quanto é interessante o Emanuel escrevendo essa mensagem muito reflexiva, muito profunda em relação ao egoísmo. Eusa, no item 12. Se os homens se amassem com outo amor, mais bem praticada seria caridade. Mas para isso, Misté fora, vos esforçasseis por largar essa coraça que vos cobre os corações, a fim de se tornarem eles mais sensíveis aos sofrimentos alheios. Como é que a gente pode entender essas palavras, Euzita? Essas belíssimas palavras de Pascal, né? Como é que nós podemos entender largar essa curaça que vos cobre os corações? Vamos entender primeiro o que que é couraça. Couraça é armadura feita de metal ou couro que se usava na antiguidade. Os soldados usavam a couraça e elas lhes protegia, mas também ao mesmo tempo emperrava os movimentos. Eles ficavam endurecidos, rígidos. Então, deixar de lado essa armadura, essa curaça, que é a armadura do egoísmo, que endurece os corações e que não permite o olhar da solidariedade, o olhar da fraternidade. Para que a gente tenha a noção exata do
r de lado essa armadura, essa curaça, que é a armadura do egoísmo, que endurece os corações e que não permite o olhar da solidariedade, o olhar da fraternidade. Para que a gente tenha a noção exata do antagonismo entre egoísmo e altruísmo, nós temos que entender que é sair do interesse individual e buscar o interesse coletivo. Como muito bem o Casusa abordou, Emuel aquele tempo, o senador orgulhoso, egoísta, agora reparte com todos nós as suas belíssimas interpretações dos textos do Evangelho, fazendo com que a vida clareie para toda a coletividade. Então isso é uma coisa fantástica, né? é nós deixarmos de lado o interesse individual e buscarmos o interesse coletivo. Muito bom. É, é uma verdadeira saga, né, ao longo de múltiplas encarnações essa luta. E aí a gente vê que para Búblolentulos, né, o Emanuel levou séculos, né, para ele poder se integrar de fato no trabalho. Agora depois nós vamos vê-lo como o padre Dabano, né, em renúncia. Isso ali já no caminho, não é? Inclusive orientando ao Silne, Aline coloca umas palavras tão bonitas que ele coloca na boca dela, um espírito superior. E então nós não estamos desamparados, não é? A oportunidade nos chega. Jesus não se recusou de receber públiolentos, né? Que foi procurá-lo sem saber direito, nem se encontraria ou não. E Jesus veio ao encontro dele, não é? Então a gente não nos falta de forma nenhuma o amparo. Mas vamos lá. A nossa situação aqui ainda é examinar essa questão do egoísmo, né? E e essa dicotomia aí com a caridade. A gente pergunta, Cazusa, do item 12 também, como podemos exemplificar a vitória sobre o egoísmo? Este que é a negação da caridade? Tá sem som, tá? Não estamos ouvindo nada. Às vezes tem que tirar esse Não sai o som não, Casusa. Eu acho que você vai ter que tirar esse fone aí e falar diretamente de repente. Desconecta ele, vê se aí pega. Continua sem som, tá? OK. Vamos passar então, Euzita. Vamos comentando você, né? Casusa vai tentar resolver a questão do som lá. Então, Euzita, é essa perguntinha. Como
Desconecta ele, vê se aí pega. Continua sem som, tá? OK. Vamos passar então, Euzita. Vamos comentando você, né? Casusa vai tentar resolver a questão do som lá. Então, Euzita, é essa perguntinha. Como podemos exemplificar a vitória sobre o egoísmo? Este que é a negação da caridade? Olha, com o império do espírito sobre a matéria, seria a forma mais ágil e mais rápida de nós buscarmos essa vitória, porque o egoísmo, ele se enfraquecerá a proporção em que a vida moral for predominando sobre a vida material. E sobretudo se nós tivermos a compreensão do espiritismo que vem nos clarear exatamente trazendo essa essa verdade que liberta. Porque quando o espiritismo for bem compreendido, o que que é que irá acontecer? Uma mudança radical nos costumes e nas crenças. O espiritismo transformará os hábitos, os usos, os costumes e com isso nós teremos o clê. Uma coisa que já deveria ter acontecido desde a implantação da lei do amor, que é o quê? A sementeira, a implantação do reino dos céus no coração do homem. Isso simplesmente modificará radicalmente o cenário do planeta. Essa é a vitória sobre o egoísmo que precisamos buscar, a nossa autoconquista. Isso. E lembrando também E lembrando também que quando nós chegarmos nesse patamar, como é que nós entenderemos essa vitória? A vivência tranquila das bemaventuranças em nossas vidas. Porque nós saberemos entender e vivenciar a felicidade daquele que é pobre de espírito. Nós saberemos entender que estará avante aqueles que choram. Nós saberemos entender a bem-aventurança dos mansos, dos que têm fome e sede de justiça, os que são misericordiosos nessa sequência em que os limpos de coração se transformarão nos pacificadores. E aqueles que sofrem perseguição por causa dessa justiça serão bem-aventurados também. E seremos todos nós quando recebermos a injúria, a perseguição, a mentira, dizendo todo mal contra nós mesmos, nós poderemos nos exultar e poderemos nos alegrar, porque estaremos o quê? Cumprindo os desiderados das verdades espirituais.
