#122 • Jesus e Saúde Mental • Episódios diários - Programa evolutivo: Provas ou expiações
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de » Episódio 122 - Episódios diários - Episódios diários - Programa evolutivo: Provas ou expiações #Jesus #SaúdeMental #evoluçãoespiritual #provas #expiações
Olá, muito boa noite. Que nós possamos estar em paz e convido você para ficar comigo mais uma vez no programa Jesus e Saúde Mental, logo depois da nossa vinheta. Um dos pontos fundamentais da doutrina espírita é a questão da reencarnação, a ideia de que uma existência está vinculada a outra a partir da lei de causa e efeito. Reencarnação, portanto, tem tudo a ver com a lei de ação e reação, que de uma forma mais profunda tem a ver com a lei de causa e efeito. Pois bem, quando nós pensamos em reencarnação dentro da doutrina espírita, quando nós pensamos na lei de causa e efeito, naturalmente vem entramos num conceito de provas, expiações. Quando pensamos numa vida que está vinculada à outra, a partir de algum nível de dor, nós pensamos: "Será que isso que eu estou passando agora é uma prova ou será que isso que eu estou passando agora é uma expiação?" A vida também se vincula uma a outra, não só pela dor, mas também através das tarefas que nós temos que desempenhar, que podem ser tarefas assim chamadas de missões. Então, podemos ter provas, podemos ter expiações, mas também pode podemos ter algum tipo de missão ou algum tipo de tarefa. Eu gosto de dividir assim tarefa e missão, porque missão dá uma ideia mais grandiosa, né? E aí pode dar um susto a gente pensar nessa análise. Então, gosto, eu gosto de dividir didaticamente assim uma missão, algo mais profundo, algo mais grandioso e as tarefas, que são pequenas missões e algo mais palpável diante das reencarnações de pessoas, eh, digamos assim, mais normais, evolutivamente falando, né? Mas a tarefa, que é um tipo de missão ou a própria missão, ela tá ela vincula uma reencarnação a outra, não a partir da dor, é a partir do do amor, digamos assim, a partir da evolução amorosa que alguém atinge nessa vida, ela abre portas e abre possibilidades para uma tarefa iluminada nesta outra vida futura que terá. Então, é uma vinculação entre reencarnações, mas uma vinculação feliz. As vinculações dolorosas, elas estão relacionadas a
re possibilidades para uma tarefa iluminada nesta outra vida futura que terá. Então, é uma vinculação entre reencarnações, mas uma vinculação feliz. As vinculações dolorosas, elas estão relacionadas a provas ou expiações. E a Juna de Ângeles, nessa mensagem 20 de o livro Episódios Diários, que nós temos eh aberto aqui, falado, né, meditado. E mais uma vez eu faço o convite para que você tenha esse livro, vale a pena. como uma leitura diária ou uma leitura semanal. A mensagem 20, ela vai falar justamente sobre isso, de forma muito didática. A mensagem é programa evolutivo. O delinquente primário, diante das leis humanas não raro, tem o direito de responder ao processo em clima de liberdade e mesmo quando condenado, faz juiz a vários recursos que lhe amenizam a pena. O criminoso renitente, pela circunstância da conduta, encontra-se em curso nas penalidades severas e experimentará o isolamento em educandários de segurança, não fluindo de maior consideração. Assim também ocorre com o espírito. Quando seus erros e delitos são de pequena monta, reencarna-se sob pro provações reparadoras, enfrentando as disciplinas que o reeducarão para depois gozar de paz e de liberdade. Os calcetas e empedernidos, os refratários ao amor e os que se arrojaram aos despenhadeiros do suicídio, do homicídio homicídio, recomeça na terra encarcerados nas expiações lenificadoras. A provoção é oportunidade para o espírito renovar-se. A expiação constitui-lhe corretivo severo. Provado, o espírito se sente estimulado a conquistar novas enquanto resgata débitos anteriores. Espiando-se, recupera-se e aprende, sem alternativa, enjaulado no processo de depuração. Aprovação é solicitada, a expiação é imposta. Na primeira, a liberdade de ação. Na segunda, deshce opção ante o interpositivo estabelecido. Sob prova ou expiação, estás colocado no dispositivo da evolução de que necessitas e que é melhor para o teu progresso. Aplica a razão e o sentimento e o sentimento lúcidos nesse programa evolutivo e ergue-te da posição em que
