#08 Estudando O Livro dos Espíritos - Atributos da Divindade e Panteísmo

Mansão do Caminho 01/06/2021 (há 4 anos) 1:17:04 9,222 visualizações 903 curtidas

A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.

Transcrição

Estudando o livro dos espíritos. Um estudo [música] sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Que bom, queridos amigos. Estamos juntos para mais uma noite, mais uma segunda-feira de estudos sobre o livro dos espíritos. Sejam todos muito bem-vindos ao Carlos, meu companheiro aqui na apresentação, Eugênia Canto, vamos apresentá-la agora de volta lá do de Fortaleza, lá do Ceará. Ela é coordenadora da área da mediunidade da Federação Espírita do Ceará e é membro também da organização não governamental Grupo Espírita Casa da Sopa e também trabalhadora da casa espírita do Centro Espírita João Evangelista. Eugênia, seja muito bem-vinda. Muito obrigada, Cris. [risadas] Muito bom, Eugênia. Muito bom tê-la de volta, viu? E contamos também hoje com a participação de Samuel Nunes Magalhães, funcionário aposentado do Banco do Brasil. Ele é historiador, voluntário, autor, orador espírita e colaborador da FEB, da Federação Espírita Brasileira. Nosso Samuel Nunes. Samuel, seja bem-vindo. Obrigado, Cris. Um abraço para você, pro Carlos, que sempre vejo, a minha amiguinha lá do Ceará, que é a minha terra, Eugênia. E esperamos que nessa noite estejamos momentos de paz sobre as bênçãos de Jesus aqui. Obrigado pelo convite. Muito bom, Carlos. Eu te passo a palavra porque nós vamos nos debruçar hoje sobre os atributos da divindade. Vamos falar também de panteísmo, estudando as perguntas de 10 a 13. E eu sei que você já tem uma primeira aí para Eugênia. Aham. Temos sim. Ah, queremos fazer a nossa saudação fraterna a você que nos acompanha aí e o agradecimento também, não é, Cris, pelo para os nossos parceiros de retransmissão que transmitem eh simultaneamente o Espiritismo Net, Mansão do Caminho, Federação Espírita Catarinense, Federação Espírita do Distrito Federal, Web Rádio Fraternidade, Web Rádio Amigo Espiritual, Editora e de Luz, Portal da Luz, TV Secal e Seridó Espírita. A nossa gratidão aí e o nosso a nossa saudação a

ederação Espírita do Distrito Federal, Web Rádio Fraternidade, Web Rádio Amigo Espiritual, Editora e de Luz, Portal da Luz, TV Secal e Seridó Espírita. A nossa gratidão aí e o nosso a nossa saudação a você que acompanha por todos esses canais pelo nosso Brasil afora. Uma satisfação imensa nós estarmos juntos. Como a Cris disse. Vamos iniciar aqui com os atributos da divindade. Eugênia, por que nós precisamos estudar os atributos da divindade? Inicialmente eu gostaria de desejar uma boa noite a todos e em especial os internautas, né? Naturalmente é você, Carlos, ao meu conterrâneo Samuel, a Cris. Bem, eu acredito que nós vamos ter uma relação melhor com Deus, desde que o conheçamos melhor, porque a, digamos, a nossa incapacidade de conhecê-lo tal como ele é na sua inteiraza, na sua integralidade, ela não se dá agora. Mas o quanto nós pudermos conhecer de Deus nos possibilita e nos favorece uma compreensão inclusive do mecanismo que nos rege. Ao invés de nós vermos uma justiça impiedosa, constataremos uma justiça misericordiosa. Ao invés de termos uma relação com Deus na base do contrato, né, da aliança, do testamento, da dos ditames contratuais que envolvem inclusive barganhas, né, trocas, nós teremos uma relação mais sadia e, portanto, que possa nos impulsionar aquilo que Paulo de Tarso nos remete já no final do livro dos Espíritos, a gravitar em torno de Deus, desenvolvendo em nós a justiça. o amor, a bondade e procurando percebê-lo como tal, justo, bom, eh aquele que tudo gere, mas não só isso, aquele que tudo eh provê, né? Um Deus provedor e não um Deus credor, que seria a nossa visão cultivada já há milênios, né? Então, acredito que uma compreensão melhor de Deus repercute também no nosso estar no mundo, na nossa relação com ele e numa num estar no mundo mais sadio, né? Porque é eh é mais fácil compreender o que ele dita, né, através de todas as religiões, todas as as filosofias, tudo tudo aquilo que compõe o arcabolso religioso, filosófico da humanidade. É fácil compreender os ditames que desde

reender o que ele dita, né, através de todas as religiões, todas as as filosofias, tudo tudo aquilo que compõe o arcabolso religioso, filosófico da humanidade. É fácil compreender os ditames que desde Moisés são muito simples. Não matarás, não furtarás, não cometerás adultério. Contudo, quando temos uma compreensão precária de Deus, nós, ao ainda adulterar, ainda matar, ainda roubar ou ainda nos distanciar dele, ou ainda não conseguir na sua inteire praticar a lei sublime maior que a do amemo-nos uns aos outros, em primeiro lugar a Deus, a nós e ao próximo, nós vamos eh substituir o látego da punição, da culpa, do Deus que castiga, do Deus que que perpetra vinditas, vingança, do Deus que que machuca e macera com suas leis implacáveis por um Deus que é amor, que confere novas oportunidades, enfim. Então, acho que, sem querer me estender muito, a compreensão de Deus nos confere uma relação mais sadia com ele e com os nossos erros. Muito bom, Eugênia. Você nos falou de um processo aí de compreensão. Então, eu queria saber do Samuel se o homem pode compreender a natureza íntima de Deus. Samuel, tá fechado o microfone. Desejamos a todos uma boa noite outra vez. aqueles que acompanham o programa, desejando a todos paz e luz. compreender Deus, compreender a natureza íntima de Deus. Dizem-nos os espíritos que ainda é um um sentido que nós não desenvolvemos, dizer, não temos eh condições para esse entendimento. É algo que nos está interdito pela questão evolutiva. Então, ainda não podemos compreender eh a natureza íntima de Deus e os espíritos. Allan Kardec comenta essa questão. Nós temos inclusive uma mensagem de Lázaro que está na revista espírita de outubro de 1863 e que Allan Kardecoloca com ligeiras modificações na Gênese quando fala da visão de Deus, em que vai nos dizer que nós devemos somente procurar eh um uma compreensão de Deus, que é aquilo que a Eugênia falou ainda há pouco, mas que por que nós venhamos nos abster dessa busca, dessa compreensão da natureza íntima de

ós devemos somente procurar eh um uma compreensão de Deus, que é aquilo que a Eugênia falou ainda há pouco, mas que por que nós venhamos nos abster dessa busca, dessa compreensão da natureza íntima de Deus, que como não temos esse sentido, o texto dá a entender que nós poderemos, inclusive, digamos assim, ter prejuízos eh mentais com isso. É como nós temos, por exemplo, o infinito para nós, para a nossa compreensão. Nós recebemos essa noção em várias das ciências humanas, das ciências exatas, que fala do infinito. Mas quando nós procuramos pensar muito no infinito, nós sempre vamos chegar a um ponto e vai ter algo mais além. Então essa busca ela se torna interminável. Mas por quê? Porque nós não temos a compreensão e isso pode de fato afetar a nossa razão. Basta sabermos sim que Deus existe e ainda não temos essa condição de conhecer a natureza íntima, mas também saber, pelo que nos diz no espírito que essa é uma questão temporária. É como a criança recém-nascida, que vai aguardar o tempo necessário para começar a sentar com uma certa firmeza. Depois ela vai engatinhar, depois ela vai andar com certa dificuldade para depois andar célere e até correr. Ou seja, há um processo. E o que é importante é que nós tenhamos a consciência de que estamos nesse processo e que Deus existe e que mais à frente nós poderemos entrar na posse de maiores conhecimentos. por hora, isso é uma interdição à nossa compreensão e Deus o sabe porê, né? Ele eh que assim estabeleceu, é porque assim deve ser. Muito bem, Samuel. Nós temos uma comentário da Eliana, eh, eu queria que Getter ou Getter, ela diz: "Boa noite". Como podemos saber quais serão os capítulos estudados em cada encontro desses nossos, né? para que possamos ler antes perguntas. Muito bem. No cartaz de divulgação vai os temas e nós vamos pedir pro o nossos amigos que preparam o cartaz para colocar também as perguntas para facilitar, não é? Que a gente sempre indica para nós indicarmos sempre as perguntas. E a pergunta da Eliane é

