Estudo aprofundado da metodologia e suas consequências | 2ºENER

FEBtv Brasil 25/11/2025 (há 5 meses) 54:38 69 visualizações

2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo Tema-geral: “Pedro, tu me amas?” (Jo 21:15) Local e data: Federação Espírita Brasileira — 19 a 21 de setembro de 2025 🎤 Palestra Título: Estudo aprofundado da metodologia e suas consequências Expositor(a): Carlos Campetti, Elzi e Elzita Este vídeo integra a série de publicações individuais do 2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo, realizado na sede da Federação Espírita Brasileira (FEB). O encontro promoveu confraternização, avaliação e aprofu...

Transcrição

Bom dia. >> Bom dia. >> Vamos dar um mergulho na nossa metodologia, já aflorando tudo que a gente domina e fazer uns pequenos ajustes. Aprofundamento da metodologia e suas consequências. Alguém para ler isso aqui para nós? É uma mensagem, por favor. Vem cá, vem cá. meu gaúcho preferido usar o microfone. Enquanto ele lê a gente vai refletindo. >> Bom dia a todos. Administração. Dá conta de tua administração. Jesus. Lucas, capítulo 16 versículo 2. Na essência, cada homem é servidor pelo trabalho que realiza na obra do Supremo Pai e simultaneamente é administrador, porquanto cada criatura humana detém possibilidades enormes no plano em que moureja. mordomo do mundo não é somente aquele que encarce os cabelos à frente dos interesses coletivos nas empresas públicas ou particulares, combatendo tricas 1000 a fim de cumprir a missão a que se dedica. Cada inteligência da Terra dará conta dos recursos que lhe foram confiados. A fortuna e a autoridade não são valores únicos de que devemos dar conta hoje e amanhã. O corpo é um templo sagrado. A saúde física é um tesouro. A oportunidade de trabalhar é uma bênção. A possibilidade de servir é um obséquio divino. O ensejo de aprender é uma porta libertadora. O tempo é um patrimônio inestimável. O lar é uma dádiva do céu, o amigo é um benfeitor. A experiência benéfica é uma grande conquista. A ocasião de viver em harmonia com o Senhor, com os semelhantes e com a natureza é uma glória comum a todos. A hora de ajudar os menos favorecidos de recursos ou entendimento é valiosa. O chão para semear, a ignorância para ser instruída e a dor para ser consolada são apelos que o céu envia sem palavras ao mundo inteiro. Que fazes, portanto, dos talentos preciosos que repousam em teu coração, em tuas mãos e no teu caminho? Vela por tua própria tarefa no bem diante do eterno, porque chegará um momento em que o poder divino te pedirá da conta de tua administração. Emanuel Francisco Candavier, Fonte Viva, capítulo 75, administração. >> Muito obrigado. Então, isso aí é o

rno, porque chegará um momento em que o poder divino te pedirá da conta de tua administração. Emanuel Francisco Candavier, Fonte Viva, capítulo 75, administração. >> Muito obrigado. Então, isso aí é o seguinte. Façamos desse texto uma leitura e uma reflexão de cabeceira todo dia, toda noite, para que a gente entenda os propósitos de Jesus para conosco. Senhor, que queres que eu faça? Como está a minha administração? Evangelho e eu? Qual a relação? Vocês respondem aí com base na lição que foi lida, porque o nosso tempo é muito pouco. >> Bom, o evangelho eu, qual é a relação? Bom, nós vimos com Hélio, não é isso? Bem realmente explicadinho na mensagem. Isso veio muito claro, né? Qual é a nossa relação? Ali tá dito, são chegados os tempos, a importância da vivência do evangelho nesses momentos de transição. Gente, não dá mais para falar para os outros fazerem. A gente precisa fazer e aí a gente pode examinar com eles como é que nós estamos fazendo. Tudo bem? Então, a questão é realmente de vivência. Eu só vou falar uma frase aqui. Faz muito tempo que a gente examinando esses textos todos, como o Hélio fez referência, a gente chegou assim de conclusão, o evangelho é a boa nova, não é? E ele seguirá a boa nova enquanto a gente não vivê-lo. Há 2000 anos, ele é a boa nova para nós. E nós estamos com a boa nova e a gente não consegue realizar a boa nova. Mas agora nós vamos conseguir. Vamos ou não vamos? >> Vamos. Agora nós vamos conseguir >> eu redivo, programa de estudo sistematizado sequencial dos 27 livros do Novo Testamento. Já sabíamos, né? Foco principal, transformação moral do indivíduo pelo estudo e prática do evangelho. Estudo, tomei conhecimento, prática, faço base. Estudo e prática do evangelho de Jesus. À luz da doutrina espírita. Temos o conhecimento e temos o mestre que nos indicará como fazer. Estrutura dividida em nove livros, abordando desde a Introdução até Apocalipse de João, seguindo uma sequência lógica progressiva de aprendizado. >> É, >> então aí nós já temos tudo que nós já