s a injúria, a perseguição, a mentira, dizendo todo mal contra nós mesmos, nós poderemos nos exultar e poderemos nos alegrar, porque estaremos o quê? Cumprindo os desiderados das verdades espirituais. Isso mesmo. E seremos então chamados filhos de Deus após todo esse périclo. Isso. Eh, acho que o Casusa tá por aí. Vamos lá, a gente vai paraas perguntas. Ótimo. Então vamos lá. Agora está ótimo. Vamos para algumas perguntas aqui que já fizeram referência a esses itens 11 e 12. O item 11 é mensagem do Emanuel. O item 12 é de Pascal, como bem destacou a nossa querida eusita. E aqui nós vamos pra pergunta Cusa, a Fabíula Loureiro, às 21:32. Seria egoísmo primeiro pensarmos em nosso bem-estar físico e psíquico e depois nos preocuparmos com os demais? Ou o certo seria pensar no bem-estar dos outros e nos deixar de lado? Ótimo. Muito obrigado. Tá bom, Fabula. Ó, Fábio, eu acho que nós até chegamos a comentar algo parecido quando nós estávamos estudando na semana passada sobre quem é que a gente deve cuidar primeiro ou então amar primeiro, nós mesmos ou os outros. E a gente fez algumas reflexões sobre a importância da gente primeiro se reconhecer como a criatura, eh, parte da criação divina, a gente aprender a se conhecer, a respeitar essa todos os, sabe, todas as graças que a divindade nos oferece por intermédio do nosso psiquismo, do nosso pensamento, do nosso corpo, enfim, primeiro se amar, se conhecer, se cuidar, porque só é é dessa forma que a gente vai conseguir reunir os insumos para ter uma referência de cuidado ao outro. Ora, é muito complicado eu pensar em eh ter empatia, desenvolver compaixão pelo outro, se eu não me conheço, se eu não não consigo fazer silêncio interior, se eu não consigo me compreender em termos de criatura necessitária de profundas reformas, fica difícil de eu de eu sabe direcionar isso para o outro. Então, o que eu costumo é o que eu uso para mim. Então é, a única coisa que eu posso falar é primeira coisa que eu procuro fazer, embora é sempre uma luta diária
eu sabe direcionar isso para o outro. Então, o que eu costumo é o que eu uso para mim. Então é, a única coisa que eu posso falar é primeira coisa que eu procuro fazer, embora é sempre uma luta diária quando eu acordo, é tentar criar comigo uma conexão com a divindade. Então é cuidar do meu psiquismo, sabe? Eh eh tentar dizer: "Olha, pera aí, ó, estabelecer a minha conexão com o criador." A partir daí começam-se todos os cuidados com o nosso corpo físico para que a gente se mantenha bem. E por por com muita naturalidade a gente vai conseguir, sabe, eh dilatar esse sentimento de de de bom senso, de equilíbrio para os outros também. Então a gente só precisa tomar um pouquinho de cuidado para assim dar o nome correto às coisas, né? Não é egoísmo cuidar de si mesmo, tá? O egoísmo é quando eu quero, entre aspas cuidar de mim em detrimento do que o em detrimento do outro. Se me permitem, eu queria de forma muito simples, até para ser pedagógico, dizer mais ou menos o que eu acho que é o egoísmo. O egoísmo é assim, ó. Quando você diz: "Olha, primeiro eu, depois os meus, para os outros nada". Isso é egoísmo, entende? Então, o egoísmo é quando a gente tem uma referência de bem-estar para mim, para no máximo para aquelas pessoas que eu gosto, agora pros outros eu não os reconheço como parte da grande família humana, né, que eu estou inserido. Então, isso é o egoísmo. Então, só a gente não confundir, né? Muito bem, Casusa. Eh, eu me lembro que eu vi o Aroldo Dutra uma vez fazendo a comparação com a gente dentro do avião, aí de repente dá aquele problema e as máscaras caem. A orientação que a gente recebe toda vez que entra no avião é primeiro coloque a máscara para você e depois ajude quem estiver do seu lado se a pessoa precisar. Porque se você vai colocar a máscara no outro, enquanto isso você fica sem oxigênio e desmaia aí como é que fica, não é? Então e a gente tem que estar atento a isso. Nós temos eh não é o só o direito, mas o dever de estar bem conosco mesmo, não é? de nos
o isso você fica sem oxigênio e desmaia aí como é que fica, não é? Então e a gente tem que estar atento a isso. Nós temos eh não é o só o direito, mas o dever de estar bem conosco mesmo, não é? de nos sentirmos bem, sentir satisfação na vida, de ser filho de Deus e de ter a disposição de poder e a a oportunidade de poder ser útil ao semelhante, não é? Mas aí o indivíduo, como o Casulo tá colocando, se alimenta e ele se alimenta muito bem, não é? Chega até a exagerar, mas o outro, bom, o outro sei lá, né? Ele deve encontrar por aí o que se virá, não é? Então, de fato, é egoísmo puro, né? Bom, a Ângela também colocou uma pergunta relacionada com egoísmo aqui, por eh o é é egoísmo a é a fonte de porque o egoísmo é a fonte de todas as misérias terrenas, como combatê-lo? Olha, Angela, o egoísmo é a fonte de todas as misérias terrenas, porque ele exatamente tira o nosso olhar do mundo à nossa volta. Ele faz com que nós voltemos simplesmente para nós, como bem colocou Casusa, para mim tudo, para o outro nada, não é? E o que que o que que é que isso acontece? Por que que é que isso acontece? Porque nós estamos tão cheios de nós mesmos que nós não temos condição de observar o sofrimento do outro, a necessidade do outro e se puder a gente ainda atrapalha o outro. E daí o que que acontece? É o reino da miséria. Agora, como? Nós não vamos combater o egoício, o egoísmo e nem vício algum. Nós vamos fazer o quê? Nós vamos transformar. transformar o egoísmo em altruísmo, sair dessa caçamata, sair dessa couraça de extremo cuidado com a gente mesmo e se abrir para perceber o outro, usar a própria energia desse egoísmo para ser transformado em altruísmo, que é o quê? Que é o seu cuidado com o outro, o meu cuidado com o outro. É assim que nós temos que fazer. E isso através do quê? da vivência do evangelho em nosso coração. Linda, Euzita. Ô, Casusa, tem uma pergunta aqui que na verdade me parece um comentário. Eh, da Conceição às 21:35. Ela disse assim: "Como vocês são omissos, só pregam
