#134 • Jesus e Saúde Mental - Perguntas e Respostas
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Olá, sejam muito bem-vindos mais uma vez ao nosso programa Jesus e Saúde Mental. Na noite de hoje, nós vamos responder perguntas que foram direcionadas ao nosso Instagram, Prof._line Underline Leonardo_line Machado. Nós então selecionamos basicamente todas as perguntas que chegaram e vamos responder hoje em outros programas e também vamos abrir novamente outras caixinhas de perguntas lá no nosso Instagram nos histories. Então é só você eh acompanhar por lá, mandar a sua questão quando essas caixinhas forem abertas, que em algum momento aqui no nosso programa nós iremos responder. Mas como temos feito nos últimos tempos, temos começado o nosso Jesus e saúde mental a partir de uma oração, justamente porque um dos recursos mais eficazes que a doutrina espírita nos apresenta, bem como Jesus nos apresenta para podermos nos conectar com saúde, com vitalidade, é o recurso da oração. Na oração, nos conectamos com o Pai e, ao mesmo tempo criamos um estado meditativo dentro de nós, em que podemos potencializar pensamentos, hábitos mentais saudáveis. Dessa maneira eu lhe convido para que de olhos cerrados para que possamos ficar atentos às nossos próprios pensamentos, as próprias palavras que iremos enunciar, nós possamos juntos pensar: "Senhor da vida, muito obrigado pela oportunidade bendita da existência. Apesar das dificuldades que nós enfrentamos, nós sempre acreditamos na esperança do amor. A esperança do amor nos convida a refletir sobre a meta futura, que é a própria evolução pessoal e a própria evolução do planeta. Acreditando nessa meta, nós desenvolvemos de alguma maneira a paciência dentro de nós. E desenvolvemos essa paciência porque entendemos que para poder atingir essa meta, necessário se faz agir. E essa ação precisa ser feita no dia de hoje, no momento de agora. Agindo hoje, começamos a entender que no futuro, pela trajetória empreendida, estaremos em uma senda mais tranquila, em um local mais luminoso dentro da nossa própria vida interior. Por isso, Senhor da vida, nos enche de renovação
der que no futuro, pela trajetória empreendida, estaremos em uma senda mais tranquila, em um local mais luminoso dentro da nossa própria vida interior. Por isso, Senhor da vida, nos enche de renovação íntima, com a esperança de que os dias serão melhores, apesar das dificuldades. Nesse sentido, faz com que nessa noite nós possamos entender, refletir sobre os conceitos do Evangelho de Jesus a partir da doutrina espírita e podermos então aprofundar reflexões salutares junto àqueles que nos ouvem. Que assim seja, Senhor. Muito bem. Então, a primeira questão que chegou foi assim, ó. Não foi bem uma pergunta. foi um pedido. Seria muito bom assistir uma explanação sua sobre o processo de desencarnação do Di, ou seja, do Divaldo Franco, do nosso tio Divaldo. Nós convidamos então o nosso querido telespectador, né, internauta, na verdade não é telespectador, é internauta, para poder eh assistir uma palestra que fizemos nos momentos evangélicos da mansão do caminho no sábado, precisamente no dia 12 eh de julho. Então, procura lá essa palestra em que falamos sobre o amor que dói e constrói. E nessa palestra fizemos uma alusão bastante intensa sobre várias etapas eh do nosso tio Divaldo e também sobre o processo de desencarnação, noticiando questões que enquanto médium consegui captar, obviamente não consegue captar tudo pela parca mediunidade que possu captar algumas coisas depois de um tempo, né, dois meses depois da desencarnação. veio a convicção de poder compartilhar com o caro internauta. Então, para que eu não seja repetitivo, eu remeto você a essa palestra e ao amor que dói e constrói do dia 12 de julho de 2025 na TV da Mansão do Caminho. E aí uma outra questão, agora sim, uma pergunta. A pessoa fala assim: "Às vezes o os mesmos problemas da vida se tornam mais pesados em alguns momentos. Tem dias que eu me sinto mais frágil. Como é que eu posso fazer para mudar a perspectiva eh a minha perspectiva da vida? Como fazer para mudar minha perspectiva da vida? Interessante a pergunta. muito eh
dias que eu me sinto mais frágil. Como é que eu posso fazer para mudar a perspectiva eh a minha perspectiva da vida? Como fazer para mudar minha perspectiva da vida? Interessante a pergunta. muito eh compartilhada. Essa situação que você narra foi uma uma jovem que perguntou, outras jovens também tem outros jovens, adultos, idosos, enfim. Eh, todos nós temos isso, porque de fato nós precisamos pensar a nossa existência do ponto de vista reencarnatório e a nossa vida do ponto de vista espiritual. como sendo uma existência que vai acontecendo como se fosse um espiral. Leondeni vai usar essa simbologia dizendo que a evolução ela acontece de de uma forma espiralar. O que é que significa essa forma espiralar? Significa dizer que nós vamos e voltamos para alguns caminhos. Então, às vezes, a gente pensa que tá dando voltas, mas esse espiral vai sempre ampliando. Esse espiral vai sempre ampliando. Então, a volta aos mesmos temas, eles tendem eh elas tendem a ser uma volta amplificada no sentido de amplitude de percepção. Se pegarmos também um conceito sobre psicoterapia, que eu gosto muito, é de um psiquiatra, psicoterapeuta, eh, o