fazer. Estrutura dividida em nove livros, abordando desde a Introdução até Apocalipse de João, seguindo uma sequência lógica progressiva de aprendizado. >> É, >> então aí nós já temos tudo que nós já vemos fazendo, sabemos e vamos continuar. A proposta é nove livros. Até quando irei estudar? até o final dessa e para as próximas, porque a gente vai e volta para aprender melhor. E o foco em ação, como é que você está continuando estudando esse trabalho? Olha só, a primeira consequência do evangelho Rede Vivo em nós, quando nós entendemos a importância da autogestão da nossa administração, é que entendemos, cada ser humano é um empreendimento, uma obra em construção. Então, a argama que faz a estrutura dessa construção é o permeio que o evangelho faz em nossa percepção, em nosso entendimento, para o nosso crescimento. E com isso a gente entende que o evangelho atua como plano diretor, ilumina esse processo de autodesenvolvimento e transformação interior. Alguém duvida? Se concordamos, permanecemos como estamos. Muito bem, gente. Vamos lá, então. Amor, serviço e perdão são investimentos espirituais. Alguém tem dúvida quanto a isso? Qual que é a nossa meta que a gente comentou ainda há pouco? Mostrar caminhos práticos para sair da estagnação e avançar com equilíbrio e fé. Gente, nós vamos encontrar pessoas que não estão nessa sintonia. Por que que Jesus diz que ele não veio trazer a paz, mas a espada? Então, até a gente mesmo, nós vamos encontrar os nossos próprios sentimentos sintonizados com outros propósitos. Então, vai ser necessário realmente fazer esse trabalho dentro de nós e saber como lidar com aqueles que não sintonizam com a proposta e que às vezes estão dentro da nossa própria família, estão na nossa convivência conosco dentro da instituição espírita. E aí eu faço uma pergunta paraa nossa reflexão. O que é que Jesus via em Judas? Qual que é a meta? Mostrar caminhos práticos para sair da estagnação e avançar com equilíbrio e fé. O que é que Jesus via em Judas?

o uma pergunta paraa nossa reflexão. O que é que Jesus via em Judas? Qual que é a meta? Mostrar caminhos práticos para sair da estagnação e avançar com equilíbrio e fé. O que é que Jesus via em Judas? O que é que ele via? >> Há um amigo, né? Inclusive ele recebeu como amigo. Amigo, que vens? No momento que ele foi dar o beijo da traição, o que mais que ele via? a potencialidade de Judas que algum dia seria quem ele seria Joana Dark. É o que ele vê em todos nós, é o que nós estamos dizendo, os nossos irmãos com quem nós estamos convivendo. Não podemos nos prender no problema do momento, mas é como solucionar as dificuldades que a gente tá vivendo. Inspiração, ensinamento de Jesus, Allan Kardec, dos espíritos. Aí tem 12 pessoas. Vê quem que vocês identificam rapidinho. Olha lá. >> Isso. Mais, mais, mais. Mais mais agora eu pergunto, quem que vocês acham que é esse aqui? Bitancur Sampaio. >> Ah, tem mais etapas fundamentais. Conhecer, diálogo com texto, é o tema. Situação. Você vai ver quais são os personagens. as circunstâncias, implicações, meditar, diálogo, com texto doutrinário. Aí você vai para o evangelho, discussão a dialética socrática, construção do conhecimento, a dialógica de Jesus, diálogo com o eu e meditação discursiva. Lá vai. >> Posso ir lá? Você é Zita. Agora vai levar >> para o ímpar. Eu ganhei. Então o meditar esse diálogo com o o texto doutrinário, a discussão dialética socrática, que a gente recordou ontem o que que é e agora estamos bem apropriados do conceito, e a construção do conhecimento de a lógica de Jesus. que queres que te faça? A gente tem que saber responder o que que a gente quer que Jesus faça conosco. Fez. E aí? Vai e não peques mais para que não te aconteça coisa pior. A gente tem que entrar nessa de domar as más tendências e realmente querer ser diferente. O diálogo com o eu, o eu profundo, é uma análise emocional desse conteúdo espiritual que a gente vai absorvendo e entendendo com a nossa vivência pessoal. uma meditação discursiva.

erer ser diferente. O diálogo com o eu, o eu profundo, é uma análise emocional desse conteúdo espiritual que a gente vai absorvendo e entendendo com a nossa vivência pessoal. uma meditação discursiva. O que é meditar? Meditar é calar para que Deus fale através de nós. E aí a gente continua no diálogo. Sentir é o diálogo com o selfie, que eu vou deixar que Carlos e Elia aprofundem para nós. >> Muito bem. Eh, a gente já tá assim, o conheceu foi bem debatido, né? É uma questão que a gente já vem fazendo há muito tempo, a gente conhece e a gente até memoriza certas coisas para a gente falar e a gente cita, né, os os versículos, as questões do livro dos espíritos, essa coisa toda. Aí entra a questão do meditar. Há pessoas que dizem: "Mas essa história de meditar é um pouco de esoterismo, não é? Não. E aí eu digo assim: "Eh, você já leu Kardec?" Eu já li, então vou fazer uma proposta. Vamos agora ler de novo. Pega um lápis para não estragar o livro e circula quantas vezes Kardec fala no assunto de meditar, quantas vezes ele, a palavra aparece na codificação, a pessoa fica meio assustada, né? Então o que que é meditar? como eus chamou atenção, num primeiro momento, é uma meditação discursiva que a gente faz na análise de um texto, como o Kardec propõe, você examina o texto, você vai fazer então eh quando você faz a análise, você divide em pedaços, em partes, examina as partes, não é? Aí depois você entende essas partes e você procurar tirar a essência daquilo ali. Tudo bem? Isso tudo meditação discursiva até você chegar às conclusões do que o texto e você faz uma síntese no final daquilo que foi desmembrado em partes. Muito bem. Nós estamos tudo na meditação discursiva. Eu paro e fico olhando um quadro na parede. Não sei se vocês já fizeram experiência. Eu paro e fico olhando o quadro. O que que eu vejo no quadro? Se eu fizer isso durante uma semana, o mesmo quadro durante 15, 20 minutos, depois no final da semana vou ficar abismado das coisas que tem no quadro que eu não tinha visto as

