#06 - Ana Guimarães Reencarnação, uma lição de Amor - XIV Seminário Espírita Catarinense

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 06/07/2025 (há 9 meses) 1:11:57 20 visualizações

XIV Seminário Espírita Catarinense - Caminho para Deus Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 05 de julho 2025 #06 - Ana Guimarães Reencarnação, uma lição de Amor - XIV Seminário Espírita Catarinense Programação: 08h40 às 09h25 Cosme Massi Céu e o Inferno - Liberdade e Fatalidade 09h30 às 10h00 Raul Teixeira Caminho para Deus 10h30 às 11h00 Simone e Crema Momento Musical 11h05 às 11h50 Ana Guimarães A Visão da Vida com Olhos de Paz 13h30 às 14h15 NEA Peça teatral – O céu e o Inferno 14h25 às 15h15 Luiz Alberto Silveira Leis Eternas: O Caminho Sagrado do Corpo e do Espírito para Deus 15h20 às 16h10 Cosme Massi Fé, Esperança e Caridade 16h45 às 17h15 Simone e Crema Momento Musical 17h20 às 18h10 Ana Guimarães Reencarnação, uma lição de Amor - 18h10 às 18h20 Encerramento - CEECAL 18h20 Prece de Encerramento Raul Teixeira Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, TV 14URE, Radio Portal da Luz, RAE TV

Transcrição

Caminho para Deus, que é uma realização do Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz, o Secal. Vamos tratar como última temática de hoje, deste evento, reencarnação, uma lição de amor. E vamos anunciar que dentro de instantes teremos aqui, já está tudo posicionado, para recebermos mais uma vez no tema reencarnação, uma lição de amor. receber a senhora Ana Guimarães. Antes, porém, vamos chamar aqui para fazer a prece esta dedicada, incansável trabalhadora do Secal, a Rosângela Céu. Tava esperando que um dia Rosâela chegasse, eu pudesse anunciar Rosângela, porque ela trabalha tanto que ela nunca tem tempo de vir aqui fazer a oração. É contigo, R. Obrigada, querida. Uma boa tarde. É um privilégio a gente estar nesta encarnação atual e ter a oportunidade de estarmos com tantos irmãos nessa caminhada, né? E só temos que agradecer a presença desse nosso mestre Jesus sempre aqui conosco. E é hora de a gente seguir esse chamado, esse chamado de amor, esse chamado de carinho. Tantos abraços, tantos olhares. E quem está sempre conosco, mestre de Jesus, Deus nosso pai. E é com gratidão que a gente agradece essa oportunidade. Gratidão a todos. Deus abençoe a todos e que levemos para nossos lares essa energia de paz e de bem. Gratidão. Muito bom. Então vamos agora pra palestra Reencarnação, uma lição de amor. Anunciamos com muito prazer, retornando aqui à senora Ana Guimarães. que altura senhora já Estamos conversados. Meus caríssimos irmãos, que o Senhor Jesus continue a nos abençoar nesse clima de fraternidade, de carinho, de amizade. Que ele nos conceda paz. Há mistérios peregrinos nos mistérios do destino que nos mandam renascer. Da luz do criador nascemos. Múltiplas vidas vivemos para a mesma luz volver. Buscamos na humanidade a verdade das verdades, sedentos de paz e amor. E em meio aos mortos vivos, somos os míseros cativos da iniquidade da dor. dor que através dos anos dos algzes, dos tiranos, anjos puríssimos faz, transmutando neros rudes em artos de virtudes, em mensageiros de paz,

rtos vivos, somos os míseros cativos da iniquidade da dor. dor que através dos anos dos algzes, dos tiranos, anjos puríssimos faz, transmutando neros rudes em artos de virtudes, em mensageiros de paz, reencarnação. A palavra lúcida e linda de Antônio de Castro Alves ganha uma conotação muito especial. a dor, como ela nos visita, como ela maltrata, como ela faz chorar e faz sofrer. E aí o poeta chega e diz que a dor através dos anos, dos algozes lá do passado, dos tiranos, anjos puríssimos faz. Se começarmos a pensar de uma forma diferente, eu sou imortal. Que coisa notável. E o que é mais notável ainda é quando nós pensamos na nossa doutrina o que é o espiritismo. Uma filosofia de bases científicas e consequências éticoorais. comportamentais que nos conduz à evolução. Então, se é uma filosofia, nós que somos os adeptos da doutrina somos filósofos também. E o filósofo, basicamente tem sente amor ao saber, busca o saber através de indagações. Então, filósofos espíritas, temos que correr atrás das informações que vão sedimentar em nós a certeza da imortalidade. Com essa certeza tudo se torna mais simples, porque então teremos um objetivo, uma razão para lutar, para viver. E pensando que somos os viajeiros do tempo, passando por várias reencarnações, quais teriam sido as nossas vidas pregressas? O que teríamos feito no passado? Isso deixa para lá. O esquecimento é uma bênção de Deus também. Já imaginou olhar para trás e enxergar um Nero terrível botando fogo em Roma com tantos crimes, tanta impiedade? Olha, não daria. A cruz seria pesada demais para viver. E então o poeta diz que através dos anos transformam em anjos puríssimos. Nós também estamos nessa jornada, nessa vilegiatura, chegaremos à situação de completamente livres da carga do passado. Muita gente pensa em fazer regressão de memória, saber o passado. Não procurem saber. Não tem nada de bonito lá no passado. Vamos olhar para a frente, buscar o que está lá adiante. E aí nós vamos à resposta 919 do livro dos espíritos.

