#132 • Jesus e Saúde Mental • Episódios Diários • O Primeiro desafio - autocontrole

Mansão do Caminho 08/07/2025 (há 8 meses) 31:19 2,706 visualizações 592 curtidas

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 132 - Espisódios Diários - O primeiro desafio - Autocontrole #jesus #saúdemental #joannadeângelis #episódiosdiários #desafios #autocontrole

Transcrição

Muito bem, sejam bem-vindos ao Jesus e saúde mental, o nosso programa semanal das terças-feiras, que nós podemos nos debruçar sobre temas evangélicos, tentando pensar não os aspectos teológicos em si, mas os aspectos psicológicos, ou seja, os aspectos da nossa saúde mental. Eventualmente sim, nos pegamos a questões filosóficas, científicas, teológicas, mas sobretudo para nos ajudar a encontrar caminhos na nossa saúde mental. Hoje iremos abrir mais uma vez o livro de Joana de Angeles chamado Episódios Diários pela mediunidade de Divaldo Franco. E como temos feito nos últimos tempos, gostaria de convidá-lo para podermos orar, fazermos um momento de introspecção, fechando nossos olhos e pedindo ao criador da vida a bênção paraa nossa existência, para podermos conseguir efetuar o planejamento reencarnatório que todos nós temos com maiores desafios. com menores desafios, mas são os desafios adequados para a nossa existência. aqueles que os nossos ombros aguentam, aqueles que a nossa envergadura moral resiste. Por isso, nós te rogamos, Senhor da vida, sabedoria para podermos enfrentar o primeiro desafio, aquele desafio que é fundamental, que nos impõe o silêncio, que nos impõe o auto controle. Esse desafio fundamental é primordial também para podermos galgar outros passos. Nessa noite nós te pedimos, Senhor, para podermos pensar esses temas e assim ampliar a nossa percepção. abençoa todos aqueles que estão nos escutando hoje para que nas suas dificuldades, nas suas dores, eles possam sentir, Senhor, as energias chegando dos benfeitores que se abrem nesses momentos em que todos estamos conectados, porque nesses momentos nós também estamos abertos a receber. E quando estamos abertos a receber com a humildade, acabamos conseguindo captar essas benéces que estão no fluido cósmico, que estão nesse héter universal constantemente, mas que pelo fechamento às vezes da nossa revolta, da nossa rebeldia, nós não conseguimos entender. Por isso, nós te pedimos, amplia a nossa percepção nesta noite para que nós

niversal constantemente, mas que pelo fechamento às vezes da nossa revolta, da nossa rebeldia, nós não conseguimos entender. Por isso, nós te pedimos, amplia a nossa percepção nesta noite para que nós possamos enfrentar esses primeiros desafios. que chegam na nossa trajetória. Portanto, nos despede desse primeiro momento através da oração. E nós te pedimos, fica conosco, Senhor da vida. Que assim seja. Muito bem. A mensagem é a três do capítulo 3 do livro, logo no início. E a mensagem é muito boa, chamada o primeiro desafio. A gente colocou aí autocontrole porque é o desafio que salta os olhos como sendo primeiro. Então para poder nos enfatizar já no nosso psiquismo, né, uma sugestão saudável. de autocontrole. Ela diz assim: "Disposto a esquecer o mal, dedicando-te ao bem, enfrentas o primeiro desafio. Incidente doméstico ocorre envolvendo-te emocionalmente. Tens a impressão de que todo o planejamento para o dia se desfaz. Sentes os nervos abalados e estais a ponto de aceitar a pugna. Silencia, porém, e age. O hábito da discussão perniciosa se te instalou no comportamento e crês que não possu forças para superar o acontecimento danoso. Jona faz uma pausa e continua. Recorda que estás num clima de efeitos que vem dos dias anteriores quando te engajavas nas provocações, reagindo no mesmo tom. Os familiares não sabem das tuas disposições novas e porque estão acostumados às querelas e agressões preservam o ambiente prejudicial. Ela faz nova pausa e complementa: "Em teu procedimento de homem novo, necessitas do autocontrole, reconquistando os familiares que se surpreenderão com a tua nova filosofia de vida. Contorna o primeiro desafio. Dilui, por antecipação e com sabedoria o mal-estar que ele podia gerar. Esse é o passo inicial para o teu dia feliz. Olha, espíritos sábios, sendo bem sincero, ele escreve de uma forma que a gente pode desdobrar de mil maneiras. E essa é uma grande mensagem que exemplifica isso, porque a gente pode pensar literalmente, e é esse o primeiro, a primeira camada

