#217 - Joio ou Trigo - Liz maria Rajab (CEECAL EM FOCO)
Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 217 Expositor: Liz maria Rajab Tema: Joio ou Trigo Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 27/07/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita - Seguindo o lema "A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação" aqui estamos levando a todos catarinenses e ao mundo os eventos aqui realizados, bem como o intercâmbio entre expositores da nossa de terra e de outros estados oportunizando a todos um pouco mais de informação e conhecimento do espiritismo. A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal #chicoxavier
Boa noite, sejamos todos bem-vindos em mais um domingo. no programa Secal em Foco. Queremos agradecer a participação, a presença de vocês virtualmente e com o coração cheio de alegria pra gente iniciar esse programa. Queremos também agradecer aos nossos amigos pela retransmissão desse programa Web Rádio Fraternidade ao Igese, a Fec TV de Santa Catarina 14ª UR, ao projeto Espiritismo e Mediunidade e a Rádio Portal da Luz. E hoje nós temos como convidada a nossa amiga que sempre está aqui conosco, Alise Maria. Seja bem-vinda, Lis. >> Obrigada, Rosâela. Que alegria poder estar aqui novamente com vocês, né? Eh, estar entre amigos, né? Olha, é de longe, mas é de perto, né? Vejo bem, né? É de longe, mas é de perto, né? Com muita alegria que estamos aqui. Os nós, os meus agradecimentos a todos aqueles que participam também, né? É muito feliz >> mesmo virtualmente, né, Lis? A gente parece que já é tudo de uma família só, né? >> Pois é, a gente sente assim, não é? Eu pelo menos sinto cada lugar que eu vou, ah, é virtual, é virtual, mas eu sinto como se eh eu estivesse eh presencialmente, né? Eu sinto, eu sinto a energia, eu sinto a alegria. Eu só de ver os nomes, né? É, os nomes que a gente eh costuma ver, é como se eu tivesse na minha na sala da minha casa. >> Sim, nós também. Para nós é uma muita alegria você estar aqui conosco. E aí hoje nos trará o tema o joio ou trigo. E para quem não conhece a Lis, a Alice ela é trabalhadora do Centro Espírita Ismael da cidade de Araraquara. estado de São Paulo, também palestrante espírita, está sempre com programas na internet, né? Eles, essa mulher assim, ela está é uma trabalhadora assídua levando a doutrina espírita para o os quatro cantos do planeta. Olha, é, a gente trabalha, >> trabalha mesmo. E pra gente iniciar nossas atividades de hoje, trouxemos uma mensagem do livro de resposta de Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emanuel, que o tema é Deus te ampara. Alguém te apontou os defeitos, desconhecendo-te as qualidades. Outros te censuraram asperamente
gem do livro de resposta de Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emanuel, que o tema é Deus te ampara. Alguém te apontou os defeitos, desconhecendo-te as qualidades. Outros te censuraram asperamente por esse ou aquele motivo. No entanto, não detenhas. Recorda que, por piores que sejam as críticas destrutivas que te envolvam, Deus não te apagou a chama da fé e nem te retirou a oportunidade de continuar trabalhando. E com essa mensagem a gente agradece a oportunidade, a espiritualidade amiga e vamos trabalhar. Uma boa palestra, querida. Qualquer coisa estamos nos bastidores, >> tá certo? Muito obrigada. Bom, mais uma vez, né, boa noite eh a todos, né, que já se encontram na sala, aqueles que eh chegarão logo mais, aqueles que nos assistirão em outros momentos, deixo aqui o meu abraço fraterno, né, meus votos aí de muita paz a todos. A reflexão realmente da da noite que eu trouxe é baseado, claro, né, na eh na parábola, né, do joio e do trigo. e eu coloquei em forma de questionamento, né, o joio ou trigo, né, ou seja, justamente para que a gente possa eh raciocinar e procurar compreender e nos colocarmos eh na verdade eh em que em que lado nós estamos. Nós estamos no lado do joio ou nós estamos do lado do trigo, né? Eh, a parábola do joio do trigo é uma parábola muito interessante, como todas as outras, né, que eh Jesus nos traz e ela faz parte das sete parábolas que Jesus fala sobre o reino eh sobre o reino de Deus. Não é? São sete parábolas e a gente vai encontrar essas parábolas lá em Mateus, né? Então, tem a parábola do fermento, do semeador, tem a parábola da pérola, né? Tem a parábola do tesouro escondido. São sete parábolas que Jesus ele vem nos trazendo a a à nossa consciência. o que seria o reino dos céus e como encontrar esse reino dos céus, não é? E em em eh, vamos dizer assim, em Lucas, nós vamos encontrar eh uma passagem quando os fariseus eh perguntam a Jesus, né, onde que está o reino dos céus, né, quando que ele virá. E Jesus diz que o reino dos céus não vai