ás colocado no dispositivo da evolução de que necessitas e que é melhor para o teu progresso. Aplica a razão e o sentimento e o sentimento lúcidos nesse programa evolutivo e ergue-te da posição em que te encontres, alcançando o triunfo da tua reencarnação. Muitíssimo interessante as explicações. Joana de Angeles, ela vai desdobrar essa mensagem em outras partes da sua série psicológica, né? a passagens muito bonitas e que consegue desdobrar, mas ela aqui traz um resumo, né? Ela traz um resumo. Por isso que eu gosto muito desse livro, porque eu o considero como sendo uma leitura terapêutica acessível que Joana de Angeles traz para nós como se fosse assim um certo resumo de algumas passagens fundamentais da sua série psicológica. Então, a série psicológica como sendo um livro de estudos até de estudos técnicos, em que ela usa o espiritismo, a o cristianismo no sentido da Bíblia, né, a boa nova, o evangelho, o espiritismo no sentido da codificação espírita, mas também fala de filosofia, de psicologia, de psiquiatria, de neurociências, de sociologia. Então ela usa tantos conhecimentos assim que é um livro de estudo e muitas vezes necessário um conhecimento técnico para poder entender a e esmiuçar o que ela traz ali. Portanto, um livro que uma série que provavelmente vai trazer ainda muito desdobramento no mundo acadêmico no futuro. futuro que a gente espera não ser tão distante, mas que provavelmente não vai ser perto, em que nós estivermos realmente adentrando na era do espírito de forma mais global, mas ela tem o carinho, o amor de trazer mensagens que são diretas, simples, como se fossem sugestões psicoterapêuticas para nosso ser nesse livro aqui, em outros, mas esse aqui especialmente porque são mensagens que não são tão curtas e não são tão longas. Então, ela traz um pouco de teoria pra gente poder entender, mas sugestões de postura mental dentro das adversidades da vida. E a primeira parte da mensagem, ela faz uma uma relação muito interessante, que é o seguinte:
pouco de teoria pra gente poder entender, mas sugestões de postura mental dentro das adversidades da vida. E a primeira parte da mensagem, ela faz uma uma relação muito interessante, que é o seguinte: nós pensamos que qualquer atitude nossa necessariamente já vai gerar uma consequência muito grandiosa, expiatória, mas aí vem a intencionalidade. Veja, o réu primário, então o delinquente primário, o réu primário, aquele aquele indivíduo que não tem antecedentes, foi a primeira vez que ele cometeu. E ele comete às vezes sobre circunstâncias as mais penosas, né, sobre o constrangimento social, situações que o levam àquela atitude. Então, obviamente, ele não deixa de ter a responsabilidade, mas ele tem direito, primeiro de responder em um clima de liberdade. O réu primário às vezes tem a chance de responder em liberdade e mesmo quando é condenado, ele fica em liberdade até, digamos assim, o ajuizamento final sair, mas mesmo assim ele tem possibilidade de recursos para amenizar a sua pena. E ela faz esse paralelo com a nossa vida, né, com a questão dos nossos, das nossas atitudes, dos nossos equívocos. Porque se fosse logo todo o primeiro equívoco que gerasse uma consequência estrondosa, seria muito difícil a nossa evolução e seria quase que impraticável. Por quê? Peguemos aí o exemplo de música. Não sei se você já estudou algum instrumento musical, mas se você já estudou ou se você já viu, você vai entender que é impossível alguém que nunca tocou um instrumento aprender a tocar uma música inteira sem errar uma nota de primeira. Seria impossível. Você precisa tocar uma vez, errar ali, errar colá. a nota sai eh mal tocada, a memória não vem, a leitura da partitura fica equivocada, então é impossível. Ah, mas aqueles espíritos que conseguem tocar de primeira, mesmo assim ele não tá estudando de primeira, ele já estudou isso no passado. Ele traz o patrimônio dele. E mesmo esse que traz o patrimônio de primeira, assim, um exemplo de crianças prodígios como Mzerart, né? Mesmo assim você vai ver a obra dele de