ele escreve de uma forma que a gente pode desdobrar de mil maneiras. E essa é uma grande mensagem que exemplifica isso, porque a gente pode pensar literalmente, e é esse o primeiro, a primeira camada que eu vou querer pensar, mas a gente pode pensar de forma simbólica, não desse dia que hoje está se encerrando, porque a gente tá vendo eh o programa pela primeira vez à noite, mas pode ser que esteja começando, se você vê o programa de manhã ou pelo fuso horário em algum outro horário. algum outro momento. Então, pode ser esse dia de 24 horas, mas pode ser o dia no sentido de um período de tempo, ou seja, reencarnação. Então, pode ser a questão de uma nova reencarnação. E uma outra camada que a gente pode pensar seriam assim, momentos, não reencarnação, seria assim, passado, presente e futuro. Então, vamos pensar o dia 24 horas. A gente acorda hoje, né? Vamos supor que ontem foi um dia pesado e aí a gente brigou e tal, perdeu a paciência porque tava descontrolado, talvez até seja a nossa característica, sabe? Descontrole. A gente está habituado a descontrole, né? Do ponto de vista geral, ordinário, nós somos mais descontrolados, entende? Aí a gente tem um, né, muda o hábito, faz um pacto conosco, ou seja, um pacto consigo mesmo. Não, eu vou mudar. Aí começa o dia, né? E a gente ainda tem um reflexo, ela diz assim, ó: "Recorda que estás num clima de efeitos que vem dos dias anteriores, quando te engajavas nas provocações, reagindo no mesmo tom. Bateu, levou", né? A gente até diz isso, ó. Bateu, levou, eu dou no mesmo tom. Então, esse era o clima que a gente tava acostumado. Sair desse clima é muito difícil. A gente tem que, porque é uma forma nova de agir, de pensar, de ser, que a gente não tá acostumado, a gente não está habituado. Veja a palavra habituado, vem de hábito, vem de uma coisa que a gente faz assim corriqueiramente, né? Então, como a gente não tá habituado porque habitualmente nós éramos descontrolados, então fica difícil conseguir esse controle. Outra maneira da gente pensar é o que

e faz assim corriqueiramente, né? Então, como a gente não tá habituado porque habitualmente nós éramos descontrolados, então fica difícil conseguir esse controle. Outra maneira da gente pensar é o que ela coloca. Olha, os familiares também não sabem das tuas disposições novas porque eles estão acostumados assim com um descontrole. Então, ah, mas intimamente eu mudei. Mudar intimamente é bom. Melhor ainda é mudar externamente, entendeu? Intimamente eu sei, mas melhor ainda é saber externamente. Ou seja, quando essa intimidade se desdobra externamente, aí as pessoas começam a perceber, olha, é uma pessoa diferente, é um homem novo, né? uma mulher nova, seja um ser diferente. Por quê? Porque a quantidade de hábitos novos vão modificando e aqueles familiares vão também percebendo, né? Então, qual o primeiro desafio? O autocontrole. Em ter procedimento de homem novo, ou seja, de um ser humano novo, necessitas de autocontrole. Esse autocontrole vai reconquistar os familiares que ficarão surpreso com a tua nova filosofia de vida. Esse é o passo inicial para o teu dia feliz. Muito bem. Vamos agora pensar, não em dia de 24 horas, vamos pensar em momento de vida. Diz Paulo de Tarso, na epístola aos Coríntios, quando eu era menino, eu pensava como menino. Agora que sou grande, penso como gente grande. Ou seja, cada momento da nossa vida precisa de tem uma característica, tem um colorido, tem uma maturidade específica. Mas às vezes, né, até isso é muito comum, quem diria, né, que fulano era aquele menino, né, no em em Pernambuco seria assim, um menino arretado, seja um menino que é muito inquieto, muito eh, digamos assim, explosivo, porque essa palavra pernambucana, né, arretado tem outras outros país, outros locais, né, mas o arretado para Pernambuco é assim, quando é coisa muito intensa. Então, se uma comida é boa demais, se for boa, não tá boa. Agora se for boa demais é arretada. Seja uma coisa intensa. Então imagina esse menino arretado, muito intenso. Mudou, é outro menino, né? Agora já não

