07: Parábola do Dever Consciencial (Vinha)
Encontro Reflexivo à Luz do Evangelho de Jesus 2019 Parábola do Dever Consciencial (Parábola da Vinha) Mateus 20:01 a 16 – Facilitador: Afro Stefanini II -- 🔎 Saiba mais sobre o Encontro Reflexivo 2019: http://bit.ly/2BfMKk7
meus queridos irmãos minhas queridas irmãs jesus nos abençoe e nos mantenha na sua paz nós estamos com uma parábola muito singular e eu vou me permitir focar então ao máximo possível cada trecho da parábola porque ela tem muitos símbolos ela tem muita riqueza na construção dela e depois obviamente nós vamos fazer uma uma correlação durante nossa exposição de algumas conquistas atuais do pensamento por exemplo psicológico que vem reforçar ainda mais essa esse tesouro de profundidade que a parábola do dever com sencial e quem sabe o datatempo deu explicar porque eu tô sem barba que algumas pessoas falam sem barba pois é então são experiências evolutivas mas vamos lá buscaremos então nesse momento pedir a todos os corações que de alguma forma utilizando claro do nosso raciocínio da nossa capacidade e arguta de entender o significado é de cada versículo desta parábola mas pedindo um exercício humanista rogê ano poderemos dizer que é de trazer pra si para a experiência né e como diz o mentor honório num processo com sencial dentro de nós ou seja ao invés de nós analisarmos sobre a parábola como se como se ela estivesse fora vamos fazer um exercício é de adentrar aos aspectos dessa parábola de alguma forma que já silva para questões da nossa própria vida questões que eu estou reconhecendo que eu quero melhorar o que eu quero é funcionar que eu quero sentir da melhor maneira né isso vai deixar muito rico porque uma das características belas de nós estudarmos a parábola é que se assim podemos dizer o material né de estudo da parábola não é a parábola somos nós a parábola ela só auxilia a encontrar isso a mediar isso mas o verdadeiro elemento somos nós então a partir disso vamos ler a parábola inteira e depois vamos começar a exegese dela porque o reino dos céus é semelhante a um homem pai de família que saiu de madrugada assalariar trabalhadores para a sua vinha e ajustando com os trabalhadores um denário por dia mandou os para sua vinha e saindo perto da hora terceira viu outros que estavam
ília que saiu de madrugada assalariar trabalhadores para a sua vinha e ajustando com os trabalhadores um denário por dia mandou os para sua vinha e saindo perto da hora terceira viu outros que estavam ociosos na praça e saindo perto da hora terceira viu outros que estavam ociosos na praça e continua saindo outra vez perto da hora sexta i nona fez o mesmo e saindo perto da hora um décima encontrou outros que estavam ociosos e perguntou-lhes porque estais ociosos todo o dia disseram-lhe eles porque ninguém nos a salário ou deslizes ele e de voz também para vinha e recebereis o que for justo e aproximando-se a noite diz o senhor da vinha ao seu mordomo chama os trabalhadores e pagar lhes o salário começando pelos derradeiros até aos primeiros e chegando os que tinham ido perto da hora um décima receberam um denário cada um vindo porém os primeiros cuidaram que haviam de receber mais mas do mesmo modo receberam um de nárcio cada um e recebendo normal a vão contra o pai de família dizendo estes derradeiros trabalharam só uma hora e tu os igualasse conosco que suportamos a fadiga ea calma do dia mas ele respondendo disse a um deles amigo não te faço injustiça não ajustar este tuco cômico um denário toma o que é teu e retira ti eu quero dar a este derradeiro tanto como a ti ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu ou é mau o teu olho porque eu sou bom assim os derradeiros serão primeiros e os primeiros derradeiros porque muitos são chamados mais poucos escolhidos vamos refletir sobre essa parábola com base na compreensão que o espiritismo oferece das leis divinas e da resposta da questão 115 de o livro dos espíritos vejo considerando que nós estamos diante de uma parábola que fala do reino dos céus que está dentro de nós a natureza do estudo do espiritismo não é a reencarnação a reencarnação é um elemento que auxilia o estudo dessa natureza a natureza do estudo do espiritismo não é a mediunidade em si a mediunidade é um dos elementos que auxilia não é necessariamente a
ação a reencarnação é um elemento que auxilia o estudo dessa natureza a natureza do estudo do espiritismo não é a mediunidade em si a mediunidade é um dos elementos que auxilia não é necessariamente a pluralidade dos mundos habitados isso também auxilia a natureza do estudo espírita é a natureza do espírito sua origem porque do sofrimento seu destino para onde vamos o processo do desenvolvimento aí para se dar conta disso com mais propriedade ao invés de conjectura teóricas filosóficas o espiritismo e ele ofereceu e compêndio de reflexões à luz de leis da natureza que como compreensão mais profunda e tendemos natureza divina consequentemente leis divinas quando se detalhe é o foco em leis é ainda mais peculiar a forma de se estudar qualquer questão porque as leis elas não podem entrar em contradição porque elas se cooperam elas não se co competem então é muito usado uma doutrina que tem como proposta na terceira parte do seu primeiro livro o livro dos espíritos colocar um capítulo chamado de leis morais é profundamente corajoso justamente numa época em que as filosofias borbulhavam contradições notáveis por exemplo na época em que o livro dos espíritos foi publicado em 18 de abril de 1857 ainda borbulhava naquela época o chamado racionalismo que acreditava que a verdade só poderia ser alcançada através da razão borbulhava também um outro nível de filosofia chamada de empirismo que acreditava que a verdade só poderia alcançar ser alcançada pela experiência e no meio dessas duas filosofias fortes além de outras existia por exemplo materialismo que não é um conceito sobre a vida mas é uma filosofia da época também que como tudo poderia ser apenas datado mensurado por conta de uma visão da matéria nada que fosse além da matéria era considerado então materialismo em si tinha a sua é seu tronco filosófico e além disso nós estamos diante de um outro prisma que era o positivismo que só aceitava qualquer tipo de resultado se pudesse ser comprovado mediante métodos bem é organizados na filosofia positivista de
ém disso nós estamos diante de um outro prisma que era o positivismo que só aceitava qualquer tipo de resultado se pudesse ser comprovado mediante métodos bem é organizados na filosofia positivista de repetição de averiguação de mensuração imagina a riqueza intelectual daquela época em que o livro dos espíritos o livro dos espíritos foi publicado mais de uma obra que sul surgiu falando de uma questão tão intangível que é o mundo espiritual a interferência dos espíritos na nossa vida e ainda mais ousando aquele momento falar da existência de leis morais sendo que nem mesmo a lei da gravidade estava realmente estudada com profundidades aquilo já tinha colocado a sua teoria sobre isso mas seria depois com albert einstein o desenvolvimento da teoria geral da relatividade que traria uma um contraponto sobre a teoria da gravidade de isaac newton e em termos calculados dentro da ciência e era uma borbulha ação a lide de teorias hipóteses e tudo mais e nesse meio suja a doutrina buscando conexão entre o que é espiritual profundo com aquilo que é possível de ser averiguado de ser mensurado então nesse sentido colocar uma uma visão para a humanidade sobre a existência de leis morais precisava de bases filosóficas antropológicas muito bem fundamentadas se não passaria rapidamente entre os olhares não tão argutos mais ou menos argutos mais esclarecidos passaria rapidamente como um grande deboche um argumento muito pálido uma ideia muito pífia porque rapidamente estaria na frente dos grandes pensadores e representantes desses grandes pensadores com muita facilidade propriedade seria desfeita as argumentações se o espiritismo não tivesse a sua lógica se ele não tivesse a sua estrutura mas não deu para ser desfeito essas argumentações os grandes pensadores as idéias filosóficas não conseguiram dar em sequência ou em pontualidade tem uma opinião que pudesse menos considerar a profundidade da obra o livro dos espíritos que ele faz ali uma viagem de aspectos tanto do espírito dentro da matéria fora da matéria quanto