ia do evangelho em nosso coração. Linda, Euzita. Ô, Casusa, tem uma pergunta aqui que na verdade me parece um comentário. Eh, da Conceição às 21:35. Ela disse assim: "Como vocês são omissos, só pregam dentro dos centros quando Jesus foi às montanhas e as cidades". E aí, Casusa? Conceição Novais, né, minha querida. Primeiro eu agradeço p por você manifestar a sua opinião ou não sei se era uma pergunta, mas vejamos. Olhe só, eh, existe uma coisa que eu partilho com vocês aqui com toda a humildade. É só uma partilha que eu costumo brincar nas minhas palestras chamando da que é a síndrome do missionário. O que é que eu chamo de síndrome do missionário? Brincando, né? E é aquela mentalidade que muitos de nós ainda nutrimos. E neste caso, na minha avaliação, eh, e se referindo à síndrome do missionário, que é uma brincadeira que eu uso e, e na minha avaliação, ela é produto de uma certa vaidade que muitos de nós desenvolvemos de nos acharmos no direito de realizar as grandes coisas ou na condição de mudar o mundo eh externo a nós, assim, de forma mais rápida. Ora, se fosse para assim ser, Deus já teria feito isso no estalar de dedos, porque ele tem condições. Mas o que é que acontece de nossa parte? O que a gente pode fazer dentro da nossa existência é nos tornarmos o melhor espírito que a gente pode ser. É o máximo que a gente pode fazer com naturalmente as demandas elas vão chegando pra gente, porque quando o trabalhador tá pronto, o trabalho aparece. Então, o fato da gente estar nos centros espíritas, estudando, desenvolvendo laços de fraternidade, aprendendo, na verdade é é aquilo que a gente pode fazer agora. Então, veja só, se a gente neste caso aí, né, imagina que a gente agora sai, saímos todos nós nas ruas, qual sabe qual é a pauta, qual é a proposta, porque o outro ele só muda se ele quiser. Não é obrigação minha fazer o outro mudar. O máximo que a gente pode fazer é se desenvolver, despertar nossa consciência, ser a melhor criatura que a gente pode ser. Então, de maneira nenhuma, eu acho que
é obrigação minha fazer o outro mudar. O máximo que a gente pode fazer é se desenvolver, despertar nossa consciência, ser a melhor criatura que a gente pode ser. Então, de maneira nenhuma, eu acho que nós somos omissos porque a gente desenvolve nossos estudos dentro da casa espírita, né? Eh, de maneira nenhuma. A gente tá tentando fazer o melhor que a gente pode desencarnar sendo uma criatura muito melhor do que a gente chegou aqui. E aí, minha amiga, é ter paciência. O mundo ele vai melhorar, mas não vai ser nenhum de nós que vai melhorar o coração dos outros, não. É um coração por vez, é ter paciência. Isso aí, Cazusa. A gente tem que prestar muita atenção que quando Jesus mandou os discípulos id e pregai e eram outros templos, não é? Tanto é que Allan Kardec examina, ele diz para não levar cajado, para não levar o Foge, né? para nos preocupar, porque o trabalhador tem direito ao salário, mas naquele tempo era obrigação da da das pessoas receber o viajante e hospedar em casa. Então, hoje não existe mais isso. Então, se o indivíduo não sair prevenido, ele vai ficar na rua, não é? E a situação é complexa. Então, nós vivemos outros tempos. E esse tempo, Carlos, se me permite, para além disso, tenho só uma pequena, não vou demorar mais do que um minuto, uma pequena reflexão para se fazer, é que é que assim, olha só, eh Jesus, segundo Emanuel, é o governador espiritual do planeta. Segundo Emanuel também, no livro Caminho da Luz, é um espírito crístico, isso envolvido no processo de construção do nosso planeta no livro A Caminho da Luz. Então veja que Jesus ele tinha um processo pedagógico que nós ainda não damos conta de ter. Veja só, com Nicodemos Jesus foi falar de filosofia e aquela passagem quando que o homem nasce de novo, não sei o que, aquela coisa toda. Isso é filosofia, porque Nicodemos dava conta. Mas com quem não sabia ler, escrever ou pensar complexidades, Jesus só curava. Quando vai paraa transfiguração, Jesus só leva três, não leva os outros. Porque esse é o processo de pedagógico de
conta. Mas com quem não sabia ler, escrever ou pensar complexidades, Jesus só curava. Quando vai paraa transfiguração, Jesus só leva três, não leva os outros. Porque esse é o processo de pedagógico de Jesus. A comunicação de Jesus pode ser curando, pode ser ensinando, pode ser. Então, olha a olha só a grandeza do Cristo. Veja, nós estamos aqui aprendendo a deixar de ser egoístas ainda. A gente tá todo tá no processo de construção. A gente não pode querer agora querer sair convertendo todo mundo, porque nós mesmos temos um profundo, uma grande caminhada pela frente. Isto e Casusa, a melhor maneira de convencer os outros é pela vivência como o Cristo colocou. Exato. Então, né, nós não vamos, como você disse, convencer ninguém pelas palavras e nem a propósito do espiritismo fazer o proselitismo. Não é mais quando nós estamos na convivência com os nossos companheiros de trabalho, com a nossa própria família, né, com os amigos, aí é a hora e que a gente, né, faz aquilo que Kardec colocou. Não vos preocupeis com a palavra ensino, porque a gente ensina no próprio diálogo, é na convivência, não é com as com nosso semelhante. Então, pregar não é só falar, pregar principalmente é fazer, é viver conforme, não é? E o espírita tem que ser coerente. Você reconhece o verdadeiro espírita por sua transformação moral, pelos esforços que emprega para domar as suas más inclinações. Se não estiver fazendo isso, ainda não é espírita, pode até muito, achar bonito, né, Zita? Mas, exatamente. E lembrando São Francisco de Assis, pregai pelo exemplo. Isso aí, se necessário, use palavras. Então, que o espírita possa fazer isto, não somente dentro do centro espírita, mas nós mostrarmos realmente que somos diferentes e que temos algo a exemplificar. Essa é a maior pregação que nós podemos fazer em qualquer lugar. Muito bem. Excelente. Muito boa provocação que ela fez, né? A gente pode examinar isso. Muito bom. A Ângela Jucá nos coloca, Euzita, por que o egoísmo nos impede de praticar a caridade? Qual
er lugar. Muito bem. Excelente. Muito boa provocação que ela fez, né? A gente pode examinar isso. Muito bom. A Ângela Jucá nos coloca, Euzita, por que o egoísmo nos impede de praticar a caridade? Qual a melhor maneira de praticá-la? Olha só, o egoísmo nos impede de praticar a a caridade porque ele bloqueia o movimento. Caridade é amor e movimento e o egoísmo emperra tudo. Então, qual a melhor maneira de praticar a caridade? ir à luta, buscar o sofrimento do outro, mostrar a diferença que você pode fazer em ser uma pessoa boa, porque é a melhor forma de nós exemplificarmos o bem, é nós nos tornarmos criaturas boas. E essa caridade não significa simplesmente aquela que é a mais fácil, que você tira do próprio bolso e ajuda de alguma forma. é importante, é precioso, mas a maior caridade é a caridade do entendimento, da compreensão, do apoio moral, do conhecimento, de aceitação, de aceitar o outro como ele realmente é, de exercitar o 11º mandamento. Amai-vos como eu vos amei. Como é amar o outro como Jesus nos amou? é percebendo o nosso virer, nos aceitar com todas as nossas circunstâncias, com todos os nossos defeitos e dificuldades, mas investir e acreditar que isso aí um dia melhora. Isso é o mesmo. Muito lindo os comentários. Eh, a Elane Leopoldino Casusa trouxe as 21:39. Como acordar? Entendo aqui a sociedade, né? Como acordar a sociedade para não lavar as mãos vendo a maldade alheia e achar isso normal. Bem naquele momento que tava falando sobre Pilatos, Jesus, Emanuel, né, por Lintolus. Tá bom, vamos lá. Olha só, eu vou de novo fazer uma referência que é própria das reflexões que eu venho desenvolvendo, portanto, não tenho a pretensão de dar uma resposta que seja que encerre o assunto que essa pergunta provoca. Mas vejamos só, vou repetir. O máximo que a gente consegue fazer na nossa jornada é ser o melhor espírito que a gente pode ser. Eu não consigo ter nem tenho esse dever e nem conseguiria mudar os corações dos outros. Cada coração muda por si só. Então assim, olha como
