42º Congresso Espírita - Palestra com Jorge Godinho

FEEGO 11/03/2026 55:42

Após a abertura do primeiro dia do Congresso Espírita de Goiás, no sábado, o presidente da Federação Espírita Brasileira, Jorge Godinho, apresentou a palestra com o tema “O Futuro do Movimento Espírita”. Em sua exposição, Jorge Godinho propõe uma reflexão sobre os caminhos do movimento espírita, os desafios do presente e as responsabilidades das instituições e dos trabalhadores espíritas na construção de um futuro pautado na fidelidade à Doutrina Espírita, na união e no fortalecimento do trabalho de divulgação e vivência do Evangelho. A palestra convida o público a refletir sobre o papel de cada um na continuidade e no fortalecimento do movimento espírita, destacando a importância do estudo, da prática da caridade e do compromisso com os princípios espíritas. Assista à palestra completa e acompanhe este momento de reflexão apresentado no Congresso Espírita de Goiás. Inscreva-se no canal, compartilhe este conteúdo e acompanhe as demais palestras do congresso. Para mais informações sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br Instagram: https://www.instagram.com/feego_oficial/ Facebook: https://pt-br.facebook.com/feego.oficial/

Transcrição

E hoje nós temos a alegria de receber aqui ele que talvez seja uma das maiores autoridades da doutrina espírita do mundo. Porque se o Brasil é a pátria do Evangelho, o nosso presidente da Federação Espírita Brasileira é o representante maior da doutrina no Brasil. E com muita alegria, com muito prazer, nós convidamos para a palestra de abertura do 42º Congresso Espírita de Goiás, o presidente da Federação Espírita Brasileira, Jorge Godinho, que nos apresentará o tema A luz de Jesus e Kardec para o mundo em transição. Jorge Godinho é trabalhador da Associação Espírita Obreiros do Bem, nascido em Lara Espírita e atualmente preside a FEB, com larga importância no movimento espírita nacional e internacional. Seja muito bem-vindo, presidente. Queridas irmãs, queridos irmãos, senhoras, senhores, antes eu gostaria de fazer uma ressalva. Eu fico com a idade, porque a autoridade aqui falada, nós não a temos. A autoridade maior é de Jesus, nosso mestre amigo, onde todos nós na sua seara somos meros servidores, trabalhadores e que nem sempre correspondemos à expectativa dele, apesar dos compromissos que nós assumimos antes do nascimento. É com muita alegria que aqui nós nos encontramos desde o momento em que fomos convidados e aqui presencialmente com os nossos sentimentos já tocados, porque a arte ela nos levou a estes momentos para que nós pudéssemos estar com os nossos sentimentos sintonizados, com esse psiquismo de Jesus que nos traz paz, nos traz alegria, mas sobretudo desenvolve em nós o sentimento de fraternidade. O discípulo amado, João, o evangelista, no capítulo 8, o versículo 12, antes ele havia registrado o episódio da mulher adúltera e ele vem registrar neste versículo 12 do capítulo 8, dizendo: "Ele repeti Eu sou a luz do mundo. Aquele que me segue de modo algum ficará em trevas, mas terá a luz da vida. Este é o texto. Mas quando nós estudamos o evangelho, é necessário que nós também vejamos o contexto para melhor compreensão das palavras de vida eterna do amigo

ará em trevas, mas terá a luz da vida. Este é o texto. Mas quando nós estudamos o evangelho, é necessário que nós também vejamos o contexto para melhor compreensão das palavras de vida eterna do amigo divino. época. E hoje, com o conhecimento que nós temos das traduções, tanto do hebraico quanto do aramaico, nós vamos verificar que a palavra que representava luz, além do significado físico da luminescência, traz-nos outros significados. que transcendem a este simples fato de um efeito físico luminoso. Significava também revelação, verdade, direção, vida. E quando Jesus se anuncia, "Eu sou a luz do mundo, certamente ele já estava se anunciando como sendo o revelador do mundo, porque ele nos trouxe uma notícia nova, uma notícia que até então já anunciada pelas escrituras aguardava a chegada do Messias. E ele veio nos trazer a notícia de um amor, um amor diferente. O amor que é característica de espíritos puros, instruídos, depurados, que é o ponto mais importante, é o ponto mais sublime, mais delicado do sentimento que estes espíritos possuem. E a divindade colocou-o entre nós para que nós pudéssemos naquele momento, segundo benfeitores espirituais dizem que era o momento da maior idade da humanidade, aonde já poderia se conhecer esta boa notícia. E ele chega como a luz. Chega uma luz que vem brilhar nas trevas da ignorância de até então, trazendo algo novo que impactou a sociedade de então. Mas sobretudo as suas palavras, por serem de vida eterna, elas perduram por todo sempre. E Jesus durante a sua vida pública, veio nos trazer revelações à luz, conforme o significado da época. Primeiramente, ele foi o primeiro a falar de Deus como Pai, trazendo uma revelação nova, trazendo-nos o sentimento, o sentido de que todos nós somos irmãos e a humanidade. A sua voz suave, ao reverberar na atmosfera, fazia com que aqueles que a ouvissem jamais esquecessem a sonoridade da sua voz. Ele cantou naquele entardecer do Dourado as bem-aventuranças. Uma sinfonia tão bela e com todo respeito a que nós acabamos

