#15 Indústria, inovação e infraestruturas | Conscientização Ecológica
🌟 Live Conscientização Ecológica 🌿 📅 Toda quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília). 💚 Tema desta semana: "Indústria, inovação e infraestruturas". ✨ Convidados especiais: Geraldo Campetti e Nara Mattos. Vamos juntos refletir sobre a importância da preservação ambiental sob a ótica espírita! 🌎💙 Não perca! Acesse FEB Lives no horário marcado e participe com suas dúvidas e reflexões. Acesse a playlist completa: https://febtv.live/playlist_conscientizacao_ecologica 🔔 Ative o lembrete e c...
Oh. Olá, amigos queridos do coração. Muito boa noite. Estamos começando mais um programa conscientização ecológica da campanha espírita permanente. Eh, a campanha que foi aprovada pelo Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira 2022. Em 2023 a gente colocou essa campanha, né, com uma divulgação para o grande público e a partir deste ano, 2025, com o site do portal da Federação Espírita Brasileira e com este momento aqui pela FEB Lives, toda quinta-feira às 19:30. E hoje estamos aqui com a querida Nara. Boa noite. >> Boa noite. Boa noite, Geraldo. Boa noite a todos que estão aqui conosco. Uma satisfação estar aqui. >> Que beleza, né? Nara, com a sua simpatia, a gente vai fazer esse momento juntos aqui. A nossa querida Letícia tá lá na COP 30, não é, Nara? Aham. A Letícia está lá. Deve ser uma emoção, né, Geraldo, estará presente lá, né? Deve ser um momento. >> Que maravilha. É, a Letícia, ela é jornalista, né, ambiental, então tá aí fazendo lá a cobertura também. Que beleza. Olha, a gente vai começar com uma pergunta antes de trazer o nosso tema da noite. Uma pergunta para vocês que a gente vai pedir a produção para trazer aí para nós, não é? Olha só. O que você acha que seria uma sociedade sustentável para você? O que que significa? O que é uma sociedade sustentável? Sei que tá chegando, vai chegar daqui a pouquinho, já tem a pergunta aí para você pensar, refletir e responder. Participe aí conosco, porque o nosso tema desta noite, a nossa produção vai trazer também a querida Fernandinha. Ela disse para não falar o nome dela, mas a gente vai falar mesmo assim, né, Nara? O nosso momento diário, né, toda quinta-feira aqui às 19:30. E hoje nós vamos tratar, especificamente, eh, depois dessa pergunta que vocês vão respondendo aí, eh, sobre o ODS9, gente, esse objetivo de desenvolvimento sustentável que trata da indústria, infraestrutura e inovação, seus objetivos e metas. O que é esse ODS e o que esse ODS tem a ver com a COP 30? também vamos estabelecer essa relação e
desenvolvimento sustentável que trata da indústria, infraestrutura e inovação, seus objetivos e metas. O que é esse ODS e o que esse ODS tem a ver com a COP 30? também vamos estabelecer essa relação e o que podemos fazer como espíritas, porque afinal de contas estamos aqui conversando sobre uma campanha espírita, não é? Nós como espíritas, o que podemos fazer que aliás é o convite, né, Nara, que o nosso Carlos Vila Raiga faz aqui neste livro, publicado pela FEB Editora, Desenvolvimento Sustentável, né, o papel dos espíritas na agenda 2030, que tem servido aqui, exatamente, não é, Nara? Cada capítulo aqui tá se tornando um programa, não é? >> Exatamente. É o estudo, né? ninguém, todos nós temos, né, a obra dele para que a gente possa trabalhar, né, e as casas e isso compartilhar com as casas também, né, porque tem diversas eh modelos aqui para que a gente possa colocar em prática, né, geral, temos que sair agora, né, dessas nós temos que ir para prática, né, sair da teoria. Então, ali tem muitas coisas pra gente fazer, >> tem muitas coisas mesmo. E várias sugestões são apresentadas, né, pra gente colocar em prática. Joseph está conosco aí. O que você acha que seria uma sociedade sustentável? Vamos refletindo aí sobre essa questão, né, pra gente poder respondê-la, né, Fernandinha? Segue aí para nós, por favor. Então, olha, gente, esse é o objetivo de desenvolvimento sustentável nove, né? Lembrando que esses objetivos foram apresentados, não é, eh, para, eh, aprovados pela ONU, não é isso, Nara? a Organização das Nações Unidas, nãoé? É interessante. Aí a gente vai naqu ao longo do dos nossos encontros, os programas, estabelecendo a conexão com o espiritismo, né? que o espiritismo tem a ver com isso. Então, eh, esse objetivo nove, ele fala de indústria, inovação e infraestruturas, construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação. Não é pouca coisa, é um bocado realmente de, né, assim, ações a serem realizadas,