e que eu vejo no quadro? Se eu fizer isso durante uma semana, o mesmo quadro durante 15, 20 minutos, depois no final da semana vou ficar abismado das coisas que tem no quadro que eu não tinha visto as primeiras vezes que eu tava olhando nele. Porque nós não costumamos prestar atenção nos detalhes. Nós olhamos o conjunto e passamos adiante, porque nós temos muita pressa com tudo. Nós temos que correr. Então, meditar vai nos levar a essa prestar atenção. Só vou dar um exemplo rápido. tava caminhando na rua quando de volta no soro buscar no hotel para ir para o local isso em Assunção, no Paraguai, onde era o local que acontecer as atividades. E eu estou distraído, né, e tal e de repente eu vejo o Divaldo, ele olhava, ia caminhando, acompanhando a pessoa que vem nos buscar, mas ele olhava tudo. Aí eu fiquei olhando, que será que ele tá vendo, né? Aí ele falou: "Ô, meu filho, né? Percebeu? Eu estou prestando atenção e marcando as referências, porque a gente tem que aprender o caminho sozinho, pode ficar na independência dos outros. E nossa senhora, olha aqui, gente. Tá tudo bem para todo mundo? Nós temos que sair da dependência dos outros. Nosso anjo da guarda não é nosso escravo, ele é o nosso amigo. Tudo bem? e não deixar que os outros fiquem dependentes de nós. Nós não temos o direito, porque eles também têm que aprender a caminhar com os próprios pés. Então, estamos aqui no meditar. Quando a gente vai chegar no sentir, é preciso entrar na meditação já não mais discursiva. É uma meditação introspectiva. Tem vários livros que falam do assunto, tá gente? Vale a pena a gente ler. E se tem alguém que dá um cursinho, né, de sobre o assunto, vale a pena fazer. Como é que a gente aprende a meditar? Vai aprender a se concentrar primeiro? Vai fazer a meditação discursiva primeiro? Vai aprender depois a entrar nesse processo que é o que está na questão 919 do livro dos espíritos. Muito bem. Aí então no sentir, vou colocar bem rapidamente, tá gente? Isso merece aprofundamento. É um diálogo com o self,

entrar nesse processo que é o que está na questão 919 do livro dos espíritos. Muito bem. Aí então no sentir, vou colocar bem rapidamente, tá gente? Isso merece aprofundamento. É um diálogo com o self, é o diálogo consigo mesmo, com o Cristo interno, com a essência divina que está em nós. E é a integração do eu com a essência, com self, num eixo de equilíbrio, em que a gente atende as os interesses do mundo material, mas a gente não pertence ao mundo material. Nós estamos no mundo, mas não somos dele como Jesus nos propôs. Está tudo no evangelho. Aí neste momento, é que a gente precisa examinar lá dentro de nós, no campo do sentimento com aquilo que a gente aclulou com conhecimento e a meditação discursiva até então. Quais são os valores que nós temos que nos nortearam da família, da sociedade, os valores pessoais, os valores da educação que norteiam os nossos passos. são os nossos valores que estão lá dominando os nossos sentimentos que determinam as nossas ações. Neste momento, nós temos que checar esses valores que nortearam nossos passos até agora, a nossa vida até agora, com os valores da boa nova, fazer as adaptações, às substituições, se for o caso, ainda que dolorosas. E aí a gente passa a sentir com o evangelho, muda os nossos referenciais internos e a nossa vivência. Então, e agora, gente, continuando com as etapas de Emanuel, nós vamos agora é é o viver para mim, agora que são elas. Para que que a gente aprendeu tanto, né? É para nós realmente vivermos, mas vivermos naturalmente. Não vamos apressar o rio, não. O rio tá lá calmo, tranquilo, é preciso que seja naquele ritmo, né? Então, viver é um diálogo comigo mesmo. É equilíbrio do eixo ego self com o outro, com o mundo e aplicação prática da transformação moral. Eu vou transformar isso numa história, vocês não vão esquecer nunca. Já ouviram falar no Asterix e Obelix? Sabe quem é o Asterix? E que sabem quem é o Obelix? Em relação a nós? Obix é um gigante forte, sábio. Não, quem é sábio é o Asterix. E o asterix é um anão.

nunca. Já ouviram falar no Asterix e Obelix? Sabe quem é o Asterix? E que sabem quem é o Obelix? Em relação a nós? Obix é um gigante forte, sábio. Não, quem é sábio é o Asterix. E o asterix é um anão. Então o gigante pega o anão e põe assim no pescoço, a gente faz com criança. E o gigante é cego e o obelix, o gigante obelix é cego. E o asterix, que é o eu, é a inteligência. Então vocês façam aí com que o asterix controle o obelix. Aí vocês vão viver bem. Nós vamos ver várias consequências da metodologia. A maior compreensão do Evangelho. Vai ser uma abordagem sequencial interpretativa dos 27 livros do Novo Testamento, proporcionando uma compreensão mais rica e contextualizada das mensagens de Jesus. E que mais? Outra. Fortalecimento da fé raciocinada. Fé baseada na razão e no entendimento. Aí é o aspecto. Não na crença cega, homem. Isso fortalece a convicção e a resiliência espiritual dos participantes. Concordam? Então, outro transformação moral profunda. Para que que nós estamos recorrendo a essa analogia? Para ficar mais fácil pra gente realmente mudar. mudança interna e duradoura até depois da nossa desencarnação. Querido, chega um pouquinho para cá que você tá tapando a letra. Obrigada. Resultando em indivíduos mais éticos, compassivos e alinhados com os princípios cristãos espíritas. Tá bem explicado. Então vamos colocar o obliqu e o asterix em ação para entender isso aqui mais profundamente ainda nessa abordagem sequencial dos 27 livros do Novo Testamento. Qual que é a sua perspectiva de um entendimento rico e mais aprofundado? A pergunta é: você sabe consultar a Bíblia? Você sabe ler a Bíblia? Você sabe ler os textos evangélicos? Você sabe ler os textos espíritas? Quando você pega um texto de Emânel, você costuma perguntar para ele: "O que diz o texto?" É o que tá escrito. Como eu leio o texto? É o que eu percebo com todas as minhas referências. O que o texto me diz? O que ele atende a mim naquele meu momento evolutivo? E como eu respondo ao que o texto diz,