ia com que aqueles que a ouvissem jamais esquecessem a sonoridade da sua voz. Ele cantou naquele entardecer do Dourado as bem-aventuranças. Uma sinfonia tão bela e com todo respeito a que nós acabamos de ouvir, muito mais bela, porque a sua voz suave, ao cantar as bem-aventuranças para uma multidão de milhares de pessoas, dá-nos a entender que naqueles instantes ele falava não só com a simplicidade, com a amorosidade, sem a intenção de gritar para aqueles que estavam mais distantes poder ouvir aquela sinfonia. Certamente usou de recursos, como em outras vezes, manipulando os fluidos, para que a sua voz suave, melodiosa, pudesse ser ouvida na mesma intensidade dos que estavam próximos daqueles que estavam distantes. Todos foram tocados por uma esperança nova. Uma notícia nova, aonde esta sinfonia tocou os corações de todos como toca até os dias de hoje. Mas ele foi um revelador. falou do nascer de novo no calar da noite, há um doutor da lei que o procurou falando deste vir e de ir que naturalmente a providência divina oportuniza todas as criaturas com a reencarnação. O doutor não entendeu, mas a mensagem ficou e os evangelistas a registraram. Ele também falou-nos de outras revelações para que a humanidade jamais esquecesse os seus testemunhos. Ele testemunhou o diálogo entre os espíritos. Porque quando traziam aquelas pessoas consideradas endemoniadas, ele conversava com os ditos demônios, que eram os espíritos, e a sua autoridade moral. Era tão reconhecida que uma simples palavra, um simples gestos, aquela pessoa deixava de ser endemoniado e voltava ao seu estado normal. ensinou-nos o diálogo entre os espíritos encarnados e desencarnados. Ele curou, mas também os evangelhos não registra aqueles aos quais ele não curou, porque em muitos aguardava com a sua presença um olhar de esperança para que ele pudesse também dar-lhe a cura que ele desejava. Ele olhava, a expectativa acontecia, mas ele caminhava porque aquele instante, naquele momento, ele sabia que aquele ainda não estava em

ça para que ele pudesse também dar-lhe a cura que ele desejava. Ele olhava, a expectativa acontecia, mas ele caminhava porque aquele instante, naquele momento, ele sabia que aquele ainda não estava em condições de ter a cura como muitos outros tiveram. Ele falou-nos que na casa do Pai há diversas moradas há 2000 anos. E nos dias de hoje, a ciência, os homens estão buscando nas diversas moradas infinitas do cosmo, a presença de seres humanos ou de algo semelhante que tenha na sua composição maior a água. Como se Deus, o nosso pai, fizesse cópias. Deus não faz cópia. E ele veio ao longo desses 3 anos da sua vida pública, trazernos muitas revelações, não foi entendido? E naturalmente, a história nos conta que, apesar do não entendimento, o respeitou, porque os ostariadores não encontraram na história um local para colocá-lo e disseram: "É antes dele, depois dele". E ele fica com uma referência. os seus seguidores fiéis as suas recomendações, porque ele veio nos falar de um reino que não é deste mundo. E no diálogo que no livro Boa Nova nós vamos encontrar dele com o sacerdote Anã, ele vem dizer que o reino de Deus é a obra divina no coração dos homens. É esta conquista, esta construção que naturalmente cada um de nós ensejamos realizar para que tenhamos este reino dentro de nós. E naturalmente, se assim fizermos, também teremos a paz que ele prometeu diferente da dos homens. poderíamos citar inúmeros fatos reveladores, mas quando ele diz: "Eu sou a luz do mundo, ele também está dizendo: "Eu sou a direção, eu sou aquele caminho que mais tarde ele vem dizer: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". Jesus entre nós deixou este legado que naturalmente antes do nascimento daqueles que foram seus apóstolos, no propósito existencial de cada um deles, podemos afirmar que ele escolheu quatro jornalistas, dois que conviveriam com ele. diariamente observando um deles, podemos dizer que era o repórter da hora, Levi, Mateus, tudo que ele falava, ele registrava nas suas anotações.