pontualidade tem uma opinião que pudesse menos considerar a profundidade da obra o livro dos espíritos que ele faz ali uma viagem de aspectos tanto do espírito dentro da matéria fora da matéria quanto de leis espirituais que funcionam antes de entrarmos na matéria tanto quanto de leis morais no espírito especificamente que organiza o seu processo de crescimento de evolução no decorrer dos milênios no decorrer das eras entrando e saindo do corpo entrando e saindo do corpo sem nenhuma contradição no conjunto todo dessa obra tão monumental tão especial que não está fechada em conclusões ainda por nenhum de nós porque é muito maior estamos em processo de desenvolvimento de compreendê la mais uma questão dentro dessa obra nós vamos ver que ela é singular é a questão entre várias singular para o estudo dessa parábola hoje que a questão 115 de o livro dos espíritos e por que ela é tão singular nós vamos ver daqui a pouquinho agora o que é interessante nós observar bis é que estudar o espiritismo a constituição como ele é a proposta de verificar pelo ângulo de leis e não pelo ângulo de teses que era muito comum na época verificar sob o ângulo de teses só que agora nós estamos diante de uma doutrina que está nos abrindo pra ver sobre o ângulo de leis isso é muito legal porque porque os próprios estudiosos da época aqueles que fizeram grandes avanços eles também estudavam sob a ótica de leis leis que os seus antecessores pensadores cientistas haviam galgado para aqueles desce estudar então por exemplo aquela frase de isaac newton é muito salutar nesse sentido eu só consegui enxergar longe porque eu estava no ombro de gigantes olha que interessante ele conseguiu ver o que ele viu porque existia copérnico de chegar ele leu existe tantos outros atrás agora nós estamos diante de uma doutrina que nós não estamos apenas no ombro de gigantes nós estamos se podemos parafrasear no colo de anjos no ombro de gigantes porque que jesus é o ser mais perfeito que deus ofereceu a humanidade para
rina que nós não estamos apenas no ombro de gigantes nós estamos se podemos parafrasear no colo de anjos no ombro de gigantes porque que jesus é o ser mais perfeito que deus ofereceu a humanidade para servir de modelo e guia então nós estamos no colo de anjos seres puros como jesus que autorizou a vinda do consolador ele mesmo anunciando e autorizou ali no século 19 o emaranhado de acontecimentos para o espiritismo surgir agora imaginemos isso compreendendo os ensinos morais que jesus trouxe precisando de tempo para amadurecimento tempo para que nós pudéssemos saber como é importante que ciências viessem conhecimentos das mais diversas ordens pudessem se formar no afluente da história da humanidade para que depois tivéssemos capacidade de decodificar ensinos oriundos de um espírito puro porque a visita ou melhor a vida né de jesus à terra ela é de um fenômeno único não é de um fenômeno constante freqüente para terra de hoje para a terra de antes é um fenômeno único a vinda de um espírito dessa categoria os ensinamentos de um espírito dessa categoria passam também a ser de uma unidade muito única muito peculiar então foi necessário todo esse progresso agora vamos entrar no capítulo da parábola que vai nos dá a dimensão do que acontece dentro de nós e não se trata aqui de tese não se trata aqui de hipótese não se trata aqui de um olhar relativo claro que sim uma visão amorosa e flexível sobre o ser humano mas trata se de como essas leis morais que estão ali no terceiro a terceira parte do livro dos espíritos elas são aplicadas na experiência humana do que nós podemos compreender das parábolas como as leis morais elas estão aplicadas dentro da experiência humana então aqui por exemplo gostaríamos de iniciar sobre o capítulo dever de lázaro ele diz o seguinte o evangelho segundo o espiritismo na parte o dever lázaro diz nesse trecho na ordem dos sentimentos o dever é muito difícil de ser cumprido porque se encontra em antagonismo com as seduções do interesse do coração
egundo o espiritismo na parte o dever lázaro diz nesse trecho na ordem dos sentimentos o dever é muito difícil de ser cumprido porque se encontra em antagonismo com as seduções do interesse do coração suas vitórias não tem testemunhas e suas derrotas não sofrem repressão o dever íntimo do homem está entregue ao seu livre arbítrio o aguilhão da consciência esse quadro diante da probidade interior o adverte e sustenta mais ele se mostra freqüentemente impotente diante do sofismas da paixão olha que interessante o nome da nossa parábola essa parábola psicologicamente com socialmente falando parábola do dever essencial e nós já verificamos o nosso erick disse relembrando a pergunta 621 de o livro dos espíritos que as leis divinas estão escritas na nossa consciência ea partir do reconhecimento de que as leis divinas estão escritas na nossa consciência nós podemos ter absoluta certeza que tudo mais que acontece dentro de nós está permeada meada nessa relação que nós estamos constantemente tendo com as leis divinas em nossa consciência mas o que é interessante que nós obrigamos é que ele diz aqui porque se encontra em antagonismo com as seduções do interesse e do coração que que essas reduções do interesse do coração os desejos o dever ele nasce no santuário do livre arbítrio nós não precisamos fazer esforços para desejar desejar nós olhamos o próprio processo instintivo próprio processo do movimento do ego já deseja mas para exercê dever é preciso um esforço muito profundo sem um exercício da escolha lá no santuário do livre arbítrio o verdadeiro dever não acontece e aí como consequência nós passamos a escolher de maneira que nós chamamos escolhas e goiás ou de fundamentos secundário fazemos essas escolhas na verdade mais por repetição por receio por medo do que por consciência então aqui lázaro ele disse que o dever é o aguilhão da com a agência folha que interessante aguilhão é um instrumento que era usado já na época é conhecido até na época de jesus que servia para cutucar os animais
zaro ele disse que o dever é o aguilhão da com a agência folha que interessante aguilhão é um instrumento que era usado já na época é conhecido até na época de jesus que servia para cutucar os animais então nós somos consciência mas nós não somos consciência desperta desenvolvida ainda em tudo nós somos consciência em desenvolvimento alguma coisa deve acontecer para que esse desenvolvimento aconteça amplie e lázaro nesse capítulo está dizendo que é o dever porque porque lá no santuário do livre arbítrio nós não temos testemunhas para dizer parabéns ou nós também não temos aquele para dizer nossa como você está errado nós estamos conosco mesmo e ao fenômeno psicológico muito especial quando nós fazemos escolhas íntimas com sensi ice qual é o fenômeno quando nós realizamos escolhas conosco mesmos com sensi ice nós estamos validando a lei do merecimento dentro de nós nós estamos validando pela lei do trabalho e pelo esforço o verdadeiro mérito o mérito profunda ele não brota quando nós fazemos algo para agradar alguém ou fazemos algo com medo de alguém o verdadeiro mérito brota quando nós realizamos algo ciente intimamente de que sou eu mesmo estou escolhendo isso porque eu quero voluntariedade então aqui nós apresentamos dentro dessa proposta uma quatro aspectos do dever inequívocos quatro aspectos do dever com sencial mas eu quero fazer uma ressalva que sobre por que será ele coloca o guardião da probidade interior é não uma ressalva mas uma contribuição melhor dizendo por que será que ele coloca guardião da probidade e interior a palavra probidade ela pode ser entendida também naquela dimensão dentro de nós onde é mais íntegra mais honesta em termos mais simples é onde fica o santuário da nossa ética aquilo onde estão preservados nossos valores as nossas virtudes os nossos princípios o dever como diz lázaro ele permite com que nós preservemos protegemos o nosso valor ético aquilo que não vai ser corrompido então quanto mais nós praticamos o dever mais os nossos princípios
