#03 [CONGRESSO ESPÍRITA DE JATAÍ 2025] Palestra "O CRISTO CONSOLADOR" - Gustavo Silveira

FEEGO 21/09/2025 1:17:26

#AOVIVO #CongressoEspiritaDeJatai #SINTONIAnoBEM Transmissão AO VIVO da Abertura do CONGRESSO ESPÍRITA DE JATAÍ 2025 e da Palestra "O CRISTO CONSOLADOR", com Gustavo Silveira, direto do Centro de Cultura e Eventos de Jataí-GO. SINTONIA no BEM, divulgando o espiritismo com amor! Quer criar transmissões ao vivo como esta? Confira o StreamYard: https://streamyard.com/pal/d/5942525018767360

Transcrição

Oh. M. M. Ah. M. M. เฮ เฮ เฮ เฮ เ เฮ Então, vamos retomar os nossos trabalhos agora da segunda parte da nossa tarde. E antes da gente convidar o nosso irmão Gustavo Silveira, que vai fazer a explanação do momento, eu queria perguntar e que você pudesse levantar a mão, tem alguém sem o número, uma fichinha sem número? Levanta a mão para mim, por favor. Ó, tem algumas pessoas. Eh, cadê? Ó, vamos fazer assim, ó. Você que tá sem o número, cadê a esposa do Vanderlei? Cadê a Demair? Tá aí, Demair. São poucas pessoas. Eu vou pedir para que elas fiquem com a mão levantada e aí você entrega o número para elas. Pode ser? Então, ó, fica com a mão levantada. Se cansar um braço, levanta o outro até chegar aí, tá? Você que tá sem os números, porque a gente teve um contratempo na distribuição dos números. Então, para o sorteio, né, a gente vai entregar para vocês aí. E se porventura pode acontecer do seu número ser repetido com alguém, que que vai, o que que vai prevalecer? Quem chegou primeiro no mundo, né? O mais velho. Então, se isso, a chance de isso acontecer existe. Se aconteceu, o mais velho leva vantagem, tá bom? Então, sempre o mais velho tem vantagem, entendeu? Então, se você em algum momento pensou que a sua idade, a mais avançada não te coloca em vantagem, não é bem assim. O mais velho sempre tem vantagem, porque Deus permitiu que você chegasse primeiro. Então, nós vamos dar início ao nosso segundo momento da tarde. Nós vamos convidar agora o nosso irmão Gustavo Silveira com o tema O Cristo Consolador. Ele que é natural de Arachá, Minas Gerais. reside hoje em Uberlândia e trabalhador do grupo Espírita Leon Deni. Quero que você receba com uma salva de palmas o nosso irmão Gustavo Silveira com o tema O Cristo Consolador. Minhas amigas, meus amigos, uma ótima tarde para todos nós. Que Jesus nos abençoe, nos inspire e nos conduza nessas reflexões. Antes de mais nada, agradecer pela confiança, pelo convite, pela oportunidade, agradecendo aqui em nome meu, da minha esposa,

os nós. Que Jesus nos abençoe, nos inspire e nos conduza nessas reflexões. Antes de mais nada, agradecer pela confiança, pelo convite, pela oportunidade, agradecendo aqui em nome meu, da minha esposa, que é sempre uma alegria a gente estar eh juntos no movimento espírita, no evento espírita, porque eh eu acho que a gente tá precisando dessa integração, né, dessa convivência, dessa partilha que ensina, que aprende junto. Então, estar a quem já tá aí hoje pela primeira vez é uma alegria e também por participar deste evento. O nosso tema é o Cristo Consolador. E nós gostaríamos de conduzir uma reflexão aqui também pensando no tema central sobre paz e saúde, porque particularmente eu acredito que ponto de vista espírita e para alguém que eh o timer, só o timer do você reseta para mim depois. Do ponto de vista espírita, é muito, talvez muito direto nós entendermos o que é o consolo do Cristo. Mas eh aqui nós gostaríamos de compartilhar uma reflexão, tá? talvez trazendo mais para a nossa vivência diária, para o nosso dia a dia, porque é muito mais difícil nós traduzirmos em vida aquilo que a gente conhece do ponto de vista teórico. O o Vitor Hugo, irmãozinho, ele trouxe aqui sobre as curas e ele comentou uma das curas que as a que eu mais gosto, que é a cura dos 10 leprosos. Eu gosto muito dessa cura porque todos os leprosos tiveram fé. Todos eles. E por que que eu tô dizendo isso? Eles tiveram fé porque eles foram procurar Jesus. Você não vai procurar alguém em quem você não acredite. Se você não confia no médico que vai te atender, você procura outro médico. Mas mais do que isso, se uma coisa que é muito interessante da gente fazer com o evangelho é prestar atenção no detalhe do detalhe, numa coisinha que tá ali eh como que às vezes passando despercebida, mas é importante prestar atenção porque ali há também ensinos profundos, né? E no no caso dessa cura, Marcos vai dizer assim: "Os 10 ouviram de Jesus assim: "E apresentai aos sacerdotes". E os 10 foram e então foram curados,

atenção porque ali há também ensinos profundos, né? E no no caso dessa cura, Marcos vai dizer assim: "Os 10 ouviram de Jesus assim: "E apresentai aos sacerdotes". E os 10 foram e então foram curados, não é? Foram curados e saíram. Eles saíram e aí se viram curados. Por isso que um voltou, que já tava, já tinha ido embora. Então você imagina assim, Jesus, você pede uma coisa para Jesus e Jesus pede para que você tome uma ação que só faria sentido se aquilo que você pedisse, aquilo que você pediu para ele já tivesse sido atendido, mas você ainda não viu a solução, você ainda não viu o recurso chegando. É, é tipo assim, não é, é só uma analogia, tá gente? É tipo assim, você faz uma prece pr ser milionário, aí Jesus começa a te falar assim, pode começar a gastar no seu cartão aí. Aí você fala assim, Jesus, o saldo da conta continua zerado. Fala assim, não pode gastar. É mais ou menos isso. Primeiro eles saíram porque ir aos sacerdotes, a, né, falar com os sacerdotes era no sentido de que você que tinha uma doença, né, quem tinha uma doença contagiosa, ficava excluído da sociedade. E quando essa doença surgia ou era curada por algum de algum modo, você precisava notificar os sacerdotes tanto para eles te autorizarem ao convívio, ao retorno ao convívio social, como também para você contar como é que foi a cura. Precisava compartilhar com as como é que você foi curado. Então precisava notificar. Então você imagina que eles estão com a com o corpo todo ferido. Aí Jesus fala assim: "OK, vai lá falar com os sacerdotes". Ah, mas eu ainda não tô curado, eu vou fazer o que lá? Aí eles se viram, começam a ir. Aí são curados e um volta. Então eu eu gosto dessa cura. Por quê? Porque os 10 tiveram fé. Porque se sou eu ali, se eu sou o 11º, eu teria questionado Jesus. Fale assim: "Jesus, mas eu vou lá falar o que com sacerdote? Eu ainda tô eu tô com o corpo todo ferido ainda. Me cura primeiro, daí eu vou, né? Mais sem fé ainda. Os 10 vão." Só que qual é o perfil desses nove? O perfil desses nove é assim: é a pessoa