Irven e Alon. Ele fala no seu livro De Frente para o Sol, em que ele fala muito sobre o luto, sobre a saudade da perda. E ele vai dizer que a terapia é uma cicloterapia, porque vai e volta os temas que são trabalhados em terapia. Agora eu tô falando uma terapia formal, ou seja, com um psicoterapeuta, quer seja psicólogo, quer seja psiquiatra, essa terapia ela vai se efetuar como se fosse uma cicloterapia, porque os temas da vida da pessoa vão e voltam. Por exemplo, em uma sessão, ela fala sobre a infância. Daqui a 10 sessões, ela volta a falar sobre esse mesmo fato da infância. Daqui a 20 sessões, ela volta a falar sobre esse mesmo fato da infância. Sendo que a cada vez que ela fala nessa cicloterapia, ela acaba sempre ampliando a percepção, ela acaba sempre vendo um ângulo diferente que ela não conseguia enxergar outrora. Então, uma cicloterapia para poder,
cada vez que ela fala nessa cicloterapia, ela acaba sempre ampliando a percepção, ela acaba sempre vendo um ângulo diferente que ela não conseguia enxergar outrora. Então, uma cicloterapia para poder, digamos, ser eficaz, ela traz essa ideia de que eu estou ampliando a minha visão, eu estou aprendendo mais sobre aquele ponto. Da mesma forma, um terceiro exemplo que eu queria colocar sobre isso é uma leitura. Quando você faz a leitura de um livro que seja um livro bom e você também faz uma leitura atenta, é muito provável que se você fizer a leitura desse livro uma, duas, três vezes, você vai conseguir entender algumas perspectivas, enxergar algumas interpretações, enxergar alguns ângulos que você nunca conseguiu enxergar antes. Se o livro for interessante, então não vai ser uma leitura, digamos assim, circular, mas sim uma leitura espiralar, que vai sempre ampliando a percepção. Da mesma forma, essa cicloterapia, para não ser uma terapia que fica remoendo o passado, como se fala em alguns lugares do Brasil, remoer, ficar remoendo, né, o passado, ela precisa fazer com que a percepção se ampliee. Então, esse é o primeiro ponto que eu queria te colocar. É natural que os problemas da vida eles voltem, os temas, as questões ele elas voltem. E essas questões voltam justamente porque não são obstáculos. Assim, a gente pensa muito em superação, como se fosse uma corrida com obstáculo, que você pula o obstáculo e o obstáculo fica lá atrás e você não vai ver mais nunca esse obstáculo porque você vai se afastar. Mas não, na perspectiva que você vai dar voltas, você vai voltar para esse obstáculo. Por quê? Porque tem questões que são muito eh da nossa memória. Isso não ser da nossa memória, tá impregnado em nós. Então, a perspectiva da superação, dessa amplitude, essa mudança de perspectiva da vida passa pelo entendimento que as coisas vão e voltam na nossa mente, que faz parte do processo evolutivo, faz parte do processo psicológico e faz parte do processo intelectual. Eu preciso ler várias vezes o mesmo tema
ndimento que as coisas vão e voltam na nossa mente, que faz parte do processo evolutivo, faz parte do processo psicológico e faz parte do processo intelectual. Eu preciso ler várias vezes o mesmo tema para poder ter algum aprendizado, mas para eu saber que eu estou saindo de uma eh de um remoer, saindo de uma ruedeira que fica e volta, né, sem trazer nenhum resultado, um sinal é a amplitude de aprendizado. Quando eu volto pro tema e aquilo me dá algum tipo de amplitude de aprendizado, algum tipo de alívio, algum tipo de mudança, significa que eu não tem problema esse problema voltar à tona, porque ele voltou à tona, porque eu preciso aprender um pouco mais ainda com ele. Ele voltou à tona porque eu não tive ainda todo o aprendizado ou o máximo de aprendizado possível. com essa questão, ele voltou à tona com força porque eu ainda preciso tirar alguma perspectiva dele. Esse é um ponto importante. Quanto mais eu quero me livrar de uma questão, mais ela se gruda a mim, porque ela vai ficando meio que grudada na minha memória. Dessa maneira, um outro ponto que eu queria trazer nessa mudança de perspectiva é entender isso acaba levando a um algum grau de paciência, concorda? Porque, tipo, nenhum aprendizado consegue ser feito aprendizado intelectual, se você não tem paciência. Qualquer aprendizado tem uma curva. Nós falamos assim do ponto de vista didático, existe uma curva de aprendizado. Ninguém se torna médico lendo apenas uma vez o mesmo tema. Ninguém passa em um concurso lendo apenas uma vez o tema. Ninguém consegue se tornar proficiente em uma área se ler uma vez o mesmo tema. Então é preciso algum grau de repetição. E esse grau de repetição me leva a uma paciência. O aprendizado dentro de si traz uma lição de paciência. Eu só consigo aprender mesmo do ponto de vista intelectual se eu tenho paciência. E quando eu tenho paciência eu estou mais apto a aprender. Então isso é em relação à intelectualidade, mas isso também é em relação à emocionalidade, ou seja, uma perspectiva psicológica. Isso também é