incípios o dever como diz lázaro ele permite com que nós preservemos protegemos o nosso valor ético aquilo que não vai ser corrompido então quanto mais nós praticamos o dever mais os nossos princípios os nossos valores e as nossas virtudes elas são conservadas ou melhor dizendo elas são preservadas protegidas porque porque diante das experiências desafio quando percebemos que não temos o apoio dos outros percebemos que as situações são desafiadoras nos sentimos sozinhos nos sentimos às vezes atacadas uma sucessão de experiências desafiadores são exatamente os nossos valores os nossos princípios e as nossas virtudes que mantém a diretriz da nossa conduta junto às leis divinas porque olha só a mente quando ela tem muito tá no excesso ela pensa muito diferente quando ela está na miséria à mente quando ela tá com os holofotes e todo mundo o dindo ela pensa muito diferente de quando tá todo mundo caluniando à mente quando ela está com a exuberância da beleza ela pensa diferente quando ela está por exemplo com as feridas da doença então ela fica nesse lusco fusco porque ela é muito influenciada pelas pelo meio pelas situações só que se nós vivermos ou vivêssemos nos dar só nisso imagino a angústia que é de um coração quando tudo está bem eu fico bem quando tudo tá mal eu não sei ter forças interiores forças interiores e fico mal e aí o ser humano parece que não tem centro parece que o ser humano não tem eixo e lázaro está dizendo que tem eixo nós temos um eixo que nos protege quando as situações não estão nada favoráveis mas também nos protege quando as situações estão totalmente aparentemente favoráveis para nós não caímos na vaidade na exacerbação nesses movimentos ele está dizendo que esse eixo que protege é o dever é o dever que é o guardião da probidade interior porque ele é o aguilhão da consciência então imagina as pessoas todas têm aplaudido todas se relacionando veja como é desafiadora humildade neste momento porque está todo o ambiente t conduzido por um caminho mas o dever
hão da consciência então imagina as pessoas todas têm aplaudido todas se relacionando veja como é desafiadora humildade neste momento porque está todo o ambiente t conduzido por um caminho mas o dever ele é o aguilhão da consciência ele naquela situação tão aparentemente favorável diz assim não o papa para a um exagero aqui não é isso que é verdadeiramente conexão com virtude leis divinas pra mim mas às vezes você está numa situação muito desafiadora onde a machucar duras onde há dores e ao mesmo tempo de ver ali também é o aguilhão consciência dizendo a nós mesmos o seguinte calma essas dores também tem término não entrarmos no desespero que eu também não sou esse sofrimento pra sempre nem essa perda para sempre nem essa desconsideração eu sou muito mais do que isso então veja como é central com sensi ao caminho que lázaro coloca e aí a partir disso há a quatro aspectos do dever consciencial antes de adentrarmos a parábola que é significativamente importante percebermos saber se é de ver mesmo ou se nós estamos achando que estamos no dever e nós estamos no pseudo de ver que haver é o que nós chamamos comumente de obrigação é o pseudo dever é uma imitação do dever ele parece ser um dever mas é uma imitação e nós chamamos de sentimento de obrigação a quatro características que nós percebemos no dever a primeira é que ele é voluntário vou lutar voluntário vem de vomitar ou no caso aqui volitivo é inteiramente de dentro para fora eu quero mas é um quero que não é um quero porque senão não quero disse não não quero já que eu tô aqui mesmo né eu vou ajudar no trabalho do bem não é um já que não é um senão porque se não sabe lá deus que vai ser na minha desencarnação se eu não fizer bem ó tem senão o de ver com sencial ele é voluntário ele não tenho já que ele não tem senão ele só tem 11 uma conjugação é porque eu quero por isso lázaro fala que ele é lá no livre arbítrio ela quebrou é daí que vem o chamado causa e efeito nós somos espíritos criados por deus e nós temos um poder que é dado do senhor
é porque eu quero por isso lázaro fala que ele é lá no livre arbítrio ela quebrou é daí que vem o chamado causa e efeito nós somos espíritos criados por deus e nós temos um poder que é dado do senhor o poder de causar só deus é a causa primária de todas as coisas mas nós podemos ser a causa secundária das coisas na nossa vida ele a primária de todas mas nós somos a primária em nosso senso moral e podemos ser a secundária e terciária porque nós temos um poder de causar esse poder de gerar causa dentro de nós só pode acontecer no santuário do livre arbítrio que é o querer é que eu quero e ele aí se torna então incondicional que a outra característica do dever consciencial se ele tiver condição para isso ou seja eu vou eu vou ter um ganho sozinho ali né não vou ter se eu tiver uma idéia de ganho secundário e não o ganho do despertar de ser melhor que aí não é uma condição exterior é a pé é o próprio benário que nós vamos ver daqui a pouquinho ele se tiver corrompido diz o dever consensual não consegue se manifestar ele mergulha nessa incondicionalidade é possível é possível muito trabalhoso muito trabalhoso mas ele é trabalhoso porque ele pede exercícios de incondicionalidade e nós estamos inseridos numa história de vida numa sociedade numa época numa época mental inclusive hoje que o discurso da troca do interesse é muito constante é muito forte mas se nós nos abrirmos para a dimensão com sencial nós vamos encontrar se expressões interiores força interior para sermos cada vez mais incondicionais no bem que fazemos incondicionais no carinho que ofertamos no amor que doamos e aí ele traça também isso um terceiro é aspecto do dever consciencial que é o seguinte ele só existe se tiver significado para o sujeito para o espírito então não é um dever por fazer porque que a chamada ansiedade de consciência o keno cuiabanês nós chamamos de fazer são é uma série de atitudes atos gestos conjunto de ações que não tem significado para mim eu faço ou por receio ou por uma ansiedade ou por uma
e de consciência o keno cuiabanês nós chamamos de fazer são é uma série de atitudes atos gestos conjunto de ações que não tem significado para mim eu faço ou por receio ou por uma ansiedade ou por uma angústia mas ela não está semeada no a com adubo do significado na verdade tem outras questões secundárias que eu queria ganhar e nem me percebo com isso então dever consciencial é fundamental que ele seja semeado e adubado regado com significado aquilo pra mim tem um sentido de crescimento interior de paz de espírito de alegria de desenvolvimento do amor pronto já é suficiente tudo mais realmente a secundário e como de jesus buscai primeiro reino de deus ea sua justiça e tudo mais vos será acrescentado realmente o que vier a ser acrescentado não corresponde a isso que corresponde a nós é primeiro buscar significado nesse bem que eu estou fazendo como ele é incondicional veja ele não é pra fora e como ele é voluntário eu não estou fazendo o que o outro está me ameaçando o que o outro está me agradando eu estou fazendo porque eu quero e aí complementa com quarto ele é incorruptível o dever com sencial ele se torna incorruptível que é um exemplo mais prático nosso erick disse ontem joana de cusa na tocha do circo o filho diz mãe ab jura gente é uma mãe é um filho ab jurar era patrícia romana era a possibilidade de salvar o filho ea ela mesmo o dever com sencial ele é incorruptível quando ele adentra no sagrado da ética dentro de nós que nós sabemos que é aquilo que realmente representa o que eu sou a minha identidade enquanto ser humano e além disso a minha identidade quanto o filho de deus eu vou sair perdendo tudo de fora mas eu não me corrompi porque eu in com trey o meu sagrado então o dever ele mora no templo sagrado do coração humano ninguém entra nesse tempo ninguém corrompe o meu templo sagrado então não infelizmente não posso fazer isso você está dizendo mas fulano ou ciclano é isso é aquilo eu entendo mas pra mim é tão importante fazer isso e buscar aquilo compreender aquilo outro