tá escrito. Como eu leio o texto? É o que eu percebo com todas as minhas referências. O que o texto me diz? O que ele atende a mim naquele meu momento evolutivo? E como eu respondo ao que o texto diz, é a minha vontade natural de realmente querer ser diferente. E cada vez que nós usarmos esses quatro passos no entendimento de um texto qualquer, nós iremos perceber diferenças. Por quê? crescemos segundo a segundo. Então, a gente vai aprendendo cada vez que a gente retoma uma mesma lição. Isso não é repetir ano, isso é aprofundar competências. Depois, o fortalecimento da fé raciocinada, a fé baseada na razão, é a única realmente que pode enfrentar tudo na vida face a face. Por quê? Como espírita que raciocina, eu aprendo a questionar tudo, mas questionar com respeito e não com crítica. Questionar para aprender e entender mais. Aí eu entro num processo de transformação moral profunda, porque essa mudança interna duradoura, ela nos faz indivíduos mais éticos, respeitosos, em que a gente sabe que realmente a minha liberdade termina onde começa a do outro e continua quando o outro pega a continuidade do trabalho. Muito bem. Vocês eh vocês perceberam, né, gente, que uma vez que a gente conseguiu mudar os valores, então a vivência fica automática. O asterix ele domina o Obelix tranquilamente, não é? E o Oblix produz porque o asterix não tem condições de produzir o que o Obelix faz, não é? Então aí vira o equilíbrio entre o ego e o self. E a coisa marcha perfeitamente. Eu digo aí o Zi fala pouquinho, mas quando ela abre a boca só sai pérolas. Vocês concordam, né? Então consequências da metodologia, não é? nós vamos ver eh que vai passando do intelecto, a gente vai trabalhando, trabalhando para ir levando realmente para o nosso sentimento e aí vai acontecer a transformação moral. é o aquilo que é chamado do processo do autoconhecimento. Então você não consegue fazer isso. É os referenciais externos do entendimento. A fé raciocinada é fundamental para isso. E nós ficamos estancados por muito tempo

mado do processo do autoconhecimento. Então você não consegue fazer isso. É os referenciais externos do entendimento. A fé raciocinada é fundamental para isso. E nós ficamos estancados por muito tempo por causa dos condicionamentos que a gente recebeu, né, de de da fé cega, de você não ter o direito de pensar, de refletir e inclusive da sua da dependência que a gente fica de outros resolverem os nossos problemas que a gente não é capaz de resolver. Então nós temos que mudar tudo isso. E o que é interessante do Evangelho R vivo é que o facilitador vai aprendendo junto com os participantes e nós vamos fazendo a nossa transformação junto com os participantes. Aí a gente percebe que não tem uma grande diferença entre eles e aquele que ensina, porque o que ensina, na verdade, muitas vezes tá aprendendo do que o participante está apresentando, das vivências dele, das dificuldades, dos problemas e das soluções que ele encontrou. Então, a transformação moral ela quando acontece de fato, ela causa uma influência no meio naturalmente, sem precisar querer se projetar, porque quando quer se projetar é o ego falando sozinho e o ego esquecido do da essência divina que nós somos. Então aqui é um trabalho realmente, não é, que o Espírito explicou para nós como nenhuma outra filosofia antes. Pode buscar, tá? Eu digo para as pessoas, não sou espírita porque meu pai era espírita, minha mãe era católica. Eu sou espírita por convicção. E verdadeiro espírita tem que ser por convicção, porque tem que fazer sua transformação moral. É isso que caracteriza o verdadeiro espírita. Existe espírita não praticante? Não existe. Impactos adicionais da metodologia. um uma capacidade de desenvolvimento da nossa autoanálise, estímulo a introspecção, a reflexão sobre atitudes e sentimentos, promovendo o autoconhecimento e o crescimento pessoal. Nós nos fazemos pessoas melhores. E sabe qual que é a delícia disso? É que a gente percebe que a gente é capaz de fazer, não é? E a gente percebe essa capacidade