nossa jornada é ser o melhor espírito que a gente pode ser. Eu não consigo ter nem tenho esse dever e nem conseguiria mudar os corações dos outros. Cada coração muda por si só. Então assim, olha como acordar as pessoas para ir de novo é a síndrome do missionário que eu costumo brincar. Então, e sabe, não nos cabe querer acordar as pessoas, nos cabe desenvolver compaixão, altruísmo, indulgência, perdão, benevolência. A gente vai desenvolvendo essas capacidades. A divindade vai nos ver como um espírito mais preparado e vai nos encaminhar as demandas que representam os desígnios de Deus. E aí a gente vai sendo provocado a atuar cada vez mais no projeto divino de redenção espiritual dos corações humanos. Contudo, não nos cabe ter esse afobamento, sermos criaturas assodadas, de querermos logo, olha, vamos acabar com os problemas da humanidade, meus amigos. Vamos, vamos colocar a mão na consciência. Jesus veio à terra. O governador espiritual do mundo veio à terra. A fome no mundo acabou. as desigualdades, as injustiças. Sabe por quê? Não, porque não é não era, não é esse o propósito, que as coisas resolvam com os tal de Deus. Então, o propósito é do Cristo era nos despertar a partir do seu exemplo. E aí cada coraçãozinho vai se sentindo provocado e despertando. Percebem? Veja, o públo lentos esteve com Jesus e naquele momento não se redimiu. A sua esposa, que não teve o mesmo contato que ele teve, já conseguiu ali dar um salto gigantesco no seu processo de despertar consciencial, porque é individual o processo. Então, a gente não pode ter esse afobamento. E nunca vamos esquecer de uma coisa, meus amigos. Uma planta precisa ser uma, uma semente precisa ser plantada inicialmente, só depois que ela vai dar frutos. Nós vivemos em um mundo de provas e expiações. Lembrem-se disso. Nós não estamos no mundo regenerado. No mundo onde a gente vive, a gente vai ter que aprender a conviver com o que tem aqui ainda em mundo de provas e expiações, injustiças, desigualdades, consciências adormecidas,
s no mundo regenerado. No mundo onde a gente vive, a gente vai ter que aprender a conviver com o que tem aqui ainda em mundo de provas e expiações, injustiças, desigualdades, consciências adormecidas, porque senão a gente se torna uma criatura revoltada, nem amadurece e nem vai ajudar ninguém pelo nosso exemplo. Se se isso fosse correto, esse comportamento, André Luiz, ao chegar lá aonde Gregório estava, no mundo libertação, ia est revoltado lá querendo converter todo mundo. Ou quando em Obreiras da vida eterna ele chega naquela casa de amparo lá e vê aquela aquele monte de gente sofrendo e não e não é isso, é observar, aprender e ser o melhor que a gente pode ser. Muito bem, Cazusa. Ainda relacionado aqui com o egoísmo, a Helena Araújo colocou, podemos nos considerar libertos do egoísmo quando na prática esquecemos de nós mesmos para nos eh dedicar aí ao próximo? Esse processo de libertação, Helena, caminha por aí. Sempre que nós colocarmos o outro em primeiro lugar, nós estaremos nos libertando do egoísmo. Então, significa o quê? Significa cuidar mais do outro do que de nós mesmos. E isso acontece mesmo em um determinado patamar, sem sacrifício, porque se torna uma ação natural. No item 12, o espírito pascal ele faz uma observação. Quando tomaremos por modelo de todas as nossas ações o Cristo, ele faz essa pergunta. E aí, Casusa, novamente, esse é um processo natural que a gente vai desenvolvendo, mas assim, se a gente for o quando a gente não consegue especificar, mas o que é que eu costumo, o que é que eu costumo levar em consideração é assim, olha que o santo não é aquele que tem uma que adquire uma perfeição de forma instantânea. Santo é aquele que se coloca na obrigação de construir uma nova versão a cada dia, uma nova versão de si mesmo. Então, quando nós assumimos o compromisso de construirmos sempre uma versão melhorada de nós, a gente naturalmente vai caminhar para ver o Cristo como uma referência para isso. Porque veja só, quando Jesus ele ele ele oferece aos
compromisso de construirmos sempre uma versão melhorada de nós, a gente naturalmente vai caminhar para ver o Cristo como uma referência para isso. Porque veja só, quando Jesus ele ele ele oferece aos seus discípulos o que a gente chama de um novo mandamento, que é, olha, amaiv uns aos outros como eu vos amei, o Cristo, ele tá querendo dizer, olha, agora vocês estão precisando de uma referência para para se modificarem, para melhorarem, pois tá bom, olha, não não briguem, não. Sou eu a referência. Então, só que isso só acontece quando a gente assume conosco mesmo esse compromisso, quando a gente entende, olha, o que me faz infeliz são as minhas imperfeições, portanto eu vou abrir mão delas a partir de um processo de amadurecimento consciente a cada instante. Aí, naturalmente, o Cristo vai se tornar o nosso modelo. Muito bom. Eh, aqui Eusa, o Carlos Campos colocou que é interessante o caso de Emanuel. Ele poderia se tornar um espírito superior em apenas 2000 anos ou já era um espírito elevado aguardando o despertamento tal qual Paulo? Que linda pergunta, Carlos. Olha só, o Emanuel, ele era um espírito de conhecimento bastante intelectualizado. A asa do saber estava bem desenvolvida. A asa do amor ainda não. Nesses 2000 anos, ele começou a desenvolvê-la e chegando a caminhar para o estágio de um espírito de categoria superior agora na atualidade. Então aquele embate, o encontro dele com Jesus naquele momento, a vivência da renúncia da sua esposa, o sentimento de culpa que ele teve e que soube transformar numa culpa terapêutica, buscando fazer o quê? Enxergar os próprios erros. Ele buscou corrigir, buscou reparar e até mesmo compensar com seu comportamento. 50 anos depois, quando ele reencarna na pele de um escravo e segue a sua sequência, chegando ao padre Damiano, mostrando as suas aquisições em mil e poucos anos, estudando o evangelho de Jesus, se transformando em um expoente, não só na pregação, mas na vivência, na exemplificação deste evangelho. E chegando para nós agora com essa tarefa