sagrado então não infelizmente não posso fazer isso você está dizendo mas fulano ou ciclano é isso é aquilo eu entendo mas pra mim é tão importante fazer isso e buscar aquilo compreender aquilo outro que eu não consigo não fazer porque está já no meu sagrado fulano você precisa deixar de no centro espírita todas às vezes você não está vendo que todas as vezes e vários centro espírita acontece alguma coisa errada na sua família em sua casa eu entendo que você pensa assim mas eu não vou abrir jurar tá no meu sagrado fulano porque você vai perdoar ciclano olha o que ele está fazendo olha o que ele fez com você você tem um coração de manteiga você não tem caráter você vai perdoar fulano for vou porque está no meu sagrado é incorruptível unam tem a ver com seus argumentos têm a ver porque pra mim já faz sentido eu imagino de ver ali nesse santuário dentro de nós é assim que o dever consciencial ele ilumina e jesus começa falando assim porque o reino dos céus é semelhante a um homem pai de família que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha vejamos que interessante que diferente da outra parábola onde havia um rei que enviou seus servos não é a mesma às vezes nós podemos acreditar que jesus está fazendo só uma outra versão né uma versão cuiabana da parábola e uma versão é é cearense da parábola ou poconeana da paraíba não é isso esta não é a mesma para a água não é porque têm semelhanças às vezes no chamar no ano que passou o ao pai ali seria o rei tal não é bem assim cada parábola tem um ingrediente único uma proposta única aqui é um homem pai que podemos compreender como a presença aqui na parábola de deus deus o pai já dito obviamente por jesus como pai nós é uma parábola diferente da outra porque essa é uma parábola já de relação pai não é um nome da pessoa pai é uma forma de se relacionar com a pessoa pai é vínculo então ele já começa dizendo diz aqui há um vínculo mas ele é pai de família é um vínculo de deus com as suas leis divinas que a família e essas leis
a forma de se relacionar com a pessoa pai é vínculo então ele já começa dizendo diz aqui há um vínculo mas ele é pai de família é um vínculo de deus com as suas leis divinas que a família e essas leis divinas olha que interessante ele sai de madrugada as horas aqui da época contada elas são contadas como a hora madrugada hora primeira hora terceira depois vem a hora sexta a hora nona ea hora une décima então nós temos a madrugada nós temos a primeira hora que seria às 6 horas da manhã a terceira hora 9 horas da manhã a sexta hora meio dia aqui seria por exemplo a nona hora três da tarde ea une décima hora é a hora das cinco da tarde que era o que eles mediam na época como o horário de trabalho a jornada de trabalho e assim a parábola mesmo diz como poderiam então organizar até os pagamentos tudo era organizado assim aqui disse que ele saiu de madrugada de madrugada até a terceira hora que nós vamos ver não é um tempo madrugada que o sol ainda não nasceu mas conforme vocês viram na parábola são fases de desenvolvimento momento de tomada de consciência e é muito interessante porque atualmente já estudada já comprovada aceita as fases do desenvolvimento psicológico do ser humano entre essas fases de desenvolvimento nós temos por exemplo a contribuição notável de jean piaget que trabalhou as fases do desenvolvimento da criança sensório-motor pré-operacional operacional concreto operacional formal que são as fases do desenvolvimento da criança que por exemplo se ela não é bem estimulada numa fase ela tem dificuldade significativa de na outra fase ela saber lidar com aquela fase bem porque a fase anterior não foi bem estimulada são as chamadas janelas de abertura do aprendizado que a criança necessita fundamentalmente pra poder aqui jesus está falando desse desenvolvimento nosso no processo evolutivo reencarnatório e também num processo existencial mas diferente da idéia da fase de desenvolvimento que depois não tem mais como recuperar porque ali é visto só numa vida única o que pgv para jesus nós
reencarnatório e também num processo existencial mas diferente da idéia da fase de desenvolvimento que depois não tem mais como recuperar porque ali é visto só numa vida única o que pgv para jesus nós estamos falando de fases que vão sendo desenvolvidas seja numa encarnação aspecto ou existencialmente em várias encarnações mais cedo ou mais tarde todas essas fases elas são atendidas e recebem o seu denário então assalariar aqui tem uma questão muito peculiar porque o salário é a recompensa do trabalho então qual é a recompensa do dever um profundo sentimento de mérito que aqui é aplicado no estado de felicidade que o símbolo é o denário então nós temos aqui lei do trabalho quando ele diz trabalhadores nós temos aqui lei do mérito que o estado dê assalariar estou me sentindo em merecimento com isso que eu trabalhei nós temos a madrugada que são as fases do desenvolvimento moral com sencial dentro de nós e nós temos a vinha que exatamente as virtudes e as virtudes dentro de nós é a vinha simbolizado pela vinda mas para entender isso vejamos a correlação direta com a pergunta 115 de o livro dos espíritos eu peguei só o primeiro trecho que ele vai explicar depois toda paraíba dos espíritos uns terão sido criado bons e maus deus criou todos os espíritos simples e ignorantes isto é sem saber a cada um deu determinada missão o senhor saiu a pedir trabalho aos seus trabalhadores para assalariados os com o fim de esclarecê-los de o fazer chegar pro 3i vamente à perfeição na parábola nós vamos ver esse trecho uma correlação muito interessante do progressivamente até a perfeição que é a madrugada depois vem a terceira hora depois vem a 6ª à 9ª a hora une décima é a correlação do trecho progressivamente a perfeição pelo conhecimento da verdade para aproximá los disse ali é sentimento de crescimento de desenvolvimento do espírito se aproximando ao senhor da vinha nesta perfeição é que eles encontram a pura e eterna felicidade o assalariar profundo é a pura e eterna felicidade mas a parábola diz que eles
nvolvimento do espírito se aproximando ao senhor da vinha nesta perfeição é que eles encontram a pura e eterna felicidade o assalariar profundo é a pura e eterna felicidade mas a parábola diz que eles não vão receber todo o salário num único dia eles vão saber o que um denário por dia porque a felicidade não é um estado que eu chego e sinto a felicidade ao processo que se abre no desenvolvimento dos esforços passando pelas provas que deus lhes impõe é que os espíritos adquirem aquele conhecimento aqui as provas na parábola fica muito claro que é o que o sol que a parábola vai falar o esforço dos trabalhadores desde a madrugada ali no processo do labor os que é onde o espírito simples e ignorante mais necessita para crescer passar por experiências das mais diversas e aqui coloca uns aceitam submissos essas provas e chegam mais depressa porque porque o sentimento de se sentir pertencente à herança toda do senhor da vinha é individual aquele que trabalha e se esforça profundamente ele não vai aguardar que o outro decida se quer evoluir ou não pra eles chegarem na chamada suposta mesma linha de chegada não tenha uma mesma linha de chegada para todos cada um está na sua dimensão muito peculiar por isso um pode chegar mais depressa e outro não e essa experiência é muito justa porque aí entra a justiça o esforço do salário do tenário acontecendo dentro de nós um esforço que o ser vai promovendo sentindo e vivenciando e por mais que ele ame a pessoa ao lado profundamente ele não pode adentrar na consciência da pessoa e retirar da pessoa a relação dessa pessoa com as leis divinas logo se você está no esforço profundo de progresso espiritual e uma pessoa que você ama profundamente não está você vai progredir ele vai no tempo dele ela vai no tempo dela mas o que você vai poder fazer é são estímulos não dá se a outra pessoa está murmurando por mais que nós a menos o tempo é de cada um nesse sentido e ele diz outros r chegam mais depressa meta que foi a que lhes foi assinada e outros só