olheu quatro jornalistas, dois que conviveriam com ele. diariamente observando um deles, podemos dizer que era o repórter da hora, Levi, Mateus, tudo que ele falava, ele registrava nas suas anotações. Outro. O discípulo amado. João era assim considerado por Jesus, não por ser o mais jovem, mas por ser aquele que havia desenvolvido ao longo das existências o sentimento de amor. Por isto ele o chamava de discípulo amado. Este conviveu com Jesus e assumiu a responsabilidade de trazer a sua boa notícia de forma transcendental, mas espiritualizada. e outros dois que não conviveu com ele, Marcos, Lucas, cada um com o propósito de levar esta mensagem a comunidades diferentes, ao povo hebreu, Mateus, Marcos aos Romanos, Lucas ao Gentius são os de evangelhos sinóticos. Mas João transcendente vem nos trazer um evangelho que sobressai da vida comum para nos levar mais à espiritualidade. Eles cumpriram seu papel, tiveram fidelidade. fidelidade dos cristãos primeiros, dos discípulos que Jesus os empoderou, em especial os apóstolos com conhecimento. Porque a cada instante, em uma oportunidade singela de um colóquio particular, ele conversava esclarecendo quando o assunto era de interesse geral. Ele diante da multidão olhava para o discípulo, dava um sorriso e trazia aquele assunto como um ensinamento para todos aqueles que estavam ouvindo e para nós, porque esses ensinos foram registrados. Foi assim que ele fez com que a fidelidade dos seus seguidores fosse a divina clareza da certeza de que havia um reino que não era deste mundo, de que a fidelidade a Deus deveria ser feita, realizada, testemunhada a ponto de que Eles deram as suas vidas em holocaustos, testemunhando a mensagem nova que Jesus trouxe. A pocritude do seu evangelho durou 300 anos da nossa era, quando o poderio romano achou conveniente libertar os cristãos, porque a sua doutrina, apesar dos cristãos serem perseguidos, ela se expandia cada vez mais. Já o norte da África, a sua doutrina ali já estava e era do conhecimento.

conveniente libertar os cristãos, porque a sua doutrina, apesar dos cristãos serem perseguidos, ela se expandia cada vez mais. Já o norte da África, a sua doutrina ali já estava e era do conhecimento. A Ásia menor, a atual Europa e quanto mais os cristãos eram sacrificados, mais a sua doutrina se espalhava. E aí a história vem nos contar de que ao longo desse período tentou-se dirimir a luz. aquela luz que ele trouxe, as revelações, notícias novas, interferindo com interesses particulares, os interesses do Estado. E nós vamos verificar ao longo da história atitudes ditas cristãs, mas que hoje reconhecemos que éramos cristãos sem Cristo. Porque nós desejávamos conquistar uma cidade de Tassanta com túmulo vazio. Criamos as cruzadas. As cruzadas matavam em nome de Jesus. Os terrenos dos locais aonde eram tomado pelas cruzadas eram destruídos. Jogava-se até sal para que nada crescesse, além do desrespeito às famílias daqueles que ali se encontravam. Tudo em nome de Jesus. Depois veio a escravidão, veio a inquisição e nós observamos que houve uma tentativa de esmaecer a luz. que ele anunciou. Entretanto, houve este período que pode ser considerado pelos historiadores de uma idade que é a Idade Média, chamada a Idade Negra, aonde o progresso aconteceu, porque é uma lei divina, mas de forma muito lenta, quase que imperceptível. Após este período, nós vamos observar que 19 séculos após, na metade deste século, quando o materialismo já negava a existência de Deus, não era necessário Deus para explicar as coisas. A ciência assim o fazia e o materialismo com a sua finitude, por não nos conduz à transcendência do antes e do depois, antes do nascimento e depois da morte. E é neste momento em que a ignorância, as trevas do materialismo encontrando-se no seu ápice, eis que surge um sol. É a mesma luz. É a luz que volta. É ele que desta feita, conforme ele prometeu na última ceia, dizendo aos apóstolos que iria pedir ao Pai para trazer o outro consolador para explicar todas as coisas que ele