amos pedir pro o nossos amigos que preparam o cartaz para colocar também as perguntas para facilitar, não é? Que a gente sempre indica para nós indicarmos sempre as perguntas. E a pergunta da Eliane é muito boa, porque a gente recomenda mesmo que leia antes, que vocês possam ler antes, né? aquilo que nós vamos, inclusive que preparem suas suas perguntas. Às vezes, inclusive eh na hora aqui da nossa conversa já vai sendo respondido aquilo que você tinha dúvida, mas se não acontecer isso, coloque a sua pergunta pertinente ao assunto, não é? sempre pertinente ao assunto, por gentileza, para facilitar o estudo. O livro dos espíritos, ele toca em todos, não os assuntos praticamente da nossa vida, mas no seu momento próprio. Então, em cada dia que a gente possa apresentar perguntas relacionadas com o tema que nós estamos estudando, que facilita muito. Eugênia, queríamos aprofundar um pouco mais. E essa questão realmente do sentido aí, ele ele deixa a gente assim pensando bastante, tem que tomar cuidado com o que o Samuel disse pra gente não perder as conexões, não é? Eh, para não ficar meio Mas o que mais você agregaria para o entendimento aí desse sentido que nos falta para compreender a natureza íntima de Deus? Olha, na real, né? Na realidade, eh, os espíritos, eles foram bem suscintos nessa resposta. Eles apenas afirmam que falta-nos um sentido, não mencionam qual, não se estendem acerca de tal sentido. Tampouco Kardec faz uma nova questão em relação a isso. Contudo, Kardec faz seus comentários que achei muito sábios quando ele reforça que o senso moral precisa estar desenvolvido em nós para que seja melhor a nossa percepção de Deus. né, que é ratificando o que os espíritos dizem. Quando nós estivermos eh mais depurados, nós o veremos, o compreenderemos. E que Jesus já havia dito na sua fala primeira, nos na sua prédica primeira ali no sermão do monte, quando ele diz, em uma das bemaventuranças, bem-aventurados, felizes, os puros de coração, porque verão a Deus. Contudo, até compreendemos

primeira, nos na sua prédica primeira ali no sermão do monte, quando ele diz, em uma das bemaventuranças, bem-aventurados, felizes, os puros de coração, porque verão a Deus. Contudo, até compreendemos essa pureza de coração, o que vem a ser, né, os espíritos, né, que colaboram, colaboraram no Evangelho Segundo Espiritismo. Algum deles fazem menção à pureza. Eu me lembro de Erasto, discípulo de Paulo, que diz assim: "A fé transporta montanhas, contudo, mais pesadas do que as mais pesadas montanhas, jazem no coração humano as impurezas e todos os vícios das impurezas. Então, eh nós ainda precisamos nos depurar e isso se faz ao longo das existências, né? Portanto, não queiramos ter a pretensão de desenvolver esse sentido que nos falta em uma única existência. Muito bom. Agora a próxima pergunta pro Samuel, mas antes eu quero trazer duas observações paraa Eugênia. Uma é essa aí, ó. Ela se abanando com esse leque chiquérrimo e a Solange Ludvig lá do Rio Grande do Sul dizendo que ali, lá no Rio Grande do Sul tá congelante. Então esse Brasil de dimensões continentais trazem essas diferenças. Eu tô aqui, ó, com a minha camisa de manga também na serra do Rio de Janeiro. Tá bem frio, viu, Eugênia? Me dá um pouquinho esse leque para mim aqui. Traz ess traz essa temperatura pra gente. Agora outra questão. Eu quero aqui é o frio. Eu quero o frio aqui onde eu tô também. Aí, ó. Ó lá. O Carlos também quer frio. Vamos fazer uma troca aqui. Vamos fazer um escamboeras aqui. Mas eh brincadeiras à partes, pessoal, tem uma observação bem bacana aqui do Ricardo. Eu tô até consultando a minha edição aqui do livro dos espíritos. Ele colocou agora uma questão atinente à questão número 10, que é exatamente essa que a gente tá tratando, né, que Samuel respondeu e Eugênia responderam em cima da questão número 10. Ele coloca que em algumas traduções eh quando quando os espíritos respondem que falta o sentido, em outras traduções aparece falta um um sentido. Resposta espíritos, né? Na minha também

tão número 10. Ele coloca que em algumas traduções eh quando quando os espíritos respondem que falta o sentido, em outras traduções aparece falta um um sentido. Resposta espíritos, né? Na minha também tá assim, não falta-lhe para isso o sentido, né? E em outras traduções traz um sentido. Eh, Eugênia, isso traz algum alguma lacuna para interpretação? Acho que não, né? Olha, na na minha compreensão, eh, eu na salvo engano, na tradução que tenho, que com a qual estudo atualmente, que é a do Evandro Noleto Bezerra, salvo engano, ali consta um. A mim particularmente agasta dizer o, porque quando se coloca artigo definido, falta o sentido. Eu compreendo que é um único único sentido que nos falta e é exatamente aquele que nos impossibilita a percepção eh completa de Deus. Então, quando diz falta um sentido, aos meus ouvidos sou a mais razoável, né? a minha razão, melhor dizendo, a minha compreensão, mas não sei o que Samuel teria acrescentar ou colocar, porque no quesito traduções não sei se não não manjo assim, né, da Olha, eh, eu penso como a Eugênia, né, o artigo, no caso aí o um, né, você usando o um como numeral, dá a entender que só nos falta isso. E lógico que deve nos faltar vários sentidos. Isso. E a tradução do Evando, por acaso você falando, eu peguei na tradução comemorativa dos 150 anos do livro dos espíritos, tradução do do Evandro publicado pela FEB, é o sentido, seria o sentido para essa percepção, porque nós não sabemos que outros sentidos ainda nós vamos adquirir nesse processo evolutivo, embora a rigor não haja assim um prejuízo em dizer um ou um, porque também é um sentido, Mas o sentido também queremos que seja mais apropriado na tradução do Guilhom assim está e também na tradução do Evandro aqui da da dessa obra eh que foi por conta do sexo centenário de O Livro dos Espíritos. Ela também está com u, artigo o e não um numeral que achamos mais apropriado, mas dependendo do entendimento, esse U também é um, mas só que não é único. Perfeito. Importante é esse

vro dos Espíritos. Ela também está com u, artigo o e não um numeral que achamos mais apropriado, mas dependendo do entendimento, esse U também é um, mas só que não é único. Perfeito. Importante é esse desdobramento, né, que Kardec dá o tempo todo e os espíritos ratificam essa posição que nos falta ainda um potencial em compreensão para termos uma noção da da da questão íntima de Deus, né, da propriedade íntima de Deus. Eh, Samuel, haja visto isso. Eh, algum dia nós poderemos compreender o mistério da divindade? seu áudio, Samuel, liga aí o microfone quer te ouvir, ligar. Eh, esse algum dia compreender o mistério da divindade é a esperança que nos move, né? é aquela coisa íntima também que nos faz seguir adiante. E seguramente nós vamos chegar nesse instante em que vamos poder ter essa compreensão. E quando nós vamos alcançar, quando estivermos depurados, quando estivermos realizado o nosso processo evolutivo, que é a lei, eh, digamos assim, o único determinismo perceptível a que estamos, eh, digamos assim, jungidos, obrigados, é exatamente a evolução. Nós vamos chegar nesse instante. E quando chegarmos nesse instante, sim, nós vamos compreender esse mistério, nós vamos conseguir ver a divindade. Inclusive, nessa mesma mensagem de Lázaro e que está na Gênese, na visão de Deus, vai nos falar, vai nos dizer que as imperfeições que trazemos conosco ainda como espíritos, é, é, elas funcionam como cataratas, como elementos que empanam a nossa visão. E as virtudes que nós temos, elas vão fazendo essa limpeza, vão dando essa clareza. Então, a medida em que avançamos eh espiritualmente, ou seja, evoluímos eh como espíritos, nós vamos tendo essa compreensão desse mistério divino até podermos chegar à ocasião de estado de puro espírito, onde aí sim nós estaremos dentro daqueles que a quem Jesus diz que verão a Deus. bem-aventurados, os puros de coração, porque verão a Deus. E esse ver a Deus não é só ver Deus, o criador, é ver Deus em todas as coisas, porque Deus tá manifesto na natureza, em todos os