estímulos não dá se a outra pessoa está murmurando por mais que nós a menos o tempo é de cada um nesse sentido e ele diz outros r chegam mais depressa meta que foi a que lhes foi assinada e outros só suportam murmurando e pela falta em que desse modo incorrem permanecem afastados da perfeição e da prometida felicidade fazendo agora essa relação mais existencial da vida do espírito surgimento do espírito seu progresso no decorrer dos servos no decorrer da eternidade jesus dando parâmetro para entendermos isso continua e ajustando com os trabalhadores um denário por dia mandou os para a sua vinha vejamos que essa vinha de jesus ela começa no processo intelectual a virtude ela não se desenvolve diretamente a partir do sentimento direto é preciso cognitivo atuar esses primeiros trabalhadores eles estão ali para auxiliar a dentro de nós na verdade são os potenciais né quem são esses trabalhadores da parábola potenciais do espírito este primeiro potencial aqui como grupo de trabalhadores é o nosso potencial intelecto então é dissolver a ignorância do não saber eu não sei mas o desenvolvimento da busca de querer saber do conhecimento já vai me abrindo conexão com a vinha é maravilhoso nós podemos pegar uma página de elevação moral vemos a profundidade dos ensinos ou de uma revelação sobre a ciência filosofia e todas as artes e todos os outros níveis isso já vai oferecendo ao espírito um grande progresso significativo mas esses trabalhadores da primeira hora chamada da madrugada eles estão nessa primeira fase do desenvolvimento o desenvolvimento intelectual e saindo perto da hora terceira viu outros que estavam ociosos na praça saindo outra vez perto da hora sexta e nona fez o mesmo aqui jesus vai colocando nessas fases do desenvolvimento da consciência outros aspectos que já não é mais a ignorância do não saber na hora terceira para a hora da sesta é a ignorância do não sentir que no processo do trabalho do esforço nós vamos dando conta de perceber o que sentimos e porque que é
mais a ignorância do não saber na hora terceira para a hora da sesta é a ignorância do não sentir que no processo do trabalho do esforço nós vamos dando conta de perceber o que sentimos e porque que é fundamental antes os trabalhadores do intelecto terem começado seu trabalho na madrugada porque um dos aspectos do auto conhecimento que tem a ver com os trabalhadores da terceira até a sexta hora que a partir da terceira um dos principais fundamentos do autoconhecimento é nós temos capacidade de distinguir ninguém consegue se autoconhecer se não tiver capacidade de ter parâmetros sem parâmetros eu não posso me conhecer essa capacidade notável de distinguir é herança dos trabalhadores da primeira hora foi o trabalho intelectual que me deu a possibilidade de distinguir se o que eu estou sentindo é algo que não me faz bem ou que eu estou sentindo é algo que me faz bem mas graças ao desenvolvimento dos trabalhadores da primeira hora dentro de mim ou seja todo o meu esforço intelectual sem essa capacidade distinção só isso entre outras já não seria possível o mergulho na dimensão dos sentimentos na dimensão do autoconhecimento eu ficaria é inteiramente à mercê só dos impactos das sensações e não aprenderia a o que foi o que eu fiz o que eu estou sentindo do que eu fiz isso é contribuição intelecto moral esses trabalhadores da terceira até as a sexta hora por sua vez fizeram em 9 e tem feito em nós profundas contribuições para o processo vivencial nós vimos na outra parábola que nós falamos sobre a parábola é é do rei que mandou seus servos do festim de núpcias que ali entrou o processo de conflito que muitas vezes nós passamos por experiências e nem nos damos conta que a forma como nós estamos naquela experiência está rebelde está negando um aprendizado nós estamos negro a possibilidade de aceitar o convite do rei pra ir às bodas do filho ou seja plene ficar o ego melhorar estes aspectos em nós ainda incompletos nem percebemos mas aí vem o rei e envia seus exércitos e aí nós ficamos no estado de conflito
do rei pra ir às bodas do filho ou seja plene ficar o ego melhorar estes aspectos em nós ainda incompletos nem percebemos mas aí vem o rei e envia seus exércitos e aí nós ficamos no estado de conflito graças à possibilidade e às vezes de nós sentirmos contradições no sentimento que antes nem ligávamos nem considerávamos é que nós vamos entender nossa eu não tô legal eu não estou bem comigo mesmo o que que é isso são os trabalhadores da terceira ao da terceira hora sexta também trabalhando nesses aspectos tanto nos aspectos positivos porque eu ignorância do não sentir não é simplesmente começar a sentir tudo de bom que eu trago é também começar a sentir os conflitos que eu não sentia antes é também começar a sentir às vezes algo que eu não me dava conta antes por exemplo é muito é salutar para todos nós quando de repente nós estamos uma experiência e eu me deparo sentindo inveja nossa eu tô sentindo inveja da felicidade do plano não tome dando continuidade à conta disso o que dentro de nós antes não permitirá que nós percebêssemos em determinado trecho nós começamos a perceber que o que estávamos sentindo era inveja quem que avisou dentro de nós que era inveja não foi a consciência porque sem ela nós nem sabemos nós passaríamos sem dar-se conta disso então esses trabalhadores da 3ª a 6ª hora trabalho profundamente pra ajudarmos a sublimar a ignorância do não sentir não sentir nesse aspecto mesmo não científica distante ficar só no intelecto mas e se não sentir o que acontece dentro de nós nas mais diversas camadas e mais ele fala que também que sair da outra vez perto da hora sexta lhe iii nona da 6ª à 9ª olha como jesus aqui ele não fez por acaso essa matemática é que da hora terceira à hora da sesta da hora sexta a hora nona são de três em três horas por que é que ele fez de três em três horas não isso não é um aspecto importante é pra deixar claro que se trata de fases faz cada uma tem a sua e quando chega no aspecto da hora a nona depois para um décima é para trabalhar
três em três horas não isso não é um aspecto importante é pra deixar claro que se trata de fases faz cada uma tem a sua e quando chega no aspecto da hora a nona depois para um décima é para trabalhar essa questão voltada na ignorância do não vivem se há aí o espírito a dália e depois o alívio refletindo isso faz uma distinção na parábola desse dessa tríade ela ofereceu a contribuição deus espírito imortal e leis divinas numa tríade e aqui no centro ação e entrega então olha que questão interessante deus nossos espíritos não temos como agir nele leis divinas nós não temos como mudar as leis divinas mas no espírito imortal que somos nós temos como agir é lá que a ação acontece dentro de nós então aqui na vinha esse desenvolvimento de virtudes dentro de nós é esse desenvolvimento do espírito imortal o pai que ao senhor ea família que são as leis divinas eu me entrego eu acredito que quase todos aqui puderam ver osmar fazendo o barro né o vaso aliás a partir do bar do vaso fez muitos vasos no nosso evento que que habilidade nec capacidade de moldar aquele barro nos mais diversos tipos de formatos de vaso nós ficamos observando aquilo fazendo uma reflexão sobre a questão das leis que questão interessante o aparelho do osmar que nunca parava aquela plataforma que nunca parava assemelha se profundamente as leis divinas dentro da nossa consciência elas nunca param jamais então sempre o tempo todo o barro é a virtude que ela não chega pronta como vaso ela chega potencial como barro e aí eu modell essa virtude eu espírito consciência nodell essa virtude em vários formatos que são os vários tipos de vasos que são as mais diversas formas de virtude mas eu só consigo modelar aquele barro se eu colocar um elemento da natureza para me ajudar que é a água que são as experiências então espírito atua moldando as suas virtudes com a água das experiências enquanto as leis divinas o tempo todo se movimentam dentro de mãos e aí jesus vem com toda a propriedade sem dizer a quem mas ele diz
spírito atua moldando as suas virtudes com a água das experiências enquanto as leis divinas o tempo todo se movimentam dentro de mãos e aí jesus vem com toda a propriedade sem dizer a quem mas ele diz esse é o meu vaso escolhido falando de paulo o vaso escolhi que é aquele que tinha a capacidade de moldar em si virtudes na água das experiências porque a experiência ela ao invés de nos deixar rígidos nos deixa como flexíveis são as experiências que nos permitem ficar flexíveis e aqui jesus continua e saindo da hora um décima perto da hora um décima encontrou outros que estavam ociosos e perguntou-lhes porque estais ociosos todo dia bom então se da primeira hora ignorância do não sentindo não saber depois o desenvolvimento para a ignorância do não sentir diluir passarmos a sentir e depois o esforço da ignorância do não vivenciar às vezes eu sei eu sinto mas na hora da prática do vivenciaram ainda fico recuando da hora nona hora de vivenciar desenvolvimento até aí tudo bem mas vem essa tal de hora une décima que seria às 17 horas se fosse cronologicamente falando que ora essa unidade é cima a capacidade de saber a capacidade de sentir a capacidade de vivenciar e esta hora 1 décima qual é que vivem se há aqui jesus está falando de um dado fundamental que está também no trecho do evangelho quando ele diz assim olha eu eo pai somos 1 hora um décima é a hora de transcender então eu supero a ignorância do não saber do não sentir medo não vivenciar e aí eu passo a transcender mas para entender isso é muito importante que nós entendamos o que é ocioso na parábola na visão do mestre numa visão simbólica melhor dizendo ocioso não deve pedir de nós uma visão julgadora dessa palavra ocioso como se ele tivesse aqui falando diminuindo de uma maneira pejorativa não é isso quando jesus coloca ocioso ele quer dizer fase ainda não desenvolvida então aqueles estavam ociosos numa fase de desenvolvimento ainda não num processo traz numa etapa ainda não desenvolvida quem veio colaborar com esse pensamento
