#11 • Jesus e Saúde Mental • Deixando a vitimização de lado

Mansão do Caminho 22/11/2022 (há 3 anos) 42:14 7,659 visualizações 924 curtidas

WEBSÉRIE • Jesus e Saúde Mental » Episódio 11: Deixando a vitimização de lado » Apresentação: Dr. Leonardo Machado

Transcrição

o homem constrói o seu próprio futuro essa é uma frase de Leon Deni no seu livro o problema do ser do destino da dor na qual nós iremos nos debruçar nessa palestra de hoje nesse programa de hoje do nosso Jesus e saúde mental na trajetória de todos nós a trajetória evolutiva que todos nós seguimos a trajetória da caminhada que a doutrina espírita nos ensina há muito que aprendermos com essa própria música que passa né antes do programa Jesus de saúde mental em outras programações da TV da mansão do caminho é uma música chamada Canon ou cânone em ré maior ré maior é o Tom a tonalidade em que ela foi escrita Originalmente pelo alemão de Nuremberg o John macabel e o que é um cânone O que é um cano na verdade é uma música em que as diversas partes os diversos instrumentos que estão tocando eles acabam tocando a mesma melodia só que em tempos diferentes então por exemplo esse Canon é maior ele foi composto Originalmente a principal forma dele foram três violinos e um baixo contínuo o baixo contínuo é aquele que traz digamos uma certa estabilidade a harmonia é da música e os violinos nesse caso tocam a melodia que é aquela parte fica mais visível aquela parte que mais nos emociona só que para as melodias de cada violino serem tocadas de forma harmônica existe uma série de regras que a gente chama de contraponto esse estuda mais ou menos os intervalos que somam de maneira mais fácil óbvio que cada época traz uma uma avanço né E algumas compositores conseguiram trazer avanços na música atonal E tantas outras músicas mais modernas no entanto a época dessa música A gente tá falando da lei de um compositor que viveu no final do século 17 né então 1600 e tanto ali para 1.7 de início então a música que é imortal e é interessante a gente pensar na obra de arte como uma imortalidade que a alma virtuosa do compositor consegue trazer e nessa imortalidade a música bem feita a música bem estudada que consegue entender que existem algumas regras que precisam ser seguidas para que a música

a alma virtuosa do compositor consegue trazer e nessa imortalidade a música bem feita a música bem estudada que consegue entender que existem algumas regras que precisam ser seguidas para que a música fique harmônica elas trazem mensagens também então o cano em maior você percebe por exemplo a melodia principal né vai começando a tocar que você parece que até que tá sendo um violino um violão tocando daqui a pouco no segundo momento Essa primeira voz do violino começa a mudar o que ele tá tocando e o início da música é repetido pela segunda violino então no violino começa a tocar O que o primeiro estava fazendo só que depois E aí vai seguindo quando o primeiro violino começa a tocar a terceira parte o segundo violino entra na segunda parte e o terceiro violino começa a tocar a primeira parte Então você tem aí o primeiro violino tocando a terceira parte da Melodia por exemplo o segundo tocando a segunda parte da Melodia é e o terceiro tocando a primeira ou seja a melodias diferentes que são tocadas ao mesmo tempo e que não fica disso antes não fica estranho não fica feio fica harmônico até o ponto que traz um clima que é o clímax ali do primeiro segundo violento então o cano né ela pode nos ensinar a ideia de que nós podemos fazer um toque pessoal no nosso tempo só que isso não significa que a gente esteja em desarmonia com o universo em desarmonia com a música Universal em desarmonia com a evolução que a própria composição do pacavel vai tendo no desenrolar da música é muito interessante que nos traz a forma de se relacionar um instrumento com outro uma nota com outra e não é à toa que essa música é uma das músicas mais adaptadas né uma das músicas mais famosas assim do Repertório erudito e é uma música escrita feita antigamente né com muito tempo como também nós somos antigos pela visão espírita Essa não é a primeira reencarnação que você tá tendo Não é a primeira Encarnação que eu estou tendo nós somos ali espíritos Centenários né Nós somos espíritos apenas que temos décadas