erão a Deus. bem-aventurados, os puros de coração, porque verão a Deus. E esse ver a Deus não é só ver Deus, o criador, é ver Deus em todas as coisas, porque Deus tá manifesto na natureza, em todos os seres, inclusive na matéria inerte. Então, esse ver a Deus, a pureza vai nos levar a ver Deus em todas as coisas, porque ele tá em todos os lugares. Ou seja, é uma visão muito mais ampla, é uma compreensão muito mais transcendente que nós alcançaremos aí pelo processo evolutivo. Seu microfone, Carlos. Sou eu que tô com o meu fechado. Desculpa, Samuel. Não fecha o seu não, que eu já volto aí para você já já, tá? Eu só eh antes eu queria eh colocar a Kátia Regi na Assunção Borges. Ela disse: "Que legal esse estudo é o primeiro dia?" Não, é o oitavo, não é estudo hoje. Eh, mas tudo está gravado, viu, Ktia? Você pode consultar no site da da FEB TV, eh você pode ver pelo YouTube, pelo Facebook. Então, eh você pode ver todos os anteriores, inclusive se tiver dúvidas lá atrás, né, você pode apresentar, trazer essas dúvidas que a gente ajuda na medida da nossa condição. Temos uma equipe respondendo as perguntas, a Eugênia está nos ajudando, inclusive, né, a responder as perguntas e temos uma equipe aí para isso. Agora eu volto a você e Samuel porque, bom, de tudo isso a gente chega à conclusão que por agora nós não podemos compreender a natureza íntima de Deus. Não adianta ficar insistindo nisso, mas eh nós podemos ter pelo menos uma ideia das suas perfeições e com isso nos ajudar e nos aproximar essa compreensão maior da divindade. E isso inclusive é uma necessidade da humanidade compreender algo sobre Deus, dos seus atributos que foi falado inicialmente aí na fala da Eugênia, né? E essa compreensão é que vai nos auxiliar a cometer menos deslizes. Por exemplo, a a falta da compreensão de que Deus é único é que gerou o politeísmo. A falta do entendimento que Deus é soberanamente bom e justo, é que fez com que nós, a humanidade, em algum momento, eh fizéssemos de Deus alguém que

nsão de que Deus é único é que gerou o politeísmo. A falta do entendimento que Deus é soberanamente bom e justo, é que fez com que nós, a humanidade, em algum momento, eh fizéssemos de Deus alguém que negocia, que podemos de fato barganhar com ele, alguém que muitas vezes persegue que é vingativo. Então, todos esses problemas e que foram apresentados pelas religiões em todas as épocas, a maior parte delas, elas vêm decorrência de não se eh buscar compreender alguns dos atributos de Deus, porque também não temos ainda a capacidade de conhecer todos. Nós só conhecemos uma parte de acordo com aquilo que nós sabemos. Nós não sabemos nem quais são as nossas reais potencialidades, como vamos saber as de Deus, mas podemos fazer um retrato. E Allan Kardec foi muito feliz na primeira pergunta de O Livro dos Espíritos, que já é um desses atributos. E que eu acho interessante, o espírito Humberto Campos, pelo lápis do Chico Xavier, ele vai nos contar que quando Allan Kardec estava para publicar o livro dos espíritos, ele medita sobre essa questão. Como começar o livro dos espíritos? Vamos atacar pelo lado da ciência, da filosofia e disso, daquilo. Que que ponto? E diz Humberto de Campos que lhe foi sugerido assim que ele não abordasse o livro dos espíritos, não iniciasse sem falar da figura principal que é o criador, que é Deus. E é por isso que tá a primeira pergunta lá, que é Deus, que não é uma definição de Deus. E vejamos a sabedoria de Kardec nem usa o artigo, porque aí ele não define o ó e nem tem quem é Deus. O pronome que também para não dizer que é uma pessoa é que é Deus. Inteligência suprema e causa primária de todas as coisas. Aí nós já temos dois atributos de Deus, que é a inteligência suprema e ele é a causa primeira, ou seja, tudo começou com ele. Essa compreensão de alguns atributos de Deus, que eu não vou falar os outros que eu sei que vão vir aí na esteira das nossas conversas, mas elas são de molde a favorecer eh a termos ou a compreensão de eh de Deus. Se não conhecermos a Deus

Deus, que eu não vou falar os outros que eu sei que vão vir aí na esteira das nossas conversas, mas elas são de molde a favorecer eh a termos ou a compreensão de eh de Deus. Se não conhecermos a Deus ainda porque nos falta o sentido, nós podemos pelo raciocínio conhecer alguns dos seus atributos para assim sabermos eh pelo menos o que não é o criador, o que ele não é. E isso já vai nos favorecer o caminho. E eu não vou me estender porque senão nós vamos aí falando das questões que virão na sequência, tá bom? É isso mesmo. Samuel já deu a dica, né, Eugênia? Nós vamos falar agora desses atributos explicitados na questão número 13, quando Allan Kardec pergunta, quando dizemos que Deus é eterno, infinito, imaterial, imutável, único, onipotente, soberanamente justo e bom, nós temos, Eugênia, a ideia completa desses atributos de Deus. Bom, segundo os espíritos desvelam nessa resposta, do nosso ponto de vista, sim, seria, né? Mas, mas talvez eh o trecho mais importante dessa resposta, na minha percepção, é quando as entidades venerandas dizem que há coisas, né? Eles dizem assim: "Sabeis que há coisas acima da inteligência do homem mais inteligente?" Isso no nosso orb, né? no nosso planeta, aqui onde estamos, existem coisas acima da inteligência, do mais inteligente. Então, eh, fazendo alusão a ao comentário do Samuel há pouco, que nós, o fato de nós não compreendermos fez com que nós, enquanto coletividade, em algum momento, tivéssemos vários deuses ou um Deus distanciado da percepção que ora, o espiritismo nos desvela, possivelmente pelo antanho, Porque a nossa compreensão também ela vai se refinando conforme nós vamos evoluindo e avançando. A compreensão mais primitiva, essa que vê Deus eh como múltiplos deuses ou ou muito a expressão dos fenômenos naturais, daquilo que está na natureza, trovão, fogo, etc. para posteriormente ver Deus como múltiplo e não como um só uma uma compreensão mais refinada, mais compatível com o grau de compreensão da humanidade de então é o Deus único, o

za, trovão, fogo, etc. para posteriormente ver Deus como múltiplo e não como um só uma uma compreensão mais refinada, mais compatível com o grau de compreensão da humanidade de então é o Deus único, o Deus eh da tradição ocidental ortodoxa, não é? a compreensão vai se refinando conforme nós vamos progredindo em habilidades, em sentidos, vamos dizer, né? Inteligência. A nossa companheira Denise Lino na no programa anterior falou das múltiplas inteligências. Então, conforme nós vamos nos desenvolvendo, nós vamos refinando a capacidade de compreender. Por hora, dizem os espíritos, que esses atributos são o que nós conseguimos abarcar do nosso ponto de vista, né? Conforme vamos desenvolvendo habilidades e desenvolvendo esse tal sentido que nos falta, nós vamos percebendo melhor, né? Muito bom, Eugênia. Nós vamos retendo assim uma uma visão. É, é, às vezes a pessoa se sente um pouco frustrada. Eh, a gente gostaria de saber o que é Deus agora, mas de repente, se a gente soubesse o que realmente Deus é, será que a gente teria condições de absolver isso? Nos falta efetivamente um avanço, não é? Nós vamos progressivamente desenvolvendo essa capacidade e isso é um desafio. Aí está inclusive a sabedoria do nosso criador que nos dá a motivação para seguir avançando, não é? Ah, eu queria queria perguntar, Samuel, dentro dos atributos, examinando um pouquinho os atributos, eh, a questão do Deus, Deus é eterno. Mas antes disso, Samuel, diz paraa Andreia Henriques, que nos perguntou às 8:05, logo que começou, ela gostaria de saber se Deus está ligado à religião e depois aí Deus é eterno. Pode ser. A questão de Deus está ligada à religião. Se nós formos para a etimologia da palavra, para a sua raiz, religião vem de religar, quer dizer fazer uma religação, ligar o homem a Deus. Sobre esse ponto de vista, sim, nós estaríamos buscando essa ligação com Deus a partir da religião, mas entendamos que essa religião não é uma religião estatuída com seus rituais. ou dogmas ou suas crenças em si. Mas essa