quando eu tenho paciência eu estou mais apto a aprender. Então isso é em relação à intelectualidade, mas isso também é em relação à emocionalidade, ou seja, uma perspectiva psicológica. Isso também é em relação à espiritualidade. Então, paciência seria a consequência direta disso que eu estou colocando. Mas um outro ponto que eu posso lhe propor seria utilizar estratégias de gratidão para poder tentar mudar a perspectiva da sua visão. A gratidão é uma estratégia bastante interessante, uma uma estratégia mental e emocional, uma estratégia intelectual e também de sentimento, que faz com que eu foque a minha cabeça não naquilo que está faltando, não aquilo que eu preciso ainda ter, mas naquilo que já está bom, naquilo que eu já consegui. Quando a minha cabeça é focada na gratidão e ou quando eu eu treino a gratidão dentro de mim, eu vou treinando a minha cabeça para olhar mais de um aspecto de satisfação, enquanto o outro olhar é sempre olhar da insatisfação. E esse olhar da insatisfação sempre me deixa preso no que falta, no que eu não conquistei, no que eu não sou, na perturbação que eu ainda tenho e não nas coisas que estão eh por não nas coisas que eu já possuí. Então, é importante a gente ter algum olhar de insatisfação para poder nos mobilizar a uma mudança, mas ao mesmo tempo que essa insatisfação não seja uma inquietação tão grande. Para tanto, eu preciso ter algum grau de satisfação para que essa satisfação me deixe tranquilo, menos inquieto com o que eu sou, o que eu tenho, o que eu possuo. E essa satisfação, ela não vai me tornar acomodado, porque essa satisfação vai entender que eu ainda preciso conquistar coisas, eu ainda preciso caminhar, mas eu posso me congratular, eu posso agradecer e eu posso olhar aquilo que eu já conquistei. Isso me dá um gás, isso me dá um ânimo para poder encelebrando o que eu já consegui do ponto de vista psicológico, inclusive ter mais estímulo para tentar dar novos voos em novos desafios que são sempre realmente crescentes se eu penso
imo para poder encelebrando o que eu já consegui do ponto de vista psicológico, inclusive ter mais estímulo para tentar dar novos voos em novos desafios que são sempre realmente crescentes se eu penso no na evolução espiralar. Então, uma sugestão é que todos os dias durante 15 dias, todos os dias durante 15 dias você possa de manhã ou à noite, qualquer horário, mas um horário que você possa ter algum tipo de tranquilidade, pegar um papel e escrever três coisas boas pelas quais você é grata, não só da vida, mas em relação a você mesma. Poxa, eu estou feliz por ter por ser assim hoje, porque isso me faz tal consequência. Poxa, eu sou grato e sou feliz por ter conseguido isso na vida, porque isso me fez tal situação. Poxa, eu sou grato. Então você vai tentar pensar em três. Seria o diário de gratidão. escrever, não só pensar, mas escrever, porque isso aumenta a força do registro minêmico, ou seja, aumenta a força do registro eh da memória quando eu escrevo, porque eu vou estar pensando e vou estar escrevendo. E quando eu tiver escrevendo, eu vou estar escrevendo não só a gratidão, ou seja, a bênção que eu que eu sinto que que já tenho dentro de mim, ou a bênção que eu sinto que recebi da vida ou vice-versa. Mas está escrevendo por, né, aquilo me deixa feliz, porque eu sou grato, porque eu estou satisfeito em relação a a essa situação, certo? Todos os dias. Todos os dias. Por quê? Porque é como se fosse um efeito preventivo. É um treino preventivo que acaba sendo incorporado pela nossa mente a ficar olhando não só o copo que tá vazio, mas a parte do copo que já tá cheio e, portanto, eh saciando algum grau de sede que eu tenho. Essas três sugestões eu lhe daria, bem como a todos que estão nos assistindo no Jesus e saúde mental para tentar mudar a nossa perspectiva de vida. Vem uma segunda questão que eu acho bastante importante, especialmente aqueles que são trabalhadores, né? Porque pergunta assim: quando devemos ir para o atendimento fraterno? Porque veja, a pergunta eh parece ser de alguém
que eu acho bastante importante, especialmente aqueles que são trabalhadores, né? Porque pergunta assim: quando devemos ir para o atendimento fraterno? Porque veja, a pergunta eh parece ser de alguém que frequenta a casa espírita ou que talvez trabalhe na casa espírita. Por quê? que já inclui a sabedoria, a sapiência de que existe um atendimento fraterno. O atendimento fraterno para aquele que não frequenta muito a casa espírita ou para aquelas casas espíritas que não possui. Eu devo explicar que é um espaço de acolhimento inicial para aquelas pessoas que chegam pela primeira vez na casa espírita, elas têm a oportunidade de ir paraa palestra e e assistir a palestra, por exemplo, e ir e voltar. Pronto. Mas há uma oportunidade também de fazer esse acolhimento que nós chamamos de atendimento fraterno, em que ela vai conversar com uma pessoa e essa pessoa ela não vai estar mediunizada, ela não vai estar dando comunicação de nenhum espírito, embora essa pessoa possa ser médium e ter intuições também diante daquele atendimento. naquele atendimento, a pessoa vai falar por está procurando a casa espírita, por exemplo, ou porque está procurando uma ajuda de um ponto de vista terapêutico na casa espírita. E aí, eh, o, o atendente fraterno, ele não vai fazer uma terapia, ele vai fazer um acolhimento relativamente breve para poder dar algum direcionamento também captando, digamos assim, as suas intuições, eh, inclusive do ponto de vista do que a espiritualidade o está intuindo. Então, tendo em vista que a pessoa sabe o que é atendimento fraterno, provavelmente é alguém que já é trabalhador. E aí realmente é uma pergunta muito interessante, porque às vezes o próprio trabalhador está precisando de um acolhimento. O acolhimento ele não deve ser feito apenas para quem está chegando na casa espírita. No final das contas, as eu até diria que esse acolhimento ele precisa estar aberto para todos que frequentam a casa espírita, inclusive ou até mesmo primeiramente os trabalhadores. Por quê? Do ponto de