uma comida é boa demais, se for boa, não tá boa. Agora se for boa demais é arretada. Seja uma coisa intensa. Então imagina esse menino arretado, muito intenso. Mudou, é outro menino, né? Agora já não é por quê? Porque não é mais menino, já é uma outra pessoa, já é adulto, mas todo mundo lembra dele quando era criança, porque e esses fatos mais arretados, mais intensos, eles guardam mais na nossa memória, eles fixam mais. E aí às vezes a gente até que falar assim: "Mas mamãe, eu não sou mais aquela pessoa, aquilo era uma criança. Eu tenho que falar assim, como eu vi uma vez, né, uma dessas crianças arretadas nessa perspectiva de intensa. Aí a avó sempre via o neto dessa maneira. O neto já tava com seus 44 anos, mas a avó ainda tinha a imagem dos 4 anos de idade, dos 8 anos de idade. E aí a mãe, ou seja, a filha da avó do menino, né, a intermediária, uma vez falou assim, porque eu falei, eu acho que também a sua mãe lembra, né, e vê fulano ainda como se ele fosse uma criança. Ela não atualizou o sistema, não atualizou o software, não atualizou o olhar, né? Então, ao ver como a criança, né, porque é muito comum assim da do jeito materno, né, do jeito às vezes paterno, a pessoa não atualiza, ainda vê assim com a mesma questão de criança, de proteção e a pessoa já é muito madura, né? Quantas vezes a gente não vê assim, olha, tem que cair a ficha da mãe, da avó. A criança cresceu, ela não é mais assim tão imatura ou tão insegura ou tão frágil como você imagina. O menino já cresceu, já viveu 44 anos, ele já conseguiu passar por muitas coisas, mas você ainda não atualizou o software, quer seja por essa questão de de ver a mudança temperamental, a mudança comportamental, ou quer dizer quer quer seja para ver os desafios que a pessoa já passou e já conseguiu conquistar. Então a gente sempre fica vendo lá aquela imagem infantil, insegura, né? Aí eu falei isso pra mãe, a mãe: "É verdade, é verdade, é verdade, doutor. Porque mamãe sempre fala isso, não consegue ver que meu filho mudou, é

re fica vendo lá aquela imagem infantil, insegura, né? Aí eu falei isso pra mãe, a mãe: "É verdade, é verdade, é verdade, doutor. Porque mamãe sempre fala isso, não consegue ver que meu filho mudou, é outra pessoa e tal e tal, conquistou outras coisas". Aí ela chegou assim: "Mas mamãe, fulano mudou, já é outra, já é outra pessoa, né? Mas aquela criança daquelas formas não. Ou aquele adolescente ou aquele jovem, ele já é uma pessoa madura e realmente tinha mudado muitas características. Só que às vezes é difícil a pessoa atualizar o software. Aí vem o que eu queria aprofundar agora. A dificuldade da pessoa atualizar o software é o problema dela, não é um problema mais teu. Se você já atualizou a tua forma de ser, se você já conquistou esse passo do autocontrole, digamos assim, na mudança e o outro não tá atualizando o sistema, não tá atualizando a visão, aí o problema é do outro. Porque aí vem uma outra camada, não é mais uma camada de momento de vida, uma camada reencarnatória, né? pensando num período de tempo, não é mais assim uma época de infância, de adolescência, de juventude, de maturidade, agora reencarnação. Às vezes essa pessoa que não atualizou o sistema, que não atualizou o software, é um obsessor. Vira um obsessor. Por quê? porque ele tá preso numa mágoa que enferruja o sistema dele e ele não consegue sair da fixação de um equívoco que você cometeu lá atrás, quando você era descontrolado, destemperado lá atrás e agora você já é uma pessoa nova, já é diferente e a pessoa não muda, não muda o sistema, aí já é uma outra questão, aí já é um outro problema. Mas mesmo assim você precisa entender que de Jona de Angeles agora eu vou ler a mesma coisa, só que a gente pensando não mais em um dia de 24 horas, não mais em um momento de vida, pensando agora em reencarnações. E eu vou ler e vou tentar traduzir dessa maneira. Recorda que estáais num clima de efeitos que vem de existências anteriores. Quando você se engajava nas provocações, reagindo no mesmo tom ou às vezes

