#07 Estudando O Livro dos Espíritos - Provas da existência de Deus

Mansão do Caminho 25/05/2021 (há 4 anos) 1:14:01 11,563 visualizações 1,152 curtidas

A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.

Transcrição

Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Nossa saudação fraterna, você que nos acompanha no Conversando aqui sobre o livro dos espíritos, esse nosso estudo que a gente está fazendo semanalmente, toda segunda-feira. Hoje no nosso estudando o livro dos espíritos, nós vamos ter as provas da existência de Deus nas questões, nas perguntas de um a nove do livro dos espíritos, que nós esperamos você tenha lido antes, não é? para então aqui nós compartilharmos o conhecimento a respeito dessa proposta de Allan Kardec. Nós damos as boas-vindas à querida Cris, que nos apoiando na atividade e também as nossas boas-vindas a Denise Lindo, que tem um amplo currículo que inclui, ela é expositora e escritora espírita, idealizadora e apresentadora do programa Literatura Espírita. Prazer em conhecer. Autora do podcast Minutos com Joana, vinculado à Sociedade Espírita Joana de Ângeles e a Fraternidade Espírita Luz e Verdade em Campina Grande, na Paraíba. Nossa saudação Denise para você. Olá Carlos, boa noite. Olá Cris, olá C e olá amigos internautas que nos acompanham no Estudando o Livro dos Espíritos. Muito bem, Denise. Nós contamos também hoje com nosso querido Calci, amigo de muitos anos, trabalhador espírita, coordenador dos estudos aprofundados da doutrina espírita da Federação Espírita do Estado de Goiás. Muito bem-vindo, CI. Satisfação estar com você aqui. Obrigado, companheiro Carlos. Um abraço a todos os irmãos, Cris, Denise e a turma toda que nos bastidores comanda aí a o programa. Muito bem. Nosso agradecimento, né, a toda essa equipe que dá o suporte, vai recebendo as perguntas, vai passando para nós e pessoal da técnica. É uma alegria muito grande nós estarmos juntos. Vamos lá, Denise. Então, eh, Cris, hoje Deus e o infinito começar. Então vamos começar pelo começo, né? Pergunta número um. Pergunta número um e ela vai pro caro amigo C. Calci, eh, por

tarmos juntos. Vamos lá, Denise. Então, eh, Cris, hoje Deus e o infinito começar. Então vamos começar pelo começo, né? Pergunta número um. Pergunta número um e ela vai pro caro amigo C. Calci, eh, por Allan Kardec perguntou que e não o que ou quem é Deus? Qual o significado dessa simples escolha da forma de perguntar? Tudo bom, Cris? É uma pergunta extraordinária que já dá a o rumo daquilo que vai se falar a respeito de Deus. Eu não vou querer entrar aqui na análise morfológica ou sintática do ou do que e do quem. Não quero lembrar que uma adolescência cheia de zero, mas a gente percebe que Allan Kardec quando em vez de colocar quem é Deus, que seria o natural, quando ele pergunta que é Deus, ele, na verdade, ele já estabelece a condição de que ele não está limitando a ideia de Deus como gente, como pessoa. Porque eu penso que como os espíritos são muito direto nas que nas respostas, se ele iniciasse o livro dos espíritos perguntando quem é Deus, os espíritos talvez responderiam: Deus não é gente, mataria a questão, ele teria que fazer uma nova questão. Então, que é Deus? Então ele já partiu para essa já dentro da ideia da convicção de que Deus, segundo o entendimento da doutrina espírita, foge a toda e qualquer ideia antropomórfica, ideia de gente, de de ser humano. É interessante porque o cristianismo ele foi um avanço extraordinário, saindo do politeísmo com os deuses guerreiros que tinham forma humana, Zeus, Hércules, Minerva, Vênus, tanto da mitologia grega quanto da romana. O monoteísmo tem a a concepção de Deus como eu sou. Eu sou três pontinhos. E é impressionante porque sempre que você define alguma coisa, você na verdade limita, não é? Quando você diz, ó, isso aqui é isso e você diz que é um campo, você está eliminando tudo mais. É por isso que Allan Kardec na pergunta ele tira limitação ao perguntar quem é Deus, ele entrou com que é Deus, né? nos trazendo já na primeira questão do livro dos espíritos, a ideia que a doutrina espírita coloca a respeito da ideia de Deus, que é um

itação ao perguntar quem é Deus, ele entrou com que é Deus, né? nos trazendo já na primeira questão do livro dos espíritos, a ideia que a doutrina espírita coloca a respeito da ideia de Deus, que é um avanço àelas ideias que se tinha do primitivismo de deuses em forma humana e que por contaminação entrou também dentro do conceito da Igreja Católica. Se a gente for lá na Capela Cistina lá em Roma, não é? Eh, nós vamos ver Deus lá com cara de brabo, né? Com cara de poucos amigos, né? Então, é esse Deus antropomórfico que Allan Kardec já elimina já na primeira questão. Excelente, CIF. Muito bom, Denise. Então, qual é a resposta que os espíritos dão essa pergunta de Kardec, né, que o Calc explicou tão bem, que é Deus, como a doutrina espírita apresenta Deus para nós? Vamos ver o conceito, o entendimento aí da resposta que Kardec obtém dos espíritos. Isso. Então, o Calcin introduziu muito bem a análise da pergunta e esta é a primeira pergunta de O Livro dos Espíritos. Para quem está nos acompanhando nesse estudo, tá começando a acompanhar o livro dos espíritos agora, né? Então, das 1019 questões, essa é a primeira, não necessariamente a primeira eh pergunta feita por Kardec aos espíritos, mas a primeira na organização do livro, que é de fundamental importância para nós. Então, essa questão tão importante, né, que é Deus, a resposta é uma resposta sintética e que faz com que nós avancemos a anos luz de todas as concepções que existiam antes. Porque a resposta nos diz que Deus é inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Então, pegando um gancho na resposta do CI, eh, quando ele diz que a partir de uma pergunta nós podemos fazer uma identificação com um campo, com uma delimentação, vejamos que os espíritos ao responderem a Kardec, eles ampliaram exponencialmente o conceito de Deus que nós tínhamos até aquele momento, porque sai de um conceito antropomórfico, de um Deus com desejos, de um Deus vingativo para apresentar a noção de Deus como inteligência, mas não é uma inteligência

ue nós tínhamos até aquele momento, porque sai de um conceito antropomórfico, de um Deus com desejos, de um Deus vingativo para apresentar a noção de Deus como inteligência, mas não é uma inteligência qualquer, é a inteligência primária e a causa de todas as coisas. Uma inteligência que é suprema, ou seja, que é soberana, que está além e que é a causa primária de todas as coisas. Então, talvez hoje, eh, Carlos, quando a gente começa a lidar de forma mais recorrente com a chamada inteligência artificial, a chamada inteligência das coisas, inteligência das máquinas, nós começamos a vislumbrar assim no mínimo por cento o que é essa inteligência sideral que coordena com leis imutáveis, né? Esse estudo vai mostrar mais à frente as leis de Deus. E essa inteligência, ela é soberana e ela é o ponto inicial de tudo aquilo que nós conhecemos. Então, a doutrina dos espíritos nos traz essa definição que é bonita, que é científica e que, ao mesmo tempo é simples de entender. Deus não é uma pessoa. Deus é uma inteligência que a tudo preside, a tudo organiza e a tudo sabe. Muito bom, Deniseo. Olha, com a sua resposta, as nossas dúvidas elas não se estendem mais ao infinito. Eu quero pegar esse gancho do infinito para perguntar ao Calci o que é infinito e se nós poderíamos dizer que Deus é infinito ou é o infinito. É, está desdobrado na questão dois e três, não é? Eu tenho eu tenho que a questão número dois, o que é o infinito, eh, seja uma preparação para a pergunta número três, quando ele vai indagar se Deus é o infinito. Antes dele indagar se Deus é o infinito, ele quer definir primeiro o que é infinito. Eh, eu acho fantástico. Eu não sei. Eu fico às vezes apostando para ver o qual é o mais bonito, se é a pergunta ou se é a resposta, não é? Porque quando ele indaga o eh o que é o infinito, os os espíritos respondem aquilo que é óbvio para todos nós, né? Aquilo que não tem fim, infinito, não finito, não fim. Mas eles acrescentam também não tem começo. Aí a gente encontra pessoas que diz:

