#121 • Jesus e Saúde Mental • Episódios Diários - Alegria e ação
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 121 - Episódios Diários - Alegria e ação #Jesus #SaúdeMental #joannadeângelis
Olá, sejam muito bem-vindos para o nosso Jesus e saúde mental. Temos aberto o livro Episódios Diários da Benfeitora Joana de Angângeles através de Divaldo Franco. E hoje também iremos abrir a mensagem 40 que fala sobre alegria e ação. Eu convido você, portanto, a ficar conosco depois da nossa vinheta. Eu não sei se você já tem esse livro, mas é pela editora Leal. Toda a renda do livro é revertida para a manutenção das atividades sociais da mansão do caminho. Eu particularmente gosto de ler o livro diariamente, por isso ele se chamam episódios diários. São mensagens relativamente curtas que servem para uma meditação, para uma reflexão. Fica o convite para que você possa também colocar esse hábito diário na sua vida. A mensagem de hoje que iremos ler e tentar refletir é sobre a alegria e a ação. Alegria, a alegria espontânea que decorre de uma conduta digna, é geradora de saúde e bem-estar. O homem que executa com prazer os seus deveres e sabe transformar as situações difíceis, dando-lhes cor e beleza, supera os impedimentos e facilita a realização de qualquer empresa. A alegria desse modo, resulta de uma visão positiva da vida que se enriquece de inestimáveis tesouros de paz interior. Viver desses e viver deve ser um hino de júbilo para todos quantos se movimentam na terra. Oportunidade superior de ascensão pode ser considerada uma bênção de alto porte que somente uma conduta jubilosa e reconhecida pode exteriorizar como forma de gratidão. Quanto faças, realiza-o com alegria. Põe estrelas de esperança no teu céu de provações e rejubila-te pelo ensejo evolutivo. Abre-te a outros corações que anelam por amizade e aumenta o teu círculo de companheiros. transmitindo-lhes as emoções gratas do ato de viver. Qualquer ação inspirada pela alegria torna-se mais fácil de ser executada e aureolace da miífica luz do bem. Nem sempre é o fato em si o grande problema, mas o estado de ânimo e a forma de o encarar por aquele que o deve enfrentar. Coloca o toque de alegria nas tuas realizações e elas brilharão atraindo
bem. Nem sempre é o fato em si o grande problema, mas o estado de ânimo e a forma de o encarar por aquele que o deve enfrentar. Coloca o toque de alegria nas tuas realizações e elas brilharão atraindo outras pessoas que se sentirão comprazidas em poder ajudar-te, estar contigo, participar das tuas tarefas. O evangelho é uma boa nova de alegria, pois que ensina a superar a dor, a sombra da saudade e aclara o enigma da morte. Neste, como em todos os teus dias, se alegre, demonstrando gratidão a Deus por estares vivo, estares vivendo. A mensagem de Jana de Angeles nos fala sobre o poder da alegria em nossas vidas. E curiosamente, ao longo dos séculos, quando a ciência médica foi se desenvolvendo, quando as neurociências foram aparecendo e trazendo um novo patamar de estudos para a psiquiatria e para a medicina em geral, o grande foco de estudo foi entender os mecanismos neurobiológicos da angústia, do medo, da ansiedade, da tristeza. Porque essas emoções quando estão muito intensificadas e de forma muito duradora presentes, elas acabam caracterizando estados mórbidos do nosso ser a partir de transtornos mentais, a partir de transtornos psiquiátricos. Ao mesmo tempo, quando a psicanálise surge a partir das dos estudos, dos aprofundamentos de Pierre Janet, de Charcô e sobretudo de Freud, o seu pai, nós começamos a entender os mecanismos mórbidos que levam o corpo a adoecer como consequência de estados mentais. de uma ou de outra forma, quer seja pelo surgimento da neurociência, quer seja pelo surgimento da psicossomática através da psicanálise, nós vamos estudar primordialmente nesses campos o estado mórbido, o excesso de medo, como a angústia interfere nos processos psicofísicos, gerando os diversos tipos de adoecimento. É somente mais recentemente que a ciência começa a estudar e começa a se dar conta que é preciso entender também como o corpo reage essa emoção chamada alegria, como o corpo reage à os estados prazerosos e os estados de satisfação da alma. Porque até então achava-se