acerdote? Eu ainda tô eu tô com o corpo todo ferido ainda. Me cura primeiro, daí eu vou, né? Mais sem fé ainda. Os 10 vão." Só que qual é o perfil desses nove? O perfil desses nove é assim: é a pessoa que faz uma oração para que algo aconteça. Esse algo acontece dali um tempo e ela fala assim: "Ah, mas talvez foi coincidência, né? Ah, não sei. Será que tem a ver com a minha oração?" ou às vezes nem lembra que fez a oração, porque demorou um tempo. Então, os 10, os nove, perdão, os nove que não voltaram são pessoas que, embora acreditassem em Jesus, não tiveram fé esclarecida o suficiente para raciocinar que, ô, pera aí, eu tava com a doença que ninguém sabe a cura até agora. Eu falei com Jesus e depois que eu falei com ele, eu fui curado. É claro que quem me curou foi o Cristo. Isso é fé esclarecida, é fé raciocinada. Esse retorna e agradece. E aí quando Jesus diz a ele: "A tua fé te salvou". O verbo salvar não é em vão. Jesus não diz: "A tua fé te curou". Porque curado estavam os 10. Curados do corpo estavam os 10. Ah, tá. Obrigado. Obrigado. Hã, não, essa não. Eu trouxe, eu que trouxe. Os 10 estavam curados. Então, não é, a tua fé te curou, a tua fé te salvou. Porque a tua fé não foi apenas a fé de pedir a cura, mas de reconhecer a ação do invisível. E aqui nós não estamos falando meramente de uma questão de comportamento, é uma questão de sentimento. Ficou tão claro para aquele homem que quem havia dado a cura a ele tinha sido o Cristo, que ele não conseguiu não voltar. Você você entende que o que ele fez foi um pouco ao contrário do que Jesus pediu para ele fazer, né? Jesus falou assim: "Vai aos sacerdotes". Aí ele falou assim: "Não, eu até vou, mas primeiro eu preciso agradecer Jesus". Aí está a fé que salva. Eu tô chamando atenção para esse ponto, porque eu queria trazer aqui o que é o salvar. Por que que a fé salvou e não curou? Porque nós não estamos falando, ou melhor, Jesus não está falando de cura, de corpos. Jesus não está falando de um processo de regeneração celular material,

alvar. Por que que a fé salvou e não curou? Porque nós não estamos falando, ou melhor, Jesus não está falando de cura, de corpos. Jesus não está falando de um processo de regeneração celular material, porque para ser regenerado materialmente os 10 tiveram fé. Só que aquele que voltou para agradecer permitiu que a ação de cura do Cristo chegasse na alma. Então, nós estamos falando de um homem que, embora tivesse percebido a ação do Cristo na ordem material, no campo material, ele alcançou o espiritual e voltou para agradecer. Isso é importante, isso é relevante, porque não é apenas uma questão de comportamento, não é apenas uma questão de fazer certo ou agir certo. É uma questão de ter sentido de maneira tão pura e verdadeira que ele retorna. E aqui há o ponto que nós gostaríamos de eh puxar para entrar no tema do consolador, porque Jesus, ele é sim o consolador. Tanto o é que quando lá no Evangelho de João, Jesus vai anunciar o consolador, que depois Kardec vai interpretar, o consolador prometido pelo Cristo e vai dizer que esse consolador é o espiritismo, naquela passagem que Jesus promete um consolador, ele diz assim: "E eu rogarei ao Pai e ele vos enviará um outro consolador, não é? Eu rogarei ao Pai e ele vos enviará o consolador. Não, ele enviará um outro. Por que outro? Porque já tinha um. E esse um era ele mesmo, Jesus. Mas eh o ponto aqui é de que ordem nós estamos esperando esse consolo? De que maneira nós estamos esperando esse consolo? Porque assim, eh, é muito mais difícil nós alcançarmos o nível espiritual do consolo. é muito mais difícil, porque esse esse esse trabalho, esse esforço, ele não se reduz a mero raciocínio ou processo intelectual. Por que que que eu tô dizendo assim? Eh, você imagina que a gente, eu hoje, eu e minha esposa, a gente pegou o carro em Uberlândia e viemos para cá, fizemos a viagem para Jataí. A prece que a gente fez no caminho é Jesus, que a gente chegue em paz, que a gente possa ir lá cumprir o nosso objetivo, chegar em paz e voltar, né? O

ia e viemos para cá, fizemos a viagem para Jataí. A prece que a gente fez no caminho é Jesus, que a gente chegue em paz, que a gente possa ir lá cumprir o nosso objetivo, chegar em paz e voltar, né? O Estevão tá esperando a gente, né? Que a gente possa retornar, né? O Estevão é nosso bebezinho. Para que não? E essa é uma prece. Você vê algo de errado na prece, não? muito natural. Você vai fazer um um evento, organizar um evento que é dificíimo organizar um evento espírita. Difícil, eu admiro, eu já admirava organização de evento espírita. Depois que eu organizei um, nossa, é o idolatro quem quem organiza. É muito difícil, muito difícil. Então, você tá organizando, preparando os banners, os temas, tudo pensando logística, você vai fazer uma prece para quê? Ô Jesus, que dê tudo errado o evento. Não, você vai fazer uma prece para que dê certo. E isso é natural. Talvez o problema aqui não seja o da prece, mas é quando eu faço a prece pedindo para que dê tudo certo, como é que eu vou lhe dar caso dê tudo errado? como é que eu vou lhe dar caso dê tudo errado? E aí, assim, como diz um amigo meu, um amigo muito querido lá do Rio de Janeiro, ele fala assim: "A gente fala da gente aqui na frente porque a gente não pode falar dos outros, né?" né? Mas numa outra ocasião, fazendo uma viagem de Vila Velha para Uberlândia de carro 1100 km com o Estev para completar 3 meses de vida. Claro que essa viagem não foi num dia só, mas num dos dias da viagem eh a estrada tava em obras, né? Eh, muita obra na pista assim, então a pista não tava exatamente limpa. E num dos numa dessas dessas idas, acabamos temos que pegar o acostamento ali. Pegamos o acostamento e seguimos viagem normal. Depois ali a estrada voltou, OK? Seguimos viagem normal. Até que o meu sogro que tava na frente guiando, resolveu parar num posto e eu juro para vocês, olhei e falei assim: "Nossa, a gente não tá com fome, não tá cansado, a gente podia seguir mais um pouco". Mas ele resolveu parar e depois falando com ele, ele falou assim: "Ah,