ão de memória, saber o passado. Não procurem saber. Não tem nada de bonito lá no passado. Vamos olhar para a frente, buscar o que está lá adiante. E aí nós vamos à resposta 919 do livro dos espíritos. Conhece-te a ti mesmo. Olha que complicação que os espíritos colocaram em nossas mãos. Conhecermo-nos a nós mesmos. analisar o que somos. Nós que temos o costume de analisar os outros, de comentar a respeito dos outros, de observar o passo dos outros, de repente somos defrontados com essa realidade que para nós, filósofos espíritas, se transforma num desafio, conhecermo-nos a nós mesmos. E uma ocasião na minha casa, eu chamei a atenção de um dos meus filhos e disse a ele. E ele disse: "Não, mãe, eu não fiz tal coisa assim assim". Eu falei: "Meu filho, conheço você com a palma da minha mão". E ele ficou calado e acabou a história por aí mesmo. Passaram-se alguns dias e ele chega da escola e segura os meus braços para trás, me prende e eu fo, menina, que brincadeira é essa? Tô ocupada. Aí ele disse: "Mãe, eu estou olhando a palma da sua mão. Descreva." Eu falei: "Não sei, sabia mais ou menos". falou: "Como é que você me conhece como a palma da sua mão e você não conhece a palma da sua mão?" Eu falei: "Pois é, filho. Às vezes a gente assim no auge da da vontade de acertar, a gente erra tudo. E eu não conheço a palma da minha mão e nem conheço você também. Mas a gente vai descobrir tudo isso, porque afinal de contas nós somos filósofos espíritas e vamos chegar a esse conhecimento. E quando a gente pega o livro dos espíritos e chegamos ao item 222, tem coisa que não acaba mais ali. É o ponto mais longo do livro dos espíritos. E aí a gente vê como vai ser complicado de colocarmos isso na nossa cabeça, porque analisar a reencarnação e pensar também nos dramas que ocorrem na nossa vida e pensar nos sonhos que temos também, sonhos de felicidade, principalmente nas experiências que a vida nos vai concedendo. que todas as experiências são de mod a nos dar subsídios para o entendimento das razões e dos porquê que

os também, sonhos de felicidade, principalmente nas experiências que a vida nos vai concedendo. que todas as experiências são de mod a nos dar subsídios para o entendimento das razões e dos porquê que estamos aqui. Na década de 50 eu tive a oportunidade de tomar con década de 50, gente, não façam conta, não deixa isso para lá, de pegar um livro de Morey Bernstein, As vidas de Bradrey Morph. E eu achei aquilo notável. Ele desejava saber o que é que a criatura pensa no ventre da sua mãe. Queria chegar a vida intrauterena. Então, através da hipnose, ele ia levando, conduzindo as pessoas a uma regressão de memória no no tempo de vida para chegar à vida intrauterina. Não conseguia. Quando chegava mais ou menos os tr 4 5 anos, acabava a experiência. A criatura despertava e não chegava a vida intrauterina, que era o objetivo do seu das suas experiências. até que uma ocasião ele pega uma senhora e começa a fazer a regressão através da hipnose, vai voltando no tempo, voltando, voltando, voltando. E quando vai chegando à aquela idade que comumente acabava a experiência, ele de repente vê surgir uma criatura diferente, uma criatura nova, falando com um sotaque, falando o inglês com um sotaque bem diferenciado. E ele se vê então falando com uma uma entidade que ele não sabia explicar, não tinha conhecimento de reencarnação, se tivesse ele ia entender. Então apresenta uma outra personalidade naquela senhora que ali estava. ele fica deslumbrado com aquela história e começa a fazer novas experiências com mesma criatura e vai descobrindo então uma personalidade diversa que conta coisas, acontecimentos, fatos e experiências vivenciadas numa outra vida. Para ele, aquilo foi uma descoberta notável. E ele então começou a pesquisar as informações que recebia daquela senhora e descobriu que todas as informações eram corretas. Então, foi a primeira, o primeiro encontro meu com a reencarnação. Esse livro marcou bastante a minha adolescência e eu pensava bastante nisso antes de me tornar espírita, porque fui

es eram corretas. Então, foi a primeira, o primeiro encontro meu com a reencarnação. Esse livro marcou bastante a minha adolescência e eu pensava bastante nisso antes de me tornar espírita, porque fui católica muito apaixonada pela igreja até os 15 anos. Depois me tornei espírita e me apaixonei pelo espiritismo. Então, a reencarnação para Bernstein foi uma coisa muito, muito extraordinária, muito diferente e para mim também. Eu pensava em múltiplas vidas, na família onde eu me encontrava e pensava também nos meus pais, nos irmãos que tinha, nas pessoas que me rodeavam. e foi buscar então no espiritismo a sedimentação de tudo isso. No primeiro livro dos espíritos que caiu nas minhas mãos, as notícias sobre reencarnação vinham assinalada por teoria da reencarnação, porque a reencarnação não foi uma criação de Allan Kardec. Isso já está na história da humanidade, a crença nas múltiplas existências. O que ocorreu com o espiritismo foi colocar uma normativa bem mais simples de se entender através das informações espíritas. E é notável que aqueles que pesquisaram a reencarnação e essas pesquisas já estão bem mais próxima de nós, nós vamos encontrar no livro de Ian Stevenson. Olha só que que ele coloca. Ele coloca 20 casos sugestivos. Ele não bate o martelo, ele sugere que aqueles casos que ele apresenta, aqueles 20 casos, sugerem reencarnação. E ele vai então desdobrando o que ocorria com aquelas 20 criaturas que apresentavam características de haver vivido outras vidas igualmente. Depois nós vamos encontrar Banegi analisando casos de reencarnação e aí vai sedimentando a nossa visão reencarnacionista, agora já com experiências que demonstram recordando que o espiritismo é uma filosofia que inquire, que pesquisa, que busca de bases científicas. Então, as afirmativas feitas pelo espiritismo tembamento científico. E é o que ocorre através das experiências que foram feitas já bem próximo de nós. Banegi então vai mostrando várias experiências que demonstram que nós já vivemos outras

ritismo tembamento científico. E é o que ocorre através das experiências que foram feitas já bem próximo de nós. Banegi então vai mostrando várias experiências que demonstram que nós já vivemos outras vidas. E aí podemos começar a fazer elações. Nós que somos leigos, não somos eh não temos ciência nenhuma, apenas temos a vivência do nosso cotidiano. Então, espíritas, meus irmãos, como dizia Dr. Bezerra de Menezes, nós precisamos parar para raciocinar em cima do espiritismo verdadeiramente. Hoje nós falamos tanto na nossa vida, na necessidade de ser feliz, na necessidade disso, na necessidade daquilo. Temos necessidade de uma quantidade enorme de coisas, mas a necessidade maior é de entendermos de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e para onde nos dirigimos. Então, nós vamos procurando atalhos para buscarmos uma felicidade alémis, esquecendo que essa felicidade não está lá, ela está aqui, ela está dentro de nós. Ela é composta do quê? de uma consciência tranquila pelo dever cumprido. Não importa se estejamos em um sofrimento, em uma enfermidade, nisso ou naquilo, mas se a consciência está tranquila dentro do dever que é cumprido, tudo bem. Então, vejamos. Nós estudamos com o espiritismo lei de causa e efeito. Lei de causa e efeito. Uma causa que está no passado, o efeito que está no presente. Todavia, apesar de falarmos em lei de causa e efeito, lei de ação e reação, nós queremos fugir da reação do hoje, do efeito do agora e vamos buscando paliativos para fugirmos das experiências mais complicadas. Os livros de André Luiz desdobram aos nossos olhos experiências extraordinárias lá do outro lado da vida que ele projeta para a nossa vida aqui presente. No livro Libertação, nós vamos encontrar André Luiz numa reunião no plano espiritual. E eu acho, eu acho notável libertação, porque uma coisa que eu comecei a sonhar desde cedo, quando me tornei espírita, eu desejava ser médium lá no outro lado da vida, no mundo espiritual. Eu tinha vontade de ser médium lá no mundo dos