o final das contas, as eu até diria que esse acolhimento ele precisa estar aberto para todos que frequentam a casa espírita, inclusive ou até mesmo primeiramente os trabalhadores. Por quê? Do ponto de vista médico, nós falamos assim: quem é que cuida de quem cuida? Porque o cuidador, que seja o médico, o enfermeiro, o psicólogo ou os próprios cuidadores da família ou os cuidadores com essa profissão, eles também precisam de uma ajuda, de um acolhimento. E não é à toa que enquanto psiquiatra, enquanto psicoterapeuta, eu atendo muitas pessoas da área de saúde do ponto de vista profissional. Por quê? Porque é preciso cuidar da própria saúde mental para poder estar relativamente bem e poder cuidar dos outros e aguentar, digamos assim, os trancos da vida. Então, sempre me preocupa e me preocupou bastante esse tema, quem cuida dos cuidadores. Trazendo essa percepção para a casa espírita, os trabalhadores da seara espírita, eles também são os cuidadores de uma certa forma, porque eles estão cuidando do espírito. quer seja numa reunião, por exemplo, de desobsessão, numa reunião de desobsessão, numa reunião mediúnica, há ali um trabalho de caridade para com os desencarnados e até um trabalho de caridade um tanto quanto, eh, digamos assim, escondido. Por quê? Porque um trabalho de caridade do pão é mais visível e a sociedade como um todo acredita que é importante da escola, da educação, dar o pão, né? Então é mais visível e tem credibilidade, mas o trabalho de ajuda na mediunidade numa reunião de desobsessão, nem sempre a sociedade vai entender por quê. Porque primeiro vai ter que acreditar na imortalidade da alma. Segundo que essa alma imortal consegue se comunicar através da mediunidade e terceiro, vai ter que acreditar que esse essa comunicação pode ser também não só para coisas boas, mas também para uma ajuda no campo, no caso da desobsessão. Então trabalho de caridade que a gente esquece, é um trabalho de cuidado. Então no final das contas, enquanto trabalhadores, nós somos cuidadores.
mbém para uma ajuda no campo, no caso da desobsessão. Então trabalho de caridade que a gente esquece, é um trabalho de cuidado. Então no final das contas, enquanto trabalhadores, nós somos cuidadores. Então, enquanto cuidadores, eu diria, todos precisamos de cuidado. E esse cuidado, ele se efetua sobretudo com um acolhimento. Confessai-vos uns aos outros. Tiago na sua epístola, ele vai muito dizer isso da necessidade da comunidade daquele cristã, né? a comunidade dos irmãos do caminho, a comunidade cristã inicial primitiva, poder um se acolher e criar, portanto, aquele ambiente saudável. Então, a gente tem que pensar o atendimento fraterno nessa perspectiva como sendo não só o momento específico, mas o que a gente já tem trabalhado em casas espíritas, essa noção de que o atendimento fraterno acontece a toda hora, a todo instante, desde a recepção até o diálogo um com o outro. Existe o atendimento fraterno formal e existe esse atendimento fraterno, digamos, informal, que é um acolhimento. Então esse acolhimento, eu diria para você, todos nós precisamos acolhermo, acolhermo-nos mutuamente. E esse acolhimento múo precisa ser feito diariamente no ambiente da casa espírita. Nesse sentido, eu preciso, você precisa, todos nós precisamos. Não precisamos ser vigilantes um do outro, não precisamos ser vigilantes da evolução alheia ou da dor alheia, mas sim pessoas que estão abertas ao acolhimento um do outro. Dito isso, é possível também que em algum momento o trabalhador da casa espírita precise, de fato de um tratamento. E aí a sugestão é perceber quando as coisas não estão bem. Porque quando as coisas não estão bem, eh, do ponto de vista emocional, do ponto de vista comportamental, do ponto de vista cognitivo, mental, do ponto de vista emocional, aquela ansiedade que te faz eh descontrolar constantemente, aquela raiva que você sente de forma descontrolada, constantemente, aquela tristeza que você sente de forma descontrolada com muita frequência. Ou seja, emoções que você
h descontrolar constantemente, aquela raiva que você sente de forma descontrolada, constantemente, aquela tristeza que você sente de forma descontrolada com muita frequência. Ou seja, emoções que você sente que está fugindo do teu controle. Segundo, quando você vê o seu comportamento tá fugindo do controle, a emoção, isso reverbera em um comportamento agressivo, irritado, especialmente, por exemplo, dentro da casa espírita, onde era um local que talvez devesse ser um pouco diferente nesse aspecto, mas não só na casa espírita, na tua casa, no teu trabalho, no trânsito, você percebe um comportamento mais irritado. E do ponto de vista mental, intelectual, você fica percebendo aqueles pensamentos que são os mais estranhos e que podem ser seus no final das contasão são seus porque você que tá pensando, mas que você percebe que estão muito insistentes e que