ras, construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação. Não é pouca coisa, é um bocado realmente de, né, assim, ações a serem realizadas, infraestruturas resilientes. O que que seria isso exatamente? Olha que interessante, né? Porque quando fala de resiliência, tá falando de adaptação, de transformação. Essa industrialização inclusiva para que a gente com a industrialização não exclua, não afaste e, né, e também sustentável, claro que a gente vai falando dessa palavrinha aos poucos e também fomentar a inovação, não é, né, Nara? Você tem aí para nos trazer algumas informações, não é assim? >> Sim. Aham. Então, na sequência, quais seriam as principais metas do ODS9? Então, vejamos, ó. Infraestrutura, desenvolver infraestruturas confiáveis, sustentáveis, resiliente e de qualidade para apoiar o desenvolvimento econômico e bem-estar humano, com acesso equitativo e a preços acessíveis para todos. por exemplo, estradas, portes e aeroportos, transportes eficientes, água e saneamento, eletricidade, edificações apropriadas e eficiente. Veja que é importante, né, isso para o desenvolvimento de uma cidade. E na industrialização, ó, promover a industrialização inclusiva e sustentável, aumentando a participação da indústria no emprego e no produto interno bruto, especialmente nos países menos desenvolvidos. Também importante a gente ver sobre isso, inovação e tecnologia, né, que não podemos deixar de fora, fortalecer a pesquisa científica, melhorar as capacidades tecnológicas dos setores industriais e aumentar o acesso à tecnologia como a internet para todos os países, focando em desenvolvimento. >> É verdade. >> Muita coisa, né, Nara? Eh, quando a gente pensa assim num objetivo desse, que ele tem tanta robustez, parece que é quase que impossível chegar na sua, né, assim, concretude. Mas, eh, tudo é possível desde que se faça, desde que se implemente, desde que se planeje, desde que tenha uma responsabilidade social e
ue é quase que impossível chegar na sua, né, assim, concretude. Mas, eh, tudo é possível desde que se faça, desde que se implemente, desde que se planeje, desde que tenha uma responsabilidade social e um bom emprego dos recursos, não é assim? Então, >> exatamente. >> É isso mesmo. Fernandinha, continua para nós aí, por favor, né? Como o alcance das metas desse objetivo, então, desenvolvimento social nove vai contribuir pro desenvolvimento. Aí a gente tem como consequência que a gente tá falando aqui de indústria, de inovação, de sustentabilidade, não é? A Letícia tá conosco também aqui. Muito obrigado pela presença. Eh, melhorar a qualidade de vida da população é logo um primeiro, né, assim, uma primeira contribuição que a gente já vê nesse objetivo que pode trazer como resultado. Você vai ter uma qualidade de vida da população muito melhorada, não é? Porque hoje a gente tem dificuldades que com uma um trabalho competente, né, um trabalho responsável, eh voltado para essa questão da industrialização, que seja inclusiva, não é, que tenha uma responsabilidade quanto à própria resiliência, né, a a haver uma adaptação, eh, uma harmonização, isso vai facilitar. Eh, naturalmente, a gente tá falando aqui em geral oportunidades, oportunidades de desenvolvimento, de empregos, né, de de capacitações, oportunidades das pessoas serem mais felizes, de viverem melhor, né, uma vida mais digna, porque o desenvolvimento em si, ele ele ele é um progresso, não é, Nara? é para trazer algo que vai beneficiar, que vai fazer com que as pessoas tenham um um bem-estar, uma um conforto, não é? Tudo que seja passível paraa pessoa se sentir bem, daí promover esse desenvolvimento mais justo, equitativo, especialmente em países, né, como os nossos, que são considerados países em desenvolvimento. Ou seja, a justiça está e a gente ter os direitos respeitados, não é? Nós temos direitos, também temos deveres, né? mais equitativo é que haja um equilíbrio. É o porque há tanta diferença e a injustiça