ão, porque uma coisa que eu comecei a sonhar desde cedo, quando me tornei espírita, eu desejava ser médium lá no outro lado da vida, no mundo espiritual. Eu tinha vontade de ser médium lá no mundo dos espíritos. Então, comecei a descobrir em André Luiz que eu comecei a ler na década, no final da década de 50, começo da década de 60 que eu comecei a ler os livros de André Luiz. E descobri então que no mundo espiritual eles fazem reuniões de materialização. Aqueles espíritos que estão num patamar superior àeles que se encontram ali no mundo espiritual, eles se materializam através de determinados espíritos que estão ali servindo como médiuns doadores. Eu achei isso notável. Eu espero que eles me aceitem lá como médium também. E ela então a h a duas senhoras que estão participando de uma reunião de materialização no mundo espiritual e ele descreve com uma com uma finura, com uma beleza tão grande o templo onde eles realizam essas reuniões de materialização. E eu fiquei pensando nas nossas casas espíritas aqui também. Se nós entrarmos na casa espírita com o desejo verdadeiro de conhecermos o mundo espiritual, de conhecermos a vida espiritual, de termos, buscarmos a certeza de que somos imortais e vamos passar para o outro lado da vida, levando como única bagagem aqui da Terra os valores morais que tenhamos conquistado. Nada. Nossa, a nossa viagem não terá aquela expectativa lá dos faraós do Egito que colocavam todos os seus valores nos túmulos, aguardando que iriam utilizá-los novamente. Nós já temos a certeza que a gente não vai levar nada daqui. Nada, vírgula, nós vamos levar os valores morais, as virtudes que houvermos conquistado. Isso irá conosco sempre. Então, esse templo que André Luiz vai descrevendo como sendo uma construção em cujo entorno há um clima de fraternidade e de carinho, de respeito, de ternura, onde as pessoas chegam na aproximam-se daquele templo e já vão sentindo a mudança do clima ali. Pensem quando a gente fizer isso com as nossas casas espíritas, quando a gente se aproximar

de ternura, onde as pessoas chegam na aproximam-se daquele templo e já vão sentindo a mudança do clima ali. Pensem quando a gente fizer isso com as nossas casas espíritas, quando a gente se aproximar da nossa casa para estudarmos a nossa doutrina, para vivenciarmos uma fraternidade verdadeira com os companheiros que ali estão, para conversarmos, até discutirmos sobre o evangelho, as palavras de Jesus, para chegarmos a uma conclusão, a um termo específico. que nos dê uma noção melhor de como viver bem aqui na Terra. Eu tenho ouvido as palavras que são ditas a respeito da nossa sociedade odierna, do nosso mundo, e são palavras tão pejorativas, tão negativas. Esse mundo tá tão destroçado pela mente humana, pelo posicionamento das criaturas, pelas atitudes das criaturas, que não se fala bem. Se vamos ver um jornal na televisão, só fala de morte, de loucura, de assaltos, de isso, daquilo. Tanta coisa feia, tanta coisa ruim. Se a gente liga o rádio também é a mesma coisa. E até aquilo que é entretenimento se transforma em guerra. O futebol, eu sou apaixonado por futebol, sou vascaína. Então a gente vê como tá se tornando uma guerra e e mortes numa coisa que deveria ser um entretenimento, um momento de lazer, um momento de alegria, principalmente quando o Vasco ganha e momento de alegria pra gente, nós ficamos tensos com as notícias que chegam. Então vamos perguntar como é que nós podemos mudar. Aí eu ouço os espíritas falando dessa transformação da terra, o mundo de regeneração. Então, de vez em quando a gente ouve a pessoa dizer: "Os espíritos se aproximarão da terra como na época da chegada de Jesus e vão reencarnar aqueles espíritos de escol. Escol é uma palavra estranha, mas eles vão reencarnar e então vai se estabelecer a mudança. Lê do engano. Eles não vão reencarnar nada, até podem reencarnar, mas quem vai mudar a terra somos nós. É você que vai mudar a terra. É você que vai estabelecer essa regeneração na terra através do quê? do esforço que faz para domar as tendências negativas. Está

ar, mas quem vai mudar a terra somos nós. É você que vai mudar a terra. É você que vai estabelecer essa regeneração na terra através do quê? do esforço que faz para domar as tendências negativas. Está lá. Como é que se reconhece o verdadeiro espírita? Diz Kardec. Reconhece-se o verdadeiro espírita por sua sua minha transformação moral, pelo esforço força que eu faço para domar, disciplinar as minhas tendências negativas. E através desse esforço é que eu vou ajudar os outros que estão fazendo o esforço também a conjurar essa situação terrível que nós estamos vivenciando na atualidade. E aí as pessoas começam a estabelecer pensamentos e ideias que não tem nada a ver com a nossa doutrina. certa ocasião estavam fazendo através da da das lives. Ô meu Deus do céu, não me dou bem com tecnologia, mas estava fazendo uma live e uma senhora que estava fazendo perguntas, indagações, ela perguntou: "E o que é que você me diz do espiritismo? Um espiritismo isso, outro espiritismo, isso?" Ela disse dois tipos de espiritismo. Eu falei: "Ô, minha filha, você me perdoa, mas eu acho que eu tô tão antiga que eu não sabia que tinha dois espiritismos. Eu só conheço um. Eu conheço aquele que foi codificado por Allan Kardec. Agora, se estão criando um espiritismo disso e um espiritismo daquilo, eu desconheço. Você me perdoa? Vou procurar saber que história é essa. Até hoje não procurei, não. Continuo com Kardec. Então, nós vamos pensar que a estruturação de um mundo de regeneração é da nossa parte. Nós é que vamos estabelecer tudo isso. E de que forma podemos fazer isso aí? Então, é com Jesus. Ele chega e diz, "Foi Jesus quem disse, eu só vou repetir. Amai os vossos inimigos, fazei o bem àqueles que vos maltratam, perdoar aqueles que nos caluniam. Olha que complicação que ele coloca nas nossas mãos. Como é que eu vou amar o inimigo que mora ali no vizinho, que maltrata, que bate no meu cachorro, que arranca as minhas plantas? Vai ser difícil eu conseguir gostar daquela criatura. Aí, então, o que é que a bondade divina