ma luz. É a luz que volta. É ele que desta feita, conforme ele prometeu na última ceia, dizendo aos apóstolos que iria pedir ao Pai para trazer o outro consolador para explicar todas as coisas que ele havia dito e ainda muito mais. É nesta escuridão que vem ressurgir a luz, a mesma luz. Porque os imortais ao se anunciarem, eles despertaram na sociedade através de efeitos físicos a atenção. É como se aguardassem homens sérios, responsáveis para identificar que aqueles efeitos físicos das mesas girantes, que tinham resultados inteligentes aguardassem homens sérios para que pudesse desvelar as verdades que estavam subjacente aos fenômenos. E é assim que nós vamos observar um professor, um educador, um tradutor, um homem respeitado na sociedade parisense, o professor Hipolite Leon Denis Rivaio, que diante das informações recebidas, negouas, dizendo àquelas pessoas: "Professor, as mesas falam Ele dá um sorriso. Se você me provar que a mesa é inteligente, eu acredito. Mas elas falam até que uma pessoa que ele conhecia e sabia que tudo que ela dizia antes, ela passava pelo crio da razão. Ela não era uma pessoa que ao ouvir algo passava à frente sem fazer uma análise a priori. convida-o e ele vai verificar as mesas que falavam. Realizou tudo que era possível para dirimir as fraudes caso houvesse. Não havia. E de fato as mesas respondiam de forma inteligente a perguntas inteligentes. E ele saiu da reunião não preocupado, mas ocupado, porque o seu bom senso a curado, a razão dizia-lhe: "Eu estou diante de um efeito inteligente. Todo efeito tem uma causa. Se ele é inteligente, a causa é inteligente, mas a causa que nós estamos vendo são as mesas. E a mesa não é inteligente, tem algo. E aí ele começa então a pesquisar mais profundamente, de forma séria, inicialmente para atender as suas necessidades, mas ele verificou que se tratava de algo muito além das suas necessidades, algo novo que a humanidade não conhecia. E a partir daí, utilizando-se de uma metodologia para identificar

suas necessidades, mas ele verificou que se tratava de algo muito além das suas necessidades, algo novo que a humanidade não conhecia. E a partir daí, utilizando-se de uma metodologia para identificar o que era verdade e o que não era. Porque a primeira coisa que ele identificou é de que as mesas disseram de que a causa era um espíritos e que os espíritos somos nós amanhã e que nós não mudamos de um dia para o outro. E naturalmente se somos brincalhões, permaneceremos brincalhões. Se somos sérios, permaneceremos sérios. Se somos educados assim, se somos letrados da mesma forma e as respostas para que ele pudesse identificar, ele escolheu uma metodologia à universalidade do ensino, um trabalho hercúleo, utilizou-se de mais de 1000 médiuns e veio trazer à tona para a humanidade um legado, aquela luz que aparentemente tinha sido dirimida ao longo dos séculos. Agora ela surge, porque ele, os imortais levantaram as lápides e vieram dizer, vieram anunciar que chegaram os tempos marcados para a humanidade e que eles, como ministros de Deus e agentes da sua vontade, estavam ali para instruir, esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a humanidade era a luz de volta, porque o Espiritismo não trouxe nada além daquilo que Jesus nos trouxe, mas veio interpretar, veio falar-nos das parábolas, das alegorias, dos atos da vida de Jesus, dos ditos milagres, das predições, de forma direta, clara, a luz secundado pelas ciências de então, para melhor entendermos a mensagem divinal de Jesus conforme ele prometeu. Só que agora, conforme ele prometeu, a luz chegou para permanecer por todo sempre. Esta foi a promessa, um outro consolador para merecer por todo e sempre. Somente uma doutrina pode permanecer ao longo dos séculos, dos tempos e, em especial doutrina que é secundária em leis naturais. Porque quando Jesus conversou com os espíritos, trazendo a comunicabilidade entre os espíritos, é uma lei natural. E que o espiritismo vem nos trazer, conforme o codificador nos explica o que