E eu vou ler e vou tentar traduzir dessa maneira. Recorda que estáais num clima de efeitos que vem de existências anteriores. Quando você se engajava nas provocações, reagindo no mesmo tom ou às vezes provocando o tom, os familiares. E às vezes esse obsessor de hoje foi um familiar de outrora. Às vezes, esse obsessor de hoje desencarnado é uma pessoa que sofreu justamente porque estava na tua intimidade. A gente vê isso tanto acontecer nas reuniões mediúnicas de desobsessão, antigos afetos que viram desafetos. E a sabedoria popular tem muita razão quando diz assim: "O ódio é o amor que adoeceu". Realmente, muitas vezes, esse ódio que é um desafeto hoje veio de um amor que adoeceu e agora se desafetou, né? Se desconfigurou. Então, a gente pode pensar familiares, ou seja, esses espíritos que eram familiares, que eram próximos a ti e que por isso que sofreram, porque a pessoa que é muito distante de você não vai sofrer. Imagine só nessa reencarnação. Eh, agora Leonardo reencarnado em Pernambuco, no Nordeste do Brasil. Beleza. Olha, uma pessoa que tiver reencarnada agora no Japão e não saiba entender o português, porque ela pode estar reencarnada no Japão, está vendo programa pela rede social, mas ela tem que entender o português, né? Então, se ela não tiver entendendo português ou não tiver algum sistema de tradução, enfim, ela não chegou aqui nesse canal, não tá vendo o que eu tô dizendo, é muito difícil que a minha fala influencie diretamente a ponto dela virar um obsessor meu. A não ser que eu fosse assim uma pessoa, um general, aí sim a minha atitude repercutisse muito no mundo. Mas tem a questão da lei da da da harmonia universal, eh, douniversal, do fluido cósmico. O que a gente faz reverbera, reverbera, mas a ponto de gerar um obsessor no outro lado do mundo, aí é difícil. Aí seria uma coisa eh que não acontece. O que acontece é essa pessoa próxima que não sofre só com um pensamento meu, sofre com um ato meu, entendeu? Então, nesse sentido, os familiares totalmente bem colocado na

a coisa eh que não acontece. O que acontece é essa pessoa próxima que não sofre só com um pensamento meu, sofre com um ato meu, entendeu? Então, nesse sentido, os familiares totalmente bem colocado na perspectiva reencarnatória. Então, o teu procedimento de um homem novo numa nova reencarnação, necessitas de quê? De um autocontrole. Porque você pode ter mudado no íntimo. Então, mudar no íntimo, leia-se, mudar no mundo espiritual é no íntimo, entendeu? A gente tem que mudar é no externo também. E o externo é reencarnando, sabe? saindo dessa intimidade espiritual e entrando agora num outsider reencarnatório, portanto, material, porque aí é uma prova, entendeu? Para ver se a gente realmente tem autocontrole, porque ter autocontrole quando tá tudo bem, não, não é autocontrole. Autocontrole quando tá tudo bem é saúde, é saudável, né? a pessoa se descontrolar quando tá tudo bem, aí pronto, é o ápice do descontrole, ela se descontrola com ela própria. Então aí é uma uma questão difícil ainda, é antes, entendeu? Autocontrole é uma questão quando tá com problema, quando tem com desafio. E desafio acontece justamente nesses embates do dia a dia reencarnatório. Então a gente precisa reconquistar os familiares, ou seja, reconquistar o obsessor. Porém, essa reconquista do obsessor, ela se efetua também quando obsessor quer. Por isso que aonde tá do popular, isso eu lembro muito de minha mãe dizer assim, só briga quando os dois querem. É verdade. Mas eu hoje eu entendo também o seguinte, que brigam só quando os dois querem, mas também só se reconciliam quando os dois querem. Por isso que Emanuel vai analisar muito bem essa essa questão no pão nosso com da sobre conciliação. A gente deve fazer o máximo para quê? Para reconquistar. faz em ter o procedimento de homem novo algo para reconquistar, né, o outro a partir do auto controle. Mas se o outro é tão endurecido que não consegue enxergar porque ele tá fixado na mágoa e isso eh enferruja o o sistema dele, enferruja o hardware dele,