oconhecimento e o crescimento pessoal. Nós nos fazemos pessoas melhores. E sabe qual que é a delícia disso? É que a gente percebe que a gente é capaz de fazer, não é? E a gente percebe essa capacidade regenerativa, que eu acho que é uma das coisas mais belas do ser humano e que Deus colocou na gente. Então, não somos nós que somos capazes, só todo mundo é capaz. O que a pessoa precisa, ela precisa de repente só daquela é o clique. E o clique nem sempre vem pelas palavras, vem pelo que acontece. A situação, não sei se vocês já viram isso. Um familiar vira para outro diz assim: "Ah, querendo dar uma de santurrão agora, né? Tá pensando que eu não te conheço não?" Porque a transformação do outro provoca a inveja, provoca o outro percebendo as dificuldades que ele vai ter que enfrentar para se transformar. Ele não quer saber disso. E aí faz aquele tipo de acusação. Então é sinal de que tá funcionando. Persista. porque ele vai encontrar o caminho também. Bem, gente, integração, teoria e prática, né? H, então a integração teoria e prática que o conhecimento é efetivamente integrado à vida diária, como a gente tá comentando, é o resultado da então uma vivência mais coerente com os ideais espíritas, com a proposta da fé raciocinada, da vivência efetiva do evangelho. E é nisso que o evangelho redivu. Olha aqui, atenção para isso, gente. O espiritismo não é o evangelho rediv vivo por causa dos textos. Ele é o evangelho reivo, justamente porque Jesus veio, não escreveu uma letra, a não ser lá no chão, né, quando estavam acusando a mulher e que se apagou, mas ele inscreveu no coração daqueles que estavam ali, inclusive da mulher e dos perseguidores, nós, né, naquele tempo, inscreveu no nosso coração para que o dia em que nós decidíssemos despertar os elementos estivessem ali. Por isso a maêutica socrática, mas por que foi buscar maêutica socrática? antigo lá, não sei da onde, não precisava disso. Então, prestem atenção que Jesus preparou tudo direitinho. Ele é o governador do planeta,

aêutica socrática, mas por que foi buscar maêutica socrática? antigo lá, não sei da onde, não precisava disso. Então, prestem atenção que Jesus preparou tudo direitinho. Ele é o governador do planeta, fez tudo direitinho. Ele manda Sócrates, Platão, desenvolve a maêutica, ele vem e transforma a mautica em dialógica, porque ele vai trazer a moral, não é, do para a a de dentro da criatura para fora, né, que está lá, Deus colocou, é a assinatura de Deus em nós. Então, aí vem o que vai acontecer no desenvolvimento disso, a integração da teoria da prática. E nessa integração da teoria e da prática, nós já não temos a preocupação mais de ensinar pros outros, mas nós estamos ocupados em conviver, tá bem? Conviver. E é na convivência que a transformação vai acontecendo em nós e nos demais. E daí a união da fraternidade na comunidade, a nossa ação dentro da comunidade. Atenção para isso. O centro espírita foi criado em algum lugar por alguma razão. Ele tem um serviço a prestar pra comunidade onde ele está e precisa saber quais são as referências dessa comunidade para saber o que é que vai precisar ser mudado. E não somos nós que vamos mudar, são eles. Por causa disso, eles precisam ser integrados. Atenção, eles precisam receber por oferta o Espiritismo, ser acolhidos. E nós estamos falando aqui das pessoas que são consideradas com fragilidade social. E Bezerra de Menezes passou essa incumbência. A Marta recebeu isso de um médium em Minas Gerais. Ele tem 300 anos para fazer isso. Pediu ajuda à FEB. O que que é a FEB? falamos juntos nós, ele conta conosco para implantar este projeto de integração das famílias, das pessoas com fragilidade social dentro do contexto. Jesus veio para eles. Nós aqui estamos para os que precisam de médico. É onde Jesus está. Olha a mensagem que a gente recebeu. Então, não vai ser do nosso palacete, da nossa casa, não é ali que vai acontecer. Lá vai acontecer com a nossa família, mas com a família deles vai acontecer lá onde eles estão. Então eles precisam

u. Então, não vai ser do nosso palacete, da nossa casa, não é ali que vai acontecer. Lá vai acontecer com a nossa família, mas com a família deles vai acontecer lá onde eles estão. Então eles precisam aprender a administrar as instituições espíritas e entender o que uma das pessoas perguntou numa obra social que a FEB tem. Como é que vocês fazem? Porque vocês dão essas coisas todas pra gente? Nunca pediram nada. O pastor lá exige o dízimo. A gente tem que dar o dízimo. Vocês nunca pediram nada para nós. Como é que isso acontece? Como é que eles vão atender como acontece? Eles vão entender. Nós os acolhemos, os integramos, eles passam a administrar o processo no futuro para que os outros também aprendam com eles como é que a gente faz, como é que vocês chegaram aqui. A maior parte de vocês pagou a própria passagem, não foi? Senão todos. Não foi assim? Então, no espiritismo a gente dá dinheiro sim para fazer a obra e não para alguém fazer a obra por nós. Gente, agora eu vou propor uma coisa. Quando vocês ouvem falar mediação dialógica e dialética socrática, tá complicado, não tá? Eu vou mostrar para vocês com um exemplo. Vocês nunca mais vão esquecer que que isso significa. Vocês sabem, eles tinham muita raiva dos impostos que tinham que ser pagos. Então chegaram para Jesus aquelas perguntinhas infames, desculpem a palavra, mas era. Então eles chegaram com uma moeda, onde Jesus pediu me ter uma moeda e que finge é esta? Ele começa perguntando todas estas, a mediação de lógica, ah, desculpe. Tudo isto que nós falamos é através de pergunta. Então ele não fez um discurso, ele perguntou quem é César. Dê a César o que é de César. Isso, gente, é mediação dialógica e é Sócrates conosco. Agora eu vou pedir o mapa mental bem ampliado, por gentileza. Também façam o meu favor de fotografar isso aí. Faça o meu favor de fotografar isso aí. Posso falar? Então vamos lá. Olha o que que nós queremos atingir. Nós queremos atringir a luz. >> Bem à vontade. >> Ah, >> obrigada. Me deram tempo.