a a se dar conta que é preciso entender também como o corpo reage essa emoção chamada alegria, como o corpo reage à os estados prazerosos e os estados de satisfação da alma. Porque até então achava-se que quando nós estamos com medo, nós temos uma descarga de hormônios, uma descarga de substâncias no cérebro e no corpo que nos levam a um adoecimento. E quando nós estamos sem isso, nós teríamos então um estado de saúde. No entanto, nós começamos a perceber que não é bem assim, o estado de saúde não é meramente o estado de ausência de doença. Da mesma forma, o estado de bem-estar não significa o estado de ausência, de medo, de angústia. São dois construtos que parecem vir em paralelo, ou seja, eu posso me sentir angustiado, mas na mesma situação eu também posso me sentir com algum tipo de bem-estar. E aí vamos entendendo que faz sentido o que a Jona de Angeles coloca no livro quando nos fala que a depender da nossa disposição íntima, a depender do nosso olhar, nós poderemos pegar uma situação que primordialmente gera em nós angústia e transformar o olhar na percepção de que algo grandioso está acontecendo na nossa vida que pode gerar um tipo de evolução, um tipo de crescimento. E essa percepção, mesmo que estejamos angustiados, nos dá algum tipo de alegria. De fato, no nosso cérebro, para que os senhores tenham ideia, são áreas diferentes que respondem pelos estados emocionais de alegria ou de tristeza, de emoções chamadas positivas e de emoções chamadas negativas. Quando estamos sentindo muitas emoções negativas e, portanto, tendo uma visão pessimista da vida, o nosso lado direito do cérebro é que é ativado. Nós pensamos mais com o lado direito quando estamos eh vivenciando essas emoções e esse tipo de visão de mundo. Mas quando estamos sentindo alegria, estamos sentindo emoções positivas e estamos conseguindo raciocinar com um outro olhar mais positivo diante da vida, nós estamos ativando o lado esquerdo do cérebro, especialmente o lobo frontal esquerdo. Dessa dessa maneira é naturalmente
tamos conseguindo raciocinar com um outro olhar mais positivo diante da vida, nós estamos ativando o lado esquerdo do cérebro, especialmente o lobo frontal esquerdo. Dessa dessa maneira é naturalmente razoável entender que esses dois estados da alma eles podem existir ao mesmo tempo. a gente pode sentir as mesmas coisas ao mesmo tempo. E aí fica realmente hoje do ponto de vista da neurociência fácil entender as falas de Paulo de Tarso, quando ele vai dizer que ele está com as desconjuntado, né, com as dores físicas, mas com o coração em júbilo. Esse estado paradoxal não é só filosoficamente possível, não é só espiritualmente desejável, como também neurobiologicamente real. Nesse sentido, a benfeitura nos convida a olhar a vida com uma outra perspectiva. Não é que a situação ruim seja alegre, não é que diante da situação difícil nós vamos nos sentir totalmente alegres. Seria um contrassenso e seria impossível. Porque a situação difícil, a desdita, vai gerar em nós uma repercussão negativa que gera, portanto, algum tipo de emoção nessa desse tipo, emoção negativa, mas quer dizer que nós podemos modificar a nossa visão, modificar o nosso entendimento e aí começar a sentir algum tipo de emoção boa e algum tipo de aprendizado. Por isso, ela vai colocar como sendo uma força geradora de saúde e bem-estar a alegria espontânea. Mas perceba que ela atrela à alegria espontânea algum tipo de conduta digna. Porque na atualidade também e ao longo do tempo as pessoas tendo a noção de que alegria é algo fundamental pra vida, é algo divino, percebam que Lug Van Betofen, ele escreve uma sinfonia em homenagem à alegria. Perceba que Hendel, ele escreve uma peça inteira, uma composição inteira sobre o Messias. E no momento de maior júbilo, de maior alegria, ele escreve o aleluia, famoso. São e situações, né, em que os espíritos que ele as compuseram, ou seja, o Hendel e o Btofen, eles encontram um estado de êxtase que é um estado alegre e consegue conseguiram exteriorizar a partir da