izer assim, em Lucas, nós vamos encontrar eh uma passagem quando os fariseus eh perguntam a Jesus, né, onde que está o reino dos céus, né, quando que ele virá. E Jesus diz que o reino dos céus não vai ser encontrado aqui ou a colá, não é? Não vai vir com eh eh com exterioridades, mas o reino do céu está no coração de cada um, no interior de cada um. Então isso já nos dá, não é, uma eh um caminho pra gente refletir, né? Porque a gente sempre nos, a gente sempre fala, a gente sempre escuta dizer sobre esse reino dos céus, não é? E a gente muitas vezes se questiona como é que vai formar esse reino dos céus, né? De que forma é isso. E e essas parábolas elas vêm realmente trazendo isso. Como é que eu eh construo esse reino? Porque na verdade é uma construção. Então como que eu construo esse reino dentro de mim? Como que eu construo esse reino dos céus em meu interior? Porque eh em outras instâncias Jesus dizia que ele passava por Jerusalém buscando eh aqueles que quisessem estar com ele na construção do reino dos céus na terra. Veja que Jesus eh ele traz duas situações, né? A primeira situação nós vamos ver quando ele fala sobre eh fazer o reino dos céus, construir o reino dos céus na terra. E depois ele nos fala que o reino dos céus está em nosso interior, né? Eh, o reino dos céus é construído dentro de nós, nos levando a pensar e a refletir que o reino dos céus na terra só existirá a partir do momento que nós construirmos este reino, este mesmo reino em nosso interior. Então, veja que eh Jesus ele sempre eh nos coloca eh responsabilidades, não é? Eh, a terra ela estará eh, vamos dizer, será construída esse reino dos céus pela responsabilidade de cada um de nós. E a parábola do joio e do trigo vem realmente trazendo exatamente isso, vem nos falando dessas responsabilidades que cabe a cada um de nós. E só pra gente eh relembrar, né, a parábola, para depois a gente estar falando, né, conversando sobre ela. É, vem dizendo assim o texto evangélico: propôs-lhe outra parábola, dizendo: "O
da um de nós. E só pra gente eh relembrar, né, a parábola, para depois a gente estar falando, né, conversando sobre ela. É, vem dizendo assim o texto evangélico: propôs-lhe outra parábola, dizendo: "O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia boa semente no seu campo, mas dormindo os homens, veio o inimigo e semeou o joio no meio do trigo e retirou-se." E quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio. E os eh os servos, né, do pai de família foram ter com ele e disseram-lhe: "Senhor, não semeaste tu campo a boa semente? Por que tem então joio?" E ele lhes disse: "Um inimigo é quem fez isso". E os servos lhe disseram: "Queres pois que vamos arrancá-lo?" Porém eles lhe disse: "Não, para que ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. Deixai crescer ambos juntos até a ceifa. E por ocasião da ceifa, direi aos seifeiros: Colhei primeiro o joio. Caio em molhos para o queimar, mas o trigo ajuntai-o no meu celeiro. Então essa parábola a gente vai encontrar é no em Mateus capítulo 13 versículos de 24 a 30, né? O capítulo 13 é que traz essas sete parábolas, né? Então veja, né, que eh essa parábola, se a gente for parar, né, eh refletir sobre ela, eh, nós vamos ver que está aí, né, as duas forças, a força do joio e a força do trigo, né? a força do joio e a força do trigo. Quem não conhece o joio, não é? Ele é realmente semelhante ao trigo com uma diferença. Ao pegarmos o joio e esfregarmos na mão, não fica nada. A palha sai, não fica os grãos, acaba tudo. Já o trigo, o trigo não, o trigo se a gente esfregar nas mãos, a palha vai sair, mas os grãos vão permanecer ali naquela espiga. Então, a diferença está aí. Então essa proposta, uma vez que ele está falando da construção do reino de Deus, essa proposta dessa eh dessa parábola é justamente nos mostrar que para que eu possa construir o reino de Deus, eu vou ter a a é necessário que coexista, né, exista ao mesmo tempo o joio, o trigo, o bem e o mal. Então, o joio representando o mal e o bem representando o trigo. Então, quando ele
o reino de Deus, eu vou ter a a é necessário que coexista, né, exista ao mesmo tempo o joio, o trigo, o bem e o mal. Então, o joio representando o mal e o bem representando o trigo. Então, quando ele diz assim: "Não deixa que cresçam juntos", é justamente para que eh a gente coexista, né? Ah, para a gente chegar à evolução espiritual. E quando a gente começa a pensar nisso, né, nessas eh nas responsabilidades que nos cabem, né, porque eh cada um de nós será responsável pelas nossas ações. Seu, eh, me dedicar à ação do joio, eu vou ter uma consequência. Se eu me dedicar à ação do trigo, eu vou ter outra consequência, vai depender de mim, não é? Então, eu tenho na minha vida, eu tenho o quê? Influências, não é? seja negativa, seja positiva. E essas influências negativas e eh positivas existem em nosso redor. E aí eu vou decidir que tipo de influência eu realmente quero para mim. Se a gente for analisar essa parábola de um de um ponto de vista, quando a gente fala sobre o campo, né, a parábola vem e nos fala do campo, a gente pode pensar nesse campo de várias formas. A gente pode pensar no campo eh no sentido da humanidade terrena, da da nosso planeta, né, que a gente pode pensar. Então, no nosso planeta, esse planeta Terra, onde é um planeta ainda de provas e expiações, não é? Esse planeta em que nós, eh, vamos dizer assim, dentro da hierarquia dos mundos, nós estamos ainda no segundo degrau. O que nós temos? Nós temos a influência do bem e nós temos a influência do mal. influências essas caracterizadas por nós mesmos através do nosso pensamento, através das nossas ações, né, dos nossos comportamentos. Então, é, eh, vamos dizer assim, nós estamos sujeitos a estas influenciações e nós sabemos disso. A doutrina espírita nos ensina isso, não é? Só que eu, para que eu possa eh eh decidir o que eu quero para mim, não é? Eu preciso eh despertar. Eu tenho que me despertar. Eu tenho que me eh, vamos dizer assim, h, eh, buscar, na verdade, é me conhecer para que eu possa decidir.