á estudou isso no passado. Ele traz o patrimônio dele. E mesmo esse que traz o patrimônio de primeira, assim, um exemplo de crianças prodígios como Mzerart, né? Mesmo assim você vai ver a obra dele de 4 anos de idade, de cinco, que é algo extraordinário, fora da curva, totalmente fora da curva, e compara com a música de posterior, é bem melhor, né, a música posterior, porque ele foi, né, adquirindo maleabilidade biológica, física, inclusive uma parte anatômica para poder a o seu esqueleto, né, o seu músculo se desenvolver e responder ao cérebro. Então, um espírito musical, né, que vem para a Terra trazer essa passagem musical linda, já tinha um patrimônio musical, mas precisa se adaptar ao corpo. Então, veja até o exemplo extraordinário que foi Moza na música. Se pegarmos qualquer outro situação, a gente vai errar. Não tem como tocar uma música sem não se não errar. E aí, por isso que muitas pessoas até não não nem tentam, né, nem tentam fazer nada. Eu lembro de uma pessoa de uma de uma pessoa muito inteligente, da era jurídica, mas ele nunca conseguia aprender nada da tecnologia porque ele não queria e, digamos assim, passar pelo vechame do erro, porque todo aprendizado envolve algum tipo de erro. Esse tipo de erro não tem como trazer a mesma consequência pra gente do que um erro em que a pessoa vai equivocando-se de forma renitente, de forma persistente, de forma recorrente. Isso é muito interessante da gente pensar não só nas primeiras eh escaladas evolutivas do nosso passado, mas nessa existência mesmo, porque tem áreas que nós somos muito habilidosos. Nós somos muito habilidosos, mas tem outras áreas que nós temos ainda pouca habilidade. Tem algumas áreas que nós temos bastante evolução, mas outras que não. Então, nessas áreas que nós não temos tanta evolução, é possível sim e é provável, é muito provável que a gente caia, que a gente erre, porque é uma área que tá pouco desenvolvida, moralmente falando, nós somos mais vulneráveis, mas vai contar muito a intencionalidade. O réu primário tem
to provável que a gente caia, que a gente erre, porque é uma área que tá pouco desenvolvida, moralmente falando, nós somos mais vulneráveis, mas vai contar muito a intencionalidade. O réu primário tem toda essa chance. Por quê? Porque está em jogo a ideia de que ele não tinha intenção. Vamos ver se realmente ele tinha intenção, já que ele que é um um réu recorrente, fica muito visível a intencionalidade dele. E, portanto, essa intencionalidade faz com que ele tenha consequências mais profundas. Então vai dizer ela, o criminoso renitente pelas circunstâncias da conduta encontra-se em curso nas penalidades severas e experimentará o isolamento em educandários de segurança. Os calcetas aqui os espíritos e os empedernidos, os refratários ao amor e aos que e os que se arrojam aos despenhadeiros do suicídio, homicídio, recomeçam na terra encarcerado nas expiações lenificadoras. Essa é uma visão muito interessante. Eu poucas vezes vi outras reflexões espíritas como essa de Jona, muito bem bem feitas mesmo, né? Muito perspicazes e muito verdadeiras. Isso nos ajuda não assim a sermos coneventes conosco, não é isso? Mas é sairmos de uma autopunição excessiva, entendendo que nós somos eh espíritos ainda com muitas dificuldades. Essa visão, inclusive, nos dá uma certa humildade, né? Qual a pedagogia principal do erro? A pedagogia principal do erro, eu penso, é o ensinamento de que nós somos ainda muito frágeis e, portanto, a pedagogia da humildade, porque é muito mais prazeroso, né, e muito mais fácil amar a nós mesmos quando nós visualizamos os nossos acertos, porque aí estamos no no pódio, digamos assim, da vitória. que é muito mais fácil eh congratular a vitória do que se olhar no equívoco. Então, o erro nos ensina a humildade. Quando eu vou tocar o meu instrumento e vou tocar uma música nova, por mais que eu seja habilidoso, quando é uma música nova, eu tenho que começar do beabá. Provavelmente, se a minha habilidade ela foi crescendo, esse período do beabá na música, ele vai ser mais encurtado, né?