ista, sim, nós estaríamos buscando essa ligação com Deus a partir da religião, mas entendamos que essa religião não é uma religião estatuída com seus rituais. ou dogmas ou suas crenças em si. Mas essa religião é a questão de foro íntimo, uma questão de foro íntimo, uma questão que transcende e que cada alma vai encontrar esse seu caminho aqui, ali ou até fora das instituições, das organizações, como nós a conhecemos. Mas de fato a ideia de religião, ela é para estar ligada a essa questão com Deus. e não com as organizações estabelecidas como nós temos na Terra, que nós temos invertido as coisas por uma pobreza da nossa linguagem. Eu sempre lembro, ah, mas a perna da cadeira. Cadeira não tem perna, quem tem perna é gente. Por falta de uma palavra, nós dizemos que a cadeira tem perna. Então, a nossa língua é pobre e religião é uma questão íntima. E sobre esse ponto de vista, sim, é essa busca. E dentro dessa busca nós vamos descobrindo algumas questões assim sobre Deus. Um desses atributos que o Carlos falou sobre Deus ser eterno. E aí nós temos que buscar a semântica da palavra. O que é que quer dizer? Eterno quer dizer que não tem começo e não tem fim. Então, Deus é eterno. Por isso nós encontramos na primeira pergunta feita por Allan Kardec, os espíritos dizendo que Deus é a causa primeiro, ou seja, ele é a causa das causas, ou seja, ele tá lá no início de tudo. Por quê? Porque ele é eterno. Ele pré-existe a todas as coisas. E e se nós pensarmos que há alguma coisa além disso, essa coisa é que vai ser Deus. Ou seja, ele vai estar sempre eh na base. E é interessante que essa questão do eterno, ela tem muito a ver também com a questão, eu acho muito ligada à questão de Deus infinito, Deus ser infinito. E a primeira vez que eu li sobre essa questão eh nas palavras de Leon Deni, eu fiquei meditando sobre o que Leon Deni dizia, porque aparentemente havia um descompasso por algumas outras questões, mas é a mais pura verdade que ele vai nos dizer que se Deus estivesse fora do universo,

ei meditando sobre o que Leon Deni dizia, porque aparentemente havia um descompasso por algumas outras questões, mas é a mais pura verdade que ele vai nos dizer que se Deus estivesse fora do universo, Deus não era infinito, porque tinha alguma coisa além dele. Ele, então o infinito tá dentro de Deus, ou seja, nós estamos mergulhados nesse Deus, mas ele é a causa primeira. Ele é eterno, não teve começo e também não terá fim. Às vezes nós dizemos conosco, os espíritos, nós somos eternos, mas é, digamos assim, um vício de linguagem, porque nós não somos eternos, nós somos imortais, porque nós tivemos um começo. Não teremos fim, mas tivemos um começo. Eu só Deus. Muito bom, Samuel. E agora uma pergunta instigante dentro desses atributos da de Deus, né, que a gente vai trazer paraa Eugênia. e ao mesmo tempo sublinhar aqui uma questão que estamos vivenciando agora na pandemia, né? Não existe caos, está tudo certo. As leis estão aí divinas para orientar o nosso viver, né? Então isso dito eu vou provocar a Eugênia perguntando o seguinte: Eugênia, Deus é imutável. O que que isso significa? Eh, bom, imutável, eh, naturalmente significa que não muda, né? Mas na compreensão desse atributo como parte essencial de Deus, reside a seguinte constatação, que se ele mudasse, mudariam também as suas leis, elas não teriam estabilidade nenhuma. E sendo assim, não é? Não haveria nem mesmo uma uma direção, uma previsibilidade o alento de saber que há esse ser supremo que tudo além de tudo ter criado, de ser o incriado e por hora incognocível, é aquele que tudo gerencia, né? Ele não é uma pessoa, obviamente, mas há uma gerência, uma providência sábia que tudo rege de forma sábia, justa, amorosa e imutável. Não está sujeita a mudanças, né? Muito bom, muito bom, Eugênia. Aí nós temos aqui eh um comentário, Samuel, que a gente queria trazer. Eh, deixa eu ver, a pessoa perguntou assim, eh, seria Eliane Géter outra vez ou Géter? Poderíamos entender o que traz a Bíblia quando diz que fez Deus, o homem,

rio, Samuel, que a gente queria trazer. Eh, deixa eu ver, a pessoa perguntou assim, eh, seria Eliane Géter outra vez ou Géter? Poderíamos entender o que traz a Bíblia quando diz que fez Deus, o homem, a sua imagem e semelhança? Aí nós vamos depois a questão do Deus imaterial. Olha, Samuel, tá ligado ao assunto. Se Deus é imaterial, como é que fica essa questão? Deus nos fez a sua imagem e semelhança, que terá significará isso? Essa questão de Deus eh nos fez a imagem e semelhança tem gerado muita incompreensão ao longo do tempo. E ao invés de nos fazermos a semelhança de Deus, nós temos feito Deus a nossa semelhança, ou seja, a questão do antropomorfismo. Nós temos aí eh a como humanidade enveredado por esse caminho. Mas Deus é pleno. Eu achei interessante essa questão do caos que foi feito anteriormente. Eu vejo até a ligação que a Cris levantou e que a Eugênia cometou. Eh, porque Deus retirou tudo do caos e o universo é esse caos, mas o caos é equilíbrio. Quando a gente estuda física, lá no no no nos primórdios da física, a gente aprende que esses sistemas, como vamos ter o universo, como o sistema é fechado, a resultante das forças é zero, porque se não for zero, ele não existe. Então, não existe caus do ponto de vista que nós pensamos. A resultante das forças do universo é zero. Ou seja, há equilíbrio no universo. Em um ponto ou no outro, pode parecer que isso não aconteça, mas a resultante ela é o equilíbrio, porque essa é a vontade divina. Então, Deus, de fato, nos fez a sua semelhança, porque também não somos matéria. Essa é questão que Deus é imaterial. Assim como o espírito, nós aprendemos lá no livro dos espíritos também, isso vai vir mais à frente, já muito próximo aí os dois princípios eh que existem, que é o princípio espiritual e o princípio material, que dá origem a espírita e matéria e Deus. Ou seja, nós temos uma diferença muito grande da matéria, do espírito em si. Então, nesse ponto nós somos e nós temos essas virtudes que nos aproximam de Deus. Lógico que ela é relativa. Jesus

e Deus. Ou seja, nós temos uma diferença muito grande da matéria, do espírito em si. Então, nesse ponto nós somos e nós temos essas virtudes que nos aproximam de Deus. Lógico que ela é relativa. Jesus teve a ocasião de nos dizer para que amemos os nossos inimigos, para que assim nos assemelhássemos a Deus. Deus é o modelo e lógico que nunca vamos chegar a essa perfeição divina. Sede perfeito como perfeito é vosso Pai celestial. Isso por quê? Porque nós somos a semelhança, é uma perfeição relativa, mas há esse essa proximidade por essa questão imaterial. Porque se Deus eh tivesse alguma coisa da matéria, a matéria como a conhecemos e até como a desconhecemos, ainda que a ciência nos chegou em tudo, ela eh se submete a determinadas leis, como por exemplo, a lei da desagregação, a lei da mutação. Se Deus estivesse sujeito a essa desagregação que é da matéria, as mutações que é da matéria, ele não seria também imutável, ele estaria mudando. Isso quer dizer que o universo não teria equilíbrio, seria, como se diz no popular, o samba do doido. que então Deus é diferente de tudo que nós pensamos que possa ser matéria, porque senão ele estaria sujeito a essascilações e Deus não está sujeito a elas, assim como um dia nós vamos nos aproximar dele, embora o nosso processo evolutivo seja infinito, mesmo na condição de puros espíritos, ainda estaremos em processo evolutivo. Muito bom, Samuel. É alentador tudo isso, né? Saber que sempre tem alguém sábio, justo e bom no comando é muito alentador. Agora eu vou aproveitar paraa Eugênia na próxima questão, Eugênia colocar já o comentário aqui de uma internauta, porque tem a ver com atributo que eu gostaria que você analisasse, que é justamente o Deus único, né? E a Cristina Malta de Andrade às 8:18, ela coloca a seguinte, eh, faz a seguinte colocação aqui. Boa noite. A compreensão maior de Deus poderia ser através de Jesus, que é o mais próximo de Deus que podemos chegar? Ela faz essa pergunta e aí complementa com uma segunda pergunta. E também é por