os os espíritos respondem aquilo que é óbvio para todos nós, né? Aquilo que não tem fim, infinito, não finito, não fim. Mas eles acrescentam também não tem começo. Aí a gente encontra pessoas que diz: "Impossível não haver haver alguma coisa que não tenha começo, nem tenha fim. Existe criação nossa até do ser humano. Os números. Me diga o maior número que você tem aí que eu vou te arrumar um maior do que ele. E a gente vai nesse crescento crescendo que a gente não vai chegar a um fim. E ao contrário também, abaixo do número zero, a gente vai ao infinito. -1, -1, -1. Então, o ser humano criou algo infinito. Ora, quando ele pergunta, ah, se Deus é o infinito, esse artigo é uma beleza. Esse artigozinho o que tá aí, Deus é o infinito. Ele não está perguntando se Deus é infinito. Ele está querendo fazer uma correspondência entre Deus e o infinito. E a resposta que os espíritos dão é tudo aquilo que é desconhecido é para nós infinito. Ou seja, a gente considera as coisas que a gente não entende bem, nem o início, nem o fim, como algo infinito. Mas quando ele indaga na questão número três se Deus é o infinito, os espíritos responde: "Pobreza de linguagem". E é mesmo, é pobreza de linguagem. É você querer definir uma coisa que a gente não conhece por outra que a gente identicamente não conhece. o o conhecimento humano é é muito interessante, porque a gente só consegue eh conceber e conhecer as coisas através do contraditório. Por que que é saúde? Porque não é doença? Por que que é claro? Porque não é escuro? Porque é dia? Porque não é noite? Porque é isso? Porque não é aquilo? Então, a o nosso entendimento sempre é de algo. Para conhecer algo, a gente busca o contraditório e com isso a gente consegue definir. Agora, Deus e infinito são duas coisas que a gente não tem o contraditório, não há possibilidade. É mais ou menos como a a questão do tempo e do espaço, não é? E não existe inespaço ou em espaço, não espaço. Não existeo, não tempo. Então nós não temos a mínima condição de de comparar, de saber o que

mais ou menos como a a questão do tempo e do espaço, não é? E não existe inespaço ou em espaço, não espaço. Não existeo, não tempo. Então nós não temos a mínima condição de de comparar, de saber o que é tempo, nem saber o que é espaço. Que que foi que nós fizemos? Nós dissemos que tempo é a distância percorrida, que melhor dizendo, que espaço é a distância percorrida de determinado tempo pela luz, por alguma coisa. Ou seja, a gente comparou uma coisa com outra de duas coisas que a gente não conhece absolutamente. É por isso que os espíritos respondem para Allan Kardec, pobreza de linguagem. Nós ainda somos bastante limitados, né, para certas entendimentos. Estamos buscando, né, nos desenvolvendo. Nós vamos agora, para você que está acompanhando aí, para essas questões quatro a seis, né, entrando mais diretamente nas provas da existência de Deus. E Denise, onde se pode encontrar a prova da existência de Deus? Ok, Carlos, antes de responder essa questão, eu queria destacar para quem nos acompanha que, embora nós estejamos numa parte extremamente filosófica de O Livro dos Espíritos, que é toda a primeira parte do livro, as questões são não são questões difíceis, são questões que nós nos colocamos em algum momento da vida e são formuladas de um modo fácil. Então, isso torna a leitura de O livro dos Espíritos muito encantadora. Só pegando um gancho aí na questão do calci, eu também fico nessa dúvida às vezes, o que é que é mais encantador, é a pergunta ou é a resposta? Porque eu me vejo muito em algumas questões, talvez não formulando, com certeza com a capacidade de síntese de Kardec, mas algumas questões que ele coloca que em algum momento da vida eu já me fiz também, por exemplo, essa onde encontrar a prova da existência de Deus? É uma pergunta que nós nos fazemos num momento de reflexão, no momento de vida em que nós estamos mais reflexivos, mais eh questionadores num momento de dor, a gente precisa inclusive ter essa resposta, não é, que nos aponte para algo em que nós podamos eh verificar com

de vida em que nós estamos mais reflexivos, mais eh questionadores num momento de dor, a gente precisa inclusive ter essa resposta, não é, que nos aponte para algo em que nós podamos eh verificar com uma concretude assim, onde encontrar as provas da existência de Deus. Kardec faz essa indagação na questão de número quatro e a resposta é uma resposta para nos fazer pensar. E isso é o que eu quero chamar a atenção antes de ler aqui a resposta. Ela não vai fazer indicações aqui, ali ou acolá, mas vai nos fazer pensar para que nós encontremos aqui já adiantando a conclusão, as provas da existência de Deus em todos os lugares. Porque a resposta que os espíritos dão a Kardec é: "Num axioma que aplicais as vossas ciências, não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo que não é a obra do homem e a vossa razão responderá". fecha aspas aqui. Então, Carlos e amigos, eu acho essa resposta muito elucidativa e ao mesmo tempo muito provocativa, porque o aqui nós já temos uma pista de como é o diálogo com os espíritos no em o livro dos espíritos, as respostas também eram para fazer pensar. Então, onde estão as provas da existência de Deus? A resposta que nos vem é: Como existe um efeito sem causa? O que significa dizer que nós estamos diante dos efeitos e onde vemos esses efeitos, né? Nós sintetizamos esses efeitos assim na natureza, na nossa própria existência. Nós podemos ir para detalhes muito mais subjetivos disso, mas acho que para esse momento inicial da discussão do livro, a resposta, né, de que a natureza nos faz pensar como ela surgiu sem que não tivesse sido criada por uma inteligência superior, uma causa primária. Então, uma resposta eh muito provocativa, como eu disse, no bom sentido, para nos fazer eh refletir sobre a existência de Deus. Denise, só um pouquinho, eh, Cris, eh, o Antônio Porto fez um comentário: "Nós somos a prova da existência de Deus", não é? E eu fiquei me lembrando de uma situação que narram, né? De uma pessoa eh muito assim eh dada por conhecedora,