ue eu seja habilidoso, quando é uma música nova, eu tenho que começar do beabá. Provavelmente, se a minha habilidade ela foi crescendo, esse período do beabá na música, ele vai ser mais encurtado, né? Vai ser mais rápido. Por quê? porque eu vou mais rápido, a mais rapidamente aprender. Assim também vai ser com as nossas habilidades espirituais, com as nossas habilidades emocionais, mas mesmo assim a gente vai estar errando. E esse erro quando não é assim desejado, criado maquiavelicamente, criado pela astúcia, ele vai ter eh digamos assim a os atenuantes, assim como a astúcia, a recorrência tem o agravante. Todo ato na justiça humana tem um atenuante e tem um agravante. É isso que ela tá dizendo. que o atenuante da intencionalidade, ou seja, de não ter intenção, o atenuante de nós ainda sermos muito aprendizes, o atenuante de sermos assim ré primário, ele conta muito pra nossa jornada e é o que torna possível a evolução, torna possível o aprendizado, torna possível o crescimento. na segunda parte da mensagem, então ela vai diferenciar. E um dos pontos importantes aqui é o seguinte: aprovação solicitada, a expiação é imposta. Na aprovação existe alguma liberdade de ação. Na segunda, desaparece a liberdade ante um impositivo estabelecido. A grande questão é que a expiação, por ser consequência, por ser, digamos assim, o ajuizamento de atos renites, de atos intencionais, no erro, de atos muito ediondos, ela vem como uma imposição. Não dá para fugir dela, não dá para adiar, ela vem. Por isso que a expiação muitas vezes ela se dá a partir de adoecimentos graves, adoecimentos que independem da conduta do indivíduo nesta existência ou na existência em que essa expiação aconteceu muito grandemente. e outras situações mais, mas fica mais fácil entender as doenças graves que vem assim desde o berço ou então não vem desde o berço, mas não tem ligação nenhuma com a conduta da pessoa nesta existência. Então são situações que não dá, não dá para fugir, são expiações, são impostas. Já a provação, a gente poderia
vem desde o berço, mas não tem ligação nenhuma com a conduta da pessoa nesta existência. Então são situações que não dá, não dá para fugir, são expiações, são impostas. Já a provação, a gente poderia adiar o aprendizado, poderia deixar para depois. Esse deixar para depois vai ser muitas vezes visto pelo indivíduo como sendo algo de arrependimento, né? Porque depois que ele passa a situação que ele desencarna, ele certamente vai ver assim: "Puxa vida, por que eu deixei para depois? Porque eu não fiz logo, né? Porque eu não fiz logo esse teste, porque eu adiei?" Então vai ser visto o adiamento com algum grau de sofrimento, com algum grau de tristeza, algum grau de decepção em relação a a si mesmo. Mas é uma situação que não vai agravar negativamente a evolução dele, só vai fazer com que ele não evolua para um patamar superior, mas ele vai ficar ali na mesma. Já a expiação não tem como adiar a situação. Pega um exemplo que fica bem visível como uma pessoa e é um exemplo real, mas serve para muitas situações gerais. uma médica muito dedicada, fazendo bem, quer seja no seu trabalho, quer seja em fora do trabalho remunerado. E em determinado momento ela foi a única. Os pais idosos, que até então eram bem saudáveis, bem independentes, começaram a entrar em processos de adoecimento demencial. um uma demência do tipo de Alzheimer e outra demência vinculada à doença de Parkson. E foi muito pesado porque os dois pais eles adoeceram muito próximo, primeiro a mãe e no mesmo ano, alguns meses depois começou o pai. E a evolução não foi tão lenta assim. E naturalmente isso trouxe uma uma um desdobramento para essa filha única. muito grande. Ela como médica, morando porta com porta com os pais, ela então se desdobrou para poder fazer todos os cuidados, inclusive no momento da paliação, quando já não tinha mais possibilidades curativas. Aliás, o Alzheimer e a demência do Parkson não consegue, né? a gente não consegue curar, mas chega um momento em que entra num cuidado paliativo mais intenso, porque a o as