quer dizer fase ainda não desenvolvida então aqueles estavam ociosos numa fase de desenvolvimento ainda não num processo traz numa etapa ainda não desenvolvida quem veio colaborar com esse pensamento tão profundo foi o psicólogo psicólogo laurenz kohlberg americano ele havia estudado com propriedade o desenvolvimento de jean piaget mas o interesse de laurez kohlberg era sobre as fases do desenvolvimento moral do ser humano e ele divide em três níveis na hora descoberto em seis estágios o nível 1 é o que ele chama de pré moralidade o nível 2 moralidade eo nível 3 ross moralidade e laurence kohlberg ele vai demonstrando que o ser humano na sua infância também ele tem modelos de idéias morais que vão alterando no decorrer das fases do seu desenvolvimento cognitivo moral mas o mais interessante é que claude se diz e quando ele vai na sexta no sexto estágio ele chama de estágio de princípios universais o sexto estágio da teoria moral de laurence kohlberg vai no chamado estágio de princípios universais o que é isso ele disse que nesse estágio as pessoas ela já não estabelecem o que é certo ou errado e punição e recompensa que é a fase do primeiro estágio nem também elas medeia o que é certo e errado por acordos entre as partes que a fase do quarto estágio ela diz no sexto estágio que as pessoas elas medeiam o que é certo ou errado por princípios universais que estão nela e ele dá o exemplo de mater no ter 15 mahatma gandhi e ele coloca na teoria dele jesus jesus para lau escober be jesus transcendeu o que o comum ou a sociedade poderia mediar pra ele o que estava certo gratidão o que estava certo ou errado porque porque nos estágios anteriores do pimento moral com os acordos entre as partes estabelece ali o que a comuna ou que a sociedade ou que o grupo diz que é certo e errado mas ele disse que neste sexto estágio pessoas como martin luther king pessoas como mahatma gandhi e ele cita jesus tomaram atitudes morais que não tinha parâmetros social para ter tomado não tinha de onde tem buscado foi
ste sexto estágio pessoas como martin luther king pessoas como mahatma gandhi e ele cita jesus tomaram atitudes morais que não tinha parâmetros social para ter tomado não tinha de onde tem buscado foi o único foi novo foi completamente diferente do que tinha e aqui jesus diz da hora um décima aquele desenvolvimento nosso quando nós não estamos mais submetidos aos aspectos compartilhados às vezes do grupo compartilhado as vezes do meio e vamos além disso veja que questão profunda isso é tão verdade que teve um experimento que comprovou de certa forma colaborou né corroborou melhor dizendo esse pensamento que está na parábola de jesus no estudo de kolberg e que foi para o laboratório do experimento para ver como isso é real o nome de psicólogos chama-se solo moesh e ele fez o chamado experimento de conformidade social que o experimento de conformidade social ele pegou um grupo de pessoas deu pra elas uma carta várias cartas uma dessas cartas tinham uma linha que era menor tinha uma linha que era média e tinha uma linha que era a maior tamanho médio maior tamanho menor e aí ela passava ele passava essas cartas por um grupo do grupo em roda assim para o grupo dizer qual linha era maior qual linha era menor qual lhe era média e tudo mais o interessante é que todo o grupo praticamente com exceção de uma pessoa às vezes duas que estava combinado todo o grupo dizia que a linha média era linha maior mas o grupo você olhando a carta se eu te der de entregar você sabe que você tem visão você tem senso se olha a carta você sabe que a linha maior é a maior mas é que solo moesh das dez pessoas que estavam lá na mesa na experiência nove eram atores contratados e eles foram contratados para dizer que a linha média era maior e só uma pessoa era pessoa testada ele fez esse teste com várias pessoas mas os outros eram atores 80% 70% a 80% das pessoas testados os últimos quando chegava a carta na mão deles eles olhava e dizia que a linha média era maior eles sabiam que a linha média era média
soas mas os outros eram atores 80% 70% a 80% das pessoas testados os últimos quando chegava a carta na mão deles eles olhava e dizia que a linha média era maior eles sabiam que a linha média era média aí solo no oeste o que fez depois foi pesquisar com eles porque eles estavam negando de ver ou pensavam ver enfim não sei que aquela linha maior você sabia aí muitos revelavam eu sabia que a linha média média porque é que você estava dizendo que a linha média era maior eu estava com medo de me sentir excluído do grupo então solo oeste conseguiu observar a correlação que existe entre conformidade e sentimento de pertencimento à grupo sentimento de estar ali ele viu então é por carência por medo de sentir excluído por várias questões a pessoa acaba aceitando o grupo social quando nós vamos para o sexto estágio de kohlberg ele fala sobre jesus e jesus fala da hora une décima ele está dizendo dessa capacidade de nós irmos tão profundamente a consciência que essa conformidade social não é capaz de nos atingir então nós transcendemos e aí ele diz disseram-lhe eles porque ninguém nos a salvar e ou disse-lhes ele e de voz também para a vinha e recebereis o que for justo ou seja esse estágio da obra une décima de transcender daquilo que é o comum habitual instituído também é um estágio para ser desenvolvido também pede esforço também pede trabalho também pede o aborto vivenciar senão não vai acontecer e aqui o senhor da vida diz vá ele será pago o que for justo só que aproximando se a noite diz o senhor da vinha ou seja o senhor de todos os potenciais positivos do espírito virtuosos intelecto morais nos dois aspectos ao seu mordomo que é a simbologia da consciência deus este rei no interior que a vinha a consciência que o mordomo chama os trabalhadores ou seja os aspectos de todos esses potenciais e pagar-lhes o salário que que é isso que nós desenvolvemos intelectualmente paga o salário conhecimento agudeza habilidade que desenvolvemos emocionalmente capacidade também paga o
s esses potenciais e pagar-lhes o salário que que é isso que nós desenvolvemos intelectualmente paga o salário conhecimento agudeza habilidade que desenvolvemos emocionalmente capacidade também paga o salário inteligência emocional aspectos de saber distinguir emoções vivencial paga o salário profundo prazer na consciência uma paz interior uma experiência uma habilidade e aquele que chegou no estágio da transcendência também paga o salário capacidade de ver as questões além do comum numa ótica voltada para as leis divinas obviamente mas o intelecto que no livro dos espíritos é muito bem explicado que às vezes não segue junto com o moral o intelecto que muitas vezes não seguem junto com moral faz o quê dentro de nós ele vem e chegando os que tinham ido perto da hora um décima receber um denário cada um vendo porém os primeiros cuidaram que a viu de receber mais olha como é que o intelecto funciona dentro de nós né ele funciona por cálculo ele não funciona por aproveitamento da experiência ele funciona por desempenho e isso é isso é uma característica para nós nos observar mas se estamos ainda no aspecto intelectual eu estou nessa estou aqui no trabalho do bem no movimento espírita eu estou aqui com a minha família né eu estou no meu trabalho profissional eu estou fazendo um esforço de desfrutar da experiência eu fico calculando que eu vou ganhar que eu vou perder que eu vou ganhar aqui que eu vou perder isso é muito próprio da característica do intelecto e nesse sentido ele diz cuidaram que haviam de receber mais o como é calculista nosso aspecto racional porque porque ele me dei alto baixo longe perto quem está ganhando quem está perdendo e não desfruta da experiência mas do mesmo modo receberam um denário cada óbvio porque porque aqui aqueles de nós que trabalhamos muito intelecto pouco coração pouco a vivência gente o intelecto não vai parar por isso nós vamos receber maravilhosamente um arcabouço de informações intelectuais mas vai parar por aí o intelecto pura e simples não consegue