h decidir o que eu quero para mim, não é? Eu preciso eh despertar. Eu tenho que me despertar. Eu tenho que me eh, vamos dizer assim, h, eh, buscar, na verdade, é me conhecer para que eu possa decidir. Para que eu possa decidir pelo bem, não é? Eu tenho que eh eh eu tenho que tá exposto a esse mal, porque eu preciso definir para mim o que é o bem e o que é o mal. Porque o mal ele não é o contrário do bem, né? Porque muitas vezes a gente fala assim: "Ah, o bem, o mal, né?" Não, o mal ele não é contrário ao bem. O mal ele é a ausência do bem. A ausência do bem. Então, nesse eh quando eu entendo esse campo, não é, como esse planeta, nós vamos eh perceber que aqui nós temos o quê? nós temos é a a eh, vamos dizer assim, a presença do mal, a presença do bem. E a proposta eh de Jesus nessa parábola é eu conviver, não é? o bem e o mal conviverem para que eh num determinado momento o mal seja extirpado, o mal acabe. Mas pro mal acabar, o ser humano, que somos nós, nós temos que aproveitar a oportunidade do quê? De aprender, de se transformar, não é? de evoluir. Então, eu vou saindo do estado de joio para o estado de trigo. Para isso, eu preciso é realmente eh despertar para minha realidade espiritual. Eu preciso compreender que eu sou espírito em evolução, que eu não sou um corpo, eu costumo dizer isso, né? Que eu não sou um corpo que tenho um espírito, mas um espírito que hoje está eh com esse corpo material. E nós trazemos, não é, eh, vamos dizer assim, através das nossas várias existência, nós trazemos dificuldades, nós trazemos desafios que precisam ser eh revisto, por isso a bênção da reencarnação. Então, na reencarnação, eu vou eh buscar rever as minhas ações, os meus comportamentos, os meus pensamentos, para que eu realmente possa é chegar naquele momento onde vai haver a separação, que é justamente a colheita, para que nesse momento eu possa é ser avaliada segundo o meu merecimento. Mas para eu ser avaliada segundo o meu merecimento, eh para eu ser joio, eu tenho que ter eh
ção, que é justamente a colheita, para que nesse momento eu possa é ser avaliada segundo o meu merecimento. Mas para eu ser avaliada segundo o meu merecimento, eh para eu ser joio, eu tenho que ter eh hã eu tenho que, vamos dizer assim, ter ainda dificuldades em superar as minhas próprias dificuldades. Então, o planeta está aí, a, vamos dizer, a incidência do mal e do bem está aí, não é? E eu preciso é, na verdade, escolher. Então essa parábola, ela vem nos trazendo eh justamente aquela a lei importante. Eu costumo dizer que são duas as leis, a lei do livre arbítrio e a lei de causa e efeito. A lei do livre arbítrio, não é? me dá o direito de escolher o caminho que eu quero. A lei do da causa e efeito, da causalidade, é a consequência daquilo que eu eh eu eh obtive. É a consequência. Uma outro ponto importante que nós podemos eh eh analisar nessa parábola é a questão da nossa responsabilidade, mas não é uma responsabilidade coletiva, é uma responsabilidade individual. Cada um de nós somos responsáveis pelas escolhas que eu é eh que eu fiz, não é? Então, ela tá ali nos fazendo o quê? Eh, nos trazendo um lembrete. Jesus tá nos lembrando. Cada um de nós colherá segundo o quê? Segundo aquilo que nós plantarmos. Se eu plantar eh hã algo que não é bom, eu vou colher aquilo que não é bom. Tá certo? Um outro ponto que eu também destacaria nessa parábola é justamente quando é eh o Senhor diz: "Não, não vai retirá-lo, não vai separar agora". Não é? É preciso que os dois cresçam juntos no momento da ceifa, ou seja, no momento da escolha, não é? Eu vou saber o que é joio. Vou deixar separado do trigo que vai ficar no meu celeiro. Isso para nós nos soa, segundo é a o meu entendimento, é me soa como sendo assim um é uma esperança, porque essa parábola vai nos trazer esperança. Porque se eu estou convivendo, né, se existe a coexistência do mal e do bem, e eu começar a me esforçar em buscar pelo bem, eu vou ter a esperança de realmente me transformar, não é? A esperança, ela é, vamos dizer
stou convivendo, né, se existe a coexistência do mal e do bem, e eu começar a me esforçar em buscar pelo bem, eu vou ter a esperança de realmente me transformar, não é? A esperança, ela é, vamos dizer assim, uma eh é um sentimento que nos leva a, eh, vamos dizer assim, entendermos, não é, que nada é para sempre. Eu sempre vou ter a oportunidade de me transformar e buscar pelo meu progresso espiritual. Então, quando eu vejo, não é, essa parábola e vem me falando do campo, eu entendo o campo em primeira instância, eu entendo esse campo como sendo realmente esse planeta Terra, onde nós estamos aqui, não é, sendo influenciados, né, por todas essas forças, né, a força negativa, a força positiva. e vai me dar a oportunidade de eu escolher a oportunidade do meu crescimento espiritual, o meu despertar. Mas eu posso entender esse campo também como algo individual. Eu posso entender esse campo como sendo, vamos dizer assim, é aquilo que eu sou, o meu campo interior. Porque na verdade, como Jesus nos diz, é nós eh ah o reino de Deus está em nós, não é verdade? O reino de Deus está em nós, dentro de cada um de nós. Então, eu posso entender esse campo como justamente ser eu, a minha essência, aquilo que eu tenho dentro de mim. Porque dentro de mim eu também tenho duas forças, porque eu ainda sou eh, vamos dizer assim, eh, espíritos imperfeitos. Então, eu ainda tenho duas forças dentro de mim. Eu tenho a força negativa e tenho a força positiva. A força negativa, não é? é justamente quando eu eh não quero enfrentar as dificuldades, quando eu busco é eh fugir as minhas responsabilidades, não é? quando eu ainda quando eu ainda eh trago de experiências em experiências, né, da minha vida eh de reencarnacionistas, eh eu venho trazendo experiências das quais eu, eh, não logrei eh eh conseguir vencer, não logrei o vencimento, não é? não logrei eh o o ter alcançado o objetivo. Muitas vezes eu falhei novamente, então eu trago isso comigo que está guardado em mim. Então o inimigo meu não é o exterior. O
o logrei o vencimento, não é? não logrei eh o o ter alcançado o objetivo. Muitas vezes eu falhei novamente, então eu trago isso comigo que está guardado em mim. Então o inimigo meu não é o exterior. O inimigo meu sou eu mesma. Eu sou o inimigo de mim mesma. Porque eu guardo ainda em mim essas características que são eh características que me levam a ainda estar presa às coisas eh eh materiais, estar presa ainda a minha falta de paciência, a minha falta de tolerância, não é? ah, vamos dizer assim, ainda os sentimentos muitas vezes de raiva, de mágoa. Isso tudo ainda está guardado em mim. Isso tudo está guardado em mim, né? tá lá no no subconsciente que formando a minha, né, a minha o meu psiquismo. E esse esse tudo isso que está guardado, ele tem que vir à tona, que é justamente eh o momento de eu me despertar. Eh, ele tem que vir à tona para o quê? para que eu realmente possa eh eh compreender, não é? Buscar compreender eh os ensinamentos e eh cuidar das sementes que Jesus veio semear para a construção desse reino. Esse reino ele é construído em cima do quê? dos valores, dos valores é que, eh, que o pai nos deu de herança, não é? Então, o reino de Deus, ele vi construído assim. E enquanto eu trago essas eh ainda essas dificuldades, não é, em mim e ao invés de eu solucionar, não é? Ao invés de eu buscar caminhos para me melhorar, o que eu faço? Eu continuo, não é? Eh, com aqueles mesmos sentimentos. Então, eu não dou ouvidos, né? a a aquela ao chamamento de Jesus, continuo fazendo, né, a levando a minha vida da forma como eh, vamos dizer assim, eu eu acho que tá certo. E aí me vem algo, vamos dizer assim, muito pior, porque é, vamos dizer, eu não consegui vencer aquela dificuldade e eu somo aquela dificuldade outras tantas dificuldades, que é justamente o que o meu é eh, vamos dizer assim, eu vou guardando dentro de mim aquele sentimento de culpa por não ter feito Então eu vou piorando. Eu não vou assumindo as minhas responsabilidades. Eu passo a responsabilidade aos outros.
