#04 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos
"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos" Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que est...
Olá, queridos amigos. Muito boa noite. Sejam todos muito bem-vindos a esse abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo, um programa de estudo continuado de iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. Nós estamos estudando o livro seis, Atos dos Apóstolos. Vamos, é um convite para estudarmos o evangelho de Jesus e interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. Então, vamos dar boa noite, boas-vindas aos queridos que já se encontram na nossa sala de estudo, a Marlene Taques, Márcia Coelho, Dalva Bastos, lá de Cuiabá, seja bem-vinda. Gisele Teresa Baralde que tá sempre conosco também. Carlinhos Taiano, o José Mar Alves, Nilsete Perez, o Jairo Roberto que é um amigão lá de Uberlândia, Audília Valesei, sejam todos muito bem-vindos ao nosso estudo de hoje. Para dar esta continuidade, vou convidar a Marlúci para fazer a nossa leitura de harmonização e a nossa prece. de abertura. Oi, Marlú, seja bem-vinda, minha ami Janense. Amigos, alegria sempre muito grande estarmos juntos, né, ouvindo sobre Jesus. E hoje então vai ser um dia especial. Mas vamos então à nossa leitura de harmonização na fala, nos comentários de Emanuel. A a nossa leitura está no livro Palavras de Vida Eterna, pelo Espírito Emanuel, no capítulo 29, intitula-se No estudo da salvação. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se encontravam em salvação. está em Atos, capítulo 2, versículo 47. E comenta Emanuel: "A expressão fraseógica do texto varia por vezes acentuando que o Senhor acrescentava à comunidade apostólica todos aqueles que estavam se salvando ou que iam salvar, que se iam salvar. De qualquer modo, porém, a notícia serve de base a importante estudo da salvação. Muita gente acredita que salvar-se será livrar-se de todos os riscos na conquista da suprema tranquilidade. Entretanto, vemos o Cristo apartando as almas em processo de salvação para testemunho incessante no sacrifício. Muitos daqueles que foram acrescentados ao serviço da igreja
a da suprema tranquilidade. Entretanto, vemos o Cristo apartando as almas em processo de salvação para testemunho incessante no sacrifício. Muitos daqueles que foram acrescentados ao serviço da igreja nascente conheceram aflição e martírio, lapidação e morte. Designados por Jesus para a obra divina, não se forraram à dor. Mãos calejadas emo designados por Jesus para a obra divina não se forraram à dor. Mãos calejadas no duro trabalho conheceram sarcasmos sóes e vigílias atrozes. encontraram no exelso amigo não apenas o benfeitor que lhes garantia a segurança, mas também o mestre ativo que lhes oferecia a lição em troca do conhecimento e a luta como preço da paz. É que salvar não será situar alguém na redoma da preguiça, à distância do suor, na marcha evolutiva, tanto quanto triunfar não significa deserção do combate. ante o ensinamento do próprio Cristo que não isentou a si mesmo do selo infamante da cruz. Salvar é sobretudo regenerar, instruir, educar e aperfeiçoar para a vida eterna. Então, meus amigos, diante dos comentários de Emanuel, busquemos a nossa salvação, dizendo assim: "Mestre querido, há quantos séculos, Senhor, já temos a informação, já temos as notícias da boa nova, do que precisamos fazer para nos salvar, salvar a nós mesmos, mas salvar de nós mesmos, das nossas pequenezes, das nossas dificuldades, dos nossos vícios, das nossas intemperanças. É disso que precisamos nos salvar. E para isso, Senhor, rogamos a Ti força, a coragem, a determinação para renovar os nossos conceitos, para reativar as nossas boas intenções. Rogamos a ti, Senhor, que nos dê a paciência para continuar perseverando em nossa própria reforma íntima, em nossa própria renovação interior, considerando, Senhor, a transição planetária, a transição do mundo, mas principalmente a transição do nosso mundo íntimo. Com isso, Senhor, estabelecendo em nós mesmos a oportunidade que estamos tendo nesta reencarnação de nos renovar, aperfeiçoar, de fazer o bom combate à luta íntima de cada dia da nossa
o mundo íntimo. Com isso, Senhor, estabelecendo em nós mesmos a oportunidade que estamos tendo nesta reencarnação de nos renovar, aperfeiçoar, de fazer o bom combate à luta íntima de cada dia da nossa existência. Abençoa, portanto, Senhor, os nossos bons propósitos. Ajuda-nos a perseverar. na nossa revolução interior, a fim de que aqueles que convivem conosco nos dois planos da vida possam igualmente beneficiar-se da nossa salvação. O nosso intuito, Senhor, é buscar a nossa própria melhoria íntima através do esforço que devemos fazer para domar as nossas más inclinações, conforme assevera o nosso evangelho segundo o Espiritismo. Obrigado, Senhor, por esses momentos de luz que temos em todos os dias da nossa vida, através das bênçãos ou das lições que nos chegam. Gratidão aos amigos espirituais por trazerem sempre a mensagem amiga que acolhe, esclarece e orienta. Ajuda-nos, mestre querido, a sermos melhores pessoas a cada dia dentro de casa, no trânsito, no trabalho profissional, na convivência da casa espírita, em qualquer lugar desta grande seara. que é a vinha do Senhor. Ajuda-nos, pois, Senhor, a estarmos contigo, buscando seguir os teus passos, apesar das nossas fragilidades e limitações, mas em essência nós somos luz e em essência regidos pelo Deus. Obrigado, mestre. abençoa a quantos estão sintonizados conosco nesse instante, porque irão sintonizar-se. Abençoa os nossos familiares que convivem diuturnamente com as nossas dificuldades, com as nossas a nossa impaciência, com a nossa irreverência. Mas aqui estamos, Senhor, de braços abertos, de coração aberto, para que possamos colocar em prática as os teus ensinamentos, buscando não apenas conhecer, não apenas meditar e sentir, mas sobretudo, Senhor, vivenciar de uma vez por todas ti há mais de 2000 anos. Gratidão, Senhor, por não desistir de nós. Gratidão por estar sempre conosco, nos amparando, incentivando, alertando, dando-nos a força que precisamos para finalmente colocar o reino de Deus que está dentro de nós, mas trazê-lo de
stir de nós. Gratidão por estar sempre conosco, nos amparando, incentivando, alertando, dando-nos a força que precisamos para finalmente colocar o reino de Deus que está dentro de nós, mas trazê-lo de dentro para fora para que sejamos finalmente felizes. Muito obrigada, senhor. Que linda prece. Ai, obrigada, viu, Marlci, querida. Então, eh, estamos aqui com o Roberto, a Gisele, Gisela Pizarro, a Maria Paula, o Roberto Suma, eh, o Roberto Messias, a Leia Costa, Tânia Luz, Carlos Santos, a Maria de Luges Finote também, grande amiga lá de Uberlândia, Marcela Steves, lá da Argentina, todos sejam muito bem-vindo, Marcela. a Maria de Ludes, a Damares, a Silvia, Geralda Martins, a Marlene Tax, que tá sempre conosco, nos ajudando a e vibrando conosco. Bom, nós estamos vendo a parte um, né, do livro seis, que é a igreja de Jerusalém. Eh, a Marlúci vai despedir também porque ela tem um compromisso agora, né, Marlúci? Exatamente. Então, ela está liberada por hoje, tá, Marlúcia? Vamos sentir só. Bom trabalho. Isso. Um bom estudo. Vou sentir falta, mas estou em outra tarefa também. Com certeza, Marlúci. Obrigada. Então, eh, estamos vendo o tema um do livro seis, Atos dos Apóstolos, o perdão, a parte estamos na parte um, a igreja de Jerusalém e estamos no tema quatro, que é que as primeiras convenções conversões à primeira comunidade cristã. Está em Atos, capítulo 2, versículos de 37 a 47. E como Mar Lúci muito bem falou, que possamos trazer todos esses ensinamentos que a gente já sabe, que a gente já tem, todas essas receitas maravilhosas já estão todas aí para a nossa vivência, né? O evangelho tem que ser vivenciado todos os minutos, segundos de nossas vidas e existência. Então, para dar continuidade ao nosso estudo de hoje e também falando que estamos transmitindo pela FEB Oficial e pelo Facebook, pelo Facebook, pela FEB TV e pelo YouTube, pela FEB Lives. Então, temos três canais da FEB à disposição. Então, queridos, vamos convidar os nossos facilitadores de hoje, que é o casal Rabelo, a Carmen
pelo Facebook, pela FEB TV e pelo YouTube, pela FEB Lives. Então, temos três canais da FEB à disposição. Então, queridos, vamos convidar os nossos facilitadores de hoje, que é o casal Rabelo, a Carmen Rabelo e o Olá, tudo bem? Tudo bem, Carmen, seu Rabelo, boa noite. Tudo bem, graças a Deus, tranquilo, tudo em paz. Ficamos felizes hoje. Ficamos feliz de estar. Ficou melhor assim, Carmen. E se o seu rabiro chegar um pouquinho? Ficamos felizes de estarmos mais uma vez aqui com todos os nossos irmãos. Com certeza. Car, o tema de hoje requer de nós um pouquinho de observação quanto ao nosso estudo desse livro sexto, o Os Atos dos Apóstolos. Que maravilha de livro. E no agradecimento, nas primeiras páginas de agradecimento, tem a a ao nosso mentor Francisco Leite de Bitencur Sampaio, orientador do programa, tem um agradecimento muito grande a esse espírito nobre. E observamos que o tema é dividido em os Atos dos Apóstolos de 1 a 28 capítulos, considerações gerais, roteiro de estudo. E alguns teólogos, eles dividiram o livro Atos dos Apóstolos em duas partes. Primeiro, Atos de Pedro, que vai do capítulo 1 a 12. E o segundo Atos de Paulo do capítulo 13 a 28. Outros teólogos, no entanto, dividem quatro. Aí eles estudam o capítulo 1 a 7, testemunho da palavra em Jerusalém. É o que nós estamos estudando esses dias. Dois, capítulo 8 a 15, o testemunho da palavra aos gentios. O terceiro, o o capítulo 16 a 20, as viagens de Paulo e fundações das comunidades cristãs entre os gentios. E a quarta e última estudo os capítulos 21 a 28, que é o processo de Paulo em Jerusalém e em Roma. O professor Severguino, que apresentou o estudo para nós no primeiro momento, ele faz outro estudo, fala de outros vultos do cristianismo nascente e utiliza da geografia e da história dos locais onde os fatos aconteceram, começando pelo cenáculo até chegar em Roma com a decaptação do nosso Paulo. Hoje nós estamos estudando o tema quatro. Esse tema quatro ele vai estudar os Atos capítulo 2, 37 a 47. Terminando essa primeira parte do