eh, o Antônio Porto fez um comentário: "Nós somos a prova da existência de Deus", não é? E eu fiquei me lembrando de uma situação que narram, né? De uma pessoa eh muito assim eh dada por conhecedora, eh, um sábio e chega num homem simples do campo, não é? E vê que o homem ele tem o hábito de ficar orando, agradecendo a Deus. Ele fica, então ele diz assim: "Poxa, eh, eu queria que você me me demonstrasse, não é? Eh, onde é que você tá vendo Deus? Onde é que está Deus?" E aí o homem disse assim: "Olha, sabe, eu eu na minha simplicidade eu eu eu não saberia provavelmente lhe dizer, não é? E agora eu queria que o senhor me desse uma resposta. Se o senhor me der a resposta, aí talvez eu consiga lhe responder. Onde é que não está Deus?" Então é a questão aí não é que pra gente se perguntar, eh não há necessidade de fato de provar que Deus existe diante tanta evidência. A dificuldade é não ver, mas nós precisamos amadurecer, né, para conseguir perceber. Vamos lá, Cris. Desculpe. Vamos lá. É por isso tão importante essa postura, né, de convite à reflexão que Kardec adota desde início, né, na sua abordagem do livro dos espíritos. Existe até uma piada que a gente faz, né, eh, que vai introduzir, inclusive a próxima pergunta que eu vou fazer pro Calci. Eh, um ateu diz assim: "Eu sou ateu, graças a Deus, né?" Então, CI, esse sentimento inato, né? Esse sentimento íntimo que temos da existência de Deus não poderia ser fruto da educação, da cultura, de ideias adquiridas por exatamente por influência do meio social? Pode ser fruto do meio social. E o índio e o selvagem não é da cultura que se vem a a crença em Deus, nem na educação, né? Mais exatamente no sentimento. Em algumas edições está escrito instintiva. Eu prefiro o instintivo do que o intuitivo. Acho que o instintivo ele é ele é mais forte porque é da própria pessoa. Quando o intuitivo pode vir de algo que venha de fora, né? E a pessoa teve a intuição e percebeu aquela ideia. Então, o índio, o selvagem, não tem, é inato,

le é mais forte porque é da própria pessoa. Quando o intuitivo pode vir de algo que venha de fora, né? E a pessoa teve a intuição e percebeu aquela ideia. Então, o índio, o selvagem, não tem, é inato, por ser instintivo ao ser humano. Eh, o selvagem tem. E tendo o selvagem, ele mostra que vem da própria pessoa, não é resultado da da cultura, da educação ou do meio. Eu penso que o contrário, a descrença em Deus, aí sim, essa é resultada do meio acadêmico, do meio eh social, é que vem quando a pessoa não tem ainda a convicção da existência de Deus em si. E aí ela pode entrar por dúvida dela, por arguição dela, ela entrar nessa situação de não perceber que está sendo levado a considerar algo que não está exatamente eh que é contrário ao seu movimento instintivo. Já que você comentou eh algo e pitoresco, eu me lembro do Milô Fernandes. O Milô Fernandes, muito além, muito acima de ser um filósofo e de ser um comediante, era um filósofo, porque ele tinha tiradas geniais. E era o Milô Fernandes que dizia: "Não há atuane". Você pode entrar materialista, mas se o o o avião der uma mínima sacudida lá em cima, instintivamente você pede auxílio a Deus. Então, o meio acadêmico, o meio social, a educação é que pode formatar a pessoa a descrer daquilo que instintivamente existe nela, não o contrário. Muito bom. Excelente. Olha aqui, tem um um comentário, não é? Eh, deixa eu ver. O Ricardo pôs assim, ó. Quando alguém diz: "Não acredito em Deus, acredito numa força maior". Talvez seja só uma questão, opa, pulou aqui, eh, de palavras, né? Provavelmente estava colocando, né? Mas, eh, se a gente acredita numa força, tá trocando o nome de Deus por força, não é isso? simplesmente. Eh, aqui o Ângelo também colocou a dificuldade da crença em Deus deriva da ideia da igreja que a igreja criou, um Deus antropomórfico. E de fato muita gente se torna ateu, não é, por um Deus enversímio, não é que não faz muito sentido. E aí nós temos vários comentários interessantes aqui. O pessoal hoje tá participando bastante

fico. E de fato muita gente se torna ateu, não é, por um Deus enversímio, não é que não faz muito sentido. E aí nós temos vários comentários interessantes aqui. O pessoal hoje tá participando bastante aqui no chat. Muito bom. Eh, eh, Cris, vamos continuar então das perguntas 7 a, não é? Vamos sim. Eh, para Denise, eh, a gente apresentaria essa questão. Denise, não estaria nas propriedades íntimas da matéria a causa primária da formação das coisas? Uhum. É uma ótima questão, Cris Kardec propôs aos espíritos, né? E vejamos como um raciocínio vai se aprofundando, né? Para entender essa matéria. Começa com que é Deus. Depois vem um elemento de comparação. Deus seria o infinito. E a resposta é negativa, né? Muito mais do que o infinito. Dizer que Deus é um infinito ou uma força é problema da nossa linguagem, é limitação aí que nós temos. E aí Kardec vai avançar exatamente para esse eh item que é um aprofundamento, é quando ele nos pergunta se nas propriedades íntimas da matéria estaria o princípio da formação das coisas. E a resposta dos espíritos é uma resposta que fala a lógica para todos nós. Então qual seria a causa dessas propriedades da matéria? Né? Vejamos que é uma resposta que vem em forma de pergunta. Então, novamente, a resposta aí nesse par dialógico que Kardec faz com os espíritos, é uma resposta para nos fazer pensar e vai mais adiante a resposta nos dizer que será sempre indispensável a causa primária, ou seja, onde tudo começou. Nós podemos, do ponto de vista científico aqui para trazer uma ilustração, afirmar que conforme a ciência o universo surge com o Big Bang. A pergunta vai se colocar da mesma forma. Quem organizou o Big Bang ou como se organizou ou que força o organizou? Então, mesmo que vejamos com a explicação da ciência, chegando nesse nível aí que é extremamente avançado, que é a descrição da origem do universo, nós vamos nos encontrar com essa questão feita por Kardec e nós vamos entender que mesmo para esse evento, que é conhecido como evento zero, do nosso

avançado, que é a descrição da origem do universo, nós vamos nos encontrar com essa questão feita por Kardec e nós vamos entender que mesmo para esse evento, que é conhecido como evento zero, do nosso ponto de vista, do nosso ponto de vista científico para a descrição do universo mesmo, esse evento, ele vai precisar que nós Nós admitamos a existência de uma causa primária capaz de organizá-lo e mais do que isso, gerenciá-lo no seu processo eh de evolução, de infinita modificação para que nós tivéssemos a experiência de habitar neste universo. Então, a resposta de os espíritos é uma resposta crise, que eu resumi para mim hoje estudando esse tema, como eu denominaria de o princípio da anterioridade. Ou seja, nós vamos identificando marcos, mas vamos sempre buscar a causa anterior a todos eles e vamos nos encontrar com a causa primária, a inteligência suprema que organiza todo esse universo em que estamos. Muito bom. Nós temos aqui um comentário da Det Laporte que diz assim: "Estudar esta obra é uma bênção". Olha, fico a pensar onde não tem Deus, não é? Eh, é de fato, é muito reflexivo. E como a Denise tem destacado, é a resposta dos espíritos, ela é instigadora. ao invés deles simplesmente responderem, eles colocam uma pergunta às vezes, não é, de volta para que a gente raciocine, para que nós usemos a nossa capacidade e busquemos o entendimento pelo esforço próprio. Então eles não dão pronto simplesmente, não é? Porque há esse entendimento de que é na busca que nós nos desenvolvemos. E eu me lembro aqui eh da de um filósofo católico já desencarnado, que é o Beto Roden, que teve dificuldade, não é, eh, Denise e e Calci e e Cris, de aceitar o espiritismo. Ele não conseguiu entender. No entanto, quando a gente lê a obra, a gente diz: "Gente, da onde ele tiram esses pensamentos tão espíritas que ele coloca na obra?" Quando ele diz, por exemplo, Deus nos fez o mínimo possível para que nós nos fizéssemos o máximo possível. Isso é um pensamento totalmente espírita, não é? Porque nós nos