ração pouco a vivência gente o intelecto não vai parar por isso nós vamos receber maravilhosamente um arcabouço de informações intelectuais mas vai parar por aí o intelecto pura e simples não consegue produzir as flores que o jardim do sentimento produz e só ficar no intelecto e no sentimento não produz as flores que o jardim da vivência produz são flores distintas que fazem o mesmo jardim que estão numa mesma mulher perfumam todo mundo junto mas somente um tipo de flor é só um tipo de perfume se todas elas estiverem sendo desenvolvidas dentro de nós o jardim todo é exuberante e aqui o que acontece e recebendo que recebeu né você veja que o senhor não deixou de dar aquele que procurou inteligente é conhecimento desenvolvimento intelectual recebeu o desenvolvimento intelectual mas foi queria saber para lhe namoravam contra o pai de família contra deus e às leis divinas dentro de si mesmo dizendo estes derradeiros ou seja esses aí que estão vivenciando que estão transcendendo trabalhar só uma hora se imagina sujeito trabalha das 17 às 18 ganho mesmo que você você começou às sete da manhã trabalhou a partir das 7 ou trabalhou das 17 às 18 ainda deu tempo de entrar no chat zap aí você não se trabalhou das 7 às 18 não pode entrar no hati zap não pode nada no instagram que aconteceu fala a verdade é ficar bravo vai olhar aquilo é mais negócio tá errado em uma visão intelecto calculista mas como todo e se essa vinha está acontecendo dentro de nós é diferente veja será que há células dentro do nosso corpo ficam brigando com as últimas células que cumprem os últimos papéis do nosso corpo os últimos papéis devem toda aquela coração começa a bombear vai se formando a coloninha aí vêm os órgãos aí vem tudo o cabelinho vai se formando o bebê no útero a pele né e tudo mas tem as últimas células que cumpre os últimos papéis do corpo antes de nascer é ou não é será que as primeiras células olha palavra nossa esse corpo perfeito e no 16 não vai receber mais que é não é assim que funciona porque toda natureza
últimos papéis do corpo antes de nascer é ou não é será que as primeiras células olha palavra nossa esse corpo perfeito e no 16 não vai receber mais que é não é assim que funciona porque toda natureza exuberante de alegria por cada célula que teve seu papel de cumprir cada parte do corpo dentro de nós assim funciona a exuberância do reino de deus dentro de nós mas ele diz assim olha estes derradeiros trabalhar não só uma hora e tu os igualá-las ti conosco que suportamos a fadiga ea calma do dia é a calma do dia mas não a calma em si mesmo né poderiam ter ficado calmos e trabalhados mas olha a justiça divina se aplicando mas ele respondendo disse um deles amigo não te faço e injustiça não ajustasse tito comigo um denário vejo este amigo que ele está chamando está dizendo o amigo não te faço em injustiça que sentimento é esse que está se sentindo tão injustiçado dentro de nós que precisa ser avisado pelo senhor da vinha que não está fazendo injustiça qual é o sentimento de nós que fica o tempo todo dizendo isso foi justo isso foi justo isso foi justo não é um sentimento de indignação que fica dentro de nós o tempo todo tocando tocando tocando que isso não foi justo que isso não foi justo mas olha que interessante indignação é aquele que não fez os esforços de ser digno não é lembra da parábola dos dois filhos não sou digno de ser chamado seu filho faça pelo menos um dos seus servos olha aqui o sentimento de indignação é típico do movimento intelectual que não fez esforços para sentir que não fez esforços pra viver ficou só no saber isso não vai trazer para nós a possibilidade de desfrutar mais da vinha nunca vai nós vamos saber muito mas não vamos conseguir sentir o que sabemos então nós vamos fazer uma projeção para o mundo uma projeção para fora de que maneira como se fosse injusto é injusto o tanto de amor que eu gostaria de ter e você não me dá é injusto o amor que o outro está dando ao outro e não está dando pra mim é injusto e aí uma série de idéias injustas porque eu não
to é injusto o tanto de amor que eu gostaria de ter e você não me dá é injusto o amor que o outro está dando ao outro e não está dando pra mim é injusto e aí uma série de idéias injustas porque eu não estou na verdade trabalhando a virtude da dignificação moral que a virtude que me coloca em conexão com o senso de justiça e com a lei de justiça dentro de mim eu não consigo me conectar porque não estou me sentindo digno isso é muito interessante do ponto de vista prático porque porque isso também é uma lupa que podemos colocar no nosso coração quando nós em algum aspecto da nossa vida estivemos no sentindo injustiçados quando parar um pouquinho nos acolher interiormente nos abraçar e emocionalmente calma deixou ver onde é que eu não tô me sentindo digno onde é que não estou me sentindo que eu realizei esforços porque se eu me senti digno é porque eu fiz esforços se eu fiz esforços eu me sinto justo eu sinto que eu mereço porque justiça tem a ver com merecimento e aí ele vem não ajustar se comer com denário toma o que é teu e retira ti eu olha que interessante o de verón incondicional significado incorruptível e voluntário eu quero olha o verbo que ele usa ele não disse eu quero porque senão já que o que disse o senhor da vinha eu quero e é o querer que vai me mover na existência profundamente é esse querer veja eu não consigo ter memórias daquilo que eu não escolhi você já percebeu como interessantes eu consigo ter uma imagem de 2 345 futuros posso ter uma ideia de cinco possibilidades daqui pra frente mas eu tenho memória de dois passados não tenho eu não tenho memória de dois passados eu só tenho memória das escolhas que eu fiz eu não tenho memória das escolhas que eu não fiz do ponto de vista a eu deveria ter escolhido o que será que aconteceu não tem memória do que seria eu só tenho memória do que foi a linha daqui prá cá só uma mas a linha daqui pra cá são várias possibilidades que significa isso que se eu compreendo no santuário do livre arbítrio que eu quero
seria eu só tenho memória do que foi a linha daqui prá cá só uma mas a linha daqui pra cá são várias possibilidades que significa isso que se eu compreendo no santuário do livre arbítrio que eu quero é porque eu quero e daqui eu começo aquilo que pra mim faz sentido tem significado e eu e aí inicia um processo de mudança dentro de mim não fico justificando não fico colocando que por causa do outro ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu não é lícito para deus fazer o que ele quer dentro do processo de desenvolvimento de seus filhos lógico porque não apenas as situações que acontecem na nossa vida elas vêm da providência divina que é maravilhosa tudo todas as experiências todas as situações elas são organizadas pela une ciência divina que movimenta no mundo a providência divina mas amavelmente nós também temos dentro de nós recursos atributos potenciais que vem da previdência divina ou seja nós somos de deus tudo é de deus porque nós não nos criamos nós lhe pertencermos em profundidade mas nós não somos escravos de deus nós somos filhos de deus mas para servir além de nós não só daquilo que queremos mas transcender daquilo que nós é interessante mas a nós e servir à vida como um todo nesse sentido não é lícito fazer o aquilo que é meu o que eu quiser do que é meu malta o olho porque eu sou bom que é esse movimento de insubmissão está lá na pergunta 115 murmúrio e aí é uma rebeldia contra as leis divinas dentro de nós porque esse processo de progredir por fases é da vida não adianta me forçar eu me massera eu me desrespeitar são fases eu preciso é aliás o convidado a trabalhar dentro de mim aquilo que ainda não dei conta mas não é no movimento de reclamar que eu teria que está dando conta agora é o que eu não dei conta eu vou trabalhar eu vou me esforçar pela lei de amor justiça e caridade e as outras fases vão se desenvolver é assim que o processo acontece leve e suave e ele termina assim os derradeiros serão os primeiros e os primeiros derradeiros porque muitos são chamados