u seja, a justiça está e a gente ter os direitos respeitados, não é? Nós temos direitos, também temos deveres, né? mais equitativo é que haja um equilíbrio. É o porque há tanta diferença e a injustiça social, né, na área é uma coisa assim muito grave. Então quando se fala nesse desenvolvimento equitativo, é que tá gerando oportunidades que sejam ofertadas a todos para que todos possam ter esses direitos de se desenvolverem. A gente poderia dizer: "Ah, luz do espiritismo, cada um é um. Nós somos espíritos, cada um tem a sua capacidade, sua potencialidade, tá tudo certo, mas a gente tem que trabalhar para que haja essa equatividade, equidade, para que as pessoas elas tenham condições de fazer eh o que está dentro da sua competência, porque às vezes a oportunidade não existe e a pessoa não pode se desenvolver. Então, se a gente tiver essa visão mais eh fraterna, mais solidária, mais inclusiva, a gente vai ter, sem dúvida alguma, a sociedade também mais justa, não é? E mais feliz. >> Exatamente. Exatamente, né, Geraldo? E a empatia, né? A empatia com o nosso próximo, né? >> Isso. A gente fala empatia, você tá próximo, né, Nara? você poder e enxergar a necessidade do outro, eh estar junto dele como companheiro, como aquele que auxilia, como aquele que busca compreender, entender a condição, né? Não para julgar, para condenar, mas para auxiliar. >> Exatamente. E aí na sequência, né, Geraldo, podemos falar um pouquinho o que é inovação tecnológica. >> Sim. O que é? O que é nada inovação. Essa palavra é bonita, né? Uma expressão linda. Inovação tecnológica. O que significa? Afinal, >> no dicionário quer dizer a ação ou o efeito de inovar. Então é aquilo que é novo, é uma novidade. Então a escrita foi uma inovação, assim como o primeiro livro e a máquina de impressão. E todas essas coisas são tecnologias, ou seja, métodos, processos, formas de criar coisas novas e produtos e serviços. e transformação social. Olha só, Geraldo, na minha profissão, quando eu iniciei como contadora, né, e
são tecnologias, ou seja, métodos, processos, formas de criar coisas novas e produtos e serviços. e transformação social. Olha só, Geraldo, na minha profissão, quando eu iniciei como contadora, né, e tinha só a máquina de datilografia e hoje a gente tem a inovação, que é os computadores, né? >> Nossa, facilitou muito a vida, né? Não. E e é hoje a gente tá no mundo, né, Nara, que a gente daqui, olha, que que será daqui uma década, >> tamanha a velocidade com que as coisas estão acontecendo, a gente não faz muito assim, né, eh, ideia de como será. Talvez até faça ideia, mas não imagina tanto na prática. A previsão para 2030 do carro voador. A gente já tem até protótipo, mas imagina, né? Eh, carro elétrico é uma coisa que já está aí e não tem volta, né? E e a inteligência artificial, né, que a gente tá vendo empregada cada vez assim nas em tudo que a gente faz, né, nos nossos trabalhos, na nossa profissão, nas nossas tarefas, é algo assim impressionante. Então, a inovação é algo do qual a gente não pode fugir. Inovar é isso aí, né? É buscar essa melhoria constante pela transformação, pelo uso dos recursos, né, dos instrumentos. dos equipamentos, da técnica, não é? E procurar fazer com qualidade, fazer com, né, eficiência, que é fazer bem feito, eh eh fazer com eficácia, que é chegar a resultados, né, que a gente vai poder dizer: "Olha, aqui nós fazemos entregas e cada vez com a tecnologia a gente entrega mais e mais rápido, não é assim?" Nada. >> Isso mesmo, né? Exatamente. E quando relacionamos a indústria, infraestrutura e inovação, inevitavelmente adentramos num campo interligado pela geração de novos métodos, instrumentos e conhecimentos e marcado por transformações cada vez mais rápidas, como nós falamos agora. Então, é o é muito é muito bonito assim de ver, mas às vezes a gente se preocupa, né, porque é uma é uma velocidade, né, Geraldo, que >> que às vezes assusta, né? >> É, assusta e a gente tem que tá preparado, né? preparado porque usar esses recursos a benefício de todos, não
ocupa, né, porque é uma é uma velocidade, né, Geraldo, que >> que às vezes assusta, né? >> É, assusta e a gente tem que tá preparado, né? preparado porque usar esses recursos a benefício de todos, não é? Não é para aumentar a exclusão, pelo contrário, propiciar a inclusão. É Sônia, Marcina, Letícia, Josefa, temos a pergunta aí para vocês responderem. O que você acha que seria uma sociedade sustentável, não é? Aí, pensa um pouquinho aí, escrevam para nós que daqui a pouquinho a gente vai trazer a contribuição de vocês. Ô, Nara, mas você tá falando aí e esse negócio aí, olha aí, já que tá falando em inovação, é biomimética, você já tinha ouvido falar nisso? Vocês estão nos acompanhando aí, o que que é biomimética? Eu não sei do que se trata. Mara, ensina para nós aí, por favor. Então, Geraldo, BIOS, que