o cenáculo até chegar em Roma com a decaptação do nosso Paulo. Hoje nós estamos estudando o tema quatro. Esse tema quatro ele vai estudar os Atos capítulo 2, 37 a 47. Terminando essa primeira parte do estudo, onde Jesus Cristo aparece aos apóstolos e permanece ali por 40 dias eh no cenáculo que acontece muitos fenômenos mediúnicos, inclusive o Pentecoste que todos nós conhecemos. E hoje nós estamos estudando aí as primeiras conversões e a primeira comunidade cristã, a criação da primeira comunidade cristã. O seguinte, meu irmão, nós vamos, nós colocamos aí, ficou muito bem. E em primícias do reino, nós vamos encontrar um estudo que fala que Pedro era inspirado. Quando ele inspirado, quer dizer, sobre o fenômeno mediúnico, mediunizado, ele exalta o nome de Jesus. Ele explica as causas e consequências de sua doutrina. Eh, Pedro transmite explicações a respeito da missão e os ensinamentos do Evangelho, resultando na conversão de inúmeros judeus presentes à reunião. Então, os judeus na que estavam ali presente ficaram realmente convencidos e foram convertidos. foi o número mais do que suficiente para fundar em Jerusalém a primeira igreja cristã da humanidade. E a partir daquele momento, inicia-se a missão apostólica de Jesus aqui na terra. O seguinte, minha com o tesouro dos seus exemplos, das suas palavras, o mestre deixa a sua mensagem que é a boa nova. Jesus, que foi a manifestação do amor de Deus e personificada e a personificação de sua bondade infinita, ele deixa ali registrado. E interessante que segundo Lucas que os os convertidos entenderam que Preda estava com a verdade e humildemente pede que lhes indique o caminho que deveriam seguir dali por diante. Isto está no versículo 37 do capítulo que estamos estudando, que é o dois. E o o apóstolo responde-lhes: Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados. Então, recebereis o dom do Espírito Santo. E nós vamos estudar essa questão desse batismo, essa questão do Espírito Santo
de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados. Então, recebereis o dom do Espírito Santo. E nós vamos estudar essa questão desse batismo, essa questão do Espírito Santo e a questão dos pecados que nós vamos estudar na noite de hoje. O próximo, irmão. Então, nós ficamos aí. Buscai em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Tá em Mateus, capítulo 6, versículo 33. Então, nós levamos para nossa reflexão o que é o reino de Deus, o que é o Espírito Santo? E nesse livro Luz Acima do nosso querido Emanuel, nós vamos ver no capítulo 46 a revolução cristã, que nós vamos agora passo a passo dando sequência. O próximo, irmão, então tá aí. Buscai o reino de Deus. E diz o seguinte: "Toda falta cometida, todo mal realizado, é uma dívida contraída que deverá ser paga. Se não for em uma existência, seuará na seguinte: porque todas as existências são solidárias entre si. Aquele que se quita numa existência não terá necessidade de pagar uma segunda vez. Como o reino de Deus se estabelecerá na terra? Vamos fazer o nosso percurso nesse nível. Seguinte, minha irmã. Eh, passa novamente a outra. É isso. Muito bom. Isso acontece lá na Terra quando nós observarmos esses três momentos em nossas vidas. Por isso nós colocamos pensar, refletir e responder. A importância do arrependimento. Fizemos, fizemos uma falta, estivemos em situação delicada, então há maneira de arrepender. Mas só o arrependimento não serve. Temos que espiar. E depois dessa expiação é que nós vamos fazer a reparação. Para isso, trouxemos o capítulo sete do Código Penal da Vida Futura do livro dos Médiuns, através de Allan Kardec. E é o rabelo que vai nos conduzir neste momento. Nós estamos eh todos empenhados, todos nós com conhecimento da doutrina, do evangelho de Jesus. Todos nós, à medida que nos aprofundamos, vamos sentindo uma grande necessidade de avizinharmos dele e com ele. Então, muitas vezes a gente comete erros, imprudência, equívocos, mas há
gelho de Jesus. Todos nós, à medida que nos aprofundamos, vamos sentindo uma grande necessidade de avizinharmos dele e com ele. Então, muitas vezes a gente comete erros, imprudência, equívocos, mas há alguma coisa dentro de nós que nos chama para seguir as suas pegadas. E nós olhamos muitas vezes com tristeza olhar para dentro e ver que cometemos ainda alguns pequenos ou grandes equívocos. O nosso Santo Agostinho no livro dos espíritos, questão 919, ele diz que todas as noites, antes de dormir ele faz um exame de consciência. examine o seu dia, o que fez, os erros que porventura cometeu e assume o compromisso de não repetir os erros. Então é um processo, é uma linha de comportamento que ele nos deixa para nossa observação e se for o caso, para o nosso acompanhamento. Logo, o arrependimento, eh, ele passa a ser um anseio da alma quando cometemos um erro. os valores novos que já estão dentro de nós nos convida a corrigir os não repeti-los, até porque o nosso desejo é de sermos os homens novos, trabalhando para a luz e para o bem. O arrependimento é o primeiro passo de corrigir o equívoco, de eh estabelecer meios de não repeti-los. E aqui vem, nós sabemos, numa escala natural, quando a gente se arrepende, vem o desejo de espiar. O que que é isso? consiste nos sofrimentos físicos e morais, que são as consequências da falta cometida, seja na vida atual, seja na vida espiritual, após aborque ou ainda na nova existência corpórea, até que os últimos vestígios da falta tenham desaparecido. Então, a justiça divina é tão perfeita que nos dá sempre o livre arbítrio e o desejo de tomar essas decisões. Quando arrependemos, queremos corrigir o erro. Então, é a expiação. Aquilo incomoda, incomoda e a gente começa a trabalhar para corrigir o equívoco. E depois vem a reparação. Como é que eu vou reparar a coisa que eu fiz, que eu prejudiquei alguém ou algo parecido? O que que é reparação? É fazer o bem a quem se havia feito o mal. Quem não repara seus erros nesta vida por fraqueza ou má vontade, achassear numa
e eu fiz, que eu prejudiquei alguém ou algo parecido? O que que é reparação? É fazer o bem a quem se havia feito o mal. Quem não repara seus erros nesta vida por fraqueza ou má vontade, achassear numa existência posterior em contato com as mesmas pessoas a quem prejudicou em condições voluntariamente escolhidas, de modo a demonstrar-les o seu devotamento e fazer-lhe tanto bem quanto o mal lhe tinha feito. É muito comum a gente observar no cotidiano das famílias, de repente um anjo bom. É aquela criatura da família que não necessariamente é o pai ou não necessariamente é mãe, mas é um ser que faz parte da família, que tem um pendão e o pendor de ajudar as pessoas a caminhar paraa frente, acordar. aquele que na hora da dificuldade abre os olhos, convida, pede a ponderação. Então essa escala é a maneira da gente limpar a folha da nossa vida, o exercício da nossa caminhada, a nossa rotina. E estabelecendo isso, nós chegaremos no mundo espiritual sem essas marcas e vamos poder ir cumprindo e recebendo da espiritualidade oportunidades novas de crescimento. É importante, portanto, que a gente estabeleça como regra esta orientação de Santo Agostinho. examina, reconhece o equívoco, arrepende-se, eh começa a trabalhar para espiá-la e, finalmente a a preparação para que nós avancemos no trabalho da regeneração. É o nosso amigo, na nossa família, né? Porque muitas vezes nós temos na família pessoas muito queridas que eventualmente nos trazem problemas. Por quê? Porque traz essas marcas. E nós precisamos aproveitar enquanto estamos aqui para reharmonizarmos com eles e limpar a consciência para seguir em frente e para seguir em paz. O próximo, meu irmão. Muito bem. Então agora nós vamos na questão do batismo e essa questão do Espírito Santo que falamos há pouco. Então naqueles dias apareceu João, esse é o João Batista pregando no deserto da Judeia e dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus. E eram por eles batizados no rio Jordão, confessando seus pecados. E aí eles e eu em verdade vos