i. Boa noite. A compreensão maior de Deus poderia ser através de Jesus, que é o mais próximo de Deus que podemos chegar? Ela faz essa pergunta e aí complementa com uma segunda pergunta. E também é por Jesus que sentimos o infinito amor de Deus por nós? Por que que eu selecionei essa contribuição da Cristina? Porque é também eh notório eh dentro da história das religiões uma confusão que se faz que Deus é Jesus e Jesus é Deus, né? Então tem isso dentro da história das religiões, né? E quando a gente analisa a questão de Deus é único, como é que fica essa questão, Eugênia? Quer dizer, a gente pode ter uma noção de Deus por Jesus. Mas ele e Deus seriam a mesma pessoa. Explica pra gente essa unicidade aí de Deus. Vamos lá. Bom, Deus é único, não é? E conforme a Samuel já fez alusão, a primeira questão do livro dos Espíritos, ela é a causa primeira, né? Inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. E conforme a nossa compreensão do Cristo, a partir dos Evangelhos, né, Jesus Cristo, a partir dos evangelhos, mas também do que os espíritos desvelam, Jesus não é Deus. Jesus é um espírito puro, o Cristo da terra, né? Aquele que para nós que estamos reencarnados na terra é o modelo, o protótipo de perfeição a que podemos aspirar eh Jesus. Se Jesus fosse, como é que ela diz aí? Através de Jesus nós vamos compreender Deus, podemos. Mas aqueles que não abraçam eh as religiões cristãs nas suas diversas denominações ou que não t em Jesus esse modelo, eh pessoas de outras regiões do orbe que cultivam suas tradições e sua forma de lidar com o sagrado, o seu religar e como disse aí Samuel, né? ligar no sentido da raiz da palavra religião, que significa relegere também, religare, eh, e relegere. Religião vem de relegere também, releitura. Então, essas pessoas elas estariam desprovidas do meio de acesso a Deus ou de compreensão de Deus, se fosse personificado numa pessoa. Agora, os espíritos dizem muito bem que Jesus é o modelo da humanidade, né? Ele é o ser mais puro que aqui esteve, mas que não

sso a Deus ou de compreensão de Deus, se fosse personificado numa pessoa. Agora, os espíritos dizem muito bem que Jesus é o modelo da humanidade, né? Ele é o ser mais puro que aqui esteve, mas que não significa dizer que sem a tradição na qual Jesus exerce esse protagonismo em conteste, que é a tradição cristã, a pessoa fique apartada de modelos ou de ou de diretrizes que venham desvelar a divindade, o amor de Deus, os seus atributos. Não, não é propriedade de uma religião isso. Tá muito bom, Eugênio. Muito bem, Carlos. Sim, isso aí muito interessante essa análise que, não é, que nos coloca aí eh diante dessa situação de Jesus sendo o governador do planeta. Aí nós precisamos fazer uma leitura com o espiritismo do papel que ele desempenha como governador aqui do ORB. e responsável, não é, pela formação do próprio planeta. Eh, para nós, isso ainda é é algo assim bastante impressionante, não é? Nós ainda vamos evoluindo e vamos compreendendo isso. Mas os espíritos nos informam dentro dessa linha que a Eugênia colocou, que Jesus foi quem enviou todos esses outros reveladores para todos os povos ao longo do tempo. A humanidade nunca esteve órfão, nunca esteve abandonada, não é? sempre tivemos os reveladores para os diversos povos nas diversas épocas. Isso também, como disse Cris, é alentador nós sabermos que estamos apoiados por irmãos nossos mais evoluídos que eventualmente reencarnam aqui na Terra e vem nos ajudar no nosso processo evolutivo. Quem está agora travando contato com o espiritismo, perceba a grandiosidade desse pensamento espírita, dessa solidariedade universal entre os irmãos que se apoiam num processo evolutivo que é infinito, como Samuel destacou anteriormente. Samuel, dentro disso tudo, a gente falando aqui de Jesus, dessa grandeza do mestre, não é? Como canal cósmico de formação da terra, algo que a gente ainda não compreende, como é que a gente vai compreender? Deus é onipotente? Pois é, Deus é onipotente. Tem tanta gente querendo ter o poder, querendo ter

ósmico de formação da terra, algo que a gente ainda não compreende, como é que a gente vai compreender? Deus é onipotente? Pois é, Deus é onipotente. Tem tanta gente querendo ter o poder, querendo ter o cetro, né? de se fazer Deus, embora Jesus o tenha dito. Tá lá em eh no sermão do monte, vós sois deuses, mas esses deuses com D minúsculo, ou seja, nós chegaremos a esse estado de pur espírito, né? E essa onipotência eh divina, ela é inclusive essencial. E embora Jesus tenha dito, nós tivemos a ocasião, por isso as pessoas fazem essa confusão, como foi dito, eu e o Pai somos um. É no sentido de ter alcançado a identidade. Mas também nós podemos, sim, ver Deus através do Cristo, porque o alfa é igual ao ômega, o que tá embaixo é igual o que tá em cima. Essa dualidade ela é do universo. E é por isso que Jesus também teve a ocasião de de falar: "Quem vê a mim vê ao Pai." Por quê? Porque ele tem essa identidade perfeita com o Pai, mas não o poder divino, porque ele diz que todo poder lhe foi dado pelo Senhor, por Deus, pelo criador. Então, o poder de Jesus é um poder que lhe foi outorgado por alguém que o detém em soberania. Por isso Deus é onipotente, ou seja, ele é que tem o poder. Somente ele tem o poder. Agora, ele distribui conforme a sua vontade e logicamente o distribui para aqueles especialmente que vão auxiliar no progresso das humanidades. Então, o poder de Jesus é um poder que é outorgado por Deus. E ele sim é o é o foi o nosso o o criador do nosso orb. Foi ele, como nos diz Emanuel, nos lembra Emanuel a Caminho da Luz, foi ele que presidiu a formação da terra. Mas isso está lá em João evangel no no evangelho de João, no capítulo primeiro, quando João diz que tudo foi feito por ele, pelas mãos dele e que todo o poder lhe foi dado. Então, quando o Espiritismo diz, e Emmanuel vem nos afirmar que Jesus foi quem eh quem dirigiu a formação do nosso mundo, ele tá repetindo o que nós vamos encontrar no Evangelho de João, eh, de maneira mais clara, traduzida para os dias