significa vida e mimese, que significa imitação. Olha só o termo, esse termo ele deriva das raízes gregas, né? E e esta corrente de pensamento científico visa inspirar-se a compreender a natureza para resolver problemas que o ser humano enfrenta atualmente, mas que a natureza já resolveu. Então, desde o desenvolvimento de tecnologia avançada até sistemas mais simples, a biomimética convida-nos a aprender com as estratégias comprovadas da natureza e a colocá-las em prática. >> Interessante. >> Então, Geraldo, te confesso que eu tinha ouvido, eu comecei a estudar porque eu não tinha ouvido ainda, né? Então, o o Carlos, o Vila Raga, trouxe para nós esse essa novidade, né? Essa >> é e a gente tá tá tá todo mundo aprendendo aqui, né, gente? Coisas muito interessantes. E você vê um dos exemplos mais conhecidos da biomimética é o velcro. Olha, a gente às vezes usa e nem sabe, né, que é um sistema de fechamento, né, que é a gente conhece o velcro, né? Esse sistema de fechamento foi inventado pelo engenheiro suíço George de Mestral. Aí ele de mestral inspirou-se nas sementes de cardo. Eu não sabia, não tinha nenhuma noção disso. Olha, que grudavam nas suas roupas e no pelo seu cão durante os seus
genheiro suíço George de Mestral. Aí ele de mestral inspirou-se nas sementes de cardo. Eu não sabia, não tinha nenhuma noção disso. Olha, que grudavam nas suas roupas e no pelo seu cão durante os seus passeios para desenvolver este fecho que imita os ganchos naturais da planta. Veja que interessante, né? Então, de uma experiência natural de vivência, ele desenvolveu esse velcro, que é aquele, né, fechamento que a gente tem. Vai, o velcro, você coloca assim, né? Ele fica vedadinho, fechadinho, não é nada. Aí você abre e faz aquele barulhinho, não é >> isso aí. >> Muito interessante. Muito interessante. E ali a a arquitetura em uma das suas vertentes, procura se inspirar nas formas de nas formas e tecnologias da natureza para criar espaços mais confortáveis. Um outro exemplo é a fotossíntese. Os cientistas vêm trabalhando no desenvolvimento da fotossíntese e artificial para produzir energia limpa e renovável, provenientes de fontes abundantes, como o sol, a água e o CO2, oferecendo um caminho para o desenvolvimento de combustíveis limpos como o hidrogênio. Olha que importante isso, né, Geraldo, para cuidar da natureza, né? >> Muito. E e trazer esse ambiente limpo, né? Você vê como a gente já tem recursos hoje. A natureza é um grande exemplo para nós, não é? Você vê biomimética, né? É como se fosse a imitação da própria vida. E é o que a natureza nos traz constantemente. A própria vida manifesta de forma mais assim que seja eficiente porque é bem feito, eficaz porque dá resultado, efetivo, porque tem permanência. E a gente poderia dizer ainda essa questão da espiritualidade que é a conexão, né, da criação divina. A natureza é a obra de Deus. >> Exatamente. >> Muito bem. Olha, e a gente vai ver então o que diz o espiritismo, né? Esse respeito do tema que a gente tá tratando aqui desse ODS9. A gente lembra Allan Kardec na revista espírita quando vai falar da progressão do globo terrestre. É um artigo, não é, que é de abril de 1800. Que ano que é mesmo? Nada. 1800 e >> 64. 64. Aí Kardec vai dizer: "Pelo
Allan Kardec na revista espírita quando vai falar da progressão do globo terrestre. É um artigo, não é, que é de abril de 1800. Que ano que é mesmo? Nada. 1800 e >> 64. 64. Aí Kardec vai dizer: "Pelo trabalho, o homem aprende a conhecer e a dirigir as forças da natureza. Como é importante o trabalho. O trabalho é essa ação humana que vai levar ao desenvolvimento. Disse que o trabalho dignifica, né, o ser humano. E exatamente o homem aprende a conhecer, a dirigir as forças da natureza pelo trabalho que está empreendendo. Enfrenta muitos desafios. No início é muito empirismo, vai muito na base, né, do fazer para ver se vai dar certo, enfrenta desafios, muitas coisas dão erradas e depois vai se aperfeiçoando, né, Nara? Isso, exatamente. E olha só, outra novidade, né? Ah, que eles, que o Carlos nos fala nessa, nesse ODS, né? A bioeconomia, olha só, é um modelo de desenvolvimento produtivo e econômico baseado em valores de justiça, ética e inclusão, capaz de gerar produtos, processos e serviços de forma eficiente, com base no uso sustentável na regeneração e na conservação da biodiversidade, norteado pelos conhecimentos científicos e tradicionais e pelas suas inovações e