itas que ele coloca na obra?" Quando ele diz, por exemplo, Deus nos fez o mínimo possível para que nós nos fizéssemos o máximo possível. Isso é um pensamento totalmente espírita, não é? Porque nós nos desenvolvemos pela evolução que não é numa única existência e tudo isso que vem por de trás, não é? Trazendo aí para nós. Bom, é é muito instigante realmente esse estudo e eu espero que você que está acompanhando esteja sentindo isso, não é? E se sinta também de alguma maneira impulsionada a buscar, porque o espiritismo é bem diferente das religiões tradicionais. Ele nos instiga a realmente nos construirmos, não é, nesse processo de busca. Bem, eh, eu vou perguntar pro Calci já na questão oito, viu, Caci, do livro dos espíritos. Kardec faz uma proposta, que se deve pensar da opinião dos que atribuem a formação primária a uma combinação fortuita da matéria ou, por outra, ao acaso? Por gentileza, relacione a resposta dada pelos espíritos ao comentário de Kardec sobre a questão da harmonia existente no mecanismo do universo. Pode ser, pode ser. A Terra gira em torno do seu próprio eixo a uma velocidade descomunal. A Terra gira em torno do Sol. a uma velocidade de quase 108.000 km/h. Alguém sente balançar alguma coisa? Diz um amigo meu, somente aqueles que têm labirintite é que conseguem perceber o movimento de rotação e translação. Nós não percebemos, mas o homem constrói um carro que anda a 300 km/h, faz uma barulheira, de vez em quando arrebenta o motor, sai óleo para tudo quanto é lado. Ora, a perfeição da matéria é exatamente a perfeição, a harmonia de todos os multiversos. A harmonia de tudo, do micro ao macro, é que nos prova a existência de Deus. Porque se você atribuir tudo isso ao acaso, você está tirando a palavra Deus e está botando acaso e está atribuindo ao acaso uma inteligência suprema e uma causa primária de todas as coisas. Está elegendo o Deus acaso. Aliás, dizem que acaso é o pseudônimo de Deus, não é? Ele deixa os homens eh imaginarem que é o acaso. Mas você imagina o seguinte, se

ma causa primária de todas as coisas. Está elegendo o Deus acaso. Aliás, dizem que acaso é o pseudônimo de Deus, não é? Ele deixa os homens eh imaginarem que é o acaso. Mas você imagina o seguinte, se você considerar que toda essa harmonia que existe nos multiversos, se ela é fruto do acaso, eu posso considerar que a formação do dicionário se deu pela explosão das letras. as letras explodiram e se organizaram da letra A à letra Z, uma atrás da outra, direitinho. Então, é exatamente a a harmonia, a beleza do universo, a harmonia com que nós navegamos nesse planetinha de meu Deus, com que nós navegamos pelo universo aa é que nos dá a garantia da existência de um ser que coordena tudo isso e que Os espíritos denominaram de inteligência suprema e causa primária, primeira de todas as coisas. É interessante que as pessoas quando querem definição de Deus, elas esperam talvez assim: é a bondade suprema, é a misericórdia infinita, é o perdão, é o amor. Os espíritos disseram é a inteligência suprema, talvez dizendo pra gente que o amor, a bondade, o perdão, a infinita misericórdia estão contidas nessa inteligência suprema. E os seres que ainda não conseguiram desenvolver ainda a inteligência de maneira eh possível a uma criatura. colocam em dúvida a existência de Deus por talvez por orgulho ou por deslumbramento de si mesmo. Eh, nós ficamos deslumbrados de nós mesmos e aí passamos a não considerar a existência de algo que seja superior a nós. E aí atribuímos ao acaso, atribuímos a a outros fatores fortuitos. Eu tentei certa feita entender a a teoria das cordas que explica o universo. Você tem que partir de tanta premissa, de tanto dogma admitido pela ciência para você desenvolver o pensamento. Que eu falei, não é demais para mim. Eu prefiro acreditar na criação de Deus. é mais simples e é mais atende o nosso instinto. Muito bom. Eh, tem um comentário bastante interessante aqui. Há um minuto atrás, Jorge Luiz Mendes, ele dessa forma reproduz o que o Calci colocou pra gente. O acaso 8:34.

ais atende o nosso instinto. Muito bom. Eh, tem um comentário bastante interessante aqui. Há um minuto atrás, Jorge Luiz Mendes, ele dessa forma reproduz o que o Calci colocou pra gente. O acaso 8:34. O acaso é talvez o pseudônimo que Deus usa quando não quer assinar as suas obras, né, Calci? É isso aí que você colocou pra gente também. Obrigada aí pelo reforço do Jorge Luiz. Agora, uma outra questão, Denise, que eu vou tentar dar desdobramento para você. Na verdade, Kardec fecha o tópico sobre as provas da existência de Deus com uma pergunta bastante desafiadora. Ele diz o seguinte: "Em que é que na causa se revela uma inteligência suprema e superior a todas as inteligências?" Denise, eh, como os espíritos e Kardec trataram essa questão, este tema? Isso, essa é uma questão muito importante e eu diria muito inteligente, Cris. até paraa gente entender, tem que ler várias vezes. Eu queria recuar um pouquinho para o internauta acompanhar o seguinte raciocínio: Verifique como essa proposição do livro dos espíritos sobre Deus sem inteligência suprema eh é uma proposição avançada do ponto de vista científico e uma proposição que nos faz sair do lugar comum de entender Deus, por exemplo, como disse o Cir, como a suprema misericórdia, para entendê-lo de forma mais completa e mais complexa. Vejamos que nós temos um substantivo que é inteligência e um adjetivo que é suprema, inteligência suprema. Então isso nos leva traduzindo assim minimamente a essa inteligência no máximo. Por que que isso é importante? Porque a época de Kardec e depois durante muito tempo do século XX nós conhecíamos uma única inteligência que era a inteligência lógico matemática, o famoso QI pelo qual muita gente foi avaliado durante anos. Posteriormente, qual foi a grande revolução na área da dos estudos de inteligência? Foi mostrar inteligência emocional. É a grande tese do psicólogo Daniel Goleman. Mais recentemente, uma nova revolução nessa área de estudos fala em inteligências múltiplas. Então, nós temos a inteligência