aturais. Porque quando Jesus conversou com os espíritos, trazendo a comunicabilidade entre os espíritos, é uma lei natural. E que o espiritismo vem nos trazer, conforme o codificador nos explica o que é o espiritismo, dizendo-nos que é uma ciência nova, que ao mesmo tempo é uma ciência de observação, uma ciência prática. que encontra no laboratório da mediunidade esta relação entre ambos os planos da vida, expandindo o conhecimento testemunhado por Jesus do diálogo que fez em várias ocasiões com aqueles que eram chamados de demônios, que eram os espíritos. Mas ao mesmo tempo é uma doutrina filosófica que como doutrina filosófica ensina-nos que esta relação entre os espíritos tem consequências morais. Estejamos encarnados, as nossas relações têm consequências morais. Estejamos desencarnados identicamente e entre os encarnados e desencarnados, da mesma forma, vem nos revelar a existência como sendo uma escola, um período em que ao nascermos, nascemos todos com propósitos, com planejamento. que adrede ao nascimento é tão dedicado, é tão carinhoso, é tão amoroso para com cada um de nós que nos dar a oportunidade na existência para que nós possamos nela cumprir aquilo que é melhor para nós no nosso desenvolvimento intelecto, moral. E é assim que nós vamos observar nestes momentos em que a Terra passa por transformação. E ela já vinha acontecendo há muito tempo. Porque quando nós estudamos a Gênese, nós vamos encontrar uma mensagem do Dr. dizendo que essa transformação já havia iniciado 100 anos antes da codificação. É um processo que para nós pode ser demorado, mas para a visão do Cristo é um átimo, é um tempo insignificante em que ele aguarda pacientemente as consciências se esclarecerem. para poder entender a mensagem divinal, a mensagem do amor, porque ele era o amor ainda no amado. E nestes dias de transformação, nós vamos encontrar Jesus, Kardec, o Evangelho, o Espiritismo, o amor e a caridade, secundando estes instantes ditos graves, e realmente o são, porém mais grave são

do. E nestes dias de transformação, nós vamos encontrar Jesus, Kardec, o Evangelho, o Espiritismo, o amor e a caridade, secundando estes instantes ditos graves, e realmente o são, porém mais grave são os compromissos que cada um de nós assumimos antes do nascimento. Por isto que nestes instantes é importante lembrarmos que não estamos sós. Ele prometeu não nos abandonar, mas nos fez um convite registrado por Mateus, no capítulo 11, os versículos 28 a 30. Vinde a mim, vós que estais aflitos. e sobrecarregados que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo. Aprendei comigo que sou brando, humilde e assim aliviarei as vossas almas. O meu julgo, ele é suave. O meu fato ele é leve. O convite de Jesus para segui-lo. Ele mesmo indicou o caminho: "Brilhe a vossa luz". Porque nós precisamos também brilhar a nossa luz, seguindo a sua luz, a sua direção. Ele apenas prometeu para todos de que jamais abandonaria os seus seguidores. Nos dias de hoje, somos contemplados com Jesus de volta, esclarecido, interpretado. O seu ensino moral está exarado. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec legou à humanidade, uma obra magistral que ele denominou em fidelidade aos seus autores, livro dos espíritos. O livro não é dos espíritas, é dois espíritos. e espíritos somos todos nós. A humanidade da terra é um marcaboço filosófico, conforme ele coloca, dizendo que é uma filosofia espiritualista que trata da nossa natureza, quem somos, que estamos fazendo aqui da nossa destinação. É um acabo filosófico que ele desdobrou em mais quatro obras. e que o evangelho de Jesus, o seu ensino moral está muito bem estabelecido no Evangelho do Segundo Espiritismo. Por isto, queridas irmãs e queridos irmãos, neste momento de transformação, ele permanece. A sua luz continua cada vez mais luminescente, jamais será apagada. Nós é que há a proporção que as consciências vão se esclarecendo, nós vamos entendendo melhor, a proporção que o nosso sentimento vai sendo balsamizado pela dor que nos convida a buscar o