o inimigo que mora ali no vizinho, que maltrata, que bate no meu cachorro, que arranca as minhas plantas? Vai ser difícil eu conseguir gostar daquela criatura. Aí, então, o que é que a bondade divina faz? Ele pega o inimigo e volta no meu lado, dormindo do meu lado ali. É o meu grande inimigo que eu tenho que aprender a amar. ou pega os inimigos, colocam junto, coloca aquela inimiga linda que é ali do lado, que você olha para ela e fala assim: "Ah, meu Deus, tirei a sorte grande 10 anos depois fala: "Meu Deus do céu, o que foi que eu fiz na minha vida?" E a gente vai esquecendo a lei de causa e efeito, a lei de ação e reação. Então, para amar o inimigo, nós temos que vivenciar com ele, lutar ao lado dele ou dela, não importa, mas fazendo o impossível para gostarmos da criatura. E naturalmente lembrando dessa experiência, nós vamos recordar também aqueles que vêm através desses dois inimigos que se encontraram um dia, se encantaram, se apaixonaram e de quando despertaram viram que a coisa não era exatamente como eles tinham pensado. Mas não tem importância, é o tempo que vai fazer a gente gostar. acontece com todo mundo. Hoje, 15 anos depois que o senhor Guimarães foi para o outro lado da vida, eu sinto saudade. Eu converso com ele e falo: "Quando você estava aqui, eu tinha tanta vontade que você desaparecesse, mas agora eu tenho tanta vontade que você retorne, porque a amizade vai devagarinho, vai crescendo paulatinamente e a gente vai". Mas eu estava falando de André Luiz. Então lá na reunião estavam duas senhoras, duas moças aguardando a materialização. Então André Luiz vai contando daquela forma linda que o Chico tinha de psicografar e ele vai dizendo que se forma então uma nuvem colorida e no meio da nuvem aparece uma criatura, uma senhora de olhar sereno, uma figura dúida que ali aparece. E então as duas moças que estavam aguardando também, elas se emocionam e dizem: "Mãe, era a mãe que estava materializada ali." Imagina a altura dessa criatura, dessa mãe. Então, as duas moças, mãe, que

então as duas moças que estavam aguardando também, elas se emocionam e dizem: "Mãe, era a mãe que estava materializada ali." Imagina a altura dessa criatura, dessa mãe. Então, as duas moças, mãe, que saudade. E aquelas palavras de ternura que deveria viger na boca de todos nós a respeito dos nossos pais. a respeito dos nossos irmãos, mas ainda não aconteceu, mas vai acontecer. Vai chegar um dia em que nós teremos hoje as pessoas usam tanto a palavra gratidão, gratidão, gratidão, gratidão. E eu tenho vontade de perguntar: "Você já agradeceu a sua mãe por ter reencarnado, dela não ter te abortado? Já agradeceu o seu pai? Então, gratidão aos nossos pais." E aquelas duas filhas ali olham a mãe com os olhos de gratidão e começa a conversar e pedindo desculpa a mãe porque elas estavam na tentativa tentativa de retirar o pai que se encontrava nas zonas de sofrimento, atormentado e atormentando também. E elas dizem à mãe que, apesar do esforço que as duas empreendiam, elas não haviam conseguido retirar o papai das zonas de sofrimento. Então, a mãe diz que elas deveriam perseverar no esforço de ajudar o Pai e que ela, aquele espírito especial iria reencarnar. Mas antes que ela reencarnasse, ele deveria reencarnar. Naturalmente eles iriam se consorciar novamente. Ele deveria reencarnar primeiro. Era trabalho das filhas reencarnar aquele espírito, fazendo um estacato para lembrar. Olha que trabalho que dá uma reencarnação. Não é uma coisa que se faz assim. Vou reencarnar. E pronto. Agora, principalmente quando os jovens não querem mais ter filhos. E eu vou fazer outro parêntese. No Natal, os meus netos chegaram com presentes e tal, presentinho paraa vovô, outro presentinho paraa vovó e tal. E eu recebi os presentinhos, botei em cima da mesa, saí, depois voltei. Eles estavam conversando, rindo, os primos se encontrando. E eu disse assim: "Olha, vocês estão muito enganados comigo. Vocês estão pensando que eu quero esses presentes que vocês estão me dando? Não quero. Eu não preciso de nada disso. O

imos se encontrando. E eu disse assim: "Olha, vocês estão muito enganados comigo. Vocês estão pensando que eu quero esses presentes que vocês estão me dando? Não quero. Eu não preciso de nada disso. O que eu preciso realmente vocês não me dão." Aí os netos ficaram assombrados. da minha filha, então olhando para mim: "Mãe, que isso?" Eu falei: "É, eu quero bisneto, pelo amor de Deus, ninguém me dá um bisneto, que coisa." Aí ele falou assim: "Ah, vó, tem que esperar mais um pouco". Eu falei: "Se esperar muito, eu vou desencarnar e não tenho bisneto". Então, voltando, ela conversando com as filhas, ela iria retornar. Primeiro, ele deveria reencarnar, depois ela retornaria. E observem, normalmente a mulher quando tem os filhos acontece, acontecia no passado, eu acredito que no presente também. Quando nasce a criança, pergunta: "É perfeito?" Todo mundo quer ter filhos perfeitos, filhos bonitos, filhos ajeitadinhos, lourinho dos olhos azuis, moreninho dos olhos negros ou então feito Raul dos olhos verdes. Todo mundo quer um filho bonito. E a gente não pensa na beleza espiritual, porque o Chico Xavier era bem feinho, mas que alma que estava ali naquele corpo feinho, uma alma linda. Então ela então assinala para as filhas que ela recolheria os espíritos, acho que cinco ou seis espíritos que estavam ligados ao marido lá nas zonas umbralinas para serem seus filhos. Ela ia recebê-los como filhos. E quem ajudaria nesse desiderat era as duas filhas que estavam ali, que reencarnariam também. Vocês imaginem, hoje não se quer ter filhos. E a Gênese diz que em torno da Terra pululam uma quantidade enorme de espíritos atormentados que são atraídos pelos nossos pensamentos. E como as pessoas não querem ter filhos, o que é que a gente vai fazer com esses espíritos todos? E quando a gente estiver lá do outro lado também, que como é que a gente vai reencarnar para resolver os nossos problemas, os do passado e aqueles que a gente acumulou nesta encarnação também. Então, é o espiritismo que vai mudar o panorama das