ostrar inteligência emocional. É a grande tese do psicólogo Daniel Goleman. Mais recentemente, uma nova revolução nessa área de estudos fala em inteligências múltiplas. Então, nós temos a inteligência lógico-matemática, a inteligência espacial, a inteligência linguístico-narrativa Cris, que é muito atribuída às mulheres, né? Dizem que nós temos essa inteligência numa condição superior aos homens, né? aqui para brincar um pouco com o nosso Carlos e o o Calci, os internautas, inteligência sin cinestésica e também a inteligência interpessoal, a fora outras, né? Inteligência musical. Então, vejamos aonde nós chegamos, olhando para o comportamento humano, nós somos capazes de descrever hoje praticamente 10 tipos diferentes de inteligência que se interconectam. E aí, se nós olhássemos para um ser humano e quiséssemos dizer qual é o ser humano na no ápice da sua inteligência, seria aquele que lidasse com todos esses tipos de inteligência ao mesmo tempo. O que nós sabemos é que a imensa maioria de nós lida bem com um ou outro tipo de inteligência, mas não com todos ao mesmo tempo. Seria um gênio para ter todas essas inteligências ao mesmo tempo. Então, feito esse preâmbulo, vamos voltar pra questão número um de o livro dos espíritos, né? Quando Kardec pergunta que é Deus? E a resposta inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Então essa inteligência suprema, ela tem não apenas todas essas inteligências que foram minimamente descritas para nós, né? não apenas essas, mas infinitamente muito mais do que essas numa condição superlativa. E mais adiante, o livro dos espíritos, nós vamos entender que essa é uma inteligência suprema soberanamente justa e boa. O que eu mais gosto dessa resposta que tá mais à frente, Cris, é o advérbio. Soberanamente justo e boa. Então é de uma forma assim que nós não conseguimos aqui tal. Aí, pegando especificamente a a questão que você nos trouxe, que é a de número nove, que encerra esse tópico introdutório do livro dos espíritos, a pergunta é, vou

im que nós não conseguimos aqui tal. Aí, pegando especificamente a a questão que você nos trouxe, que é a de número nove, que encerra esse tópico introdutório do livro dos espíritos, a pergunta é, vou repetir aqui, Cris, pro internauta que esqueceu lembrar, né? Em que é que essa causa primária revela uma inteligência suprema e superior a todas as outras? Então, vejamos aí que Allan Kardec já se antecipava a essa discussão toda de inteligências que eu minimamente trouxe no préâmetro. E aí a resposta é fantástica, porque é novamente uma resposta que nos faz pensar. E essa resposta vai se conectar com a resposta dada a questão número quatro, que tá um pouco adiante. Quem tiver com o livro é só voltar um pouco e recuar lá na questão quatro. A resposta vai nos trazer para aquilo que é o conhecimento prático da vida. Vejamos que os espíritos dizem: "Um provérbio vos diz: obra se reconhece o autor". E aí nós temos infinitos exemplos de situações nas quais nós vemos um determinado objeto, uma situação, uma obra de arte não está assinada, mas é possível recuperar quem fez. O que se faz, por exemplo, no campo da pintura para se reconhecer uma obra quando é supostamente atribuída a um autor? Todo um estudo das características daquele autor, do que se chama o seu estilo, para verificar se aquela obra de fato traz as características daquele autor. Se a gente fosse para um campo científico, o que é um exame de DNA, senão o reconhecimento de a quem pertence aquela sequência, né? Quando se faz um exame de DNA para reconhecimento de paternidade, por exemplo, aquela sequência de DNA pertence aquele suposto pai, aquela mãe ou não? Então, vejamos que nós temos toda a condição de reconhecer em que é que essa inteligência é suprema e é superior a todas as outras quando nós olhamos tudo o que resulta dessa inteligência. Então nós começamos com a natureza, que é uma observação simples, o dia, a noite, os ciclos da natureza, todos os processos. Nós avançamos e olhamos, como o livro dos espíritos vai nos trazer mais à

. Então nós começamos com a natureza, que é uma observação simples, o dia, a noite, os ciclos da natureza, todos os processos. Nós avançamos e olhamos, como o livro dos espíritos vai nos trazer mais à frente, as leis morais. Então, nós temos aí a lei do trabalho, a lei do progresso, a lei de sociedade, a lei de reprodução e de conservação, de destruição, de liberdade, nos mostrando essa inteligência suprema. Mas eu queria trazer aqui uma história que eu pensei que quase o Carlos ia contar, que é uma história que a gente contava muito quando evangelizava. Eu narrei essa história muitas vezes para várias gerações de evangelizantes. É uma história curtinha que o espírito Meimei ditou a Chico Xavier. Uma história que o espírito Meimei ambienta na naquele mundo da Arábia, né? Então aquele aquele senhor muito muito simples, um árabe que conduzia camelos, que não tinha nenhum conhecimento de escrita, mas era profundamente reverente a Deus, porque ele enxergava Deus em todas as coisas. E o dono daquela companhia que atravessava o deserto era um homem muito soberbo, muito orgulhoso e sempre questionava aquele seu fiel trabalhador. Ah, por que ele orava tanto? Um dia é que ele podia provar que Deus existia. Aí a historinha traz várias evidências, muito poéticas e muito bonitas. Uma delas diz assim: "Ao receber um bilhete sem assinatura, consegue-se reconhecer a caligrafia a quem pertence?" E todos nós conseguimos. Se é a caligrafia de alguém da nossa intimidade. Eh, se vez as a o barulho de animais em torno da tenda, como reconhecer que animal é? E aí a resposta pelas pegadas. E aí a história termina dizendo que aquele simples condutor de camelos chama aquele senhor e diz: "Olhai pro céu à noite, verde as estrelas, como não admitir que elas são criadas por Deus?" Então essa inteligência suprema e superior dá mostras, né, em todos os momentos e dá mostras não apenas da sua superioridade, mas sobretudo da sua bondade, da sua magnanimidade para conosco, Cris. Muito bom. excelente, ativando aí o

e superior dá mostras, né, em todos os momentos e dá mostras não apenas da sua superioridade, mas sobretudo da sua bondade, da sua magnanimidade para conosco, Cris. Muito bom. excelente, ativando aí o nosso eh a nossa convicção a respeito, não é, do nosso criador. E aqui a Sônia, Maia, Abraão colocou, temos a centelha divina dentro de nós, não é? Então, é nessa viagem que a agora mesmo a Denise fez uma descrição maravilhosa, não é, dessa viagem, gente, olhando para fora e quando a gente olha também para dentro de nós, então naquele infinito pros dois lados, como o Calci tava falando, né? Então a gente também vê o infinito dentro de nós e a quantidade daquilo. Gente, nós temos quilômetros de veias na nossa organização física. Nós estamos falando só do físico. Agora, quando a gente começa a examinar a nossa essência, o que é que nós somos, é o quem nós somos e o que é que nós somos, que a gente ainda vai examinar mais à frente também no livro dos espíritos, não é? Tudo isso é muito instigante e é muito interessante. Como é que nós podemos atribuir isso a uma obra de um acaso cego. Realmente é muito orgulho da nossa parte não admitir Deus. Não tem possibilidade de não ser orgulho, não é? Mas a gente precisa respeitar. Eu me lembro de uma história que eu li há muito tempo de um senhor que escrevia, inclusive americano, eu não lembro o nome dele, ele escrevia eh ateu e toda a escrita dele era para provar que Deus não existe, que isso era um absurdo, que era uma criação mesmo da da educação e tal. E um dia ele sai numa viagem de navio, não é? Na no tempo que não tinha os aviões e tal. E o navio lá pelo meio do caminho sofre um, é um vendaval, uma coisa toda lá e é um acidente, eles precisam saltar fora para ir pros barcos, né? Salva vidas. Ele entra num barco daquele e vai naquela tempestade, vem uma onda imensa. Na hora que ele vê a onda vindo, ele fala assim: "Meu Deus!" Se salvou e entrou num conflito terrível e foi examinar de onde tinha saído aquilo. A partir daí ele passou a