erá apagada. Nós é que há a proporção que as consciências vão se esclarecendo, nós vamos entendendo melhor, a proporção que o nosso sentimento vai sendo balsamizado pela dor que nos convida a buscar o consolo, vamos encontrar nele hoje com a doutrina espírita. explicando o seu evangelho para que nós possamos passar por estes momentos de transição de forma segura, confiantes, alegres e ditosos, porque já sabemos que somos eleitos, porque o pai apontou a dor para os eleitos e todos nós temos dores. Por isso que ele fez o convite a todos nós. Vinde a mim, vós que são aflitos e sobrecarregados, que nós possamos encontrar nele a solução para as nossas aflições, no entendimento de que somos imortais, porque ele testemunhou por último nas suas aparições durante os 40 dias após o Golgota. E o espiritismo vem nos testemunhar, nos provar, nos mostrar a imortalidade para que nós possamos ter uma existência passageira, mas proveitosa diante das oportunidades que nos são dadas e que naturalmente cada um de nós é oferecido, conforme ele também falou. aquilo que a justiça divina nos forece a cada um segundo as suas obras. Mas nós todos temos três coisas em comuns na existência. aprender, ajudar, mas sobretudo servir. que possamos desta forma, nestes dias de transformação, ter o evangelho de Jesus como roteiro, explicado à luz do evangelho rede vivo, que é o espiritismo, para que nós possamos assim as consciências permanecerem tranquilas, para que a paz vá se instalando na nossa intimidade e nós vamos construindo esta obra. divina em nossos corações. Para isto é necessário a ausência do mal na nossa existência e nos momentos de dúvidas nos fortaleçamos na prece. São quatro pilares que devemos utilizar nestes dias de transformação. Evangelho como roteiro, consciência tranquila como consolo, ausência do mal como estratégia e a prece como fortaleza. Que Jesus nos abençoe, que possamos jamais ouvidar a sua presença entre nós, porque ele está aí, está de volta, não como uma personagem,

solo, ausência do mal como estratégia e a prece como fortaleza. Que Jesus nos abençoe, que possamos jamais ouvidar a sua presença entre nós, porque ele está aí, está de volta, não como uma personagem, uma personalidade, porque estas chegam e volta. Assim foi com Moisés, assim foi com ele. Mas para estar conosco por todo e sempre, é ele de volta. E a doutrina espírita está aí. Há aqueles que têm olhos de ver, ouvidos de ouvir, para que possam tê-la como roteiro nestes momentos difíceis que todos nós passamos. Mas aquiados pela bondade divina, com todo o instrumental necessário para navegarmos nestes dias tumultuosos com uma bússa, uma direção, conforme o sentido da época. Eu sou a luz do mundo. Eu sou a revelação. Eu sou a direção, eu sou a vida. Que ele nos abençoe, nos ampare hoje e sempre. A nossa gratidão e os nossos aplausos ao presidente da Federação Espírita Brasileira, Jorge Godinho, pelas palavras acolhedoras que nos traz. E peço nesse instante atenção a todos para um novo recado. Talvez o mais importante recado, depois de tantas palavras de acolhimento, de tantas palavras sobre Jesus, eu vou pedir que venha aqui a este palco alguém para nos ofertar um dos maiores e mais importantes recados que Jesus nos entregou. Esse amigo veio provavelmente de algumas horas de fuso horário bem avançado para nos atender aqui tamanha a importância do que ele tem a nos dizer. Antes de mais nada, queria agradecer também e pedir também uma salva de palmas a Lis Natividade e a Tainá Curado, que gentilmente estão aqui fazendo a tradução em Libras, para também os nossos irmãos que têm a oportunidade, então, de acompanhar este congresso por meio desta língua tão especial. E nesse instante, então, convido aqui o representante da Fraternidade Sem Fronteiras, Wagner Moura, para que possa ele nos mostrar um recado que temos a certeza absoluta. É um recado que Jesus nos oferece sobre a caridade, sobre a entrega, sobre a presença e sobre o cuidado desse trabalho realizado em tantos lugares e