ar isso aí. Faça o meu favor de fotografar isso aí. Posso falar? Então vamos lá. Olha o que que nós queremos atingir. Nós queremos atringir a luz. >> Bem à vontade. >> Ah, >> obrigada. Me deram tempo. O que que nós queremos atingir? A luz da transcendência. E como é que nós vamos fazer isso? pega a base da pirâmide através do consciente, como você falou, nós temos a inconsciência, a que é o ide, a consciência, a subconsciência e a supraconsciência. Supraconsciência tá ali na luz da transcendência. Vamos ver como é que a gente chega lá. através de passo a passo. Então vamos ver onde e quando, através do consciente você desperto, vai ver ambiente, a transcendência que você traz de descendência dos seus ascendentes. Então, o que que é a ambientação? Limites e oportunidades que lhe são dadas, apesar do seu DNA. Então, o que fazer? Vamos ver como que nós nos comportamos, qual é a nossa ação e nossa reação, como é a nossa conduta pessoal e profissional. Tudo isso você está cobrando de você. É um programa de vida. O mapa mental é uma forma figurativa de registrar inúmeros passos que você tem que dar e você fotografa isso e vai simplesmente cumprindo as etapas. Então, como é que você consegue fazer isso? Veja que eu estou falando tudo a nível consciente. Então, como você vai fazer? Você vai ver a sua capacidade, ponto forte, fraco, oportunidade, ameaça, o SWAT, né? O que que é o SWAT? É o fofa, traduzido em português. Eu vou falar em português, é strengs, weaknesses, opportunities and tracks. Isso é a análise SWAT de Harvard. Agora vamos traduzir isso para brasileiro. Fofa. Sabe o que que significa fofa? Primeiro F, o que que você tem em você de forte? Por exemplo, determinação, teimosia, teimosia assim de ser persistente. Então, nós estamos analisando ali as nossas condições, os nossos instrumentos de trabalho, oportunidades que nos são dadas. Isso aqui hoje, esse fim de semana, essa esse hábito que nós temos de nos reunirmos para aprendermos mais, isto aí não é a oportunidade que a

instrumentos de trabalho, oportunidades que nos são dadas. Isso aqui hoje, esse fim de semana, essa esse hábito que nós temos de nos reunirmos para aprendermos mais, isto aí não é a oportunidade que a vida nos dá? Não vamos deixar passar, como fala lá no Goiás, o cavalo arriado sem aproveitar. Vocês entenderam essa história de cavalo arriado? Tá bom. Então vamos lá. Eu estou vendo a minha capacidade e as minhas habilidades. Se eu sei fazer e não faço, eu crio débito. Presta atenção. Você sabe, é capaz dar conta do recado, não faz. Criou débito. E com quem? Exatamente, né? Então, vamos lá. Nós estamos ali na capacidade de habilidade, direção estratégica e conhecimento. Agora vamos ver por que que a gente tem que fazer isso tudo a nível consciente, porque nós temos que vivenciar nossas crenças e mostrar os valores que nós já adquirimos, não é? Então você tem uma permissão de si mesmo de fazer isso como uma obrigatoriedade e uma motivação, porque você sabe que você fazendo isto, você está evoluindo, você está se esforçando por se aperfeiçoar, não é mesmo? Então vamos lá. Agora, agora nós estamos no limear. Presta atenção ali quando pergunta quem tá no limear do consciente e do inconsciente. Como é que chama esse estado? Psicólogo? >> Então vou perguntar de novo. Como é que chama quando você passa do consciente para o inconsciente? O que que é que nós encontramos? Sub subconsciente é metade do caminho. Tá vendo? Ela tá pensando difícil demais. É mais fácil. Então vamos lá. Agora nós vamos entrar para nível inconsciente. Vamos lá. Identidade. Qual é a missão? Nós somos filhos da missão. >> Somos >> senso do eu. Eu tenho consciência da responsabilidade que eu tenho com que eu já adquiri. O conhecimento não é pessoal. Sabe aquela pessoa que tem aquela biblioteca que as paredes todas são cheias de livros e ficam a vida inteira na poltrona lendo para deleite? O conhecimento não é pessoal, ele é social. Você tem obrigação. Se você sabe e não faz, cria débito, não é? Então vamos lá.

são cheias de livros e ficam a vida inteira na poltrona lendo para deleite? O conhecimento não é pessoal, ele é social. Você tem obrigação. Se você sabe e não faz, cria débito, não é? Então vamos lá. a nível a nossa identidade, nossa missão, nosso senso do eu e os meus papéis no mundo. Vocês representam um papel no mundo? Exatamente. E a pessoa às vezes põe uma máscara e acostuma tanto com a máscara que a hora que tira a máscara não sabe quem ele é. É ou não é por aí? Então vamos lá. Agora vamos ver com quem a responsabilidade, a afiliação. Eu e o grupo. Eu e mais uma pessoa somos um grupo. Eu com meu filho, com meu neto, com meu bisneto, Nora, Generro, cada filho meu, são três, todos os três casados duas vezes. Ó o tanto de Nora e Ginro que eu tenho. Meu Deus. Obrigado, senhor. Agora ainda está faltando quem mais? Qual é o legado que nós temos, hein, gente? Espiritualidade, visão e propósito. Então, quero que vocês vejam, a escalada é grande para chegarmos na luz da transcendência. Zita, depois você explica mais ainda, porque é tão profundo. Ah, é por causa do tempo. É, não, então já tá explicado. Então vamos lá. o pensamento sistêmico e ser integral, senso de significado da vida, aí nós atingiremos a luz da transcendência. Beleza? Valeu. Então, marchando a caminho da luz, nós na conquista da gente mesmo, nós vamos encaminhando para a nossa conclusão que vocês não perdem por esperar que será apoteótica, porque veja só, o Evangelho Rede Vivo, mais que um estudo, é um caminho para a transformação integral do ser humano, unindo conhecimento, reflexão, meditação, sentimento, vivência prática. Estamos careca de saber isso. Então, vamos colocar em prática e vamos realmente fazer com que isso seja a diferença em nossas vidas, porque teremos que entender que há um grande impacto que contribui para o desenvolvimento individual e coletivo, alinhado aos princípios da doutrina espírita, promovendo compreensão mais profunda do Evangelho e sua aplicação na vida diária. Vocês acreditam que a gente