pestade, vem uma onda imensa. Na hora que ele vê a onda vindo, ele fala assim: "Meu Deus!" Se salvou e entrou num conflito terrível e foi examinar de onde tinha saído aquilo. A partir daí ele passou a escrever para evidenciar que era impossível não admitir a existência de Deus. Como o C tinha dito, você entra num avião, o indivíduo, né, o avião começa a cair lá, ai ai, não é? Quero ver quem é que não vai recorrer à força suprema, não é? Então, é muito interessante. Aqui também tem um comentário do Danilo, Danilo Bom, diz assim, eh, sobre Decarts, não é, que define Deus da melhor forma possível na nossa linguagem. Inclusive, é nítido que a pergunta elaborada por Kardec e a consequente resposta aos inclusive termos de Decart. Nós eh observamos que Kardec, já comentamos isso aqui, inclusive, ele acompanhava, não é, a ciência da época e os cientistas, os filósofos, ele eh acompanhava tudo o que estava acontecendo em termos de progresso do conhecimento humano na época. E nós vamos encontrar sim, inclusive a utilização de metodologias que eram aplicadas, estavam sendo desenvolvidas à época no campo, não é, da educação, no campo da ciência. Então, eh, nada impede de que, de fato, Kardec tenha, não é, utilizado o pensamento de Descart, mas com toda a certeza, com o auxílio dos espíritos, ele foi além. Ele utilizou, lógico, inclusive, porque Kardec tinha essa visão, de que a obra não era individual, era uma obra coletiva. Então, ele sabia que não estava sozinho e que os homens eram instrumentos, não é, também eh, de trazer aquilo que era preciso. Eh, Valderi, não sei dizer esse sobrenome, Schwingel. Eh, Deus é indispensável a existência primária e moral. Se não o fosse, não seria ele a causa primária de todas as coisas. Aí, Ada, Pandolf, estamos aqui hoje, não temos condições de como encarnados e espíritos ignorantes no caminho da evolução. Obcurecido ainda não é tentar definir o universo e a existência. Nós então estamos caminhando, né? Estamos buscando. Agora isso não é impeditivo,

arnados e espíritos ignorantes no caminho da evolução. Obcurecido ainda não é tentar definir o universo e a existência. Nós então estamos caminhando, né? Estamos buscando. Agora isso não é impeditivo, não é, Tita, de a gente não tentar. Nós não podemos acomodar, não é? Na nossa, no nosso esforço. Jorge Luiz colocou o acaso é talvez, isso aqui já foi comentado, né? A a Cris comentou no seu momento, o Paulo de Campo Grande, a principal fonte de conflitos nos dias de hoje entre as esferas da religião e da ciência repousa nesse conceito de um deus pessoal. Discurso de Einstein 1941. Olha aí que contribuição maravilhosa, não é, Cris? É, eu eh Carlos, você queria te cortar, já que a gente tá fazendo uma varredura nos comentários antes da gente poder passar pra próxima pergunta, tem uma pont muito interessante de Ângelo Vidal, Vital, aliás, que que vai eh precedeu a essa do Einstein, quando ele nos lembra dessa fase de ruptura entre a ciência e a religião, né, e que Kardec representa como uma grande ponte nesse processo, né, a supremacia da Igreja preconceituosa e dominadora da Idade Média, criou a reação antagônica do Iluminismo, que estabeleceu ao longo do tempo uma ciência do preconceituosa também. Então, o Ângelo tá aí eh mostrando pra gente um todo um contexto histórico que consolida essa ruptura entre ciência e religião. E aí, como o Carlos nos falava, chega Allan Kardec no século XIX e se apresentando como uma grande ponte para sanar essa questão aí da ruptura. Foi só esse a parte aqui que eu achei que coincidia com a pontuação do Einstein também. Uhum. Muito bom, Cris. Antes de passar para pro que a gente tinha previsto, tem uma pergunta da Andreia Henriques aqui, é que eu vou fazer pro CSI. Eh, ela pergunta: "É correto dizer que foi a vontade de Deus?" Eh, quando a pessoa faz uma escolha errada, a pessoa escolhe errado por vontade de Deus? Esta é uma discussão que já vem há longos anos entre arminianos e calvinistas. do movimento evangélico. E é muito interessante a a discussão,

colha errada, a pessoa escolhe errado por vontade de Deus? Esta é uma discussão que já vem há longos anos entre arminianos e calvinistas. do movimento evangélico. E é muito interessante a a discussão, porque os calvinistas mais rigorosos, vamos dizer assim, eles entendem que Deus é o autor de tudo, inclusive do mal, e que se ninguém faz nada sem autorização e o planejamento de Deus antes, né, então seria Deus, na verdade o autor do mal. Nós estamos aí remetendo a indagações que vem do tempo de Santo Agostinho do século delicioso entrar nesse assunto. Vale a pena. Agora, a conceituação espírita, ela varia um pouco da dessa discussão nobre, eh, edificante, elucidativa, que a gente verifica hoje dentro do meio evangélico entre arminianos, que adotam a postura mais do livre arbítrio e dos calvinistas que apostam mais numa visão do da predestinação de tudo. Deus predestina e ordena e pré-ordena tudo, inclusive o mal. A doutrina espírita diz assim: Deus nos cria simples e ignorantes e nos dá uma predestinação a todos, toda a humanidade, você será perfeito. Essa é a predestinação que Deus coloca na existência de cada ser desde o início em que é criado. O caminho é seu. Deus te dá o livre arbítrio e diz: "Segue o seu caminho." Deus confia tanto na gente, mas confia tanto que ele nos dá o livre arbítrio e fica aguardando porque sabe que nós vamos chegar lá, porque nós somos criaturas dele. Quando o homem se apropria do mal e imagina que o mal eh seja o melhor caminho, ele está apenas simplesmente buscando o caminho da da do seu aperfeiçoamento. É preciso retroceder, aprender e continuar. A concepção espírita, ela abrange, portanto, de maneira eh maior a possibilidade da pessoa fazer o mal. O mal feito é a ação do homem. Emanuel diz uma frase que eu acho lapidar dentre milhares que ele diz. Ele diz o seguinte: Deus criou o livre arbítrio e de e o homem criou o determinismo. Nós passamos, nós nos vinculamos àquilo que nós fazemos. Então, aquilo que é o mal que prejudique a alguém ou a nós

Ele diz o seguinte: Deus criou o livre arbítrio e de e o homem criou o determinismo. Nós passamos, nós nos vinculamos àquilo que nós fazemos. Então, aquilo que é o mal que prejudique a alguém ou a nós próprios, teremos a oportunidade de corrigir lá adiante. Temos a oportunidade. Então, a doutrina espírita, ela olha de maneira eh mais geral, abrangendo n encarnações em que mesmo praticando o mal, a pessoa tem a possibilidade de se corrigir e um dia atingir o pensamento, a sua ideia de que ele é criatura de Deus e seguiu o seu caminho. Isso está muito bem representado numa parábola de Jesus, do filho pródigo. Errou, cometeu o erro, um dia ele cai em si. Ô frasezinha bonita, caiu em si. É quando a pessoa se verifica o Deus que está em si, a imanência de Deus, a presença de Deus em cada um. O que que eu estou fazendo aqui? Eu não sou isso. Eu sou filho daquele pai. E aí se posta no caminho, ou seja, converte o mal feito em oportunidade da evolução. Eh, é uma discussão interessante. Talvez a gente poderia um dia separar assim uns dois meses pra gente conversar sobre isso. Ô, ô, Cris, tem eh duas perguntas do Jaime ali no privado. Faz para Denise essas duas. Pode juntar as duas que tem relação uma com a outra, né? Sim. São maravilhosas as considerações aqui do Jaime, né? Eh, coloca o seguinte, Denise, não seria o pensamento a causa do ateísmo? E na segunda questão, no desdobramento dessa questão, ele coloca uma um complemento, né? E não seria o pensamento orgulhoso a causa do ateísmo? Cris, eu acho que o nosso Jaime aí já respondeu a questão, né? quando ele coloca na segunda pergunta o pensamento orgulhoso. E aí foi muito bom que ele tenha feito essa questão e isso me permitiu voltar paraa última questão que você tinha feito. Eu me empolguei um pouco e esqueci de voltar pro fecho que os espíritos trazem na resposta Kardec. Aquela mesma questão nove lá sobre como se revela a inteligência suprema, né? A causa superior de todas as coisas. E os espíritos dizem algo muito interessante,