e eu juro para vocês, olhei e falei assim: "Nossa, a gente não tá com fome, não tá cansado, a gente podia seguir mais um pouco". Mas ele resolveu parar e depois falando com ele, ele falou assim: "Ah, eu ouvi uma voz assim". Falou: "Para aqui". E ele parou. Ele falou assim: "Eu nem tô com tanta vontade assim de parar, mas parei". A hora que eu desci do carro, um prego tava no pneu no meu carro. Eu olhei aquele prego, eu falei assim: "Nossa, Jesus, não é possível, falta 800 km. Como é que eu vou fazer 800 km com pneu que dá 80 km/h? Vou chegar lá semana que vem, né?" Mas o posto que ele parou tinha uma borracharia 24 horas. O cara olhou, falou: "Não, isso aqui é tranquilo". foi lá e arrumou o pneu. E eu me senti uma criança porque eu olhei na hora que eu vi o prego, eu falei assim: "Nossa, e ainda tá do lado do pneu, né? Porque é mais difícil de arrumar". Se fosse embaixo, talvez fosse mais fácil, mas do lado, às vezes o estrago pudesse ser maior. Aí eu já pensei, falei: "Não, vai ter que fazer vulcanização, vai dar trabalho para caramba. Meu Deus do céu, o que que tá acontecendo?" E eu na hora falei assim: "Jesus, me ajuda". E aí meu sogro olhou, falou: "Ah, olha ali, ó, tem um tem uma borracharia aqui mesmo do posto, vai lá." Aí eu fui, o rapaz foi muito atencioso. Ele podia ter cobrado o preço que ele quisesse. Eu ia ter que dividir em três encarnações, mas ele podia, o preço que ele quisesse, ele me cobrou o preço justo, fez o serviço muito bem feito, pneu tá aí até hoje. Então, o que eu quero dizer é, e se eu tivesse chegado numa num posto que não tem borracharia ou se eh se acabasse que eu tivesse mesmo que colocar o pneu de 80 km/h e fizesse 800 km a 80 por será que eu me sentiria esquecido? E eu acho, por observações todas de ordem pessoal, que em geral a gente tem dificuldade, embora do ponto de vista intelectual a gente entenda os processos expiatórios, a gente entenda os processos de resgate e a gente saiba tudo sobre. Eu percebo que na hora que o resgate

tem dificuldade, embora do ponto de vista intelectual a gente entenda os processos expiatórios, a gente entenda os processos de resgate e a gente saiba tudo sobre. Eu percebo que na hora que o resgate bate da nossa porta, não é tão fácil aplicar a teoria que a gente tanto sabe. E o que eu mais me pergunto é por que é tão difícil? Porque é tão difícil entender o consolo nas garfadas da madrinha que o Chico levava? Porque é tão difícil entender o consolo nas agressões que o Divaldo recebia do pai? Por que que é tão difícil entender consolo quando eu planejo o evento e dá tudo errado? Por quê? Por que que é tão difícil? Por que que eu só entendo o consolo quando as coisas dão tudo certinho? Ou melhor ainda, né? quando dão certinho, segundo a minha percepção, a minha maneira de avaliar, a minha maneira de pensar. E eu entendo que tem várias causas aqui do por que que é tão difícil eh entender o consolo nessas situações complicadas. Mas eu vou pegar um uma causa só. Tem várias, mas não nós não temos tempo para falar de todas, mas acho que tem uma para citar. Acho que tem falta de fé, acho que tem peso de consciência, acho que tem e acho que tem um sentimento que é assim, uma vez a gente estava num evento espírita e e eu tava eh coordenando a roda de conversa. Então eu eu que ia fazer as perguntas paraas pessoas, né? Eu que ia direcionar as perguntas. E aí chegavam as perguntas, eu fui organizando assim e aí num determinado momento eu tava colocando a pergunta 10 pro fulano e a pergunta 11 pro ciclano. E aí na hora que eu fiz isso me veio uma intuição assim: "Troca, troca a ordem, faz a 10 pro ciclano e o e a e a 11 pro belano." Aí eu falei: "Tá bom, vou vou fazer isso". E aí a pergunta que era para ser feita é assim, a pessoa perguntou assim: "Por que que a gente eh tem tanta dificuldade de agradecer, entre aspas, quando eh ou melhor dizendo, a gente tem tanta dificuldade de fazer prece quando dá tudo certo e quando as coisas começam a dar errado, a gente faz prece, muita prece.