oão Batista pregando no deserto da Judeia e dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus. E eram por eles batizados no rio Jordão, confessando seus pecados. E aí eles e eu em verdade vos batizo com água para o arrependimento. Mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu. Não sou digno de levar as suas sandálias. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo. Isso dizia João Batista, aquelas pessoas que ele batizava. Então, batizar-se em nome de Jesus é aceitar-lhe os ensinamentos e viver de conformidade com eles, com os ensinamentos. É assumir a responsabilidade, é vestir a camisa, como diz hoje os nossos jovens. O batismo do fogo e do Espírito Santo. Esses seriam utilizados por Jesus conforme o testemunho do precursor. E é nessas condições o batismo do fogo e do Espírito Santo que são que trazido por Jesus está polos rituais e manifestações de culto externo, porque é de origem divina e independe da vontade humana. E é esse que nós consideramos o seguinte, meu irmão. Aí pelo batismo do fogo, a alma se depara com os desafios existenciais. é a questão aí do reconhecer o erro e de vir para repará-lo e as provas e as expiações de cada reencarnação nossa. Então, esse batismo de fogo são as várias vezes que teremos oportunidade de vir aqui à terra e darmos o testemunho. Se já aprendemos, seremos aprovados na prova. Ou então, se somos ainda muito remitentes, passaremos pela questão expiatória. Então, a alma, nós vamos encontrar lá na seara do Mestre de Vinícius os três batismos, o da água, do fogo e do Espírito Santo. E ele disse que o a alma que enverga a libre de carne é lançada na liça, quer dizer, no campo de batalha na terra. Ela tem que porfiar para se afazer, para se afazer ao meio. Tem que prever todas as necessidades reclamadas pela matéria e a elas prover. É por isso que nós temos que trabalhar, por isso que nós temos necessidade de usar o suor do rosto. Tem de suportar a bagagem que traz do passado, o conhecimento que trouxemos e as dores que também estão
or isso que nós temos que trabalhar, por isso que nós temos necessidade de usar o suor do rosto. Tem de suportar a bagagem que traz do passado, o conhecimento que trouxemos e as dores que também estão junto a nós, a qual a qual forma o seu ambiente interior. Tem de arcar com as contingências próprias deste mundo, tais como a ilusão dos sentidos. a enfermidade, as ingratidões, a injustiça, a inveja, o ciúme, as perseguições, as rivalidades, a separação de entes queridos e, finalmente, a morte, que no dizer de São Paulo é o derradeiro inimigo a vencer. Isso fala nos Vinícius. E ele diz ainda: "A dor, portanto, sob múltiplas modalidades, constitui o batismo do fogo, de cuja ação ninguém escapa e cuja aplicação independe do concurso humano." Então, foi por isso que o Rabela apresentou primeiro a questão da justiça divina para poder nós entendermos como seria esse batismo do fogo. O próximo, irmão, vamos ver se vai sair o Não. Ah, é outro. É isso. Muito obrigada. Esse ró é maravilhoso. A expressão, a expressão Espírito Santo usual nos textos neotestamentários, assim como sinônimas, Espírito de Deus, espírito do Senhor, espírito do Cristo, espírito da verdade ou o consolador, que é o Espírito Santo, são referência a Jesus Cristo, o Messias ou mensageiro de Deus. Todas essas denominações, nós estamos falando do mestre. Eh, e aqui nós temos nessas condições o batismo do fogo e o do Espírito Santo, trazidos por Jesus, extrapolos rituais e manifestações de culto externo, porque é de origem divina, independe da vontade humana. Na sua aplicação, os homens não podem perir. Trata-se de fenômenos regulados pelas leis divinas, leis naturais que tudo rege no universo. Nesse setor é defeso ao homem penetrar e interfir. É segundo o nosso Vinícius repetindo o seguinte, meu irmão. o batismo pelo Espírito Santo. Nós temos aí inclusive essa pomba, esse fogo para representar bastante o que nós estamos falando. Eh, isso foi aconteceu em Pentecoste e refere-se à manifestação do espírito por meio das faculdades
o. Nós temos aí inclusive essa pomba, esse fogo para representar bastante o que nós estamos falando. Eh, isso foi aconteceu em Pentecoste e refere-se à manifestação do espírito por meio das faculdades mediúnicas que é inerente ao ser humano. inspirada explicação que o apóstolo Pedro forneceu aos circunstantes a respeito dos múltiplos fenômenos mediúnicos que aconteceram sob a geração do Cristo invisível, mas não ausente, conduzindo inúmeras pessoas ao arrependimento e à conversão. Então ele dizia mesmo medionizado, que o Cristo está na eh estava invisível, mas não ausente aquele momento de Pentecostes, quando todos, apesar dos discípulos falarem a língua deles, todos ouviam o seu idioma natal. E em síntese, só para terminar a questão do batismo do fogo, o ser humano reajusta-se e se eleve espiritualmente por meio das provações existenciais que refletem a justiça divina. O batismo pelo pelo Espírito Santo indica a manifestação da misericórdia de Deus, que pela mediunidade permite que a mensagem do amor imortal seja difundida em todos os quadrantes do planeta. E continuamos até hoje na nossa questão mediúnica, recebendo tantas maravilhas dos céus, tantos conhecimentos que nos chegam através da medita oportunidade da mediunidade. Seguinte, meu irmão. Muito bem. A primeira comunidade cristã. Então, nós falamos sobre o batismo, fizemos a reflexão de como nós vamos conseguir o reino dos céus estar em nós. E agora nós vamos à primeira comunidade cristã. Como é que isso foi criado? Nós vamos inicialmente ler os versículos 42 a 47 do capítulo 2. Diz o seguinte: Eles mostravam-se assidos ao ensinamento dos apóstolos, a comunhão fraterna, a fração do pão e as orações. Aquilo que Pedro ia falando, eles bebiam. e se alimentavam daquilo como ensinamento divino. Apossava-se de todos o temor, pois numeroso eram os prodígios e sinais que se realizavam por meio dos apóstolos. Todos que tinham abraçado a fé reuniam-se e punham tudo em comum. vendiam suas propriedades e bens e dividiam-nos, dividiam entre todos,
os prodígios e sinais que se realizavam por meio dos apóstolos. Todos que tinham abraçado a fé reuniam-se e punham tudo em comum. vendiam suas propriedades e bens e dividiam-nos, dividiam entre todos, segundo as necessidades de cada um. Dia após dia, unânimes, mostravam-se aciddos no templo e partiu o pão pelas casas, tomando alimento com alegria e simplicidade coração. Louvavam a Deus e gozavam da simpatia de todo o povo. E o Senhor acrescentava cada dia ao seu número os que seriam salvos. Então, foi um momento de muita alegria, um momento de muita eh demonstração, de amorosidade, de confiança e de fé, porque os fenômenos mediúnicos aconteciam-se normalmente, naturalmente. Então, vamos estudar como é que eram essas comunidades e como é que elas foram aparecendo. O próximo nós vamos encontrar em Emanuel eh a mensagem que diz o seguinte: Edificante a investigação, o estudo acerca do cristianismo nos primeiros tempos de sua história. ficante lembrar as apagadas figuras de pescadores humildes, grosseiros e causa analfabetos a enfrentarem o extraordinário e secular edifício erguido pelos triunfos romanos, objetivando a sua reforma integral, afrontando a morte em todos os caminhos, reconheceram em breve que inúmeros espíritos oprimidos os aguardavam e com ele se transformavam em anunciadores da causa do divino mestre. A história da igreja cristã, nos seus primitivos séculos, está cheia de heroísmo santificantes e de redentoras abnegações, a começar pelo circulo romano. E mesmo no em Jerusalém, muitos sofreram. Então eles agora erguem a casa do caminho próximo, meu irmão. Erguem, erguem a casa do caminho. E ali vivia em base totalmente o evangelho de Jesus. viviam a verdadeiro cristianismo. As verdades ali eram ditas, o coração transmitia amor e ainda usavam. Irmãos, nada perece. Jesus Cristo é o vencedor do mal. sedes os vencedores da impiedade, conclamando todos para a salvação. Mas tivemos problemas e nós vamos encontrar no Evangelho Segundo Espiritismo, onde as bases sobre as
us Cristo é o vencedor do mal. sedes os vencedores da impiedade, conclamando todos para a salvação. Mas tivemos problemas e nós vamos encontrar no Evangelho Segundo Espiritismo, onde as bases sobre as quais foram erguida a casa do caminho serão retomadas durante a era da regeneração da humanidade terrestre. O espiritismo ocupará um espaço de destaque nessa época, esclarecendo e divulgando ensinamentos imortais do evangelho à luz da terra assassinada. Assim é importante estarmos atentos a esta mensagem do espírito da da verdade. Kardec nos convocando aqui. Sinto-me tomado de muita compaixão pelas vossas misérias. pela vossa imensa fraqueza, para não deixar de estender a mão em socorro aos infelizes transviados, que vem do céu, cai nos abismos do erro. Crede, amai, meditai sobre as coisas que vos são reveladas. Não mistureis o joio com a boa semente, as utopias com as verdades. E ele deixa a frase importantíssima para nós. Espíritas, amai-vos. Este o primeiro ensinamento, instruí-vos. Este o segundo está lá no Evangelho Segundo Espiritismo. E nós temos agora os versículos 42 a 45. Esses dois versículos estão contido, descreve como era a vida comunitária da casa do caminho, que a rigor não apresentava ainda uma organização típica de igreja, tal como entendemos atualmente. Os cristãos viviam em comunhão fraterna, aprendiam com os apóstolos ensinamento do evangelho, compartilhavam as reflexições simples e se dedicava à oração. Isso nós vamos ver nos versículos 42 e e 43. Os apóstolos intermediavam os fenômenos mediúnicos, nem sempre devidamente compreendidos pela comunidade, que está no versículo 43. Então, a primeira comunidade cristã é uma estrutura social em que tudo pertencia a todos, tendo com base os ensinamentos de Jesus, porém fora dos pardões existentes. Dessa forma, os bens materiais individuais, como propriedade e outros, eram vendidos e partilhado entre si. Aí nós temos nos versículos 44 e 45, todos que tinham abraçado a fé reuniam-se e punham tudo em comum.