quistar, né, o outro a partir do auto controle. Mas se o outro é tão endurecido que não consegue enxergar porque ele tá fixado na mágoa e isso eh enferruja o o sistema dele, enferruja o hardware dele, o problema aí é dele, né? não é o problema mais seu, o problema é dele, porque é ele que tem que ligar com a lidar com a mágoa. O a reconciliação também só acontece quando os dois querem, no sentido de harmonia, de convivência, mas a gente tem um compromisso de se reconciliar com a harmonia divina. E aí é é com a lei. Se o outro vem se configurando com a lei, ótima. Esse é um ponto fundamental, porque a gente também às vezes se descontrola, se destempera achando que a nossa obrigação, o nosso dever é de, digamos assim, de mudar o outro. Você tem que mudar a imagem que você tem de mim. Veja, infelizmente não dá. Ou felizmente, porque felizmente no sentido de a gente aprender a ser humilde, entendeu? a ter paciência, eh, aprender a ter resignação. É justamente a gente aprende muito com a obstinação do outro, com a perturbação do outro que não consegue enxergar a tua mudança. Aí a gente aprende outras coisas, resignação, paciência. Problema é que, veja, o outro sem instrumento para você aprender paciência, aí ele tá gerando problema com ele. Mas pelo menos você tá aprendendo alguma coisa. Se você muda, se você desfoca o olhar de querer mudar a opinião do outro para achar que você vai evoluir. Não, não faça isso, né? Não façamos isso. Eu vou mudar ferro e fogo a opinião do outro para poder ver se eu evoluo. Não. Para algumas coisas, nos dizem os benfeitores, para algumas coisas só o concurso do tempo, né? só o concurso do tempo. Então tem que ter paciência e entender que esse dia não chegou ainda. Às vezes só vai chegar quando o outro, né, mudar também. Aí a gente consegue uma reconciliação profunda. Mas por enquanto a conciliação desse Jesus é concilia-te, ou seja, é a conciliação consigo principalmente. E isso vem com uma questão também de conciliar com a lei divina. e a gente então poder fazer uma

por enquanto a conciliação desse Jesus é concilia-te, ou seja, é a conciliação consigo principalmente. E isso vem com uma questão também de conciliar com a lei divina. e a gente então poder fazer uma nova trajetória. Então, nesse sentido, eu me lembro eh de um amigo e aí eu queria encerrar a nossa reflexão com essa história palpável, né, que eu acho fantástica essa mensagem, o primeiro desafio, simples, direto e aprofundado, porque é sábia a benfeitura. desse amigo espírita, ele que assim tinha como missão, né, mudar a visão da família inteira, né, que ele tava formando. E a esposa dele era de outra denominação religiosa, totalmente diferente. Mas ele queria, assim, ele tomou como para ele assim a tarefa de salvar, etc. E o problema aumentou quando os filhos nasceram, porque aí ficou aquele embate, vai para onde, né? Vai levar para qual eh religião, etc. Ele queria levar para dele, ela quer levar levar para dela e o problema aumentou quando ela não deixava. Enfim, então aquela complicação. E ele me ligou para desabafar, para perguntar, para conversar sobre essa questão, né? E aí eu perguntei: "O que que você já fez assim para tentar eh convencê-la?" E ele falou: "Ah, rapaz, eu já fiz vários debates". E ele me deu as os debates que tinha feito. Então, ele falava lá sobre re, porque e o debate começava justamente nos pontos nevrálgicos, reencarnação, mediunidade, entendeu? Porque são pontos nevrálgicos, né? evolução em relação a eh evolução, porque alguns acreditam na questão das obras, outros acreditam na questão da fé em si. Então são pontos muito nevrálgicos. Perceba que uma das epístolas mais pol debatidas assim, meio polêmicas é justamente a epístola de Thago, quando ele escreve a fé sem obras é uma fé morta. ele vai fazer uma série de debates muito muito linda a epístola, mas é uma das epístolas que, por exemplo, algumas eh na história da humanidade, né, da formação das religiões, essa epístola, para algumas visões, foi colocada lá para trás, não foi tirada da Bíblia, mas foi mudada a