a visão espírita Essa não é a primeira reencarnação que você tá tendo Não é a primeira Encarnação que eu estou tendo nós somos ali espíritos Centenários né Nós somos espíritos apenas que temos décadas de existir nós temos algumas centenas de anos uns mais outros menos e dessa forma nessa relação que vamos estabelecendo com os outros nós às vezes temos alguns atrapalhos na construção da nossa identidade porque às vezes nos relacionamos com os outros violinos as outras pessoas pegando demais o que seria devido a eles fazerem e colocando nas nossas costas né a responsabilidade que competteria a ele fazer realizar então às vezes na relação com outro nós tendemos a nos culpabilizar Porque se o outro por exemplo toca uma nota errada uma nota desafinada eu às vezes tendo a pensar que ele tocou a nota desafinada porque eu não toquei direito não ensinei direito o que eu errei mas perceba que é quando você toca em conjunto especialmente vozes que são independentes que estão tocando coisas diferentes ao mesmo tempo e que uma tem uma certa Independência em relação a outra o primeiro violino tem que permanecer muito atento muito concentrado no que tá fazendo porque senão o toque do segundo vai influenciar o toque do primeiro mas veja o fato do segundo Entrar na música e Influenciar o primeiro violino o primeiro violinista não significa que essa influência vai trazer o primeiro violinista ao erro se o primeiro violinista errar uma nota não foi porque o segundo violonista começou a tocar porque isso está previsto na partitura isso está previsto na música Foi Assim que o pacabel compôs E é isso que é um canome então o primeiro violino tem que ficar mais atento nas próprias notas no próprio Passo dos dedos no próprio compasso mas ao ficar atento no próprio compasso ele não pode se desavisrizar né ele não pode se descuidar do toque do outro mas não a tal ponto de ficar tocando aqui e querendo tocar o segundo violino porque o segundo violonista vai ter que ficar atento também as próprias

izar né ele não pode se descuidar do toque do outro mas não a tal ponto de ficar tocando aqui e querendo tocar o segundo violino porque o segundo violonista vai ter que ficar atento também as próprias notas Então seria uma grande uma grande massada né uma grande equívoco e seria uma grandeza Harmonia se cada violinista ao invés de tocar a sua parte da Melodia ficasse também extremamente atento preocupado com o passo do outro ele fica ligado para poder saber as deixas poder saber quando deve parar quando deve continuar mas ele precisa ficar atento a partitura dele próprio por isso que na partitura existem não só as notas mas as pausas as pausas estão escritas na partitura para que o músico possa ficar atento ao próprio compasso então o primeiro movimento de culpabilização pelo equívoco do outro O equívoco do filho do Companheiro da companheira O equívoco dos Pais O equívoco do amigo não pode né ser a tônica principal porque senão a gente vai estar pegando muito o que não é nosso e na saga evolutiva que a gente precisa ter de crescimento emocional crescimento espiritual a gente precisa pegar o que é nosso na balança da vida ficar atento a nossa partitura a nossa grade na partitura da música como um todo porque essa partitura vem assim no caso do cano vem quatro grades primeiro violino segundo violino terceiro violino e o baixo contínuo então essa parte da música como todo por outro lado há também uma tendência que é uma tendência oposta que é eu por descuido E aí nem tô muito atento ao outro mas eu tô é mais é descuidado em relação a minha partitura em relação a minha música ao meu toque a minha caminhada qualquer coisa me influencia E aí o meu erro eu começo a colocar culpa no outro então o primeiro movimento é de culpabilização interna qualquer erro que o outro comete é culpa minha porque eu me cobro demais e pego muito o que não é meu mas há um outro movimento que também é bastante atrapalhado e bastante atrapalhador da nossa evolução e da nossa saúde mental que é o movimento de