São e situações, né, em que os espíritos que ele as compuseram, ou seja, o Hendel e o Btofen, eles encontram um estado de êxtase que é um estado alegre e consegue conseguiram exteriorizar a partir da música. Então, a alegria desde sempre é decantada como algo desejado, como algo importante. Porém, ao longo da história, a forma qual nós buscamos a alegria muitas vezes é a partir de um comportamento que não condiz com o equilíbrio, a harmonia universal. Então, a alegria que decorre de um estado de comportamento que equilibra, que está em em consonância com equilíbrio universal, é dito aqui pela benfeitora, alegria espontânea. Não é aquela alegria forçada que vem a partir de um químico, que vem a partir de algo externo que nós colocamos no corpo para poder ativar essas áreas cerebrais e aí sentir uma alegria. Porque esses estados forçados fazem com que nós sentamos até prazer, um tipo mais rudimentar de alegria. A alegria ela é prazerosa, ela nos dá prazer de sentir, mas nem toda, nem todo prazer é alegre no sentido profundo do termo, porque alguns prazeres aprisionam. Então, quando eu adiciono algo externo do corpo para poder sentir alegria de uma forma artificial, essa artificialidade que não é espontânea, porque eu tô colocando algo externo e gerando, né, maquiando uma alegria, isso vai deixar o meu corpo viciado, ou seja, dependente. E, portanto, vai ser um prazer efêmero, um prazer externo, mas não uma alegria espontânea. É nesse sentido que a Joana de Angeles está nos colocando. E aí essa alegria espontânea que decorre de uma conduta digna, porque pode ser que seja uma alegria, digamos, espontânea, não vem com nada de fora, não vem com um um químico, né, uma substância química externa, mas vem a partir de uma conduta exagerada, uma conduta que destrói o outro para poder conseguir o próprio triunfo pessoal. E essa conduta que destrói tanto quanto o químico que é colocado, a química que é colocado no corpo e destrói o corpo, se há destruição provocada com uma intenção por nós, a um desequilíbrio da
ssoal. E essa conduta que destrói tanto quanto o químico que é colocado, a química que é colocado no corpo e destrói o corpo, se há destruição provocada com uma intenção por nós, a um desequilíbrio da harmonia universal. Porque na lei de Deus existe o desdobramento da lei de destruição. Nós estudamos no livro dos espíritos e já estudamos aqui no nosso Jesus e saúde mental a lei de destruição. A lei de destruição faz parte do universo, faz parte da lei de Deus. Porém, perceba que a lei de destruição, por fazer fazendo parte da lei de Deus, ela vem espontânea, não vem como consequência da nossa atitude. Porque quando a destruição vem como consequência da nossa atitude deliberada e egoísta, isso gera uma repercussão em nós. É aí é que fala Jesus: "O escândalo é necessário. A destruição de alguma forma é necessária, mas a destruição necessária é aquela que vem naturalmente pela lei de Deus, espontaneamente. Aquela que vem pelas nossas mãos, provocada por nossas mãos, mesmo que seja a título de gerar em nós uma alegria, ela traz uma consequência, ela traz uma corrupção para nossas mãos. E essa corrupção para nossas mãos vai, portanto, gerar uma consequência para a nossa vida. Então, a alegria espontânea que vem de uma atitude digna, porque como disse Jesus, ai daquele pelo qual venha o escândalo. Ai daquele, portanto, que deliberadamente destrói si mesmo ou o mundo para conseguir alegria. Porque qual é a consequência natural nessa análise aqui? A pessoa fica aprisionada na dor, fica dependente desse objeto externo e não é espontâneo. Mas quando é espontânea e uma conduta digna, isso é gerador de saúde e bem-estar. Parecem ser coisas sinônimas, mas saúde é uma instância. bem-estar seria o complemento da saúde. A doutrina espírita estudando a questão do bem-estar sobre o nome de felicidade, nas questões 917, 918, 920, 19 até 22 por ali, vai falar sobre a questão da felicidade, das consequências futuras. E Allan Kardec vai perguntar se não só vai perguntar, como vai afirmar a