mbém, que como é que a gente vai reencarnar para resolver os nossos problemas, os do passado e aqueles que a gente acumulou nesta encarnação também. Então, é o espiritismo que vai mudar o panorama das coisas. Então esta senhora, espírito de alta envergadura moral, pretende reencarnar, casar-se com o marido do passado. Ela recorda para as filhas o esforço que o marido havia feito para dar a eles uma vida de tranquilidade, uma vida econômica, tranquila. Para isso, ele cometeu crimes, crimes que ele estava sofrendo as consequências nas zonas umbralinas. Então, ele retornaria, seria o pai daqueles espíritos e naturalmente sob a égede dessa criatura especial, essa mãe que não pensava em filhos perfeitos, mas pensava em almas torturadas. que precisavam da ternura maternal que uma mãe pode quando quer oferecer aos seus filhos. Então, era nisso que ela estava pensando. E as duas filhas que reencarnariam também seriam as colaboradoras. Então vamos analisar maternidade nesses dias de hoje de tanta loucura, de tanto sexo desequilibrado, de tanto casamento maltratado, de tanta separação, de tanto divórcio, de tanta loucura. Vamos pensar nesses dias de hoje, como é que nós vamos reencarnar se a gente não consegue fazer conquistas? Amigos, verdadeiramente, vamos ficar batendo de porta em porta para pedirmos pelo amor de Deus que nos aceite quando vemos a reencarnação de se gismundo, a dificuldade, porque não é alguma coisa que a gente chega e acontece, não. Há que haver uma harmonização entre as criaturas, uma aceitação também. Então, não vamos ficar pensando nesta vida, pensando que nós vamos ficar eternamente aqui. Nós estamos dando um passo para outra existência. Por esta razão, a palavra de Jesus tem um significado especial. Amai os vossos inimigos. Fazei o bem àeles que vos maltratam, que vos caluniam. Por que isso? Para construirmos o ninho onde iremos reencarnar pelas necessidades imperiosas do comprometimento que temos ainda com a lei divina, recordando ainda Jesus, o Evangelho, dizendo-nos: "Daqui

r que isso? Para construirmos o ninho onde iremos reencarnar pelas necessidades imperiosas do comprometimento que temos ainda com a lei divina, recordando ainda Jesus, o Evangelho, dizendo-nos: "Daqui não saireis. até que hajais pago o último setil. Recordando isso, a gente não sabe ainda qual o montante das nossas dívidas e se estamos pagando efetivamente. Coitado no Nelson Carneiro lá no mundo espiritual, deve ter sofrido bastante porque a lei do divórcio foi ele que colocou aqui. E ele de certo pensou que ia fazer um grande bem, mas o bem maior seria de nós tentarmos querer bem a criatura que nós escolhemos. livremente como companheiro ou companheira da nossa existência. E é tão interessante você raciocinar sobre isso, como a lei divina camufla, camufla as coisas para que a gente tá caindo, não é? para que para que a gente possa cair no laço. Então você vai conhece aquela mocinha linda, os cabelos encaracolados, os olhos doces, uma vozinha deliciosa de ouvir e você se apaixonanda, fala: "Meu Deus, é o anjo da minha vida" e casa com ela. Depois de um tempinho, fala: "Meu Deus, com tanta mulher no mundo, eu fui escolher justo esta". Quais as razões? Pensa como espírita. Pensa como espírita. É esta que eu preciso. É esta que eu escolhi. Esta que é necessário para minha evolução. É desta criatura que eu vou conseguir construir dentro de mim o carinho por ela. Eu vou verdadeiramente conquistá-la. Porque prioristicamente foi fácil, porque ela também olhou aquele moço lindinho, um bigodinho pr tinha bigode ou não tinha bigode? Não sei. Depende de vocês. Seu Guimarãe não tinha bigode não? Bigode bonitinho, elegante, que passava assim segurando uma bengala. Isso é no passado, agora não segura mais as bengalas. Passava e se olhavam e se apaixonaram. Depois de um tempo, ela fala: "Com tanto homem no mundo, eu fui escolher justo este". Por que razão? Quais as razões? Vamos pensar como espíritas. Então, é deste que eu tenho que gostar. E aí a gente coloca em nossos corações uma assertiva.

homem no mundo, eu fui escolher justo este". Por que razão? Quais as razões? Vamos pensar como espíritas. Então, é deste que eu tenho que gostar. E aí a gente coloca em nossos corações uma assertiva. Eu vou conquistar esse marido. Não importa como, mas eu vou conquistar. Nem que seja Não, não, assim não. Sem violência, mas eu vou conquistar essa criatura. Ele vai gostar de mim. Nem que seja quando eu tiver assim quase caindo aos pedaços, ele vai gostar de mim. E eu vou contar para vocês lá no Rio de Janeiro, um casal, dona Terezinha. e o senhor Barcelos. Eles eram diferente e eu ficava apaixonada quando eu vi aquele casalzinho. Já estavam agora bem velhinhos, ela estava com Alzheimer e ele tomava conta dela. E eu vou contar um segredo para vocês. No aniversário, o último aniversário dela, não sei quantos anos ela estava fazendo, mas era um bocado, ele comprou o número dos anos dela de rosas. e deixou na portaria do prédio. Cada pessoa que chegava para visitá-la, a festinha de aniversário, recebia uma rosa que levava para ela. Ele cuidava daquela criatura com carinho, que as companheiras que iam até lá para dar passe e tudo choravam de ver o carinho daquele marido com aquela mulher que não o reconhecia e que estava totalmente fora do ar. E ela desencarnou há três dias atrás como ele chorou. Ele ligou para os conhecidos todos chorando a minha Terezinha. foi embora. A minha Terezinha foi embora. Então, se nós conseguirmos vencer as primeiras lutas do matrimônio, então vai vai nascer essa amizade, esse carinho e então nós teremos conquistado um inimigo ou uma inimiga do passado, ou teremos estreitado a amizade com alguém que já tivéssemos começado a estreitar as relações de amizade. O espiritismo é para isso. Nunca foi para separar. nunca foi. Aí alguém disse para mim uma ocasião que eu estava falando sobre matrimônio, a senhora está enganada porque Jesus sanciona o divórcio. Está no evangelho. disse: "Olha, eu tenho lido o evangelho um bocado e eu tenho lido, é verdade que