a, os bens materiais individuais, como propriedade e outros, eram vendidos e partilhado entre si. Aí nós temos nos versículos 44 e 45, todos que tinham abraçado a fé reuniam-se e punham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e bens e dividiam-nos entre todos, segundo as necessidades de cada um. É importante entender o sentido da comunhão de bens que moldou a estrutura social da igreja cristã de Jerusalém daquela época, o que às vezes não é interpretado hoje em dia como essa comunhão de bênção. Era e deverá ser implantada na terra. E aí nós vamos ter o próximo, irmão. Aí nós vamos ter os enênios. Onde eles aprenderam isso? Eles aprenderam com os enênios. Não sei se os irmãos conhecem o livro A grande espera. Eu acho que acho que não sai aqui. Deixa eu ver. Tem que levantar um pouco. É, eu acho que fica difícil para eu apresentar o livro, mas quem não leu ainda, por favor, leia. Lindíssimo livro A Grande Espera, é de Orips Banuf, psicografado por Corina Novelino, que é uma parenta doípedes. Então, ele fala sobre osênios e fala que ele esteve por lá. Então, era uma seita judia fundada por volta do ano 150 antes de Jesus Cristo, ao tempo dos Macabeus, e cujos membros, habitando uma espécie de mosteiro, formavam entre si um tipo de associação moral e religiosa. Distinguia-se pelos costumes brandos e pelas virtudes austeras. ensinava o amor a Deus e ao próximo, a imortalidade da alma e acreditava na ressurreição, não é reencarnação, na ressurreição. Viviam em celibato, condenva a escravidão e a guerra, punha em comunhão os seus bens e se entregavam à agricultura. Todos eles tinham tarefas, tinham trabalhos a executar. adotavam hábitos muito simples no vestuário e na alimentação. Passavam o dia cultivando as hortas e se aplicando a diversas atividades. Não precisavam muito de dinheiro, produzindo pelas próprias mãos o que o que lhes era mais necessário para viver. aprovavam o casamento, mas se abstinham dele. Observavam inecedíveis moralidade. Prometiam honrar a Deus, ser
dinheiro, produzindo pelas próprias mãos o que o que lhes era mais necessário para viver. aprovavam o casamento, mas se abstinham dele. Observavam inecedíveis moralidade. Prometiam honrar a Deus, ser justo para com todos os homens, não praticar o mal, promover o bem, ser fiéis uns para com os outros e, principalmente para com as autoridades. amar a verdade, desmascarar os mentirosos, guardar as mãos contra os furtos e conservar a consciência livre de negócios ilícitos. Então, foi tendo essa base, essa esse conhecimento que eles vão então eh eh construindo a igreja nos primeiros momentos. E o nosso querido Emânio faz uma reflexão. O próximo, o Emân faz uma reflexão, convida-nos a reflexão destacando a importância do conteúdo registrado em Atos, capítulo 2, versículo 42. a importância que lhe dá Emanu a esse versículo. Eles mostravam-se assídos ao ensinamento dos apóstolos, a comunhão fraterna, a fração do pão e as orações. Esse é o versículo 42 do capítulo 2 de Atos dos Apóstolos. E aí o benfeitor diz, o espírito benfeitor começa por nos perguntar: "Em que perseveras?" Em seguida, trazendo contexto histórico da era apostólica para uma análise atual, prosseguem suas pertinentes nações. Onde a coragem que revestia corações humildes? à frente dos leões do circo. Onde a fé que põe afirmações imortais na boca ferida dos mártires anônimos? Onde os sinais públicos das vozes celestiais? Onde os leprosos limpos e os cegos curados? As respostas lúcidas e consoladoras vem seguida, iluminando nos entendimento. E aí diz o próximo, irmão, e aí diz o nosso Emanuel, as oportunidades do Senhor continuam fluindo incessantemente sobre a terra. Será que temos aproveitado isso na nossa reflexão? A misericórdia do Pai não mudou. A providência divina é invariável em todos os tempos. lá fora aqui. Lá fora atend a atitude dos cristãos na atualidade, porém é muito diferente. Raríssimos perseveram na doutrina dos apóstolos, na comunhão com o evangelho, no espírito de fraternidade, nos serviços da fé
fora atend a atitude dos cristãos na atualidade, porém é muito diferente. Raríssimos perseveram na doutrina dos apóstolos, na comunhão com o evangelho, no espírito de fraternidade, nos serviços da fé viva. A maioria prefere os chamados pontos de vista. Comunga com o personalismo destruidor, fortalece a raiz do egoísmo e raciocina sem iluminação espiritual. A bondade do Senhor é constante e imperecível. Reparemos, pois em que direção somos perseverantes. Antes de aplaudir os mais afoitos, procuremos saber se estamos com a volubilidade dos homens ou com a imutabilidade do Cristo. é uma página, uma mensagem de que chama-nos a uma reflexão muito intensa, porque essa questão em que perseveras traz para nós interiormente uma análise dos nossos compromissos, compromisso que temos para conosco, para com o nosso próximo e para com Deus. nosso Pai, através do nosso mestre, Senhor Jesus, dizendo que a misericórdia do Pai não mudou, mas nós é que continuamos ainda remitentes com determinados pontos de vista que comunga com o personalismo destruídor. reflitamos, meus amigos. E diz ainda ele aí, a bondade do Senhor é constante e imperecível. E quando formos aplaudir qualquer ideias novas, qualquer movimento, observemos se nós estamos seguindo a volubilidade dos homens ou se estamos seguindo a imutabilidade do Cristo. É um estudo de bastante reflexão. O próximo, o próximo Robson, por favor. E aí nós vamos finalizando, levando a essa leitura, a essa reflexão e explicando realmente o que o nosso querido amigo benfeitor espiritual, dirigente patrono do Evangelho Rede Vivo, Bitencur Sampaio, nos fala através 10 do reformador de março de 1976. A mensagem recebida por Francisco Cândido Xavier, que é intitulada A obra do Evangelho. Vejamos que lindíssima mensagem, referindo-se a a revivência do cristianismo, é a esperança que aguarda o amanhã da civilização terrária, que os espíritas envolvidos no entendimento e divulgação do evangelho em espírito e verdade, estejamos sempre atentos às
ia do cristianismo, é a esperança que aguarda o amanhã da civilização terrária, que os espíritas envolvidos no entendimento e divulgação do evangelho em espírito e verdade, estejamos sempre atentos às seguintes orientações. A compreensão exata do evangelho está hoje guardada a solução de todas as crises que assoberbam os humanos. Na compreensão exata do Evangelho, a mensagem do Cristo ainda hoje é obscura e desconhecida no ambiente de quase todas as nacionalidades, não obstante as igrejas de todos os matizes, isolada dos verdadeiros das verdadeiros característicos do cristianismo. Todos os programas dos ideais espiritualistas têm de se basear na melhoria do homem. O espiritismo terá de reviver o cristianismo e terá de perecer. As suas questões científicas são acessórios necessários à sua evolução como doutrina, mas não significam a sua vitalidade essencial. Olha que o Bitencur é o nosso eh patrono. Todos os programas dos ideais espiritualistas têm de se basear na melhoria do homem. O espiritismo terá de reviver o cristianismo ou terá de perecer? Convencei-vos de que a atualidade necessita do esforço comum de todos à sombra da bandeira da tolerância e da unificação, para que se dissemine a lição do evangelho em todo o planeta. Antes dos cérebros faz-se mistéri iluminar-se os corações, são sentimentos, as emoções. O espiritismo marchará com Cristo ou se desviará de suas finalidades sagradas. Ou os homens realizam o evangelho, ou a sua civilização terá de desaparecer. É uma mensagem muito tocante que está no reformador de março de 1976. E com essa reflexão do nosso mentor Vittengur Sampaio, com essas explicações, lendo essa página do nosso irmão, nós o próximo irmão, lembrando da nossa querida mentora Aciia, que a mensagem do Cristo precisa ser conhecida, meditada, sentida e vivida. vida por todos nós, principalmente nós espíritas. Obrigado, meus irmãos. Obrigado, Carmen Rabelo. Eh, Carmen, você quase não tá aparecendo, só o seu rabelo também tá com a metade. Então, uma metade de um,