mmanuel vem nos afirmar que Jesus foi quem eh quem dirigiu a formação do nosso mundo, ele tá repetindo o que nós vamos encontrar no Evangelho de João, eh, de maneira mais clara, traduzida para os dias atuais. Mas é lá também que João vai dizer na fala de Jesus, em que o Cristo disse que aquilo tudo lhe foi dado por Deus. Então, quem detém o poder é Deus. E ele aí distribui, ele eh determina aqueles que vão agir em seu nome. E para chegarmos a esse patamar, nós temos que crescer, que evoluir, porque Deus tem juízo. Ele não vai dar poder a quem vai fazer bobagem demais, né? Muito bom, Samuel. Olha, agora mais uma característica de Deus e a gente vai falar com Eugênia. Tem uma pergunta aqui do Lucas, Lucas de Lutas, ele introduz bem essa questão que eu tô querendo te apresentar, Eugênia. Ele pergunta o seguinte: "O Deus do Antigo Testamento age de forma diferente do Deus do Novo Testamento?" ou seja, tá falando aí da primeira revelação Moisés era mosaica e depois o advento do de Jesus, o advento do Cristo, né? Na segunda revelação, então temos aí deuses diferentes ou um Deus com comportamento diferenciado no Antigo Testamento e no Novo. E aí a gente vai querer tratar justamente do Deus sendo soberanamente justo e bom. Então, Deus fica com raiva, Deus fica irritado, Deus tem preferências, Eugênia. Eh, bom, é preciso destacar que quando se coloca assim Deus do Antigo Testamento, né, ou da primeira revelação, Deus do do segundo, da segunda revelação, né, Jesus, eh, Deus é um só, Deus é único. Nossa percepção foi que se refinou com a nossa capacidade de compreensão que se elasteceu, né? A propósito dessa fala do Samuel, em que Jesus diz: "Eu e o Pai somos um,". Não é? Eh, Jesus estava ali nos pórticos de do templo de Salomão, a época da festa da dedicação, quem relata exatamente João, o Evangelista, no capítulo 10. E os escribas e fariseus. insistem com ele para que ele diga, eh, se tu és o Messias que há de vir, dize logo. E Jesus cala, porque se as obras dele, né, ele vai dizer adiante, se

sta, no capítulo 10. E os escribas e fariseus. insistem com ele para que ele diga, eh, se tu és o Messias que há de vir, dize logo. E Jesus cala, porque se as obras dele, né, ele vai dizer adiante, se minhas obras não dão conta de mim, não há nada que se diga que possa atestar. O diálogo prossegue e num certo momento Jesus vai dizer: "Eu e o Pai somos um". E eles então se agastam com essa resposta e dizem: "Vamos apedrejá-lo", né? Que era a sanção da época era essa. Se apedrejava o filho desobediente, a mulher adúltera. E eles dizem: "Então, vamos apedrejá-lo". Jesus então vai perguntar: "Por qual de minhas obras quereis vós apedrejar-me?" E eles então dizem: "Por nenhuma, mas porque tu blasfemas sendo homem, fazese Deus". E aí Jesus então vai dizer: "Ora, mas já não estava escrito na vossa lei aspas. Eu disse: "Vós sois Deus, fecha aspas". Então, na lei antiga, salmo de Azaf, Salmo 82, já estava grafado. Eu disse: "Vós sois deuses". os deuses que todos nós somos em potencial para que um dia a semelhança do Cristo possamos dizer: "Eu e o Pai somos um". Ou seja, a nossa vontade não discrepa da vontade de Deus. A nossa conduta, o nosso proceder não mais viola as leis divinas, porque já somos um com o Pai. Então, era isso que queria destacar, né? A nossa percepção varia e conforme ela varia, nós refinamos o a a compreensão da divindade que é imutável. A nossa percepção é que é mutável, muda conforme nós mudamos, avançamos. Muito bom. Excelente. A gente vai formando aqui uma ideia, não é, da da divindade, eh, de Jesus, da sua relação com o Pai, nos lembrando que houve um momento que ele nos convidou, que ele esperava que nós fôssemos um com ele, como ele era um com o pai, nesse ideal que a Eugênia apresentou agora. Então, né, me fez lembrar, Eugênia, o seu comentário, a aquela aquele momento que Jesus comenta sobre o servo e o filho, hein, Samuel, em que ele diz assim: "O servo, uma vez cumprida a tarefa, vai paraa sua casa cuidar dos seus interesses, mas o filho permanece na

uele momento que Jesus comenta sobre o servo e o filho, hein, Samuel, em que ele diz assim: "O servo, uma vez cumprida a tarefa, vai paraa sua casa cuidar dos seus interesses, mas o filho permanece na casa do pai cuidando dos interesses do pai". Então nós ainda nós somos todos filhos de Deus, mas não nos fazemos muitas vezes dignos de ser chamados ou reconhecidos filhos de Deus, porque nós cuidamos dos nossos interesses. Ainda não entendemos o significado, não é, de ser filho de Deus para cuidar dos interesses do Pai, que é o bem do nosso próximo, que automaticamente é o nosso próprio bem. Mas o egoísmo nos leva a pensar primeiro em nós mesmos ainda, não é? Então, eh, Samuel, não sei se você gostaria de comentar um pouquinho sobre isso. Olha, Carl, essa essa essa questão ela ainda tá muito presente eh no nosso dia a dia eh pela nossa incompreensão realmente da divindade e a nossa, né? Quem nós somos, o que que viemos fazer aqui, quem de fato foi o Cristo, qual foi a proposta que ele veio eh nos trazer? Por isso, a beleza do espiritismo é uma luz que se faz, é um esclarecimento, é a reunião de todo o conhecimento que há na terra sobre as questões espirituais. E aí muitas vezes vai ser necessário que nós aprendamos a ler nas entrelinhas, a ver nas entrelinhas, mesmo o espiritismo sendo bastante claro, para que nós possamos de fato eh avançar e encontrar eh essa realização. qualquer fuga eh desse ponto, nós vamos ficar perdido por bastante tempo. Então, eh pensando mais uma vez em um livro dos espíritos, achamos extremamente apropriado esses essas primeiras questões, né, para que nós venhamos a ter eh esse entendimento e caminhar como espíritos mais lúcidos com Jesus. que tudo fez eh por ser esse eh guia, modelo, esse governador espiritual, filho do homem, como ele se dizia, para a fim de trazer a mensagem, a verdade com V maiúsculo na sua maior pureza para nós. E a gente às vezes fica achando que lê, lê, lê não resolve. Não resolve agora, mas vai resolver. Olha o que Jesus diz.

fim de trazer a mensagem, a verdade com V maiúsculo na sua maior pureza para nós. E a gente às vezes fica achando que lê, lê, lê não resolve. Não resolve agora, mas vai resolver. Olha o que Jesus diz. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Então, primeiro precisamos conhecer. Se a gente não se libertou ainda, é porque não conhece suficiente. Tem que continuar estudando e uma hora isso vai resolver a coisa. Muito bom, Cris. Nós temos alguma perguntinha aqui, não é? Vai, vai olhando aí. Eh, eu queria pedir pro Léo, por favor, é o nosso agradecimento aí pelo apoio do Léo na parte técnica para projetar o link de acesso do pessoal para o Telegram aí para o pessoal poder copiar aí. Gente, o acesso tá tá ali, olha. Eh, vai aparecer agora, não é? Eu vou ler para vocês. É t.me/studo me/estudo eh le_feb ou pode eh pesquisar no aplicativo @studo_el_feb. Tá bem? Serão muito bem-vindos os que agregarem, não é? Aí, Cris, tem alguma pergunta aí para paraa Eugênia? Tem tem uma pergunta que eu tô considerando bastante interessante aqui até dentro daquele contexto, né, de Deus ser soberanamente justo e bom. Antes da gente partir pra questão do panteísmo, eh, Eugênia, a Ilda Regina Carvalho de Amorim coloca as 8:41, como compreender Deus pela lei natural ou divina, né, como também nas leis de ação e reação. Como é que a gente verifica Deus dentro desse contexto? Bom, nesse sentido, Deus, Deus como sendo o encriado, o criador de tudo, para nós, por hora incognocível, ou seja, não podemos conhecê-lo agora, somos apenas, digamos, os cognocentes, né, aqueles que tentam conhecer. Ele ele é o autor dessas leis. Então, a lei natural é fruto, é obra de Deus. Deus é o autor das leis. que eh para nós, conforme o entendimento que se faz lá na terceira parte do livro, compõe leis morais que regem a nossa a nossa evolução moral e leis físicas que regal, que rege aquilo que os cientistas se debruçam por desvelar, por compreender, por traduzir, por, enfim, eh, fazer com que atuem, né, em prol do