tem ali uma possível interferência. ao invés de só constatar, tenta quebrar o ciclo, não só sozinho, mas buscando uma ajuda. E para isso, nós devemos entender que todos precisamos de uma ajuda e que o trabalhador ao ir para um atendimento fraterno, não necessariamente ele precisa se afastar totalmente do trabalho. Porque vamos fazer a analogia, tá? Imagina que todo médico que eu atendo tivesse que ficar afastado do trabalho diante de do atendimento que eu tô eh que tá sendo atendido por mim, né? Então, ia ser muito tempo e os pacientes que eles precisam ser atendidos, ele não precisa estar 100% inteiro para poder fazer o o trabalho. Isso seria uma utopia e isso até uma certa perturbação das trevas também para, digamos assim, ficar aquela vigilância, sabe? a gente vai afastar quando a situação tá muito fora do controle, quando a situação vai colocar em risco o médico ao atender o paciente, porque ele vai estar tão mal que ele pode ter o julgamento clínico dele atrapalhado e o e e a próprio atendimento gera para ele muito desconforto. Então ele precisa de um tempo de repouso mental para poder renovar as energias. Da mesma forma, a
r o julgamento clínico dele atrapalhado e o e e a próprio atendimento gera para ele muito desconforto. Então ele precisa de um tempo de repouso mental para poder renovar as energias. Da mesma forma, a questão do trabalhador. Não é todo trabalhador que tá recebendo um passe, não é todo trabalhador que tá em uma um nível de assistência preconizado a partir do atendimento fraterno, que precisa de um afastamento do trabalho ou de um afastamento total do trabalho, porque eu acho que é um outro ponto que atrapalha às vezes as pessoas procurarem ajuda, porque dizer assim, se eu falar, vão então dizer que eu tô perturbado e vou me afastar completamente até eu me desperturbar. Só que se a gente for olhando, como eu brincava uma vez com com o tio Divaldo, tio, de perto ninguém é normal, né? Ou seja, de perto todos nós temos as nossas nuances, ou seja, de perto todos nós temos as nossas perturbações. E se a gente fosse só trabalhar quando tiver totalmente desperturbado, a gente nunca faz as coisas. Então é esse olhar que eu acho que a gente precisa ter nesse atendimento fraterno. Então quando você perceber que tá com a essa falta de de controle, essa falta de manejo dos pensamentos, do comportamento ou dos eh dos sentimentos, das emoções, procuram ajuda no entendimento fraterno. Essa mesma eh dica, eu queria estender o seguinte, porque às vezes essa falta de controle tá tão grande que passa de uma questão energética em que os passes vão poder ajudar, passa de uma questão de uma influência obsessiva simples em que a casa vai poder ajudar com a desobsessão e o tratamento eh habitual que nós temos e vai precisar de uma ajuda psicológica, de uma ajuda médica, psiquiátrica. O sinal vai ser o mesmo. A questão vai ser mais a intensidade e às vezes a a necessidade de um auxílio mútuo. E isso vai precisar de pelo menos um momento para poder se conversar. Outra pergunta, eh, como se preparar para enfrentar diariamente nossas sombras? Perfeito. Primeiro, então, eu preciso explicar para as pessoas que não são
elo menos um momento para poder se conversar. Outra pergunta, eh, como se preparar para enfrentar diariamente nossas sombras? Perfeito. Primeiro, então, eu preciso explicar para as pessoas que não são familiarizadas essa palavra as sombras, né? Ela é uma palavra intuitiva, porque do ponto de vista geral, mesmo que você nunca tenha lido sobre eh psicologia yunguiana ou nunca tenha lido uma obra de Jona de Anes em que ela fala também esse termo, né, resgatando aí a psicologia de Jung, você deve imaginar que sombra é o quê? Alguma coisa que não tá tão claro, é alguma penumbra. Então, se são as nossas sombras, é algum local que não tá tão claro dentro de nós. E é mais ou menos isso. As sombras e seriam, primeiro, do ponto de vista de mente, seriam questões mais subconscientes. não é totalmente inconsciente, porque do ponto de vista eh conceitual, um inconsciente em si, ele acaba não sendo acessível para nós. O inconsciente só é acessível para a nossa mente a partir do nível subconsciente. Então, o inconsciente torna-se subconsciente para poder se tornar algo consciente, ou seja, claro, visível. Então, de certa forma, as sombras elas teriam uma característica mais subconscientes, porque elas podem ser eh realmente enfrentadas, elas podem ser entendidas, mas para tudo isso elas têm que ser captadas. E para serem captadas pela nossa consciência, elas têm que ser não tão inconscientes, ou seja, tem que ser mais ou menos inconscientes, ou seja, subconscientes. Esse é um ponto. Então, elas têm que ser detectadas, clareadas, tá? E aí vem estudadas e o termo por último enfrentado. Estudadas não do ponto de vista técnico, teórico, de nomenclatura, mas estudadas dentro da proposta que o livro dos espíritos nos propõe em relação ao autoconhecimento. Qual a melhor maneira de o homem se melhorar e vencer as tentações nessa vida? Vamos pensar eh a resposta. Um sábio da antiguidade já vos disse, né? Já voludice, conhece-te a ti mesmo? Com essa resposta, nós temos então a conclusão de que o autoconhecimento é