ldade de agradecer, entre aspas, quando eh ou melhor dizendo, a gente tem tanta dificuldade de fazer prece quando dá tudo certo e quando as coisas começam a dar errado, a gente faz prece, muita prece. Aí faz prece de dia, de noite, faz evangelho no lar. Por que que a pessoa perguntou isso, né? Por que que quando dá tudo certo, às vezes as pessoas acabam eh esquecendo mesmo assim de de orar, de agradecer, né? Como os 10 leprosos ali, os nove, né? E por que que na hora que do aperto a gente faz tanta oração? E aí eu achei a resposta tão inspirada e queria trazer paraas nossas reflexões que o amigo respondeu assim: "É porque a gente acredita que as nossas conquistas são nossas". E por que a gente acredita que as nossas conquistas são nossas? Quando dá errado, eu quero ajuda para conquistar algo que eu que eu quero e quando dá certo, eu me julgo o conquistador. Então eu tenho dificuldade de reconhecer a ajuda espiritual quando dá tudo certo, porque eu acho que foi eu que fiz. E eu sei que você deve estar pensando assim: "Não, mas eu reconheço. Eu acho que você reconhece. A minha dúvida é se você reconhece completamente, que eu acho que isso é um pouco mais difícil. E quando dá errado, a gente faz press pedindo ajuda. Não porque a gente entendeu que a gente tá num processo de resgate e processo de reajuste, cumprindo a vontade de Deus, mas é porque existe um objetivo nosso que não está sendo atingido. Poxa, eu queria que o evento desse tudo certo. Não tá dando. Vamos fazer, vamos orar. A gente fez, a gente vai, vai sair, vai pegar a estrada e a gente faz prece para chegar. bem que é o natural. O difícil é você fazer uma prece assim: "Senhor, me ajude a suportar a sua vontade. Me ajude a lidar com a sua vontade." Algo que em Paulo tava muito bem resolvido. Isso me chama muita atenção ou tem me chamado muita atenção. Paulo parece que ele não tinha esse conflito. Seja porque ele tinha exata noção de que ele era um trabalhador do Cristo e ele estava operando sob a do Cristo, sob as

o ou tem me chamado muita atenção. Paulo parece que ele não tinha esse conflito. Seja porque ele tinha exata noção de que ele era um trabalhador do Cristo e ele estava operando sob a do Cristo, sob as orientações de Jesus, seja porque ele tinha essa razão, essa essa noção, perdão, seja porque ele não tinha uma coisa que eu acho que a gente tem. é mais ou menos similar ao achar que é dono da situação, mas eu diria que é um uma falta de certeza se eu estou onde eu deveria estar, porque o Paulo, ele tinha completa certeza que ele estava onde ele deveria estar. Isso é uma coisa que me admira em Paulo. Como ele tinha certeza que ele estava cumprindo a tarefa dele a ponto de escrever na carta aos Coríntios assim: "Eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado de apóstolo, mas pela graça de Deus eu já sou o que sou. Eu não sei dizer quantas barreiras psicológicas alguém precisa vencer para poder dizer assim: "Graças a Deus, eu já sou quem sou". Porque em geral o que mais acontece é uma insatisfação consigo mesmo. Caramba, eu fiz um evento, nossa, eu devia ter organizado 10. Nossa, eu trabalhei um dia na casa espírita, eu devia trabalhado 300. Paulo não, eu não vejo esse, eu vejo outros conflitos, mas esse eu não vejo em Paulo. Ele não tinha conflito sobre estar onde ele deveria estar. Ele sabia que ele tava. E por que que eu tô dizendo isso? Porque há uma cena, há uma passagem do Paulo e Estevão que é outra assim e que me marca muito, que é quando o Paulo tá voltando de Atenas. É interessantíssimo porque é uma missão fracassada ao olhar dele. Ele acha que ele tá indo para Atenas abrir igreja. E e eu fico pensando Jesus nessas horas, sabe? falou assim: "Nossa, o Paulo tá indo para Atenas, vai dar errado, não vai abrir nenhuma. Pessoal lá não tá pronto e dá tudo errado. Ou melhor, ele vive experiências das quais ele não gostaria de viver. Só que ele não volta pensando assim: "Nossa, eu falhei". Ah, eu não deveria ter feito isso. Nossa, eu não deveria ter falado assim. Ele volta tão

vive experiências das quais ele não gostaria de viver. Só que ele não volta pensando assim: "Nossa, eu falhei". Ah, eu não deveria ter feito isso. Nossa, eu não deveria ter falado assim. Ele volta tão convencido que ele fez o que ele tinha que fazer. Ele tá triste de não ter aberto nenhuma igreja lá, mas não tem conflito assim, nossa, não, eu não deveria ter falado da ressurreição, sabe? Não tem. Você, se, se você lê Paulo Estevon, não tem. Ele não entende porque não há não deu certo, mas ele não fica num conflito assim, poxa, será que eu será que eu deveria ter pulado a parte da história? Porque tava tudo indo bem, né? Quando ele vai discursar pro pessoal em Atenas, tudo vai bem até o momento da ressurreição. Quando ele fala da ressurreição, aí o pessoal fala: "Ah, tá certo, levantou dos mortos, né? Ah, beleza, maravilha. Gostei, hein?" E vai embora. Até a crucificação tava todo mundo acompanhando, todo mundo gostando, todo mundo empolgado. Aí Paulo completou a mensagem, falou assim: "Mas teve teve a ressurreição". E aí o Paulo, ele não tá, ele não tá conflitante a ponto dizer assim: "Nossa, eu não deveria ter falado, eu deveria ter feito assim, deveria ter feito assado." Não, não. Ele vai embora triste, mas vai embora e ele vai para eh Corinto. Aí lá em Corinto ele encontra Áila e Prisca. E aí quando ele encontra é aquela alegria porque são amigos muito queridos e eles começam a conversar. E aí o Áila vai contar para ele o uma situação ocorrida na igreja de Roma, que é o Álas saiu, a Prisca ficou na igreja, os soldados romanos descobriram a igreja, entraram e bateram na prisca até não ter como mais e largaram ela no chão sangrando. E o Aquila chegou e viu essa cena. Então, pensa na pessoa que você mais ama. Pensa na pessoa que você mais ama. Você chegou em casa e ela tá no chão ensanguentada de tanto que bateram nela. Que que você vai fazer de verdade? Que que você iria fazer? Vem cá, meu agressor. Que bom que você me fez passar por esse processo expiatório. Vem dá um abraço aqui. É