por todos nós, principalmente nós espíritas. Obrigado, meus irmãos. Obrigado, Carmen Rabelo. Eh, Carmen, você quase não tá aparecendo, só o seu rabelo também tá com a metade. Então, uma metade de um, outra de outro. Que amor. Eh, vou convidar o Hélio para fazer parte da nossa nosso bate-papo aqui, Hélio. Isso. Seja bem-vindo. Boa noite, hein? Boa noite, Carmen Rabelo. Boa noite, Hélio. Boa noite, Hélio. Então, nós eh temos temos um comentário até agora e eu estou convidando a vocês para que estão aqui na sala, que estão no chat. Vamos conversar sobre o tema, vamos colocar aí as dúvidas ou até observações para que a gente consiga, né, fazer um bate-papo, uma interação, que é o que o Evangelho Rede Vivo promove. É, essa interação faz parte do nosso estudo. Então, a Glau ela coloca essa página de Emanuel, a quando você estava falando sobre a da vinha de luz, eh, essa página de Emanuel é um chamamento aos cristãos para as mudanças necessárias e que caminhamos caminharmos de fato para o Cristo, ou seja, vivenciar os ensinamentos de Jesus. Hélio, seu Rabelo, Carmen. É verdade. A gente tá sempre precisando desse chamamento. São muito proveitosos, ainda mais vindo de Emmanuel, né? Então, eh, a gente precisa ser recordado para que a gente não adormeça ao longo da estrada e intensifique a nossa dedicação, vamos se dizer assim, a nossa atenção num primeiro momento para caminharmos com Cristo. E obviamente o seu caminhar nem sempre é esse que a gente aguarda, né? Às vezes ele nos oferece oportunidade do testemunho das situações e é que a gente possa ver isso com bons olhos. aproveitar para avançar diante das oportunidades que vão se fazendo em nossas vidas. A pergunta de Emânio é: "Em que perseverás com o Cristo, né, ou sem o Cristo? Então, em em que perseverás?" E ele fala aqui que a bondade do Senhor é constante e imperecível. Então nós muitas vezes é que nos distanciamos do Senhor, mas o Senhor está sempre nos olhando, nos observando junto a nós. Então é uma reflexão muito
que a bondade do Senhor é constante e imperecível. Então nós muitas vezes é que nos distanciamos do Senhor, mas o Senhor está sempre nos olhando, nos observando junto a nós. Então é uma reflexão muito interessante em que perseveras. Nós podemos até fazer uma autoavaliação, uma autoanálise dos nossos comportamentos para sabermos se nós estamos com Cristo ou se nós estamos distanciados deles. É verdade, Carmen. É um um chamamento, né? E também, né, uma lembrança. Olha, você tem todo o arbítrio que você quiser, é livre, né? Então, em que você vai, que você vai escolher, né? Você vai perseverar na no materialismo constante ou você vai perseverar no tesouro que a traça não corrói, né? Então, realmente é um chamamento. A Gláci ela ainda coloca para nós ainda a dúvida sobre o Espírito Santo por falta de por falta de entendimento. Excelente estudo que vem nos elucid sobre Espírito Santo. Vou deixando Rabel e Carmen, depois eu Por favor, você é nossa especial convidada. É, eh, de uma certa forma, deixa eu ver aqui, eh, o, a, essa noção, obviamente, a igreja colaborou muito para construir nós todos que tivemos essas nossas existências milenares aí, construir a ideia de alguém, né, como Espírito Santo, eh, para nos eh guiar. Então, claro que foi uma espécie de convenção da própria igreja que nos ajudou a entender. E nós todos sabemos que já estamos no espiritismo, que nós temos, na verdade, espíritos superiores, temos uma pleade de espíritos puros e que vão nos ajudando a avançar. E nós conhecemos o espírito da verdade de uma certa forma. E aquele que esteve entre nós como homem, nos ensinou da forma como eh abundante, amorosa, como ele nos visitou como homem, né? Se nós tivermos que denominar alguém como espírito superior entre nós, esse alguém é Jesus de Nazaré. e os demais. Então, claro que por convencimento e por eh por várias razões, né, a igreja vai denominando o Espírito Santo. Mas a gente precisa dilatar a nossa percepção. Nós trabalhamos no na no nosso encontro último a ideia do Pentecostes, né? a
o e por eh por várias razões, né, a igreja vai denominando o Espírito Santo. Mas a gente precisa dilatar a nossa percepção. Nós trabalhamos no na no nosso encontro último a ideia do Pentecostes, né? a ideia da influência, a ideia da visita e a ideia da permanência desses espíritos superiores nos auxiliando com as suas inspirações, intuições. E aí muitas vezes a gente tribui ao Espírito Santo, que na verdade são esses espíritos benfeitores, amigos, superiores, que têm nos auxiliado a avançar. Então, onde a gente lê tanto nas diferentes concepções religiosas o Espírito Santo, que a gente amplie isso para esses espíritos valorosos, iluminados, que tanto nos ajudado a avançar. Seria mais ou menos isso. O João já dizia, né, que esse o Cristo batizaria não pela água, como ele fazia lá no rio Jordão, mas batizaria pelo fogo e pelo Espírito Santo. E nós espíritas, como o próprio Hério disse, eh nós entendemos que esse batismo do fogo e do Espírito Santo trazidos por Jesus extrapol rituais e manifestações de culto externo, porque é de origem divina e independe da vontade humana. É aquilo que chega a nós, é a questão, por exemplo, da mediunidade. Muitos médiuns, como eu, por exemplo, no início da meu da meu martírio mediúnico, eu dizia: "Não, me tira isso, eu não quero saber disso". Então, a mais era um dom que eu estava trazendo e que eu tinha que trabalhá-lo. E hoje eu sinto tão agraciada e tão feliz por ser médium psicofônico, ajudando os nossos irmãos em nessa cidade. Então, é de forum íntimo essa questão desse batismo pelo fogo e pelo Espírito Santo que todos nós recebemos nas nossas condições. Ademais, é importante que a gente tome consciência quando a gente estuda, quando a gente trabalha, quando a gente medita, quando nos renovamos, essa chama que aconteceu lá em Pentecostes, ela vai brotando da gente. É porque a semente tá localizada aqui dentro de nós e ela vai ao longo do tempo recebendo o adúto da persistência, recebendo a água da bondade, recebendo o afago dos
costes, ela vai brotando da gente. É porque a semente tá localizada aqui dentro de nós e ela vai ao longo do tempo recebendo o adúto da persistência, recebendo a água da bondade, recebendo o afago dos benfeitores e nossa boca se abre. É aquilo que Joana chama a trabalhar, abrir a boca da alma para que a gente possa transmitir a mensagem que já está dentro de nós, já que somos todos sem exceção. Nós somos a essência, nosso pai, o criador da vida. Verdade. Vamos mais uma pergunta. A Gele Teresa Barald, ó, ela coloca assim: "Por favor, pode nos falar um pouco mais sobre os povos enênos?" Falar que os não ser com ele queira falar, fica à vontade. Eu queria mostrar. Ah, agora é grande espera. É lind. Agora eu consegui projetar, ó. A grande espera é um livro pequenino e fala tudo sobre osênios, maravilhoso. Fala coisas lindas e importantes. É um livro maravilhoso. Eles tinham uma disciplina severa, excessiva até. Ao que se sabe, eh, aqui tá na na an na anticapa do livro que eles tinham três mentores que estavam lá, entre eles, eh, a história, a obra, eu vi o jovem Marcos, tá lá, o jovem Marcos, quem leu o livro, eh, teria sido uma das encarnações de Eurípedes Bassanufo, Lissandro, que era o mestre, o mentor, para os índios, seria o o feiticeiro. alguma coisa assim, né? O curador, né? É Bezerra de Menezes e Josafá, que era o árabe, é Caibachuto. Imagine o que essa gente recebia por essas almas tão nobres, 150.000 anos antes de Jesus. Então nós estamos vendo, eles curavam as pessoas, eles eram agricultores, trabalhava, estudava as raízes, as folhas, davam passes, não como nós entendemos, mas transmitia a energia do amor que eles conquistaram. E os doentes, os sofridos, aqueles que tinham os dramas de ordem psicológica da época não tão entendidos, não esclarecidos. E ele corajosamente faziam isso. Consta no livro de editado por por Bassanufo aqui de sacramento que Jesus apareceu lá aos 13 anos. É o que ele diz aqui. Mas Jesus não foi aprender com eles. Jesus é o mestre, aumentou o maior. Então ele foi