orque eu me cobro demais e pego muito o que não é meu mas há um outro movimento que também é bastante atrapalhado e bastante atrapalhador da nossa evolução e da nossa saúde mental que é o movimento de atribuir todo equívoco na nota musical que eu tô tocando dentro da harmonia da vida como sendo Culpa do outro Ah porque ele me distraiu Ah porque ele me influenciou sim um influenciou o outro o cano mostra isso o cano só é bonito não é por causa do primeiro violino e sendo o conjunto da obra do conjunto do violino sendo tocado ele se misturam e influenciam o que a gente acha Belo do cano de Bacabal e reproduz séculos então a influência das vozes musicais ela não é só importante como ela é necessária para se produzir música e música que seja interessante o que quando a gente sai lá da música inicial da idade média né a música renascentista que era muito monocódica o canto gregoriano já era um acerto avanço mas era meu monótono né Você tem poucas notas pouca variação depois você vem ali uma melodia mais profana do encantadores É porque não era a música sacra profana Nesse sentido porque não era Sacra mas uma música que era só aquela voz cantada uma música mais simples que é importante mas a música que tem a sua simplicidade e importância para colocar o meu filho para dormir não pode ser a única música do universo conforme a gente vai se complexificando amadurecendo a gente vai apresentando também de uma bagagem maior de conteúdo Então nesse sentido é uma influência mas não é necessário que a gente entenda que apesar da influência que o outro som provoca no meu som eu preciso ter uma certa autonomia e não posso ficar culpabilizando todo mundo quando ocupa a beleza todo mundo pelos meus equívocos eu estou entrando no processo de vitimização porque eu me coloco como vítima e o outro é culpado e quando o leão Deni ele simboliza que cada um é o Construtor do seu próprio futuro ele vai ampliar um pouco mais e vai dizer uma frase que eu gosto muito também de problema do ser do destino da

lpado e quando o leão Deni ele simboliza que cada um é o Construtor do seu próprio futuro ele vai ampliar um pouco mais e vai dizer uma frase que eu gosto muito também de problema do ser do destino da dor o destino do ser não é mais do que o desenvolvimento através das idades da longa série de causas e efeitos gerados por seus atos Então por mais que papai e mamãe por mais que o outro tem uma influência sobre mim sobre os meus atos e aí eu vou ter os atenuantes nos meus equívocos e os agravantes dos meus equívocos no final das contas sou eu que me equivoco sou eu que cometo atitude então não tem como eu me isentar totalmente do meu do meu destino né dos meus passos a gente vai ter a percepção de por exemplo algumas pessoas que passam por situações de alienação né mental de algum adoecimento que a coloca meu que fora do contato desta existência com o mundo beleza esses atos que ela comete agora aqui meio que influenciados por essa alienação tem atenuantes tão grandes tão grandes né que a gente não vai poder culpabilizar quando o paciente por exemplo chega na emergência psiquiátrica e chega xingando as pessoas eu não vou dizer para ele ela é um mal educado Não porque ele está sobre a influência de um adoecimento que o aliena né como alguma pessoa que atende na emergência uma vez achando que estava numa terceira guerra mundial de fato e que eu era o general inimigo Então veja ela estava alienada pelo seu Delírio né pela pelo seu adoecimento em uma outra realidade e nessa outra realidade eu era o general que tava querendo matá-la Então nesse sentido é natural que elas tivesse com raiva de mim né e me xingasse até eu não vou dizer que ela é má educada ela está adoecida então ao grande atenuante nesse equívoco que não dá nem para dizer que é um equívoco porque é uma expressão do adoecimento isso se eu pensar numa única existência agora se eu considero as reencarnações uma existência se atrelando a outra em uma existência se comunicando com a outra eu vou entender que essa alienação