ntada de tanto que bateram nela. Que que você vai fazer de verdade? Que que você iria fazer? Vem cá, meu agressor. Que bom que você me fez passar por esse processo expiatório. Vem dá um abraço aqui. É claro que não. Ou na maior parte dos casos não. Já vai ser muito se não agredir de volta, né? Só que o Álla, o Paulo e a Prisca, ou melhor, primeiro Paulo, né? Emanuel vai falar primeiro do Paulo, depois ele dá a entender que le Prisca também. Mas ele fala assim, o apóstolo exultava. Então imagina Paulo ouvindo ola falar assim: "Nossa, Paulo pegaram a prisca, mas bateram nela até não ter como mais, deixou sangrando, quase faleceu." Aí o aí o Paulo tá assim: "Nossa, meu irmão, que bênção." Fala assim: "Ô, você é masoquista, né? Você é meio, tá meio eh tá um pouco aterrorizante essa bordagem, né? E o Emanuel fala assim: "O apóstolo exultava e todos eles comentaram essas coisas com muita gratidão, porque eles se sentiam felizes por algo poderem sofrer em nome de Jesus, por amor a Jesus". E essa fala do Emmanuel, né, que ele ele ele diz assim: "Quem ama anseia por dar alguma coisa". E os apóstolos ou Paulo e os amigos estavam felizes porque Jesus os considerava digno de sofrer em nome dele. Você entende que dá para encontrar o consolo no momento da turbulência? Só talvez precisa mudar a perspectiva. E talvez um dos pontos que mais dificulta a mudança de perspectiva é porque nessa hora a gente entra em conflito. Eu pelo menos entraria, né? Se eu sou e chega em casa e a minha esposa tá agredida no chão, a primeira pergunta que eu me faria é: por que é que eu saí? Por que que eu saí, ou melhor, por que que eu não levei ela comigo? Entende o conflito? Só que se eu tenho certeza que eu estou onde eu estou, que eu fiz o que eu tinha que fazer, aí esse essa esse sentimento, ele perde força. Ele perde força. E é exatamente aqui que vem o consolo, porque é onde eu percebo que eu fiz o que eu tinha que fazer e tá tudo certo. Se não deu certo como eu queria que desse, é porque não era para dar,

perde força. E é exatamente aqui que vem o consolo, porque é onde eu percebo que eu fiz o que eu tinha que fazer e tá tudo certo. Se não deu certo como eu queria que desse, é porque não era para dar, porque não era para acontecer. E isso é difícil. Essa é uma conclusão difícil de chegar, porque tem um monte de conflito aqui para resolver. Será que você realmente fez tudo que você podia? Quem, quem tem coragem de levantar? Não, eu fiz tudo que eu podia fazer. É difícil. Nossa, o centro vai fechar, o centro espírita vai fechar. Aí a diretoria para e fala assim: "Será que a gente fez tudo que a gente tinha que fazer?" E esse é o problema da gente achar que as conquistas é são nossas. Nós achamos que as falhas também são. E aí quando a coisa dá errado, eu não suporto porque eu não entendia ali um processo expiatório. Eu vi antes um processo de culpa onde eu não fiz tanto quanto eu poderia fazer. E aí a grande pergunta é: por que que você tá em dúvida se você fez tanto quanto você poderia fazer? Que ânsia é essa de querer fazer sempre mais? E aqui tem muita coisa para ser dita, porque esse é um processo de reflexão muito complexo de ser feito, porque pode ser que eu fiz tudo que tava ao meu alcance, mas o meu orgulho diz que foi pouco. Pode ser que eu fiz tudo que estava ao meu alcance, mas a minha vaidade de querer brilhar, de querer dominar, de querer controlar, tá me dizendo que eu falhei e aí eu acredito nisso e eu desmorono. E aí eu não sou capaz de encontrar consolo na tribulação. Por quê? Porque eu acho que eu sou responsável pela tribulação ou eu sou culpado, não responsável. Talvez responsável nós sejamos, mas eu me sinta culpado pelo que tá acontecendo e eu não entendo na tribulação o processo de aprendizado que tá me conduzindo na melhoria que eu vim para fazer. Porque eu só entendo o processo de melhoria quando eu vejo um resultado que deu tudo certo, que aconteceu tudo como eu esperava. Ali eu entendo um certificado do Cristo me aplaudindo e dizendo assim: "Você mandou bem".

do o processo de melhoria quando eu vejo um resultado que deu tudo certo, que aconteceu tudo como eu esperava. Ali eu entendo um certificado do Cristo me aplaudindo e dizendo assim: "Você mandou bem". Só que o trabalho aqui não é um trabalho de um, o trabalho é com o Cristo. Não é um trabalho para o Cristo apenas, é com o Cristo. Então, se dá certo, todos estão juntos porque deu certo. Se deu errado, todos estamos juntos também. Por isso que Jesus nunca, nunca abandonou aqueles que sinceramente quiseram seguir ele, embora não o conseguissem de pronto, a ponto de buscar Pedro várias e várias vezes, a ponto de de aparecer ele espírito, ele buscou Saulo de Tarso. Vocês imaginam? Imagina que a gente tá montando um centro espírita e tem uma pessoa que tá destruindo a casa espírita. Toda vez a gente constrói, ela vai lá e destrói. Que que você faria com essa pessoa? Alguém ligaria pra polícia e fala assim: "Ó, nós estamos tentando construir uma casa espírita e tem uma pessoa que tá destruindo. Vocês t que prender ele." Jesus falou assim: "Traz pro meu time". Assim, Jesus, o Ananias, né? Jesus, você tem ser. É o Saulo, é o de Tarso, porque ele veio matar o pessoal aqui. É, traz pro meu time. Porque Jesus não é pastor de algumas ovelhas, ele é de todas. E para conviver com Jesus, nós vamos ter que entender isso. Nós vamos ter que entender isso. Para entender o Cristo consolador, nós vamos ter que entender que é o consolador de todas as pessoas. E é o que a gente sempre brinca, né? Eu sei, eu sei porque eu compartilho desse sentimento. Eu sei que você talvez participa de um grupo, de uma instituição, de uma organização que você olha e fala assim: "Seria tão melhor se esse fulano só saísse? Seria tão bom para o centro espírita se essa pessoa resolvesse deixar o grupo? Seria tão bom se ele não quisesse mais vir, porque nós acreditamos que os problemas são pessoas e os problemas não são as pessoas. Os problemas são de sentimentos de uns para com os outros. Por isso que Jesus não excluiu Judas.