no livro de editado por por Bassanufo aqui de sacramento que Jesus apareceu lá aos 13 anos. É o que ele diz aqui. Mas Jesus não foi aprender com eles. Jesus é o mestre, aumentou o maior. Então ele foi lá para orientá-los e redirecionou o trabalho deles, porque era um esforço tão grande que eles não conseguiam dar conta. As pessoas raros conseguiam chegar a um prolongamento do trabalho pela rigorosidade que eles tinham. Então Jesus recomendou que eles saíssem um pouco dos ambientes, das fronteiras, do clérico, daquele ambiente que eles viviam, para irem ao encontro da dor e pregar esses valores novos da castidade, da seriedade, da pureza moral. Então eles saíram a partir daí e começaram a visitar os vizinhos, observar os doentes, a fazer uma improvisação de hospital para ajudar, porque o trabalho da Evangelho é sobretudo o trabalho da caridade. E dava a ideia que era um trabalho um tanto egoístico, privativo deles a despeito desse esforço e da nobreza dessa gente que está aí. Esse papa que está aí agora ou que esteve, o Papa Francisco que desencarnou agora, ele recomendava que as nossas irmãs Carmelitas descalças, elas saíssem do coberto e fossem paraa rua trabalhar e fosse visitar os doentes, buscar os necessitados, levar a palavra de Jesus pelas mãos, pelo trabalho. Houve um período que a igreja entendeu tão bem isso, que antigamente as santas casas quem trabalhavam eram religiosas, não necessariamente remuneradas. Então, o Papa Francisco, quem leu, estudou bem a história de Francisco, existe muitas coisas sobre Francisco. Ele afirmava já naquela época que nós precisávamos sair. Ele começou dando exemplo, buscando os leprosos, que na época eram os absolutamente eh excluídos e todo mundo tinha medo. O próprio Francisco tinha medo deles. Até que um dia ele via, diz a tradição, andando num cavalo branco, pai era rico. E ele de repente viu o chocalho, porque os os leprosos tinham que andar com o chocalho para que as pessoas não se dele se aproximassem. E daquele tempo predominava a lepra
cavalo branco, pai era rico. E ele de repente viu o chocalho, porque os os leprosos tinham que andar com o chocalho para que as pessoas não se dele se aproximassem. E daquele tempo predominava a lepra chamada leonina, em que a pessoa perde as narinas, os lábios, as orelhas, as pontas dos dedos e muitos até a pele do corpo sai todo. E a pessoa a ter odores desagradaíssimos aqui na Bahia, aqui em Brasília não tinha, mas em muitos estados tinha muitos leprosários que eh eram tratados seus filhos por uma mulher nobre chamada, meu Deus, vou lembrar aqui, eh vou lembrar. Era uma senhora que foi Eunício I, Eunício Iv cuidava dos filhos porque a doença era transmissiva. A medicina da época não tinha os recursos e achava que todos elas eram doeram curar. Hoje é Bicina vassou e apenas um esse l esse estilo de de doença é que ainda persiste transmitido. Tive o privilégio, se é que posso chamar assim de ter ido com Divaldo Frank e a Carmen no dia primeiro de janeiro. Ele sempre fazia isso. Ia visitar um leprosário que tinha em Salvador afastado da cidade. E nós chegamos lá levando pães, levando cubilança, levando coisas que todo mundo gosta. fazia uma prece com ele em baio das grandes árvores, aplicava o passe e depois nós vimos visitar aqueles que não conseguiu sair da cala. Fui uma vez como, eh, e ele me pediu para dar o passe. Me pediu, não mandou, né? Aplica o passe no cidadão. Já não tinha pele, o corpo estava todo sem pele e ele tava nervosíssimo. Por quê? porque era muito rico, ficou leproso, a família o expulsou de casa e os filhos estavam depredando o seu patrimônio. Então ele estava no telefone brigando com a família. Quando nós chegamos, ele ainda tem tentando bater um certo controle. Logo em seguida, Divald me pediu para dar o passe, me recomendou a dar o passe. Rabel, agora você dar o passe. Eu fiquei assim meio assustado que aquele hom daquele estado, se da o nariz era um buraco. É uma coisa realmente muito difícil de ver. Então eu perguntei de para comigo, meu irmão, o que é que você
e. Eu fiquei assim meio assustado que aquele hom daquele estado, se da o nariz era um buraco. É uma coisa realmente muito difícil de ver. Então eu perguntei de para comigo, meu irmão, o que é que você fez para merecer isso? E aí eu comecei a orar e eu vi Jória chegar e ela disse: "Meu filho, basta levantar as mãos e orar. O trabalho eu faço". Então ela foi pacificando e eu colaborando. E ele foi pacificando, pacificando, adormeceu. Naturalmente desencarnou, não demorou muito. Mas para mim foi uma experiência assim chocante, chocante do pano de vista da minha vivência. Eu nunca tinha visto aquele quadro. E a gente imagina como é que é difícil a criatura humana conviver com a enfermidade desse tipo. Desculpa aí eu ter avançado um pouco, né? Não. Ótimo. Muito bom. Eu queria era falar um pouquinho sobre os exênios, porque a emoção, eu sou considerada um indivíduo bastante frio, mas emoção, quando eu li esse livro, ela foi tomando conta, aí eu resolvi parar para, de uma certa forma confirmar e tentar entender a origem. Então, consegui entender eh toda uma valorização do simples, da coisa essencial e realmente me apaixonei pelo povo exênior em função de quê? Do cuidado com as crianças que eles têm, do próprio processo de educação, da valorização do idoso que eles fazem, da de um ambiente assim muito familiar, aonde eles se reúnem ao final do dia numa comunidade, conversam buscando se ajudar. muito parecido com aquilo que os primeiros cristãos faziam ao final do dia com o próprio Cristo. E aí vai surgindo uma emoção diferente, né? O respeito ao corpo, o banho, a questão da alimentação, são aspectos assim que mostra realmente um avanço de um povo. Então o que que eu fiz? foi buscar registros históricos disso e descobri que nós temos inúmeros, mas nós temos inúmeros também que ainda não estão eh ao nosso alcance, diríamos. Então, faz aí cerca de uns 15 anos, 10, 15 anos que foram descobertos novos papiros desta civilização. E em função da sua complexidade e do cuidado que tem
nda não estão eh ao nosso alcance, diríamos. Então, faz aí cerca de uns 15 anos, 10, 15 anos que foram descobertos novos papiros desta civilização. E em função da sua complexidade e do cuidado que tem aqueles que estão buscando interpretar, eles não estão ao nosso alcance ainda, mas vão chegar e vão nos mostrar. E eu não tenho dúvida daquilo que o Rabelo falou e no nome exatamente da grande espera, porque eles esperavam o Cristo, eles sabiam do Cristo, eles tinham essa noção clara. E quando ele chegou, foi aquele encantamento, né, aquela vibração e a constatação de um povo que de uma certa forma era avançado no seu na sua época e ainda nos dias de hoje. E foi, acima de tudo uma experiência muito interessante. Eu não tenho dúvidas por tudo que a gente conhece do Barçanuf, do sacramento dos seus amigos, das suas práticas, da sua simplicidade. Não tenho dúvidas que ele foi um dos personagens que lá esteve, né? E também dos outros tem então uma clara, acho que reuniu realmente uma pleia de espíritos naquela época para nos ajudar. E esses espíritos continuam entre nós hoje, não ser, ou seja, nós temos essênas espalhadas pelo mundo e que nem gostam de aparecer, ao contrário, eles preferem o anonimato. São espíritos luminosos, valorosos, de uma moral libada e trabalham o cristianismo de uma forma original, simples, humilde, essencial mesmo. Então nós ainda vamos conhecer, um dia nós vamos ter universidades que vão de uma certa forma nos esclarecer mais, ajudar mais aqueles que têm suas dúvidas, que foi um período luminoso e que continua sendo oferecido para cada um de nós. Eu realmente toda vez que eu me leio alguma coisa sobre eles, os papiros de Curom, como fala, eh, eu me encanto. E quanto mais eu conheço, quanto mais eu sei dos registros que estão sendo até elucados agora, mais eu passo a admirar. E foi uma experiência maravilhosa e imagino o que tenha sido de emoção a presença do Cristo entre eles, né? Essa alegria mesmo feliz nesse livro do Eurípetes, né, Dan? É impressionante quando Jesus aos 13