em mil e poucos anos, estudando o evangelho de Jesus, se transformando em um expoente, não só na pregação, mas na vivência, na exemplificação deste evangelho. E chegando para nós agora com essa tarefa missionária de assessorar o nosso Chico nessa implantação da lei de amor através do Espiritismo cristão, que eles também trabalharam conosco. Então, na verdade, a gente vê que o espírito pode dar um salto quântico. E foi isso que aconteceu com Emmanuel há 2000 anos atrás, chegando até a atualidade. Ele realmente tomou posição, entendeu a situação e quis transformar. Ele transformou as suas imperfeições em possibilidades perfectíveis para o bem perene. Exatamente, Eusita. Essas são as verdadeiras montanhas que precisamos ultrapassar do egoísmo, do orgulho e aí vencê-las para que a gente possa buscar essa felicidade, essa plenitude. Lindo, seguindo aqui no nosso estudo, nós encontramos no item 13 já um outro título que é a fé e a caridade e o espírito é o espírito protetor. E a primeira pergunta que a gente vem, a gente, as perguntas do chat sobre egoísmo a gente já venceu, né? E aí, por isso que a gente retorna aqui paraas nossas perguntas. E aí a gente faz pro Casusa a pergunta nesse item 13. Por que a caridade é impossível sem a fé? Então, a caridade que exige nós uma um sabe um profundo esforço para abrir de mão do egoísmo, do orgulho, da vaidade, enfim, de todas as filhazinhas e os filhozinhos do orgulho e do egoísmo, ela precisa ter uma razão muito forte para que a gente consiga caminhar nessa direção, porque muito mais confortável é para a criatura eh ficar nessa inércia. por mais que traga um sofrimento, mas é meio que confortável que você tá ali naquela condição, né, que você já tá acostumado desde sempre. Pois bem, então quando você começa a dar próximos passos, abrindo de mão, sabe, desenvolvendo um profundo esforço para, sabe, abdicar de costumes que estão arraigados no espírito, sabe, milenar que você é, ah, tem que existir ali uma uma um grande propósito, um grande
mão, sabe, desenvolvendo um profundo esforço para, sabe, abdicar de costumes que estão arraigados no espírito, sabe, milenar que você é, ah, tem que existir ali uma uma um grande propósito, um grande significado, um grande objetivo. E esse objetivo ele não é material, você não consegue calcular ele e anotar ele. Esse objetivo ele é desenvolvido a partir de uma outra percepção que é a nossa intuição, que é tá ali na vanguarda ali da fé. Então veja, é só quando eu consigo me conectar com a divindade e que a fala e sabe, eu não consigo explicar isso eh eh objetivamente, intelectualmente para as pessoas, que que aí sim esse esse esse significado subjetivo, né, intuitivo, que é a fé, é a única justificativa para que uma criatura que está no estado de conforto possa sair desse estado de conforto sem ter nada material em jogo. Então eu eu não vejo como a criatura ela dá os próximos passos em direção a ser mais e melhor, caminhar em direção à perfeição que emana de Deus sem ela ter fé, porque ali ela não tem uma garantia de nada, sabe? Eu ficamente falando, materialmente falando, é só uma comunicação entre ela e e a e a divindade que diz: "Olha, tenho certeza que vai dar certo". Isso daí é a fé. Então, sem desenvolver também essas habilidades, sabe? subjetivas da criatura humana, a gente não consegue dar caminhar passos largos. Muito bem. Aqui nós vamos ainda dentro de item 13 agora como entender que a vida terrestre tem que servir exclusivamente ao aperfeiçoamento moral, como comenta aqui um espírito protetor. Olha só, a vida terrestre é um curso de aperfeiçoamento. Então, é um curso onde nós temos que entender que somos testados em nossas conquistas. E por isso ela tem que servir exclusivamente ao aperfeiçoamento moral, porque nesse curso de formação, alguns se graduam, outros chegam à pós-graduação, outros vão pro mestrado, vão ao doutorado e até o pósdoc. Isso é a sequência da vida quando nós conseguimos no plano material testar as nossas aquisições espirituais. Então,
os chegam à pós-graduação, outros vão pro mestrado, vão ao doutorado e até o pósdoc. Isso é a sequência da vida quando nós conseguimos no plano material testar as nossas aquisições espirituais. Então, por isso, a vida serve para isso, para que a gente mostre esse aperfeiçoamento moral. E por que que tem que ser só aqui? É porque só aqui nós somos colocados frente a nós mesmos. Nós estamos em contato com a materialidade, estamos em contato com as ilusões que sempre eh nos atrapalharam no decorrer das nossas vidas anteriores. E a gente tem que entrar naquele projeto seguinte: deixe as ilusões antes que as ilusões te deixem. Então, quando nós entramos nesse patamar, nós realmente estamos nesse processo de dar uma formação moral maior a nós mesmos. e buscando um meio de exercitar esse aperfeiçoamento. Através do quê? Através da convivência, da lei da sociedade, da lei do progresso, do exercício de todas as leis naturais que nos levam à lei de amor, justiça e perfeição. Aí sim a moralidade estará à tona. Deus casusa no item 13, o espírito protetor, ele encerra assim a mensagem. Hoje, na vossa sociedade, para serdes cristãos, não se vos faz mistério nem o holocausto do martírio, nem o sacrifício da vida, mas única e exclusivamente o sacrifício do vosso egoísmo, do vosso orgulho e da vossa vaidade. Triunfareis se a caridade vos inspirar e vos sustentar a fé. Comenta pra gente, por favor. Então, o primeiro, quando você tava lendo, tá, a primeira coisa que me veio na mente foi a narrativa de Humberto de Campos no livro Contos e não, no livro Ontologias Mediúnicas do Natal, quando eh tem uma mensagem que fala sobre o desencarne de Simão Pedro, uma mensagem belíssima, belíssima, se eu não me engano, é de Humberto de Campos essa mensagem específica. E aí quando ele narra o momento da sua prisão, o momento que ele é crucificado, me veu também na mente lá as páginas finais do livro Paulo Estevon, quando fala do momento onde ele também vai ao seu sacrifício. Então, essas são as
to da sua prisão, o momento que ele é crucificado, me veu também na mente lá as páginas finais do livro Paulo Estevon, quando fala do momento onde ele também vai ao seu sacrifício. Então, essas são as referências que me me e agora me veio também a Jana de Cusa no livro Boa Nova, também aquela, né, emocionante, aquele capítulo que é narrado por Humberto de Campos, ela próxima do seu filho e nos círculos romanos servindo eh de divertimento para aquela plateia enlouquecida. Então, eh, esses sacrifícios naquele tempo dos cristã do cristianismo primitivo, do tempo de Jesus, representava meio que assim o exemplo que eles podiam dar de desprendimento, de crença na vida, sabe, na vida eterna, na de ensinar para as pessoas que olha, nós somos espíritos, tá? Entenda isso, nós somos espíritos, a gente não morre. E naquela época essa era a forma deles conseguir eh ajudar no processo de evangelização dos corações, sabe? era o martírio físico mesmo, as dores do corpo físico, dentre dentre tantas dores, essas também já eh nós que aqui estamos vivendo num mundo que já foi muito mais harmonizado em relação a aos respeitos, às sociedades, à diversidades, sabe, a a ao direito que a gente tem de exercitar a nossa fé da maneira como a gente quiser, o que nos cabe hoje é simplesmente focar na nossa reforma íntima, sabe? a gente construir um plano individual de desenvolvimento focado, né, sabe, em abrir mão de todos esses vícios morais que nos fazem sofrer. Hoje, o nosso momento é de ajudar a as pessoas que estão ao nosso redor, de exemplificar a nossa vivência cristã a partir de um exemplo de profunda renovação. Naquela época se fez muito necessário esses martírios, essas coisas todas, né? Mas agora não. Agora a gente já superou um pouco essa fase. O que a gente tem para oferecer paraa humanidade em termos de, sabe, de conduta cristã é isso, é abrir de mão dos vícios que tanto nos fazem sofrer. Muito bom. A gente precisa entender, né, essa essa diferença que a aquele tempo eles eram levados,