izer assim, eu vou guardando dentro de mim aquele sentimento de culpa por não ter feito Então eu vou piorando. Eu não vou assumindo as minhas responsabilidades. Eu passo a responsabilidade aos outros. Eu procuro não eh buscar eh compreender a minha real necessidade, a minha qual é a minha verdadeira vida. Porque nós muitas vezes nos pegamos aos convites que a matéria nos traz. Não que a matéria seja ruim, ela é necessária para o nosso crescimento espiritual, do contrário, não estaríamos aqui. Mas nós temos que fazer a separação. Nós temos que fazer a separação do joio e do trigo. E eu tenho que começar a despertar em mim aquela vontade de ser melhor. Porque o o eh quando estamos mergulhados no mal, muitas vezes a gente vai se cansando desse mal e aí a gente eh quer buscar outros caminhos. É o momento que a gente desperta. É o momento que a gente começa a perceber que existem eh eh outras possibilidades e que precisam ser vista. Então eu vou buscar trabalhar essas outras potencialidades que estão em mim, que é, vamos dizer assim, herança do Pai, para que eu realmente me transforme nesse trigo para que eu realmente me transforme nesse trigo. E nós vamos ter todas as oportunidades que nos é necessária. Nós vamos ver em Emanua, né? Eu vou ler apenas um trechinho, tá lá no livro Vinha de Luz, no capítulo 107. Então ele vem dizendo que o mestre nunca subtraiu as oportunidades de crescimento e santificação do homem. E nesse sentido, o próprio mal, oriundo das paixões menos dignas, é pacientemente examinado por seu infinito amor, em sem ser destruído de pronto. Importa considerar, portanto, que o joio não cresce por relaxamento do lavrador divino, mas sim porque o otimismo do celeste semeador nunca perde esperança na vitória final do bem. Olha só que texto maravilhoso. Então, quer dizer, né, seja do ponto de vista do planeta, seja do ponto de vista eh individual, né, eh no nosso campo interior, eh nós eh o mestre, né, Jesus, o o Pai, ele nunca tira de nós a oportunidade de
quer dizer, né, seja do ponto de vista do planeta, seja do ponto de vista eh individual, né, eh no nosso campo interior, eh nós eh o mestre, né, Jesus, o o Pai, ele nunca tira de nós a oportunidade de crescimento. Ele nunca é, vamos dizer, tira de nós essa possibilidade, essa oportunidade de nós crescermos. Então, por isso que na parábola nós vamos ver que diz: "Não deixe que o joio e que o trigo cresçam juntos para quando chegar no momento da colheita a gente fazer a separação. Então, quer dizer, quando ele diz, né, que é para que os dois cresçam juntos, eh, veja que é a oportunidade que ele está nos dando justamente para o quê? Para que a gente reveja muitas vezes o mal que exista em nós. Esse mal que é oriundo do que? Das nossas paixões, né? dos nossos mandos e desmandos, não é? Mas é eh nós é que vamos eh eh mostrar o que é que eu quero para mim. O pai Jesus não vai destruir essa oportunidade, não vai destruir. É, como diz Emanuelo, é eh de pronto esse mal que ainda existe. Isso é muito importante porque quando nós estamos aqui fazendo a avaliação do planeta, né? Vamos pensar assim: "Ah, vamos fazer avaliação do planeta, né? Então, nessa avaliação do planeta, a gente começa a dizer: "Nossa, mas tá muito ruim, né? Tem muita maldade, muita violência, temos guerras, né? temos desentendimentos, não é? Será que eh que Deus não poderia acabar com tudo isso? Então veja que Deus, o nosso pai criador, Jesus, o nosso mestre, ele aguarda pacientemente a nossa transformação. Então, ele não vai destruir, ou seja, colher o joio antes da hora. E nós achamos, não é, que a gente tem a receita, né? Nós nós já temos a receio, já devia acabar com tudo isso e pronto. Muitas vezes ficamos ali embasbacado. Ah, porque a guerra ali, a guerra não sei aonde, tão falando é de destruição, disso, daquilo. E se o planeta for destruído, nós, enquanto espíritas que nós somos, não é? H, não deveríamos ter medo disso, porque se o planeta for destruído, nós não seremos destruídos, porque nós somos
, daquilo. E se o planeta for destruído, nós, enquanto espíritas que nós somos, não é? H, não deveríamos ter medo disso, porque se o planeta for destruído, nós não seremos destruídos, porque nós somos indestrutíveis. O espírito é indestrutível e nós vamos viver onde quer que seja, que que o Pai nos conceda lá, porque existe muitas moradas na casa do meu pai, como diz Jesus. Então, por que ficarmos atormentados, muitas vezes com medo, não é? Muitas vezes assim preocupados, não é? E com isso, qual é o eh o comportamento que nós estamos tendo? Então, o planeta tá nos trazendo essa esse quadro e nós, qual é o quadro que eu é estou conseguindo ver é através de mim? Será que é um quadro de paciência? Será que é um quadro de tolerância? Será que é um quadro de misericórdia? Será que é um quadro onde eu vou aplicar eh fazer ao outro aquilo que gostaria que o outro me fizesse? Ou será que é um quadro que vai me dizer: "Ama teu próximo como a si mesmo?" A Deus sobre todas as coisas. Então veja, não são escolhas. O planeta está ali existindo a força do bem e a força do mal. Nós também temos dentro de nós a força do bem e a força do mal. Agora, qual eu quero enfatizar para mim? A força do bem ou a força do mal? Se eu começar a pensar, não é, que eh emitir as minhas vibrações negativas para tudo que está acontecendo ao meu redor, eu estou escolhendo um caminho. Eu estou escolhendo um caminho. Então, eu preciso repensar, eu preciso rever aquilo que eu penso, o que é que eu penso, não é? O que é que eu estou pensando? Como que eu devo agir diante de tantas coisas que estão acontecendo? É claro que nós não vamos lá, nós não temos solução para acabarmos com guerra, com as violências. Nós não temos a solução para acabarmos com isso. Grandioso, mas eu tenho a solução para acabar com a minha própria guerra íntima. Eu tenho a solução para minimizar todos aqueles sentimentos que eu ainda tenho e guardo dentro de mim. Então eu não vou conseguir acabar com a guerra mundial, com com tudo isso que tá