e caridade e as outras fases vão se desenvolver é assim que o processo acontece leve e suave e ele termina assim os derradeiros serão os primeiros e os primeiros derradeiros porque muitos são chamados mas poucos são os escolhidos o interessante desse versículo último é o significado de derradeiro aqui porque quando ele diz aqui os derradeiros serão os primeiros se nós aplicarmos isso numa fase de desenvolvimento ele que dizia assim aqueles de nós que buscamos pensar ou saber sentir vivenciar e transcender estes serão primeiros em conexão com o reino de deus ea sua justiça e tudo mais vos será acrescentado primeiro aqui não tem característica de estar na frente de alguém como nós possamos pensar ele falou primeiro que está na frente dos outros porque não há comparação nós não somos seres comparáveis a outros e que nós somos únicos na nossa categoria primeiro aqui ele está dizendo em termos de desenvolvimento desenvolvimento de si mesmo é como se nós disséssemos no na fala popular hoje que temos ouvido dos jovens é você na sua melhor versão resumindo a isso serão os primeiros é você na sua melhor versão e aqui ele disse os primeiros ou seja aquele que ficou só no processo intelectual lusco fusco do sentir alguns esforços vivenciar e assim sucessivamente ou mais aquele que ficou só no processo do pensar de saber e não galgou ir mergulhar nos outros estágios do seu desenvolvimento com sencial este ficará como derradeiro mas o que é derradeiro derradeiro também consigo mesmo porque tem tanto potencial para ir além e não foi tanta possibilidade para desfrutarmos daquilo que somos e não desfrutamos então essa é a parábola que vem falar na nossa nossa compreensão de uma garantia esperançosa excepcional imagine o modelo e guia da humanidade o ser mais perfeito gente alguns princípios do espiritismo pra nós penso que deve ser meditado mas além de meditado devem ser verdadeiros pilares porque se não for pilar algumas das revelações se não todas mas pelo menos algumas fica muito desafiador para nós
pra nós penso que deve ser meditado mas além de meditado devem ser verdadeiros pilares porque se não for pilar algumas das revelações se não todas mas pelo menos algumas fica muito desafiador para nós que temos uma mente muito volátil basta acontecer situações agradáveis agradáveis nós ficamos desanimados nós entramos em às vezes em segurança né então veja é muito importante que alguns pilares do isp para nós eles fiquem realmente fundados assim sentidos compreendidos vividos por exemplo jesus o ser mais perfeito que a humanidade tem e é o nosso modelo e guia por exemplo isso precisa ser o fundamento dentro de nós se nós arrastarmos dúvidas sobre isso é muito desafiador galgado depois outros degraus é outro o outro pilar por exemplo a onipresença onisciência a onipotência de deus a compreensão de que de algum motivo o que eu tô passando tem um propósito uma das questões que os pits mas nos ajuda por exemplo se um piloto pra nós isso precisa e entendo essa palavra precisa é fundamental que esteja muito bem calcado no nosso coração porque se nós é deixarmos esses pilares ruídos e mal colocados na nossa diretriz quando as experiências chegam nós nos rebelamos nós ficamos inseguros né então assim quando jesus diz assim muitos são chamados poucos os escolhidos e ele trabalha essa parábola toda e ele é o ser mais perfeito que deus nos ofereceu de modelo e guia para a humanidade uma das questões que mais nós devemos pensar isso não é teoria isso é verdade não se trata de uma idéia que é uma possibilidade no coração do espírito não é assim que jesus está explicando que as leis se aplicam dentro de nós nesse caso que é se nós deixarmos de esforçarmos para desenvolver o saber e sentir o vivenciar e o transcender se nós não fizemos esforços práticos disso nós não vamos sentir tudo aquilo que o espiritismo fala sobre realização espiritual interior plenificação não vai adiantar não é o número de livros que lemos não é o tanto de eventos que temos não é o tanto de exercícios que é fazemos um dos
piritismo fala sobre realização espiritual interior plenificação não vai adiantar não é o número de livros que lemos não é o tanto de eventos que temos não é o tanto de exercícios que é fazemos um dos centros espíritas não tem a ver com isso não são não são as frentes que tomamos frente não é isso é isso é praticar e esforçar aqui dentro do coração porque isso não é uma teoria é uma verdade explicado pelos códigos dessa parábola por exemplo e vindo pra cá refletindo na manhã de hoje é que se comemora a páscoa dentro da tradição católica cristã mas por que não dizer nós espíritas temos também a dignidade e respeito as histórias da vida de jesus como a de hoje também fiquei imaginando como que deve ter sido o impacto de pedro quando viu jesus as portas fechadas da casa depois da crucificação e o mestre na frente dele como que deve ter sido um impacto de pedro porque o coração de todos eles estava moído cheio de dúvidas e desafios morais agudos veja eles não eram parte de um grupo que estava ali para fazer uma proposta tá pra terra todos aqueles espíritos saíam na consciência que eles estavam diante do rei somar a proposta era de ordem cósmica para o planeta a gente fazer parte de um projeto de ordem cósmica é claro que eles não sabiam a extensão total naquele momento mas a intuição sap eles estavam ali e o mestre apareceu para cada um imagina como foi o olhar de tiago simeão de andré de tomé ele estava na cruz ele foi trocado por barrabás ele levava um cajado e mundo uma túnica sangrenta uma coroa de espinhos e as falhas relatadas nas costas mas ele amou como nunca um amor amor na terra cada um daqueles seres quando eu digo como é que deve ter sido o impacto de pedro eu quero dizer como é que deve ter sido para pedro olhar o amor não amado e perguntar pra si mesmo o que foi que eu fiz ele é réu a sua mensagem funciona tudo que ele disse é a mais pura verdade trazendo isso para nós eu penso que às vezes os ensinos espíritas as mensagens dos espíritos a existência dos espíritos aqueles que não
a sua mensagem funciona tudo que ele disse é a mais pura verdade trazendo isso para nós eu penso que às vezes os ensinos espíritas as mensagens dos espíritos a existência dos espíritos aqueles que não conseguem ver não conseguem ouvir não tem a faculdade mediúnica não é tão concreto para elas eu imagino que deve ser um esforço enorme busca pegar todo esse conteúdo todos os dias fazer esforços de convicção isso é real o mundo espiritual é real a reencarnação é real o amor de deus é real presença dos anjos de guarda é real imagino que deve ser um esforço muito grande para todos nós fazemos isso todos os dias todos nós é um esforço mas eu também quero refletir como será o nosso coração se num momento que não escapará nenhum de nós momento da nossa desencarna são nenhum nós pudermos olhar a imortalidade a nossa história de vida que na terra falar funciona eu me esforcei que eu renunciei que eu aprendi a perdoar eu aprendi deixar de lado o que eu não revidei o que eu me desprendi o que a pessoa me exigiu até o último sangue até a última gota e eu dei odeia que bom que eu dei funciona imagina aventura do nosso coração o júbilo do nosso coração esse é o denário de todos os grandes denários o denário da consciência que seguiu a si mesma ouvindo a voz interior e às leis divinas dentro de si e soube cantar intimamente a canção da esperança dentro desse mesmo senhor tocaste meu coração abrir este a porta e veio saber como estou e eu tomado de emoção tal qual criança nas mãos fui ao teu encontro primeiro senhor eu sei talvez eu não sei mais mas peço em mim tua pai eu quero viver teus ensino e ele e olhar com sorriso e dizer eu sei muito bem quem é você vem cá me abraça menino como criança eu vou caminhar e aprendendo o teu caminhar como criança eu quero ser alguém que saiba teu amor viver como criança eu vou caminhar como criança eu quero encontrar o teu amor no meu coração sem os eu agora já sei onde está o meu amor muita paz
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