nos mostrar um recado que temos a certeza absoluta. É um recado que Jesus nos oferece sobre a caridade, sobre a entrega, sobre a presença e sobre o cuidado desse trabalho realizado em tantos lugares e que marca tantas vidas sobre a coordenação, muitas delas, do nosso amigo que aqui está. Seja bem-vindo, Wagner Moura. Uma salva de palmas, por gentileza. >> Muito obrigado, pessoal. Boa noite. Realmente eu tô com sono, viu? Então vou pedir uma ajuda para vocês. Eh, eu vou falar aqui fraternidade, vocês vão falar viva, só que o viva é oê. Tudo bem bem forte para mim acordar. Fraternidade. Oiê. >> Oi. >> Muito bem. Já conhece, né, pessoal? Eh, muita honra antes de falar sobre fraternidade, eu vou falar sobre a gratidão que eu tenho com um apóstolo chamado Francisco Cândido Xavier. foi exatamente próximo de 30 anos atrás, quando eu conheci o Espiritismo através de uma reportagem na Rede Globo e eu falei assim: "É isso que eu quero paraa minha vida. A busca muito jovem, uma busca constante, aquilo fez todo sentido paraa minha vida. E hoje eu moro no Malaui, que é um dos países da África, desenvolvendo um trabalho que eu aprendi através do olhar da condução de Francisco Cândido Xavier, que me levou a conhecer Allan Kardec, que me levou a conhecer Jesus. E a partir daí, então, nós iniciamos o movimento que vocês vão conhecer agora rapidinho. >> Todos nós. >> Eu quero já falar direto dessa missão, dessa organização. Da onde nasceu essa missão? nasceu da base. Essa base doutrinária, filosófica nasceu dentro do espiritismo. Ainda que essa organização humanitária que tem 77 polos de trabalho, 77 polos de trabalho, aonde a gente atua nas regiões mais desafiadoras do mundo. Isso aqui que vocês estão vendo são crianças. crianças que foram encontradas na República Democrática do Congo, cujos pais foram mortos e eles foram largados nas ruas. Nós encontramos assim crianças de 5 aninhos de idade, 3 aninhos de idade e nós acolhemos 365 crianças órfãs de guerra ou que ficava na rua ou que nós tivemos

ram mortos e eles foram largados nas ruas. Nós encontramos assim crianças de 5 aninhos de idade, 3 aninhos de idade e nós acolhemos 365 crianças órfãs de guerra ou que ficava na rua ou que nós tivemos que lá no meio da guerra resgatá-los. onde os pais foram assassinados. Muitas crianças eram encontradas sem os pais. [música] Os pais mortos, eles ficavam aguardando ali até o momento que alguém fosse resgatá-los. Muitas histórias assim. E quando a gente chega nessas regiões, a gente faz o máximo possível para poder resgatá-los. o máximo possível. Veja aqui, são cinco crianças numa moto. Só moto que entra nessas regiões. Nem a ONU pode entrar. A ONU não pode entrar porque ela vai ser combatida. Você não pode dizer que você é uma organização. A gente faz parcerias com igrejas, são heróis que entram nessas regiões. E aí uma corrente extraordinária de voluntários. Mais de 500 [música] voluntários, a grande maioria são espíritas. Ainda que a organização não seja, a grande maioria é espírita, médicos, engenheiros, enfermeiros, professores, uma grande corrente de amor, mais de 500 pessoas trabalhando em loco. Esse nichute. Ele chegou assim. Olha o nichute. Olha o Rafique. Olha o Justan. Depois de três, 4 meses, 2 anos. Olha o Justão. Pode passar assim que eles chegaram os três. Pode passar. Olha a CFA. Como é que tá a cifra hoje? Pode passar para mim que eu acho que não tá tocando aqui, por gentileza. Olha a fauo. O munguicho foi trazido pelo irmão dele nas costas. Ó o moguicho agora. Lindão, né? Próximo. Ó o Muguicho aqui. Depois a gente tirou uma foto do irmão com ele. Próximo. O Eliá. Olha que fofão. Coisa linda. Próximo. O Pierre. Olha o Pierre. Próximo. Olha o aguicha. Muitas vezes nesses locais, meus amigos, estão no meio da guerra e as crianças são deixadas, não tem como cuidar delas. Próximo. Olha o aguicha, gente. Que coisa mais linda. Eles são muito lindos, são maravilhosos. É a presença de Jesus. Olha. E a gente faz o possível. Vocês estão vendo aqui as crianças são seis numa