mento isso se eu pensar numa única existência agora se eu considero as reencarnações uma existência se atrelando a outra em uma existência se comunicando com a outra eu vou entender que essa alienação mental diz respeito alguma consequência diz respeito alguma necessidade evolutiva então de tal modo que ninguém seria vítima da vida do universo e sim Construtor do próprio destino eventualmente até algoz de si mesmo a própria o próprio conceito de obsessão trazido pela doutrina espírita por Allan Kardec também tem dentro dele o conceito que o próprio Allan Kardec traz ali em agênese e também numa reunião de obras póstumas o conceito de auto-obsessão em que ele vai dizer que no final das contas a alta obsessão é o faz parte dos diversos tipos de obsessão por quê Porque ela que possibilita a obsessão se instalar só é possível que um obsessor obsidir a mim se eu também ficar numa autobsessão de culpa e aí essas duas auto-obsessões que eu queria colocar na reflexão de hoje de certo modo a culpabilização tomar para ser a responsabilidade de todos os problemas do mundo sendo a palmatória do mundo é um grande caminho para eu criar uma monoideia de culpa criar uma mono emoção ou seja uma emoção constante pesada pesarosa e isso abre brechas para uma influência obsessiva se instalar então começa com alta obsessão E aí essa autobsessão possibilita a obsessão externa ou o contrário essa monoideia desse vitimizar e colocar como se os outros fossem culpado de tudo também vão me criando um ambiente mental é muito lodoso e quando a pessoa se vitimiza se sente vítima ela também fica inundada por emoções pesadas não é a culpa mas é o que a tristeza a raiva a decepção constantemente ela fica decepcionada porque ela se vitimiza e constantemente ela sente triste com raiva e essas emoções constantemente pesarosas e pesadas no nosso interior vão também abrindo Essa auto-o obsessão no conceito kardequiano e abrindo as brechas para a obsessão se eu não me auto obsediar eu não vou conseguir ter obsessor eu vou

sas e pesadas no nosso interior vão também abrindo Essa auto-o obsessão no conceito kardequiano e abrindo as brechas para a obsessão se eu não me auto obsediar eu não vou conseguir ter obsessor eu vou ter Perseguidores eu vou ter pessoas que me perseguem mas a obsessão só é possibilitada quando eu começo a me auto obsediar Então nesse sentido ninguém salva ninguém como enfatizei na nossa palestra passada mas também ninguém Condena ninguém do ponto de vista mais profundo com a visão espírita e a visão reencarnacionista por isso que nós somos algozes de nós mesmos ou somos Libertadores de nós mesmos por isso que ele vai dizer o destino do ser nada mais é do que a grande teia de causas e defeitos que você constrói para ele próprio então com essa visão a gente tem que entrar né no equilíbrio porque se a gente pega o conceito de reencarnação o conceito de causa e efeito para alimentar a culpabilização a culpa desse mesmo a gente está se equivocando no conceito Porque sim outros influencia sim mesmo que a gente erre só por nós mesmos digamos assim sem influência de ninguém que também é muito difícil a gente não ter não tem influenciado seria muita prepotência Nossa achar que o erro é só culpa minha é só culpa minha só culpa minha todo mundo tem uma parcela de influência nesse nessa música Universal nos influenciamos mutuamente A questão não é ver a influência a questão é tomar para ser toda a responsabilidade então nessa perspectiva se a gente fica pegando ali de causa e efeito e a reencarnação para alimentar a nossa culpa a gente tava reditando pessoal a culpa originária do pecado original de Adão e Eva que não é bem uma visão que dentro do Espiritismo a gente é comum de que a gente já nasce para a vida com pecado original que foi cometido a lei por Adão e Eva aí a gente não tem essa visão do pecado original mas tem a visão digamos assim que eu brinco do Karma original o Léo mas veja a gente realmente não traça já nasce com a bagagem uma carga beleza mas essa carga não é uma carga