felicidade, nas questões 917, 918, 920, 19 até 22 por ali, vai falar sobre a questão da felicidade, das consequências futuras. E Allan Kardec vai perguntar se não só vai perguntar, como vai afirmar a partir das respostas que todo mundo tem o direito de ser feliz e deve inclusive buscar essa felicidade. A felicidade está conectada muito à alegria e de fato a felicidade é uma força potente dentro de nós que nos prop, né, que nos manda caminhar em direção a Deus. Então, é um patrimônio que todos nós podemos e temos o direito de procurar. E essa felicidade pode ser procurada desde hoje, quando estamos reencarnados, não só depois da desencarnação. No entanto, quando nós estamos reencarnados e também não estamos com grau evolutivo de perfeição, a felicidade vai ser relativa, vai ser uma felicidade parcial. E essa felicidade parcial, ela vai ter algumas características para ser uma felicidade realmente madura, que tem essa característica de ser espontânea, uma alegria que brota em nós espontânea e uma conduta digna. Ela precisa ter algumas características, alguns ingredientes. E Allan Kardec então questiona aos benfeitores quais seriam esses ingredientes que nós podemos ter já nessa existência para tornar a nossa vida um pouco mais alegre, um pouco mais feliz e também um pouco mais digna. E os benfeitores eles são muito profundos ao responder que essa felicidade comum que nós podemos e devemos sentir desde hoje, ela está baseada em três características, né? Do ponto de vista material, a posse do necessário, característica um, a posse do necessário do ponto de vista material, do ponto de vista espiritual, a fé no futuro, a confiança no futuro e a consciência tranquila. Então, a posse do necessário, uma fé no futuro e uma consciência tranquila. Então, nós temos um parâmetro que é mais material e outros parâmetros que são mais eh psicológicos e espirituais. Esses parâmetros eles são, digamos assim, uma certa consequência do que nós estamos dizendo, uma conduta digna gerando uma
mais material e outros parâmetros que são mais eh psicológicos e espirituais. Esses parâmetros eles são, digamos assim, uma certa consequência do que nós estamos dizendo, uma conduta digna gerando uma alegria espontânea. Quando eu estou da posse do necessário, esse necessário faz o quê? uma recomposição do meu corpo e essa recomposição do meu corpo naturalmente me dá um grau de satisfação. Então, não é proibido sentir um prazer que venha de coisas materiais, mas a questão colocada pela doutrina espírita, por Paulo de Tarso, por João de Angeles, pelo Livro dos Espíritos, é que esse material, essa matéria que nós consumimos para gerar o nosso bem-estar e a nossa felicidade, ela precisa vir aliada a uma consciência tranquila. Não pode ser uma conduta indigna, uma conduta não digna que, digamos assim, deixe a nossa consciência manchada. Porque se for uma um matéria adquirida a partir de uma atitude que nos deixa sem uma consciência tranquila, o segundo pré-requisito dessa recomendação dos espíritos não é atingido. Então, como eu estou com a consciência eh culpada, como eu estou com a consciência em algum nível de corrupção com a harmonia universal, essa matéria que eu possuo vai me trazer mais intranquilidade do que bem-estar. pode me trazer prazer, um prazer momentâneo, mas a felicidade mais duradora e essa paz de consciência não vai trazer porque ela está corrompida a partir do ato indigno. Da mesma forma, quando eu tenho uma fé no futuro, eu percebo que os meus atos de hoje, eles trazem uma consequência no futuro. E essa consequência no futuro vai fazer com que eu possa ponderar melhor o que é supérflo do que é essencial. E aquilo que é supérfulo eu posso deixar, digamos assim, como não sendo necessário, já que é supérflo, não é necessário eu me apegar tanto. Então Paulo de Tasso vai dizer: "Tudo me é lícito, eu posso tudo, mas nem tudo me convém". Então, nem tudo me convém porque algumas coisas e muitas coisas não são necessárias. para nossa evolução e, portanto, para o nosso