ão que eu estava falando sobre matrimônio, a senhora está enganada porque Jesus sanciona o divórcio. Está no evangelho. disse: "Olha, eu tenho lido o evangelho um bocado e eu tenho lido, é verdade que ele sanciona sim, porque ele ele diz que se for para evitar coisas piores, então melhor que se dê a carta de divórcio." Aí ele coloca uma reticência na frase. reticência. Não foi ele que colocou, mas alguém colocou. Reticência. Isto ocorre pela dureza dos vossos corações. Olha que que final que ele coloca na sua frase. É lícito a separação, mas isso ocorre pela dureza dos corações. Então, vamos pensar em termos de conquista. A verdadeira conquista começa depois do matrimônio. Aí é que nós vamos trabalhar realmente o coração para estreitarmos relações e para fazermos um lar para os nossos filhos. E aí vamos voltar à senhora do livro Libertação. Então ela disse que vai reencarnar, receber as almas umbralinas que estão ligadas ao seu companheiro. E ela diz: "Serei a mãe carinhosa desses espíritos e vou ensiná-los a estreitar as suas mãos na busca dessa sonhada perfeição que nós estamos buscando. Então, nós vamos perceber que a reencarnação não é uma festinha de final de ano que a gente aproveita os doces, etc, etc. Depois, quando não quer mais, deixa para lá. Não deixa para lá, não. Segura. A música diz: "Segura na mão de Deus e vai". Mas eu digo assim: "Segura na mão do marido e vai. Segura na mão da esposa e vai." permitindo que o lar seja realmente um lar para os filhos que virão, que a gente não sabe que tipo de filhos virão para nós, mas serão aqueles que precisam de nós para algum desiderato importante dentro dessa lei harmoniosa e boa, a lei da reencarnação. E eu me recordo que estava numa cidadezinha no interior de São Paulo e terminei a palestra e uma senhora baixinha chegou para mim e falou assim: "Ai, eu tinha tanta vontade que a senhora fosse ver os meus tesouros, as minhas preciosidades e eu fiquei olhando para ela, imaginando que preciosidade que ela teria.

ha chegou para mim e falou assim: "Ai, eu tinha tanta vontade que a senhora fosse ver os meus tesouros, as minhas preciosidades e eu fiquei olhando para ela, imaginando que preciosidade que ela teria. Aí a senhora podia ir na minha casa e aí a companheira que estava do lado falou assim: "Pode sim, eu levo você. Tudo bem, eu vou vou conhecer as preciosidades, os seus tesouros. Ela: "Ai, a senhora vai ver os meus tesouros". Tudo bem. No dia seguinte, domingo, pela manhã, uma manhã linda de sol, juntou um grupo, uma equipe, alguns carros. Nós fomos até mais ou menos na periferia da cidadezinha. E tinha um flamboian lindo, muito cheio de flores coloridos. Nós paramos debaixo do flamboian, começamos a conversar sobre a doutrina. A casa da senhora era do lado, era uma cerca de arame farpado, tinha um portãozinho de balaústre, já todo troncho, todo desconjuntado, amarrado assim com arame e um caminhozinho de tijolo e lá no fundo um poço e duas tinas e um batedor. Al conhece batedor, não conhece? Aquelas, ah, hoje não, com máquina de lavar, ninguém conhece batedouro, eu conheço. É uma tábua e duas tinas, então tirava água do poço, enchia as tina e a gente lavava ali naquele batedor, batia as roupas bastante, o sabão caía na lama, era uma beleza. Era assim que a gente trabalhava. E eu olhei assim, começando, conversando como estava. Depois falei bem, vamos chegar lá na casa da da nossa companheira. E eu fui caminhando na frente e levei a mão no portão para abrir. Quando eu levei a mão, eu ouvi a voz de dona Benedita no meu ouvido, dizendo: "Para, não se entra num santuário sem uma preparação." Eu fiquei chocada, parei. Meu Deus do céu. E as pessoas, que foi? Você tá sentindo alguma coisa? Eu falei: "Tô sentindo vergonha. Vamos voltar para baixo do flamboiã. Voltamos, fizemos uma prece, oramos e fomos novamente na casa, no santuário, segundo as palavras da amiga espiritual. Abrimos o portão com reverência, entramos. Uma casa pequenina, era apenas um pequeno cômodo que servia

a prece, oramos e fomos novamente na casa, no santuário, segundo as palavras da amiga espiritual. Abrimos o portão com reverência, entramos. Uma casa pequenina, era apenas um pequeno cômodo que servia de cozinha e um outro maior que era o quarto e a sala também. Era tudo ali dentro. E ela veio lá de dentro feliz quando nos viu. Ai, a senhora veio, vem conhecer os meus tesouros. E eu entrei naquela cozinha, olhei as panelas eram aquelas latas de banha de 2 kg, muito areada, brilhando, arrumadinha, tão bonito. E aí fui no quarto, quatro camas estavam dispostas assim em torno da parede. Quatro camas. em cada uma delas uma criatura doente, deformada, todas quatro. E ela então os meus tesouros, as minhas filhas, todas já de idade, a mais nova de deveria mediar ali entre os 35, 40 anos. E ela disse: "Os meus tesouros, elas não se levantam. Não sei na hora de tomar banho que eu não não consigo levantá-las. Então elas se levantam, mas passam mais tempo aqui e graças a Deus eu cuido delas. São os meus tesouros. Falta uma. Essa uma que faltava era conhecida na cidade como Cida Suja, porque ela andava muito sujinha, com bando de filhos. atrás, ela andava e quando dava uma roupa para ela, ela não tirava a que estava, ela vestia a outra por cima. Então, ela era enorme, cheia de roupa. De vez em quando a mãe conseguia pegá-la e dar um bane, cuidar. cinco filhas doentes e aquela mulher pequenina, baixinha, agradecia a Deus os tesouros que tinha, tinha orgulho das filhas de mostrar, de apresentar. E nós fizemos ali uma prece. Mais tarde nós ficamos sabendo que no plano espiritual ela e o que foi o seu marido aqui acertaram de retornar e pegar aquelas cinco criaturas para tratá-los. Não tinha, não havia ligação, eles pegam coisa. E ele informou que ele não poderia ficar muito tempo, que eles se casariam, as os as filhas nasceriam e logo ele retornaria e ela ficaria sozinha. que ela aceitou, então tomava conta daquelas quatro, porque a uma delas não estava, não ficava ali. Então, o santuário, o pensamento dos espíritos,