a guerra íntima. Eu tenho a solução para minimizar todos aqueles sentimentos que eu ainda tenho e guardo dentro de mim. Então eu não vou conseguir acabar com a guerra mundial, com com tudo isso que tá acontecendo, mas eu tenho condições de acabar com a minha guerra interior, não é? Eu vencer o inimigo, eu vencer esse inimigo é que eh, vamos dizer assim, eh, que está dentro de mim ainda, o inimigo do orgulho, da vaidade, dos preconceitos, não é? Eu tenho esses inimigos que eu preciso eh, na verdade buscar, é eliminar, vencer em mim. E eu só consigo vencer esses inimigos com quais armas? A arma do bem. Então, ao invés de eu ter eh eh de eu eh passar a ter esses sentimentos aí de orgulho, de vaidade, de egoísmo e, enfim, todas essas coisas, eu vou passar a buscar quais elementos? a humildade, a misericórdia, o saber perdoar, o saber ser misericordioso. Então, quando eu percebo isso e eu começo a buscar ser melhor, qual é o sentimento que vai no meu coração? O sentimento de esperança, a esperança de que um dia eu serei melhor, a esperança de que um dia eu conseguirei vencer, segundo as minhas próprias necessidades, as minhas próprias possibilidades, a minha própria força. E para eu entender isso, qual é o primeiro processo que eu deva fazer? O processo do auto descobrimento. Eu descobrir o inimigo que está em mim. Qual é o inimigo que ainda me anima para que eu possa utilizar da arma do bem para minimizar aquele inimigo? Porque eu só acabo com o mal a partir do momento que eu é tenho o bem. Por isso que Jesus sempre fala que ele semeia um vamos dizer a semeadura, o que que era a boa semente? Para o quê? para que a gente utilize dessa boa semente como instrumento para que a gente possa vencer aquilo que ainda guardamos em nós, que ainda foi semeado por nós de longas e longas e longas encarnações. Então, veja que essa parábola é uma parábola que é nos leva realmente a eh vamos dizer assim, a a entendermos, não é, essa luta que nós temos. Tanto é de uma forma geral, quando eu digo de
ncarnações. Então, veja que essa parábola é uma parábola que é nos leva realmente a eh vamos dizer assim, a a entendermos, não é, essa luta que nós temos. Tanto é de uma forma geral, quando eu digo de planeta, o planeta Terra ele só avançará, não é? Quando nessa luta do mal e do bem prevalecer o bem. Aí ele passará para um planeta de regeneração. Mas quem vai passar o planeta? Não, nós que estamos nele. Não é nós que estamos nele. Então, veja, ah, as ervas daninhas existem. As ervas daninha no nosso campo existe. E a gente tem que aprender a a, vamos dizer assim, a minimizar essas ervas, Daninha. Mas como que eu vou fazer isso? Eu vou, eh, vamos dizer assim, eh, arrancá-la com raiva? Não, porque se eu arranco a erva daninha com raiva, eu tô agindo da mesma forma. Então eu tenho que ter a paciência, a tolerância comigo mesmo. Por isso que quando Jesus ele nos fala da humildade, a humildade faz com que a gente entenda que eu preciso aprender a me respeitar, a me amar. E como é que eu me amo, como é que eu me respeito? realmente entendendo que eu ainda sou uma criatura imperfeita e que preciso buscar melhorar. E eu tenho como ferramenta o quê? o próximo. Porque quando Jesus ele diz, né, dos dois mandamentos, amar a Deus sobre todas as coisas, ao próximo como a si mesmo, o que que ele colocou aqui? Veja que é um círculo fechado. Então, tem Deus que eu vou amar. Mas como que eu posso amar a Deus se eu não amo o meu próximo? Para que eu possa amar a Deus, é preciso que eu aprenda a amar o meu próximo. Portanto, o próximo é, vamos dizer assim, a ferramenta que eu tenho que ter. Para quê? Para que eu ame a Deus. Para que isso aconteça é justamente essa construção do reino de Deus em meu coração. Eu só vou conseguir construir esse reino de Deus a partir do momento que eu eh ã entenda esse meu próximo, que eu conviva com este próximo da forma como nós convivemos. Não é a gente ficar isolado que eu vou conseguir, não. Eu tenho que aprender. O o aquele que está errado tem que
entenda esse meu próximo, que eu conviva com este próximo da forma como nós convivemos. Não é a gente ficar isolado que eu vou conseguir, não. Eu tenho que aprender. O o aquele que está errado tem que aprender com aquele que está certo. E o que está certo, ele vai aprender a partir de desenvolver as potencialidades que ele tem. é a oportunidade que o Pai está nos dando para realmente nós nos transformarmos de joio em trigo. É a oportunidade que nós eh eh estamos tendo. Então, veja, é uma coisa, vamos dizer assim, que é fácil. Eu costumo dizer que não é fácil. É uma coisa que a gente vai acabar daqui, saindo daqui, fal assim: "Bom, a partir de agora eu já sou diferente". Nós vamos saber que não é dessa forma. Nós temos que trabalhar. Nós temos que trabalhar. Por isso na parábola ele fala, ele ressalta o dormir, né? O dormir, não é? significa que eh eu não perder tempo com as ociosidades, porque o inimigo só lança a erva eh a semente negativa se eu estiver dormindo, ou seja, se eu estiver em vigilante, se eu estiver invigilante, se eu estiver, não é, é eh levando uma vida de ociosidade, aí o inimigo vem e semeia ali. E o ele semeia, né, e vai embora esperando que a coisa aconteça. Então, os espíritos, irmãos nossos, não é? ainda eh, vamos dizer, imperfeitos, muitas vezes eles vão o quê? Seme, vão eh semeando, não, mas eh procurando semear em nós esses pensamentos negativos. E se eu estiver invigilante, eu vou ter o esses eh ensinamentos para mim. Então eu estou aceitando esse inimigo dentro do meu campo, a semente negativa dentro do meu campo. Então o que que eu preciso aprender a ser vigilante, a buscar trabalhar no bem, a manter o a o meu pensamento voltado para o bem. sintonizado com os benfeitores para que estas sementes não caiam em meu coração, não é? Que não caiam em meu coração para que eu realmente possa é continuar eh vencendo aquilo que já está em mim, que já está em mim. Então, não nos deixemos levar pelo desespero, pela eh, vamos dizer, pela mágoa, não é?