tecnologias, com vistas à agregação do valor, à geração de trabalho e renda, a sustentabilidade e o equilíbrio climático. >> É, é, são desafios que a gente tem aí, realmente, não é? Eh, desafios, né, diante desse contexto da bioeconomia, você vê vida, economia, né, a economia ela praticada para eh o desenvolvimento da vida, a vida que seja eh justa, equitativa, que seja confortável, não é? A a Letícia Ramos tá dizendo, ó, muito interessante, copiamos tudo da natureza, realmente só cocriamos mesmo. É verdade, né? E quando a gente copia bem da natureza, a gente é feliz porque a natureza sabe o que faz, não é isso? Que ótimo. Bom, e agora tem esses desafios, né, na área assim de financiamento, insegurança jurídica, falta de capital humano, né, e também forte pressão do agronegócio na disputa dos recursos. a
sso? Que ótimo. Bom, e agora tem esses desafios, né, na área assim de financiamento, insegurança jurídica, falta de capital humano, né, e também forte pressão do agronegócio na disputa dos recursos. a gente vive essa realidade nos dias atuais, não é, que a gente precisa considerar e tudo vai tendo que ser harmonizado diante desses afios aí, não é? Tem um caso da Amazônia, não tem, Nara? >> Sim. E olha só o pessoal todo lá na Amazônia, né? E olha a preocupação e o cuidado, né? Com aquele local, com aquele ambiente tão generoso, né? Que é a natureza. Então, com a proposta da bioeconomia, a possível combinar um inovador modelo de produção sustentável. Este, na verdade, já desenvolvido e realizado há mais de século pelas populações tradicionais da floresta amazônica, com inigualável capacidade de transformar biorrecursos irrecicláveis e renováveis, estimular estratégias de defesa ambiental para manter a floresta em pé, impedindo o avanço das fronte fronteiras agrícolas de desmatamento. Olha que que interessante que o povo de lá, né, ele tem que cuidar porque é vida, né, geral daquilo lá é vida. Então, e as pessoas têm que tem aquela preocupação e tem aquele cuidado e tem o o cantar dos animais, dos pássaros, né? Como é bom estar num lugar onde isso isso reflete, isso tem dá energia, né? É, exatamente. Aí tem a questão, né, que a gente ouve da chamada eh logística reversa, né, que é uma forma, não é, na área de se fazer um bom aproveitamento, né, que você faz um um uso, o descarte, o destino adequado da, né, do lixo, daquilo que sobra, que pode ser eh aproveitado. Então, há legislação específica sobre isso, né, que no Brasil já tem essa questão da reutilização, da reciclagem. Aí tem, veja, são produtos os mais diversos que tem os produtos, por exemplo, eletroeletrônicos, né, agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, embalagens, plásticos, metade de vida. Quer dizer, a gente tem que saber fazer o o descarte adequado disso para que tenha o uso também adequado, né? Olha, a gente aqui eh eh Nara já estemos
as, pneus, embalagens, plásticos, metade de vida. Quer dizer, a gente tem que saber fazer o o descarte adequado disso para que tenha o uso também adequado, né? Olha, a gente aqui eh eh Nara já estemos algumas participações sobre a pergunta que foi feita, não é? E o nosso tempo vai voando e a gente não pode deixar o nosso pessoal de fora, né? Mas a gente tem também a tal da economia circular, não é isso? Que é baseada aí na inteligência da natureza, eh, como a biomimética. Aí você vê, né, a gente vai copiando a natureza, vai aprendendo, né, eh, de uma forma que você possa bem reaproveitar, não é? E você possa utilizar de uma forma mais justa, não é, Nara? >> Exatamente, Geraldo. Ali a economia circular, ela é do berço ao berço, né? É, então é o círculo mesmo. Tu tem que fazer o destino de forma correta, né, para que esse material volte a à origem, né? Então isso é é o é o nutriente para um novo ciclo, né? >> Exato. E é o que >> a e a natureza faz isso de maneira espontânea, né? aproveita tudo. Nada, nada é desperdiçado. A gente nos recursos utilizados, né, assim, de forma humana, né, dentro do nosso contexto, da vida que tem o seu desenvolvimento, da civilização, dita civilização, a gente tem que ter essa racionalidade e ao mesmo tempo naturalidade, né, para que não venha fazer das coisas de um jeito que vai destruir, que vai, né, prejudicar. A gente tem muita coisa para revisitar no que tá sendo feito, né? Aí a gente tem também rapidamente trazer as questões das tecnologias da informação, não é? Eh, isso aí, tecnologia da informação da comunicação chamada sticks, né, que é uma verdadeira revolução. E em poucos, poucas décadas a gente teve tudo muito transformado, né? A gente tá falando aqui de recursos que há pouco tempo a gente não tinha. a questão mesmo, né, da da do celular, eh, a internet vem aí da da segunda metade do século XX, o celular surge, eh, o WhatsApp, né, a gente não utilizava esses recursos. Hoje em dia você tem isso. Hoje nós temos a IA praticamente