ntações nessa vida? Vamos pensar eh a resposta. Um sábio da antiguidade já vos disse, né? Já voludice, conhece-te a ti mesmo? Com essa resposta, nós temos então a conclusão de que o autoconhecimento é uma base fundamental dentro da doutrina espírita para podermos evoluir e para podermos não só evoluir, atingir uma saúde. Autoconhecimento é algo fundamental, inspirado sobretudo nessa mensagem. Mas vamos pensar antes de aprofundar a o essa questão do autoconhecimento, pensar o seguinte. de se melhorar e de vencer as tentações. Quando a gente fala de tentação, a gente sempre pensa em relação a uma coisa pecaminosa do prazer, pecaminosa da perturbação nesse aspecto do gozo do prazer. Então, a gente tá pensando tentação, o sexo, o tentação, eh, o uso de drogas, tentação, mais essas questões. Mas quando a gente pode pensar em tentação numa perspectiva mais profunda, tentação aquilo que eu não quero mais realizar, mas sou, né, levado a ter o desejo de realizar. Então, tentação fala de um conflito entre o querer e o desejar. O desejar é inconsciente. É, digamos assim, aquilo que eu ainda estou vinculado, mesmo que não queira, porque o querer é consciente. Então, querer tem a ver com vontade. Desejar tem a ver mais com essa punção, esse desejo é inconsciente. Então, toda vez que o meu querer ele não bate com o meu desejo, há algum tipo de conflito. Então, essa palavra tentação, ela se amplia. Ela se amplia. Porque eh eu começo a entender a tentação como sendo algo do conflito entre o querer e o desejar que me leva a ter atitudes que eu me que eu entendo que me afastam da felicidade, né, que me afastam da harmonia interna e da harmonia universal. Nessa perspectiva, a gente inclui também a parte da sexualidade, a parte dos alcoólicos, a parte desse gozo material a gente inclui, mas não é só isso nessa a perspectiva que Santo Agostinho eh está trazendo. Por que Santo Agostinho? Porque foi o espírito que sobretudo respondeu aí essa parte. E é interessante entender que Santo Agostinho
é só isso nessa a perspectiva que Santo Agostinho eh está trazendo. Por que Santo Agostinho? Porque foi o espírito que sobretudo respondeu aí essa parte. E é interessante entender que Santo Agostinho ele era uma, ele foi uma figura emblemática dos primeiros tempos do cristianismo, né? Porque ele tinha uma mãe muito católica chamada Mônica. E essa mãe muito católica, ela então orava muito porque percebia a tendência de muita inteligência do filho, eh, mas ao mesmo tempo de muito questionamento. E o filho realmente teve era um jovem eh bonito e teve uma vida muito, digamos assim, eh de certa devacidão em relação aos costumes da sexualidade e tudo mais. Em algum momento o Santo Agostinho ele se converte, né? E ele se converte justamente a partir do influxo de Ambrósio, da retórica de um de um religioso, um católico, salvo engano, um bispo Ambrósio, ele escutando, ele se converte. Agora, antes dessa conversão, existia toda uma luta da mãe dele para ajudá-lo a vencer as tentações e se melhorar. a partir do que ela eh entendia como sendo fundamental. E ele, a partir da inteligência, acaba sendo um excelente eh mestre da retórica e acaba também adentrando na esfera de uma como se uma religião da época da da época dele e da região onde que ele vivia chamada maniqueísmo. Então ele vai aos poucos, né? Mas ele não conseguia entender ainda o cristianismo. Quando chega Ambrósio, que era um mestre da retórica, ele também admirando, ele acaba transformando-se e ele acaba escrevendo eh para ele próprio o que ficou conhecido como sendo as confissões. São volumes extensos. E dentro da esfera da psiquiatria, da psicologia, se coloca que as confissões de Santo Agostinho são, digamos, o primeiro exemplo de uma psicanálise, de uma análise da própria alma, de um autoconhecimento, uma análise da alma que leva a um autoconhecimento. E e Santo Agostinho então tem toda a propriedade para nos falar como se conhecer. E foi isso que Kardec perguntou, como se conhecer. E ele vai dizer: "Fazer o que eu fazia todo dia,
autoconhecimento. E e Santo Agostinho então tem toda a propriedade para nos falar como se conhecer. E foi isso que Kardec perguntou, como se conhecer. E ele vai dizer: "Fazer o que eu fazia todo dia, examina a própria vida. Aquilo que foi bom, você repete. O que foi ruim, digamos assim, você tenta mudar. Se além disso, né, tenta eh ver essa tua atitude em uma outra pessoa e vê se você gostaria, se você não se envergonharia. Além disso, pegue a opinião de um amigo, de uma pessoa que gosta de você em relação a tal atitude. Então, além disso, não negligencia a opinião do inimigo, porque o, às vezes o amigo fica, digamos assim, com dificuldade de falar a verdade, enquanto um inimigo não. O inimigo ele vai lá e fala toda as questões, mesmo que não sejam verdadeiras. Por que estou citando o livro dos espíritos e Agostinho? Porque na perspectiva de entender como lidar diariamente com as sombras, essa essa proposta de Santo Agostinho inserida dentro do livro dos espíritos, prática de como atingir o autoconhecimento, é também como conhecer a própria sombra. Porque atingir o autoconhecimento ou se conhecer mais fazendo esses passos que ele tá dizendo, faz com que você vá percebendo de uma forma ou de outra justamente aquilo que não tá tão claro na tua cabeça, porque no final das contas a gente tá no automático da consciência meio automática do dia a dia, não para para pensar. Então, parar para pensar é o primeiro momento para poder conhecer as próprias sombras, ou seja, aquilo que a gente faz e nem se dá conta, aquilo que a gente é, fala, sente e nem se dá conta. Mas além disso, tenta pensar nessa autoanálise da seguinte maneira: se fosse tal pessoa que falasse, fizesse, né, isso, você se sentiria como ou você acha que seria bom, etc. Além disso, pede a opinião em algum momento para o amigo, porque às vezes o amigo vai perceber coisas que você nem percebe em relação a você. E aí vem uma coisa interessante, as sombras, apesar de eh serem assim subconscientes e às vezes falar sempre das questões