em meu coração para que eu realmente possa é continuar eh vencendo aquilo que já está em mim, que já está em mim. Então, não nos deixemos levar pelo desespero, pela eh, vamos dizer, pela mágoa, não é? Muitas vezes, eh, a pessoa nos magoa, não é? Vamos aprender a perdoar, não é? Ah, mas às vezes não é fácil, tá? Não é fácil, mas a gente vai lutando, porque esse é o trabalho que nós temos que fazer, porque a semente que o Pai nos deu, que Jesus nos eh semeou em nós, foi a boa semente. Então, não vamos permitir que essas outras sementes flores dentro de nós. Pelo contrário, vamos dar ênfase à boa semente. Então, existe muitas vezes a mágoa que existe. Vamos tentar eh solucionar essa mágoa dentro de nós. existe aquele pensamento muitas vezes de revolta. Vamos procurar fazer isso, é, eliminar isso de nós para que se torne um hábito em nossa vida. Então, por isso Jesus, ele diz: "Vigiai e orai. Eu tenho que vigiar constantemente e orar. Orar é eu estar em ligação com o Pai Criador, com Jesus, com os benfeitores, porque não estamos eh na verdade sozinhos. Era o que eu tinha para hoje. Lis, realmente não é fácil, né? a gente está a todo instante em conexão com a espiritualidade, né, maior a respeito do bem, né, que a gente tem tantos momentos de perturbações, de dificuldades, que o orai e vigiai muitas vezes a gente esquece, né? a gente deixa para a a gente se perde, né? Então, a gente conhece, a gente sabe, na hora de fazer a escolha, às vezes tropeçamos, mas para que a gente não eh não tropece mais, nós temos que eh fazer desse dessa nova perspectiva de vida, é fazer um hábito em nossa vida, né? fazermos o hábito, nós criarmos esse hábito. Enquanto nós não criarmos o hábito do bem, o mal vai continuar ali. Ele vai vencer? Não, não vai. Isso nós sabemos que não. Ele pode vencer momentaneamente, >> não é? Mas logo a gente vai conseguir. Por isso, eh, eu gostei muito daquela mensagem do do Emanuel, né, que diz, né, que o pai espera pacientemente que nós eh passemos a a escolher o melhor caminho. Ele e ele nos
go a gente vai conseguir. Por isso, eh, eu gostei muito daquela mensagem do do Emanuel, né, que diz, né, que o pai espera pacientemente que nós eh passemos a a escolher o melhor caminho. Ele e ele nos dá oportunidade para o crescimento. Você não tira a dificuldade, porque se ele tirar a dificuldade, ah, fica muito fácil para nós, né? Mas ele não tira as dificuldades, mas ele nos dá tantas oportunidades quantas necessárias, né? >> Ah, a gente escuta, a gente lê as parábolas, né? E cada palestrante que a gente escuta nos traz uma reflexão. E você também nos trouxe várias reflexões. Eu estava aqui pensando na nossa existência corporal, nós temos a infância, a juventude, a idade adulta, a velice. Só que assim, a gente a cada etapa dessa a gente vai tendo uma construção diferente e a evolução moral, espiritual vem com o tempo. Como que, digamos, na infância e na juventude a gente pode semear esta sementinha do bem? Ah, deixa eu tomar água aqui. Garganta tá ruim, eu acho, Rosângela. Eu acho não, eu penso que tudo vem da educação. Educação, não instrução, educação. Quando a gente vem à Terra, não é, a gente reencarna, nós reencarnamos uma família, nós temos um pai e uma mãe, né? Hoje, eh, até muitas vezes a gente só tem o pai ou muitas vezes só tem a mãe, né? Não importa, mas nós temos alguém que vai zelar por nós. Se eu recebo dessa, eh, vamos dizer assim, desse pai, dessa mãe, da família, vamos colocar a família, né? >> Uhum. a educação que é que me é necessária, que a educação moral. E o o Fenelum diz lá no livro dos espíritos, né? Não a educação que vem pelos livros, né? Mas para por aquelas que faz o hábito da gente, né? Essa criança, embora criança no estado eh corporal, porque é um espírito, né, que vem de encarnações e encarnações, não é? Ela é capaz de conviver com aqueles eh amigos sendo uma criatura diferente, uma criança diferente, né? Ela vai ser uma criança diferente, ela vai ter respostas diferentes, ela vai ser uma uma eh, vamos dizer assim, uma criança mais maleável, ela vai ser
ma criatura diferente, uma criança diferente, né? Ela vai ser uma criança diferente, ela vai ter respostas diferentes, ela vai ser uma uma eh, vamos dizer assim, uma criança mais maleável, ela vai ser uma criança mais eh consciente das suas responsabilidades, né, dentro da sua eh fase infantil. A juventude é a mesma coisa para que a gente chega na eh na idade adulta trazendo essas eh essas informações para que a gente dê continuidade a a essa tarefa de semear o bem. Então veja, o espírito ele encarna, não é? Ele passa pelo esquecimento. Ai, a garganta agora tá ruim. O espírito ele encarna, não é? ele passa pelo esquecimento. Eh, durante os sete primeiros anos da vida dele, ele eh está como que em fase de adormecimento. Por isso que é o período em que ele vai ter eh maior e vamos dizer assim, eh maior chance do pai, da mãe, da família semear nele o quê? O bem, o respeito ao próximo, não é? Não importa nem a religião, mas o respeito ao próximo, não é? eh desenvolver