visão do pecado original mas tem a visão digamos assim que eu brinco do Karma original o Léo mas veja a gente realmente não traça já nasce com a bagagem uma carga beleza mas essa carga não é uma carga condenatória Porque mesmo processo de alienação do adoecimento mental mais grave que faz com que a pessoa fique às vezes alienada do ambiente não significa uma condenação eterna é um período expiatório mais denso que serve por vários para vários motivos às vezes um certo Um Certo refrigério ali né de uma pessoa que vivia com uma no ambiente espiritual tá com a deformidade tão grande no seu pé espírito que às vezes já estava como a gente chama de um ovoide a mão numa ideia tão fixa e tem a oportunidade de reencarnar para poder se refazer nas suas teias espirituais então a reencarnação não é uma punição a reencarnação é quase uma cirurgia per espiritual para um ser que estava bem danificado bem cicatrizado nas suas entranhas então a gente começa a mudar e começa a pegar um conceito espírita para ser um conceito mais equilibrado na nossa vida um conceito mais Libertador e não aprisionador na culpa mas também não podemos com a visão espírita alimentar a vitimização nem nossa nem dos outros porque na hora que eu me culpabilizo ou culpabilizou Fulano demais ciclando demais Eu posso também cair na vitimização do outro vitimizar o outro e às vezes eu faço isso vitimizar o outro porque uma forma que eu encontrei para poder amar perdoar o outro é uma maneira um tanto quanto ainda imatura um tanto quanto atrapalhada porque se eu ficar vitimizando outro eu não vou compreender o equilíbrio de que olha ele precisa também arcar com as consequências Qual o problema se eu ficar vitimizando demais o outro eu também não vou fazer com que ele evolua porque ele precisa evoluir crescer amadurecer entendendo que ele não é o centro do mundo que ele não é aquela criança de 3 anos de idade que precisa dos cuidados exclusivos ali dos Pais da atenção profunda dos Pais ele precisa andar com as próprias pernas então se eu fico

centro do mundo que ele não é aquela criança de 3 anos de idade que precisa dos cuidados exclusivos ali dos Pais da atenção profunda dos Pais ele precisa andar com as próprias pernas então se eu fico vitimizando demais o outro eu vou é infantilizando as pessoas que estão ao meu redor e não vou deixando elas crescerem com as próprias pernas e o pior como elas não andaram com as próprias pernas não amadureceram quando eu me vou por exemplo eu sou pai sou mãe quando eu vou pelo processo de desencarnação os filhos ficam sem saber como andar sozinhos porque não aprenderam né foram infantilizados ao longo do tempo ao longo da vida pela minha postura superprotetora o problema é que muitas vezes essas duas pessoas se juntam aquela que se culpa muito acaba se encontrando com aquele que se vitimiza muito então esse que esse vitimiza muito joga a culpa para os outros e para essa pessoa aqui e como essa pessoa se culpa beleza demais ela agarra toda culpa que o vitalizador joga E aí fica né uma simbiose perturbada num processo de obsessão encarnada porque veja esse aqui tá se auto obsediando com a culpa esse aqui está se obsediando com a vitimização e estão se conectando na obsessão entre encarnados no vínculo simbiótico obsessivo que é perturbador para os dois então é por isso que não linguagem Ampla a gente não não pode pensar que no caminho da vida no caminho evolutivo e de um amadurecimento emocional e espiritual caiba a culpabilização nem muito menos a fertilização por isso a gente é convidada a deixar a vitimização de lado para aprender a pegar o que é nosso na balança da vida aprender a tocar a nossa partitura no concerto Universal nem ficar pegando a nota do outro nem ficar pegando a responsabilidade do outro para os nossos ombros nem jogando o peso da nossa nota da nossa música para que o outro músico toque ou seja nem pegar demais o do outro e nem jogar demais do outro O Grande Desafio da vida é pegar a nossa parcela na existência mas Jesus nos recomenda isso ele vai