a nossa a nossa evolução moral e leis físicas que regal, que rege aquilo que os cientistas se debruçam por desvelar, por compreender, por traduzir, por, enfim, eh, fazer com que atuem, né, em prol do progresso do gênero humano no nosso planeta, mas em outros planetas também. Então, Deus é o autor dessas leis, sejam elas no âmbito moral, que regulam as nossas relações e a nossa evolução, né? Temos ali a lei de adoração, a lei de trabalho, a lei de sociedade, a lei de progresso, a lei de aquelas três leis que virem eh em harmonia, estão num certo sentido em brincadas, que é conservação, reprodução, destruição, as leis de de lei de igualdade, lei de liberdade e a e a última, né, que eu eu chamo de de jaca, a última disposta no livro. livro, né, que é jaca e eh justiça, amor e caridade. Então são leis divinas também. Aquela disposição é uma disposição naturalmente didática. E Deus então é o autor dessas leis. Como é que se patenteia? Como é que nós percebemos a a sua justiça, o seu amor, a sua sabedoria na lei de causa e efeito? Na medida em que somos os artífices daquilo que nos ocorre. Então, contrapondo ainda uma vez a nossa compreensão de Deus, eh, exarada pela presença do Cristo aqui ali no no Novo Testamento e a compreensão que tínhamos outrora com essa que o que o Espiritismo nos traz, nós vamos perceber que Deus não é um ser humano, uma pessoa que castiga, que pune, não é alguém que está eh vigiando and os atos da criatura ou fazendo a contabilidade daquilo que a criatura empreendeu eh enquanto encarnada e e desencarnada deparar-se com um livro de contabilidade, onde estão ali e certos e errados computados. Não. Deus dentro da sua sabedoria, conforme conseguimos compreender, ele cria leis sábias, justas, amorosas e imutáveis. Distanciar-se dessas leis é gerar para si, nesse mecanismo de causa e efeito, efeitos dolorosos, efeitos em forma de dor, de sabor, de aflições que não são punitivas, conforme diz o espírito Manuel Flamengo de Miranda, pela mediunidade do Divaldo.

e mecanismo de causa e efeito, efeitos dolorosos, efeitos em forma de dor, de sabor, de aflições que não são punitivas, conforme diz o espírito Manuel Flamengo de Miranda, pela mediunidade do Divaldo. A as eh Deus, as leis, né, elas não são punitivas, elas são antieducativas. As dores, melhor dizendo, elas têm a função de chamar a atenção para valores que ficaram marginais na vida do indivíduo. Então, logo, essas dores cumprem o seu papel, a sua função, o indivíduo marcha rumo à felicidade, ao amor, a plenitude, que é a sua destinação. Então, a sabedoria e o amor de Deus residem nisso. Os efeitos dolorosos ou afligentes daquilo que perpetamos, daquilo que escolhemos, são efeitos, antes de mais nada, transitórios e que são fruto das nossas escolhas e não de uma de um de uma punição, de uma retaliação aquilo que empreendemos, né? É assim que percebemos algo da sabedoria e da justiça de Deus. Ela é Deus é tão amoroso, né, que nós costumamos eh muitas vezes colocar as coisas no até por atavismo, em termos de premiação, castigo, em termos de merecimento. É algo que estamos longe de compreender, porque lembro de Kardec no Evangelho Segundo Espiritismo dizer que se Deus fosse conceder a fala, a palavra apenas aqueles que fossem usá-la bem, a maioria era muda. Então, vejamos como Deus é dadivoso. Nós estamos longe de compreender o seu amor, né? Então, essa questão do merecimento, né? Nós estamos longe de compreender, porque se merecêsemos falar, né, quem merece ter o dom da fala, conforme Kardec reflete. Então, estamos longe de compreender muitas questões que estão consubstanciad naquilo que a gente vive, no pelo amor de Deus, é dádiva, é graça, é amor. Maravilha. É oportunidade, não é, Eugênia, de se desenvolver. e falando bobagem, aprender a falar correto, falar bem, não é? E superando suas tendências negativas. Maravilhoso. Antes de ir, Samuel, para o panteísmo, deixa eu só atender rapidamente a três colocações aqui, eh, da mansão do caminho, Gil. Ele comentou assim: "Poderíamos dizer que a

ências negativas. Maravilhoso. Antes de ir, Samuel, para o panteísmo, deixa eu só atender rapidamente a três colocações aqui, eh, da mansão do caminho, Gil. Ele comentou assim: "Poderíamos dizer que a pleede da verdade não poderia até conseguir explicar os atributos da divindade, visto que o ser humano estaria inapto para compreender?" Veja, nós estamos superando, Gil, as nossas limitações. Nesse estudo hoje nós vimos vários dos atributos de Deus, conseguimos examinar vários aspectos da divindade que a gente já tem condições de entender devagarinho. Não temos ainda condições de entender tudo, mas nós vamos avançando. Então, a espiritualidade superior nos revela na medida daquilo que a gente tem condições de compreender. Luía, eh, disse assim: "O que podemos entender do trecho da oração do Pai Nosso quando Jesus diz: "Santificado seja o teu nome". Há um nome para Deus? Pau na própria pergunta está resposta: "Sim, o nome é Deus, mas Jesus disse que ele é nosso pai. Não é, não é aquele Deus que a gente tinha a visão lá do Antigo Testamento, castigador, Senhor dos Exércitos, veio nos apresentar esse Deus Pai amoroso, que nos dá a oportunidade de avançar nas experiências da vida, não é? E o Lucas botou assim: Eh, o Deus do Antigo Testamento age de forma diferente do Novo Testamento. Isso já foi explicado também antes, não é? Já foi muito bem comentado aí anteriormente, então está atendido. Agora, Samuel, na questão 14 do livro dos espíritos, Kardec pergunta: Deus é um ser distinto ou será, como pino alguns, a resultante de todas as forças e de todas as inteligências do universo reunidas? O que opinam os espíritos sobre essa proposta de Kardec, Samuel? Eh, os espíritos são bem eh claros e suscintos na resposta dada a questão aí feita por Allan Kardec. Ele nos diz que isso seria tornar Deus eh um efeito e não uma causa, já que ele seria a reunião de tudo que existe. Então eles, nesse caso, seria um efeito e também seria causa. E não pode ser as duas coisas. A própria razão reputa isso aí. Essa

efeito e não uma causa, já que ele seria a reunião de tudo que existe. Então eles, nesse caso, seria um efeito e também seria causa. E não pode ser as duas coisas. A própria razão reputa isso aí. Essa doutrina panteísta, ela existe de muito tempo em que se crê eh eh na verdade é uma doutrina em que linca o todo com Deus como se fosse uma coisa só. E Allan Kardec explora isso com mais propriedade, ou seja, com mais vagar até de que no livro dos dos espíritos. Em obras póstumas, nós vamos encontrar uns textos quando ele vai nos falar eh dos cincos caminhos da humanidade, em que ele vai nos colocar aí a doutrina materialista, panteísta, dogmática, adeísta e a espírita. E na panteísta, apesar dele ser bem sucinto, eles nos dá um um um retrato muito claro do panteísmo, né? que a alma é criada no momento eh do nascimento, que ela é extraída da divindade e que depois volta à divindade. Por isso se diz que eh na no panteísmo alguns dizem que Deus seria a reunião de todas as coisas, mas isso aí seria fazer de Deus causa e também efeito, o que é impróprio, né? O panteísmo é uma doutrina, inclusive, que o Espiritismo refuta, não faz parte, eh, digamos assim, dos princípios adotados e defendidos pelo Espiritismo, mas que é importante que nós estudemos, porque aqui a cular ela ainda aparece e o espiritismo vai explicar por que o panteísmo ela é contrária à lei divina, que aliás eu achei ótimo quando a Eugênia falou aí que a lei divina, ela é imutável. Isso tá lá na questão 615, o livro dos espíritos. Perguntam assim: "É eterna a lei de Deus?" Ele diz: "É eterna e imutável como o próprio Deus". Não é uma constituição, eh, digamos, de um Brasil ou de Estados Unidos, apesar de que a deles faz tempo que foi elaborada de outros países, que você vai mudando de vez em quando. A de Deus já tá pronta, já é aquilo ali. Ah, mas às vezes parece que houve uma mudança, é que não conhecemos todas as leis de Deus. Então, não há derrogação das leis, mas existem outras que fazem com que aqueles eventos aconteçam, porque a lei