vai dizer: "Tudo me é lícito, eu posso tudo, mas nem tudo me convém". Então, nem tudo me convém porque algumas coisas e muitas coisas não são necessárias. para nossa evolução e, portanto, para o nosso bem-estar íntimo. Algumas coisas, diz Paulo de Tasso, eh não convém realizar, não convém ter, não convém comungar, porque algumas coisas me escravizam e não é conveniente, não é inteligente, digamos assim, deixar que eu fique escravizado por coisa alguma. Nessa, nesse sentido, nós conseguimos aí só com essas frases de Jonas de Angeles, fazendo um link com o Evangelho de Jesus e o livro dos espíritos, entender que alegria não é algo que deva ser evitado, é algo que deva ser buscado, mas essa busca precisa ser algo que não nos escravize, algo que nos identifique quando sendo algo mais fundamental, algo que nos conecte a uma fé. algo que deixa a nossa consciência tranquila. Quando nós preenchemos esses pré-requisitos, nós estamos então envolvidos por essa alegria que vitaliza. E aí a consciência tranquila, ela consegue dar uma outra perspectiva também. Quando nós temos fé, fica mais fácil de entender a proposta de Jonas de Angeles ao dizer que a situação ruim que nós vivenciamos, ela pode trazer um aprendizado, uma experiência de crescimento. E essa experiência de crescimento pode ser visualizada não com alegria momentânea, a gente sente dor, mas com algum tipo de alegria futura que ante vê que algo positivo vai acontecer. Essa alegria futura a gente pode chamar de esperança. Esperança é a antecipação da alegria futura no hoje. Porque quando nós sentimos esperança, nós sentimos esperança hoje. Mas a esperança vem em relação a algo futuro. Eu tenho esperança de um futuro melhor. Então, a esperança é a antecipação dessa alegria futura que nós começamos já sentir já hoje. E quando nós temos uma fé no futuro, fica mais fácil ter esperança e, portanto, fica mais fácil ter uma outra significação para as situações difíceis que acontecem no nosso dia a dia. É nessa perspectiva que, obviamente, não é
no futuro, fica mais fácil ter esperança e, portanto, fica mais fácil ter uma outra significação para as situações difíceis que acontecem no nosso dia a dia. É nessa perspectiva que, obviamente, não é necessário que a pessoa seja, digamos, espírita para poder ter resiliência, para poder superar as suas dificuldades. Não é necessário que a pessoa seja espiritualista a partir do catolicismo, do da Igreja Evangélica, do budismo, da Umbanda. Não é necessário que ela seja espiritualista necessariamente, mas se ela tiver uma visão de fé, uma visão de Deus, uma visão espiritualista, uma visão deísta, ela vai se projetar com mais facilidade pro futuro. Então a gente encontra muitas pessoas que são, digamos, materialistas, né, que não tm essa visão da fé, essa visão de Deus, essa visão do porvir nessa perspectiva que estamos falando e conseguem passar pelas dificuldades da vida. com um olhar otimista, com um olhar esperançoso, com um olhar alegre. É verdade. Porém, aqueles que temos uma visão de futuro, temos um ingrediente a mais, uma ferramenta a mais para usar diante da dor e nos projetar para um futuro melhor e desde já sentir algum tipo de alegria que vai dominando o nosso ser e nos dando resistência para passar por essas situações. É nessa perspectiva que é muito interessante perceber que essa alegria futura, essa fé no futuro pode nos dar uma ferramenta fundamental para transpor essas situações quando ela é transformada em gratidão. Gratidão, diz aqui Joana de Angeles, é um tipo profundo de felicidade, né? A oportunidade superior de ascensão à alegria, ela pode ser considerada uma bênção de alto porte que somente uma conduta jubilosa e reconhecida pode exteriorizar, ou seja, exteriorizar a alegria como forma de gratidão. gratidão e alegria estão muito próximas, tem uma semelhança muito grande, porque no final das contas, quando nós sentimos gratidão, fica mais fácil de sentir a alegria. Gratidão, portanto, é uma ferramenta que a psicologia, a psiquiatria, a medicina em