ara o desenvolvimento individual e coletivo, alinhado aos princípios da doutrina espírita, promovendo compreensão mais profunda do Evangelho e sua aplicação na vida diária. Vocês acreditam que a gente já ouviu dizer assim, mas então quer dizer que essa história do Evangelho Rede Vivo da FEB é para substituir o evangelho segundo o Espiritismo? >> Sim. E olha só que barbárie que é isso aí. Porque nós como espíritas precisamos entender que Kardec nos deu uma luz fantástica quando através do Evangelho Segundo o Espiritismo, trabalhando a moral do Cristo, ele nos prepara para sermos cristãos, para entendermos em espírito e verdade a mensagem do Mestre no que diz respeito a cada um de nós. Por isso, nada dentro do Evangelho Segundo o Espiritismo afeta quem quer que seja nenhuma religião e nos esclarece e nos chama a atenção para essa necessidade de realmente entender Jesus em espírito e verdade. E aí vem o evangelho Rede Vivo, entendendo que nós estamos nos tornando cristãos para abrir para nós uma nova perspectiva, para aí sim entendermos a mensagem do Cristo através dos evangelhos que compõem o Novo Testamento. Então, assim como Kardec não criou uma nova Bíblia com o Evangelho Segundo o Espiritismo, o Evangelho Rede Vivo não vem derrogar nada, ele vem simplesmente nos ensinar a entender a proposta do Cristo em todos os escritos que chegaram até nós e que quando a gente pesquisa, a gente verifica o duro que foi para a espiritualidade manter a mensagem praticamente quase que impoluta, porque houve o quê? Bastante reações tentando colocar ali, inserir no texto bíblico coisas que eram da materialidade para que houvesse o domínio das consciências. E espiritismo é libertação das almas, é consciência verdadeira. E é com esse espírito que nós nos nos debruçamos sobre o texto do Novo Testamento. E que só um dia vinhamos a nos debruçar sobre o texto do Antigo Testamento que diz Emanuel que só está claro para aqueles que estão muito preparados. Está lá no livro consolador. Então quer dizer, temos muito caminho

vinhamos a nos debruçar sobre o texto do Antigo Testamento que diz Emanuel que só está claro para aqueles que estão muito preparados. Está lá no livro consolador. Então quer dizer, temos muito caminho pela frente, não somente os novos livros. Vocês não perdem por esperar. Muito trabalho. Ninguém ninguém vai ficar sem emprego, né? Seguramente. Então, vamos paraa última lâmina. Eh, nós estamos à conclusão apoteótica e os espanhóis têm o hábito de dizer, né? Depois de tudo existe assim: lodicho. Então, eu poderia simplesmente agora dizer a vocês lodío, não é? Mas ainda temos mais alguma coisinha só para chamar a atenção da gente, não é? é que o Evangelho Rede Vivo, então, é essa chamada de atenção para nós, é o incentivo à prática e vivência dos ensinamentos para uma vida plena e moralmente elevada, seguindo o exemplo de Jesus e os princípios espíritas. Nenhuma novidade, é conclusão, só trazendo de volta aquilo que a gente já examinou. Vamos ver o próximo tópico ali. Então, olha, olha a frasezinha. Reconhece-se o verdadeiro espírita por sua transformação moral e pelos esforços que empreende para dominar, já foi bem explicado aqui, as suas más inclinações. Então, a gente disse isso. Não existe espírita não praticante, porque na própria definição do codificador, nós estamos em constante ação de transformação, como todo o universo está. A estagnação é coisa do mal, da ignorância. Porque o bem é ativo o tempo todo. Tudo bem? Então, nós temos mais uma surpresinha agora pro finalzinho, não é, para colocar para vocês. Ah, essa faltava essa aqui. Então, a metodologia então promove a mudança real, é lodí. Podemos a outra. Seus efeitos se estendem do indivíduo para o coletivo, do indivíduo, eh vai para do individual para o coletivo, como a gente disse. Vocês viram aqui, a gente citou um exemplo eh em Minas Gerais, não é? A igreja eh protestante e católica querendo saber que que a gente tá fazendo com o Evangelho Rede Vívica e vem para os encontros para aprender. E lá na FEB foi citado aqui também, não é?