celular, eh, a internet vem aí da da segunda metade do século XX, o celular surge, eh, o WhatsApp, né, a gente não utilizava esses recursos. Hoje em dia você tem isso. Hoje nós temos a IA praticamente despontando e, né, sendo utilizada e vai ser cada vez mais utilizada. Tem a geração aí, né, da internet o chamado 5G, já se fala tem 6G. Então, uma coisa assim impressionante, um desenvolvimento muito grande, as tecnologias digitais vão dando continuidade aí a essas transformações em todas as áreas, né, na área da saúde, na na economia, não é? Eh, eh, na educação, não é? Tudo vai assim atuando para que possa se transformar e fazer de um jeito o mais adequado possível, né? Vamos ver o que diz o espiritismo aí, por favor, que o tempo vai voando. >> Vá, vamos continuar. Toda descoberta nova de alguma importância tem consequências mais ou menos grave. O progresso da ciência acarretou o da indústria e o progresso da indústria mudou a maneira de viver e os hábitos numa palavra todas as condições de ser da humanidade. Então, Kardecita da Perpetuidade do Espiritismo, fevereiro de 1865. Então, vamos destacar que se refere às transformações sociais decorrentes das inovações tecnológicas. Como vimos, a inserção de novas tecnologias de informação e comunicação mudaram a forma como nos relacionamos, como aprendemos, como vemos o mundo. E e essa tem sido a história da humanidade desde os primeiros instrumentos utilizados pelos nossos antepassados há milhares de anos. É, e vale dizer, né, Nara, que hoje em dia, assim, eh, boa parte, né, não é toda a humanidade, mas muita gente, muitas pessoas têm usado essas inovações tecnológicas de uma maneira que não é adequada, né, até com desrespeito, às vezes com imposições, não é? Eh, tirando, por exemplo, do que é o processo natural, não é? Desrespeitando a vida, né? a a bioética, por exemplo, a, né, a questão do do respeito à vida de todos os seres, não é? Eh, e também as culturas dos diferentes povos. A tecnologia deve ser utilizada, né, as
speitando a vida, né? a a bioética, por exemplo, a, né, a questão do do respeito à vida de todos os seres, não é? Eh, e também as culturas dos diferentes povos. A tecnologia deve ser utilizada, né, as TIC, tecnologia de informação e comunicação para beneficiar, não para prejudicar. >> Exatamente. >> É isso. Ah, e aí, o que nós temos para dizer sobre a COP 30, hein, que está acontecendo, não é, Nara, né? já em Belém, né? >> Exatamente, né? Então, nessas duas semanas, um evento global está tratando desses pontos, indústria, infraestrutura e inovação, entre outros fundamentais para o equilíbrio do nosso planeta. Então, esse período seriam, no início dessa semana, de 10 a 21 de novembro. Então, tem muitas pessoas lá fazendo isso acontecer, né? E que importante para o nosso Brasil, né, Geraldo, esse evento dentro do nosso país, né? É uma e ainda mais num num local onde a gente preserva tanto, né? E tem tanto esse cuidado. >> É, sem dúvida, bem ali nesse coração, né? E veja, são 198 países que são signatários, né, da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre mudança do clima. Então, tem uma participação muito intensa, representantes do mundo inteiro, de vários países e o Brasil aí sendo, digamos esse anfitrião, não é? porque tem muita assim e a organização tá muito bonita, muito interessante, muitos assuntos sendo tratados, né? E tudo evidentemente para trazer, né, Nara, uma responsabilidade ao cumprimento desses ODSs, não é? Que a gente tá muito próximo de 2030. Importante, Geraldo, também nós ressaltar que lá tem as, o pessoal deve estar ouvindo também, né, sobre a zona azul, né, onde ocorre negociações oficiais, apenas organizações credenciadas podem entrar, um processo burocrático que exclui muitas comunidades impactadas e na zona verde aberta ao público, né, e onde se reúem os representantes da sociedade civil, ativistas, povos originários, comunidades tradicionais, vozes importantes são ouvidas, mas muitas vezes distantes das salas onde as decisões são tomadas, mas estão lá, né?