s possibilidades curativas. Aliás, o Alzheimer e a demência do Parkson não consegue, né? a gente não consegue curar, mas chega um momento em que entra num cuidado paliativo mais intenso, porque a o as pessoas já estão muito comprometidas, isso desdobra muito o cuidador. E aí foi interessante porque a gente pegar essa situação para os pais, as doenças vieram como expiação. Não tinha nenhum tipo de, digamos assim, de conduta nessa existência. que possibilitasse, né, facilitasse nenhum tipo de desregramamento que facilitasse essa demência chegar. Ao contrário, uma vida muito bem regrada, uma vida dedicada, simples e dedicada à filha, à família, a coisas eh do dia a dia, sem nenhum exagero, né? Então ali é expiação a partir dessa doença que grande parte das vezes realmente vem de forma expiatória para as pessoas. Inclusive uma expiação que se a gente parar para pensar, ela facilita, né, o avançar de muito de nós. Porque percebamos assim, no passado existiam poucos diagnósticos porque as pessoas não viviam tanto tempo. Conforme a gente vai vivendo mais tempo, é como se as nossas atuais reencarnações elas pudessem dar conta de mais e questões do nosso passado. Porque naturalmente, se eu vivo 20 anos, 25 anos, é uma vida relativamente curta ou muito curta, em que poucas questões do passado conseguem ser colocadas a limpo pela expiação ou pela prova. Quando eu vivo mais tempo, eu tenho mais tempo também para trabalhar mais questões. Então, é como se na atualidade nós tivemos, nós estivéssemos tendo a possibilidade, né, de resgatar mais rapidamente débitos. Então, por isso que eu estou dizendo que o a nossa vida longa é uma bênção, a nossa uma vida longa na Terra reencarnado, é uma bênção de Deus, não sentido de ser um mar de rosas só de felicidade, de alegria, mas uma vida longa de bênçãos por possibilitar, né, o sanar da nossa dívida de forma um pouco mais rápida. É como se antes nós pudéssemos pagar uma prestação, né, com a existência de uma dívida que nós temos e agora nós podemos
os por possibilitar, né, o sanar da nossa dívida de forma um pouco mais rápida. É como se antes nós pudéssemos pagar uma prestação, né, com a existência de uma dívida que nós temos e agora nós podemos pagar duas, três prestações com a vida que nós temos um pouco mais longa. Então o Alzheimer e as demências são geralmente processos expiatórios. Não conhecia ainda nenhum quadro que fosse só provacional, expiatórios, mas que falam dessa oportunidade, né? Porque expiação é a última parte da mensagem que eu já tô antecipando. A expiação não é o sofrimento pelo sofrimento, não é o sofrimento punitivo, é o sofrimento como uma forma de libertação, uma um sofrimento como forma de expurgar, o sofrimento como forma de pagar o débito e pagar, digamos assim, a sentença que nós mesmos construímos. para os pais dela uma expiação, mas para ela, para ela uma grande prova, não era uma espiação em si, porque veja que coisa interessante, qual prova, várias provas estava em jogo, mas uma delas, sobretudo o fato de ela cuidar com muito amor dos pais. Porque veja, cuidar dos pais é um dever que está inscrito e escrito nos 10 mandamentos, honrar pai e mãe. Então é um dever está dentro da lei de Deus. Allan Kardec, analisando a questão, ele já fala disso, da necessidade, né, de os filhos cuidarem de seus pais na fase posterior, na última fase da vida dos pais, né? Isso como sendo uma consequência do amor, como sendo uma consequência da do honrar pai e mãe um dever filial. Porém, a forma como nós vamos cuidar, isso vai variar muito. E há pessoas que cuidam e fazem o necessário, estão honrando, estão cumprindo com seu dever, estão não estão criando débitos para outra existência porque estão cumprindo, mas fazem o mínimo necessário, faz só o necessário. E há outras pessoas que fazem o algo a mais, colocam o amor profundo de dedicação, que era o caso dessa pessoa. Então, veja só, esse algo a mais que ela fazia e que ela fez para os seus pais, se constitui esse testemunho, se constitui essa prova, esse algo a mais
fundo de dedicação, que era o caso dessa pessoa. Então, veja só, esse algo a mais que ela fazia e que ela fez para os seus pais, se constitui esse testemunho, se constitui essa prova, esse algo a mais que ela fez gerou dor também, porque fez com que ela ficasse em contato muito constante com a perda em vida dos pais. Os familiares de pessoas que têm Alzheimer ou outras demências me dizem assim: "Doutor, é como se meu pai estivesse morto em vida, um morto vivo, porque é uma outra pessoa, né? É como se ele estivesse aprisionado. E de fato acho que é uma imagem pesada, mas muito verdadeira e realista. e ela própria me falou sobre isso. Então, às vezes é tão difícil estar presente que muitas pessoas se afastam porque é difícil ver essa situação. Então, cuidam, mas sem aquela presença que o amor possibilita, amor intenso. Cuidam com o dever, mas não com esse tempero a mais. É como um professor, né? É o que eu falo para os alunos, por exemplo, olha, o salário que eu ganho como professor me paga aula bem feita. Agora, esse