isesse mais vir, porque nós acreditamos que os problemas são pessoas e os problemas não são as pessoas. Os problemas são de sentimentos de uns para com os outros. Por isso que Jesus não excluiu Judas. Por isso que aquele meme que o pessoal gosta de falar, né? Ah, eu sou um viajante do tempo. Jesus, Judas vai te trair, né? Aí Jesus fala assim: "Judas, qual?" Aí fala: "Tinha dois, né?" Assim, Jesus sabia. Claro que ele sabia. Então, avisar ele, ó Jesus, Judas vai te trair. Fal, não, assim, eu sei. Só que o fato de ele não agir como eu gostaria que ele agisse não me impede de agir para com ele como eu queria agir. Então, o Cristo consolador só vai fazer sentido se nós entendermos que o consolo é para todos e em todas as situações, ainda que as coisas não aconteçam como a gente quer, ainda que as coisas não aconteçam como a gente quer, porque faz parte do aprendizado a frustração, faz parte do aprendizado a coisa simplesmente não fluir, porque tem sentimentos nossos que só serão testados Quando der errado, tem hora que eu só vou perceber que eu sou invejoso quando na minha vida der tudo errado e na do outro der tudo certo. Enquanto na minha tiver dando tudo certo, como se diz, né? As pessoas não querem te ver mal, elas só não querem te ver melhor que elas. Porque é aí que a minha inveja vai se vai apresentar. É quando eu olhar paraas minhas conquistas e para as dos outros e falar: "Nossa, as dos outros são tão maiores que as minhas ou as minhas nada flui." E é muito curioso porque a gente tem tanto um senso de que somos totalmente responsáveis por tudo que acontece, que quando eh a gente vive esse tipo de situação que a minha vida dá tudo errado e a do outro dá tudo certo, a carga fica tão pesada, mas tão pesada que a pessoa começa a desviar a atenção, porque ela não vai suportar o peso de achar que ela sucumbiu sozinha. Aí ela começa a falar assim: "Ah, mas também o fulano tá trocando de carro todo ano? Ah, mas é porque ele deu sorte de ter um pai que que ajudou ele de não sabe,

eso de achar que ela sucumbiu sozinha. Aí ela começa a falar assim: "Ah, mas também o fulano tá trocando de carro todo ano? Ah, mas é porque ele deu sorte de ter um pai que que ajudou ele de não sabe, começa a desviar o foco. Ah, não, mas esse evento aí dá tudo certo. Mas é porque também, ah, o pessoal tem dinheiro lá para bancar tudo. A gente aqui tá, entende? Aí começa a desviar o foco, responsabilizar pessoas, instituições e situações para um erro que, na verdade não tem problema nenhum. Tá tudo bem, deu errado. Aprendamos com erro e sigamos adiante. Aí tem consolo. Aí tem consolo, porque enquanto eu estiver me sentindo culpado, não é responsável. é culpado. Aí eu não consigo perceber o consolo do Cristo. Aí eu não consigo perceber o consolo do Cristo. Só antes de ler uma mensagem, a mãe do Vitor Hugo me ensinou sem querer qual que é a diferença entre culpa e responsabilidade. Eu queria dividir com vocês. Ela tava construindo a casa dela. E no processo de fundação ali dos aliceces, de aterrar o terreno, nivelar, né, o terreno, acabou forçando demais o muro da casa vizinha, estragou o muro e forçou demais o chão. Estragou o chão. E por que que isso aconteceu? Porque choveu muito, então tava tudo certo, mas choveu. Choveu e como o terreno dela não tinha nenhuma proteção, a água infiltrou, o terreno cedeu e como o peso tava muito forte, estragou o chão da casa da vizinha. Aí ela virou para mim e falou assim: "Não é minha culpa, mas é minha responsabilidade". Entende? Porque que culpa é diferente? A culpa é quem é que fez. A responsabilidade é quem é que vai resolver. Então Jesus não tá procurando culpados, Jesus tá procurando responsáveis. Só que a gente tá demorando na culpa. Ah, porque fui eu que fiz. Nossa. Ah, não, mas foi o fulano. Dessa vez foi o fulano que ele não mandou, ele não falou, ele não fez, ele e Jesus. Por isso que a pergunta principal de Jesus não é nem quando, nem onde, nem como as coisas vão acontecer. A pergunta de Jesus é: quem é que vai participar da execução?

falou, ele não fez, ele e Jesus. Por isso que a pergunta principal de Jesus não é nem quando, nem onde, nem como as coisas vão acontecer. A pergunta de Jesus é: quem é que vai participar da execução? Quem tá disposto? Aí fala: "Ah, Jesus, eu até tava disposto, mas eu tô tão culpado aqui. Aí eu não consigo viver o consolo. Porque o consolo do Cristo não é o de tirar as minhas provas. Isso a gente não sabe intelectualmente. O consolo do Cristo não é tirar as minhas provas. O consolo do Cristo é me ensinar a vivê-las. para que quando tudo der errado, eu consiga ter força suficiente para raciocinar que aquilo e sentir, né, que aquilo que tá acontecendo não é para me culpar, nem para me expor. Aquilo que tá acontecendo é para me ensinar. Mas isso então não quer dizer que nós vamos adotar uma ação muito apática de quem aceita tudo que acontece, como dizendo assim: "Não, a gente precisava mesmo dessas coisas, porque de novo o que Jesus pede de nós é um coração disposto ao trabalho. E essa disposição ao trabalho, ela vai exigir muito de nós, como a gente gosta de lembrar na multiplicação dos pães e peixes. Embora os discípulos tivessem apenas cinco pães e dois peixes para m para alimentar milhares de pessoas, Jesus nem foi pro extremo de dizer assim: "Não, eu não preciso de nada de vocês". e nem foi para um caminho de, ah, então me dá um pão aí e um peixe para eu multiplicar. Ele nem desmereceu e nem desprezou o que os discípulos tinham, mas ele olhou pros discípulos e fala assim: "Me dá tudo que você tem. Deram cinco pães e dois peixes. Não é porque Jesus precisava de cinco pães e dois peixes. Eles deram cinco pães e dois peixes porque era tudo que eles tinham. E é isso que Jesus vai pedir da gente, tudo que a gente tem. Só que eh tem um um ponto só que eu acho que falta trabalhar, porque essa essa abordagem de dizer assim: "Olha, a gente não tem que ficar procurando culpado, não é quem foi o responsável ou quem foi o causador do erro. Nós, o que Jesus tá buscando é quem está