e em termos de, sabe, de conduta cristã é isso, é abrir de mão dos vícios que tanto nos fazem sofrer. Muito bom. A gente precisa entender, né, essa essa diferença que a aquele tempo eles eram levados, né, ao sacrifício físico e tudo. E hoje voluntariamente a gente precisa oferecer para sacrificar o egoísmo, né, e o orgulho e a vaidade, tudo isso, a prepotência. Muito bom. Ângela Jucá, ela quer aprofundar, Euzita. Então, ela pergunta: "Qual a relação entre fé e caridade? A prática da verdadeira caridade e a fé contribuem para a nossa evolução espiritual. Casusa já tinha comentado alguma coisa, né? Uhum. é a relação entre fé e caridade. Fé partindo do princípio da origem da palavra que significa fides, fidelidade. A fé é a fidelidade que você tem a qualquer propósito que você exposa. E a caridade é esse amor em movimento. Então, se você coloca toda a sua segurança, a sua fidelidade no exercício desse amor que consola, que acolhe, que que enobrece, que abriga, o que que é que acontece? Uma grande contribuição para a nossa evolução espiritual. Por que que é uma grande contribuição paraa nossa evolução espiritual? Porque nós somos fiéis aos princípios que nos aquecem o coração. Nós somos fiéis aos ensinamentos do Evangelho que traz para nós essa perspectiva da realidade espiritual, que a morte não existe como extinção de vida. A gente passa a entender que a gente só leva da vida a vida que a gente leva. Então, como diz o Casusa, vamos mostrar o nosso melhor, vamos levar a nossa vida da forma melhor que nós pudermos em termos de construção da nossa identidade espiritual, deixando de lado os ismos, o egoísmo, usando todas as possibilidades de transformar os nossos vícios em virtudes para que nós nos fortalecemos com os recursos que a gente tem. E quais são os recursos que a gente tem? Todas as experiências que já vivenciamos. Então, nós não podemos esquecer de que somos criaturas perfectíveis, espíritos imortais e que estaremos sempre em contato conosco mesmo. Então, fazer de nós o melhor que pudermos ser é
já vivenciamos. Então, nós não podemos esquecer de que somos criaturas perfectíveis, espíritos imortais e que estaremos sempre em contato conosco mesmo. Então, fazer de nós o melhor que pudermos ser é viver sempre em boa companhia e isso ajuda a caminhar. Excelente. Casusa Daniel Rosa às 21:45. pergunta: Se a fé é mãe da caridade por por virtude primogênita, é o que nos conduz ao bem como base da regeneração individual e coletiva na sublimação do egoísmo com obstáculo ao progresso moral e social. Eh, meio que eu acho que essa é a terceira pergunta que contempla essa relação entre entre a fé e a caridade. Mas por que é que a caridade ela nos ajuda a, primeiramente vamos falar da caridade, por que que ela nos ajuda nesse processo, sabe, de renovação? Por que que a gente entende que fora da caridade não há salvação? Por que que o Kardec ele ele ele ele ele comprou essa ideia, né? E e e e hoje a gente entende que isso é uma das é a bandeira do espiritismo, sabe? Do Espiritismo em ação. Porque a caridade ela nos provoca a caridade autêntica como aquela como Jesus a vê, né? a benevolência, indulgência, perdão. Além disso, também o desprendimento das coisas materiais, a ação e tudo mais, ela nos obriga nos obriga a uma atitude de mudança, a uma atitude de regeneração, a uma atitude de abrir de mão daquilo que nos impede de caminhar em direção ao outro. Não tem como. Eu sou uma pessoa caridosa efetivamente, sem antes eu tenha desenvolvido a compaixão, sabe? Então, para eu desenvolver a caridade, eu tenho que ser uma pessoa que desenvolve compaixão, que desenvolve empatia, que desenvolve a capacidade de perdoar. E como é que eu vou desenvolver a caridade pelo outro se eu fico amarrado aos defeitos que o outro tem? Eu só faço caridade quando eu me comporto, por exemplo, quando Jesus, como Jesus se comportou com pluboentos, é olhando pro senador romano, mas olhando daqui a 2000 anos venemano lá na frente, sabe? Então, e esse conjunto de exigências que a caridade eh faz a criatura humana faz
s se comportou com pluboentos, é olhando pro senador romano, mas olhando daqui a 2000 anos venemano lá na frente, sabe? Então, e esse conjunto de exigências que a caridade eh faz a criatura humana faz com que eu efetivamente vá me transformando, abrindo de mão eh do egoísmo, do orgulho. Porque não existe essa história de combater o vício. Você tem que transformar. Eu acho que Euzita falou isso também hoje, os vícios morais eles precisam ser transformados. Como é que eu transformo o vício moral? é sufocando ele, tirando o oxigênio dele a partir da da do nascimento de virtudes que o substituam. Então, eu combate o egoísmo, o orgulho a partir da humildade, a partir da, sabe, da prática da caridade. Uma vez que eu consigo realizar esse processo de construção interior, sabe, de vivência numa coletividade de forma saudável, que o meu coração se transforma. Eh, sabe, gente, isso eu já vi na prática diversas vezes acontecer. Naturalmente o a célula humana que me cerca começa a sentir o impacto da minha transformação, gente. E isso daí eu posso garantir a vocês, quando a gente se transforma um pouquinho para melhor, a família, as pessoas que trabalham conosco naturalmente sentem o impacto dessa nossa transformação. Como consequência disso, essa célula humana social começa a se modificar, seja ela família, tô usando família porque é é o sabe a primeira célula ali humana. E assim as sociedades elas vão se modificando. A grande colaboração que o Espiritismo traz pra humanidade, se eu não me engano, eh, Kardec desenvolve esse raciocínio na Gênese, não tem, se eu não me engano, é na Gênesis, é quando a gente vai expandir o pensamento espírita, a prática espírita no meio da nossa sociedade, mas é a partir do exemplo, tá gente? A gente tem um compromisso de transformar o mundo. Ah, temos, mas é a partir do nosso exemplo. Isso é preciso deixar claro. Então, por isso, meu amigo, não me recordo o nome da pessoa que fez a pergunta, por isso que a caridade ela precisa da fé para existir.