os espíritos trazem na resposta Kardec. Aquela mesma questão nove lá sobre como se revela a inteligência suprema, né? A causa superior de todas as coisas. E os espíritos dizem algo muito interessante, né? É que é o nosso orgulho que gera incredulidade. Um homem orgulhoso, a pessoa orgulhosa se considera acima de tudo, inclusive por sua, para o seu próprio engano, se considera acima de Deus. O Cier avançou bastante aí na resposta. Eu tava aqui muito eh admirada, né, pelo conhecimento que ele nos trouxe na resposta anterior. Lembrando que a a tese espírita nos prova que Deus não apenas nos cria, mas também nos dá o livre livrearbítrio e nos concede a possibilidade de chegar à perfeição. Então, nós trilhamos um longo caminho. Grande parte desse caminho nós fazemos naquilo que se chama num processo de cegueira, que é esse processo do orgulho. Então, nós nos consideramos muitas vezes acima de Deus e é o pensamento orgulhoso, sim, negacionista, que nega a existência de Deus e leva ao ateísmo. Muito bom. Calci José, espírito protetor. Numa mensagem inserida por Kardec, no capítulo 19, no item 11 do Evangelho Segundo Espiritismo, ele afirma: "Amai a Deus, mas sabendo por o amais. Crede nas suas promessas, mas sabendo por acreditais nelas. seguir os nossos conselhos, mas compenetrados do fim que vos apontamos e dos meios que vos trazemos para os atingirdes. Afinal, por que acreditamos em Deus? Calc fabulosa pergunta e e penso que vem aí na no caminhar disso que a nossa querida irmãzinha Denise tava comentando, não é? Eh, por que acreditamos em Deus? Há dois meios da gente acreditar em Deus. Um é através da crença. E eu não sei por eu me lembrei da de uma música extraordinária, eh, gente humilde, e que termina e eu que não creio, peço a Deus por minha gente. Ou seja, a crença é aquilo que está entre a dúvida. Será que é? Será que não é? você tem a crença. Os espíritas têm a possibilidade também, e todos temos a possibilidade de também acreditar em Deus, ter a certeza de Deus, porque o sabemos.

re a dúvida. Será que é? Será que não é? você tem a crença. Os espíritas têm a possibilidade também, e todos temos a possibilidade de também acreditar em Deus, ter a certeza de Deus, porque o sabemos. Temos a plena convicção, não apenas instintiva ou que a fé nos leva a ter, mas também através do raciocínio. Isso que Kardec chamou de fé raciocinada, que para muita gente não faz muito sentido, mas é exatamente isso mesmo. é a crença, tendo como base o pensamento lógico, o raciocínio. E por que que a gente crê em Deus? Temos a certeza da existência de Deus. Mas se a gente olhar pro nosso corpo, a gente verifica a existência de Deus. Nós não precisamos ir longe. Os companheiros apresentaram punhado de de exemplo. Não vou apresentar mais nenhum. Todos eles são suficientes, mas nós precisamos lembrar o seguinte. A doutrina espírita fala em Deus, mas não o Deus antropomórfico, não o Deus vingativo, não o Deus que predestina 144.000 pessoas para irem ao céu e as demais irem para o inferno. Não é esse Deus. A nossa concepção de Deus é exatamente aquela que remete a primeira questão do livro dos espíritos, inteligência suprema, causa primária, primeira de todas as coisas. Temos a certeza de Deus porque o sabemos. Eh, eh, eh, é interessante verificar o movimento religioso no tempo eh antes, os deuses primitivos, os deuses do trovão, o deus da chuva, o deus da água, qualquer fenômeno era Deus. Ou seja, tudo aquilo que o homem não compreende, ele chamava de Deus. A partir do politeísmo em que botaram a forma humana a Deus, já foi um avanço. O cristianismo veio depois com o monoteísmo, um só Deus, apenas um. Aquele que Jesus mesmo diz meu pai e vosso pai se colocando numa posição inferior a Deus. vem o monoteísmo com o avanço do tempo. No tempo da ciência, no tempo das luzes, no tempo do raciocínio, a doutrina espírita nos apresenta além da possibilidade da crença, da fé, do algo instintivo em cada um de nós, também o entendimento, o saber de Deus pelo raciocínio lógico. Muito bom. Eh, temos aqui uma uma

na espírita nos apresenta além da possibilidade da crença, da fé, do algo instintivo em cada um de nós, também o entendimento, o saber de Deus pelo raciocínio lógico. Muito bom. Eh, temos aqui uma uma questão da Marcilene Oliveira que acabou de colocar isso aqui no chat. Eu vou aproveitar essa observação da Marcilene para fazer a próxima pergunta aqui. Ela diz o seguinte: "Quanto mais aprendo, mais creio em Deus. E quando minha mente não consegue compreender certos acasos que ela coloca entre aspas, creio ainda mais. Então, Denise, essa pergunta vai para você, minha irmã. Eh, nós estamos vivendo momentos muito difíceis, muitos lutos, né? é realmente um momento muito desafiador para todos nós. E essa ideia e a certeza da existência de Deus é por si só uma questão e uma convicção muito consoladora. Mas o que eu gostaria de te perguntar é como perceber, Denise, a existência de Deus na minha vida de uma formaada. Eh, Cris, eu vou pegar a resposta aí da internauta. Eh, Marcilene, é isso? Vou fazer um conttrl V, cont C aqui da resposta dela. Quanto mais eu entendo Deus, mais eu vejo os seus, a sua inteligência suprema se mostrando sempre misericordiosa. E quando eu não entendo os acasos, aí é que eu percebo Deus. Vou vou me apropriar dessa resposta porque foi perfeita. para lembrar que essa matéria é uma matéria que envolve conhecimento da área da da filosofia, conhecimento da área da física, mas também poesia e percepção. Então, nós e enxergamos Deus em nossas vidas, e eu posso falar isso por mim. Ah, desde aquilo que o Carlos lembrou ontem, né? Os quilômetros de veias, né? A forma como o sangue tá distribuído no corpo, mas o fato de ter duas vistas, de modo que se uma ficar prejudicada, a outra pode superar, né? Quem é milk sabe bem disso. Aqui eu tô olhando pros quatro nessa tela, os quatro usam óculos, né? Então a gente percebe como um olho compensa o outro, dois pulmões. Então assim, o corpo humano é essa máquina perfeita, considerada a máquina mais perfeita que existe, né? a ponto de inspirar o