sceriam e logo ele retornaria e ela ficaria sozinha. que ela aceitou, então tomava conta daquelas quatro, porque a uma delas não estava, não ficava ali. Então, o santuário, o pensamento dos espíritos, eu fiquei imaginando a quantidade de entidades carinhosas, luminosas, que frequentavam aquela casa onde pontificava um coração materno pleno de amor, pleno de carinho, com a capacidade de renúncia que é necessário para lidarmos com os enfermos. Então, hoje nós estamos defrontando uma enfermidade cruel que realmente é um desafio aos corações maternais e paternais, que é a drogadição. Um desafio terrível, mas é o fruto da sociedade odierna. e vamos lembrar que nós estamos inseridos nessa sociedade. Então, de que forma nós podemos modificar a estrutura dessa sociedade? É, através da nossa modificação. A gente bombardeia a psicosfera da Terra com pensamentos deletéos, pensamentos enfermiços. Vamos mudar, vamos pensar como espíritas, vamos conversar como espíritas, vamos intentar melhorar a psicosfera do nosso planeta com o nosso pensamento espírita. Antes de falar, antes de abrir a boca para qualquer coisa, pensa: "Eu sou espírita". Antes de fazer um julgamento, pensa: "Eu sou espírita". Antes de maltratar alguém, pensa: "Eu sou espírita e eu tenho o dever de colaborar com Jesus na limpeza da psicosfera da nossa terra". Quando Divaldo foi a primeira vez na nossa casa espírita que era perto do Sambódromo, eh ele disse: "O clima é tão pesado que é difícil respirar". Tinha uma zona de prostituição perto, próximo e o sambódromo e e e tinha lá um uma comunidade também. Ele se é difícil respirar aqui, muito complicado. Então nós começamos o nosso trabalho ali. Quando fizemos 10 anos, ele retornou para fazer a palestra dos 10 anos. Ele falou: "Já podemos respirar aqui. A psicosfera mudou. Ô meu Deus! O que o Espiritismo pode fazer? O que você, espírita pode fazer, beneficiando o nosso planeta, que é de provas e de expiação, graças a Deus, pra gente poder, através das provas testar as

. Ô meu Deus! O que o Espiritismo pode fazer? O que você, espírita pode fazer, beneficiando o nosso planeta, que é de provas e de expiação, graças a Deus, pra gente poder, através das provas testar as nossas conquistas e através da expiação expurgarmo-nos dos nossos comprometimentos deletérios. Então nós podemos, é a nossa tarefa, está lá escrito, não está CME, escrito lá no livro dos espíritos, que o Espiritismo veio exatamente para estabelecer essa mudança, essa transformação. Agora, o espiritismo no papel não consegue, mas se estiver no seu coração, se estiver no meu coração, ele consegue mudar a psicosfera do nosso planeta e torná-lo mais feliz. Para quem? para nós que vamos pedir a Deus que nos dê a chance de retornar, a chance de uma nova reencarnação para acompanharmos a reestruturação de uma sociedade doente como está na atualidade, para uma sociedade mais sadia, com o nosso com a nossa colaboração de espíritas. E você pode fazer isso. Graças a Deus que você pode sempre pense como espírita. Antes de reclamar, pensa como espírita. Antes de qualquer ilação negativa, pense como espírita e mude a estratosfera dos nossos pensamentos. Para encerrar, eu gostaria de perguntar, o senhor já disse hoje a sua esposa: "Eu te amo?" Puxa vida, ninguém. Não, eu quero saber os senhores já dis. Ai, graças a Deus. aqui. Salvou 1 2 3 4. Olha que coisa boa. E a senhora já disse hoje ao seu marido: "Eu te amo". Já disse: "Que bom?" Mas só duas, três. Ohô Jesus, eu queria que todo mundo levantasse os braços. É importante que vocês digam dentro do lar, aliás, quando a gente casa, a gente constrói uma casa ou um apartamento. O lar é feito depois com a convivência que vai igual como faz o João de Barros. Lê a história do João de Barros para você ver que coisa linda que é a construção do lar. Então, quem constrói o lar é a esposa, é o marido. Então, não se esqueça de acordar e dizer: "Bom dia, meu bem". "Bom dia, querida. Eu te amo". Essa palavra, apesar de tá muito corriqueiramente dita, ela tem uma

constrói o lar é a esposa, é o marido. Então, não se esqueça de acordar e dizer: "Bom dia, meu bem". "Bom dia, querida. Eu te amo". Essa palavra, apesar de tá muito corriqueiramente dita, ela tem uma vibração específica. E quando você fala dentro do lar, "Eu te amo", bate na parede e fica. Aí com o passar dos dias as paredes ficam impregnadas e quando uma pessoa sensitiva entra na casa, sente o clima de lar que existe. Se você disse a sua esposa, a senhora disse ao seu marido, os dois juntos digam aos filhos: "Oi, meu filho, eu te amo, minha filha, eu já disse para você hoje, eu te amo. Eu te amo. repita sempre, principalmente dentro de casa, para que as paredes fiquem felizes e me convidem para ir até lá. Eu adoro casa feliz, a gente vai ficar feliz também. Vamos fazer, vamos fazer o esforço para a felicidade. Reencarnação é oportunidade, é bênção. Trago versos dentro da alma, como o sol traz luz em si. Eu vivo a vida cantando, porque poeta nasci. Ouço cachoeiras rolando das alturas dos meus sonhos em dias claros, risonhos de luminosa beleza. Nesse plano eterizado, quando eu penso estar pensando, estou com a alma escutando a prece da natureza. Há no meu peito cascatas vibrando ternas sonatas no teclado das estrelas. E embora grandes distâncias, seja noite ou seja dia, com as lunetas da poesia, eu sempre consigo vê-las. Há no meu peito um garimpo de cristais e diamantes. E eu mesmo sou garimpeira que só procura brilhante que tem a cor de alvorada. Pedra com jaça ou defeito no garimpo do meu peito não quero seja encontrada. Naágaras Paulo Afonso, sete quedas Iguaçus, cataratando os meus sonhos a quedas d'águas a flus. Fontes líricas serenas, bandos de lindas falenas, dando mil cores ao dia. Jardim suspenso nos ares e outras notas singulares. Faz-me conhecer a poesia. Por tanta luz que vislumbro, pela aventura que tenho, por tanta paz que desfruto, sem que tais bênção mereça, eu não sei como agradeça a glória que Deus me deu. Sim, meu Pai, me sinto mudo porque vós me deste tudo, o dom de viver