música para que o outro músico toque ou seja nem pegar demais o do outro e nem jogar demais do outro O Grande Desafio da vida é pegar a nossa parcela na existência mas Jesus nos recomenda isso ele vai dizer que me permitam especificamente dizer o ponto é no Capítulo 16 Versículo 2 do Evangelho de Lucas em que ele vai nos recomendar que a gente precisaria dar conta da própria administração Olha dá conta da tua própria administração da conta da tua própria partitura da conta da tua parte No conserto da vida da conta da tua vida em si da tua Encarnação em si óbvio que olhando para o outro porque você não vai ser um egoísta inveterado Mas sabendo que o outro também precisa dar conta da administração dele é por isso que também no Capítulo 16 agora do Evangelho de Mateus Versículo 24 Jesus não vai dizer para a gente olha você quer ser um seguidor você quer mais na frente como Lucas nomearia um ser um cristão então pegue a sua cruz e me siga a cruz simboliza isso que a gente tá colocando a nossa parcela de trabalho a nossa parcela de responsabilidade não dá para colocar a cruz o tempo todo no Ombro do outro e nem dá para ficar pegando a cruz do outro porque eu já tenho a minha então assim óbvio que existe em momentos que eu já tenho a minha cruz e eu pego um pouco a cruz do outro para poder ajudar a aliviar o sofrimento é óbvio também que há momentos em que a gente deixa que o outro pegue a nossa Cruz para poder aliviar a nossas costas eu acho que a passagem do Cirineu que tava ali um transeunte do caminho né e Jesus estava indo no caminho do Calvário e então o Cirineu vai e é convocado pelo pelo Romano para segurar um pouco a cruz de Jesus e Jesus Deixa então simbolicamente arrumando o ensinamento junto com esse de cada um pega a sua cruz não significa que seja para a vida toda o tempo todo porque também seria às vezes é extremamente vaidade o excesso né de orgulho porque não aceitar ajuda é também um sinal da nossa prepotência não aceitar que o outro nos ajuda a carregar a cruz porque eu preciso

mbém seria às vezes é extremamente vaidade o excesso né de orgulho porque não aceitar ajuda é também um sinal da nossa prepotência não aceitar que o outro nos ajuda a carregar a cruz porque eu preciso carregar sozinha é também cair para o outro lado da prepotência porque Jesus nos ensinou humildade sim a cruz é minha a responsabilidade é minha mas esse não significa que eu não possa receber ajuda da Medicina da Psicologia ajuda de fulano ajuda do Centro Espírita não significa que não precise receber ajuda sim eu preciso saber aceitar ajuda mas depois de um tempo eu preciso voltar a cruz na minhas costas para carregar no meu Calvário pessoal nas minhas dores pessoais então durante o tempo e aí a questão da pessoa que esse vitimiza é porque ela coloca Cruz que é dela o tempo todo nos ombros dos outros e a pessoa que se culpabiliza pega Cruz que é do outro o tempo todo para dentro das suas costas e aí tenta carregar a cruz do mundo inteira inteiro e aí não vai dar certo não vai dar o equilíbrio a uma análise demanda sobre essa passagem do Cirineu que ele coloca um ponto a mais porque o Cirineu foi convocado pelo Romano não foi ali livre espontânea vontade que Estendeu foi né E ele nos convoca para que a gente possa fazer algo além do sedeu que é de livre espontânea vontade ajudar né na no carregamento das Cruzes digamos assim ajudar mas não carregar o tempo todo e nem se eximir da responsabilidade veja que ele é meu é muito tem muito mérito também porque ele não se exibiu ele foi lá a gente não sabe se ele foi as mil maravilhas feliz mas ele foi né ele cumpriu com aquele dever dele e é isso que a gente também tem que entender não significa que a gente vai o tempo todo tá feliz sabe o tempo todo tá tranquilo é carregando um pouquinho temporariamente a cruz do outro porque a gente tem nossas coisas também tem a nossa vida e às vezes a gente tá super atribulado então é natural que a gente às vezes faça como o Cirineu sabe pelo dever pelo senso de dever mas a gente precisa ter