algo a mais do amor, do cuidado, da didática, isso já é algo que vem como uma consequência do amor, né? E o amor em si não é pagável. A gente pode pagar o dever a ser cumprido, mas o amor é o tempero a mais. Amor, portanto, é esse testemunho que a gente dá e às vezes uma tarefa que a gente faz diante das situações, um tipo de missão pequena que nós fazemos, porque algo a mais. O amor não tem como ser pagado, né? Não ser como não ser pago, não tem como você pagar paraa pessoa amar. Da mesma forma, quando nós desempenhamos o nosso dever com o amor, nós damos, estamos fazendo algum tipo de testemunho, algum algo a mais. Se é diante de uma situação dolorosa, esse testemunho vai est mais próximo de que de uma prova que ela escolheu e que ela está, né, conseguindo passar com muito êxito, saindo do seu patamar para um outro nível de patamar, nem que seja o quê? resignação. O aprendizado que ela teve muito grandemente nesse contato com a dor, amando os pais e cuidando dessa forma, é
to, saindo do seu patamar para um outro nível de patamar, nem que seja o quê? resignação. O aprendizado que ela teve muito grandemente nesse contato com a dor, amando os pais e cuidando dessa forma, é sobretudo o aprendizado da resignação, da confiança em Deus, da fé. Então, veja que ela ganha ao testemunhar, ao se provar, ao provar a fé, a ao provar a resignação diante dessa dor, ela evolui, ela ganha. ao passo que ela, se ela apenas cumprisse o seu dever de forma um pouco mais seca, sem tanto contato, ela não estaria se comprometendo com a lei de Deus, não estaria, portanto, se perturbando, mas estaria ali estacionada, porque não teria aprendido resignação diante da dor, que é um aprendizado muito importante para os pais, portanto, uma expiação, mas para ela, pela forma que ela cuidou, uma prova. Mas de qualquer maneira, diz aqui Jângeles, sobre prova ou expiação, estás colocado no dispositivo da evolução de que necessitas e que é melhor para o teu progresso. Aplica a razão, aplica o sentimento lúcido nesse programa evolutivo e ergue-te da posição em que te encontras, alcançando o triunfo da tua reencarnação. Então, às vezes, a dor não é um parâmetro único para podermos entender se é prova ou se é expiação, porque às vezes a dor da prova é muito semelhante à dor da expiação. Curiosamente, nesse exemplo do Alzheimer mesmo, chega um estágio em que a pessoa que passa pelo Alzheimer, ela nem sente uma dor tão perceptível, porque o cérebro está tão danificado que ela está como que ausente. O espírito está tendo algum tipo de burilamento, algum tipo de constrangimento, algum tipo de dor que a expiação proporciona, mas a própria é tão difícil que Deus dá esse fármaco natural que é uma certa anestesia de fazer com que a pessoa nem entenda bem o que que tá acontecendo isso num estágio mais posterior. Porque se a pessoa tivesse total consciência do que acontece, não que tivesse como que anestesiado diante dessa situação, seria ainda muito pior. Então já vem ali o fármaco para poder passar pela situação.
e se a pessoa tivesse total consciência do que acontece, não que tivesse como que anestesiado diante dessa situação, seria ainda muito pior. Então já vem ali o fármaco para poder passar pela situação. Porém, para aqueles que estão, a dor é muito grande. Aqueles que estão vendo essa deterioração física dos pais, é muito difícil. Então, a dor em si não é um parâmetro pra gente entender se é prova ou expiação. Por isso que ela coloca ali essas outras questões de poder adiar, de poder escolher. A prova é uma dor, mas uma dor que a gente pode escolher passar agora ou depois. A expiação é uma dor que não temos como fugir, mas diante de dor provacional ou de dor expiatória, a postura que a gente tem de resignação, sobretudo resignação, mais uma vez eu bato nessa questão de resignação, faz com que nós passemos por essas dores provacionais ou por essas dores expiatórias com tamanha maestria que nós transformamos essas situações em uma situação sublime e transformamos a expiação em uma pequena missão. Não é que a expiação fosse uma missão do ponto de vista técnico, não. Mas a forma que a gente passa acaba se transformando em uma sublime tarefa, uma sublime dor que vem ensinar o nosso ser e aqueles que estão ao nosso redor. Nesse programa evolutivo de Joana, se é dor ou se se é dor provacional. o expiatório. O importante é que tenhamos a conexão com Deus, a confiança por passar por esses episódios diários com fé. Que você fique em paz. Que nós possamos ficar em paz.
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