pela aventura que tenho, por tanta paz que desfruto, sem que tais bênção mereça, eu não sei como agradeça a glória que Deus me deu. Sim, meu Pai, me sinto mudo porque vós me deste tudo, o dom de viver na terra com os olhos fitos nos céus. Muito obrigada pela atenção. Muito obrigado mais uma vez pela presença entre nós, Diana Guimarães, que assim está fechando o ciclo de palestras deste grande encontro. Senhoras e senhores, nos encaminhamos para o encerramento do 14º Seminário Espírita Catarinense com o tema Caminho para Deus, realização do Secal neste sábado 5 de julho de 2025, assinando mais uma página e para evolução e adiantamento aos olhos de Deus nas instruções do nosso guia e mestre Jesus para somar junto à espiritualidade benfeitora, vidas melhores nas dimensões física e espiritual. E neste momento chamamos aqui o senor Valimar Silveira, vice-presidente do SECAL, para anunciar o encerramento destas atividades e deste evento. Boa noite a todos. Hoje tivemos uma viagem. Viajamos pela manhã, à tarde e chegou à noite. A noite chega de forma diferente, porque a noite chega com a energia que foi captada durante a viagem. uma viagem onde os nossos convidados, muito mais que convidados, mas irmãos, pois sabemos que todos nós somos irmãos, mas aqueles que se colocaram à disposição para fazer essa viagem conosco. Nós não estamos aqui para encerrar um evento. Nós estamos aqui para dizer que esse evento continue em cada um que aqui esteve. Não podemos deixar de perceber que o caminho para Deus começou há muito tempo. Não nessa existência, pois sabemos que ela é apenas uma dentre muitas, sempre na busca do caminho para Deus. Sabemos que temos os encarnados, mas muitos na erraticidade continuam procurando caminho para Deus e eles estão presentes. E nós felizes com essa festa, porque muitos são os chamados. Muitos são chamados. Vocês aceitaram o convite. Nós ficamos muito felizes pela presença de todos. Sabemos que aqui tem trabalhadores, trabalhadores espirituais. Temos trabalhadores que são

s chamados. Muitos são chamados. Vocês aceitaram o convite. Nós ficamos muito felizes pela presença de todos. Sabemos que aqui tem trabalhadores, trabalhadores espirituais. Temos trabalhadores que são aqueles que permitiram que esse evento pudesse acontecer. Esta casa acolheu a todos. Certamente essa casa estava preparada para acolhê-los. E vocês certamente perceberam o quanto ela estava preparada. Não começou ontem, começou há muito tempo. Ficamos felizes com a presença de todos. Ficaremos felizes com novos encontros, certamente com a permissão da espiritualidade que nos atende, que nos atende sempre, com a percepção de que nós somos pequenos diante de um inverso espiritual tão glamoroso, tão rico, tão poderoso, que possamos levar nosso pensamento a Deus, a Jesus, a esse mestre, esse mestre que é o nosso irmão, não é um irmão qualquer, é aquele irmão que sabemos que podemos contar, aquele irmão que sabe que nós precisamos dele. E quando nós percebemos essa presença, sabemos que essa presença é importante para o nosso crescimento, é fundamental que continuemos. Então, esse evento não acaba hoje. Esse evento continua. Pedimos que ele continue em cada um de vocês, que hoje esse evento seja apenas um exemplo que vocês possam ter de uma continuidade não só de um corpo físico necessitado, mas de um espírito que precisa na sua evolução. Agradecemos mais uma vez e que possamos em breve estarmos juntos. O SECAL agradece os que compareceram prestigiando este trabalho, os de Florianópolis, de São José, de Palhoça, de Biguaçu, de Santo Amaro da Imperatriz, de Antônio Carlos, de Governador Celso Ramos e toda a região metropolitana, os que vieram de outras cidades. O SECAL agradece aos internautas por interagirem via TV Secal no YouTube, Instagram, Facebook, Telegram e aos parceiros de mídias sociais na transmissão Web Rádio Fraternidade e GES Instituto Goiano de Estudos Espíritas, PEC TV de Santa Catarina, 14ª UR Florianópolis, EM Espiritismo e Mediunidade, a Rádio Portal da Luz e a RAI TV.

ciais na transmissão Web Rádio Fraternidade e GES Instituto Goiano de Estudos Espíritas, PEC TV de Santa Catarina, 14ª UR Florianópolis, EM Espiritismo e Mediunidade, a Rádio Portal da Luz e a RAI TV. O Secal agradece aos músicos harmonizadores, Simone e Crema e seus músicos, ao Dedé, aos palestrantes CM M, Raul Teixeira, Ana Guimarães, Luís Alberto Silveira, a todos os voluntários, aos responsáveis e técnicos de som e imagens. A todos muito obrigado. Obrigado pelo atencioso, dedicado e lindo trabalho, maravilhoso, dignificante. E para encerrar nossas atividades, convidamos para a prece final e encerramento, o palestrante, professor Raul Teixeira. Vamos orar. Mestre, nossa estrela, estamos felizes com a sua presença. Mestre, muito obrigado por sua confiança em nós. Obrigado, sol das nossas vidas. Queremos tuas bênçãos para nossas famílias, pelos nossos amigos. bênçãos por essa cidade, regiões, esse estado de Santa Catarina. Mestre, abençoe o Brasil, abençoe o mundo inteiro, Jesus. Todos precisamos descobrir o seu caminho para Deus. Muito obrigado, Jesus de Nazaré. Muito obrigado, Ismael. Obrigado, benfeitores da Federação Catarinense. Muito obrigado. Muito obrigado, Jesus. Assim seja. Assim seja. Obrigado. Obrigado. Muito lou. Obrigado, Raul Teixeira. Está neste momento encerrado o 14º Seminário Espírita Catarinense com o tema Caminho para Deus, realização do Secal. Fiquem com Deus e até o próximo evento.

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