r, porque essa essa abordagem de dizer assim: "Olha, a gente não tem que ficar procurando culpado, não é quem foi o responsável ou quem foi o causador do erro. Nós, o que Jesus tá buscando é quem está comigo pra gente corrigir. E aí o erro pode ser nosso ou não. Como na parábola do bom samaritano. O samaritano acolhe o homem caído, presta os primeiros socorros e deixa na hospedaria. O samaritano faz o que ele podia fazer. Quando esgota o que ele podia fazer, ele passa para outro. Isso vai acontecer com a gente também. chegar problemas na nossa mão que não foi a gente nem que causou, nem que começou, mas a gente vai continuar porque faz parte de uma equipe. Jesus tá construindo uma equipe de trabalho. Então, não importa quem foi que errou, não importa qual foi o erro, importa quem é que tá disposto a trabalhar pela correção. E é por isso que eu gosto muito de uma mensagem de Emanuel. Deixaremos aqui como sugestão de leitura, porque é uma mensagem um pouco extensa, mas é uma mensagem que chama círculos intercessórios. E essa noção de equipe, ela é tão profunda e verdadeira. E essa noção de que nós não somos autores sozinhos de nada estava tão entranhado em Paulo que a gente lê Paulo escrevendo a aos Coríntios dizendo assim: "Ajudando-nos também vós com orações por nós". Paulo tá pedindo oração. Paulo tá pedindo pra igreja de Corinto ajudar com oração. Ele tá dizendo assim: "Olha, eu não sou o autor da obra sozinho. Me ajudem, vamos nos ajudar. Ajudando-nos também vós com orações por nós, para que pela mercê, pela misericórdia que por muitas pessoas nos foi feita, por muitas também sejam dadas graças a nosso respeito." Que que o Paulo tá dizendo aqui? O texto é muito difícil. Eh, mas o que que Paulo tá dizendo aqui assim? Olha, vocês oram para que a graça nos atinja e ao nos atingir a graça volta para vocês também. Esse é o fluxo da solidariedade. Eu recebo de quem tem e repasso para quem não tem. Esse é o fluxo que garante que as bênçãos do Criador cheguem a todas as criaturas.

a graça volta para vocês também. Esse é o fluxo da solidariedade. Eu recebo de quem tem e repasso para quem não tem. Esse é o fluxo que garante que as bênçãos do Criador cheguem a todas as criaturas. As bênçãos chegam para as criaturas que passam para as outras. Então Paulo tá pedindo oração para ele para que através da graça que o atinja, ele pudesse atingir as outras pessoas também. Esse é o fluxo que interliga todas as criaturas. Esse é o fluxo que faz com que nós sejamos uma equipe. Por isso que Paulo está aqui escrevendo aos Coríntios, me ajudem, ou melhor, nos ajudem com as vossas orações. Todos os comentaristas que eu já li desse versículo vão falar do que o Emanuel tá falando aqui, que é o da prece intercessória. É o valor da prece intercessória. é o valor da união, de propósitos, de princípios, mas sobretudo de afeto. Eu me importo com você, então eu vou orar em seu favor. Isso funciona não porque Deus tá olhando quem merece ou deixa de merecer. Ah, você tem três moedinhas de mérito aqui. Você pode compartilhar com quem não tem nenhuma moedinha de mérito. Não, não, não. É muito mais no sentido de a gente consegue se unir numa grande família para trabalhar em conjunto. Então, a mãe do André Luiz faz prece pelo pai do André Luiz. E ela tá envolvendo ele. Por quê? Porque o processo do Cristo não é de excluir, é de agregar. Então ela tá trazendo ele mais para perto e aí a providência divina autoriza que a ajude, a ajuda chegue. Estou dizendo isso porque tem só uma frasezinha do Emanuel aqui que nós gostaríamos de comentar dessa mensagem, que é que quando a gente tá falando dessa questão do consolador, do Cristo Consolador, passa, fazendo um um resumo aqui, né, da nossa fala, a questão da consolação, ela passa pel um sentimento de que eu estou em equipe trabalhando e nós estamos juntos para trabalhar juntos. Ninguém vai vencer ou perder. Não é esse o tema. O tema é o quanto que nós conseguimos unir esforços para aprender e executar em conjunto. E quando a gente conseguir perceber e

para trabalhar juntos. Ninguém vai vencer ou perder. Não é esse o tema. O tema é o quanto que nós conseguimos unir esforços para aprender e executar em conjunto. E quando a gente conseguir perceber e sentir isso, o trabalho, por mais que ele não transcorra mil maravilhas, ele vai ser diferente, porque nós vamos parar de buscar culpados e vamos começar a nos responsabilizar para a execução daquilo que a gente sente que tem que ser feito. E quando não acontecer como a gente quer que aconteça, a postura não vai ser de putz, onde é que eu errei? a postura vai ser qual que é a lição que tá sendo trazida pra gente poder aproveitar e seguir adiante. E aí esse trabalho em equipe passa por uma por uma compreensão de que tem coisas que vão dar certo, tem coisas que vão dar errado. E a nossa atitude perante essas coisas é, em primeiro lugar, da ação, da solução. E daí que deu errado, sigamos adiante. É preciso trabalhar, tem muita coisa para fazer. E é por isso que eu gosto muito de uma frase do Emanuel aqui. Essa frase, ela tá, essa mensagem, na verdade, ela tá num livro chamado Alma e Luz. E ela tá num contexto que é contexto histórico que é o da Segunda Guerra Mundial. Essa mensagem foi escrita na época da Segunda Guerra Mundial, quando o Brasil tava entrando na guerra. E aí o o Emanuel diz assim, ele tá mostrando que muitas vezes o é preciso entrar na briga, mas ele deixa claro que o ataque do bem, na verdade, é defesa. O bem não ataca, o bem defende. Mas é preciso defender. É preciso defender. Então tem coisa errada, tem coisa errada. Nós vamos defender para que as coisas fiquem certas. Mas aí o Emanuel fala uma coisa importante, porque ele diz assim: "Muita gente pergunta: "Combater por quê? Estamos com Jesus que ensinou o bem e a paz. Entretanto, Emmanu diz assim: "É indispensável não esquecer que existem padrões de pacifismo e padrões de passividade. O mestre é o príncipe da paz. Contudo, é imprescindível raciocinar quanto ao que seria o cristianismo se Jesus houvesse entrado em acordo com os