ístolas que, por exemplo, algumas eh na história da humanidade, né, da formação das religiões, essa epístola, para algumas visões, foi colocada lá para trás, não foi tirada da Bíblia, mas foi mudada a ordem assim, porque é como se fosse uma epístola que não traduzisse o pensamento de Deus, traduzisse um pensamento específico. né? Então foi colocado lá para trás em algumas visões. Então é uma é um ponto nevrálgico. Então existem muitos pontos nevrálgicos na questão da fé religiosa. E ele começava a debater justamente esses pontos nevráuticos tentando convencer o argumento. E ele me falou assim: "Eu e aí como é que foi?" Ah, rapaz, em relação a isso eu não consigo convencer, mas em relação a outro ponto eu consegui. Ele é um bom argumentador, entendeu? E aqui entre nós, espírita muitas vezes é bom argumentador, né? Ele é bom argumentador. Então argumentou e tal e ele me disse assim: "Pois é, aí você conseguiu convencer, não? Veja, eu ganhei o debate porque ela falou assim: "É, você tem razão". E aí ela ele falou assim, mas ela complementou, é, você tem razão, mas eu não mudo. Eu não quero mudar minha minha visão. Vou mudar minha minha visão, embora você faça, tenha toda a lógica que você tá dizendo, mas eu não quero. Pronto, não quero. Aí eu falei, tá vendo? Como não é pelo argumento que a gente faz algum tipo de mudança, eu te proponho para você fazer alguma outra coisa de convencimento, digamos assim. E ele, como assim? E eu falei: "Olha, por que você não muda um pouco? Como assim? Porque veja, você tá me ligando agora porque tá falando dessas brigas que estão acontecendo, né? E qual foi a última vez que você brigou?" Ele falou: "Recentemente. É por isso que eu tô ligando. Eu tô aqui no calor da emoção. Liguei pra gente poder conversar. Você me dar um auxílio?". Pois é. Eu te sugiro que você brigue menos. Eu te sugiro que você silencie menos. Silencie mais. Fale menos, né? Argumente menos. Viva mais, porque veja, o que você tá fazendo não tá dando certo. Tanto que a

Eu te sugiro que você brigue menos. Eu te sugiro que você silencie menos. Silencie mais. Fale menos, né? Argumente menos. Viva mais, porque veja, o que você tá fazendo não tá dando certo. Tanto que a briga aconteceu agora e você tá me ligando, né? Então faz assim, ó. Aoés de você discutir, brigar para mudar, mude, brigue menos e ela vai começar a perceber: "Puxa vida, esse negócio de espiritismo tá sendo bom pro meu esposo, porque antes a gente brigava todo dia, agora a gente tá brigando cinco vezes na semana. Já são dois dias que é o final de semana em paz, menos mal, né? Aí depois você vai ver que é bom, né? Diminuir a briga, tal, vai ficar um clima melhor e você vai começar a mudar mais. Ela vai ver na c dias brigando, vão ser três dias brigando, daqui a pouco dois, até que vai chegar só a segunda-feira, porque também ninguém é de ferro, ninguém é santo para não brigar nunca, né? E ela vai ver assim: "Puxa vida, esse negócio de espiritismo é bom, né? Porque mudou o meu esposo. Ele é um homem novo. Ao invés de ficar na contenda da provocação e rebatendo no mesmo tom, ele tem mais autocontrole mudou o temperamento. Tem agora temperança e é um homem novo. Ele então sorriu. A gente tava também no, eu tenho uma intimidade, pude falar brincando também, mas é uma brincadeira real, né? Não é argumentação que convence ninguém. é a mudança que traz algum tipo de convencimento. E a gente começa a ver que o problema, o o interessante não é convencer de converter. O interessante é uma conversão pro bem, independente da conversão religiosa, do senso, do número, de quantos tem, de quantos não tem. A gente fica nervoso e reedita os proselitismos a partir da argumentação. O primeiro desafio, portanto, nos coloca muito bem, Jonas de Angeles, é o autocontrole. Esse autocontrole é um parâmetro de mudança e também um ponto que faz com que a gente mude. É tanto um parâmetro de que a gente mudou como também é um instrumento para mudança. Por isso que convido você para que nós possamos

arâmetro de mudança e também um ponto que faz com que a gente mude. É tanto um parâmetro de que a gente mudou como também é um instrumento para mudança. Por isso que convido você para que nós possamos finalizar o nosso programa orando, pedindo a Deus os benefícios desse tempero divino que é a temperança, que se desdobra em autocontrole. no nosso dia que se desdobra em uma perspectiva nova, uma perspectiva que para, pensa antes de agir, medita, ora, buscando intuição e não só razão para encontrar os caminhos novos. pedindo também para que aqueles que se tornaram perseguidores, contendores, apesar das nossas tentativas, das nossas mudanças repreendidas, que nós não possamos ficar presos a essa opinião, que nós possamos, Senhor da vida, nos prender à opinião que importa, que é a opinião dos céus. a a opinião que chega através de nós, na nossa intimidade, a opinião daqueles que atualizaram também, assim como nós atualizamos o nosso hardware, o nosso sistema, a nossa personalidade, eles também atualizaram. Por isso, nos dá autocontrole, nos ajuda no autocontrole para que nós possamos nos reharmonizar nesses dias. diariamente nesses episódios diários. Muito obrigado, Senhor da vida, e nos despede em paz hoje e sempre. เฮ

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