te tem nossas coisas também tem a nossa vida e às vezes a gente tá super atribulado então é natural que a gente às vezes faça como o Cirineu sabe pelo dever pelo senso de dever mas a gente precisa ter um equilíbrio para que não seja o tempo todo como os Cirineu só pelo dever e aos poucos a gente encontre o prazer da situação prazer de ajudar e aí vem se a gente não tá encontrando o prazer Você tá muito mais só obrigação muito mais o dever talvez porque a gente tá sendo palmatória demais do mundo e agora isso já nos levou a um alto obsessão a um adoecimento e não tá tendo o equilíbrio na Perspectiva da vida é nesse sentido que ao pensarmos em deixar a nossa vitimização de lado a gente vai convidando-nos convidando a nós mesmos a crescer a amadurecer a saída postura infantil a saída postura imatura egocêntrica de que se vê sempre o centro do mundo e que a minha dor é sempre maior que a dos outros para entender que todo mundo está no mesmo barco uns conseguem navegar na vida com mais agilidade outros com mais dificuldade mas todos estamos no mesmo barco precisamos nos ajudar Mas precisamos também saber que o dever do remo da nossa existência cabe a nós como diz André Luiz a existência não é um barco apenas para nos aventurarmos no lazer a existência também tem esse dever e o principal dever que a gente tem é o dever de remar não é de queimar pelo outro é de remar Remar o próprio barco sem ser egoísta sem ser vitimista sem ser uma palmatória do mundo e tendo o equilíbrio para desempenhar os diversos papéis da vida por isso que sim o Canon em ré maior de paca Bell como as músicas que são obras-primas do mundo elas nos ensinam muito a nossa trajetória porque instrumentos tocando melodias em momentos diferentes consegue ali ficar harmônicos porque seguiram algumas regras a regra do contraponto o compositor para acabar o seguiu a regra do contraponto para saber como deixar as vozes harmônicas e uma música e não um barulho uma música e não uma dissonância sem sentido não que a dissonância não possa

ositor para acabar o seguiu a regra do contraponto para saber como deixar as vozes harmônicas e uma música e não um barulho uma música e não uma dissonância sem sentido não que a dissonância não possa ter uma Musicalidade tem e a música moderna nos ensinou isso mas a dissonância também precisa ter um sentido musical para não ser um barulho da criança que está na musicalização a gente vai aprendendo a tocar os instrumentos da vida com o tempo nesse sentido eu queria ir finalizando compartilhando uma passagem que a gente encerra esse livro né Eu não sei se vai dar para ver a vida saudável e feliz tá evangelho de Jesus e saúde mental Editora FEB um livro de minha autoria em que a gente faz essa reflexões nesse capítulo 14 que é deixando a vitimização de lado sendo assim é preciso uma postura de Equilíbrio nem pegar em demasia o que não é nosso não atitude de culpa como uma palmatória do mundo porque isso acaba por deseducar aqueles que parasitam as nossas custas e também nos paralisa no sofrimento nem colocar nos ombros dos outros o que nos compete Não postou infantil porque isso também termina por adoecer o que estão ao nosso redor e nos paralisa na imaturidade nesse equilíbrio a gente vai conseguindo se banhar um pouco mais na vida e entender que o amor vai nos salvando e o amor ao nos salvar também faz com que a gente vá crescendo junto com o outro na Musicalidade ora direito houver estrelas por certo perdeste o senso eu vosgirei no entanto que para ouvi-las muitas vezes desperto e abra a janela pálido deste planta e conversamos logo o tempo enquanto a Via Láctea como Pálio aberto senti-la e quando vem o sol ainda saudoso e pronto eu as procuro pelo seu deserto Teresa agora três locado amigo que conversas com ela que sempre nos tem o que dizem quando estão contigo e nós iremos Amai Porque só quem ama consegue se afinar se harmonizar no câncer da vida e nessa harmonia consegue também entender o sinal das Estrelas entender o sinal da música muita paz até a próxima

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