s, né? Então a gente percebe como um olho compensa o outro, dois pulmões. Então assim, o corpo humano é essa máquina perfeita, considerada a máquina mais perfeita que existe, né? a ponto de inspirar o funcionamento de computadores, o que é um computador, senão uma analogia em relação ao funcionamento do corpo humano. Então, eu percebo Deus em mim, no corpo humano, percebo na natureza, mas percebo muito, Cris, naquilo que eu chamo de o engendramento da vida. Eu não poderia ter feito minha vida melhor em nenhum momento. E quando eu olho para ela, eu vejo aquela mão invisível lá. daquela prece bonita, pegadas na areia, sempre me conduzindo e sei que conduziu a cada um de nós que está acompanhando essa live. Então, percebo Deus nessas pegadas da vida, nessas marcas. Olha só, gente, que coisa interessante. A Nail Duque de São Paulo, que está acompanhando pela mansão do caminho, ela fez uma pergunta muito relacionada com essa que a Cris apresentou agora. Meditar, isso é pro Calcin, tá, Calci? Meditar é uma maneira ou a única maneira de encontrar o Deus que existe dentro de mim. Talvez seja uma forma por excelência, mas não é única, não é? Eh, nós ocidentais não temos muito hábito da da meditação, não é? os companheiros do Oriente e tal, tem mais essa tem uma vida mais introspectiva e tal. Nós ocidentais a gente se perde na na periferia dos assuntos e raramente a gente marca um encontro com a gente mesmo. A gente marca encontro com todo mundo, né? conversa com todo mundo e raramente, raramente eu estou falando por mim, não sei vocês, marca o encontro comigo mesmo para saber como é que você vai, como é que vai esse Deus que está dentro aí de você e tal, né? Então, a meditação é o é o meio por excelência, talvez seja, mas há outros também. Eu me recordo aqui do do professor Inaldo Lacer da Lima, que o Carlos conheceu trabalhador da Federação Espírita Brasileira, um homem eh espetacular, com várias obras e tudo mais. Meu, ele era colega de trabalho do meu pai e ele era ateu e materialista,

ma, que o Carlos conheceu trabalhador da Federação Espírita Brasileira, um homem eh espetacular, com várias obras e tudo mais. Meu, ele era colega de trabalho do meu pai e ele era ateu e materialista, né? Porque o Deus que ele tinha era aquele Deus vingativo. A ideia que ele tinha recebido a respeito de Deus era essa. E ele não se conformava com isso. Ao conhecer a doutrina espírita, não precisou ler muita coisa. E ele descobriu aquele Deus que habita nele, habita em todos. E aí em busca desse Deus foi que ele conseguiu se encontrar através da fé. A doutrina espírita tem por objetivo isso, suscitar dentro de nós mesmo, a gente procurar em nós o Deus que habita em nós. A maneira muita das vezes pode ser através da meditação, mas muuit das vezes vem através de um irmão, através às vezes, quase sempre vem através de um acaso. às vezes vem através de outros meios e até mesmo da dor, eh, que a gente às vezes não entende, né, a dor. Eh, há um, há pessoas que deixaram a religião, participante de do de outros segmentos do cristianismo que abandonaram porque aconteceu uma dor enorme na vida deles. E eles disse: "Deus não poderia ter feito isso. Então, Deus não existe." Como Deus não poderia ter feito isso? Porque eu sempre fui muito correto. Então, Deus não existe. Eh, é esse é o momento da gente buscar na meditação e na fé a presença e a existência de Deus. Tudo, tudo que acontece na vida de cada um de nós visa o nosso aperfeiçoamento, ainda que seja dor. Muito bom. Muitos nossos agradecimentos profundos, Denise, suas palavras finais. Hoje nós temos um tempinho, dá para fazer um um breve comentário cada um, por gentileza. Carlos, eu quero agradecer imensamente ao convite de estar aqui. Foi uma oportunidade de restudo dessa parte inicial do livro dos espíritos. Isso é muito bom. Eh, quero estimular quem esteja nos acompanhando nesse estudo a prosseguir, faça as suas leituras, acompanhe os estudos aqui, eh, porque a doutrina dos espíritos é aquilo que nós definimos como uma doutrina letrada, ou

r quem esteja nos acompanhando nesse estudo a prosseguir, faça as suas leituras, acompanhe os estudos aqui, eh, porque a doutrina dos espíritos é aquilo que nós definimos como uma doutrina letrada, ou seja, uma doutrina que está nos livros. Ah, não é uma doutrina eh a partir da opinião de alguém, uma doutrina de investigação. Então, essa demanda do estudo é uma demanda nossa e esse programa aqui visa exatamente favorecer esse processo de imersão na doutrina dos espíritos. Então, eu desejo muito êxito a todos, estou muito feliz e muito agradecida pela oportunidade de ter vindo essas três últimas lives aqui, encontrar com vocês, que são grandes amigos. Desde já nós vamos te dar uma folga, mas vamos voltar a te convidar, tá bem? Tá bom. Eu ficarei muito feliz. Uma satisfação muito grande. Calcin, por favor, sua despedida. Um abraço para todos. Muita, muita paz. Prazer em conhecer mais diretamente a Denise, de quem a gente já conhecia aqui a Culá de Informações. Muito prazer, viu? Viu, Denise? Uma alegria ter você participando aqui comigo, engrandeceu e muito. Um abraço ao companheiro Carlos, amigo, desde 1980 e qualquer coisa, não é? E a Cris também desde menininha, né? Que a gente conhece a Cris. Então eu me sinto muito bem porque eu estou entre amigos. Muita paz para todos. Parabéns pelo trabalho. É preciso que a gente estude o livro dos espíritos, o começo de tudo para que a gente possa entender o desdobramento do que vem. Cris, por gentileza. Bom, amigos, a gente tá encerrando por hoje. Eu vou me apropriar de um comentário do João Tadeu, que colocou aqui no chat e eu vou reproduzir literalmente o que ele escreveu. Acorde tu que dormes. Então, eu acho que a proposta do estudo hoje foi esse chamamento, o momento da criação, acorde tu que dormes. e dizer semana que vem vamos estar novamente juntos, se Deus quiser, às 8 horas da noite e eu tenho certeza que ele quer. Então, até mais, até a próxima semana. Um beijo no coração de cada um de vocês. Excelente. Calcice também vai ter uma

mente juntos, se Deus quiser, às 8 horas da noite e eu tenho certeza que ele quer. Então, até mais, até a próxima semana. Um beijo no coração de cada um de vocês. Excelente. Calcice também vai ter uma folguinha, mas nós vamos voltar a te convidar, tá bem? É uma satisfação muito, muito grande para você que nos acompanhou hoje, não é? Se você não viu eh os estudos anteriores, eles estão disponíveis na FEB TV. Então não deixe de verificar se há alguma dúvida, envie. Aquelas perguntas que não conseguimos atender aqui eh durante o nosso estudo ou que não tem uma relação direta, às vezes elas serão respondidas e colocadas num grupo do Telegram e também eh no no site da FEB TV. Então, esteja conosco. É, como já recomendado, leia antes perguntas para facilitar, traga as suas dúvidas, os seus comentários, que sempre que a gente puder, nós vamos aproveitar também os comentários. E o nosso grande abraço, muito fraterno para todos e muito ânimo na pandemia. Oremos uns pelos outros e que Jesus nos ilumine sempre. Muito obrigado. Até a semana que vem. Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Ja.

Mais do canal