e às vezes o amigo vai perceber coisas que você nem percebe em relação a você. E aí vem uma coisa interessante, as sombras, apesar de eh serem assim subconscientes e às vezes falar sempre das questões mais difíceis e negativas do indivíduo, às vezes há também positivas do indivíduo, mas não são percebidas. Ele não tá tão claro assim para ele que ele é aquilo que ele é, que ele tem a qualidade que ele tem. Por quê? porque ele tá sempre, digamos, não vendo, negandose, diminuindo algumas posturas, sempre colocando eh pro lado mais inconsciente ou no final das contas subconsciente. E o amigo pode ajudar a ver não só, digamos, uma sombra negativa, uma coisa subconsciente negativa para simplificar, mas uma sombra, ou seja, subconsciente positiva. E aí vai poder nos ajudar no trabalho de autoconhecimento, porque enfrentar a sombra também seria olhar esse outro lado possível não tão claro e tentar brilhar essa luz na figura que Jesus nos coloca. E por último vem Santo Agostinho, pega a opinião dos inimigos também, porque os inimigos eh eles não têm, como eu digo assim, papa na língua. Então eles vão falar as coisas com grande clareza. Só que os inimigos geralmente vão ficar mais eh fixados no quê? No lado ruim. E é importante para poder aí sim enfrentar as sombras nessa perspectiva ruim, vencer a tentação, ou seja, sair desse conflito e tentar entrar mais numa convergência, numa tranquilidade entre o querer e o desejar. Eh, é interessante escutar algumas verdades. E se o amigo não tem, não tem coragem dele dizer alguma verdade difícil, porque você ele sabe que você vai se doer, ele sabe que uma sombra sua é, digamos assim, um excesso de vaidade, que a gente chama de milindre, ele sabe disso. Então, ele não vai falar tanto, apesar de você pedir, dizer, fale a verdade, fale a verdade. Mas no final das contas você pode ficar ressentido, magoado. Então o inimigo que já está magoado com você vai colocar, então não negligenciar. Não é que você vai ficar preso a opinião de toda a opinião do
no final das contas você pode ficar ressentido, magoado. Então o inimigo que já está magoado com você vai colocar, então não negligenciar. Não é que você vai ficar preso a opinião de toda a opinião do inimigo, mas é analisar para ver se essa opinião não tem algum fundo de verdade para poder então entender algum fundo de verdade você se conhecer um pouco mais e então tentar melhorar, tentar se modificar. Então, veja aqui o livro dos espíritos alinhado a Santo Agostinho, entendendo qual foi a vida de Santo Agostinho, ele tem uma ferramenta bastante interessante, prática, de como nós podemos enfrentar as nossas sombras ao clarear ao para o nosso entendimento o que é que são essas sombras e aí fazer o trabalho de autoconhecimento. Por fim, gostaria de lembrar também nessa questão de enfrentamento, que já nos fala de uma mudança da perspectiva de Joana de Angeles. em várias partes da sua obra eh psicológica, ela coloca o seguinte: "Nem tudo o que eu quero fazer, eu posso fazer, mas eh nem tudo que na verdade ela fala assim: "Nem tudo que eu devo fazer eu posso fazer e nem tudo que eu posso fazer eu devo fazer. Eu preciso encontrar aquilo que eu posso e devo fazer. É interessante porque nem tudo eu devo fazer. Paulo de Tasso falava isso na seguinte questão: "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". Ou seja, eu posso tudo, mas não me convém. Eu não devo tudo. Eu não devo fazer tudo porque não me convém. E não é interessante para mim eu me deixar escravizar. pelas coisas. Então, apesar de eu poder tudo, nem tudo eu devo. E é bastante interessante porque Paulo de Tarso, vejamos, era um homem eh um homem cidadão romano numa época bastante patriarcal de várias culturas. Então, realmente ele podia tudo. Ele tinha muitas aberturas, inclusive como cidadão romano, né? Muitas aberturas. Talvez no passado a mulher não pudesse eh afirmar isso tudo, mas cada vez mais na atualidade todas as pessoas estão tendo acesso a tudo eu posso, mas nem tudo me convém. Então, esse acesso ao poder, né, fazer, ou seja, das