elhança muito grande, porque no final das contas, quando nós sentimos gratidão, fica mais fácil de sentir a alegria. Gratidão, portanto, é uma ferramenta que a psicologia, a psiquiatria, a medicina em geral vem estudando nos dias de hoje e nos dizendo assim que quando nós sentimos gratidão, nós estamos acionando esse lado esquerdo do nosso cérebro, a nossa parte frontal esquerda, estamos acionando um mecanismo neurobiológico que revitaliza o nosso corpo. revitalizando o corpo em geral e nos dá uma perspectiva cerebral também para podermos passar pelas dificuldades da vida. E do ponto de vista espiritual, a gratidão é o olhar selecionado que nos conecta ao criador. Então, quando nós temos gratidão, nós temos uma ferramenta muito interessante para podermos sentir a alegria antecipadamente diante que seja das situações difíceis. No primeiro momento, a gratidão vem como uma consequência de coisas boas que nós recebemos. Essa é uma gratidão, inclusive mais fácil de sentir, porque é uma gratidão que tem a ver com alguma certa troca. Nós recebemos algo bom e damos então algo bom para o outro. É uma gratidão que a criança tem facilidade de sentir. Por exemplo, estando na mansão do caminho com meus filhos, achei curioso porque receberam muito carinho das tias. Então, minha entiada, minha filha e meu filho naturalmente quiseram retribuir, né, o que receberam, fazendo um lanche pras tias. Então, eles próprios pegaram a a laranja, cortaram a laranja com supervisão, mas cortaram lá e espremeram a laranja e fizeram um suco de laranja. Aí espremeram limão, fizeram um suco de limão, pegaram um biscoito simples, colocaram como se fosse uma cobertura de orgul para fazer um um biscoito de morango e poder servir o suco com o biscoito para as tias como forma de retribuir retribuir a benesse, retribuir o amor. Então veja, é uma gratidão que é natural. A criança tem meio que espontânea. Quando nós recebemos algo de bom, nós queremos dar algo de bom também. Quando nem isso a gente faz, a gente tá num nível ainda
ão veja, é uma gratidão que é natural. A criança tem meio que espontânea. Quando nós recebemos algo de bom, nós queremos dar algo de bom também. Quando nem isso a gente faz, a gente tá num nível ainda ainda anterior, né, de tanta imaturidade que nos deixa até menores do que a própria criança que já faz isso naturalmente. Então aí é um trabalho que tem que ser feito mais profundo, porque tem aí uma dor no coração muito grande, um coração tão endurecido, né, um coração tão imaturo que se fechou dentro do egoísmo, que não consegue nem retribuir o bem com o bem. Porém, quando a gratidão vai amadurecendo e o nosso olhar grato vai amadurecendo, é essa gratidão que Joana de está se referindo também, nós conseguimos entender que as situações difíceis da vida, elas podem não gerar uma alegria em si, mas a gratidão que podemos desenvolver ao entender que essa situação difícil vem para algum nível de libertação interior, espiritual, profundo, ela já antecipa algum tipo de alegria. E aí essa é uma gratidão mais difícil, porque é uma gratidão até pelas coisas ruins que a vida nos dá. Gratidão pelas coisas boas que a vida nos dá é mais infantil, é bom, é importante, porque já nos tira do egoísmo de não retribuir nada, mas é ainda o nível anterior. O nível superior de gratidão vem quando nós temos gratidão pela vida em si, independente das coisas boas ou negativas. A vida em si é interpretada como uma bênção. A vida em si é interpretada como uma coisa boa. Portanto, todas as coisas que acontecem são interpretadas como algo que Deus nos dá para nos projetar mais além e como consequência a gente começa a sentir alegria também pelas situações de adversidade. Essa é uma a gratidão mais difícil, mas é uma gratidão que nos protege muito, protege muito a nossa saúde mental. Porque mesmo diante do problema, mesmo diante da dor, ela dá algum espaço para a saúde e algum espaço para o bem-estar. Que você possa ficar em paz e que nós possamos ficar em paz tentando cultivar esses vários níveis de gratidão que nos
o diante da dor, ela dá algum espaço para a saúde e algum espaço para o bem-estar. Que você possa ficar em paz e que nós possamos ficar em paz tentando cultivar esses vários níveis de gratidão que nos levam a uma antecipação da alegria desde já. Muita paz.
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