entantes da sociedade civil, ativistas, povos originários, comunidades tradicionais, vozes importantes são ouvidas, mas muitas vezes distantes das salas onde as decisões são tomadas, mas estão lá, né? Estão fazendo representação lá, né? >> Isso é uma oportunidade, né, na área de se garantir aí que os defensores dos direitos humanos, dos direitos da natureza, né, que atua aí nessa linha de frente das mudanças climáticas, eh, sejam protegidos e possam também participar de forma significativa na tomada, né, das decisões climáticas. E os líderes, evidentemente, têm a responsabilidade de fazer um financiamento, né, de apresentar, por exemplo, recursos que vão assim facilitar o desenvolvimento tecnológico para criar essas condições necessárias, não é, para que a gente possa viver melhor. >> Verdade. E a ciência é innegável, né? As mudanças climáticas estão piorando e as atividades humanas, particularmente a extração e a queima de combustíveis fósseis são a principal causa, né? Mas se trabalharmos juntos, unidos por nossa humanidade compartilhada, podemos criar um futuro que proporcione justiça climática, né? >> É verdade. Olha, a Luzia diz que está vendo a gente lá dos Estados Unidos. Muito bem, muito obrigado. A Letícia tá dizendo que deveria haver mais investimentos na da das empresas, né, nas empresas de reciclagem. É, gente, é muito importante. Essas empresas são muito valiosas, né? E as sugestões práticas, né? Digamos aqui trazendo para nós, né? O que que é que a gente pode fazer? O Carlos Vila Raga, no capítulo que é o de número nove, não é? quando vai falar exatamente da indústria de inovação e infraestruturas, que é exatamente o ODS9, que do livro, né, que a gente vem mostrando, Carlos Virar, publicação da FEBA editora, né, desenvolvimento sustentável, papel dos espíritas na agenda 2030. Em cada tema tratado, cada capítulo é um ODS. Hoje nós estamos tratando exatamente desse aqui da indústria de inovação e infraestruturas. E o que que é que a gente pode fazer, né? Eu vou lendo um
030. Em cada tema tratado, cada capítulo é um ODS. Hoje nós estamos tratando exatamente desse aqui da indústria de inovação e infraestruturas. E o que que é que a gente pode fazer, né? Eu vou lendo um aqui, a Nara vai lendo o outro pra gente poder trazer essa contribuição valiosíssima e depois trazer os comentários de vocês pra gente encerrar. Olha, apoie o que que a gente pode fazer? Apoiar o financiamento coletivo de projetos inovadores e verdadeiramente sustentável. Se a gente puder, né, dar um apoio financeiro, uma contribuição, quem puder, quem tiver condições, independentemente de valor, né, que são projetos sérios, inovadores, verdadeiramente sustentáveis, a gente vai estar colaborando. >> Exatamente. E apoie também empresas que têm compromisso real com a sustentabilidade, né, e a justiça social e ambiental. E também podemos diminuir, né, aí daquelas empresas que têm o histórico de crimes ambientais, trabalho escravo, preconceitos, né, a gente pode fazer uma escolha na contra, né, Geraldo? É verdade, depende de nós, né? Por isso que a gente pode participar também ou ajudar até a implementar programas comunitários de alfabetização digital. Gente, eu fico pensando, a coisa vai evoluindo tão rápido. Eu tô para fazer 60 anos, né? Eu vejo assim meu filho já muito mais ágil, né? Meu netinho, então, que já tem 4 anos, coisas assim impressionantes, que já vem com desenvoltura e cada vez mais, né? Fácil de aprender e verifica, né? Se a gente puder ajudar pessoas que estão meio que excluídas, né, nessa alfabetização digital, e a gente vai estar fazendo uma contribuição muito boa. >> Exato. E também nossas escolhas, né, nós temos que saber quem vai nos representar. Então a gente faça uma escolha eficiente, né, eficaz, uma escolha assim incerta, né, para que a gente tenha pessoas comprometidas, né, temos políticas públicas, incluindo a todos, né, sociais e ambientais eficientes, mas que a gente possa ter essa inclusão e esse cuidado também, né, na hora de >> É verdade, a gente fala, né, a campanha