existem padrões de pacifismo e padrões de passividade. O mestre é o príncipe da paz. Contudo, é imprescindível raciocinar quanto ao que seria o cristianismo se Jesus houvesse entrado em acordo com os fariseus do templo. Que que o Emana tá dizendo aqui pra gente poder encerrar? É claro que nós não vamos brigar com todo mundo para porque as coisas têm que ser feitas e nós vamos atropelar todo mundo. Esse consolo do Cristo vai ser percebido na execução pacífica. Nós vamos trabalhar junto, nós vamos fazer junto, nós vamos construir junto, nós vamos aprender junto de forma pacífica, não passiva. Passiva é aceitar calado tudo que tá errado. Pacífico é resolver em paz o que tá errado. Pacifismo é: "Ah, não vou falar não, porque fica chato, né? pacífico é: eu preciso falar, eu preciso abrir o jogo, só que como é que eu acolho essa pessoa? Passivo. É, ah, vamos marcar num dia que a pessoa não pode, né? Que aí ela não vai. Pacífico é fulano, não tá legal do jeito que você tá fazendo. Vamos conversar, vamos organizar. Em suma, vamos trabalhar de verdade para Jesus e com Jesus? Vamos fazer um negócio sério? Você tá aqui brincando de espiritismo ou você tá aqui para trabalhar no movimento? Em nome de que que você tá aqui? Vamos, vamos unir, vamos fazer certo, porque se você não quiser, aí não dá. Aí não dá. Aí, infelizmente, por hora não vai dar pra gente ficar junto. Mas tudo bem, eu não tô querendo que você, eu não tô querendo que você suma, eu tô entendendo que agora a gente não pode andar junto. É bem diferente, apesar de resultar na mesmação, é bem diferente. Porque só assim eu acredito hoje, é a percepção que eu tenho hoje. É só quando eu tenho um uma completa noção de que eu integro uma grande equipe e que eu sou uma pecinha da engrenagem fazendo a coisa girar, é que eu consigo olhar para tudo que tá dando errado e falar assim: "Jesus, não queria que fosse assim como Paulo não queria que fosse falhado em Atenas". Mas se é isso, sigamos adiante. Por isso, encerro lembrando um dos

r para tudo que tá dando errado e falar assim: "Jesus, não queria que fosse assim como Paulo não queria que fosse falhado em Atenas". Mas se é isso, sigamos adiante. Por isso, encerro lembrando um dos versículos, talvez que tenha passado, despercebido por mim várias e várias vezes, mas que hoje tá me chamando muita atenção. Jesus diz pros discípulos assim: "Importa, porém, caminhar hoje, amanhã e no dia seguinte, porque o trabalho com Cristo é um trabalho de continuidade, não é de resultado e nem de passado, é de continuidade. Aí sim, creio eu, entenderemos o que é o consolo que faz um homem andar 16.000 1000 km a pé pregar uma mensagem que todo lugar que ele entrava, quando dava tudo certo, ele saía apedrejado. Quando era um sucesso, ele saía apedrejado. Esse homem viver 30 anos fazendo isso e até hoje, que é o nosso Paulo. Eu agradeço a sua atenção, sua paciência, sua presença. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre. Muita paz a todos. He. Obrigado mais uma vez o nosso irmão Gustavo Silveira, por também ter nos preenchido e nos dado, né, mais repertório pra gente seguir nessa luta terrena. Bom, a gente vai fazer um intervalo, né? Daqui a pouco a gente vai voltar. Às 19:45 nós vamos estar de volta paraa palestra da da parte da noite, nosso irmão André Siqueira. Mas antes a gente tem o sorteio de mais dois livros. Tá todo mundo com número aí agora? Sim. >> Então vou pedir o Claudião pra gente poder compartilhar ali de novo o telão. Aí a gente vai conduzir esse sorteio e logo em seguida a gente volta. Se você ainda não fez a sua pergunta nos telões aí tem um número. Envie a sua pergunta pra gente poder eh amanhã debater, né? eh estender esses temas aqui e aproveitar que os nossos irmãos vieram de longe, têm um conhecimento para nos oferecer. Então vamos extrair o melhor desse momento. Então vamos lá, de 1 a 319. Lembrando que se porventura o nome o número repetir, o mais velho ganha. Tá bom? Vamos lá. 222. Ninguém. 22, doulhe uma. 222, doulhe duas. 222, doulhe três. Ninguém. Próximo.

tão vamos lá, de 1 a 319. Lembrando que se porventura o nome o número repetir, o mais velho ganha. Tá bom? Vamos lá. 222. Ninguém. 22, doulhe uma. 222, doulhe duas. 222, doulhe três. Ninguém. Próximo. 34. Já foi. 34. Então, pula. Obrigado. Vocês est memória boa, hein? 244 já foi. 244 já foi. >> É, então pula 149. Tá aí. >> 149. Não, >> não, não deu, Felipe. Vamos tentar de novo, Felipão. 163. Não, alguém 163. 163 não. 2 43. Gente, vocês estão rezando pouco. Vamos rezar mais. Vamos rezar mais, gente. Pedir pro pro guia espiritual falar, gente, põe meu número aí, por favor. Vamos lá. 283 só tá subindo, tá pedindo para descer o negócio. Só tá subindo. Nem tudo é como a gente quer, né? 283. Não. >> Então vamos acelerar. 106. Agora vai. Agora vai. Será que vai? Não foi. Ó. Tem o 18 aí. 18. >> 18 também não tem. Ah, eu vou jogar esse livro aqui. Quem pegar pode ser? Não, eu acho que isso vai dar, vai virar muito bagunça isso aí. Vamos tentar mais ali. Vai. 101. Cadê esse povo, gente? 101 não tá também não. Outro 126 já foi esse negócio, tá? Claudião, tem que pôr lá embaixo assim, ó. Sortear sem repetir o resultado. >> Ah, 100. É o número redondo, hein? O número da sorte. Esse 100. Achou sem aí? Não, sem ninguém. Sem ninguém. Vai próximo. 97. Não, ninguém. Bora. 291. Não. Felipão, você tá doido para ganhar o livro, Felipe. 53. Lá palmas até que enfim, gente. O próximo livro, ó, aqui foi a caminho da luz. Pode vir buscar, por favor. E o próximo, esse livro é excelente. Paulo Estevão tem, né? tá ali no na camisa do nosso irmão Gustavo Paulo Estevão. Vale a pena você dobrar a sua oração, porque se você não leu, você vai ler, isso vai te fazer bem. Se você já leu, doa para alguém, certo? Então, rodou 110. Quem quem quem quem 21 já foi. 21 já foi. Esse eu lembro. É porque fica perto da minha idade. Aí eu lembrei. 272. Não. 181. 116. Aê, até que enfim, pessoal. Então, às 19:45 a gente volta e eu tenho uma revelação para fazer para você. Então, chega a hora para você saber o que vai, o que eu

ade. Aí eu lembrei. 272. Não. 181. 116. Aê, até que enfim, pessoal. Então, às 19:45 a gente volta e eu tenho uma revelação para fazer para você. Então, chega a hora para você saber o que vai, o que eu vou revelar para você, tá bom? Até 19:45. M.

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