. Próximo. Olha o aguicha, gente. Que coisa mais linda. Eles são muito lindos, são maravilhosos. É a presença de Jesus. Olha. E a gente faz o possível. Vocês estão vendo aqui as crianças são seis numa cama. A gente improvisa. Sabe o que aconteceu? A gente resgatou. A gente resgatou dentro do Congo, depois tirou do Congo, levando pro Burundi, porque os rebeldes chegaram até onde estava a nossa base. Tivemos que pegar 326 crianças do Congo e levar para um outro país. Olha só, muitos bebês próximo. Essa criança aqui foi encontrada, meus irmãos, minhas irmãs, nas costas da mãe morta pelos rebeldes. Eles marramas capulandas nas costas e eles chegaram na aldeia, mataram todos e a criança foi encontrada chorando nas costas da mãe. Próximo. Aqui está o nosso orfanato agora no Burundi. alugada, estamos construindo, fazendo um trabalho muito com muito esforço para construir o nosso orfanato. Aqui está meus amigos, eu mostrei para vocês um projeto da fraternidade sem fronte. Eu não falei ainda do Malau e não dá tempo. Não falei de Madagascar. 10.000 1000 crianças em Maragascar, no sul da ilha de Madagascar, 10.000 hospital, escolas. A gente tem carro que a gente resgata crianças, as crianças não tomam banho, acreditam nisso? Não tem água nessas regiões. Para dizer para vocês o que é a Organização Fraternidade Sem Fronteiras, para que vocês tenham curiosidade, aqueles que não conhecem, eu sei que muitos aqui são apoiadores e padrinhos, mas aqueles que não conheçam, que possam entrar, a gente vai estar com stand aqui. Você pode nos procurar, é só colocar aí na internet Fraternidade sem fronteira, vocês vão encontrar muitos vídeos falando sobre a organização. E vocês estão convidados a participar desse movimento. Pode passar. No sul da ilha vocês encontram assim crianças, né, que a gente resgata e leva pro nosso pra nossa sede de saúde. Pode passar. A gente encontra comunidades inteiras com desnutrição severa. Agora tem uma caravana chegando lá. Olha como chegam as crianças, gente. Esse já

ta e leva pro nosso pra nossa sede de saúde. Pode passar. A gente encontra comunidades inteiras com desnutrição severa. Agora tem uma caravana chegando lá. Olha como chegam as crianças, gente. Esse já estamos no sul da ilha de Madagascar. Já saiu do Congo. Burúundia foi pro sul da ilha de Madagascar. E aí para alguns que falam assim: "Mã vocês só dão comida?" Não, dos primeiras crianças que chegaram no projeto, 14 estão formadas e 51 estão na universidade. E pra finalizar, pessoal, eu quero, eu comecei a falar do Chico Xavier, minha gratidão ao Chico, que eu tive a honra de conhecê-lo. Eu quero finalizar com uma mensagem do Divaldo em homenagem a Divaldo, que sempre foi um apoiador, sempre foi um amigo, que sempre foi um incentivador da organização humanitária. Então, a ele, a Chico Xavier, que eu tive a honra de conhecê-lo, nosso pleito de gratidão. Muito obrigado, Chico. Muito obrigado, Divaldo, por toda a força. E aqui vocês vão entender o que é a fraternidade sem fronteiras na voz do Divaldo. Pode passar o vídeo, por favor. Amigas e amigos, corações afetuosos que vos tendes dedicado ao bem, nunca [música] deserteis dessa tarefa. Como dizia Paulo, nada, ninguém jamais me afastará do amor do Cristo. que possamos transformar as fraternidades infanteiras em nossa bandeira de ação, seja fora da nossa fronteira nacional, seja das fronteiras do sentimento, seja das criaturas que choram, mas também daquelas que silenciosas padecem dores ou trzes, aqui [música] estão a fraternidade, o amor e a ternura para jogar todas as lágrimas. Deus abençoe este grupo de mulheres e de homens que compreenderam o sentido da vida e elegeram os exemplos de Martin Luther King Júnior, de Morandas [música] Caranand, de Teresa de Calcutá, de Chico Xavier, de Mandela e de quantos outros, os heróis anônimos, as mães que padecem violências incríveis e permanecem afetuosas, os pais esquecidos. os filhos abandonados. Nós somos a humanidade, nós somos a fraternidade sem frateiras. Muita paz. >> Muita paz. Obrigado.

s que padecem violências incríveis e permanecem afetuosas, os pais esquecidos. os filhos abandonados. Nós somos a humanidade, nós somos a fraternidade sem frateiras. Muita paz. >> Muita paz. Obrigado. >> Muito obrigado, Wagner. Nossa gratidão imensa pela sua presença, pelo seu cuidado e a sua experiência de vida junto com todos os voluntários que se integram a este trabalho belíssimo do Fraternidade Sem Fronteiras. Yeah.

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