nessa criança o sexo de responsabilidade, não é? Ah, você fez coisa errada, então você tem que aprender a agir, eh, pedir desculpa, fazer isso, enfim, dar uma diretriz. E essa criança, ela vai, ela é, vamos dizer assim, um que vai disseminar, tá certo? dentro da sua pequeneza ainda, ela vai disseminar esse bem. Então, ela pode semear, ela pode. >> O jovem a mesma forma, >> né? O jovem da mesma forma. Então, veja, pra gente semear o bem, eh, a gente não precisa de grandes coisas, né? Eh, pra gente semear o bem, basta a gente amar a Deus, amar a próxima, amar a si mesmo, né? Então, veja, é, eh, Jesus não espera de nós, né, que a gente suba até no eh os grandes Everestes da vida, né? Mas ele eh eh vamos dizer assim, mas todos nós dentro das nossas da nossa pequenez, nós podemos aprender a semear esse bem, a ter paciência. Então, por exemplo, eh uma criança eh na escola, não é? Na escola você vai ter eh um eh uma grande contingência de crianças com educações diferente. >> Uhum. >> E tem aquele, por exemplo, que quer
ia. Então, por exemplo, eh uma criança eh na escola, não é? Na escola você vai ter eh um eh uma grande contingência de crianças com educações diferente. >> Uhum. >> E tem aquele, por exemplo, que quer ganhar, que quer brigar, quer fazer isso, né? E muitas vezes a família eh chega para o filho e diz: "Ó, se você não bater, não é? Você chega aqui em casa, você vai apanhar." Ele tá semeando o quê? a discórdia, ele tá semeando, a raiva, ele tá semeando, é aquilo que ele tá aprendendo. >> Uhum. >> Se dentro da família, não é, eh, ele não teve, vamos dizer assim, nenhuma, eh, h nenhuma base eh de moralidade, não é? Então, eh, os sentimentos ali não existia. Ele sempre foi uma criança carente, não é? Quando ele chegar lá no fase mais adulta, eh, como que ele vai ser? Ele vai semear isso, não é? Então, ele não vai admitir que o outro não goste dele. Ele não vai admitir, né, uma série de coisas. Por quê? Porque ele viveu isso dentro de si. Foi essa construção que ele teve, >> foi essa construção. Então, quer dizer, isso sem contar as deficiências que ele já traz, não é? porque ele pode ter tudo isso aqui, mas aquilo que ele tá trazendo já é algo melhor. Então isso não vai eh vamos dizer assim, eh ele não vai se permitir semear essa outra coisa. Por quê? Porque ele já traz com ele sentimentos mais nobres, né? Ele já traz sentimentos mais nobres. >> Uhum. É, realmente é a base, né? É, a educação, na verdade, é basa, como é que a gente acaba com o orgulho, o egoísmo através da educação, >> mas não educação, a instrução, >> mas a educação moral, mas não a educação moral pelos livros, mas a prática dele. Ah, nós temos veio duas perguntas pelo nosso WhatsApp da TV Secal e uma seria assim, ó. Boa noite, Lis. Então, a parábola do joio é uma ferramenta que nos é entregue para percebermos em nós os vícios morais. >> Sim, sim. é uma ferramenta. É a essa parábola, como a todas as parábolas, né, elas são ferramentas para nós eh identificarmos os nossos vícios morais, né, eh identificarmos
em nós os vícios morais. >> Sim, sim. é uma ferramenta. É a essa parábola, como a todas as parábolas, né, elas são ferramentas para nós eh identificarmos os nossos vícios morais, né, eh identificarmos qual caminho a gente deva seguir, né? Dentro dessas sete parábolas, nós temos, por exemplo, a parábola do tesouro escondido, né? Que o homem estava ali no campo, achou um tesouro, foi lá, vendeu tudo que tinha para ficar com o tesouro. Veja, é uma palavra que tem uma linha, né? É um versículo, né? O que que essa parábola nos traz, não é? Que o reino de Deus, esse campo, né? Eh, nós vamos encontrar qual tesouro? Todos os valores morais que nos são necessários para o quê? Para que a gente possa desenvolver nesse campo, não é? É uma parábola que tem uma linha só, um versículo só e ela traz um ensinamento muito profundo, muito grande, né? Então, o o aquilo que nós temos semeado em nós, eh, que são as nossas potências, né, que a gente fala potências da alma, que nada mais são do que esses valores, né, que nós temos, eh, realmente são o quê? são tesouros que quando eu descubro esse tesouro, eu vendo tudo, ou seja, eu saio da ilusão, eu abandono a a as ilusões da matéria e vou dar conta desses tesouros. >> É, temos mais uma. Isso aqui você também já no transcorrer da sua exposição você já nos colocou: "O ser humano é responsável por suas escolhas e a parábola do joio do trigo serve como um lembrete de cada um colherá o que plantar. Diante dos nossos vícios. O que fazer para esta mudança em nós? >> É em nós, né? Uma pergunta muito bem feita essa, porque é em nós, não? Porque normalmente a gente quer saber da mudança do outro, né? Eh, eu acho que um caminho eh justamente eh que eu acredito é esse despertar paraa nossa realidade. Então, por exemplo, eh, muitas vezes eu trago aqui a parábola do, eh, como que fala? Do filho pródico. O filho pródico estava eh estava vivendo do quê? De ilusão, não estava. Ele quis tudo, veio aqui paraa terra viver de ilusão e de repente ele perdeu tudo.