mos políticas públicas, incluindo a todos, né, sociais e ambientais eficientes, mas que a gente possa ter essa inclusão e esse cuidado também, né, na hora de >> É verdade, a gente fala, né, a campanha ela é de conscientização, mas ninguém conscientiza, ninguém, somos nós mesmos quem nos conscientizamos, mas a gente vai compartilhando, né, a ciência, o conhecimento. pra gente se educar e daí sim da educação partir para essa conscientização. Aí está, não é, o site eh o conscientesica.febnet.org.br, que é um site que foi desenvolvido e está no portal da FEB para quem quiser e puder acessar. Um conteúdo muito valioso. Vamos trazer aqui rapidinho, Fernandinho, umas contribuições aí acerca da pergunta que foi feita. né? Olha, Nara, a gente tem algumas participações. A Marcina, >> você consegue ler? >> Sim. Aham. Sociedade sustentável seria aquela que atende suas próprias necessidades sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atender as suas. >> Interessante >> isso aí. Uhum. >> Porque senão não tem para as próximas, né? Ó, a Tatiane, sustentabilidade vai muito além da preservação ambiental e do uso consciente dos recursos naturais. Envolve responsabilidade moral, solidariedade e respeito a todos os seres vivos. Muito bem, Tatiane. É isso, né, que a gente às vezes limita demais a palavra, fica só na parte econômica, financeira, às vez até social, até só ambiental, que tudo isso é importante, é necessário, mas a gente tem que falar da responsabilidade, não é? do comprometimento, do trabalho que precisa se desenvolver, da questão moral, da questão ética, educacional, né, Nara, tudo isso é também sustentabilidade. E no nosso caso aqui, a gente fala da sustentabilidade espiritual, né? A criação desse ambiente maravilhoso que a gente vai desenvolvendo e que a gente possa trazer cada vez mais, não é, Nara? A gente vai encerrando agora. Isso. Vamos chamar o pessoal então para continuar na próxima semana, né, que nós temos na continuidade. O DS10, redução de desigualdades. Esse vai ser a próxima
é, Nara? A gente vai encerrando agora. Isso. Vamos chamar o pessoal então para continuar na próxima semana, né, que nós temos na continuidade. O DS10, redução de desigualdades. Esse vai ser a próxima semana, geral. >> Isso é isso mesmo. O tema importantíssimo aí cada tema vai abrindo um pouquinho o caminho, não é? Eh, aqui a Luzia, só pra gente completar, já encerrando, né? Eu, como brasileira, morando há mais de 20 anos, apesar de todos os problemas do Brasil, né? Fiquei muito feliz que o evento seja aí no Brasil, né? Eh, espero que parte dos brasileiros tenha um pouco de consciência e aprender a reciclar, né? Os o lixo. É isso mesmo, né? E me parece que ela mora nos Estados Unidos, salvo melhor juízo, né? Isso mesmo. É. É isso, gente. Olha, fica o convite aí pra próxima quinta-feira, 19:30, nós estarmos juntos para dar continuidade tratando do ODS número 10, né? que é o próximo capítulo aqui do livro do VilaG, que vai tratar da redução de desigualdade. Sempre um tema interessante e nós como espíritas temos o compromisso de fazer a nossa parte, buscando sempre fazer o melhor. Nara querida, muito obrigado, viu? Foi uma satisfação eh ter estado aqui com você e com todos os nossos amigos e amigas que participaram, né, Luís, aí a Luzia, não é? Eh, a gente aqui uma participação eh da Letícia também é muito importante. A Tatiane, o pessoal ligado, né? Marcina, Fernanda, Sônia, obrigado. Aqui a gente vai deixar gravadinho, né, Josefa? Vai tá gravado aqui porque outras pessoas vão assistir depois. Isso é importante, fica como um documento valioso, né, Nara? Boa noite, >> isso aí. Eu agradeço pelo convite. Abraço. >> Abraço. Tchau. Tchau. Até a próxima. เฮ
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