i uma experiência maravilhosa e imagino o que tenha sido de emoção a presença do Cristo entre eles, né? Essa alegria mesmo feliz nesse livro do Eurípetes, né, Dan? É impressionante quando Jesus aos 13 anos vai visitar, né, a comunidade. É, é fantástico. E é a abertura desses desse povo, né, com toda aquela moralidade e também conduzindo as curas pela vegetação, né, pelo pelas ervas, né, eípedes também continuou na homeopatia, né, que que é também pela pelos pelas ervas e tudo. É impressionante. Leiam o livro quem puder. É maravilhoso, como diz a Gisele aqui, é emocionante, emocionante mesmo, viu? E como o Rabelo falou também a respeito da abertura, da saída deles, daquela clausura que ficava sempre entre eles ali e aqueles novos que chegavam e já se fechavam, né? Eles também tinham o ritual da lavagem da túnica, né, Abelo, para era um não bem um ritual, mas assim, eles eles faziam questão de eles mesmos, cada um lavava a sua túnica, né, eh, que era branca. Então, é, é maravilhoso o livro, é espetacular mesmo. Eh, esse livro essênios. E temos também, vamos falar mais uma aqui, Carlinhos Taiano, poderíamos considerar os rituais hoje ainda bem presentes na religião, como o batismo, que de certa forma ajuda a disciplinar os cristãos? É, a gente não tem dúvida, né? Se a gente for analisar as religiões não cristãs que ainda existem no mundo nos dias atuais, principalmente no Japão, nas Coreias, na Tailândia, nesses países, nós temos aí todo um ritual que que auxilia, mas eles estão aos poucos sendo alcançados pela doutrina espírita. E aí eles começam a perceber que uma série de rituais, etc. São dispensáveis. Mas Emanuel nos ensinou sempre de que a gente não deve tirar essa bengala de alguém que tá se apoiando temporariamente nesse aspecto, mas não deve faltar com a verdade também. Então, com muito cuidado auxiliá-los a entender que eles podem substituir tantos rituais, né, por uma viver mais cristão, por uma devoção, por uma amorosidade e um cuidado mais permanente e contínuo, que vai muito
ito cuidado auxiliá-los a entender que eles podem substituir tantos rituais, né, por uma viver mais cristão, por uma devoção, por uma amorosidade e um cuidado mais permanente e contínuo, que vai muito além dos chamados rituais. Então eu vejo que nos dias atuais essas religiões alcançadas pelo espiritismo, aí nós vamos mais adiante nos povos, por exemplo, os mongóis, na Mongólia, eles são muito devotos a Deus. Eles vivem em ambientes rústicos que eles precisam acreditar em Deus mesmo e conversam com os espíritos, são orientados por eles. Aos poucos estão conseguindo agora entender um pouco mais do cristianismo. Então, a humanidade está avançando, não é nos grandes redutos, não é nos grandes centros do saber, é exatamente nesses nesses confins que aos poucos anos notícias vão chegando e esses irmãos vão nos auxiliar na medida que eles forem aos poucos abandonando os rituais, os cultos e forem ser simplesmente, como diria o Chico, cristãos, né? porem ser mais amorosos, simples e isso eles têm noção. Verdade. Quer falar alguma coisa, seu Abele Carmen? É o batismo em si. A Igreja Católica ainda professa, João, o Batista fazia o batismo lá no rio Jordão. Era a maneira da pessoa aderir ao programa de Jesus, a maneira de prepará-la. Mas João era porque na época os recursos eram esses, man. O entendimento era esse aí e as pessoas estavam muito ainda ligadas aos equívos eram de a guerra, a luxúria, etc. E João era um convite a essa mudança. Era só voz que clama no deserto. Olha bem, é arrependei-vos, dizia João Batista. São chegados os dias terríveis do Senhor. O terrível é a mudança. É a hora da pessoa se preparar para se examinar por dentro. A pessoa reconheceu os seus equívocos muitos. E depois eu não sou digno de carregar-lhe as sandálias, porque ele vos batizará com o fogo do Espírito Santo. Então é Jesus falando verdades, o ensinamento do Criador, a nossa origem divina, todos nós e a caminhada que nós estamos aprendendo a fazer para juntos chegarmos lá. Por algum tempo, as igrejas
Santo. Então é Jesus falando verdades, o ensinamento do Criador, a nossa origem divina, todos nós e a caminhada que nós estamos aprendendo a fazer para juntos chegarmos lá. Por algum tempo, as igrejas evangélicas modificaram um pouco, né? Eles fazem na piscina, o mergulho, eles fazem no mar, faz nos rios. É o modo de fazer deles que não estão errado, não é como eles entendem cada religião daquilo, o que tem, o que sabe, o que podem. Mas a doutrina espírita nos recomenda essas lições novas da não necessidade dessas fenomenologias. O Nestor Mazod, quando o presidente da FEB, eu me recordo, nós estamos visitando aqui alguns países da América do Sul, melhor da América Central, que é mais pobre do que a América do Sul, Guatemala, Costa Rica, El Salvador e mesmo Panamá. E aí a maioria das casas religiosas ou não, tinha um pequeno altar na sala. E aí o Nestor recomendava: "Nunca critique isso aí. é o hábito dele, são os valores deles, a cultura, é a cultura deles. Mas vamos deixando o livro e falando das verdades espíritas com o tempo, eles vão vendo que não precisa daquilo e mudam. Se nós reagirmos contra ele, dificulta o trabalho. É verdade. E seu Rabelo, a gente, eu pelo menos lembro de uma palestra em algum hora que eu ouvi do senhor que eh o senhor relatava que quando o Divaldo foi visitar o Papa Francisco, que o Papa Francisco segurou a mão do Divaldo e não largava. O senhor se lembra? Eu me lembro, o Divaldo nos relatou isso aí. É, Divaldo escolh o Divaldo estava na estava na Europa ou na Ásia, já não me recordo bem. E ele tava na estava na fila daqueles que iriam ser convidados, porque o Papa não tem o receber todo mundo, é muita gente, muitas autoridades. Ele é um chefe de estado, despeito de ser um representante da religião, ele é um chefe de estado. Vaticano é o estado, né? é o menor estado do mundo. E o Divaldo chegou lá, quando chegou, olhou para ele, pegou nas mãos, olhou nos olhos. Divald sentiu um certo tremor lá dentro, né, por ele. E ele sentiu que era o recado do
é o menor estado do mundo. E o Divaldo chegou lá, quando chegou, olhou para ele, pegou nas mãos, olhou nos olhos. Divald sentiu um certo tremor lá dentro, né, por ele. E ele sentiu que era o recado do compromisso. Soprou no ouvido dele aquilo que o Divaldo não disse, mas naturalmente falando que do reconhecimento temos a mesma tarefa. Cada um no seu espaço, cada um no seu tempo. Segundo o próprio Divaldo, ele tem informações de espiritualidade quando isso eu li sobre mais de um livro sobre isso, inclusive do um livrinho sobre Francisco e Assis do Frei Leonardo Bof, que é lá de Petrópolis, a igreja renovada, a igreja diferente dele lá. E ele ele prega reencarnação, curioso, né? fala sobre reencarnação e ele é um franciscano daqueles dedicadíssimo, intelectual, inteligente, valoroso. E ele é eh ele ele estava lá no quando o Francisco estava fazendo 800 anos, tinha gente do mundo inteiro, de volta inclusive que foram lá para comemorar os 800 anos de Francisco. E tem uma história linda de de um dos livros dele, do Leonardo Bof. que ele fala do feio buen aventura. Que linda a história do Franciscano que ele dizia que a própria expressão do Francisco. E mas no livro diz que quando Francisco Jesus pediu que eles reencar preparassem para reconstruir o templo no coração do homem, ele dizia ali que ele pediu autorização para trazer 200 companheiros, porque ninguém reencarna missionariamente para sozinho. O próprio Cristo trouxe os primeiros, né? sempre os grandes trabalhadores traz os seus um para ajudar o outro. É por isso que ele mandava, e o próprio Cristo fez isso, nunca mandava que os franciscanos fossem sozinho, iam sempre dois. E ele dizia: "Um é o pai, o outro é o filho". Quando o pai cansar, o filho é o pai, o pai é o filho. Então, os 200 franciscanos que pregaram esses princípios novo da renovação da igreja, segundo eles, esse Papa Francisco era um deles. Interessante, né? Então, o Papa Francês deve ter soprado no vídeo Dival, lembra-se do nosso trabalho, do nosso compromisso,