, mas às vezes parece que houve uma mudança, é que não conhecemos todas as leis de Deus. Então, não há derrogação das leis, mas existem outras que fazem com que aqueles eventos aconteçam, porque a lei de Deus ela é imutável. Agora não as conhecemos todas e ainda vamos demorar a chegar lá. Muito bom, Samuel. Olha, a gente tá entrando aí na reta final já do nosso estudo, mas dá tempo de mais uma perguntinha para Eugênia, já deixando aqui as nossas escas, né, por não podermos responder a todos os internautas, tranquilizando-os que todas as respostas são postadas pela equipe que trabalha, né, nos bastidores. A gente continua aqui querendo dar acolhimento a todos vocês e a gente vai postar as respostas dentro do site do Estudando o Livro dos Espíritos, o site da FEB. Eh, Eugênia, uma última questão, então, ainda dentro dessa questão do panteísmo, nas questões 15 e 16, Kardec ele explicita a ideia panteísta de que tudo, inclusive os seres, fazem parte da divindade e que essa ideia justificaria os atributos de Deus conforme seu entendimento. O que os espíritos e Kardec argumentam em relação a isso? É interessante. Os espíritos não argumentam quase nada. ele, mas Kardecim faz um comentário bem substancioso a respeito. Eh, queria só fazer um pequeno uma parte com relação à resposta 14 da pergunta 14, se Deus seria resultante, porque essa essa é uma das respostas que que a mim assim todo o livro dos espíritos da 1 a 109 é a que mais assim e eu gosto porque porque os espíritos vão dizer que eh não vos percais num labirinto de onde não poderiais sair, né? faz uma advertência nos chamando a humildade também. Eh, isso não vos tornaria melhores, mas quissá talvez um pouco mais orgulhosos. E o orgulho é nosso companheiro já há tanto tempo, né? Então eles dizem que nós acreditaríamos saber aquilo que estamos longe de saber. E aí vem o pedaço que eu mais gosto quando eles dizem assim: "Eh, existem coisas que vos tocam mais diretamente, as vossas próprias imperfeições. Estudai as vossas próprias imperfeições

onge de saber. E aí vem o pedaço que eu mais gosto quando eles dizem assim: "Eh, existem coisas que vos tocam mais diretamente, as vossas próprias imperfeições. Estudai as vossas próprias imperfeições a fim de vos desembareçardes delas, né? Isso vos será mais útil do que quererdes penetrar aquilo que é impenetrável." Então eu acho que essa resposta assim, no meu entender, ela é a mais, digamos, socrática do livro dos espíritos, no sentido do conhece a ti mesmo, né, que não é atribuído a Sócrates, mas foi útil para ele também, porque nos remete a uma tarefa que só a nós compete e que seremos exitosos nessa nessa investigação, nessa perscrutação daquilo que nos embaraça, enquanto que investigar aquilo que ainda não está ao alcance que é se Deus é isso, é aquilo, aquilo outro, né? Como o próprio Kardec vai encerrar no seu comentário, nós não sabemos tudo o que ele é, nós sabemos o que ele não pode deixar de ser. E aí ele vai dizer, ele não pode deixar de ser eh único, imutável, material. Quando se coloca todos os corpos da natureza, todos os seres, tudo compondo Deus, ele perde a sua imutabilidade, porque todas essas coisas são transitórias. Quando se coloca tudo compondo a dividade, né, não é nem englobando e contendo a criação, é sendo Deus a própria criação, perde-se esse isso que o caracteriza como causa primeira, como diz a resposta dos espíritos da pergunta 14. ele deixa de ser causa para ser efeito, como o Samuel bem destacou. Então, ele não pode ser um só tempo, causa e efeito, né? Ele ele não pode ser aquilo que eh a pergunta que é bem articulada, a 15 e a e a 16, né? Kardec vai perguntar na 15 exatamente o que pensar eh daqueles que acham que todos os corpos eh todos os seres, tudo o que há compõe a divindade. E aí os espíritos vão dizer o o homem não podendo se fazer Deus quer ao menos ser parte de Deus, né? E na 16, Kardec, com a sua argústia, com a sua inteligência, com a sua perspicácia, ele vai dizer: "Ora, mas se sendo infinitos os mundos, Deus seria a si mesmo

us quer ao menos ser parte de Deus, né? E na 16, Kardec, com a sua argústia, com a sua inteligência, com a sua perspicácia, ele vai dizer: "Ora, mas se sendo infinitos os mundos, Deus seria a si mesmo infinito? Não havendo vazio ou nada em parte alguma, Deus estaria em toda parte. E isso então faria com que tudo fosse inteligente, porque Deus, estando em toda parte, ele atribuiria uma razão de ser inteligente a tudo que se pode opor esse pensamento, né? E aí os espíritos dizem a razão refletir maduramente e vereis o erro. Só isso que os espíritos dizem. Eles não ajudam no meu entender. Aí Kardec nos seus comentários ele vai esmiuçar e vai dar as razões aqui já explanadas, destacando que não podemos saber tudo o que ele é, mas certamente aquilo que ele não pode deixar de ser, que já foi bem comentado aí. Excelente, Samuel. Nós estamos assim, eh, no finalzinho, mas eu não gostaria de deixar isso aqui pendente, porque tem duas perguntas relacionadas bem rapidamente. Eh, a pergunta é: como o Espiritismo explica a Santíssima Trindade? Eu diria: "Não explica porque não existe, mas tudo bem, vou deixar para você porque logo em seguida tem uma outra pergunta que diz assim: "Eh, a Letícia, não é, Cardoso? Pode, podem explicar sobre o Espírito Santo? Dá para ligar uma coisa a outra rapidamente, Samuel? Ah, dá. Mas eu achei muito bom a a Eugênia dizer que os espíritos não ajudam muito, que é para ver se a gente farra alguma coisa, né, Eugênia? Senão, eh, fica muito fácil. Mas na verdade, a Santíssima Trindade ela não faz parte do cristianismo primitivo, né? é um sincretismo religioso trazido das religiões orientais com os deuses Brama, Chiva e Vishno e que só se se consolida na Igreja Católica aí no encíclicálica eh depois do eh eh do final do século VI, apesar de no século ela já ter aparecido, mas a consolidação de Pai, Filho e Espírito Santo como sendo uma única pessoa, ela foi uma criação da Igreja Católica e não do cristianismo primitivo. E esse Espírito Santo, alguns dizem que é o Santo Espírito. Na

dação de Pai, Filho e Espírito Santo como sendo uma única pessoa, ela foi uma criação da Igreja Católica e não do cristianismo primitivo. E esse Espírito Santo, alguns dizem que é o Santo Espírito. Na verdade, eu gosto muito da perspectiva que Jesus nos dá, eh, que Lucas nos traz em Atos dos Apóstolos, no primeiro, eh, capítulo de Atos dos Apóstolos, como quando Jesus diz que os apóstolos vão receber aquela força adicional, o Espírito Santo ou o Santo Espírito e com uma finalidade para que fossem testemunha de Jesus em Jerusalém, em toda a Judeia, na Samaria e até os confins da terra. Ou seja, é a chegada da mediunidade com a finalidade de trabalhar com Jesus, que é ser testemunha de Jesus, ou seja, andar e viver como Jesus fez. Esse é com o Espírito Santo, que seguramente é a equipe do Espírito de verdade para nós podermos simbolizar aí responsável por essa maravilha que nós temos e que estamos estudando no dia de hoje. Se o carro tiver mais a crescer, não tá muito bem. Obrigado, Samuel, pela síntese, não é? Nós estamos assim bem no horário de terminar. O nosso agradecimento a Eugênia e ao Samuel, não é? a Cris aí pelo pelo apoio no trabalho, ao Léo na técnica e a equipe que está aí trabalhando na seleção das perguntas, não é? nos dando todo esse apoio que é da área de estudo do espiritismo. O nosso agradecimento muito profundo e também a que nos acompanhou no dia de hoje. Os eh todos os nossos estudos estão gravados, podem ser vistos, revistos e nós agradecemos muito pela sua atenção. Eh pedimos, por favor, a partir da semana que vem, a gente te segue com a questão 17. Leia antes, não é? esteja eh preparado para esse momento, porque você aproveita melhor quando você lê antes e é o estudo. Fazemos a nossa parte individual e aqui no conjunto nós vamos eh aprofundando o que é possível aprofundar. Nosso agradecimento e nós encerramos aqui então mais esse Estudando o Livro dos Espíritos. Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos [música] de Allan Kardec.

Nosso agradecimento e nós encerramos aqui então mais esse Estudando o Livro dos Espíritos. Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos [música] de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Ja.

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