erais, não é? A igreja eh protestante e católica querendo saber que que a gente tá fazendo com o Evangelho Rede Vívica e vem para os encontros para aprender. E lá na FEB foi citado aqui também, não é? que foi recebido lá o capelão do exército lá. E aí vocês viram a história. É isso aí, gente. O que que vai acontecer? Eles vão perceber que o espiritismo não é o inimigo. Devagarinho vão perceber que o espiritismo é a solução. Então aquilo que Leon disse, o espiritismo não é a religião do futuro, é o futuro das >> religiões. Então não nos preocupemos, nós não temos que fazer prositos, não temos que convencer ninguém a ser espírita, nós só precisamos trabalhar sendo cristãos. Aí tudo se resolve. Tudo bem? Então, fechamento >> então agora nós vamos para uma conclusão apotelica, eu acho, ou tenho certeza? Vocês ontem receberam uma folha em que está salmo vivo, um canto da alma desperta, não é? Um trabalho coordenado pela Marisa Raz, que fez um mergulho evangélico Rede Vivo no Salmo 23, inspirada em uma palestra do professor Severino Celestino. E aí vocês receberam isso aqui. E agora vamos apresentar um jograu do texto todo. Não, a gente também é inteligente, pensa diferente. Então nós fizemos um exerto, um resumo desse trabalho contemplando os pilares de Emanuel, conhecer, meditar, sentir e viver. E vamos chamar aqui à frente quatro pessoas que irão nos ajudar e tem um porquê. Marisa Ras, Patrícia Rebelato, Hilda Schneider, Cléber Araújo. Tá muito bem, pessoal. Esses meninos irão trabalhar para nós esse resumo do salmo vivo, um canto para alma desperta, que a gente dedica a cada coração. E de uma forma bastante interessante, nós teremos a expressão desse trabalho em português, em alemão e em espanhol. Por quê? Nós costumamos na nossa turma de Evangelho Rede Vivo fechar as nossas reflexões no idioma de participantes que estão conosco de vários países. Então, alguém contestou: "Mas isso é perda de tempo, gente. Vocês acreditam em espíritos? Vocês acreditam que para cada um de nós tem 10 desencarnados na

ticipantes que estão conosco de vários países. Então, alguém contestou: "Mas isso é perda de tempo, gente. Vocês acreditam em espíritos? Vocês acreditam que para cada um de nós tem 10 desencarnados na escuta verificando o que estamos fazendo e aprendendo. Nós também acreditamos. Então, se nós temos uma pessoa do idioma alemão conosco na nossa turma, ela deve ser não somente respeitada, acolhida e ser reforçada no seu trabalho e na sua participação e os irmãos que estão com ela. Então, daí nós temos a reflexão em português, em alemão, porque temos alemães encarnados e desencarnados conosco. em espanhol, porque temos espanhóis encarnados e desencarnados aprendendo o evangelho Rede Vivo e norueguês. Nós tivemos também um determinado tempo e depois o português. E é isso que nós vamos fazer aqui agora. Então, preparem o coração. Nós teremos na condução das meninas. A Euzi, preparou o jograu. Euzi, por favor, vem cá. E olha só, vamos só para verificar esse essa introdução. Silêncio absoluto, pausa no plenário. >> Este poema nasceu do silêncio das almas que escutam. escutam a si mesmas, escutam os salmos, escutam a presença viva de Deus que habita no íntimo. foi escrito por vários corações que se colocaram à escuta em oração, em reflexão e em comunhão, inspirados na profundidade espiritual do texto hebraico dos salmos e conduzidos pelo amor de Jesus e pela razão iluminada de Kardec. Estes versos não foram apenas criados, foram sentidos. Mas algo mais. Foram vividos à luz do Evangelho Rede Vivo, não como texto antigo, mas como chama presente. Foram moldados pelos quatro pilares da leitura espiritual. Conhecer, meditar, sentir e viver. Cada estrofe reflete um olhar, uma prece, um instante de reconexão. Olhar para Deus é deixar-se acender, é ser luz dio e mais do que brilhar. É refletir a luz que se contempla. Aqui a poesia caminha com a fé. A palavra se faz corpo no som das vozes e o salmo antes orado em silêncio, agora é vivido em coro. Este é um canto de gratidão e de reencontro, uma tradução da alma do

Aqui a poesia caminha com a fé. A palavra se faz corpo no som das vozes e o salmo antes orado em silêncio, agora é vivido em coro. Este é um canto de gratidão e de reencontro, uma tradução da alma do Ener, um testemunho vivo de que o Senhor é e não nos falta. Tu palabra una lampada incendida. Mi passo non cammina solo. Illumina lo vendrà por adelante, sin ruido, sem prisa, sem polgo. Tua palavra é lâmpada. Meu passo não anda mais só. Ela clareia o que vem à frente, sem ruído, sem presa, sem pó. Tua lei é perfeita harmonia. Não manda, orienta, não prende, liberta. Ela toca a alma batida e a reconduz pela porta aberta. Das Leben ist kurz. Bringt mir das bei. Und während ich auf der Erde die Tage zähle, begreife ich den Herzlager mit Weisheit zu Mess. A vida éve, me ensinas. E ao contar os dias do chão, aprendo a medir com sabedoria o pulsar do coração. Quando os pensamentos me dispersam, tu me alcanças no meio do vão. Tuas consolações são colheitas plantadas no meu coração. A sombra de tu salas me cubre, hai refúgio em tu calor. Assim me quedo tumbado, fraco, descansando em tu amor. A sombra de tuas assas me cobre, a abrigo no teu calor. Ali me deito frágil e inteiro, descansando no teu amor. Uges com óleo à minha fronte, com mãos de amor e compaixão. E a taça da dor que antes tremia, agora transborda em gratidão. Selbst wenn das Fleisch wach wird und das Herz bricht, bist du der Fels, der niemals we die Gabe, die ewig bleibt. Mesmo quando a carne fraqueja ou quando o coração se parte, tu és a rocha que não cede, a herança que nunca parte. Que saibamos conhecer com humildade, meditar com profundidade, sentir com verdade e vivenciar com coragem. E vamos todos nós agora em homenagem ao professor Severino Celestino, em uma só voz: Shalom. >> Shalom. Não, >> muito obrigado.

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