s, mas é a partir do nosso exemplo. Isso é preciso deixar claro. Então, por isso, meu amigo, não me recordo o nome da pessoa que fez a pergunta, por isso que a caridade ela precisa da fé para existir. E uma vez que eu consigo desenvolver ela, eu consigo transformar o ambiente que eu vivo. É assim que o mundo vai melhorar. Agora, só tenha paciência, viu? que nenhum de nós aqui encarnados nessa atual reencarnação veremos a Terra um mundo de regeneração. Tenha paciência, a gente vai ver, ou seja, na erraticidade, ou seja, na a gente vai ver um dia. O grande problema, meus amigos, é a o nosso afobamento. Mas um dia o mundo vai se a terra vai se transformar e atrapalha a preocupação dos outros se transformarem. A gente esquece de fazer a própria transformação, né? [risadas] Muito bem. Olha, a, vamos contextualizar. Elane Leopoldino colocou um caminho seria a cooperação em vez da competição. Eu diria um caminho não é para vencer o egoísmo, o orgulho e para praticar a caridade com fé. Seria a cooperação no lugar da competição. Perfeitamente, não é? Porque o que que tá acontecendo aí? está acontecendo eh a cooperação como o contrário da competição em que você ao invés de querer ganhar, querer ganhar, querer ganhar, você vai querer colaborar. Então, como o o Casusa tava colocando, se você quer mudar o mundo fora de você, então mude o mundo dentro de você primeiro. Nós temos que começar pelo nosso interior. À medida em que a gente se transforma, ah, mas eu sou um grande pecador, eu como é que eu vou chegar a ser santo? Paraanogananda tem uma frase lapidar. O santo é o o pecador que não desistiu. Então a gente tropeça. Pecar pecadeira e cai tropeçar com os próprios pés, mas torna a levantar, a juntar os joelhos desconjuntados e tocar em frente. E se nós estamos analisando, estamos no mundo de regenera, e a caminho de um mundo de regeneração, então veja como é que você dirige o seu carro. O que é que você vê no retrovisor? No retrovisor eu vejo o mundo de expiação e provas e no
no mundo de regenera, e a caminho de um mundo de regeneração, então veja como é que você dirige o seu carro. O que é que você vê no retrovisor? No retrovisor eu vejo o mundo de expiação e provas e no para-brisa o mundo de regeneração que está iniciando. É por aí. Não fico fixado no que tá no retrovisor da minha história, mas eu vou fixar o quê? Nas minhas possibilidades, o mundo de regeneração que eu quero para mim. Então que eu me regenere. Isso mesmo. Olha, Cazusa, Pedro de Paiva pergunta: "Qual a diferença entre o amar o próximo como a si mesmo? E o amai-vos uns aos outros como eu vos amei?" Ótima pergunta, Pedro. Ótima pergunta. Na verdade, as duas são grandes ensinamentos que Jesus deixou pra humanidade para que a gente consiga desenvolver aí o o sabe a a vivência prática da caridade, né? eh de fraternidade absoluta. No entanto, ela cada uma tem uma proposta pedagógica diferente. Então, veja só, eh, vamos começar pela segunda. A segunda, ela traz uma referência que é o Cristo. Então, essa segunda, ela é muito mais fácil de ser ensinada e de ser aprendida. Porque veja, eu tô dizendo, olha, amaiv uns aos outros como Jesus nos amou. Aí a pessoa vai, mas o que foi que Jesus fez? Aí você vai entender, olha, Jesus lavou os pés para dar um ensinamento que a humildade é a maior de todas as ações. Jesus não teve medo da morte porque Jesus provou que nós somos espíritos imortais e por aí vai, sabe? Então, ah, então eu vou amar o próximo da mesma forma que Jesus amou. Então, eu tenho uma referência, ela é muito mais pedagógica. Essa outra é um pouco mais filosófica, percebe? velho, ama o próximo como a si mesmo. Embora ela também não seja muito muito complexa, dá para todo mundo entender, mas quando eu não desenvolvi ainda, sabe, uma um processo de de melhoramento contínuo das minhas ações, uma reflexão cotidiana sobre aquilo que eu preciso melhorar, talvez eu perca aí a referência de como eu amar o outro, porque eu não tenho muitas vezes nem em mim. Então, por isso que todas elas vão nos levar para o
otidiana sobre aquilo que eu preciso melhorar, talvez eu perca aí a referência de como eu amar o outro, porque eu não tenho muitas vezes nem em mim. Então, por isso que todas elas vão nos levar para o mesmo caminho, que é uma vida em sociedade, onde brilha e reina a fraternidade. Todas duas vão levar pro mesmo caminho. Na minha avaliação, o que muda é a estratégia pedagógica de uma para a outra. Muito bem. É interessante que Jesus colocou em em duas situações, não é? Eh, a primeira amar a a a Deus sobre todas as coisas e é o próximo mesmo vem lá do Antigo Testamento, né, que ele vai aproveitar e colocar e apresenta como resumo de toda a lei. E depois ele vai falar como amigos, não é? Que vos ameis como eu vos tenho amado. Então, a gente fazer essa relação da fraternidade mesmo ali na relação de uns com os outros, não é? E a renúncia para o bem do próximo é muito interessante. Gostei, Casusa. Obrigado. A, o Pedro Paiva pergunta aqui, olha, Euzita, o perdão seria a caridade na prática? Perfeitamente, porque é a doação de si mesmo. O perdão é a caridade na prática. E quando você perdoa, você se liberta. E quando você se liberta, você cresce em possibilidades de continuar o seu progresso. Por isso, perdoar nunca é demais. É o melhor que a gente pode fazer. Muito bem. Olha, Casusa, qual a forma mais fácil de começar a praticar a caridade? Eita! E agora? [risadas] Ô, e essa essa pergunta ela é bem, acho que é o Simão Pedro que brinca dizendo que aquela pergunta do livro dos espíritos que diz qual o meio eficaz, né, e prático para superar, né, que é uma ele diz que é uma pergunta mineira que ela quer logo o resultado, né, o meio prático, eficaz, que é uma coisa logo direta, quer [risadas] quer ser muito expulso. Ele faz essa brincadeira e uma palestra que eu já assisti dele. E aí essa pergunta também traz essa característica. Qual é a forma mais fácil de começar a praticar a caridade? Olha, eu eu acho que não existe um um uma regra, um método que as pessoas possam eh desenvolver. Eu acho que cada
traz essa característica. Qual é a forma mais fácil de começar a praticar a caridade? Olha, eu eu acho que não existe um um uma regra, um método que as pessoas possam eh desenvolver. Eu acho que cada um de nós deve começar a praticar a caridade da forma que tá mais próximo de nós, sabe? Da forma que tá mais perto, mais simples, que a gente pode, que que tá ao nosso alcance, entende? contanto que ela seja autêntica, que ela seja verdadeira, mesmo que a gente entenda antes de tudo o conceito que é abrir de mão de todo e qualquer interesse que a gente tenha, de todo e qualquer vaidade, de todo e qualquer egoísmo nas nossas ações e a gente comece. Por isso que assim, o que eu posso oferecer como, sabe, como sugestão para qualquer pessoa é avalia o que tá próximo de você no seu dia a dia, no seu entorno e consegue elencar algumas ações de doação de você mesmo, você mesma para o outro, sabe? E aí veja o que é que tá mais próximo. Às vezes é lavar só uma louça, sabia? É, sabe? Às vezes só lavar uma louça, só varrer a poeira da casa, isso sabe? Às vezes é só colaborar, varrer a calçada, colocar o lixo fora. Talvez isso já é um grande começo. Não tô dizendo que é só isso e para acabou não. Mas a pergunta foi: qual é a forma de começar? Então às vezes só isso já é a grande forma de começar. A gente já consegue ver uma mudança, né? Excelente, Casusa. Nessas coisas simples, né? Que você citou, lavar a louça em vez de ficar brigando com outro. A sua vez de lavar a louça. Você tá tendo tempo para brigar porque tá livre. Vai lá e lava e pronto. Não é isso? leva o copo d'água pro esposo ou paraa esposa, né? Eh, é, é às vezes as coisas simples do dia a dia. É ensinar os filhos a ter responsabilidade também é caridade, não é? Para eles não ficarem independentes e mais tarde se sentir inúteis e recorrer a droga, não é? Então, é muito interessante. Muito bem. Se começar nas pequeninas coisas mesmo, naquilo que a gente às vezes não dá importância. Ali é onde tá o segredo às vezes. E