bola do, eh, como que fala? Do filho pródico. O filho pródico estava eh estava vivendo do quê? De ilusão, não estava. Ele quis tudo, veio aqui paraa terra viver de ilusão e de repente ele perdeu tudo. O que é isso? É a dor. Quando nós não agimos de acordo com as a as leis divinas, a gente traz para nós o quê? Dor, né? A dor, que que é a dor? É a dificuldade, não é? é a ferramenta que o pai eh nos eh nos concede paraa gente despertar. E que acontece com esse filho pródigo? Ele simplesmente, diante da dor, ele então percebe que ele tomou um caminho errado. Ele tomou o caminho errado. Ele gastou tudo que ele tinha em coisas que não tinha eh valor, não é? Ele gastou tudo. E o que que ele faz? Qual é a decisão dele? A decisão dele é se levantar e voltar para o Pai num processo de arrependimento. Então nós temos dois sentimentos, o sentimento do remorço e o sentimento do arrependimento. O sentimento do remorço, ele é exterior, não é? Eu eu fiz algo e aí eu fico com remorço daquilo que eu fiz, mas a vida segue e aí tudo passa. O arrependimento não, o arrependimento ele é interior. Então é um sentimento que fica em nós, que fica em nós, que vai sendo desenvolvido em nós. E esse arrependimento, esse sentimento de arrependimento, ele só vem, ele só aparece quando é percebo é que eu errei, que eu percebo os meus erros, não é? E que eu assumo a responsabilidade dos meus erros. E aí eu quero voltar para o caminho do Pai, ou seja, eu quero me aproximar novamente das leis divinas. Então, como que eu vou fazer para que haja essa mudança? É através desse, vamos dizer assim, desse conhecer, né? Eu tenho que conhecer, eh, eu tenho que meditar sobre aquilo que eu conheço, aquilo que a doutrina espírita nos traz, aquilo que Jesus nos ensina. Então eu tenho que conhecer, mas eu só vou compreender a partir do momento que eu passo a meditar sobre isso. E eu começo a perceber que a minha vida ela não é, ela não traduz só a a aquilo que que me cerca, eh, vamos dizer assim, de coisas eh supérfas,
r a partir do momento que eu passo a meditar sobre isso. E eu começo a perceber que a minha vida ela não é, ela não traduz só a a aquilo que que me cerca, eh, vamos dizer assim, de coisas eh supérfas, que eu preciso buscar outros caminhos, que é o caminho do bem. E aí vem assim: "Nossa, mas eu errei, tá? Eu errei." Aí vem o quê? vem o arrependimento e o arrependimento me leva a buscar, a despertar em mim sentimentos que são necessários para que eu possa a partir dali, não é, eh construir em mim para que eu possa eh voltar pelo para o caminho do do pai que um dia eu desviei. E nesse nesse entendimento entra alguma coisa muito importante, porque muitas vezes eu eh eu busco esse entendimento e eu começo a a meditar sobre isso, né, a reflexionar sobre isso. E o que acontece? Ao invés de eu buscar trabalhar para eu me recuperar, porque eu tive uma doença, aí eu preciso da medicação para que eu possa me redimir, não é? Mas ao invés disso, eu eh entro num processo de eh de acomodação. Eh, eu entro num processo não de arrependimento, mas realmente de remorço, porque eu fiz isso, porque eu fiz isso, porque eu fiz isso e agora eu sou a última das pessoas. Agora eu sou isso, agora eu sou aquilo, agora eu não consigo porque eu fiz isso, porque o outro fez assim, eu não assumo as minhas responsabilidades, portanto eu não mudo. >> Euudia muitas vezes, hã, >> mudança dói. >> Pois é, entendeu? Então eu não mudo. Eu não mudo. Eu não me transformo. Então o canal para eu me transformar é eu conhecer, eu meditar, eu refletir sobre tudo, eu entender que eu errei, eu me arrepender e buscar o caminho que me leva a até o Pai. Buscando lá aquela perguntinha lá do início. Como encontrar o reino dos céus? >> Tá dentro de mim. >> Tá dentro de nós. Tá dentro de nós. Como que eu vou encontrar? É em mim. Não adianta eu ir buscar fora. >> Lis, gratidão. Eu >> por esses momentos. Vou pedir para você suas considerações finais e se você puder fazer uma prece pra gente encerrar esse momento. >> Ah, nós agradecemos.
ta eu ir buscar fora. >> Lis, gratidão. Eu >> por esses momentos. Vou pedir para você suas considerações finais e se você puder fazer uma prece pra gente encerrar esse momento. >> Ah, nós agradecemos. >> É, eu agradeço muito, Rosângela, né? E a todos aí da TVAL, ao Antônio e a todos, né? Agradeço a todos que estiveram aqui, né, na chat, aqueles que vão assistir eh em outros momentos. Agradeço muito, né, estar aqui novamente. E assim, e diante desses ensinamentos que Jesus nos traz, eh, a gente nunca desistir. Uhum. >> Né? Eu acho que a gente nunca deve desistir de nós, né? Eu acho que a gente sempre deve eh eh empregar todas as fichas em nós mesmos para que a gente possa realmente eh vencer, porque tudo depende de nós, né? Tudo depende de nós. >> Tá >> tudo tá aqui. >> Tudo tá dentro de nós. Tudo tá dentro de nós. Não tem jeito. Tá certo? E agora eu convido todos vocês, né, a a dirigirmos ao Pai o nosso pensamento, a nossa a nossa prece e que a gente possa optar pela prece mais singela, aquela que retrata todos os nossos deveres, as nossas obrigações para com o Pai, o nosso entendimento deste Pai, que a gente possa dizer: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o seu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como em toda parte. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas dívidas, assim como nós buscamos aprender a perdoar nossos irmãos. Não nos deixes cair em erros e tentações. Livra-nos de todo mal, pois só teu é o poder, o reino, a glória para todo sempre. Que possamos ter uma noite de muita paz, que possamos ter um despertar de tranquilidade para que possamos continuar o nosso trabalho incessante pela nossa própria transformação. Que assim seja. >> Que assim seja. Que assim seja. Queremos convidar a todos para estarem conosco na no próximo domingo, dia 3/08, com o Geraldo Campete, com o tema Agentes de Mudança ou observadores da realidade. Guardamos você e agradecemos a Lis, agradecemos aos nossos amigos que estão
conosco na no próximo domingo, dia 3/08, com o Geraldo Campete, com o tema Agentes de Mudança ou observadores da realidade. Guardamos você e agradecemos a Lis, agradecemos aos nossos amigos que estão aqui conosco e que estarão conosco, né, nos outros dias, que irá estarão vendo de manhã, à tarde, à noite. E desejamos a todos uma semana abençoada de paz e bem. Fiquem todos com Deus e até o próximo domingo. Obrigada, Lis. Boa noite. >> Eu que agradeço. Boa noite. Tchau. Ciao
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