novo da renovação da igreja, segundo eles, esse Papa Francisco era um deles. Interessante, né? Então, o Papa Francês deve ter soprado no vídeo Dival, lembra-se do nosso trabalho, do nosso compromisso, né? Isso que é o que vocês estão pensando. Eh, aqui na FEB, Federação Espírita Brasileira, me permite uma coisa que eu não sei se de, mas vou falar assim mesmo. Então, nós estávamos numa reunião, nós temos lá uma reunião ao sábado às 7 da manhã, a FEB, a pedido do Dr. Giovani, que foi o presidente da casa, nós fazemos a reunião paraa África porque o Brasil participou de um momento profundamente doloroso, que foi a escravidão negra, né? E o objetivo da reunião é essa, aproximar da África, pedir perdão pelos nossos muitos equívocos. Os portugueses e olá busca cabinos os usávamos como escravos aqui. Então eles hoje as reuniões são deliciosas. Antes eram espírito assim violentíssimo, revolta, as marcas do sofrimento, né? era compreensivo. Então, eu me lembro que apareceu eh logo depois do do congresso do Chico, que foi um belíssimo congresso, não? A meu ver, então lá, segundo o Dr. Bezerra dizia através do Odivaldo, que nós iríamos ter o encontro de autoridades internacionais, mentor de várias nações do mundo, estavam aí sob o comando de Ismael. Então nós estava orando, todo mundo chorando emoção. E de repente dona Cecília, Cecília Rocha, ela viu aquele esplendor. Eu não consegui ver o eh com a minha medunidade modesta, eu não consegui ver Ismael. Não tenho grandeza para isso, mas eu vi o Bezerra, via o Bitancu Sapaio e vários outros espíritos, né? E dona Cecília ajoelhou-se, é um respeito, dobrou-se e chegou até os pés. do anjo Ismael e os bejou. Olha que coisa linda. Naquela hora então aparece o Papa Francisco. Ele tinha acabado de ser empoado o papo ao eleito papo. E ele vinha pedir ao anjo Ismael para ajudá-lo a levar a igreja ao encontro da pobreza e ao registro da caridade. Olha que coisa linda. Foi o que esse homem fez. Olha aqui, não foi? O Papa Francisco direcionou a igreja para
jo Ismael para ajudá-lo a levar a igreja ao encontro da pobreza e ao registro da caridade. Olha que coisa linda. Foi o que esse homem fez. Olha aqui, não foi? O Papa Francisco direcionou a igreja para origem, para esses valores. E o tempo vai dizer, a gente tá vendo a comoção que esse homem provocou no planeta inteiro por religiões as mais diferentes. Então, a gente imagina que ele cumpriu muito bem o seu papel. Como o nosso Dival tá aí caminhando pro fim da vida, da encarnação presente, né? está aí, a meu ver, cumprindo de maneira linda a su seu trabalho missionário. Verdade. Verdade. Sim. Impressionante, né? Na, acho que é na Globalop eles colocaram um documentário do Papa Francisco. Eh, Papa Francisco, um homem de palavra. Vale a pena ver eh justamente essa caminhada do Papa Francisco no mundo inteiro, sabe? Indo no nas no para na pobreza, indo naqueles mais necessitados, né? E outra coisa, eles ofereciam limousine ou então aqueles aqueles carros mais fortes, né? Tipo contra tiro, contra isso e tal. e ele recusava, ele ia num carrinho simples, né, para fazer todas essas visitas aí. É, é interessante. Eh, eh, até falo para todos, né, que é interessante ver esse documentário na Globaloplay, né? Então, meus queridos, nós chegamos até o final do nosso do nosso estudo de hoje, que cada estudo com vocês dois é um é um manancial de conhecimento e é maravilhoso e entusiasta, sabe? Assim, é coisa que passa pra gente, né, Hélio? Um entusiasmo, pelo menos eu sinto, não um entusiasmo, né? E agradecemos a vocês dois. Vocês querem falar mais alguma coisa pra gente logo encerrar? Agradecer. Nós queremos agradecer a oportunidade de estarmos juntos, viu? Isso é muito gostoso. Eh, sábado a quem a a na outra semana de sábado, eu fui dar uma aula eh presencial, né? Eu fiquei encantada porque há muito tempo que a gente não fazia, não faz, né, o Evangelho Rede Vivo Presencial. E chegando lá encontramos aquelas pessoas ali ávidas para conhecer o Evangelho Rede Vivo. Que beleza. É, iniciando nova novos estudos.
a gente não fazia, não faz, né, o Evangelho Rede Vivo Presencial. E chegando lá encontramos aquelas pessoas ali ávidas para conhecer o Evangelho Rede Vivo. Que beleza. É, iniciando nova novos estudos. Queremos dar uma boa noite para todos, viu? Levo do grupo todo um abraço pro Divaldo, porque eu vou para lá. né? É aniversário dele e talvez ele nem apareça, mas estamos lá na cercanias convívio dele. Isso mesmo. Obrigado, Car. Boa noite a todos. Obrigado, seu R. Deus nos abençoe a todos. Muito obrigado. Bom estar aqui. Hélio, você faz a nossa Boa noite. Muita gratidão aí, né? Ah, com certeza. Você faz a nossa prece para nós? faço pedindo então, obviamente, né, o concurso dos bons espíritos e car lembrou vale, né, em função, em consideração a luz que tem nos oferecido, pedir pelo nosso Divaldo, querido amigo de tantas horas e que tão próprio, com tanta propriedade tem nos ensinado de alguma forma como é ser cristão. Nós já tivemos tantos exemplos e atualmente ele reforça e temos a certeza que Deus, nosso pai vai sempre abrigá-lo se for necessário, se for importante, talvez ele permaneça um tempo mais conosco como homem, mas nós temos a certeza que isso não impede de na vida espiritual seguirem nos ajudando. E a gente fez se convencer um pouco mais que esses espíritos valorosos, como o Francisco agora, de uma certa forma, ao descortinar esses horizontes maravilhosos, ele vai se aproximar das necessidades no auxiliar, que possamos ser instrumentos das suas vontades, onde quer que estejamos, na via pública, nossas oficinas de trabalho, em nossos lares, que sejamos instrumentos de boa vontade de nossos irmãos. E só nos resta agradecer mesmo a oportunidade que nós temos de ter agora entre nós este evangelho rediv vivo. E mais uma vez nos oferece a oportunidade de ampliar o nossa percepção, entendimento e lucidez para conseguirmos com melhor discernimento sermos irmãos, vivermos uma vida cristã essencial, fugirmos de tantos apelos que o mundo nos oferece, de tantos aspectos que ocupam os nossos
mento e lucidez para conseguirmos com melhor discernimento sermos irmãos, vivermos uma vida cristã essencial, fugirmos de tantos apelos que o mundo nos oferece, de tantos aspectos que ocupam os nossos sentidos. e de uma certa forma voltarmos pro nosso mundo interior para edificação do reino de Deus e acima de tudo laborar com este que continua entre nós como estrela máxima, estendendo as suas sagradas vibrações. E te agradecemos, ó Mestre, por tantas situações como essa de hoje e tantas que virão. possas permanecer conosco, que o teu amor nos auxilie vivificando as nossas existências e nos ajudando nas horas de aflição para que a paz que nós busquemos possa se fazer no meio de nós. E que assim seja. Muito bem, Dragão. Que assim seja. Fiquem com Deus. que o Rodrigo tá querendo você. Que assim seja, queridos aos amigos que também estão na sala, tinha bastante e nós tivemos muita audiência e voltaremos na próxima segunda-feira com o tema cinco, né? E agradecendo a todos pela participação, casal Rabelo como sempre, maravilhosos, né, Hélio? Um beijo no coração de todos. Vou pedir o o Robinson. Vem, Robinson, mostra aí para nós o seu aí. Obrigado, Robson, pela técnica maravilhosa, né, Carmen? Fica com Deus, Robson. Obrigada. Muito obrigada, Robson. Muito obrigada, meu irmão. Um abraço a todos e um beijo no coração. Até mais. Fique com Deus. Amém. Somos impulsionados e motivados por um bem maior, por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados
o é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.
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