inúteis e recorrer a droga, não é? Então, é muito interessante. Muito bem. Se começar nas pequeninas coisas mesmo, naquilo que a gente às vezes não dá importância. Ali é onde tá o segredo às vezes. E calar, quando alguém dá uma fala aquilo que a gente não gostaria de ouvir, a gente ouve, engole e fica calado, não é? Exato. Só um adendo, se me permite, até desculpa por ter interrompido você. Às vezes a gente fica procurando o que eu chamo de clichês da caridade. O que são os clichêos da caridade? assim, vamos visitar um um uma casa que abriga idosos, que abriga crianças, um presídio, né? Porque meio que todo mundo já pensa nisso. Só que às vezes você tem uma avó, uma uma ou uma bisavó que queria tanto que você fosse lá, desse um cheiro nela, sabe? Conversasse com ela, com ele, passasse meia horinha lá. Aí você não passa. Aí você vai visitar o, né, a casa de acolhimento de idosos, porque meio que, sabe? Então não existe esse roteiro. Por isso que eu digo, olha no seu entorno, né? Vê o que Muito bom. Eh, eu vou alertar o pessoal. O tempo está acabando, viu, gente? A gente tem três perguntas. Acho que só dá tempo para mais essas que estão aqui mesmo. Então, Luciana Alexandre aqui, a do seria o único instrumento para chegar a esse aperfeiçoamento, ou seja, eliminar o egoísmo, o orgulho e a vaidade. Será que é só através da dor? Não, nunca só através da dor. Nós evoluímos através do amor e através da dor. A dor só entra em cena quando nós não conseguimos atender aos apelos do amor. Então, a dor é um recurso pedagógico, sim, mas ela só acontece quando nós fazemos ouvidos moucos aos chamamentos do amor, ao entendimento, ao uso da caridade, a essa sua eh sensação de se tornar útil, como Casusa também colocou nas coisas simples. Caridade é senso de utilidade. Como você pode ser útil na sua casa com seu próximo mais próximo? Aí estamos no exercício da caridade, estamos no exercício do amor. Aí de repente eu não consigo isso, vou ter que ter privações para que eu saiba entender como é ser útil com os meus,
mo mais próximo? Aí estamos no exercício da caridade, estamos no exercício do amor. Aí de repente eu não consigo isso, vou ter que ter privações para que eu saiba entender como é ser útil com os meus, por exemplo. Muito bem. E como a dor acaba sendo eh o olhar de compaixão do amor sobre nós e aí é sempre oportunidade. Sim. Olha o que que a Elane Leopoldino, Casuda, traz pra gente como pergunta bem bem interessante. Como não ter vaidade nesse mundo de redes sociais? Por onde começar? Eh, as pessoas estão peg pesado comigo aqui nas perguntas, mas vamos lá. Olha só. [risadas] Então, olha só, gente. Eu eu vou tentar ser sucinto porque essa é uma questão, embora possa não parecer, mas ela é muito complexa. Mas eu vou tentar em pouquíssimos minutos tentar descrever algumas coisas. Olha, primeiro, as redes sociais elas usam-se de uma estratégia que é de prender você lá. Você precisa passar tempo lá. E eles entenderam, e eu falo isso com uma certa propriedade, porque é minha área, eu sou análistas, e se compreendeu que você precisaria investir em alguns defeitos humanos, porque eles causam muito engajamento, a vaidade, o ciúme, o orgulho, a arrogância. Então, tanto é que os algoritmos das redes sociais eles procuram criar nichos, colocar você perto só de pessoas que tm a mesma forma que você pensa, as postagens que aparecem. Então, as redes sociais hoje, me referindo às mais importantes aí do mercado, as maiores, elas foram produzidas para eh ganhar em cima dos seus defeitos, certo? Então, ela estimula mesmo a sua vaidade e é isso que ela faz, porque isso faz com que você fique lá. E se aí você fica lá, ela consegue vender mais propaganda e comercial dentro da rede social. Então esse é um ponto técnico do do processo. Agora, de nossa parte, para além de compreender isso, tem documentários, tem livros que falam sobre isso, mas para além disso, a gente precisa entender que, olha só, essa a vaidade nos torna criaturas felizes. Eu posso afirmar vocês com toda a certeza, não. A
ocumentários, tem livros que falam sobre isso, mas para além disso, a gente precisa entender que, olha só, essa a vaidade nos torna criaturas felizes. Eu posso afirmar vocês com toda a certeza, não. A vaidade, ela é o seguinte: olha, eu quero ouvir que eu sou bom. A vaidade, o orgulho é aquele sentimento que diz: "Ó, eu sou melhor do que você". A vaidade é o sentimento que diz: "Diga agora que eu sou melhor do que você". A vaidade é aquele casal quando briga e um diz pro outro: "Ó, só faça as p se você assumir que tava errado ou que tava errada". Essa é a vaidade. Então, como começar? É a gente sabe se conscientizar de que, ó, o que é a vaidade. É isso que eu acabei de dizer para vocês. Reflitam sobre isso e diz: "Olha, eu preciso abandonar ela porque ela não me faz bem". e também dá uma olhadinha nesses aspectos técnicos que eu citei inicialmente, que eu tenho certeza que vai ajudar a entender o processo. Muito bom, Casusa. A última pergunta é da Ktia Melo. Eita, qual sua avaliação sobre o papel do autoconhecimento na prática da caridade? Beleza, Ktia. O papel do autoconhecimento é essencial, porque se você se conhece, você tem possibilidade de agir com mais acerto. Se você se ignora, se ignora, você vai, eh, agindo por instinto, poridade, como colocou aí o o Casusa. E não é por aí que nós temos que caminhar. Nós temos que entender que nos conhecer é a grande chave libertadora, porque você vai conhecer exatamente a sua capacidade, o seu potencial. Você vai se posicionar entendendo com as suas características o outro como ele é e sabendo que não é um elogio, não é uma mensagem que vai te fazer mal ou que vai te fazer bem. Porque se autoconhecendo, você chega a um nível de consciência em que você pode se dizer, como dizia o professor Humberto Roden, não sou melhor porque me louvam, nem sou pior porque me censuram. Sou o que sou, aos teus olhos, Senhor, e à luz da minha própria consciência. Então, autoconhecimento é a consciência de você por você mesmo. E isso é importante.
uvam, nem sou pior porque me censuram. Sou o que sou, aos teus olhos, Senhor, e à luz da minha própria consciência. Então, autoconhecimento é a consciência de você por você mesmo. E isso é importante. Muito bom, Lu. Vamos fechar juntos. Eu um, você outro. Vamos lá. Os nossos Vamos. Os nossos encontros semanais ficam gravados e estão disponíveis gratuitamente para você. O estudo está disponível também em podcast, no Spotify e nas demais plataformas de audio streaming. Bom, para mais informações, você pode acessar o nosso estudo no Telegram @studo_se_Feptv. Para encontrar todo o conteúdo do estudo, basta você acessar o site www.febtv.com.br/estudotracinhoese. br/estudotracinhoese. A FEBTV disponibiliza três oportunidades de estudo das obras básicas do Espiritismo. Estudando o livro dos espíritos, sempre as segundas-feiras às 20 horas. Estudando o livro dos médiuns às terças às 20 horas e estudando o Evangelho Segundo Espiritismo, sempre aqui conosco às quintas-feiras às 21:30. Apoia a FEB TV, por favor, nos ajude a manter este e outros estudos no ar, acessando febtv.com.br. No nosso próximo estudo, continuaremos com o capítulo 11, amar o próximo como a si mesmo. Instruções dos espíritos, caridade para com os criminosos. Deve se expor à vida por um malfeitor. Até a semana que vem, gente. Tudo de bom. Muito obrigado, Cusa Eluzita. as nossas queridas intérpretes e Luciane pela parceria. Estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo, [música] um estudo sequencial da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec. [música] Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria.
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