lher não pudesse eh afirmar isso tudo, mas cada vez mais na atualidade todas as pessoas estão tendo acesso a tudo eu posso, mas nem tudo me convém. Então, esse acesso ao poder, né, fazer, ou seja, das aberturas, das portas abertas estão cada vez mais eh, digamos assim, lineares para todas as pessoas. Então, essa frase de Paulo faz todo sentido. E a benfeitora Joana, ela retoma essa frase dizendo justamente isso, né? Eh, nem tudo que eu posso eu devo, mas ela vai a fundo, vai além e diz assim: "Mas também existem coisas que eu devo fazer, mas não posso realizar." Por quê? Essa aqui é um pouco mais difícil de entender, porque tem coisas que eu deveria fazer, mas eu não posso, porque eu não tenho potência ainda para realizar, eu não tenho capacidade ainda para mudar. Então, às vezes, eu deveria talvez dar alguma opinião, mas essa minha opinião, ela não vai ser capaz de mudar, ao contrário, ela só vai colocar mais lenha na fogueira. Então eu até deveria dar alguma opinião sobre tal ponto, mas eu não posso, eu não tenho esse essa potência, não tenho essa função, não tenho esse poder, não tenho essa capacidade. Em determinado momento, uma pessoa me procurou aflita, pedindo para que eu pudesse procurar uma amiga em comum para poder conversar e ajudá-la a dar um conselho, porque ela percebia que essa amiga em comum não estava bem. E então ela me falou, etc, etc. E eu então fiquei pensando na benfeitora Joana. Essa pessoa que me procurou não sabia que alguns dias atrás eu já tinha conversado, porque pela intuição mediúnica eu cheguei e falei algo pra pessoa e a pessoa então ficou assim surpresa porque eu não tinha não tava sabendo de nenhuma situação, ela não tinha me falado nada, mas eu tava tive uma intenção muito forte de dizer duas palavras para essa pessoa. Então essa amiga em comum, ela agradeceu e falou: "Você pode me falar mais?" Então eu conversei largamente e ela me contou, eu falei: "Agora tô entendendo". Então eu falei, né, uma alguma orientação do ponto de vista comportamental,
gradeceu e falou: "Você pode me falar mais?" Então eu conversei largamente e ela me contou, eu falei: "Agora tô entendendo". Então eu falei, né, uma alguma orientação do ponto de vista comportamental, emocional. Pois bem, a situação se degringolou, né, no sentido de um conflito, etc., no sentido de uma divisão. E aí veio eh essa amiga em comum me pedir ajuda para que eu pudesse conversar. E aí eu falei para ela assim: "Olha, sem contar que eu havia conversado, não falei nada", mas eu falei assim para ela: "Olha, realmente talvez eu devesse, né, eu devesse procurar para ajudar, mas eu não posso porque eu não tenho capacidade para mudar e ajudar. Se eu for tentar colocar alguma coisa, vai apenas colocar mais lenha na fogueira. Eu deveria certamente, mas eu não tenho condições. Eu não posso. E eu sabia de fato que eu não tinha condições porque eu já tinha feito dias antes e mesmo assim a situação ela tinha se acontecido porque a pessoa acabou não escutando muito, ela concordou, agradeceu muito, mas não teve assim capacidade, não teve condições ainda de fazer esse caminho mais salutar. Então eu arrematei paraa amigo e falei assim: "Jão adiante, eles nos diz: "Nem tudo que eu posso eu devo também nem tudo que eu devo eu posso e eu preciso ter a sabedoria para encontrar o que eu devo e posso fazer, o que eu posso e devo fazer para poder escolher eh os caminhos a seguir." Agora, ao mesmo tempo, eu sugeriria que você não falasse muito mais eh sobre essa perturbação que você tá encontrando, que você tá vendo, porque isso também vai gerar uma egrégora negativa para essa nossa amiga. Se você vai ficar, for espalhar, você tá contando para mim no sentido de pedir uma ajuda e é natural, você tá muito certo. tá fazendo o que o seu coração de amiga está lhe dizendo que deve fazer, mas eu estou lhe dizendo que tanto você quanto eu não temos o que fazer, não podemos mudar. Então, se você seguir de falando, pedindo ajuda, achando que é o dever, né, que tá cumprindo, você vai ver que você vai criar uma egrégora ruim
você quanto eu não temos o que fazer, não podemos mudar. Então, se você seguir de falando, pedindo ajuda, achando que é o dever, né, que tá cumprindo, você vai ver que você vai criar uma egrégora ruim em torno da pessoa e da e vai gerar mais lenha na fogueira, na situação. Então, às vezes o que nós podemos e devemos fazer é silenciar e orar para poder enfrentar todas essas situações que, no final das contas dizem respeito às nossas sombras negativas que nós nem percebemos e às vezes elas nos levam a ter atitudes que nos atrapalham mais do que nos ajudam. Vamos encerrar por hoje essas perguntas. Vamos responder outras outras perguntas num outro programa e de vez em quando a gente vai abrir as caixinhas novamente lá no nosso no nossos history de Instagram e aqui estaremos respondendo ou sozinho ou com o nosso amigo Sérgio Lopes ou com a nossa amiga Ana Teresa Carmasmi, enfim, com essas pessoas convidadas sempre que elas possam. Aproveito para que possamos mais uma vez fechar os olhos juntos e agradecer a Deus por esses instantes de reflexão em que podemos juntos pensar sobre as questões da saúde mental orientadas pela doutrina espírita, orientadas pela visão crística da vida. Nós te pedimos, Senhor, para poder crescer dentro de nós, dilatar dentro de nós a sabedoria de entendermos aquilo que podemos fazer e aquilo que devemos fazer, encontrando essa convergência, essa conjugação do dever e do poder, do poder e do dever, para então conseguirmos escolher melhor as nossas atitudes, os nossos pensamentos. os nossos comportamentos, enfim, diante da vida. Nos dá, portanto, sabedoria de conseguir encontrar essas respostas dentro de nós e paulatinamente evoluirmos e crescermos nos conhecendo. Muito obrigado, Senhor, e nos despede em paz hoje e sempre.
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